Estudo da Obra – Loucura e Obsessão | T7:E33 – Cap. 17: Terapia desobsessiva – Parte 1

Mansão do Caminho 22/03/2026 (há 5 dias) 1:00:01 1,109 visualizações 198 curtidas

Na primeira parte do Capítulo 17 de Loucura e Obsessão, o Grupo de Estudos Suely Caldas Schubert analisa os fundamentos da terapia desobsessiva à luz da Doutrina Espírita, destacando os recursos utilizados no atendimento espiritual e a importância da cooperação entre encarnados e desencarnados. O estudo evidencia que a recuperação do equilíbrio exige disciplina mental, mudança de atitudes e sincero comprometimento com o bem. 📖 Obra: Loucura e Obsessão – Manoel Philomeno de Miranda / psicografia de Divaldo Franco 👥 Host e resumo: João Korngold 🔎 Aprofundamentos: Andreia Marshall Netto e João Korngold 📅 Domingos, às 18h30 📺 TV Mansão do Caminho (YouTube) #LoucuraEObsessao #TerapiaDesobsessiva #EstudoDaObra #ManoelPhilomenoDeMiranda #DivaldoFranco #Espiritismo #Desobsessao #Mediunidade #GrupoDeEstudosSuelyCaldasSchubert #MansaoDoCaminho #TVMansaoDoCaminho *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com

Transcrição

Olá, amigos, amigas. Bem-vindos a mais um estudo do livro Loucura e Obsessão de Divaldo Franco pelo espírito Manuel Filomeno de Miranda. Hoje estamos aqui na companhia da nossa querida coordenadora Andreia Marshall. Novamente hoje um programa internacional direto dos Estados Unidos para vocês. E mas antes de começarmos o capítulo 17, vamos eh fazer a nossa precevando nossos pensamentos. pedindo proteção e auxílio aos amigos espirituais para que possamos ter um estudo abençoado, protegido, que possamos aprender, vivenciar e, acima de tudo, colocar no nosso dia a dia tudo que aprendermos. Agradecemos a nossa mentora Sueli Caldas Schuber, sempre conosco, nos inspirando, nos guiando e também a proteção e o auxílio de Divaldo Franco, nosso querido Di, que retornou ao mundo espiritual há quase um ano, mas que sabemos está ativo, e é o espírito de Manuel Filomeno de Miranda, que nos trouxe essa obra brilhante que nos permite aprender, nos permite permite dividir esse conhecimento. Estendemos essas vibrações de amor, de paz, de fraternidade a todos os nossos irmãos que estão perto de nós, nossas famílias, nossos amigos, nossos colegas de trabalho, todos aqueles que partilham nossas vidas. e também a todos que através do mundo estão em dificuldades, vítimas de diferentes acontecimentos mundiais nessas nessa época conturbada. Que todos possam estar protegidos, inspirados, que possam ter resignação e, acima de tudo fé para superar as dificuldades. Agradecendo ao Mestre Jesus por outra oportunidade de estarmos reunidos em seu nome, pedimos permissão de começar os nossos trabalhos. Que assim seja. Então, nós vamos começar hoje no capítulo 17 com o resumo. Eh, o capítulo se chama Terapia Desobsessiva. E Filomeno então nos fala que desde quando se iniciaram as terapias espirituais em favor de Carlos Lício, a irmã emerenciana estabeleceu um programa paralelo de assistência fluídica por meio de passes diários. a fim de manter o equilíbrio emocional dos dois, ao mesmo tempo impedindo que espíritos

s Lício, a irmã emerenciana estabeleceu um programa paralelo de assistência fluídica por meio de passes diários. a fim de manter o equilíbrio emocional dos dois, ao mesmo tempo impedindo que espíritos zombeteiros, ociosos ou exploradores das energias fisiopsíquicas viessem a piorar a situação dos pacientes, mesmo que não estivessem diretamente ligados a eles. Sucede o mesmo na área espiritual ao que ocorre na área física. Eh, o que acontece é que quando existe putrefação, a amostra atrai moscas que espalham degenerescência. O tratamento das alienações mentais, incluindo a obsessão, é muito desgastante por motivos óbvios, exigindo então moralidade, paciência, fé e títulos de enobrecimento por parte daqueles que se dedicam ao trabalho. O que tange ao labor terapêutico para as obsessões, esses requisitos são fundamentais, porque não se os identificando naquele naqueles que os aconselham, eles apontam o bom caminho, ou seja, os dialogadores. Os espíritos doentes e rechaçam-lhe as palavras ante a evidência de que elas são expressas sem verdade, pois não são vividas por aqueles que estão proferindo essas palavras. O paciente, com efeito, sintoniza com os bons conselhos do seu dialogador, nele encontrando apoio emocional, como outros enfermos encontram nos seus médicos, para vencer ou contornar as dificuldades que surgem durante o tratamento. em relação à família, é importante que se considere a contribuição como muito importante, valiosa, porque todo problema psíquico e mesmo físico em alguém traz uma correlação com os membros do clã, especialmente no capítulo das obsessões. É evidente que o enfermo se torna, de alguma forma instrumento de cobrança, mesmo que indireta, para aqueles com quem vive e a quem se vincula por impositivos do passado. O grupo familiar, então, é constituído por seres que se necessitam mutuamente para os cometimentos evolutivos inevitáveis. O grupo do de trabalhos desobsessivos também possui sérias responsabilidades que não podem ser desconsideradas.

uído por seres que se necessitam mutuamente para os cometimentos evolutivos inevitáveis. O grupo do de trabalhos desobsessivos também possui sérias responsabilidades que não podem ser desconsideradas. Cada membro atuante da equipe exerce um tipo de tarefa que se reflete no êxito do conjunto, conforme a conduta que mantenha. Não terminando o tratamento de ambos obsessores e obsediados quando são encerrados os processos da sessão mediúnica na casa espírita, já que prosseguem além das vibrações materiais até com maior intensidade. Foi desse modo, providenciando a decisão da da benfetora emerenciana, destacando especialistas em fluidoterapia auxiliares para fornecer os nos lares dos doentes constantes resultados em torno do adiantamento do processo ou quaisquer outras ocorrências que lhes diziam respeito. Filomeno acompanhava então por intermédio de Filinto o que sucedia com os amigos em tratamento. Carlos, no dia imediato ao desligamento de José Manuel, já liberado da constrição da mulher mãe, que o desculpou no primeiro encontro e graças às energias que recebia dos passistas espirituais, acordou muito bem, com humor relativamente renovado e até otimista. A mãezinha não pôde esconder a agradável surpresa e logo atribuiu a esse resultado a dedicação da irmã emerenciana. Embora não entendesse como sucedia esse tratamento do rapaz, teve a certeza que ele foi beneficiado e redobrou seu entusiasmo íntimo e formulou um plano para sensibilizar o filho em em favor dos valores da vida espiritual. O pai desencarnado, Sr. Empédoclis, que anotara na melhora do rapaz, passou a induzir a esposa ao diálogo oportuno. Ela então, durante um café da manhã, disse ao filho: "Alguns dias visitei uma casa de caridade espiritual que me foi recomendada em busca de conforto moral e paz, desde que seu pai partiu, que adicionamos à saudade, a solidão e o sofrimento. A nossa religião afirma que a vida continua e eu creio nessa verdade. Se ele prossegue vivendo, acompanha os nossos sofrimentos. Como

u pai partiu, que adicionamos à saudade, a solidão e o sofrimento. A nossa religião afirma que a vida continua e eu creio nessa verdade. Se ele prossegue vivendo, acompanha os nossos sofrimentos. Como foi um homem justo e bom, onde quer que seja, que esteja e sei que estará em um lugar de bênçãos, ele não vai ficar indiferente às nossas aflições. Como, porém, saber o que ele nos pode oferecer ou o que deveremos fazer? Por isso, recorri a um senhor que é médium e tive uma entrevista com seu guia espiritual que, segundo pensa, penso, corresponde ao nosso anjo da guarda. O filho exclama surpreso: "Mamãe, a senhora não está se metendo com essas coisas?" "Não, elas são muito perigosas." Ela responde: Inicialmente eu também pensava assim: "Fui receosa, mas eu precisava fazer. Era como se uma força superior me impelisse. Desacostumada àquele gênero de culto, senti-me um tanto confusa no começo. Logo após, observando as reações dos que consultavam o médium, fui me tranquilizando e quando chegou a minha vez, orei com fervor, supliquei auxílio divino e e ele não me foi negado. O médium me falava de uma forma tão real que eu podia sentir que estava em frente, pela vez primeira, com mistério da sobrevivência. Tudo me indicava que se tratava de um espírito de luz. E o que a senhora foi fazer lá? Fui pedir ajuda a nós, a sua doença assim tão complicada. E aí, eh, Carlos, eh, depois de um refletir um pouco, disse: "É curioso isso. Antes eu sofria de pesadelos que me davam trégua toda vez que dormia, raramente conseguindo repousar. Durante esses dias, porém, teve uma diferença. Os sonhos continuam, mas já não me desequilibram. Eu me senti num tribunal sendo julgado por crimes horrendos de que na hora eu me recordava. A acusadora era uma mulher demônio, depois foi um homem Satanás. Diziam que eu os matei e o mesmo fizera seu filho. Dentro de mim, eu sabia que era verdade, apesar de agora não me recordar. Houve uma discussão forte, mas não agressiva, e ela me perdoou, essa mulher demônio na

eu os matei e o mesmo fizera seu filho. Dentro de mim, eu sabia que era verdade, apesar de agora não me recordar. Houve uma discussão forte, mas não agressiva, e ela me perdoou, essa mulher demônio na outra noite foi a vez do homem que terminou por fazer o mesmo, me perdoando. As pessoas do tribunal, juízes, advogados, eram benignas, sérias e muito justas. Nas vezes em que tal ocorreu, papai estava presente e intercedia por mim. Recordam-me bem de uma senhora negra e idosa, jovial e bondosa, que me sorria, me defendia e me amparava com outro ser de barbas venerandas e incomparável dolçura no olhar, na face e na voz. São eles, meu filho. Louvado seja Deus. Eles quem? Pergunta Carlos. Os espíritos bons. A senhora idosa é irmã emerenciana, guia do médium com quem eu falei e que prometeu me auxiliar. Os outros eu não sei quem são, mas tenho certeza que são anjos do bem. Vamos lá hoje, meu filho. Pediu emocionada a senhora Catarina. Tenho medo, mamãe. Sou louco e posso ter uma crise. Você não é louco, filho. Está doente. É certo. Se vier a crise lá é o lugar ideal. O pai então envolve o enfermo numa onda de coragem que o renova. Carlos, estimulado pela vibração positiva, concordou, afirmando: "Vamos sim, se for como a senhora diz, passaremos então a frequentar a casa". Ela muito feliz acrescenta: "Procure fazer planos que lhe preencha os espaços mentais, a fim de que nada venha a perturbar o nosso os nossos planos. Leia algo bom. A Bíblia, o Novo Testamento. Isso, isso mesmo, filho. Qualquer coisa enquanto eu cuido da casa. À noite, então, no horário das consultas, Filomeno vê entrar o senhor em Pedóclis e os cooperadores trazendo dona Catarina e Carlos para entrevista com a benfeitora. E Felinto também indica a presença de Lício, que igualmente viera sob a tutela dos seus fluidoterapeutas espirituais. A irã, irmã emerenciana, que facilitava a entrevista, saudou-os. Sejam bem-vindos à nossa casa. Catarina então diz: "Ah, minha irmã, Deus seja louvada. Felicidade está entrando em nossa família outra vez. É

irmã emerenciana, que facilitava a entrevista, saudou-os. Sejam bem-vindos à nossa casa. Catarina então diz: "Ah, minha irmã, Deus seja louvada. Felicidade está entrando em nossa família outra vez. É como se meu marido ainda estivesse conosco. Hoje eu trouxe meu filho Carlos, a quem convidei e ela aceitou." Emerenciana então gentilmente se dirige a Carlos. Já nós conhecemos, não é, Carlos? Temos estado juntos algumas noites, não é verdade, meu filho? O jovem mal pôde balbuciar. É sim. Jesus, meu filho, é o médico divino de todos nós e eles nos permitiu trabalhar juntos em favor da sua saúde e com outros companheiros que não são juízes, sim irmãos de caridade. E o rapaz surpreso diz: "Nossa, ela sabe de tudo". E ela responde: "Não de tudo, mas de alguma coisa. É certo que sim. Tudo é vida, bênçãos e ninguém se encontra sozinho." Fazendo uma pausa, prossegue esclarecendo: Carlos encontra-se no limear da saúde relativa que o senhor lhe concederá. Uma grande carga de fatores que o angustiavam já foi retirada. Ainda falta muito, porém há de crescer no bem e no amor, a fim de reparar os danos que foram causados pela imprevidência e que necessitam ser regularizados. Dependerá de você mesmo, Carlos, dos investimentos de bondade e de autoiluminação que se permita fazer. A vida vai adquirir um sentido novo e tudo que lhe pareça valioso associe a seu novo plano de existência. lentamente irá compreender a realidade maior que a do espírito eterno. Aí depois ela se dirige a dona Catarina, muito que não conseguia ocultar a felicidade e os encaminhou à Câmara de Passes. Advertindo, o menino ainda necessita de assistência médica, apesar das melhoras apresentadas. Seu psiquiatra, ao constatar a mudança de quadro, ficará surpreso com o resultado do tratamento e com certeza alterará a medicação. Aí era a vez de lício e esse se apresenta mais seguro. Ela pergunta: "Como passa, meu filho?" "Muito bem, graças a Deus, e a irmã." A senhora soube que meu tio esteve aqui. Sim, tomei conhecimento e providências

z de lício e esse se apresenta mais seguro. Ela pergunta: "Como passa, meu filho?" "Muito bem, graças a Deus, e a irmã." A senhora soube que meu tio esteve aqui. Sim, tomei conhecimento e providências para interromper a cilada que fora programada, envolvendo então eh o risco do grave desequilíbrio que a ele assaltava quando saíram do automóvel. Conforme você se recorda do sonho, naquela noite decisiva, a sua vida atual é o refluir dos atos passados. Quando Anete e Felipe se comprometeram, o seu tio é o companheiro de desditas, por duas vezes perturbador do seu antigo esposo, a quem você igualmente infelicitou. Isso, no entanto, é passado. O que agora nos importa são realizações presentes em favor do futuro. Lício então pergunta: "E posso confiar no meu tio que me promete ajuda quando necessário?" Ela responde: "Confiar pode, conviver, porém, não. A convivência responde por muitos males, quando estão juntas às almas feridas dos sentimentos que ainda não cicatrizaram. O dia a dia diminui distâncias que o respeito impõe, propicia vulgaridade quando os que estão muito próximos não se encontram forjados nos metais da honradez e do equilíbrio. Seja a grande maioria dos matrimônios, cujos cônjuges se dizem amar com eterno sentimento e quando passam a viver em conjunto, não tem a necessária existência, como deria, como seria desejar, partindo para agressão, o crime, a separação. Casar é fácil. Difícil é manter o casamento. Você necessita de amigos, não de um amigo especial, confidente, como é do agrado de toda pessoa em conflito. Conhecendo o seu problema, sabendo as suas raízes, se encontram em vidas passadas, você deve digerir com calma o conhecimento e estudar o espiritismo, conforme Allan Kardecou ao mundo. E então vai encontrar a estrutura cultural, racional e emocional para cuidar da sua vida em termos diferentes. Jesus disse que é necessário morrer o homem velho para nascer o homem novo. Aqui estaremos para ampará-lo tanto quanto outros amigos o auxiliarão caso você nos permita fazê-los.

em termos diferentes. Jesus disse que é necessário morrer o homem velho para nascer o homem novo. Aqui estaremos para ampará-lo tanto quanto outros amigos o auxiliarão caso você nos permita fazê-los. Ele também é dirigido, então, à sala dos passes e diz quando sai: "Não me abandone, anjo do bem". Filomeno então se dirige a Dr. Bezerra e pergunta: "A irmã emerenciana, para minha surpresa, sugeriu que Lício estudasse as obras do codificador do espiritismo. Ora, trabalhando ela nesta casa, não é de se estranhar?" Dr. Bezerra então responde: "Não vejo onde colocar a estranheza. A verdade é universal e não é patrimônio de ninguém. Allan Kardec foi missionário escolhido para trazer o consolador, unir a ciência, a religião, colocar a ponte entre a razão e a fé, legando à humanidade essa obra ímpar, que é o espiritismo. Da mesma forma que os homens o estudam na Terra, nós, espíritos desencarnados, estudamos os seus livros para aprender, como você também o faz, e aprofundar observações e estudos maiores, em razão de nos encontrarmos no mundo das causas, vivenciando experiências mais especiais. Aqui são realizados trabalhos muito úteis na primeira fase dos problemas humanos e espirituais. Tod, todavia, para uma aprendizagem libertadora, o conhecimento espírita constitui o repositório da sabedoria que ampara o indivíduo, impulsiona a montanha a acima no rumo dos acumes. Havendo silêncio, Manuel Filomeno então se aquiieta em meditação. Aí terminamos então o resumo. Vamos passar a nossa querida Andreia para fazer a a primeira parte dos aprofundamentos com você, Andreia. >> Obrigada, João. Olá a todos que seguem nesse momento. É sempre uma grande alegria poder estar conectados com conectados com vocês, nós aqui da Flóda, o João e Nova York. E assim a gente segue com os laços fraternos da amizade e também, graças a Deus, a tecnologia. Então, continuando nesse nesse capítulo maravilhoso e a gente agradece muito ao João pelo resumo e trazendo para nós eh que ainda não lemos o capítulo nessas

ade e também, graças a Deus, a tecnologia. Então, continuando nesse nesse capítulo maravilhoso e a gente agradece muito ao João pelo resumo e trazendo para nós eh que ainda não lemos o capítulo nessas informações tão pertinentes, nós da nossa parte, pensando na questão da terapia de desobsessão, nós recorremos a algumas obras, especificamente missionários da Luz e também Dias Gloriosos, Missionários da Luz de Francisco Cândido Xavier. com André Luiz e Dias Gloriosos do nosso saudoso de com Joana de Angeles. E nós gostaríamos de ler algo interessante que o benfeitor Manuel Filomeno de Miranda nos traz para que a gente possa mergulhar no conteúdo dentro do qual nós vamos aprofundar. E ele vai dizer assim: "A providencial misericórdia de Deus dispõe de recursos inumeráveis para alcançar os fins a que se destina. Não obstante, conjugando-se os esforços em ambos os lados da vida, mais eficientes e rápidos são os resultados, ensejando ao mesmo tempo às criaturas encarnadas o conhecimento da realidade de ultratumba, da vida após a vida e a aquisição de valores pela ação da caridade desenvolvida. Quando a gente vê um parágrafo como esse, né, que a gente vai olhar assim, a gente nota a questão do da do da palavra esforço e também falando de como esse trabalho do esforço aos dois lados da vida, eles são mais eficientes e mais rápidos são os resultados quando são aplicados dessa maneira. E é interessante porque vários de nós buscamos a casa espírita, buscamos um templo espírita ou outras organizações para que Deus possa nos auxiliar, para que os bons espíritos possam nos auxiliar, esquecendo de que eles estão sempre fazendo a parte deles e que cabe a nós também buscar através dos esforços fazer a nossa para que o resultado seja mais rápido. Em dias gloriosos, como a gente falou, tem um capítulo que é o capítulo três, em que a nossa mãezinha Joana de Angeles, ela vai falar sobre a interação do corpo e da mente. E ela vai trazer para nós, dentro desse parágrafo que a gente vai ler

um capítulo que é o capítulo três, em que a nossa mãezinha Joana de Angeles, ela vai falar sobre a interação do corpo e da mente. E ela vai trazer para nós, dentro desse parágrafo que a gente vai ler daqui a pouquinho, o esforço que nós precisamos fazer para fazer com que essa interação corpo e mente, ela de fato segue sendo como aquela ferramenta valiosa para a nossa jornada. eh, espiritual enquanto encarnados, enquanto temporariamente aqui. E uma das coisas que me fez muito lembrar essa questão do esforço na busca da cura, na busca da assistência, especialmente quando a gente fala de obsessão, é aquela de Jesus quando ele diz, se encontra em Mateus, quando ele diz: "Vinde a mim todos vós que estais cansados e aflitos e eu vos aliviarei." Então Jesus começa com verbo. Ele, aquela, aquela menção de vir, de ir até ele, demanda um esforço. Todos vós que estais cansados e sobrecarregados, ou seja, não é todos vós que estão leve, cheios de saúde, porque é fácil, mas ele fala, ele faz esse convite para nós. Vinde a mim todos vós, que eu vos aliviarei. E é importante a gente lembrar disso porque muitas vezes a gente buscando a assistência do próprio Cristo, muitas vezes quando não somos correspondidos de imediato, porque nós sempre, sempre, sempre somos amparados, como a gente vai ver na obra de André Luiz e tantas outras, nós falamos que estamos sendo castigados, que estamos esquecidos, que Jesus de fato tem o amado, né? a gente sempre fala dos apóstolos a João foi o o bem amado e não é bem assim. Então, é por isso que a gente gostaria de ler essa partezinha de Joana de Angeles, quando ela vai dizer assim: "O ser humano, ele é todo um universo miniaturizado. Não é possível desassociar-se à mente do corpo e vice-versa, o que o que equivale dizer o espírito da matéria." E ela, nesse capítulo, ela nos lembra o quão avançado a ciência propriamente já está quando vem reunindo cada vez mais provas dessa realidade, dessa interação já reconhecida desde muito tempo, né, nos momentos da prática de cura,

s lembra o quão avançado a ciência propriamente já está quando vem reunindo cada vez mais provas dessa realidade, dessa interação já reconhecida desde muito tempo, né, nos momentos da prática de cura, especialmente com aqueles médicos da antiguidade, quando perceberam que a mente, os pensamentos, ele desempenha um papel muito fundamental no equilíbrio da vida humana. Eu sei que nada que eu tô falando é novidade, mas até para mim mesma esqueço. E eu sei que muitas vezes a gente esquece. E ela cita também a contribuição da área da psicologia, destacando que o estresse, que a repressão de sentimentos, que os conflitos internos, o acúmulo de mágoas, de azedume, de ambição excessível, a falta do próprio amor afetam o próprio cérebro. Nós estamos falando de sentimentos que afetam o órgão físico e que geram desequilíbrios que acabam impactando o corpo. Mas Joana vai dizer também que do outro lado nós vamos ver como sentimentos de esperança, de fé, de amor, de alegria, de paz, os ideais e edificantes, os ideais de de acolher, de buscar aquilo que é valioso pra alma, é aquilo que vai proporcionar para o espírito, para a alma encarnada ou não, essa autar cargas de energias salutares e que pela sua própria natureza, pelas suas vibrações serem bem estruturadas, elas atuam diretamente na nossa constituição, reestruturando-nos de tal maneira que muitas vezes nos surpreende, né? Como Carlos, ele ele acorda e ele sente o bem-estar, ele começa a notar ali a diferença dos tratamentos e de imediato a mãezinha dele vai dizer para ele buscar a leitura edificante, mesmo que seja na Bíblia ou Novo Testamento, porque ele é católico, porque é isso exatamente que vai facilitar o conjunto da assistência espiritual com aquela material. No próprio caso dele, eh, já se sabe que ele teria que continuar com o acompanhamento do médico, que notando a diferença dele, a diferença do seu estado da alma, iria até ajustar o remédio dele. Muitas pessoas têm vergonha de buscar a assistência da psiquiatria, da psicologia, quando isso

médico, que notando a diferença dele, a diferença do seu estado da alma, iria até ajustar o remédio dele. Muitas pessoas têm vergonha de buscar a assistência da psiquiatria, da psicologia, quando isso antigamente, muito, muito, muito tempo atrás, era tabu. Hoje já não é tão tabu assim. E a gente deve insistir porque trata-se do próprio amor. Amor, aliás, que pode influenciar o corpo, embora seja um sentimento, assim também como o medo e a raiva. E é por isso que inúmeras vezes os nossos benfeitores vão nos lembrar de que o pensamento ele desempenha uma função muito importante no conjunto existencial dessa interação do ser humano, percorrendo todas as células do nosso corpo. Isso é legal também da gente ler em Missionários da Luz como passe, ele vai diretamente nas moléculas. Eu gosto de brincar na hora da oração lá na casa espírita. pra gente abrir os poros do perespírito para que as energias salutares possam entrar e ter um efeito no nosso corpo físico. Mas é necessário que a gente possa fazer a nossa parte para que haja esse intercâmbio com eh as o que entre espiritualmente com aquilo que diz respeito à nossa imunologia, ao nosso corpo físico, etc. E é por isso que a prece é tão importante. A gente nota que ela sai da questão meramente religiosa, religar de Deus às criaturas pra área da ciência, que hoje nos demonstra através de várias pesquisas o seu efeito, porque tem a ver com a emissão, com as vibrações das emissões mentais. É como que André Luiz, ele vai dizer que através da oração a gente tenta materializar o pensamento. E isso é muito legal, que André Luiz vai dizer assim: "Todos os nossos desejos e impulsos razoáveis são atendidos pelas bênçãos paternas dos pais. Ainda que nos demoremos nas lágrimas, nas aflições, jamais permanecemos ao desemparo, apenas recordando que as respostas de Deus vão sendo maiores e mais diretas à medida que se intensifique o nosso mérito através dos nossos esforços. Então, a gente vai notar um exemplo bem legal que ele vai trazer na obra Missionários da

Deus vão sendo maiores e mais diretas à medida que se intensifique o nosso mérito através dos nossos esforços. Então, a gente vai notar um exemplo bem legal que ele vai trazer na obra Missionários da Luz, eh, na colônia espiritual nosso Lar, um exemplo claro da questão do esforço pessoal. E ele fala assim, o Benfertor fala para André Luiz, reparem que nestes pavilhões temos 1980 abrigados que dormem. Todos recebem diariamente alimento e medicação comum, mas só 400 dos 1980 são atendidos com alimento e medicação especializados porque se demonstram mais suscetíveis de ajusta melhora. Desses 400, apenas 2/3 se revelaram aptos à recepção de passos magnéticos. Muitos não podem receber, porquanto a água efluviada. Por poucos foram contemplados com sopro curativo e somente dois se levantaram ainda assim profundamente perturbados. E isso me fez pensar, quase 9 bilhões, eu acho, né, hoje em dia, de almas encarnadas na Terra. E eu fico pensando porque a o amor providencial de Deus, ele se estende a todas as suas criaturas, a todos nós. Não importa a nossa crença, não importa nem se a gente acredita no que muitas, muitas de nós pregamos. Tem pessoa que não acredita em Deus, tão quanto? E Deus não esquece o seu filho, a sua filha, a sua criatura. E eu fiquei pensando quantos de nós nos encontraríamos capazes, não somente de receber a medicação alimento normal, quantos de nós estaríamos aptos de já receber aquela que é especializada? Quantos de nós já estaríamos capazes de receber aquela que é extra, né, água fluviadas? E quantos de nós teríamos a capacidade de já estar de pé, embora ainda perturbados? E isso tá bem, porque nós estamos numa numa numa num mundo de provas e expiações. E é por isso que Joana ela vai eh explicar pra gente de trabalhar, de fazer um esforço naquilo que constituias muitas vezes que não são otimistas, que não são pacíficas, que não são alegres. A gente não percebeas porque elas são silenciosas, mas são saudáveis. ao nosso corpo são respostas saudáveis. E eu lembro,

itas vezes que não são otimistas, que não são pacíficas, que não são alegres. A gente não percebeas porque elas são silenciosas, mas são saudáveis. ao nosso corpo são respostas saudáveis. E eu lembro, Divaldo, né, nas palestras, vocês já devem ter escutado e muitas vezes em conversas assim mais nos nos eh reservadas, né, na hora dos breaks, dos eventos e tudo mais, que as pessoas buscavam atrás a orelha dele, porque antigamente as cirurgias plásticas era assim, né? Eu não sei como é que era, mas ele falava que as pessoas buscavam atrás da orelha dele para ver se tinha grampos por conta da pele dele. E ele falava que a plástica dele era o trabalho do bem. Por quê? porque ele se apresentava sempre dinâmico, sempre jovial, sempre preservando dentro do coração dele a caridade em ação pelo trabalho que ele fazia. E nessa obra, mesmo nesse capítulo, nós somos lembrados de que nós podemos também receber a a cura justa através do trabalho que nós mesmos fazendo. E é por isso então que a gente vê esse diálogo tão magnífico, né, tão profundo da da de quando Carlos sendo envolvido pelo paizinho, ele aceita ir pro centro espírita, pra casa espiritual com a mãezinha, onde ela tinha recebido ali o auxílio e ele decide ir com ela, ou seja, ele vai a ao encontro envolvido pelas vibrações do pai para entender um pouquinho mais sobre a vida lentumo E nós já temos esse entendimento, porque tudo que eu tô falando aqui não é novidade. As nossas emissões mentais, elas são carregadas de energias que podem ser depressivas, deletérias, inconformistas, perturbadoras, elas podem ter efeitos danosos, elas podem até chegar a fazer com que outras pessoas entrem nessa mesma nessa mesma nuvem de pensamentos. Não é nem cloud de documentos, né, que a gente coloca no computador. É nossos meos. das nossas vibrações e a gente acaba crindo não somente a nossa defesa imunológica, mas a gente contribui também para a saúde do próximo que se encontra na mesma emissão mental. E aí a gente vai ver de uma maneira muito materna de Joana de

indo não somente a nossa defesa imunológica, mas a gente contribui também para a saúde do próximo que se encontra na mesma emissão mental. E aí a gente vai ver de uma maneira muito materna de Joana de Angeles, ela dizendo assim: "A função da vida física não é sofrer, mas facultar a nós as possibilidades de ampliação dos nossos recursos internos. através do esforço, mais uma vez a palavra esforço, para bem administrar todas as ocorrências que nos afetam negativamente, provocando desajuste e infelicidade. Então, não é que nós estamos sendo culpados. Deus não está ali nos nos eh punindo, nos deixando de castigo. Não é uma questão dessa. São reajustes a aquilo que nós contribuímos. Toda súa do que nós trazemos hoje nessa presente encarnação é aquilo que nós fizemos do nosso passado. Então ela vai dizer, em face desse comando realizado pelo espírito dessa dessa função da vida física de facultar em nós a possibilidade de buscar os recursos, nesse comando que nós temos a capacidade de realizar, a interação mente e corpo deve auxiliar o indivíduo proporcionando autocura, da mesma forma como produz a autorrealização naqueles que se aplicam os meios de libertar-se das aflições emocionais, dos receios injustificados. Por que injustificados? Porque não há o que temer. Deus está com nós, vela por nós, vibra por nós e através de Jesus que tem os seus missionários, que vem nos auxiliar constantemente, de fato não há o que temer. Então, pensando nessa questão do que nós temos, o que nós temos, o essencial, o que nós temos como aquelas possibilidades disponíveis para crescer, para nos realizarmos nessa vida. E aqui a gente não tá nem falando de realizações profissionais, a realização do espírito imortal, estando com enfermidade ou não, nós podemos fazer. estando por situações dificultosas ou não, nós podemos fazer. E quando os espíritos vêm ao nosso auxílio, porque tá muito difícil e eles vêm constantemente, nós, na verdade, precisamos fazer o nosso esforço, reconhecendo que nós somos o herdeiro do nosso passado, que

ndo os espíritos vêm ao nosso auxílio, porque tá muito difícil e eles vêm constantemente, nós, na verdade, precisamos fazer o nosso esforço, reconhecendo que nós somos o herdeiro do nosso passado, que não há como nós muitas vezes postergarmos aquilo que hoje é o momento certo para nós passarmos. E a questão das emissões, né, dessa interação mente e corpo, uma questão que a gente queria falar das emissões mentais, não é somente aquilo que pode causar danos para nós, mas a associação com mentes encarnadas, desencarnadas, como no caso das obsessões. E este livro é uma grande grande ferramenta para o nosso entendimento. Então, os benfeitores nos lembram do esforço muito próprio de cada um de nós, que precisa muitas vezes fazer parte de uma eh alteração do nosso comportamento, o nosso comportamento mental, adotando eh normas elevadas de agir, de pensar, de sentir, mesmo que lentamente a gente consiga alterar as paisagens íntimas e as paisagens difíceis dentro da qual nós transitamos ainda, buscando adquirir esse bem-estar e podendo administrar os aborrecimentos, as as dores, né? a gente vê uma das nossas próprias coordenadoras desse grupo, a nossa Jussara, que já tá fazendo a segunda, não se talvez a terceira cirurgia e tá ali de pé firme, querendo participar de eventos, fazendo a parte dela. Mesmo com dor, ela está buscando adquirir o bem-estar, porque já se dá conta que o que ela está passando é um reajuste, vamos dizer assim, do perespírito e que está tudo bem, está tudo tranquilo, está nas mãos de Deus. Quanto nós já recebemos. Joana vai dizer: "Ninguém vive no mundo sem desafios. Por isso é que a proposta é de digerir, de assumir os acontecimentos, sobrepondo a paz íntima às ocorrências perturbadoras que buscam nos desmotivar para o prosseguimento da luta. É por isso que nós finalizamos o nosso pensamento lembrando daquilo que se encontra em Mateus, no capítulo 11. E eu me esqueço os versículos quando Jesus disse: "Vinde a mim, vinde é esforço todos vós que estais aflitos e

nalizamos o nosso pensamento lembrando daquilo que se encontra em Mateus, no capítulo 11. E eu me esqueço os versículos quando Jesus disse: "Vinde a mim, vinde é esforço todos vós que estais aflitos e sobrecarregados e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu julgo e aprendei comigo que sobrando e humilde de coração e achareis repouso para as vossas almas, pois é suave o meu julgo e leve o meu farto." Ele não fala que eu quitarei o problema, que eu tirarei aquilo que vai te trazer o reajuste das questões do passado. Ele fala: "Achareis o repouso. Nós vamos conseguir administrar de uma forma correta através dos ensinamentos dele. Aprendei comigo que sou brando e humilde de coração." Assim fica o convite que ecou há mais de 2.000 anos. E a gente joga a palavra agora de volta pro nosso querido João. >> Obrigado, Andreia. Excelente aprofundamento da parte da sintonia. Eh, é muito importante a gente entender como esse processo funciona, né? Eh, nós então resolvemos falar aqui do desse processo, no processo de desobsessão, o papel do dialogador, como funciona o trabalho do dialogador. A gente estuda muito mediunidade, médiuns, tipo de mediunidades, tipo de médiuns, trabalho dos médiuns, mas um pouco menos o trabalho do dialogador. Então, nós resolvemos nos aprofundar um pouco nesse tema, eh, o dialogador, que precisa para si próprio fazer a ponte entre a técnica e a caridade. Nós usamos o livro, basicamente, o livro Diálogo com as Sombras de Hermínio Miranda, que é um guia para o trabalho mediúnico, um guia brilhante, eh, um livro publicado pela FEB e que ele nos diz que a atuação do dialogador é uma síntese eh entre técnica espiritual, psicologia profunda e vivência do amor cristão. Porque a o processo de desobsessão é um processo de reeducação, acima de tudo, reeducação do obsessor, do obsediado e do próprio trabalhador envolvido no trabalho. E nós precisamos nos afastar da ideia de confronto ou até de exorcismo, que é o que a gente traz da das nossas da das nossas experiências na Igreja Católica.

próprio trabalhador envolvido no trabalho. E nós precisamos nos afastar da ideia de confronto ou até de exorcismo, que é o que a gente traz da das nossas da das nossas experiências na Igreja Católica. eh e entender para quem faz esse trabalho ou quem participa de reuniões mediúnicas de desobsessão, que a função do dialogador não é de um argumentador, ele é um agente de reconciliação, eh, que a função é estabelecer uma ponte entre o sofrimento do espírito que se comunica e os recursos terapêuticos da espiritualidade. superior. É uma tarefa que exige não apenas conhecimento, mas acima de tudo eh transformação moral. Porque a eficácia do dialogador não está na eloquência, mas na coerência íntima. que espíritos, esses espíritos que se comunicam, os obsessores, eles são espíritos em desequilíbrio, mas eles percebem claramente a autenticidade moral do interlocutor. E essa autoridade moral, na verdade, ela funciona como um escudo vibratório, que o amor, eh, exalado pelo doutrinador, quando é sincero, gera um campo magnético que desarma a agressividade do espírito. E, ao contrário, a incoerência apenas abre brechas para perturbações. Sim, não se trata de convencer pela lógica, mas de tocar pela vibração. Então, o dialogador, quando ele atua, na verdade, eh ele é um terapeuta espiritual, cuja função é ouvir sem julgar, identificar os traumas e as fixações do passado e ajudar o espírito a reinterpretar a sua dor. Porque muitos obsessores têm consciências feridas, estão presos a eventos traumáticos e quando eles são ouvidos reduzem a resistência, quando são ouvidos com amor e se tornam acessíveis, então à renovação. A ideia do diálogo não é para vencer um debate, porque esse isso é uma tarefa às vezes impossível, mas na verdade o que o diagogador busca é libertar uma consciência. Então ele usa a lógica da reencarnação numa maneira de ampliar a visão do espírito, eh, tentar tirar o espírito daquela situação que ele se encontra preso a um ato do passado que causa o sofrimento dele obsessor e do obsediado.

eencarnação numa maneira de ampliar a visão do espírito, eh, tentar tirar o espírito daquela situação que ele se encontra preso a um ato do passado que causa o sofrimento dele obsessor e do obsediado. E mostrar a ele que a vingança aprisiona quem pratica vingança. você fica preso naquele evento e redicionar buscar redirecionar o foco do passado para o presente e o futuro. Então, usar o amor não como um sentimento passivo, mas como uma estratégia de transformação. Mas a gente precisa lembrar que o dialogador é apenas a parte visível e a equipe é multidimensional porque tem os mentores espirituais que sustentam o ambiente, que realizam intervenções fluídicas e desligamentos energéticos e amparam tanto o obsessor como o obsediado. Então, a função do dialogador é manter a sintonia, a humildade e o equilíbrio para servir como instrumento fiel. Humildade sempre, porque quando você eh faz o diálogo, você precisa entender que não há não existe vitórias nem de um lado, nem de outro. apenas você está plantando sementes e o resultado eh depende no fim do livre arbítrio do espírito. Porque o doutrinador ou dialogador, hoje em dia, a gente eh não usa a palavra doutrinador mais, porque doutrinador eh implica em entender como se você estivesse a doutrinar um espírito, a impor conhecimentos, quando na verdade o que você quer é dialogar, trazer conforto, esclarecimento e ajuda ao espírito. eh emidade. O orgulho é um dos maiores riscos. Ou então é importante a humildade porque o orgulho compromete a sintonia espiritual. Muitas vezes, eh, os o o dialogador tem a tentação, e eu falo com experiência própria, porque eu trabalho como dialogador há há quase 30 anos, ele se sente eh tentado a entrar em diálogos eh intelectuais com o espírito, quando na verdade muitas vezes o espírito sabe muito mais intelectualmente que o dialogador. Eu já tive diálogos com sacerdotes eh religiosos. Eh, como é que você pode tentar explicar o evangelho para alguém que entende eh intelectualmente muito melhor do que

ntelectualmente que o dialogador. Eu já tive diálogos com sacerdotes eh religiosos. Eh, como é que você pode tentar explicar o evangelho para alguém que entende eh intelectualmente muito melhor do que você? Então, quando você vem pela parte do amor, do da compreensão e acima de tudo ouvir, porque muitas vezes esses espíritos sofredores, eh, esses obsessores, o que eles precisam é ser ouvidos, eles precisam desabafar. O dialogador, uma das principais funções é saber quando calar, saber quando ouvir, saber dar o espaço para o espírito, dizer o que vem na sua mente, o o que ele necessita eh dizer no sofrimento deles. Mas é preciso que a gente entenda que na recuperação do obsidiado existe uma reconstrução da casa mental, porque você faz o trabalho de desobsessão, consegue afastar o espírito perturbador, como a gente viu no livro, os espíritos perturbadores, tanto do Carlos quanto do Lício. É mais essencial que a gente vê nesse capítulo é reconstruir o mundo íntimo do paciente. A gente precisa eh despolarizar o trauma. O que significa isso? Frequentemente o obsediado tá fixado nas memórias dolorosas. Então, a espiritualidade atua desmagnetizando essas cargas, como a gente viu a irmã emerenciana eh fazendo e e a descrição que Manuel Filomeno nos dá no começo dos capítulos. O porque o que o paciente precisa é ressignificar o passado. Então, aceitar o erro sem se identificar. Esse é o primeiro passo para a cura. Tem um ditado muito de muita sabedoria que diz: "Não adianta chorar o leite derramado, né? E o que que significa chorar o leite derramado?" Todos nós, eh, com certeza sabemos que para você ferver o leite, você precisa ficar ali de olho, porque se você se distrai, o leite derrama. Então, imagine você eh deixou de prestar atenção no leite fervendo ali, foi olhar o telefone, que é o que todo mundo faz hoje, e pronto, derrama o leite. Tem duas possibilidades. Ou você fica se chorando, lamentando o erro, repetindo: "Ai, como eu fui descuidado, ai, por que que eu fiz isso?"

que é o que todo mundo faz hoje, e pronto, derrama o leite. Tem duas possibilidades. Ou você fica se chorando, lamentando o erro, repetindo: "Ai, como eu fui descuidado, ai, por que que eu fiz isso?" Ou então você aceita o que aconteceu, limpa o chão e segue em frente, prometendo a si mesmo prestar mais atenção na próxima vez e não se distrair eh no com o telefone. Na obsessão, o que acontece com o obsediado é semelhante, é muito parecido com isso. Ele permanece emocionalmente ajoelhado diante do leite derramado do passado. A mente fica fixada no erro, na culpa, na dor ou na injustiça. Então essa fixação cria um campo mental repetitivo, uma polarização que mantém o sofrimento ativo. E aí o que acontece? fica acessível à influência espiritual inferior. Eh, a gente no estoicismo aprende com Epicteto e com Marco Aurélio uma frase muito interessante que não são os acontecimentos que nos perturbam, mas a forma como os interpretamos. Então, a verdade as coisas acontecem. Como a gente lê o acontecimento e age para a frente, é o que é importante. Tem um provérbio chinês muito interessante que diz assim: "A melhor hora de plantar uma árvore foi há 20 anos. A segunda melhor hora é agora". Então não adianta lamentar que você não plantou uma árvore há 20 anos. vai lá e planta uma agora porque é a segunda melhor hora. Eh, como a Andreia mencionou, a obsessão é um fenômeno de sintonia. Ela falou da sintonia mental. Então, a recuperação exige uma higiene mental, oração, vigilância, a substituição de pensamentos negativos. Eu sempre lembro do nosso querido Divaldo falando sobre quando você tem pensamentos inferiores, que ele dizia: "Não lutees, leve o pensamento até o fim e substitua por um pensamento positivo." Porque se você fica com lutando contra o pensamento negativo ou inferior, ele permanece dentro de você e você continua pensando nele. que você deixa a ele se concluir na mente e o substitui por um positivo, você está se livrando com uma melhor probabilidade desses pensamentos,

permanece dentro de você e você continua pensando nele. que você deixa a ele se concluir na mente e o substitui por um positivo, você está se livrando com uma melhor probabilidade desses pensamentos, dessas vibrações negativas. E obviamente a recuperação de um obsediado exige um trabalho útil e o serviço ao próximo, porque o bem praticado eleva a frequência espiritual e cria uma proteção natural. Então é importante pro obsediado retomar o controle de si mesmo, fazer escolhas conscientes, desenvolver autodisciplina, fortalecer a vontade através de pequenas decisões diárias. Isso é muito importante. Quando a gente reflete nas dificuldades da vida. A gente tem a tendência de querer dar grandes passos para avançar e se frustrar, se frustrar com a nossa incapacidade de dar esses grandes passos. Quando todos nós podemos dar pequenos passos, todos nós podemos caminhar pouco a pouco em direção ao à nossa evolução espiritual, a liberdade espiritual. É preciso a gente lembrar que ela é construída gradualmente, passo a passo, erro a erro e aprendendo com nossos erros, não eh entrando no processo de culpa que acaba nos prendendo no passado, acaba nos imobilizando eh na capacidade de tomar decisões que nos auxiliem a andar caminhar paraa frente. A nossa evolução depende do aprendizado e da combinação da evolução moral com a intelectual, lembrando sempre que a cura não é solitária, que o ambiente familiar tem que ser harmonizado, que precisamos tentar eh fazer o nosso se tornar uma fonte de renovação íntima para nós. Obviamente não conseguimos controlar todos os habitantes da nossa casa, do nosso lar, mas o que conseguimos transformar nós mesmos e passar aos outros eleva o ambiente espiritual do nosso lar, obviamente com evangelho no lar, eh, que funciona com uma proteção energética e nunca esquecer do trabalho nos grupos espíritas. os grupos espíritas que nos oferecem orientação, acompanhamento, não ter eh receio de dividir com o grupo as nossas dificuldades. Se você trabalha

ca e nunca esquecer do trabalho nos grupos espíritas. os grupos espíritas que nos oferecem orientação, acompanhamento, não ter eh receio de dividir com o grupo as nossas dificuldades. Se você trabalha num grupo mediúnico, eh, é importante refletir em conjunto sobre as dificuldades do grupo, analisar o trabalho que está sendo feito sem vaidades, sem se ofender com as críticas, tentando criar um ambiente de críticas construtivas e de incentivos múos para fazer o trabalho, gerar o resultado que serve ao crescimento de todos. Eh, lembrando sempre que o trabalho mediúnico, o grupo mediúnico existe para a nossa própria a para o nosso próprio crescimento. Muitas vezes as pessoas comentam: "Ah, mas tem tão poucos grupos mediúnicos pelo mundo, como é que pode ajudar todos os espíritos necessitados?" Na verdade, os grupos mediúnicos existem para ajudar os encarnados. Acima de tudo, os encarnados aprendem sobre a realidade da vida no mundo espiritual, recebem lições dos mentores, entendem o sofrimento dos que passam para o lado de lá sem resolver os problemas do lado de cá. Então, eh, é importante lembrarmos disso, porque a gente ouve falar aí de grupos, eh, mediúnicos que estão usando métodos diferentes para tratar os espíritos, vibrações ou não vibrações magnéticas, algumas coisas assim que você ouve falar e que não sabe da onde vem. Eh, lembre-se que o trabalho é para os encarnados. A disobsessão, conforme apresenta Manuel Filomeno de Miranda e Hermínio Miranda, dois Mirandas, é um processo de libertação que envolve o dialogador como instrumento de amor consciente, o obsessor como espírito em sofrimento, passível de recuperação, sempre obsidiado como agente ativo da própria cura. Como ensina Bezerra de Menezes, o tratamento sem renovação moral é apenas temporário. A verdadeira libertação ocorre quando o indivíduo transforma sua intimidade, substituindo o sofrimento pelo serviço e o ressentimento pelo amor. Acabamos, então, encerramos com uma frase de Bezerra de Menezes que nos diz:

ão ocorre quando o indivíduo transforma sua intimidade, substituindo o sofrimento pelo serviço e o ressentimento pelo amor. Acabamos, então, encerramos com uma frase de Bezerra de Menezes que nos diz: "O amor é o único solvente capaz de desintegrar as algemas da obsessão." Encerramos os nossos aprofundamentos por aqui. Andreia, peço para você dar se despedir do pessoal e encerrar os nossos trabalhos de hoje. >> Obrigada a todos. Fantásticas colocações, João. E quem tá seguindo aí, quiser ler mais, se aprofundar, é sempre importante, porque o trabalho da mediunidade, né, João, requer esse esse estudo constante da nossa parte. Eu amei o dissolvente ali no final. Muito obrigada a todos pelo apoio, carinho de sempre e a participação. Boa noite. >> Boa noite. Convidamos a vocês para semana próxima estarem juntos conosco para a segunda parte do capítulo 17 do livro Loucura e Obsessão. Até lá.

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