Evangelho no Lar • 14/12/2025

Mansão do Caminho 15/12/2025 (há 3 meses) 47:47 1,849 visualizações

Que tal transformar seu lar em um ponto de luz e harmonia? Convidamos você e sua família para o nosso encontro semanal com o Evangelho no Lar, uma oportunidade de estudo e prece para fortalecer nossos laços com o Alto. Realizado em parceria com o Centro Espírita Ildefonso Correia, de Curitiba, este é um momento de união e reflexão sob a inspiração do Cristo. Reserve este tempo para semear a paz e a fraternidade no seio da sua família. #evangelhonolar #cultonolar #espiritismo #prece #oração #doutrinaespirita #mansaodocaminho #Jesus #harmonianolar #familia *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com

Transcrição

Olá, meus amigos, queridos irmãos encarnados e desencarnados que estão aqui conosco agora ou no futuro. É um prazer estar aqui com vocês novamente substituindo o nosso querido Adriano que está em viagem. Hoje nós uma vez a nossa atividade que é diária, levar o curso do evangelho no lar online hoje o a 2094 edições hoje ininterruptas. Graças a Deus, estamos conseguindo manter essa marca de não falhar nenhum dia, mesmo assim com os feriados e Natal e Ano Novo. Aqueles que costumam nos assistir podem ficar preparados que nós teremos Natal e Ano Novo também, sem dúvidas, né? Nós temos hoje a grata satisfação de trazer aqui esta atividade do culto do evangelho no lar do Centro Espírita e o De Fonso Correia, trazer daqui do sul, lá do norte o Fábio Carvalho da Federação Espírita do Maranhão. É um, é praticamente um, um de um extremo ao outro, né? Se a gente tivesse na Europa, a gente estaria passando aí uns 10 países, mais ou menos, se não tanto, mas quase, né? Meu caro Fábio, seja muito bem-vindo. Nosso querido amigo que é o presidente da Federação Espírita do Maranhão. Seja muito bem-vindo novamente aqui conosco. >> Meu amigo Fernando, meu amigo Noevau, minha amiga Cida, que alegria estar com vocês aqui na noite de hoje. Nossos corações estão em júbilo, especialmente pela presença da nossa amiga Sandrinha e de tantos outros que nos acompanham desse majestoso Brasil. Então, nossas saudações fraternais. >> Muito obrigado. Como você bem disse, nós temos dois companheiros aqui da nossa casa, a Cida Caca e no Eval de Quadros. Cida, muito boa noite. Obrigado por ter vindo aqui conosco. >> Eu é que agradeço. Boa noite a todos. Uma alegria estar participando do Evangelho. Agradeço o convite, Fernando, estar junto do noival, ouvir mais uma vez as reflexões do Fábio. É uma alegria e uma grande oportunidade de ampliar os nossos entendimentos. Boa noite a todos do chat e a nossa Sandra, uma alegria saber sabê-la junto a nós. Boa noite. Um evangelho iluminado a todos nós. >> Obrigada, Cida, meu caro Noeval. Muito

iar os nossos entendimentos. Boa noite a todos do chat e a nossa Sandra, uma alegria saber sabê-la junto a nós. Boa noite. Um evangelho iluminado a todos nós. >> Obrigada, Cida, meu caro Noeval. Muito obrigado pela presença, seja bem-vindo também. Olá, caro amigo Fernando, Cida, Maicon, que tá eh pilotando a nave, amigos aí do canal Cí da TV Mansão do Caminho. Que alegria estarmos juntos novamente e com a presença hoje do nosso querido Fábio. Estar ao lado do Fábio é sempre um presente para todos nós. Então, agradecemos todos vocês aí a oportunidade de estarmos juntos neste evangelho. Um abraço pra nossa madrinha Sandra e para o Assis também. >> Muito obrigado. Bom, meu caro Fábio, a gente ia dizer que nós tínhamos várias pessoas aqui, mas enquanto antes de colocar as pessoas que estão aqui para te abraçar, nós vamos lembrar aqueles que estão vindo, até mesmo aqueles pela vez primeira, que nós temos um atendimento fraterno online e presencial. Aqueles que estão aqui em Curitiba poderão ir lá no nosso centro espírita, mas de qualquer forma nós pedimos para que para o atendimento fraterno seja feito um agendamento por e-mail. Tá aqui na tela, cik@ceik.org.br. Você informa o nome, o telefone, aquele que tem acesso ao WhatsApp, que daí alguém da equipe entra irá entrar em contato contigo para esse diálogo, para essa escuta amiga que é sempre muito bom. seja ele online ou presencial, de qualquer forma a pessoa será atendida. Também enquanto esperamos para dar início, nós temos aqui aquela questão da água fluidificada. Podemos colocar aqui a água a ser fluidificada enquanto nós estamos fazendo o nosso evangelho. Vamos acalmando, vamos deixar o mundo lá fora. Então tudo corre na mais perfeita ordem. Como bem lembrou o nosso Neval, hoje a gente transmite com a parceria da mansão do caminho, mas não somente eles que são amigos que estão aqui conosco todo domingo na mansão em parceria conosco, mas temos também outras rádios que elas duplicam. Tem a Web Rádio Fraternidade, né, pelo YouTube que era paraa também

que são amigos que estão aqui conosco todo domingo na mansão em parceria conosco, mas temos também outras rádios que elas duplicam. Tem a Web Rádio Fraternidade, né, pelo YouTube que era paraa também retransmitido pela Rádio Espírita do Paraná e pela Rádio Manaus de Estudos Espíritas, né? É sempre muito bom essa questão de ser transmitido aqui na rádio Cidade AM e também na outra rádio. Eh, Michael, coloca lá, por favor, de novo, que eu perdi a a velocidade que é a rádio AM70 de segunda a sábado na região metropolitana de Curitiba e a rádio Tradição FM 102,9 todo o litoral do Paraná, de segunda a sexta às 6:55. Muitíssimo obrigado. E agora também aqueles que estão aqui conosco também marcaram presença, vou pedir para que o nosso Maicha coloque para nós algumas pessoas que estão aqui para receber o nosso Fábio, o Ronaldo Sales, que é de São Luís do Maranhão, não sei se você já ouviu falar desse local, né? São Luís do Maranhão. Tá lá. >> Conheço. >> Conhece, né? É muito bom. Ângela de Rio das Ostras, no Rio >> seja bem-vinda. A Tatiane Dutra de Brasília, Distrito Federal. Adriana de Fortaleza, eh, Ceará. A Ângela Romanoessa tá um pouco mais longe lá de Tesapic, na Virgínia, Estados Unidos. e a nossa, né, madrinha aqui do nosso trabalho, a Sandra e o nosso querido Assis, que com certeza estão vendo juntos, né? Boa noite, caros amigos. Jesus conosco sempre. Abraçamos nosso Fábio. Ela sempre muito carinhosa para com todos nós, meus queridos amigos. Dito isso, nós estamos já nos encaminhando para essa parte eh das apresentações. Vamos encerrar, mas vamos iniciar o nosso trabalho com uma oração que a gente sempre faz e vamos pedir então paraa Cida conduzir os nossos pensamentos nesse momento tão interessante, tão agradável, que faz tão bem a alma de todos nós. por favor, minha querida Cida. Queridos amigos, vamos orar. Imaginemos aquela figura conhecida por muitos de Jesus batendo a porta. Imaginemos Jesus batendo a porta de nosso lar. Sabemos que é ele porque sua luz radiante

rida Cida. Queridos amigos, vamos orar. Imaginemos aquela figura conhecida por muitos de Jesus batendo a porta. Imaginemos Jesus batendo a porta de nosso lar. Sabemos que é ele porque sua luz radiante transpassa todas as frestas desta porta. E nosso coração cheio de alegria corre, toca a maçaneta e a abre. E lá está ele lindo, nos estendendo a mão e nós, estendendo as nossas, o puxamos para dentro de nosso lar. Honrados com a alegria dessa presença tão luminosa, não nos sentimos dignos, mas sabemos que a grandiosidade desse amor acolhe a todos nós, porque ele sabe que necessitamos dele. Necessitamos da sua amorosidade, da sua compaixão, da sua compreensão, pois precisamos caminhar junto a ele assim. Humildes, queremos ouvir a sua palavra e a sua palavra virá através do nosso amigo de hoje, o Fábio, que nos convidará a reflexões importantes para que trabalhemos a nossa transformação, para que aliviemos as nossas dores, para que levemos a aqueles a quem amamos palavras de consolo, de renovação. e de confiança sempre na doce presença do mestre Jesus, que bate a todas as portas e que basta-nos abri-la para que ele nos abrace, nos conforte e nos console. Brilhe a tua luz, Senhor, hoje e sempre. Que assim seja. Muito grato, Cida. Vamos pedir para que a leitura seja feita pelo nosso noival. Por gentileza, no de Evangelho Segundo Espiritismo, capítulo 17, item 7, o dever. O dever é a obrigação moral da criatura para consigo mesma primeiro e em seguida para com os outros. O dever é a lei da vida. Com ele deparamos nas mais ínfimas particularidades como nos atos mais elevados. Quero aqui falar apenas do dever moral e não do dever que as profissões impõem. Na ordem dos, o dever é muito difícil de cumprir-se por se achar em antagonismo com as atrações do interesse e do coração. Não têm testemunhas as suas vitórias e não estão sujeitas à repressão suas derrotas. O dever íntimo do homem fica entregue ao seu livre arbítrio. O aguilhão da consciência, guardião da probidade interior, o adverte e sustenta,

s vitórias e não estão sujeitas à repressão suas derrotas. O dever íntimo do homem fica entregue ao seu livre arbítrio. O aguilhão da consciência, guardião da probidade interior, o adverte e sustenta, mas muitas vezes mostra-se impotente diante dos sofismas da paixão. Fielmente observado, o dever do coração eleva o homem. Como determiná-lo, porém, com exatidão, onde começa ele? Onde termina? O dever principia para cada um de vós, exatamente no ponto em que ameaçais a felicidade ou a tranquilidade do vosso próximo, e acaba no limite que não desejais que ninguém transponha com relação a vós. Deus criou todos os homens iguais para a dor. Pequenos ou grandes, ignorantes ou instruídos, sofrem todos pelas mesmas causas, a fim de que cada um julgue em san consciência o mal que pode fazer. Com relação ao bem, infinitamente vário nas suas expressões, não é o mesmo o critério. A igualdade em face da dor é uma sublime providência de Deus, que quer que todos os seus filhos, instruídos pela experiência comum, não pratiquem o mal, alegando ignorância de seus efeitos. O dever é o resumo prático de todas as especulações morais. É uma bravura da alma que enfrenta as angústias da luta. É austero e brando. Pronto a dobrar-se às mais diversas complicações. Conserva-se inflexível diante das suas tentações. O homem que cumpre o seu dever ama a Deus mais do que as criaturas e ama as criaturas mais do que a si mesmo. É a um tempo juiz e escravo em causa própria. O dever é o mais belo laurel da razão. Descende desta como de sua mãe o filho. O homem tem de amar o dever. Não porque preserve de males a vida, males aos quais a humanidade não pode subtrair-se, mas porque confere a alma o vigor necessário ao seu desenvolvimento. O dever cresce e irradia sob a mais sob mais elevada forma em cada um dos estágios superiores da humanidade. jamais cessa a obrigação moral da criatura para com Deus. Tem esta de refletir as virtudes do eterno, que não aceita esboços imperfeitos, porque quer que a beleza da sua obra resplandeça a

humanidade. jamais cessa a obrigação moral da criatura para com Deus. Tem esta de refletir as virtudes do eterno, que não aceita esboços imperfeitos, porque quer que a beleza da sua obra resplandeça a seus próprios olhos. Lázaro Paris, 1863, o Evangelho Segundo o Espiritismo, capítulo 17, item 7, o dever. Muito grato, Neval, meu caro Fábio. O tempo é todo seu. Obrigado, >> minhas amigas, meus amigos. mais uma vez o nosso sentimento de gratidão ante a oportunidade de estarmos juntos em um evangelho no lar e virtualmente ao mesmo tempo. Como propõe o espírito Lázaro? O dever é a obrigação moral da criatura primeiro para consigo mesma e depois para com os outros. E isso me parece uma profunda relação que o Espiritismo apresenta a humanidade para que o humano estabeleça com Deus, consigo mesmo e com o próximo. Aristóteles havia estabelecido ao tratar das suas virtudes, da justa medida das coisas, o dever surge para com o próprio homem nessa perspectiva da medida justa de como ele mesmo se trata. E nós vivemos em um momento onde muitas vezes nos tratamos muito mal, cuidamos muito mal de nós mesmos, do corpo físico e daquilo que toca o interesse do espírito. E essa obrigação moral da criatura para consigo mesma, ela vai sendo negligenciada. Comemos demais, fazemos atividade física demais. Dormimos de pouco, não temos os cuidados necessários estabelecidos pelas autoridades sanitárias, pelo médico que está próximo e vamos tendo dificuldade de cumprir algumas obrigações que vão gerando mais tarde um peso que pode inclusive refletir-se no mundo espiritual ante os suicídios indiretos que não entram na contabilidade das autoridades do mundo, que só tem para si o suicídio direto. E o nosso querido André Luiz pontua com muita propriedade a experiência vivenciada na obra Nosso Lar, ante essas obrigações morais para consigo mesmo, mas também para com aqueles que partilham conosco do mesmo palco existencial, da qual temos como diretriz do próprio Cristo a máxima que é definida em fazer ao outro como

es morais para consigo mesmo, mas também para com aqueles que partilham conosco do mesmo palco existencial, da qual temos como diretriz do próprio Cristo a máxima que é definida em fazer ao outro como nós gostaríamos que nos fosse feito. O dever, portanto, é uma proposta moral. E é exatamente por isso que Allan Kardec elege o capítulo 17, que nos propõe o caminho da perfeição para falar do dever. E detalhe, ele ao dar voz aos espíritos, nessas instruções, trata primeiro do dever e depois da virtude. Porque o dever é este caminho do desenvolvimento humano que nos leva naturalmente ao estado virtuoso. E o nosso querido amigo vai nos pontuando ao longo dessa mensagem muito profunda, elementos que merecem profunda reflexão de nossa parte, dizendo-nos que na ordem dos sentimentos o dever é muito difícil de ser cumprido por se achar em antagonismo com as atrações do interesse do coração. Os nossos interesses, eles subtraindo as imperfeições que nós já conhecemos, as paixões, é a maior característica de nossa imperfeição, de nossa inferioridade. Nós trazemos uma série de interesses pessoais que muitas vezes ao longo do processo de evolução estão colocados à prova. E é por isso que o dever é tão difícil de ser cumprido quando toca a ordem dos sentimentos, porque vai mexer nesta pedra relacionada aos nossos interesses pessoais. por exemplo, é o interesse pessoal, que ninguém me ofenda. Então, no momento em que alguém me ofende e os meus sentimentos como resposta à ofensa são alimentados pelo meu interesse de não ser ofendido, o meu pensamento muitas vezes não cumpre o seu dever de não pensar mal do outro. Eu tenho dificuldades muitas vezes de exercer o mistério que me cabe na condição de espírito, de amar o inimigo, como nos propõe o Cristo ao estabelecer a nova ordem de justiça que se diferencia da lei de Talião: "Aprendestes o que foi dito: Amarás os teus amigos, odiarás os teus inimigos. como propõe céfalo polemarco na obra platônica a república. Entretanto, ele traz um novo modelo. Eu, porém, vos

de Talião: "Aprendestes o que foi dito: Amarás os teus amigos, odiarás os teus inimigos. como propõe céfalo polemarco na obra platônica a república. Entretanto, ele traz um novo modelo. Eu, porém, vos digo: "Amai os vossos inimigos. Como é difícil na ordem dos sentimentos cumprir esse dever!" Como é difícil na ordem dos sentimentos amar aquele que nos machuca ou aquele que machuca aquele que nós guardamos afeto. Por isso, nesta ordem não há testemunhas. E essas vitórias elas são tão pessoais, porque numa perspectiva utilitarista, o que as pessoas esperam é que o nosso comportamento e o nosso pensamento, ele guarde a relação com esses interesses pessoais. Por isso, esse dever, ele muitas vezes quando não é cumprido, não está sujeito a nenhum tipo de repressão quando nós nos vemos derrotados no seu cumprimento. Porque a sociedade a qual estamos ungidos não o vê como dever e conforme estabelece a lei divina do livre arbítrio, o dever, esse dever íntimo, ele está entregue ao nosso livre arbítrio, porque não é imposto. a cada um de nós tomar a decisão na ordem dos sentimentos, porque se ele fosse imposto contra a nossa própria vontade, não seria muito difícil de ser cumprido. É difícil porque depende do nosso livre arbítria, depende da nossa decisão, depende do nosso querer amar o inimigo, depende do nosso desejo de mesmo diante daquele que, apresentando as suas imperfeições, nós nutrirmos em relação a ele todo êxito possível, todo desejo exitoso naquilo que é bom para ele mesmo. Não desejar o mal ao outro é algo tão difícil e isso já é um dever moral. Por isso, Lázaro continua dizendo que o aguilhão da consciência, o guardião da probidade interior nos adverte, mas nem sempre tem potência suficiente para superar os sofismas da paixão. Olha que coisa interessante, porque a paixão ela é esse sentimento que nós temos, esse sofrimento que nos surge e que muitas vezes decuplica a vontade que temos de fazer alguma coisa de acordo com o nosso próprio nível evolutivo. Imaginemos, por exemplo, que

ntimento que nós temos, esse sofrimento que nos surge e que muitas vezes decuplica a vontade que temos de fazer alguma coisa de acordo com o nosso próprio nível evolutivo. Imaginemos, por exemplo, que nós já temos um desejo natural de não desencarnar, de não morrer. Quando nós nos deparamos com uma cobra ou com animal peessonhento, parece que essa vontade de não morrer decuplica, aumenta, porque o medo é uma paixão. E diante das paixões materiais, o espírito diante delas ou a governa ou é governado por ela. Eu me lembro muito dos acontecimentos do apartide nos Estados Unidos para um espírito nobre, a exemplo de Martin Luther King Júnior, a paixão da indignação de ver uma mulher sendo colocada negra para fora de um ônibus, sem o direito de escolher o seu assento, porque sentou em uma cadeira reservada para pessoas brancas. Essa paixão decuplicada lhe levou à marcha de Montgomery, depois a marcha de Washington, a dizer do seu sonho de ver todos os homens iguais, mas para outros, a exemplo dos panteras negras, essa mesma paixão, essa mesma indignação lhes levou a desejar o mal. de pessoas equivocadas, de pele branca, a culclus clã, aqueles que matavam e perseguiam, como aconteceu na própria cidade de Montegomery, um dos maiores ambientes de massacre de pessoas negras nos Estados Unidos, para onde a primeira marcha foi realizada do nosso querido Martin Luther King J. Então, nós vamos percebendo que vencer essas paixões é um grande desafio e essas paixões vão levando o ego a sofismas que vão justificando a nossa conduta ou descumprimento do nosso dever moral, principalmente na ordem dos sentimentos. Então, os espíritos eles vão nos trazendo algumas observações que são muito importantes para esse processo nosso de percepção do dever e de cumprimento do dever. E então eles dizem que Deus criou todos os homens iguais para dor. Pequenos ou grandes, ignorantes ou instruídos, todos sofremos pelas mesmas causas. pelas mesmas causas e completa dizendo que diante disso nós trazemos a sancciência do mal.

os homens iguais para dor. Pequenos ou grandes, ignorantes ou instruídos, todos sofremos pelas mesmas causas. pelas mesmas causas e completa dizendo que diante disso nós trazemos a sancciência do mal. Podemos julgar a prática do mal que fazemos. Isso é muito importante, porque se nós já sofremos, nós sabemos o que um ato mal causa de dor. Nós já sabemos disso, porque todos nós sofremos. Quando eu, por exemplo, negligencio a vontade da esposa ou do esposo de um filho, de uma filha, eu sei qual a dor que causa, porque eu já lhe vi a dor. A dor nos iguala a todos. A dor é experienciada por instruídos e não instruídos, sábios, ignorantes. Se eu sei que isso causa dor, por que eu vou fazê-lo? Por que eu vou praticar? Por que eu vou agir assim? Eu já senti. Mas ele vai mais adiante diz com a com relação ao bem é infinitamente válido nas suas expressões e o critério já não é o mesmo. Porque estando todos nós em um mundo de expiação e prova, conhecemos muito bem o sofrimento. Provas expiações é com a gente mesmo. Sofrimento é nossa especialidade. praticar o bem nem tanto. O bem ainda é uma novidade para muitos. Por isso, o critério em relação ao bem é diferente, porque nem todos experimentamos a a vivência do bem. Ah, quando vivenciar. Será tão bom para cada um de nós fazer o bem, porque nós nos sentiremos num estado tão bom só de fazer o bem, diferentemente do sofrimento que todos nós já conhecemos, todos nós já atravessamos. Por isso, a igualdade em face da Adão é uma sublime providência de Deus para nos estimular a não praticar o mal que gera dor e o bem a nos trazer a profunda sensação de comunhão com o divino. E aí ele vem e nos diz que o dever é o resumo prático de todas as especulações morais. Imaginem todos os nossos anseios de todas as leis morais apresentadas por Allan Kardec didaticamente o dever é tudo isso que nós especulamos de todas essas leis. Aí está o nosso dever. O nosso dever, por exemplo, diante da lei de conservação, quanto ao próprio planeta, de produzir menos lixo,

camente o dever é tudo isso que nós especulamos de todas essas leis. Aí está o nosso dever. O nosso dever, por exemplo, diante da lei de conservação, quanto ao próprio planeta, de produzir menos lixo, de consumir apenas o necessário, de evitar o supérfo. O nosso dever em relação à sociedade, especialmente à família, o nosso dever diante da igualdade entre homens e mulheres. Como bem pontuam os espíritos o nosso dever diante da lei de justiça, amor e caridade, resumindo todas as outras leis. É por isso que a vivência desse dever é uma bravura da alma que enfrenta as angústias da luta, porque é desafiador vencer as lutas contra o próprio interesse pessoal, as lutas interiores do eu contra o eu, desse eu inferior contra um eu que busca uma sublimação. E nessa experiência, o cumprimento desse devero, a vivência dele é austero e bravo. Porque, como diria o nosso querido Chico, nós compreendemos todas as imperfeições humanas, mas não deveríamos aceitar nenhuma dentro de nós, lutando sempre para domar as inclinações ruins. E nessa perspectiva, há uma certa austeridade no cumprimento do dever dentro de nós, mas há uma certa brandura, porque quanto mais cumprimos o dever, mais nos elevamos. Não há outro modo de um espírito que está na terceira ordem chegar à segunda, senão cumprindo o seu dever diante da vida. E então estamos nessa perspectiva, prontos. para enfrentarmos as tentações do mundo, conservando-nos muitas vezes inflexíveis diante delas. Por isso, ele diz que o homem que cumpre o seu dever ama a Deus mais do que as criaturas e ama as criaturas mais do que a si mesma. Isso não é a própria expressão das lições de Jesus quando diz: "Ama a Deus sobre todas as coisas, com toda a tua força, com todo o teu entendimento, com todo o teu espírito. Esta é a maior e a primeira lei." Primeiro, geralmente quando nós estabelecemos como regra, é para deixar claro, para não começarmos pela segunda. A primeira lei é essa: ama Deus sobre todas as coisas. E depois eu tenho uma segunda semelhante

, geralmente quando nós estabelecemos como regra, é para deixar claro, para não começarmos pela segunda. A primeira lei é essa: ama Deus sobre todas as coisas. E depois eu tenho uma segunda semelhante a esta, mas é segunda, não é a primeira. Ama teu próximo como a ti mesmo. Aquele que cumpre o dever ama a Deus acima das criaturas e ama as criaturas acima de si mesmo. Porque é impossível amar o outro sem amar a Deus. Aquele que não ama a Deus tem muita dificuldade de suportar o outro como ele realmente é. Mas aquele que vive em comunhão com Deus tem uma facilidade de compreender a imperfeição alheia, porque sabe que ele não é assim. Ele está. Por isso que amando a Deus, Estevão teve facilidade de amar Saulo de Taz. Porque agora eu compreendo que ele está apenas experienciando uma condição que não é definitiva, ela é passageira. Por isso, dentro de nós, esse dever é juiz e nós somos escravos dele. Porque nem sempre fazemos aquilo com o melhor grado. O dever é muitas vezes austério e um juiz. Às vezes numa segunda-feira chuvosa, até desejamos ficar deitado na cama quentinha e não ir trabalhar. Mais algo dentro de nós que é o nosso juiz. Em sua austeridade diz: "Mas eu devo ir ao trabalho porque eu preciso ser útil às pessoas. Há muita gente me esperando. Há muita gente que depende de mim. Eu gostaria muito de ficar aqui sem fazer nada, mas eu devo lavar essa louça, porque se eu não lavar, ela vai atrair insetos que vão trazer com ele doenças ou alguns ratos. Isso não é bom para as pessoas, para a família. Então, é necessário amar dever que é o mais belo laurel da razão. Olha que afirmação bela. A obediência é o consentimento da razão. O dever é o laurel da razão. Nós cumprimos o dever porque a conquista da razão nos diz que este é o caminho que nos leva à perfeição. Não há outro. Porque se eu não cumprir o dever, como é que eu conquisto virtudes? Como Emanuel propôs ao Chico disciplina, disciplina, disciplina. Kardec utilizaria uma outra palavra, o dever. O dever. O dever.

ro. Porque se eu não cumprir o dever, como é que eu conquisto virtudes? Como Emanuel propôs ao Chico disciplina, disciplina, disciplina. Kardec utilizaria uma outra palavra, o dever. O dever. O dever. O dever é o laureu da razão e dela descente como se fosse um filho, como falou o Kant em várias de suas obras. Por isso, nós precisamos cumprir o dever pelo amor ao dever. Precisamos amar o dever. Porque geralmente escamoteamos situações para não sermos punidos ou aceitos pelo grupo em que nós nos encontramos. Vejamos alguém que sabe qual a velocidade máxima permitida em uma via. Ele vê um pardal, ele diminui a velocidade quando vê o pardal. E por quê? Porque ele ama o dever. Não, porque ele tem medo da represa da multa. É muito diferente daquele que ama o dever. Aquele que ama o dever faz por amor ao próprio dever. E assim, cumprindo o dever, o homem vai estabelecendo o império da vontade sobre os desejos. Eu até desejo gritar, mas a minha vontade é maior do que o meu desejo. E eu não vou gritar com fulano porque eu não devo gritar com fulano. Eu até desejaria em uma batida de carro dizer algumas coisas que eu chamo de verdades. Esse é o meu desejo. Mas há uma vontade maior de cumprir o dever, porque eu amo o dever e eu não digo. Eu escolho as palavras que eu gostaria de ouvir, porque eu sei, eu conheço a dor e a palavra que eu desejo dizer causaria dor em mim, então causa dor nele. Eu não devo causar dor em ninguém. E por isso não direi por amor ao dever. E este cumprimento do dever preserva de mim, de muitos males da vida, que a humanidade poderia se subtrair caso cumprisse cada um o seu dever, que cresce e radia sobre todas as formas, em todos os estágios superiores da humanidade. E é por isso que essa mensagem de Lázaro é profundamente propício para os momentos em que nós estamos vivendo, de discussões políticas, de discussões quanto aos conflitos que se estabelecem no mundo, de como as famílias se desfalecem e nós poderíamos cumprir o dever para que mudando o nosso hábito, a forma de agir.

scussões políticas, de discussões quanto aos conflitos que se estabelecem no mundo, de como as famílias se desfalecem e nós poderíamos cumprir o dever para que mudando o nosso hábito, a forma de agir. Venhamos a conquistar virtudes e quando elas surgirem em nossos corações, não haverá mais uma luta do eu contra o esforço hertúleo para fazer isso. Já têm, já temos a virtude. Fica o Xavier paciente, era virtuoso, tinha virtude da paciência, não precisava fazer esforço nenhum para ser. Nós temos o dever de sermos pacientes, mesmo quando o nosso desejo, por contrário, muita paz. Muitíssimo grato, meu caro Fábio. Acendeu várias luzes aqui para nos auxiliar a refletir e foi muito agradável tê-lo aqui conosco. Nós vamos para a prece final, mas pedimos a todos que ainda permaneçam conosco um tanto mais para os nossos avisos finais. Pode ser? Então nós vamos pedir a nossa vinheta para o Mael, por favor. nosso amigo, mestre, irmão maior. Nossa prece é de gratidão. agradecimento por esta tarefa tão relevante que é o culto do evangelho no lar, que nos acalma, que nos tranquiliza, que faz nos conectar com o mundo espiritual superior. Gratidão pelo conteúdo aplicado a todos nós. Agradecidos pela tecnologia que nos une a todos. de norte a sul, de leste, oeste e que graças a ela mesma conseguimos atender e alcançar alguns irmãos fora dos nossos limites territoriais. Somos gratos também pelas dificuldades que nos une aos nossos amigos, que nos une como trabalhadores que ouvem ou os nossos amigos que nos ouvem. Agradecemos profundamente pela doutrina espírita, nosso querido Kardec e equipe. Essa doutrina que nos esclarece, elucida, consola, que facilita a nossa vida dia a dia. Agradecidos pelo dom da vida e pela possibilidade do trabalho no bem junto ao próximo. Rogamos a ti, caro amigo Jesus, que nos interceda cada vez que nós balançamos as nossas pernas, que o nosso equilíbrio ainda fraco, precisamos um tanto mais de ti. Fica conosco, Senhor Jesus. nesses instantes e permita-nos

go Jesus, que nos interceda cada vez que nós balançamos as nossas pernas, que o nosso equilíbrio ainda fraco, precisamos um tanto mais de ti. Fica conosco, Senhor Jesus. nesses instantes e permita-nos que na próxima semana possamos estar todos nós outra vez reunidos. Muita paz a todos. Meu caro Fábio, foi fantástico. Adorei. Aqui tava anotando aqui algumas coisas que sempre elas são muito boas pra gente rever depois. né? Quantas vezes nós já lemos esse texto, né? E de repente tem algo melhor pra gente extrair, não é verdade? >> É verdade, meu amigo. É um texto muito profundo, >> muito, muito, muito, muito agradável e assim como você bem disse, muito atual, extremamente, né? Minha cara, muito obrigado pela participação conosco. >> Eu que agradeço, nossa, por esse momento tão enriquecedor. Gratidão, Fábio, pelas reflexões. Gratidão a todos por estarmos aqui unidos, aprendendo com as lições de Jesus. Uma boa noite a todos. Boa semana. Obrigado, caro Noeval, obrigado pela participação. >> Eu que agradeço, Fernando. Agradeço muito ao Fábio que nos lembrou o caminho do dever como necessário para que a gente possa encontrar a evolução que tanto necessitamos. a sua fala mansa, tranquila, seu sotaque nordestino, a gente poderia ficar muito mais tempo aí, viu, Fábio, eh bebendo aí das teus dos teus comentários, dos teus dos teus ensinamentos. Muito obrigado, caro amigo, e Deus queira que logo você possa estar conosco novamente. Obrigado a todos aí do chat que nos acompanham, aqueles que mesmo sem interagirem no chat também vibram conosco. Obrigado a oportunidade de estar aqui, professor. Grande abraço. >> Eu que agradeço. Nós vamos fazer um convite geral para todos que estejam aqui conosco amanhã às 21:50, mas vamos fazer um convite especial para os nossos irmãos da mansão do caminho. Sempre eles estão conosco no domingo dizendo que semana que vem nós teremos a grata satisfação de ter aqui conosco o nosso Mário Sérgio da mansão do caminho. Então é mais um convite daqui para o Fábio, para todos que estão aqui

o domingo dizendo que semana que vem nós teremos a grata satisfação de ter aqui conosco o nosso Mário Sérgio da mansão do caminho. Então é mais um convite daqui para o Fábio, para todos que estão aqui conosco, assistir a participação do nosso querido Mário Sérgio, que eh prontamente atendeu o nosso convite para estar aqui semana que vem. A todos os nossos queridos amigos, muita paz. Que o Senhor Jesus nos acompanhe no nosso sono merecido por todos nós. Grande abraço. Até a próxima semana. Fiquem com Deus.

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