Estudo da Obra – Loucura e Obsessão | T7:E8 – Cap. 4: O Drama de Carlos – Parte 2
Na continuação do Capítulo 4 de Loucura e Obsessão, de Manoel Philomeno de Miranda (psicografia de Divaldo Franco), o Grupo Suely Caldas Schubert aprofunda a análise do caso de Carlos, mergulhando nas raízes espirituais de seu drama pessoal. Este episódio evidencia a intensidade dos processos obsessivos, a repercussão das escolhas infelizes e a assistência misericordiosa da Espiritualidade Superior, que busca conduzir à renovação moral e ao reencontro com a paz interior. » Host: Gisele Risso » Aprofundamentos: Gisele Risso e Marcelo Netto 📅 Domingos, às 18h30 📺 TV Mansão do Caminho (YouTube) #LoucuraEObsessão #EstudoDaObra #Capítulo4 #ODramaDeCarlos #ObsessãoEspiritual #PhilomenoDeMiranda #DivaldoFranco #Espiritismo #GrupoSuelyCaldasSchubert #TVMansãoDoCaminho *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com
Boa noite, queridos amigos e amigas que nos acompanham neste estudo online do grupo Sueli Caldas Schuber. Hoje eu e Marcelo Neto nos reunimos para o estudo do capítulo 4 do livro, a continuação, né, do estudo do capítulo 4, que já foi iniciada semana passada, do livro Loucura e Obsessão. O o título do capítulo é O Carlos, que logo mais nós vamos retomar e iniciar os aprofundamentos. Quem não assistiu a aula passada, onde foi apresentado o resumo e o início dos aprofundamentos, fica o convite para que acesse no YouTube mesmo, no canal da Mansão do Caminho, que está disponível para todos. Então agora nós convidamos para que possamos nos unir em oração. Senhor Jesus, Mestre divino, nós te pedimos as bênçãos nesses momentos em que nos reunimos em seu nome, a fim de estudarmos um pouquinho mais sobre essas verdades. que o nosso querido médium baiano Divaldo Pereira Franco, pelas pela pelo espírito do benfeitor Filomeno de Miranda também o querido baiano nos trouxe a fim de que despertássemos a nossa consciência para essas para essa realidade do nosso espírito imortal, nos convocando mais uma vez para assumirmos as nossas responsabilidades perante a vida. Guarda-nos, Senhor, no seu amor e nos envolva na sua paz. Que assim seja. Então, nós vamos iniciar os aprofundamentos. Logo mais passaremos a palavra pro nosso querido Marcelo, eh, trazendo tópicos a respeito da culpa, que onde Carlos está nesse drama relatado no capítulo 4ro, sofrendo de uma obsessão terrível, de quadros de esquizofrenia, todos decorrentes desses complexos de culpa. E na nossa opinião, ninguém melhor do que a benfeitora Joana de Angeles, através do nosso querido Divaldo, para nos trazer esses esclarecimentos nas suas diversas obras, tanto aquelas de cunho psicológico quanto as outras. Ela vai abordar diversos aspectos da culpa e de como isso nos afeta e de como nós também podemos trabalhar essa essa questão na nossa vida para dela nos libertarmos. também o o mentor espiritual, nosso querido Allan Kardec, vai tratar do
culpa e de como isso nos afeta e de como nós também podemos trabalhar essa essa questão na nossa vida para dela nos libertarmos. também o o mentor espiritual, nosso querido Allan Kardec, vai tratar do assunto em diversas obras, mas especialmente nós vamos trazer aqui alguns trechos da obra O céu e o inferno. Então, nós começamos a propor a reflexão para todos, todos nós, que enquanto encarnados no mundo de provas e expiações, significa que somos imperfeitos. Essa imperfeição decorre ainda dos atos equivocados que cometemos. A partir do momento que a nossa consciência vai despertando com a nossa evolução, com as reencarnações, nós vamos eh fazendo essa esse caminho de culpa. culpa, porque a nossa consciência já não mais está dormindo, ela já desperta para o que é certo e o que é errado. Mas ainda na nossa infantilidade de não termos o ego amadurecido, de termos ainda muitas inseguranças, nós não sabemos trabalhar o arrependimento e ficamos muitas vezes estacionados na culpa. Acredito que todos nós, se fizéssemos um um exercício de buscar na nossa memória fatos que praticamos, atos que foram por nós praticados nesta vida, que estão, portanto, na nossa consciência e que nos trouxeram essa essa sensação desgostosa, esse amargor, essa culpa. Vamos identificar fazendo uma um exercício que se tivéssemos nos na posição de terceiros a nos observar de de fora de fora dessa angústia, de fora daquele momento intempestivo, daquela intemperança, nós teríamos uma outra, um outro pensamento, um outro olhar sobre aquele fato. que muitas vezes nos aprisiona, muitas vezes que nos tira o sono e que nos traz consequências para vidas futuras, como é o caso de Carlos neste capítulo. Então, a nossa proposta seria que é a proposta da benfeitora Joana de Anges para que pudéssemos todas as vezes em que reconhecemos que erramos, ao invés de fazermos a culpa, que possamos nos olhar com mais compaixão. Qual se tivéssemos olhando para uma criança que ainda cai muitas vezes até aprender a caminhar. Os pais jamais
mos que erramos, ao invés de fazermos a culpa, que possamos nos olhar com mais compaixão. Qual se tivéssemos olhando para uma criança que ainda cai muitas vezes até aprender a caminhar. Os pais jamais brigam com a criança quando cai, quando está nessa fase da evolução, porque justamente sabem que faz parte desse caminho a queda. Então, da mesma forma conosco, temos que ter essa consciência de quem nós somos no na etapa de nessa fase evolutiva do espírito que é imortal, imortal. Então, se nós nos colocamos numa posição que é irreal, que é de espíritos bons ou de espíritos perfeitos, nós, quando eh nos conscientizarmos, nos dermos conta de que erramos, não conseguiremos lidar com aquela situação. Não se trata ali de uma comodidade, de um comodismo. Ai, já que eu sou imperfeita, já que eu estou no mundo de provas e expiações, é claro que eu vou errar, porque errar é humano. E assim a gente vai justificando o nosso erro ao invés de transformá-lo num arrependimento proativo para uma futura reparação, para uma espia expiação e assim uma evolução. Então, ao invés de nos recriminarmos, de nos julgarmos com muita severidade, que possamos lembrar que ainda somos, como até conversávamos eu e Marcelo um pouquinho antes, crianças espirituais, também, como nos apresenta a benfeitora, aqueles que ainda estamos no início da nossa evolução espiritual, recém-saídos do mundo primitivo ainda no mundo de provas e expiações. Então, qual o sentimento capaz de nos propulsionar para uma evolução, para algo positivo? Seria esse autojulgamento, essa recriminação ou compaixão, esse olhar mais empático em relação ao outro e por que não em relação a nós mesmos no passado? Porque temos que evoluir. A cada, segundo o benfeitor Emanuel, a cada 3 anos, nós temos que estar melhores, a cada dia, na verdade melhor do que o ontem, né, que o passado. Mas a ideia é que a cada 3s anos nós possamos fazer essa análise, colocarmos na balança quem éramos e quem somos para conseguirmos perceber se já estamos um pouquinho melhores. Então,
, que o passado. Mas a ideia é que a cada 3s anos nós possamos fazer essa análise, colocarmos na balança quem éramos e quem somos para conseguirmos perceber se já estamos um pouquinho melhores. Então, essa culpa que vai nos trazer prejuízos, que vai nos fazer ficarmos presos no tempo e no espaço, ela também pode ser produtiva a partir do momento que serve como reconhecimento do erro praticado. Então, eu reconheço que errei, mas não paro aí, não fico só nesta fase do processo de eh reparação, de arrependimento, de expiação. Então, nós deveríamos ficar de início, hã, vamos dizer assim, animados com o fato já conseguirmos admitir que erramos. Então, se eu nem sequer me dou conta que pratiquei aquele erro, se para mim aquilo tá numa normalidade, por que não? Se todo mundo faz a mesma coisa? Olha o mundo como está, se eu justifico e terceirizo, significa que a minha consciência ainda não despertou para esse passo à frente que eu preciso dar. Então, ao invés da gente ficar se punindo, a gente se alegra com esse início da caminhada, quando reconheço pela culpa, assim que que cometi um erro e vou precisar de muita coragem, que é o passo adiante para admitir que preciso mudar, que não é o outro, nem a situação, nem a o local e nem as circunstâncias que fizeram com que eu praticasse aquele erro, mas ainda a minha ignorância, ainda minha falta de maturidade espiritual, minha falta de inteligência emocional, o meu temperamento muitas vezes exacerbado, a minha a ansiedade, a minha precipitação, então eu vou descobrindo em mim que mudanças precisam acontecer. E se eu trago isso para paraa minha consciência, consigo amanhã aí sim fazer diferente. Por mais que seja difícil, por mais que amanhã eu tente er de novo, eu recomeço, não desisto, sigo em frente. Mas também a benfeitora vai nos falar a respeito dessa noção que temos da palavra culpa, que nos remete a essa concepção de culpa arquetípica, essa culpa do passado que vai merecer a condenação, a punição. Porque quando nós pensamos
falar a respeito dessa noção que temos da palavra culpa, que nos remete a essa concepção de culpa arquetípica, essa culpa do passado que vai merecer a condenação, a punição. Porque quando nós pensamos nessa culpa arquetípica, por exemplo, ah, comparado ao que nós temos aqui no planeta Terra, para onde vai aquele que comete um crime, aquele que é culpado, aquele que é condenado? Ele vai pra prisão. E na prisão, o que é que ele faz? Ele tecnicamente, teoricamente seria para que ele pudesse ser ressocializado. Mas nós sabemos que não é isso que acontece. Ele fica na prisão, não faz nada praticamente e fica esperando ser punido de alguma forma ou esperando a punição acabar de forma passiva. Então, para nós, ainda no nosso inconsciente, o culpado ele vai ser punido, mas isso não nos ajuda no nosso processo evolutivo, porque o objetivo da culpa nas nossas vidas, conforme já adiantamos, não é sermos punidos, mas reconhecermos o nosso erro. Então, a benfeitora vai propor que nós substituamos a palavra culpa, muitos já sabem, né, que é pela responsabilidade. Então, eu não sou culpado porque eu não mereço sofrer, ser punido e castigado, mas eu sou responsável. E quando eu falo que eu sou responsável, eu evoco outras posturas em mim, porque eu sei que eu vou ter que assumir as consequências do meu ato. Serei aquele cobrado pelas leis morais da vida, pelas leis de Deus ou pelas leis dos homens, a responder pelos meus próprios atos. enquanto que a culpa vai nos levar inconscientemente para lugares que nós desejamos ir para ser punidos, mas a responsabilidade vai nos impulsionar a termos essa postura proativa diante da nossa própria vida. assumimos as responsabilidades e agora como adultos que somos aqui, né, nesse planeta, nesta fase da nossa jornada, vamos dar conta daquilo que nos chega, das contas que chegam para que nós possamos quitá-las. E aí Kardec veio nos apresentar no no livro Céu e Inferno, na primeira parte, no capítulo sétimo, que o arrependimento, a expiação e a reparação são as três
que chegam para que nós possamos quitá-las. E aí Kardec veio nos apresentar no no livro Céu e Inferno, na primeira parte, no capítulo sétimo, que o arrependimento, a expiação e a reparação são as três condições para que a gente possa apagar os traços de uma falta cometida e também as suas consequências. Então, eu me arrependo porque eu reconheço que errei, né? Ao invés de eu fazer a culpa, não, eu faço o arrependimento e aí eu precisarei espiar, né? Precisarei, precisarei voltar algumas vezes ou então não, já começo a espiar nessa própria reencarnação, se assim tiver condições de suportar. E vou ter que reparar o mal que eu fiz, sim, com o bem. E de preferência nos diz a benfeitora, que seja o bem direcionado para aquele a quem eu prejudiquei. E é o que nós vemos nesse capítulo, né, do do livro a respeito de Carlos, porque aquele que está cobrando de Carlos, além da sua própria consciência, além, né, de possibilitar essa culpa pelo erro que ele cometeu, é o espírito que ele foi o espírito a quem ele prejudicou. Então, para o qual ele deve a reparação. É claro que isso vai acontecer de acordo com os desígnios divinos. Não precisa ser exatamente desta forma, mas o ideal é que seja. E que se a pessoa não aceitar isto, não aceitar o nosso pedido de desculpas, a nossa reparação, que a gente faça o bem à humanidade, aos outros filhos de Deus, nossos irmãos em Cristo, né? mas que nós não estacionemos na na no fase da expiação e sigamos adiante. Então, a gente pode considerar a expiação como a parte mais dolorosa desse caminho, porque ela tem uma uma função muito importante que é nos levar à redenção através desse processo de dor, de sofrimento, de de eh angústia. Nós vamos nos voltar a Deus, vamos retomar o nosso caminho e vamos buscar outra forma de vida, uma forma de vida melhor com Jesus, com o evangelho, a fim de que o o sofrimento fique no passado. Mas na codificação espírita, nós vamos encontrar muitas vezes eh essa expiação como a palavra castigo. Então, muitas vezes a gente lê lá e o castigo, duração
im de que o o sofrimento fique no passado. Mas na codificação espírita, nós vamos encontrar muitas vezes eh essa expiação como a palavra castigo. Então, muitas vezes a gente lê lá e o castigo, duração do castigo, na verdade se refere à expiação, porque castigo não existe. Esse castigo de um Deus punitivo que escolhe eh sem ter qualquer tipo de parâmetro ou razão ou justificativa, não. Nós vamos passar pela expiação, que é o sofrimento, a reparação ali daquele erro cometido na medida das nossas forças. Então, a duração dessa expiação está lá também no céu e inferno. Vai depender muito da melhoria do espírito que é responsável, culpado, porque não existe nenhuma expiação por tempo determinado. Como diferente de como a gente pensa, não, eu preciso passar agora que eu sei que eu errei, eu estou condenado a passar nesta minha reencarnação com tal expiação. Não tenho eh o merecimento para ser feliz. Isso não é verdade. Isso é uma crença eh nossa que tem origem no no nas religiões do passado, as punitivas. Porque o espiritismo nos diz que o nosso sofrimento, a nossa expiação vai ter termo, vai acabar quando nós sinceramente nos voltarmos para o bem. O amor cobre a multidão de pecados. Então, a partir do momento que nós realmente nos decidirmos para essa mudança, o sofrimento, essa expiação vai ter fim, bate em retirada. E também estão nesse sentido as palavras de Paulo de Tarso, quando ele disse que o castigo é uma certa soma de dores necessárias a desgostá-lo da sua deformidade pela experimentação do sofrimento. O castigo, né, ou ali a expiação é o aguilhão que estimula a alma pela amargura a dobrar, a se dobrar-se sobre si mesma. e a buscar o porto da salvação. Então, a expiação só tem por fim a reabilitação, a redenção, nada de castigo. Agora, se nós vivêsemos só com as facilidades, fazendo ainda tantas coisas equivocadas, com essa consciência de sono, sem nos voltarmos para o que realmente importa perante a nossa vida imortal, será que nós avançaríamos? Será que teríamos essa graça de
o ainda tantas coisas equivocadas, com essa consciência de sono, sem nos voltarmos para o que realmente importa perante a nossa vida imortal, será que nós avançaríamos? Será que teríamos essa graça de distinguir o certo do errado sem eh praticarmos o erro, sem passarmos pela lama? dificilmente. Tanto que a o sofrimento, as dores, elas nos nivelam a todos e nos atingem todos enquanto humanidade. O livro Desperte e Seja Feliz, a benfeitora vai tratar no capítulo 9 a respeito da culpa, do arrependimento e da reparação, e nos traz ali personagens do evangelho de Jesus extremamente importantes e que também passaram por essa fase, passaram, não ficaram. Ela vai falar a respeito de Simão Pedro, que nega Jesus três vezes, mas ele se arrepende logo em seguida e para compensar o seu erro, ele se entrega de alma, de corpo, de espírito, a partir daquele momento paraa causa de Jesus e se entrega e se torna o pilar de segurança para o erguimento do evangelho de Jesus. em todo o mundo. E Maria de Magdala, que vivia na luxúria, vivia na licenciosidade, licenciosidade cercada ali de loucuras, de paixões, com a consciência completamente anestesiada. A partir do momento que ela conhece Jesus, ela se arrepende intimamente, verdadeiramente, ela se renova, ela toma uma outra postura diante da vida e repara sim, porque ao final da da sua existência, na mesma existência, ela é tomada pela lepra. E assim ela já começa esse processo de depuração da sua alma pelos males que ela fez a si mesma. A benfeitora ainda traz Zaqueu, cobrador de impostos, que ficava eh empurralando as suas vítimas na cobrança de taxas altíssimas e depois se arrepende porque reconhece que estava agindo em erro. E ao ter contato com Jesus, ele se recupera e se torna um exemplo do evangelho de abnegação e de bondade já na própria, naquela mesma reencarnação. Porque às vezes a gente fica pensando assim: "Ah, mas eu tenho muitas reencarnações, tá muito difícil nessa, vamos deixar pra próxima". Não é hoje o momento, né? O
própria, naquela mesma reencarnação. Porque às vezes a gente fica pensando assim: "Ah, mas eu tenho muitas reencarnações, tá muito difícil nessa, vamos deixar pra próxima". Não é hoje o momento, né? O evangelho nos convida há mais de 2000 anos que Jesus veio nos convidar. Então, não protelemos mais, porque a gente não sabe se amanhã não vai ser muito mais difícil que hoje. E aí também ela traz Judas Iscariotes, né, que nós sabemos que depois de trair Jesus com um beijo, ele não consegue lidar com a consciência culpada, com aquele amargor, com aquele arrependimento e sem estrutura moral nenhuma, acaba enlouquecendo e se arrojando para o suicídio. E aí nós sabemos que ele reencarna depois eh, a em vestindo, né, eh, trajes de heróis, de mártires e resgata, né, as suas faltas. Paulo de Tarso também, a benfeitora não coloca, mas nós nos lembramos dele porque na no início da sua trajetória ele perseguiu os cristãos, ele ficou muito abalado, se sentiu muito culpado pelos crimes praticados depois que ele se converte, né, de Saulo se torna Paulo. Mas isso fez com que Saulo desenvolvesse um sentimento de culpa terapêutica. Ele também não fica estacionado. Ele sabia que era o responsável por tudo aquilo ocorrido com os cristãos, o primeiro perseguidor dos cristãos, aquele que foi o responsável pela morte de Estevão. Mas ele não se abate. Ele se compromete a corrigir as suas atitudes e a vivenciar intensamente os ensinamentos de Jesus, os divulgando a todos, a sendo aquele que iniciou as peregrinações para espalhar o evangelho de Jesus. Então, a benfeitora vai nos trazer o antídoto para a culpa. A forma de diluirmos esse sentimento que nos prende, que nos prejudica tanto, ela vai nos apresentar o perdão. Esse perdão que nós direcionaremos para nós mesmos, também para aquele que foi a nossa vítima, a comunidade, a natureza, não uma condescendência com o erro, mas esse olhar com de compaixão para com ainda a nossa imaturidade espiritual, porque a paz e a culpa não podem viver juntas. Então se torna
comunidade, a natureza, não uma condescendência com o erro, mas esse olhar com de compaixão para com ainda a nossa imaturidade espiritual, porque a paz e a culpa não podem viver juntas. Então se torna necessária a compreensão da nossa própria fraqueza e aí fica mais fácil de seguirmos adiante. Nós temos então que assumir essa coragem de pedir o perdão. Temos que desenvolver essa capacidade de perdoar, porque esses são os dois mecanismos terapêuticos libertadores da culpa. Do contrário, ocorrerá, como também nós estamos vendo neste capítulo em que Carlos carrega consigo essas faltas cometidas no passado, esses abusos perpetrados por si e aqueles a quem ele prejudicou, que conseguem eh eh serem atraídos para ele, manter essa comunhão psíquica através da obsessão, justamente porque ele não se perdoou e ele não se modificou a ponto de iniciar o processo do arrependimento, da expiação e da reparação, mas é um prelúdio, o início do seu tratamento e que nós vamos ver no decorrer desta obra magnífica. Então, nosso querido Marcelo agora, boa noite, está com a palavra para dar continuidade aos aprofundamentos do capítulo. Marcelo, seja bem-vindo. Boa noite. >> Muito obrigado, Gi. Muito obrigado a todos que nos assistem. É uma grande alegria aqui estarmos mais uma vez. Eu gostei muito do que você trouxe para todos nós, de muito, porque você fez, de uma certa forma, nos deu uma receita. o que o Espiritismo nos traz como receita para que não encorramos mais uma vez nos múltiplos equívocos que nos trouxeram até os dias atuais, com os dramas da loucura e da obsessão que muitas vezes nos acomete de tantas formas. Se nós pudermos aqui rapidamente trazer uma espécie de uma alguns detalhes do capítulo, né, o drama humano, as dores que acometem Carlos e particularmente nesse capítulo capítulo, né, Carlos? Então, se nós pudéssemos aqui pontuar como a sua mãe descreve uma criança introspectiva, silenciosa, retraída, na adolescência, o seu comportamento vai se agravando, afastamento dos amigos,
é, Carlos? Então, se nós pudéssemos aqui pontuar como a sua mãe descreve uma criança introspectiva, silenciosa, retraída, na adolescência, o seu comportamento vai se agravando, afastamento dos amigos, desinteresse pelos estudos do rendimento escolar caindo e o diagnóstico médico acadêmico, esquizofrenia catatônica. E aí, com a o falecimento do pai, o desencarne do pai, a situação se agrava. Mãe aflita, busca ajuda naquela instituição, muita dor, muita, muita angústia, mas é recebida com muito carinho, com acolhimento muito especial. E segundo o Dr. Bezerra de Menezes, né, que examina Carlos, ele é trazido em desdobramento do sono para estar ali naquele momento. E o capítulo traz isso de uma forma muito interessante. E e o diagnóstico de Bezerra é corroborado, eh corrobora com o diagnóstico acadêmico. fala, o diagnóstico psiquiátrico está correto, mas existem causas mais profundas eh com relação às questões dessa enfermidade, né? Estavam gravadas no perespírito, na sua consciência, os escaninhos da alma e a nos trouxe as questões da culpa. Em vida passada, Carlos fora um homem arbitrário, entregue ao abuso, as questões relacionadas ao poder, desregrado, desregramento sexual, também atitudes que feriram profundamente outras almas e uma delas até acompanhava de forma obsessiva, de uma forma muito vingativa, uma espécie de monoideísmo, um rosto meio que transfigurado. urado, aquelas ideias, aquela coisa bem complicada. E ao reencarnar, Carlos não esquece o que fizera, pelo menos inconscientemente. A culpa, como a nossa Gixe, de forma muito especial, mesmo sem memória consciente, ela permaneceu viva na estrutura perespir espiritual do nosso Carlos. E como vai dizer Manuel Flumines Miranda, a consciência individual representada de alguma forma representa de algum modo a cósmica, a consciência cósmica, que não se poupa quando se descobre em delito. Veja a necessidade que todos nós temos deste ajuste íntimo, onde está escrita a lei de Deus? Pergunta 621. na consciência. Quando nós saímos deste
smica, que não se poupa quando se descobre em delito. Veja a necessidade que todos nós temos deste ajuste íntimo, onde está escrita a lei de Deus? Pergunta 621. na consciência. Quando nós saímos deste prumo, é natural que os processos reeducativos se demos a GI trouxe processo de arrependimento, expiação e a reparação. E assim o transtorno que hoje dacera o Carlos é também esse processo de autorreparação inconsciente, onde a mente vai buscar purgar as suas faltas pelo silêncio, pelo recolhimento, pelas muitas vezes pela alienação do mundo. E aí tem um pedaço que eu separei literalmente do capítulo que fala assim: "O esquizofrênico, segundo a escola bleoleriana, não tem destruída conforme se pensava antes, a afetividade, nem os sentimentos. Somente que os mesmos sofrem dificuldade para serem exteriorizados em razão dos profundos conflitos conscienciais, que são resíduos das culpas passadas. E porque o espírito se sente devedor, não se esforça pela recuperação ou teme-a a fim de não enfrentar os desafetos, o que lhe parece a pior maneira de sofrer do que aquela em que se encontra. Vejam aí o processo de autopunição, mesmo que inconsciente, o espírito culpado, ele numa tentativa de punir-se dos equívocos do passado, todos esses processos se desencadeiam de uma forma tão diferente e cada um vai ter, sem dúvida, as suas características. E aí a gente percebe e melhor dizendo, Manuel Flumengo de Miranda fala que nesses casos muitas vezes essas situações e e Bleuler, Eud Bluller fala que essa esquizofrenia ela vai se encontrar no paciente de forma latente. E ela eh, como é que ele fala? Ele fala, eh, pois que acentuamos eh e lhe é imposta desde antes da concepção fetal. Olha só que coisa interessante que o capítulo nos traz. E aí fala que razão é essa que muitas vezes a sintomatologia das questões neuróticas, a produção muitas vezes de personalidades alteradas vão mostrando estes esses esses dramas que o espírito apresenta. E muitas vezes vai nos vamos perceber no próprio
matologia das questões neuróticas, a produção muitas vezes de personalidades alteradas vão mostrando estes esses esses dramas que o espírito apresenta. E muitas vezes vai nos vamos perceber no próprio capítulo quantas vezes numa tentativa de fuga os esses estados esquizofrênicos migram para algumas situações de autismo. está no capítulo, vale a pena reler então a ciência médica, se a gente agora tentando de alguma forma num olhar acadêmico e a gente volta aqui a Eugene Bleuler, esse suíço, né, sem eh que vai nos trazer as questões relacionadas à esquizofrenia, ele nos coloca que isso teria uma espécie, seriam duas divisões, duas partes. as questões fisiológicas, ele trata como afecção fisiógena, mas também nos fala de uma ampla estrutura, uma superestrutura psicógena. Veja, fisiógena, fíio de corpo, gena de gênesis, origem, e psicógena, psiquismo mais a origem, gena. Então esta superestrutura tem um lado, sem dúvida, biológico, material, mas tem um lado emocional, tem um lado espiritual. E aí a gente percebe nesta dinâmica que a ciência avança sem dúvida, mas que a razão e a origem está sem dúvida no espírito, as pesquisas de Paul Eugene Blurer, como foram tão importantes. Ele nasceu no mesmo ano da codificação, nasceu em 1857, curiosidade interessante, né? era um psiquiatra suíço, notável e pelas suas contribuições, né, no estudo da esquizofrenia, ele tentou ele ele inicialmente traz a demência precoce, mas substituiu esse conceito pela esquizofrenia, trazendo uma abrangência muito maior. E a própria palavra esquizofrenia, quando a gente faz uma disseca ela, a etimologia da palavra esquiso vem do grego dividido. Frene vem de mente, mente dividida. Esquizofrene, esquizofrenia. Olha como é interessante isso. E aí, desse modo, ele entende as questões relacionadas à condição da demência precoce, que não era simplesmente não era exclusiva de jovens. Ela podia estar aí espalhada por todas as partes. Nós, eu acabei até pesquisando alguma coisa de Eugene Blurer e eu não conhecia,
emência precoce, que não era simplesmente não era exclusiva de jovens. Ela podia estar aí espalhada por todas as partes. Nós, eu acabei até pesquisando alguma coisa de Eugene Blurer e eu não conhecia, tinha ouvido falar e através da obra a gente lê um pouquinho e para que a gente pudesse ter esta conversa aqui com vocês, acabei pesquisando um pouquinho, né? Ele foi nomeado diretor da clínica psiquiatra de de eh Hanal. Eh, é um hospital ali num numa ilha do rio Reno, era um monastério. E ele faz ali uma, esse hospital tinha condições muito complicadas, muito, muito débeis. Ele acaba melhorando a condição dos pacientes. Isso é um pequeno parênteses, né? Depois ele volta, vai paraa Zurik, né? Vai para pra cidade de pro Gartsley e aí vai pro hospital psiquiátrico da Universidade de Zurik. E um fato interessante, quando ele assume o cargo, ele emprega quem? Cal Gustavo Jung. O nosso Jung, que Joana faz tanta referência. É uma é uma coisa interessante. Começou ali como trainiy. Trainy é como se fosse um estagiário, o nosso Jung. E vemos a importância tão grande que ele teve para para as questões da psicologia, da psiquiatria, trazendo as questões do espírito, das suas problemáticas e que Joana aborda de uma forma tão especial. E a nossa Gixe parte da obra. Então, a ciência psiquiátrica representada por nomes como Eugene Bluller, que é citado neste capítulo e que cunhou o termo esquizofrenia, reconhece que a esquizofrenia é um transtorno que tem esses dois componentes. A parte física, ele trata de a afecção fisiógena com e também esta ampla superestrutura psicógena. E aí vamos ver na parte, principalmente na parte fisiógena, as alterações orgânicas no cérebro, disfunções neurobiológicas, as questões bioquímicas. Então, essas dimensões da parte fisiológica, da fisiógena vão justificar, sem dúvida, os tratamentos psiquiátricos, mas também a farmacologia. Veja como não devemos prescindir da medicina tradicional quando estas situações ocorrem, porque são dois componentes sendo tratados, a parte
a, os tratamentos psiquiátricos, mas também a farmacologia. Veja como não devemos prescindir da medicina tradicional quando estas situações ocorrem, porque são dois componentes sendo tratados, a parte física e a parte espiritual, que é a gênese, que é a origem. Bleer, então ele não para simplesmente nas questões fisiológicas, ele percebe que o quadro não se restringia simplesmente na questão física do corpo. Aí ele vai nas questões realmente da da psíquicas. Essa estrutura psicógena amplia a visão e vai trazer as questões da superestrutura psicógena, como está ali no capítulo, este conjunto de fatores psicológicos, emocionais, subjetivos que vão moldar e vão intensificar os sintomas, incluindo uma série de situações, traumas, cacuetes, esse, nossa, um monte de coisa. Então, a mente interage com o corpo, o físico pode desencadear o transtorno, mas o psiquismo, o espírito, a psique, vai lhe conferir forma, expressão e até a intensidade. E é justamente nessa superestrutura mencionada no capítulo que o espiritismo intensifica as questões relativas aos fatores morais. e espirituais. Conforme explica, eu estava lendo aqui outras obras também do psiquiatra Leonardo Machado, a esquizofrenia envolve alterações neuroquímicas, esta predisposição genética, vai falar de traumas e uma série de outros fatores que eu não sou médico, então comecei a pesquisar. Então, mas não é uma visão puramente acadêmica que estamos trazendo aqui. E os espíritos nos falam isso, porque mesmo eh o nosso acadêmico Bler, ele admite uma causa primária, ainda incerta para as questões acadêmicas, mas para a doutrina espírita. A raiz está além da epigenética e da neurofisiologia. está na alma, nas suas vivências, nas suas experiências anteriores, nos débitos assumidos e nas culpas não reparadas. Emanuel Flomen de Miranda aprofunda dizendo que a mente sede das decisões e da memória das questões morais imprimem num perespírito marcas de desequilíbrio. E o perespírito, por sua vez, ao reencarnar, ao voltar no cenário da
aprofunda dizendo que a mente sede das decisões e da memória das questões morais imprimem num perespírito marcas de desequilíbrio. E o perespírito, por sua vez, ao reencarnar, ao voltar no cenário da Terra, o o perespírito segue com a gente molde o corpo com as tendências mórbidas que vão que se manifestam de uma forma destes distúrbios, destas questões mentais. E o Carlos tinha o quê? Quais eram os sintomas que ele apresentava? Sintomas clássicos, rigidez muscular, pupilas pouco reativas, mãos catatônicas. Tá ali, mãos úmidas, frias, sem pressão. E a gente vai ver em alguns sintomas atrofias glandulares, distúrbios hormonais. E voltando a a à visão acadêmica e vendo as questões destes sintomas principais, se a gente olhar nas páginas médicas, nós vamos ver que esses esses sintomas da esquizofrenia catatônica, eles são muito variados, lógico, e podem, como a gente olha aqui, eu tô com uma série de livros aqui, podem afetar a mobilidade, o comportamento da pessoa, causa um estopor, eh, a pessoa pode ficar assim móvel, não fala muito, não fala por longos períodos, muita agitação, muita agitação, questões psicomotoras, inquietação. E olha aqui no capítulo a gente vai ver Manuel Flomeno de Miranda citando as questões do sistema extrapiramidal. O que que é isso? Sistema extrapiramidal. interessante, né? Esse esse sistema extrapiramidal é é é uma rede neural e que junto com eh ele vai regular o sistema, o controle motor, melhor dizendo, e é responsável pela modulação, regulação de movimentos, movimentos involuntários, postura, tôus muscular, coordenação. toda uma situação que a gente percebe que passam a ser afetados com todos estas estas punições que o próprio espírito impõe ao corpo, porque é alma devedora, ainda aprisionada nas questões da culpa, como a nos trouxe. Então, nós vamos ver aí comportamentos dos mais diversos. mutismo, ausência ou pouca fala, estereotipias que ocorrem, né? movimentos repetitivos, os cacuetes de toda ordem, negativismo, negação sistemática de tudo que é dito e
mportamentos dos mais diversos. mutismo, ausência ou pouca fala, estereotipias que ocorrem, né? movimentos repetitivos, os cacuetes de toda ordem, negativismo, negação sistemática de tudo que é dito e pedido. E e a gente tá trazendo aqui alguns pontos, porque isso pode variar, é uma um uma faixa de possibilidades impressionante. Impressionante. Então, além disso, ele sofria as questões da obsessão espiritual severa, severa, que agrava muito as questões metabólicas e com a ingestão de fluídos deletéreos, as questões das alterações do do fluxo enzimático, lentidão do sistema nervoso autônomo, tudo isso se passou. E aí a esquizofrenia, então não era apenas um distúrbio cerebral, mas era um transtorno integral da alma, da mente e naturalmente do corpo. Qual seria o tratamento integral? Veja que nós temos que envolver a parte da ciência com as possibilidades do amor, do espiritismo, fazendo este combo, se é que eu posso utilizar dessa palavra para que o tratamento ocorra. Então, qual seria o plano de auxílio pro Carlos? sem dúvida vão envolver muitas frentes. A a desobsessão, como é mencionada, Dr. Bezerra menciona, né, para aliviar aquele primeiro momento, a influência dos adversários espirituais, lógico, a fluidoterapia, os passes magnéticos, o acompanhamento médico, pois a a o medicamento são indispensáveis, né? o evangelho no lar, as preces e a terapia ocupacional e sem dúvida a questão da da caridade. Caridade. E Miranda vai nos alertar que a cura plena, total ela não vai talvez ocorrer nesta vida. É verdade, também está lá no capítulo. Mas o importante não é a manifestação do alívio imediato, mas a construção, palavras de Manuel Flomin de Miranda, a construção da eternidade. Então, a visão de Eugene Bleuler demonstra muita sensibilidade ao reconhecer a complexidade da esquizofrenia. vai muito além do reducionismo biológico e ele vai perceber que a mente, a psique, moldam a doença, ainda que ela tenha as raízes no cérebro. E a doutrina espírita, por sua vez, amplia esse
izofrenia. vai muito além do reducionismo biológico e ele vai perceber que a mente, a psique, moldam a doença, ainda que ela tenha as raízes no cérebro. E a doutrina espírita, por sua vez, amplia esse entendimento, considerando a existência de uma alma imortal que carrega experiências pretéritas, as quais naturalmente influenciam a sua atual existência e a sua saúde mental. Assim, a esquizofrenia, ela pode ser compreendida como uma enfermidade multifatorial, que clama, sem dúvida, por uma abordagem integrada, a parte biológica, material, para que haja uma estabilização, a parte psicológica para que a gente possa compreender algumas situações e os dramas e a parte espiritual que nos convida. vida à transformação. Carlos está em processo de reparação. É verdade. Ele sofre hoje os efeitos de atos de outrora. atitudes em que em outro tempo lhe pareceram totalmente justificáveis, talvez até prazerosas e relevantes naquela época, mas agora ressurgem como instrumentos educativos, exigindo naturalmente esforço, sacrifício e fé. E aí a gente lembra do Cristo, as palavras do Cristo. Tá lá no Evangelho de Mateus, no capítulo 7, acho que é versículo 12. Não façais ao próximo aquilo que não quereis que vos façam. Carlos em outra existência rompeu esse mandamento e agora a sua alma desejosa de regeneração, comprometida esta alma com o dever da reabilitação, mesmo que através da dor clama por uma nova situação. E neste processo de autopunição se vê aprisionado nessas condições que o convidam a uma nobre e uma investida para dentro de si mesmo. As culpas que a nossa Gisele trouxe e nos deu grandes receitas para que a gente possa seguir melhor. Há um dever moral, um dever moral que está muito bem pontuado no livro Evangelho Segundo o Espiritismo, no capítulo 17. Sede perfeitos. E este dever é a obrigação moral diante de nós mesmos primeiro, depois para com o próximo. O dever vai nos dizer, o espírito Lázaro é a lei da vida. começa no mais íntimo da consciência e termina na fronteira da
r é a obrigação moral diante de nós mesmos primeiro, depois para com o próximo. O dever vai nos dizer, o espírito Lázaro é a lei da vida. começa no mais íntimo da consciência e termina na fronteira da consciência dos outros, onde não gostaríamos também que fosse atravessada, fazer ao outro que gostaríamos de receber e não ultrapassar este limite. Carlos, nesse sentido, cumpre mesmo inconscientemente o seu dever reparador. E nós aqui estamos de uma certa forma lúcidos. minimamente esperamos e conscientes qual o nosso dever diante da dor do próximo. Eu diria, e conversávamos com a Gisélia a respeito de uma série de Jesus, The Chosen, né, que ela falava o dever que o mestre fala de não julgar, o dever de compreender a fragilidade. Somos mais frágeis do que maus. E o dever de amparar com paciência e fé. A ciência avança, sem dúvida. A medicina vai evoluindo, mas a chave de toda a cura verdadeira continua sendo esse amor. Amor em ação. O que que é amor em ação? é caridade e fora dela não há salvação, não haverá um mundo melhor. E aí ouvimos a história do nosso Carlos e saibamos ver além da carne e que a gente possa aos pouquinhos cultivar as questões relacionadas à compaixão, renunciar às questões de castas, de etnias, dos preconceitos que nos afastam da humanidade, vivendo o evangelho de forma prática, auxiliando como pudermos, seja com gesto, uma prece, uma escuta, um abraço, porque o espírito de verdade vem, nos ensina que o espírito, o espiritismo veio levantar os véus do templo para que a luz do entendimento brilhe sobre as nossas consciências. Eu vi que a nossa Giões de Paulo de Tarso. Gostei muito do que você falou, Gi. O nosso Saulo, que foi um dos maiores, o o primeiro perseguidor dos cristãos e diante da visão magnífica na estrada de Damasco, dá-se conta de que ele estava no caminho equivocado. E aí todo o processo regenerativo não se acrisolou na culpa, partiu para o trabalho imediatamente, mas sem dúvida os esforços necessários e ele é ansioso de aproveitar Abigaí, sua
caminho equivocado. E aí todo o processo regenerativo não se acrisolou na culpa, partiu para o trabalho imediatamente, mas sem dúvida os esforços necessários e ele é ansioso de aproveitar Abigaí, sua amada querida, isso está na obra Paulo Estevão, havia desencarnado e ele com muita saudade havia também apedrejado o seu irmão Estevão e todos os dramas, todas as situações que o afligiam. Mas num determinado momento na obra, acredito que no capítulo três da segunda parte da obra, Emmanuel vai nos trazer ainda na ansioso, ansioso de aproveitar os instantes que estava ali com Abigail e Estevão, que aparece, aparecem para ele em espírito. E aí ele vai e faz a pergunta mental para Abigail. O que fazer para adquirir a compreensão perfeita dos desígnios do Cristo? E a resposta dos lábios espirituais de Abigail traz a seguinte afirmação: ama Paulo. Ama, ama Saulo, não era Paulo ainda. Ama Saulo fica abismado aquilo, mas ele segue. Como proceder de modo a enriquecer esta virtude divina? Como fazer para que a minha alma possa alcançar as mais altas e elevadas expressões de esforços com Jesus Cristo? E Abigaio nos traz a resposta: trabalha, Saulo, trabalha. Segue o interrogatório. E que providências, Abigail? Adotar contra o desânimo destruidor que nos acomete a todos. Abigail fala: "Espera". Mais adiante, como eu devo conciliar as grandiosas lições do evangelho com a indiferença dos homens? Perdoa. Ela falou de perdão. Ai, falou de perdão. E os as lições, os conselhos de Abigail talvez sirvam para a nossa vida cotidiana. nas nossas necessidades constantes de evolução e aprimoramento. Amemos primeiro. Trabalhemos intimamente para este homem velho dar lugar a um homem novo. Mas o trabalho requer perseverança, esforço e as coisas não são da noite pro dia. Por isso, espera, esperemos. Porque muitas vezes aqueles que nós fomos os algozes ainda não nos perdoarão, mas nós como já conhecedores das verdades, perdoemos. É o conselho de Abigail para Saulo. Ama, trabalha, espera e perdoa, pois com certeza dias
queles que nós fomos os algozes ainda não nos perdoarão, mas nós como já conhecedores das verdades, perdoemos. É o conselho de Abigail para Saulo. Ama, trabalha, espera e perdoa, pois com certeza dias melhores virão. E essas enfermidades que acometem tanto o corpo como a alma, um dia serão páginas do passado num talvez num museu bem distante em mundos inferiores. Muita paz. Que Jesus possa nos abençoar e muito obrigado pelo tempo. >> Nós que agradecemos pela sua suas considerações, pelos seus apontamentos, sua aula sobre esquizofrenia. ficou aí a a aguçar a curiosidade do Lebl. Eu nem sei pronunciar, hein, Marcelo. Vamos praticar o francês. E aí, eh, enquanto você falava, né, tão poeticamente, agora no final, me recordei de uma frase da mentora Joana, que ela disse assim que quando o amor se ausenta, a dor se instala, né? Então, todas as vezes que nós estivermos padecendo é porque nós não soubermos, não soubemos amar. Obrigada, Marcelo, mais uma vez também. Obrigada a todos aqueles que estiveram conosco nesta hora, nestas reflexões, que possam servir pro nosso despertamento, para que a nossa consciência esteja cada vez mais em alerta e, como recomendou o nosso mestre, que possamos vigiar e orar cada vez mais. Uma excelente noite e muita paz a todos.
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