Bloco 4 - 9º CEU 2026 – Congresso Espírita de Uberlândia - 17 anos Web Rádio Fraternidade

FEBtv Brasil 25/01/2026 5:11:50

Bloco 4 - 9º CEU 2026 – Congresso Espírita de Uberlândia - 17 anos Web Rádio Fraternidade https://youtube.com/live/MHakra5MQrk 7h – Abertura da Transmissão 7h30 às 8h – Acolhimento e Harmonização Apresentação Musical: Moacyr Camargo (MG) – 30 min 8h – Avisos e Prece Inicial PALESTRAS 8h10 às 9h – PALESTRA 10 (50 min) Tema: Diante dos desafios, não nos esqueçamos: “Sou o grande médico das almas e venho trazer-vos o remédio que vos há de curar...” Expositor: Simão Pedro de Lima (MG) 9h05 ...

Transcrição

seguiu ontem, dia 24, e vai se encerrar hoje, dia 25. E agradecendo demais você que se juntou a nós nesta ideia de cobertura com esse estúdio que a gente montou, né, com esse aquário aqui no meio do pavilhão, onde a gente tem os vários standes, área de credenciamento, área de autógrafos e a gente foi eh com essa ideia levantar uma forma de interagir com você. O pessoal tá chegando aqui nas redes sociais. Eu queria agradecer demais quem tá conosco acompanhando pela rádio, né, ouvindo a nossa programação e agora também tá chegando aqui no YouTube, porque hoje o dia é intenso, esse último dia que nós temos de evento do nosso nono céu. Nós vamos ter agora de manhã a primeira exposição com Simão Pedro a partir de 8:10, mas a gente vai ter antes do Simão, nós vamos ter a apresentação do nosso querido Moacir Camargo. Então, muito bacana, muito legal o trabalho que a gente tem acompanhado do nosso querido Moacir, que ano passado completou 50 anos de carreira, de trabalho, de evangelização pela música. Aí depois a gente tem o Simão Pedro às 8:10. Tem também o nosso querido Jorge Godinho que tá conosco aqui em Uberlândia. Eh, a, e vai falar pra gente, deixa eu falar aqui, vamos lá, vamos voltar. O Simão Pedro vai nos a vai nos conduzir numa reflexão cujo tema eh Diante dos Desafios, não nos esqueçamos, sou o grande médico das almas e venho trazer-vos o remédio que vos há de curar. Essa vai ser a exposição que a gente vai acompanhar daqui a pouquinho com o nosso querido, o nosso querido Simão Pedro. O nosso querido Jorge Godinho vai falar logo em seguida, por volta de 9 horas, 9:05, em que a gente vai ter ele trazendo pra gente refletir o tema Nossa Jornada perante a lei de causa e efeito, a justiça divina, a reencarnação e a esperança. E aí nós vamos ter um intervalo de 1 hora, eh, que vai ser de 9, eh, de 9:55 às 10:55. A gente vai estar aqui na Suí, vai tentar trazer alguns amigos expositores pra gente conversar um pouquinho sobre as atividades, sobre o trabalho e interagindo com você que vai

, eh, de 9:55 às 10:55. A gente vai estar aqui na Suí, vai tentar trazer alguns amigos expositores pra gente conversar um pouquinho sobre as atividades, sobre o trabalho e interagindo com você que vai estar aqui com a gente no estúdio. Nós vamos ter também depois do intervalo a por volta de 11 horas da manhã nosso querido Víor Hugo, menino, que vai abordar um tema também muito bacana, e amai, espalhando o evangelho por toda parte. e para todos os povos. Findado, esse será o bloco da manhã de atividades que a gente vai ter, né? Eh, depois a gente vai ter um intervalo de 2 horas para almoço. No período da tarde, o que que vai acontecer? Nós vamos ter aquele momento jovem, aquele momento das crianças em que elas que durante esses três dias se prepararam com aulas, com atividades, com evangelização e também se prepararam treinando paraa apresentação que vai acontecer logo após o almoço. Nós vamos ter a apresentação musical do céinho, vamos ter a apresentação musical do céu jovem. É o momento em que eles mostram paraas famílias e mostram para você que tá com a gente aí acompanhando eh como é que foi feito o trabalho, o resultado do trabalho. A gente lembra que nos anos anteriores nós tivemos os jovens compondo músicas que foram apresentadas aqui no céu durante eles eles compuseram as músicas durante as oficinas que foram feitas ali nas atividades eh realizadas com eles e ficaram lindas, lindas, lindas. Então, por volta de 2 horas da tarde, nós vamos ter a apresentação dessas crianças e desses jovens. Feito isso, lá pelas 2:50, nós vamos receber o nosso amigo, nosso querido irmão Lacord Faiad. O Lacordé, ele tá vindo pela primeira vez aqui no céu e é um querido amigo e ele vai abordar um tema que para mim eh toca muito porque é o prefácio do evangelho. Os espíritos do Senhor, que são as virtudes dos céus, qual imenso exército que se movimenta ao receber as ordens do seu comando, espalham-se por toda a superfície da terra. ele vai discorrer pra gente eh não só sobre esse trechinho

as virtudes dos céus, qual imenso exército que se movimenta ao receber as ordens do seu comando, espalham-se por toda a superfície da terra. ele vai discorrer pra gente eh não só sobre esse trechinho que a gente ouviu, que o pessoal preparou para ser a temática abordada por ele na palestra, mas também vai aprofundar um pouco mais as reflexões. Aí a gente vai ter às 3:45 a nossa querida Euláia Bueno fazendo a sua exposição. Meu reino ainda não é deste mundo. transição planetária e a implantação do reino de Deus na Terra. Aí a gente tem um pequeno intervalo, né, um intervalo de 15 minutos pra gente esticar as pernas e aí a gente vai ter a palestra do nosso amigo Jorge Alará encerrando as atividades do nosso encerrando sendo a última palestra, né, das atividades do céu, em que a gente tem ele abordando o tema central do nosso evento. Nunca tem, eu seguirei convosco e vos aguardarei por todo sempre. E aí, depois disso, nós vamos ter um vídeo resumo do nosso evento. Tem também uma fala da coordenação. E aí nós vamos ter a prece e uma surpresa que o pessoal da coordenação preparou para compartilhar com todos aqueles que estarão aqui no local. E a gente espera que também contagie quem tá do outro lado, quem tiver acompanhando em áudio ou mesmo em vídeo. Foi preparado com muito carinho, né? Foi preparado para 50.000 mãos para que pudesse dar certo. E eu acho que vai ser assim algo que a gente nunca viu, né, assim num evento. Então vai ser um teste drive assim pra gente ver se realmente eh vai funcionar do ponto de vista teórico e vai ser muito bacana. Eu espero que o pessoal que tá aqui se sensibilize. E é isso. Mas antes, já já acho que vocês já estão cansados de me ouvir. Então vamos fazer o seguinte. Eu vou pedir pro meu amigo Guilherme soltar aquele material que o Fábio Carlos preparou ontem e mandou pra gente. Eu sei que você tá tomando café, né? Mas vamos lá. Ele foi no, ele pediu para que ele desse uma volta e escolhesse algo para mostrar pra gente. Vamos lá. Vamos ver.

preparou ontem e mandou pra gente. Eu sei que você tá tomando café, né? Mas vamos lá. Ele foi no, ele pediu para que ele desse uma volta e escolhesse algo para mostrar pra gente. Vamos lá. Vamos ver. >> O congresso tá no intervalo. A gente vem no congresso aqui em Minas Gerais. Só que quando a gente vem no congresso em Minas Gerais, a gente dá uma fugidinha lá das palestras para tentar encontrar aquelas delícias que só tem aqui em Minas, né? E aí nessa banca aqui tá uma fila para levar esse queijo que que é lá da Serra da Canastra, aquele queijo muito famoso, né? Pessoal aqui da banca tava dizendo que o queijo chegou por volta de meio-dia. São meiodia e 11, tá quase acabando já. Tá quase acabando o queijo aqui e eu tô na fila porque além de fazer essa gravação, eu também quero levar esse queijo. >> Tô na fila do queijo. A gente vê no congresso ficando sempre para trás. >> Tô ficando para trás. >> Nossa, será que vai sobrar o queijo, gente? >> Eu dig garantia. Melhor pegar >> agora. Você vai comprar quantos? Eu vou comprar um por enquanto. Por enquanto, porque para todo mundo conseguir comprar, porque senão não dá para todo mundo. >> E por que que você decidiu levar esse queijo? >> É porque ele é maravilhoso. Ele é primeiro sem segundo. Primeiro sem segundo. >> Como é que você chama? >> Illenoi. >> De onde você é? >> Sergipe. >> De Sergipe. Você vai levar para Sergipe ou vai comer aqui? >> Sergipe. Vou levar para lá para compartilhar, querido. >> É isso aí. Tá vendo os queijo vai viajar pelo Brasil inteiro. >> Brasil inteiro. Com certeza. Brasil inteiro. >> Aí >> estávamos esperando ansiosamente a chegada desse queijo. >> É sim. A gente ia pro almoço. Aí minha amiga ouviu que eu já tinha perguntado a ele, ele disse que chegava meio-dia, ela não quis nem saber de almoço. Primeiro queijo, >> depois almoço. [risadas] >> Tá vendo? Ninguém quis saber que horas que o Aroldo vai chegar, gente. Qu horas vai ser a palestra do Aroldo? Ninguém quis saber. Você não tem noção, todo

imeiro queijo, >> depois almoço. [risadas] >> Tá vendo? Ninguém quis saber que horas que o Aroldo vai chegar, gente. Qu horas vai ser a palestra do Aroldo? Ninguém quis saber. Você não tem noção, todo mundo foi em cima dele. [risadas] Arô só. Ô Aroldo, mais sucesso que que os nossos palestrantes. Só esse queijo, viu? >> Só o queijo. Só o queijo. >> É lá da Serra da Canastra mesmo. Da Canastra mesmo, né? Não >> veio ontem. Ontem. Ontem não veio porque tava chovendo muito as estradas, não conseguia passar. >> Vai ter vindo ontem. >> Meu Deus. >> É, vem lá de São Roque, tá? Em Medeiros. >> Sei. Região produtora de queijo lá. Grandes produtores. Muito obrigado. Aqui, ó. >> Quero só ver quem lá de Goiás, >> quem lá de Goiás que vai? >> Eu tô, eu tô vindo lá de Goiás. >> Como é que é? Eu tô comprando porque as minhas amigas vieram no ano passado e elas disseram que esse que eu conheço o canasta, mas elas me disseram que a produção deles é muito boa, a qualidade do queijo é excelente. >> Tá isso daí, gente. As assim, a serra da é mais do que uma, eu acho que é todo mundo que fala de queijo lembra desse queijo que é produzido na região da Serra da Canastra. E aí é famoso porque são várias vários produtores de desse queijo da Serra da Canast. Eles, esses aqui são, esse aqui é um dos vários produtores que tem lá na região da C da Canastra, né? Como é que é? >> Ah, é, pois é. Não é esse? Por que que e queijo é esse? Qual que é a diferença desse queijo? Sei lá, com um queijo que eu compro lá em Goiás? é a questão da, vamos dizer assim, da estrutura da vegetação que é única na Serra da Canastra, tem a altitude e lá a vegetação, ela tem uma proteína diferenciada e que dá uma e que o leite fica com a proteína diferenciada e dá um sabor apurado único que existe. É por causa justamente do que da região, porque é uma região de serra e somente lá tem uma vegetação específica, vamos dizer de capim, né, que dá um toque diferencial no na proteína final do leite, onde dá esse gosto. Vamos dizer, mas pegado, né? Um gosto

egião de serra e somente lá tem uma vegetação específica, vamos dizer de capim, né, que dá um toque diferencial no na proteína final do leite, onde dá esse gosto. Vamos dizer, mas pegado, né? Um gosto mais marcante do queijo que é único. >> Sei. >> Esse queijo aqui tá custando quanto? >> 75 a peça. >> Mas o queijo da Cança chega a custar quanto? >> Esse é porque a gente traz a base de preço de custo, né, do produtor. A gente não bem dizer não tem lucro nenhum, né? >> Hoje tem lugares até R$ 150, 180, depende dos mercados. São Paulo mesmo. O mesmo queijo aqui que a gente tá vendendo é pode ser encontrado a 180 no mercadão. Mercadão. >> E não só por conta do transporte, mas também por conta da qualidade dele. >> Qualidade, exatamente. É um produto único também, né? Então dependendo das da localidade se sobatura, porque também não é um produto que você não encontra em qualquer esquina, né? Ele é bem escasso, né? Porque a região ela é ao mesmo tempo grande, ao mesmo tempo não, ela é curta. São poucos produtores de queijo realmente, vamos dizer assim, da caná mesmo, né? que tem essa vegetação. >> A demar e aí tudo que vocês arrecadarem aqui, como é que é? >> Vai pra instituição do Instituto Espírito do Amor. >> Ah, que é uma de pratinha. >> De pratinha. Isso mesmo. >> Ô, obrigado então, viu, gente? >> Obrigado. Obrigado. Muito obrigado. Eu vocês nem tm aqui pra degustação, né? Porque nem precisa, né? >> Nem dá tempo, viu? >> Nem dá tempo. Falou, gente. Tchau. Obrigado, viu? Um abraço. >> Pois é, né, gente? Logo de manhã cedo assim. Ô, Fábio, você é custoso, hein, cara? comprou um queijim também, né? Mas é irresistível, né? Muito bacana a gente ter esse produto que no caso que o Fábio tava mostrando, é lá do Instituto Espírita do Amor, que fica ali em Pratinho. Um abraço pro nosso querido amigo Júlio Carvalho. A gente tem um carinho muito grande e conhece o trabalho que ele realiza lá, o trabalho social. E a banca tá aqui para que os recursos possam ser levados também pro

nosso querido amigo Júlio Carvalho. A gente tem um carinho muito grande e conhece o trabalho que ele realiza lá, o trabalho social. E a banca tá aqui para que os recursos possam ser levados também pro trabalho de assistência fraterna que ele realiza ali naquela região de Pratinha, Ibi e outros que estão ali acolhendo muitas pessoas necessitadas, moradores de rua, enfim, Instituto Espírita do Amor tem um trabalho muito bonito realizado e muitos dos recursos que ajudam a manter advém dos produtos. O Fábio mostrou os o queijo, mas tem os docinhos, enfim, tem muita coisa bacana. Mas a gente tava falando das nossas atividades hoje de manhã, né, em que a gente pôde eh fazer com que a gente se preparasse para esse dia, né, esse nosso nono céu, cujo tema nunca temais. Eu seguirei convosco e vos aguardarei por todo sempre. E a gente vai percebendo que eh a cada palestra que foi trazida pra gente no dia de ontem, né, e que foi tocando os corações de cada um dos nossos irmãos, a gente vai se preparando também pros embates da vida, dos embates da caminhada que a gente tem, cada um de nós com as suas dificuldades, cada um de nós com as suas dores, com as suas lutas e perceber que Jesus está sempre nos ao nosso lado, nos ajudando, nos sustentando, nos direcionando para que a siga, siga nessa jornada. Queria mandar um abraço pro pessoal que tá escrevendo aqui, né? Que que legal receber o carinho de todos vocês. E eu queria que vocês fossem se manifestando mesmo, como é que vocês eh eh têm eh acompanhado vendo o que que vocês acharam, né? Ontem a gente teve muita gente falando dos nossos expositores eh jovens que aqui estavam, né? os expositores também mais experientes contribuíram muito com os temas que cada um foi abordando, que cada um foi trazendo e de certa forma mostrando pra gente instrumentos pra gente ir lidando com a série de de lutas que a gente que a gente tem no dia a dia. Mas eu queria aproveitar que a gente ainda tem uns minutinhos antes de começar lá no salão principal

instrumentos pra gente ir lidando com a série de de lutas que a gente que a gente tem no dia a dia. Mas eu queria aproveitar que a gente ainda tem uns minutinhos antes de começar lá no salão principal e mostrar para vocês o convite pro nosso CEL 2027. Vamos lá. Quando a luz nasce, ela não precisa lutar contra a escuridão. [música] Ela simplesmente ilumina. Assim é o amor de Jesus, uma luz que [música] transforma tudo ao seu redor. [música] Meus discípulos serão reconhecidos. >> por muito se amarem. Palavras que atravessam séculos [música] e continuam chamando cada um de nós. Haverá um só rebanho, um só pastor. No mundo em que ainda surgem divisões, dores e incertezas, o Cristo [música] nos devolve o rumo. Ele é o amor que acolhe, que une, que cura. A [música] fraternidade é a norma sublime do Evangelho. É lei divina [música] que clareia os caminhos humanos. é o amor e a presença de Deus entre nós. A fraternidade [música] será a base da nova era. Por isso, em 2027, não será apenas um encontro, será um reencontro com Cristo, [música] com a esperança, com a fraternidade, com a nossa missão [música] espiritual. >> 10º Congresso Espírita de Uberlândia. A fraternidade em Jesus, um só rebanho, um só pastor. Dias 29, 30 e 31 de janeiro [música] de 2027 no Center Convention em Uberlândia. Dias para sentir profundamente, dias para aprender e dias para [música] amar mais. Amai-vos uns aos outros como eu vos amei. >> Venha caminhar conosco na luz do Cristo. Venha viver a fraternidade [música] que nos reconduz ao coração de Jesus. Informações e inscrições. [música] Acesse www.congressosespespírita.com.br. Esperamos você. Gente, não tem como não se emocionar quando a gente assiste esse vídeo. Queria mais uma vez agradecer demais ao Henrique, que é o nosso produtor dessa área. Ele foi muito feliz na escolha das imagens, no casamento do texto, com a formatação do vídeo. Eu falei para ele assim: "Cara, você foi muito inspirado, muito legal e a gente espera você". Eu acho que ainda tem inscrição aberta lá

a das imagens, no casamento do texto, com a formatação do vídeo. Eu falei para ele assim: "Cara, você foi muito inspirado, muito legal e a gente espera você". Eu acho que ainda tem inscrição aberta lá nesse primeiro lote promocional que nós lançamos ontem, né? às 22 horas o site foi aberto. Então, se você quiser, já se prepare para tá com a gente. As vagas são limitadas porque o espaço é limitado. Então, a gente tem aqui nesse local que abriga o centro de convenções 2100 lugares. Então, infelizmente a gente não pode nem colocar mais pessoas nesse espaço. Então, a gente tá com o primeiro lote com valor promocional, tanto pro céu eh adulto, quanto pro céu jovem, quanto para o cézinho, que são espaços também com vagas limitadas, né? Então, por exemplo, para que você possa ter uma ideia, nós temos no céinho cerca de 90 vagas para receber crianças de 6 a 12 anos. No céu jovem, nós temos um espaço também limitado que comporta cerca de 130 135 jovens da com idade de 13 a 21 anos. Então, se você tá se tá com a vontade de estar aqui com a gente, então se programe, já adquira a sua inscrição com esse lote promocional que foi lançado e venha estar com a gente, fazer com que esse 10º, né, 10º céu possa também ser um momento de fraternidade, de amor, de muita paz junto a todos nós. Então, a gente vai eh na sequência também convidar você que tá chegando aqui e se preparando aí no salão principal para poder eh sentir um pouquinho dessa harmonia. A gente tem no folheito que foi distribuído aqui para as pessoas a música tema do congresso e que você possa se preparar também para cantá-la aí na sua casa espírita junto com as pessoas. Uma coisa que eu queria também convidar você que tá chegando, tá aqui no salão, compartilha o link com a transmissão para seu sua casa espírita, seu seu grupo de trabalho mediúnico, por exemplo, de atendimento fraterno. Compartilha lá. eles não puderam estar aqui para que eles possam acompanhar pela Rádio Fraternidade, pela TV Fraternidade, pelos vários outros canais

o mediúnico, por exemplo, de atendimento fraterno. Compartilha lá. eles não puderam estar aqui para que eles possam acompanhar pela Rádio Fraternidade, pela TV Fraternidade, pelos vários outros canais parceiros que somam conosco nesta transmissão ao vivo que a gente tá promovendo deste último Congresso Espírita de Uberlândia nessa edição de 2026, último dia que eu quero dizer, né, de transmissão do congresso, em que a gente vai receber o pessoal aqui nos standes, né, muito, muita gente chega aqui nos standes. E eu queria também aproveitar para falar um pouquinho do livro eh da série Pinga Fogo, em que nós temos o nosso amigo e eh Jorge Larrá abordando na temática saúde mental. Nós temos aquelas pessoas que estão aqui podem adquirir o livro aqui no pavilhão, né? Nós temos eh vários exemplares. Quem tá com a gente aí pela pela internet, pelo YouTube, pode também adquirir ele no site da Candeia. É só você colocar assim na busca saúde mental Jorge Lará, que vai aparecer para você o link para você poder adquirir o livro e de certa forma ajudar o trabalho da web rádio Fraternidade. Toda a renda foi revertida paraa nossa atividade, pra atividade desempenhada pela web Rádio Fraternidade. Tá certo, pessoal? Tá chegando aqui, olha. Eh, bom dia, companheiros. Mata de São João na Bahia. Olha que legal, muito bacana. Pessoal que tá no YouTube, vai dizendo o nome e a cidade. Jequetonha, que legal. Olha, muito bom. Canadá. Deixa eu ver que mais. Ixe, tá muito pequtitinho, não tô conseguindo enxergar, mas é muito bom ter o pessoal conosco nesta manhã que promete. Ah, vamos. Nós temos alguma coisa que dá para tocar aí, Guilherme? Um vídeo, um vídeo qualquer você deletou tá aí, né? Não, tá tá não tem problema não. Não combinei nada com você. Não combinei nada com você. Vamos fazer o seguinte, vou pedir pro Tem jeito de você jogar lá no salão e deixar. Pode deixar mudo um pouquinho, tem problema não. Então vou pedir pro Guilherme jogar o salão lá pra gente, para você que tá no YouTube e a

, vou pedir pro Tem jeito de você jogar lá no salão e deixar. Pode deixar mudo um pouquinho, tem problema não. Então vou pedir pro Guilherme jogar o salão lá pra gente, para você que tá no YouTube e a gente volta já já. Muito bem, estamos de volta aqui com você nessa transmissão pelo YouTube, pelo pelas redes sociais, pelos vários canais parceiros, pela nossa web Rádio Fraternidade. A gente vai mostrar um vídeo rapidinho, né? Eh, que os meninos, que o pessoal lá do céinho mesmo produziu, mostrando algumas áreas lá. É curtinho. Antes da gente começar o nosso evento, eu queria te convidar aí pra gente assistir. Vamos lá, >> gente. Chegando no céinho, nós somos recepcionados por Jesus convidando a gente para entrar com o chão todo estrelado, lindo, lindo. Aqui as evangelizadoras Alice e Lara fizeram um painel pra gente tirar foto de eu fui no cézinho em 2026. Nós temos a recepção que tá linda, maravilhosa. Nós vamos ter um túnel de cortina para passar. Todas as crianças vão receber pastinhas com todos os materiais. Ao final os pais, os responsáveis levaram as pastinhas. Vai ficar muito lindo todo o material. Nós estamos aqui com Jesus. Bem-vindos ao céinho. Temos um painel lindo lá dentro, cheio de estrelas. O cézinho. É o meu lugar maravilhoso. E a gente ainda tem Jesus conosco pra gente não temer nunca. Ainda temos a presença, né, das imagens aqui do Chico Xavier e de Maria, um dos retratos dela. Estamos aqui esperando vocês às 15 horas. Gente, que coisa mais fofa, né? Ontem o Fábio mostrou pra gente na reportagem que ele fez um pouquinho lá junto com os junto com os jovens, junto com as crianças, né? As crianças participaram, interagiram na entrevista e foi muito fofo. E agora a nossa coordenadora Adriane, ela havia mandado esse vídeo pros pais mostrando o espaço, né? Aí a gente falou assim, nós vamos pegar aqui também pra gente mostrar para você um pouquinho do espaço lá. Claro que ela não adentrou as salas nal, mas ela já deu uma ideia de como é que era esse esse espaço. Mas eu queria também agora

egar aqui também pra gente mostrar para você um pouquinho do espaço lá. Claro que ela não adentrou as salas nal, mas ela já deu uma ideia de como é que era esse esse espaço. Mas eu queria também agora te mostrar um material muito bacana que a gente recebeu aqui. É tipo um memezinho. Vamos ver. >> Olha, a mesa tá flutuando. É uma manifestação espiritual >> incrível. Eu não acredito. >> A toalha tá subindo, >> gente. Não quero ver de novo. Guilherme, mostra aí. >> Olha, a mesa tá flutuando. É uma manifestação espiritual. >> Incrível. Não acredito. >> A toalha tá subindo. >> Isso aí, gente. É porque o céu tem dessas coisas. Essa equipe é uma equipe muito séria que a gente tem aqui no céu, é a equipe de saúde. Então a gente tinha muito médico ali, [risadas] mas brincadeira à parte é um pouquinho do que a gente do que a gente eh encontra no céu, que é esse carinho, que é essa fraternidade. Tá tudo tranquilo lá? Já começou lá ou não? Tá prést? tá atrasado. Ai ai. Então vamos fazer o seguinte, vamos pôr esse povo para para trabalhar. Fique ligado aqui conosco. Nós vamos devolver lá pro pro salão. Pode deixar a câmera aberta. A gente vai encerrar aqui no estúdio e eu vou lá pouquinho pro pessoal falar um pouquinho lá pra gente começar o trabalho. Gente, daqui a pouquinho a gente volta no intervalo aqui para estar com vocês. Quem tá na rádio, segura um pouquinho aí. Se ficar mudo, não se preocupe. Mas a gente tá voltando, tá bom? Vamos lá. Primeira apresentação musical do dia. Vamos convidar ao palco para esse momento de harmonização, o nosso querido amigo Moacir Camargo. A Web Rádio Fraternidade apresenta >> Moacir [música] Camargo, no nono Congresso Espírita de Uberlândia, com uma [música] apresentação musical. Bom dia a todos, todas. Vamos cantar para vocês algumas músicas. Eh, lembrando que as músicas que nós cantamos até aqui, elas são de nossa autoria, que vem pela nossa intuição, pela inspiração para cantarmos o belo, a nossa destinação feliz para as alturas. Então, vamos começar assim. Que

icas que nós cantamos até aqui, elas são de nossa autoria, que vem pela nossa intuição, pela inspiração para cantarmos o belo, a nossa destinação feliz para as alturas. Então, vamos começar assim. Que brilhante veste você tem. Que brilhante veste. [música] Você conquistou bondade pura, bondade pura. >> Sua luz sentila que chega em mim. Linda luz tiveste conquista [música] da verdade. Verdade pura. [música] A verdade pura já não é a sua, mas [música] a suprema. Luz. Uh. Que brilhante veste você conquistou. [música] Bondade pura, bondade pura. Sua [música] luz sentila que chega em mim. Linda luz [música] tiveste conquista da verdade. Verdade pura. A verdade [música] pura já não é a sua verdade relativa, [música] mas a suprema luz. >> Que brilhante veste, as suas vestes. Sim, [música] ele é Jesus. Quem é terra [música] essa tão intensa luz? Quem é nossa [música] estrela a que se deixa tocar? Quem [música] é o poema de puro amor? Quem é para quem nosso canto [música] devera paz? Sem ele é Jesus. [música] Jesus radiateando amor, amor, [música] amor. Sim, ele é Jesus. Jesus, o fim de toda dor. [música] Sim, ele é Jesus. Sim, ele é [música] Jesus. Jesus. Radianto amor, amor, amor. Sim, ele [música] é Jesus. Jesus, o fim de toda a dor. Sim, ele é Jesus. [música] Larã. >> Vamos estar para cantar esse refrão. Sim, ele é Jesus radiando [música] amor. Sim, ele é Jesus. Vamos ver se vai dar certo. 1 2 3 Sim, ele [música] é Jesus. Jesus radiando [música] amor, amor, amor. Sem ele é Jesus, Jesus, o fim de toda [música] dor. Sim, ele é Jesus. Vamos filmar [música] um belo coro, gente. Um, dois, três, um. Sim, ele é Jesus. [música] Jesus. radiando amor, amor, amor. [música] Sim, ele é Jesus. Jesus, [música] o fim de toda dor. Sim, ele é [música] Jesus. Sim, ele é. Só vocês. Lindo, bonito, belas vozes de manhã. Cantar de manhã não é fácil, né? Mas vamos cantar agora. Cantata para mei esse ser tão querido que todos nós amamos. Vou ensinar para as meninas. Depois os meninos. As meninas vão vão cantar

de manhã. Cantar de manhã não é fácil, né? Mas vamos cantar agora. Cantata para mei esse ser tão querido que todos nós amamos. Vou ensinar para as meninas. Depois os meninos. As meninas vão vão cantar assim: "Olha, não é difícil, olha para meu pescoço. Não é difícil". Então será assim as mulheres, ó. Vixi. Vamos ver. Oh oh, oh, oh, oh. Difícil, sim. [risadas] É bom só as meninas, então. Um, dois, depois os meninos. Um, dois e o lindo. [música] Tá melhor, ó. Dá para melhorar, gente. Mais volume, mais volume. Isto. >> Agora os homens, aquela voz grave, tenor, né? Não, terror. Tenor. De manhã, às vezes é terror. Então, os homens, [música] um, dois, três. Ohó, oh. Cadê os homens, gente? Não acordaram, todos dormindo. Os homens que vem os homens pra música. Um, dois, três e ó, [música] ó, ó. Melhorou muito. >> Ó, ó. Todos ó, juntos agora. Três e quatro. Ó, ó. [música] ó. Vai ficar bonito. Então, serão três vezes essa parte. Lá no final todos nós voltamos com nossas belas vozes. Vou fazer um cabeça para voltarmos. Ah, e no final termina assim. Lá [música] as meninas lá lá [música] lá. né? Então, respirem para que nós possamos preencher esse ambiente de pétalas roseas. Vocês vão ver que a letra vai falar de pétalas rosas caindo sobre nós, meio e meio querida, né? Nos abençoando nessa manhã. Um, dois, [música] três, ó. Oh. Oh. Oh. [música] Oh. >> Ma. Servir [música] os lírios e as rosas. Sempre mais [música] o amor cobre de luz e os [música] brancos simbolizam paz. Do alto [música] cai o amor, perta-las. Róas do [música] alto cai o amor em pétalas róas. >> Mas servir o amor clareia [música] e acalma sempre mais [música] erros pequeninos hoje. Amanhã [música] serão grandes flores a derramarem [música] o amor em pétalas róias, a derramarem [música] o amor em pétalas rócias. Agora, oh [música] Oh [música] oh, oh. [música] Oh [música] oh oh. La [música] la la. laла para todos nós. pétalas caindo e a nosso meio. A próxima música ela vai é uma letra que vem lá do Sacramento, terra do nosso

ca] Oh [música] oh, oh. [música] Oh [música] oh oh. La [música] la la. laла para todos nós. pétalas caindo e a nosso meio. A próxima música ela vai é uma letra que vem lá do Sacramento, terra do nosso querido irmães. Despertar de manhã, o nosso despertar para Jesus. À tarde, o nosso despertar para Jesus à noite, o nosso despertar. É uma letra pografada que vem através da majoridade da nossa querida irmã Azira. E nós colocamos a melodia. Olha que letra, gente. Vamos cantar, vamos ouvir. E alegria, [música] Jesus, foi o meu despertar. Sentir [música] o seu amor pulsando [música] no meu coração. Quero ao mundo falar [música] do que seja despertar, [música] acordar de mansinho. Sentir o mundo amar. Despertar para [música] a verdade. Despertar, Senhor. Despertar. Sentir [música] a vida, sentir alegria. Poder a todos anunciar. Sou espírito em evolução. [música] Tenho oportunidade de despertar. [música] Acordar passado sombrio. Vê-lo [música] hoje cheio de luz. >> Quero, [música] Senhor, ajudar a [música] todos despertar, acariciar os tristes e falar >> enquecer a palavra. Quero, [música] Senhor, pacificar. Corações [música] endurecidos. Quero alimentar [música] a vontade. Despertar, [música] despertar. O amor despertar, [música] despertar [música] despertar. Despertos, despertos, despertos. O espírito desperto. Deixa eu dar uma notícia para vocês muito importante. A FEB, Federação Espírita Brasileira, para quem não sabe, ela foi procurada por três instituições de cinema, três empresas de cinema. A febre foi procurada pela Paramon, pela Universal e pela Disney para filmarem oito livros espíritas. Para quem não sabe, [aplausos] vou citar alguns deles. Vou falar uma vez só. [risadas] Há 2000 anos, Ave Cristo. 50 anos depois, Paulo Estevan renúncia. Eh, voltei do irmão Jacó e a vida de Emmanuel vai virar série em inglês. Então, olha que belo é isso, né? Olha o futuro da arte e o bem que a arte faz para nós. Uma letra, uma melodia que bem que faz para nós e no futuro será melhor. Eh, vamos então

virar série em inglês. Então, olha que belo é isso, né? Olha o futuro da arte e o bem que a arte faz para nós. Uma letra, uma melodia que bem que faz para nós e no futuro será melhor. Eh, vamos então cantar agora essa música que nós fizemos que diz assim: "A nossa [música] leveza, queridos amigos, a nossa beleza, o Cristo tem feito tudo paraa [música] nossa grandeza espiritual, tudo para nosso progresso, para o investimento sublime em seres sublimes que [música] somos nós." Você tão leve no céu sem fim. Você [música] tão leve ao luar. Você luz tão pleno de luz, beleza e espiritualidade. [música] Você luz tão pleno de luz, beleza [música] e espiritualidade. Você verá regiões tão belas. >> vai querer de lá falar, mas só será se for bom [música] Jesus, pleno de sua claridade. Mas só [música] será se for com Jesus, pleno [música] de sua claridade. >> Uh uh >> uh >> Mas só será se for com Jesus pleno de sua [música] claridade. Mas só será se for com [música] Jesus, pleno de sua claridade. [música] A nossa penúltima música vai falar do Pegaso. O Pegaso, aquele ser mitológico, aquele cavalo que voava, voava, voava segundo a mitologia grega. Mas o Pegaso não sabia que poderia voar. Pensava o Pegaso que somente ele voaria, mas o progresso há o futuro, há os dias novos, há os solis e as luas que chegam para nós. Essa vai ter a participação também da orquestra. que a orquestra são vocês. Eu vou cantar algum momento, vou vou fazer assim, eu canto alguma coisa e falo: "Vo a pega azul". Vai ter um bisolo, vai ter um break e vocês repetem: "Voa, pega [música] azul". Depois eu canto mais alguma coisa. Aí eu falo: "Voam aves no no bisam aves." Tá bom. Bom, vamos voar muita coisa e pode cantar porque o cachê é muito bom. Pode dar um pouquinho mais de violão, por favor, e um pouquinho mais de voz também, por favor. Obrigado. Vamos acompanhar o nosso progresso de evolução que vem lá desde as eras da mitologia grega. Pegaso [música] pega. Pega azul, o cavalo que voava, alar sobre as nuvens, [música] suas asas

vor. Obrigado. Vamos acompanhar o nosso progresso de evolução que vem lá desde as eras da mitologia grega. Pegaso [música] pega. Pega azul, o cavalo que voava, alar sobre as nuvens, [música] suas asas sempre querer voar. [música] E o pé azulou voou, voou. >> Vou a pé gasul e o pé gas azul voou. [música] Voou. Vo a pega azul. Tem um bis e [música] o pega azul. Não sabia que passando noites [música] e dias, chegariam as aves e o [música] homem quis voar. Ave voou, [música] voou, voou, voou. Vou a vir. Ave [música] voou, voou voou voou. [música] Vão avis e o péu [música] não sabia que passando [música] noites e dias chegaria. >> O zepilim. E o zepelim voou. Oppelim [música] voou. Voou. Voou. Voa se o cepelim [música] voou. Voou. Voou. Vou a Celim. [música] E o péu [música] não sabia que passando noites e dias construiriam [música] uma nave e a [música] nave voaria. A nave voou. Voou, voou, [música] voou. Vo nave. A nave voou, voou, voou, [música] voou. Vou na E o pé ganzu não [música] sabia. que passando noites [música] e dias, o homem não mais precisaria, nem de naves, nem de aves, [música] nem do pé gasol para voar. >> E o homem voou. O homem voou. Vou [música] vou vou vo ao homem. O homem [música] voou. Vo voou, [música] voou. Voa o homem. Voa o homem. [música] Voaremos. Voa o voaremos, voaremos, voaremos. A nossa última música chama-se Bom dia. É uma letra também psicografada que vem lá de Sacramento da Terra do Nosso querido irmão Eurípedes. Cantada pela escola, pelas crianças da escola, vem na pigrafia da nossa irmã Azira. [música] O sol vem surgindo de mancinho. Novo dia anunciando [música] é alegria [música] da natureza. O dia tem [música] o seu recomeçar. Bom [música] dia, natureza. Sol, luz que [música] comprimenta. Amanhã vem raiando os pássaros [música] cantando. É o dia chegando. [música] Viva o trabalho, viva a noite bendita que o descanso nos trouxe. [música] Agora é trabalhar, forças renovar, é nos [música] buscar. Bom dia, amigos. [música] Despertem,

ndo. É o dia chegando. [música] Viva o trabalho, viva a noite bendita que o descanso nos trouxe. [música] Agora é trabalhar, forças renovar, é nos [música] buscar. Bom dia, amigos. [música] Despertem, irmãos, [música] é hora de recomeçar. Vamos ao trabalho. [música] Jesus nos aguarda. Vamos [música] felizes trabalhar. [música] Bom dia, amigos. [música] Despertem, irmãos, é hora de recomeçar. Vamos ao trabalho. [música] Jesus nos aguarda. Vamos felizes [música] atrapalhar, estudar. Bom [música] dia, irmãos. Bom dia, natureza. Bom dia, universo. Bom dia, meu Deus. Bom dia, irmãos. [música] Bom dia, natureza. Bom dia, universo. Bom dia, meu Deus. Bom dia. Bom dia. Bom dia. Bom dia. Bom dia. [música] Bom dia. Bom dia. Bom dia. [música] Bom dia a todos. A todas. [música] Bom dia para todos nós com as bênçãos do mestre. Obrigado. Alguém que já quer seguir os passos do mestre [música] com fé e razão conscientes, como alguém que em si já soubesse ouvir as vozes dos seres que habitam espaço infinito. Eu encontrei [música] tuas páginas e sequei minhas lágrimas. Percebi que a dor da [música] >> Muito obrigada, querido amigo Moacir Camargo, 50 anos cantando e encantando. Então, agora que nós estamos aí harmonizados nessa faixa aí vibracional linda, nós vamos dar início oficialmente ao nosso evento, mas antes nós temos alguns recadinhos. Caso você tenha esquecido algum objeto aqui no salão, nós lembramos que eles se encontram, todos os objetos encontrados aqui foram levados à nossa secretaria. Pedimos também que não se esqueçam de utilizar o crachá e a pulseira em todos os momentos que vocês estiverem dentro participando do nosso evento. E para aqueles que foram sorteados, hoje é o último dia para você retirar o brinde na secretaria. Então, eh, vocês deram, né, aquela checada no caderninho de anotação que vocês receberam na bolsa para verificar se foram contemplados e não deixem de retirar o seu brinde. E agora sim, já em plena sintonia com alto, nós vamos, neste instante convidar a nossa querida

o que vocês receberam na bolsa para verificar se foram contemplados e não deixem de retirar o seu brinde. E agora sim, já em plena sintonia com alto, nós vamos, neste instante convidar a nossa querida amiga Graça ao palco para que ela possa fazer a prece inicial a nós. >> Bom dia a todos. Muita paz, muita luz e muita gratidão a Deus por esse instante que estamos vivendo. Pensemos agora nos benfeitores amigos que vem trazer os fluidos de Jesus para os nossos corações. Agradeçamos por esta oportunidade bendita de vivermos, de experienciarmos num corpo de carne, aprender, auxiliar e seguir com Jesus. Meu Deus, muito obrigada. É muita luz, é um banquete de luz. Quantos aqui se encontram remoçados, cheios de esperança. Meu Deus, é muita luz. E Senhor, vê os nossos corações, sabe o que precisamos, sabe o que sentimos, sabe nas nossas dificuldades. Então, eu sei que nesse instante nos ouve e com certeza nos atende, porque nenhuma prece fica sem resposta. Senhor, leve as vibrações desse banquete de luz que é o céu na terra. Leve essas vibrações aos nossos familiares, aos nossos cônjuges, aos nossos filhos, aos nossos amigos, mas leva também, Senhor, a aqueles que ainda não permitiram o aconchego em seu coração, para que possamos todos nós unidos como uma frat real transformar, transformar a nós e transformar ao próximo. Senhor, eu ficaria aqui o dia todo conversando e te contando do que eu sinto e te pedindo para que não me deixes nunca, mas eu sei que o Senhor também tem o que fazer, né? E aí, o que nós fazemos? Então é só te pedir para que cada irmão do caminho, é encarnado ou desencarnado, possam sentir a tua presença, possa se encher de esperança e possa seguir, porque um dia todos nós entenderemos o que são as glórias do céu. Amado Mestre Jesus, querida mãe santíssima, espiritualidade amiga, muito obrigada por cada irmão que aqui se encontra, por cada um desses amigos de outras eras e desta também. Muito obrigada porque aqui nos encontramos. aos desencarnados que vieram em busca de

amiga, muito obrigada por cada irmão que aqui se encontra, por cada um desses amigos de outras eras e desta também. Muito obrigada porque aqui nos encontramos. aos desencarnados que vieram em busca de paz, de luz e oração, que possam ter desfrutado e continuar amparados pelo alto. Está terminando o nosso céu, mas ele continuará vivo dentro dos nossos corações onde nós formos. Obrigada por este evento, por cada trabalhador, por cada palestrante, por cada um que se envolveu de uma forma ou de outra. Muito obrigada, Senhor. E que tenhamos sabedoria para seguir e que saibamos sempre que o Mestre está conosco. Fiquemos em paz e sigamos com Jesus, porque é assim que deve ser. Muita paz e muita luz. Que assim seja. Graças a Deus. Que assim seja a graça. E dando sequência ao nosso evento, agora nós convidamos o nosso querido amigo Simão Pedro de Lima para a primeira palestra da manhã. >> A web Rádio Fraternidade apresenta Simão Pedro de Lima, no nono Congresso Espírita de Uberlândia com a apresentação [música] do tema Diante dos Desafios, não nos esqueçamos, sou o grande médico das almas, e venho trazer-vos o remédio que vos há de curar. >> Bom dia. >> Bom dia. >> Que Jesus nos abençoe, nos inspire a cada um e que todos nós sejamos guardados junto dele em paz. Hoje pela manhã encontrei com algumas pessoas e elas me disseram: "Simão, você nos fez acordar cedo hoje. Desculpem-me, não era a minha intenção acordá-los e acordá-las cedo. Mas já que acordaram cedo, se quiserem dormir um pouco, fiquem à vontade, aproveitem que a luz está bem tênue, né, sereno. Eu prometo não falar muito alto para não acordar ninguém de sobressalto. Mas se porventura acordar, não se preocupem, vocês acordam no céu. A proposta para conversarmos hoje, o tema que para mim é um texto, eu fiquei lendo aquele tema e falei: "Isso aqui é um texto, né? Não preciso falar, é só lê-lo, porque fala muito o tema". Aqui nós tivemos no início algumas cenas e uma delas mostrava Jesus e os apóstolos no barco durante uma tempestade.

"Isso aqui é um texto, né? Não preciso falar, é só lê-lo, porque fala muito o tema". Aqui nós tivemos no início algumas cenas e uma delas mostrava Jesus e os apóstolos no barco durante uma tempestade. Estava assim Jesus nesse barco. E o evangelista Mateus, ele diz que Jesus entra primeiro no barco. Ele diz assim: "Jesus entrou no barco e os seus discípulos vendo isto entraram com ele. Jesus sempre vai à frente e ele entra no barco. Entra no barco e creio eu que como vocês, ele deve ter dito dito: "Me acordaram cedo". E ele dormia no barco. Ele entrou e começou a dormir. E durante a travessia do lago de Genezaré, mar da Galileia, o barco foi tomado por uma grande tempestade, com ventos e muita chuva. E aqueles discípulos pescadores, experientes, não haviam ainda se deparado com a tamanha tempestade daquela forma. E eles ficaram com medo de naufragar e ficaram com medo de morrer. E então ali com medo, Jesus dormindo, eles acordam a Jesus e acordam de uma maneira muito educada, muito serena, dizendo assim: "Senhor, nós vamos morrer". muito sereno. E ele acorda, olha para os discípulos e diz assim: "Por que temeis, homens de pequena fé? Por que temeis?" Em outras palavras, ele estava dizendo: "Eu não estou aqui com vocês. Por que vocês têm medo? Eu estou com vocês e estou dormindo. Essa passagem é interessante porque diz o texto que Jesus levantou-se e repreendeu o vento e a tempestade e a chuva. E eles cessaram. E os discípulos vendo isto, disseram: "Quem é este homem que até o ventos e a chuva lhe obedecem?" Quem é este homem? Talvez nós precisamos fazer essa pergunta para nós mesmos. Quem é esse homem? Quem é esse ser que se dignou vir à Terra? Quem é esse ser나 que antes mesmo da da de a terra ser formada, ele já estava cuidando dela? Porque ele disse, antes que o mundo fosse, eu sou, diz ele, ele já existia bem antes. Ontem me lembro, Haroldo comentando da distância, né, entre os animais e o ser humano. Ele colocou ali mais ou menos 6 milhões de anos. E a distância de Jesus para nós, já só a

e já existia bem antes. Ontem me lembro, Haroldo comentando da distância, né, entre os animais e o ser humano. Ele colocou ali mais ou menos 6 milhões de anos. E a distância de Jesus para nós, já só a parte conhecida, tem 4 bilhões e meio de anos, porque essa é a idade da Terra. E ele já existia antes da Terra e já era Jesus, o Cristo antes da Terra, 4 bilhões e meio de anos. Que homem é esse? Que ser humano é esse? Que ser espiritual é esse? A sua envergadura é tamanha que nós não conseguimos divisá-la. Nós não conseguimos abarcar quem é esse homem que até os ventos e a chuva o obedecem. E nós nem sempre obedecemos e dizemos que somos racionais. Mas vejamos. Se nós trouxermos essa pergunta dele, por que temeis, nós podemos trazê-la pros momentos tempestuosos da nossa vida, que é quase a vida inteira. Nós podemos trazê-lo para esses momentos difíceis, esses momentos confusos. E essa pergunta vira a nós, dizendo-nos: "Por que temeis? Eu não estou convosco. É como se nós entendêssemos que nesse barco no qual nós estamos, ele está dormindo tranquilo. Em vez de acordá-lo, talvez olhá-lo e perceber que ele dorme serenamente. Como nos dizer, tá tudo certo, pode não estar tudo bem, mas está tudo certo. Como dizia dona Joana de Angeles, nem tudo está bem, mas tudo está certo. Por que tudo está certo? Porque tudo está sob as leis de Deus. Então tá tudo certo. Pode não ser da forma que eu queria, mas está da forma certa. E essa fala dele precisa ficar ecoando, porque temeis. Quem é esse homem? E aí vem uma palavra do título que nos propuseram, o médico das almas. Quem é esse homem? O médico. O médico das almas. Quem são as almas? Quem são os pacientes? nós, o que é, quem é, onde está, melhor dizendo, o hospital, a terra. E onde está o remédio? O evangelho, um médico que não só receita o evangelho, um médico que nos dá o evangelho, ele não pede que o compremos, ele já nos entrega o evangelho. médico das almas nesse hospital escola que é a terra, dando-nos o medicamento, o evangelho.

o evangelho, um médico que nos dá o evangelho, ele não pede que o compremos, ele já nos entrega o evangelho. médico das almas nesse hospital escola que é a terra, dando-nos o medicamento, o evangelho. E esse médico, esse médico, esse médico nos diz: "Não se turbe o vosso coração". Credes em Deus, crede também em mim. Olha que interessante. Credes em Deus. O verbo crer presente no indicativo. Vós credes. Credes em Deus. É uma constatação. Ele só está constatando. Não se turbe o vosso coração. Credes em Deus. Depois o verbo crer já vem no imperativo afirmativo. Crede também em mim é um pedido. Ele constata que cremos em Deus e ele pede-nos de maneira veemente, por isso imperativo, afirmativo, crede também em mim. Esse é o médico. Credes em Deus. Crede também em mim. Na casa do meu pai há muitas moradas, ou seja, tem lugar para todo mundo. Ninguém ficará será deportado na casa do Pai. Na casa do pai há muitas moradas. E ele faz uma afirmação, se assim não fosse, eu já voulo teria dito. Ou seja, se não fosse desse jeito, eu já já tinha avisado. Então, fiquem tranquilos. Em outras palavras, há lugar para todo mundo, cada um em seu momento, mas tem lugar para todo mundo, pros 20 bilhões de espíritos, como nos disse o Otacílio aqui ontem, antes de fazer a prece, citando Emmanuel, 20 bilhões de espíritos entre os encarnados e os desencarnados. Tem lugar para todo mundo, mas essa é só uma parte que tá aqui na psicosfera terrestre. Não se turbe o vosso coração. Credes em Deus, crede também em mim. Esse médico que nos disse: "Eu sou o bom pastor e o bom pastor dá a vida pelas suas ovelhas." Esse médico, mineiramente falando, é dos bom. Esse é bom. Bem mineiro, bom também. Por quê? Ele dá a vida pelas suas ovelhas. Eu sou o bom pastor e o bom pastor dá a vida pelas suas ovelhas. E ele ainda diz: "Eu sou o bom pastor, conheço as minhas ovelhas." Olha que danado. Esse danado não tá no evangelho. É por minha conta. A minha conta mineira. Olha que danado. Eu sou o bom pastor. Conheço as minhas

z: "Eu sou o bom pastor, conheço as minhas ovelhas." Olha que danado. Esse danado não tá no evangelho. É por minha conta. A minha conta mineira. Olha que danado. Eu sou o bom pastor. Conheço as minhas ovelhas. Ninguém aqui é um desconhecido. Todos nós somos conhecidos por ele. Ele não precisa nem de anamnese. Ele já bate o olho, já sabe a história inteira e sabe até o que a gente nem sabe. aquilo que a gente jogou para debaixo do tapete, ele sabe sem precisar levantar o tapete porque ele estava conosco quando jogamos para debaixo do tapete, porque ele sempre está conosco. Ele disse isso. Estarei convosco até a consumação dos séculos. Mas ele disse: "Eu sou o bom pastor, conheço as minhas ovelhas e elas conhecem a mim. Olha que interessante. Conheço as minhas ovelhas e elas conhecem a mim. Isso é uma relação interpessoal belíssima de dois conhecidos, tão conhecidos, que podemos ter uma naturalidade com ele como na prece que foi feita aqui há pouco. Perceberam a naturalidade com a qual foi conversado com o Cristo? Até assim, dizendo, se fôssemos assim bem bem bem mineiros, di diríamos assim: "O senhor, não quero te incomodar não. Se o senhor tiver um um tempinho, dá uma espiada em nós aqui, olha para nós." É assim, é um bate-papo. E aí mineiramente ele responde: "Não é nada não, bobo". Ou não há de ser nada, porque ele conhece as ovelhas e as ovelhas o conhecem. Sou o bom pastor, conheço as minhas ovelhas e elas conhecem a mim. E ele vai mais. Eu sou o bom pastor. Conheço as minhas ovelhas. As minhas ovelhas conhecem a mim e seguem a minha voz. E seguem a minha voz. A voz dele são seus ensinos. E no caso dele foi só voz, porque ele mesmo não escreveu nada. Mas é interessante. E depois se vocês quiserem, gente, muita gente acordou cedo mesmo. Tô vendo ali agora. Desculpa também a Toma do Fundo aí que acordou cedo, viu? Se olharmos na internet, nós veremos um vídeo mostrando umas ovelhas e as pessoas chegam à cerca. e chama as ovelhas. Chega uma pessoa, chama a ovelha, chama a ovelha, ela nem

í que acordou cedo, viu? Se olharmos na internet, nós veremos um vídeo mostrando umas ovelhas e as pessoas chegam à cerca. e chama as ovelhas. Chega uma pessoa, chama a ovelha, chama a ovelha, ela nem levanta a cabeça. Chega a outra pessoa, chama pelas ovelhas, elas continuam ali. Chega uma terceira pessoa, chama pelas ovelhas e é um pastor, mas elas não levantam a cabeça. Chega uma quarta pessoa e chama pelas ovelhas e é o pastor delas e elas levantam a cabeça e vão até ele. Elas conhecem a voz do pastor e seguem pela voz. Um outro pastor se chamar não vai. Vão as deles, as dele. Veja Jesus dizendo: "Conhecem a minha voz?" Esse é o médico. Esse médico que disse: "Vinde a mim, todos vós que estais cansados, fatigados, e eu vos aliviarei." Olha que interessante. Ele não diz assim: "E talvez, quem sabe um dia não, eu vos aliviarei. Vinde a mim todos vós, não são alguns. Para esse médico não interessa se é particular convênio. A agenda é aberta. A agenda é aberta. Todos. Mas como são muitos, ele diz: "Todos vós que estais cansados e fatigados, ou seja, a humanidade inteira. Todos vós que estais cansados, fatigados, porque eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu julgo. Aqui em Minas nós chamamos de Kanga. É aquilo que se coloca no nos no nos animais, nos nos bois, para puxar o carro de boi. E a canga é uma madeira com dois arquinhos, dois. E ela direciona o rumo dos bois, principalmente os chamados bois carreiros, os da frente. Então ele, isso é chamado julgo. Tomai sobre vós o meu julgo, ou seja, eu vou direcioná-los. E aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração, e encontrareis refúgio para as vossas almas. Pois leve é o meu fardo, suave o meu jogo, o que fica para nos direcionar. Suave. Ouvindo uma frase dessa, eu acho que todos nós correríamos para ele. Vinde a mim todos vós que estais cansados, fatigados e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu julgo e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração, e encontrareis refúgio para as vossas almas. Mais do que o refúgio para o corpo,

sados, fatigados e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu julgo e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração, e encontrareis refúgio para as vossas almas. Mais do que o refúgio para o corpo, muito mais. Até porque alma e corpo são indissociáveis. Espírito e matéria, sim. Alma e corpo não. Questão 134 do livro dos espíritos. O que é alma? Espírito encarnado. Não é só uma resposta didática. É porque o espírito desencarnado não sofre influência da matéria e o encarnado sofre influência da matéria. Revista Espírita, Janeiro de 1866 ou se quiserem, questão 836 do livro dos espíritos, questão 180, 200 e 10. Sofre. Então, quando encarnado estamos, fundimos. Não tem como. Teoricamente sim. separa o espírito de alma na prática. Não, o Simão que aqui está, só Simão por causa disso. Se eu não estivesse nisso de perfil, é de um jeito até razoável. de de frente, de perfil já muda um pouco. De perfil, percebe-se que eu estou muito bem encarnado. Bem encarnado. E vocês vão entender porque eu sou bem encarnado. Eu falo daqui a pouco. Se eu não tiver esse corpo, Simão, Simão é um detalhe, porque quantos nomes eu já tive? Quem eu sou? O espírito. Com que nome? O que quiserem. Mas é encarnado. Eu sou o Simão. Porque é esse corpo comigo nele e não só dentro dele, nele. E os dois formamos um. Nós somos um. Refúgio para as vossas almas. corpo e espírito. Por isso ele curava corpo, mas também curava almas. Por isso dizer refúgio para as vossas almas. Não que a tenhamos. Nós somos, somos alma, somos espírito. Esse é o médico, o médico que nos atende num hospital. Eu gostei desse contador de minutos. Faz mais ou menos uns 8 minutos que ele tá parado em 40 minutos. Tá uma beleza para expiação coletiva, mas pode deixar assim. Esse hospital escola no qual no qual nós estamos, ele é importante, ou seja, estar na terra é importante, é muito importante, é essencial. Questão 132 do livro dos espíritos. Qual a finalidade da encarnação dos espíritos? É a pergunta. Não é reencarnação. Reencarnação é outra

estar na terra é importante, é muito importante, é essencial. Questão 132 do livro dos espíritos. Qual a finalidade da encarnação dos espíritos? É a pergunta. Não é reencarnação. Reencarnação é outra questão, a 167. Na 132 ele pergunta sobre o ato encarnatório. Por, e ela é lógica, porque um ser criado no mundo espiritual, que evoluído fica no mundo espiritual, precisa vir pro mundo material. Aparentemente é um desvio de rota. Então ele faz essa pergunta: por que eu preciso encarnar? Não dá para ficar só desencarnado. E aí com certeza de perfil não seria o mesmo. Já que o perespírito é plástico. Ah, o que tá aqui viria para quê? Qual a finalidade da encarnação dos espíritos? E eles responderam: "Deus vos impõe a encarnação com a finalidade de vos fazer progredir. Veja o verbo, impor." Não é assim? Deus vos sugere a encarnação. Deus vos impõe a encarnação com a finalidade de vos fazer progredir. Esse impor fere o livre arbítrio, não. E agora baixou para 24 minutos. Fere o livre. Devia ter falado nada. Fere o livre arbítrio. Não. Imaginemos uma cena. uma criancinha, 4 aninhos, que já deve estar com uns 40, porque tem uns 35 anos que eu falo dessa criança com 4 anos. Uma criança, 4 aninhos, acometida de uma doença, vai ao médico, o médico diagnostica e prescreve uma injeção. Uma criança de 4 anos não tem uma consciência desenvolvida, mas sabe o que que é injeção. E ela fala assim: "Não tomo". E o pai ou a mãe diz: "Toma". E ela fala: "Não tomo, toma. Não tomo. Toma". Ai, tomou. Tomou porque a criança enxerga a dor, os pais enxergam o resultado. Tô lá para encarnar. Vai encarnar? Não vou. Vai encarnar? Não vou. Vai encarnar? Fui. Porque nós enxergamos o momento, eles enxergam o resultado. Aí está o valor do verbo impor, porque é uma necessidade. Mas, Simão, então não se evolui no mundo espiritual? Sim. Questão 230 do livro dos espíritos. O espírito no estado errante evolui, ou seja, na erraticidade, no mundo espiritual. Eles respondem: em conhecimento e segundo a sua vontade. Mas olha a

ritual? Sim. Questão 230 do livro dos espíritos. O espírito no estado errante evolui, ou seja, na erraticidade, no mundo espiritual. Eles respondem: em conhecimento e segundo a sua vontade. Mas olha a conjunção adversativa. Esse tal do é um negócio. Mas, porém, com tudo, no entanto, entretanto, todavia, isso é um problema. Porque quando você usa, quer dizer, esquece o que eu falei antes, o que interessa é daqui pra frente. É o que eu ouço muito em casa. Não, tudo bem, Pedro. Mas e agora que vai? E vai. Na verdade não. E vou. Mas dizem eles, só o contato com a matéria lhes permite exercitar o conhecimento adquirido. Ou seja, dá para evoluir teoricamente, mas a prática é aqui. O que faz da Terra o laboratório das nossas próprias experiências evolutivas. Se no mundo espiritual evoluímos, sim, em conhecimento, mas na hora de testar é aqui. Mas só o contato com a matéria lhes permite exercitar o conhecimento adquirido. Então isso aqui é importante. Estar aqui é importante. E qual é a finalidade dita pelos benfeitores de estarmos na terra encarnados? Deus vos impõe a encarnação com a finalidade de vos fazer progredir. Acho que acabou o tempo. Não acabou foi o microfone, mas voltou. Ninguém está na terra para sofrer. Ninguém. Só estamos aqui para evoluir. Ninguém está aqui por descuido. Ninguém estava andando pelo mundo espiritual, escorregou e caiu na terra. Ninguém, ninguém pode dar essa impressão, mas ninguém. E ninguém está para sofrer, está para evoluir. Pode até sofrer, mas até o sofrimento é para evolução. Não é punição, é consequência natural. como as beatitudes também são consequências naturais, naturais das nossas próprias ações, naturais das nossas próprias escolhas. Então veja, estar na terra é paraa nossa evolução. Estar na terra não é para sofrimento. E estar na terra é o único meio. Esse contexto de espíritos nos níveis que nós estamos de evolução é o caminho que nós temos para evoluir. Então, agradeçamos por estarmos aqui na terra, porque essa é a nossa escola, a escola

co meio. Esse contexto de espíritos nos níveis que nós estamos de evolução é o caminho que nós temos para evoluir. Então, agradeçamos por estarmos aqui na terra, porque essa é a nossa escola, a escola das nossas próprias experiências evolutivas. E ao mesmo tempo curamo-nos. Não é curar as nossas dores, porque as nossas dores não têm existência, elas são consequenciais. É para curarmo-nos a nós mesmos e não as dores. O Cristo disse: "Esse nosso médico, tenho-vos dito isto para que em mim tenhais paz. No mundo tereis aflições, mas tende de bom ânimo. Eu venci o mundo. Olha, o interessante é o depois do má. O que que tem no má? Tem de bom ânimo. Eu venci o mundo. E alguns dizem: "Como que venceu o mundo? Morreu pregado numa cruz. E nós estamos falando dele há 2000 anos. venceu o mundo. Então nos disse ele: "Eu vos dou a paz, eu vos deixo a minha paz, mas não voladou como o mundo a dá". quer dizer que existe uma paz do mundo e existe a paz nele, no Cristo. E Emânel, emanuelinamente analisou essa frase dele lá no capítulo 57 do livro Palavras de Vida Eterna. Lá ele disse assim, dentre outras belíssimas coisas, a paz do mundo costuma ser confundida com preguiça rançosa. Nós achamos que paz é ausência de conflitos, que paz é ausência de problemas. Essa é a paz do mundo. A paz é como lidamos com tudo isso que Emmanuel sabiamente nos colocou no capítulo 136 do livro Fonte Viva. A paz decorre da quitação da consciência para com a vida. A paz decorre decorre da quitação da consciência para com a vida. A paz é um estado de consciência. Com problemas, sem problemas, apesar dos problemas, é a consciência que diz: "Estou em paz, não estou em paz. Eu vos deixo a paz. Eu vos dou a minha paz, mas não vou lla dou como o mundo a dá. E aí nós entendemos a frase adivinda de uma outra frase de Jesus que diz: "Pai, eles estão no mundo" falando dos discípulos, mas não são do mundo. E dessa frase do Cristo veio uma outra: "Estejais no mundo, mas não sejais do mundo." Essa frase não é do Cristo, a

us que diz: "Pai, eles estão no mundo" falando dos discípulos, mas não são do mundo. E dessa frase do Cristo veio uma outra: "Estejais no mundo, mas não sejais do mundo." Essa frase não é do Cristo, a dele é o capítulo 17 de João, que se der tempo a gente lê aqui o capítulo inteiro, porque o capítulo inteiro é uma prece feita por Jesus em favor dos seus discípulos. O capítulo inteiro é a maior prece que nós temos nos Evangelhos. É esse capítulo 17 de João. E lá ele diz: "Cuida deles, porque eles estão no mundo, embora eles não sejam do mundo." E assim o é. Nós não somos dessa terra, nós não somos dessa escola, nós não somos desse hospital, nós estamos nele para >> tão dormindo mesmo. Para evoluirmos, questão 130 e 2 do livro dos espíritos. Esse é o hospital. E o remédio, dissemos que o remédio é o evangelho. Acho que a turma da frente tá acordada. E a turma que tá mais no escuro, a turma do fundo tá na claridade. Lá ó, talvez seja porque estão brilhando a luz própria. Talvez, né? Brilha a vossa luz. Lá no fundo brilhou. ou porque o sistema de iluminação só pega dali paraa frente. [risadas] Mas vejam, e o evangelho, esse remédio, qual é qual é a composição primordial desse medicamento? Se olharmos lá a composição, o medicamento não tem lá uma bula, aí vem a composição, princípio ativo, etc. Qual é a composição desse remédio? amor, humildade e exemplificação. Se pudéssemos, não podemos, mas se pudéssemos resumir os evangelhos em três palavras, seriam essas: amor, humildade, exemplificação, sem as quais não vivenciamos o evangelho. Amor. Amor. O Novo Testamento, embora relatando frases ditas em aramaico, o Novo Testamento as relata em grego. Então, todo o Novo Testamento foi escrito em grego. Não há como dizer o original do Novo Testamento em hebraico, não. O original é grego, retratando palavras em aramaico e algumas em hebraico, mas ele é grego. No grego, nós temos quatro palavras que significam manifestação do amor. Temos o EOS, que é esse amor epitelial, é esse amor apaixonado.

do palavras em aramaico e algumas em hebraico, mas ele é grego. No grego, nós temos quatro palavras que significam manifestação do amor. Temos o EOS, que é esse amor epitelial, é esse amor apaixonado. Olho no olho, não, não é bem olho no olho, é olho no corpo, é o eros. Temos o storge ou estorgé que é o amor familiar. É o amor familiar. O Eros é o amor do pronome possessivo meu. O storgé é o amor do pronome possessivo nosso. São amores de posse ou até de propriedade. Temos o fileo, que é o amor afeto, o amor da amizade. E temos ágape, que é o amor sem medida, é o amor incomensurável, é o amor transcendente. Por que é interessante isso? Porque se formos no capítulo 21 do Evangelho de João, nós veremos uma passagem. Jesus fazendo três perguntas a Pedro. Quais foram as perguntas? >> Tu me amas? Tá, Pedro, amas-me. Pedro, amas-me mais do que estes. Pedro, amas-me mais do que todos? mas traduzido só como ama. Quando lemos o texto no grego, temos as três perguntas. Jesus perguntando a Pedro se ele o amava. A palavra que está lá é ágape. E Pedro responde o quê? Amo Senhor. Qual é a palavra que está lá na resposta de Pedro? Fileo. Não são três perguntas iguais. Amas-m? Amo. Mas ele perguntou: "Ágape". E o Pedro respondeu: "File". E aí Jesus pergunta de novo, ágape? E Pedro responde de novo: "File deve ter feito, não tem jeito." E aí ele faz a terceira pergunta, Jesus, fío. E Pedro responde: "Fileo". Olha que interessante. Não são só três perguntinhas. Perguntou, não entendeu. Perguntou, não entendeu. Então Jesus aceitou. Já que Pedro não conseguia entender a dimensão daquele amor que ele perguntava, podia ser o amor que Pedro entendia. Olha que perfeição. Ele falou isso em aramaico, que eu não sei que palavras, que palavras ele usou, porque não estão grafadas em lugar nenhum em aramaico, estão grafadas em grego. E em grego João optou em escrever desse jeito. Agora ele tava lá perto. Deve ter tido os seus motivos. o amor que o Cristo nos trouxe. E ele foi dizer: "Um novo mandamento eu vos

ão grafadas em grego. E em grego João optou em escrever desse jeito. Agora ele tava lá perto. Deve ter tido os seus motivos. o amor que o Cristo nos trouxe. E ele foi dizer: "Um novo mandamento eu vos dou". Capítulo 13 do Evangelho de João. Que vos ameis uns aos outros como eu vos tenho amado. Amar uns aos outros não é novo mandamento. Ih, apagou o negócio aqui. Como não tem, não tá marcando nada, então é nada. E apareceu 10. Veja, amar uns aos outros não é novo mandamento, já era antigo, estava na lei. Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Qual é o novo mandamento? Como eu vos tenho amado, um novo mandamento eu vos dou, que vos ameis uns aos outros como eu vos tenho amado. Ágape dificultou um pouquinho mais, porque a gente tá mal conseguindo chegar a pé do fileu ágape. O verbo amar é um verbo transitivo na nossa gramática, dizendo: "Quem ama ama alguém ou alguma coisa ou a alguém ou alguma coisa? Na verdade ele é bitransitivo." Como que ia dizer, ninguém pode amar simplesmente tem que amar alguém ou alguma coisa. Ou seja, o amor tem que ser direcionado. Isso é isso é erros e estorgé. Isso não é filho. Se a gramática nossa estivesse trabalhando com o filho e principalmente com o ágape, diriam que o verbo amar seria intransitivo. Porque quem ama não ama alguém, quem ama ama. Pronto. Aqui também foi mostrado uma cena de Jesus curando a mulher do fluxo de sangue, mostrou a cena. E essa mulher padecia por 12 anos de uma hemorragia. Não vem ao caso. Qual a causa? O fato é que ali estava debilitada, execrada. E ela sabe que Jesus está passando e diz para ela: "Eu não consigo chegar até ele, sempre ladeado de pessoas, mas se eu tocá-lo, eu serei curada". E assim acontece. O evangelista Lucas diz: "E a mulher, chegando por trás, tocou-lhe a borda da túnica". borda a superfície ou borda a marca da do do do rabim do rabi. Não vem ao caso. Fato é que ela tocou vindo por trás, ou seja, sem saber. E ela toca alhez para essa mulher deve ter caído para trás. Tocou para alguém me tocou.

rda a marca da do do do rabim do rabi. Não vem ao caso. Fato é que ela tocou vindo por trás, ou seja, sem saber. E ela toca alhez para essa mulher deve ter caído para trás. Tocou para alguém me tocou. E um discípulo de Jesus numa sua viidade masculina assim questionável disse assim: "Senhor, como tu dizes, alguém me tocou se todos te empurram?" Olha que sensibilidade masculina essa. Como tu dizes: "Alguém me tocou se todos te empurram. Alguém me tocou, pois de mim saiu virtude ou pois de mim saiu poder." Só exala. Não interessa, só exala. E aí ela diz para ele toda sem graça, Senhor, fui eu. Desculpa aí, foi mal, eu não queria. Ele disse: "Grande a tua fé. Vai que tá curada. Esse é o amor. Exala. Não fica escolhendo a quem não é mal me quer, bem me quer, mal me quer, bem me quer. Ama. Esse é o amor ágape. Esse é o amor que Jesus perguntou a Pedro: "Amas-me?" E ele respondeu: "Amo o amor da amizade." Porque Jesus também havia enaltecido a amizade, porque ele disse: "Já não mais vos chamo servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor. Tenho vos chamado amigos, pois tudo quanto aprendi do meu pai vos tenho dado a conhecer. Vós sereis meus amigos se fizerdes o que vos ensino. Então ele exaltou a amizade e Pedro captou e falou assim: #tamos junto. Que o amor filho é profundo. Porque você já perceberam? Amigo não fica cobrando o amigo. O amor Eros, hum, ele é assim um o amado pelo Eros é um devedor comum. Ele nunca paga a dívida porque o credor tá sempre lá. Você me ama, você me ama. Agora o amor, filho, é da amizade. Como numa letra de música que eu não vou cantar, óbvio, em respeito a vocês, depois do moir. Quem sou eu para fazer um negócio desse? nem antes dele também e muito mais com ele junto. Mas uma letra de música que enaltece esse amor fío que diz: "Gosto de você assim como você é. Pode me amar assim como você quer. Quero ter você e não quero saber. Pois se assim não fosse, como poderia ser? De outro jeito, abraço os seus defeitos. Gosto dos seus olhos

de você assim como você é. Pode me amar assim como você quer. Quero ter você e não quero saber. Pois se assim não fosse, como poderia ser? De outro jeito, abraço os seus defeitos. Gosto dos seus olhos do jeito que me olham. Seja assim tão sua, mas me ame sempre igual em casa ou na rua. Deixe que o vento penteie os seus cabelos, mas faça dos meus olhos para sempre o seu espelho. Deixe que a noite traga a canção, mas deixe que eu lhe guarde dentro do meu coração. Isso é amizade. Isso é a amizade. O amor sem a amizade é o amor que cobra. É o sei lá, o marido ou a esposa viaja e depois de quatro dias manda uma mensagem para pro que ficou, pra esposa ou pro marido, pro marido. E aí quem ficou responde assim: "Por que que você tá me mandando mensagem só agora?" Aí manda mensagem para um amigo e o amigo responde: "Que bom que você tá me mandando uma mensagem agora. A amizade é isso, o filho é isso. Não se cobra. Tenho vos chamado amigos, disse ele. Esse é um amor, um amor que pode ser construído, porque sempre que ele curava, doando o amor, ele dizia: "A tua fé te curou". Mas é a fé. O que é fé? Emânuel diz questão 354 do livro consolador, ter fé é guardar no coração a luminosa certeza em Deus. Certeza que ultrapassa os limites das crenças religiosas. É bem Emanuelina, ultrapassa os limites das crenças religiosas e é guardar no coração a luminosa certeza, fé raciocinada, sentimento e razão e equilíbrio perfeitos. Perfeitos os dois, esses dois equilíbrios. E Emân diz, capítulo 40 do livro Vinha de Luz, a árvore da fé viva não cresce miraculosamente nos corações, ou seja, a fé vai crescendo. Ela não é dada, ela é construída. A árvore da fé viva não brota miraculosamente nos corações. E ele acrescenta: "A conquista da crença edificante não é serviço de menor esforço. Olha a fala dele. A crença, veja, não é serviço de menor esforço. A crença é edificante, a fé. E se nós olharmos aqui também, eu agradeci, agradeço que puseram o filme aqui que tá meando na palestra, puseram uma cena aqui de Jesus andando

é serviço de menor esforço. A crença é edificante, a fé. E se nós olharmos aqui também, eu agradeci, agradeço que puseram o filme aqui que tá meando na palestra, puseram uma cena aqui de Jesus andando sobre as águas, lembram não dele andando sobre as águas, da cena porque a gente não tava lá. Ele está andando sobre as águas e diz assim: "E os e os discípulos assustam vendo aquela coisa muito normal, andando sobre as águas. E diz o texto, achavam que era um fantasma. Isso é o texto. E aí ele diz: "Sou eu". E Pedro, ah, um homem assim super crédulo, disse assim: "Se és tu, manda-me a ti." E ele diz: "Vem". E Pedro vem caminhando e depois começa a afundar. >> Tá aí tudo combinado. E começa a afundar. Eu tenho 50 minutos para levantar Pedro aqui. E começa a afundar e diz assim: "Senhor, socorre-me". E Jesus o pega pela mão, o levanta e diz: "O quê? Homem de pequena fé". Então, fé tem tamanho? Tem. Senão não seria pequena fé. A árvore da fé viva não brota miraculosa nos corações. A conquista da crença edificante não é serviço de menor esforço. E aí temos Pedro de novo. Passa um tempão e tá lá Jesus dizendo que ia ser preso, que seria abandonado lá no no cenáculo. Serei abandonado, serei traído. E Pedro, depois de ter fortalecido na fé, ela era pequena, agora talvez ela cresceu e ele disse: "Senhor, nunca te abandonarei". Tá danado esse Pedro, como dizemos em Minas, até me arrepeio. E Pedro diz assim: "Nunca te abandonei. Irei contigo onde fores até a morte". Oh, que que é isso? E aí Jesus vira-se para Pedro e diz assim: "Pedro, Pedro". Ah, quando fala o nome da gente duas vezes. A minha mãe quando falava Simão Pedro, Simão Pedro, só Simão Pedro já era um problema. Porque Simão era para eu fazer alguma coisa, o apelido é para eu receber alguma coisa. Simão Pedro, alguma coisa eu fiz, ele já tava sabendo, mas duas vezes. Simão Pedro, Simão Pedro. E Jesus disse para ele: "Pedro, Pedro, os espíritos das trevas querem fazer-te dobrar como o vento dobra o trigo." Em outras traduções,

, ele já tava sabendo, mas duas vezes. Simão Pedro, Simão Pedro. E Jesus disse para ele: "Pedro, Pedro, os espíritos das trevas querem fazer-te dobrar como o vento dobra o trigo." Em outras traduções, querem fazer-te cirandar como o vento ciranda o trigo. Mas eu orei ao Pai para que a tua fé não desfaleça. Opa, quer dizer que a gente pode dar uma tutubeada na fé para que a tua fé não desfaleça. E te digo mais, hoje ainda, antes que o galo cante, negar-me às três vezes. E o que que aconteceu? Negou as três vezes. E se tivesse uma quarta pergunta, negaria também. Titubiou na fé. Jesus é crucificado, aparece depois e depois está lá na Galileia assando um peixe para eles que estavam pescando. Porque Jesus encontra Pedro pescando e depois ali conversa com Pedro pescando. E Pedro e os apóstolos estão pescando, não pega nada. E aí passa um homem pela praia e diz: "Joga a rede do outro lado". E eles não custa nada, jogaram do outro lado e o barco quase afundou de tamanha quantidade de peixe. E nessa hora André diz: "É o Senhor". E Pedro então veste a roupa e pula na água. Olha que interessante. A gente tira a roupa para pular na água e Pedro vestiu a roupa para pular na água. Tamanha as a seriedade daquele momento. E vai estar com Jesus. E ali que Jesus pergunta três vezes para ele. E aí sim podemos até fazer uma analogia. Três negativas, três assertivas. Tá um pouco diferente. Ágape e fío, mas três assertivas. E ele vai para Jerusalém, o mesmo Pedro. E subindo à escada do templo da porta de formala, isso está lá no Atos capítulo 3, ele e João e um o termo do evangelho do Atos paralítico. E um paralítico pede uma esmola. E Pedro diz, aquele que afundou na água, que te tubiou, Pedro diz, tempo esgotado. E Pedro diz, ouro e prata eu não tenho, mas o que eu tenho, isso eu te dou em nome de Jesus, o Nazareno, levanta e anda. E diz o texto que o homem se levantou e foi andando, cantando e louvando a Deus. A árvore da fé cresceu, mas não foi serviço de menor esforço. Ele precisou esforçar bastante.

Nazareno, levanta e anda. E diz o texto que o homem se levantou e foi andando, cantando e louvando a Deus. A árvore da fé cresceu, mas não foi serviço de menor esforço. Ele precisou esforçar bastante. E dali paraa frente foi o Pedro que vai a Roma e é crucificado. E a tradição diz que foi crucificado de cabeça para baixo, porque não se via digno de ser sacrificado numa cruz como o Cristo foi. O amor é assim. nos esforçando, ele se robustece e robustecendo, ele cura quem ama e cura quem é amado. Essa é a essência do evangelho. Humildade e exemplificação fica por um outro momento para depois conversarmos. A humildade do Cristo não era subseviência. A humildade do Cristo não era timidez. Vós me chamais Mestre Senhor e dizeis bem: "Eu sou". Que humilde é esse? A gente aprendeu que se alguém falar que você é mestre, você tem que falar: "Que isso?" Eu imagina uma um alfabetizador, uma alfabetizadora, primeiro dia de aula, ela chega na em sala e diz assim: "Eh, olha, eu vim aqui para ensinar alfabetização para vocês, as criancinhas, mas eu não sei nada, tá? Eu vim aqui aprender com vocês. Mas vai ser hipócrita." Então Jesus não podia não dizer que era mestre, porque ele era. Se eu conheço Pedro e ele dissesse para eles, eu vim aqui aprender com vocês Pedro diria assim: "Então volta pro céu e manda um que sabe". Mas quando um jovem chegou a ele e disse: "Bom Senhor, o que devo fazer para ganhar a vida eterna?" Ele respondeu: "Por que me chamais bom? Bom só a um, Deus que está nos céus. Mestre, ele aceitou bondade não. O humilde sabe o que sabe, não fica a quem, mas não vai além. Justa medida. E a exemplificação. Ouvindo os doutores da lei pregando, Jesus disse assim: "Ouvi e praticai tudo que eles vos dizem, mas não façais em conformidade com o que eles fazem, pois vos dizem uma coisa e fazem outra". Quando os discípulos do Batista João foram conversar com Jesus, João estava preso. Eles chegaram a Jesus e disseram: "Senhor, João nos enviou para saber se tu és aquele que havia de vir". E Jesus

ra". Quando os discípulos do Batista João foram conversar com Jesus, João estava preso. Eles chegaram a Jesus e disseram: "Senhor, João nos enviou para saber se tu és aquele que havia de vir". E Jesus virou-se pros dois e disse: "Voltem e digam a João: "As coisas que vocês veem, que eu faço. Os cegos vêm, os surdos ouvem, os coxos andam. Ou seja, conta para João o que eu estou fazendo, ele vai saber se eu sou ou não. Exemplificação. Lavando os pés dos discípulos, dizem aos discípulos: "Senhor, nós bem sabemos que nós é que devemos fazer isso". E ele vira-se para os discípulos e diz: "Se vós já sabeis dessas coisas, bem-aventurado sereis se agora as praticares." Sabe e não fazer? Melhor seria não saber. Mas se sabemos, por que não fazemos? Porque não queremos. Essa é a exemplificação. E aí seguir a Cristo. esse médico nessa escola com esse remédio, Jesus aqui na terra com o evangelho, ele dizendo: "Aquele que quiser vir após mim, renuncie-se a si mesmo, pegue a sua cruz a cada dia e me siga." Ou seja, Jesus convida, ele não obriga. Aquele que quiser, deixa duas condiçõezinhas. Renuncie-se a si mesmo ou negue-se a si mesmo. Ou seja, nada de personalismo. Não ficará isento das responsabilidades. Pegue a sua cruz a cada dia. Não precisa ser da vida inteira. Cada dia. Isso está em Lucas. Se olharmos Mateus, o a cada dia não tem. Em Mateus está: "Pegue a sua cruz e siga-me." Em Lucas está: "Pegue a sua cruz a cada dia e me siga." Eu prefiro Lucas porque a gente vai em prestação. Mateus tá no atacado. Veja. Então, é simples, simples para seguir Jesus é aceitar, porque é um convite, é renunciar a si mesmo, nada de personalismo, nada de egoísmo. Assumir as responsabilidades e seguir. Olha que beleza. Em outras palavras, tá dizendo isso. Olha, se você quiser vir após mim e não antes de mim, se você quiser vir, venha. Renuncie-se a si mesmo, pegue a sua cruz e vamos correr pro abraço. Siga-me. É o que ele disse. Então, tá posto, está posto. Se quisermos seguir a Jesus, vamos paraa

de mim, se você quiser vir, venha. Renuncie-se a si mesmo, pegue a sua cruz e vamos correr pro abraço. Siga-me. É o que ele disse. Então, tá posto, está posto. Se quisermos seguir a Jesus, vamos paraa frente. Deixemos de lado o eu. Vamos pro nós. Deixemos de reclamar das coisas e entendamos que as coisas são consequências das nossas ações e sigamos com o Cristo. E aí sim nós podemos dizer: # estamos junto. Essa é a marca para seguir o Cristo. Estamos junto. Conta comigo, porque eu conto com o Senhor. Então, conta comigo. E assim sigamos cada um do seu modo, no seu tempo, seguir ao Cristo. Teremos o médico e estamos num bom hospital e temos um excelente remédio. É só seguir a posologia. Agradeço o convite que me foi feito para estar aqui com vocês mais uma vez. Desculpe os que eu acordei de sobressalto. Desculpem-me. E quem sabe uma outra vez a gente se encontra. Deus les pague. Muito obrigada. Muito obrigada, querido amigo Simão Pedro. Nós realizamos o congresso há 9 anos. Em apenas um ano o Simão não pôde participar. Então, a nossa gratidão, Simão, nós lembramos que às 9:45, a partir das 9:45, nós iniciaremos os momentos de autógrafos com Simão Pedro, Jorge Elarrá, Larissa Chaves, Eulália Bueno, Jorge Godinho, Freire, Severino Celestino. Lembramos a todos que o espaço possui bebedouros que estão localizados próximo ao estacionamento e no cézinho. Qualquer dúvida para chegar até esses locais, nós pedimos que vocês peçam auxílio dos nossos voluntários que estão sinalizados com coletes azuis. Vamos então prosseguir com o nosso evento e nós convidamos agora o nosso querido Jorge Godinho para que ele possa proferir em 50 minutos a 11ª palestra do nosso evento. A Web Rádio Fraternidade apresenta Jorge Godinho no nono Congresso Espírita [música] de Uberlândia com a apresentação do tema Nossa [música] jornada perante a lei de causa e efeito, a justiça divina, a reencarnação [música] e a esperança. envolvidos nesse psiquismo que Jesus sempre nos deixa balsamizando os corações,

do tema Nossa [música] jornada perante a lei de causa e efeito, a justiça divina, a reencarnação [música] e a esperança. envolvidos nesse psiquismo que Jesus sempre nos deixa balsamizando os corações, falando-nos de paz. Acabamos de ouvir este médico divino que alegria e ao mesmo tempo esperança, conforto, confiança. Cumprimento a todos com a alegria de pela primeira vez e naturalmente aprendendo com todos aqueles que nos antecederam e certamente com aqueles que falarão após. Porque a existência, ela é uma grande oportunidade de aprendizado para todos. é uma grande oportunidade de ajuda mútua, mas sobretudo aprendemos com ele, o mestre querido, servir. Marcel era uma criança de 8 a 10 anos. Ele estava internado no hospital da província. era filho de israelitas e ele nasceu com uma deformidade física. O seu corpo era todo tortuoso. Com o passado tempo, estas torturas se tornavam cada vez mais agressivas, a ponto de, naquela idade o joelho já está roçando os o pescoço. médico que o atendia por misericórdia, porque ele era pouco visitado pelos familiares. Nos momentos vagos, o médico olhava para aquela criança. corpo, uma chaga, as dores, atrozes e fazia com ele leituras para que ele pudesse assimilar os ensinos decorrentes, mas observava naquele jovem uma inteligência não compatível com a idade física, porque ao observar as leituras, a sua própria fala expressava uma maturidade maior do que uma criança com a idade correspondente. Ele era uma criança dócil, resignada e certo dia chegou para o doutor e disse assim: "Doutor, o senhor poderia me dar aquele remédio que o senhor tem prescrito?" O médico olhou para ele e falou assim: "Marcel, eu já fiz a prescrição, já dei a dose correta dos remédios. Para que você quer?" Porque o remédio em dose excessiva, ele se torna veneno e é prejudicial à saúde. Aí Marcel responde para ele: "Doutor, eu sofro tanto, são tantas dores que eu não consigo orar a Deus para pedir forças. E eu estou pedindo este remédio porque ele me faz dormir.

prejudicial à saúde. Aí Marcel responde para ele: "Doutor, eu sofro tanto, são tantas dores que eu não consigo orar a Deus para pedir forças. E eu estou pedindo este remédio porque ele me faz dormir. E eu também não desejo incomodar aqueles que compartilham comigo no hospital os leitos. Ele era conhecido como Marcel, o menino, o garoto do número quatro, que naturalmente correspondia ao leito onde ele se encontrava. Diante daquela rogativa, o médico sensível observou a grandeza do pedido, porque ele estava apenas solicitando algo que lhe desse uma certa paz, porque adorar tanto que ele não conseguia concentrar-se para falar com Deus, orar, pedir forças, coragem para suportar aquelas dores atrozes. mas ao mesmo tempo ocupado com aqueles que compartilhavam com ele os leitos no hospital para não incomodá-lo. E assim dá-lhe a dose prevista que naturalmente não excederia para que não se tornasse, ao invés de um remédio, um veneno. Esta criança veio a desencarnar orando a Deus, mas rogando por aquele doutor que era o amigo que ele possuía, já que os familiares visitavam muito pouco. Passa-se o tempo e na Sociedade Espírita de Paris faz-se uma evocação à aquele jovem. Ele atende e vem dizer que naquele momento ele estava ocupando um espaço que foi cedido por um apóstolo do espiritismo que havia cedido espaço para que ele falasse e ele estava muito agradecido. Soube-se a posterior que se tratava de Santo Agostino. E ele vem dizer que aquelas dores que nós passamos e que ele passou nada mais foi do que bênçãos. Após transpassarmos esta dimensão mais densa para a dimensão espiritual, que a dor é uma bênção, desde que haja aceitação, o entendimento dos desígnios do Pai e a resignação. Mas ele vem dizer que aquele corpo, aquele jovem numa existência curta, em outras existências, ele foi belo, tinha uma compleção física muito bonita, era rico. Utilizava-se da riqueza naturalmente para o hedonismo, para os gozos materiais. maltratoros semelhantes, mas sobretudo renegou a Deus.

ele foi belo, tinha uma compleção física muito bonita, era rico. Utilizava-se da riqueza naturalmente para o hedonismo, para os gozos materiais. maltratoros semelhantes, mas sobretudo renegou a Deus. E naturalmente, após aquela existência, no plano espiritual, ele teve os seus primeiros, suas primeiras dores, seus primeiros sofrimentos, porque lá ele pôde identificar os equívocos cometidos numa oportunidade reencarnatória que lhe foi dada para o seu crescimento intelecto, moral. Ele diz que antes daquela existência, a última que foi curta, ele também passou por dificuldades, mas numa existência mais longa que veio à desencarnação por velice. Este é um exemplo que nós vamos encontrar no livro Céu Inferno, que o ano passado completou 160 anos e que naturalmente o movimento espírita debruçou sobre esta obra, trazendo-nos informações a respeito daquilo que chamava-se de céu, de inferno, de purgatório, de limbo, niilismo, as teorias, os sistemas, Porque é uma obra pouco lida e talvez pouco estudada. Mas Kardec faz uma análise, uma comparação de todas as doutrinas a respeito da passagem da vida material à vida espiritual. E ela é rica na segunda parte de muitas exemplificações. O exemplo de Marcel é um exemplo que vem nos falar da nossa caminhada. a nossa caminhada perante a lei de causa efeito, perante a reencarnação, a justiça divina, conforme Jesus já havia anunciado que dara a cada um segundo as suas obras e a esperança, a expectativa. Mas a nossa caminhada evolutiva, ela está submetida a um determinismo divino. E este determinismo, por ser divino, ele é imanente. Todos nós estamos submetidos a este determinismo divino que nos traz da simplicidade, da ignorância, levando-nos para a perfeição. Estamos submetidos à lei do progresso, que é este determinismo decorrente naturalmente da imanência do Pai, que é a lei de amor. O amor para com todas as criaturas indistintamente. E quando nós falamos em amor, na lei do amor, nós vamos recorrer ao espírito Lázaro, que no Evangelho Segundo o Espiritismo,

i, que é a lei de amor. O amor para com todas as criaturas indistintamente. E quando nós falamos em amor, na lei do amor, nós vamos recorrer ao espírito Lázaro, que no Evangelho Segundo o Espiritismo, capítulo 11, o item oito, que está intitulado A lei do amor, nos dar uma ideia, um esforço desta caminhada que todos nós realizamos, desde a simplicidade, a ignorância até os páramos da angelitude. E ele vem dizer que o amor resume a doutrina toda inteira de Jesus, que o amor é o sentimento em excelência e que este sentimento são os instintos elevados à altura do progresso feito. Vemnos dizer ainda que no início temos instintos. Avançados e corrompidos. Temos sensações. Instruídos e depurados. Temos assim sentimento. E o amor é o ponto mais delicado deste sentimento. Não é o amor conforme nós no estado evolutivo que nos encontramos como espírito perfectíveis que somos, que desfrutamos, navegamos. Vivemos, compartilhamos o amor egoísta, o amor pós, o amor sensual. Ouvimos aqui do Simão Pedro a palavra grega ágape, que era que Jesus usava na expressão daquilo que ele falava de amor e que na sua vivência, nos seus evangelhos defeitos, ele realizava este amor maior. Porque ele como espírito depurado, instruído, um espírito puro, ele tem sentimento. Nós no linguajar normal dizemos que o nosso sentimento, na realidade nós temos sensações ainda. O sentimento é para os espíritos instruídos e depurados, que nós ainda não somos. Estamos nesta caminhada e quando analisamos este esforço evolutivo que Lázaro coloca, dizendo-nos que no início temos instintos, nós vamos observar que o instinto é o período que nós Antes da consciência de ser e de si, vamos construindo a luz da lei divina de forma perfeita na formação do espírito imortal, conforme Kardec nos fala, o espírito com e maiúsculo e o espírito com e minúsculo, que é o princípio inteligente na formação neste período de vivência nos reinos que nós dizemos inferiores porque estamos comparando com o nosso reino e que transita de um reino para o outro

minúsculo, que é o princípio inteligente na formação neste período de vivência nos reinos que nós dizemos inferiores porque estamos comparando com o nosso reino e que transita de um reino para o outro sem interrupção nas fases transitórias que a ciência não consegue distinguir se aquele está no reino anterior ou no reino seguinte. Esta é uma fase em que a lei do Pai se cumpre de forma perfeita, porque o instinto não se equivoca, o instinto não erra. E é nesta fase que o princípio inteligente vai angareando gradativamente a consciência de ser até os momentos em que habitando corpos de animais, não somente no nosso habitate, mas percorrendo os habitates do Pai, angareando estas experiências que nada mais são para a construção da lei divina no nosso próprio inconsciente. E é aí que nós vamos encontrar na literatura espírita, graças às mediunidades abençoadas, em especial a do saudoso e querido Chico Xavier, onde Emanu André Luiz e outros espíritos. Mas especificamente André Luiz vem nos falando a passagem deste princípio por esses reinos na construção de um corpo que no futuro vai propiciar ao ser consciente de si agora condições de sobreviver num instrumento mais complexo, aonde ele age de forma automática. sem que o nosso consciente aja, para que o nosso coração palpite, para que a nossa pele se transforme, para que os nossos cabelos cresçam, porque tudo isso já se faz de forma automática. E ele vem nos dizer que as experiências destes princípios nestes reinos se faz de forma instintiva, porque aí há um aprendizado no reino mais simples, mineral, da agregação, da afinidade, quando desperta para a vida no reino vegetal, mas transitando num reino que passa do mineral para o vegetal. Nós vamos encontrar no vegetal as plantas que submetidas às estações do ano, em especial nos locais onde elas se fazem de forma muito bem distintas, as árvores se preparando no inverno, fazendo com que antes, no outono as folhas caiam. fiquem aqueles gravetos e quando vem o inverno rigoroso, ela suporta e ao

se fazem de forma muito bem distintas, as árvores se preparando no inverno, fazendo com que antes, no outono as folhas caiam. fiquem aqueles gravetos e quando vem o inverno rigoroso, ela suporta e ao passar o inverno vem a fluorescência da primavera. Diz-nos, André Luiz que aí estar a conquista dos primórdios da futura memória, que naturalmente os corpos mais complexos irão proporcionar. Da mesma forma, quando a seiva, ela circula das raízes para as partes mais extremas nas folhagens, neste processo de fotossíntese, ele vem nos dizer que são os primórdios da futura circulação sanguínea. Então, nós verificamos que esta conquista de ser é uma preparação divina que a lei do amor vai dando à criatura sem responsabilidade pelos seus atos, porque não tem consciência de ser, nem tampouco de si. E a lei divina vai se cumprindo neste universo, neste mundo, que muitas das vezes denominamos o mundo selvagem, o mundo dos animais. Um dia nós iremos dar outras denominações, porque aí está se cumprindo a lei divina de forma instintiva, perfeita, sem equívoco, porque o instinto não erra. E é o período em que nós vivenciamos de forma obediente a lei divina que gradativamente vai inscrevendo nas nossas consciências as leis do Pai, para que quando tivermos consciência de si no despertar, nós possamos assim Sim, com este arcaboço inscrito na consciência, agirmos de forma livre. Então, quando ele nos diz que no início nós temos instintos e que avançamos de forma corrompida, isto significa que quando chegamos ao reino, aonde a consciência de ser e de si já se faz em nós e despertamos como espíritos imortais, para a partir de então com o instrumento que o Pai amorosamente coloca à nossa disposição como sendo um princípio decorrente do determinismo divino, que nós chamamos de livre arbítrio, e que podemos dizer que livre arbítrio é sinônimo de livre determin individual. Livre arbítrio e determinismo fazem parte da mesma equação. Todas as vezes que nós somos convidados e somos diariamente

e que podemos dizer que livre arbítrio é sinônimo de livre determin individual. Livre arbítrio e determinismo fazem parte da mesma equação. Todas as vezes que nós somos convidados e somos diariamente a deliberar, porque a partir da consciência de ser e de si, nós somos responsáveis pelos nossos atos. Aqui agora nós podemos escolher. A razão vai nos dizer este caminho ou aquele caminho ou outro qual nós vamos escolher. Só que o pai é tão amoroso, é tão bom para com as criaturas, que o livre arbítrio é uma liberdade, mas ao mesmo tempo ele é composto de três liberdades. A liberdade de tempo, a liberdade de modo e a liberdade de vontade. para que a criatura consciente de ser e de si, a lei inscrita na sua consciência, ela possa praticar no tempo que desejar, do modo que quiser, com a sua boa vontade sincera. É por isto que nós muitas das vezes gostamos de fazer algumas experiências e nos corrompemos. Porque para que nós possamos progredir, avançar, precisamos cumprir a lei de amor. Quando nós cumprimos a lei de amor, que é a única verdadeira que nos faz felizes, que diz o que fazer e o que não fazer, quando nós assim cumprimos, nós progredimos conforme os propósitos existenciais adredemente estabelecido antes da existência. E se nós cumprirmos, nós seremos completistas. Por que prometemos antes do nascimento que somos egoístas, mas que nós iríamos diminuir o egoísmo em 10%. Nos foi concedido porque diz: "Aqueles que planejam é capaz de diminuir 10%. Se fosse 20, nós iríamos lhe convencer para 10, porque 20 você não seria capaz. Aí a gente nasce, vamos conviver e voltamos. Se cumprimos os 10%, somos completistas, porque assumimos um compromisso e demos conta daquele compromisso. Se não cumprirmos os 10%, voltamos ainda como devedores de um compromisso que nós assumimos, mas a nossa imperfeição ainda não foi capaz de cumprir. Então, o livre arbítrio é esse instrumento que nos dá a possibilidade, o direito de escolhermos praticar a lei de amor, a lei divina no tempo, no

as a nossa imperfeição ainda não foi capaz de cumprir. Então, o livre arbítrio é esse instrumento que nos dá a possibilidade, o direito de escolhermos praticar a lei de amor, a lei divina no tempo, no modo que a nossa vontade escolher e desejar. Só que quando nós avançamos de forma corrompida, nós nos compromissamos mais. Por isto que o Espiritismo que revive o evangelho de Jesus é uma doutrina que vem nos esclarecer como doutrina filosófica de que a vida de relação entre os espíritos tem consequências morais. E toda vez que nós nos relacionamos ausente da lei de amor, as consequências, naturalmente morais nos trazem dores e sofrimentos. Dona Maria Augusta Correa da Silva era dona de uma fazenda. Ela estava regressando do Rio de Janeiro. A sua fazenda era no Vale do Rio Paraíba, o rio que traspassa o estado de São Paulo, vai ao Rio de Janeiro e depois ao encontro do Mar no Espírito Santo. E ela tinha uma fazenda. Mas naquele ano ela foi passar um período de descanso na corte no Rio de Janeiro, um período de quase um ano, e ela estava regressando, acompanhada de amigos, que iriam desfrutar da sua hospitalidade na fazenda. E era hábito de quando ela chegasse, aqueles seus cativos, aqueles que eram os trabalhadores, ditos escravos, passavam à sua frente para uma revista que, naturalmente a dona da fazenda fazia após um período longe. da sua propriedade. Vamos vê-la num salão grande, não tão grande como este. Ela sentada numa poltrona velha, antiga, num platô semelhante a este, largo, aonde desfilava 62 cativos, que eram aqueles seus escravos. E eles passavam, cumprimentavam-na. Louvado seja Deus. Sim, há, mas de joelhos. E ela naquela posição austera, respondia: "Não de uma forma suave, louvado seja com uma autoridade, com uma voz imperativa. E ali passava aqueles senhores de cabelos brancos, senhoras, homens que trabalhavam na fazenda com as mãos, não com as peles finas, mas calejadas do trabalho. Crianças, jovens desfilavam e ela os cumprimentava desta forma. Entretanto,

cabelos brancos, senhoras, homens que trabalhavam na fazenda com as mãos, não com as peles finas, mas calejadas do trabalho. Crianças, jovens desfilavam e ela os cumprimentava desta forma. Entretanto, havia numa parte do salão uma jovem, estava ao seu lado um capataz e ela com duas crianças ao braço. Foi a última a ser cumprimentada. Depois que todos passaram, ela junto com o capat se aproxima. E naquele momento vamos observá-la, que ela antes de dizer qualquer louvor a dona Maria Augusta, dona Maria Augusta levanta e diz assim: "Matilde, leve as duas crias para censá-la. Volte e me encontre nós precisamos conversar. E aí, Mati, humildemente levou isto era o ano de 1856. Levou as crias, colocou-as na cenzala e voltou humildemente para o terreiro aonde encontrou a dona Maria Augusta confabulando com capataz, coxixando. E naquele momento que ela chegou, aqui estou, senhor. Aí a dona Maria Augusta diz assim: "Acompanhe-nos." e dirigiram-se por um caminho para as proximidades do rio Paraíba. Era um dia chuvoso, as nuvens carregadas, pesadas de água que traziam naquele ambiente um ambiente praticamente não ensolarado, mas escurecido, chuvas muito brandas, mas ao longe ouvia-se os trovões, relâmpagos e o rio Paraíba, naturalmente, pelo dos seus afluentes, passava caudaloso por ali, descia troco de árvores, decia galhos, esses destroços que naturalmente quando o rio avança, ele vai levando na sua correnteza estes objetos. E ali próximo há um diálogo entre a patroa, a dona Maria Augusta e Matilde e o Capataz ao lado. Esse diálogo, dona Maria Augusta pergunta: "Matilde, de que são essas duas crias que nasceram na minha ausência?" E ela humildemente diz assim: "Dinhoosico seá." E a dona Maria Augusta tem uma reação irritada, miserável. Meu filho não me daria esse desgosto? A partir de agora você não vai ver mais estas crias. E Matí, ó Senhor, não me separe dos meus filhos, pelo amor de Deus. E ela diz assim: "Vais estar livre, se quiseres, poderás depois adquirir os teus filhos,

de agora você não vai ver mais estas crias. E Matí, ó Senhor, não me separe dos meus filhos, pelo amor de Deus. E ela diz assim: "Vais estar livre, se quiseres, poderás depois adquirir os teus filhos, estas duas crias que odeio." E aí Matilde, de forma humilde, diz: "Ó Senhor, me ajude. Eu darei o sangue da minha vida pelos meus filhos." E ela então diz: "Estás livre, indica. o rio Paraíba. E ela quando observa que a liberdade dela era transpor um rio Paraíba, naturalmente, sem a habilidade da natação, mesmo que tivesse, eram correntezas muito grandes, muito fortes. Impraticável, talvez um nadador hábil atravessá-lo. E naquele instante que ela pede ajuda, socorro a dona Maria, olha para o capataz, dá-lhe o sinal e ele a chicoteia, ela se desequilibra, termina caindo ao rio e ela grita: "Socorro! Socorro, meu Deus! Instantes depois, era um corpo de mulher. que descia a correnteza abaixo 100 anos após, 1956, aqui em Minas Gerais, cidade de Passaqu, a dona Maria Augusta agora estava com outra vestimenta. encarnara nas proximidades da cidade, vivia agora num ambiente no só pé de uma montanha, um ambiente singelo, uma casa simples, ajudando o esposo para a sobrevivência da família e passava pelas mesmas dificuldades daqueles seus cativos de então, daquele passado. fato, porque aquele fato aconteceu na antivéspera do Natal de 1856. E ela estava naqueles dias próximos também ao Natal, na anti véspera do Natal, uma mulher simples, vivendo as dificuldades naturais que os escravos viviam para a sobrevivência, ocupada em dar a sua família as condições melhores para aquele Natal, é quando chuvas voas torrenciais começa então a bater no telhado. E ela quando observa junto aos familiares em volta da sua casa, as águas já a envolvia, penetrando os recintos. E a família foi obrigada a sair daquela casa para poder se abrigar em outro local. Ela junto com os seus familiares abandonam o local, mas não consegue porque dispersa do esposo e dos filhos a correnteza forte, porque ela se

a sair daquela casa para poder se abrigar em outro local. Ela junto com os seus familiares abandonam o local, mas não consegue porque dispersa do esposo e dos filhos a correnteza forte, porque ela se encontrava diante praticamente de um rio, porque aquelas águas torrenciais tomou conta de toda aquela área e de repente ela elevada pelas correntezas e ela começa a gritar: "Louvado seja, meu Deus!" As mesmas palavras de Matil de 100 anos atrás, porque instantes depois era um corpo de mulher que descia a correnteza abaixo. são exemplos da nossa caminhada perante a lei de causa e efeito livre para determinar um determinismo que pode ser o bem ou ausência do bem. Por isso que Lázaro diz que nós avançamos de forma corrompida, porque os nossos atos foram afastados da lei de amor. Deus não nos castiga, nos dá oportunidade. Porque Marcel, aquela criança, na sua comunicação à sociedade de Paris diz que ele mesmo solicitou aquela última existência num corpo retorcido, que cada ano que passava mais retorcia. Um corpo que era uma ferida, dores atrozes, porque a sua vontade era ressacciese perante a lei divina, numa oportunidade que a reencarnação possibilitaria para que a justiça divina se cumprisse, dando a ele de acordo com as suas obras. Da mesma forma, nós observamos, dona Maria Augusta, e a lei divina tem recursos próprios, não precisa de terceiros para fazer se cumprir. Por isso que Jesus nos lembra de ai daquele que serve de escândalo a lei. Porque o Pai tem mecanismos para fazer com que nós, diante das oportunidades que oferece, nos ressacirmos perante a lei divina. Entretanto, para que isto aconteça, é necessário que tenhamos o arrependimento sincero. É o primeiro passo para que nós possamos na caminhada cumprir esse determinismo divino e prosseguirmos a caminhada, cumprindo os compromissos que assumimos antes do nascimento. Por isto que avançados e corrompidos, nós temos sensações. Quando nós nos instruímos e nos depuramos, o sentimento ele vai aflorando, a lei de amor vai cada vez mais

que assumimos antes do nascimento. Por isto que avançados e corrompidos, nós temos sensações. Quando nós nos instruímos e nos depuramos, o sentimento ele vai aflorando, a lei de amor vai cada vez mais desabrochando em nós, a ponto de ser esse ponto delicado do sentimento, esse ágape, este amor que Jesus veio nos deixar o legado, jamais a humanidade esquecerá, porque ele Ele foi o exemplo mais perfeito de evangelhos de feitos que a humanidade conhece. Porque tudo que ele disse, ele fez para não deixar dúvidas a ninguém que o seguisse, deixou este legado para que nós o seguíssemos, porque hoje, 2000 anos, sabemos que ele é guia. Será que realmente nós temos convicção que ele é guia? É um guia que não se equivoca. é um guia perfeito, nos leva para um porto seguro. Nós que nos desviamos da lei, é ele que nos conduz, como acabamos de ouvir, o médico divino que nos aconselha, nos acalenta, nos abraça, nos fortalece, balsamiza o coração, rejuvenece as nossas células como aqui agora. Nós estamos imersos numa psicosfera que faz tão bem estar com ele que nós vamos sentir falta. No momento que encerrar, nós vamos voltar para a vida normal, a existência normal, com psiquismos diferentes deste que agora juntos estamos formando como se f único rebanho. E ele, o pastor, trazendo-nos as orientações, fortalecendo-nos como ele fortaleceu, empoderou os seus apóstolos, deu-lhes poder. E o poder que Jesus deu a eles foi do conhecimento. a proporção que ensinava-lhes fazendo para que o exemplo permanecesse vivo em suas mentes, emperava-os para que eles pudessem, após o seu regresso ao Pai, transformar a humanidade. Todos eles, os discípulos sinceros de Jesus transformaram a humanidade. Poucos homens que até hoje nós falamos deles, de Jesus em especial como mestre, como guia e deles como aqueles homens simples. Entretanto, os melhores espíritos que Jesus veio preparando ao longo das existências. para que naquele momento pudessem esquecidos do compromisso que assumiram com Jesus, gradativamente

omens simples. Entretanto, os melhores espíritos que Jesus veio preparando ao longo das existências. para que naquele momento pudessem esquecidos do compromisso que assumiram com Jesus, gradativamente relembrá-lo para darem os seus testemunhos através do holocausto. 2000 anos depois, Jesus está entre nós, redif vivo, como outro consolador, para nos ajudar agora a vencermos a nós mesmos com uma fé raciocinada, com uma consciência plena de uma certeza. Porque fé não é crença. Fé confiança. E nós podemos traduzir fé porque sabemos que há a fé humana e a fé divina. E nós estamos desejosos desta fé divina. E a fé divina é a divina clareza da certeza. Nós temos a divina clareza hoje do evangelho de Jesus Rede Vivo, interpretado de forma lógica, direta, clara, com a certeza de um futuro que nos aguarda como nunca vivemos este futuro. Aí a esperança da regeneração que nos aguarda não para que nós tenhamos atos regenerados lá, mas agora, desde já, porque este momento é o nosso agora, é o momento de nós darmos o nosso testemunho neste laboratório tão diverso, mas tão próprio, tão perfeito. para que a lei de amor ela seja exemplificada por quem? por aqueles que têm a divina clareza da certeza destas leis, para que não avanemos mais de forma corrompida, mas agora alinhados com esta lei de amor que nos liberta, para que nós, ao fazermos as escolhas, nós estejamos determinando o bem para que nós determinemos o bem e é necessário que nossas escolhas sejam o bem. Se assim não for, nós iremos prosseguir avançando, mas ainda corrompidos, com dores maiores, mais lacinantes, porque agora conhecemos mais. Hoje nós já nos relacionamos, como vimos aqui nas palestras anteriores, com Jesus de forma diferente, porque já aprendemos, mas todos nós estamos diante de uma grande oportunidade. No ano de 1873, o espírito que Jesus escolheu para ajudá-lo na cristianização da humanidade, o governador espiritual deste país, que tem uma missão, pátria do evangelho e coração do mundo. Acredite ou não, é um fato.

o espírito que Jesus escolheu para ajudá-lo na cristianização da humanidade, o governador espiritual deste país, que tem uma missão, pátria do evangelho e coração do mundo. Acredite ou não, é um fato. É, está sendo e será coração do mundo, pátrio do evangelho. Conosco, eu vou botar entre aspas, porque não existe no nosso dicionário sem prefiro conosco. Então, este governador espiritual conhecido de nós, Ismael, que tem um lema que é o lema do amor. Porque quando Jesus o distinguiu numa plateia, numa assembleia de espíritos nobres e solicitou a ele que escrevesse numa bandeira Nívia que estava à sua mão, a sua coragem, a sua fidelidade ao Pai, que ele havia demonstrado ao longo das existências, ele emocionado como se uma tinta celeste escrevesse naquela pela brandeira, amor. Ele decodificou. Ele preferiu colocar o criador da lei, o exemplo inigualável da lei e a lei em sinergia, em ação. Na expressão do venerando Dr. Bezerra, ele nos diz, é a expressão da primeira revelação mosaica, Deus. da segunda revelação, Jesus. E da terceira revelação, o Espiritismo, porque fora da caridade não há salvação. E na sua primeira mensagem aos espíritas no Brasil, ele diz no último parágrafo, abre aspas, a missão dos espíritas no Brasil é divulgar o evangelho de Jesus. em espírito e verdade. Aqueles que se compromissaram antes de nascer com este dever e desejar cumpri-lo, estejam pois reunidos debaixo deste páleo trinitário, Deus, Cristo e caridade. Onde estiver esta bandeira, eu aí estarei. Fecha aspas e assinou Ismael. Então, queridas irmãs e queridos irmãos, já sabemos qual o guia nós devemos seguir. Sabemos que ele nos deixou um legado que é um roteiro. Que o evangelho então seja o roteiro em nossas vidas. É a única forma das nossas consciências estarem tranquilas, em paz. Para que isto se execute, há necessidade de termos uma estratégia nas nossas ações, a ausência do mal nas nossas vidas. Mas como espíritos ainda perfectíveis, que titubiamos em alguns instantes, recorramos à prece

se execute, há necessidade de termos uma estratégia nas nossas ações, a ausência do mal nas nossas vidas. Mas como espíritos ainda perfectíveis, que titubiamos em alguns instantes, recorramos à prece como sendo a fortaleza. Evangelho como roteiro, consciência tranquila como consolo, ausência do mal como estratégia e a prece como fortaleza. Muita paz. Que Jesus permaneça nos ajudando. >> Muito obrigada. Você >> escutado. Nossa gratidão ao querido Godinho. E agora nós iremos para aquele momento de tomar um cafezinho, fazer um lanchinho, esticar as pernas ao nosso momento de intervalo e retornaremos às 10:15. Até daqui a pouquinho, pessoal. Uma correção. Retornaremos às 11:15. Lembramos que os nossos queridos >> estarão palestrantes estarão autografando neste momento. Nossa querida Ana Teresa, Simão Pedro, Jorge Elarrá, Evely Freire, Severino Celestino, Jorge Godinho, Eulália Bueno e Larissa Chaves. Até às 11:15, pessoal. Barreira pro amor. Existe final para dor. Sei que junto de ti não há medo. Não existe barreira pro amor. [música] Existe final para essa dor. Sei que junto de ti [música] não há medo. que junto de ti não há medo. >> Todo dia [música] antes de dormir. Faço um movimento, [música] ligo o pensamento no meu dia, o que foi que eu fiz? Se [música] foi tudo bem, fui feliz também. Todo [música] dia antes de dormir faço um movimento, [música] ligo o pensamento no meu dia, o que foi que eu fiz? Se foi tudo [música] bem, fui feliz também. Será que eu dediquei minha atenção? Ouvi direito [música] a minha emoção. Será que eu fiz o bem ou fiz [música] o mal? Lembrei que sou espírito imortal. Muito bem, meus amigos queridos que estão ligados acompanhando o nosso céu, nono céu. Pessoal tá acompanhando a gente pela rede mundial de computadores, tá aí no [música] YouTube, nas redes sociais, mas o pessoal também tá em sintonia com a gente na rádio, ouvindo aí pelo mundo afora. É muito bom ter você aqui com a gente. Essa manhã já começou bem, né? A gente já começou já

e, nas redes sociais, mas o pessoal também tá em sintonia com a gente na rádio, ouvindo aí pelo mundo afora. É muito bom ter você aqui com a gente. Essa manhã já começou bem, né? A gente já começou já se emocionando com Simão, depois o Godinho, mas à tarde tem mais apresentação artística do nosso amigo Marcinho Camargo. Muito bacana. Mas eu tô aqui nesse aquário aqui que a gente chama nesse estúdio no meio do pavilhão montado dentro da área de standes do nosso céu com o nosso querido Rafael. Muito bom dia. Quero cumprimentar o Web Rádio Fraternidade, a todos que estão nos ouvindo, nos acompanhando pelas vias das redes sociais e dizer da alegria de estar no céu, quanta confraternização, quantos momentos de espiritualidade, de vida. E Rubens, hoje nós temos mais alguém muito especial nesse aquário, né? >> É, já vou falar comigo aqui, o nosso amigo Marcelo. >> Muito bom dia a todos. Sejam todos muito bem-vindos e muito obrigado novamente por todos vocês aqui estarem junto conosco dentro dos nossos corações. >> Antes de eu falar de quem tá, você já tá vendo, nós já tá até aparecendo aqui, tá do lado da Rafael, né? Mas a gente vai ter logo após o intervalo e a gente vai segurar aqui esse momento eh até o a próxima palestra. Vai ser com o Víor Hugo, menino. Mas eu queria te agradecer pela presença aqui com a gente, Luziane Bahia. Bom dia, queridas irmãs, queridos irmãos. É uma alegria estarmos aqui nesse nono céu e também conversando com todos vocês ouvintes da web Rádio Fraternidade. É um momento de muito aprendizado, de comunhão e de crescimento espiritual. Então é uma oportunidade divina. Agradeço também a presença do Rafael. Com ele eu aprendo muito constantemente, >> sabe? E a Luziana, a Luziane tá lá na mansão do caminho. Vou chamar que ela tá representando a mansão do caminho aqui com a gente. Até porque quando a gente eh recebeu a intuição da espiritualidade de trabalhar essa temática, nos foi indicado pelos amigos, né, buscar na obra da dona Amélia. Eu falei: "Nossa,

nho aqui com a gente. Até porque quando a gente eh recebeu a intuição da espiritualidade de trabalhar essa temática, nos foi indicado pelos amigos, né, buscar na obra da dona Amélia. Eu falei: "Nossa, eu até brinquei, nossa, eu não tenho livro, né?" Aí eu arrumei ele no Kindle e fui e fui ler, né? a gente foi ler e foi encontrar eh o desdobramento do que poderia ser justamente o tema a ser trabalhado. Então, a gente vê e eu queria aproveitar você aqui com a gente, Luziane, porque diante de tantas aflições que a gente veio, vem no, vem tendo no dia a dia, né, no cotidiano, eh essa presença de Jesus junto de nós é justamente para que a gente possa ter uma força para seguir a caminhando. Deixar de ter não ter problema é impossível, viu, gente? Mas eu queria que você falasse um pouquinho porque a Luciano trouxe um tema muito bacana. Quantos espíritos também indicaram, quer ver assim, indicaram os temas, eles foram apontando quem deveria falar e você trouxe uma personagem eh do nosso meio, né, que também é uma demonstração de amor à aquilo que o Cristo nos apresentou. Eu queria que você falasse assim de forma geral sobre a temática do nosso evento. >> E é por isso a nossa gratidão, Rubens, a você, a divina, a todos que compõem esse trabalho da web Rádio Fraternidade, esse Nono Céu, porque trazer uma temática que vocês apresentaram e apresentam, trazendo Jesus como foco esse tema não tem mais e também todos os temas que estão sendo desenrolados aqui nesse evento nos traz muito a renovação do ânimo, da coragem, da firmeza. O a personagem Joana de Pusa, que foi a personagem que a gente recebeu de presente, falar dela é falar da mãe que nos acolhe na mansão do caminho, é falar da mãe que acolhe o planeta em evangelização. Então é muita emoção, é muita gratidão a esse espírito que forja a sua trajetória na fidelidade ao Cristo. Isso nos impacta muito, porque mesmo com as adversidades, a Joana não desiste e a Joana mantém-se fiel. Então, hoje nós vivemos desafios constantes no

e forja a sua trajetória na fidelidade ao Cristo. Isso nos impacta muito, porque mesmo com as adversidades, a Joana não desiste e a Joana mantém-se fiel. Então, hoje nós vivemos desafios constantes no mar da vida. O mar da vida, ele tem ondas muito expressivas e que hora nós estamos no ápice dessas ondas, conseguindo lidar com estas adversidades, mas ora nós temos aqueles momentos do depremere, da do vale da depressão, que não falamos eh necessariamente da de uma condição enferma, mas da tristeza, da melancolia que nos advém pelos embates da vida. Então, ter um evento, uma egrégora estruturada como esta, é mantermo-nos conscientes do processo, é despertarmos para essa consciência, mas mantendo isso juntos em fraternidade, entendendo que nós apresentamos aflições muito parecidas. E nós temos também o viés de sustentáculo entre nós a partir da figura de Jesus Cristo. Então a Joana ela aceita esse comando de Jesus que é um comando convite, vai filha ser fiel. E assim ela vai nos ensinando a que também mantenhamos a fidelidade. A fidelidade a Deus, a fidelidade a Jesus. Goldinho agora falou Deus Cristo e caridade. É a fidelidade a essa a essa bandeira de Ismael que nos traz tanto ao conhecimento, mas principalmente a vivência. Então a nossa imensa gratidão por essa oportunidade. >> Muito bom. Muito bom. Quem quer fazer uma pergunta para ela? E a gente não combinou nada, hein? É pergunta. >> Pergunta. >> É. E não roube a minha pergunta que eu tô aqui minha cabeça, hein. Tô brincando, Rafael. Eu tive a oportunidade de visitar a Mansão do Caminho algumas vezes e é sempre uma experiência fantástica ver o trabalho que o Divaldo construiu. Um trabalho no meio de um lugar carente, com crianças em condição de vulnerabilidade, um trabalho em prol do ser humano. que muitos conhecemos o Divaldo como grande orador espírita, como grande médium, mas Divaldo é um humanista, Divaldo é um pacifista e Divaldo deixou várias pessoas que hoje seguem o exemplo dele. Com certeza Luziane Bahia é uma dessas

mo grande orador espírita, como grande médium, mas Divaldo é um humanista, Divaldo é um pacifista e Divaldo deixou várias pessoas que hoje seguem o exemplo dele. Com certeza Luziane Bahia é uma dessas pessoas das quais eu me aproximo e sinto candura, sinto uma vontade de estar perto. Então queria perguntar para ela, Lu, como é o seu trabalho lá na mansão do caminho? Como é estar no lugar onde o Divaldo erigi um pouso de amor? Como é trabalhar para Jesus, sabendo que hoje você está naquele lugar? Eu estou na doutrina espírita desde o nascimento por conta da minha família e desde sempre a voz do tio Divaldo é a voz determinante da coerência e do conhecimento doutrinário. Não somente uma voz que fala com eloquência expressiva e que nos encanta a mente e o coração, mas notadamente uma voz que vive tudo aquilo que expressa e que se esforça. E o que mais faz com que o admire é a sua humanidade. Porque estar perto do tio Divaldo não é somente perceber a grandiosidade dos seus feitos, mas a grandiosidade da sua humanidade. Porque olhá-lo de uma forma de uma forma pronta e acabada é até injusto, porque é como se ele não tivesse desafios e embates. E o que ele mais enfrentou foram essas adversidades naturais do processo de crescimento. E está perto é observar o aprendizado da dedicação, da disciplina, da entrega, do silêncio, da renúncia. E as atividades que nós desenvolvemos na mansão do caminho, todas são puxadas por esse ideal do nosso tio Divaldo e tio Nilson. Eles começaram o Centro Espírita Caminho da Redenção, um com 20 anos o tio Divaldo, tio Nilson com 23 anos. Então, é uma história de juventude e de entrega de vida completa. E as atividades que eles vão nos estimulando na casa, elas são celeiros de aprendizado. Então, as nossas formas de aprendizado são através da evangelização da mediunidade, da mediúnica, do atendimento fraterno, do trabalho social, dos grupos de estudos. Então, todas essas frentes que a Casa Espírita nos apresenta são esses estímulos que a gente acaba buscando realizar e trazer

única, do atendimento fraterno, do trabalho social, dos grupos de estudos. Então, todas essas frentes que a Casa Espírita nos apresenta são esses estímulos que a gente acaba buscando realizar e trazer também como fonte de aprendizado. Então, é uma grande dádiva, eu sempre digo e digo isso às minhas filhas, que é uma grande dádiva ter vivido e experienciado espiritismo ao lado desse gigante, desse expoente, que acima de tudo é humano, com os seus embates pessoais, mas que conseguiu extrair de dentro de si o melhor brilho. Então isso é o que fica para nós como estímulo diário constante para que essas atividades que a gente desenvolve como fonte de aprendizagem a gente possa dar continuidade. >> Marcelo >> Luziane, ontem você explanou de uma forma maravilhosa. Que que nós podemos, você para os dias de hoje extremamente desafiadores, tendes fé diante dos testemunhos? Perfeito, Marcelo. Os testemunhos eles são, como nós conversamos, convites disruptivos da vida. Nós acabamos por entrar numa roda de acomodação, de comportamento. Nós temos o livre arbítrio e a oportunidade de vivenciá-lo e às vezes nesse processo nos equivocamos e meio que em alguns contextos nos acomodamos nessa forma de vivenciar a existência. E aí nós temos a dor reparadora, a dor construtiva, a dor libertadora, que vai nos conduzindo nessa seara de reharmonização, reajuste e reequilíbrio. Mas acontece que quando insistimos tanto assim, o pai que é todo bondade, todo justiça, todo amor, todo misericórdia, ele nos conduz a que nós percebamos, olha, não dá. Eu como pai não posso ver meus filhos sofrendo dessa forma. Então ele nos concede os seus mecanismos que são de amor e que são tão especiais, tão profundos e que são esses testemunhos. Testemunho é um momento de verdade, é um momento de coerência, é um momento de encontro conosco, Marcelo, a gente com a gente mesmo. >> Despertar >> naqueles momentos em que a gente fala as coisas, mas a gente ali vai provar, a gente vai vivenciar se a gente, se aquilo que a gente fala passa por um

rcelo, a gente com a gente mesmo. >> Despertar >> naqueles momentos em que a gente fala as coisas, mas a gente ali vai provar, a gente vai vivenciar se a gente, se aquilo que a gente fala passa por um processo de não somente de crença, mas de entendimento, de verdade, de saber que é daquela forma. E ter fé no testemunho é não desistir. O que a gente encontra hoje no contexto social é uma herança do materialismo. É uma herança de uma proposta material onde eu tenho de viver o aqui e agora e o que eu não sustento diante da matéria não tem mais sentido. Então a morte apresenta-se como uma alternativa. Então, os suicídios de diversas expressões que o ápice é aniquilar a existência, mas existem outros mecanismos de fuga que o ser vai fazendo ao longo da existência e provocando para si mesmo um desserviço de saúde, de equilíbrio. Então, nós temos essa herança, mas nesse contexto histórico, a nossa herança espiritual é grandiosa. Nós temos as três revelações e o coroamento com o Espiritismo, que é o outro consolador prometido por Jesus e que traz-nos essa base para que robusteçamos a nossa fé. Se temos fé, não temos medo. O medo é um coeficiente da emoção e que é natural que sintamos. Mas a fé vai fazer com que a gente supere esse medo, lide com ele, administre e torne essa força emotiva uma força construtiva para nós. Então, enfrentar o testemunho com fé é ter a certeza que dar as mãos a Jesus é uma tarefa nossa. Ele está em todo processo. Ele está no antes, como diz Bezerra de Menezes, Jesus antes, Jesus hoje e Jesus sempre. É darmos a mão a ele, as mãos a ele e termos a certeza de que ele vai nos conduzir. Ele está ao lado do caminho, mas ele é o caminho estruturado com base segura para que a gente possa firmar as passadas de forma adequada e coerente. Então é um desafio do cristão, Marcelo. É a nossa trajetória. Muito obrigado. >> Muito bem. Eu queria aproveitar a presença do Luziano Bahia e também combinar com o Guilherme. Guilherme, você já pode deixar mais ou menos os

ristão, Marcelo. É a nossa trajetória. Muito obrigado. >> Muito bem. Eu queria aproveitar a presença do Luziano Bahia e também combinar com o Guilherme. Guilherme, você já pode deixar mais ou menos os vídeos que a gente vai interagir o nosso bate-papo com alguns vídeos que foram feitos aí no durante o evento. Mas eu queria aproveitar a presença da da Luziane aqui pra gente falar um pouquinho eh do trabalho que a mansão do caminho realiza e do qual você que tá aí do outro lado, se puder, eu tenho feito esse esse enganjamento, se você puder ajudar, porque uma instituição para ela se manter, ela precisa de recursos financeiros. E aí às vezes a gente fica pensando, né, que às vezes a gente não dá a nossa cota de contribuição para auxiliar. Quer dizer, são mais de 5.000 pessoas todos os dias >> diariamente. >> Então veja, então o que que a gente pode fazer? Eu costumo dizer assim, se cada um de nós eh puder doar um pouquinho, R$ 1, R$ 5, R$ 10 ou até mais, é uma forma que a gente se junta para que o trabalho se sustente. Porque assim, dar a Deus o que é de Deus e a homem o que é de homem, tá? Deus faz a parte dele, a gente precisa fazer a nossa parte. E se se a gente não puder somar, porque às vezes a gente pode falar assim: "Ah, é um pouquinho, é R$." Aí eu penso assim, mas se esse R$ 1 for doado com amor, ele se transforma em muito? Então eu queria queria que você que tá conosco aqui agora acompanhando essa live, não só a mansão do caminho, mas outras instituições que fazem o bem, faça um compromisso com você mesmo de poder dar um pouquinho, ajudar um pouquinho para que isso, para que isso possa reverberar e possa auxiliar, auxiliar aquelas pessoas que não têm necessidade, até passam por necessidade, auxiliar trabalhos que têm como proposta ajudar comunidades que estão em situações difíceis. E eu queria que você falasse um pouquinho do trabalho que é realizado, 5000 pessoas, como é que funciona lá. A mansão do caminho é um uma pequena cidade. Aqueles que já foram lá percebem que é um oasis incrustado na

você falasse um pouquinho do trabalho que é realizado, 5000 pessoas, como é que funciona lá. A mansão do caminho é um uma pequena cidade. Aqueles que já foram lá percebem que é um oasis incrustado na turbulência de uma capital e aí de um bairro de bastante bastante populoso, com bastante dinâmica e interatividade. A mansão do caminho, a gente tem posto médico, a gente tem padaria, a gente tem escolas do ensino da educação infantil, ensino médio fundamental, nós temos cursos profissionalizantes, nós temos a creche, temos laboratório, é um complexo que funciona, é uma vida que pulsa, é um coração que vibra o tempo todo constantemente naquele bairro que tem tantas carências, tantas limitações e que são das condições humanas, porque ali somos atraídos todos nós. aqueles que têm carências diversas para aquele oasis do bem. Então, eh, o trabalho da mansão do caminho para quem já foi lá, eh, e para quem não foi, a gente pode imaginar assim, como se a gente tivesse um vale no meio e duas pontas. De um lado, a gente tem a efervescência do trabalho social, é onde funciona todas essas atividades da assistência social, da educação. E quando a gente desce o vale, que no vale, na parte de baixo, a gente tem um lago natural, a gente tem a Mata Atlântica preservada, a gente tem um ginásio de esportes para atender toda essa criançada, juventude, todas as nossas atividades. a gente sobe o vale e na outra base a gente tem a estrutura do centro espírita, onde a gente tem a organização das palestras, dos estudos, da evangelização, toda a organicidade de uma casa espírita. Então, é um organismo que pulsa, mas que pulsa porque conta com a colaboração e a ajuda de cada um. A questão 643 do livro dos espíritos, Kardec pergunta: "Se há aquele que não possa fazer o bem?" E os espíritos respondem: "Não há aquele que não possa fazer o bem". Que quando não identificamos mecanismos de fazermos o bem, é porque estamos com a lente do egoísmo, mas que cada um dentro da nossa possibilidade pode realizar. Então, é

le que não possa fazer o bem". Que quando não identificamos mecanismos de fazermos o bem, é porque estamos com a lente do egoísmo, mas que cada um dentro da nossa possibilidade pode realizar. Então, é dentro da nossa possibilidade. É o que o Rubens falou, se eu só posso trazer R$ 1, aquele R 1 vai ser o álbum da viúva, que tem a importância no gasofilácio do auxílio. Então, que cada um de nós possa sim, não somente a mansão do caminho. E aqui a gente tem um desfile de obras, de atuações, a Fraternidade Sem Fronteiras e tantas outras, o Remanço Fraterno e tantas outras instituições que pulsam e vibram o amor à caridade como mote para o estímulo de aprendizado a cada um de nós. Então é muito importante essa nossa atuação. >> Eu queria pegar um gancho n que a Luziane fazia. Eu tô falando muito, né, gente? Não deixo nem vocês falar, né? >> Mas é só para aqui. Quer ver um exemplo que você pode ajudar? livros. Você pode adquirir um livro, as obras que o Divaldo nos trouxe, por exemplo, adquire um livro. Ah, mas eu já tenho. Dá de presente. Ah, mas eu não gosto de ler. Tá bom, tudo bem. Assina o espiritismo play. A sua assinatura que é menos de R$ 30. É isso mesmo, né? mesmo, >> menos de R$ 100 por mês. Você pode estar lá tendo o acevo do Divaldo, >> vários estudos que estão sendo produzidos e a sua assinatura ajuda no trabalho. >> Ruben, pode adotar, pode adotar uma turma do colégio Nilson de Sousa Pereira. >> A gente tem várias campanhas, >> tá vendo? >> Várias campanhas e acessível a a o estilo, a forma de cada um. O voluntário às vezes chega na mansão do caminho e diz assim: "Eu não tenho nada". Eu falei: "Mas quem diz? Tem você vem para cá e chega e é recebido e faz parte do contexto. E tá ali o sorriso, a entrega, o tempo, a doação, o abraço. Tudo isso é doação. Tudo isso é entrega, >> ó. Porque às vezes pessoas podem pensar assim, são concorrentes, não. Nosso propósito é um só, é fazer com que o amor prevaleça. Então, às vezes, ah, o cara, a pessoa tá num numa frente, o

entrega, >> ó. Porque às vezes pessoas podem pensar assim, são concorrentes, não. Nosso propósito é um só, é fazer com que o amor prevaleça. Então, às vezes, ah, o cara, a pessoa tá num numa frente, o outro tá num outra frente ou é da emissora a ou da Não. Nosso propósito, nós trabalhamos brinca assim, a gente trabalha pro mesmo chefe. chef é Jesus que às vezes fica assim, mas esse pessoal dá trabalho demais, mas se você tá com a gente, puder ajudar, tá aí eh a manção do caminho e tantas outras frentes de trabalho pra gente somar e ajudar a construir um mundo melhor. Gente, nós não podemos ficar sentado esperando que o mundo melhor vai acontecer com a gente braços cruzados. A gente precisa ir lá ajudar, mostrar para aquele que tá dificuldade, tá com dificuldade e às vezes tá revoltado, que existe alguém que o acolhe, porque aquela revolta vai se transformar a partir do acolhimento que a gente faz nele. Cheguei, pode falar vocês um pouco agora, >> Rafael, olha, eu conheço o trabalho da mansão do caminho, inclusive eu sou assenante do espiritismo play. Vale a pena ajudar pela mansão do caminho durante a minha adolescência. Lá encontrei os amigos verdadeiros que conserva até conserva até que conserva até hoje. Aprendi muito. >> Que lindana Cunha. Que coisa boa, gente. Por onde auxiliar isso? Por onde fazer as doações? >> As doações da mansão do caminho. A gente pode entrar no site e lá a gente encontra. é o campo de doação e são diversas as doações, como a gente falou, desde campanhas eh tanto espiritis playl quanto campanhas das escolas até a doação financeira mesmo. Então tem o número da conta e tudo que pode ser feito, a doação dessa dessa maneira >> perfeitem sempre pelos sites oficiais, rede social oficial, mansão do caminho, viu gente? Isso mesmo. >> Aliás, hoje nós temos as chaves Pixs, que são meio mais fácil de ajudar, gente. Nós só não podemos deixar de fazer a nossa parte, porque todos ansiamos pela paz do mundo. Ansiamos por um mundo melhor. Ansiamos para que as

as chaves Pixs, que são meio mais fácil de ajudar, gente. Nós só não podemos deixar de fazer a nossa parte, porque todos ansiamos pela paz do mundo. Ansiamos por um mundo melhor. Ansiamos para que as pessoas tenham mais dignidade, mais oportunidade na vida. E conhecer o trabalho da mansão do caminho é saber que crianças, que jovens, que pessoas em condição de vulnerabilidade ganham um amparo. Não só um amparo social, mas um amparo espiritual. Todas as vezes que eu vou à mansão do caminho, já ao chegar eu fico emocionado. >> Ah, quem? >> É como se eu ficasse emocionado durante todo o tempo. Algumas vezes os olhos começam a chorar pela vibração do local. E quando você visita as escolas, visita a padaria, visita cada núcleo de trabalho. Uma vez eu estive sábado à tarde lá e acompanhei a Lua num trabalho da Líbanjos, ganhei até uma camisa. Rubens, nós saímos e fomos fazer uma tarefa de evangelização numa comunidade ali perto. Eu guardo lembranças positivas até hoje, porque nós fomos em um loco onde as crianças estavam, em condições de pobreza, condições de necessidades as mais diversas. E aí a gente se lembra de Jesus. Lembra-se de Jesus com os necessitados do mundo, com a mulher adúltera, com aqueles que iam até ele, com aqueles que precisavam de uma códia do seu amor. Então, a mansão do caminho é hoje um oas e nós podemos ver o brilho nos olhos das pessoas quando lá nós nos encontramos. Porque chamam o Divaldo de tio? Tio um dia, eu acho isso lindo, tio Nilson, eu conheci o tio Nilson e o tio Nilson me cumprimentou assim: "Que bom que você está aqui". E eu achei aquilo fantástico. Ele nunca tinha me visto. Eu a primeira vez que estive com Divaldo, eu não me contive. Eu disse assim para ele: "Eu te amo". E ele me respondeu em inglês, porque Divaldo sempre foi muito bricalhão, meu. [risadas] Então assim, meus amigos, olha, deixemos a a correria do mundo, porque às vezes a gente se perturba com as redes sociais, se perturba com o noticiário. Nós podemos colocar o nosso

lhão, meu. [risadas] Então assim, meus amigos, olha, deixemos a a correria do mundo, porque às vezes a gente se perturba com as redes sociais, se perturba com o noticiário. Nós podemos colocar o nosso olhar em coisas boas. Está escrito no sermão da montanha: "Se os teus olhos forem bons, todo o teu corpo terá luz". que nós foquemos no positivo, foquemos em fazer a nossa parte. Tá aí o trabalho da mansão do caminho, o trabalho do fraternidade sem fronteira, o trabalho do remanso fraterno, que nós podemos ajudar. Quantas possibilidades da gente ajudar. E eu vou dizer uma coisa, quando a gente ajuda alguém, a gente se dá conta que os nossos problemas não são assim tão grandes e o nosso coração se enche de tanta energia positiva que aquilo gera um um círculo amoroso nas nossas vidas, porque a gente faz e quer fazer cada vez mais. Então, acompanhei o Luziane por um dia. Ela foi até a comunidade, ela voltou, o palestrante faltou, é você que vai substituir e ela na correria. E o tema, ela foi até a biblioteca, a livraria da mansão, pegou uma obra de Francisco de Assis, de Divaldo Pereira Franco e de César Braga Saí. É sobre Francisco que eu vou falar. Naquele dia eu quase chorei. [risadas] Então esse é o trabalho da mansão do caminho. Esse é o trabalho que Divaldo Pereira Franco idealizou, não só pelos anos que ele viveu, mas pelos anos que a mansão precisa continuar atendendo a mais de 5.000 pessoas por dia. >> Gente, nós estamos no intervalo aqui no Centro de Convenções, onde a gente tá realizando o nosso nono céu. Você que chegou agora ou deu uma escapolida para tomar uma água, a gente tá direto. Daqui a pouquinho a gente vai voltar para lá. Marcelo, eu vou pedir licença para você porque eu me surgiu uma coisa aqui, uma pergunta que eu queria fazer paraa Luziana. Eu queria que você trouxesse pra gente aqui no estúdio, mas que compartilhasse com todo mundo, um momento que te marcou com Divaldo Fran. Você viu que a gente não combina nada aqui antes, né? Eh, o tio Divaldo.

que você trouxesse pra gente aqui no estúdio, mas que compartilhasse com todo mundo, um momento que te marcou com Divaldo Fran. Você viu que a gente não combina nada aqui antes, né? Eh, o tio Divaldo. O tio Divaldo para mim é é pai. >> Desculpa a >> Não, mas é bom. É assim, assim é que tem emoção, entendeu? Porque a gente sente a presença amorosa. >> É. é pai, é um pai de uma maturidade, de uma condução, espiritual, incrível. E o que eu mais aprendo com ele tem muitos aprendizados, muitos. Nós aprendemos observando o que ele faz, a forma como ele fala, a maneira como ele cuida das pessoas, a maneira como lida com o tempo, tendo de ser orador, médium que traz livros, pai de mais de 600 pessoas, 685, para ser mais exata, eh conciliando todas as tarefas, o sustento, todas as tarefas como um organizador de família. e de uma família imensa, administrando diversos corações. Mas o que sempre me chamou e para mim é o maior aprendizado que eu tenho com ele, para com ele, é o silêncio. O tio Divaldo, ele ele sempre soube silenciar, ele sempre soube diante de situações adversas, família tem problemas. Mansão do caminho, uma grande construção, grande quantidade de pessoas têm dificuldade de convivência. é normal. E ele soube silenciar em momentos de grande embates. Ele soube silenciar ataques que ele recebeu do mundo e não foi de outros religiosos e não foi de outras pessoas. Agressões dos espíritas e ele soube silenciar. Mas é um silêncio que não é um silêncio que faz para o mundo e dentro de casa tá apontando revoltas e e deslindes. É alguém que silenciou pro mundo e dentro de casa estava. Nós precisamos amar, nós precisamos silenciar, nós precisamos compreender. Então, a maior lição é o silêncio e a perseverança, a fidelidade até o fim. Eu me recordo nas três últimas palestras em que Tio Divaldo veio a público, eu estava presente. Coincidentemente, eu estava presente. E eu me lembro de uma cena, eu sentada, ele sentado à minha esquerda e eu sentada aqui. E eu olhava para ele, gente, e via mãozinhas

público, eu estava presente. Coincidentemente, eu estava presente. E eu me lembro de uma cena, eu sentada, ele sentado à minha esquerda e eu sentada aqui. E eu olhava para ele, gente, e via mãozinhas marcadas pelo tempo, 98 anos, a forma trímula, às vezes natural do corpo que estava debilitado, mas uma força. E ele dizendo, voltando do câncer, 25 de janeiro de 2025, voltando do câncer dizendo, vale a pena viver. Então, essas lições que e são muitas, muitos momentos, tenho lembranças da minha infância dele falando e e aquelas palavras, por mais que eu não tivesse a compreensão exata do que significavam, repercutindo em mim de forma firme, é aquele tio que tem a voz incomparável e que eu quero escutar e que eu quero prestar atenção, por mais que eu não esteja entendendo, por ser muito criança, por ser muito jovem na juventude. Então, é um ser que esteve presente na minha vida como um todo e a minha gratidão a Deus pela oportunidade de ter sido conduzida de forma segura no exercício da doutrina dos espíritos. Então são momentos marcantes, são vários, Rubens, Marcelo, Rafa e que Mas o que fica é a gratidão, é a gratidão imensa por essa oportunidade de ter transitado, aprendendo com ele, observando ele e entendendo o que é o que é o significado de seguir Jesus, porque ali é um seguidor exímio de Jesus, é um homem de bem. Olha, enquanto a Lu falava, eu me lembrei de um fato. O fato é público, eu não estou trazendo nenhuma novidade. No livro Semeador de Estrelas de dona Sueli Calda Schuber, consta que na década de 50, no século passado, >> Chico Xavier psicografou uma mensagem de Francisco de Assis para Divaldo Pereira Franco e a mensagem dizia mais ou menos assim: "Meu filho, estamos de novo nas lutas do mundo. Há muito trabalho por fazer, narrando que agora nas terras do Brasil, na Bahia, os filhos do Calvário de Jesus chegariam novamente e que o trabalho precisaria continuar. Ou seja, Francisco de Assis abençoou o trabalho de Divaldo Pereira Franço. >> Beleza? E a mensagem depois se confirmou

s do Calvário de Jesus chegariam novamente e que o trabalho precisaria continuar. Ou seja, Francisco de Assis abençoou o trabalho de Divaldo Pereira Franço. >> Beleza? E a mensagem depois se confirmou porque Pietro Baldi, um grande espiritualista italiano, veio ao Brasil e também recebeu uma mensagem de Francisco de Assis endereçada a Divaldo Pereira Franco. Ou seja, Divaldo Pereira Franco sempre foi muito amparado espiritualmente. Luziane Bahia já disse que uma das encarnações de Joana de Angeles foi Clara de As. Ele esteve durante todo o tempo amparado por Clara, amparada por Francisco, porque ele próprio foi um daqueles franciscanos lá da época do nosso nosso paisinho seráfico, como assim o chamamos. E veja como é o trabalho dos benfeitores espirituais para que a obra espírita se espra no Brasil. Veja o trabalho do amor que hoje nós temos através das lidas. E me lembro de um jovem negro de Niterói, um professor de física que conhece Divaldo Pereira Fran se encanta. Aquele professor chama-se José Raul Teixeira, retomando uma parceria espiritual de séculos passados. E Joana de Angeles numa mensagem endereçada de a José Raul Teixeira. Araza-te, meu filho, abrir um pouso na cidade de Niterói, porque muitos corações se chegarão até ti. E a mensagem de Francisco, a mensagem de Jesus, a mensagem espírita também chegará nas vias de Niterói. Ou seja, Joana pede a a Raul para que abra a sociedade espírito da fraternidade. Então nós temos uma família franciscana imensa, Francisco, Joana, Clara e lá em Niterói, Camilo, que também foi um dos franciscanos. E nós nos damos conta que Francisco hoje é um guia da humanidade, é um dos grandes precursores do Espiritismo no Brasil e Francisco nada mais é do que um apóstolo de Jesus que nos traz que nós não estamos a uma troca. O barco do planeta Terra está sendo guiado para dias de amor, para dias de fraternidade, pro debar de uma nova era. E nos livros de Manuel Filomeno de Miranda, transição planetária, no rumo do mundo de regeneração, perturbações espirituais,

do para dias de amor, para dias de fraternidade, pro debar de uma nova era. E nos livros de Manuel Filomeno de Miranda, transição planetária, no rumo do mundo de regeneração, perturbações espirituais, lá estão mensagens de Francisco. Na psicografia agora de Divaldo Pereira Franco, fazendo como intermediário aí Manoel Flamengo de Miranda. Isso tudo para trazer uma mensagem de esperança para todos que estão aqui no céu. >> Rafa, só trazendo um pouco de Francisco, que me encanta profundamente, acrescento essas informações doutrinárias que você nos trouxe, o livro Vidas Vazias da Joana de Ângeles. E nesse, na mensagem inicial que ela faz uma uma conclamação a Francisco, uma exaltação, ela cham exaltação odierna, ela diz que Allan Kardec foi retirado dentre os discípulos de Francisco. Então, Francisco tem uma responsabilidade com o consolador prometido imensa e ela diz: "Um dos seus foi destacado para que viesse trazer a doutrina dos espíritos". >> Pois é. Tá vendo como é bom, né? né? Foi legal esse esquema que a gente fez aqui no CEG catar um pessoal que tá lá, né, para poder nos intervalos compartilhar com você esse momento. Eu tô olhando aqui no relógio, a gente nem vê o tempo passar, né? Já pensou? >> Não sei o que falar, R >> ficou mudo, né? >> É, totalmente. >> Tá bom. Ó, a gente vai caminhar porque eu vou, eu já investi tudo na minha cabeça, viu? A gente vai fazer uma fala final aqui e a gente vai tocar, você vai deixar tocando todos aqueles vídeos, tá? Mas eu queria suas considerações, Rafael Siqueiro. Pera aí. Rafael Esqueiro tá aqui toda semana na rádio, então ele vai voltar amanhã. Amanhã eu não volto amanhã, nem que seja em repris, que eu não dei conta de editar o programa. >> Não tem problema, fica paraa semana que vem. Eu já imaginava isso. Considerações. Minha mensagem final é: tenhamos bom ânimo. Cristo está conosco. Nós temos uns aos outros. Nós podemos nos dar as mãos e seguir adiante. Todas as vezes que as lágrimas teimarem, enrolar. Todas as vezes que o desespero

nal é: tenhamos bom ânimo. Cristo está conosco. Nós temos uns aos outros. Nós podemos nos dar as mãos e seguir adiante. Todas as vezes que as lágrimas teimarem, enrolar. Todas as vezes que o desespero bater, tenha fé. Jesus está conosco. Procure ajuda de uma casa espírita, procure o ombro de um amigo. Não desista. Tenha brilho nos olhos, porque nós estamos rumo a dias melhores. Que Jesus abençoe a cada um de vocês e que nós prossigamos em paz. Beijo grande. Nós, vou te falar aqui é ao vivo e é sempre programação. Eu falei que você sou o último, a gente tava encerrando aqui, né? Mas aí uma vozinha pediu para que você fizesse aquela prece que você fez na palestra. Você dá conta aqui? Então tá. Então daqui a pouquinho você vai fazer essa antes da gente ir paraas entrevistas. Eu tô bom de ouvido, né? fala a verdade, faz as suas considerações. Olha, foi muito bom te receber aqui. A gente tinha convidado ela anteriormente, mas ela não tinha agenda, não dava. Isso é muito bom mesmo, tá? >> Eu quero agradecer, Rubens, você, Marcelo, Rafa, todos do céu, todos da web Rádio Fraternidade, a todos vocês que nos escutam. E a mensagem que eu trago é a mensagem que a gente aprende com Jesus. Amemos, mas amemos sem cansaço. Amemos constantemente. Diante de uma ofensa. Amemos diante da dúvida. Amemos diante das desditas. Amemos diante dos equívocos. Amemos e diante das conquistas, amemos e amemos muito mais. Que Deus nos abençoe, que Jesus, segurando nas nossas mãos, possa nos auxiliar nesse processo de construção íntima que faz a diferença no contexto individual e coletivo. Gratidão imensa, queridos, por tudo. >> Vamos lá, vamos fazer uma prece aqui antes da gente ir para as entrevistas. Eu me, eu qu eu quase tive um treino lá quando você fez aquilo lá. >> Você é Nat Mequena, mas aqui agora, né? Você quer a oração de São Francisco ou você quer na aração de São Francisco italiano. >> Exatamente. É isso que eu quero. >> É >> que é diferente. É ela em italiano é chamado Priegera Simplite. Oração

Você quer a oração de São Francisco ou você quer na aração de São Francisco italiano. >> Exatamente. É isso que eu quero. >> É >> que é diferente. É ela em italiano é chamado Priegera Simplite. Oração simples. Signore, fatemi un instrumento della tua pace. Dove odio che leve l'amore? Dove offessa leve il perdono, dove discordia che leve l'unione dove dubbio, leve la fed? Dove errore? Che leve la verità, dove desesperazione, leve la speranza, dove tristezza che leve la gioia dove sono le tenebre che leve la luce. Ó maestro, fa que non tanto de consolato quanto de consolare, de ser compresso, quanto de comprendere, de serere amato quanto de amare. Pois que é dando que te recebe, é perdonando que te é perdonate e é morindo que te vive na vida eterna. Ó paizinho, esteja conosco. Abençoe a todos que aportaram a esse céu e fazem-nos instrumentos da tua paz. Que assim seja. Que legal, gente. Muito obrigada. A gente vai vai acompanhar um pouquinho aqui da movimentação no céu e a gente se der a gente volta, senão a gente vai direto lá pro salão se começar, tá? Mas antes de fechar amanhã, a gente volta aqui para despedir de vocês. Você, Guilherme. >> Pois é. Tudo bom? >> Tudo bem. >> Como é que você chama? >> Guilherme. >> Guilherme. Guilherme de que Guilherme? >> Guilherme Poçon. >> Você tá vindo de onde? Fala mais perto? >> Eu tô vindo lá de Paris, interiorzinho de São Paulo, >> 700 km daqui. >> E você veio participar do >> do céu jovem? Vem conhecer, porque isso aqui é outra realidade espírita. É a realização de um sonho. Congresso maravilhoso, energia. Surreal. Olha, nada que eu tinha vivido antes. Foi incrível para mim. >> É que legal. Seja bem-vindo, então. Tá. Grande abraço para você. >> Obrigado. Vai lá, vai lá. Até mais. Tchau. >> Bom dia. Bom dia. Tudo bem? >> Bom dia. >> Não, você tem que realizar o >> que que tá acontecendo aqui, moço? >> Me conta o que que tá acontecendo aqui, gente. Nós duas. Nós queremos nós ajeitar o espaço. Nós estamos dando bom dia pro Jorge,

> Não, você tem que realizar o >> que que tá acontecendo aqui, moço? >> Me conta o que que tá acontecendo aqui, gente. Nós duas. Nós queremos nós ajeitar o espaço. Nós estamos dando bom dia pro Jorge, >> eu e a Flavinha. Jorge >> aqui. Eu ri demais. Eu não sabia que chama de cabeça de cotonete. Não, >> não, não é, não é o Paulo não >> é aqui. O Fábio, parece muito >> a voz. Parece >> a voz parece. Eu sou o Fábio irmão do Rubens. >> Não, você é cover do Paulinho? >> Ah, pode ser também, não tem problema. >> Você conhece o Paulinho? >> Então, quem é o Paulinho? >> Ah, não. Você tem que conversar. É, >> é a mesma. >> Lembra muito. Olha que legal, gente. Você irmão do Ruben. Esse legal também é. A >> vocês são de onde? Sou irmão do Rubens. >> Ah, então deixa eu te dar um abraço. Eu sou Flávia. >> Prazer, Flávia. >> Tudo bem? >> Beleza. Tudo bem com vocês? E aí, eu queria a opinião de vocês sobre sobre o congresso. >> Ah, a gente vem desde o terceiro, né? >> É. Então acho que fica 2021 a gente, >> é, eu acho que tá muito bom, cada vez melhora mais. >> Eh, as meninas que ficam com a gente são muito atenciosas. Eu amo a Neuzinha, né? >> É, amo. >> Deixa eu, deixa eu ouvir a Neusin me fala um pouquinho sobre esse seu trabalho aqui, Neusa. >> Olha, esse trabalho, eu sou voluntária do coração. É assim, não sou, eu não tenho jalé, mas sou amiga deles, Deus da primeira vez, então eu não separo. >> É. Então assim, é uma amizade que não é só no congresso. Hum. >> Porque você vi num congresso de 3.000 pessoas e sair daqui sem um único telefone para você comunicar, você não veio, né? [risadas] Né, Dudu? Você não veio. Então, nós temos que sair daqui. O intuito do congresso para mim é um encontro. >> Ah, >> um encontro com essa criatura aqui, ó. >> Pensei que era a participar das palestras. Pada não, as palestras tão online, Joia. >> Joia da energia que a gente sente, né? >> Aham. >> É uma energia muito boa assim de eh que envolve. Eu eu sinto assim às vezes até sendo tratada, sabe?

ras. Pada não, as palestras tão online, Joia. >> Joia da energia que a gente sente, né? >> Aham. >> É uma energia muito boa assim de eh que envolve. Eu eu sinto assim às vezes até sendo tratada, sabe? >> Olha, >> é energia boa demais. >> Júlio, você que você tem também a dizer em relação à sua presença aqui no céu? Mas é isso que a Flavinha falou assim, acho que o tempo de congresso, assim, ele é um acho que é um se falar um tempo de de reabastecer as energias, Fábio. A gente vem, >> né, tem tantos encontros, tantos afetos, tanto conhecimento, a gente vem buscar energia para pro próximo. >> É, né? >> É, >> cadê? E a Nils e a Neilsa tá sempre o tempo todo com vocês, assim, ô Neilson, como é que é? Que que você já fez com eles? Como é que Me conta, explica pra gente, para quem tá acompanhando. >> A gente apresenta os palestrantes que eles conhecem todos de nome. Nós vamos almoçar, jantar, tomar lanche, >> comprar livro, comprar artesanato. Conhecer as meninas são os nossos olhos. >> Se deixar para mim, compra todos todos os estantes. >> Tem que ir. >> A gente a gente também a gente censura. Flavinha não, Flavinha não pode. >> É, não pode. É feio, Flavinha não combina. >> E aí, Flavinha, o que que você acha de >> eles te controlando assim? Não, >> não, não ligo não. [risadas] >> Eu adoro. Você precisa, né, velho? >> É, é. A gente precisa às vezes de um freio. [risadas] Mas isso é amizade, não é? Amizade não é deixar fazer tudo que quer. >> É verdade. É verdade. >> Amizade é eos o caminho, né? Eu e o Dudu somos o caminho da Flávia. [risadas] >> Deus é o caminho, a verdade, a vida. Espero que seja o caminho da perdição, né? [risadas] >> E Dudu é os café. Dudu, a gente tem que ir moderando no café. >> É, mas depois você vai lá conhecer as outras pessoas. Vou lá. >> Tem muita gente >> de fora que estão aqui, que vem todo ano. Então assim, todo eu convido todo mundo a ir lá conhecê-los. Eu aprendo, eu brinco muito na minha casa, eu aprendo em três dias que eu não aprendo

ta gente >> de fora que estão aqui, que vem todo ano. Então assim, todo eu convido todo mundo a ir lá conhecê-los. Eu aprendo, eu brinco muito na minha casa, eu aprendo em três dias que eu não aprendo em 3 anos. >> Você tá fazendo quase igual CR, 3 anos em 30 e tô vendo três dias em 30. >> Três dias. É 3 anos de aprendizado, não é? É assim, é um contentamento, >> tá? Ótimo. Muito obrigado, tá? Por vocês compartilharem um pouco com a gente aqui. Então, tá, vocês já vão já se organizar lá dentro, então, tá? Daqui a pouco vocês vão se assistir lá no telão. Então, >> até mais. Tchau. A gente tá aqui na entrada principal, né, céu aí formou essa fila aqui de pessoas que vieram dar um abraço no Jorge Alarrá também. Tá aqui, ó, esse encontro tão tão especial das pessoas. Antes de entrar também, o pessoal tá aproveitando para registrar esse momento. Deixa eu ver essa turma aqui. É de onde essa turma aqui, gente? Vocês são de onde? Se apresentem aqui pra gente, pra web rádio. Segura aqui. Vai fal Você é a repórter? Apresenta a turma aí. >> Ah, Adriana de Brumadinho. >> Brumadinho. >> Como é que tá sendo >> estar aqui no céu? Uma maravilha, né? >> Hã? >> É, é um alimento muito forte que dá sustentação, né? para bastante tempo. É esclarecedor. >> E essa turma aí, quem é? Amigos, >> eu sou Nália de Brumadinho. Tá falando, >> pode tá falando. >> É nossa equipe aqui toda de Brumadinho. Eu sou Nália de Brumadinho. >> Aqui é José Henrique, o Brumadinho também fazendo parte dessa dessa caravana que nós viemos aqui. >> Tá muito ótimo. >> Uma coisa muito maravilhosa. >> A gente também tem. >> Bom dia. Eu sou o Alex também. Tô junto aqui com essas pessoas maravilhosas. Para mim tá sendo incrível, >> tá sendo uma experiência assim maravilhosa. >> Gratidão para todos aí. >> Todo mundo de Brumadinho. >> Então vamos todo mundo junto assim, ó, gritando assim. Brumadinho junto aí. Fala Brumadinho. >> Brumadinho. >> Vou atenção. Um, dois e >> Brumadinho. >> Mais uma agora. Um, dois e já. >> Brumadinho.

> Então vamos todo mundo junto assim, ó, gritando assim. Brumadinho junto aí. Fala Brumadinho. >> Brumadinho. >> Vou atenção. Um, dois e >> Brumadinho. >> Mais uma agora. Um, dois e já. >> Brumadinho. >> Maravilha, gente. Obrigado, tá? Bom congresso para vocês. Oi, pessoal. Essa parte aqui, ó, é a parte do café que funciona aqui bem no fundo do cent de convenções do congresso. A gente tá aqui na Oi, pessoal. Essa parte aqui, ó, é a parte do café que funciona aqui bem no fundo do centro de convenções do congresso. E já são 7:38 agora que a gente tá gravando. E aí, pão de queijo acabou de sair, irmão. Pão de queijinho acabou de sair ali. Olha só, gente, quanto pão de queijo, todo mundo aqui, porque a gente tem que alimentar alma e o corpo, não é não? E essa turma aqui que tá conversando, quem vai, me apresentem aí essa turma, quem vai ser a repórter para apresentar essa turma aqui, gente? Nete, deixa eu colocar aqui, ó. >> A vai ser a >> a porta-voz do grupo. >> A porta-voz do grupo. Vai, Net. Fala aí que grupo é esse. >> Esse grupo é do Centro Espírita União e Amor. >> De onde >> exatamente? >> De onde? >> Hã? Espírito. Espírito União e Amor. >> De onde? daqui de Uberlândia, lá do Caraiba. >> É >> Júlia, Vera, Bet, Elitete, Ângela. Estamos aqui desde o primeiro congresso, desde lá da Cró. >> É, né? E começaram o dia que do cafezinho pão de queijo. >> Uma delícia. >> É, né? >> Uma delícia. >> Então, tá bom congresso para vocês. Tá bom. >> Obrigada. Tá ótimo. Quem não veio, venha. >> Perdendo. >> É, né? tem a chance de vir no os próximos. Vai ser inscrição positiva >> já. Aí tá vendo até hoje? Sim. >> Vamos fazer. Espero que o Rubens coloque mais o lote porque o de ontem já acabou. Acabou. Acabou. É, Rubens. Ouvi o recado aí, né? Tá. Tchau, pessoal. Até mais. Tchau. Tchau. Tchau. Vai lá mostrar o Vamos lá. >> Vamos. Vai lá, me apresenta, pessoal. Vai narrando aí deixai. Meu Deus. >> Eu tenho 67. >> Você tem 40. 30. >> Ai, vai, vai. Onde é que tu tá me levando? Onde é que tá me levando?

strar o Vamos lá. >> Vamos. Vai lá, me apresenta, pessoal. Vai narrando aí deixai. Meu Deus. >> Eu tenho 67. >> Você tem 40. 30. >> Ai, vai, vai. Onde é que tu tá me levando? Onde é que tá me levando? >> Eu vou te levar para conhecer as minhas amigas. >> Olha, então vai narrando aí, ó. Segura o microfone pertinho da boca aí. Olha, essa aqui é a suminha de São Paulo. >> É irmão, é irmão do Ruben. >> Oi, tudo bem? >> Eu sou o Fábio. Eu queria que você falasse como é que é a sensação de estar aqui no céu. >> Gente, eu tô aqui no céu já por 4 anos consecutivos. Sou muito feliz por estar aqui. Eu sou a Zilminha de Guarulhos. Essa energia é contagiante, não tem jeito. E para eu estar no céu, pelo menos ter esse merecimento, eu venho nesse céu aqui. [risadas] Esse eu sei que é garantido. O outro só Deus >> não. Muito obrigado, tá? Te conhecer, tá? Aguentar esse menino. >> E agora n me apresenta mais aí >> a turma aí. >> Essa é a Ana. Ana, o pessoal quer te entrevistar. Oi, Ana. >> Segura o microfone, Ana, >> me fala um pouquinho sobre você. >> Bom dia. Eu estou aqui mais uma vez no Congresso Espírita de Verada. Tô super feliz que eu tô com alguns probleminhas de saúde, mas eu não vou perder de jeito nenhum. Tô aqui sendo muito bem cuidada, muito bem tratada. Tô amando o congresso e todo o pessoal daqui. Feliz, tá? >> Obrigado. Muito obrigada. Que mais? Essa é a Benedita. Oi, >> professora. >> Bom dia. Bom dia. Eu sou a professora Benedita. >> Pera aí, Benedita, repete. O pessoal tá batendo palma. >> Bom dia. Bom dia. Eu sou a professora Benedita. Eu fui acometida por uma deficiência, uma mácula degenerativa na virada do semestre. E esse congresso veio me proporcionar uma integridade com a espiritualidade. Foi muito bem acolhida. Parabéns a toda a equipe e Deus que deu uma amanhecer nesse domingo maravilhoso. A paz de Jesus. Acho que eu não falei direto, falei meu nome. >> Bom dia, meu nome é Ana Cristina, eu sou do Rio de Janeiro, estou aqui com mais e cinco amigos e tô muito feliz de estar

o maravilhoso. A paz de Jesus. Acho que eu não falei direto, falei meu nome. >> Bom dia, meu nome é Ana Cristina, eu sou do Rio de Janeiro, estou aqui com mais e cinco amigos e tô muito feliz de estar aqui mais uma vez com esse congresso que eu amo demais, aprendo muito, levo muito conhecimentos e sempre que possível estarei aqui novamente. A gratidão a todos, tá? sendo muito bem cuidada, muito bem tratada [música] aqui. Beijo a todos. Muito obrigado. E aqui quem mais vai, quem mais vai apresentar pra gente? >> É o nosso amigo daqui de Uberlândia, né? >> Ronaldo. >> Ronaldo. Fala um oi aqui pro pessoal da da rádio da web Rádio Fraternidade. >> Olá, bom dia a todos. Rádio Fraternidade. Estamos aqui no nono, né, céu e [música] desfrutando, né, de excelentes palestras, alimento pra alma de cada um de nós, né? Gratidão a vocês, ao trabalho, a divulgação. Sandra, >> Sandra, tudo [música] bem? >> Tudo. E você? >> Tudo joia. Como é estar no céu? >> É estar no céu, literalmente. [música] É muito bom. A gente renova as energias, dá aquele respiro pra gente continuar na luta de melhorar cada vez mais. >> Obrigado. Tá gente, muito. >> Sou Fábio Casco. >> Esse irmão do Rubens. >> Ah, sou irmão do Rubens. É, sou irmão do Rubens. >> Essa é a Magali. >> Oi, Magali. >> Tudo bem? >> Tudo bem. [música] E eu sou de Piracicaba. Eh, 6 horas de [música] viagem, mas valeu cada minuto de tá aqui. Valeu muito, muito, muito. É, é a terceira vez que a gente vem, eu e meu marido, mas é muito bom. Eh, vale a pena. Eh, eu indico para todo mundo. >> Que legal. >> Explica que pode vir com a suaada. É, pode vir com a com a com o carrinho, >> com o carrinho motorizado. >> Quer dizer, a locomoção não é problema. >> É, não é problema porque a gente vem a aqui tá junto com o shopping e [música] então a gente vem com o carrinho e não há problema nenhum. [música] >> Maravilha. Né? Ô, muito obrigado, tá, Magali? Muito obrigado, tá? >> Tem mais gente. Vamos lá, né? Nós estamos aqui. >> Acompanha. >> Ma tá ali, gente.

o carrinho e não há problema nenhum. [música] >> Maravilha. Né? Ô, muito obrigado, tá, Magali? Muito obrigado, tá? >> Tem mais gente. Vamos lá, né? Nós estamos aqui. >> Acompanha. >> Ma tá ali, gente. Mac tá ali. >> Esse é o menino Rean. >> É, >> ele vem. Chega mais o microfone. Ele é jornalista. [música] >> Ele é jornalista. >> Olha, esse é o pai dele, o Antônio. O >> Antônio, tudo bem? Um prazer. Eu sou Fábio. Tudo bem, Antônio. Vocês, vocês são de onde? Campinas. Como é que é? Tá aqui. É muito bom. Eu sempre acompanhava o céu pela internet, mas está aqui é uma experiência incrível. >> Que legal. A gente fica muito feliz, tá, por saber que você tá aqui. >> É muito gratificante estar aqui, porque nós aprendemos e nos aprimoramos espiritualmente. Muito obrigado. Nós também a gente aprendemos, né, uns com os outros. >> Claro, com certeza. A troca de experiência é muito válida. >> Que legal. Muito obrigado. Obrigadão mesmo. Tá, >> seu Antônio, fala da experiência do senhor aqui no céu com ele, com a cadeira, com sualete, se tá atendendo? >> Sim, realmente é muito gratificante primeiro lugar estar aqui, né? Agradecemos a Deus por essa oportunidade. Podemos aprender a estrutura fantástica. Só temos agradecer e também convidar aqueles [música] irmãos que tiverem condição de vir pro próximo que venham, que realmente vale a pena. >> É muito gratificante >> e não tem problema de andar com ele no shopping >> não. Muito tranquilo. Aqui você anda na cadeira para todo lado, tem acessibilidade, o shopping também. Então realmente estão de parabéns. >> Legal. Agradeço muito. >> Tá feliz? Tá feliz? >> Muito, muito feliz e é muito gratificante. Eu agradeço a Deus por [música] estar aqui porque é muito bom. >> Aqui agradecemos também, viu, a presença de vocês aqui com a gente, >> tá? Obrigado. >> Obrigado. Tá um prazer conhecê-los, tá? Tem mais? >> Não, daqui a pouco tem. >> Daqui a pouco tem mais gente chegando. Será um prazer vocês conhecer todos. >> Tá bom. Obrigado. [música] Muito

gado. >> Obrigado. Tá um prazer conhecê-los, tá? Tem mais? >> Não, daqui a pouco tem. >> Daqui a pouco tem mais gente chegando. Será um prazer vocês conhecer todos. >> Tá bom. Obrigado. [música] Muito obrigado mesmo. Tchau. >> Tchau. Até mais. Até o ano que vem. >> Estamos de volta aqui no estúdio. Ó, gente, vocês gostaram, hein, desse desse trabalho da nossa equipe de reportagem, mostrando para você um pouquinho do céu, né? Olha só, gente, o site pro céu do ano que vem é congressespirírita.com.br. Pbr. Lá você acessa o site do Congresso e aí tem um link que vai te levar lá paraa página de inscrição. Eu fiquei sabendo que as inscrições parece que acabaram. Eu ainda não vi, não sei, mas eu vou pedir pro pessoal, pelo menos no período da tarde eh ver se consegue liberar mais 100 inscrições, que eu acho que tinham 400 vagas que foram liberadas ontem às 22 horas. E a gente vai liberar mais 100 no período da tarde. Vou programar daqui a pouquinho lá, vou falar pro pessoal liberar essas vagas para quem que a Divina falou que eram 500, né? A Divina nem me falou, mas tá bom. Então anota aí congressosespespírita.com.br. congressosespírita.com.br. A gente tem lá as informações do céu, tá lá o deste ano e tem também o do ano que vem. E vai ser muito bom se você puder estar aqui com a gente para acompanhar esse momento ímpar, já que o tema central é fraternidade. Isso mesmo, né? Essa fraternidade com Jesus, esse esse momento em que ele vai nos mostrar, né, que é um só pastor, um só rebanho. E vai ser muito bacana. Eu tenho certeza que a gente vai eh neste evento que tem como propósito a fraternidade, o o o dar as mãos, o compartilhar nesse momento com outras com outras pessoas, se fortalecer, se preparar. A gente vai ver se mais tarde a gente coloca o vídeo do congresso de novo para que você seja, eu fiquei muito tocado, né, a ideia de trazer personalidades do bem, da fraternidade, como o nosso querido Francisco Cândido Xavier, a nossa irmã Dulce, o nosso querido Edivaldo, que nós falamos muito

eu fiquei muito tocado, né, a ideia de trazer personalidades do bem, da fraternidade, como o nosso querido Francisco Cândido Xavier, a nossa irmã Dulce, o nosso querido Edivaldo, que nós falamos muito aqui nesse intervalo quando a gente teve a presença da Luziane Bahia. Então assim, um momento ímpar que a gente teve eh essa essa inspiração, né, do nosso amigo Henrique em preparar o vídeo com muito carinho, casando muitas imagens eh do texto, com a com essa sensibilidade que a gente acaba encontrando nessas personagens da humanidade que ajudam ajudam a gente a seguir esses espaços. a seguir esse caminho do bem. Tá bom. Eh, não voltou ainda não? Não voltou. O vídeo, o vídeo tá do céu. Então, vamos tocar o vídeo do céu. Ah, tem que passar o vídeo para você, né? Então, segura aí, gente, que a gente vai passar o vídeo. Você tá subindo de novo? Ah, beleza. Já tá até o cham, então pode pode colocar. É praticamente a mesma coisa, né? Tudo na hora aqui, viu, gente? Temos que seguir o nosso horário para que dê tudo certo e que a gente consiga cumprir toda a nossa programação para esse domingo. Esse salão tá cheio, hein? Quanta gente. Fiquei sabendo que tem gente de dezenas de cidades desse Brasil aqui, né? Então vamos lá, todo mundo, cada um fala o nome da sua cidade. Um, dois e >> entendi, eu entendi, eu entendi, entendi. [risadas] Sejam bem-vindos, tá? Obrigado demais. Muito bom saber que vocês estão aqui com a gente. Bom, eu não sei como foi o intervalo de vocês, mas o meu foi muito bom, porque eu tava ali dentro também. circulei bastante por aqui, fui até lá no no céu jovem, no céuzinho, enfim, de uma circulada ali pela onde estão as bancas, né? Muito legal por ali. E claro, comi pão de queijo, café, tava tudo muito bom, né? E aí até o pessoal da produção aqui tava me dizendo que essa é uma dica muito boa, mas eh os espíritos dizem o seguinte, que comer pão de queijo com café ajuda bastante pra absorção das palestras. Agora, absorção de outras coisas também, né? Tipo gordura. Tô brincando. Bom,

ito boa, mas eh os espíritos dizem o seguinte, que comer pão de queijo com café ajuda bastante pra absorção das palestras. Agora, absorção de outras coisas também, né? Tipo gordura. Tô brincando. Bom, vamos seguir então com a nossa programação. Tá todo mundo aqui já praticamente, né? Então, deixa eu convidar aqui o nosso próximo expositor, o Vittor Hugo Guimarães. Onde está você, meu jovem? A web rádio Fraternidade apresenta >> Vittor Hugo Menino, no nono congresso espírita de Uberlândia com apresentação do tema ide [música] e amai espalhando o evangelho por toda parte e para todos os povos. Bom dia. >> Bom dia. >> Vou contratar vocês para ir lá pro céu jovem ensinar a nossa juventude a dar bom dia. É uma alegria, um presente estarmos aqui nesta manhã. Eu só espero do fundo do coração que o amor do mestre possa envolver os nossos pensamentos e sentimentos. Sintamos-nos atravessados por esse cuidado ilimitado que ainda e sempre será a rocha, o alicece sublime de nossas vidas. Jesus, estamos aqui. Chico, Bezerra, Eurípedes, Alon, Paulo, Estevão, Abigail, Francisquim, gente boa do mundo espiritual. Quem tiver de plantão é nós. Mas como é bom a gente poder contar com os encarnados também, eu chamo Vozes da primavera para estar comigo. >> Com vocês, a Lulu, não vou falar o apelido dela para evitar constrangimento. >> Vine, o maromba e Cadu, [risadas] o Caduzinho. >> Bora lá, gente. E pra gente poder ambientar-nos aqui, já que nós falaremos sobre e amai. pregando o evangelho por toda parte e a todos os povos. Nesse momento que os nossos corações vão se ligar mais profundamente ao verbo da vida, aquele que é o alfa e o ômega, aquele que João descreveu muito bem como estando no princípio com Deus e que se fez carne, nós vamos começar ouvindo verbos. Homenagem a Letícia. Oi. Ah, tá pegando o microfone só. Oй. >> O [música] espírito sopra onde quer, mais sutil que o há. Sopra [música] vento pensamento na linguagem articulada [música] e abrindo a boca dizes dizes [música] o poema

pegando o microfone só. Oй. >> O [música] espírito sopra onde quer, mais sutil que o há. Sopra [música] vento pensamento na linguagem articulada [música] e abrindo a boca dizes dizes [música] o poema abalada no consolo aos [música] infelizes. Voz é o sonoro retrato que é bola dos palatos. Um por dois, um por 10, um por 100. Dá aos outros palavras de bem. O evangelho é o compêndio [música] do silêncio, do ensino e da paz. E abrindo a boca, dizes, dizes o poema abalada no consolo [música] aos infelizes. A voz é o sonoro retrato que evola dos [música] palatos. Tu escolhe os elementos, elabora sentimentos alfa e ômega dos datos. Alfa e ômega dos atos. Um por dois, um [música] por 10, um por 100. Dá aos outros palavras de bem. [música] O evangelho é o compêndio do silêncio do [música] ensinada paz. E abrindo a boca, dizes o poema. A balada [música] do consolo aos infelizes. A voz é um sonoro retrato [música] que evola dos palatos. [música] Tu escolhe os elementos. Elabora sentimentos [música] alfa e ômega dos atos. [música] Alfa e ôga dos atos. Alfa e ôga dos [música] atos. Alfa e ô dos atos. >> Esses são os eessa. Jor, alfa e ômega dos atos. A encarnação de Jesus representa no mundo um sublime anúncio das esperanças de Deus. Mas em Mateus 24, os discípulos fazem uma pergunta muito expressiva. Quais seriam os sinais dos fins dos tempos e da volta do Cristo? E Jesus, a partir desse momento, vai dizer assim: "Acautelai-vos, que ninguém vos engane, porque muitos virão em meu nome, dizendo: "Eu sou o Cristo". Enganarão a muitos e ouvireis de guerras e de rumores de guerras. Olhai, não vos assusteis, porque é mistério que isso tudo aconteça, mas ainda não é o fim, porque se levantará nação contra nação e reino contra reino, e haverá fomes e pestes e terremotos em vários lugares, mas todas essas coisas são princípio de dores. Então vos hão de entregar para serdes atormentados e matarvos hã e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome. Nesse tempo, muitos serão escandalizados

ssas coisas são princípio de dores. Então vos hão de entregar para serdes atormentados e matarvos hã e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome. Nesse tempo, muitos serão escandalizados e traí-seão uns aos outros e uns aos outros se odiarão. E surgirão muitos falsos profetas, enganarão a muitos. E por se multiplicar a iniquidade, o amor de muitos se esfriará. Mas aquele que perseverar até o fim será salvo. Eu acho que quem tava escutando isso daqui deve ter gelado a espinha até embaixo. Porque se você parar para reparar nos detalhes, rapaz, pensa na dor de cabeça. Imagina que eles estavam num instante já difícil. E aí Jesus começa a falar do fim de um período. O trem parece tá tá indo só ladeira abaixo. Daqui paraa frente é só para trás. Mas Jesus continua: "E este evangelho do reino será pregado em todo o mundo em testemunho a todas as nações. E então virá o fim". Em outras palavras, vai parecer que tá dando tudo errado, mas esse ainda não é o fim. Na hora que o evangelho tiver estado presente em todo o planeta. Sim, esse é o fim. Esse percurso evolutivo que a Terra passa quando nós olhamos ao nosso redor, fala também de uma trajetória interna que o espírito em evolução atravessa dentro. Porque nós podemos pegar Mateus 24 e apenas nos depararmos com os fatos históricos, geográficos, geopolíticos, ou nós podemos olhar para esse conjunto de acontecimentos como episódios de uma alma em processo de amadurecimento. Porque é muito natural todas as vezes que nós tentamos nos melhorar. que a gente escute interiormente guerras e rumores de guerras. Há pontos de tensão que falam do processo de transformação. E é natural porque todo movimento iluminativo conta também com uma resposta interna. Biologicamente, o nosso cérebro aprende caminhos que quando interrompidos meio que gera um leg, dá um travamento, existe um ponto de tensão. que evoluir é descobrir caminhos interiores, é conquistar lugar, um lugar diferente que a alma passa a habitar. Essa é a preocupação do mestre quando

leg, dá um travamento, existe um ponto de tensão. que evoluir é descobrir caminhos interiores, é conquistar lugar, um lugar diferente que a alma passa a habitar. Essa é a preocupação do mestre quando assim nos deixara. Não se turbe o vosso coração. Credes em Deus, credes também em mim. Na casa de meu Pai há muitas moradas. Se não fosse assim, eu não teria dito: "Vou, vou vos preparar lugar, porque há um lugar da alma que nós passamos a habitar nesse processo de amadurecimento. Quantas não foram as estradas?" Como orientador, diz pro André Luiz envergonhado ao chegar no nosso lar, eu também já perambulei por esses caminhos. Todo o caminho da alma é recheado de memória, de emoção, numa rede complexa que a gente tem que aprender e vai aprendendo a lidar. A medida que a gente vai crescendo espiritualmente. Mas pensar Mateus 24 aqui dentro não é tão fácil. tem um desconforto. tem um desconforto, porque antes da experiência perfeita, do equilíbrio e da maturidade emocional, a gente tem esse período assim meio desajeitado, meio descompensado, aonde a gente olha pra gente mesmo e às vezes dá vontade de fugir. fica difícil estar na própria companhia, porque em outras palavras é isso a marca de uma transição interna no espírito, um sentimento de inquietude. Porque uma travessia está acontecendo. É por isso que nós podemos pensar, se a gente olha para Mateus 24, quando Jesus fala desse pregar, o evangelho vai ganhar sim extensão, porque ele será a notícia divina a todos os espíritos, mas para além de ser pregado e de todos nós termos notícia e gestarmos Em nós, a semente divina, existe um segundo processo que Jesus mesmo já tinha dito em Mateus 5, já tinha adiantado o assunto lá no sermão do monte, porque ele havia falado o seguinte: "Céus e terra não passarão sem que as minhas palavras se cumpram até o último iota. Em outras palavras, Jesus estava deixando claro, sim, para além da extensão, há um outro passo no caminho, nos caminhos da alma, a profundidade. E é por isso que nós podemos olhar para

o último iota. Em outras palavras, Jesus estava deixando claro, sim, para além da extensão, há um outro passo no caminho, nos caminhos da alma, a profundidade. E é por isso que nós podemos olhar para uma parábola e observarmos muito bem Jesus tratando disso, a parábola do semeador. Porque o evangelho foi pregado pelo semeador a todos os solos, do mais inculto daquele mais difícil que a gente pode traduzir, cabeça dura, topeira e outros adjetivos bonitos do mais topeira. ao coração mais receptivo. A parábola do semeador é um sublime convite, a reflexão a respeito do lugar dessa misericórdia divina, porque sim, o evangelho tem o compromisso com a extensão. Ele precisa ir mais longe. Ele precisa ir mais longe. E nosso esforço de juventude aqui é só um fragmento disso, porque por detrás de nós aqui tá o céu jovem, mas está outros tantos eventos que o esforço é de extensão. O esforço é de levar para mais longe. Existe outras camadas, existe outros corações, existem outras pessoas e precisa ter gente em todos os lugares. Todos os lugares. Porque quem muitas vezes vai est na festa de jovem é quem? Jovem. Mas imagina um jovem que tá na festa, mas em profunda conexão com a espiritualidade. O evangelho não tá ali. Porque o que desafia o paradigma religioso atualmente é aquilo que João tinha entendido. O verbo se fez carne. O verbo se fez vida. O verbo se fez vida. Era a palavra ambulante. Jesus ia para cá, evangelho para cá. Jesus ia para lá, evangelho para lá. Jesus abaixava o evangelho, porque em outras palavras a presença comunica a verdade divina de um jeito inexplicável, porque se o problema fosse palavras, desde o início os espíritos tinham investido em fenômeno físico, dava muito menos trabalho. muito menos erro de edição, muito menos erros e problemas literários. Jesus vinha um monte de espírito puro, podia deixar até no céu dia inteirinho assim, ó, bonitinho, todo mundo ia ver. Pensa, não ia ficar legal? Você olhava para cima. Hum. Aqui, ó, Mateus 5. É isso que eu tô. O

um monte de espírito puro, podia deixar até no céu dia inteirinho assim, ó, bonitinho, todo mundo ia ver. Pensa, não ia ficar legal? Você olhava para cima. Hum. Aqui, ó, Mateus 5. É isso que eu tô. O problema não é de palavra. É por isso que a parábola do semeador mostra a extensão, mas fala da profundidade. Fala da profundidade. Se o nosso problema hoje fosse simplesmente de divulgação, a gente poderia dizer que daria tudo certo. Cada vez mais a tecnologia nos propicia elementos de vínculo, rompimentos de fronteiras de toda a natureza. A interconectividade nos coloca num novo plano de convivência, mas no problema não é só extensão, há o problema da profundidade. E por isso Jesus começa do mais topeira e vai pro mais receptivo. Depois de receber, tem o processo de dar. é a proclamação do evangelho, porque tem o pregá-lo e tem o proclamá-lo. No momento que o terreno oferta alguma coisa, o evangelho é proclamado, porque existe a metabolização da palavra divina em nós. Apocalipse capítulo 10. O João é danado. Um livrinho que o anjo entrega para ele, ele faz o quê? Coloca na boca o evangelho livrinho. Aí ele começa mastigar. Pensa comida divina. Deve ser gostinho de quê? Pão de queijo, né? vai saber. Ectoplasma, não sei que gosto que tem. Então tudo bem, vamos, não te experimentei, vamos substrair aqui. Colocou, hum, docinho e depois, à medida que descia, pensa num trem amargo. que é assim também. A medida que a palavra é pregada, ela traz esperanças da boa notícia, mas à medida que é vivida, tem guerras e rumores de guerras. tem um processo de interação com a palavra viva dentro de nós, porque essa mensagem vai eando para os bastidores do coração. E a depender do que ela toca, as nossas memórias, as nossas vivências vão vindo à tona ser purificadas. Em outras palavras, o espírito, à medida que ele vai tendo condições, interiormente, ele vai lidando com temas mais profundos. É muito natural que a gente às vezes até quem faz terapia, né, Ana, às vezes fica até decepcionado porque

à medida que ele vai tendo condições, interiormente, ele vai lidando com temas mais profundos. É muito natural que a gente às vezes até quem faz terapia, né, Ana, às vezes fica até decepcionado porque pensa assim: "Não é possível, comecei terapia, o 30 tá ficando pior, não tá resolvendo nada, tá bagunçando mais ainda. Existe período de travessia. E viver essas travessias, Jesus tá colocando em Mateus 24, que é importante. Tanto quanto na parábola do semeador, a gente pode pensar numa própria travessia de profundidade, porque quanto mais a mensagem chega, mais ela vai descortinando camadas do nosso psiquismo. Então, é natural. que quanto mais profundidade, mais alguns temas que a gente nem imaginava que poderiam nos afetar, venham à tona. E às vezes a gente sinta assim: "Não é possível, eu esforço, eu esforço, eu esforço e parece que não adianta tanta coisa". É natural, mas esse não é o fim. Esse não é o fim. Pode ser muitas vezes o nosso ponto de partida das nossas buscas presentes, mas há uma destinação sublime que ao mesmo tempo é o nosso lugar de origem, é também o nosso grande norte na caminhada. >> Grandes casas construas. Eu ergui [música] buscando ilusões [música] para me sentir completo. [música] Prazer algum a mim neguei. Caí no [música] poço que cavei, tentando encontrar o que [música] só no eterno. Tu és a minha residência, lugar de origem, procedência. [música] Só em ti a vida é vida plena. >> Encontro em ti [música] resiliência. Não perco a forma tormentar. [música] Castelo forte, minha rocha eterna. >> Grandes casas construí fortalezas [música] eu ergui buscando [música] ilusões para me sentir. completo. [música] Prazer algum a me neguei. Caí [música] no poço que cavei, tentando [música] encontrar o que só no eterno. [música] Tu és a minha [música] residência, lugar de origem, procedencia. Só em ti [música] a vida é vida plena. >> Encontro em ti resiliência. Não perco a forma na tormenta. [música] Castelo forte. Ti, minha [música] rocha eterna. O meu coração está inquieto, quer

edencia. Só em ti [música] a vida é vida plena. >> Encontro em ti resiliência. Não perco a forma na tormenta. [música] Castelo forte. Ti, minha [música] rocha eterna. O meu coração está inquieto, quer descansar em ti, [música] >> pois só em [música] teus braços a plenitude. Tu és a minha residência. [música] Lugar de origem procedenciar. Só em ti [música] a vida é vida plena. >> Encontro em ti resiliência. [música] Não perco a forma da tormenta. Castelo [música] forte minha rocha eterna. >> Sim, essa palavra é a nossa rocha eterna pra nossa construção interna, que às vezes não é fácil porque ela é atravessada das dores ou desse princípio de dores que Jesus propôs em Mateus 24. Para isso, nos apropriamos agora de João. Os estudiosos dizem e nós podemos encontrar no Evangelho de João sete sinais. E nós utilizaremos desses sete sinais para pensarmos na extensão e na profundidade que essa mensagem tem sobre as nossas vidas. Algo efetivamente muito interessante, porque há um esforço divino para que nós sejamos participantes de tudo isso. Curioso, teve uma missa, o padre começou a anunciar uns projetos da igreja e aí ele falou assim: "Olha, a gente tá vai construir algumas coisas aqui e tal e eu tenho uma boa e uma má notícia." Aí o pessoal ficou todo mundo assim, né? Expectativa boa e má notícia. Beleza. Vocês quer ouvir o quê? A boa amar. Aí o pessoal não fala a boa primeiro. Aí o padre falou: "A gente já tem o dinheiro". E aí todo mundo, uhu, aquela comemoração doida. Aí o padre continuou, mas a maia é que o dinheiro tá dentro do bolso de vocês. O problema da evolução espiritual é esse. Vai dar tudo certo. Só precisa da gente. Tiranista tranquilo. Há recursos. Mas a gente precisa encontrar caminhos. Primeiro sinal, bodas de Caná. Festa de casamento. O é bifet. É bifet que fala quando você enfim. Não casei ainda, né, amorzinho? Mas vai dar certo. Fica já deixa aí avisado, né? Desculpa, tio Rubens e divido. Perdão, mas contratou o bifet. O bifet fez a conta errada. E aí no meio da festa

enfim. Não casei ainda, né, amorzinho? Mas vai dar certo. Fica já deixa aí avisado, né? Desculpa, tio Rubens e divido. Perdão, mas contratou o bifet. O bifet fez a conta errada. E aí no meio da festa ia dar ruim, porque ia ter que mandar todo mundo embora por falta de recursos. Jesus entra, opera, todo mundo já sabe a história. Dá aquela mexidinha ali, fluidifica a água, o trem fica bom demais, o pessoal experimenta, né? Fica entusiasmado. O mestre sala chama a atenção de todo mundo, ó. Normalmente, né, o pessoal entrega o bom primeiro e depois o pior, no caso do vinho, porque depois que as pessoas já tá assim daquele jeitinho, qualquer coisa desce. Mas essa família fez diferente. O melhor foi guardado pro final. Mas o primeiro sinal do evangelho é paraas nossas relações, qual que normalmente é o padrão? A gente tende a entregar tudo de melhor que a gente tem primeiro. Como é, ó, dizendo, a gente quer apresentar só a nossa parte boa primeiro, porque depois que já, ah, vamos namorar, vamos, vamos casar, vamos, depois que já tá tudo assinado, aí começa a vir umas outras camadas, você começa a descobrir outros adjetivos da pessoa, perceber outros detalhes. Então, qual é o primeiro sinal? Se a palavra se faz presente nas suas relações, o que era bom pode ficar melhor. Então, esse é o primeiro lugar de força do evangelho, o lugar de reconstruir as nossas relações. Porque a questão é, todo mundo tem ausência e vai faltar alguma coisa. Mas a questão é como nós vamos gerir essas ausências, porque há recursos em nós para construir outros caminhos, mesmo a gente já tendo sido marcados por vários desafios. Primeiro sinal. Segundo, segundo sinal, Jesus é interrogado, é interpelado por um pai, um centurião, que diz assim: "Olha, meu filho precisa de socorro. Meu filho precisa de socorro. vai lá e ajuda ele. Eu sei que se você pedir, da mesma forma que eu tenho um monte de gente que se eu mandar eles vão, se você pedir, os seus mensageiros podem estar com ele. Jesus olha pra fé daquele centurião e

da ele. Eu sei que se você pedir, da mesma forma que eu tenho um monte de gente que se eu mandar eles vão, se você pedir, os seus mensageiros podem estar com ele. Jesus olha pra fé daquele centurião e diz assim: "Olha, meu Deus, nem por essas terras eu encontrei tão grande fé, porque o segundo sinal do evangelho é sobre o quê? Tem dores que não tem a ver com o que você passa na sua vida por você, mas o que você atravessa com as pessoas que você ama, porque dói demais quando é um filho, quando é alguém que a gente queria muito bem. E esse coração tá vivendo um período que é dele e você quer fazer de tudo para que ele esteja bem. O segundo sinal do evangelho é sobre as dores que a gente vive com as pessoas que a gente ama, em que a gente não pode fazer nada, a não ser buscar os recursos espirituais da presença divina. O evangelho também é um lugar de força para esses instantes que às vezes a gente pode atravessar, que não são fáceis. E aí, nessas horas é indispensável uma coisa chamada confiança. Porque o poder divino, mesmo que a gente não perceba presente, fisicamente, através dos inumeráveis espíritos, tem espalhado as bênçãos do alto. O segundo sinal é sobre esse amor. Terceiro sinal, Jesus passa perto de um tanque que era conhecido como um tanque milagroso, porque as águas eh esquentava, não começar a fazer um trenzinho assim, não vou saber explicar direito, falta um conhecimentozinho mais específico, começar a fazer um trenzinho e aí eles achava que descia um anjo e todo mundo que era jogado primeiro era curado. E tinha um paralítico, 38 anos, que tava doidinho para ser julgado lá dentro, mas nunca dava certo. Aí Jesus olha para ele: "E aí, o que que tá acontecendo?" "Ah, eu tô aqui, eu quero, né? Gostaria muito quando as águas, enfim, esse trenzinho aí, eu não sei falar o que que é." Dava uma mexidinha. Borbulhando. >> Hã, borbulhando. Boa. Obrigado pelo apoio aqui, técnico. Quando as águas borbulhavam, né, eu gostaria muito, mas não tá dando certo. Imagina você diante do Cristo e

Dava uma mexidinha. Borbulhando. >> Hã, borbulhando. Boa. Obrigado pelo apoio aqui, técnico. Quando as águas borbulhavam, né, eu gostaria muito, mas não tá dando certo. Imagina você diante do Cristo e você preocupado com o quê? >> Com a borbolha. Aí, pelo amor de Deus, né? Pelo amor de Deus. Aí Jesus olha, dá uma olhadinha para ele. Ô amiguinho, que que você quer? S levanta, pega sua caminha e vai embora. Imagina. Terceiro sinal, tem questões que a gente tá lidando e tem um monte de tempo, 38 anos. Não sei qual que é a questão. Às vezes é um ponto de dificuldade complicado. Pode ser uma imperfeição da alma que tem muito tempo que a gente tá parado. Parece que nada resolve. E a palavra divina é também um lugar de força, de so erguimento, de movimento, pra gente deixar determinadas estagnações que a gente fica e poder volver ao movimento da vida. Às vezes é a rigidez, às vezes é uma determinada apatia. Levantar esse processo de tomar consciência e compreender essa questão é fundamental, porque se a gente não se levanta, assume o lugar de alguém que pode produzir movimento na vida, se a gente fica assim encolhido, se vitimizando, não dá certo, porque a gente vai estar sempre à espera de que alguma coisa de fora jogue jogue-nos na solução. Apresente-nos um milagre quando a questão é: "Eu preciso me levantar apropriado desse lugar". Terceiro sinal, dificuldades pessoais minhas comigo mesmo. O evangelho é também um lugar de força. Quarto sinal. Quarto sinal. multiplicação dos pães e dos peixes. Depois de um dia inteirinho de evento no center convention do mar da Galileia, os discípulos chegam para Jesus, fala: "Tá tarde, né? Não tem bifet contratado nem nada, vão para casa. A gente manda todo mundo embora. e a gente vai embora também. Aí Jesus falou: "Não, não vamos terminar uma festa dessa aqui sem um trenzinho de comer, não. Ajeitar um pão de queijinho, um cafezinho aqui, uma mistura. A gente vai servir todo mundo diante daquela multidão de gente. O evangelho de João é específico. Surge

qui sem um trenzinho de comer, não. Ajeitar um pão de queijinho, um cafezinho aqui, uma mistura. A gente vai servir todo mundo diante daquela multidão de gente. O evangelho de João é específico. Surge quem? uma criança que tava com um cestim. Jesus fala: "Vem cá, você mesmo pegou o cestim, cinco pães, dois peixes. Jesus toma, olha pro céu, dá graça, abençoa, parte, entrega para todo mundo." Não vamos fazer miudinho agora, mas isso é incrível, meu Deus. Beleza, 5.000 pessoas. Qual é o quarto sinal? Questões sociais. O evangelho é também o lugar de força paraa sociedade, porque ele pode comunicar novas esperanças à coletividade. Não importa o número. A gente pode olhar e pensar assim: "Como que eu vou resolver conflito bélico de país tal com país tal? Como que eu vou entrar dentro de questão religiosa de país tal?" A questão surgiu de quem? Uma criança. Porque um coração que alberga a mensagem pode se tornar como uma malala e defender o direito das mulheres é educação. É uma criança e outras tantas podem surgir por aí. Você já pensou se chegar lá no céinho? E um daqueles bichinhos que tá lá, que as preciosidade, aqueles anjinos de Deus ligado no 220, que vive sobitos de influências espirituais constantes e tem uma agitação própria, interna. Imagina se você olhar num daqueles olhinhos e vê que um deles tem cinco pães e dois peixes. E esse vai ser o material de trabalho para que outras pessoas possam trabalhar. O evangelho é um lugar de força também pra sociedade. Quarto sinal. Ele vem para responder os nossos dilemas presentes. Parece pouco, insuficiente, mas o que a gente já possui quando se volta aos céus pode ser abençoado e compartilhado na forma de propósito e ideal com aqueles que estão à nossa volta. A gente pode sonhar junto, muita coisa boa. Quinto sinal. Você é lógio é obsidiado para caramba. Ele tá igual as crianças, agitada terra. Quinto sinal, Jesus está diante de um cego de nascência. De um cego de nascência. Qual que é o problema? Diante desse cego de nascença, os

idiado para caramba. Ele tá igual as crianças, agitada terra. Quinto sinal, Jesus está diante de um cego de nascência. De um cego de nascência. Qual que é o problema? Diante desse cego de nascença, os discípulos questionam: "Mestre, quem pecou? Quem pecou? Foi ele ou foi os pais? Aí Jesus diz: "Não foi ele e nem os pais." Mas tudo isso está acontecendo para que se cumprisse a vontade e a glória divina. Questões reencarnatórias. O evangelho também é um lugar de força para as questões reencarnatórias. O problema que eu tô vivendo agora começa aonde? O desafio que eu tô passando, será que tem a ver com alguma coisa que eu fiz antes? O evangelho também é um lugar de força. Que que importa? Se foi deoutras vidas ou se tem a ver com falha dos pais ou limitações dos pais de agora? O mais importante é daqui paraa frente todas essas limitações, ausências, elas podem servir de material de trabalho para glorificar o amor divino. Porque quando a gente entende as nossas feridas e começa a cuidar delas com amor devido, elas se tornam lugar de força na nossa vida. A rejeição pode se tornar lugar de inclusão, o abandono pode se tornar lugar de presença. E aquilo que até então constituir o nosso psiquismo como sendo o erro de alguém, nós mesmos noutras vidas ou os nossos pais nessa existência podem glorificar o amor de Deus, que mostra que não importa, todas as nossas histórias podem ser curadas. Eu troquei, esse era o se sinal. Aqui deu um branco aqui. Aí eu pulei. Quinto. Jesus anda sobre as águas. Pensa no quão difícil é lidar com as águas das emoções, andar sobre essas emoções, gerir essas emoções, porque quase sempre a gente afoga. Quase sempre quando a gente vai lidar com os nossos conteúdos internos, a gente afoga. O quinto sinal é sobre saúde mental. Claro. Não. Aí alguém vai falar assim: "Você tá doido, tá fumando?" Não tô fumando, pelo amor de Deus. Pumãozinho só tem, né, outros problemas. Eh, mas é um símbolo, símbolo dos cuidados com as nossas emoções. O evangelho também esse lugar

"Você tá doido, tá fumando?" Não tô fumando, pelo amor de Deus. Pumãozinho só tem, né, outros problemas. Eh, mas é um símbolo, símbolo dos cuidados com as nossas emoções. O evangelho também esse lugar de força. E por último, pra gente encerrar, porque o tio Rubens vai olhar daqui um tiquinho para mim torto. Ressurreição de Lázaro. Um apagão dá no Lázaro. Ele é tido como morto. Ele é tido como morto. Se a gente parar para pensar, o adoecimento, a quantidade de transtornos que a gente tem lidado atualmente não tem sido tão fácil assim. E eu me reconheço nesse lugar como alguém que tá tendo que aprender a lidar com crise de ansiedade e de pânico, que teve que recorrer ao apoio do psiquiatra, que tá buscando apoio psicológico, mas que tá reconhecendo que essa rede de cuidados é também o lugar de força da palavra divina. Porque tem horas que a gente perde as forças por nós mesmos. Porque não é só a questão de lidar com as emoções. A questão é que a gente entra em colapso e parece que a gente perdeu vida interna. O evangelho começa nas bodas de Caná, nas alegrias das relações, mas se estende a extensão dos desafios que a gente pode lidar com essa morte interna, com esses processos internos. Mas mesmo assim, essa palavra divina continua sendo um lugar de força, porque o evangelho pode ser divulgado para todos os povos, em todas as partes, a começar da minha necessidade. Qual é o sinal divino que eu espero na minha trajetória? Porque a bem verdade, somos todos meninos de papel, crianças cuidadas e amadas pelo divino amor de Deus. Pra gente que tá no princípio das dores, podemos considerar com muita, muita alegria. Esse não é o fim. Para aqueles que estão na travessia também. Eu trago comigo o meu lema. Eu não vou me abandonar. A gente topa no mundo celeste ou em algum lugar por aí. Já tentei entender os seus planos. Perdi o meu sono outra [música] vez. Me calei. Ouvi tua voz me dizendo coisas [música] que eu nem sei. E tudo que eu preciso morar em ti. Foi [música] teimoso. Eu não acreditei. Odei

r os seus planos. Perdi o meu sono outra [música] vez. Me calei. Ouvi tua voz me dizendo coisas [música] que eu nem sei. E tudo que eu preciso morar em ti. Foi [música] teimoso. Eu não acreditei. Odei por muito tempo e vem parar aqui. Nesse coro tão calmo de rei. Me sinto um menino de papel [música] nos braços de um homem gigante. >> Dizem que ele é o dono do céu. [música] Me sinto bem mais confiante. >> Me sinto um menino de papel sem medo, [música] olhando o horizonte. Dizem que ele é dono do céu, >> de um amor viciante, [música] >> brincando com as nuvens do céu. [música] Menino de papel, fi, tudo para fugir disso. >> Menino [música] de papel, >> fiz de tudo para fugir disso. Até tampei [música] ouvido, mas meu sexto sentido não tava me dando uma notícia boa. Só não queria compromisso. [música] Até que entendi isso, que a voz de Deus não fala. vibrou [música] como um alofalante no 12 fez meu corpo todo tremer. O Espírito [música] Santo entrou com uma pose e fez meu orgulho derreter. Agora eu [música] já nem lembro quem eu era e que hoje eu sinto esse calor. Hoje eu me vi lá [música] na favela divulgando palavras de amor. Sinto um menino [música] de papel nos braços de um homem gigante. Dizem que ele é o dono do céu. Me sinto bem mais [música] confiante. Me sinto um menino de papel sem medo, [música] olhando horizonte. Dizem que ele é o dono do céu, >> dono de um amor [música] viciante, brincando com as nuvens do céu. >> Menino de papel. Sangue com teu vé, menino de papel. [música] Obrigada, gente. Obrigado. [aplausos] a nossa gratidão ao nosso querido Vittor Hugo, que carinhosamente chamamos de menino. Muito obrigada, Vittor Hugo. E agora chegou aquele momento de alimentarmos o corpo físico para que possamos a estar firmes e fortes para o nosso momento especial à tarde. Então nós reencontraremos vocês às 13:55 aqui no salão. Bom almoço a todos, pessoal. E vamos ver se os nossos amigos lá do estúdio já saíram para almoçar, o que tem para contar para nós, né, sobre as

Então nós reencontraremos vocês às 13:55 aqui no salão. Bom almoço a todos, pessoal. E vamos ver se os nossos amigos lá do estúdio já saíram para almoçar, o que tem para contar para nós, né, sobre as novidades lá no estúdio. Rubens, daqui a pouquinho eles nos trarão aqui as novidades da área do pavilhão, pessoal. Bom almoço a todos. Eu te encontrei. Qu

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