Evangelho no Lar • 02/11/2025
Que tal transformar seu lar em um ponto de luz e harmonia? Convidamos você e sua família para o nosso encontro semanal com o Evangelho no Lar, uma oportunidade de estudo e prece para fortalecer nossos laços com o Alto. Realizado em parceria com o Centro Espírita Ildefonso Correia, de Curitiba, este é um momento de união e reflexão sob a inspiração do Cristo. Reserve este tempo para semear a paz e a fraternidade no seio da sua família. #evangelhonolar #cultonolar #espiritismo #prece #oração #doutrinaespirita #mansaodocaminho #Jesus #harmonianolar #familia *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com
Olá, meus amigos. Sejam todos muito bem-vindos a mais um Evangelho no Lar Online, essa atividade que é promovida pelo Centro Espírita Hilde Fonso Correia. Somos de Curitiba, filiados à Federação Espírita do Paraná e transmitimos nessa noite para além do nosso canal SEC, para a TV Mansão do Caminho, a Web Rádio Fraternidade, a Web Rádio Manaus de Estudos Espíritas, a Rádio Espírita do Paraná, são todos parceiros de transmissão. Com muita alegria, nós estamos aqui hoje com Malena, com Fernando, com Nilton. Já vamos passar para que e fazer a apresentação da Malene, passar para que eles nos cumprimentem, mas eu gostaria de registrar aqui algumas presenças, como fazemos habitualmente, de amigos de vocês que estão sempre conosco aqui, como por exemplo a Neid de Umoarama. Eh, boa, boa noite a Neid, a Graziela, que é de Florianópolis, Santa Catarina. Seja muito bem-vinda. Também Maria das Graças, que está em Iuverava, São Paulo. Nosso abraço fraterno. Eu vou pedir desculpas para vocês porque vocês devem estar ouvindo o barulho dos cães aqui em volta. É algo muito raro de acontecer. Mas não sei o que que deu nos nossos cães hoje aí, que resolveram ficar aqui bem embaixo da nossa janela aqui, mas a gente já vai cuidar disso. Eu peço desculpas pelo pelo barulho, espero que tenha tenham conseguido ouvir, não é? Eh, mas então voltamos e eu queria dizer que hoje tenho aqui a alegria de ter na telinha dois grandes amigos, Malena e Fernando. Fernando, presidente da nossa casa espírita, eh, e amigo de longa data, nosso evangelizador. Aliás, são dois evangelizadores que temos aqui hoje, mas a nossa convidada, vocês já conhecem, já esteve aqui outras vezes, Maria Helena Marcon, para nós, Malena, eh, grande trabalhadora da nossa casa espírita, já presidiu inúmeras vezes, também já presidiu a Federação Espírita do Paraná e atualmente é diretora da área de comunicação social espírita e tem sobre sua responsabilidade idade, inúmeras atividades, dentre elas, por exemplo, o programa Momento Espírita,
ão Espírita do Paraná e atualmente é diretora da área de comunicação social espírita e tem sobre sua responsabilidade idade, inúmeras atividades, dentre elas, por exemplo, o programa Momento Espírita, que além do programa Radiofônico, os livros, as mídias sociais, também espírita filmes, eh, toda a gestão daquilo que se dá em torno do momento espírita é feito pela Malena. Também está sob sua responsabilidade para citar apenas mais esta pela importância, o nosso jornal Mundo Espírita. que é um o órgão de divulgação da Federação Espírita do Paraná. Então, é com muita alegria que te recebemos aqui, Malena, mais uma vez. Seja bem-vinda. Boa noite. >> Boa noite, Adriano, Fernand Milton, aos amigos todos que nos acompanham neste momento e também aqueles outros que estarão conosco posteriormente. que Jesus esteja conosco e nos auxilie a termos muito êxito nas nossas observações desta noite tão especial que evoca os nossos amados que partiram. >> Isso mesmo. Para os trabalhos da noite. Então nós temos aqui Fernando, como eu disse. Boa noite, Fernando. >> Boa noite, meu caro Adriano. Malena, nossa querida referência. Newton também em nosso futuro. Eu gostaria não só de abraçar a todos, mas colocar um ponto muito muito relevante, muito relevante, muito importante em tudo isso que o Adriano já falou, é que na na nas atividades que Malena fez, uma delas que eu acho assim de uma de uma profundidade, de uma importância enorme na nossa casa é em desde 74 a instalação do estudo sistematizado da doutrina espírita espírita apoiada pelo seu Antônio Santos, que todos nós lembramos bem, uma tarefa que que traz frutos muito grandes até hoje, desde a infância até a idade madura. Tá aqui mais um ponto que achamos que era bem importante salientar. Uma boa noite a todos nossos amigos encarnados e os desencarnados, especialmente na noite de hoje. >> E o Newton? Milton é um jovem da nossa casa, aos poucos vem assumindo responsabilidades, atualmente coordena, já está na coordenação da juventude. Boa
desencarnados, especialmente na noite de hoje. >> E o Newton? Milton é um jovem da nossa casa, aos poucos vem assumindo responsabilidades, atualmente coordena, já está na coordenação da juventude. Boa noite, Nilton. Seja bem-vindo, meu querido. >> Boa noite, Adriano. Boa noite, Marena, boa noite, Fernando. Boa noite, a todos os nossos amigos de casa que estão nos acompanhando agora. sempre é uma satisfação muito grande estar aqui com vocês e que a gente possa ter um final de domingo de muitos aprendizados, de muitas reflexões. Obrigado, gente. Isso mesmo. Nós vamos então, meus amigos, dar início à nossa atividade. Hoje, como como nos disse a Malena, falaremos dos nossos mortos amados. E então, desde esse momento da abertura com a prece inicial, a nossa nosso pedido é que de fato reservemos aí esse tempinho, não é? Eh, paremos um pouquinho com as coisas aí do entorno, não é? para nos concentrarmos, para nos eh prestarmos o máximo atenção e também para orarmos. É uma oportunidade de lembrarmos desses nossos amores que já partiram. Vamos pedir então ao Fernando Campos que conduza os nossos pensamentos na prece de abertura. Quando nos programamos para mais uma vez nesse momento de oração em família, nós rogamos a vossa presença amiga. Hoje, em especial, nosso respeito a todos aqueles que já nos antecederam em sua volta à pátria espiritual. >> que tenho todos eles tido oportunidade de crescimento, aprendizado, ressarcimento, preparação para a vida, como deveria ser. Agradecidos que somos por mais esta nossa encarnação, rogamos a ti, Senhor Jesus, o amparo para que nossa querida Malena possa nos esclarecer um tanto mais e nós, por nossa vez, prestarmos bastante atenção em todos os detalhes, em todos os pontos, em tudo aquilo que possamos aprender. reter em nossas mentes, agirmos adequadamente conforme nosso coração. Querido amigo, dá-nos da tua paz, ser conosco nesses instantes e da mesma forma em todos os momentos de nossa vida. Que assim seja, senhor. Obrigado, Fernando.
os adequadamente conforme nosso coração. Querido amigo, dá-nos da tua paz, ser conosco nesses instantes e da mesma forma em todos os momentos de nossa vida. Que assim seja, senhor. Obrigado, Fernando. E o texto de hoje, então, vamos pedir ao ao Newton que conduza a leitura para nós, por favor. >> Na era do espírito, capítulo 13, mortos amados. Na Terra, quando perdemos a companhia de seres amados, ante a visitação da morte, sentimo-nos como se nos arrancassem o coração para que se faça alvejado fora do peito. Âsia de rever sorrisos que se extinguiram, fome de escutar palavras que emudeceram. E basta às vezes tudo que nos resta no mundo íntimo é um veio de lágrimas estan estanques, sem recurso de evasão pela fonte dos olhos. Compreendemos sim neste outro lado da vida o suplício dos que vagueiam entre as paredes do lar ou se imobilizam no espaço exígio de túmulo, indagando porquê. Se varas semelhantes sombras de saudade e distância, se o vazio te atormenta o espírito, asserena-te e ora como saibas e como possas, desejando a paz e a segurança dos entes inesquecíveis que te antecederam na vida maior. Lembra a criatura querida que não mais te compartilha as experiências no plano físico, não por pessoa que lhes apareceu para sempre, e sim a feição de criatura invisível, mas não de todo ausente. Os que rumaram para outros caminhos, além das fronteiras que marcam a desencarnação, também lutam e amam, sofrem e se renovam. Enfeita-lhes a memória com as melhores lembranças que consigas enfileirar e busca tranquilizá-los com o apoio de tua conformidade e de teu amor. Se teixas vencer pela angústia ao recordar-lhes a imagem, sempre que se vejam em sintonia mental contigo, eios que suportam angústia maior, de vez que passam a carregar as próprias aflições sobretachadas com as tuas. Compadece-te dos entes amados que te procederam na arrumagem da grande renovação. Chora quando não possas evitar o pranto que se derrama da alma. No entanto, converte quanto possível as próprias lágrimas em bênçãos de trabalho e preces
e procederam na arrumagem da grande renovação. Chora quando não possas evitar o pranto que se derrama da alma. No entanto, converte quanto possível as próprias lágrimas em bênçãos de trabalho e preces de esperança, porquanto eles todos te ouvem o coração na vida superior, sequiosos de se reunirem contigo para o reencontro do trabalho do próprio aperfeiçoamento, à procura do amor sem a Deus. Eu >> é muito bonita essa mensagem, né? Malena, por favor, a palavra é sua. >> Muito obrigada. O espírito Emanuel é muito, não somente poético, mas ele condensa nesse primeiro parágrafo exatamente o que nos ocorre. Quando perdemos a companhia de seres amados ante a visitação da morte, sentimo-nos como se nos arrancassem o coração para que se faça alvejado fora do peito. Este, normalmente é o panorama geral daqueles que perdemos a companhia dos seres amados que são levados pela morte. De todas as coisas certas do mundo em que nós vivemos, esta é a mais certa, a infalível para todos nós os que estagiamos neste planeta. E no entanto, é paradoxal até porque ela continua a nos surpreender, porque é como se ela sempre chegasse na hora errada. E ela é muito caprichosa. Ela abraça muitas vezes os mais jovens, os mais sadios e deixa para trás os idosos, os doentes. E com tudo isso, vejamos que ela está sempre presente em nossas vidas, mas é algo que de um modo geral nós não gostamos de falar. Existem aqueles que dizem assim: "A gente não deve falar sobre a morte, porque se falar atrai". Então, a gente não pode falar sobre isso, mas seria muito importante que nós a colocássemos no cardápio das discussões, de temas importantes na nossa vida, porque muitas lágrimas são derramadas pela inconformação, pelo desespero que nos chega. E no entanto, deveríamos estar mais preparados. Vejamos que às vezes as lágrimas se casam algumas expressões como: "Ah, se eu soubesse que era o último dia dele. Ah, se eu soubesse que ele iria morrer, eu não teria sido tão mal com ele. Se eu soubesse que ele partiria tão
lágrimas se casam algumas expressões como: "Ah, se eu soubesse que era o último dia dele. Ah, se eu soubesse que ele iria morrer, eu não teria sido tão mal com ele. Se eu soubesse que ele partiria tão cedo, eu teria abraçado mais, teria sido melhor." É bom considerarmos sempre que a nossa existência é muito efêmera. Hoje nós estamos aqui, amanhã poderemos não nos encontrar mais neste lado da vida. E, aliás, nem precisa ser amanhã, pode ser daqui a pouco, ninguém sabe. Então, vejamos, quando nós nos despedimos ou quando o nosso ser amado sai de casa, se despede, pode ser que ele não retorne. Quantos casos já ouvimos? A criança que corre pela rua, que vai paraa escola, pode ser que ela não volte, não continuando encarnada, continuando nesta vida. Nós lemos recentemente a história de um senhor e vejamos, ele lembrava em torno dos seus 50 anos de algo que acontecera quando ele tinha os seus 10 anos de idade. Ele lembrava e assim com muita nitidez que ele voltou da escola, entrou em casa e chamou pela mãe. Naturalmente as crianças quando chegam já vão: "Mãe, mãe". E ele foi encontrar a mãe triste sentada sobre a cama no seu quarto. E quando ele eh se aproximou, a mãe de uma forma assim, talvez querendo desafogar a mágoa que ia dentro dela, falou: "Sua irmã morreu". E aquilo o abalou intensamente. Primeiro porque ele dizia já nessa idade, então, de uns seus 50 anos, que ele não conseguiu entender o que que era a morte. E durante muito tempo ele ficou perguntando: "Mãe, quando que ela vai voltar? E por que ela teve que morrer?" E lembrava que ele ficava em frente da casa. esperando o ônibus escolar que a trouxesse de volta durante muito, muito tempo. Aí criança, ela entrava no quarto dela, apanhava as coisas dela, os cadernos, os livros, o estojo escolar, a faixa de elástico que ela tinha usado no cabelo naquele último dia, quando ela fora para o colégio de manhã. E depois ele devolvia tudo certinho no lugar e pensava assim: "Será que ela vai ficar zangada porque eu mexi nas coisas dela?"
do no cabelo naquele último dia, quando ela fora para o colégio de manhã. E depois ele devolvia tudo certinho no lugar e pensava assim: "Será que ela vai ficar zangada porque eu mexi nas coisas dela?" Veja que era algo que o atormentava. E uma coisa muito especial, e essa é a grande mensagem, uma coisa que ele diz assim que eu nunca esqueci o que nós fizemos duas noites antes dela morrer. Ela tinha voltado para casa. A irmã tinha em torno de 14 anos, como dissemos, ele tinha em torno de 10. E ela ficou muito preocupada porque ela disse assim: "Você sabe que eu esqueci? Esqueci que eu tenho que entregar amanhã um programa para um trabalho para a área de arte. E eu não fiz, nem comecei fazer o trabalho. E ele diz assim: "Eu me dispus a ajudá-la. E naquela noite juntos, nós fizemos 12 borboletas coloridas de antenas enroladas e asas triangulares. No dia em que ela morreu, estranhamente, não sei por acordei mais cedo. não era meu habitual, mas eu fui até segurar a porta para ela poder sair melhor, segurando a pasta de um lado e a outra mão abanando. Ela estava de uniforme azul e as suas últimas palavras para mim foram: "Até logo, irmão". Então, vejamos. 40 anos depois, ele ainda lembrava disso, guardava lembrança da sua irmã. E o mais doce que era, eram aqueles últimos momentos mágicos que tinham vivido juntos duas noites antes, fazendo o trabalho para a escola. E é então nessa idade ele ainda dizia: "Pois é, e cada vez que eu vejo uma borboleta, eu lembro dela, porque eu lembro do trabalho que fizemos juntos". A morte nos diz, portanto, e essa é a lição que esse Senhor nos traz, que todos os dias nós devemos fazer o melhor para os nossos amores. Nunca deixar para depois o abraço. A vontade de oferecer uma flor, de dizer: "Adoro você". mesmo entre irmãos, pais, amigos, às vezes a gente fica um pouco inibido de dizer algumas coisas, mas é muito importante. E se a gente vir alguma coisa, um mimo e diz assim: "Vou comprar esse mimo para levar para o meu irmão ou para meu filho
a gente fica um pouco inibido de dizer algumas coisas, mas é muito importante. E se a gente vir alguma coisa, um mimo e diz assim: "Vou comprar esse mimo para levar para o meu irmão ou para meu filho ou para o meu cônjuge, ele adora isso. Ele vai ficar muito feliz. Então, compremos, embrulhemos com todo o carinho e surpreendamos a pessoa oferecendo. Mas gente, não fiquemos aguardando a data do aniversário, até porque aniversário é todo dia, porque cada dia que a gente vive deve comemorar mais um dia na terra. Então demos já, porque às vezes alguns compram alguma coisa e guardam, porque vamos aguardar o Natal, vamos aguardar a Páscoa, vamos aguardar e a morte chega antes. Aí a pessoa diz: "Por que é que eu não dei de uma vez? Ele poderia ter usufruído do presente, ele poderia ter ficado feliz. Então, por vezes, nós ficamos muito ligados a convenções do mundo. Dia certo para presentear, amigos. Dia certo para presentear é quando nós queremos presentear aquela criatura que nós amamos. Vivamos então cada dia o melhor possível com quem amamos, com quem queremos bem, porque pode ser o último dia, pode ser dele, pode ser o nosso. E então nós nunca teremos arrependimentos. Imaginemos que nós poderemos lembrar, nossa, quando minha filha saiu nesta manhã, não sei por, mas eu tive vontade de abraçá-la e nos abraçamos longamente. E foi o último abraço. Não sei se vocês conseguiram ver, mas há pouco tempo, não faz muito, uma câmara de segurança do aeroporto de uma cidade do nosso estado, Paraná, captou a imagem de um abraço muito forte entre a mãe e um filho. filho fora levar a mãe ao aeroporto. E antes de embarcar, ele e a mãe trocaram então um abraço longo que expressava todo o amor que os unia. Um gesto simples, realizado muitas vezes, mas esse ficaria na memória de uma maneira indelével, porque horas depois o avião caiu, não houve sobreviventes e o que ficou para sempre registrado foi o amor aquele abraço, o último. E ele foi mostrado muitas vezes porque ele acabou se tornando o símbolo de tudo
as depois o avião caiu, não houve sobreviventes e o que ficou para sempre registrado foi o amor aquele abraço, o último. E ele foi mostrado muitas vezes porque ele acabou se tornando o símbolo de tudo aquilo que não pode ser deixado para depois. E quando esse rapaz compartilhou o momento com outras pessoas, ele disse: "Nós não sabemos quando será o nosso último abraço, né? Então, nunca permitamos que sair de casa chateado o nosso afeto, porque nós nos desentendemos, porque dissemos algo inapropriado, que nunca tenhamos que lembrar que foram amargas, que foram duras as últimas palavras que o nosso afeto ouviu de nós. que nós possamos sempre ter boas lembranças. E algo que nós temos que aprender a valorizar muito é como é o nosso filho, o nosso cônjuge, o nosso amigo, como ele é. Porque por vezes nós idealizamos que o filho poderia ser mais carinhoso, poderia ser mais estudioso. Ah, o cônjuge poderia também ser mais atencioso, poderia lembrar da data do nosso aniversário, sempre esquece a data do nosso casamento. E às vezes nós cobramos demais. Esquecemos que na parábola do semeador, ao nos falar sobre o trabalho do semeador, Jesus diz que cada semente dá uma indeterminada porcentagem. Algumas dão 30, outras 60, outras 100%. E nós temos sempre expectativas muito grandes, sobretudo com os nossos afetos. Nós desejamos que eles deem 100%. Quando se trata de filhos, a gente gostaria que eles conquistassem medalhas, em torneios, em concursos, porque aí nós poderíamos compartilhar esse nosso orgulho com as nossas amizades. No entanto, quando esse nosso amor se vai, o que que a gente lamenta? Não lamenta que ele não ganhou a medalha. A gente lamenta não ter usufruído mais da sua companhia. Lamentamos ter perdido tempo reclamando das notas que queríamos mais altas, do concurso que ele não passou, porque a gente diz, se tivesse estudado mais, você teria passado. Amigos queridos, que não tenhamos de nos arrepender de ter desperdiçado no o tempo e deixarmos de olhar mais nos olhos do
não passou, porque a gente diz, se tivesse estudado mais, você teria passado. Amigos queridos, que não tenhamos de nos arrepender de ter desperdiçado no o tempo e deixarmos de olhar mais nos olhos do outro, descobrir a vida que brilhava nesses olhos, olhos que um dia se fecharão e não veremos mais, que poderíamos ter abraçado muito mais para escutar o coração do outro batendo. junto ao nosso, poderíamos ter feito tantas coisas que não lamentemos, que as façamos. A vida é curta, a vida é breve, é impermanente. Hoje nós estamos aqui e logo mais poderemos ser convidados a tomar a bagagem das nossas conquistas pessoais e partir para o grande além. De igual forma, os que amamos. Então agora, se estamos ao lado de quem amamos, aproveitemos para dizer como essa pessoa é importante, como lhe queremos bem, como ela faz a grande diferença em nossa vida. E se não está pertinho, assim que acabar o evangelho, passemos uma mensagem ou telefonemos enquanto estamos por aqui. E repitamos isso amanhã, depois, depois, cada manhã, cada despertar. Aproveitemos, usufruamos intensamente o convívio enquanto estamos a caminho. E se vocês devem ter reparado na mensagem de Emanuel, ele começa falando da dor dos que ficam pela ausência daqueles que partiram para o grande além, mas também ele destaca que aqueles que estão do lado de lá, os espíritos, portanto, aqueles que já deixaram o corpo, é que eles compreendem o nosso nosso suplício. Eles entendem a dor que deixaram pela partida. Vejamos que alguns, principalmente entre nós, os espíritas, alguns dizem assim: "A gente não pode dizer que perdeu o ser querido, porque ninguém perde ninguém, mas nós perdemos. Perdemos a presença física. E essa ausência física, ela é imensamente sentida, como o senhor que nós relatamos, que ficou durante muito tempo criança, esperando todo final de tarde o ônibus chegar para ver se devolvia a irmã. Quantos de nós arrumamos a mesda e colocamos o prato e de repente nós nos damos conta, ele não se sentará à mesa conosco.
ça, esperando todo final de tarde o ônibus chegar para ver se devolvia a irmã. Quantos de nós arrumamos a mesda e colocamos o prato e de repente nós nos damos conta, ele não se sentará à mesa conosco. Lembram daquela música popular? Naquela mesa está faltando ele e a saudade dele está doendo em mim? é uma grande verdade. Mas é importante que a gente saiba que aqueles que nós consideramos mortos e que na verdade estão de pé, estão vivos porque são espíritos imortais, eles também sentem saudade. Imaginemos, portanto, num dia como o de hoje, o dia 2 de novembro, que nós consagramos a chamada comemoração dos mortos. Na antiga Galia, eles comemoravam essa data no dia 1eo de novembro, mas eles não diziam que era a comemoração dos mortos, chamava-se a festa dos espíritos. Eles iam para debaixo das árvores nas florestas e faziam verdadeiras evocações. Era assim a grande festa dos espíritos que evocados vinham ao encontro deles, das próprias famílias. A igreja no seu calendário designou esse dia primeiro de novembro como o dia de todos os santos. E aqui vamos lembrar que eles estão corretos. Porque quem são os santos? Se nós lembrarmos a denominação primitiva entre os cristãos era de santos. chamavam-se uns aos outros de santos. Podemos ler em algumas epístolas de Paulo de Tarso e nós lembramos especificamente da carta que ele escreve aos Filipenses e ele diz assim: "Saudai a todos os santos em Cristo Jesus. eram os amigos da a daquela assembleia, daquela comunidade. E ele completa, dizendo assim: "Todos os santos daqui vos saúdam, mas principalmente os que são da casa de César". Então ele está denominando um grupo específico da casa desse César que saudava os companheiros lá filipenses. Então, como a igreja colocou o dia de todos os santos, o dia dos espíritos, dia 1eo de novembro, ficou dia 2 de novembro para a comemoração dos mortos, que são os espíritos que estão de pé, né? é a comemoração dos espíritos igualmente. E neste dia, a saudade, de um modo geral canta mais forte. Por quê? Por vezes, durante todos
comemoração dos mortos, que são os espíritos que estão de pé, né? é a comemoração dos espíritos igualmente. E neste dia, a saudade, de um modo geral canta mais forte. Por quê? Por vezes, durante todos os meses, nós vamos nos esquecendo ou não lembrando tão intensamente dos nossos amores que partiram. Mas aí no dia 2 de novembro, é, todo mundo fala, pois é, muita gente vai ao cemitério e faz isso e faz aquilo. Então, recordemos os nossos amores, mas de uma forma muito peculiar. Lembremos como faziam os gauleses. Quando nós recordamos intensamente os nossos amores que partiram, nós os evocamos. Então, digamos a eles, falemos dos nossos sentimentos, uma conversa assim que somente os invisíveis conseguem captar. Permitamo-nos pensar um tanto mais nos ensinamentos que esta criatura nos deixou. Vamos lembrar só de coisas boas. Lembremos de quando nos deu a mão, nos ofertou o seu abraço, as coisas importantes, alegres que fizemos juntos, as comemorações, a formatura, o casamento, o aniversário, lembrar do som das suas risadas, das suas lições de vida, das horas compartilhadas, de férias, de trabalho, dependendo de quem Estamos lembrando. Tudo isso faz parte do legado dessa criatura ou dessas criaturas que estamos lembrando e que se mantém vivas e fortes. Elas continuam a existir no mundo espiritual e de uma certa forma elas continuam a existir em nós também. Cada vez que nós agimos com a bondade que aquela criatura nos ensinou, cada gesto de carinho que ela nos inspirou, lembremos que a morte leva o corpo. A alma é a energia, a essência, o rastro que fica no mundo e principalmente em nós. Porque às vezes dizemos assim, lá na espiritualidade, onde é a espiritualidade, gente? A espiritualidade é aqui no a partir do momento que deixamos o corpo físico, estamos na outra dimensão, dimensão espiritual. Então, quem morre permanece vivo na nossa lembrança, no coração dos que ficamos. Então, permitamos-nos sentir-lhes a presença. Essa é a verdadeira maneira de honrar o amor que nunca de fato nos deixou,
ntão, quem morre permanece vivo na nossa lembrança, no coração dos que ficamos. Então, permitamos-nos sentir-lhes a presença. Essa é a verdadeira maneira de honrar o amor que nunca de fato nos deixou, porque o amor não acaba nunca. Então, nesse dia, que as nossas lágrimas sejam de doce saudade, porque a gente chora sim, mas que não haja desespero nem desesperança. E que os nossos amados, que estejam próximos de nós, ou não tão próximos, recebam o nosso carinho em preces, em pensamentos alegres, talvez num pequeno ramo de flores que não precisa necessariamente que a gente vá ao túmulo para levar lá. Vamos mais ao túmulo por uma questão assim de manter a higiene, a limpeza, mas não precisa ser necessariamente nesse dia. viemos aos que se aos que partiram o melhor de todos nós e que as nossas almas então não fiquem assim vestidas de crepe, nem de cinzas os nossos pensamentos, porque os nossos amores vivem a vida imperecível do espírito e por tudo que representaram em nossas vidas, eles merecem louvores e gratidão. Digamos a eles que sentimos a sua falta, mas que nos alegramos por sabê-los bem, vivendo a imortalidade. E finalmente, um dia, quando a divindade determinar, haveremos de tornar a nos encontrarmos em algum lugar do infinito. Se nós tivermos dificuldade para aceitar que a vida prossegue, que nossos mortos estão vivos, que eles prosseguem nos amando, nós nos permitiremos narrar um fato. Nós gostamos muito de histórias e acreditamos que quando se conta alguma coisa, isso nos penetra mais profundamente. E a experiência de alguém que é rica pode nos auxiliar para o nosso próprio entendimento e nossa maneira de ver as coisas. Nós lembramos de Víctor Higot, que foi romancista, poeta, dramaturgo, eh foi ativista pelos direitos humanos a sua época, atuou na política francesa e claro que nós devemos conhecê-lo como autor dos miseráveis, como autor de Notredame de Paris, suas possivelmente maiores grandes obras. Eh, a sua primeira filha se chamava Leopoldini e não sabemos se era por ser a primeira,
onhecê-lo como autor dos miseráveis, como autor de Notredame de Paris, suas possivelmente maiores grandes obras. Eh, a sua primeira filha se chamava Leopoldini e não sabemos se era por ser a primeira, mas com certeza porque eles já tinham laços anteriores. Ela era a menina dos olhos dele. Quando ela tinha 14 anos, ela se apaixonou e queria casar-se. E o pai disse: "Não, eu não quero que você eh vá longe de mim tão cedo. Você é muito jovem." E ela teve que esperar 5 anos para conseguir o consentimento para o seu casamento. Então, casou seus 19 anos. Poucos meses depois, ela estava em Paris com o marido e o marido, acompanhado do tio e do primo, eh, embarcou em um barco do rio Sena para irem ao encontro de um cartorário para determinados negócios. Mas aí o marido, casal jovem, ele insistiu que Leopoldina fosse junto. Leopoldini, me desculpem. O tempo estava calmo e no começo ela não quis ir, mas o marido foi até o barco, depois voltou, insistiu e ela disse: "Tá bom, eu vou com você". E foram na volta, eles foram surpreendidos por uma repentina rajada de vento que virou o barco. Lembremos, nós estamos no século XIX. Isso é lá por 1843. Era um barco a remo. O barco virou e Charles, que era o marido, ele parece que era o único que sabia nadar. O barco virou, eles ficaram todos embaixo do barco. E Charles tentou salvar o tio, o primo, a esposa. Não conseguiu. Todos se afogaram. Nessa época, Víctor Rigot estava viajando. Ele ninguém sabia onde ele estava. Seis dias depois da morte de Leopoldini, ele estava numa determinada região, voltou de uma caminhada, ele estava cansado, com sede. Chegou numa aldeia e entrou num café. E foi ali que ele viu no jornal estampada a manchete de que a melhor metade do seu coração estava morta. Ele caiu numa depressão profunda que durou 10 anos. Os 10 anos seguintes foram os mais sombrios da sua vida. Nada do que ele produzia aliviava sua angústia. 10 dias antes da morte da filha, ele tinha escrito para ela, porque ele viajava e escrevia para ela quase que
uintes foram os mais sombrios da sua vida. Nada do que ele produzia aliviava sua angústia. 10 dias antes da morte da filha, ele tinha escrito para ela, porque ele viajava e escrevia para ela quase que diariamente. Vejamos como era o amor de esse pai, essa ternura, essa terna devoção do pai para com a filha mais velha e pro marido também. Então ele escreveu eh que estava no visitando os Pirineus, estava fazendo um passeio pelas montanhas. No verso da carta, ele desenhou porque ele gostava de desenhar. Então, para você ter uma ideia, ele diz, das coisas bonitas que eu estou vendo e que seriam mais bonitas se você estivesse vindo comigo, eu desenho aqui. Desenhou os Pirineus, falou que eles eram uns blocos estranhos, que pareciam uns prédios desabados e que os triângulos brancos que ele tinha desenhado no meio das montanhas era neve. E então vai colocando assim para ela com tudo 10 dias antes apenas dela morrer. E encerrou dizendo: "Beijos a você e a Charles do fundo do meu coração". 10 anos. 10 anos que ele quase não conduz conseguia produzir nada, não conseguia sair da depressão e então ele está no exílio, ele está na ilha de Jersy e ele é visitado por Delfine de Girardã, sua grande amiga, vem de Paris e vai visitar o amigo que está no exílio. E ela adquiriu ali na aldeia uma pequena mesinha de três pés, porque naquela época estava-se na época das mesas girantes que eh Leopoldin desencarnou em 1843, 10 anos depois, nós estamos em 53. E de 5, de 50 a 55, o auge das mesas girantes. Todos aqueles que estudamos doutrina espírita, os fenômenos mediúnicos, lembramos desses fenômenos. Os espíritos manifestavam-se através das mesas, batendo os pés das mesas. E aí Delfino de Girardã chega, fala dessa grande novidade em Paris. É a última novidade. Até quando se faz baile, chega um momento que a gente para, orquestra e nós promovemos essas sessões das mesinhas. E Víctor Rigou aquilo tudo muito estranho e começaram-se a fazer reuniões mediúnicas ali na casa dele. Então, a família
momento que a gente para, orquestra e nós promovemos essas sessões das mesinhas. E Víctor Rigou aquilo tudo muito estranho e começaram-se a fazer reuniões mediúnicas ali na casa dele. Então, a família participava, o filho, a esposa deu filho de girardã e ele ficava de longe olhando assim como quem não queria nada. De repente, uma noite a mesinha bate determinadas letras porque cada pancada significava uma letra, uma letra. E ele soletra L, E, O. Não era nada mais, nada menos do que sua filha voltando para dar um recado para ele e para dizer: "Eu vivo a imortalidade". E isso o retirou da sua depressão e ele depois continuou os estudos na área da mediunidade, das manifestações espíritas. e tornou-se espírita. Aí ele fez um poema para a filha. Achamos tão bonito que cremos que nós vamos encerrar com ele. Está já no horário, né, amigos? Não quero me estender em demasia. Mas ele escreveu assim: "Amanhã ao amanhecer, enquanto o campo clareia, eu partirei. Você estará me esperando, eu sei. Passarei pela floresta e pela montanha. Não posso mais ficar longe. Caminharei com os olhos fechados, sem ver nada que me rodeia, sem ouvir nenhum som. Sozinho, desconhecido, costas curvadas, mãos cruzadas. Quando eu chegar, colocarei em seu túmulo um buquê de azevinho verde e urse em flor. Era o coração do pai, murmurando canções de amor à filha querida. Sejamos assim, neste dia em especial, ofertemos o nosso coração, todo o nosso carinho a todos esses amores que estão do outro lado. Quem sabe quantos deles bem próximos de nós nessa oportunidade em que os rememoramos, em que os lembramos e que lhes dizemos muito obrigado por vocês terem estado conosco, por termos podido usufruir da sua companhia por um breve ou por um longo período. Se Deus permitir, logo mais estaremos juntos outra vez. Muito obrigada, meus irmãos. >> Obrigado, Malena. Nós é que agradecemos, como disse a Helenice ali, né, pela meiguícia bondade na fala, pelas pelo lindo esclarecimento, pelas palavras, enfim, muitas manifestações de
meus irmãos. >> Obrigado, Malena. Nós é que agradecemos, como disse a Helenice ali, né, pela meiguícia bondade na fala, pelas pelo lindo esclarecimento, pelas palavras, enfim, muitas manifestações de gratidão. Vamos aproveitar esse clima então de reflexão, fazemos a nossa prece de encerramento e depois retornamos para as nossas despedidas. Então vamos orar. Senhor e Mestre Jesus, tu que fostes o grande nome a proclamar a imortalidade, vencendo a morte e ensinando-nos a respeito deste reino que não é o reino do mundo, do mundo [música] material, mas é outro reino que existe distante, ou melhor, muito próximo, por vezes, para onde retornam os nossos amores. Queremos remorar estas lições que nos falam da imortalidade e que nos dão a certeza de que estes que partiram permanecem prosseguindo. construindo as suas caminhadas, muitas vezes mais próximos [música] de nós do que possamos imaginar, aguardando ao momento do reencontro. que essa bela mensagem que nos recomenda não adiarmos os gestos de carinho, não deixarmos para depois, que nos sugere valorizar os amores como são, valorizar os momentos mais simples, mas que estamos quando estamos juntos dos que amamos. também a sugestão de ainda hoje entrarmos em contato com estes nossos amores para falarmos dos nossos sentimentos. Nós também queremos agradecer a doutrina [música] espírita que vem nos dando provas há tanto tempo, há tantos anos, desta imortalidade certa e dessa possibilidade maravilhosa de estarmos convivendo logo mais com todos aqueles que já partiram, mas queremos por ele. rogar. abençoa-os também, conforta os nossos corações, porque sabemos das dores, desta ânsia de rever sorrisos, [música] desse desejo de abraçar novamente. Sabemos que isso quanto dói, mas que o Senhor nos traga as suas bênçãos nessa noite, conforte os nossos corações, [música] abençoe os nossos amores onde quer que se encontre. E essa doutrina abençoada que nos ensina tudo isso e nos faz enxergar o mundo com essa esperança no porvir, no futuro, no momento do
ações, [música] abençoe os nossos amores onde quer que se encontre. E essa doutrina abençoada que nos ensina tudo isso e nos faz enxergar o mundo com essa esperança no porvir, no futuro, no momento do reencontro. Fica conosco então, Senhor, nessa noite especial com todos nós, abençoando-nos. >> Obrigado, meus amigos. Obrigado, Fernando, pela presença. Por favor, alguma seu boa noite. >> Muito obrigado a todos. Um boa noite geral e um agradecimento especial à nossa querida Malena, que conseguiu trazer com tanta doçura, leveza e profundidade um assunto que é muito caro a todos nós. Importante de falarmos com essa tranquilidade que ela trouxe. Muito obrigado, Malenda, >> Newton. Obrigado, viu, pela presença. >> Eu que agradeço pela oportunidade de estar aqui, pessoal. Só um agradecimento especial também pra Malena que teve umas considerações impecáveis a respeito de um tema muito importante, como próprio Fernando falou, e muito sensível para todos nós. Então, muito obrigado, Maren. Muito obrigado ao pessoal do chat também, sempre muito carinhoso e participativo. >> É mesmo. Então, tá ali, né, muita gente se manifestando. Malena, a gratidão toda vai para você aí pelas pela pelas reflexões que você conduziu. Muito obrigado, viu? E nós daqui agradecemos, desejamos uma boa noite, um bom final de noite a todos e é sempre com muita alegria que nós comparecemos ao evangelho no lar. uma oportunidade de nós unirmo-nos a tantos corações que se congregam a nós. Vejamos como as paredes da nossa casa elas se distendem até onde nós nem podemos imaginar. Que Jesus continue conosco, com todos nós. Muito obrigada, >> meus amigos. Assim, chegamos ao fim de mais um Evangelho no lar, renovando o convite para amanhã, no mesmo horário, 21:50, aqui estamos novamente juntos. Se não puder ser ao longo da semana, lembrem-se que aí é no canal SEIK, canal do Centro Espírito de Afonso Correia, que nos encontremos novamente no próximo domingo aí também na TV Mansão do Caminho. Fiquem com Deus, um excelente
semana, lembrem-se que aí é no canal SEIK, canal do Centro Espírito de Afonso Correia, que nos encontremos novamente no próximo domingo aí também na TV Mansão do Caminho. Fiquem com Deus, um excelente final de domingo e uma excelente semana que se inicia para todos nós. Ciao. Ciao.
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