Estudo da Obra – Loucura e Obsessão | T7:E3 – Cap. 2: Esclarecimentos Necessários – Parte 1
Neste episódio, o Grupo Suely Caldas Schubert dá início ao estudo do Capítulo 2 da obra Loucura e Obsessão, de Manoel Philomeno de Miranda, psicografada por Divaldo Franco. Na primeira parte do capítulo “Esclarecimentos Necessários”, somos convidados a refletir sobre as causas profundas da obsessão e a responsabilidade dos indivíduos frente aos compromissos espirituais assumidos antes da reencarnação. O Espírito Dr. Bezerra de Menezes aprofunda sua análise sobre os vínculos entre o desequilíbrio psíquico e a atuação das consciências desencarnadas comprometidas com o mal. » Host: João Korngold » Resumo: Vânia Maria de Souza » Aprofundamentos: João Korngold e Jussara Korngold 📅 Domingos, às 18h30 📺 TV Mansão do Caminho (YouTube) #LoucuraEObsessão #EstudoDaObra #Capítulo2 #EsclarecimentosEspirituais #ObsessãoEspiritual #Reencarnação #PhilomenoDeMiranda #DivaldoFranco #TVMansãoDoCaminho #GrupoSuelyCaldasSchubert *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com
Olá, amigos, amigas. Muito bem-vindos a mais um estudo do livro Loucura e Obsessão de Manuel Filomeno de Miranda. Estamos hoje na companhia de nossas queridas Vânia, Maria de Souza e Jusara Cornigold, que vão dividir conosco esse estudo do capítulo dois. Mas antes de começarmos, vamos fazer a nossa prece elevando nossos pensamentos, pedindo a inspiração, a ajuda dos amigos espirituais. para que possamos estar unidos, para que possamos nos beneficiar do aprendizado e mais importante para que possamos colocar no nosso dia a dia tudo que aprendermos nesta nesta aula. Estendemos nossos pedidos de fraternidade, amor e vibração aos nossos entes queridos, famílias, amigos. Agradecemos ao mentor Manuel Filomeno de Miranda, que através da psicografia de Divaldo Franco nos trouxe mais essa brilhante obra. a nossa querida mentora Sueli Caldas Schuber, que iniciou os trabalhos desse grupo, agradecendo ao Mestre Jesus por mais uma oportunidade de fazermos o trabalho em seu nome. Pedimos licença para começarmos os trabalhos. Que aqui sim seja. Então, como eu mencionei, nós estamos no capítulo dois hoje e quem vai fazer o resumo para nós é a Vânia. Vânia, é com você. >> Boa noite, querido João, querida Jusara e queridos amigos e irmãos que nos assistem. Como nós vimos no capítulo anterior, o jovem Carlos era portador de esquizofrenia grave. cuja mãezinha, a dona Catarina, foi aconselhada a buscar socorro espiritual de um médium muito conhecido na comunidade. A dona Catarina relutou por ser de formação religiosa católica, mas no entanto, como os recursos médicos redundaram inócos, ela aceitou o convite de uma amiga e foram então consultar o medianeiro. Iniciando o capítulo dois, Filomeno começa o capítulo descrevendo como era o local onde o médium atendia. E como já foi explicado pela querida amiga Tânia, a instituição era de matrizes africanas. Então, Filomeno começa dizendo que o recinto mediúnico situava-se em uma casa modesta e ali transpirava agitação em ambos os planos da vida.
erida amiga Tânia, a instituição era de matrizes africanas. Então, Filomeno começa dizendo que o recinto mediúnico situava-se em uma casa modesta e ali transpirava agitação em ambos os planos da vida. Espíritos desocupados se aglomeravam nas imediações, barulhentos e ociosos, enquanto outros, em grupos pequenos, demonstravam os seus propósitos malfazjos, exteriorizando a animosidade de que eram portadores. Dores de incenso e vela misturavam-se aos de ervas aromáticas espalhados pelos diversos cômodos. Dr. Bezerra de Menezes adverte Miranda quanto à conduta mental que ali deveria ser mantida, de modo a não se surpreender com nada. E quando o relógio da casa assinalou 20 horas, surgiu num recinto um cavalheiro de pouco mais de 40 anos, visivelmente mediunizado, mediunizado, e convidou alguns circunstantes que a que passassem na sala contígua, onde já se encontravam membros do grupo. Foi feito um círculo diante de um altar fartamente decorado, onde se misturavam figuras de santos católicos e outras deidades desconhecidas. Foi entoada música que expressa dor ao ritmo de instrumentos de percussão, um tanto ensurdecedores. E logo depois, a uma só voz, todos do círculo cantavam ao mesmo tempo um tom hipnótico que os sons cadenciados impunham. Diversos médiuns começaram então a entrar em transe em face do ambiente saturado pelas vibrações rítmicas e expressivo número de participantes experimentaram o fenômeno anímico da sugestão e também da histeria no que foram atendidos. Bezerra explicou que se tratava, conforme os dispositivos daquela crença, de um labor, abre aspas, de descarrego das forças negativas, de limpeza psíquica e espiritual, seguindo a tradição africanista. Explicou também que existem outros grupos ainda mais primitivos do que este, dizendo que para cada faixa de evolução remanecem crenças e cultos próprios para suas necessidades. Em dado momento, enquanto prosseguia o culto, o médium, acompanhado por dois auxiliares, dirigiu-se a um pequeno compartimento atrás do altar e
anecem crenças e cultos próprios para suas necessidades. Em dado momento, enquanto prosseguia o culto, o médium, acompanhado por dois auxiliares, dirigiu-se a um pequeno compartimento atrás do altar e sentou-se. Foi possível perceber que a entidade que incorporava o médium se apresentava como mulher procedente da raça branca. O médium em estado sodambúlico encontrava-se semidesligado do corpo físico que se fazia comandado pela comunicante. Dr. Bezerra então passa a explicar a Miranda. O médium antenor vem de um passado lastimável. Arbitrário, ele foi cruel senhor de escravos aqui mesmo no Brasil. proprietário de largos tratos de terra que cultivou com mãos de ferro, espoliando vidas compradas pelas infelizes moedas que possuía. Fez-se temido e detestado, grangeando inimigos à mãeias. E ao desencarnar, defrontou-se com inúmeras das vítimas que se lhe tornaram algzes, tão inclementes quanto ele foi, que não pouparam a ele martírios demorados por mais de 50 anos nas regiões inferiores, onde ele expungiu pela dor grande parte dos males antes perpetrados. Recambiado a reencarnação nos braços de uma antiga vítima, ele foi atirado fora com a maior indiferença, mas mãos caridosas o recolheram, movidas pelo sentimento de compaixão, que o tempo transformou em amor. E ao atingir a maioridade, perseguido pelos adversários invisíveis, ele tombou em rude e penosa obsessão, da qual se recobrou a peso de muita aflição de sua parte e dedicação da mãe adotiva, que o levou ao núcleo de atendimento espiritual, onde eram mais comuns as comunicações de exescravos, graças aos vínculos existentes entre os antigos senhores e os excravos, ora em intercâmbio de reabilitação. O Dr. Bezerra informou que não foi fácil a pugna para um tenor, tomado por crises de loucura iniciadas por dores de cabeça violentas. que o levaram a convulsões de aparência epilética, seguidas de apatia quase total, quando subjulgado pelos cobradores. E após ele esclarecer que a obsessão é virose de vasta gênese e ainda,
violentas. que o levaram a convulsões de aparência epilética, seguidas de apatia quase total, quando subjulgado pelos cobradores. E após ele esclarecer que a obsessão é virose de vasta gênese e ainda, infelizmente, é desconhecida entre os estudiosos da saúde física e mental, o Dr. bezerra prosseguiu quando em lucidez a mãezinha exortava antenor ao bem e esclarecia a respeito do mal que o afligia e da necessidade de ele dedicar-se à mediunidade bem fazeja pelo amor e ajuda aos que ele deixou em aflição, resgatando assim os erros do passado. A pouco e pouco, o moço se permitiu conscientizar da grave responsabilidade e orientado com carinho, entregou-se à prática da mediunidade com Jesus. O médium antenor era marceneiro de profissão e vivia no serviço honesto com o qual sustentava a esposa e dois filhinhos, e dedicava quatro noites por semana aos trabalhos que a fé o impelia a realizar. E diz Emanuel Filomeno de Miranda, a mãezinha já desencarnou e hoje o ajuda com carinho do lado de cá. A entidade generosa, a mãe de Antenor, foi informada a respeito da visita de Miranda e Bezerra àela casa. E então ela pediu a um trabalhador espiritual que os recebesse. Aquela era uma noite reservada a consultas de pessoas estranhas ao trabalho. portadores de obsessões graves eram trazidos ali para receber auxílio ao lado de outros enfermos que eram tratados mediante recursos da flora medicinal receitado por antigos indígenas que se dedicavam a esse mistério. Diversos indivíduos vinham em busca de conselhos e orientações para problemas de comezinha importância que, no entanto, os atormentavam. Via-se assim que a generosidade e a solidariedade fraternal ali estavam presentes, servindo ao amor com doação total. Miranda foi informado que aquele grupo recebia o amparo de veneranda entidade que envergou na terra o hábito sacerdotal e se notabilizou pela ação da caridade junto aos doentes do corpo e da alma. E quando desencarnou, ele continuou a dar assistência no estado de espírito, especialmente
gou na terra o hábito sacerdotal e se notabilizou pela ação da caridade junto aos doentes do corpo e da alma. E quando desencarnou, ele continuou a dar assistência no estado de espírito, especialmente junto às casas. daquele gênero. E periodicamente este benfeitor vinha em pessoa visitar o trabalho quando eram feitas avaliações e nova programação para as futuras atividades. Fazia mais de 15 anos que o grupo se dedicava a este labor e as atividades de benemerência haviam promovido a equipe que se libertava a pouco e pouco das práticas iniciais mais primitivas. Agora, esclareceu o informante, já se estudava, já se estudavam as lições do Evangelho segundo o Espiritismo, num esforço bem dirigido para moralizar e esclarecer os frequentadores. de início, alguns não aceitaram, porque eles diziam que eles não esqueceram de eh eles não queriam essa ideia nova, porque eles não esqueceram das perseguições que sofreram por parte de pessoas que se afirmavam cristãs e que no evangelho se diziam apoiar. Mas a inspiração do benfeitor e o e a firme resolução de Antenor encerraram as discussões e, em contrário, abrindo o espaço para a evangelização de uns e de outros encarnados e desencarnados. A partir de então, o clima psíquico daquela gremiação modificou-se para melhor, atraindo novos cooperadores desencarnados que se afeiçoavam à tarefa de moralização dos homens. E no momento em que era trazido para o pequeno compartimento, o primeiro consulente deu entrada no recinto um espírito de aspecto agradável que saudou o Dr. Bezerra com alegria. Era o espírito da senhora Anita, a mãezinha adotiva do médium, o médium antenor, que acolheu a ambos os visitantes com visível expressão de afeto. Quando Dr. Bezerra informou que estavam ali acompanhando uma dama aflita na tentativa de encontrar a solução para a enfermidade do seu filho. E com surpresa, Filomeno de Miranda, ouve a benfeitora dizer: "Creio que os amigos se referem à mãezinha de Carlos". Então, a senora Anita Espírito, mãezinha do médium, agora dedicava-se a tarefa de
. E com surpresa, Filomeno de Miranda, ouve a benfeitora dizer: "Creio que os amigos se referem à mãezinha de Carlos". Então, a senora Anita Espírito, mãezinha do médium, agora dedicava-se a tarefa de se indicar numa primeira análise quais os problemas que afligiam os visitantes, ouvindo os seus acompanhantes e informando-se dos seus infortúnios. Em seguida, de acordo com a problemática de cada um, tomava as providências iniciais. destacando cooperadores para auxiliá-los. Então, após ouvir Dr. Bezerra dizer que são as próprias criaturas encarnadas que se afastam da proteção que lhes é ministrada, a senora Anita esclareceu: "Utilizamos-nos de espíritos ainda vinculados às vibrações materiais, que, apesar de pouco conhecimento, anelam por servir e crescer na direção do bem". A presença ao lado dos encarnados evita ou dificulta que os comensais psíquicos habituais, exceto nos casos de obsessão, retornem à ação beletéria ou prossigam no intercurso da perturbação. Como é compreensível, diversos obsessores e espíritos perversos respeitam algumas práticas e rituais como consequência da ignorância das leis universais. E aí eles cediam espaço à ação renovadora das suas vítimas. É claro que em todos os empreendimentos de benemerência, diz a dona Anita, o socorro terseará sempre em vista os fatores do merecimento, do esforço pessoal, porquanto, não havendo privilégios que distingam as criaturas, funciona acima de tudo a justiça atenuada pela misericórdia do amor. Dito isto, seguiu-se o atendimento da primeira consulente que veremos no próximo estudo. Muito obrigada, João. Obrigado, Vânia. Queria só lembrar aos amigos e amigas que estão assistindo que em razão da profundidade e tamanho dos capítulos desse livro, nós vamos dividir os estudos em duas aulas. Então, esse capítulo dois, a gente começa essa semana os aprofundamentos e continua os aprofundamentos na próxima semana. Então, eu vou pedir paraa Jusar agora começar os nossos aprofundamentos. Jô, >> olá a todos. Que alegria estar aqui
meça essa semana os aprofundamentos e continua os aprofundamentos na próxima semana. Então, eu vou pedir paraa Jusar agora começar os nossos aprofundamentos. Jô, >> olá a todos. Que alegria estar aqui novamente pra gente estudar essa obra magnífica de Manuel Filomeno de Miranda que foi recebida pelo nosso querido Divaldo Pereira Franco. Loucura e obsessão do capítulo dois. Esse capítulo é riquíssimo, obviamente quando a gente tá lendo, só pensando na questão, né, de ah, eu quero ver como é que é a história, pode ser que a gente perca alguma coisa da leitura. Por isso que é sempre bom ou a gente ler estudando ou então até fazer uma segunda leitura. Vamos começar então por uma uma parte que a Vânia inclusive comentou, né, a respeito da questão da doença de Carlos, né, que Carlos foi diagnosticado com esquizofrenia, ele tinha momentos de completa alienação num estado de catatonia. e a sua mãe Catarina, que muito religiosa, mas já tendo esgotado toda a questão de eh de da medicina corrente, né, quando os recursos médicos já tinham resultados eh inócos, acabou eh aceitando a proposição de uma amiga de ir com ela junto a este estabelecimento espiritualista, no caso um bandista para que ela pudesse lá encontrar eh um, quem sabe uma solução pro caso do seu filho. E é quando nós vamos analisar a na Organização Mundial da Saúde de 1946, ela diz que a saúde não é apenas ausência de doença ou de enfermidade, mas é um completo bem-estar físico, mental e social. E ainda que não fala exatamente sobre sobre alma, já vai se cada vez mais se aproximando de uma visão holística. É aonde Joana de Ângeles vem complementar dizendo justamente também que a saúde não se resume à ausência de doenças, mas harmonia integral entre aspecto físico, emocional, mental e espiritual. Por que que a gente tá falando isso? Porque hoje, apenas recentemente, ficou mais comum nós procurarmos soluções para tratar do espírito. Até basicamente o século XIX, obviamente na antiguidade até o século X tinha uma visão de de
isso? Porque hoje, apenas recentemente, ficou mais comum nós procurarmos soluções para tratar do espírito. Até basicamente o século XIX, obviamente na antiguidade até o século X tinha uma visão de de corpo, alma, mas não se sabia muito bem. E houve uma predominância entre o século X7 e XI de dizer que a gente era apenas um ser biológico. Então você tava doente, a a a todas as respostas tinham que estar no ser biológico. somente no final do século XIX, mas com Freud, com Jung, com o nascimento da psicologia, que a gente começou a integrar, né, foi começar começou a integrar as questões psicológicas, as questões emocionais que somente agora no século XX nós estamos prestando mais atenção. E somente a partir do século XX, XX é que nós passamos a ter uma visão mais integral de bio, psicossoespiritual, inclusive com a psicologia transpessoal e mais ainda com o espiritismo. Então, é é comum nós vermos hoje no nas organizações eh espíritas, espiritualistas, pessoas que venham buscar por já terem um entendimento que não dá pra gente olhar só o corpo biológico, que nós temos por trás a emoção, nós temos por trás o espírito. Então essa introdução a gente achou muito importante fazer para entender, né? os mecanismos e que normalmente são os mecanismos da dor que nos levam a essa procura, né, de nos compreendermos um pouco mais dentro do aspecto psicológico emocional e mais ainda nos entendermos como espíritos, né, seres imortais, aonde com esses recursos, no caso dona Catarina e seu filho Carlos, vão buscar dentro deste eh desta organização urbandista. Eh, João, você quer comentar o resto? Então, eh, nós vamos, eh, cobrir um pouco agora o que, o que tem no começo do capítulo, eh, trazendo aqui alguns alguns conceitos importantes, porque a gente sabe que a gente eh que Miranda descreve no começo eh o ambiente em que ele chega, com odores de incenso, de vela, eramas, ervas aromáticas, músicas etc. Então, a gente acha importante eh superar o preconceito, porque 10.000 anos atrás, quando
começo eh o ambiente em que ele chega, com odores de incenso, de vela, eramas, ervas aromáticas, músicas etc. Então, a gente acha importante eh superar o preconceito, porque 10.000 anos atrás, quando vivíamos em tribos, preconceito tinha função de proteção. Desconfiar do diferente era uma estratégia de sobrevivência. Só que a ignorância é um dos maiores fertilizantes do preconceito. Então, a gente precisa entender que em muitos contextos práticas espiritualistas como uso de velas, cantos, roupas brancas ou colares que erroneamente são tidos por muitos como desnecessárias, supersticiosas ou inferiores, é um julgamento que nasce quase sempre de uma ignorância com alguma racionalidade. Então, nós gostaríamos de olhar além das aparências e tentar compreender que esses elementos são expressões simbólicas, milenares, de religiosidade e que pertencem a diversas culturas e tradições espirituais que dialogam com a alma humana desde a antiguidade. Relembrando o Evangelho Segundo o Espiritismo, Allan Kardec no capítulo 15 nos fala: "Fora caridade não há salvação." Então, o que que são os símbolos? São linguagens não verbais que operam como pontes entre o consciente e o inconsciente, o humano, o espiritual. Então, usar branco, acender velas, portar colares, cantar em grupo são formas arquetípicas de expressão de fé, de recolhimento e de identidade espiritual. Joana de Angeles, no livro Psicologia da Gratidão, nos fala que toda ação simbólica pode tornar-se valiosa quando acompanhada de um conteúdo emocional profundo, que os símbolos são portais entre o consciente e o inconsciente. Então vamos falar um pouco da vela, que é uma o que a gente conhece mais e é mais usado por por aí a não só nos na nas instituições religiosas, mas em muitas residências. Na na antiguidade usava-se luz para iluminar o caminho dos mortos e atrair a presença dos deuses. Então, eh, no Egito antigo, lamparinas guiavam os desencarnados. Então, eram usadas não apenas para iluminar o caminho dos desencarnados,
iluminar o caminho dos mortos e atrair a presença dos deuses. Então, eh, no Egito antigo, lamparinas guiavam os desencarnados. Então, eram usadas não apenas para iluminar o caminho dos desencarnados, mas também para afastar os espíritos malignos e proteger os vivos. As tumbas e templos eram frequentemente decorados com lamparinas e tochas, criando uma atmosfera sagrada e acolhedora para os deuses e os mortos. Já em Roma, as velas homenagiavam os ancestrais. Durante a parentália, o festival dedicado aos ancestrais, as velas eram acesas em honra aos mortos. As famílias romanas visitavam os túmulos dos seus entes queridos e ofereciam alimentos e acendiam velas para garantir que os espíritos dos ancestrais fossem lembrados e respeitados. Além disso, eram usadas também em outras cerimônias religiosas e festivais, simbolizando então a purificação e a presença divina. Já no cristianismismo primitivo e na Idade Média, a vela simbolizava Cristo, a luz do mundo, como nos diz João eh no seu evangelho. Desde o século tornou-se então a elemento litúrgico em missas, vigílias e rituais pelos mortos. Passou então a ser incorporada definitivamente aos rituais cristãos. tornou-se um elemento essencial em missas, vigílias, cerimônias e memória dos mortos. A luz da vela, suave, constante, era considerada símbolo da presença divino divina, afastando as trevas e os perigos espirituais. Durante as celebrações, acendiam-se velas nos altares, nos túmulos dos mártires, nas procissões, conferindo solenidade e sacralidade aos momentos de oração coletiva. No decorrer da Idade Média, então, o uso da vela expandiu-se para múltiplos contextos litúrgicos, batismos, casamentos, funerais e festas religiosas. Cada ocasião era um tinha um significado próprio, renovação, proteção, louvor, honra. E a presença servia como um lembrete visual da ligação entre o homem e o sagrado. Além disso, a vela também simbolizava vigilância espiritual, lembrando a comunidade cristã da necessidade de manter a fé sempre acesa, mesmo em
um lembrete visual da ligação entre o homem e o sagrado. Além disso, a vela também simbolizava vigilância espiritual, lembrando a comunidade cristã da necessidade de manter a fé sempre acesa, mesmo em períodos de dificuldades. A popularização desse símbolo foi tanta que aos longo dos séculos surgiram variações de cor, tamanho e forma e foram incorporadas as práticas devocionais, então enriquecendo o repertório simbólico da religiosidade popular. Assim, a vela consolidou-se com um dos elementos mais presentes e reconhecíveis da experiência religiosa ocidental, atravessando gerações e contextos culturais com sua mensagem de luz e de esperança e luz interior. Ela atua como um elo entre o mundo material e o mundo espiritual. Além disso, também a vela pode se transformar em um ponto de concentração, criando uma atmosfera propícia, a meditação, a sintonia com energias superiores e a harmonização do ambiente. A cor da vela também carrega significados específicos. Vela branca para paz e pureza, azul para serenidade, amarela para prosperidade e vermelho para vitalidade, permitindo que a escolha do elemento amplifique suas vibrações de acordo com a necessidade ou intenção dos rituais. No contexto das tradições espiritualistas sincréticas, acender uma vela pode ser um gesto de gratidão, um pedido de proteção ou simplesmente uma um símbolo de luz interior diante das dificuldades. Por fim, vamos lembrar que em todos os os as diferentes lugares acender o cuidado de acender uma vela, pensamento elevado, palavra proferida e o sentimento ligado a isso é o que realmente confere valor espiritual. A vela é, portanto, menos um instrumento de poder externo e mais um reflexo do próprio estado interno de quem a utiliza. Eh, no espiritismo não se recomenda o uso ritual da vela. Mas se reconhece seu valor simbólico se acompanhado da prece e o sentimento. Normalmente eu falo quando me perguntam se pode se ou não se pode acender vela, eu falo: "Se você eh precisa da vela para orar, aí temos um problema. Mas se
ico se acompanhado da prece e o sentimento. Normalmente eu falo quando me perguntam se pode se ou não se pode acender vela, eu falo: "Se você eh precisa da vela para orar, aí temos um problema. Mas se você usa a vela como inspiração e no dia que não tiver vela, você pode orar do mesmo jeito, então é possível usar as velas quando servir de inspiração e de ajuda, como a gente falou aqui. Eh, Allan Kardec no livro dos espíritos, na questão 659, fala: "A prece, quando dita com fervor e insinceridade é escutada pelos bons espíritos. As práticas exteriores têm pouco efeito se desvinculadas do sentimento. E as roupas. O uso de roupas brancas na Umbanda se refere principalmente à pureza vibracional, já que o branco é considerado a cor que reflete todas as outras, portanto, não absorve energias negativas. é usada para preservar a áurea limpa, evitando acúmulo de cargas densas durante os trabalhos mediúnicos. pode ser também um símbolo de paz e humildade, porque se vestir de branco é um gesto de despojamento, de igualdade e de respeito. E assim todos os médiuns, os consulentes, os trabalhadores vestem de branco, simbolizando que diante dos guias espirituais somos todos irmãos, sem distinção social ou vaidade. É, na tradição do candomblé, que influenciou fortemente a Umbanda, o branco é a cor de Oxalá, o orixá maior, criador e símbolo da luz divina. Essa influência então dominou bastante as práticas da Umbanda no Brasil. Já os colares coloridos, os guias, eh, são chamados de fios de contas, são usados por médiuns e praticantes da Umbanda com múltiplos significados. representam orixás e entidades com cores específicas que representam um orixá, uma linha espiritual. Portanto, vermelho e branco representa gum, o azul claro e manjá, o preto e branco exu, o verde o amarelo e branco o e o roxo e ou lilás o opalua. A acredita-se que os os colares funcionam como filtros vibratórios que ajudam o médio a manter sua sintonia com entidades e protege contra influências espirituais negativas e também indicam a
opalua. A acredita-se que os os colares funcionam como filtros vibratórios que ajudam o médio a manter sua sintonia com entidades e protege contra influências espirituais negativas e também indicam a linha de trabalho espiritual do médium, bem como o grau de desenvolvimento desse médium dentro da corrente mediúnica. Então, para reforçar que esses elementos não são adereços vazios, mas sim instrumentos de conexão vibracional e proteção psíquica. E a música, eu vou passar paraa Jusara para ela falar um pouco sobre a música. eh, porque nós achamos que seria muito interessante e do ponto de vista de de análise e reconhecendo também o próprio comentário de Manuel Filomena de Miranda, que quando ele entrou no ambiente, né, ele viu práticas diferentes daquele que ele estava acostumado que vi havia dentro de um centro espírita E logo o Dr. Bezerra veio dizer para que ele mantivesse, né, o seu pensamento elevado e que de uma certa forma deixasse todas essas preocupações ou esses essas questões de que pertencem ao ritual exteriores não serem aquilo que ele que ele fosse fazer um julgamento, mas sim verdadeiramente o trabalho. E aí é que a gente vê também muito interessante a questão da música, porque a gente sabe que nessas ah vertentes religiosas espiritualistas eles usam muito desde cantos samânicos eh até esses pontos cantados que a gente encontra na Umbanda, como uma ponte entre o mundo físico e espiritual. E a neurociência, né? a ciência acaba comprovando que essas frequências sonoras, os ritmos, eles podem induzir as pessoas as estados alterados de consciência. Então, porque relaxa o sistema nervoso, acaba facilitando a meditação ou transe. Então, no caso da Umbanda, no candomblé, nessas práticas de mediúnicas de diversas vertentes, esses pontos cantados, esses instrumentos que nem eles usam tabaque, ele cria um campo vibratório que vai favorecer a sintonia com o plano espiritual. E do ponto de vista da neurociência, a música ela é capaz de ativar áreas profundas do nosso cérebro, né? Isso no
que, ele cria um campo vibratório que vai favorecer a sintonia com o plano espiritual. E do ponto de vista da neurociência, a música ela é capaz de ativar áreas profundas do nosso cérebro, né? Isso no caso inclui o sistema límbico que tá diretamente relacionado com as nossas emoções, o córtex pré-frontal que é responsável pela autoimagem, pela nossa tomada de decisão, né? que a gente só depois dos 21 anos tá completamente formado, o tálamo que é aquele que tá relacionado a a a esse eh processamento das coisas de uma forma sensorial da consciência. E nós vemos um um famoso neurocientista, que ele também é músico e autor canadense, o Dr. Leviting. Ele fala que a música ativa mais partes do nosso cérebro do que qualquer outra atividade humana. Então, durante esses rituais que envolvem batidas repetitivas de percursão, cânticos ritmados, a gente vê um um processo, um fenômeno de sincronização neural, né, que que até na ciência chamado de entrainement, né, onde as ondas cerebrais elas tendem a se alinhar nesse ritmo externo. Ah, e existem outros estudos extremamente interessantes, de da de antropólogos como Gilbert Roger, que também eh estudou eh excessivamente esse esse papel, né, do que representa a música, principalmente na nessas questões de cerimônias de possessão, de transe, de cura, né, aonde, como diz no no na Umbanda, por exemplo, esses pontos cantar Eles acabam evocando esses arquétipos espirituais através das melodias, das letras, vão reforçando a identidade da entidade, criando um ambiente propício à incorporação. Então, essas culturas afro-brasileiras, né, ah, como também tradições indígenas, tamânicas, orientais, nós vemos que eles sempre têm esse hábito de usar essa esses sons cadenciados, né, com propósito ritualístico e mediúnico. Aí facilita o contato com as entidades espirituais, levando, conduzindo mais facilmente o corpo ao trans e a libertar a consciência comum. Então, como é que é isso, né? Essa repetição rítmica e a cadência, né? Então, tum tum tum tum
idades espirituais, levando, conduzindo mais facilmente o corpo ao trans e a libertar a consciência comum. Então, como é que é isso, né? Essa repetição rítmica e a cadência, né? Então, tum tum tum tum tum, né? ela constante, ela vai criando esse ritmo monotônico contínuo, que acaba sendo um dos principais gatilhos paraa indução de um transo. É quase como se a gente entrasse num num processo meio hipnótico. E o e o cérebro quando ele é exposto a esses padrões repetitivos, ele entra num estado onde ele foca, ele tem um foco mais intenso, né? e essa dissociação que pode ser meio semelhante à hipnose. Nesse caso também, esses ritmos repetitivos, eles vão ajudar o cérebro a sair das frequências que a gente chama de frequência beta, onde a gente tá no estado de no campo de vigília, né? e vai para as frequências alfa e teta, que são associadas a relaxamento profundo, a meditação, a estatus alterados de consciência. Uma outra coisa, por exemplo, quando a gente tá cantando em grupo, né, quando tem um grupo de pessoas cantando, a gente cria um campo vibratório coletivo, que a gente já até chama de egrégora mental, né? Você faz uma egrégora mental, né? onde tá todo mundo sintonizado naquela música, naquele canto, naquilo que tá sendo realizado. E aquela ressonância das vozes, elas vão reforçando essa impressão, né, de unidade. ela vai reduzindo a nossa consciência individual, vai facilitando essa entrada de estados emocionais, psíquicos alterados e e com isso vai nos levando a um estado interior muito mais propício a gente ficar, não só para entrar num transe mediúnico, mas também para ser mais receptivo. as próprias bênçãos que nós vamos receber muitas vezes em forma até de cura daquele do ambiente espiritual que ali se encontra. Então, esses tambores, atabaques, essas essa quando são tocados bem, né, firmes, regulares, eles vão ativando todas essas partes do nosso do nosso cérebro, né? Outra coisa também, as músicas que têm aqueles tons melancólicos, hipnóticos, que é quase um
são tocados bem, né, firmes, regulares, eles vão ativando todas essas partes do nosso do nosso cérebro, né? Outra coisa também, as músicas que têm aqueles tons melancólicos, hipnóticos, que é quase um lamento, ela acaba provocando assim empatia na gente, estimulando memória, sentimentos profundos e favorece a nossa introspecção e uma dissociação da nossa consciência do aqui e agora, né? Então, no eh é importante nós olharmos isso tudo como uma visão científica. Também tem muitas coisas que nós fazemos de formas de forma praticamente intuitiva. Então, quem é que colocou primeiro a música? Quem que achou que isso facilitava? Mas hoje nós vamos vendo que a ciência, são muitos os cientistas que se que se dedicam a esse estudo da música e como ela impacta no nosso organismo, como impacta nos levando a esses processos de catarse, né, de nos eh nos lembrarmos dos nossos eh dos nossos estados, as nossas experiências no espiritismo. sabe, essa prática musical, ela não tem nenhum nenhum tipo de papel central dentro do que a gente encontra no livro de nos livros da codificação de Allan Kardec, né? Mas a gente vê que existe alguns pontos de convergência aonde no próprio livro dos médicos, Karatec observa que a vibração mental, o estado do perespírito vai influenciar a qualidade da comunicação mediúnica. E muitas vezes a música, e nós vemos que isso acaba sendo uma prática em muitos muitas muitos organizações espíritas, aquela música que que nos leva a a um estado de acamar as nossas ansiedades, de nos lembrarmos que nós nos encontramos em um lugar aonde se encontram os espíritos, né, aqueles mensageiros divinos que vieram para nos ajudar, nos ajudar. E nesse momento também ajudar a que nós concentremos a nossa mente mais nesse campo vibracional que a própria música acaba a acaba levando, né? Então, existe um outro aspecto que um outro cientista pensadores franceses e que atuavam muito na área da filosofia, da psicanálise, que se que são eh os os doutores Giles Del e Féx Vatari, que
o, né? Então, existe um outro aspecto que um outro cientista pensadores franceses e que atuavam muito na área da filosofia, da psicanálise, que se que são eh os os doutores Giles Del e Féx Vatari, que eles falam a respeito da questão também de como aquela repetição da música inclusive captura o nosso corpo e desloca da percepção ordinária, né? Então, e esse deslocamento, como eles fazem, não é, não falam, não é patológico, mas é uma forma de expansão de consciência. que a gente com, né, com com conhecimento, entendimento espírita que nós temos, né, quando quando nós nos preparamos mais, entramos nesse estágio de meditação, que a oração, ah, o nós estarmos com a nossa mente realmente presente na hora que nós estamos escutando uma palestra, estamos participando de um estudo, como nós nos emancipamos perespiradualmente de forma que a gente fique muito mais sensível nível aquele o ambiente espiritual e aí muito mais receptivo a tudo aquilo que nós podemos eh receber. Então, é importante nós nos lembrarmos disso, né, dessas questões que vem já com esses estudiosos nos mostrando que existe sim uma linguagem emocional, esse instrumento neurológico que acaba se transformando num veículo espiritual. Então, se a música tá sendo realizada num terreiro, numa sinagoga, num templo, num centro espírita, ela sempre pode nos levar a essa capacidade de nós, eh, como seres humanos, irmos para um estado além dos limites da consciência ordinária e innegável. Então, com essas perspectivas, né, de neurociência, de antropologia, da própria mediunidade, a gente percebe que o trans musical, né, ele é uma experiência legítima de espiritualidade e com raízes profundas na na psiquê. Nós vemos inclusive no próprio livro Nosso Lar, no capítulo 11, como os habitantes, eles falam, né, que as músicas vêm de eh de de oficinas aonde a música intens in intens intensifica o rendimento do serviço em todos os setores de esforço construtivo. Então, ninguém no nosso lar, eles dizem trabalha sem esse estímulo de alegria. E
ficinas aonde a música intens in intens intensifica o rendimento do serviço em todos os setores de esforço construtivo. Então, ninguém no nosso lar, eles dizem trabalha sem esse estímulo de alegria. E também emano em trilha de luz, capítulo 6, diz o seguinte, que a música que te eleva à emoção e te disserra a grandeza da vida significa entre os homens a mensagem permanente de Deus. Então, com tudo isso, nós temos que mudar o nosso olhar, né? não termos mais olhares preconceituosos, até por porque justamente ainda não compreendemos tudo aquilo que está a nosso ao nosso dispor e como as pessoas se utilizam eh desses recursos. E como nós dissemos anteriormente, às vezes de uma forma muito intuitiva, ah, vamos ligar uma música porque essa música vai me acalmar. E eh pode ser até um convite, né, do seu benfeitor espiritual que está vendo a sua necessidade, a sua crise de ansiedade. Então, nós vemos que a visão espírita, ela é acima de tudo uma visão de respeito, de discernimento e de entender a essência. Então, o importante, o essencial sempre vai estar no sentimento, porque às vezes nós estamos lá com aqueles pensamentos ah que discordam do do ambiente e nós não vamos sentir esses benefícios. Mas lembrando que todos esses símbolos, todo tudo isso que estamos falando aqui hoje, se eles forem usados de uma forma consciente consciente, eles vão se transformar em instrumento de transformação interior para nós. Eles tornam-se esses instrumentos de de de transformação interior. E um tópico que também é muito interessante, que nos fala ainda nesse capítulo a respeito, né, de que nós temos que entender que para cada faixa de evolução, cada uma vai ter assim as suas crenças, seus cultos próprios, as suas necessidades, como é natural. A escala de variações é é super ampla, né, em relação a grupos, aos indivíduos. E o importante é nós compreendermos que em todo, todos os lugares, em todos os processos, em todos os planos evolutivos que nós nos encontramos, nós nunca vamos ficar sem o apoio necessário da da da
. E o importante é nós compreendermos que em todo, todos os lugares, em todos os processos, em todos os planos evolutivos que nós nos encontramos, nós nunca vamos ficar sem o apoio necessário da da da divindade, sem o apoio necessário de Deus, da providência divina. Então, com isso, nós não vamos eh nós temos que entender como esse reconhecimento todo é valioso, porque não não se trata de aqui nós fazermos julgamento, desqualificar manifestações espirituais distintas, mas de ter uma compreensão ampla e inclusiva da diversidade dos caminhos espirituais. É esse o convite que o Dr. Bezerra faz, né? Aquele alerta que ele faz a Manuel Fenomeno de Miranda. né? E a gente reconhece que a espiritualidade se manifesta de formas múltiplas e complementares, respeitando sempre o grau evolutivo das almas, o grau de afinidade, como diz assim, né? Nas escolas da vida, a gente vê diferentes níveis de aprendizado. Então, no campo do espírito é o mesmo nas expressões religiosas, mediúnicas, que vão responder à necessidade íntima de cada ser. Então não significa que se você pertence a este ou aquele ou aquela religião ou forma de pensamento ou filosofia ou culto, você é mais ou menos inferior. Porque o que interessa mesmo é aquilo que nós trazemos aqui dentro. é como nós sentimos, é como nós procuramos nos conectar com o com o divino. Algumas pessoas ainda necessitam desses objetos exteriores, ainda necessitam desses apoios, desses amuletos, como se chamam, dessas muletas, podemos dizer também. Mas desde que aquilo nos leve ao recolhimento de alma, desde que nós compreendamos que nós não podemos impor evolução para ninguém, que cada espírito vai caminhar de acordo com as suas possibilidades, as suas experiências, as suas escolhas. Nós vimos de experiências passadas, aonde quem sabe frequentamos muito este ou aquele ou aquela linha de pensamento religioso. E hoje ela ainda nos fala mais diretamente ao nosso coração. Então, com esse tipo de pensamento, nos lembrando de como temos que ter esse respeito, esse
aquele ou aquela linha de pensamento religioso. E hoje ela ainda nos fala mais diretamente ao nosso coração. Então, com esse tipo de pensamento, nos lembrando de como temos que ter esse respeito, esse discernimento e que sermos caridos em compreendermos que ali em cima de tudo, caridade também representa ser aquele o apoio fraterno que nós podemos doar sem superioridade ou sem intolerância. Então, com isso, neste esse capítulo no nos leva também a essa chamada, a esse pensamento de compreendermos junto dentro desse desse discurso que Manuel Filomena de Miranda nos coloca, como nós vamos em busca da essência, como nós vamos em busca da intenção, como nós vamos em busca da conexão com Deus. E isso que é o que vai prevalecer e que vai nos fazer mais merecedores ou não dos recursos que nos chegarão do plano superior. >> Oi, obrigado, Ju. É, e assim, esse esse capítulo nos ensina eh, na verdade, é uma verdadeira lição de universalidade, humildade e fraternidade. Porque quando a gente eh começa a analisar as manifestações mediúnicas que ocorrem em lugares diferentes de centros espíritas, a nossa tendência como espíritas é sempre entrar com um olhar crítico, entrar com um olhar eh às vezes superior. E na verdade todas as manifestações são manifestações apropriadas ao grupo, ao local, a evolução dos envolvidos, eh, e a busca, por exemplo, nesses, eh, a gente vê nessas as pessoas que buscam esses lugares, ah, que oferecem serviços, eh, de que que nós espíritas falamos são e serviços mais materiais, na verdade são espíritos em busca de resposta, em busca de soluções e em busca de caminhos que que os ajudem a encontrar a solução para os seus problemas. Eh, uma coisa também que a gente quando tava falando de colares e e etc, como é comum usarem eh os o a as a os homens e mulheres hoje em dia usarem colares com terços, com decorações, eh, que como proteção também, mesmo pessoas que não seguem nenhuma religião, tem as superstições associadas aos escolares, associado às ass eh aos amuletos, etc. Então, eh, de
terços, com decorações, eh, que como proteção também, mesmo pessoas que não seguem nenhuma religião, tem as superstições associadas aos escolares, associado às ass eh aos amuletos, etc. Então, eh, de novo, cabe a nós buscarmos a compreensão, o entendimento, o, o respeito, tentar nos afastar do preconceito e da ignorância, porque é assim que nós seguimos o caminho que o Espiritismo nos recomenda da nossa evolução moral e intelectual. Então, como nós tínhamos dito no começo, essa é a primeira parte do capítulo dois. Na próxima semana nós vamos continuar os aprofundamentos no capítulo dois. Agradecemos a todos que este estão aqui conosco, que estão nos assistindo, que vão assistir depois. Pedimos a uma semana de muita luz, muita paz, de proteção ao Mestre Jesus e que possamos então estar todos juntos na próxima semana para a continuação do estudo desse capítulo dois, esclarecimentos necessários. Até lá, então. Obrigado,
Vídeos relacionados
T6:E14 • Painéis da Obsessão • O Despertar de Maurício
Mansão do Caminho · João Korngold, Jussara Korngold
T6:E3 • Painéis da Obsessão • Reencontro e Dor
Mansão do Caminho · João Korngold, Vânia Maria de Souza, Jussara Korngold
T6:E5 • Painéis da Obsessão • Resgate Necessário e Urgente
Mansão do Caminho · João Korngold, Jussara Korngold, Tânia Menezes
T6:E17 • Painéis da Obsessão • Causas Ocultas do Infortúnio
Mansão do Caminho · João Korngold, Vânia Maria de Souza, Eulália Bueno, Marcelo Netto
T5:E27 • Nas Fronteiras da Loucura • Considerações e preparativos
Mansão do Caminho · Grupo de Estudos Suely Caldas Schubert, Philomeno de Miranda, Gisele Risso, Jussara Korngold, João Korngold
T6:E19 • Painéis da Obsessão • Maurício Desperta
Mansão do Caminho · João Korngold, Vânia Maria de Souza, Eulália Bueno
T6:E30 • Painéis da Obsessão • Assistência e Responsabilidade
Mansão do Caminho · Grupo de Estudos Suely Caldas Schubert, João Korngold, Vânia Maria de Souza, Lincoln Barros de Sousa, Tânia Menezes
T6:E29 • Painéis da Obsessão • Providências de Emergência
Mansão do Caminho · Grupo de Estudos Suely Caldas Schubert, Philomeno de Miranda, Divaldo Pereira Franco, João Korngold, Jussara Korngold, Laudelino Risso