Estudando O Livro dos Espíritos - #89
Estudando O Livro dos Espíritos - #89 Com Lúcio Maranhão Estudo da semana: O Livro dos Espíritos. Transmissão: YouTube da FEEGO, TV Goiás Espírita, Facebook da FEEGO e Lúcio Maranhão YouTube. 🎙️ Novo na transmissão ou querendo melhorar? Confira o StreamYard e ganhe $10 de desconto! 😍 https://streamyard.com/pal/d/4876899936894976
Agradecemos, Senhor Jesus. Nós te agradecemos pela coragem de faciar as dificuldades criadas por nós mesmos, pelas provas que nos aperfeiçoam o raciocínio e nos abrandam o coração. pela fé na imortalidade, pelo privilégio de servir, pelo dom de saber que somos responsáveis pelas próprias ações, pelos recursos nutrientes e curativos que trazemos em nós próprios, pelo conforto de reconhecer que a nossa felicidade tem o tamanho da felicidade que fizermos para os outros, pelo discernimento que nos permite diferençar aquilo que nos é útil daquilo que não nos serve. pelo amparo da afeição, no qual as nossas vidas se alimentam em permuta constante, pela bênção da oração que nos faculta apoio interior para a necessária solução de nossos problemas. Pela tranquilidade de consciência que ninguém consegue subtrair-nos. Por tudo isso e por todos os demais tesouros de esperança e de amor, de alegria e de paz, de que nos enriqueces a existência, ser bendito, Senhor, ao mesmo tempo que te louvamos a infinita misericórdia hoje e para sempre. Hello, boa noite a todos. Sejam todos muito bem-vindos em mais um estudo do Evangelho para a Alma pela TV Goiás Espírita, pela Fé Ego, pela Federação Espírita do Estado de Goiás. Minha gratidão plena e a vocês também, tá? Me perdoem minha voz, tô um pouco fanho. Talvez um iniciozinho de uma gripezinha, mas a gente segue aqui nos estudos que faz bem e online não transmite a ninguém também, né? Então me perdoem que é se tô com essa vozinha, mas a gente vai fazendo o estudo de hoje com muito prazer mesmo, tá? A gente tá estudando o livro dos espíritos. Meu boa noite a todos vocês, a Maria José, a Jaci, a Jaque, a Sirlei, Daniela, enfim, todos que nos acompanham, sejam bem-vindos e também aqueles que vêm pela primeira vez, tá certo? Eh, é um estudo do Evangelho, das questões das 1019 questões de O Livro dos Espíritos, em que a gente estuda de tudo, tá? realmente como Kardec aborda pontos importantes na filosofia humana, tá? E hoje a gente vai trazer um tema que tá
uestões das 1019 questões de O Livro dos Espíritos, em que a gente estuda de tudo, tá? realmente como Kardec aborda pontos importantes na filosofia humana, tá? E hoje a gente vai trazer um tema que tá no capítulo, deixa eu ver aqui, é no capítulo certo, 10º, lei de liberdade, mas a gente vai falar hoje sobre fatalidades. É exatamente isso aqui, tá? E é dúvida de muitas pessoas, né? Alguns colocam os espíritos como um chamã que fala: "Olha, eles sabem tudo do outro lado." Eh, então, ah, já predizem tudo. Então, já tá prédeterminado algumas coisas. O como é que se encara as fatalidades? Será que nosso destino já nossos destinos já estão pré-editados? Tá? A gente parte sempre na hora certa que tem que ir, os acidentes que tem. Eh, lembro, né, do das coletividades, acidentes aéreos e tudo. Será que é uma fatalidade ou tá um tá preeditado isso já, essa essa essa passagem? Da mesma forma que alguns vão, outros ficam, alguns escapam de situações realmente bem perigosas e se escapam, por que que Deus permite isso? Já que não era hora de partir e partiu para uma situação dessa de perigo, tá? Sou já, por exemplo, todos nós premeditados a uma profissão A, B ou C, tem planejamentos ou não? É justamente isso, certo? Será que necessariamente, automaticamente tem que acontecer tudo que foi premeditado já e planejado? Ou pode haver desvios, ou pode haver, por exemplo, chegados momentos de alguns que ganham uma chance a mais de poder sobreviver uma situação ou outra. Fatalidades, esse é o tema que a gente vem trazer hoje, tá certo? E algumas vezes, me desculpe que eu tô com nariz, mas a gente vai e a gente vai melhorando com o trabalho. Mas é muito importante que a gente faça um estudo à luz da doutrina espírita, tá? Porque a algumas pessoas podem pensar ou ter certeza que as fatalidades ou dores são castigos de Deus, tá? Por que que acontece comigo e não com o outro? Por que que essa vida tá tão pesada com problemas aqui e o outro é diferente? Tá no bem bom, né? Como muitos falam.
es ou dores são castigos de Deus, tá? Por que que acontece comigo e não com o outro? Por que que essa vida tá tão pesada com problemas aqui e o outro é diferente? Tá no bem bom, né? Como muitos falam. Será que Deus tá com raiva de mim e do outro não? Como é que pode se eu sigo tanto a minha religião A, B ou C e tá aparecendo tantas fatalidades, tantas coisas que tem? Será que Deus me esqueceu? São perguntas, certo, que muitos fazem. E tem no capítulo 10 da lei de liberdade um item sobre fatalidades e que Kardec pergunta aos espíritos sobre isso. Mas antes de tudo é preciso realmente a gente estudar a luz da doutrina espírita, aos princípios em que a pleide de um espírito de verdade vem nos revelar. Porque alguns podem pensar ainda naquele Deus com amnésia que esqueceu de você, né? Como o Deus mau ou Deus que tá com raiva no canto da sala, né? Ou então de barbas longas. É preciso a gente evoluir ainda numa ideia mais madura sobre o que é Deus. sobre o que é Deus. E é claro, tudo que eu vou falar aqui, eu não tenho condição de definir Deus. Tô longe. Tudo que eu vou falar aqui é o que está nas primeiras questões de O Livro dos Espíritos, que trata justamente sobre a divindade. Aí não é Lúcio quem fala, é a pleia de de espíritos da verdade que falam sobre o que é o pai. Porque alguns ainda não pens ainda pensam na ideia infantil de um Deus que se magoa, um Deus que condena eternamente. Se é um Deus de amor, como ele condena eternamente, um Deus que tá chateado. E aí a gente é preciso trazer algumas definições da característica desse Deus, tá? Kardec pergunta antes, eu vou voltar antes de entrar no tema de fatalidades, sobre a questão 10 até a 13 de O livro dos Espíritos, certo? E na pergunta número 10, Kardec pergunta: "O homem pode compreender a natureza íntima de Deus?" Veja, tá falando do Senhor do universo. Só de galáxias são 20 trilhões. Eu tava desatualizado o mês passado, quando eu falava 400 bilhões de galáxias. O telescópio James Web da NASA já consegue mensurar em torno de 20 trilhões de
universo. Só de galáxias são 20 trilhões. Eu tava desatualizado o mês passado, quando eu falava 400 bilhões de galáxias. O telescópio James Web da NASA já consegue mensurar em torno de 20 trilhões de galáxias. Então, a gente tá falando de um ser com controle do que a gente pode ver, imagina do que ainda não vê, tá? Então, a resposta dos espíritos, do espírito verdade diz para o Kardec pergunta, o homem pode compreender a natureza íntima de Deus? Não falta-lhe para tanto um sentido. A resposta dos espíritos, mas ele vai mais fundo. Eh, será permitido ao homem compreender os mistérios da divindade? Os espíritos dizem: "Quando o seu espírito não estiver mais obscurecido pela matéria e pela sua perfeição tiver se aproximado dela, então haverá o verá e compreenderá os mistérios da divindade." Então, quando não tiver obliterado pela matéria, já é um sinalzinho pra gente, já é uma uma mensagem, um zap direto pros materialistas que apenas acham que são um monte de células amontoadas de músculos e ossos e que não tem nada por dentro. Se o seu foco está na matéria, você tá longe ainda de compreender o Pai. A gente vai mais fundo aqui no as características de Deus para tirar aquela ideia de Deus com raiva, Deus que condena eternamente, Deus que magoa. Na questão número 13, certo? Aí sim, Kardec pergunta: "Quando dizemos que Deus é eterno, certo? Porque vem a 12, a 11, enfim". Mas eu já já pulei para 13. Quando dizemos que Deus é eterno, infinito, imutável, imaterial, todo poderoso, soberanamente justo e bom, não temos a ideia completa dos seus atributos? E aí, meus caros, nessa questão número 13, o espírito ou os espíritos da pleira de verdade falam as características do pai, são qualidades inerentes ao pai. Não temos como compreender completamente, mas essas são as características de Deus. É o máximo em que a gente vai. Então, quais são essas caracas? Eu tô falando isso de fatalidades, porque às vezes a gente tá com fatalidades que acontecem, a gente tem problemas, sim, aparece problema do nada e a gente joga
te vai. Então, quais são essas caracas? Eu tô falando isso de fatalidades, porque às vezes a gente tá com fatalidades que acontecem, a gente tem problemas, sim, aparece problema do nada e a gente joga logo a culpa em Deus. Alguns, não todos, mas alguns já é Deus. Deus me esqueceu e tudo. Então, é preciso resgatar as características do Pai. E aí ele diz aqui o seguinte, os atributos. Deus é eterno. Deus é imutável, imaterial, único, onipotente, soberanamente justo e bom. Então, primeiro, Deus é eterno. Eternidade é sem fim e não teve começo. Uma das outras questões do livro dos espíritos, ele fala: "Nós temos início, mas não temos fim. O espírito humano, acredite, a vida é única mesmo. A vida é só uma. Você nunca vai morrer. Você é infinito, mas você teve um início. Agora, Deus é eterno. Ninguém tem como ponderar o início e o fim. Começa logo por aí a brincadeira, né? Com se prepare para ver as características do pai. Ele é eterno, então sempre vai existir. Nunca iremos estar ausentes do Pai. Nunca. Nunca. Por todos os tempos. Por todos os tempos. Boa noite, Dorinha. Bem-vinda, amiga. Então, vamos ver mais aqui umas as outras características. Deus é imaterial. Isso faz todo sentido, porque se eu coloco Deus como matéria, eu já tá limitado por si só. Então, Deus é imaterial, não é limitado a nenhuma matéria, já desconfigura totalmente o Deus de barba longa, sentado no trono, né? aquela ideia ainda antiga, certo? No na infância do crescimento da humanidade, do Deus punitivo, barba longa e tudo. Então, Deus é imaterial. É imaterial. Nós que estamos na matéria temos o limite. Quer ver? O olho tem um limite de visão. Tudo que você vê, tudo que você vê tá está dentro do espectro de ondas do ondas do infravermelho até o ultravioleta. É um limite. É um limite. Acima do ultravioleta você não vê e abaixo do infravermelho você também não vê. E só porque você não vê, você diz que não existe. Então, nossos olhos são limitados, nosso corpo é limitado. Chega um ponto em que ele não aguenta mais.
ê e abaixo do infravermelho você também não vê. E só porque você não vê, você diz que não existe. Então, nossos olhos são limitados, nosso corpo é limitado. Chega um ponto em que ele não aguenta mais. Até a nossa inteligência é limitada até certo ponto. Estamos progredindo, mas não sei de tudo. Não sabemos. Deus é imaterial, não tem limitação. Deus extrapola, é o Senhor onipotente. Tudo, domínio pleno eterno e material. Não tem como botar Deus dentro de um vaso ou de um corpo, tá? Porque é algo que foge aos limites da matéria. Então, essas são as duas características. Tem mais, certo? Deus é imutável. Deus não muda. Claro, porque é perfeito. Nós mudamos. As leis dos homens mudam à medida que a humanidade progride na civilização e tudo. Ninguém está mais na época de Esparta, em que se quando nascia com a limitação física se matava. Passou esse tempo. Claro que ainda encontramos atrocidades ainda, mas as leis dos homens vão mudando. A de Deus não. Então a de Deus vai servir desde os seus primórdios de quando você foi as suas foram as suas primeiras reencarnações como espírito até a sua última encarnação, indo para um espírito puro. As leis de Deus serão as mesmas, porque ele é perfeito. Ele é perfeito. Todas as suas leis se encaixam. Vamos indo em frente. Vamos indo em frente para ver as características e descaracterizando aquele Deus que está ainda nos primórdios da infância da humanidade, de um Deus material sentado no trono de barbas longas. Tá? Deus é imaterial. Deus, eu acho lindo essa. Deus é único. Único. Não existe o meu Deus melhor do que o seu. Entenderam? Deus é único. É uma mensagem muito importante nos dias de hoje, porque às vezes o Deus de um, né, a pessoa diz: "O meu Deus é melhor do que o seu for seguir o meu Deus, você tá perdido." Que Deus é esse que condena um dos seus outros filhos, né? Não existem dois, três deuses. Passou a época pagã de vários deuses. É um Deus apenas. É um Deus apenas que tem. Eu dou sempre o exemplo do jardim. O jardim tem várias flores de cores
tros filhos, né? Não existem dois, três deuses. Passou a época pagã de vários deuses. É um Deus apenas. É um Deus apenas que tem. Eu dou sempre o exemplo do jardim. O jardim tem várias flores de cores diferentes. São as religiões, mas todas se nutrem do mesmo sol. Do mesmo sol. O sol é o mesmo, certo? Então, Deus é único. É único. E aí começa onipotente, tá? Onipotente. Isso é a característica do pai. Não é poderoso de poder castigar nem nada, certo? é que todas as leis estão no controle dele. E às vezes eu quero ter o controle de tudo. Tem pessoas que não acham que são deuses encarnados. Tem certeza que são. Então não concordo com isso. Eu acho que é assim. Desculpe, filho. Você acha, mas não é assim. Deus que é onipotente sabe o que é melhor. Sabe o que é melhor. E aí vem em seguida. Deus é soberanamente justo e bom. Soberanamente justo e bom. Então, não há um Deus que castiga, mas ele é justo. E se é justo, é justo com todos os filhos, tá? Com todos os filhos. E um bom pai, ele não castiga, ele educa. Há uma grande diferença. Um pai que é bom não condena seu filho eternamente. Ele educa, ele corrige. Aí sim a correção, não há condenação, a correção de rotas, porque ele é justo, justo e bom. Então, depois de ler todos esses atributos, tem como eu dizer que uma fatalidade é fruto de castigo de Deus? Eu não vou nem responder, né? Eu vou juntar junto desses atributos a questão número um. Você podem ver no livro dos espíritos quem acompanha a questão número um fala que é Deus? Não é nem quem é Deus, é que é. Kardec teve esse cuidado, porque quem é geralmente uma personificação. A gente adora personificar porque o ser humano não tem nem noção do tamanho do pai que personifica, quer limitar, quer limitar. E a resposta, quando ele, quando Kardec pergunta o que é Deus, você pega esses atributos que eu falei aí, junta com a questão número um. Que é Deus? Resposta: inteligência suprema, causa primeira de todas as coisas. Inteligência suprema é inteligência inalcançável. Quando ele diz a inteligência suprema,
, junta com a questão número um. Que é Deus? Resposta: inteligência suprema, causa primeira de todas as coisas. Inteligência suprema é inteligência inalcançável. Quando ele diz a inteligência suprema, significa que todos os pensamentos que você teve não foi nada novidade para Deus, né? Ele olha assim, o pai com um filhinho pequeno. Mas engraçado, não é que eu não pensei nisso, né? Que você pensou, né? Você é um gênio, meu filho. Mas como é que eu não pensei? O pai já sabe. Já sabe tudo com onipotência, onisciência, inteligência suprema e causa primeira de todas as coisas. Então, soberanamente justo e bom. Aí é onde pega é a justiça. É a justiça. É a justiça. Por ele quer o nosso bem. Mas essa justiça, ele também é tão bom, tão bom, tão bom, que nos deu a capacidade da gente escolher o nosso caminho. Pronto, o livre arbítrio. Aí é que onde o negócio pega, porque eu posso passar 10 reencarnações fazendo mal ao outro, ao outro, ao outro, ao outro e vai ficar tudo por isso mesmo. Imagine época de cruzadas, 20 reencarnações matando, matando, jogando pedra em Roma, pá, pá, pá, pá, pá. E fica por isso mesmo. Você está fazendo algo contra um filho de Deus, mas a justiça divina age não para condenação, mas para correção, para a gente parar de fazer aquilo que fazia de errado. E aí tem uma mudança de rota e a gente começa a entender que algumas fatalidades que vêm, que aparecem, dá um chacoalhar na gente. Dá um chacoalhar que a gente fala: "Poxa, agora eu preciso do pai". Deixa pelo menos a gente esquece a ideia malsã de fazer o mal. Ali não me queimei. Tive a ideia de tocar na tomada, né? A ideia brilhante. Ave Maria, vai tum se se queimam. Então leva um choque. Leva um choque, entendeu, filho? Para aí. Chora e vai pro pai agora, entendeu? faz mal algumas atitudes. Então, algumas fatalidades, meus caros, são frutos não do pai que coloca na gente, mas das ações que a gente faz em nossas vidas ou na nossa vida agora também, n nossas vidas do passado e agora também. Muitos das atribulações são causas
os, são frutos não do pai que coloca na gente, mas das ações que a gente faz em nossas vidas ou na nossa vida agora também, n nossas vidas do passado e agora também. Muitos das atribulações são causas atuais. Existe uma passagem dessa no Evangelho segundo o Espiritismo. Só pra gente entender. Então, o Pai vem e vai fazer uma correção de rota. Venha cá, filho. Lembra aquela passagem que Jesus fala: "Eu deixo as 99 ovelhas e vou lá buscar aquela que tá perdida. É o cajado do pastor que pega assim no pescoço e faz: "Venha, venha. Talvez se não fosse uma dor grande ou uma fatalidade que tem, a gente não estaria orando tanto ou se aproximando do Pai. Não que precise passar por isso, mas isso existe. Isso existe. E às vezes a gente se esquece, tá? Mas vamos agora começar a questão de o das fatalidades e entender o que Kardec pergunta e o que o espírito verdade diz sobre isso, tá certo? E no final a gente vai ter uma passagem que muitos pensam que foi uma fatalidade um encontro, né? Foi uma casualidade um encontro com Jesus de um personagem muito importante, certo? Mas a gente vai estudar também. Então, queria muito trazer essa ideia de Deus à luz da doutrina espírita, uma ideia mais madura do Pai, uma ideia realmente que toca a nossa razão, a nosso raciocínio, o nosso coração de entendimento. Claro, o pai, o pai é pai, é tão perfeito que fala: "Eu não vou ficar com raiva de você. Lembra a passagem do filho pródigo?" Não vou. Agora, filho, eu tenho as minhas leis, as leis para fazer você evoluir. Nunca retrocede. A grande questão, bem rápido, é o livre arbítrio. Ele é tão bom que deixou a nossa vontade, a escolha de nossas rotas, de nossos caminhos. E aí falta a gente bater no peito e dizer: "Isso fui eu realmente". Isso fui eu. É uma palavrinha chamada responsabilidade. Tá, mas vamos lá para pra questão sobre fatalidade. A 851 Kardec pergunta: "Haverá fatalidade nos acontecimentos da vida conforme ao sentido que se dar a este vocábulo?" Quer dizer, todos os acontecimentos são
amos lá para pra questão sobre fatalidade. A 851 Kardec pergunta: "Haverá fatalidade nos acontecimentos da vida conforme ao sentido que se dar a este vocábulo?" Quer dizer, todos os acontecimentos são pré-determinados. E neste caso, o que vem a ser o livre arbítrio? Eita, que pergunta, né? Olha só, vamos por partes aqui, tá? Os espíritos respondem: "A fatalidade existe unicamente pela escolha que o Espírito fez ao encarnar desta ou daquela prova para sofrer." Escolhendo-a, instituiu para si uma espécie de destino que é a consequência mesmo da posição em que vem achar achar-se colocado. Falo das provas físicas, pois pelo que toca as provas morais e as tentações, o espírito conservando o livre arbítrio quanto ao bem e ao mal, é sempre o senhor de ceder ou de resistir. Então, vejam, vou com o meu nariz e minha garganta aqui toda, mas a gente vai. As fatalidades físicas existem, às vezes podem ser um acidente, pode, né? As limitações temporárias de alguns que nascem com a limitação de uma visão, de um andar, tá certo? E é muito bom, a doutrina nos mostra que é muito bom falar temporárias, porque quem tem uma limitação de qualquer órgão que seja é temporário. É uma fatalidade física que veio em consequências, claro, quando se nasce devido a outras vidas e nem assim todas necessariamente é porque fez o mal. A gente já viu aqui exemplos de espíritos superiores que decidem reencarnar, que escolhem um corpo limitado que não mereciam, mas eles escolhem para dar uma lição àquela família, aquela aquele seio familiar em que vai nascer. Isso também está no evangelho. Então, muito cuidado, porque não é olho por olho, dente por dente. O Pai é soberanamente justo e bom. Tem no Evangelho o cego de Siloé, quando os discípulos perguntam o que ele fez para nascer cego? Ora, se a pergunta é o que ele fez, então existe reencarnação para nascer cego. O que ele fez antes para nascer cego? Os discípulos perguntam isso, tá no evangelho que Jesus diz, ele nada fez. Nasceu assim para mostrar as belezas de
ez, então existe reencarnação para nascer cego. O que ele fez antes para nascer cego? Os discípulos perguntam isso, tá no evangelho que Jesus diz, ele nada fez. Nasceu assim para mostrar as belezas de Deus. Puf, botou aqui a lama e curou, né? Só pra gente ter esse cuidado. Porém, em outros casos, em alguns, devido a ações pretéritas, podemos vir com uma limitação ou uma fatalidade que aconteça física que não foi o pai que colocou. Às vezes temos do passado e antes de reencarnar, nós que escolhemos, como diz, como diz a questão. Lúcio, eu pedi para passar sobre isso. Pediu, pediu. Como que eu pedi se eu vou sofrer fisicamente? Mas na hora que você tá em espírito do outro lado, você pensa como espírito paraa evolução do seu espírito. As provas são pedidas pela gente antes de vir. É uma prova também de elevação pra fé, prova realmente de superação. Isso são provas físicas. Eu achei interessante quando ele fala: "Existe as fatalidades e as provas morais". em que essa está totalmente vinculada a sua vontade. Você tá pode estar debaixo de de chuva, de pau, pedra, de tudo. Pode estar com aquela turbulência na vida. Mas ele diz aqui fatalidades morais com com relação às provas físicas. É isso, uma com relação à moral. Isso depende única e exclusivamente da escolha do espírito. São provas e a maior força que tem é durante uma tempestade manter-se a tranquilidade. Tô dizendo que é fácil, mas é você durante a tempestade não macular a sua consciência de ser cristão. É durante, por exemplo, problemática ou alguém que lhe ofende, você manter a sua consciência tranquila de não fazer também mal ao outro. É claro que às vezes a gente vem com intuito de vir como romano para cima com tudo, porque temos reencarnações passadas, né, com relação a isso, mas é o controle. É o controle. Então essas, como ele diz aqui, conservando o livre arbítrio quanto ao bem e ao mal, é sempre senhor de ceder ou de resistir. Você pode ceder na parte moral, eu não aguento, tenho essa tentação, tenho esse
essas, como ele diz aqui, conservando o livre arbítrio quanto ao bem e ao mal, é sempre senhor de ceder ou de resistir. Você pode ceder na parte moral, eu não aguento, tenho essa tentação, tenho esse vício ou posso resistir. Um exemplo simples, alguém que nasce, que teve problemas, por exemplo, com drogas em vidas passadas, vem, então se prepara, estuda, né, se arrepende do outro lado, faz o estudo, se prepara, mas se prepara mesmo. E ele diz: "Agora eu quero reencarnar no mesmo ambiente para provar que eu vou superar. Aí faz o planejamento, você vai conhecer aqui a igreja tal, o centro espírita tal, então alguma coisa. Você vai conhecer Jesus de alguma forma vai ser mostrado de novo o caminho do evangelho, não no sentido figurativo, religioso, dogmático, não. No sentido de mapa, mapa da vida, mapa para poder tirar. E aí o sujeito reencarna no mesmo ambiente, ele cai ou resiste. E são provas que vem de cada um, tá? Então vamos ver aí. Ele continua. Ao vê-lo fraquear, um bom espírito pode vir-lhe em auxílio, mas não pode influir sobre ele de maneira a dominar-lhe a vontade. Então, os espíritos bons, aí ele no caso ele fala, os mentor, mentora podem vir sem o auxílio e vem, mas não vão fazer por nós o que cabe a gente fazer. Então, tá numa situação difícil, peça, peça e escute. E escute. Depois que escutar, aja. Você agir, você agir. A gente às vezes espera, né? Oro a Deus, oro aos santos, oro aos anjos que tirem esse problema de mim. Eles vão lhe dar força para você tirar esse problema, para você superar esse problema, né? Então, vejam o ele fala dos dois, tá? Um espírito bom pode vir-lhe em auxílio, mas não pode influir sobre ele de maneira a dominar-lhe a vontade. Ele influencia, mas não pode dominar sua vontade. Você é que vai determinar, tá? E como Lúcio, se eu não vejo o espírito nem nada, eu não falo, você que pensa. E só existe médiuns que vem, falam, escutam. e a intuição e aquele pensamento que chega e aquela paz no momento de tempestade e os sonhos. Não, comunicação do outro
nada, eu não falo, você que pensa. E só existe médiuns que vem, falam, escutam. e a intuição e aquele pensamento que chega e aquela paz no momento de tempestade e os sonhos. Não, comunicação do outro lado, quando se desprende no corpo. Então, no livro dos médiuns, Kardec diz: "Todos nós somos, de certa forma nós médiuns, porque médium é aquele que recebe qualquer influência do outro plano. Não precisa ver, pode-se receber pensamentos. Isso é um segredo revelado, né? Então, que não é mais segredo, mas é revelado no livro dos médiuns, que se estuda, e a gente vê que todos nós somos, de certa forma médiuns, porque todos nós estamos convivendo com os espíritos e eles agem em nossos pensamentos muito mais do que imaginamos. Essa resposta está no livro dos espíritos. Agem nossos pensamentos muito mais do que a gente imagina. Por que que Jesus falou: "Vigiai e orai para não cairdes em tentação?" Por que que Jesus falou: "Aonde está o vosso pensamento, está o vosso coração". Hã, porque é força e eles captam, tá? Só pra gente ir. Aí ele vem falar do espírito mal. diz aqui mal, mas depois lá na frente ele vai, não é necessariamente mal, ainda tá ignorante no bem, entendeu? Lá ele fala na frente, mas ele diz aqui, um espírito mal, isto é, inferior, mostrando-lhe, exagerando aos seus olhos um perigo físico, o poderá abalar e amedrontar. Nem por isso, entretanto, a vontade do espírito encarnado deixa de se conservar livre de quaisquer peias. E aqui, prestem atenção, é muito importante o que eu vou dizer. Tanto para você quanto para outro, pode estar sendo você ou outro passando por uma dificuldade ou então uma situação difícil. Agora ele vem falar dos espíritos maus que eles vão intuir para você ir pé embaixo nessa situação difícil. Eu abro aqui tudo porque aqui é um estudo é muito importante que o intuito é salvar vidas, é salvar todos nós, tornar melhor a nossa vida e salvar a vida. Assim, às vezes o ser depressivo, com depressão forte, vazio existencial, vem aqueles pensamentos,
ortante que o intuito é salvar vidas, é salvar todos nós, tornar melhor a nossa vida e salvar a vida. Assim, às vezes o ser depressivo, com depressão forte, vazio existencial, vem aqueles pensamentos, né, eh, de colocar para baixo, se a vida vale a pena. Então, há espíritos do outro lado que vem soprar justamente isso paraa gente poder deixar a nossa própria vida. É importante que se toque nisso. É importante ter a vigilância. É importante que a gente realmente tenha essa vigilância, porque como diz aqui, ó, um espírito mal, isto é inferior, mostrando exagerando os seus olhos, um perigo físico o poderá abalar e amedrontar. Não caiam nessa aquelas vozes que vem falando, vá, faça o ato, se jogue, né? E tudo. Não façam, não façam. Como é libertador o estudo da doutrina e da mediunidade, armadilhas que tem do outro lado, ainda são espíritos inferiores que não querem o bem. Mas aos superiores, faça uma prece, escute o bom mentor, escute realmente aquela boa ideia que chega, tá? Porque a vida continua. Eu tava, importante tocar nisso, eu tava indo uma vez fazer um seminário sobre a parte de suicídio, tá? Desculpe a minha gripezinha, mas durante o carro tava dirigindo e tudo, pensando no tema. E aí de repente vê uma frase e e eu falei: "Poxa, que frase forte!" E dizia: "Mesmo quando alguém tenta desistir da vida, a vida nunca vai desistir de você. Olha só, a vida nunca vai". Então eu tô falando isso, estudo para um alerta que é preciso estudar, né, sobre o que nos sonda, sobre o psiquismo e as influências que tem também do outro lado, aquelas monovoses que não saem, pá, pá, pá. Tá? Então, você pode mudar. E é lindo o que ele diz aqui no final. Vejam, a vontade do espírito encarnado deixa de se conservar, deixa de se conservar livre de qualquer peias, tá? Nem por isso a vontade do espírito encarnado deixa de se conservar, livre de qualquer peias, de qualquer problemas. Você comanda a sua vida. Não há espírito do outro lado que mande em você. Pronto. Sendo bem direto. Não há não há
írito encarnado deixa de se conservar, livre de qualquer peias, de qualquer problemas. Você comanda a sua vida. Não há espírito do outro lado que mande em você. Pronto. Sendo bem direto. Não há não há pode aparecer que é médio ostensivo ou então no pensamento. Olha, sabe quem tá falando? Eu sou o seu mentor, né? Eu sou o seu mentor. Então, acelere o seu carro a 200 por hora para chegar mais rápido lá no centro espírita ou não é na igreja tal. É o mentor que tá falando isso mesmo. Ou é um acidente, uma coisa, né? Então, meus caros, nenhum espírito é capaz de dominar a sua vontade. Você domina, certo? As mediúnicas que t os médiuns são educados a emprestar o corpo para comunicação, mas eles têm total controle inclusive da palavra. Às vezes eles vêm com tudo querendo derrubar e não vou falar isso que você quer. Eles controlam, tá? A vontade do seu corpo, da sua vida, é sua. É muito importante falar sobre isso. Primeiro, o alerta das vozes que chegam, tá? E segundo, a vontade predominante sempre será sua. Não há espírito no mundo que vá predominar sobre sobre a sua própria vontade. Tá certo? Bem, vamos em frente. Só na primeira pergunta, né? E o tempo corre. Mas vamos lá. A 852. Há pessoas que parecem perseguidas por uma fatalidade, independente de da maneira por que procedem. Não lhes estará no destino infortúnio. O infortúnio. E os espíritos dizem, são talvez provas que lhes caiba sofrer e que elas escolheram. Porém, ainda que lançais a conta do destino, o que mais das vezes é apenas consequências das vossas próprias faltas, trata de ter pura consciência em meio dos males que te afligem e já bastante consolado te sentirás. Então, são talvez, como ele diz aqui, provas que lhe caiba sofrer. Não é castigo, é correção, tá? e que elas mesmo, essas pessoas escolheram antes de reencarnar. Mas eu não tô entendendo muito como é que funciona, como é que eu escolho um negócio tão pesado desse para poder encarnar desse jeito. É muito simples. Veja um soldado, um militar que fala: "Eu quero ir pra guerra. Eu
endendo muito como é que funciona, como é que eu escolho um negócio tão pesado desse para poder encarnar desse jeito. É muito simples. Veja um soldado, um militar que fala: "Eu quero ir pra guerra. Eu quero defender meu país. Eu quero ir pra luta". Ele tem o risco de sair todo lascado, todo realmente com o fardamento, corpo estraçalhado, mas é aquele objetivo de ir para a luta, né? E aqui eu não tô falando da luta armada, eu tô falando da luta encarnada, o bom combate. O espírito antes de encarnar sabe o que é bom pro espírito, não é pro corpo. Olha, com essa situação, eu vou aprender humildade com o meu espírito, não é o corpo. Aí o sujeito nasce dando exemplo, só exemplo, tá? bem com bens materiais que pode ser tirado a qualquer hora, mas bem afortunado e nasceu num berço de ouro, mas tá com nem que todos sejam assim, tá? Mas alguns, por exemplo, pode estar no orgulho, no orgulho, orgulho, bufa fatalidade, perde tudo e aí desenvolve o outro lado de humildade, tá? Pode isso acontecer, mas é importante dizer o que tem no Evangelho Segundo o Espiritismo, que o bem material é um bem, não é mal. E tem gente que tem bens materiais e são extremamente humildes. Não é essa questão do bem material, é do meu espírito que ele é. Agora, é claro que as facilidades são caminhos mais perigosos do desvio da alma, do espírito. Isso é verdade. Não é o bem que determina, é o que eu determino. Mas o pai tá vendo ali, tá muito orgulho, tá muito assim, ó. Tira. Eu quero a sua humildade. Eu quero que você veja outras coisas que você não consegue ver. e que a matéria está lhe obliterando de ver outros sentidos paraa vida. Então isso ocorre e pode ser o espírito que peça isso antes, né? Realmente eu caí tanto, caí tanto, caí tanto na parte material, material. Agora eu quero vir numa vida mais privada disso. Quero nascer num ambiente mais humilde. É o que importa para o espírito, não para o corpo. É a essência que tem. Deus é imaterial. É nossa essência é essa também. A gente vai começando a entender, né? Bem,
nascer num ambiente mais humilde. É o que importa para o espírito, não para o corpo. É a essência que tem. Deus é imaterial. É nossa essência é essa também. A gente vai começando a entender, né? Bem, é apenas consequência de vossas próprias faltas. Não é Deus. Não é Deus. É porque a gente tem que tirar o a milpia de uma vida só. Tem que botar o óculos para poder enxergar longe, longe no passado e longe no futuro também, porque a gente é milp, só quer ver uma vida apenas e as passadas, né? Olha, uma prece falada apenas sem sentimento, já perdoou tudo. Não, não perdoa. Uma prece falada com sentimento e arrependimento é bom aos olhos de Deus. É bom. Isso tá no Evangelho Segundo Espiritismo, mas não corrigiu tudo ainda. É bom porque é o primeiro passo de você entendeu, arrependeu, faça o bem agora. Agora você vai reparar todo esse mal feito antes, tá? Isso é correção. É correção de rota. A culpa é ruim, porque a culpa é uma âncora. Se você tá com culpa de algo, tire. Arrependimento é bom. Arrependência é diferente de culpa. Qual dos dois que a pessoa pode estar? Arrepender-se é reconhecer. reconhecer e ter aquela vontade de redimir-se. Deus ama isso. Santo exemplo que tá no Evangelho Segundo Espiritismo. A culpa não é que Deus fica chateado, que a gente já aprendeu aqui, né? Mas Deus fala: "Não, filho, não culpe". Porque a culpa é uma âncora. A culpa a pessoa coloca uma casca em cima e diz: "Ninguém olha para mim mais que eu não tenho capacidade de fazer mais nada". Então isso é muito nocivo. A alma tá errar. Todos nós erramos. Todos nós não não não vi um ainda que não erre. E por isso que a gente tá aqui no mundo de provas, expiações, mas para correções, tá? Então é muito importante isso. E ele continua. Trata de ter pur. Eu acho linda essa frase. Vejam. Desculpa a minha gripe, mas vamos embora. Veja essa frase: "Trata de ter pura consciência em meio dos males que te afligem e já bastante consolado te sentirás". tá na tempestade, tenta manter calma a consciência do
ha gripe, mas vamos embora. Veja essa frase: "Trata de ter pura consciência em meio dos males que te afligem e já bastante consolado te sentirás". tá na tempestade, tenta manter calma a consciência do marinheiro que tá guiando o barco. Imagine o marinheiro com desespero e pular do barco no meio do mar. vai ser pior. Vai ser pior. Só que quando ele diz tenta, trata de ser pura consciência significa que as ondas podem estar batendo, mas você não pode ferir a sua consciência com más atitudes. As ondas estão batendo, pedindo para você se jogar, fazer o que for, entendeu? Mas não fira as suas ações, a sua consciência com suas ações. Pode ter uma tempestade fora te provocando a você virar um trovão. Se essas ações vão te macular a consciência, para, porque a grande fortaleza está em tentar manter a consciência no meio da tempestade. Consciência pura. Eu acho lindo isso, quer dizer, imaculada, né? Em meio dos males que te afligem e já bastante consolado te sentirás. Quer dizer, o amparo é imediato. É imediato. É imediato. Vocês acham que os espíritos superiores, né? Por exemplo, Emanuel, vou pegar um Chico, uma Madre Teresa, o próprio Divaldo, que desencarnou há pouco tempo, não passaram por tempestades. Uma irmã dulce, né? Tempestades fervorosas, mas a consciência firme, firme. Eu lembro de Madre Teresa que a frase mais forte que estimulou ela, certo, a fazer a obra, né, que ela fez, foi quando ela olhou um crucifixo e tinha ali em cima, tenho sede, tenho sede. Ela quis saciar essa sede do mestre oferecer. É o princípio, a consciência pura, imaculada. Pode bater o que fora, mas não foge da rota. São exemplos para todos nós, tá? Vamos em frente. Aí Kardec faz um um um comentário. As ideias exatas ou falsas que fazemos das coisas nos levam a ser bem ou mal sucedidos de acordo com o nosso caráter e a nossa posição social. Achamos mais simples e menos humilhante para o nosso amor próprio atribuir antes à sorte ou ao destino os insucessos que experimentamos do que a nossa própria
o nosso caráter e a nossa posição social. Achamos mais simples e menos humilhante para o nosso amor próprio atribuir antes à sorte ou ao destino os insucessos que experimentamos do que a nossa própria falta. É certo que para isso contribui algumas vezes a influência dos espíritos, mas também o é que podemos sempre forrar-nos a essa influência, repelindo as ideias que eles nos sugerem quando mais. Então, podemos repelir, tá certo? Essas ideias quando mais ele bate de novo nessa tecla, tá? E a gente relativiza, a gente não quer admitir a gente, não. A culpa é de Deus, tá? Não, Deus não botou esse problema. Bata no peito e diga: "Fui eu". Talvez há 20 vidas atrás, mas fui eu. Fui eu. Fui eu. Uma vez estava na mediúnica e vem um comunicante e diz: "Você fez isso tudo nas na época, séculos séculos atrás. Que que eu vou falar? Não, meu irmão, olha, eh, escute o evangelho agora. dizer, me perdoe, me perdoe. Mas se Deus propôs agora esse reencontro, não é por acaso. Não é por acaso. E que a gente possa realmente, antes de tudo, eh, me perdoe, mas que a gente possa suerguer juntos, se você me permitir. A gente possa progredir juntos. e fala com coração de verdade, eu admito se eu fiz isso. Essa é a responsabilidade que tem. Mas a gente relativiza às vezes as responsabilidades. Ou então quando a o que que é o que que é errado e o que que é bem, né? Acho interessante que a gente relativiza a moral. Um grande problema da atualidade. Como é que é relativizar a moral? Um fez certo, o outro fez errado. Depende quem foi, eu gosto dessa pessoa ou não. Esse é o grande problema atual. Olha, fez o errado ali na feira, eu aconte não, mas aquele eu gosto. Então não fez errado não. O outro que eu não gosto é que fez. Errado. Errado. O mal é o mal. O mal é o mal. Pode ser, por exemplo, a corrupção de 10 milhões de dólares ou de 50 centavos quando se tira de alguém. O mal é o mal. Então, não relativize, certo, com o outro e muito menos com conosco mesmo. Essa consciência que tem. Bem, vamos em frente
milhões de dólares ou de 50 centavos quando se tira de alguém. O mal é o mal. Então, não relativize, certo, com o outro e muito menos com conosco mesmo. Essa consciência que tem. Bem, vamos em frente que tem mais, tem um a parte do evangelho. 853. Algumas pessoas só escapam de um perigo mortal para cair em outro. Parece que não podiam escapar da morte. Não há nisso fatalidade? Aí eles respondem: "Fatal no verdadeiro sentido da palavra. Só o instante da morte o é. Chegado esse momento, de uma forma ou de outra, a ele não podeis furtar-vos. Quando chega a hora, chegou a hora realmente de partir. Mas vamos ver algumas situações aqui na frente. Assim, aí Kardec pergunta assim: "Qualquer que seja o perigo que nos ameace, se a hora da morte ainda não chegou, não morremos, não, não perecerás". E tem disso milhares de exemplos. Quando, porém, soi a hora da partida, nada poderá impedir que partas. Deus sabe de antemão de que gênero será a morte do homem, que muitas vezes o seu espírito também o sabe, por lhe ter sido isso revelado quando escolheu tal ou qual existência. Às vezes alguns escapam. Ao ouvir a história, perdi o voo. que caiu tal, não acordei no voo, o despertador teve um problema tal. Deus, acreditem, não há uma folha que caia, que o pai não saiba, tá no evangelho isso. Então, se não era o momento, não era o momento, mas quando chega o momento, algumas vezes até o espírito presente. Eu vou dar um exemplo eh de de uma personalidade personalidade muito querida do Brasil que partiu, o Airton Sena, né? Isso é uma opinião pessoal. Eu acho que ele pressentiu antes aquele momento. Vejam como ele estava, né, ali vendo. Já tinha acontecido os acidentes antes, mas no dia da corrida ele tava diferente. Ele tava realmente reflexível. Parecia que sentia algo, não queria ir com algo. Aí é uma opinião pessoal. Posso estar errado, mas pode ser que ele já tenha pressentido o momento que iria mesmo ali. Me marcou na época o criança vendo, eu falei: "Mas tá diferente, tá diferente." E às vezes o espírito pode
. Posso estar errado, mas pode ser que ele já tenha pressentido o momento que iria mesmo ali. Me marcou na época o criança vendo, eu falei: "Mas tá diferente, tá diferente." E às vezes o espírito pode pressir sim, não apenas de fatalidades, mas também de doenças, né? no último momento e tudo. Então isso isso pode ocorrer. Bem, eu vou mais à frente que a gente vai ver o evangelho. Tem uma pergunta que aqui que fala: "Haverá fatos que forçosamente devamond dar-se e que o espírito não possa conjurar, embora o queiram?" Ah, mas que tu viste e pressentiste quando no estado de espírito fizeste a tua escolha. Não creias, entretanto, que tudo que sucede está escrito, como costumam dizer. Um acontecimento qualquer pode ser a consequência de um ato que praticastes por tua livre vontade, de tal sorte que se não houvesse praticado, o acontecimento não se teria dado. Imagina que demais, imagina que queimas o dedo. Isso nada mais é senão resultado da tua imprudência e efeito da matéria. Só as grandes dores, os fatos importantes e capazes de influir no moral. Deus os prevê porque são úteis à tua depuração e a tua instrução. Então Deus não tá preocupado na parte física. Queimou o dedo, quebrou a perna. Algo que vá mexer na moral é que Deus tá em alerta. E há fatalidade situações que se não fosse essa situação, não despertaria o nosso moral. Isso é verdade, tá? Mas essa pergunta, será que pode mudar, por exemplo, um momento derradeiro, ganhar um tempinho a mais? Essa pergunta fala sobre isso. 860. Pode o homem, pela sua vontade, por seus atos, fazer que se não deem acontecimentos que deveriam verificar-se e reciprocamente? E aí a resposta pode? Mas vamos ver. Não é só esse pode. Ele fala pode né? Pode. Ó, se essa aparente mudança na forma dos fatos tiver cabimento na sequência da vida que ele escolheu, acresce que para fazer o bem como lhe cumpre, pois que pois isso constitui o objetivo único da vida, facultado lhe impedir o mal, sobretudo aquele que possa concorrer pela produção de um mal
escolheu, acresce que para fazer o bem como lhe cumpre, pois que pois isso constitui o objetivo único da vida, facultado lhe impedir o mal, sobretudo aquele que possa concorrer pela produção de um mal maior. Então você pode ganhar uma moratória, não são para todos, mas essa moratória está vinculada ao bem. Ao bem. Você mudou de rota, você mudou de rumo, você agora começou a fazer um trabalho de coração na caridade, no bem. pode ser postergado o momento derradeiro da partida, a fatalidade que aconteceria. É um merecimento daquela alma. Não existem regras rígidas a Deus. Deus é onipotente também. Ele é onisciente. Ele sabe o que tem dentro do nosso coração. Ele sabe. E para alguns, para um ou para outro, pode ser dado um tempo de extensão maior. O próprio Divaldo, pelas próprias palavras dele, falou: "Eu ganhei um tempo a mais", né? E claro, não precisa nem comentários para dizer a obra gigantesca que Divaldo faz, fez, né? e faz do outro lado. Então, em alguns casos, pode se ganhar assim, mas no caminho do bem, do bem, tá? Então, esse é o foco e mostra cada vez mais o amor do pai. Eu quero tocar bem rápido da parte do evangelho em que pareceu coincidência o encontro, mas não foi. De uma mulher que tinha um vazio existencial e que ia pegar a água num poço e que nesse poço, na sexta hora, como tá no Evangelho de João, encontrou Jesus. Será que foi uma fatalidade? Ele já sabia. Ele pede para ir até Silcá, a cidade na Samaria para poder encontrar aquela mulher, né? Então, algumas coisas bem rápidas. É engraçado que cada vez que a gente lê a passagem tira sempre algo diferente. E a forma como Jesus se apresenta para ela é às vezes a forma que tá se apresentando pra gente a gente não percebe, porque muitas vezes a gente quer que ele apareça e diga: "Eu vou resolver seus problemas. Eu vou fazer, eu vou lhe dar a água". Mas não foi isso que ele falou de princípio. Ele pede água a ela. Quando essa mulher da Samaria vai até o poço de Jacó, que era tido como um lugar sagrado junto com
vou fazer, eu vou lhe dar a água". Mas não foi isso que ele falou de princípio. Ele pede água a ela. Quando essa mulher da Samaria vai até o poço de Jacó, que era tido como um lugar sagrado junto com Jerusalém, os templos, ele fala uma frase que diz: "Dá-me de bebê". Começa o papo assim: "Dá a mim de beber. trabalhe para mim. Não deixa de ser um esforço, um trabalho. Às vezes eu quero que Jesus venha e trabalhe para mim quando ele diz: "Eu quero que você trabalhe. Eu quero que você aja. Dá-me de bebê". Ele poderia muito bem na primeira frase que ele vai falar depois, eu te dou a água viva, né? Mas ele poderia muito bem já ter dito logo: "Eu sou eh eu sou o o o Cristo, né? O rei de amor do reino de Deus. Eu te dou a água". Eu já podia ter dito assim: "Não, dá-me". Achei interessante. Nós podemos estar sendo convidados ao trabalho e é Jesus está se apresentando através do outro mais simples, na caridade. É ele se apresentando ali, tá? Não vai descer dos céus, de manto azul, nem nada. É com o mais pobre, com o mais necessitado ou até ricos mais pobres da alma. que são necessitados, independente. Tive fome, me deste de comer. Tive sede, me deste beber. Tive nu e me vestistes. Se fizeres a um desses pequeninos, é a mim mesmo que o fazeis. Então, começa o diálogo assim, né? E aí ela fala: "Mas como assim um judeu vindo falar comigo na Samaria pedindo e tudo?" Aí ele diz: "Se conheceis bem a dom de Deus e quem vê eu, né, no caso, ele dizendo a Jesus, o que te peg, o que te pede, dá-me de bebê, tu pedirias e ele te daria a água viva." A água viva. Aí começa, se conheceres o dom de Deus ou a mim, se pedisse essa água, ele te daria, mas te daria água vida. Será que a gente conhece as leis de Deus? Ou será que eu tô apenas nas leis do meu Deus, na minha religião? Será que é eles e tem um outro Deus para outra religião? Será que eu reflito? Vou mais fundo. Será que eu procuro trazer paraa prática no meu dia a dia? Será que eu conheço Jesus dentro de mim? Porque ele fala, todas as palavras são
eus para outra religião? Será que eu reflito? Vou mais fundo. Será que eu procuro trazer paraa prática no meu dia a dia? Será que eu conheço Jesus dentro de mim? Porque ele fala, todas as palavras são importantes. Se conheceres os dons de Deus ou a mim, pedirias a água e eu te daria água viva. É só conhecer as leis de Deus e a mim dentro de você. E ela vem falar sobre o poço de Jacó e tudo. E ele fala: "Todo aquele que bebe desta água tornará a ter sede, mas aquele que beber da água que eu der nunca mais terá sede. Beberás a água que diz desce, fará de uma fonte de água que jorre para a vida eterna". Bem, fonte é uma coisa, poço é outra. Eu fiquei refletindo sobre isso. Eu estou constantemente indo aliviar minha sede num poço. A água vai acabar um dia. Qual o tipo de poço que eu procuro da terra? Porque a fonte de Jesus não tá na água da terra. Poço é algo que acumula, mas que acaba. Fonte não, nunca acaba. vê a fonte do rio Amazonas tá jorrando até hoje. Então são exemplos que tem o evangelho em que mostra que água eu tô querendo buscar. A fonte dos vícios que alivia meus prazeres, mas que vai secar. Ou a fonte realmente do mestre? Fonte é uma coisa, poço é outra. Então, foi um encontro, claro, pelo tempo a gente podia discorrer mais, mas eu queria trazer muito essa e essa passagem, porque a fonte não vai estar no poço da terra material, vai estar em nossos corações. E qual é, qualquer tempestade que ocorrer, qualquer fatalidade, vai est jorrando dentro da gente essa esperança, essa confiança, essa certeza, né, do reino de Deus dentro de cada um de nós, independente da religião que seja. Já o poço poço das lamentações, né, também se se acaba através dos prazeres. Pode até dar um alívio temporário, mas depois mas fica escasso. Então, meus caros, a gente falou sobre fatalidades. Eu tentei abranger o máximo. É um grande número de questões, mas eu acho que deu para abranger, tá certo? Existem planejamentos, existem não só apenas o planejamento reencarnatório, mas acreditem,
es. Eu tentei abranger o máximo. É um grande número de questões, mas eu acho que deu para abranger, tá certo? Existem planejamentos, existem não só apenas o planejamento reencarnatório, mas acreditem, tem muita gente do outro lado torcendo para cada um, para cada um na sua vida, para que cada um possa seguir adiante. Claro que pelo livre arbítrio, os planejamentos às vezes podem ser desviados, certo? E aí as fatalidades começam a acontecer, não por condenação, mas por correção de rota, mas que a gente possa fazer do melhor da nossa vida a melhor. E quer ouvir qual o planejamento que tem? Ouça você mesmo. Ouça a sua consciência. Se ela te aplaude nas atitudes que faz, mesmo nas tempestades do dia a dia, siga reto. Realmente que está passando, né, que lá na frente vai ter um porto seguro para poder atracar, tá? Vamos orar, tá certo? Agradeço demais a presença de cada um. Não quero perder a oportunidade de orar com vocês, tá? Então vamos para essa parte final de oração e de prece. Deixa eu botar aqui a musiquinha que eu gosto. Botar aqui. Vamos orar, meus caros. Deixa eu botar aqui. Bebeu aguinha. Tá Senhor Jesus, divino amigo de todas as horas, obrigado, mestre por permitir esse estudo, por permitir a gente estar conectado em ti. Obrigado pela doutrina que nos esclarece, que traz como um sol de compreensão para nossas almas o processo das nossas vidas, mestre Jesus, que possamos adentrar essa compreensão para podermos dar o nosso melhor, podermos fazer melhor e acreditar nós se há fatalidade. Há também a espiritualidade ao nosso lado, a nos suportar, a nos apoiar, a nos levantar nas horas mais difíceis, a nos mostrar que temos forças de poder levantar para, enfim, voltar para a casa do pai, o mesmo caminho que fez aquele filho próprio, distante do lar, com saudade. Mas diante da fome ou do medo resolvemos de volta. Assim somos nós, Jesus. Obrigado pela tua que resplandece a cada um de nós. Oro, Mestre Jesus, por aqueles afastados, ainda desacreditados ou desanimados com relação à vida.
medo resolvemos de volta. Assim somos nós, Jesus. Obrigado pela tua que resplandece a cada um de nós. Oro, Mestre Jesus, por aqueles afastados, ainda desacreditados ou desanimados com relação à vida. que possam sentir ela da forma plena a ser vivida em agradecimento ao alto por essa oportunidade. Oro por aqui, Senhor, que ainda estão dedicados ao mal. não compreend compreende as fatalidades do poder que ainda estão afastados de tua luz, do teu olhar, do teu abraço, eles nesse período de transição, as suas consciências possam ser tocadas, Senhor, pelo teu olhar de amor, velo de Maria, Maria, mãe santíssima, que possa olhar aos doentes, aos desacreditados, que faça jubilar o coração de alegria no olhar de Maria. Jesus, obrigado pela tua luz, pela tua presença. Obrigado por esse simples estudo. E quando dois ou mais estiverem reunidos em meu nome, eu aí estarei. Que possamos seguir avante corajosos e adiante irradiantes, mestre, pelo agradecimento, pela vida que temos. Obrigado, Jesus. Obrigado, que assim seja. É isso, meus amigos. >> Obrigado. Obrigado pela presença. Tá certo de vocês. Ah, eu agradeço demais. A gente vai dar uma pausa por conta das férias e desenvolver já. A gente deve voltar daqui a umas três segundas-feiras, tá? A gente acompanhe no canal Evangelho para a Alma. A gente dá essa pausa da metade do ano e segue em agosto novamente com os estudos das segundas-feiras, tá? Estão de férias as criançadas família, mas a gente vai estar de volta em agosto, tá? Muito obrigado pela paciência, pela confiança, por estarem juntos comigo nesse estudo em que todos nós atremos. Um grande abraço Deus. Lembre-se que nós somos melhores do que ontem. Melhor do que você a gente se vê em breve. Grande abraço.