Estudo Reflexivo | Módulo 01: Nosso Lar - #4
✨ Neste vídeo, participe do Estudo Reflexivo da Feemt (Federação Espírita do Estado de Mato Grosso) e aprofunde seus conhecimentos sobre os ensinamentos de André Luiz. 📚 Tema: “Série André Luiz: A Vida no Mundo Espiritual” 📖 Módulo 01: Nosso Lar 👥 Encontro 4 🗓 O estudo acontece todas as terças-feiras, exceto a primeira do mês. ⏰ Horários: • 20h às 21h30 (Cuiabá) • 21h às 22h30 (Brasília) 🎙 Facilitação: Alírio de Cerqueira Filho 👉 Inscreva-se e participe ao vivo pelo link: http://linklist.bio/inscricao-estudo-reflexivo 🔗 Mais detalhes e gravações: www.feemt.org.br
Antes de iniciarmos, se alguém eh não quer que a sua imagem esteja no YouTube, eh pode desligar a câmera, deixar a câmera desligada. Quem não se importar, eh, pode mantê-la ligada sem problemas. do livro Vinha de Luz do Povo e o Evangelho. Ele não achava o meio de lhe fazerem mal, porque todo o povo pendia para ele escutando. Lucas capítulo 19 versículo 48. A perseguição aos postulados do cristianismo é de todos os tempos. Nos próprios dias do mestre divino, nos círculos carnais, já se exteriorizavam de todos os matizes contra os movimentos da iluminação cristã. Em todas as ocasiões, no entanto, tem sido possível observar a gravitação do povo para Jesus. Entre ele e a multidão, nunca se extinguiu o poderoso magnetismo da virtude e do amor. De balde surgem de balde. Surgem medidas draconianas. da ignorância e da crueldade. Em vão aparecem os prejuízos eclesiásticos do sacerdócio quando sem luz da missão sublime e de orientar. Cientistas presunçosos, demagogos subornados por interesses mesquinhos, clamam na nas praças pela consagração de fantasias brilhantes. O povo, porém, inclina-se para o Cristo com a mesma fascinação do primeiro dia. indiscutivelmente considerados numos-nos ainda longe da união com Jesus em sentido integral. De quando em quando a turba experimenta pavorosos desastres, tormentas de sangue e lágrimas varrem-lhes varrem-lhe os caminhos. A claridade do mestre, com tudo, acenda-lhe a distância. Velhos e crianças identificam-lhe o brilho santificado. Os políticos do mundo formulam mil promessas ao espírito das massas. Raras pessoas, entretanto, se interessam por semelhantes plataformas. Os enunciados do Senhor, todavia, em cada século se renovam sempre mais altos para a mente popular. Traduzindo consolações e apelos imortais. Vamos elevar os nossos pensamentos a Jesus. Rogar a ele que nos abençoe a todos. Mestre amigo, abençoe-nos, Senhor, em mais esta noite na qual os colocamos em estudo sobre a vida, sobre a morte, que é a continuação da vida. Que possamos, Senhor,
ogar a ele que nos abençoe a todos. Mestre amigo, abençoe-nos, Senhor, em mais esta noite na qual os colocamos em estudo sobre a vida, sobre a morte, que é a continuação da vida. Que possamos, Senhor, bem compreender os conceitos dessa obra monumental para trazê-los para dentro das nossas vidas. Ampara-nos nesse mistério, possamos prosseguir cada vez mais conscientes e confiantes no amanhã melhor para toda a humanidade. S conosco nesse ideal. Ampara-nos a todos nós hoje, sempre. Gratulo. Nós vamos começar fazendo uma revisão do encontro anterior. Ah, vamos, vamos, vamos, vamos. pode pode nos usar se eu tenho pouco que eu tenho vou te mostrar. Eu vou copiar as tela no encontro anterior, nós estudamos o capítulo 5, recebendo assistência. Recordando e fazendo uma revisão das principais partes do capítulo. Nós estamos na enfermaria, no hospital onde eh André Luiz está internado e ele recebe a visita de Lízias, que era um enfermeiro visitador que visitava as pessoas para ver como elas estavam. eh os espíritos internados nesse hospital, no caso do Lisias, eh, em sintonia com o médico Henrique de Luna, que já nós nós vimos a atuação dele no nosso no capítulo anterior. A turma de 80 enfermos a que devo assistência diária, 57 se encontram nas suas condições e talvez ignore que existem por aqui os mutilados. Já pensou nisso? Sabe que o homem previdente que gastou os olhos lumbal, aqui comparece de órbitas vazias, que o malfeitor interessado em utilizar o dom da locomoção fácil nos atos criminosos, experimenta a desolação da paralisia quando não é recolhido absolutamente sem pernas, que os pobres obsidiaram nas aberrações sexuais costumam chegar em extrema loucura com aquilías falando daqueles que são atendidos nos hospitais de nosso lar, que é uma colônia de transição entre as regiões umbralinas e as altas esferas. Então se recolhe espíritos que estagiaram na no umbral e ele fala aqui da das experiências ligada à lei de justiça, amor e caridade e lei de causa e efeito, em que a pessoa
ralinas e as altas esferas. Então se recolhe espíritos que estagiaram na no umbral e ele fala aqui da das experiências ligada à lei de justiça, amor e caridade e lei de causa e efeito, em que a pessoa que usa mal um órgão, usa mal a inteligência acaba perdendo esse órgão quando está eh na dimensão espiritual nessas condições. Recordemos o antigo ensinamento que se refere a muitos chamados e poucos escolhidos na Terra. As regiões do planeta convocam as criaturas ao banquete celestial. Em san consciência, ninguém que se tenha aproximado um dia da noção de Deus pode alegar ignorância nesse particular. Incontável o número dos chamados, meu amigo. Mas onde os que atendem ao chamado? Aquele recorda a fala de Jesus, são muitos os convidados, poucos os escolhidos. Não há nenhuma criatura na terra que nunca tinha ouvido falar de Deus, de Jesus, da das questões superiores, mesmo que não seja religioso. Agora são poucos aqueles que atendem ao chamado. Com raras exceções, a massa humana prefere aceder a outros gêneros, a outro gênero de convite. Gasta-se a possibilidade nos desvios do bem. Agrava-se o capricho de cada um. Elimina-se o corpo físico a golpes de reflexão. Resultado, milhares de criaturas retiram-se diariamente da esfera da carne em doloroso estado de incompreensão. Multidões sem contro erram em todas as direções nos círculos imediatos a crostaplanetária, constituídas de loucos, doentes e ignorantes. Então, a reflexão que Lízias faz com André Luiz serve de alerta para todos nós. que nós queremos sair do corpo vitoriosos ou nesse estado de doloroso, é o doloroso estado de incompreensão. Então, as regiões umbralinas estão repletas de pessoas loucas, doentes e ignorantes, que viveram para o mundo e não para vivenciar as virtudes cristãs em si mesmo. Acreditaria, porventura que a morte do corpo nos conduziria para planos de milagres? Isso aqui foi uma referência. André Luiz achou que ele tava estava numa numeitos. E aí Lisias coloca a realidade. Somos compelidos a trabalho áspero, a
do corpo nos conduziria para planos de milagres? Isso aqui foi uma referência. André Luiz achou que ele tava estava numa numeitos. E aí Lisias coloca a realidade. Somos compelidos a trabalho áspero, a serviços prusados e não basta isso. Se temos débitos no planeta, por mais alto que acendamos, é imprescindível voltar para retificar, lavando o rosto no suor desatando algemas de ódio e substituindo-as por laços sagrados de amor. Não seria justo meu a tarefa de mondar o campo que se vidro por de espinhos. com as próprias mãos. A realidade na dimensão espiritual é essa. Caso dos muitos chamados, meu caro. O o senhor não esquece homem algum. Toda vez caríssimos homens o recordem. Quero meu coiso até de lá, meu copo. Tem alguém com áudio aberto aí? Como o hipervércio aqui? Eu fiquei cálice que meditemos no trabalho a fazer no arrependimento verdadeiro. É preciso saber falar para construir de novo. Então aqui a André Luiz começa a lamentar os erros que cometeu. E aí Elizias fala para ele do arrependimento verdadeiro. Culpa, remorço, desculpa não ajuda a pessoa em nada. O que ajuda é o arrependimento. Eu não devia ter agido assim, mas eu agi. Que que eu posso fazer para aprender? Um erro e repará-lo. É desta forma que se evolui, não lamentando o que passou. Não observa o tratamento especializado na zona cancerosa. Pois note bem, toda medicina, medicina honesta é serviço de amor, atividade de socorro justo, mas o trabalho de cura é peculiar a cada espírito. Meu irmão, será tratado carinhosamente. sentir-se forte como nos tempos mais belos da sua juventude ferrera. Trabalhará muito e, creio será um dos melhores colaboradores em nosso lar. Entretanto, a causa dos seus males persistirá em si mesma até que se disfa dos germes de perversão da saúde divina que agregou ao seu corpo sutil pelo descuido moral. e pelo desejo de gozar mais que os outros. A carne terrestre onde abusamos é também o campo bendito onde conseguimos realizar frutuosos labores de cura radical quando permanecemos
pelo descuido moral. e pelo desejo de gozar mais que os outros. A carne terrestre onde abusamos é também o campo bendito onde conseguimos realizar frutuosos labores de cura radical quando permanecemos atentos ao dever justo. Só que a orientação do do Lisas muito profunda, que o processo de cura é de dentro para fora. É a partir do momento que a pessoa reconhece os erros praticados e busca gradualmente superar esses erros que ficam marcados no próprio corpo sutil do espírito, o chamado pelo espírito. esse descuido moral que vem desse desejo de gozar, de viver a vida puramente egoica. E quando nós e e como nós abusamos no corpo, vai ser no corpo que nós vamos reparar os eus cometidos, conforme nós já refletimos. Bom, isso foi o que nós estudamos no nosso encontro passado.Âa, você tem pergunta? Pode falar. Tem, dout. Alri. Então, por exemplo, a gente percebe que tem alguns idosos, por volta dos 70, 80 anos ou até antes, que tem questão eh psíquica. Eu, pelo menos tô com um caso recente da mãe de um amigo que que e segundo palavras dele, beira loucura. A a até então me ela parecia normal. Isso era uma tendência que ela a pessoa já trazia para que ela pudesse ressignificar e e não foi feito. Poderíamos pensar assim, quando o problema surge na terceira idade, você fala isso, isso quando surge na terceira idade. São problemas acumulados durante a existência que não foram trabalhados, não foram superados. É muito comum as pessoas fazerem isso. Eh, vão acumulando os problemas até a a terceira idade, a quando as diversões, as coisas, as distrações do mundo já não são possíveis, tudo aquilo que não foi resolvido, não foi superado, fica muito evidente. não quer dizer que não acontecia antes, é que no mundo, quando nós estamos no mundo, no no corpo físico e o corpo ainda é jovem, a pessoa tem energia para as distrações de todo gênero, que o o Lí chama de gozo, né? aqui nessa advertência que ele faz, André Luiz, quando a pessoa está vivendo isso, as questões mais profundas não são
essoa tem energia para as distrações de todo gênero, que o o Lí chama de gozo, né? aqui nessa advertência que ele faz, André Luiz, quando a pessoa está vivendo isso, as questões mais profundas não são trabalhadas, que com a anestesiadas, adormecidas. E quando a pessoa já não pode mais fazer nada disso, aí vem de forma muito nua e crua aquilo que ela criou para ela mesma. É isso que acontece. Sim. Eh, me chamou atenção quando você falou do mau uso da inteligência, né? Você não, né? O texto eh do do livro. Então, o mau uso da inteligência, a pessoa entra nessa nessa condição, né? Isso. Certo. Tá bem. E a outra pergunta que eu ia te falar é que no encontro passado você falou que, por exemplo, a gente estando numa condição mais mediana e ferimos alguém e esse alguém fica numa situação é pior que a nossa. a gente só consegue resgatar isso, reparar isso numa nova encarnação, numa nova relação com a pessoa. Mas no mundo, eh, no, na dimensão espiritual, a gente consegue ajudar a pessoa, não consegue colaborar, por exemplo, eh, para ela que cair em si ou coisa que o valha? Podemos colaborar, colaboração, tudo, mas nem sempre nós a encontramos, né? nós encontramos a pessoa na dimensão espiritual ou ela mesma não consegue perceber a nossa presença. O próprio nosso lar fala da do do pai de André Luiz, que eh depois da morte fica numa região bralina eh junto com duas prostitutas que ele, na verdade eram duas amantes que ele tinha ao mesmo tempo e ficar se ligaram a ele. a esposa que foi traída o visitava, mas ele mesmo não percebia a presença dela. Então, a essas questões do espírito, por exemplo, esse espírito que foi o pai de André Luiz, devia muito à esposa. E o que que ela fez? ela reencarnou para tê-lo novamente como esposa e as duas mulheres iam reencarnar como filhas dela, né? Isso nós vamos chegar lá nessa nessa parte. Então, os três diviam a ela, mas ela como espírito mais evoluído, reencarna para resgatá-los de si mesmo, porque no mundo espiritual nem eles percebiam a presença dela.
os chegar lá nessa nessa parte. Então, os três diviam a ela, mas ela como espírito mais evoluído, reencarna para resgatá-los de si mesmo, porque no mundo espiritual nem eles percebiam a presença dela. Então, cada caso é um caso, mas esse mostra que na dimensão espiritual as coisas se dão de forma eh muito diferente do mundo físico. Depende toda uma questão de energia. Nem sempre você vai encontrar as pessoas que você deve no mundo espiritual ou vai ter como eh até o contato com elas ser trabalhoso de nem ser possível de receber. Nossa, todo sentido, Dra. L, obrigada. Vamos então dar continuidade. Nós vamos cada um pega o seu livro. Nós fomos pro capítulo 6, precioso aviso. No dia imediato, após a oração do crepúsculo, Claro me procurou em companhia do atencioso visitador. fisionomia, radiar generosidade, perguntou, abraçando-mo melhorzinho, esboceia o gesto do enfermo e se vê acariciado na terra, amolecendo as fibras emotivas no mundo. Às vezes o carinho fraterno é mal interpretado. Obedecendo ao velho vício, começou comecei a explicar enquanto os dois benfeitores se sentavam comodamente a meu lado. Não posso negar que esteja melhor. Entretanto, sofro intensamente. Muitas dores na zona intestinal, estranhas sensações de angústia no coração. Nunca supus fosse capaz de tamanha resistência, meu amigo. Ah, como tem sido pesada a minha cruz. Agora que posso concatenar ideias, creio que a dor me aniquilou todas as forças disponíveis. Clarence ou vi atencioso, demonstrando grande interesse pelas minhas lamentações, sem o menor gesto que denunciasse o propósito de intervir no assunto. Encorajado com essa atitude, continuei. Nem do mais, meus sofrimentos morais são enormes e inexprimíveis. A maisinada tormenta exterior com socorros recebidos. Volto agora às tempestades íntimas. Que terá sido feito de minha esposa, meus filhos? Teria o meu primogênito conseguido progredir? segundo meu velho ideal. E as filhinhas, minha desventurada Zélia muitas vezes afirmou que morreria de saudades se um
feito de minha esposa, meus filhos? Teria o meu primogênito conseguido progredir? segundo meu velho ideal. E as filhinhas, minha desventurada Zélia muitas vezes afirmou que morreria de saudades se um dia eu lhe faltasse. Admirável esposo, ainda lhe sinto as lágrimas nos momentos derradeiros. Não sei desde quando vivo o pesadelo da distância. Continuadas dilacerações roubam-me a noção do tempo. Onde estará a minha pobre companheira chorando junto às cinzas do meu corpo ou não algum recanto escuro das regiões da morte? Ó, minha dor é muito amarga. Que terrível destino do homem penhorado no devotamento à família. Creio que raras criaturas terão padecido tanto quanto eu no planeta. vicissitudes, desenganos, doenças, incompreensões e amarguras, abafando escassas notas de alegria. Depois, os sofrimentos da morte do corpo, em seguida, martirizações do aleitôm. Que será então a vida? Sucessivo desenrolar de misérias e lágrimas. Não haverá recurso à semeadura da face? Por mais que deseje firmar-me no otimismo, sinto que a noção de felicidade me bloqueia o espírito como terrível cárcere do coração. Que desventurado destino, generoso, benfeitor. E aí, gente, que que tá acontecendo aqui com André Luiz? Ele entrou, né? Ol, boa noite. Naquilo que se chama estado de reclamação, vitimização também, não é, L? Que é uma é uma viciação mental em que a pessoa se coloca como vítima da vida, né? Então, o tempo todo aqui ele vai relatando, né, como se o Clarência não soubesse nada disso, a reclamação daquilo que ele estava passando, né? É o que muitos de nós acabamos vivendo. O estado de reclamação é uma dos piores vícios mentais que um ser humano pode criar para si mesmo. É esse movimento de reclamação da vida. E nós somos convidados a vivenciar o estado de gratidão. Veja, André Luiz até alguns dias antes estava perambulando pelo umbral com fome, com sede, lambendo lama no chão, quando encontrava alguma água, alguma coisa. sendo perseguido por espíritos de todas espécies. Agora ele está aqui no hospital,
tava perambulando pelo umbral com fome, com sede, lambendo lama no chão, quando encontrava alguma água, alguma coisa. sendo perseguido por espíritos de todas espécies. Agora ele está aqui no hospital, tá no leito, bem cuidado, com benfeitores de alta envergadura ali do lado dele, cuidado por enfermeiro, cuidado por médicos conscientes do do dever a cumprir. Nada disso importou para ele. O que importou foi o sofrimento que ele estava tendo dali, eh, naquela circunstância. Essa é o é o típico da viciação mental. Em vez da pessoa agradecer pelas oportunidades que a vida está lhe oferecendo, ela foca na reclamação das coisas que ela não tem o poder de mudar, enquanto que o estado de gratidão é o foco naquilo que ela pode, naquilo que ela realmente é convidada a focar no nos benefícios Então ele já estava tendo uma série de benefícios, mas naquele momento ele desvaloriza os benefícios para focar na reclamação. Ieda, você tem alguma pergunta, alguma fala? Sim. Eh, boa noite. Eh, o que dá para perceber ele fazendo, ele rasgando esse elogios a esposa que ele ainda considera como esposa dele, né? embora já tem, ele não tenha noção do tempo que já se passou e do distanciamento, é uma tendência do tanto daqueles que falecem, né, que morrem e ele tá ainda em processo de desencarnação, de ficar romantizando, né, o outro que ficou, sendo que no período em que ele tava encarnado, ele tinha uma vida tão eh incongruentes, ele tinha práticas incongruentes com um pai de família, não é, participando de de boates, de locais com bebida, com cigarro, com coisa. Então, ele tinha realmente esse apreço pela esposa ou pela família e agora ele meio que romantiza. Então, a gente vê isso tanto pro encarnado que fica também depois que o companheiro morre fica aquela romantização, não é? E a gente sabe que muitas vezes passaram muitas dificuldades juntas e tiveram muitos atritos, mas há essa tendência que eu observo aqui e o sentimento de posse também que ele fala minha esposa, minha ainda tá muito
que muitas vezes passaram muitas dificuldades juntas e tiveram muitos atritos, mas há essa tendência que eu observo aqui e o sentimento de posse também que ele fala minha esposa, minha ainda tá muito apegado nessa nessa questão, nessas questões. Exatamente, né? Então, é o o apego a a esse estado de vitimização de eh de focar nas coisas transitórias em detrimento das questões existenciais do ser. Então, esse que aparece aqui na fala de André Luiz é a uma dos dos movimentos psicológicos que todos nós temos o dever de ressignificar, caso ainda tenhamos isso. Qualquer processo de reclamação não nos ajuda em nada. O que nós devemos fazer é sempre o movimento de aprender com as experiências. Quando passarmos por alguma experiência desafiadora, que essa experiência está me convidando a aprender. Quando nós focamos no aprendizado, nós vamos ter elementos de gratidão. Veja, André Luiz acabou de ser resgatado, estava numa situação extremamente comparada com que ele estava vivendo nesse momento que ele faz essa reclamação. O que ele estava vivendo era hiper doloroso, muito mais. Mas em vez de focar nos benefícios que ele tava recebendo e no aprendizado em relação a tudo aquilo que ele construiu, porque é efeito de uma causa, a lei de justiça e causa efeito, mas ela é sobre sobretudo misericordiosa. Então ele estava tendo a misericórdia divina, né? a lei de misericórdia atuando por meio de Clarêncio, do Líes, do médico Henrique de Luna, os companheiros que estavam ali internados e todos a oração que ele já tinha participado, uma série de benefícios a serem reforçados e sentir gratidão. e foco dele estava na lamentação. Então, nós somos convidados a substituir o estado de lamentação pelo estado de gratidão. Isso só vai acontecer fazendo o que o Clarêncio vai orientá-lo aqui agora. Vamos prestar muita atenção na fala do Clarence. Chegado a essa altura, ouvindo a valda da queixa me conduzir o barco mental ao largo das lágrimas. Clarêncio contudo, levantou-se sereno e falou sem afetação.
restar muita atenção na fala do Clarence. Chegado a essa altura, ouvindo a valda da queixa me conduzir o barco mental ao largo das lágrimas. Clarêncio contudo, levantou-se sereno e falou sem afetação. Meu amigo, deseja você de fato a cura espiritual? Olha a pergunta. se ele quer a cura ou se ele quer ficar lamentando a doença, a dor, o infortuno. Vamos ver. Aument hum é uma pergunta consciencial que ele fez, né? Sim. Uma uma pergunta consciencial. O que que ele quer da vida, né? ao meu gesto afirmativo. Continuo. Aprende então a não falar excessivamente de si mesmo, nem comente a própria dor. Lamentação denota enfermidade mental e enfermidade de curso laborioso e tratamento difícil. É indispensável criar pensamentos novos e disciplinar os lábios. Somente conseguiremos equilíbrio, abrindo o coração ao sol da divindade. Classificar o esforço necessário de imposição esmagadora, enxergar padecimentos. Quando a luta eficiente, só identificar indesejável seguir a da alma. Quanto mais utilize o verbo por dilatar considerações dolorosas no círculo da personalidade, mais duro se tornarão os laços que ofrendem a lembranças. O mesmo pai que vela por sua pessoa, oferecendo lhe teto generoso nesta casa, atenderá aos seus parentes terrestres. Devemos ter nosso agrupamento familiar como sagrada construção, mas sem esquecer que nossas famílias são sessões da família universal sobre a sobre a direção divina. Estaremos a seu lado para resolver dificuldades presentes e estruturar projetos de futuro, mas não dispomos do tempo para voltar às zonas estéreis de lamentação. Além disso, temos nesta colônia o compromisso de aceitar o trabalho mais áspero como bênção de realização, considerando que a preprovidência desborda amor enquanto nós vivemos honerados de dívidas. Se deseja permanecer nessa casa de assistência, aprenda a pensar com justeza. Olha aqui a advertência, né? Vamos refletir ponto a ponto dela, que ela é muito significativa. Então, a lamentação denota enfermidade mental e enfermidade de curso labor.
aprenda a pensar com justeza. Olha aqui a advertência, né? Vamos refletir ponto a ponto dela, que ela é muito significativa. Então, a lamentação denota enfermidade mental e enfermidade de curso labor. e tratamento difícil. Então, por que que a lamentação é isso? Porque ela foi claramente em questões que em vez da pessoa eh por ter o foco na superação do problema, ela mergulha de cabeça no problema. como se o problema não tivesse solução. Veja que toda a fala de André Luiz aqui na na na no nas queixas dele era tudo focado em coisas já acontecidas ou eh cogitações que nem aconteceu porque a mulher dele caseu de novo, inclusive. eh situações que sem domínio nenhum para ele. Então, a pessoa na lamentação, ela fica, é como se ela tivesse numa, num círculo vicioso, produzindo, né, um um uma jogando energia mental fora. É exatamente o que Andr faz. Ele joga a energia mental fora nas queixas e lamentações. Por isso é uma enfermidade mental de curso laborioso e o tratamento é bastante eh difícil de de acontecer. Depois ele diz: "É indispensável criar pensamentos novos e disciplinar os lábios. Não é só a questão do falar, porque a boca fala aquilo que está cheio o coração, como o Cristo adverte, né? A boca sempre fala aquilo que está cheio o coração. Então, disciplinar os lábios e os pensamentos. Então, se eu quero realmente a cura, eu sou convidado a mudar os pensamento, entrar num estado de gratidão, gratidão à vida e não de lamentação. Depois ele diz: "Somente conseguiremos equilíbrio, abrindo o coração ao sol da divindade." Então, de que que ele vai começar a falar aqui? Ele vai falar da providência divina, da lei de misericórdia. Eh, quando ele diz aqui, o mesmo pai que vela por sua pessoa, oferecendol-lhe teto generoso nesta casa, atenderá aos seus parentes terrestres. Nós somos convidados a ter essa visão antra da vida, que Deus é a força onipotente do universo, é criador do universo inteiro e provo, provê a todas as suas criaturas sem exceção. que a cada um é dado segundo as próprias
a ter essa visão antra da vida, que Deus é a força onipotente do universo, é criador do universo inteiro e provo, provê a todas as suas criaturas sem exceção. que a cada um é dado segundo as próprias obras, como ensina Jesus. Então, essa esse exercício de confiança em Deus, e confiança na na vida, que Deus providencia todos os recursos necessários e confiança em nós mesmos que nós podemos, nós sempre somos convidados a fazer a nossa parte no processo de de melhoria. Nós vamos nos abrir, abrir o coração ao sol da divindade. Olha que metáfora belíssima que ele usa assim. Abrir o coração ao sol da divindade. Classificar o esforço necessário de imposição esmagadora. Enxergar padecimentos quando a luta edificante, só identificar indesejável seguir da alma. Em vez de focar os aspectos positivos, o aprendizado, tudo que estava tendo, ele tava focado, focando nos padecimentos, na num processo de cegueira espiritual. Quanto mais utilize o verbo por dilatar considerações dolorosas do círculo da personalidade, mais duro se tornarão os laços que ofreende a lembranças mesquinhas. A personalidade já não existia mais. A personalidade são é aquilo que nós usamos quando estamos encarnados. E o foco dele estava ainda na personalidade transitória, no que ele sofreu na personalidade transitória, naquele no que ele sofreu no na dimensão espiritual eh no nas regiões umbralinas. E quanto mais ele foga na personalidade, mais ele se prende à chamadas lembranças mesquinhas. O mesmo pai que vela por sua pessoa, oferece, oferecendol-lhe pé generoso nesta casa, atenderá seus parentes terrestres. Devemos ter nosso agrupamento familiar como sagrada construção, mas sem que esquecer que nossas famílias são sessões da família universal. Aqui mais uma advertência para que ele se veja e veja a família como espíritos imortais estiveram com ele, mas não são dele. Depois ele diz: "Estaremos a seu lado para resolver dificuldades presentes, estruturar projetos de futuro, mas não dispomos do tempo para voltar à zonas
s imortais estiveram com ele, mas não são dele. Depois ele diz: "Estaremos a seu lado para resolver dificuldades presentes, estruturar projetos de futuro, mas não dispomos do tempo para voltar à zonas estéreis de lamentação. Imagina o mentor como como clarêncio, um dos ministros de nosso lar, perdendo tempo, ouvindo quantos queixosos devia ter aí nesse hospital. Se ele parasse para ficar dando valor às queixas, ele não faria outra coisa. Então o foco é de um terapeuta, de um médico, de um orientador, deve ser sempre na saúde, no bem, no bom, no belo, naquilo que edifica, não aquilo que eh perturba. Além disso, temos nesta colônia o compromisso de aceitar o trabalho mais áspero como bênção de realização, considerando que a providência desborda amor enquanto nós vivemos honerados de dívidas. Se deseja permanecer nesta casa de assistência, aprenda a pensar com justo. Então, o que ele estava fazendo era injusto com ele mesmo, injusto com o Clarence, injusto com Lisas e injusto com todos. Aprenda a pensar com Ju César, por ele estava num ambiente diferente da região braminas. Se ele continuasse psiquicamente focado nas regiões braninas, a própria psiquismo fazia com que ele fugisse de nosso lar, como a gente tem exemplos na própria obra. E a pessoa fica tão focada nas negatividades que ela acaba energeticamente não conseguindo viver naquele ambiente, que é aquilo que nós refletimos já em encontros passados. nós vamos para o ambiente onde nós estamos eh adaptados e no porque no mundo espiritual semelhante atrás semelhante. Então, se o movimento dele continuasse dessa forma que estava, ele corria risco seríssimo de não continuar em nosso lar. Não que ele seria expulso, ele o próprio energeticamente voltaria paraa região de umbragão, porque o ele saiu fisicamente do umbral, mas o umbral não saiu do psiquismo dele, né? Então foi o que a advertência de clarência aqui para ele. Jéssica Alírio, boa noite. Eh, você poderia esclarecer a diferença de providência e e previdência divina, né?
não saiu do psiquismo dele, né? Então foi o que a advertência de clarência aqui para ele. Jéssica Alírio, boa noite. Eh, você poderia esclarecer a diferença de providência e e previdência divina, né? A providência divina é a solicitude de Deus para todas as criaturas, providenciando recursos de todos os tipos. Qualquer recurso que nós temos provém da providência divina. A água que você toma, o ar que você respira, ah, os bênçãos que você tem no quando no corpo, todos os recursos materiais, tudo tudo é pertence a Deus, foi criado por Deus para e para nós no mundo espiritual, um hospital, uma cidade como o nosso lar é recurso de Deus. oferecido para suas criaturas. Então, tudo vem da providência divina que providencia recursos para todos nós no universo. A previdência divina é a a o ato de Deus colocar dentro da nossa própria consciência as leis morais para que preventemente nós tivéssemos todos os recursos dentro de nós mesmos. Quando nós temos todos os recursos para evoluir dentro de nós mesmos na consciência. Então isso vem da previdência de Deus eh foi previdente ao colocar as leis na nossa consciência e nós somos convidados à previdência humana nos conectando com as leis e desenvolvendo a desenvolvendo a saúde. Foi exatamente o que Clarence orientou a Andréa Luiz fazer. se conectar com a lei de amor, justiça e caridade dentro de si mesmo para parar de reclamar e trabalhar pela cura espiritual. Por isso, a a pergunta que deseja de fato a cura espiritual, né? Você quer se curar espiritualmente sem a conexão com a previdência, com as leis? Todos os recursos da providência divina são desperdiçados, entendeu? A providência providencia os recursos. Nós usamos os recursos ou não? Vai depender de nós, tá? Para usar é fundamental a conexão com as leis da nossa própria consciência. Dora Lírio, esse murmúrio, esse essa reclamação do André Luiz, se trouxermos paraa nossa vida, existem pessoas, muitos em nós, eh, entre nós, que eh tem esse movimento de nos encontrar e reclamar. OK?
Dora Lírio, esse murmúrio, esse essa reclamação do André Luiz, se trouxermos paraa nossa vida, existem pessoas, muitos em nós, eh, entre nós, que eh tem esse movimento de nos encontrar e reclamar. OK? Uhum. E nós somos convidados a fazer a pergunta, é lógico, né? É que seja pertinente, etc. Mas o que que a pessoa quer com aquilo, com aquela reclamação, a colaboração que a gente pode dar? Eh, faz sentido esse essa reflexão, colaboração em que sentido? que falam para que a e essa esse essa reclamação não perdure todas as vezes que encontra conosco de reclamar, de reclamar, de reclamar, a gente dá guarita para esse, para esse, esse movimento e fica ouvindo sem, sem advertir a pessoa. Você fala sobre a reclamação, é é o que o Clariense não se dispôs a fazer, né? Porque como ele diz aqui, a a eh temos este volume o compromisso de aceitar o trabalho mais áspero como bênção de realização, considerando que a providência deborda a amor enquanto nós vivemos honerados de vida. não dispomos do tempo para voltar às zonas estéis de lamentação. Então, se você eh é instrumento de ficar eh dando seu tempo para essas zonas estéreis da reclamação, você tá sendo convidente com as queixas do outro. Tem gente que tem prazer, né, de ouvir essas queixas. Ela fica embriagada da das energias mentais que essa essa essas queixa gera que gera uma energia mental extremamente eh ah viciante, perturbadora e tem gente que adora isso. Mas não é bom nem para quem se queixa, nem para quem fica ouvindo indefinidamente essas. Uhum. Sand. Obrigado. Boa noite a todos. Alírio, poderia explicar um pouquinho sobre o significado da palavra? Vou dar um exemplo. Autocompaixão, virtudes. Compaixão, virtudes. Auto amor, virtudes, amor, virtudes. Piedade, virtude. Autopiedade não é virtude. André Luiz aí estava na autopiedade ou ele estava num processo mais eh desequilibrado ainda de que a lamentação. Você poderia fazer essa graduação da diferença desses sentimentos egóicos, por favor? É a autopiedade e do ponto de vista da psicologia
a num processo mais eh desequilibrado ainda de que a lamentação. Você poderia fazer essa graduação da diferença desses sentimentos egóicos, por favor? É a autopiedade e do ponto de vista da psicologia consciencial que eu trabalho, tá? Ela é ele é um sentimento de sentir dó, pena de si mesmo, autocomiseração, dó de si mesmo. Então é um movimento que está ligado à vitimização, a autovitimização. Então é o que ele faz aqui. Ele está sentindo dó dele mesmo. Coitado de mim. Ele fala inclusive: "Ah, como como eu tô sofrendo, né? Eh, aqui, ó, como tem sido pesada a minha cruz. Oh, é bem o processo da lamentação de sentir dó de si mesmo. Ela só inibe o espírito. É muito diferente da autocompaixão. Se você for no dicionário e buscar piedade e compaixão, são sinônimos. Dó com miseração são todos sinônimos. Semanticamente são sin, mas são sentimentos diferentes. Autocompaixão é você se acolher como seu melhor amigo, sempre focado na solução. Compaixão foi o que o Clarêncio teve dele. Compaixão é a pessoa vê o problema, mas foca na solução do problema. autopiedade, dó. A pessoa vê o problema e fica chafurdando no problema, lamentando o problema, como se o problema fosse eh insolúvel, né? Então, ah, minha cruz, ah, não há pessoa, ele ele diz aqui, né? Não a pessoa eh tem a dor maior do que a dele. Todo todo um processo de autopiedade e de lamentação. E nós somos convidados a autocompaixão. Eu estou sentindo tudo isso. Me acolho. Que que eu posso fazer para aprender com tudo isso e reparar superar o problema? Então é esse, esse é um estado de saúde. O outro é um estado profundamente doentinho, né? Porque o a Luva num estado profundamente doentivo. A a lamentação uma das piores doenças que um ser humano pode ter consigo medo. Essa esse se colocar como vítima da vida. Ninguém é vítima da vida. Nesse íro secara-me o pranto e chamado a prioso generoso instrutor, assumi diversa atitude, embora envergonhado da minha fraqueza. Que que é vergonha, pessoal? Essa vergonha que a André Luiz se tá aqui.
sse íro secara-me o pranto e chamado a prioso generoso instrutor, assumi diversa atitude, embora envergonhado da minha fraqueza. Que que é vergonha, pessoal? Essa vergonha que a André Luiz se tá aqui. Orgulho, orgulho, orgulho ferido, ferido. Era a rebeldia que leva a essa autocomiseração e e o orgulho, como se ele fosse a mais sofrida das criaturas. E aí quando é chamada a atenção, o orgulho fica ferido. Não disputava você na carne, prosseguiu clarêncio bondoso. As vantagens naturais decorrente das boas situações, não estivava a obtenção de recursos lícitos. ansioso de estender benefícios aos entes amados, não se interessava pelas remunerações justas, pelas expressões de conforto com possibilidades de atender a família. Aqui o programa não é diferente, apenas diverge os detalhes. Nos círculos carnais, a convenção e a garantia monetária. Aqui o trabalho e as aquisições definitivas do espírito imortal. Dor para nós significa possibilidade de enriquecer a alma. A luta constitui caminho para a divina realização. Compreendeu a diferença? As almas debes ante o serviço deitam-se para se queixarem aos que passam. As portes, porém, recebem o serviço como patrimônio sagrado, na movimentação do qual se preparam a caminho da perfeição. Ninguém lhe condena a saudade justa, nem pretende estancar sua fonte de sentimentos sobrinhos. Acresce notar, todavia, que o pranto da desesperação não edifica o bem. Se ama em verdade a família terrena, é preciso bom ânimo para lhe ser útil. Fez-se longa pausa. A palavra de clarêncio levantara-me para elubrações mais savias. Enquanto meditava a sabedoria da valiosa advertência, meu benfeitor, com o pai que esquece a leviandade dos filhos, para recomeçar serenamente a lição, tornou a perguntar com belo sorriso: "Então, como faça melhor? Contente por me sentir desculpado à maneira de criança que deseja aprender, respondi confortável. Vou bem melhor para melhor compreender a vontade de vida. Então ele humildou o orgulho dele nesse momento, né? Nós eh vamos
r desculpado à maneira de criança que deseja aprender, respondi confortável. Vou bem melhor para melhor compreender a vontade de vida. Então ele humildou o orgulho dele nesse momento, né? Nós eh vamos novamente nos ater a reflexão que o o Clarência nos favorece. Eh, veja que ele ele diz aqui, né? E não disputava você na carne as vantagens naturais decorrente das boas situações. Não estimava obtenção de refos lícitos. ansioso de estender benefício aos entes amados, não se interessava pelas remunerações justas, pelas expressões de conforto com a possibilidade de atender a família. Aqui o programa não é diferente, apenas diverge os detalhes. Nos círculos carnais, a convenção e a garantia monetária. Aqui o trabalhos, as aquisições definitivas do espírito imortal. Então, vejamos que ele estava agindo como se ele tivesse ainda encarnado. Nós encarnados somos convidados para viver bem, para viver por saúde, por carne espírito imortal que nós somos e não nas questões transitórias da vida. Em primeiro lugar, já no mundo espiritual, não faz sentido nenhum ficar focado nas situações transitórias da vida. Então, vejamos que eh CAD não Clarense coloca aqui claramente o trabalho e as aquisições definitivas do espírito de imoral. Dor para nós significa possibilidade de enriquecer a alma. A luta constitui caminho para a divina realização. Compreendeu a diferença? As almas deves ante o serviço deitam-se para se queixarem e passam. As fortes, porém, recebe o serviço como patrimônio sagrado na movimentação do qual se cam preparam a caminho da perfeição. Que serviço é esse? Claro tá falando aqui. A transformação íntima, né? Seria exatamente o maior serviço que nós podemos fazer, que é a transformação interior, aquilo que é individual e intransferível. Veja, a Andrade Luiz estava convalecendo no hospital. Ele não estava em condições de trabalhar pela colônia, né? Na colônia nosso lar todo mundo trabalha, menos os preguiçosos que ficam lá no campo de repouso. Não existe os campos de repouso, mas é uma minoria. Mas todos
condições de trabalhar pela colônia, né? Na colônia nosso lar todo mundo trabalha, menos os preguiçosos que ficam lá no campo de repouso. Não existe os campos de repouso, mas é uma minoria. Mas todos trabalham, mas esse o trabalho que o que o Clarence tá falando não é o trabalho eh bem na colônia, é o trabalho principal, né? na parábola do filho pródigo. É aquele momento que o filho pródigo volta paraa casa do pai e solicita o posto de trabalhador. Trabalhador do pai, aquele que realmente realiza o serviço interior de autotransformação. Não há como nós evoluirmos sem esse esse serviço, né, esse trabalho. Veja, eh, como ele diz aqui, as almas fortes recebem o serviço como patrimônio sagrado na movimentação do qual se preparam a caminho da perfeição, né? O processo do aperfeiçoamento interior que todos nós temos o dever de realizar. Doutora Lírio. Oi. Quando ele fala assim, as almas débeis ante o serviço deitam-se para queixarem aos que passam, eh, me remeteu aqui a a profunda estagnação quando não optamos por fazer esse trabalho de autotransformação aí que mais adiante ele fala, né, que é é um um profundo desamor para conosco, né? Uhum. Sim. E veja que na parábola dos dois filhos, o filho ele fala: "Levantar-me e irei ter com meu pai". E dir-lhe: "Ei, pai, pequei contra o céu perante e perante ti. Já não sou digno de ser-te chamado teu filho, mas fazem-me como um dos teus trabalhadores." E levantando-se foi para o seu pai. Tem tudo a ver com a fala do do Clarence, né? Ele não fica deitado se queixando dos erros cometidos. Ele se levanta e vai para casa do pai para trabalhar pela sua transformação moral. O André Luiz começou já depois de atendido o processo de lamentação pelos erros cometidos. em vez de reconhecer os erros e focar na reparação dos erros. Então, é um grande convite que serve para todos nós. Dá tempo da gente começar o próximo cap. Oi, pode falar. Eh, eu queria só fazer um um pequeno comentário, uma observação. Eh, essa semana eh eh eu em algum algumas leituras
e que serve para todos nós. Dá tempo da gente começar o próximo cap. Oi, pode falar. Eh, eu queria só fazer um um pequeno comentário, uma observação. Eh, essa semana eh eh eu em algum algumas leituras eh veio eh a fala sobre a dor, os espíritos falando sobre a dor. Aqui mais uma vez ele falando, a dor significa a possibilidade de enriquecer eh a alma. Uhum. A na no capítulo que do Evangelho fala sobre a dor. É uma bênção que Deus eh envia os eleitos. Quer dizer, nós somos eleitos. Uhum. quem quem pela possibilidade de sentir a dor para repar não para, mas reparando, né? Uhum. Eh, depois tem no capítulo, eu não me lembro o número, que fala que a gente deve considerar feliz por sofrer. Não sei se é o capítulo, não lembro, não lembro. E eu também peguei um texto essa semana numa abertura aí de um de um estudo de Emanuel, eh, viver pela fé, que é um no caminho verdade e vida, que também fala da bênção da dor. Então, eh eh esse é um convite que a gente vê vários espíritos. Você vê que não é só um espírito, são vários espíritos nos convidando a observar eh por que sentimos a dor, por às vezes reclamamos da dor quando a gente deve eh agradecer por ter tendo a oportunidade de reparar, porque o convite do amor nós negamos, né? e que a gente não transforme esse momento que a gente vive às vezes, muitas vezes, muitos de de nós ou conhecidos, momentos de tanta dor que não transformem em sofrimento, né? Era só uma observação. É, veja que foi a dor que levou a André Luía a humildar o seu orgulho para ser atendido. Se não fosse a dor, ele permaneceria na revolta, na rebeldia. Então, como ninguém gosta de de eh de sentir dor, né? A dor é um recurso que na verdade nós não precisaríamos dele. Nós precisaríamos, nós somos convidadas ao amor em primeiro plano. Mas como a rebeldia ainda é forte em nós, né? como o caso do da Andrea Luiz que nós estamos estudando, aí vem a dor para que nós não permaneçamos na rebeldia. Então ela é uma bênção nesse sentido, para que é um instrumento para que nós
m nós, né? como o caso do da Andrea Luiz que nós estamos estudando, aí vem a dor para que nós não permaneçamos na rebeldia. Então ela é uma bênção nesse sentido, para que é um instrumento para que nós possamos ir ao encontro do avô. É, e ele teve eh a dor foi o recurso para ele eh fazer aquele momento, né, e orar e pedir a ajuda, receber a ajuda, mas ele tava na dor justamente por escolhas eh equivocadas da vida, né? E veja que quando nós temos o olhar para a dor como um instrumento de reparação, é uma coisa, quando nós temos o olhar para a dor no processo de lamentação, isso é outra, ela toma outra dimensão. já passa a ser uma uma âncora que que perturba a pessoa, que mantém a pessoa eh no processo doloroso. Aí ela vira sofrimento, que é totalmente desnecessário. Veja que a lamentação da Andera Luiz, quando ele fala que a cruz, eh, ele usa até, né? Ah, como tem sido apesada a minha cruz. Creio que a dor me aliquilou todas as forças disponíveis. Ele não tava mais na dor, ele tava no sofrimento. Então a lamentação gera o sofrimento, que é uma rebeldia frente à dor e que o convite é colocar o amor sobre a dor. Veja que quando ele coloca o amor sobre a dor e e percebe enquanto meditava a sabedoria da valiosa advertência, meu benfeitor, qual o pai que esquece a leviandade dos filhos para recomeçar serenamente a lição, tornou a perguntar com um belo sorriso: "Então, como passa melhor?" contente por me sentir desculpado, porque ele tava se sentindo poupado. O o o Clarêncio, na verdade não o desculpa. Isso ainda éção mental. Clarência apenas coloca a verdade ali para ele. A maneira da criança que deseja aprender, respondi confortável ou bem melhor para melhor compreender a vontade de que ele começa a ter o movimento de colocar o amor sobre a dor. Aí ela toma outra dimensão. Passa a ser essa dimensão que cadaense coloca aqui em cima. Dor para nós significa possibilidade de enriquecer a alma. Então aqui ele começa o processo de enriquecer a alma. Veja que ele ficou revoltado quando o médico mostrou que
cadaense coloca aqui em cima. Dor para nós significa possibilidade de enriquecer a alma. Então aqui ele começa o processo de enriquecer a alma. Veja que ele ficou revoltado quando o médico mostrou que ele veio pelo suicídio, né? que ele tinha vindo pelo suicídio e aí foi mostrado para ele ponto a ponta, ele ficou envergonhado. Eh, orgulho ferido. Quando o Clarência coloca também a verdade, ele fica envergonhado, orgulho ferido. Agora ele começa a refrigerir no significado profundo da vida, que a medida do nosso entendimento da dor como o recurso e que nós somos esses eleitos, eh, juntando com a fala daqui do Clarêncio de que ele fala que enriquece a alma, porque nos abre a possibilidade de realmente a partir daí trabalhar. Então, eh porque quando a gente entra na lamentação, fecham-se as portas do trabalho, não é? A gente patina e fica ali no mesmo lugar. É isso mesmo. Sim. Porque enquanto a pessoa tá lamentando, ela tá fixada na dor, né? quando ela eh agradece os benefícios do aprendizado que a dor gera, ela está se libertando da dor. Uhum. Quando no evangelho fala da dor dos eleitos e tudo mais, não é que ele tá fazendo uma apologia à dor, não tá mostrando, tá nos convidando a refletir nos benefícios que a dor gera, porque a dor gera, eh, ela gera, não, ela convida a humildar o orgulho, a mansar a rebeldia, a ver a vida por um outro ângulo, porque aconteceu com André Luiz 8 anos. de sof de de de sofrimento passado no umbral, né, que ele tornou a servo devido à rebeldia. Quando ele amansa a rebeldia, humildo, orgulho, ele recebe o amparo para ser levado para a colônia. socorrido na colônia, ele continua com a mesma vici viciação mental, porque não a transformação no erro, não é? Porque ele orou, pronto, toda a aquele aquele movimento de orgulho e de rebeldia acabou, né? Então ele continua demonstrando isso. Só vai eh modificar na no momento que a pessoa cai em si. Nesse momento ele caiu em si pela segunda vez, porque ele já tinha percebido quando na questão do suicídio,
ão ele continua demonstrando isso. Só vai eh modificar na no momento que a pessoa cai em si. Nesse momento ele caiu em si pela segunda vez, porque ele já tinha percebido quando na questão do suicídio, ele realmente concordou com o médico que ele tinha se suicidado, mas continuou na lamentação. que ele é convidado a cair em si para fazer o processo de se levantar e ir ter com o pai, né? Praticar o serviço e vai libertá-lo da dor, porque é liberto da dor. Até quando ele fala aqui, ó, a cresce notar, todavia, que o pranto da desesperação não edifica o bem. Se ama em verdade a família terrena, é preciso bom ânimo para lhe ser útil, porque somente livres da dor é que nós vamos poder ser úteis a nós mesmos e ao próximo como nós mesmos. Uhum. Então isso só vai acontecer por meio do amor. É esse entendimento dessa dessa forma. Hoje eu consigo eh já ter mais há 30, 40, sei lá quantos anos, 40 anos atrás, quando eu iniciei, eh, eu não compreendia isso. O dia que eu li isso no Evangelho, eu eu falei: "Mas como assim eleito para ter dor? Como assim? E dentro da casa espírita, a pessoa que eh me tentou me explicar isso ainda me explicou do tipo assim: "Ué, mas você faz, você paga". Então, com uma coisa assim de um peso. E então eu tinha assim, eu já tinha, já trazia muito forte temor a Deus. É, eu trazia muito forte um temor a Deus da Igreja Católica. Eu tinha muito medo da punição de Deus. Quantas vezes eu vi movimento meu de autopunição para não ser punida por Deus. Antes que Deus veja isso aí, deixa eu me punir aqui. Era um entendimento muito equivocado, mas também na casa espírita. E isso foi uma pessoa, não quero dizer que é a casa espírita. eh aquela pessoa naquele momento dentro do que ela podia oferecer, eh, foi muito assim forte aquilo para mim e eu não conseguia compreender essa dor assim. Depois a gente vai tendo mais entendimento e a gente vai compreendendo um pouco mais e vai cada dia mais, cada tempo mais, a gente vai amadurecendo, né, essa esse entendimento, porque aí não é dor como punição, a dor
ai tendo mais entendimento e a gente vai compreendendo um pouco mais e vai cada dia mais, cada tempo mais, a gente vai amadurecendo, né, essa esse entendimento, porque aí não é dor como punição, a dor como uma uma um afastamento de amor para que nós possamos aprender. É. Já que nós não eh não nos demos a oportunidade de aprender por amor, a dor vem como uma mestra mais severa para que nós aprendamos. Se nós continuarmos a refusar ao aprendizado, aí vem o sofrimento. E é quando a gente nós colocamos a revolta em cima da dor, aí ela vira sofrimento, que é totalmente opcional. Já a dor não, a dor é o mecanismo divino para que nós amancemos a nossa rebeldia e dememos o nosso or. Gratidão ali, Ângela. Ah, então parte da dúvida, vocês acabaram falando, eh, você fez um simbolismo para dor quando a pessoa reclama. Você falou dor, reclamação é como uma âncora. Você poderia repetir, por favor? Ela ela na verdade aquele aprende. Acho que a âncora não seria bem o termo, mas eh porque a âncora ela é benéfica, sabe? aquelas bolas eh cheia de de pregos das eh medievais que eram colocado na perna das pessoas para elas não fugirem nas masmorras. É isso aí, né? Então, é como uma essa bola, uma corrente que fica acorrentando a pessoa na bola de ferro cheia de de prego de pontas e prende a pessoa, né? E e não deixa ela se movimentar, né? Por quê? Porque ela fica numa monoideia em torno da dor, lamentando a dor. E ao lamentar a dor nessa monoideia, é como eh andar em círculo, não sai do lugar, né? O tempo todo no mesmo lugar e e com essa bola prendo, né? Então aquela aquela marcha dolorosa, né? Já quando a pessoa ela supera a reclamação e entra no estado de gratidão, ela não vai agradecer a dor propriamente dit, mas o aprendizado que a dor gera. Veja quando o André Luiz ele ele fala: "Vou bem melhor para melhor compreender a vontade divina". Ele já está se movimentando no estado de gratidão, porque no estado de gratidão a pessoa compreende a vontade de porque ele se conectou com a lei de
m melhor para melhor compreender a vontade divina". Ele já está se movimentando no estado de gratidão, porque no estado de gratidão a pessoa compreende a vontade de porque ele se conectou com a lei de amor, justiça e caridade dentro da própria consciência. Até esse momento ele estava desconectado. O advertência de clarência, ele se conectou com a lei de amor, justiça e caridade para compreender a vontade divina. Porque é essa a vontade que Jesus fala, que seja feita a vossa vontade. Qual é a vontade de Deus para todos nós? a vontade de Deus para todos nós e que nós evoluamos, que nós sejamos felizes, mas a felicidade ela é conquistada, ela não vai ser dada. E para conquistar a felicidade só há um caminho, a conexão profunda com as leis que estão na nossa consciência. E isso só vai acontecer no estado de gratidão. O estado de lamentação é essa bola de ferro que faz com que a pessoa fique ali parada no processo chafurdando na própria lâ Sim. Aí eu fiquei só falar mais uma coisinha. por exemplo, um uma um uma pessoa que tem uma questão mental na na terceira idade e aí ela perde a consciência de si, já não se reconhece mais, ela vai sentir eh o efeito dessa dor, porque ela ainda não tem condições de contabilizar tudo isso no na dimensão espiritual. Você tá, você tá pensando como espírito imortal? Você tá pensando no no corpo de carne? Tô pensando como é na tá, já entendi. A dor é do espírito, não é do do cérebro. O cérebro que está que está danificado, mas o espírito ele ele permanece lúcido na no na dimensão espiritual. Ele é lúcido, ele sabe que tá acontecendo. Não só a expressividade que não acontece. E se a pessoa não praticou ações justas, amorosas e caridosas consigo mesmo, com o próximo, seja no corpo ou fora do corpo, ela vai ter os resultados desse movimento. Quer elas, o cérebro registre ou não, porque o processo é do espírito. Uhum. Entendeu? Então, naquele momento, naquele momento, o espírito ele ele pode eh acolher isso, reconhecer e não se revoltar, ou ele pode eh simplesmente
tre ou não, porque o processo é do espírito. Uhum. Entendeu? Então, naquele momento, naquele momento, o espírito ele ele pode eh acolher isso, reconhecer e não se revoltar, ou ele pode eh simplesmente piorar o quadro? Sim, ele a a vai depender de cada um, né? Cada caso é um caso. Sempre a revolta, o orgulho piora todas as situações, enquanto que a mansidão, a humildade, o desejo, o sentimento de aprendiz com que a pessoa supere o problema. Faz sentido. Obrigada, Terezinho. É, e existem dores também. Eh, por exemplo, a dor de uma mãe a ao dar a luz a uma criança, ela sente a dor, mas ela não há revolta. é uma dor para dar a luz, para receber o amor, um dor de amor. Da mesma forma também quando a mãe de Jesus está vendo o seu filho ser crucificado, aquela dor imensa dentro dela, mas é uma dor que ela aceita porque sabe que ele veio com uma missão de salvar a todos nós. Então, eh eh existem tipos diferentes de dor, onde a gente aceita e agradece a dor daquele momento. É. Uhum. Sim. No caso aí a dor física, né? No caso da da do par física. As piores dores não são as físicas, as piores dores são as morais, né? é o espírito, eh se movimentando numa direção inadequada frente à vida. Hum. Nosso tempo praticamente se esgotou. Quem gostaria de fazer a prece agradecendo a experiência da nossa ponto de hoje? Veira se faz para nós agradecendo. Sim, vamos orar. Senhor Jesus, encerramos mais um momento de reflexão, tanto que nos foi oferecido hoje com esse conteúdo. Quanto material para nós podermos refletir, nós expressamos, Senhor, a nossa gratidão pela oportunidade de estarmos aqui reunidos, aprendendo buscando a compreensão, o entendimento desses ensinamentos. São os recursos que até nós chegam para nos auxiliar. Quantos momentos, Senhor, que nós passamos, onde a dor nos visita ou nos visitou no ontem, onde nós ainda não tínhamos o menor entendimento. por conta da nossa rebeldia. Hoje, Senhor, chegando até aqui, nos encontramos um pouco melhores. que nós possamos, Jesus permanecer
visitou no ontem, onde nós ainda não tínhamos o menor entendimento. por conta da nossa rebeldia. Hoje, Senhor, chegando até aqui, nos encontramos um pouco melhores. que nós possamos, Jesus permanecer no empenho de executar esse trabalho conosco mesmo, construindo em nós o novo homem, o novo ser, no caminho que nos leva até até vós até o nosso Pai. Fortalece-nos, Senhor, nesse propósito que todos nós nos empenhamos, cada um no seu tempo, cada um no seu modo. Receba, Senhor, o nosso sentimento de profunda gratidão e abençoa-nos a todos. Que assim seja. Boa noite para todos nós. Muita paz. Boa noiteira. Boa noite. Boa noite. Boa noite. Boa noite a todos. Boa noite. Boa noite. Bom descanso. Igualmente grata. Tchauau. Tchau. Tchau.
Mais do canal
Estudo Reflexivo | Módulo 02: Os Mensageiros - #04
1:27:36 · 57 views
A Vivência do Amor Cap. 4 | A Expansão da Conciência | Lacordaire Faiad
1:25:46 · 94 views
Estudo Reflexivo | Módulo 02: Os Mensageiros - #03
1:31:13 · 81 views
Estudo Reflexivo | Módulo 02: Os Mensageiros - #02
1:27:30 · 111 views
20º Encontro do Curso de Administração e Finanças | 06/03/2026
1:11:39 · 63 views
A Vivência do Amor | Atitudes e Comportamentos | Lacordaire Faiad
1:16:39 · 76 views