Estudo da Obra – Loucura e Obsessão | T7:E20 – Cap. 10: Apontamentos Adicionais – Parte 2
Na segunda parte do Capítulo 10 de Loucura e Obsessão, de Manoel Philomeno de Miranda (psicografado por Divaldo Franco), o Grupo de Estudos Suely Caldas Schubert aprofunda as análises sobre os mecanismos sutis da influência espiritual e o papel das atitudes íntimas na preservação do equilíbrio. O estudo destaca a importância da vigilância constante, da prece e da renovação moral como sustentáculos para superar processos obsessivos persistentes. 📖 Obra: Loucura e Obsessão – Manoel Philomeno de Miranda / psicografia de Divaldo Franco 👥 Host: Gisele Risso 🔎 Aprofundamentos: Eulália Bueno 📅 Domingos, às 18h30 📺 TV Mansão do Caminho (YouTube) #LoucuraEObsessao #ApontamentosAdicionais #EstudoDaObra #PhilomenoDeMiranda #DivaldoFranco #Espiritismo #ReformaÍntima #Desobsessão #GrupoDeEstudosSuelyCaldasSchubert #TVMansãoDoCaminho *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com
Boa noite, queridos amigos, queridas amigas. É com grande alegria que nós do grupo de estudos Sueli Caldas Schuber, estamos hoje reunidas, eu e nossa querida Eulália Bueno, para os aprofundamentos da segunda parte do capítulo 10 intitulado Apontamentos Adicionais da belíssima obra Loucura e Obsessão, psicografia do querido médium baiano Divaldo Pereira Franco, pelo espírito do mentor Manuel Filomeno de Miranda. Então, boa noite, querida Lalinha, seja bem-vinda. Nós gostaríamos de te pedir para fazer a prece de abertura dos trabalhos da noite. >> Muita gratidão, Gi. Olá para todos os membros desta família. privilegiada porque tem Manoel Filomeno de Miranda, Sueli Calda Schuber e agora Divaldo Pereira Franco. Então vamos orar. Confiando o nosso coração a Jesus, o divino incomparável mestre, aos benfeitores espirituais responsáveis por este encontro familiar, que nos inspirem, que nos ampliem a capacidade de entendimento. das advertências, dos aconselhamentos, das instruções tão significativas que a cada capítulo chega ao nosso conhecimento. dar-nos a sabedoria de incorporar esse aprendizado ao nosso dia a dia e com absoluta certeza fazer desta oportunidade uma vida gloriosa, uma vida que para nós espíritos tenha realmente valido a pena. Abençoe-nos e permaneçam conosco. Que assim seja. Então, ã, na semana passada foi apresentado o resumo do capítulo e aprofundadas as lições da primeira parte deste capítulo. Quem não conseguiu acompanhar, pode acessar no YouTube, no canal da TV. Ficam lá disponíveis as aulas, tanto essa quanto as passadas. Inclusive, nós podemos convidar aqueles que fazem parte dos nossos grupos de estudos na casa espírita, aqueles que têm interesse em aprofundar essas questões da mediunidade, das reuniões mediúnicas, da espiritualidade, né, como um todo, para que possam também se beneficiar desses encontros. Bem, então a nós coube falar eh a respeito de José Petitinga, que é citado neste capítulo quando o benfeitor eh Bezerra de Menezes vai relatando para
que possam também se beneficiar desses encontros. Bem, então a nós coube falar eh a respeito de José Petitinga, que é citado neste capítulo quando o benfeitor eh Bezerra de Menezes vai relatando para Manuel Filomeno de Miranda as questões inerentes a uma reunião mediúnica, a forma do diálogo também neste capítulo, né, retomando ali, ele vai falando a respeito das atividades eh africanistas, espiritualistas que não espíritas praticadas ali, eh alguns rituais, enfim, e vai explicando a a respeito dessas questões, da sua validade perante aqueles que assim praticam, tanto encarnados e desencarnados, vai desmistificando muitos conceitos, muitas crenças. Então, é muito interessante que a gente possa fazer a leitura de todo o capítulo e acompanhar esses dois encontros. Então, quem foi, quem é, né, o espírito do benfeitor José Petitinga, intitulado como o dirigente humanista da Escola Mediúnica Baiana. rapidamente para que a gente possa, né, fazer essa síntese histórica e doutrinária, reconhecendo esses espíritas da primeira hora do Brasil. José Petitinga foi uma dessas figuras e dentre as mais respeitadas do movimento espírita baiano na primeira metade do século XX, nascido então em Salvador, era muito culto, de fino trato, um trabalhador incansável do espiritismo e grande colaborador das atividades mediúnicas e educacionais da época. Ele se torna conhecido não apenas pela liderança na Federação Espírita da Bahia, mas principalmente pela maneira profundamente humana com que ele conduzia as reuniões mediúnicas. Ele é citado em muitas obras de Manuel Filomeno de Miranda. Então ele aparece, né, nesta obra também. E também relatando aqui, trazendo aqui que Filomeno de Miranda teve eh oportunidade de conhecê-lo enquanto encarnado e trabalhar com ele, né? E ele então o apresenta como dirigente José Petitinga, um condutor de reuniões que lidava com as entidades extremamente complexas, aqueles obsessores teimosos, espíritos que foram contratados para causar prejuízo às outras pessoas e até
te José Petitinga, um condutor de reuniões que lidava com as entidades extremamente complexas, aqueles obsessores teimosos, espíritos que foram contratados para causar prejuízo às outras pessoas e até figuras vinculadas a cultos de magia inferior, como traz este capítulo que estamos estudando. E o que mais impressionava a equipe espiritual era a sua capacidade rara de entrar no mesmo diapasão verbal do espírito comunicante, como diz na obra. Ele não falava de cima, ele não debatia com arrogância doutrinária, não humilhava, não ridicularizava o sofredor, mas se colocava ao lado, nunca acima. Até quando nós vamos estudar diálogo com as sombras, quando Herm Miranda nos traz a respeito do dialogador, ele fala da importância de nós estarmos sempre ao lado do do espírito que está se comunicando, nunca de frente para não darmos essa impressão de estarmos debatendo, muito menos acima, com um ar ali ele diz, né, moralmente superior, mas de encarar o outro como um irmão em em necessidade. Então, a técnica de Petitinga era esse método do diálogo compassivo e tinha contém três pilares principais que valem ouro para qualquer trabalhador da área mediúnica. A, o primeiro pilar, então, eh, seria entrar no campo mental do espírito, seria esse diapazão verbal. Então, Petiting, ele tinha uma sensibilidade extraordinária para perceber o nível intelectual do espírito, o seu vocabulário, o grau de cultura, a emoção dominante, o seu estado psíquico. Mas para isso ele precisava primeiro deixar que o espírito falasse. Outra questão que também muito se debate, né, muito se ensina nas na nos seminários a respeito da mediunidade, nas obras a respeito da mediunidade, dessa importância do dialogador permitir que o espírito que se veio se comunicar de fato se comunique, né, que ele abra o seu coração. Então, Petitinga não usava essa linguagem erudita quando ele percebia que o espírito comunicante era simples e nem se utilizava de racionalismo excessivo com os espíritos emocionalmente feridos. Ele sintonizava,
tinga não usava essa linguagem erudita quando ele percebia que o espírito comunicante era simples e nem se utilizava de racionalismo excessivo com os espíritos emocionalmente feridos. Ele sintonizava, se harmonizava vibratoriamente, ele afinava o instrumento ao tom daquele que estava se comunicando. E essa sintonia permitia que o espírito se sentisse respeitado, compreendido, acolhido e não ameaçado. Ele deixava claro, Filomeno de Miranda, que o espírito se sente compreendido. ele abaixa as suas as suas resistências e amplifica a sua escuta, né? Ele se abre para ouvir o que a o que o dialogador tem para oferecer. O segundo pilar então seria oferecer vantagens maiores, como relata Bezerra de Menezes neste capítulo. Então, Petiting, ele tinha profundo conhecimento da psicologia espiritual. Ele sabia que os espíritos, muitas vezes, contratados para prejudicar outras pessoas ou ligados a grupos inferiores trabalhavam por movidos por medo, por fome fluídica, pelo cansaço, por necessidade de repouso, pela sensação de abandono, ignorância sobre sua própria condição ou falsas promessas feitas por chefes trevosos. E como que um dialogador vai demover esse espírito, desse intuito da continuidade neste trabalho prejudicial, né, a comando das trevas. Então, Petitingo oferecia o que realmente faltava esses espíritos, que é a paz, o alimento fluídico, o repouso, o amparo, o esclarecimento, a dignidade e a oportunidade de recomeçar. Ou seja, ele oferecia mais do que o próprio chefe das sombras podia podia dar. E ele oferecia de forma instantânea, não ficava ameaçando, não ficava barganhando, nem nem tentando uma conversão forçada. Então ele chegava dessa forma aberta, amorosa e se tornava irresistível o seu convite. O terceiro pilar, então, seria a sua condução, com gentileza, a mudança moral. E o ponto chave desse método é primeiro aliviar, depois esclarecer e por fim propor a renovação. Porque nós devemos nos lembrar que ali no grupo mediúnico, no atendimento aos espíritos sofredores ou naqueles
to chave desse método é primeiro aliviar, depois esclarecer e por fim propor a renovação. Porque nós devemos nos lembrar que ali no grupo mediúnico, no atendimento aos espíritos sofredores ou naqueles equivocados, é como se nós estivéssemos dentro de um pronto socorro, onde chegam os feridos, chegam os casos de urgência e emergência, em que o médico, a equipe toda de enfermagem faz os primeiros socorros para depois verificar qual vai ser a terapia aplicada, qual vai ser o tratamento. E a gente sabe que essa parte fica a cargo da espiritualidade superior. Então, Peixitinga sabia que nenhum espírito se converteria pelo medo, mas muitos se se transformam pelo alívio, pelo consolo e pela esperança. Então, quando o espírito já estava menos agressivo, menos desconfiado, mais calmo, ele oferecia uma nova visão da vida, o entendimento das leis divinas, a chance de se libertar das amarras do ódio e a perspectiva do auxílio real numa colônia espiritual. Então, a transformação era natural. Por isso Filomeno de Miranda observa, entre aspas, conseguindo persuadi-los a uma mudança de atitude, né? ele conseguia persuadir os espíritos a essa mudança. E em muitos casos, esses mesmos espíritos, eles voltavam meses, meses depois agradecidos, relatavam a própria melhora, ingressavam em hospitais espirituais ou se preparavam para uma nova reencarnação. A grandeza moral de Petitinga, porque não era apenas dirigente, era terapeuta da alma. intuitivo e psicólogo nato muito antes da psicologia transpessoal existir. Eu me lembro que Divaldo Franco dizia bastante de forma recorrente que o atendimento ao desencarnado numa reunião mediúnica é como se fosse um atendimento fraterno ao desencarnado. Então, da mesma forma que nós operamos com o encarnado, devemos ter a mesma maneira de proceder com os desencarnados, né, de forma muito suave e acolhedora. Então, Filomeno de Miranda trans descreve Petitinga como firme, sem agressividade, amoroso, sem apieguice, sábio, sem ostentação, profundamente
os desencarnados, né, de forma muito suave e acolhedora. Então, Filomeno de Miranda trans descreve Petitinga como firme, sem agressividade, amoroso, sem apieguice, sábio, sem ostentação, profundamente humano e absolutamente respeitoso com o sofrimento alheio. O segredo do seu sucesso mediúnico não tava apenas na técnica, mas na inteereza moral que dava autoridade vibratória para que seus gestos e palavras tocassem profundamente o espírito comunicante. Outro ponto eh extremamente importante, porque muitas vezes, muitas vezes não, acredito que todas as vezes o que toca o espírito comunicante não são as palavras, não é o texto evangélico e nem as palavras da codificação doutrinárias que vão conseguir tocar as tuas fibras da alma. Mas a vibração que emana deste dialogador quando ele se refere ao evangelho de Jesus, isso sim é capaz de fazer essa transformação. Então, por que que Filomeno de Miranda destaca tanto Petitinho? Porque ele representa o modelo ideal de doutrinador e atendente mediúnico, onde a doutrina se associa ao amor, a empatia, a psicologia do espírito, a técnica correta e a caridade verdadeira. E principalmente porque o seu método é uma reprodução fiel do estilo do Cristo. Acolher primeiro, compreender depois, iluminar sempre, libertar sem violência. Então, Petitinga foi um educador de consciências, capaz de desarmar espíritos revoltados, consolar os infelizes, esclarecer os iludidos e guiar corações cansados paraa luz. Sua grande lição é que o trabalho mediúnico não é imposição de valores, mas encontro de almas, onde a verdade só frutifica quando chega envolvida em ternura. E é por isso que a espiritualidade o reverencia. E é por isso que Ibiranda o eterniza em suas páginas. Então, com esta com este breve com esta breve síntese, né, do nosso querido Petitinga, nós agora passamos a palavra paraa nossa querida Eulália para dar continuidade ao estudo. Pois é, Gisele, na sua fala a vontade era: "Como seria bom podermos, como Manuel Filomeno de Miranda, ter
nga, nós agora passamos a palavra paraa nossa querida Eulália para dar continuidade ao estudo. Pois é, Gisele, na sua fala a vontade era: "Como seria bom podermos, como Manuel Filomeno de Miranda, ter José Petitinga nas nossas reuniões mediúnicas, né? Porque é ímpar. Bom, nós vamos partir de alguns parágrafos no decorrer dess desse capítulo. E logo de início, no parágrafo dois, nós vamos ver algumas observações sobre a reencarnação. Então ela nos recorda o mestrada onde nós podemos pegar vários destinos, seguirmos vários eh caminhos, várias situações, alguns atalhos, alguns atalhos que nos complicam. Nós vamos ter diversas reencarnações, umas mais pesadas, mais desafiadoras e outras com momentos de contemplação, de calma, porque é do espírito avançar conforme a sua condição. Muitos de nós, embora não aceitemos isso, agora que a vivemos, suplicamos desafios maiores por reconhecermos que vínhamos atrasando o passo no nosso caminho evolutivo. Já o parágrafo três vai nos falar sobre a revelação espírita, o que ela representa na sua grandeza, que infelizmente nós ainda não compreendemos. E tem uma um trecho de uma lição de Emanuel que está no livro com o seu nome Emanuel, no seu capítulo um, as almas enfraquecidas. Ele nos envia uma mensagem muito terna, muito significativa, que eu peço licença para ler, porque é para cada um de nós e tem tudo a ver com este capítulo estudado. Ele diz assim: "Minhas palavras de hoje são dirigidas aos que ingressam nos estudos espiritistas tangidos pelos açoites impiedosos do sofrimento no auge de suas dores, recorrendo ao amparo moral que lhes oferecia a doutrina, sentiram que as tempestades amainavam. Seus corações reconhecidos voltaram-se então para as coisas espirituais. Todavia, os tormentos não desapareceram. Passada a uma trégua ligeira, houve recrudecimentos dos prantos amargos. experimentando as mesmas torturas, sentem-se vacilantes na fé e mornos do entusiasmo das primeiras horas. E é comum ouvirem-se as exclamações: "Eu já não tenho mais fé. Eu já não
dos prantos amargos. experimentando as mesmas torturas, sentem-se vacilantes na fé e mornos do entusiasmo das primeiras horas. E é comum ouvirem-se as exclamações: "Eu já não tenho mais fé. Eu já não tenho mais esperanças". Invencível abatimento invade-lhes os corações mornos e enfraquecidos. na luta, desamparados na sua vontade titubiante e na sua inércia espiritual. Essas almas não puderam penetrar o espírito da doutrina, boiando apenas entre as águas das superficialidades. E o que nós vamos ver no decorrer inteiro desse 10o capítulo é exatamente a grandeza que temos diante de nós dos conhecimentos espíritas que, infelizmente, na maioria das vezes, nós não utilizamos ou não compreendemos a fim de poder incorporá-los à nossa vida. numa mensagem psicofônica do Dr. Bezerra de Menezes através do nosso Divaldo Pereira Franco. mensagem que foi publicada em fevereiro de 1976 na revista O Reformador, mensagem recebida em 24 de abril de 1975 e que também está incluída no recente livro Aos Espíritas, sob o título Unificação paulatina, união imediata, trabalho incessante. Bezerra nos diz, dias ouve em que poderíamos dizer que não estávamos informados a respeito da verdade. Hoje, porém, sabemos. Essa advertência de Bezerra de Menezes causa um despertamento, porque a maioria de nós, todas as vezes que um desafio chega, muitas delas nós não perseveramos em tudo que já aprendemos sobre a doutrina espírita e retornamos aos apêndices do passado, as religiões à quais professamos, buscamos promessas, buscamos palavras mágicas, orações que possam mudar a ambiência da nossa vida. Mas não é assim. A questão evolutiva colocada no parágrafo número dois deixa-nos claro que é o esforço da subida. E se nós não nos esforçamos, a lógica é nós não subimos. E ao falarmos em não subirmos, aqui diz que quando a gente alcança o planalto, nós não podemos desconsiderar a planície e o vale de onde nós saímos. E José Petitinga, conforme a nossa Gisele colocou, ele nunca esqueceu essa planície e ele descia todas as vezes que as dores
alto, nós não podemos desconsiderar a planície e o vale de onde nós saímos. E José Petitinga, conforme a nossa Gisele colocou, ele nunca esqueceu essa planície e ele descia todas as vezes que as dores que se manifestavam através dos espíritos comunicantes, fosse no sofrimento, fosse na revolta, fosse na sede de vingança, fazia com que, em primeiro lugar, ele se recordasse das suas dificuldades. Então, essa significância dele ombrear com a criatura que chegava nos faz lembrar do momento da transfiguração do Tabor, quando se fizeram testemunhas, eh, Pedro, João e Tiago que viram Jesus ladeado por Moisés e Elias e consideraram-se privilegiados a ponto de sugerir a Jesus que ali se montasse quatro tendas, uma para Elias, uma para Moisés, uma para Jesus e uma para os três. E eles só desceriam a planície quando fosse para levar recados de Jesus e dos espíritos que com ele ombreavam. Aqui a advertência que médiuns não são seres privilegiados, senão por terem renovada a confiança do Cristo, dos benfeitores espirituais que nos permitiram o acréscimo da sensibilidade para não esquecermos da nossa própria dor ao ouvirmos os depoimentos desses espíritos e não assumirmos a condição de julgadores. Olha esse espírito da época de tal ou da época de tal, ainda apegado a essas sensações, a essas dores. Olha, fulano beltrano frequenta um centro de Umbanda. Como podem ser apegados a essas simbologias? Mas nós não nos libertamos delas. Nós, se fôssemos chamados a testemunhar algo grandioso com a presença de Jesus, também iríamos sugerir-lhe a criação de tendas onde abrigaríamos o nosso orgulho, a nossa prepotência, porque a dificuldade muitas vezes de reconhecer e corrigir as próprias más inclinações já são suficientes para nos dizer da dificuldade que temos no crescimento moral. Então, essa situação de ainda titubearmos caberia muito bem se nós não soubéssemos, se nós não tivéssemos aprendido exatamente como Bezerra de Menezes vem nos advertir nessa valiosa mensagem. OK? Nós somos espíritos da terceira
da titubearmos caberia muito bem se nós não soubéssemos, se nós não tivéssemos aprendido exatamente como Bezerra de Menezes vem nos advertir nessa valiosa mensagem. OK? Nós somos espíritos da terceira ordem, a ordem mais rasa, espíritos imperfeitos. E lá na pergunta 101 do livro dos espíritos está uma característica geral do que é um espírito imperfeito. Predominância sobre a matéria, da matéria sobre o espírito, perdão. Protensão ainda natural ao mal. ignorância, orgulho, egoísmo, todas as paixões que lhe são consequentes. Intuição de Deus é pesado. Intuição de Deus? Não, eu não tenho intuição de Deus. Eu tenho absoluta certeza da sua existência. Mas quantas vezes eu já me perguntei, Senhor, por que comigo outra vez? Deus, tu me esquecestes? Porque eu passo por tantas aflições. Então, eu estou postergando todo conhecimento espírita, toda ação e reação que o Espiritismo já me ensinou por diversas vezes. Nem todos são essencialmente maus. Em alguns a mais leviandade, inconsciência, malícia do que verdadeira maldade. Uns fazem o bem, não fazem o bem nem o mal, mas pelo simples fato de não fazerem o bem, já denotam a sua inferioridade. Mas outros, ao contrário, se comprazem em fazer o mal e ficam satisfeitos quando encontram ocasião para praticá-lo. Todo este capítulo gira em torno da casa em que se realizam as tarefas do Dr. Bezerra de Menezes, do José Petitinga, o aprendizado, a observação de Manuel Filomeno de Miranda, incansável em nos trazer essas lições. Espíritos que ali são convocados para o bem, mas que muitas vezes em outras casas são convocados também para fazer o mal. Então, nós fomos retirar do livro dos médiuns, no seu capítulo 25, evocações, no item 278. Não há inconveniente algum quando os espíritos maus são chamados com um fim sério e instrutivo. Podemos dizer, mas nós não o chamamos. Porém, os benfeitores espirituais os convocam, não porque eles estejam na mais alta escala da intercessão, mas porque nós estamos seriamente dependentes das lições que os seus
mas nós não o chamamos. Porém, os benfeitores espirituais os convocam, não porque eles estejam na mais alta escala da intercessão, mas porque nós estamos seriamente dependentes das lições que os seus depoimentos podem nos oferecer. Quando os evocamos por simples curiosidade ou por divertimento, pedindo-lhes um serviço qualquer, será que nunca nenhum de nós pediu a espíritos com ar de bem um impedimentozinho paraa vida de alguma pessoa, usando inclusive a lei de causa e efeito eh a nossa vingança, a nossa vontade de ver a pessoa pagar pelo que fez na condição de esclarecimento que o espiritismo nos traz, isso vale por um trabalho quando nos referimos a esses irmãos que dependem disso. Então, quando fazemos esse pedido, veja a advertência do codificador. Pedindo-lhes um serviço qualquer, uma vez prestado o serviço, por menor que seja, constitui um verdadeiro pacto firmado com o espírito mau ou inferior. Porque um espírito bom, um benfeitor não atende um pedido desses e este não larga facilmente a sua presa. Então, por um pequeno servicinho, nós muitas vezes, pelas falhas morais que temos, nos rendemos a um processo obsessivo. inteireza moral, nos diz o capítulo, é uma defesa para qualquer tipo de agressão difícil de ser atingida. A conduta digna irradia forças contrárias às investidas perniciosas. A Gele já tocou nesse assunto, mas nós trazemos aqui a Gênese no seu capítulo 14, os fluidos no item 46, obsessões e possessões. É preciso ter o direito de falar com a autoridade. E esta autoridade não é dada senão a superioridade moral. Então, pode-se ter a doce satisfação de livrar um encarnado e de converter um espírito imperfeito. Tudo que ela falou de José Petitinga, da sua inteireza moral, corresponde ao que está colocado nesse item de a gênese. E quando no parágrafo 26 há uma um apontamento relembrando aquele célebre encontro de Jesus com o moço rico, aquele que aparentemente não fazia nada errado, ele parecia atender a todos os princípios morais dos mandamentos dos profetas,
apontamento relembrando aquele célebre encontro de Jesus com o moço rico, aquele que aparentemente não fazia nada errado, ele parecia atender a todos os princípios morais dos mandamentos dos profetas, que era algo muito arraigado no judaísmo e que levou Jesus a dizer que era uma raça de víboras, que eram túmulos caiados por fora e cheios de podridão por dentro, tentando nos advertir de que não adianta a gente ser assído frequentador do centro espírita. será sido o participante das tarefas da casa espírita, dando às vezes muito ênfase para as reuniões mediúnicas, ainda na credulidade de que vamos lá para ajudar os espíritos em dificuldade. O livro Reuniões mediúnicas do projeto Manuel Filomeno de Miranda retrata uma entrevista oferecida por Divaldo em 1982, onde ele diz que aqueles que pensam dessa forma estão ainda despreparados para estar numa reunião mediúnica, porque nós vamos lá para que aqueles espíritos com seus suas as experiências de vida possam nos trazer a advertência das imperfeições das quais devemos nos libertar nesta reencarnação, que fazem parte do nosso projeto, do nosso planejamento reencarnatório. E se viermos vinculados ao trabalho espírita, é porque fazemos parte dos espíritos que suplicaram uma reencarnação mais desafiadora para vencer o retardamento do caminho. Accordo-vos que no mesmo livro Emanuel, lá no capítulo 11, mensagem aos médiuns, está muito bem colocado que nós não somos missionários, somos espíritos que defraudaram profundamente, ofendemos profundamente as leis divinas e agora nos recuperamos sob pesados compromissos. Então, a vida do trabalhador espírita que não quer o espiritismo a serviço dele, mas sabe que ele a serviço do espiritismo, consegue alavancar a sua evolução. Então, empreende todos os seus esforços para domar as suas más inclinações. Evangelho segundo o Espiritismo, capítulo 17 C de perfeitos. Item quatro, os bons espíritas. Então, somos chamados como aquele rapaz foi chamado. E ali no momento, embora ele quisesse seguir Jesus, quem
angelho segundo o Espiritismo, capítulo 17 C de perfeitos. Item quatro, os bons espíritas. Então, somos chamados como aquele rapaz foi chamado. E ali no momento, embora ele quisesse seguir Jesus, quem de nós não quer? Todos nós, com absoluta certeza, estamos integrados na tarefa da casa espírita. exatamente para seguir Jesus. A única coisa que ainda não nos convencemos é que o primeiro grande passo é investir em nós mesmos, porque nós não convenceremos os espíritos pela nossa fala afinada, mas pelos exemplos morais legados. Os espíritos olhavam para José Petitinga e diziam: "Olha, ele faz tudo que nos fala, então só pode ser muito bom". E depois voltavam para confirmar a diferença, a mudança que conquistaram com a proposta que José Petitinga lhes fez quando vieram, ou para lhes dizer ou para lhe dizer que tinham tido a coragem de assumir um novo projeto reencarnatório. É muito interessante nesse quesito, porque nos leva ao evangelho no seu capítulo 18. Muitos os chamados, poucos os escolhidos. Nem todos os que dizem Senhor, Senhor entrarão no reino dos céus. Então, nem todos nós que estamos servindo a causa e a casa espírita o fazemos como deveríamos. Muitas vezes estamos usando da causa e da casa espírita para servirmos a nós mesmos. E na continuidade do capítulo, ele vai falando desses apegos a a ervas. a substâncias, a incensos, a significação de usar branco. Então são atavismos que principalmente quando fala de usar branco, a gente acreditem, ainda encontra esse quesito presente em casas ditas espíritas, que tenha certeza de que a cor branca vai atrair os bons espíritos. Todos nós que temos eh crenças, algumas crenças que não cabem na lógica do espiritismo, mas o espiritismo as respeita. É importante que se lembre disso. Nós não tiramos o valor das coisas, as substâncias, as ervas, tem a sua finalidade, tem a sua ação. Ã, todas as terapias opcionais diferenciadas para aqueles que nelas creem tem a sua finalidade. Só que quando nós estamos dentro de uma casa espírita, supõe-se,
, tem a sua finalidade, tem a sua ação. Ã, todas as terapias opcionais diferenciadas para aqueles que nelas creem tem a sua finalidade. Só que quando nós estamos dentro de uma casa espírita, supõe-se, e deveria assim ser, que seguimos os preceitos da doutrina espírita. E em doutrina espírita, nós podemos ser dependentes de coisas externas, mas o que nos conduz à elevação espiritual são os movimentos que partem de dentro de nós e que extravazam de nós em formas de vibrações. Pensem a vibração de José Petitinga quando postada ao lado do médium, logo do espírito comunicante, ele exalava a sua vibração, a sua autoridade moral, que por si só já falava: "Ide e pregai". E só em último caso utilizem as palavras. Era assim que Francisco de Assis se dirigia aos seus discípulos. Então, quando aqui já no final da lição vai falar eh de incensos, práticas de significado simbólico, como nós estamos no mês do Natal, eu quis trazer esse pequenino estudo para já encerrar a nossa fala. Eh, em relação ao parágrafo 32, para aqueles que quiserem buscar, porque nós não sabemos a significância das ofertas que aqueles três reis magos, que na realidade eram três médiuns, cada um representando uma raça diferenciada que veio veio prestar homenagem ao Senhor da Terra. Jesus é o governador da terra. Ele não precisava vir à carne. Ele veio, portanto, nos amar para exemplificar. Então, o que nós vimos ser oferecido, não podemos levar ao pé da letra. Porque a letra mata, o espírito vivifica. Então, vejam só, Melquior. Melquior ofereceu a Jesus ouro, mas não era valor material. Ouro tinha uma significação religiosa, representava a autoridade sobre todas as coisas materiais. Ele reconhecia a autoridade de Jesus acima de toda a matéria. Gaspar ofereceu a mirra. A mirra era uma planta de cuja casca saía uma resina de aroma agradável, porém de gosto muito amargo. Era usada também como incenso e remédio, usada também para embalsamar cadáveres. Era o reconhecimento da autoridade de Jesus sobre todas as enfermidades.
aroma agradável, porém de gosto muito amargo. Era usada também como incenso e remédio, usada também para embalsamar cadáveres. Era o reconhecimento da autoridade de Jesus sobre todas as enfermidades. E nós reconhecemos até hoje, dizemos, Jesus é o médico das almas, porque ele sabe das nossas enfermidades morais. Ele estendia as mãos sobre os que o buscavam, mas ele dizia: "Vai e não tornes a pecar". Porque ele sabia que o que havia curado já tinha chegado primeiro lugar ao término da provação ou da expiação, mas havia a imperiosa necessidade de curar moralmente a fim de que a dor não se repetisse. Altazar ofereceu o incenso que representava o poder sobre todas as questões espirituais. Manuel Filomeno de Miranda. Neste capítulo que é o primeiro do mês de dezembro, é o primeiro do mês que oferecemos a Jesus, não mais para lhe pedir, mas para louvá-lo e dizer: "Senhor, nós te reconhecemos a grandeza sobre tudo que há na superfície da terra. Mas acima de tudo, Senhor, nós reconhecemos que para cada desafio que nos chega nesta existência, somos nós, Jesus, novamente compondo a multidão dos aflitos, ainda um tanto quanto apegados às simbologias materiais, ainda ofuscados pela luz do consolador. prometido, porque andamos em trevas há muitos e muitos séculos, Jesus. Porém, uma coisa nós já compreendemos. Nós viemos pelas feridas materiais. Na maioria de nós foi a dor que nos nos trouxe a tua presença e o espiritismo. E Manuel Filomeno de Miranda, neste grandioso capítulo, nos faz por fim compreender o que tu quisestes dizer. Ao pronunciares, a tua fé te curou. Agora vai e não tornes a pecar. Porque o pecado, a palavra pecar no aramaico tinha a tradução de errar o alvo, de termos nos equivocado. Então, do último parágrafo, nós voltamos ao início da lição. Quando descrita a reencarnação, os diversos motivos e compromissos, nós finalmente te dizemos muito obrigado, Jesus por teres nos oportunizado à mediunidade, por teres colocado em nossa estrada uma casa espírita e por ofereceres ao mundo
versos motivos e compromissos, nós finalmente te dizemos muito obrigado, Jesus por teres nos oportunizado à mediunidade, por teres colocado em nossa estrada uma casa espírita e por ofereceres ao mundo neste instante tão tormentoso, a luz do consolador, que possamos finalmente te compreender e servir ao bem, tornando aqueles que nos perseguem a partir de agora amigos da estrada, a quem devemos devemos servir de exemplo no dia a dia das nossas experiências. Muita gratidão e uma abençoada noite a todos. Gratidão é nossa, Oláia, pelas suas palavras profundas e também emocionantes que chegam ao nosso coração como doces vibrações de paz, de chamado de alerta, que a gente possa aproveitar ao máximo essa bendita oportunidade reencarnatória, sem dúvida decisiva nas nossas existências, com certeza. Então, mais uma vez, obrigada a todos os amigos que estiveram conosco nesses minutos em que aprofundo do capítulo 10, deixando o convite para o nosso próximo encontro na semana que vem, o capítulo 11, onde também será apresentado o resumo do capítulo. Então, uma boa noite, fiquem com Deus e até lá.
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