Evangelho no Lar • 08/03/2026
Que tal transformar seu lar em um ponto de luz e harmonia? Convidamos você e sua família para o nosso encontro semanal com o Evangelho no Lar, uma oportunidade de estudo e prece para fortalecer nossos laços com o Alto. Realizado em parceria com o Centro Espírita Ildefonso Correia, de Curitiba, este é um momento de união e reflexão sob a inspiração do Cristo. Reserve este tempo para semear a paz e a fraternidade no seio da sua família. #evangelhonolar #cultonolar #espiritismo #prece #oração #doutrinaespirita #mansaodocaminho #Jesus #harmonianolar #familia *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com
Olá, minhas queridas irmãs, queridos irmãos. Sejam todos bem-vindos a mais um Evangelho no Lar Online, essa atividade que é promovida pelo Centro Espírita Hild Fonso Correa aqui de Curitiba, a nossa instituição que é afiliada à Federação Espírita do Paraná. Transmitimos através do canal SEC, mas hoje, especialmente, como é domingo, todos sabemos que temos a alegria de contar também com a audiência daqueles que se conectam à TV Mansão do Caminho, além dos nossos outros parceiros de transmissão, a Web Rádio Manaus de Estudos Espíritas, a Rádio Espírita do Paraná e e também a Web Rádio Fraternidade. Hoje é dia 8 de março de 2026, o dia reservado a homenagearmos as mulheres, Dia Internacional da Mulher. E vocês veem já nas nossas telinhas que nós temos aqui as mulheres representando estas criaturas especiais. que são responsáveis pela nossa permanência no planeta, pelas nossas oportunidades de vida que estabelecem a talvez a vivência do amor, do afeto, da sensibilidade, de forma a formar a as novas civilizações, a educar, enfim, a amar. não há expressão maior eh do amor, senão, por exemplo, aquele vivido pelas mulheres mães. Então, queremos aqui registrar a nossa homenagem às mulheres neste dia 8 de março. Temos a satisfação de receber de novo aqui no nosso evangelho a nossa querida Sandra Borba, nossa madrinha. E vamos também já já apresentar aqui Lisandra e Larissa Costa e ver quem elas estão representando nessa noite. Mas eu quero cumprimentar aqui, como sempre fazemos, alguns de vocês, eh, como, por exemplo, Giovani lá de Uberlândia, eh, Geovanir, perdão. Seja bem-vindo, Geovanir. Também o nosso abraço para a Clarissa. que fala de água boa no Mato Grosso. Eh, ali falando desse momento repleto de amor, que é o momento do evangelho. Também a Cláudia que fala de Franca no interior do estado de São Paulo. Muito bom tê-la aqui conosco. A Dirce, que é da cidade de Cruz das Almas na Bahia. Seja bem-vinda você também, Dirce. E nosso Jadson da cidade de Irará, na Bahia. Sempre tem uma cidade diferente,
ulo. Muito bom tê-la aqui conosco. A Dirce, que é da cidade de Cruz das Almas na Bahia. Seja bem-vinda você também, Dirce. E nosso Jadson da cidade de Irará, na Bahia. Sempre tem uma cidade diferente, né? Sempre tem uma cidade diferente. Nós temos então hoje aqui três mulheres especiais. Por quê? são trabalhadoras da área da infância e da juventude. Vamos começar com a nossa convidada, Sandra Borba, nossa amiga do coração. Seja bem-vinda mais uma vez, querida Sandra. >> Opa, olá, Adriano, Lisandra, Larissa, todos aqueles que nos escutam. Lembrar que aqui no chat nós já temos alguém de Portugal e da Argentina também, viu? Além da desse mundão aí, né? Então é sempre uma alegria muito grande, Lurdinha Garcez, um beijão grande para você, viu? E no Dia Internacional da Mulher, né? É bom aqui, né? Nós e a o nosso Adriano Greca, que está eh fazendo maior esforço para evoluir, para reencarnar como mulher na próxima. >> É isso mesmo. É por aí. É por aí. É por aí. Olha, Lisandra, ela é a diretora do departamento de infância e juventude do Centro Espírita Ede Fonso Correa e a Larissa é coordenadora do setor de infância do mesmo departamento, departamento de infância e juventude. Todos nós sabemos que Sandra Boba é atua há muitos anos, né, alguns anos, alguns anos na área de de infância e juventude junto à Federação Espírita Brasileira. Então, eh, reservamos essa data porque nos demos conta nas pesquisas que fizemos, os nossos documentos, o Centro Espírito de Afonso Correia, que está fazendo nesse ano de 2026, em setembro completaremos 90 anos de existência, tem neste ano também uma marca muito especial, porque nós encontramos registros de 1946, portanto, Há 80 anos já se estabelecia na casa algumas atividades voltadas para o atendimento da infância. Então, eh, então nós podemos dizer que estamos comemorando também 80 anos de atividade nessa área. É muito impressionante, né? Então, Lisandra, minha querida, seja bem-vinda. Você que é a representante do Dig aqui hoje. Obrigada, Adriano. Obrigada, Sandro
ndo também 80 anos de atividade nessa área. É muito impressionante, né? Então, Lisandra, minha querida, seja bem-vinda. Você que é a representante do Dig aqui hoje. Obrigada, Adriano. Obrigada, Sandro também por estar aqui conosco, né, comemorando essa data tão especial pro Dig, né, na nossa casa. E é gratificante tá à frente de um trabalho tão eh grande, né, e pro futuro, porque as nossas crianças e jovens é o futuro no nosso movimento espírita, né? Então, eu quero também eh dar as boas-vindas ao pessoal que tá no chat, né, que tá acompanhando nós essa noite e que a gente tenha um ótimo evangelho. >> Larissa, >> boa noite. Adriano, Li, Sandra. Uma honra participar hoje, então, né, nesse dia especial com a nossa madrinha Sandra e nesse dia especial que a gente comemora os 80 anos da evangelização, que a gente tem um ótimo evangelho. >> Tá bom? Muito obrigado. Então vamos vamos já iniciando a nossa a nossa atividade, convidando todos vocês para orarmos juntos. Vamos fazer a nossa prece de abertura. e a nos prepararmos e termos essa consciência de que nós podemos sim impactar o ambiente onde nós estamos, o meio onde nós estamos, às vezes a nossa a nossa comunidade e juntos até mesmo o próprio planeta que precisa de orações, não é? Nós estamos vivendo um período quase dramático de tantas guerras, de tanta falta de sensibilidade, né? As notícias elas criam essa dessensibilização. A gente ouve eh falar da guerra, das bombas, das mortes e tudo isso já quase que não nos toca mais. Eh, há pouco tempo atrás, acho que é a última vez que a Sandra esteve aqui, nos falou sobre sobre esta eh indiferença, né? E nós não podemos nos deixar nos transformarmos em pessoas indiferentes. É preciso orarmos. É o é algo que nós podemos fazer. Então eu convido a todos para acompanharmos a a Lisandra, que conduzirá então os nossos pensamentos na prece de abertura. Espera o vídeo, né, Lisandra, como sempre. Amigos Jesus, amigos espirituais dessa tarefa. Queremos aqui agradecer esse momento que
ndra, que conduzirá então os nossos pensamentos na prece de abertura. Espera o vídeo, né, Lisandra, como sempre. Amigos Jesus, amigos espirituais dessa tarefa. Queremos aqui agradecer esse momento que estamos reunidos para mais um Evangelho no ar, em comemoração nossa tão agradecida tarefa da evangelização espírita. agradecer também a oportunidade que temos de fazer parte do trabalho na área da infância e juventude. Agradecer também todos aqueles que nos auxiliam, que estão conosco nessa jornada. também pedir ao nosso mestre Jesus e aos amigos espirituais essa tarefa que sempre nos acompanhe, nosa e que possamos trazer o amor, o carinho e a paz a nossas crianças e jovens, amigos espirituais. proteja a todos que estão aqui nesse momento, todos o nosso país, o nosso estado, a nossa cidade, ao mundo também, que recebam todos esses efúvios que aqui estamos emanando. Muito obrigada, Senhor, e fica conosco hoje e sempre. Que assim seja. >> Obrigado, Lis. Texto de hoje do livro Caminho, Verdade e Vida. Vamos pedir a Larissa que faça a leitura para nós. >> Caminho, Verdade, Vida. Capítulo 179. O novo mandamento. Um novo mandamento vos dou. Que vos ameis uns aos outros como eu vos amei. Jesus. João capítulo 13 versículo 34. A leitura despercebida do texto induziria o leitor a sentir nessas palavras do mestre absoluta identidade com o seu ensinamento relativo à regra áurea. Entretanto, é preciso salientar a diferença. O ama o teu próximo com a ti mesmo é diverso do que vos ameis uns aos outros como eu vos amei. O primeiro institui um dever em cuja execução não é razoável que o homem cogite da compreensão alheia. O aprendiz amará o próximo como a si mesmo. Jesus, porém, engrandeceu a fórmula, criando o novo mandamento na comunidade cristã. O mestre refere-se a isso na derradeira reunião com os amigos queridos na intimidade dos corações. A recomendação que vos ameis uns aos outros como eu vos amei assegura o regime da verdadeira solidariedade entre os discípulos. garante a confiança
o com os amigos queridos na intimidade dos corações. A recomendação que vos ameis uns aos outros como eu vos amei assegura o regime da verdadeira solidariedade entre os discípulos. garante a confiança fraternal e a certeza do entendimento recíproco. Em todas as relações comuns, o cristão amará o próximo com a si mesmo, reconhecendo, contudo, que no lar da sua fé conta com irmãos que se amparam efetivamente uns aos outros. Esse é o novo mandamento que estabeleceu a intimidade legítima entre os que se entregaram ao Cristo, significando que em seus ambientes de trabalho há quem se sacrifique e quem compreenda o sacrifício, quem ame e se sinta amado, quem faz o bem e quem saiba agradecer. Em qualquer círculo do Evangelho, onde essa característica não afinala as manifestações dos companheiros entre si, os argumentos da boa nova podem haver atingido os cérebros indagadores, mas ainda não penetraram o santuário dos corações. Emanuel. >> OK. Obrigado, Larissa. Então, vamos entender essa diferença aí, Sandra. com você, por favor, a palavra é sua. >> Paz a todos. >> Hã, microfone, OK? Pronto, então vamos lá, né? Então, o nosso amado Emanuel, ele se refere a uma outra mensagem do mesmo livro, a de número 41, a regra áurea. Então, a gente vai primeiro entender o que significa essa regra áurea a qual Emanuel vai se referir quando comenta um novo mandamento. Então, a regra áurea é aquela que explicita exatamente uma lei que é a lei que nós temos, né? A lei de amor, a partir de um amor que devemos votar a nós mesmos. E ele faz uma incursão histórica dizendo que nas culturas tradicionais nós temos exatamente a mesma lei com obviamente uma adequação de linguagem. Então, só para exemplificar, ele vai dizer que entre os gregos estava escrito: "Não façais ao próximo que não desejais receber dele. Entre os peças, fazei como queis que se vos faça. Chineses, o que não desejais para vós, não façais a outrem. Eípcios, deixai passar aquele que fez aos outros o que desejava para si. entre os
er dele. Entre os peças, fazei como queis que se vos faça. Chineses, o que não desejais para vós, não façais a outrem. Eípcios, deixai passar aquele que fez aos outros o que desejava para si. entre os hebreus, o que não quiseres para vós, não desejeis para o próximo. E entre os romanos, né, a lei gravada dos corações humanos é amar os membros da sociedade como a si mesmos. Então, na antiguidade, né, eh, todos esses povos, bem como outros, receberam das suas lideranças filosóficas e principalmente religiosas a regra áurea, né, que nós conhecemos como o mandamento que nos diz amar ao próximo como a si mesmo, conforme nós encontramos na tradição judaico-cristã. Então isso significa dizer que essa regra é uma lei que deve ser aplicada para todos, todos, todos, todos. Ou seja, por mais que nós tenhamos diferenças, por mais que nós tenhamos dificuldade de ver o outro como nosso próximo, como o nosso irmão, né, mas a lei aí está e nós somos então, né, obrigados a cumpri-la e, obviamente também somos obrigados a receber a consequência do não cumprimento. Mas por que Jesus vai dizer essa agora está na 179, né? O capítulo 179 que a nossa Larissa teve a oportunidade de ler. Então, nessa outra passagem, Emanuel vai comentar o que está em João 13:34. É basicamente uma reunião derradeira que Jesus vai ter com os discípulos, né? E ele vai dizer: "Um novo mandamento vos dou". Aí fica assim: "Pera aí, como é que é novo? Vai ser uma coisa muito diferente, vai ser uma coisa absolutamente revolucionária?" E aí ele vai dizer que vos ameis uns aos outros. Mas isso já tava dito, não era novidade. O complemento final é que é a grande novidade. Como eu vos amei. Então esse como eu vos amei é que exatamente vai trazer para nós uma nova reflexão. que Emanuel chama tanto atenção que ele vai dizer logo no primeiro parágrafo que uma leitura despercebida vai achar que o novo mandamento é o mesmo mandamento que já existia na lei, né, na lei judaica. E aí, como o Emanuel vai comentar, é diferente, é diverso.
imeiro parágrafo que uma leitura despercebida vai achar que o novo mandamento é o mesmo mandamento que já existia na lei, né, na lei judaica. E aí, como o Emanuel vai comentar, é diferente, é diverso. E aí nós vamos entender, Adriana e todos aqueles que nos acompanham, Lisandra, Larissa e a turma que nos ouve aí nos diversos meios, né, que replicam esse maravilhoso momento. Então Jesus, Emanuel, usa a expressão, engrandeceu a fórmula. E ele engrandeceu, principalmente quando ele destaca essa necessidade de uma amorosidade compreensiva, diferente, fraternal na comunidade. Na comunidade. Isso é muito importante para a nossa compreensão. Então, um novo mandamento, ele vem principalmente com os ensinamentos. Claro que o mestre sempre estava proferir não só aqueles ensinamentos que ele levava para as multidões, que ele levava para os outros, mas principalmente para aquele conteúdo que ele era capaz de dividir com os seus discípulos em momentos também que são momentos privativos, podemos dizer assim. Mas não é só o ensinamento, não é só o conhecimento, é principalmente a exemplificação. Porque quando nós estudamos exatamente a importância de Jesus em nossas vidas e em nossa história, é porque ele alia ao ensino a exemplificação, a palavra, o ato. Isso fortalece, vamos dizer assim, esse conteúdo. O conhecimento não é teórico. O conhecimento ele se desdobra em práticas. Não esqueçamos o que está também agora no Evangelho de João, capítulo 15, versículo 15, em que ele diz nesse momento mais íntimo com os seus discípulos: "Já não vos chamo de servos, porque o servo não sabe o que faz o seu Senhor. Amo-vos amigos por ser o maior de todos os títulos e também porque tudo quanto eu sei do meu pai vos revelei. Essa expressão tudo quanto eu sei do meu pai vos revelei significa que como educador, como revelador, ele não é aquele que esconde, ele não é aquele que segrega, ele não é aquele que faz uma interpretação de modo distinto para o povão, de modo distinto para os discípulos. Não escunde algo que ele
dor, ele não é aquele que esconde, ele não é aquele que segrega, ele não é aquele que faz uma interpretação de modo distinto para o povão, de modo distinto para os discípulos. Não escunde algo que ele possa saber. Ele diz tudo. É a expressão que está lá no texto bíblico. Tudo quanto eu sei do meu pai vos revelei. E nós entendemos que essa revelação, claro, como em tudo, era de acordo com a possibilidade de entendimento. Jesus exemplifica, Jesus ilustra, Jesus estabelece diálogos de reflexão com seus discípulos para que esse conteúdo pudesse ser então um conteúdo devidamente discutido, refletido, a fim de ser perfeitamente, né, ou pelo menos o mais próximo possível, internalizado pelos discípulos. Então, Emanuel nos diz que o novo mandamento tem essa característica, a característica de um ensinamento, de uma vivência, que é o próprio mestre que nos traz isso exatamente ali na convivência com os seus discípulos. Para quem quiser de alguma forma, né, eh, ler a respeito, refletir a respeito, nós temos dois autores maravilhosos. o nosso irmão X na obra Boa Nova, que é uma obra sensacional, e também a nossa amada Amélia Rodrigues, né, em sua coleção com muitas e muitas mensagens alusivas, não apenas aos encontros mais íntimos, vamos dizer assim, de Jesus com os seus discípulos, como também as comunicações, as os momentos em que Jesus se encontra com diversos personagens que habitam, vamos dizer assim, o cenário do seu evangelho. Mas nos chama a atenção algo muito importante, é que Jesus fala essa expressão na derradeira reunião, como se estivesse a dizer e a lembrar em especial aos seus discípulos, né, aqueles que constituíam seu colégio apostólico, essa necessidade de uma amorosidade e de uma fraternidade que tem, vamos dizer assim, uma necessidade de ser não só declarada, mas de ser essencialmente vivida, praticada. Então, o cristão, ele vai amar o próximo como a si mesmo, qualquer que seja esse cristão, onde ele encontre esse cristão, mas aquele que integra a sua comunidade,
ser essencialmente vivida, praticada. Então, o cristão, ele vai amar o próximo como a si mesmo, qualquer que seja esse cristão, onde ele encontre esse cristão, mas aquele que integra a sua comunidade, ah, esse merece uma atenção em especial. Em outras oportunidades, já tivemos a chance de dizer que muitas vezes no interior do nosso movimento espírita, das casas espíritas, há uma espécie de eh ausência ou pelo menos se não exatamente uma ausência, mas às vezes uma despreocupação com o outro, com o próximo, com o companheiro que está ali ao nosso lado, como diria Leopoldo Machado, no ombro a ombro. no lado a lado. E aí, será que a gente tá tendo de fato essa preocupação em olhar o outro, acompanhar o outro, em saber como é que o outro está? Isso também nós recebemos em todas as cartas de Paulo, tem exceção, ele está sempre preocupado em estimular esse sentimento de carinho, de atenção, e nós ainda acrescentaríamos de ternura esse sentimento tão suave que faz com que olhemos o outro que está conosco no desenvolvimento de no trabalho, não apenas como um parceiro, Não apenas como um colega, como se fosse o colega da nossa repartição, da nossa empresa. Ali aquele que chega é mais do que isso tudo, é irmão. É o que Albino Teixeira chama o grupo de trabalhadores. E quando a gente se coloca na condição de trabalhador, a gente sabe que o outro também é trabalhador. O outro não é funcionário, o outro não é eh diarista nessa ou naquela tarefa. O outro é alguém que está, acreditamos, comungando conosco, em primeiro lugar de uma filosofia, de uma orientação, de todo um arcabolso de compreensão, vamos dizer assim, teórica, de uma cosmovisão, de ensinamentos, de lições, enfim, de princípios. Tudo bem? Mas se o outro também está n aceitando o convite que a casa ela apresenta para se integrar para além do mero frequentador, do simples frequentador, que pode ir, pode não ir, né? vai lá, assiste a reunião, sai. Sem é como também o irmão X tem uma mensagem que vale a pena, né, nós buscarmos a reflexão que, eh, se
quentador, do simples frequentador, que pode ir, pode não ir, né? vai lá, assiste a reunião, sai. Sem é como também o irmão X tem uma mensagem que vale a pena, né, nós buscarmos a reflexão que, eh, se chama o discípulo de perto. Então, aquele que se torna o trabalhador realmente efetivo de uma instituição, ele é convidado a ser o discípulo de perto. Esse discípulo de perto é aquele que tem outro perfil. diferente do frequentador ou do discípulo chamado pelo irmão X de longe, que pode crer, que pode descrer, né? que pode apresentar desculpas para não eh fazer isso, não assumir essa ou aquela responsabilidade, mas o discípulo de perto, né, ele é aquele que vai com Jesus subindo realmente a grande montanha da aprendizagem, do serviço ao próximo. E nós temos, de fato, entendemos essa visão de modo geral, os trabalhadores, quando nós conversamos, participamos de encontros, fazemos as formações iniciais e continuadas, né? Há de fato essa ideia de que nós estamos na casa espírita para servir ao próximo. No entanto, cuidado, não é o próximo, esse que vem e pode não vir, esse de longe. O primeiro próximo que nós temos de fato a atender, a amar, é o que está ombro a ombro, lado a lado. Ou seja, é o próximo mais próximo, é o irmão, é aquele companheiro, né, que está conosco, né, na reunião de estudo, né, no grupo de estudo, é aquele que está na reunião medium conosco, é aquele que integra as equipes de trabalho do atendimento espiritual, da assistência social, da comunicação e assim por diante. É aquele que está evangelizando crianças e jovens. Então, nós não podemos criar essa dicotomia ou essa separação de que nós estamos ali para servir o próximo que chega na instituição. Claro, nós estamos para desenvolver esse trabalho, mas o nosso companheiro, né, de jornada, o nosso amigo, irmão, ou aquele irmão que está integrando o grupo de trabalho, é também o nosso próximo. Isso nós não podemos esquecer. E Emanuel chama bastante atenção quando ele diz exatamente isso. E está aqui, né, ele
ou aquele irmão que está integrando o grupo de trabalho, é também o nosso próximo. Isso nós não podemos esquecer. E Emanuel chama bastante atenção quando ele diz exatamente isso. E está aqui, né, ele nos dizendo que, né, o o mandamento é principalmente para aqueles que se encontram esse novo mandamento na comunidade cristã. Eis que vos ameis uns aos outros. Olha a expressão belíssima que ele vai usar, né, no próximo parágrafo. Assegura o deve assegurar o regime da verdadeira solidariedade entre os discípulos. E ele estabelece aqui duas condições para nossa reflexão, a confiança fraternal e a certeza do entendimento recíproco. Então, o ambiente do trabalho espírita na casa espírita, claro que nós não temos o grupo perfeito, né? a gente sabe disso, mas há uma necessidade que é uma necessidade ímpar, né? é uma necessidade fundamental, essencial de que nós estabeleçamos a relação de confiança fraternal e a certeza do entendimento recíproco. Claro, nós não temos a ilusão de achar como muitas vezes neófitos, vamos dizer assim, que ingressam, né, nas casas espíritas, movimento espírita e que se admiram, né, muitas vezes de modo negativo, achando que a gente no interior de uma casa espírita, a gente é tudo perfeitão, é tudo santo, é tudo santo, é tudo espírito de primeira ordem ou pelo menos de segunda, né, mas não é verdadeiro. Nós nos diz o espírito Albino Teixeira pela mediunidade do nosso Chico Xavier. Exatamente. Nós não nos comprometemos em termos de passado apenas no ambiente familiar e social amplo. Ô coisa fofa aí, Larissa. Mas também nos comprometemos em nossas ações, em nossas atividades de instituições religiosas, de grupos religiosos. Então, muitas vezes, no grupo no qual nós estamos desenvolvendo a nossa atividade espírita, nós encontramos albino Teixeira, afetos e desafetos. E agora como é que fica? Então, nós temos essa recomendação de Jesus que nos fala exatamente na confiança fraternal. E nem sempre nós conseguimos ter essa certeza. Nem sempre nós temos a certeza do entendimento
mo é que fica? Então, nós temos essa recomendação de Jesus que nos fala exatamente na confiança fraternal. E nem sempre nós conseguimos ter essa certeza. Nem sempre nós temos a certeza do entendimento recíproco. Aí aqueles que nos ouvem, obviamente, estão perguntando: "O que é que eu faço?" Então, o que o que é que a gente faz quando a gente tem no grupo de trabalho? a problemática tipatia e às vezes até da rejeição. Então nós temos de fato o chamamento de Jesus quando alerta que entre aqueles que eram seus discípulos, né, não houvesse aquilo que Salomé, mãe dos famosos irmãos João e Tiago pediu, né, e que criou um probleminha ali naquele momento. Quando ela pede que fique um filho à direita, outro à esquerda, enfim, que os filhos se sentassem ao lado de Jesus novo reino. E Jesus para exatamente resolver o problema, né? Perguntou se os meninos iriam beber cálice, os meninos responderam que sim. Claro, né? A mãe olhando tinham que responder que sim, né? E Jesus para provar que até Jesus, né? tinha também a dificuldade de lidar com a mulher braba que era Salomé. Ele diz assim, mas quanto a ficar, né, uma direita esquerda tem que ser com o pai no popular Adriano Jesus jogou para a estância superior. Mas o que o que é que vai acontecer? O que vai acontecer é que os outros ficam naquela, aquela, né, e fvescência, né, aquela cora de Jesus diz entre vós não seja assim. Não haja disputas, não haja, né, esse tipo de concorrência. Isso serve para nós como um grande norte, que é o que Paulo também vai nos dizer em uma de suas cartas, que não façamos nada, né, para no popular aparecer por orgulho, mas também nada de contendas. Então nós gostaríamos nesse momento em que nós estamos iniciando basicamente o ânimo lugares, né, a atividade das casas, o planejamento, a reorganização de setores, que nós lembremos dessa assertiva Paulo de Jesus, né, de Albino Teixeira, da nossa profunda responsabilidade uns para com os outros. Percebemos aquele irmão mais testinho, mais cabe baixo, né? aquela irmã que de
bremos dessa assertiva Paulo de Jesus, né, de Albino Teixeira, da nossa profunda responsabilidade uns para com os outros. Percebemos aquele irmão mais testinho, mais cabe baixo, né? aquela irmã que de repente não está podendo aparecer a tarefa, está com dificuldade, chega atrasada, sai correndo. Então, nós precisamos desenvolver olhos de ver, ouvidos de ouvir e a sensibilidade para identificar exatamente nossos quadros de trabalhadores os nossos irmãos, desenvolvendo uma atitude profundamente o quê? fraternal de cuidado, de atenção, porque nós fazemos isso com quem chega a casa espírita, porque não podemos ou não nos sentimos realmente, né, comprometidos com o olhar, com o ouvir, com o observar aquele que está conosco nas fileiras de trabalhadores. Então nos diz Emanuel que em todas as relações comuns o cristão amará o seu próximo, claro, como a si mesmo, mas que no lar de sua fé, tradução na sua instituição religiosa, conta com irmãos que se amparam efetivamente uns aos outros. E aí assevera esta razão do novo mandamento para que na nossa comunidade, na nossa instituição, exercitemos esse olhar fraternal, amigo, de amparo recíproco. Porque muitas vezes nós temos uma leitura um pouquinho, vamos dizer assim, diferente. Casas grandes, né? muitas vezes, como sei, pode ter, podem ter essa dificuldade, quem é o irmão? Por isso os coordenadores de setores, né, aqueles trabalhadores mais de frente tem que aguçar essa visão, essa leitura do outro para que de fato possa significar que esse ambiente, né, esse ambiente que é o ambiente, como diz o irmão, é o lar da nossa fé, ele possa ter não só h uma compreensão, vamos dizer assim, intelectual, uma compreensão dos princípios. Não, não é só isso. Temos que ter também a compreensão de que na instituição nós temos os trabalhadores dedicados, muitas vezes sacrificiais à suas noites, suas jornadas. a folha de serviço do nosso irmão, da nossa irmã. Como é que nós estamos, né, vivenciando isso? Como é que nós estamos observando? Então, Emanuel diz que é na casa, a
ais à suas noites, suas jornadas. a folha de serviço do nosso irmão, da nossa irmã. Como é que nós estamos, né, vivenciando isso? Como é que nós estamos observando? Então, Emanuel diz que é na casa, a nossa casa, o nosso lar, o nosso se, a nossa federativa. É ali que nós também precisamos amar e ser amados. Precisamos realmente fazer o bem, agradecer a oportunidade. Não tenhamos o orgulho que muitas vezes nós entendemos existir. Às vezes o irmão está passando por tanta dificuldade, tanta limitação no seu lar, né, na sua atividade profissional, mas não quer, tem medo, tem receio. Não há um ambiente acolhedor para envolver aquele irmão, aquela irmã. Então, é preciso que nós busquemos essa compreensão. A mente neste momento me faz lembrar, não sei se soprando ou não, que certa feita a convite do se primeira vez nós preparamos um trabalho, um seminário que era exatamente porque nos tornamos trabalhadores espíritos. Todo ele com base na obra Vinha de Luz, com duas contribuições de caminho, verdade e vida, mas todo ele em vinha de luz. E era exatamente buscando as reflexões de Emanuel sobre essa necessidade que temos de nos amarmos, nos ouvirmos, nos sentirmos, hã, nos observarmos e principalmente a criação desse ambiente de confiança. né? A certeza do entendimento, a certeza de que nós podemos nos socorrer uns aos outros, porque assim Jesus nos ensinou. E aproveitando esta oportunidade maravilhosa, né, dos 80 anos, de, né, eh, surgimento no seik do trabalho da evangelização. A turma aí já era moderna, porque eu que fui evangelizada nos anos 60, né, a gente chamava aula de moral cristã. Aí o negócio é mais moderno, já começa, viuando, é como evangelização. Aí só uma informaçãozinha aqui na nossa casa, Federação Espírita do Rio Grande do Norte, que estará completando 100 anos. Vamos ser centenário também, viu Adriana? Agora em abril, né, quando foi fundada a federação, foi fundada a escola, uma escola cujo nome Leocádio José Correira, ou seja, Rio Grande do Norte e o Paraná, tendo
er centenário também, viu Adriana? Agora em abril, né, quando foi fundada a federação, foi fundada a escola, uma escola cujo nome Leocádio José Correira, ou seja, Rio Grande do Norte e o Paraná, tendo Leocário, querido e amado Leocário, né, com uma ponte de intercessão dessas duas federativas irmãs. né? Então, o que nós poderíamos desejar em especial, vou falar agora para as nossas irmãs Larissa, Lisandra, todos os irmãos que atuam na área da evangelização, quando nós eh tivemos a oportunidade em 2015 de publicação, né, da obra Orientação para ação evangelizadora espírita da infância e da juventude, eh, Federação Espírita Brasileira, ele, o seu conselho federativo nacional, nós temos uma um item específico que é exatamente qualidade na evangelização. Porque se nós vamos passar um tempo com a nossa criança e com o nosso jovem para apresentar Jesus, seu exemplo, sua palavra, suas proposições, então nós temos que ter qualidade doutrinária, qualidade pedagógica, temos que aprender a nos organizar, mas nós temos também que ter a qualidade relacional. Que que é isso? é que o grupo não pode se fixar só na atividade desenvolvida, planejamento e execução. É preciso criar espaços de convivência comunitária. nosso André, querido, André Siqueira, passou por aí, hoje, está por aí, vai participar da conferência maravilhosa e ele é da área da comunicação. E nós sabemos que nós temos que ter laços de afeto, mas também instrumentos de comunicação, comunicação uns com os outros dentro da tarefa. Temos que ter ali aquele famoso grupo coletivo de WhatsApp, né? Temos que quando sentir qualquer coisa, ligar pro irmão em especial, né? marcar de quando em quando uma saída, né, para que a gente possa se encontrar, conversar, rir, brincar, cantar, né, e assim por diante. Porque nós temos que criar um sentido de comunidade. Por isso que o nosso Emanuel vai exatamente falar acerca, né, da comunidade cristã. Não é um agrupamento de pessoas para fazer atividade só. Não, não é isso não. É muito mais além. É
do de comunidade. Por isso que o nosso Emanuel vai exatamente falar acerca, né, da comunidade cristã. Não é um agrupamento de pessoas para fazer atividade só. Não, não é isso não. É muito mais além. É como diz a minha neta aqui, é sobre, ou seja, é mais. Então, nós temos que buscar esse caminho para que de fato entre nós haja esse sentido, né, de apoio recíproco, de confiança, né, de amizade, porque além de tudo nós somos exatamente convidados a mantermos esses laços de afeto profundos, laços de cuidado. laços de interesse para que a tarefa a ela possa ser executada com esse traço da amorosidade. Então, o novo mandamento é esse mesmo, que a nossa comunidade, os nossos grupos de trabalho se caracterizem não só pelo seu fazer, não só pela competência, não só pela formação dos trabalhadores, mas porque aprendemos no na luta diária a nos entendermos, a nos portarmos como irmãos. Parabéns ao Seik pelos 80 anos de evangelização. Parabéns pelos 90 anos que completará a este ano e que nós possamos seguir adiante, lembrando sempre que o Senhor ele perguntará por nós, perguntará para nós quantas reuniões participou, quantos passos aplicou, quantas palestras fez, quantas lives s. Não, não é só isso. Isso já tem lá no arquivo. E se a gente fica maravilhado com a Iada aqui, imagine a Ide lá, tem tudo. Mas é aquilo que o meu amado André Luiz Peixinho dizia: "O que é que esta doutrina de luz e de libertação tem feito no meu interior, na minha intimidade, no meu modo de ver e de olhar o meu próximo, de preferência também pelo próximo mais próximo." Beijo, Lisandra, Larissa, Adriano. Sigamos adiante. >> Obrigado, querida. Como diz o pessoal no chat, a gente ia ficando aqui te ouvindo por muito mais tempo, né? Porque é sempre muito bom, muito, muito bom mesmo. Mas vamos orar. Eu convido a todos a permanecerem um tantinho mais depois da oração. A gente quer ainda fazer uma divulgação agora relacionada à nossa conferência estadual espírita. Estamos na semana, né, da conferência. Queremos divulgar mais uma vez, mas
tinho mais depois da oração. A gente quer ainda fazer uma divulgação agora relacionada à nossa conferência estadual espírita. Estamos na semana, né, da conferência. Queremos divulgar mais uma vez, mas vamos orar, aproveitando esse momento de reflexão e depois retornamos. Vamos lá então. Querido amigo de todas as horas, como é bom lembrarmos dos teus ensinamentos, a necessidade de amarmos ao nosso próximo, mas também a necessidade de amarmos ainda mais aqueles que fazem parte da nossa do lar da nossa fé. como nos disse o benfeitor Emuel, que possamos então vivenciar o amor onde quer que estejamos. Bem, sabemos que a necessidade se inicia na intimidade do próprio lar, junto àqueles que hoje figuram na nossa existência, na condição de pais, de mães, de irmãos, de filhos, dos parentes mais próximos. E o Senhor que transitou pelo mundo, trazendo-nos essa revolução, esse ensinamento tão importante do amor, precisamos todos nós refletir diariamente, permanentemente sobre a necessidade de trazermos para as nossas vidas com mais frequência essa reflexão. sobre a necessidade de amar. Que a lição de hoje não fique apenas no dia de hoje, nas nossas mentes, mas que possamos levá-la para as nossas vidas. Queremos, Senhor, também pedir por estes nossos amores que passam eventualmente por dificuldades. Os desafios que a vida apresenta, os enfrentamentos no campo da saúde, no campo dos relacionamentos, tantas dificuldades. E este mundo, com suas notícias de violência e de guerra, que acabam por nos atingir, afetando o nosso ânimo, auxilia-nos a permanecermos confiantes de que o Senhor permanece no leme, a tudo coordenando e que depois dessa tempestade viveremos, sem dúvida nenhuma, como período de bonança. Assim, auxilia-nos a perseverarmos no bem. Fica conosco, Senhor, e que possamos nós, de nossa vez, permanecermos ao teu lado sempre. Que assim seja. Queridas irmãs e queridos irmãos, eu queria divulgar mais uma vez, porque ainda há tempo, eh, a nossa 28ª Conferência Estadual Espírita. Muito especialmente
ecermos ao teu lado sempre. Que assim seja. Queridas irmãs e queridos irmãos, eu queria divulgar mais uma vez, porque ainda há tempo, eh, a nossa 28ª Conferência Estadual Espírita. Muito especialmente no dia 13, que é a palestra de abertura da conferência, nós teremos então no Teatro Positivo nosso companheiro Alberto Almeida. Também transmitiremos sim pelo canal FEP, o canal da Federação Espírita do Paraná. outros parceiros de transmissão estarão conosco. A conferência tem muitos parceiros de transmissão, inclusive a própria TV Mansão do Caminho. Então, aqueles que não puderem estar aqui, naturalmente poderão assistir também, mas aqueles que são de Curitiba e região, não percam a oportunidade de estarem lá presencialmente. É outra coisa. a possibilidade de vivermos o ambiente fluídico, os encontros da grande família espírita que se reúne ano após ano para a realização desse grandioso evento. Então, no dia 13, Alberto Almeida, no dia 14 estaremos lá. Alberto de novo, Alessandro Viana Vieira de Paula, Sandra Dela Pola, teremos Artur Valadares, nosso presidente da FEB, Jorge Godinho. Então, será uma festa espiritual e todos vocês estão convidados. Os que puderem, ainda temos alguns convites à disposição, adquiram através do site do Simpla, né? As informações estão todas no site da conferenciaespírita.com.br br ou no site da Federação Espírita do Paraná, feparaná.com.br. Queremos poder abraçar a todos vocês lá presencialmente. Nos procurem, digam, olha, eu sou lá do evangelho que a gente vai ter uma prazer, uma alegria de poder abraçar cada um de vocês. Feito o convite, queremos te agradecer, Sandra Borba, pela tua presença aqui mais uma vez. Foi como sempre uma maravilha. Muito obrigada, minha querida irmã. >> Eu que agradeço. Desejo a todos uma boa conferência. Este ano não estaremos aí, mas o coração está e a vibração também, né? E que de fato aqueles que puderem estar é muito bom esse clima espiritual, essa vibração que envolve a conferência eh alimento para as nossas almas. Eu
aí, mas o coração está e a vibração também, né? E que de fato aqueles que puderem estar é muito bom esse clima espiritual, essa vibração que envolve a conferência eh alimento para as nossas almas. Eu espero que vocês estejam lá. >> Isso mesmo, Lisandra, Larissa, obrigado pela presença de vocês, viu? Foi muito bom. Prossigam firmes, né, na tarefa da evangelização da infância e da juventude, no seu caso também, né, Lisandra, porque é um é um trabalho maravilhoso, né? E quem passa pelo dig jamais deixa o Dig, né? Tá aí a nossa S. >> Jamais, jamais. Tá, Adri. >> Isso também já passei por ali e a gente tem uma uma alegria muito grande de poder estar sempre trabalhando nesta área especificamente. Queridas irmãs, queridos irmãos, então muito obrigado pela atenção. Quero desejar a todos um excelente final de domingo, uma ótima semana e e que Deus nos permita o encontro em breve, senão ao longo da semana no próprio Evangelho, domingo que vem, se Deus quiser, estaremos aqui de volta. Fiquem com Deus e tchau, tchau. Até a próxima.
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