Evangelho no Lar • 01/06/2025

Mansão do Caminho 02/06/2025 (há 9 meses) 46:01 3,337 visualizações 645 curtidas

Todos os domingos, às 21h50. Em parceria com Centro Espírita Ildefonso Correia (Curitiba - Paraná) #evangelhonolar #oevangelhosegundooespiritismo

Transcrição

เฮ Olá, muito boa noite, caros amigos encarnados e desencarnados que sempre estão conosco em todas as noites. Eu sou Fernando Campos, trabalhador do Centro Espírita Il Fonso Correia. Esse Centro Espírita que é filiado à Federação Espírita do Estado do Paraná. Hoje nós temos a grata satisfação de receber aqui o nosso grande amigo Marcelo Neto, que nós já vamos apresentá-lo, né? Enquanto nós estamos aqui nos preparativos, nós queremos já convidar a todos, se é que aqueles que já não prepararam, dá tempo de nós recolhermos uma água para ser fluidificada enquanto estamos aqui, né? Esse trabalho que vai ao ar todos os dias. No mesmo tempo, a gente tem aqui um momento para tranquilizar, tranquilizar os pensamentos, pra gente ficar eh prestando atenção nos no nos ensinamentos de Jesus por uma outra ótica. E temos aqui eh o nosso eh Marcelo Neto, que já teve aqui em Curitiba, só que hoje ele está um pouquinho mais longe. Ele mora na Flórida, ele é vice-presidente da Federação Espírita da Flórida. Ele é vice presidente do Conscious Living Spirits Group. ele tamb lá também ele trabalha eh como representante, ele é presidente da Leal Publisher, que é um braço da nossa mansão do caminho que estão assistindo aqui conosco hoje. Hoje nós fazemos aquela parceria aos domingos sempre temos o nosso grupo natural de segunda a sábado, mas hoje estamos também aqui com o pessoal da mansão e ele também é presidente lá da FEB Publisher. Tudo isso nos Estados Unidos, meu querido Marcelo, o seu boa noite para todos nós. Seja muito bem-vindo. Muito obrigado, Fernando, Roberto, Caiubi e a todos que nos assistem eh nesta, neste dia tão especial. É para nós uma grande alegria, uma grande honra estarmos aqui para compartilharmos algumas reflexões a respeito do da nossa querida doutrina espírita. muito obrigado por nos receber neste dia. Muita paz, muito obrigado por ter aceito aqui já fazia um certo tempo. E para receber o nosso Marcelo, nós temos dois BECS que normalmente a gente não vê porque eles estão trabalhando muito com

e dia. Muita paz, muito obrigado por ter aceito aqui já fazia um certo tempo. E para receber o nosso Marcelo, nós temos dois BECS que normalmente a gente não vê porque eles estão trabalhando muito com afinco, só que por trás das câmeras. Temos aqui o nosso Caiubi. Boa noite, Caiubi, seja bem-vindo. Olá, boa noite, Fernando, Marcelo, Roberto, amigos do chat, aqueles que não participam do chat, mas assistem. Sempre uma honra estar aqui com vocês. Obrigado. Boa noite. Obrigado, Roberto, seu boa noite entre nós. Boa noite, Fernando. Boa noite, amigos os que nos acompanham. Boa noite, Adriana. Cumprimento a todos que estão conosco. Tenemos um ótimo evangelho. Obrigado. Jager falou na Adriana. Adriana é o nosso back de hoje. Ela está aqui para dar o suporte para todos nós. E daí eu já vou pedir para ela que junto com Caiubi e Roberto para receber o Marcelo, nós temos inúmeros daqueles que estão aqui no chat. Nós escolhemos alguns só para dizer um boa noite. Escolhemos de forma generalizada. Temos aqui o Geraldo Romano lá da Virgínia. tá vendo de longe. Ele tá mais perto do nosso Marcelo do que nós mesmos, né? Seja muito bem-vindo o Geraldo Romano, o Ernest que está falando de Campinas, São Paulo, né? Tá mais aqui na na divisa aqui conosco. Seja muito bem-vindo. A Helenice de Bajé, Rio Grande do Sul. Muito boa noite, Fernanda Morato. Veja só, ela está lá na Atlanta. O Marcelo teve um evento esses tempos atrás lá na Atlanta, nos Estados Unidos. Tomara que o seu Ralph já tenha se recuperado muito bem. Estamos aqui na torcida, vibrando positivamente por ele. A Vanda Rodriguez de Campina Grande, na Paraíba, lá no Nortão do Brasil. seja muito bem-vinda. E o Cléber na Chapada Diamantina lá. Sejam todos muito bem-vindos à noite de hoje aqui, né, meus caros? Nós vamos nos preparando agora para essa essa parte inicial, mas não podemos esquecer de fazer sempre aquele convite que é muito relevante, que é o diálogo fraterno. Às vezes nós temos uma necessidade de falar com este ou aquele outro. O nosso atendimento

cial, mas não podemos esquecer de fazer sempre aquele convite que é muito relevante, que é o diálogo fraterno. Às vezes nós temos uma necessidade de falar com este ou aquele outro. O nosso atendimento fraterno é uma escuta amorosa, muito ativa, que a gente se dedica à aqueles que querem conversar conosco por esse ou aquele motivo. E nós podermos fazer tanto presencialmente quanto online. Para qualquer um dos dois casos, nós solicitamos que vocês reservem, que façam um agendamento por meio deste e-mail seik@ceik.org.br br que nós entraremos em contato com vocês. Por isso, não esqueçam de deixar todo corretamente o o número do o número do telefone e o WhatsApp correspondente que a pessoa responsável entrará em contato. Agradecemos também aqueles que são nossos parceiros que transmitem além da mansão do Caminho que está conosco hoje, nós temos aquelas nossas transmissões, Rádio Espírita do Paraná e a Rádio Manaus de Estudo, Estudos Espíritas, assim também como a Web Rádio Fraternidade, tá, que estão fazendo essa transmissão para conosco. Dito isso, nós vamos pedir para que todos desliguem os demais e aparelhos, nos concentremos na nossa atividade e vamos pedir então ao nosso Caiubi que faça a prece de início por todos nós. por favor. Caiando nos pensamentos, deixando nossos celulares de lado, fechando nossos olhos e elevando nossos pensamentos a Deus, ao alto. sendo gratos por mais este dia de vida, por mais esta semana que se passou, sendo gratos por mais essas experiências que tivemos, nossas vitórias, nossas conquistas, assim como nossos aprendizados, nossas experiências. que possamos durante esses momentos de evangelho no lar online, que possamos aprender um pouquinho mais ou nos consolarmos e que possamos sair daqui hoje um pouquinho melhor do que aqui chegamos. Permanece conosco, amigos espirituais, hoje e sempre. Que assim seja. Obrigado, Caio. Nós vamos à leitura do texto de hoje, pedindo ao Roberto que faça por todos nós e vamos acompanhando o texto de hoje. Por favor, Roberto.

os espirituais, hoje e sempre. Que assim seja. Obrigado, Caio. Nós vamos à leitura do texto de hoje, pedindo ao Roberto que faça por todos nós e vamos acompanhando o texto de hoje. Por favor, Roberto. O livro da Esperança, capítulo 65, máximo e mínimo. O homem bom do bom tesouro do do seu coração tira o bem. Jesus em Lucas capítulo 6 versículo 45. Para ser proveitosa, tenha fé que ser ativa. Não deve entorpecer-se, mãe de todas as virtudes que conduzem a Deus. Cumpre-lhe velar atentamente pelo desenvolvimento dos filhos que gerou. Capítulo 19 e tem 11. Se aceitamos Jesus por mestre, urge recordar que ele está entre nós e os outros, com quanto sempre mais intimamente unido a aqueles que se aproximam famintos. cansados, desorientados, cambaliantes. Muitas vezes tomas a refeição provando a pips diversos e largando à toa pratos cheios que endereças inconscientemente ao cano de esgoto. Há, porém, milhares de criaturas que se regogizariam com diminuta porção das sobras que te despencam da mesa. coles a veste comum, verificando ornatos ou combinando cores que te dignifiquem a presença, relegando peças e peças a descanso inútil no armário. Existem, contudo, milhares de infortunados suspirando pela roupa batida que afastaste de uso. Via de regra, guardas no cofre, sem qualquer serventia o dinheiro de que não sentes necessidade após a compra desse ou daquele objeto, atendendo a passageiro capricho. Todavia, repontam da estrada milhares de irmãos em dolorosa penúria. Para quem migalhas de teus recursos seriam clarões de felicidade. Não raro consultas, livros e publicações às dezenas por simples desfastio, sem o menor pensamento de gratidão por aqueles que consumiram fosfato e tempo, para que te faltem esclarecimento e cultura. Entretanto, nas trilhas que perlustras, há milhares de irmãos ansiando aprender, aos olhos dos quais os textos mais elevados não passam de garatujas e enigmas. Razoável possuas casa própria a teu gosto, contudo, que auxil a extinguir no mundo a nódua do

e irmãos ansiando aprender, aos olhos dos quais os textos mais elevados não passam de garatujas e enigmas. Razoável possuas casa própria a teu gosto, contudo, que auxil a extinguir no mundo a nódua do desabrigo. justo detenhas o carro particular que te garanta eficiência e conforto, no entanto, que ajudes a abolir a provação da nudez no trato de terra onde respires. Compreensível, acumules as mais altas reservas de inteligência. Todavia, ninguém esteja privado de buscar o alfabeto. Mereces a o máximo de segurança e alegria, mas não deixes os outros sem o mínimo de apoio à necessária sustentação. e trazes o nome de Jesus na confissão da própria fé, carregas no coração a luz do cristianismo. E cristianismo na essência, quer dizer Jesus e os outros juntos de nós. Em, muito obrigado, Roberto. Excelente. Meu caro Marcelo, o microfone é todo seu, por favor. Muito obrigado, Roberto, pela leitura pausada que nos permitiu refletir a respeito destas passagens extremamente importantes e a todos mais uma vez que nos escutam neste dia abençoado, nesta noite, nesta manhã, nesta tarde, dependendo de quando as pessoas irão escutar as nossas eh pequenas reflexões. E este capítulo, nosso Emmanuel, fala de uma fé, uma fé viva. E não é a tua aqui neste capítulo 19, como é mencionado logo no começo e depois o nosso Emmanuel faz os comentários dessa fé do capítulo 19 que está no Evangelho Segundo Espiritismo, uma fé que transporta as montanhas íntimas. E mais particularmente neste item 11, nós vamos ver a instrução dos espíritos e particularmente o espírito José, uma mensagem que é recebida em Bordô. E aí a gente vai vendo esta fé que é a mãe da esperança e da caridade. Por que mãe da esperança e mãe da caridade? Porque quando você tem, quando temos uma fé verdadeira, raciocinada, sentida, com fundamentação numa lógica que, principalmente, a nossa doutrina espírita nos traz, é natural que ela possa acolher as questões relacionadas à esperança de dias melhores, de por um porvir melhor. e nos sustenta a vontade

lógica que, principalmente, a nossa doutrina espírita nos traz, é natural que ela possa acolher as questões relacionadas à esperança de dias melhores, de por um porvir melhor. e nos sustenta a vontade de exercer a caridade, principalmente daquela como é compreendida por Jesus na no tripé da benevolência, da indulgência e do perdão das ofensas. Essa fé que o nosso Emanuel traz, ela não é uma fé passiva, ela não é uma fé estática, porque ela, para ser proveitosa, ela precisa ser operante, ela precisa ser transformadora. Como no próprio capítulo 19, eu tô fazendo esses paralelos com a mensagem no livro da esperança que Emana nos traz. A mãe de todas as virtudes que nos conduzem a Deus. E ela, sustentando a esperança e a caridade, ela vai nos fundamentar de de uma confiança. Ela vai nos proporcionar, melhor dizendo, uma confiança irrestrita na bondade divina. E eu vai, se a gente puder trazer, eu estou com o evangelho aqui na frente, separei algumas passagens que a gente pode rapidamente comentar. Não basta simplesmente crer, nós precisamos agir. Porque uma fé sem obras é uma fé morta. Porque qual é o mérito na crença se ela não traz as obras correspondentes? E o nosso irmano ali traz uma série de situações. A fé sincera, ela é empolgante, ela é contagiosa, ela se comunica de uma forma muito diferente, porque ela vai e prega pelos exemplos das suas obras. E se nós temos Jesus como nosso mestre, como nosso modelo e guia, não é possível ignorar a dor alheia que existe e ainda campeia neste nosso mundo ainda cheio de complicações. Então, nós vamos perceber especialmente junto destes famintos, destes cansados, destes desorientados que podem de alguma forma serem auxiliados por aqueles que estão em uma posição pouco melhor neste movimento de estender as mãos a quem realmente é necessitado, da mesma forma que o plano maior tem nos estendido as mãos nas múltiplas situações de que somos, sem dúvida, os mendigos, os réprobos, os desorientados do passado. É verdade que ali no Código do Monte, no sermão da

que o plano maior tem nos estendido as mãos nas múltiplas situações de que somos, sem dúvida, os mendigos, os réprobos, os desorientados do passado. É verdade que ali no Código do Monte, no sermão da montanha, no capítulo 5, no Evangelho de Mateus, nós vamos perceber a nas bemaventuranças as questões relacionadas aos aflitos, aos que choram, mas este choro, sem dúvida, com entendimento de que há um processo a ser experienciado sem a revolta. E nestes que choram de uma forma correta, com obediência, com resignação, haverá, sem dúvida o consolo. Nas questões relacionadas aos famintos, aos sequiosos de uma justiça que vai além da justiça dos homens, que ainda é muito falha, serão, sem dúvida, saciados. as questões todas que nós vamos encontrar ali no serlão da montanha, nos convidando à ação, a percepção, a indagação, ao amor. E na lição profunda que Emânuel nos traz nestas nestes capítulos, nestes nestes parágrafos que o Roberto nos leu, nós vamos aprender que a abundância mal utilizada, ele é desperdício de amor. É o desperdício de amor. Quantas vezes nós rejeitamos o alimento sem pensarmos que passam fome, como o Emanue. Quantas vezes acumulamos as roupas enquanto milhares tremem de frio, guardamos dinheiro, posses sem necessidade, enquanto tantos estão sobrevivendo muitas vezes à mngua. E não entendam isso como eh na fala de Emmanuel, como um descaso à previdência. Absolutamente não, senão iremos nos unir a esta massa de desvalidos carentes das das da bondade do amor do próximo. Mas em todas essas situações, nós precisamos perceber a necessidade de estender as mãos. Sim, voltando ao texto, merecer o máximo de segurança e alegria, mas não deixemos os outros sem mínimo de apoio a necessária sustentação. Mais ou menos assim o que o Roberto trouxe a respeito do Emmanuel. Então, a verdadeira fé, ela não nos permite cruzar os braços diante do sofrimento do próximo de maneira alguma. E por isso que se nós pudéssemos aqui fazer algum tipo de paralelo, nós invocaríamos a figura do homem de bem,

, ela não nos permite cruzar os braços diante do sofrimento do próximo de maneira alguma. E por isso que se nós pudéssemos aqui fazer algum tipo de paralelo, nós invocaríamos a figura do homem de bem, que está no livro dos espíritos, na questão 918, e também no Evangelho Segundo Espiritismo, no capítulo 17, no item 3. E o livro dos espíritos nos fala a respeito deste homem de bem e por quais sinais nós poderíamos reconhecer um homem, um indivíduo, um ser humano que já tenha conseguido se elevar nesta hierarquia do mundo espiritual. Hierarquia espírita é mais ou menos assim como a pergunta é trazida e os espíritos falam que o espírito vai provar a sua elevação quando todos os atos da sua vida compõe a prática desta lei de Deus. Porque ele vai compreender por antecipação os verdadeiros propósitos da sua existência, os verdadeiros propósitos da vida espiritual. Então, a verdadeira elevação espiritual, ela vai se manifestar quando a vida material é conduzida conforme as leis divinas, revelando entendimento antecipado da proposta do espírito imortal que vara a eternidade com a sua própria imortalidade. Então, a pessoa que caminha com esse tipo de consciência no bem, ele vai refletir diariamente sobre as suas atitudes, vai se questionar com muita sinceridade: será que eu aproveitei todas as oportunidades para fazer o bem? Será que eu poderia ter sido mais útil nas minhas ações do dia a dia, nos meus desperdícios, observando as situações que se mostram muitas vezes com muita frequência neste mundo ainda tão complexo que estamos vivendo. O homem de bem, então, desta forma, ele vai agir com naturalidade no bem, com espontaneidade nas boas ações. E logo no começo desta mensagem que o Roberto leu, tem a passagem ali de Lucas, uma fala do Cristo. O homem bom do bom tesouro do seu coração tira o bem. Um homem bom. Entendamos homem como homens e mulheres. Ama sem esperar retribuição, vai estender a mão sem distinção e vai consolar com uma empatia verdadeira, reconhecendo em todos os seus irmãos, independente de

Entendamos homem como homens e mulheres. Ama sem esperar retribuição, vai estender a mão sem distinção e vai consolar com uma empatia verdadeira, reconhecendo em todos os seus irmãos, independente de origem, de crença, de posição social, companheiros de jornada, dignos de respeito, dignos de solidariedade, dignos de afeto. Este homem de bem, ele não se apressa em julgar. Ele vai praticar o perdão com muita sinceridade, vai caminhar pela vida com humildade, naturalmente, consciente de que nada do que ele possui nesse momento é realmente definitivo. E eu peguei aqui o Evangelho Segundo Espiritismo, o que fala a respeito da verdadeira propriedade nesse capítulo agora, 16, não se pode servir a Deus e a mamão. O que que seria essa verdadeira propriedade que a gente tem nesse capítulo 16? é o que nós construímos intimamente dentro de nós. E esta construção vai ser feita de uma forma diligente, consciente, com fé absoluta em Deus e nos processos naturais de auxílio, de auxílio ao próximo, de auxílio aos desvalidos. É muito natural termos uma posição de riqueza, de abastança, perfeitamente natural, mas que saibamos lidar com estas situações, obedecendo a esta lei que está insculpida dentro de cada um de nós, que é a lei de Deus. Pergunta 621. Onde é que está escrita a lei de Deus? Na nossa consciência. E uma vez que estamos minimamente conscientizados, vamos perceber a verdadeira importância de ter, mesmo nas posições às vezes de liderança, mas tanto na liderança quanto na obediência nessas posições que aparentemente opostas, nós vamos perceber que é interessante e muito saudável manter o equilíbrio entre a firmeza e a compaixão, compreendendo que servir com amor é a expressão da verdadeira grandeza. Então, este homem bom que a gente volta lá no Evangelho de Lucas ali no capítulo 6 no versículo 45, ele nesta fala do Cristo, ele vai agir com integridade, senso de justiça, guiado por uma fé ativa, por um amor que conduz e por uma esperança que o sustenta nas situaçõ mais adversas. Eu gosto muito dessa passagem

a do Cristo, ele vai agir com integridade, senso de justiça, guiado por uma fé ativa, por um amor que conduz e por uma esperança que o sustenta nas situaçõ mais adversas. Eu gosto muito dessa passagem do capítulo 17 também que fala do homem de bem. Esse homem de bem é aquele que molda as suas ações pelos princípios desta justiça divina, desta justiça que traz as questões relacionadas a um amor, a uma caridade maior. vai aceitar, sem dúvida, as dificuldades com serenidade, vai enxergar nelas oportunidades de aprimoramento, de fortalecimento interior, vai valorizar os aspectos espirituais da vida e vai cultivar com muita humildade a paciência, a resignação diante dos desafios que ainda fazem parte deste nosso mundo de provas e expiações. Então, este homem consciente, detentor de recursos, de posições, de situações que podem, sem dúvida, auxiliar aos que estão mais desvalidos, ele auxilia sem esperar o retorno. Ele perdoa de coração e vai procurar sempre retribuir o mal com o bem. Ele é tolerante com as falhas alheias. Não estou falando que ele vai anuir com as falhas alheias. é bem diferente, mas ele é tolerante com as falhas alheias, porque sabe que também pode falir. Respeita as diferenças e evita qualquer julgamento precipitado. vai seguir nesta obra íntima, pessoal, intransferível, trabalhando com perseverança no esforço de vencer as suas próprias imperfeições, sem exaltar as qualidades que possui, mas ciente de que tudo é transitório e serve a propósitos maiores. Voltamos aqui então à verdadeira propriedade. O homem só possui uma plena propriedade aquilo que lhe é dado levar deste mundo. O que que a gente leva deste mundo? Sejam situações de dinheiro. Cachorro não tem gaveta. É aquele dito popular, não é isso? Não tem gaveta. Então, independente da posição que nós estejamos ocupando, seja em uma posição de autoridade ou de subordinação, como nós já havíamos mencionado anteriormente, ajamos com responsabilidade moral, tratando todos com muita fraternidade e com consciência absoluta

seja em uma posição de autoridade ou de subordinação, como nós já havíamos mencionado anteriormente, ajamos com responsabilidade moral, tratando todos com muita fraternidade e com consciência absoluta de que somos todos irmãos e filhos do Altíssimo. Esse homem de bem é aquele que vai transformar os ensinamentos do evangelho em atitudes. Repetindo a frase, uma fé sem obras é uma fé morta. Então, nós vamos percebendo que este amor vai se expandindo, vai ganhando condições que a gente nem imaginava. E aí nós percebemos que neste exercício das pequenas ações com os nossos pequenos desperdícios, com as nossas situações que podem ser observadas nos nossos armários, nas nossas dispensas, nas nossas vidas, mesmo aquele que não possui nenhum recurso material que consiga distribuir pelo menos um sorriso, um abraço, um olá, um Deus te abençoe para alguém que talvez esteja, talvez, no limite do suicídio. Há tantas loucuras por aí aa ser um instrumento de paz. Francisco de Assis não falava isso e segue talvez nos falando nos ouvidos. Senhor, faz-me um instrumento de tua paz nas diversas situações. Faz-me um instrumento de tua paz. Aí a gente vai percebendo como é necessário a gente trabalhar neste edifício íntimo que talvez esteja ainda com seus alicerces comprometidos do homem velho, mas percebendo que esta nova estrutura pode ser construída de uma forma diferente. O ideal de um homem de bem, se nós poderíamos aqui trazer, ele poderia talvez combinar alguns padrões, padrões bons, padrões culturais, padrões morais e éticos muito necessários na nossa sociedade. poderíamos, de repente, neste processo de análise destas letras sagradas que nos trazem a doutrina dos espíritos, começarmos a ser mais disciplinados, mais obedientes, mais honestos com as nossas próprias ações, cumpridor dos nossos horários, inflexivelmente igualitários e legalistas, constantemente trabalhando nas questões das reformas da reforma íntima. Aos poucos vamos perceber que mesmo que este esforço seja talvez mecânico,

horários, inflexivelmente igualitários e legalistas, constantemente trabalhando nas questões das reformas da reforma íntima. Aos poucos vamos perceber que mesmo que este esforço seja talvez mecânico, brechas inimagináveis começam a ser abertas dentro do nosso espírito. E como a semente que rompe a casca para um dia atingir ao espaço aberto, percebe a luz que sempre esteve disponível. E a nossa quantidade de boas ações, sem dúvida, vai ser multiplicada. Eu vou abrir aqui um pequeno parênteses na nossa conversa. Talvez isso já seja de conhecimento de muitos de vocês. E o nosso Divaldo recentemente desencarnou. Mas ele mesmo, Divaldo, assinou a ata de fundação de uma instituição que muito gostamos, o Lar Fabiano de Cristo. E nesta ata de fundação, vamos ver aí Chico Xavier, Jorge Andreia, Carlos Juliano Torres Pastorino, Jaime Rolemberg de Lima, dentre muitos outros que assinaram a ata de fundação desta instituição. Mais ou menos na década de 50 do século passado, né? Sempre que Divaldo vinha ao Rio de Janeiro, estava no Rio de Janeiro, ele participava de algumas reuniões de estudo do Evangelho dirigidas pelo professor Carlos Torres Pastorino. As reuniões eram realizadas no seu apartamento biblioteca lá do Carlos Pastorino, no centro da cidade. Pastorino era um sábio, era um conhecia vários idiomas, era uma assumidade, sabia o significado das palavras do evangelho nas diversas línguas. Era assim algo assim inimaginável estudar com ele. E aproximava-se assim mais ou menos no final do ano de 1957. Divaldo estava no Rio e Carlos Pastorino apresentava naquele estudo que eles estavam juntos no seu apartamento um texto do Evangelho e que estava em grego coiné e ele estava explicando ali o sentido não literal dos ensinamentos do Cristo. O ambiente era de muita religiosidade e de profunda espiritualidade. E aí naquelas discussões, naquelas, naqueles comentários, de repente Divaldo, num certo momento não conseguiu resistir e o impulso mediúnico tomou conta dele. E numa voz completamente

espiritualidade. E aí naquelas discussões, naquelas, naqueles comentários, de repente Divaldo, num certo momento não conseguiu resistir e o impulso mediúnico tomou conta dele. E numa voz completamente diferenciada, o nosso Divaldo fala: "Meus irmãos, vocês pensam que o evangelho de Jesus é meramente para diletantismo cultural? Evangelho vivido é caridade aplicada. Isso não diz nada ao coração de vocês. Um dos trechos que o Roberto leu a respeito da cultura, da literatura, das obras, quantas pessoas gastam fosfato e tempo no estudo, na confecção, dos livros que nos impactam tanto a vida. Se eu pudesse fazer um gancho nessa fala desse espírito que falou através do nosso Divaldo, falando a respeito de que o evangelho de Jesus nestas letras sagradas não é simplesmente para puro diletantismo cultural, porque o evangelho vivido é a caridade aplicada. E aí, mais tarde um pouquinho, aquele grupo de médiuns e intelectuais, Chico Xavier, Divaldo Pereira Franco, Jorge Andreia, Carlos Juliano e Torres Pastorino e outros assinaram no dia 8 de janeiro de 1958 a ata de fundação desta instituição, o Lar Fabiano de Cristo, numa tentativa impressionante de juntar o capital, os recursos financeiros, a atividade da caridade. A instituição formada no dia 8 de janeiro de 1958 deu mais tarde origem a diversas outras instituições que fazem parte de um grande guarda-chuva, que fazem parte de um plano não simplesmente de assistência social do ponto de vista material. mas trabalhando com alguns planos de qualidade de vida junto às famílias que formam estas famílias assistidas em algo muito bonito. E ao longo dos anos nós vamos ver através da pena mediúnica de Francisco Cândido Xavier, de Divaldo Pereira Franco e de tantos outros médiuns, as orientações trazidas pelo mundo espiritual para que as diretrizes de conduta desta instituição pudessem de alguma forma associar, como havíamos mencionado, o capital o poder financeiro, as atividades caritativas. Guardadas as devidas proporções, somos nós dotados de

de conduta desta instituição pudessem de alguma forma associar, como havíamos mencionado, o capital o poder financeiro, as atividades caritativas. Guardadas as devidas proporções, somos nós dotados de recursos, sejam a eles parcos ou muitos, mas que saibamos distribuí-los de uma forma adequada, para que um dia, como vimos aqui no Evangelho Segundo Espiritismo, a verdadeira propriedade possa ser construída dentro de cada um de nós. e alcançarmos os mais altos simos. O capítulo 13 do Evangelho Segundo Espiritismo, que nos fala da não saiba a vossa mão esquerda o que dá a vossa mão direita. Há um espírito que muito me emociona, uma mensagem do espírito Cárita. E ela falando: "Chamo-me caridade, sou o caminho principal que conduz a Deus." E ela vai nos trazendo que naquela manhã, naquele passeio habitual, ela vai vendo quantas misérias, quantas lágrimas, quantas situações a serem consoladas, corações bondosos e ela, numa certa forma intuindo, induzindo, inspirando aquelas mães com seus filhos, com os velhinhos, ainda que não estavam acostumados na mendicância, as mães com os seios mirrados querendo dar algum tipo de alimento aos seus filhos e ela vai inspirando de alguma forma aqueles momentaneamente desvalidos, entre aspas, da sorte, para que possam nunca perder a confiança em Deus e de uma certa forma ensinando-os a ter paciência. E numa fala que mais ou menos eu me lembro quando ela falava coragem, coragem para as mães, para aquelas mães com nenhum alimento aos seus filhos, porque outros estariam trabalhando de forma diligente para saciar a fome e trazer lume e vestimenta aqueles miseráveis. Aos poucos a gente vai se enquadrando numa nova realidade, numa nova proposta de vida, de ser. Porque a árvore que fez parte do passado já está carcomida dos cupins do orgulho e do egoísmo. Há uma nova árvore sendo plantada do evangelho de Jesus e que precisa ser adubada, cuidada, precisa ser organizada para que esta árvore, simbolicamente falando, que nos trará os frutos necessários das

Há uma nova árvore sendo plantada do evangelho de Jesus e que precisa ser adubada, cuidada, precisa ser organizada para que esta árvore, simbolicamente falando, que nos trará os frutos necessários das bênçãos do Mestre, possam abrigar a todos nós de uma certa forma e conseguindo a nos incentivar constantemente a sermos, talvez como este espírito não simplesmente repetindo as palavras coragem, coragem, mas com a fé ativa, com obras, uma fé viva, dando um pouco de do nosso do nosso amor, das nossas possibilidades, dos nossos talentos. É mais ou menos isso que eu queria trazer nesta passagem que muito nos emocionou e que nos sensibilizou bastante. E eu me lembro, o nosso Roberto fez a leitura, eu tinha lido antes e tinha me emocionado também, porque quantas vezes no nosso dia a dia nós somos perdulários, nós somos aqueles inconsequentes no dia a dia e não nos damos conta de tanta coisa que podemos fazer e às vezes com tão pouco. Ninguém é aqui precisa salvar a África. da fome do mundo. Pequenas obras, pequenos passos, como a gente diz aqui na América, small moves, pequenos movimentos para que um dia grande passo possa ser dado. É mais ou menos isso. Muito obrigado pelo tempo e pela paciência, Marcelo, meu caro, nós que temos agradecer a você pela excelente abordagem. O texto realmente é maravilhoso, mas quando estudamos e vemos assim um comentário mais adequado como o teu foi hoje, nos esclarece muito mais e é um prazer tê-lo aqui conosco, juntamente com os nossos amigos que estão aqui no chat, que colocaram vários comentários. Agradecemos a todos eles ali, lembrando, né, agradecendo não somente a a que nós tivemos essa oportunidade, mas que se Deus se nos permitir, semana que vem o nosso querido Adriano estará de volta aqui conosco. Ele que está em viagem familiar, estará aqui conduzindo os nossos pensamentos também. Nós vamos para a nossa prece de encerramento, pedindo a Deus um esclarecimento cada vez maior para todos nós. Vamos orar então. Querido amigo de todas as

aqui conduzindo os nossos pensamentos também. Nós vamos para a nossa prece de encerramento, pedindo a Deus um esclarecimento cada vez maior para todos nós. Vamos orar então. Querido amigo de todas as horas, que nos ampara, que nos conhece há tanto tempo, que nos preparou este orb há tantos bilhões de anos, para que pudéssemos estar aqui neste momento, nesta encarnação, aproveitando das bênçãos que é esta doutrina espírita, nosso querido Allan Kardec, que nos trouxe esse consolo maior para todos nós. Nossa prece de gratidão por todos esses instantes, pelos resultados, pelas dificuldades, pelas vicissitudes que temos todos os dias, mas são todas elas para o nosso crescimento, para o nosso desenvolvimento, intelecto, moral. Que amanhã seja mais um novo raiar do dia, trazendo para nós desafios e mais desafios. Mas com certeza com ampar o vosso sairemos e nosso esforço, obviamente sairemos com bastante sucesso nessa nova empreitada. Gratidão imensa por esses momentos e dá-nos da tua paz, Senhor Jesus, rogando a Deus, nosso Pai, a ti, nosso mestre, que estejam conosco hoje e sempre. Que assim seja, Senhor. Caros amigos, mais uma vez agradecemos Caiubi, ao Roberto, a participação deles, nosso querido Marcelo, que volte sempre. Essa nossa casa é vossa casa. E a todos que estiveram conosco, que este novo amanhã às 21:50 ou aqueles que eventualmente não possam, no próximo domingo estaremos aqui novamente. Fiquem com Deus, uma excelente semana a todos. Até mais.

Mais do canal