Estudando com Jesus | O ESPÍRITO DA VERDADE – Capítulo 42 | 01.02.26
Estudando com Jesus | 01.02.26 Estudo sequencial da obra: O ESPÍRITO DA VERDADE – Capítulo 42: Marcos indeléveis Apresentação: Equipe IGESE Realização: IGESE
เฮ Muito bom dia, meus amigos. Bom dia, Tânia, parceira, bem-vinda. >> Bom dia. Bom dia aos nossos amigos aqui do chat. Bom dia, Pat que poôde nos proporcionar esse momento aqui, né, que hoje nós tivemos aqui uns probleminhas técnicos, a Teca, Carlinha que já tá aqui conosco, que já tá aqui nos aguardando. Então, nós queremos dar as boas-vindas aos nossos amigos que já estão aqui, aqueles que nos verão posteriormente, né? Será um bom dia, um boa tarde, uma boa noite para aqueles que chegarem depois. o nosso companheiro Marcos. Hoje nós até pedimos vibrações por ele, que ele não poôde estar até agora conosco aqui, além de estar com problema na internet, ele tá com problema de saúde também. Mas então nós pedimos aqui as boas vibrações dos bons espíritos para que possam derramar sobre ele um magnetismo de cura e ele possa se restabelecer. Então é isso, depois de umas férias, depois de um recesso, né, nós aqui estamos de volta para que a gente possa dar continuidade a essa obra, esse estudo. Então, nós temos aqui hoje a nossa companheira Tânia. Tânia, bom dia para você, bem-vinda. >> Bom dia, Lázar. Lázara, bom dia para todos. Gratidão por essa oportunidade de poder estar aqui com vocês. >> Que bom, que bom que nós também temos você aqui. Então, nós vamos iniciar, antes de de iniciarmos, nós vamos fazer uma prece, né, pedindo a espiritualidade para que nos acolha, para que acolha esse momento com muita luz, para que nós possamos ser direcionados nos nossos estudos, que as nossas palavras sejam intuídas através dos vossos mensageiros, Senhor, para que elas possam chegar aos corações de todos aqueles nossos amigos que estiverem necessitando dela. E que as nossas lições de hoje elas tenham sido compreendidas por nós segundo o nosso olhar, segundo o nosso entendimento. Que não seja uma verdade absoluta para todos, mas que seja um comentário das vossas palavras, do vosso evangelho, para que nos leve às reflexões individuais e coletivas. Assim, Senhor, como nós comentamos, que a sua luz se
de absoluta para todos, mas que seja um comentário das vossas palavras, do vosso evangelho, para que nos leve às reflexões individuais e coletivas. Assim, Senhor, como nós comentamos, que a sua luz se faça sobre o nosso companheiro Marcos. Que seu magnetismo, Senhor, possa descer sobre ele, aliviando as dores do seus sintomas físicos nesse momento. Que ele possa restaurar a sua saúde e que possa ser restabelecida plenamente. E que ele possa estar conosco brevemente. E se assim for remitido, se ele puder, ele vai entrar enquanto nós estivermos no ar. Então, Jesus, nós te agradecemos por esse momento e por essa luz que se faz entre nós nesse momento. Gratidão, Senhor. Muita luz, muita paz a todos. Que assim seja. >> Que assim seja. Então, eh, hoje nós vamos, depois de retornar, né, conforme eu falei aqui, por causa do nosso recesso, nós temos a continuidade da obra do Espírito da Verdade. Hoje nós vamos ter eh esse capítulo que é o 42, que diz Marcos Indeléveis e que ele faz menção. Essa leitura de hoje, ela faz menção. Esse livro é sempre mencionando o evangelho, as lições do evangelho. Então ele diz aqui no capítulo 18, item 16 do Evangelho Segundo o Espiritismo, as obras que eu faço em nome de meu pai, essas testificam de mim. Isso são palavras de Jesus em João 10:25. Então nós vamos ver o que que é o capítulo 18, né? O capítulo 18 é aquele que diz que muitos os chamados e poucos os escolhidos. Você tem aí, Tânia, eh, o evangelho aberto? >> Não, eu não trouxe o evangelho junto, mas eu posso pegar >> ou você leia, eu leio o texto. >> Isso. Tranquilo. Então, nós vamos falar aqui sobre o evangelho paraa gente poder eh depois dar continuidade aqui com o texto porque que ele tá fazendo referência a esse capítulo. Quer dizer, por não, o estudo desse capítulo está nessa lição de hoje que nós vamos comentar. Então, no item 16, ele diz assim: "Reconhece-se o cristão pelas suas obras. Aqueles que me dizem: "Senhor, Senhor, não entrarão no reino dos céus, mas só aquele que faz a vontade de meu
amos comentar. Então, no item 16, ele diz assim: "Reconhece-se o cristão pelas suas obras. Aqueles que me dizem: "Senhor, Senhor, não entrarão no reino dos céus, mas só aquele que faz a vontade de meu Pai que está nos céus". Isso são palavras de Jesus. Escutai essas palavras do Senhor, todos vós que repelis a doutrina espírita como uma obra do demônio. Abri os vossos ouvidos, pois o momento de ouvir chegou. Basta trajar a libre do Senhor para ser um um fiel servidor. Basta dizer: "Eu sou cristão para seguir o Cristo". Procurai os verdadeiros cristãos e vós os reconhecereis em suas obras. Vamos fazer só um parêntese aqui. Ele tá trazendo para nós aqui eh uma reflexão sobre dizer na prece, né? Sobre aclamar em prece quando a gente diz: "Senhor, Senhor, olha para mim, Senhor, Senhor, eu estou aqui". Ou seja, quando essa rogativa, a gente começa a direcionar nossas rogativas no sentido de que Deus olhe por nós. Essa rogativa aqui, ela não precisa ser necessariamente em palavras, em em a gente parar para poder fazer essa reflexão. Ela está presente em todos os nossos momentos diários, eh, nas nossas atitudes e no nosso querer e no nosso fazer. Por isso ele diz aqui, ó, os verdadeiros cristãos, vós os reconhecereis por suas obras. Jesus ali atrás, no item nove, ele vai dizer que tudo que ele fez, ele fez em nome do Pai. Reconhecereis tudo que eu faço, porque o que eu faço é a vontade do Pai que está nos céus. Então, ou seja, ele continua dizendo que uma árvore boa não pode produzir maus frutos, nem uma árvore má produzir bons frutos. Toda árvore que não produz bons frutos é cortada e lançada ao fogo. Ou seja, toda ideia que não é verdadeira, ela logo cai por terra. Tudo aquilo que não é bom não dura eternamente, logo cai também de toda forma. Então, toda atitude ou toda palavra que não condiz com as verdades, não só com as verdades espirituais, mas com as verdades terrenas, por si só elas cairão com o tempo. Por si só, elas serão reconhecidas como incorretas, como ou como mentiras, conforme a gente
rdades, não só com as verdades espirituais, mas com as verdades terrenas, por si só elas cairão com o tempo. Por si só, elas serão reconhecidas como incorretas, como ou como mentiras, conforme a gente queira chamar, e conforme Jesus aqui tá tá citando na parábola, dizendo que a árvore má será cortada e lançada ao fogo. Mestre. Ah, eis as palavras do Mestre, discípulos do Cristo. Compreendei-as bem. Quais são os frutos que deve produzir a árvore do cristianismo? A árvore poderosa, cujos ramos espessos cobrem com a sua sombra uma parte do mundo, mas que não abrigaram todos aqueles que devem se reunir ao seu redor. Os frutos da árvore da vida são os frutos de vida, de esperança e de fé. Olha a árvore que ele tá citando aqui, a árvore da vida. Olha como ele tá dizendo que nós cristãos deveremos ser esta árvore, que nós deveremos, quais os frutos que nós eh precisamos estender e que nós precisamos dividir entre nós a esper o fruto da vida, que é a esperança e a fé. Então essa é a testificação de nós cristãos. O cristianismo, talvez como fez durante muitos séculos, prega sempre essas divinas virtudes. Procura espalhar os seus frutos, mas quão poucos o colhem. A árvore é sempre boa, mas os jardineiros são maus. Então, muitas vezes a gente planta uma semente de uma árvore frondosa e a gente fica ali na expectativa de que ela cresça, que ela venha dar uma sombra e tal, mas nós não cultivamos o terreno, ou seja, nós não preparamos a terra. Essa árvore somos nós. Será que nós preparamos o nosso coração para testificar as palavras desse aprendizado, dessas lições que Jesus nos coloca? Então, nosso coração ele está parado. Nosso coração, nós já paramos as arestas das nossas eh incompreensões, das nossas falsas virtudes, do nosso egoísmo, né, das nossas maldades internas que muitas vezes nós não reconhecemos. Será que nós já preparamos esse terreno para que essa semente frutifique? Para que essa árvore possa brotar? para que nós possamos estender os galhos e esses galhos que nós
vezes nós não reconhecemos. Será que nós já preparamos esse terreno para que essa semente frutifique? Para que essa árvore possa brotar? para que nós possamos estender os galhos e esses galhos que nós estendermos, eles possam encontrar o sol, a luz, para que ele possa ter e se tornar uma sombra de uma árvore majestosa. Então, tudo isso aqui nós vamos encontrar aqui no no na no estudo do capítulo de hoje. Não vou estender muito porque nós ainda vamos falar sobre isso aqui. Então, a árvore é sempre boa, mas os jardineiros são maus. Ou seja, nós jardineiros, precisamos nos tornar melhores cultivadores dessas virtudes e dessa semente para cuidar bem dessa árvore que é a nossa alma, o nosso coração. Eles quiseram conformá-la à sua ideia, quiseram modelá-la segundo as suas necessidades. Eles a cortaram, diminuíram-na, mutilaram-na. Seus ramos estéreens não não produzem maus frutos, pois cada, ô, desculpa, pera aí, pois nada mais produzem. O viajor sedento, que se detém sob a sua sombra para procurar o fruto da esperança, que ele deve restituir a força e a coragem, não distingue senão ramos infecundos, eh, fazendo pressentir a tempestade em vão. Ele procura o fruto da árvore na vida. O fruto de vida na árvore de vida. As folhas caem secas. A mão do homem, de tanto manejá-las, queimou-as. Abri, pois, os vossos ouvidos e os vossos corações, meus bem amados. Cultivai essa árvore de vida, cujos frutos dão a vida eterna. Aquele que a plantou vos convida a cuidá-la com amor, e a vereis produzir ainda com abundância seus frutos divinos. Deixai-a, tal como o Cristo volade deu. Não a mutileis. Sua sombra imensa quer se estender sobre o universo. Não encurteis seus ramos. Seus frutos bem fazejos caem em abundância para sustentar o viajor sedento que quer atingir o objetivo. Não escolheis esses frutos para os guardar e os deixar apodrecer, a fim de que não sirvam a ninguém. Olha, gente, esse esse esse pedacinho aqui, esse parágrafo. Não escolheis esses frutos para os guardar e os deixar apodrecer, a fim de
guardar e os deixar apodrecer, a fim de que não sirvam a ninguém. Olha, gente, esse esse esse pedacinho aqui, esse parágrafo. Não escolheis esses frutos para os guardar e os deixar apodrecer, a fim de que não sirvam a ninguém. Olha só, as virtudes que nós acumulamos, que nós possamos dividi-las e externá-las e não trazer só para nós os conhecimentos, os estudos, os aprendizados, que tudo aquilo que chegar até nós, que nos transforme e que possa ser útil a outros, que nós não guardemos para nós, que nós não sejamos aqui egoístas no sentido de guardar o conhecimento só para nós, que nós possamos estendê-los. É isso que ele tá dizendo aqui, ó. Há muitos chamados e poucos os escolhidos. Há a sambarcadores de pão e de vida, como usar frequentemente para o pão material. Então, que nós não escondamos esse pão para que ele apodreça dentro de nós. Que nós possamos dividir, que nós possamos espalhar todas essas bênçãos e essas virtudes que Deus nos dá e nos coloca à disposição para o nosso aprendizado, que nós possamos estendê-lo. estender esse aprendizado seria como os os galhos dessa árvore de vida, que eles possam se alongar para encontrar e para sombrear aqueles que estiverem necessitados e sedentos desse saber e dessa sombra. Conduzi-los sobre os ramos da árvore e dividi com eles o abrigo que ela vos oferece. Não se colhem uvas dos espinheiros, meus irmãos. Distanciai-vos, pois, daqueles que vos chamam para vos apresentar as dificuldades do caminho e seguir aqueles que vos conduzem à sombra da árvore de vida. é outro trecho que a gente vai pensar para discutir ali na frente. Distanciar-nos, porém, daqueles que nos chamam para apresentar as dificuldades. Eh, muitas vezes alguém amanhece o dia e como chega para nós com um comentário: "Nossa, mas eu tô com isso, eu tô com uma dor de cabeça, eu tô com uma dor no estômago, eu tô com a dor no pé". Aí o outro retruca: "Ih, você não viu nada, você não sabe o que eu passei a semana passada". Aí um terceiro diz assim: "Ih, vocês estão aí? Isso aí de vocês é leve.
o estômago, eu tô com a dor no pé". Aí o outro retruca: "Ih, você não viu nada, você não sabe o que eu passei a semana passada". Aí um terceiro diz assim: "Ih, vocês estão aí? Isso aí de vocês é leve. Você precisa ver o que eu passei também". Ou seja, fica ali numa disputa de quem é que está pior. Ao invés de sair daquela sintonia e levar para outro campo, para outro eh pensamento, ficam ali se justificando no mal que estão sentindo. Então ele tá dizendo para que nós nos afastemos desses companheiros, para que nós possamos mudar o curso, mudar o rumo, que nós possamos espalhar de outras formas as palavras que devem ser plantadas para que elas possam ser colhidas em multiplicação de 100, de 1000, como ele diz nas palavras do evangelho. Então, dividir, olha aqui com ele, então, procurar aqueles que estão sedentos, conduzi-los sobre os ramos da árvore e dividir com eles o abrigo que ela vos oferece. Então, que nós venhamos a ser esses galhos, que nós possamos estender os nossos galhos, como nós colocando aqui como galhos as nossas mãos, os nossos ouvidos, o nosso coração, para que a gente possa estender a todos aqueles que estão aqui ao nosso redor, conforme a necessidade de cada um e conforme a nossa própria necessidade. Que nós possamos nos estender uns aos outros como esses galhos da árvore de vida. Meus irmãos, quando ele diz: "Distanciai-vos daqueles que vos chamam para apresentar as dificuldades, mas segui o que vos conduzem à sombra dessa árvore". Ou seja, vamos sair dessa mesmice e desses comentários eh inoportunos para que a gente possa mudar a sintonia e mudar os caminhos, mudar os rumos e trazer aqui a testificação da palavra que Jesus deixa conosco. Que nós possamos espalhar toda virtude e todo bem que estiver ao nosso redor, que é um aprendizado constante para nós, porque nós ainda não saímos dessa mesmo, né? O divino Salvador, o justo por excelência disse e suas palavras não passarão. Aqueles que me dizem Senhor, Senhor, não entrarão no reino dos céus, mas só
, porque nós ainda não saímos dessa mesmo, né? O divino Salvador, o justo por excelência disse e suas palavras não passarão. Aqueles que me dizem Senhor, Senhor, não entrarão no reino dos céus, mas só aqueles que fazem a vontade do meu Pai que está nos céus. Ou seja, o que que ele tá dizendo aqui? Que não adianta nada a gente entrar em súplica, em oração. Oração no sentido de quê? de palavras da boca para fora. Ó Senhor, faz com que eu atinja isso, com que a minha família tenha aquilo, com que o meu filho receba, com que eu melhore. Ficar só falando palavras de boca para fora, mas que não tenha o coração, que não saiam, que não brotem do coração. Então, o que ele tá dizendo aqui, aqueles que dizem Senhor, Senhor são aqueles que oram com as palavras que vem só da boca, que não vem do coração. E ele diz muito mais, só aqueles que fazem a vontade do Pai que está no céu são esses os meus eleitos. Ou seja, aquelas palavras que saem do coração, que não são ditas ali com preces decoradas, mas através das atitudes assumidas por nós, são a prece diária e são o aprendizado diário da árvore de vida que o Senhor quer que nós plantemos, que, aliás, que foi plantada por ele e quer que nós sejamos os jardineiros. dessa árvore para que ela frutifique, para que ela floresça. Olha aqui o comentário da Carla. Feliz daquele que compartilha com os demais irmãos aquilo que recebeu de Deus. Isso é isso que aqui a fala do Evangelho tá dizendo, que nós devemos compartilhar com os irmãos aquilo que nós recebemos de Deus. Nós recebemos de graça. Então, nós precisamos espalhar isso aqui para que essas verdades cheguem a mais corações. E ele termina assim: "Que o Senhor de bênção vos abençoe, que o Deus da luz vos ilumine e que a árvore de vida derrame sobre vós seus frutos com abundância. Crede e orai." Simeão, Bordeus, 1863. Então, esse capítulo aqui que ele faz menção no livro Espírito de Verdade, ele traz muitas reflexões para nós. Só essa leitura desse último item aqui, reconhece o cristão pelas suas obras,
deus, 1863. Então, esse capítulo aqui que ele faz menção no livro Espírito de Verdade, ele traz muitas reflexões para nós. Só essa leitura desse último item aqui, reconhece o cristão pelas suas obras, daria para nós aqui continuarmos um comentário que tomaria todo o nosso o nosso pouco tempo desse estudo de hoje e que nos faria uma reflexão e como ele vai fazer através do capítulo aqui 42, ele vai nos fazer refletir para ver se nós estamos, como é que nós estamos através dessa árvore de vida, como é que nós Estamos cultivando esse terreno. Tânia, com você aí, você quer fazer algum comentário sobre a leitura do evangelho ou você quer ler o o capítulo que nós vamos eh ter hoje? >> Lázara, eu já vou iniciar aqui lendo porque o texto é um pouquinho extenso e tem bastante coisa para ser comentad, né? Isso. >> Então, vou repetir aqui primeiro as palavras de Jesus. As obras que eu faço em meu nome, em nome de meu pai, estas testificam de mim. Jesus está em João, capítulo 10, versículo 25. Cada trecho do solo demonstra o seu valor na riqueza ou na fertilidade que apresenta. Cada vegetal é tido na importância de seu cerne, de sua essência, de seus frutos. Cada animal é conhecido pelas peculiaridades de importância em sua existência. O Sol constitui para todos os seres fonte inexaurível de vida, calor e luz. A água significa o sangue do organismo terrestre. O fogo, no crepitar da lareira ou na devastação do incêndio demonstra realmente o seu papel inconfundível no campo imenso da criação. O juiz é respeitado pela integridade de seus sentimentos ou temido pelas manifestações de venalidade a que se acolhe. O professor é acatado consoante o grau de competência que ele é próprio. O médico adquire confiança, conforme a sua atitude ao pé dos enfermos. O coração materno revela sua íntima exelcitude no trato natural com os rebentos de seu carinho. O filho oferece ao mundo na experiência diária a extensão de seu amor para com os próprios pais. A criança em sua expressõ em suas expressões infantis. Momento.
natural com os rebentos de seu carinho. O filho oferece ao mundo na experiência diária a extensão de seu amor para com os próprios pais. A criança em sua expressõ em suas expressões infantis. Momento. A criança, em suas expressões infantis, apresenta invariavelmente o esboço de caráter que plasmou em si mesma através das vidas passadas. O usuário cria em torno de si gelada atmosfera de reprovação pelos sentimentos que nutrem no imo do seu próprio ser. Oliviano carrega consigo constantemente os prejuízos da ociosidade ou do vício, complicando-se na intemperança dos próprios dias. O cético representa onde estiver a aridez mente hipertrofiada pelo orgulho infeliz. O crente leal a si mesmo evidencia o poder de sua fé nas posições assumidas perante os chamamentos do mundo. Enfim, todas as criações do excelo Pai testemunham-lhe a glória no campo infinito da vida. E cada espírito se afirma bem ou mal, aproveitando-as para subir à luz ou delas abusando para descer as trevas. Como aprendizes do evangelho, portanto, compre-nos indagar a própria consciência que tenho executado na vida como aplicação das bênçãos de Deus. Não nos esqueçamos, segundo a lição do Senhor, que somente as obras que fizermos em nome do Pai é que serão marcos indeleves de nosso caminho a testificarem de nós. Emanuel, é isso. >> Que legal, né, Lázaro? Aqui nesse tem um parágrafo que fala aqui assim sobre o usuário que cria em torno de si a gelada atfera de reprovação pelos sentimentos que nutrem no imo do próprio ser. o que você comentou ali sobre a energia, né, a sintonia, aquilo que a gente vive por falta de de nos olharmos, né, de nos de tentar se melhorar ou se corrigir, né, junto do evangelho. E que a gente imite, né, e temos sempre que lembrar também que a gente não tá emitindo apenas para os encarnados, mas para os desencarnados também, né? Quem se aproxima de nós? Aqueles que boa energia. >> Uhum. >> A boa energia. >> Desculpa. >> Não, tudo bem. Mas é isso. A boa energia, os bons pensamentos, os bons
as para os desencarnados também, né? Quem se aproxima de nós? Aqueles que boa energia. >> Uhum. >> A boa energia. >> Desculpa. >> Não, tudo bem. Mas é isso. A boa energia, os bons pensamentos, os bons sentimentos, né? Acho que é uma coisa assim, é um exercício diário, né? É uma coisa que a gente vai aprendendo aos poucos e depois vai exercitando, exercitando até que aquilo se torna assim uma constante na nossa vida, né? momentos de altos e baixos, porém a gente pode manter os altos mais presentes e os baixos cada vez menos. >> Verdade. É verdade. Então, eh aproveitando, eh, esses altos e baixos aí, nós viemos para aprender, né? é um aprendizado, então faz parte desse nosso aprendizado. Então nós caírmos e levantamos, cairmos e levantamos, então isso faz parte da nossa caminhada. Não tem nada demais a gente cair, não tem nada demais a gente não ter aprendido hoje >> ou há quanto tempo nós estamos aqui e ainda não aprendemos, não é? Então essa oportunidade ela é renovada a cada dia, a cada amanhecer nos é dada uma nova chance. >> Uhum. >> Então será que nós estamos aproveitando essa chance? Quando ele diz ali do jardineiro lá na na leitura do Evangelho, quando ele diz da árvore de vida, ela é sempre boa, mas os jardineiros é que são maus. Então, quando a gente traz aqui pro texto, você vê que aqui no texto ele coloca eh a vida como um todo. Ele começa lá vegetal, ele fala no mineral, ele fala no solo, ele fala no sol. Então ele vai falando em cada trecho aqui que ele fala, que ele coloca como os componentes eh eh da vida de um modo geral. Nós estamos ali dentro desse contexto. Nós estamos ali e ele tem um pedaço ali que ele diz do fogo, né? O fogo que queima. >> É interessante quando a gente vê essas queimadas, né? As queimadas e aí faz aquele estardalhaço, aquela notícia. Tem uma queimada provocada e tem uma queimada natural. Então, mesmo que seja aquela queimada provocada, muitas vezes nós nos compadecemos daquele terreno que tá sendo consumido. Nós estamos falando materialmente de um
provocada e tem uma queimada natural. Então, mesmo que seja aquela queimada provocada, muitas vezes nós nos compadecemos daquele terreno que tá sendo consumido. Nós estamos falando materialmente de um terreno material que tá sendo consumido pelo fogo, mas o fogo renova. A gente vai ver que aquele terreno por hora ele parece estéreo, parece só cinza, fica totalmente danificado, fica todo mundo compadecido daquilo ali, todo mundo olha indignado quem quem se importa, né, com a natureza e com o solo. Fica indignado, mas por que que alguém teve coragem de fazer isso? Por que que isso aconteceu? Qual é o motivo de tudo isso? Mas ao passar do tempo, conforme eh tudo na natureza é sábio, conforme nas leis de Deus tudo é sábio, com o passar do tempo, se você olhar aquele mesmo terreno dali a 6 meses, você vai ver o verde brotando. Você vai ver a limpeza que aquele fogo proporcionou naquele terreno. Qual foi o adubo que ele trouxe? qual foi a limpeza que ele proporcionou para que aquele verde brotasse, para que aquela vida surgisse. Então nós temos também esses esse fogo, essa queima em nossas vidas. Não existem aqueles momentos que nós atravessamos assim de talvez extrema dificuldade ou uma doença ou um trabalho, uma contrariedade em família, a perda de alguma coisa material. Então aquilo ali para nós é é algum motivo de muita dor, de muito sofrimento. E a gente fica comalido e a gente se fixa naquele momento como se aquilo ali fosse para nós um, vamos dizer assim, uma morte. É uma morte. É como se aquilo ali fosse para nós um luto. E muitas vezes nós nos nos guardamos tanto dentro desse desse luto e desse fogo que nós atravessamos por ele que nós não nos permitimos depois brotar, fazer surgir esse verde. Então o que que é isso? É mostrar para nós que essas dificuldades elas são temporárias. Temporárias e muitas vezes necessárias. Porque nós precisamos da renovação. Nós precisamos olhar para dentro de nós e enxergar por que esse fogo me consome, por que que esse fogo está queimando?
rias. Temporárias e muitas vezes necessárias. Porque nós precisamos da renovação. Nós precisamos olhar para dentro de nós e enxergar por que esse fogo me consome, por que que esse fogo está queimando? Que que é essa lição? O que que a vida tá trazendo para mim como lição? O que que é que tá me faltando? Qual é o adubo que falta nessa árvore de vida, nesse momento? Qual é a lição que tudo isso traz para nós? Ele coloca ali que o médico para se tornar um exímio profissional, ele precisa passar pela experiência de ter ali nas suas mãos pacientes para que ele possa executar o seu conhecimento para ele se tornar bom. Então, não é através da prática da repetição. Então, essa repetição para nós, ela é aprendizado. Esse aprendizado vai nos tornar melhores à medida que nós trouxermos dali os melhores frutos que nós colhermos dali, as melhores experiências. Nós podemos trazer dali grandes experiências ou nós podemos, conforme você até citou ali no início, as palavras, eh, quando lá no Evangelho fala do pessimista, daquele que nos joga para baixo, ou ficar só ali lamentando, sentar e lamentar. Eu ouvi um médico comentando assim que eh que muitas vezes eles, os médicos, também sofrem. Por quê? Porque apesar de todo o diagnóstico e de toda todo o tratamento terapêutico que ele oferece ao seu paciente, muitas vezes ele sabe que o resultado não será aquele 100% esperado. Por quê? porque o paciente não vai fazer aquilo que realmente é necessário para que aquele resultado seja atingido. Então, muitas vezes o médico quando cobra do paciente ou ele não tomou o medicamento direito, ou ele passou do horário, ou ele não fez uma alimentação adequada, ou ele não repousou a a o período necessário. E quando ele retorna lá, ao invés dele estar melhor, talvez ele tenha até piorado. Aí ele vai culpar os medicamentos, ele vai culpar o médico, ele vai achar que o medicamento não fez efeito. Então eu achei interessante esse comentário do médico que ele diz assim: "O paciente sofre, mas nós como médico
s medicamentos, ele vai culpar o médico, ele vai achar que o medicamento não fez efeito. Então eu achei interessante esse comentário do médico que ele diz assim: "O paciente sofre, mas nós como médico sofremos também, porque nós queremos um resultado satisfatório pro nosso paciente, mas ele não enxerga que nós estamos aqui para ajudá-lo. Ele quer ser imediatista e quer fazer conforme as suas vontades. Então essa essa parte aqui é também para nós o adubo quando ele fala da árvore de vida, será que nós ainda não crescemos e não aprendemos para enxergar as nossas necessidades? Ah, só um parêntese aqui, desculpem todos vocês e desculpa também, eh, Tânia, a o texto diz: "Marcos indeléveis". Eu queria comentar lá no início, muitas vezes ele traz palavras para nós aqui que nós não refletimos sobre elas para dizer o que que é esse indelével aqui. O que que esse indelével quer dizer para nós aqui? O indelével é algo que marcou realmente, é algo que testificou e que ficou gravado. Por exemplo, lá, vamos trazer lá da época de Jesus, todos os prodígios que foram ditos e que foram assinalados aqui nos Evangelhos, que trazem para nós todos os feitos de Jesus. Então, quando ele cura os doentes, o paralítico, o cego, a mulher hemorroíça, todos esses exemplos que são trazidos para nós e que testificam um fato, uma verdade que ficou gravado e que trouxe para nós ensinamento, isso é um marco indelével. é alguma coisa que marcou realmente que vai ficar gravado e que vai ficar ali na nossa mente clareando e que vai ficar nos mostrando e nos trazendo lembranças de algo que foi realizado. Por exemplo, quando um filho nasce, aqueles que já tiveram filhos, aqueles que se casaram naquele dia do seu casamento, o que que houve naquele dia que marcou, quando seu filho nasceu, qual foi a emoção que te trouxe? ou aquele que passou no vestibular ou que passou no concurso, ou aquele que leva o filho o primeiro dia à escola. Qual foi a sensação? Qual foi a emoção? Então, são marcos que não são esquecidos, são
ou aquele que passou no vestibular ou que passou no concurso, ou aquele que leva o filho o primeiro dia à escola. Qual foi a sensação? Qual foi a emoção? Então, são marcos que não são esquecidos, são marcos para serem lembrados ao longo da vida. Então, é isso que ele tá dizendo para nós aqui. Nós somos essa árvore de vida. Desculpa, Jesus é essa árvore de vida e nós somos esses jardineiros. Bom dia. Bom dia, Eliane, bem-vinda. Então, nós somos esses jardineiros que precisamos estar aqui para sermos realmente aqueles que vão cultivar e ar, ô, desculpa, Juliana, eu te chamei de liane, desculpa. Eh, então nós podemos ser esses jardineiros que vamos ali cavar a terra, adubar, colocar boas sementes, selecionar essa semente. Que que é essa semente? Não são as nossas atitudes, os nossos pensamentos, os nossos sentimentos. Não é isso que nós estamos ali plantando nesse nosso jardim. Não é essa árvore de vida que nós precisamos ser. Então tem muito aqui em cada um desses trechos, quando ele fala dos minerais, o mineral precisa do fogo, ele precisa do fogo para poder ser derretido, para poder ser transformado em outra coisa. Então nós também, esse fogo que está em nós, nós precisamos dele também. Para quê? Para que nós nos melhoremos, para que a gente mude, para que as nossas atitudes sejam outras, para que a gente possa refletir naquilo que nós estamos sendo hoje e naquilo que nós queremos nos tornar. Será que nós fazemos esse exame de consciência igual o Santo Agostinho prega ali na lição do evangelho, né, desculpa, ali no livro dos espíritos, quando ele disse que nós devemos examinar a nossa consciência ao final de cada dia e ver se naquele dia nós fizemos algo de melhor ou se nós nos modificamos um pouco mais ou naquilo que nós precisamos nos melhorar, o que é que nós estamos fazendo para que isso aconteça. Então assim, essas atitudes nossas diárias é que são realmente as sementes que nós estamos plantando ali para frutificar e fortalecer a nossa árvore de vida que veio através das mãos
ue isso aconteça. Então assim, essas atitudes nossas diárias é que são realmente as sementes que nós estamos plantando ali para frutificar e fortalecer a nossa árvore de vida que veio através das mãos divinas. Será que nós vamos ser uma árvore frondosa? Será que nós vamos estender esses galhos aos amigos, aqueles que estão ao nosso redor, sendo a sombra protetora para aqueles que quiserem buscar em nós um carinho, um afeto, entendimento, uma palavra, um aconchego, uma ajuda. Será que nós seremos então essa árvore, essa sombra que vai trazer todo esse aconchego aqueles que estão ao nosso redor? Nós estamos falando a todos aqueles, mas os primeiros que estão ao nosso redor, o nosso próximo, o mais próximo tá aqui dentro de casa. Então, será que nós estamos cultivando e fazendo tudo bem, trazendo essa para dentro dos nossos lares para que a gente possa plantar aqui a semente que vai ser frutificada, que vai ficar através do nosso exemplo que nós estamos trazendo pelas lições que nós estamos aprendendo? Será que nós estamos conseguindo trazer tudo isso pro nosso dia a dia para que nós possamos mostrar o nosso aprendizado para nós mesmos, espelhando nos nossos familiares, aqueles que estão ao nosso redor, essas boas atitudes, essas boas mudanças? Será que nós estamos conseguindo trazer isso? Porque lá no final vai perguntar: "O que fizeste daquilo que você recebeu?", né? O que que nós estamos fazendo com todo esse aprendizado? quando ele diz ali que a gente não deve guardar para apodrecer dentro de nós essa sabedoria, esse aprendizado, essas virtudes, essas conquistas, que nós possamos espalhar, dividir, que nós possamos levar para fora de nós. Então, que nós possamos ser não só essa sementinha que nós queremos adubar, mas que essa semente cresça forte, cresça saudável, que os seus galhos sejam frondosos, para que nós possamos abrigar aqui junto de nós outros irmãos que estão também em aprendizado como nós, que nós possamos ser realmente os galhos de uma árvore frondosa da vida que Deus
ejam frondosos, para que nós possamos abrigar aqui junto de nós outros irmãos que estão também em aprendizado como nós, que nós possamos ser realmente os galhos de uma árvore frondosa da vida que Deus mostra para nós, que Jesus disse para nós que devemos ser. Então, que nós possamos nos unir uns aos outros para que essa mensagem possa chegar através dessa transformação diária que o evangelho traz para nós, que o aprendizado do evangelho coloca à nossa disposição. Será que nós estamos pegando para nós? Estamos guardando só para nós egoísticamente ou será que nós estamos conseguindo dividi-lo com aqueles que estão ao nosso redor? É uma reflexão para nós, né, Tânia? Desculpa suas considerações aí, desculpa porque eu só falei muito. Pode continuar. >> Tava gostando muito de ouvir você. Eh, uma coisa que me chamou atenção também aqui foi o parágrafo que fala sobre o coração materno que revela sua íntimaitude no trato natural com os rebentos de seu carinho. Acho que esse é um dos maiores. Um momento só, desculpem. Eu estou com uma tosse alérgica, acho que é devido ao ar condicionado, sabe? >> Tranquilo. >> Uma das maiores experiências, um dos maiores marcos indeléveis na vida de uma família é a chegada de um filho, né? Seja qual for a circunstância, a chegada de um filho representa movimento, transformação, dedicação, uma série de coisas. e que a gente tem que ir aprendendo a cada dia, porque por mais que o pai ou a mãe tenham convivência com outras crianças da família ou que gostem, que amem, que esperavam muito por aquele filho, a experiência só vai se concretizar no dia a dia, né? É ali que eles vão aprender e ao mesmo tempo, não só sobre o filho, mas sobre si mesmos, né? as suas características, aquilo que eles precisam eh trabalhar em si mesmo para serem bons pais. Eh, eu acho assim que é uma uma experiência incrível que faz parte de muitas pessoas, da vida de muitas pessoas, mas que ela preenche também muito, né, o nosso coração, ela nos força a nos melhorarmos para poder
assim que é uma uma experiência incrível que faz parte de muitas pessoas, da vida de muitas pessoas, mas que ela preenche também muito, né, o nosso coração, ela nos força a nos melhorarmos para poder cuidar daquele pequeno ser. É isso. >> A gente precisa ser melhor para dar o melhor, né? Isso. >> Porque ele fala aqui, logo você falou dos filhos, depois ele fala da criança em suas capacidades, apresenta invariavelmente o esboço de caráter que plasmou em si mesma em vidas passadas. Ou seja, ela traz lá de trás do pretérito, ela traz as suas tendências. Mas e o molde? Quem é que vai polir todo todas as atitudes dessa criança? Você falou na atitude materna, daí vem a maternidade como escola, como professor, para poder moldar naquele espírito que se apresenta como novo, se apresenta hoje como novo para que ele possa moldar segundo o que a mãe vai ensinar. A gente fala aqui na maternidade, gente, a maternidade é algo muito sublime. >> Eh, não que os pais eh, digamos, sejam relegados a um segundo plano, não. Mas esse carinho e esse cuidado primeiro, ele vem de uma mãe, porque a mãe, em qualquer circunstância, seja o filho, de que forma ele for, uma mãe nunca vai abandonar o filho e nunca vai olhar esse filho com maus olhos. O mundo lá fora, olha, sem paz, eh, sem piedade, sem dó, né? Ele massacra, ele relega, mas uma mãe não, o coração de uma mãe não relega um filho. Então ele pode ser tão bom, ele pode ser tão criativo, ou ele pode ser tão maldoso, ou ele pode ser tão ignorante, ou ele pode ser tão mal, né? Mas essa mãe nunca vai olhar para ele com olhos que o mundo enxerga. Ela vai olhar com o coração dela de mãe que aquele ser ali é uma luz, é um filho, né? E quando eh vem da lição ali para nós que fala que Jesus falou que nós somos luzes, lá no no Evangelho de João é quando ele fala que Jesus estava sentado à sombra de uma luz olhando o pô do sol. E naquele pô do sol, ele viu a luz do sol e disse que nós somos luzes. Então nós somos luzes. Que é que nós estamos fazendo com essa luz? Ela tá
estava sentado à sombra de uma luz olhando o pô do sol. E naquele pô do sol, ele viu a luz do sol e disse que nós somos luzes. Então nós somos luzes. Que é que nós estamos fazendo com essa luz? Ela tá sendo colocada acima da mesa ou ela tá sendo colocada abaixo da mesa para poder fazer sombra aqueles que estão aqui ao nosso redor. Essa sombra, ele lembra esse esse essa fala quando ele fala aqui do juiz, ó, que o juiz é respeitado pela integralidade de seus sentimentos ou temido pelas manifestações de venalidade aqui se acolhe. Será que é só o juiz que se vende? Será que é só o juiz que faz coisas erradas? Mas ele tá dizendo aqui que ele deve ser respeitado porque ele respeita as leis e faz cumprir as leis. E muitas vezes isso não acontece porque a gente realmente vê que muitas situações e muitas decisões não estão adequadas. Mas será que é só o juiz que faz isso? Porque nós nos colocamos aqui também como juízes da vida dos outros. Aqui a gente se coloca como detentor de uma verdade absoluta que nós achamos que é a nossa. E aqui nós ficamos apontando o dedo para um e pro outro e ditando sentenças. Nós também fazemos isso aqui. Por isso que eu falei que essa leitura aqui somos nós na integralidade. Nós somos professores que ensinam. Sim, nós somos professores porque através do aprendizado, daquilo tudo que nós aprendemos e que nós queremos ensinar, nós não ensinamos só com as atitudes, mas muitas vezes com as palavras que nós transmitimos. Aqui, por exemplo, nós estamos apenas nos vendo. Nós estamos aqui no áudio e vídeo, nós estamos aqui levando a palavra. Então, nós somos professores, longe disso sermos professores, mas as palavras que nós entendemos e da forma como nós entendemos, nós as estamos levando. E se elas servirem em algum momento para alguém de aprendizado, sim, nós fomos um professor naquele momento. Nós somos professores dos nossos filhos quando nós queremos corrigir os erros deles, quando nós queremos mostrar para ele que aquele ali não é um caminho
, sim, nós fomos um professor naquele momento. Nós somos professores dos nossos filhos quando nós queremos corrigir os erros deles, quando nós queremos mostrar para ele que aquele ali não é um caminho certo, que aquele ali não é um caminho que vai levá-lo a um bom termo. Então, muitas vezes, um professor não é aquele que passa a mão na cabeça do do aluno apenas dizendo: "Ah, você vai melhorar, você está certo". Ah, não é aquele que mostra para ele que o defeito que ele tem precisa ser corrigido. Eu ouvi certa vez um colega falando assim, eh, que ele não dava muita importância, hoje ele é um médico, ele não dava muita importância pros estudos quando ele tava lá pela quarta, que hoje seria o quê? Oitava série, né? Oitava, nona série ali. Então, disse que ele não dava lá muita importância, que ele tava levando a escola assim muito que na brincadeira, muito desleixado, né? E os pais sempre ali, pais, olha aqui, professores de casa e professores da escola, sempre tentando mostrar para ele que ele precisava acordar, porque chegando ao final do ano, ele não daria conta de passar pro próximo ano. Chegou no final do ano, o que que aconteceu? Ele não passou de ano, ele ficou na mesma série. Ele disse que tinha oportunidade de fazer um, não sei, uma prova, alguma coisa que o transferiria para o próximo ano, que que seria nossa lá no meu tempo isso chamava segunda época, depois chamou recuperação. Hoje eu não sei nem como é que chama mais. Então ele teria essa oportunidade, ele teria uma nova chance, mas os pais chegaram para ele e disseram: "Você não vai ter essa chance. Você vai repetir o ano para você dar valor ao seu tempo e ao seu estudo." E ele diz que aquilo ali para ele, olha aqui, nós estamos falando dos marcos indeléveis. Ele diz que isso para ele foi esse marco indelével. Por quê? Porque naquele momento ele entendeu que ele veria os colegas seguirem em frente e ele repetindo as mesmas lições, os colegas se formando à frente dele e ele seguindo um passo atrás. Então ele disse
ê? Porque naquele momento ele entendeu que ele veria os colegas seguirem em frente e ele repetindo as mesmas lições, os colegas se formando à frente dele e ele seguindo um passo atrás. Então ele disse que aquilo ali para ele foi um desafio muito grande, foi um aprendizado muito doloroso. Então quando nós repetimos o ano, ou seja, quando é dado para nós a oportunidade de reencarnarmos, é para que nós possamos exatamente repetir as lições que nós não demos conta de ali atrás reparar. Então, continuando a história do amigo, hoje ele é médico. Então, ele conta, ele fala que se não fosse esse momento de firmeza dos pais, que a se a mãe dele não tivesse dito para ele, você não vai fazer essa prova, você vai repetir o ano para você dar valor ao estudo, valor ao tempo e valor a si mesmo. Ele disse que aquilo ali para ele realmente foi esse marco. Então, nós temos essas oportunidades que são marcos nas nossas vidas. E o que que nós vamos fazer com essa oportunidade quando ela é dada novamente? Então, se nós somos aqui professores dos nossos filhos, né, nós somos aqui todos nós professores de nós mesmos, o que que nós estamos fazendo, gente? Qual é a oportunidade que nos foi dada? E onde é que nós estamos buscando nesse aprendizado olhar para nós e olhar realmente para dentro de coração e pensar, será que eu melhorei um pouco? Será o que que eu tô fazendo? Será que o meu papel aqui está sendo bem feito? Quando ele diz ali que nós vamos ser no final já lá aqui no final, quando Emanuel diz para nós assim, eh, que tenho executado na vida como aplicação das bênçãos de Deus? Será que a gente faz essa pergunta para nós? Muitas vezes nós não nos perguntamos. Isso. É lá na lição de Santo Agostim também. Vou voltar lá de novo. Será que esse exercício de consciência ele é feito sempre por nós? Gente, quando ele diz assim, quando nós falamos ali no fogo, vou voltar lá na lição ali, quando ele fala do sol, ele fala do sol que brilha, do sol que aquece, do sol que ilumina. Esse sol somos nós também. Nós também
diz assim, quando nós falamos ali no fogo, vou voltar lá na lição ali, quando ele fala do sol, ele fala do sol que brilha, do sol que aquece, do sol que ilumina. Esse sol somos nós também. Nós também podemos iluminar e brilhar. Quando eu falei ali que na lição de João, ele fala que Jesus estava sentado debaixo da árvore vendo o pô do sol e dizendo que nós podemos ser luzes, nós podemos ver que sempre depois o dia pode estar eh, como é que a gente fala? como for, cheio de nuvens, embaçado, cinzento, mas a gente sabe que depois que passar essas nuvens, o sol volta a brilhar. Então, depois que passar toda a nossa tempestade, todos esses momentos que nós temos que atravessar, esse momento de aprendizado, esse momento que nós estamos desenvolvendo as nossas potencialidades, a gente sabe que que virá um sol. O que que é esse sol que vai brilhar? Vamos trazer esse sol paraa nossa vida. Quando a pessoa tá muito deprimida, quando ela tá muito goada, muito triste, o médico sempre recomenda para você tomar banho de sol. Que que o banho de sol faz? A energia do sol, ela penetra em nós, ela revigora o nosso corpo, revigora as nossas células. E aí uma colega até ouvindo aqui sobre o evangelho, ela disse assim: "Aproveita, pega uma vassoura, vai varrer as árvores, porque você exercita o corpo e recebe a luz do sol. você recebe energia duas vezes. Então essa esse brilho desse sol, ele tá dentro de nós. Nós podemos, quando Jesus diz para nós, brilha a vossa luz, a vossa luz ela tá aqui dentro de nós. >> Nós estamos apagando, nós estamos tampando essa luz com as nuvens, que são as nossas atitudes diárias, ou será que nós estamos descortinando essa nuvem para poder fazer brilhar esse sol que tá dentro de nós? Esse sol renova a terra. Vamos trazer ele aqui paraa nossa natureza, paraa nossa mãe terra. Depois da chuva, ele vem, ele aquece o tempo, ele aquece a planta, ele faz com que a planta brote através buscando o céu, buscando a luz, buscando o sol, buscando e essa força dessa energia. A terra é toda renovada. Essa
vem, ele aquece o tempo, ele aquece a planta, ele faz com que a planta brote através buscando o céu, buscando a luz, buscando o sol, buscando e essa força dessa energia. A terra é toda renovada. Essa lição, gente, de hoje, ela diz respeito à nossa mãe terra e a nossa mãe espiritual. a nossa mãe espiritual, ou seja, a nossa espiritualidade, é uma lição que remete tanto a nossa mãe terra, o cuidado que nós temos que ter com a nossa mãe terra, o cuidado com as plantas, com o plantio, com o sol, com os minerais, tudo aqui que está ao nosso redor, que ele tá dizendo aqui, é o nosso cuidado com o nosso planeta, que às vezes nós deixamos de lado, deixamos de ver e poluímos. E muitas vezes vem a chuva, né? Quando ele diz a água aqui, vem a chuva, vem a tempestade, aí logo a pessoa começa aar, ah, mas tá chovendo muito e agora a enchente e olha as tempestades e agora olha como é que estão as ruas alagadas, olha os alangamentos. Mas nós contribuímos para isso, né? Por que que os rios e os mares estão cheios de detritos? pela mão do homem que proporciona tudo isso. Então, quando ele fala ali da mãe da natureza, quando ele nessa lição ele remete também a natureza ao nosso plano material, é muito fácil muitas vezes você estar num carro ou no ônibus, você pegar algum pedaço de papel, você vai dar uma limpeza na sua bolsa e você joga pela janela. É fácil, né? ao invés de você guardar, fazer um lixinho próprio e chegar em casa e colocar no lixo adequadamente, aí esse lixinho de cada um que é colocado ali pela janela e que é jogado na rua, muitas vezes eu vejo assim pessoas passando na rua ter uma lixeira próxima, mas ele é capaz de jogar no chão e não é capaz de jogar na lixeira. Que que é isso? É a falta de cuidado com o nosso plano físico, com a nossa mãe terra, com a nossa mãe natureza. E depois ali as bocas de lobo, os boeiros, né, como formes são chamados. Eles enchem e trazem as inundações e trazem os alangamentos. E aí nós vamos culpar quem? Vamos culpar a prefeitura. Porque
eza. E depois ali as bocas de lobo, os boeiros, né, como formes são chamados. Eles enchem e trazem as inundações e trazem os alangamentos. E aí nós vamos culpar quem? Vamos culpar a prefeitura. Porque a prefeitura não limpou o terreno, porque a prefeitura não fez a sua parte e nós fizemos cuidando dessa mãe natureza. Será que nós estamos cuidando também dessa terra nossa para que nós possamos deixar um planeta melhor para as gerações futuras que virão? Será que nós não estamos destruindo esse nosso plano físico, essa nossa mãe natureza com as nossas atitudes, com os nossos atos impensados? Como é que nós estamos colaborando para isso? Será que nós estamos cuidando bem dessas árvores? Será que essas árvores estão frutificando e florescendo com o nosso cuidado ou com o nosso abuso e com o nosso desleixo e com o nosso descaso? Então aqui nós vamos pensar também na nossa mãe física, que é a natureza. O que que nós estamos fazendo para preservar esse nosso plano material, esse nosso planeta físico aqui para deixar um planeta melhor para gerações futuras? Onde é que nós estamos cuidando? De que forma nós estamos dando a nossa contribuição? Nós estamos limpando adequadamente o nosso ambiente, colocando o lixo adequadamente acondicionado no lugar certo para que ele não venha trazer essas inundações. Será que nós estamos fazendo essa parte também? Essas inundações que nós estamos falando aqui física, do nosso plano material, do nosso planeta, são as inundações da alma também. Agora vamos voltar lá para dentro de nós. O que nós estamos deixando, arrastando, cultivando dentro de nós para trazer as mágoas, as más águas guardadas dentro de nós? Será que nós estamos limpando também essas águas dentro de nós para não carregarmos essas inundações, essas amarguras? dentro de nós para não jogar lá fora e para não externalizar isso aí ao meio junto às pessoas que estão ao nosso redor, contaminando esse ambiente, conforme disse aqui o Evangelho na na lição de hoje, que nós não sejamos essas
ar lá fora e para não externalizar isso aí ao meio junto às pessoas que estão ao nosso redor, contaminando esse ambiente, conforme disse aqui o Evangelho na na lição de hoje, que nós não sejamos essas pessoas que só reclamam, essas pessoas negativas. Será que nós estamos lançando fora essa amargura que tem dentro de nós, essas más águas que estão ali acondicionadas? Será que nós estamos contaminando todo esse ambiente ao nosso redor? com essa negatividade, com essas atitudes ruins que nós muitas vezes não olhamos para elas como forma de nos melhorarmos. Então, gente, essa lição de hoje é uma lição do nosso planeta Terra e do nosso plano interior, da nossa alma, do que que nós estamos fazendo para contribuir uma parte externa que é a nossa matéria, pro nosso plano material, e numa parte muito maior, que é o nosso interior, é o nosso coração, é o nosso espírito. que que nós estamos fazendo para poder regar realmente com boas atitudes, com aprendizado, aprimorando cada dia mais alguma virtude que nós tenhamos conquistado para que nós possamos então nos melhorar realmente e voltar naquilo ali que a Carla citou lá em cima. Olha gente, feliz daquele que compartilha com os demais irmãos aquilo que recebeu de Deus. Então, aquilo que nós recebemos que nós possamos espalhar. Essa é a nossa luz. Esse é o brilhar a nossa luz. Brilha a vossa luz, conforme Jesus disse para nós, porque ele nos deu essa capacidade, nos deu esse exemplo, nos deu esse ensinamento. E o que é que nós estamos fazendo com essa luz? Nós estamos tampando essa luz, colocando ela debaixo de uma mesa para fazer sombra paraas outras pessoas ou nós estamos colocando acima para que todos ao nosso redor possam compartilhar conosco de todo esse momento, de todo esse aprendizado e conquistar cada dia mais uma virtude para que a gente possa ser realmente essa árvore de vida, esse jardineiro da árvore de vida, que vai fazer frutificar as palavras do evangelho. E os exemplos de Jesus. E aí, Tânia, concorda, discorda? Nem tanto.
gente possa ser realmente essa árvore de vida, esse jardineiro da árvore de vida, que vai fazer frutificar as palavras do evangelho. E os exemplos de Jesus. E aí, Tânia, concorda, discorda? Nem tanto. >> Concordo. Claro que sim. >> Ah, >> muito boas as suas colocações, Lázaro. >> E faça então as suas agora. >> Ah, até tinha marcado aqui alguma coisa e e acabei fechando o livro. Não, pode ficar à vontade. É porque às vezes, desculpa aí, por isso que tem que me interromper, porque às vezes eu falo muito, viu? >> Não, não, mas é como é a primeira vez que eu tô participando, né, Lázara, eu estou aprendendo, né? É aqui, ó, a o último parágrafo tem essa indagação, né? Que tenho executado na vida como aplicação das bênçãos de Deus. Tudo isso que você falou agora no final, né? A gente às vez a gente vai aprendendo enquanto tá na doutrina espírita muitas coisas, mas a gente às vezes tem dificuldade de executar, né, de colocar, porque muitas vezes também pensamos: "Ah, mas isso é tão difícil, como que eu vou usar isso e tal", né? Mas no dia a dia vão aparecendo oportunidades e a gente vai, a gente precisa aprender a colocar em prática aquilo que nós estudamos, aquilo que a gente vê, né, que a gente ouve, que a gente vai aprendendo também no nosso cotidiano, não só através de livros ou de algum estudo, de alguma doutrina, a própria vida vai nos ensinando, né? E o evangelho tá aí para todos. E às vezes é difícil da gente entender o evangelho pelas palavras, pelas colocações diferentes da época e tudo, né? Mas sempre se tem oportunidade de estudar e aprender e daí colocar em prática. >> É isso. >> É isso. Essa é a minha contribuição nesse momento. >> Muito bom, muito bom mesmo. Tânia, bem-vinda, viu, mais uma vez para estar conosco aqui. É, é, ela é muito humilde, né, gente? porque cada colocação dela tem um conteúdo muito profundo, né? Então, bem-vinda, porque ela é uma parceira nova nossa. E nós agradecemos a vocês, a cada um de vocês que estão aqui conosco, aqueles que nos verão
a colocação dela tem um conteúdo muito profundo, né? Então, bem-vinda, porque ela é uma parceira nova nossa. E nós agradecemos a vocês, a cada um de vocês que estão aqui conosco, aqueles que nos verão posteriormente, aqueles que estarão conosco, que essas lições possam eh chegar e falar aos corações daqueles que estão às vezes sedento por um momento, né, de de alguma palavra que possa ser ali um adubo no seu coração, né? que essas palavras nossas possam ser esse esse adubo que vai para esses corações. Que deixa eu colocar aqui, gente, para me ler isso aqui. São nos detalhes do dia a dia que chega os convites do testemunho. Por aí nos fortalecemos e seguimos com Jesus. É isso mesmo, Pat. É isso mesmo. Obrigada. Bom dia, Selma. Ainda dá tempo. Que bom. Você vai nos ouvir aqui depois, gente. Desculpa aqui, desculpa aos nossos parceiros, viu? Aqui nós queremos agradecer os nossos parceiros do Conecta Espiritismo, do Goiás Espírita, do Portal de Luz, do Igzi e nós queremos agradecer a todos que compartilham conosco desse ideal espírita, aqueles que estão aqui nos ouvindo e que posteriormente possa levar essa palavra, possa levar eh esse conteúdo a todos aqueles que estiverem no momento de necessidade, né? e que deixem aqui também toda vez que nós tivermos um estudo, que possam deixar o seu like para que essa lição, para que o YouTube possa reconhecer que esse é um conteúdo que pode contribuir, que é um conteúdo que que tem algo a oferecer para outras pessoas. Então, ele é relevante. Então, isso nos ajuda nos ajuda a divulgar a nossa doutrina, né, que é o a maior caridade que nós podemos fazer com a doutrina é a sua divulgação, né? Então, que nós queremos que a palavra de Jesus sejaada e que todas as vezes que nós estivermos aqui, que nós possamos ser abençoados com a presença de todos vocês que nos ouvem aqui. E não queremos dizer aqui que as nossas palavras são as palavras verdadeiras e que devem ser elas verdades principais, não. Nós estamos aqui trocando uma ideia desse
de todos vocês que nos ouvem aqui. E não queremos dizer aqui que as nossas palavras são as palavras verdadeiras e que devem ser elas verdades principais, não. Nós estamos aqui trocando uma ideia desse desse capítulo que nós estudamos, segundo o nosso entendimento, que é pequeno, porque nós somos pequenos ainda, mas nós estamos trazendo aqui a nossa visão nesse conteúdo do dia de hoje. Queremos agradecer a cada um de vocês que estão conosco aqui e convidá-los para estarem conosco no próximo domingo, que nós teremos aqui uma nova dupla de outros colegas que trarão para nós o capítulo 43. E que nós possamos levar a cada um que tiver necessitado uma palavra de carinho, uma palavra de amor e que seja um aprendizado na vida daquele que tiver realmente nesse momento passando por algum momento que essa luz possa ser um caminho, um farol. na vida de cada um de vocês. Tânia, você faz a prece para nós? >> Faço sim. Obrigada, >> obrigada pela oportunidade. >> Ai, nós que agradecemos, >> amado Jesus. Nós te agradecemos por esse momento e que podemos conversar, entender um pouco mais sobre uma passagem do teu evangelho, do desse evangelho que você nos trouxe com tanto amor e carinho, como uma luz que nos guia, que nos consola. E rogamos, mestre, do teu amor, da tua bondade, da tua luz em todos os corações e que nós saibamos aproveitar essa luz no sentido de aprendermos cada vez mais, mas também de compartilhar essa luz, a luz do ensinamento, da compreensão do teu evangelho. que possamos ser pequenos instrumentos de todo o teu amor e bondade. Que assim seja, Senhor. >> Que assim seja, Senhor. Muito obrigada, Jesus. Que assim seja. Então, obrigado, meus amigos. Obrigada pelo estudo da manhã de hoje. Jesus os abençoe. Bom retorno aos estudos das amigas do grupo Jesus. Obrigada Carla. Obrigada aí pelas palavras, pela pelo acompanhamento do nosso estudo, né, da manhã de hoje e a todos vocês, meus amigos e até o próximo domingo, viu? Fiquem todos com Deus, fiquem na paz de Jesus. Um beijo grande.
elas palavras, pela pelo acompanhamento do nosso estudo, né, da manhã de hoje e a todos vocês, meus amigos e até o próximo domingo, viu? Fiquem todos com Deus, fiquem na paz de Jesus. Um beijo grande.
Mais do canal
Bom dia, café! 300326 AO VIVO Renovando Consciências
BOM DIA, CAFÉ! | 310326 AO VIVO RENOVANDO CONSCIÊNCIAS
BOM DIA, CAFÉ! | 010426 AO VIVO RENOVANDO CONSCIÊNCIAS
BOM DIA, CAFÉ! | 020426 AO VIVO RENOVANDO CONSCIÊNCIAS
BOM DIA, CAFÉ! | 030426 AO VIVO RENOVANDO CONSCIÊNCIAS
Estudando com Jesus | O ESPÍRITO DA VERDADE – Capítulo 50 | 29.02.26
1:14:35 · 22 views