Evangelho no Lar • 01/03/2026
Que tal transformar seu lar em um ponto de luz e harmonia? Convidamos você e sua família para o nosso encontro semanal com o Evangelho no Lar, uma oportunidade de estudo e prece para fortalecer nossos laços com o Alto. Realizado em parceria com o Centro Espírita Ildefonso Correia, de Curitiba, este é um momento de união e reflexão sob a inspiração do Cristo. Reserve este tempo para semear a paz e a fraternidade no seio da sua família. #evangelhonolar #cultonolar #espiritismo #prece #oração #doutrinaespirita #mansaodocaminho #Jesus #harmonianolar #familia *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com
Olá, meus queridos amigos encarnados e desencarnados aqui presentes que estão conosco. Esta é uma atividade do Centro Espírita de Defonso Correa, o culto do Evangelho no Lar online. Eu sou Fernando Campos, trabalhador da do SEIC e estamos aqui na presença de queridas amigas que nós já vamos apresentá-las todas a vocês hoje nessa parceria que nós temos em especial com a Mansão do Caminho. É um prazer estarmos entrando em tantos lares e com esse eh movimento que estamos fazendo dos 90 anos da nossa casa espírita, hoje em especial nós vamos falar de um assunto um pouquinho diferente e a gente já vai contar para vocês. Nós queremos dar um boa noite aqui aos nossos amigos que estão já no chat. Teve alguém que já chegou bem cedo, né? Vou pedir para o nosso querido Maicon que tá lá, ó, a Lúcia Soares lá de Rio Grande do Norte. Ela chegou cedinho aqui para nós. A Maria da Graça também lá de Porto Alegre, Rio Grande do Sul, de lá de cima até lá embaixo. O Adelmo Guimarães de Belo Horizonte, Minas Gerais. Muito boa noite. Paulo Freitas de Sorocaba, interior de São Paulo. José Milton de Lima, aqui de Petrolândia, Pernambuco. Ronaldo Sales, lá de São Luís, no Maranhão. A todos eles que representam os demais. Nosso grande fraterno abraço de estarmos aqui juntos nessa atividade que vai ao ar toda noite às 21:50. em parceria com as rádios que são as nossas retransmissoras. Estamos aqui, o nosso Marcon vai colocar para nós aqueles que são que estão conosco, aqueles que são ali, que é a web Rádio Fraternidade que que transmite pelo YouTube, a Rádio Espírita do Paraná e a Rádio Manaus de Estudos Espíritas. É um prazer estar aqui também. Lembrando que aqueles de nós que quisermos um diálogo fraterno, conversarmos alguma coisinha especial, algo que está precisando de uma atenção um pouco maior, que pode marcar conosco no e-mail seik@ceik.org.br. br, informa que são de Curitiba e quiserem nos dar o prazer, vamos lá na Avenida Visconde de Guapova 5434, mas por favor agenda antes, porque a gente pode atender
r conosco no e-mail seik@ceik.org.br. br, informa que são de Curitiba e quiserem nos dar o prazer, vamos lá na Avenida Visconde de Guapova 5434, mas por favor agenda antes, porque a gente pode atender melhor dessa forma e os de fora nós atenderemos de forma online. Tudo isso, nós vamos já lembrando que podemos deixar a nossa água ser fluidificada e vamos dar o boa noite aqui às nossas queridas amigas. Primeiro lugar, a Chau. Seja muito bem-vinda, Chau. Prazer tê-la aqui conosco. >> Boa noite, Fernando, Malena, Cleos que estão nos ouvindo no chat e que nos acolhe em seus lares. Muito obrigada e que tenhamos um excelente evangelho. >> Se Deus quiser, teremos sim. Cleid, muito boa noite. Seja bem-vindo aqui conosco. >> Boa noite, muito obrigada. Muito obrigado aos amigos do SEC que nos convidaram. Muito obrigado aos amigos do chat que sempre estão conosco, nos dando essa força, esse apoio e, enfim, que possamos ter todos um evangelho bastante rico com os nossos amigos aqui e com todos vocês que estão aí do outro lado da telinha. Muito obrigado. De propósito, nós deixamos a nossa querida Malena por último, que muitos de nós já conhecemos, já vimos falar, temos por ela uma enorme consideração, porque ela é um dos nossos baluartes da nossa nossa casa espírita. Hoje em especial ela falará, vai dar uma prévia aqui sobre o que é o encontro de trabalhadores do Centro Espírito de Afonso Correia. Malena, seja muito bem-vinda. A palavra é toda sua. >> Boa noite, queridos amigos. Como sempre dizemos que é com grande satisfação e alegria que comparecemos sempre atendendo aos convites do Evangelho no lar. Como nós estamos comemorando neste ano os 90 anos do Centro Espírita de Afonso Correia, já foi falado tantas vezes, Fernando falou agora a pouco. Nós vamos lembrar hoje um trabalho que, possivelmente poucas casas espíritas tem esse tipo de trabalho. É um encontro de trabalhadores, um encontro anual. Foi em 1992 que a ideia tomou forma. Nós já tivéramos notícias de outras sociedades
, possivelmente poucas casas espíritas tem esse tipo de trabalho. É um encontro de trabalhadores, um encontro anual. Foi em 1992 que a ideia tomou forma. Nós já tivéramos notícias de outras sociedades espíritas que realizavam esse trabalho com êxito. Em verdade, a primeira e inédita notícia nos viera da Sociedade Espírita Fraternidade, aquela fundada por Raul Teixeira e Amigos em Niterói, no Rio de Janeiro. Por mais de uma vez aqui de Curitiba, nós famos Renovação, que aderiu à ideia, resolveu abraçar essa ideia, mas todos os convites que nos foram feitos tivemos que declinar face a outras atividades doutrinárias. Contudo, os comentários nos davam conta a cada ano da alegria dos participantes, dos objetivos alcançados. E então, finalmente, em 1992, decidimos realizar o primeiro encontro de trabalhadores do Centro Espírita e o Defonso Correia. Fomos, foram estabelecidos os objetivos que eram a confraternização dos trabalhadores e o estudo da doutrina espírita. Aí passamos aos detalhes para o desenvolvimento do trabalho. Como era um projeto pioneiro, nós resolvemos fazer algo bem eh sintético ou diríamos assim muito próprio. Nada mais do que apenas 20 trabalhadores da casa foram selecionados para esse primeiro encontro, porque era realmente um projeto que nós iríamos realizar em fase experimental. desse certo, abriríamos para todos os trabalhadores. Dos trabalhadores, então, de 92, estão aqui presentes, que nós podemos ver o Fernando, a Cleid e Sha. São alguns deles além de nós mesmas, no carnaval de 1992. A partir daí, nós começamos a reprisar cada ano os encontros. Por quê? Porque foi extraordinária aquela primeira experiência. saímos muito entusiasmados, renovados para o trabalho. Então, a partir do ano seguinte, 93, abrimos para os trabalhadores da casa espírita. Os módulos de estudo, normalmente são 10 horas de estudo em nesses dias que estamos eh reunidos para essa atividade. Cada módulo, então são cinco módulos. cada módulo de 2 horas. Nos primeiros 10 anos, os coordenadores
do, normalmente são 10 horas de estudo em nesses dias que estamos eh reunidos para essa atividade. Cada módulo, então são cinco módulos. cada módulo de 2 horas. Nos primeiros 10 anos, os coordenadores desses módulos eram os próprios coordenadores de grupos de estudo da casa. Quando nós fizemos o nosso 11º aniversário, nós resolvemos nos dar um presente e convidamos uma pessoa de fora para vir nos coordenar. Foi a Sandra de La Pola, do Rio Grande do Sul de Porto Alegre. Ela voltou em várias outras oportunidades. Depois nós estenderíamos convites para outros companheiros. Já tivemos conosco Sandra Borbo Pereira do Rio Grande do Norte, Assis Pereira também do Rio Grande do Norte, Eulália Santos, ô, desculpem, Eulália Bueno de Santos. E esse ano, no 33º aniversário, nós tivemos André Siqueira. Nesse ano, então, nesse nosso 33º aniversário, retornamos lá e os últimos encontros têm sido realizados com mais ou menos 150 trabalhadores e entendemos esses 150, pai, mãe, filhos. Então vão as crianças, os jovens, os adultos e existem tarefas para cada faixa itária. E nós renovamos ou voltamos renovados para as atividades da casa espírita a cada ano. É um evento sempre aguardado pelos trabalhadores. Recomendamos a todos aqueles que desejam abraçar esse projeto. É muito bom. Muito grato, Malena. Assinamos embaixo todas as suas palavras porque realmente é um renovar de energias. E antes de nós eh darmos por iniciada a nossa atividade de hoje, eu gostaríamos de avisar da dar mais um aviso, deixarmos todos os avisos agora nessa fase inicial, pedir para que o nosso Maicel possa colocar ali um convite para aqueles que puderam estar presentes aqui conosco na cidade de Curitiba nos dias 13, 14 e 15, ou seja, daqui a duas semanas nós estaremos aqui a 28ª Conferência Estadual Espírita que pode ser acessada aqui. aqui, ó, www.conferenciespírita.com.br. br. Lá vocês terão uma um possibilidade de comprar os ingressos, estarem presentes aqui. Aliás, com esses ingressos vocês podem trocá-los por um
acessada aqui. aqui, ó, www.conferenciespírita.com.br. br. Lá vocês terão uma um possibilidade de comprar os ingressos, estarem presentes aqui. Aliás, com esses ingressos vocês podem trocá-los por um voucher e comprar livros pelo mesmo valor da da do ingresso. Claro que quanto mais ingresso você tiver, você pode trocar por lá, por outros valores e a diferença, se for maior, você paga normalmente. Teremos ali então Alberto Almeida, Alessandro Vieira, eh Artur Valadares, Elareno, Jorge Godinho, Raul Teixeira e Sandro de Pola. Será um prazer tê-los todos aqui, mas se infelizmente não for possível estar em presença aqui conosco, será transmitido online pela pela Federação Espírita do Paraná. Sejam todos muito bem-vindos. Tomara que dê tudo certo. Dito isso, nós vamos pedir para a nossa Chau, por gentileza, fazer a prece de início por todos nós. Deus, nosso pai, Jesus, amigo de todos os momentos, amigos espirituais que conosco estão todas as noites nos cuidando, nos protegendo e nos amparando nessa tarefa bendita no centro espírita e o de falso socorreio. É com coração cheio de alegria que aqui estamos mais uma noite para ouvir as palavras de Jesus, os seus ensinamentos que nos levam a desejar cada vez mais intensamente a nossa melhoria íntima. Hoje, de modo especial, Senhor, rogamos pelo nosso planeta. que está preso de dificuldades, algumas provocadas pelo homem, outras inerente à natureza, mas muitos, Senhor, somos atingidos por essas catástrofes e por eles rogamos e pedimos que cada um de nós que estamos aqui coloquemos em nosso nossas orações diariamente. Espiritualidade superior possa intuir os dirigentes desse planeta, os dirigentes que têm em suas mãos muitas vezes um grande poder, que eles o usem da melhor forma, visando o bem de todos. Agradecemos, Senhor, mais uma vez pela oportunidade de aqui estarmos e rogamos pela nossa querida Malena, que suas palavras sejam cheias de amor e que nós possamos aproveitá-las totalmente. Obrigada, Senhor. Olha por nós hoje e
ma vez pela oportunidade de aqui estarmos e rogamos pela nossa querida Malena, que suas palavras sejam cheias de amor e que nós possamos aproveitá-las totalmente. Obrigada, Senhor. Olha por nós hoje e sempre. Assim seja. Muito obrigado. Tchau. Vamos então à leitura do texto da noite. Vamos pedir para que a Cleide faça essa leitura por todos nós. Por gentileza, Cle. >> Pois não. >> A leitura do livro Pão Nosso, no capítulo 73. Aprendamos o quanto antes. Como pois recebestes o Senhor Jesus Cristo, assim também andai nele. Paulo, Colossenses, capítulo 2, versículo 6. Entre os que se referem a Jesus Cristo, podemos identificar duas grandes correntes diversas entre si. Há dos que o conhecem por informações e a dos que lhe receberam os benefícios. Os primeiros recolheram notícias do mestre nos livros ou nas alheias exortações. Entretanto, caminham para a situação dos segundos, já que já lhe receberam as bênçãos. A estes últimos com mais propriedade dever-se a falar do Evangelho. Como encontramos o Senhor na passagem pelo mundo? Às vezes, sua divina presença se manifesta numa solução difícil de problema humano, no restabelecimento da saúde do corpo, no retorno de um ente amado, na espontânea renovação da estrada comum, para que nova luz se faça no raciocínio. Há muita gente informada com respeito a Jesus e inúmeras pessoas que já lhe absorveram a salvadora caridade. É indispensável, contudo, que os beneficiários do Cristo, tanto quanto experimentam alegria na dádiva, sintam igual prazer no trabalho e no testemunho de fé. Não bastará fartar-nos de bênçãos. É necessário colaborarmos, por sua vez, no serviço do Evangelho, atendendo-lhe o programa santificador. Muitas recapitulações fastidiosas e muita atividade inútil podem ser peculiares aos espíritos meramente informados. Todavia, nós que já recebemos infinitamente da misericórdia do Senhor, aprendamos quanto antes a adaptação pessoal aos seus sublimes desígnios. Emanuel, >> muito grato, Cleid. Malena, o microfone é todo seu, por favor, fica à vontade.
nitamente da misericórdia do Senhor, aprendamos quanto antes a adaptação pessoal aos seus sublimes desígnios. Emanuel, >> muito grato, Cleid. Malena, o microfone é todo seu, por favor, fica à vontade. >> Muito bem. O espírito Emanuel, em sua abordagem da palavra de Paulo de Tarso aos Colossenses, nos faz um alerta, destacando aqueles que conheceram Jesus pelas informações, pelos livros e aqueles que receberam de Jesus os benefícios. Em seguida, ele diz que os primeiros caminham naturalmente para posição dos segundos. Isso nos recorda a advertência do espírito Joana de Angeles, muitas vezes represada pelo nosso querido Divaldo Franco, de que quem conhece Jesus nunca mais é o mesmo. Impossível continuarmos a ser a mesma criatura depois do contato com a realeza do nosso governador planetário. E quanto mais nos adentramos no conhecimento dos seus atos, dos seus feitos, de suas orientações, de suas palavras, mas vamos nos encharcando dele e nos transformando. Será mesmo? Será mesmo que nos transformamos? Esta é a reflexão para nós neste episódio do Evangelho no Lar. Recentemente nós assistimos a um curta no canal FEP, extraído de um seminário realizado por Raul Teixeira em dezembro de 2009 em Curitiba, sob aspícios da Federação Espírita do Paraná. O seminário se chamava Bem-aventurados os Brandos e Pacíficos. E o curta, que foi retirado desse seminário, recebeu o nome de Poderíamos Seres. Raul cita um episódio que viveu, em certo momento de sua trajetória como orador, de divulgador da doutrina espírita. Ele conta que foi a uma cidade e percebeu que quando falava num centro, os integrantes do outro centro espírita não compareciam e vice-versa. aquilo lhe causou est extrema estranheza. Como é que os lidadores do bem, os que se encontram vinculados a uma instituição que tem por objetivo espalhar a boa semente, a boa nova, podem ter esse tipo de comportamento. Ele mesmo se perguntou: "Como é que eu vou falar de Cristo, de bem, de paz, de trabalho, de espiritismo no meio dos
r objetivo espalhar a boa semente, a boa nova, podem ter esse tipo de comportamento. Ele mesmo se perguntou: "Como é que eu vou falar de Cristo, de bem, de paz, de trabalho, de espiritismo no meio dos espíritas que estão de mal um com o outro?" Mas ele confessa que sofreu muito, mas deu conta de todas as suas tarefas. Quando ele voltou à sua cidade, Niterói, no Rio de Janeiro, ele chegou em casa, depôs a mala, sentou-se na cama e chorou. Ele disse que já tinha até chorado no avião, mas agora em casa ele desabou mesmo a chorar. E ele descreve que a sensação que ele tinha é como se ele estivesse enxugando gelo com pano quente. Para quem ele for a pregar e por ele fora pregar, afinal de contas. E aí ele recordou daquela passagem do Evangelho Segundo Espiritismo, no capítulo 20, item 4, que fala de pregareis o desinteresse aos avaros, a abstinência aos dissolutos, a mansidão aos tiranos domésticos como aos déspotas. Palavras perdidas, eu o sei, diz o orientador espiritual, mas não importa. Faz-se mistéri pregue regueis com os vossos suores o terreno onde tendes de semear, porquanto ele não frutificará e não produzirá senão sobre os reiterados golpes da enchada e da charrua evangélicas. Ide e pregai. E Raul lembrava e chorava angustiado. Então lhe apareceu o espírito Camilo, seu benfeitor espiritual, olhou profunda e demoradamente a Raul, que se sentiu como se estivesse sendo radiografado. E Raul continuava soluçante. Então Camilo lhe perguntou como se ele não soubesse. Por que que você chora? E Raul, como se não soubesse que que Camilo sabia, declinou todas as razões, extravazou a sua tristeza, falou de todos os seus sentimentos. Aí Camilo deu um passo para o lado e disse assim: "Pois é, meu filho, e pensar que você já poderia estar longe de tudo isto?" A frase chocou ao orador, mas ele se deu conta de que ela valia mesmo para ele. E nós dizemos: "Vale para nós, é a nossa verdade. realidade é de muitos de nós que sofremos com a injustiça, que nos martirizamos com a criminalidade,
ele se deu conta de que ela valia mesmo para ele. E nós dizemos: "Vale para nós, é a nossa verdade. realidade é de muitos de nós que sofremos com a injustiça, que nos martirizamos com a criminalidade, que nos sentimos violados em nossos direitos com a violência que anda tranquila nas nossas sociedades, pensando que nós já poderíamos estar em outra experiência, poderíamos ter saído desse esse ramerrão de torturas, de tormento, deste mundo aturdido em que nos achamos. A advertência de Camilo serve, portanto, para todos nós. E o espírito Emanuel na mensagem desta noite nos diz: "Aprendamos quanto antes." Vejamos que se passaram dois milênios, nós poderíamos estar bem melhores. Quantas vezes será que já nos nós ouvimos o convite de Jesus? Vinde a mim, aprendei de mim que sou manso e humilde de coração. E com tudo que ouvimos que nos foi reprisado, ainda não nos unimos a Jesus. Esse Jesus que é vivido, chorado, sofrido, pensado, lutado, tornando-nos aqueles seguidores que ele assinalou que seriam conhecidos por muitos se amarem. Quando nós compulsamos as anotações dos evangelistas, é comum nos estasiarmos com alguns personagens. Particularmente nos lembramos de um personagem que Mateus no seu capítulo 8 conta. Ele faz a narrativa de um centurião, um centurião romano que nós identificamos através de pesquisas que se chamaria Marcos Lúcios. Ele, por indigno de comparecer à presença de Jesus, ele pede a uma comitiva de judeus que vá até Jesus para pedir a cura de seu servo. Na narrativa se se destaca que este oficial romano, ele era diferente, ele amava aquele escravo. Vejamos que naquela época entre os romanos, um escravo não tinha valor algum. morto era simplesmente substituído, mas aquele oficial amava o seu escravo, o escravo que ele tomara ao seu serviço. um escravo que enquanto ele, oficial romano, estava distante de sua família, de sua esposa, de seu filho, que ficara em Roma, enquanto ele estava ali servindo a Roma em Cafarnaum, era o companheiro nas suas noites de
nquanto ele, oficial romano, estava distante de sua família, de sua esposa, de seu filho, que ficara em Roma, enquanto ele estava ali servindo a Roma em Cafarnaum, era o companheiro nas suas noites de solidão. era aquele servidor que lhe preparava as refeições, providenciava a limpeza do lugar onde ele vivia e providenciava tudo que ele precisava a tempo, sempre com precisão, e até lhe ouvia as confidências saudosas da família, silencioso quando ele as estravazava. Então, quando o servo adoeceu, Marcos Lúcios mandou vir a sua casa os manipuladores de filtros, os mágicos, os curandeiros daquela terra para auxiliarem o seu serviçal. Mas nada adiantou. Nenhum deles conseguiu sequer diminuir as dores ou amenizar a elevada temperatura. E uma noite, exatamente percebendo que o escravo delirava e parecia entrar nas suas derradeiras horas de vida, ele recordou-se de que ouvira falar a respeito de um rabi que andava pela Judeia. Veja, ele ouvira falar. era um rabi poderoso. Dizia-se que ele curara 10 leprosos, que ele fizera andar paralíticos e até deram um novo sopro de vida a uma menina, filha de Jairo, um influente judeu da sinagoga de Cafarnaum. Por isso ele enviou uma embaixada de judeus para que rogassem a Jesus que curasse o seu servo. Mas os emissários, em vez de simplesmente pedir a Jesus a cura, eles pedem a Jesus que vá à casa do centurião. Por quê? Eles dizem assim: "Ele é um oficial romano, mas é amigo de Israel". Ele faz, ele é benemérito do povo. Ele até com o próprio soldo, não soldheio, o próprio soldo mandou construir uma sinagoga. Então Jesus se pôs a caminho. Os emissários vão na frente para dar a auspiciosa notícia ao centurião, que quando ele fica sabendo que Jesus está vindo, ele se apressa em ir ao encontro de Jesus. E aí é que é um magnífico encontro. Ele encontra Jesus e diz assim: "Não te incomodes, porque não sou digno que entres sob o meu teto. Eu mandei emissários ao teu encontro, porque eu também não me julgava digno de ir ter contigo. Mas se trata do meu servo. Dize uma só
"Não te incomodes, porque não sou digno que entres sob o meu teto. Eu mandei emissários ao teu encontro, porque eu também não me julgava digno de ir ter contigo. Mas se trata do meu servo. Dize uma só palavra e eu sei que ele será curado. Não é preciso que estejas em sua presença. E aqui que vai a grande fé e como esse oficial romano considera Jesus. Eu sou um oficial. Eu tenho sobre o meu comando muitos soldados e estou habituado a dar ordens e ser obedecido. Os meus soldados me obedecem mesmo quando não estou presente. Se sabem que é uma ordem minha, eles executam. Eu creio em teu poder, profeta de Nazaré. Tu és o Senhor das leis orgânicas que regem o corpo humano. Não se faz preciso que entres em minha casa. Basta que dês uma ordem e a moleste abandonar abandonará o corpo do meu servo, retornando-lhe à saúde. Isso não é extraordinário? É tão extraordinário que Jesus se volta para os que o acompanham e diz assim: "Em verdade, eu jamais encontrei tamanha fé em Israel". Volta-se para o oficial e então diz: "Vai, retorna para a tua casa, faça-se contigo assim como crestes." E nós ficamos a imaginar o que terá sido a vida daquele centurião romano depois do seu encontro com Jesus. O evangelho não fala mais dele, mas revelando tamanha fé. Ele está demonstrando que reconhece a grandeza daquele ser que andava sobre a terra. Vejamos que ele nunca ouvira um discurso de Jesus. Ele nunca comparecera nenhuma das suas pregações na montanha, na planície, às margens do lago de Genesaré. O evangelista diz que ele ouvira falar das curas de Jesus e de maneira inteligente, então ele concluiu que aquele homem tinha um poder para além do poder humano. Se tanta fé o moveu, o que não terá feito depois? E lembramos da mulher em Morruíça, aquela que se deslocou lá da cidade de Cesareia de Felipe, veio até a Galilei, a Galileia, e pelo caminho ela foi ouvindo a respeito daquele homem extraordinário e das suas curas. E aquilo a foi enchendo de tamanha fé, que quando ela se aproximou dele,
elipe, veio até a Galilei, a Galileia, e pelo caminho ela foi ouvindo a respeito daquele homem extraordinário e das suas curas. E aquilo a foi enchendo de tamanha fé, que quando ela se aproximou dele, ela pensou: "Eu não preciso dizer nada. Eu não preciso pedir nada. Ele é portador de tamanhas virtudes que basta eu lhe toque o manto para ser curada. Vejamos que ela não precisa tocá-lo, nem a sua túnica. Ela vai tocar o manto e de imediato ela sente que um fluido regeneradora a penetra, cessa o fluxo sanguíneo, ela sente a vida renovar-se nela e depois de identificar-se como aquela que o tocou, Jesus lhe diz: "Vai em paz, filha, tua fé te curou". Ela atraíra o fluido curador de Jesus com a sua fé. Recebeu a cura do corpo, volta para a sua casa, para sua família, mas nunca mais teve paz. Então ela voltou e seguiu Jesus transformando sua vida. Quantos de nós já nos demos conta da grandeza desse espírito? de que Jesus era um espírito puro antes mesmo de que nosso lar terra fosse formado, que ele se responsabilizou perante o Pai por nos preparar esse lar em todos os seus detalhes, para que nós, as ovelhas do seu rebanho, nos abrigássemos aqui para crescer, para progredir. Agora poderíamos ter um lar bem melhor. Poderíamos não mais viver as situações tristes que vivemos. Nós poderíamos ser melhores. Se fôssemos melhor, o mundo seria melhor. Já viveríamos um mundo de renovação, de menos dores e mais trabalho no bem, de menos maldade e maiores benefícios pela família humana. Poderíamos estar vivendo aquela realidade que falou Jesus. Os meus discípulos serão conhecidos por muito se amarem. Imaginemos agora que mundo nós poderíamos estar vivendo. Poderíamos sair pelas ruas e sentir o ar com gosto de vida, respirar e aspirar a pureza que hoje nós só encontramos no topo das montanhas. Nossas cidades não seriam apenas selvas de pedra cinzenta, mas poderiam ser jardins suspensos, nos quais os prédios respirariam, cobertos por fachadas verdes que abraçariam o sol e devolveriam oxigênio.
ssas cidades não seriam apenas selvas de pedra cinzenta, mas poderiam ser jardins suspensos, nos quais os prédios respirariam, cobertos por fachadas verdes que abraçariam o sol e devolveriam oxigênio. Nossos rios poderiam correr livres e claros, abundância de água, de espécies animais, sem perigo de extinção. Por quê? Porque nós já abandonamos esportes e lazeres predatórios. O oceano, nosso velho mestre, limpo, com seus corais brilhando como joias, sob águas que esqueceram o peso do plástico. A tecnologia, com a sua mão invisível, zelaria pela humanidade. Pelas ruas, pelas estradas, não haveria mais barulho de motores. O transporte deslizaria como um sussurro movido pela energia das estrelas e dos ventos. Que mundo nós viveríamos nós? Enquanto nos deslocamos de um ponto ao outro, com o transporte poderíamos nos encantar com as curvas do caminho, os relevos estonteantes e as florestas de coloridos diversos. Nessa terra renovada, nós viveríamos então sem o medo da escassez, porque a ciência já aprendeu com a natureza a ser generosa. A comida nasce da precisão e do respeito, sem que nenhum animal precise sofrer para que possamos nos nutrir. Nossas escolas se transformaram em verdadeiros sacrários. lugares de puro aprendizado e as nossas crianças poderiam brincar nas praças, nos jardins, nos parques, com a segurança sempre de olhos amigos, mesmo que estivessem distantes dos seus pais. A inteligência das máquinas não serviria apenas para nos vigiar, mas para garantir que ninguém em nenhum ponto do planeta sofra o frio da fome ou a dor de uma doença esquecida. Bastaria ser detetada uma necessidade que o alarme se faria e a solidariedade responderia com urgência e precisão nesse novo mundo que podemos viver de imediato. Vejam que milagre, a palavra estrangeira perdeu o sentido de ameaça. As fronteiras no mapa são apenas linhas de história, sem muros de exclusão. E nós nos orgulhamos do pavilhão nacional, da nossa cultura, do nosso idioma, desejos igualmente de conhecer a
do de ameaça. As fronteiras no mapa são apenas linhas de história, sem muros de exclusão. E nós nos orgulhamos do pavilhão nacional, da nossa cultura, do nosso idioma, desejos igualmente de conhecer a vasta cultura do mundo, ávidos de nos enchermos do saber de outras nações, tão ricas como a nossa em passado, em conquistas, na área da ciência e do sentimento. Finalmente, sob adeus, aprendemos que o sucesso de um povo é o sucesso de todos. As guerras, as guerras nós as lembraríamos apenas nos livros, contadas como uma febre antiga que a humanidade em sua infância finalmente conseguiu curar. Se aderirmos a Jesus, que é o próprio evangelho, viveremos a era da gentileza, na qual cooperar é tão natural quanto respirar. E porque aprendemos a ser gratos, não deixaríamos de honrar os nossos antepassados que trilharam os caminhos dessa conquista, legando-nos essas benéces. Nunca os esqueceríamos. Eles votariam sempre homenagens, porque afinal o bem deve ser falado, mostrado para maior incentivo às novas gerações. Tudo isso é possível e de forma rápida. Basta nos questionemos quando nos decidiremos pela sua concretização. Talvez para acelerar a nossa vontade é bom nos recordemos dos convites do suave nazareno. Vem e segue-me. O meu jugo é suave, meu fardo é leve. Vinde, filhos de meu pai, para o reino que vos tenho preparado. Então, aprendamos quanto antes sigamos Jesus, o caminho da verdade e da vida. Que assim seja para todos nós. >> Muitíssimo grato, Malena, pelas palavras tão maravilhosas, tantos comentários a a respeito. Maravilha. É nesse clima de bem-estar que nós vamos fazer a nossa prece agora. Jesus, nosso mestre maior, querido amigo de tantas e tantas jornadas. A ti, Senhor, agradecemos a oportunidade desta doutrina maravilhosa que nos esclarece, que nos consola, que nos dá esse ânimo para continuar na luta, olhando mais logo à frente, um mundo melhor que será construído por cada um de nós. Como bem disse nossa plena, em breve, em breve conseguiremos. Basta que cada um faça a sua parte.
continuar na luta, olhando mais logo à frente, um mundo melhor que será construído por cada um de nós. Como bem disse nossa plena, em breve, em breve conseguiremos. Basta que cada um faça a sua parte. Agradecemos uma vez mais a possibilidade desse culto do evangelho no lar online, quando conseguimos entrar nas casas de tantos que nem conhecemos pessoalmente, mas que os consideramos como parte da nossa família espiritual. que a semana que hora se inicia possa ser repleta de realizações e que breve possamos estar todos juntos mais uma vez trabalhando, estudando, vivenciando a doutrina espírita, vivenciando o evangelho do nosso Senhor Jesus Cristo. todos os bons espíritos que nos amparam e nos guiam. Solicitamos uma vez mais que nesse período da noite possamos ter momentos de refazimento e enquanto dormimos possamos nos encontrar com os nossos lamores desta e de tantas outras encarnações. Ficar conosco, Senhor Jesus, agora e por todo sempre. Que assim seja, Senhor. É nesse clima de tão gostoso, tão suave, que agradecemos a presença de Marena, Chao, de Cleid e de todos aqueles que ficaram conosco até esse momento. Lembrando que amanhã às 21:50 estaremos todos nós uma vez mais. Muita paz a todos. Até amanhã.
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