Evangelho no Lar - #159
Evangelho no Lar - #159 Programado para o dia 16 de abril de 2025, às 20h. Um momento de estudo e reflexão para a harmonização do nosso lar. Estudo da semana: Capítulo 19, itens 6 e 7, do Evangelho Segundo o Espiritismo. FEB. Tradução: Guillon Ribeiro. Transmissão: Youtube FEEGO, TV Goiás Espírita, FEDF, Facebook FEEGO e canais Grupo Espírita Mensageiros da Luz 🎙️ Novo na transmissão ou querendo melhorar? Confira o StreamYard e ganhe $10 de desconto! 😍 https://streamyard.com/pal/d/4876899936894976
Desculpe, o áudio estava fechado. Boa noite, meu nome é Cláusia, estou na coordenação da área do atendimento espiritual da FEGO. Retornamos com mais um Evangelho no Lar, um momento de estudo e de reflexão para harmonização do nosso lar. É uma campanha permanente que acontece em uma parceria entre a Federação Espírita Brasileira e a Federação Espírita do Estado de Goiás. Sejam todos bem-vindos. Nós estamos muito felizes com a presença de todos. Bom, este momento é transmitido pela FEEGO do YouTube, Facebook FEGO, TV Goiás Espírita. Grupo Espírita Mensageiros da Luz e pela Federação Espírita do Distrito Federal. Nós enviamos o nosso carinho e a nossa gratidão a todos. Bom, gostaria de apresentar os demais trabalhadores que estarão conosco nesta noite, o Vinícius, que é um colaborador da área da comunicação da FEGO. Boa noite, Vinícius, seja muito bem-vindo. Boa noite, Cláuscia. Boa noite a todos, irmãos e irmãs. Gratidão por estar aqui novamente, né? E hoje nós temos uma participação muito especial que é da nossa querida presidente Márcia Ramos. Seja bem-vinda, Márcia. Boa noite. Gratidão por atender o nosso convite. O seu áudio está fechado. Llá, obrigada pelo convite, Vinícius, pela colaboração, todos que nos honram com a presença. Nossa gratidão. Uma boa noite a todos neste momento tão especial em que vamos iniciar mais o Evangelho no Lar. Estamos muito felizes com a presen com a sua presença, Márcia. Nós vamos dar boa noite aos nossos amigos que já estão conosco. A Cátia Catalane. Boa noite a todos. Paz e bem para todos nós e toda a humanidade. E ela está sempre conosco lá do Rio de Janeiro. Seja bem-vinda. A Maria Lúcia Barbosa. Boa noite a todos. Que Deus nos abençoe sempre. Que assim seja. Fernando Rodriguez, boa noite a todos. Eupídio Quirinos aqui de Goiânia. Boa noite a todos. Luz e paz. E a Nilsa Ávila, boa noite. Sejam todos muito bem-vindos. Nós só agradecemos pela oportunidade de estarmos juntos sintonizados nesta noite de evangelho, para que os nossos
oa noite a todos. Luz e paz. E a Nilsa Ávila, boa noite. Sejam todos muito bem-vindos. Nós só agradecemos pela oportunidade de estarmos juntos sintonizados nesta noite de evangelho, para que os nossos pensamentos, a nossa energia, os nossos sentimentos sejam todos envolvidos em muita paz, muita harmonia e muito amor. Lembrando sempre do nosso mestre Jesus. A Márcia Rizo também está conosco. Boa noite. Seja bem-vinda, Márcia. Meg Guimarães. Boa noite a todos. Ol, seja todos muito bem-vindos. nosso nossa gratidão. Bom, para iniciarmos o nosso evangelho da noite de hoje, eu vou pedir para o Vinícius fazer a leitura da mensagem do capítulo 159 do livro Vida Feliz, psicografado pelo médium Divaldo Pereira Franco, editado pelo espírito Joana de Ângeles. E em seguida ele fará nossa prece inicial. Queridos amigos, irmãos e irmãs, então a lição 159 da obra Vida Feliz. Quando o homem se resolve por modificar a conduta moral para melhor, parece defrontar uma conspiração geral contra os seus propósitos de enobrecimento. Tudo se altera e desgoverna. As mínimas coisas fazem-se complicadas e o ritmo dos acontecimentos, por algum tempo, muda para pior. Esse estado de coisas leva o candidato à reforma íntima a retroceder, a desistir. É natural, porém, que assim aconteça. Toda transferência modifica o habitual. Na área das ações morais, a reação é maior, porquanto se penetra nas raízes do mal para este páo, a fim de dar surgimento a novos e equilibrados costumes. Não abandones desse modo os teus intentos de moralidade e crescimento interior em razão das primeiras dificuldades a enfrentar. Amado mestre Jesus, nesse momento, Senhor, nós pedimos sua bção, sua proteção, que seu evangelho e seus ensinamentos, mestre divina, possam nos guiar, Senhor, um até nosso Deus Pai, nos trazendo tudo aquilo que nós necessitamos para encontrar dentro de nós, Senhor, paz, a humildade, o respeito, que possamos manifestá-lo, Senhor, através da nossa nossa vida, levando o nosso exemplo ao nosso próximo
aquilo que nós necessitamos para encontrar dentro de nós, Senhor, paz, a humildade, o respeito, que possamos manifestá-lo, Senhor, através da nossa nossa vida, levando o nosso exemplo ao nosso próximo e procurando construir junto dele um mundo melhor. Pedimos assim, Senhor, que suas bênçãos possam alcançar a todos aqueles mais necessitados, a todos os nossos irmãos que irão assistir essa gravação. E assim te agradecemos por mais este momento de reflexão, de estudo. Que assim seja. Ja. Bom, a Márcia hoje fará suas reflexões do Evangelho Segundo o Espiritismo, capítulo 19. que a fé transporta montanhas. Os itens de hoje serão seis e sete, lembrando que o Evangelho é da editora da FEB, tradução de Guilon Ribeiro, para os nossos amigos acompanharem essa tradução. Márcia, fique à vontade. Cláuse, querida, Vinícius, todos que nos honram com a presença. Mais uma vez o nosso boa noite, o nosso agradecimento pelo convite e lembrando que ontem, 15 de janeiro, foi mais um aniversário do lançamento do Evangelho Segundo o Espiritismo, 161 anos de luz para a humanidade. Kardec traz cinco obras, sendo sendo que o Evangelho Segundo o Espiritismo é a terceira obra. E o Evangelho Segundo o Espiritismo, ele tem 28 capítulos. E esses capítulos, nós poderíamos dizer que a metodologia, pedagogia de Kardec, ele reúne de uma maneira magistral por assuntos. Por exemplo, quando nós falamos nos cinco primeiros capítulos do Evangelho Segundo o Espiritismo, ele está trazendo os princípios da própria doutrina, a paternidade de Deus, a imortalidade da alma, comunicabilidade dos espíritos, a os mundos habitados, as moradas, muitos mundos habitados. Então ele tem uma metodologia própria. E nos capítulos 17 a 19, Kardec nos orienta através desses capítulos a ligação de Deus. E também nós podemos dizer que esses três capítulos 17, 18 e 19, ele está falando diretamente para o trabalhador espírita. Olha que maravilha. Nós temos três capítulos do Evangelho Segundo o Espiritismo para os espíritas. E a o
que esses três capítulos 17, 18 e 19, ele está falando diretamente para o trabalhador espírita. Olha que maravilha. Nós temos três capítulos do Evangelho Segundo o Espiritismo para os espíritas. E a o trabalho realizado por Kardec é assim: "A primeira parte de toda a obra do Evangelho é relacionado às orientações trazidas pelos evangelistas Mateus, Marcos, Lucas e João. Depois vem a o próprio codificador trazendo as suas informações, as suas orientações e depois instrução dos espíritos. Portanto, quando não há nenhuma assinatura, é o próprio codificador. E hoje nós vamos falar fé religiosa, condição da fé inabalável, que são os itens seis e sete, que são trazidos, são considerações trazidas pelo próprio codificador da doutrina espírita. Mas também nós buscamos em Emanuel, no livro O Consolador, pra gente saber mais sobre fé, sobre fé inabalável, sobre a fé religiosa. E Emanuel, na questão 354 do livro Consolador, ele diz assim: "Per fé é guardar no coração a luminosa certeza de Deus". Portanto, não é aquela situação de perguntar assim: "Não, eu eu creio". Não é a gente dizer: "Eu sei da existência de Deus, eu sei da misericórdia do Pai. Eu sei da proteção dos espíritos, exatamente pelo amparo, pela misericórdia de Deus para com todas as criaturas. Lembrando que a doutrina espírita nos orienta que todos nós temos um espírito que nos abençoa e que nos protege. Portanto, Emanuel vai nos orientar que ter fé é guardar no coração as luminosa certeza de Deus. E essas certezas também nas colocações trazidas por Emanuel, ela ultrapassa as crenças religiosas. Se nós voltarmos no tempo, em todos os povos, em todas as épocas, eles tinham fé em muitos deuses, em sóis, estrelas, luas, mas eles tinham fé. Todos os povos têm a presença de Deus através dos ou dos deuses, no caso dos politeístas, através da fé. Mas também Emanuel, no capítulo 40 do livro Vinha de Luz, que ele vai intitular fé, ele vai dizer que a fé é um processo de desenvolvimento. Portanto, a gente conclui que as pessoas portadoras de
fé. Mas também Emanuel, no capítulo 40 do livro Vinha de Luz, que ele vai intitular fé, ele vai dizer que a fé é um processo de desenvolvimento. Portanto, a gente conclui que as pessoas portadoras de maior fé são aquelas pessoas que já estão num grau de evolução mais aprimorado. E se observarmos, por exemplo, as colocações trazidas pelos evangelistas, vamos trazer a cena do apóstolo Pedro. O apóstolo Pedro, quando da segunda pesca, quando ele está no mar, Jesus já havia deixado o corpo físico e eles houve aquela enorme tempestade e eles observam que vinha uma uma luz, um ser iluminado caminhando sobre as águas na direção do barco. No primeiro momento, eles se assustaram bastante e depois perceberam que era o mestre. Naquele instante, Pedro pede a Jesus que o auxiliasse porque ele queria ir encontrá-lo. E de fato ali sai do barco e começa a caminhar. E daí a pouquinho ele não tem a fé necessária e começa a sossobrar. E Jesus se aproxima dele e diz: "Homem de pouca fé". Mas antes desse ato, nós vamos observar também num determinado instante em que no cenáculo onde Jesus naqueles momentos finais ele já se despedindo dos apóstolos naquele instante de grande tristeza, de grande aflição. E Jesus pede a Pedro para, aliás, Jesus naquele instante que ele estava nos momentos finais, Pedro diz a ele que ele, Pedro morreria pelo Senhor. No entanto, nós sabemos que ele o nega três vezes antes que o galo cantasse. Naqueles dois instantes, a gente vê Pedro com uma fé vacilante. antes, porém, ele havia falado com Jesus que ele morreria pelo mestre. A fé dele ainda era uma fé vacilante. Nós acompanhamos o raciocínio de Emmanuel nesse capítulo 40 do evangel do livro Vinha de Luz. quando da ressurreição, quando aquelas senhoras, aquelas três mulheres chegam à beira do túmulo, elas são informadas que o Senhor não estava ali e também que elas fossem avisar os demais. E faz um destaque, avise a Pedro. Ora, se ele já havia tido essas essas falhas, essas lacunas, como é que ia avisar a Pedro? É porque Jesus,
r não estava ali e também que elas fossem avisar os demais. E faz um destaque, avise a Pedro. Ora, se ele já havia tido essas essas falhas, essas lacunas, como é que ia avisar a Pedro? É porque Jesus, guia, modelo da humanidade, sabia da importância da fé consolidada de Simão Pedro. E essa fé é demonstrada na casa do caminho. Quando o apóstolo Paulo volta daqueles 3 anos que ele estava naquela região de de deserto e vai se aproximando até chegar a Jerusalém. Nós sabemos que no primeiro momento ele não foi recebido. Aguarda mais um pouquinho. Ele fica muito entristecido, mas entende a posição dos apóstolos. O certo é que quando ele é acolhido na casa do caminho, e a gente sempre costuma dizer que a casa do caminho foi o primeiro centro espírita do mundo, embora o primeiro centro espírita do mundo, nós sabemos oficialmente que é a Sociedade Parisense de Estudos Espíritas. Mas o a casa do caminho tinha todas as características de centro espírita, inclusive o pneumatismo, que é a mediunidade. Então, todas as características. E quando ele volta, ele pede para ficar no quarto que era de Estevão. A gente vai ver essa história no livro Paulo Estevão, belíssimamente trazido pela psicografia de Francisco Cândido Xavier, pelo espírito Emanuel, obra de Emanuel. E lá Paulo pergunta a Pedro assim, muito coloquialmente, foi essa conversa: "Como é que foi o relacionamento de vocês com os judeus?" Lembrando que todos eram judeus, Jesus, os apóstolos, todos eram judeus. Como é que foi o relacionamento? E Pedro fala das dificuldades pelas quais eles passaram, os martírios, as prisões, a história que todo o cristianismo primitivo nós conhecemos. E Paulo pergunta a ele: "Mas como você conseguiu conviver com essa situação?" E ele responde: "Porque só assim, só convivendo com eles, eu poderia lhes apresentar Jesus". Fé consolidada, fé inabalável. Mas existe um outro momento também muito lindo relacionado ao próprio apóstolo Pedro e está em Atos dos Apóstolos, quando ele juntamente com o apóstolo
presentar Jesus". Fé consolidada, fé inabalável. Mas existe um outro momento também muito lindo relacionado ao próprio apóstolo Pedro e está em Atos dos Apóstolos, quando ele juntamente com o apóstolo João se dirige ao templo de Jerusalém. o templo de Jerusalém, onde todas as coisas aconteceu, a importância do templo de Jerusalém, o segundo templo construído pelo rei Herodes, o grande. E quando ele se aproxima da porta formosa, eram várias, várias portas que existiam no templo. Era um monumento de beleza o templo. Quando ele vai se aproximando da porta formosa, havia nos textos diz que havia um paralítico. E ele chegando mais próximo, ele diz assim: "Ele o apóstolo João, claro que o paralítico da o texto fala paralítico, ele estende as mãos pedindo uma moeda e Pedro diz a ele assim: "Nós não temos nem ouro, nem prata, mas em nome de Jesus o que nós temos, nós te damos. levanta e anda. Fé inabalável. E quando chega Allan Kardec 1857, no Evangelho Segundo o Espiritismo, mas sobretudo nesta mesma lição, no item sete, no final do item sete, ele vai nos advertir assim: Fé inabalável é só aquela que desafia a razão em todas as épocas, em todos os tempos da humanidade. Vejamos a diferença, porque até então dizia-se e todos tinham que aceitar o que era dito. Dizia-se ou a ciência não poderia se manifestar porque as religiões diziam que era o contrário. E Kardec vai nos dizer assim, que a doutrina espírita ela vai andar par e passo, quer dizer, ao lado da ciência. No ponto que a ciência comprovar que a doutrina espírita está errada, olha a sabedoria e a evolução, a evolução inclusive da fé que Emanuel vai falar no vinho de Luz, no capítulo 40. Naquele ponto, nós espíritas devíamos ater a ciência. Todas as religiões, todos os povos diziam exatamente o contrário. E o que nós temos visto é exatamente a ciência referendando as orientações trazidas pela doutrina espírita. Quantidade de universidades hoje estudando as questões de ordem espiritual, a cura do corpo através do cuidado para com o espírito, quer dizer
erendando as orientações trazidas pela doutrina espírita. Quantidade de universidades hoje estudando as questões de ordem espiritual, a cura do corpo através do cuidado para com o espírito, quer dizer a importância da fé. O Brasil, muitos e muitos cientistas estudando também as questões relacionadas à fé para que as pessoas tenham tenham uma melhor condição de vida e de evolução espiritual por consequência. Quando Francisco Cândido Xavier recebeu o livro Nosso Solar em 1943, portanto em 1943, o período de guerra, Segunda Guerra Mundial, as comunicações eram bastante deficitárias. Os rádios tinham umas válvulas, essas válvulas davam estática, a televisão não existia e se existia estava começando. Era bastante deficitário as condições da comunicação. Naquele livro, Nosso Lar, 1943, e o André Luiz nos fala assim que o governador da colônia espiritual conversava e todas as pessoas da colônia viam e ouviam. Olha, mas naquela época parecia uma coisa assim tão fantasiosa como que eu falo aqui e todas as pessoas me ouvem e me vem. E hoje isso é uma coisa tão singela. Tanto é que nós estamos em situações, em casas, em locais diferentes, em cidades, em estados, países, continentes diferentes e as pessoas estão nos assistindo, nos vendo e nos ouvindo. E quando nós temos essa condição de fé inabalável, nós temos a esperança. E a esperança nas colocações de Emanuel é a luz do cristão. E falando em esperança, Carmen Sinira, no livro Parnaso de Alentuno, é a primeira obra psicografada de Francisco Cândido Xavier, um livro de poemas, que é o tipo de literatura mais difícil que existe, porque há necessidade de ter uma consonância do espírito com o poeta encarnado, ou seja, o estilo a rima, A métrica tem que ser semelhantes. E todos os intelectuais que analisaram esta obra concluíram que o estilo era o mesmo. Quer dizer, Olavo Bilac é o mesmo estilo, Guerra Junqueira mesmo estilo, Cro Alves, o mesmo estilo, mesmo tipo de rima, o mesmo tipo de métrica. inclusive Humberto de Campos, que depois também
mesmo. Quer dizer, Olavo Bilac é o mesmo estilo, Guerra Junqueira mesmo estilo, Cro Alves, o mesmo estilo, mesmo tipo de rima, o mesmo tipo de métrica. inclusive Humberto de Campos, que depois também traria suas mensagens, sua belíssima obra através da psicografia de Francisco Cândido Xavier. E Carmen Lira vai nos dizer assim sobre exatamente a esperança e a fé. E é o o texto se chama O viajor e a fé. De onde vens, viajor triste e cansado? E ele responde: "Veio da terra estéril da ilusão." Olha que linda essa colocação. Terra estéril da ilusão. Que trazes a miséria do pecado, de alma ferida e morto o coração. Ah, quem me dera ter a bênção da esperança, quem me dera consolo à desventura. Mas a fé generosa, humilde e mansa, porque a fé deve ser humilde, singela. Mas a fé, humilde e mansa, deu-lhe o braço e falou-lhe com doçura: "Vem, quem disse ele foi a fé. Vem ao mestre que ampara os pobrezinhos, que esclarece e conforta os sofredores. Pois com o mundo uma flor tem mil espinhos, mas com Jesus um espinho tem mil flores. Que esta mensagem de Carmen Cineira, pela psicografia iluminada de Francisco Cândido Xadier possa calar fundo aos nossos corações, onde estamos há daqui dois dias comemorando a Páscoa, que a Páscoa para os espíritas é a libertação das nossas imperfeições, dos nossos equívocos, das nossas aflições. Porque quando nós entendemos o sentido da vida, que nós temos a fé verdadeira, a fé inabalável a nossa vida, por maiores que sejam, as dificuldades, elas são transitórias, porque a gente sabe, nós temos a esperança, que essa esperança possa estar conosco, fortalecendo a nossa fé e vice-versa. Muito obrigada, que Jesus nos abençoe. Muita paz. Nós que te agradecemos, Márcia. por tantas elucidações, uma palavra simples, consoladora também ele inicia, né? E o título do item seis já fala: "A fé religiosa, condição da fé inabalável". Mas nós sabemos também, Márcia, que nessa questão de religiosidade tem os artigos de fé e nós percebemos que o espiritismo não traz
o do item seis já fala: "A fé religiosa, condição da fé inabalável". Mas nós sabemos também, Márcia, que nessa questão de religiosidade tem os artigos de fé e nós percebemos que o espiritismo não traz isso. Você quer comentar um pouquinho a respeito para nós? o Gláuscia, Vinícius e todos que nos assistem, porque quando Kardec formula a codificação da doutrina espírita, ele nos diz assim, questão 115 do livro dos espíritos, os imortais disseram a ele quando ele pergunta como é que os espíritos tinham sido criados. E a resposta é muito singela, porém profunda. Todos nós fomos criados da mesma maneira, simples e ignorantes, no sentido de nada sabermos, dotados de inteligência e livre arbítrio. Portanto, nós vamos concluir que não há necessidade de ter dogmas relacionados à fé, mas tão somente ou sobretudo que tenhamos as condições da percepção da vontade evolutiva. E quando nós falamos em vontade evolutiva, nós vamos lembrar do livro que se chama Pensamento e Vida, Emanuel, mais uma vez, pela psicografia iluminada de Francisco Cândido Xavier. E ele vai nos dizer assim, que se nós pudéssemos dividir o nosso cérebro em departamentos, é uma metodologia. Se nós pudéssemos dividir o nosso cérebro em departamentos, nós teríamos o departamento da inteligência, o departamento da memória, ele cita mais outros departamentos e ele diz assim: "E o gabinete da vontade, gabinete nós sabemos que é maior do que departamento. Portanto, quando nós temos vontade, nós realizamos. Agora, para ter fé, há necessidade que tenhamos as condições do conhecimento, desse conhecimento que liberta. Não existe nada mais libertador do que conhecer o evangelho de Jesus e sobretudo o evangelho trazido pela codificação da doutrina espírita, tão explicado nas obras da codificação, porque o livro dos espíritos, que Kardec divide em quatro livros, um dos livros ele vai desdobrar na Gênesis, o outro ele vai desdobrar no livro dos médiuns, outro ele vai desdobrar no Evangelho Segundo o Espiritismo, seu inferno. Então ele
divide em quatro livros, um dos livros ele vai desdobrar na Gênesis, o outro ele vai desdobrar no livro dos médiuns, outro ele vai desdobrar no Evangelho Segundo o Espiritismo, seu inferno. Então ele desdobra os quatro livros, ele faz um desmembramento, vamos assim dizer, para a publicação dessas demais obras. E nós vamos ver no livro dos dos espíritos que o terceiro livro vai estar falando sobre as leis morais. Quando nós entendemos a importância dessas leis morais, nós começamos a pensar assim: tem algo maior. E quando ele pergunta aos imortais, onde está escrita a lei de Deus? Tá lá no livro dos espíritos, os imortais vão dizer a a ele assim: "A lei de Deus está escrita na consciência". Portanto, uma pessoa que tem fé, claro que ela tem um entendimento maior da misericórdia de primeiro da existência de Deus, porque seria muita pretensão nossa imaginar que não existe Deus. Portanto, a gente parte desse princípio da existência de Deus. Mas se Deus existe, nós temos a certeza que ele existe, como é que ele criaria seres tão dís? Como é que ele criaria, por exemplo, Santo Antônio, Santo Agostinho, os apóstolos, Francisco Cândido Xavier, Maratma Gand, Divaldo, esse uma pleia de de espíritos muito qualificados criados por Deus. Aí Deus vai criar outros espíritos sem qualificação nenhuma, que a gente nem fala quais são seriam essas pessoas para não trazer nenhuma influenciação. Pessoas assim totalmente à margem da sociedade, pessoas que são sanguignolentas, vingativas, enfim, uma série de situações. Então, quer dizer, Deus criou pessoas, espíritos diferentes, então não existe justiça. Aí vem então a questão de Allan Kardec, como é que os espíritos foram criados? Olha a sabedoria da pergunta. simples e inteligentes no sentido eh simples e ignorantes no sentido de nada saberem, dotados de inteligência e livre arbítrio. Quando nós começamos a estudar, começamos a observar as coisas da vida, quando nós temos as condições da Torá, o Velho Testamento, a primeira revelação com a justiça, e nós seguimos
e livre arbítrio. Quando nós começamos a estudar, começamos a observar as coisas da vida, quando nós temos as condições da Torá, o Velho Testamento, a primeira revelação com a justiça, e nós seguimos com a segunda revelação, Jesus, vamos ter todos os evangelistas, Atos dos Apóstolos, as cartas de Paulo, Pedro, Tiago, Apocalipse e sobretudo a doutrina espírita. espírita florescendo no Brasil, como todos nós sabemos, coração do mundo, pátria do evangelho, interpretando os quatro evangelistas, interpretando as cartas de Paulo, interpretando Atos dos Apóstolos, nos trazendo as condições para refletirmos, entendermos e volvermos a nós mesmos o sentimento da fé. Essa fé que tem que ser raciocinada. E quando nós trazemos essas exposições, a gente conclui que fé tem que ser raciocinada. E fé raciocinada é aquela que desafia a razão em todas as épocas e em todos os tempos. Não há necessidade de dogmas e nem outros outros elementos próprios de algumas religiões para alicerçarmos a nossa fé. A nossa fé está no nosso comportamento, nas nossas condições de consciência, porque isso é onde está escrita a lei de Deus. Ótimo. Perfeito, Márcia. Márcia, então a fé ela é inata no ser, porque somos filhos de Deus. uma centelha divina dentro de nós. Só que é necessário que a gente desenvolva assim também como a inteligência, isso a sabedoria que é a moral. Mas tem pessoas que vê a fé com descaso, outras com temor, outras pessoas com orgulho. Como é que a gente pode aí eh identificar, né, essa essa essa forma de de se de se pôr à frente da fé? Reencarnação. Reencarnação. À medida que as pessoas vão passando pelas experiências reencarnatórias, elas vão evoluindo. Porque o propósito da reencarnação é que um dia nós, todos nós seremos anjos. Então, à medida que ela vai reencarnando, vamos observar, vamos voltar lá no nosso lar. André Luiz, que era um cientista, uma pessoa mais ligada às coisas da ciência, não se preocupava com as coisas da religião e nem por consequência algumas questões de ordem moral também não.
nosso lar. André Luiz, que era um cientista, uma pessoa mais ligada às coisas da ciência, não se preocupava com as coisas da religião e nem por consequência algumas questões de ordem moral também não. Desencarna foi um homem que trabalhou, que cuidou da vida, que cumpriu de alguma maneira os seus compromissos. Desencarne, todos nós sabemos que vai para zonas umbralinas 8 anos. Num determinado momento ele se lembrou que porque já estava sofrendo tanto, eram tantas as aflições, tantas as dificuldades, ele se lembrou que a mãe orava. Aquela ligação, aquele momento que ele acreditou, que ele teve fé, foi o divisor de águas da vida espiritual dele. Foi acolhido, foi encaminhado à colônia nosso lar, depois foi visitado pela mãe e ela disse que nunca o abandonou, mas ele não a percebia exatamente porque estava em ausência de sintonia espiritual. E quem mais ressaltou a fé foi o próprio Senhor. Sempre que ele curava, ele dizia: "Tua fé te salvou". Vamos voltar lá na Jerusalém, que as histórias acontecidas ali no mar da Galileia, na região de Cafarnaum, são de uma beleza ímpar. Vamos pensar aquela senhora 12 anos vertendo sangue. Tinha um problema de saúde? Tinha. Talvez o problema mais grave fosse a discriminação. Porque quando a gente vê a legislação judaica, a Torá, nós vamos lembrar que a Torá tem 613 artigos de lei para os homens e três para as mulheres. Só três. O primeiro é acender a vela em casa, a lamparina, o candeiro, enfim, iluminar a casa. Esse aí tem uma significado, no meu entendimento, mais profundo, mas isso seria um outro momento. O segundo artigo para as mulheres era o banho da purificação. Quer dizer, em determinado momento a mulher tinha que tomar o banho da purificação. Essa senhora, 12 anos. Então, quer dizer, as pessoas não se aproximavam dela, porque se aproximassem se tornariam impuras. E se fosse alguém contrato religioso para cuidar do templo, para fazer as os rituais próprios do templo, era mais complicado ainda. Quando ela toca as vestes de Jesus, que ele diz a ela, diz a ao a
s. E se fosse alguém contrato religioso para cuidar do templo, para fazer as os rituais próprios do templo, era mais complicado ainda. Quando ela toca as vestes de Jesus, que ele diz a ela, diz a ao a multidão que estava lá, quem me tocou, ela se ajoelha e pede perdão, porque ela falou assim, eu deixei ele impuro e ele responde, a tua fé te salvou. Mas ele fala, a tua fé vai, não peques mais. Ele falou por diversas vezes relacionados à fé. Então, a pessoa que tem fé, eu posso dizer que é uma pessoa feliz, uma fé raciocinada é uma pessoa feliz, porque ela ora e às vezes a gente imagina, mas não foi do jeito que eu orei. Às vezes o jeito que a gente orou, o que a gente solicitou, não seria o melhor para nós. Mas sempre que a gente perde prudência, serenidade, sabedoria, paz, podemos ter certeza que nós vamos ter essa prudência, essa sabedoria e essa paz, por maiores que sejam as aflições, as as dificuldades, adversidades da vida. Quando a gente tá em paz, você pode receber um diagnóstico triste, você vai dizer assim: "Vou passar por mais essa experiência e daqui a pouquinho esse fato poderá até ser revertido". Então, fé é algo que sublime nas nossas vidas. Ela não tira as nossas dificuldades, mas ela nos dá condição de passar com serenidade e com mais clareza para o aprendizado. Então, nós podemos dizer que a fé inabalável é aquela que baseia no conhecimento, na análise racional e na capacidade de enfrentar a razão. Por isso isso e nos leva também a eliminar o imediatismo da vida. E o no turbilhão em que se vive hoje, tudo tem que ser para agora imediato. E as pessoas entram num processo de ansiedade e de aflição. E às vezes numa situação de de difícil retorno à necessidade de acompanhamento médico, a necessidade do passe, da água fluidificada, magnetizada, então um atendimento espiritual. trabalho na ação do bem, porque esse aqui é grosso o fio da vida. Então, em muitas situações, esse imediatismo, quando a gente tem a confiança em Deus e sabe que nós somos, sabemos que nós
espiritual. trabalho na ação do bem, porque esse aqui é grosso o fio da vida. Então, em muitas situações, esse imediatismo, quando a gente tem a confiança em Deus e sabe que nós somos, sabemos que nós somos viajores do tempo rumo à eternidade, muitas e muitas aflições que a gente em determinado momento imagina, não vou conseguir sair dela. Vamos sim. E todos nós já passamos por muitos e muitos desafios, por muitas e muitas experiências. Saímos vitoriosos de muitas delas e com a fé em Deus nós haveremos de vencer outras tantas. Eh, lembramos do atendimento espiritual porque ele tem essa proposta básica do acolher, do consolar, do esclarecer, de orientar e e não mensuramos, né? A orientação é que a gente não deve mensurar a dor de ninguém, porque a dor é de cada um, não importa o que esteja passando. Mas eh essa questão da fé, ela nos auxilia a entender que tudo passa, que esse é um processo. A dor, ela tem uma finalidade de aprendizado. Nós aprendemos, compreendemos. E aí a gente passa de fase, porque aí é como a gente fortalecer cada vez mais para passar por todos aqueles processos que nós precisamos para aprender mesmo. Então, eh, o que a Márcia trouxe é muito sério e por isso que o Espiritismo ele é consolador, porque veio trazer para nós justamente isso. Tudo passa. as maiores aflições, as maiores dores, inclusive até a reencarnação, ela é muito breve, ela é muito breve e nós temos essa essa bênção divina do esquecimento do passado, do livre arbítrio, de de ter a inteligência, de ter essa fé nata dentro de nós para que a gente possa trabalhar, desenvolver, deixar, né, que esses ensinamentos de Jesus, a luz do Espiritismo possa realmente nos banhar o coração para nos capacitarmos, para enfrentarmos tudo que nós precisamos enfrentar. E interessante que essa fé também nos traz essa clareza de que nada nós não sofremos por causa do outro, não é Deus, não é o outro. é justamente pelo fato de que do nosso livre arbítrio, muitas vezes equivocado. E como a Márcia trouxe, a lei de Deus,
areza de que nada nós não sofremos por causa do outro, não é Deus, não é o outro. é justamente pelo fato de que do nosso livre arbítrio, muitas vezes equivocado. E como a Márcia trouxe, a lei de Deus, está escrito na nossa consciência, então não é o outro, não é Deus que nos julga, que nos impõe, é a nossa própria consciência que nos cobra e que quer realmente que a gente retorne esse caminho aí em direção ao nosso pai. Então é muito importante a gente trazer isso sempre, Márcia, porque às vezes dá a impressão de que a gente está colocando algo que é tão distante, né, que é tão tão ideal, né, idealizado, mas o que nós trazemos é o é o que é fato. E você lembrou muito bem, nós já passamos por muitas situações muito mais difíceis e passou, né? E estamos aqui. Nós queremos pedir para todos, olha, contribuímos conosco aqui. Ah, Ktia já trouxe. Olha, olha a Vamos dar boa noite aqui. Você antes um pouquinho. A Márcia agradece pelo evangelho no lar. Depois Coisas do Mato diz: "Boa noite, muita paz, saúde e haria a todos. Muito obrigada." Aí nós temos a Meg Guimarães dizendo: "Muito obrigada por deixar a gente beber um pouco de sua sabedoria. Gratidão está referindo a você, Márcia". A Fátima também traz um boa noite, muito inteligente. A Márcia Rizo fala da fé raciocinada, que é isso mesmo. A Cátia Catalânia traz para nós. A celeste confiança ilumina a inteligência para que a ação benéfica se estenda improvisando por toda parte bênçãos de paz e alegria, engrandecimento e sublimação. Ela diz que está na fonte viva, no capítulo fé inoperante. E ela continua, né? A fé na essência é aquele embrião de mostarda do ensinamento de Jesus, que em pleno crescimento, pela elevação, por meio do trabalho incessante, se converte no reino divino, onde a alma do crente passa a viver. E o Fernando Rodrigues traz pra gente, olha, esses dias eu estava, esses dias eu estou tendo a minha fé testada e pedindo para Deus ter paciência e inteligência. Que bom, Fernando. Então, muitas bênçãos aí, fortalecimento e que você consiga
lha, esses dias eu estava, esses dias eu estou tendo a minha fé testada e pedindo para Deus ter paciência e inteligência. Que bom, Fernando. Então, muitas bênçãos aí, fortalecimento e que você consiga realmente ampliar a sua fé. Eu falo de teste porque quando a gente sofre golpes parece que é um teste, é um aprendizado. É um aprendizado para todos nós. Todos nós passamos por dificuldade, por desafios, uma hora pequena, outra hora maiores, mas a gente olha para trás e a gente percebe que quanta coisa a gente conseguiu aprender. Hoje me deram um golpe, entrega para Jesus, né? Faz a sua prece aí, conversa com Jesus. Vinícius, é muito importante esse capítulo, né? A gente tá tá falando isso antes de entrar, né? E o que eu queria destacar assim na explanação da Márcia Ramos, né? é importante da gente ter essa fé raciocinada, né? Porque Deus, ele não quer que a gente acredite em mistérios, né? Ele quer que a gente desbrave, né? Que a gente compreenda, né, a vida. E quando Jesus coloca essa missão tão importante Alan Kardec para elucidar o evangelho para todos nós, nos mostrar a existência da vida espiritual, é justamente para que nós busquemos então as respostas para aquilo que a gente tá vivenciando, né? E a gente percebe como tudo isso sustenta mais a nossa fé, uma fé para ela se tornar mais viva, pra gente ter mais força, mais eh ânimo para seguir em frente na vida, né? Então aqui nossos irmãos têm falado sobre as dificuldades, né? E a gente percebe como que a doutrina espírita nos traz respostas, né? Nos mostrando que essas dificuldades transções, né, pro nosso aprendizado aqui na Terra, né? Então assim, a gente só vai desenvolver mesmo essa fé se a gente estudar. se a gente procurar colocar em prática, né, aquilo que Jesus tá nos ensinando, né, e também trabalhar esse lado do raciocínio, né, a fé raciocinada, né? Muito bom, Vinícius. Obrigada. O Fernando ele continua e quando a gente é trabalhadora é uma decepção muito grande. Nós compreendemos Fernando. E ele diz: "Ó, obrigada a todos. Que Deus
ciocinada, né? Muito bom, Vinícius. Obrigada. O Fernando ele continua e quando a gente é trabalhadora é uma decepção muito grande. Nós compreendemos Fernando. E ele diz: "Ó, obrigada a todos. Que Deus abençoe sempre e abençoe também a você. E tudo passa, tudo passa. Que alegria que é estarmos nessa noite envoltos, né, envoltos no evangelho de Jesus, trazendo aí para nós esse consolo, esse amparo, esse esclarecimento que tanto nós precisamos. Interessante que quando está tudo bem, né, Márcia? É só alegria, é só facilidade. Mas justamente quando acontece as questões é para o nosso teste, como o Fernando trouxe para nós, é para testar o quanto nós compreendemos daquilo que nós viemos buscar na doutrina espírita. E me fez lembrar, Márcia, da questão 627. E Kardec pergunta, né, se Jesus trouxe todas as leis, a necessidade dos espíritos trazerem mais conhecimentos ainda? E assim, só passando por cima, né? Ele falou numa época, num contexto diferente, com por parábolas e os espíritos, né, superiores trazem para nós essa clarificação dos seus ensinamentos para que a gente chegue, né, que a gente alcance. E nós vamos, podemos dizer que desbravando esses ensinamentos de Jesus a medida que nós vamos aí galgando mais compreensão, mais entendimento e mais vivência também desses ensinamentos. Quer falar algo? Márcia, fique à vontade. Sim, gostaria. Você citou aí o a área do atendimento espiritual. A importância desta área em todas as casas espíritas, todas as áreas são importantes. Na verdade, a federação, nós temos nove áreas. Área da infância, da juventude, da família, do atendimento espiritual, da comunicação, da arte, da mediunidade, do estudo do espiritismo, da assistência e promoção social espírita. São nove áreas. Agora, a área do atendimento espiritual é muito importante que todas as casas espíritas tenham esta áre e a Gláuscia é a nossa coordenadora estadual da área, realiza um belíssimo trabalho com muita competência, com muita seriedade. Então é importante que os dirigentes, os
casas espíritas tenham esta áre e a Gláuscia é a nossa coordenadora estadual da área, realiza um belíssimo trabalho com muita competência, com muita seriedade. Então é importante que os dirigentes, os trabalhadores de casa espírita atentem para a instalação desta área dentro das suas casas espíritas, porque é nesse momento é que nós vamos ouvir o trabalhador, é nesse momento que nós vamos ouvir a pessoa que está chegando à casa espírita, dar algum algumas orientações sempre à luz da do espírita. Então é muito importante que as pessoas tenham esse entendimento. E no próximo dia 3 de maio nós vamos fazer uma um seminário na federação, na área da comunicação, para nos orientar, para nos alertar como deve ser o comportamento, a vivência das pessoas na casa espírita. Então, já está assim expandindo a área do atendimento espiritual, porque quando a gente aprende a conviver na casa espírita, a gente tá aprendendo também a conviver na nossa casa e na sociedade. Então, quer dizer, o ganho é enorme quando as pessoas observam a importância desta área do atendimento espiritual, como as demais áreas que são trazidas pela diretoria de unificação da Federação Espírita, que traz também a orientação da Federação Espírita Brasileira. Sim, Márcia, você tocou num ponto, num ponto que é muito importante. Às vezes a gente imagina que o atendimento espiritual é só para aquele que é adentra o centro espírita, mas o atendimento espiritual é também para os trabalhadores, é também sobretudo para todos os trabalhadores. Às vezes nós convivemos com trabalhadores, os nossos companheiros estão ali ombreando o trabalho no centro espírita conosco e a gente desconhece os desafios, as dificuldades pelos quais ele está ou ela está atravessando. É importante ter esse olhar sensível de acolhimento, de amparo, de consolo para todos. A Fátima, a Fátima Toqueto diz: "Como agir quando não conseguimos entender e se harmonizar com alguém muito próxima?" Ô Cláus, outro dia eu ouvi um companheiro nosso espírito e gostei
solo para todos. A Fátima, a Fátima Toqueto diz: "Como agir quando não conseguimos entender e se harmonizar com alguém muito próxima?" Ô Cláus, outro dia eu ouvi um companheiro nosso espírito e gostei muito das colocações dele, porque ele disse que quando ele tem dificuldade com alguma pessoa, a hora que ele vai dormir, ele pede para o anjo da guarda dele. um detalhe da sabedoria e pede pro anjo da guarda dele conversar com com o anjo da guarda da pessoa que ele tem alguma diferença para que esses dois anjos de guarda no período do sono físico, da emancipação da alma, os quatro juntos possam se harmonizar. Então, quer dizer, é uma receita também que pode ser atendida, mas se a gente observar que qualquer pessoa que a gente tenha uma diferença com ela, e a gente sempre costuma dizer, ninguém tem diferença com alguém que mora lá na Austrália. Nós não conhecemos ninguém na Austrália, nós não temos diferença nenhuma com pessoas que moram lá no Afeganistão, a gente também não conhece. Então, as diferenças são familiares, são de amigos, colegas, vizinhos. E isso aí é a reencarnação nos aproximando e bendita a oportunidade da reencarnação pra gente acertar o passo nesta encarnação de agora. E a gente aprende muito com a obra de André Luiz, porque ele vai trazer muitos e muitos casos em todas os livros dele, nosso lar, mensageiros, missionários da luz, obreiros da vida eterna, sexo e destino, libertação e a vida continua. Então, todos esses livros eles vão contar, eh, André Luiz vai nos contar por motivo tem aquela animosidade, aquela divergência, aquela, aquela ogeriza mesmo. Se a gente entender isso, rapidamente a gente conta a história do Sabino, que é uma um dos livros de André Luiz e da Poliana. O André Luiz e os os demais mentores vão dar assistência a essa esses duas personagens, Poliana e o Sabino. A Poliana era mãe do Sabino. Eles moravam num casebre ermo, não tinha ninguém por perto. Ela estava muito frágil. E eles vão lá porque ela não podia desencarnar, porque o Sabino dependia dela, porque
A Poliana era mãe do Sabino. Eles moravam num casebre ermo, não tinha ninguém por perto. Ela estava muito frágil. E eles vão lá porque ela não podia desencarnar, porque o Sabino dependia dela, porque tinha muitas dificuldades físicas. mentais, ele dependia dela. Quando os ambos chegam lá, não tinha nada para comer, não tinha nenhum vizinho, não tinha ninguém. E eles colocam o remédio na no pote de água, naqueles potes de barro que existiam. Ela precisava levantar para ir tomar água, porque também há necessidade de cada um fazer a sua parte. Ela tava muito frágil. Eles colocam eh dão passe e ajudam para que ela vá ao pote tomar água. Tomou água, tomou água, restabelecer um pouco e aí eles vão a colocam o espírito dela do lado de fora no na relva e tal. Então, o certo é que eles fazem um procedimento lá, mas quando eles estão nessa nessa ação, o André Luiz percebe que o Sabino, que era um uma pessoa tipo Anã, com a cabeça muito grande, muito desforme, muito muito desforme mesmo. Ele tinha sido encarnação anterior um grande mandatário, um homem de muito poder, de muito de muita condição de poder mesmo e tinha maltratado, matado muitas e muitas pessoas. E quem era a mentora desse ato? A a Polena. Então ela era mentora de tudo aquilo ali, veio agora nessa encarnação como mãe dele, nessa pobreza, nessa dificuldade, ele doente desse tanto. E aí as pessoas falam assim: "Nossa, mas que encarnação difícil". Vamos nos lembrar lá do Mário Sobral lá do Memórias de Suicida, quando ele assina a decisão como é que ele reencarnaria. A mentora espiritual fala assim: "Vai ser uma reencarnação gloriosa". Ele vinha com os braços mirrados, sem mão, com dificuldades mentais também, outras dificuldades. Então, às vezes a gente imagina que é um sofrimento atroz e é a bênção daquela reencarnação, desde que a gente aceite. E esse aceitar não é com omissão, não é com desleixo, não é entendendo que nós temos aquilo que realmente merecemos. é a lei da ação e da reação. Quem planta flores vai colher
esde que a gente aceite. E esse aceitar não é com omissão, não é com desleixo, não é entendendo que nós temos aquilo que realmente merecemos. é a lei da ação e da reação. Quem planta flores vai colher flores. Daí a importância do trabalho da caridade, da promoção social, da evangelização, do atendimento espiritual, todas as atividades importantes para que a gente possa palmilhar um caminho de mais segurança, de mais tranquilidade espiritual. E esse é o projeto para todos nós. Hora que esperança, que esperança, que consolo. E detalhe, ele estava daquele jeito ali escondido dos inimigos desencarnados, porque se os entrasse seria mais agravante ainda. Exatamente. a necessidade, então, de ter a boa vontade de quer, né, eh, reconhecer as dificuldades e também perceber o que nós podemos fazer de nossa parte para minimizar ou para resolver a situação. O Divaldo sempre fala que inimigos todos nós temos, inclusive Jesus também os teve, mas o importante é não ser inimigo de ninguém. E aí é um exercício que nós precisamos fazer todos os dias. A Cátia diz: "Olha, fazer oração pela pessoa também é uma solução". Sim. A Fátima diz: "Gosto muito de ouvir os teus ensinamentos". Gratidão para você, Márcia. Obrigada. Obrigada. Bom, o tempo passa rápido, não é, Vinícius? principalmente quando nós estamos, né, refletindo, aprendendo tanto. Eu agradeço a sua participação hoje, Vinícius. Muito obrigada por estar aqui conosco. Agradeço a participação de todos os nossos irmãos que estão também conosco aqui nos acompanhando nesta noite de Evangelho no Lar. A você, Márcia, muitíssimo obrigada. Obrigada pela oportunidade de trabalho também. Se nós realizamos o nosso trabalho, é porque a presidência, os diretores nos dão oportunidade também e eu sou grata por isso. E toda a equipe do atendimento espiritual, grata por esta noite. Você está sempre convidada a estar aqui conosco. Eu gostaria que você deixasse as suas considerações finais. Estar aqui é sempre um prazer é sempre uma alegria para refletirmos sobre o
por esta noite. Você está sempre convidada a estar aqui conosco. Eu gostaria que você deixasse as suas considerações finais. Estar aqui é sempre um prazer é sempre uma alegria para refletirmos sobre o evangelho de Jesus, aprendermos juntos. A gente lembra das viagens de Allan Kardec, sobretudo a viagem 1862, que ele disse que ia para aprender e ensinar. E a gente está aqui, estamos juntos para aprender, mas sobretudo para recebermos as vibrações de amor, de fraternidade, de todos que nos honram com a presença. Estamos sempre na a na Federação Espírita. Todos estão convidados a estar conosco. Ficamos muito honrados quando recebemos os nossos companheiros, os nossos amigos lá na federação para trocarmos ideia, para falarmos sobre a nossa abençoada doutrina espírita. Agradeço muito, Vinícius pela participação, a você, Gláuscia, sempre presente, com tanta competência, a todos que nos honraram com a presença, a nossa gratidão, mas desejamos também que tenhamos todos nós uma Páscoa de reflexão, de serenidade, de prudência, de equilíbrio. Lembrando que Páscoa, a Páscoa judaica foi a libertação do comemorou-se a libertação do povo judeu do cativeiro do Egito. A Páscoa cristã, nós sabemos que comemora-se a ressurreição de Jesus. E a ressurreição é algo de extrema importância para todos os cristãos. E a Páscoa espírita nós nos leva à reflexão da mudança de comportamento para também nos libertarmos dos nossos equívocos, dos nossos erros, para caminharmos com mais segurança, com mais sabedoria, com mais prudência rumo à luz. Feliz Páscoa a todos. Muito obrigada. Obrigada, Márcia. Obrigada a você. Olha, a Cátia diz: "Até próxima semana, fiquem com Deus". O Thago diz: "Agora que cheguei, um abraço para vocês. Consegui agora, tenho certeza que foi muito bom. Jesus abençoe sempre você. Um abraço a você. Muita luz, feliz Páscoa e saúde para todos. Meus irmãos, já deixamos o convite para todos estarmos juntos na próxima semana, porque nós continuaremos com o nosso evangelho no lar. Muito obrigada. Eu
. Muita luz, feliz Páscoa e saúde para todos. Meus irmãos, já deixamos o convite para todos estarmos juntos na próxima semana, porque nós continuaremos com o nosso evangelho no lar. Muito obrigada. Eu peço para o Vinícius colocar a nossa poesia para encerrarmos. Ela foi escrita especialmente para esse momento do evangelho no lar. Fiquem com Deus. Um beijo no coração de todos. Evangelho no lar. Na singela casa de Simão Pedro, Jesus reuniu a família terrena, mudando a psicosfera mental, semeando a boa nova, fortalecendo os laços para a prática das leis imortais. Evangelho no lar é a paz sublime de Jesus a conduzir as famílias na harmonia da luz. Sigamos o Cristo amado pela estrada da redenção, unidos em amor na construção do sentimento bendito de que somos todos irmãos. A boa nova é esperança. A boa nova é fé redentora. A boa nova é luz a irradiar os caminhos, florescendo o amor. О.