Evangelho no Lar • 15/06/2025
Todos os domingos, às 21h50. Em parceria com Centro Espírita Ildefonso Correia (Curitiba - Paraná) #evangelhonolar #oevangelhosegundooespiritismo
Olá, sejam todos bem-vindos a mais um Evangelho no Lar Online, essa atividade que é promovida pelo Centro Espírita Hilde Fonso Correa aqui de Curitiba, no Paraná, transmitida diariamente através do canal SEIK e aos domingos, muito especialmente paraa nossa alegria. também pela TV Mansão do Caminho. Nós queremos agradecer também outros parceiros de transmissão. Valorizamos estes parceiros, agradecemos pelo apoio a Rádio Espírita do Paraná, a Web Rádio Manaus de Estudos Espíritas e a Web Rádio Fraternidade. Então, a você que está chegando ou a você que está nos ouvindo já na segunda-feira, às vezes a caminho do trabalho, às vezes na intimidade do lar, muitas pessoas têm dito isto. O nosso abraço, a a nossa estima e muito obrigado por estarem aqui conosco. Nós queremos cumprimentar, como fazemos sempre alguns de vocês, e vamos iniciar com Fábio Rafir, lá de Cabo Santo Agostinho. Olha, o nome é muito bonito, deve ser um lugar muito bonito. Cabo Santo Agostinho, Pernambuco. Também queremos dar aí o nosso boa noite à Tânia. Ela está nos cumprimentando, é lá de Cascavel, no Paraná. Boa noite, Tânia. A Vânia Rieira Sarquis, ela está em Toledo, que tenhamos um excelente evangelho no Lar, no Oeste Paranaense. Fabiane Oliveira, lá do Rio Grande do Sul. Boa noite, irmãos. Paz e luz. Muito bem. Também a Graziela Félix, eh, de Florianópolis, Santa Catarina. Isabel Moura de Recife, Pernambuco, também diz ela que está aguardando aí esse momento que é muito especial. Agripino Abreu, São João da Barra, Rio de Janeiro, boa noite. E a vocês todos, não é? são praticamente nossas equipes de trabalho que estão sempre conosco. Seu Herol, acabei de ver ali registrando seu Boa noite a todos, a Rosângela, ah, enfim, Hélio, a Mari Lúci, a Bia, tantos amigos, aôia de Ponta Grossa, tantos amigos queridos. Nós temos hoje, meus amigos, muita alegria em apresentar a vocês, Stela Mares Martins. Estela é uma amiga querida de muito tempo, trabalhadora do movimento espírita aqui do estado do Paraná,
queridos. Nós temos hoje, meus amigos, muita alegria em apresentar a vocês, Stela Mares Martins. Estela é uma amiga querida de muito tempo, trabalhadora do movimento espírita aqui do estado do Paraná, atualmente vinculado ao Centro Espírita Filhos da Verdade, é ilustradora, faz um trabalho belíssimo e teremos hoje, é a primeira vez que ela está aqui conosco, vocês terão a oportunidade de conhecê-la. Tenho certeza que vão gostar muito. Boa noite, Estela. Seja bem-vinda ao nosso Evangelho no Lar Online. Boa noite, Adrigano. Boa noite a todos que estão nos ouvindo neste momento. É um prazer enorme estar com vocês e poder nessa noite fria para nós aqui do sul do Brasil, mas muito quente em nossos corações, falar um pouco de Jesus e da doutrina espírita. Muito obrigado por estar conosco para te receber, nós temos aqui dois trabalhadores do do Centro Espírito e o De Fonso Correa que são do BEC, assim como ocorreu na semana passada. Nós estamos convidando esses trabalhadores para também mostrarem a carinha aquilo de vez em quando, né? Então, João Carlos, boa noite, meu amigo, tudo bem? Boa noite, Adriano, Nicolas. Um abraço fraterno para todos que nos acompanham nesse momento. Que tenhamos o bom evangelho hoje. E Nicolas, Nicolas Preto, nosso querido amigo. Tudo bem, Nicolas? Olá, Adriano, uma boa noite a todos. Seja bem-vinda. Estela a a telinha aqui compartilhando esse espaço conosco. Um ótimo evangelho a todos e até mais. Então, vamos lá. Nós eh hoje vamos eh tratar de um texto que está no capítulo um do livro Pão Nosso. Eh, essa obra extraordinária do nosso espírito Emanuel pela através da psicografia do Francisco Cândido Xavier. Mas nós vamos, antes de iniciar, lembrar a todos, se desejarem ter a água, que aproveitemos, não é, para vibrarmos, lembrarmos dos nossos familiares, amigos, irradiarmos essas boas energias, né, essas essas boas vibrações num mundo tão que vive uma fase tão difícil, não é? Hoje a gente tá aí nesses últimos dias acompanhando esta mais essa guerra que é uma loucura,
mos essas boas energias, né, essas essas boas vibrações num mundo tão que vive uma fase tão difícil, não é? Hoje a gente tá aí nesses últimos dias acompanhando esta mais essa guerra que é uma loucura, né, que a gente fica imaginando como é que pode a gente ainda viver esse tipo de coisa. Mas nós precisamos acreditar nessa força que é a força da oração, do pensamento. Quando nos unimos, ela pode sim auxiliar nesse processo de eh pacificação, pelo menos de tranquilizar os corações. E jamais também nos esqueçamos de agradecer, não é, pelo por onde nós vivemos, como nós vivemos, porque apesar de todas as dificuldades do nosso país, é um país pacífico e que eh não nos dá a oportunidade, né, dessa experiência reencarnatória, ao menos sem esses grandes conflitos, sem também ter uma marca registrada assim de grandes problemas de relacionados com as questões da natureza. Então, nosso país é uma bção, né? Eu sou muito, gosto muito do Brasil e por isso lembro. Mas vamos orar. Eu vou pedir ao João, João Carlos, que conduz os nossos pensamentos na prece. Depois vamos ao evangelho. Jesus, mestre e amigo, agradecemos pela oportunidade de estarmos reunidos mais uma noite para as reflexões do Evangelho no Lar. Agradecemos aos amigos espíritos que nos auxiliam nessa atividade, que possam estar conosco orientando a Estela nessa noite para que o evangelho se transforme em luz e bênçãos nas nossas vidas ao longo da semana. Que essa luz do seu evangelho chegue nos lares de todos nós, preenchendo todos os espaços, transformando o ambiente. Que essa luz fique conosco, nos acompanhe ao longo da semana, que possamos colocar em prática todos os ensinamentos. Vamos colocar todos tudo que nos apresenta essa doutrina de amor, possamos colocar em nosso dia a dia, nas nossas ações com aqueles que conosco convivem. Pedimos, Senhor, pelo nosso planeta que sofre nesse momento conflitos terríveis. Que o seu amor chegue ao coração de todos os irmãos que sofrem nesse momento, que passam por essa provação nesse momento.
dimos, Senhor, pelo nosso planeta que sofre nesse momento conflitos terríveis. Que o seu amor chegue ao coração de todos os irmãos que sofrem nesse momento, que passam por essa provação nesse momento. Agradecemos pela vida, nosso país e por tudo, mestre. Fique conosco nessa noite, ao longo da semana e nos abençoe hoje e sempre. que assim. Obrigado, João. Texto, então, pedir ao Nícolas que faça a leitura para nós. Nosso, capítulo um, mãos à obra. Que fareis, pois, irmãos, quando vos ajuntais? Cada um de vós tem salmo, tem doutrina, tem revelação, tem língua, tem interpretação. Faça-se tudo para edificação. Paulo, carta aos Coríntios, capítulo 14, versículo 26. A igreja de Corinto lutava com certas dificuldades mais fortes quando Paulo lhe escreveu a observação aqui transcrita. O conteúdo da carta apreciava diversos problemas espirituais dos companheiros do Peloponeso, mas podemos insular o versículo e aplicá-lo a certas situações dos novos agrupamentos cristãos formados no ambiente do espiritismo, na revivência do evangelho. Quase sempre notamos intensa preocupação nos trabalhadores por novidades em fenomenologia e revelação. Alguns núcleos costumam paralisar atividades quando não dispõe de médiuns adestrados. Por quê? Médium algum solucionará em definitivo o problema fundamental da iluminação dos companheiros. Nossa tarefa espiritual seria absurda se estivesse circunscrita a frequência mecânica de muitos. Há um centro qualquer simplesmente para assinalarem o esforço de alguns poucos. Convençam seus discípulos de que o trabalho e a realização pertencem a todos e que é imprescindível se movimente cada qual no serviço edificante que lhe compete. Ninguém alegre a ausência de novidades quando vultuosas concessões da esfera superior aguardam a firme decisão do aprendiz de boa vontade, no sentido de conhecer a vida e elevar-se. Quando vos reunirdes, lembrai a doutrina e a revelação, o poder de falar e de interpretar, de que já sois detentores, e colocai mãos a obra do bem e da luz,
no sentido de conhecer a vida e elevar-se. Quando vos reunirdes, lembrai a doutrina e a revelação, o poder de falar e de interpretar, de que já sois detentores, e colocai mãos a obra do bem e da luz, no aperfeiçoamento indispensável. Emanuel, obrigado, Nicolas. Para comentar o texto hoje, a nossa Estela. por favor, Estela, a palavra é sua. Muito obrigado, Adriano, ao João, ao Nicolas, ao Fernando e a Karina que estão lá nos bastidores. É uma honra estar aqui esta noite. Agradeço o convite gentil desta casa, irmã e rogo que Jesus abençoe a todos nós, dando da sua luz para os nossos corações. E para começar a nossa conversa dessa noite, eu gostaria de contar uma pequena história. Imaginemos um lugar aonde há uma grande plantação. Campo já foi os grãos recolhidos. E ao lado desse campo existe uma pequena estrada por onde um lavrador caminha solitário. Ele traz um pesado alfoge transpassado ao corpo, onde dentro desse alforge estão as sementes ricas que ele ajudou a plantar, que ele cuidou, que ele regou, que ele viu crescer. que lhe ajudou a colher, a limpar e a amearalhar. E depois de todo o serviço feito, aquela parte que lhe cabia estava no seu alforge e ele volta feliz para casa, porque ali estaria o sustento não só dele, mas da família que ele amava. E ele vai caminhando feliz por essa estrada quando ele percebe uma movimentação estranha. Logo mais ao longe, vem na sua direção uma carruagem suntuosa e ele vai percebendo detalhes que chamam sua atenção e o deixa completamente deslumbrado. Porque aquela não era uma carruagem normal, parecia que ela havia sido tecida de estrelas, porque ela era toda luminosa e de dentro dela saía uma imensa luz. E ele fica naquele momento no meio da estrada totalmente paralisado, porque ele era um homem simples, acostumado às coisas do campo, a lida do dia a dia com a criação e a plantação. E aquele ser que vem naquela carruagem só pode ser um príncipe, um imperador, quem sabe. e ele fica muito mais eh estarrecido, porque aquela carruagem se aproxima dele e para sua
riação e a plantação. E aquele ser que vem naquela carruagem só pode ser um príncipe, um imperador, quem sabe. e ele fica muito mais eh estarrecido, porque aquela carruagem se aproxima dele e para sua surpresa, em vez dela passar e o ignorar, porque ele era um homem invisível, como são todos os aqueles que não estão ligados à sua untuosidade e à riqueza, a carruagem para, a porta se abre e de dentro da carruagem desce um ser também luminoso, todo vestido de estrelas e emitindo uma grande luz. Aquele homem, aquele ser, aquele deus, aquele anjo, ele não sabia definir o que era. Tem uma atitude estranha, porque ele lhe apresenta a mão como alguém que lhe pede as molas. E ele, aturdido, não sabe bem o que fazer e se lembra do peso da sua sacola. Então ele muito carinhosamente tira um grão de trigo e coloca na mão daquele ser luminoso que sorri, agradece, retorna para dentro da carruagem e parte. E durante muito tempo, aquele lavrador fica ali parado no meio da estrada, observando a carruagem desaparecer ao longe. E quando ele finalmente respira ou ele lembra que precisa respirar, ele sente que algo estranho está dentro da sua da sua mochila, do seu alfoge. E quando ele desata o nó, ele percebe que aonde ele havia tirado aquele grão de trigo, havia uma pepita de ouro. E ele fica pensando: "Meu Deus, que tolo que eu fui, por que que eu não dei tudo para esse senhor da vida? Eu teria ficado milionário?" Essa história que pertence a Tagori, ela está no prefácio, na dedicatória do livro Cartas e Crônicas, que foi trazido para nós pelo espírito Humberto de Campos através da psicografia de Chico Xavier. E ela vem bem a calhar nesses nossos arrazoados que vamos fazer para com vocês essa noite. E o o texto nos convida a pôrmos mão à obra. E no texto lá de Paulo, nessa magnífica carta aos Coríntios, que é a mesma carta aonde nós encontramos aquela alusão ao amor genuíno, quando ele fala do amor, o amor que não sente ciúme, que não se envaidece, aquele amor transformado em ação que nós
Coríntios, que é a mesma carta aonde nós encontramos aquela alusão ao amor genuíno, quando ele fala do amor, o amor que não sente ciúme, que não se envaidece, aquele amor transformado em ação que nós chamamos hoje de caridade. Ele diz: "Que farei, pois, irmãos? Quando vos ajuntais, cada um de vós tem salmo, tem doutrina, tem revelação, tem língua, tem interpretação. Faça-se tudo para a edificação. É como se ele dissesse: "O que que vocês fazem com tudo aquilo que vocês têm? com a capacidade de interpretar, com a leitura que já foi feita, com a os arrazoados de alguém que já caminhou mais que você. O que que vocês fazem com tudo isso? E pensamos nessa carta que foi escrita lá em por volta do ano 55, 56 depois do Cristo e que é tão moderna e é tão atual para as nossas para os nossos pensamentos. E pensamos na situação em que também essa carta foi escrita. fala o texto de Emanuel, é o que essa igreja, esse esse agrupamento de novos seguidores do Cristo, enfrentava suas dificuldades. E ele se dispõe a escrever uma carta num tempo em que a tecnologia não existia. Eu tive a curiosidade de procurar lá nos nossos mapas modernos, né, que nos oferecem uma visão do mundo, como se o outro lado do mundo fosse logo ali. E hoje em dia, com a tecnologia moderna, para sairmos de Éfeso, aonde ele estava quando escreveu a carta, e chegarmos em Corinto, nós levaríamos 15 horas usando ou barcos, ou carros, ou ônibus. Imaginemos a dificuldade para naquele tempo uma missiva longa, como é essa primeira epístola, chegar às mãos daqueles que necessitaram. E hoje, graças a esse grande caminhar da humanidade, nós estamos aqui conversando entre nós com a magia da tecnologia que nos oferece tantas oportunidades e tantos recursos. E Emanuel é muito sagaz quando ele usa esse essa esse trecho da carta e traz poros dias de modernos e nos faz tanta tantas perguntas profundas. Quando ele diz em um trecho da mensagem que foi lida, nossa tarefa espiritual seria absurda se estivesse circunscrita a frequência
az poros dias de modernos e nos faz tanta tantas perguntas profundas. Quando ele diz em um trecho da mensagem que foi lida, nossa tarefa espiritual seria absurda se estivesse circunscrita a frequência mecânica de muitos a um centro qualquer, simplesmente para assinalarem um esforço de alguns poucos. Nós precisamos ouvir a mensagem que o Cristo nos ofereceu há tanto tempo, que vem nos convidando todas, todo o tempo, toda, todo, a todo momento para que nós façamos a nossa parte na tarefa do bem, que nós coloquemos nossas mãos à obra, porque não há como fazermos do esforço do outro nosso crescimento pessoal, diferente do que acontece no mundo material, em que muitos são explorados para manter a soberba de poucos no mundo verdadeiro, que é o mundo espiritual, o mundo de Deus, o nossa riqueza só é colhida, as nossas sementes só chegam no nosso alforge se ela vier através através do esforço e da dedicação dos nossos corações. E ele fala mais, né? Convençam-se os discípulos de que o trabalho e a realização pertencem a todos e que é imprescindível se movimente cada qual no serviço edificante que lhe compete. Nós temos oportunidades variadas, convites variados, chamamentos variados para oferecer aquilo que já temos do nosso alfóge nas mãos do Senhor da vida. Pensemos na riqueza que todos nós trazemos dentro do nosso coração. A capacidade de falar, a capacidade de interpretar um texto, quantas horas de leitura edificante temos? Quantas portas na casa espírita são abertas para que nós oferecemos, ofereçamos, perdão, o nosso esforço desde do momento da recepção até aquele que vai se dispor a dirigir tarefas. Todas são oportunidades de trabalho. Começar na na recepção parece um trabalho tão simples e singelo, mas são os olhos dedicados de um trabalhador do bem que observa aonde se encontra aquele ser que entra na nossa casa e precisa de uma palavra de carinho, de um atendimento de conforto, que precisa de uma atenção para adquirir essa ou aquela obra que sintonize mais com as dificuldades que ele traz. No
a na nossa casa e precisa de uma palavra de carinho, de um atendimento de conforto, que precisa de uma atenção para adquirir essa ou aquela obra que sintonize mais com as dificuldades que ele traz. No momento do passe, em que nós ofertamos aquelas energias que chegam do alto através das nossas mãos, nós também colocamos o nosso coração naquilo que fazemos. Quando temos oportunidade de falar em nome de Jesus e da doutrina espírita. Somos somos imensamente felizes porque estamos fazendo, colocando o nosso tijolo de amor nesta grande construção do bem que a terra tanto necessita. falar do mal, ver o mal, difundir o mal. É tão simples. Adriano lembrou no começo da conversa os momentos difíceis que o nosso planeta está atravessando e só não sucumbiu ainda à intolerância, ao mal, a discórdia, porque existem muitos pontos brilhantes na tela, na terra, como nós vimos naquela vinheta tão bonita do programa, em que a luz vai tocando vários pontos do planeta. Quando nós oramos, oramos não só pelos nossos amores, pelos nossos familiares, mas direcionamos as nossas orações a este grande orbe que nos conduz pelo espaço. Estamos ligando o nosso coração a outros e vibrando pela paz que o nosso mundo tanto precisa. que dirá da tarefa da evangelização por onde muitos começam na tarefa do bem. Eu mesmo, a minha experiência pessoal iniciou-se exatamente assim, assistindo aulas de evangelização, em que me deram uma grande caixa de lápis sem ponta e um apontador. E durante quase um ano eu assisti a as aulas de evangelização apontando lápis. Foram foram os lápis mais bem apontados que vocês possam imaginar. Mas foi por aí que o meu gosto, por participar da casa espírita me fez ficar nesse trabalho que estou, graças a Deus, há 40 anos. Há sempre portas para as nossas possibilidades. Um sabe mexer no computador, o outro sabe fazer, né, a preleção, se dá melhor com as palavras. O outro cuida da criança, o outro gosta de estudar, o outro gosta de organizar os livros na biblioteca, cada um dando a sua oportunidade,
utro sabe fazer, né, a preleção, se dá melhor com as palavras. O outro cuida da criança, o outro gosta de estudar, o outro gosta de organizar os livros na biblioteca, cada um dando a sua oportunidade, fazendo-se presente aonde o bem precisa. Mas daí não é só na casa espírita que podemos atender a esses corações, porque vivemos no mundo, vivemos dentro da nossa família, vivemos dentro da escola, vivemos dentro do emprego, vivemos no círculo social que nos abraça. E em todos os momentos nós trazemos a mensagem de Jesus e da doutrina espírita nas nossas ações e nas nossas palavras. Somos espíritas 24 horas por dia. Somos do Cristo 24 horas por dia. E essa semana no nosso estudo online habitual das quinta de-feiras, nós tivemos um exemplo muito interessante de um companheiro querido. Falávamos no grupo de estudo sobre a transformação moral e ele deu um exemplo tão singelo que eu achei muito bonito e quis trazer aqui para você. Ele estava no intervalo, esse rapaz, no intervalo do seu trabalho, e desceu para o lugar de descanso dos funcionários para tomar lá seu cafezinho. E na sala de descanso tem uma televisão e estava ligado num noticiário e uma dessas notícias infelizes estava passando na televisão e esse rapaz estava ali tomando seu café, assistindo a televisão. Quando um outro funcionário se apresenta, né, se aproxima, faz lá seu cafezinho, olha pra televisão e diz: "Você acha que esse mundo tem solução?" E esse meu amigo sem titubiar disse: "Não só acho, como tenho a absoluta certeza de que o mundo tem solução." E o rapaz que veio com a situação, né, perturbada pelas notícias e tem talvez pelas suas problemáticas pessoais, levou um choque, mas um choque feliz e ficou parado por um tempo, com certeza ruminando aquela assertiva tão direta de que tudo na vida tem uma solução feliz. E ele ainda quando se despediram do cafezinho e passaram pelo corredor, esse meu amigo bateu no ombro desse dessa pessoa, como quem diz, confia. E no grupo de estudo, terminando ele essa narrativa, os amigos disseram:
o se despediram do cafezinho e passaram pelo corredor, esse meu amigo bateu no ombro desse dessa pessoa, como quem diz, confia. E no grupo de estudo, terminando ele essa narrativa, os amigos disseram: "Ei, você fez um atendimento fraterno, que é a grande verdade, quantas vezes somos convidados a a oferecer o outro lado, a outra face, a face do bem, a face da justiça, da caridade, do amor integral. grau como nós aprendemos com Jesus e como nós encontramos na doutrina espírita nos convidando a sermos caridosos. A caridade que se apresenta não só quando o frio bate nas nossas regiões e nós precisamos tirar o agasalho que já não usamos e entregar nas campanhas. É o momento de nós oferecermos a mensagem de esperança, essa mesma esperança que nos ilumina tanto o coração como nós recebemos doutino espírito. E é muito importante nós nos assenarmos dessa ideia de que somos capazes sim de fazer o bem. Talvez não possamos ser os grandes oradores, os médiuns que dirigem muitas vezes os pensamentos de uma plateia gigantesca. Não somos nem Chico Xavier, nemaldo, nem tantos outros expoentes que encontramos na doutrina espírita, mas podemos ser a voz em consonância com a luz dentro da nossa casa, com os nossos familiares difíceis, com os nossos companheiros de trabalho que muitas vezes não compreendem as nossas posturas. na rua, no trânsito, podemos ser espíritas no trânsito, haveriam menas, né, menos momentos de interlúdio, eh, mais agressivo se nós oferecêssemos muitas vezes um pensamento feliz para aquele que buzina ou que nos corta ou que avança o sinal na nossa frente. E daí vocês vão dizer assim: "Mas eu erro. Eu erro. E muitas vezes eu quero fazer o bem, mas não consigo. Eu quero deixar de me irritar, mas não consigo. Eu quero ser menos agressivo, mas também não consigo." E nós nos lembramos, né, de uma outra frase que foi nos dita há muito tempo atrás e que está lá. né, nos nossos pensamentos espíritos, que reconhece-se o verdadeiro espírita pela sua transformação oral e pelos esforços
s, né, de uma outra frase que foi nos dita há muito tempo atrás e que está lá. né, nos nossos pensamentos espíritos, que reconhece-se o verdadeiro espírita pela sua transformação oral e pelos esforços que empreendem em domar as suas inclinações. Ora, se nós precisamos nos transformar, é porque ainda existe em nós muito do fermento velho, das nossas antigas panificações. Precisamos tirar esse fermento velho e colocar um fermento novo que, levedando a nossa massa possa nos transformar em algo realmente nutritivo. Vamos cair muitas vezes porque ainda precisamos do apoio de tantas palavras, de tantas leituras, de tanta meditação, porque ainda somos muito débeis na estrada do bem. E todos aqueles ações, pensamentos, situações que nós tanto vemos e reprovamos nos outros, ainda tem um eco muito profundo dentro da nossa intimidade. Mas o importante é nos erguermos novamente e começarmos a caminhada da nossa renovação. E o a inclinação não quer dizer que nós vamos cair novamente. Ela apenas nos puxa para uma direção. Mas a nossa vontade e o trabalho pode nos levar na direção correta. Diz-nos um pensador que é quase impossível nós nos melhorarmos sem sacrifícios ou renún. Não existe uma fórmula mágica, não existe nada mais do que o trabalho a nos fornecer essa essas oportunidades feridas, aonde essa carruagem passa ao nosso lado e aquele ser de luz nos oferece a mão pedindo que nós façamos algo de bom, algo de bom com a nossa vida. que nós façamos exatamente isso. Coloquemos, né, as nossas mãos à obra, que façamos a parte que nos cabe, que entreguemos o nosso coração ao bem. E para encerrar os nossas singelas reflexões, né, eu tenho um trechinho bem curtinho do livro Nossas Riquezas Maiores, psicografado pelo Raul Teixeira, uma mensagem do Ivan de Albuquerque e que ele diz assim para nós seja com a família, seja no campo profissional em que te situe, nos compromissos religiosos, nos atendimentos aos deveres diários, estando em boas condições econômicas ou na pobreza material,
para nós seja com a família, seja no campo profissional em que te situe, nos compromissos religiosos, nos atendimentos aos deveres diários, estando em boas condições econômicas ou na pobreza material, achando-se na juventude ou na faixa de desgaste somático, no lar ou na rua, com gozo de paz ou a buscá-la. Abre-te com perseverança para a luz, ofertando o que tenhas a quem te rodeia. em maior carência, transfazendo sombra em claridade, ódios em fraternidade, ma tempo em dia ensolarado, desgoverno em equilibração. Entenderás, por fim, que com o teu quinhão, ainda que pequeno, terá doado a tua parte e assim estarás unido ao Cristo, crescendo na atuação que planeaste. Havendo convertido em pilar para os dias felizes que também esperas, tendo sido um com ele e gradativamente avançando e te desenvolvendo, auxiliando a quem careça e iluminando-te primeiro na prestação de serviço despretencioso e fraterno, a construir progresso e paz ao teu redor com os recursos que tenha, que quando a carruagem passar ao nosso lado, essa carruagem que se chama oportunidade, que nós possamos ofertar aquilo que temos, que tenho de certeza que é muito. Muito obrigado, que Jesus nos abençoe e eu devolvo a palavra a você, querida amiga Adriana. Obrigado, Estela. Foi, foi muito feliz essa lembrança dessa história de Tagori e acho que ela mexe um pouco com todos nós, porque no fundo a gente tem essa sensação, por mais que estejamos ofertando o nosso tempo, os que estamos aqui, muitos, muitas das pessoas que estão se manifestando, a gente conhece, nós aqui da das telinhas, né, João, Nicolas, Estela, Ainda que a gente faça alguma coisa e trabalhe na casa espírita, por exemplo, a gente tem sempre a sensação de que esse arrependimento de não ter ofertado mais ao Senhor da vida, né, de não ter enchido a mão, né, de sementes e doado tudo ou um pouquinho mais a fica com essa sensação de que ainda tá faltando alguma coisa. Então, os que chegaram um pouquinho depois, vale a pena ouvirmos os primeiros minutos em que a Estela narrou
o tudo ou um pouquinho mais a fica com essa sensação de que ainda tá faltando alguma coisa. Então, os que chegaram um pouquinho depois, vale a pena ouvirmos os primeiros minutos em que a Estela narrou essa história de Tagori, que está na introdução da obra Cartas e Crônicas. Naturalmente eu não vou repetir, mas estou aqui porque acompanho os números da audiência. Estou relembrando a todos para que busquem essa belíssima história de Tagori e que ela guarda um um ensinamento muito profundo para todos nós. Vamos então à nossa prece. Ah, encerramos a atividade com a prece ainda nesse clima de reflexão e depois voltamos para nos despedir, tá bom? Tu que és? a luz das nossas vidas. Mais uma vez a ti dirigimos os nossos pensamentos, as nossas reflexões. Primeiro para te agradecer por esta oportunidade bendita de termos em nossas vidas a doutrina espírita, essa atividade singela, mas que todas as noites nos conduz a reflexões tão importantes no dia a dia tão agitado, nas coisas do mundo. É um momento em que paramos para ouvirmos as mensagens que emanam do teu evangelho. Então, muito obrigado, Senhor, porque nos sentimos protegidos, amparados por ti, cuidados por ti, mas porque ainda somos tão frágeis, que não nos falte também, Senhor, o teu auxílio. Por vezes precisaremos que tu nos tomes pela pelas mãos, pelos braços. auxilia-nos, auxiliando-nos a nos reerguermos ou a prosseguirmos, porque a vida traz momentos de dificuldade que nos abate, que nos traz dificuldade, que nos desanima, mas aprendemos que com teu auxílio, se pudermos conectarmos, nos conectarmos mentalmente a ti, mais facilmente caminharemos pelo mundo. Assim, Senhor, essa é a nossa rogativa. Estende as tuas mãos, permite-nos caminhar contigo, cuida de nós para que possamos, por nossa vez, colocarmos mãos à obra, ofertando o máximo que pudermos em trabalho em favor do próximo, pois que já aprendemos tudo isso se reverterá em favor de nós mesmos. Obrigado, Senhor, então, por mais essa noite de reflexões. Abençoa os nossos lares, prossegue
mos em trabalho em favor do próximo, pois que já aprendemos tudo isso se reverterá em favor de nós mesmos. Obrigado, Senhor, então, por mais essa noite de reflexões. Abençoa os nossos lares, prossegue conosco hoje e sempre. Que assim seja. Queridos irmãos, muito obrigado pela participação. Alguns colocaram aqui alguns comentários, né, como a Maria Cleusa, fazer o bem é exercitar o amor para nós mesmos, né? Também a Lourdes disse assim: "Sim, a maior caridade nos tempos de agora é a doação, esperança, fé, paciência, amor. O inverno íntimo também mata. Tem tantas outras, nós não vamos conseguir fazer registrar todas elas, né? Mas fazemos couro aqui com a Valdeerez Estela, ó. Gratidão pelas reflexões abençoadas, viu, querida? Muito obrigado pela sua presença. Mas deixa eu me despedir primeiro do João, agradecer o João. Obrigado, João, pela tua presença. Obrigado, Adriana. É sempre bom estar aqui. Muito bom. Uma boa noite para todos. Obrigado, Nicolas, pela sua participação. Eu que agradeço, Adriana, a oportunidade de estar aqui na no fronte um pouquinho compartilhando esse tempo com vocês. Obrigado, Estela aí para todo o conhecimento compartilhado com a gente e a participação do pessoal no chat. Obrigado, Listela. Espero que eh outras vezes a gente possa estar aqui juntos. Muito obrigado pelo pela sua dedicação, pela escolha aí dos do texto, pela pelas reflexões, foram muito boas. Muito obrigado, viu? Eu que agradeço. Agradeço a todos vocês do fundo do coração. Um beijo grande e uma boa noite. Uma noite de muita paz para todos nós. É isso aí. Então, com as palavras da Estela, nós encerramos mais um Evangelho no Lar Online, convidando vocês a estarem conosco amanhã no mesmo horário, 21:50, ou senão no próximo domingo, ah, especialmente a vocês que estão conectados através da Mansão do Caminho, da TV Mansão do Caminho, que possamos estar juntos sempre vibrando, sempre acreditando que, por mais que tudo possa parecer, né, que há momentos de tempestade, Não esqueçamos que hum essa grande ná
o, da TV Mansão do Caminho, que possamos estar juntos sempre vibrando, sempre acreditando que, por mais que tudo possa parecer, né, que há momentos de tempestade, Não esqueçamos que hum essa grande ná que a embarcação terrestre tem um nauta, né, que é Jesus, o nosso mestre, ele está sempre conosco e as coisas acontecem fruto das escolhas dos homens, mas eh tudo está e tudo vai ficar melhor. Fiquem com Deus, um excelente final de domingo, uma excelente semana e até breve. Ciao. Ciao.
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