Evangelho no Lar • 13/04/2025

Mansão do Caminho 14/04/2025 (há 11 meses) 46:39 2,871 visualizações

Todos os domingos, às 21h50. Em parceria com Centro Espírita Ildefonso Correia (Curitiba - Paraná) #evangelhonolar #oevangelhosegundooespiritismo

Transcrição

Olá, meus amigos. Sejam todos bem-vindos a mais um Evangelho no Lar Online, essa atividade que é promovida pelo Centro Espírita Hild Fonso Correa aqui de Curitiba, no estado do Paraná. Somos filiados à Federação Espírita do Paraná. Transmitimos essa atividade desde 2020 e aos domingos, de forma muito especial, nós acolhemos também a todos que nos assistem através da TV Mansão do Caminho. Temos outros parceiros de transmissão, como a Web Rádio Manaus de Estudos Espíritas, a Web Rádio Fraternidade e também os amigos da Web Rádio Espírita do Paraná. Queremos a todos receber com muita alegria, com muita satisfação. Hoje nós temos conosco trabalhadores do Centro Espírita Eudonso Correa. Eu já vou apresentar vocês porque eu gostaria antes de cumprimentar algumas pessoas que estão conosco aqui, como fazemos sempre aos aos domingos ou nos dias do nosso evangelho, como a Euzoilda Santos lá de Salvador na Bahia. Seja muito bem-vinda, Eszoilda. Tânia Fritz, ela de Cascavel, no Paraná. aguardando os ensinamentos do evangelho no lar. Também a Silvana dizendo que assiste desde o início, mas sempre quietinha, mas hoje ela se manifestou, a gente puxou ela, né? A Silvana que é lá de Muriaé, Minas Gerais. Seja bem-vinda aí, Silvana. Também a Maria Santos, Maria Valdeir, desejando a todos aí boa noite. Ela é de Santo Amaro, na Bahia. Eh, é uma alegria. A gente sempre diz que a gente fica até hoje, né, passados já muitos anos, sempre nos emociona receber tantas pessoas para orarmos juntos nessa atividade que é tão importante para nós. Hoje nós temos conosco Márcio Mons, é um trabalhador do Centro Espírita Eudonso Correia, está conosco desde o início lá eh do desse evangelho no Lar Online. Para quem já acompanha o canal há bastante tempo, sabe que foi ele que fez, ele participou do primeiro. Então é sempre muito bom, né, Márcio, a gente ver essa atividade, como ela se desenvolveu e tê-lo aqui para nós é motivo de muita alegria. Boa noite, seja bem-vindo. Boa noite, amigos grecas, amigos de

ntão é sempre muito bom, né, Márcio, a gente ver essa atividade, como ela se desenvolveu e tê-lo aqui para nós é motivo de muita alegria. Boa noite, seja bem-vindo. Boa noite, amigos grecas, amigos de Xiama. Uma alegria estarmos aqui no domingo, especialmente porque domingo é um dia especial em que temos aí a mansão do caminho se juntando ao nosso canal, temos convidados do movimento espírita. Então é uma grande festa espiritual, é o nosso domingão do evangelho, não é, Greca? Então, muito obrigado por estarmos juntos aqui. Eu que agradeço, amigo, sua presença. E temos conosco aqui um um casal muito importante para nós, porque são evangelizadores há muitos anos, tem uma gerações formadas por Marco e por Mari. Mari Xma também é pesquisador, articulista eh do jornal Mundo Espírita. Ela é da equipe da área de comunicação social espírita da Federação Espírita do Paraná. Boa noite, Mari, seja bem-vinda. Boa noite. Boa noite ao Márcio, Adriano, aos amigos do canal, do chat e os que vão chegar ainda. Muito obrigado pelo convite. Marcão, boa noite, amigo. Boa noite. Boa noite, Márcio, Adriano, todos os amigos aí que estão nos acompanhando e que vão nos acompanhar futuramente. Muito boa noite, meus amigos. que nós temos hoje, então, um texto que vai falar é de uma obra diferente. A obra chama-se Família, não é? liberdade e expiação. Então, antes de iniciarmos para essa leitura do texto, queremos convidá-los, né, a todos, como sempre fazemos, relembrando a importância dessa oração coletiva, né, a força que tem, a possibilidade que tem do alcance que que pode se dar quando realmente nos unimos em oração. E mais uma vez nós queremos pedir a todos que na nossa oração, nas nossas vibrações, não é? nas nossas vibrações possamos lembrar do nosso querido Divaldo Pereira Franco. Sabemos que ele permanece ainda com a saúde abalada, em recuperação. as últimas notícias que chegaram através da própria TV Mansão do Caminho do seu presidente Mário Sérgio, é que ele encontra-se ainda acamado,

e ele permanece ainda com a saúde abalada, em recuperação. as últimas notícias que chegaram através da própria TV Mansão do Caminho do seu presidente Mário Sérgio, é que ele encontra-se ainda acamado, fraco, né, com a saúde bastante debilitada, mas que as nossas energias, a a o nosso carinho, o nosso afeto, a nossa admiração, talvez a nossa gratidão, né, a gente possa vibrar todos esses sentimentos e envolvê-lo. E e se quando fazemos isso juntos, certamente ele ele perceberá essa nossa vibração, nosso amor, nosso carinho. Então, que na nossa oração a gente possa também então vibrar pelo nosso querido Divaldo. Vamos então à nossa prece. Eh, o Marco Xama vai conduzir os nossos pensamentos nessa prece. Senhor Jesus, bons amigos espirituais, nossos anjos de guarda nos abençoe e nos proteja nessa noite desse evangelho de luz que leva a mensagem a muitos corações deste nosso mundo. abençoe e protege todos aqueles que estão em dificuldades, estão passando por momentos difíceis em suas suas vidas. abençoe e protege em especial o nosso amigo Divaldo Franco. Que ele possa ser bem amparado no pelo plano espiritual para sua recuperação. E que nesse evangelho de luz que levamos a mensagem a tantos corações, que possamos levá-la com muito amor, com muito carinho. Fica conosco, divino amigo, em todos os momentos de nossa existência. Que assim seja. Obrigado, Marco. Então, vamos ao texto de hoje. Por favor, Mari. Família, capítulo 32, liberdade e expiação. Não descreias da liberdade de caminhar para o domínio da luz, através da escravidão aos teus próprios deveres, para que te não despenhes no cativeiro da sombra através da intemperança dos próprios desejos. Diariamente criamos destino, porquanto em cada hora de luta, é possível renovar as causas a que se nos subordinam as circunstâncias da marcha. Não te suponhas emleado ao mal de tal forma que não te possas desvenciliar dele. Imaginemos a penitenciária guardando vasta assembleia de reeducandos. Todos eles com sentença lavrada nos

as da marcha. Não te suponhas emleado ao mal de tal forma que não te possas desvenciliar dele. Imaginemos a penitenciária guardando vasta assembleia de reeducandos. Todos eles com sentença lavrada nos tribunais humanos, embora igualmente determinados pela resolução da justiça, podem revelar, no recinto em que se vejam procedimentos diversos, atenuando o rigor da pena que lhes fora cominada, ou dilatando as culpas que lhes vergastam o espírito. Aí dentro vemos os rebelados que exigem trato mais complexo e mais austera vigília. os briosos e atentos que se equilibram ante os imperativos da ordem e os que, além da própria disciplina procuram cooperar na harmonia do reduto de regeneração em que se congregam, seja afeiçoando-se ao trabalho acima daquele que a emanda lhe que a emenda lhes estipula, demonstrando mais alto padrão de reajuste moral ou auxiliando aos companheiros de reclusão no difícil labor que lhes é devido. Como vemos, ainda mesmo na grade das mais severas obrigações, pode a criatura melhorar ou agravar a própria situação através de atitudes mais íntimas que se lhe caracteriza. Vista disso, ainda mesmo enliçados nos mais ásperos empecílios, aceitemos no bem a rota de cada dia, porque o bem é a lei do universo que nos alcançará por fim o espírito endividado à grande libertação. Manuel, tá aí, Márcio, um texto, um texto como sempre, né? Não pode ser diferente os textos de sempre muito ricos, não é? Uma analogia certamente com a nossa vida. Mas passo a palavra a você para os comentários, por favor. Muito bom, amigo Greco. Agradecemos a mensagem separada pela nossa querida Karina. E sempre que Emanuel nos convida a reflexão através de mensagem, realmente eles traz elementos didáticos que nos favorecem muito a reflexão e o entendimento, que poderemos, ao final deste evangelho, talvez entender um pouco melhor como podemos passar por essa jornada encarnatória em que pese nossas dificuldades e as pedras no caminho de forma mais leve e serena. Então, amigos, o nosso convite é para refletir sobre a

ouco melhor como podemos passar por essa jornada encarnatória em que pese nossas dificuldades e as pedras no caminho de forma mais leve e serena. Então, amigos, o nosso convite é para refletir sobre a liberdade e expiação. Iniciando, quando falamos em liberdade, muito nos facilmente nos soa uma bandeira que carregam muitos como aquele livre proceder, a liberdade superficialmente pensada como aquele elemento de que tudo posso, tudo me é lícito e que facilmente escorregamos para libertinagem. Então, ao entendermos a mensagem de Emanuel, podemos absorver de pronto que a liberdade sugerida é aquela liberdade com responsabilidade. É aquela liberdade, portanto, que deve ser exercida em harmonia com as leis de Deus. O bem é tudo aquilo que está em sintonia, em consonância com a lei de Deus. Por consequência, o mal é aquilo que vai contra a lei de Deus. Então, o convite que nos é feito é a esse exercício da liberdade com responsabilidade. E o tema é de certa forma de grande importância e ele permeava a sociedade na França, época, né, da revelação espírita. permeava os pensamentos de Kardec a tal ponto que no livro dos espíritos, amigos, foi reservado um espírito, foi reservado um capítulo especialmente para este fim, que é o capítulo 10 da lei de liberdade, em que ali se fala da liberdade natural, da liberdade de consciência, do livre arbítrio. Então, são trazidos temas justamente para aprofundar este entendimento. E na questão 825, né, Kardec traz então as suas indagações, pois que era um tema vivo na sociedade parisiense, especialmente francesa da época, que é perguntar aos espíritos se haverá no mundo posições em que o homem possa eh eh eh jactar-se de gozar de de absoluta liberdade. Ou seja, existe alguma situação, alguma posição que o homem pode ter absoluta liberdade? E os espíritos são claros, incisivos ao falar que não. Não existe, porque todos precisamos uns dos outros. Então, os espíritos delimitam a questão da liberdade ao relacionamento com o próximo. Pois que inclusive na

são claros, incisivos ao falar que não. Não existe, porque todos precisamos uns dos outros. Então, os espíritos delimitam a questão da liberdade ao relacionamento com o próximo. Pois que inclusive na questão seguinte, na 826, se fala do eremita, né? Somente no caso de um eremita no deserto, se poderia daí sim ter a plena liberdade. O que hoje, amigos, não nos não nos passa pelo pensamento uma pessoa que consiga viver totalmente isolado, né, com uma autossuficiência. Então, realmente nós entendemos que o livro dos espíritos nos coloca que a partir do momento que estejam juntos dois homens, duas pessoas, entre eles há direitos recíprocos em que temos que cumprir e respeitar. Então ele coloca ali esse anteparo paraa nossa liberdade que é o relação com o outro, o respeito também a liberdade do meu irmão. Então ele nos convida justamente a essa reflexão dessa liberdade circunstancial e limitada a também a liberdade dos outros. Mas Kardec, né, como um incansável pensador, né, ele anteciparia os nossos questionamentos e ele não se dá pro satisfeito. E logo na sequência, na questão 833, Kardec volta com com a pergunta aos espíritos, mas será mesmo que não existe a liberdade absoluta? E aí, novamente os espíritos colocam que que no pensamento, lá no pensamento goza sim o homem de ilimitada liberdade. Então nós temos sim liberdade total no nosso pensamento. O nosso pensamento é ilimitado. Ali sim está um campo frutífero para exercitarmos essa liberdade, sabendo todos que nossos pensamentos plasmam a nossa realidade. Nossos pensamentos vão gerar por consequência as nossas palavras, os nossos atos, pois que eles vão criando a nossa realidade. Então ali temos na origem de tudo que é o pensamento, a nossa liberdade que quando se coloca na ação, na palavra, daí sim vai encontrar as limitações naturais. Então, amigos, a verdadeira liberdade, portanto, ela exige disciplina dos sentimentos e da vontade. Exercermos a nossa liberdade com disciplina, ela não é repreensão, né, mas sim uma orientação consciente para o

os, a verdadeira liberdade, portanto, ela exige disciplina dos sentimentos e da vontade. Exercermos a nossa liberdade com disciplina, ela não é repreensão, né, mas sim uma orientação consciente para o bem. Ou seja, quando nós temos a nossa liberdade ser seada, nós imaginamos que ali então temos um limite, temos uma repressão ao exercício, né, da nossa atuação no mundo. Mas na verdade não, porque se exercitarmos isso, essa verdadeira liberdade com disciplina dos sentimentos e da vontade, daí sim nós vamos estar conscientes caminhando para o bem. Portanto, amigos, a mensagem nos convida à primeira reflexão dessa liberdade com responsabilidade. E na sequência, Emanuel nos traz uma frase muito bonita que nos provoca uma reflexão muito profunda, que é a intemperança dos nossos próprios desejos. Quando fala da intemperança dos nossos próprios desejos, ele fala justamente a perda da liberdade interior diante das nossas paixões descontroladas que se transforma em quê? Na escravidão dos nossos desejos. E eu convido aos amigos, aqueles que desejarem, né, reforçando a mensagem que está disponível na descrição do vídeo, né? Então você vai no YouTube ali, nós teremos ali a mensagem na íntegra em que Emanuel fala um pouco dessa intemperança, né, dos nossos desejos. E aí quando nós refletimos desta interpretação como sendo essa intemperança, uma certa escravidão aos nossos desejos, nós remetemos não mais aquela escravidão física, né, que tivemos já em nossa sociedade, em que irmãos eram submetidos à subjulação, né, de trabalho forçado em que nós mesmos podíamos nós estarmos lá em outras encarnações, mas não mais dessa escrav escravidão física, mas agora falando numa escravidão de desejos, que seria isso provocado por essa intemperança dos nossos desejos? é justamente o mau uso dessa potência da nossa alma, que é o nosso querer, a nossa vontade. Pois que a vontade, amigos, é essa potência de da alma que nos leva ao crescimento e a evolução. É através da vontade, desse forte querer

potência da nossa alma, que é o nosso querer, a nossa vontade. Pois que a vontade, amigos, é essa potência de da alma que nos leva ao crescimento e a evolução. É através da vontade, desse forte querer que nós estamos evoluindo, estamos catapultados para a frente. É ela que nos leva à ação no mundo. Então, quando temos uma distorção desta vontade, nós caímos nesses vícios das sensações. Pois que é fácil nós analisarmos hoje em dia a busca por sensações. Mais do que sentimentos, nós buscamos a cada dia mais o prazer e o gozo na superficialidade do nossos sentimentos, que são as sensações. é aquela camada mais superficial e que ali, amigos, hoje com a facilidade que temos em nossa vida, temos facilmente busca do prazer a qualquer custo, pois que temos uma sociedade que ao longo da história sofreu uma melhoria da qualidade de vida. Pensando em humanidade, nós vemos em modo de modo geral, salvo algumas questões pontuais de países que ainda sofrem com muita pobreza, nós vemos uma evolução da qualidade de vida como sociedade. Nós vemos as facilidades nos acessando questões que não tínhamos antigamente. Basta pensarmos nos nossos pais, pensarmos nos nossos avós, facilmente remetemos a uma época em que a vida era mais dura, mais difícil, né? Hoje mesmo conversávamos com meu pai e meu pai ele cresceu, nasceu e cresceu em Bajé. E eu vi a Eva aqui, a Eva das Dores tá sempre conosco aqui. A Eva é lá de Bajé também. Então abraço para Eva, pois que meus pais ambos são de Bajé, lá na fronteira com Uruguai. E lá ele comentava da época que eles só comiam maçã quando ficava doente. Então até hoje quando ele pega aquela maçã vermelhinha e abre e sente cheiro, ela ele lembra o quê? quando ficava doente, fazia raspinha de maçã e podia e lançar a mão desta fruta, pois que não existia abundância de frutas como temos hoje. Hoje nós vamos pro mercado e nós temos frutas de diversas regiões do país, do mundo à nossa disposição. Então nós vemos, amigos, que diversos imigrantes chegando em nosso país, com tantas

temos hoje. Hoje nós vamos pro mercado e nós temos frutas de diversas regiões do país, do mundo à nossa disposição. Então nós vemos, amigos, que diversos imigrantes chegando em nosso país, com tantas dificuldades, fugidos de guerra na Europa em tantas épocas, essas reminescências da dificuldade da vida antiga nos chegam hoje com uma facilidade em que nós vemos com apenas um clique a o pedido de um alimento, nós vemos muitas vezes o acesso a uma fartura de alimentos que não existia antigamente, uma variedade de alimentos. Nós vemos hoje a facilidade de nós termos picos de dopamina aos ao entrarmos numa rede social e termos ali os likes, as curtidas do nossas postagens, isso nos dá aquele prazer imediato. Então, o que que vemos hoje? a facilidade desse desequilíbrio dopaminérgico que nos faz ficar nesse campo das sensações, o que gera uma frouxidão da vontade. Voltamos aquela vontade, voltamos à intemperança que Emanuel nos coloca, a intemperança dos nossos desejos. Pois que então, observando toda essa questão, nos leva a quê? nos leva a entender que quando quando temos a visão de valorizar o dever no contraponto do desejo, nós vamos ver o dever como uma escola de libertação. Pois que nesta caminhada de prazeres vãos, nessa caminhada do gozo imediato, da necessidade de uma dopamina que antigamente era muito difícil eu ter esse pico de dopamina, eu tinha que me relacionar com os amigos, tinha que procurar as pessoas que eu amo para ter esse prazer, esse prazer das relações. E hoje é muito fácil, pois abrimos o celular e já temos ali imediatamente no jogo, no game, na rede social. assistindo vídeos curtos na internet, passa um vídeo, passa outro e passa outro. Então, hoje o esforço é menor para termos o mesmo nível de prazer de antigamente. E quando temos essa facilidade, naturalmente nos esquivamos meio que sem querer dos nossos deveres do cotidiano, dos nossos deveres da nossa vida, pois que eles nos tiram dessa zona de conforto, dessa zona de prazer. Então, quando defrontamos essa

s esquivamos meio que sem querer dos nossos deveres do cotidiano, dos nossos deveres da nossa vida, pois que eles nos tiram dessa zona de conforto, dessa zona de prazer. Então, quando defrontamos essa escravidão dos desejos com o valor dos deveres, é que vemos realmente que é através justamente do cumprimento dos nossos deveres, mesmo em circunstância de sacrifício que nós envolvemos a nossa alma. O dever para todos nós não é um fardo, mas é uma ferramenta de progresso moral. Então, a mensagem nos convida a essa reflexão profunda em que temos a oportunidade de repensar, de ressignificar os nossos deveres como uma escola de libertação. Então, Emanuel é muito feliz quando coloca essa comparação, né, que nós temos que ter a oportunidade de ter esse controle do dia a dia, do nosso querer, para que possamos exercer a nossa ação do mundo de uma forma mais efetiva. E nesse sentido, amigos, nós vemos que a doutrina espírita, o evangelho, ele é, de certa forma, disruptivo. Jesus foi disruptivo. Pois que quando pensamos nesse dever, quando pensamos justamente nesse sacrifício, exercer o dever mesmo sobre o sacrifício, nós lembramos que Jesus nos trouxe bem-aventurados aflitos. O Evangelho Segundo o Espiritismo também reserva um capítulo para nos falar da justiça das aflições, das causas atuais e anterior anteriores das nossas aflições. E lá nós entendemos que o homem é o causador dos seus próprios sentimentos, sofrimentos, através do quê? Do ceder ao egoísmo, ao nosso orgulho, a nossa vaidade, aos nossos desejos mundanos. Então, quando temos aí facilmente lançando mão de fugir de algum dever, pois que ele nos gera aflição, muitas vezes o dever é bem cumprido, sobre sacrifício nos gera sim aflição, mas entendemos a aflição no mundo como uma alavanca de crescimento e desenvolvimento, como nos sugere o evangelho. Novamente, nós temos a luz do evangelho sendo jogada sobre esse tema e nos tranquilizando novamente e nos fazendo olhar pros desafios da nossa jornada, da nossa caminhada de outra

sugere o evangelho. Novamente, nós temos a luz do evangelho sendo jogada sobre esse tema e nos tranquilizando novamente e nos fazendo olhar pros desafios da nossa jornada, da nossa caminhada de outra forma. Continuando, amigos, nós temos também Emanuel lançando mão de uma metáfora da penitenciária. E aí é muito rico e muito oportuno ele trazer esta colocação, pois que quando nós refletimos de forma ampla e abstrata sobre a nossa jornada terrestre, nós vemos a perfeição dessa analogia, pois que sofremos justamente ao encarnarmos esse aprisionamento nesse escafandro corporal que por si só já nos coloca limites e circunscreve a nossa ação no mundo. Então, se formos olhar a nossa encarnação sobre um âmbito um pouco mais amplo, não temos como deixar de ver que ele é realmente um certo sistema penitenciário que nos é imposto um aprisionamento para a nossa reeducação. Não é assim mesmo que nós temos hoje dentro do nosso sistema carcerário, nós temos a proposta, né, da reeducação, da ressocialização do detento. Então, estamos cá nós neste meio educativo de de reeducação que é a encarnação. Então, quando trazemos a expiação, como traz a mensagem, liberdade e expiação, mas vemos a expiação como um meio educativo, nós repensamos justamente sobre quais circunstâncias estamos aprisionados na nossa encarnação, porque estamos num num ambiente restritivo. Então, uma reencarnação difícil em que temos que reparar para poder progredir, nós temos justamente um ambiente que nos colocam limitações de ação. O nosso corpo físico tem limitações, nós temos limitações materiais, limitações financeiras, limitações profissionais. A nossa família por si só já nos coloca limitações, alguma deficiência que trazemos, alguma dificuldade nessa encarnação. Então, o sistema carcerário encarnatório nos impõe limitações. E aí nós somos convidados a uma reflexão muito profunda por Emmanuel. Qual é o nossa penitenciária nesta encarnação? Qual que são as prisões que temos todos nós nessa encarnação? Quais são esses alimentos

nós somos convidados a uma reflexão muito profunda por Emmanuel. Qual é o nossa penitenciária nesta encarnação? Qual que são as prisões que temos todos nós nessa encarnação? Quais são esses alimentos que estão colocados na nossa jornada que estão nos limitando de alguma forma? Pois que estamos ali no ambiente terrestre, assim como o sistema carcerário, onde o detento é colocado num lugar limitado para ser forçado a repensar todo aquele pretérito e resgatar de uma forma saudável, pois que temos a oportunidade da convivência, do aprendizado, do trabalho, do estudo, mesmo encarcerado. Não é assim que acontece? Pois então que Emanuel nos propõe uma divisão e ele faz uma divisão em três tipos de detentos, três tipos de presos nessa prisão. A mensagem nos coloca o primeiro deles como sendo aqueles presos rebeldes, os presos detentos rebelados, aqueles inconformados com a situação em que mesmo entendendo que o juiz que lavrou a sua sentença, assim como o agente penitenciário, não são seus algózes, ele se revolta contra a situação, não refletindo que aqui o que lhe levou aquela situação foram justamente as suas escolhas, os seus atos. Então ele se rebela sobre algo externo. Então esse primeiro tipo de detento é o rebelado. E aí nós já começamos a fazer uma correlação com todos nós encarnados. E ele continua dizendo que o segundo tipo de detento é o equilibrado. Ele chama de briosos e atentos, né? dizendo alguém, falando de alguém que é esforçado, diligente, alguém que está ali com dignidade, alguém que de certa forma já refletiu sobre os seus atos, entendeu o fator que o levou àquela situação e já começa a ter ali um andar no mundo equilibrado. Ele não se revolta contra aquela situação. Então ele respeita as regras da prisão, ele realiza o seu trabalho, ele convive com os outros detentos, ele mantém a sua cela arrumada e ali estamos nós num ponto de equilíbrio e de sanidade. Mas ele chega no terceiro tipo que ele não só se equilibrou e entendeu a situação como um todo e refletiu, ele

, ele mantém a sua cela arrumada e ali estamos nós num ponto de equilíbrio e de sanidade. Mas ele chega no terceiro tipo que ele não só se equilibrou e entendeu a situação como um todo e refletiu, ele também coopera e auxilia pra harmonia do reduto de regeneração. este tipo de detento, ele já começa a entender que aquela situação, além de não ser uma injustiça, além de entender e refletir sobre a fato causador, ele também aproveita a oportunidade para a sua regeneração. Ele aproveita a oportunidade para realmente aprender, ele conviver, ele tirar as lições necessárias que vão lhe levar ao crescimento moral. Então, amigos, além da pergunta de provocação para todos os internautas aqui do canal C, todos os internautas da mansão do caminho e demais canais que estão conosco conectados, além da provocação de perguntar quais seriam as nossas prisões nessa encarnação, nós perguntamos: "Que tipo de detentos somos nós nesse cárcere encarnatório?" Então, reflitamos cada um para que possamos encarar essa jornada e essa situação sobre um aspecto construtivo. Mas amigos, finalizando a nossa reflexão, nós gostaríamos de colocar mais uma frase impactante de Emmanuel, quando ele fala que diariamente criamos o nosso destino. Diariamente criamos o nosso destino. E aqui ele traz uma uma frase que traz que fala sobre a criação diária do destino. Veja que bonito, que impactante, pois que o terceiro tipo de detento já absorveu esse entendimento em que as novas decisões é que vão levar as novas escolhas, os novos modelos mentais de pensamento e de atitudes e de palavras é que vão me levar a construir um novo futuro. Então, este pensamento está em consonância com o conceito de livre arbítrio e respons responsabilidade moral que nos traz o evangelho, em que cada pensamento e sentimento e ação são sementes que plantamos a cada momento. Pois que sabemos, amigos, segundo estudos recentes, que um adulto em média toma, sabem quantas decisões por dia, nós tomamos mais de 35.000 decisões em apenas um dia. Do

que plantamos a cada momento. Pois que sabemos, amigos, segundo estudos recentes, que um adulto em média toma, sabem quantas decisões por dia, nós tomamos mais de 35.000 decisões em apenas um dia. Do momento que acordamos até o momento que vamos dormir, tomamos em média 35.000 decisões ao dia. Das mais simples até as mais graves. Mas o nosso dia é permeado desde que acordamos. por decisões. A primeira decisão é aquela. Colocamos mais 5co minutinhos despertador ou não? Desde essa primeira decisão até a decisão em que vamos dormir, o que vamos comer, o que vamos fazer no dia a dia. Atravessamos a rua aqui, atravessamos na faixa, o que vamos nos alimentar no almoço, no café, na janta. Pois que são essas escolhas que vão impactar o nosso agora, vão impactar o nosso amanhã e vão impactar a nossas futuras desencarnações. Pois que dessas 35.000 decisões, algumas delas impactam o meu agora, pois que eu estou ali escolhendo o meu alimento no bffet. E quando no bou optando por lançar mão das comidas um pouco mais gordurosas, eu estou tomando uma decisão agora que está impactando o meu hoje, o meu daqui a uma hora, porque aí a minha congestão não vai aliviar, né? Então eu optei pelo torresminho e não tanto pela salada. E aí eu tô optando por naturalmente o meu sistema digestivo ter que trabalhar mais. Ou pode ser uma decisão um pouco mais impactante na nossa vida, que impacta o quê? O nosso amanhã, alguns anos da nossa vida, pois que mudamos de emprego, vamos empreender, vamos casar, vamos ter filhos. São decisões de médio impacto que vão gerar implicações nos anos da nossa encarnação. E, por fim, decisões, amigos, que vão impactar as futuras encarnações. E aí vemos que quando andamos no mundo, tendo como crio, como livre arbítrio a capacidade de arbitrar, a capacidade de escolher, temos dentro com o nosso livre arbítrio, o direcionador do mestre Jesus, nós vamos naturalmente fazendo escolhas pouco a pouco que vão direcionando o nosso GPS. Nós vamos calibrando o nosso A minuto a minuto da nossa vida. Pois

vre arbítrio, o direcionador do mestre Jesus, nós vamos naturalmente fazendo escolhas pouco a pouco que vão direcionando o nosso GPS. Nós vamos calibrando o nosso A minuto a minuto da nossa vida. Pois que o ponto de chegada ele está traçado, é nossa evolução espiritual. Se colocamos a rota como destino, nossa perfeição moral, vamos tomando decisões corretas. Agora, se o nosso destino no E é apenas do terra a terra, apenas da materialidade, naturalmente que as decisões vão guiando justamente para este objetivo e que não geram implicações morais e espirituais profundas no nosso ser. Então, o convite de Emanuel é muito profundo, pois diariamente criamos destino. Então, amigos, a provocação é para que nós possamos, ao final desta reflexão, lançando mão da nossa liberdade e expiação, entendendo como funcionam as engrenagens de provas e expiações da nossa jornada, nós convidamos todos para que possamos então acalmar o nosso coração, repousar um instante no silêncio da nossa alma e ouvir a voz agora sim da nossa consciência um pouco mais desperta e entender que a liberdade não é fazer o que nós queremos, mas amar nossos deveres e fazê-los com alegria. Sermos livre para amar o próx nossos próprios compromissos como caminhos para elevação. O nosso dever é um caminho para elevação espiritual. E muitas vezes, ainda que já cansados e com os pés druídos nessa caminhada dos nossos deveres, lembremos sempre que Jesus caminha conosco. Muito obrigado. Obrigado, Márcio, pelas pelas reflexões, por explorar tão bem aí essa mensagem que que Emanuel trouxe para nós. Acho que vamos aproveitar esse esse clima de reflexão, fazemos a nossa prece e depois a gente volta pras nossas despedidas. Eu vou pedir a Mari que conduza os nossos pensamentos na prece de encerramento, por favor. Senhor Jesus, só temos a agradecer todas as bênçãos que com certeza recebemos enquanto nos colocávamos à escuta das reflexões da noite. Mas ainda assim, Senhor, como eterno pedinte que somos, pedimos que o Senhor

, só temos a agradecer todas as bênçãos que com certeza recebemos enquanto nos colocávamos à escuta das reflexões da noite. Mas ainda assim, Senhor, como eterno pedinte que somos, pedimos que o Senhor olhe pelas nossas famílias, pelas famílias dos amigos que se encontram nos assistindo no chat, por aqueles que ainda virão a assistir este vídeo. Pedimos também, Senhor, que olhe com muito amor pelo nosso planeta. pelas dificuldades que estamos sofrendo alguns países e famílias com sofrimentos atrozes que sequer podemos imaginar, mas que de alguma forma, Senhor, eles possam sentir no seu coração a sua presença. Pedimos que fique conosco hoje e em todos os momentos de nossas vidas. Que assim seja. Obrigado, Mari. Obrigado, Marco, pela participação, pela presença de vocês e obrigado, Márcio, também pela sua pela sua participação. Não sei se a Mário ou Marco gostaria de fazer algum destaque, algum comentário ali do do chat. Às vezes a gente identifica alguém, né, Mari? Alguma. Então, por favor, fique à vontade aí, viu? Na verdade, eu me identifiquei com o pai do Márcio quando ele falou da maçã. Eu fui lá para meu passado também. Também só comia a maçã quando ficava doente. Mas não é porque não tivesse a fruta, é porque não tinha dinheiro. E é só agradecer a Deus, né, que as coisas estão evoluindo. O Marco não, o Marco ele subia no pé da fruta do vizinho. Não é assim, Marco? Teve um comentário ali no chat, acho, se não me engano, foi do Hélio. O Brasil é o terceiro país maior produtor de fruta do mundo. No nosso Brasil nós temos, tem fruta que a gente não conhece. Você vê a grandiosidade. Nossa, é muito, muito bom. E eu perguntei o Marco porque é da área dele, gente, vocês não sabem, mas a gente sabe, né, que é da área dele esse trabalho com de alguma forma agricultura e defensivos e e fertilizantes e coisa e tal, né? E então, muito obrigado, viu, pela presença de vocês aqui. Nós agradecemos. Márcio, você, Márcio, ó lá, ó, a F colocou um texto assim, né? Tenho que compartilhar. Olhei pra janela, um

coisa e tal, né? E então, muito obrigado, viu, pela presença de vocês aqui. Nós agradecemos. Márcio, você, Márcio, ó lá, ó, a F colocou um texto assim, né? Tenho que compartilhar. Olhei pra janela, um quadro lindo bem à minha frente, a lua despontando através atrás das árvores, bem laranja, completou meu evangelho. Bonito, né? Simples e bonito. A Sandra Monsia, eu fiquei curioso, Márcio, que nossas escolhas e decisões sejam as mais sábias possíveis. Eh, quem é Sandra Mons? É a minha amada mãe. Olha aí. Eu eu cogitei, mas eu não pude eh não tinha certeza, né? Então aguardei a confirmação. Que legal, né? Eh, você veja que é um evangelho no lar mesmo. E aí a gente acaba dessa forma, porque ela não está em Curitiba, não é, Márcio? Não, essa em Florianópolis. Eu mando um beijo grande para ela, porque é a mãe da gente, a gente tem que prestigiar, né? Então a gente manda antes de começar o evangelho, manda pro pai, pra mãe, né, para eles podem prestigiar. Que legal, que legal. Então, obrigado, dona Sandra, por ter estado aí conosco. Uma alegria receba o nosso abraço também, Márcio, obrigado, meu amigo. Por favor, alguma consideração final e fique à vontade. Ô, queridos, que alegria, viu? Muito bom estarmos juntos quando temos amigos tão queridos aqui nas janelinhas, quando temos os amigos aqui do chat compartilhando, né? as suas reflexões também. E é isso que a nossa amiga trouxe, a, né, que nós possamos em que pese muitas vezes o cárcere observar pela janela e vermos a beleza do mundo à nossa volta. E é reconhecer em gratidão o que Deus proporciona nessa encarnação de oportunidade de crescimento e de evolução. Então, a minha gratidão é estarmos aqui essa noite juntos refletindo sobre a mensagem de Jesus. Você sabe, Márcio, me permitir ainda um pequeno comentário. Eh, não é não é não é incomum os espíritos do Quilate de Emanuel façam esse tipo de comparação, né, comparando a Terra a uma prisão. né? E e a gente aprende a a se conduzir na vida e vai levando a vida, enfrentando as

ão é incomum os espíritos do Quilate de Emanuel façam esse tipo de comparação, né, comparando a Terra a uma prisão. né? E e a gente aprende a a se conduzir na vida e vai levando a vida, enfrentando as dificuldades, mas também aprendendo a fazer como a F, né? Olhar as coisas bonitas, a gente se apega, né? A gente a gente gosta tanto, né? Do da nossa própria vida, dos amigos, da natureza. Eh, e a gente tem essa capacidade de olhar tudo que é belo, que é bom e que está aí ao nosso redor. Mas ainda assim a mensagem nos diz que estamos num numa como se fosse uma penitenciária e que haverá lugares então muito mais especiais preparados para aqueles que eh diariamente souberem criar o seu próprio destino, não é? Então é uma coisa linda, né, a gente saber que esse mundo que apesar das dificuldades a gente já vê tanta beleza dessa criação maravilhosa, divina que ele nos empresta, né, para ser a nossa escola, é semelhante a uma penitenciária. E um dia nós nos libertaremos daqui, vamos encontrar certamente algo melhor. Meu Deus, que coisa maravilhosa. Claro, né? Aqueles que se comportarem bonitinho aí, né? aqueles que estiverem no evangelho conosco eh diariamente. Eh, então a gente renova o convite amanhã às 21:50 no canal SE ou senão no canal SE na semana que vem estamos aqui os amigos da TV Manão do Caminho, todos juntos para mais um Evangelho no Lar Online. Fiquem com Deus, tenham um excelente final de domingo, uma ótima semana e tchau tchau. Ja.

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