Estudando com Jesus | O ESPÍRITO DA VERDADE – Capítulo 38 | 23.11.25

Conecta Espiritismo TV 24/11/2025 (há 4 meses) 53:16 3 visualizações 1 curtidas

Estudando com Jesus | 02.11.25 Estudo sequencial da obra: O ESPÍRITO DA VERDADE – Capítulo 38: A paixão de Jesus Apresentação: Equipe IGESE Realização: IGESE

Transcrição

Bom dia. Bom dia. Bom dia. Bom dia. Bom dia. Bom dia a todos que estão nos acompanhando aí. Bom dia, Meir. Como é que você tá, Me? Tudo bem? Bom dia, Gabriel. Bom dia a todo mundo que tá chegando. Um excelente domingo a todos nós e vamos continuar o nosso estudo com Jesus. Chegou aqui a nossa queridíssima a teca, né? Tecaisola. Bom dia, Teca. Sempre nos acompanhando aqui no nossos estudos, sempre comentando, sempre interagindo conosco. Bom dia a todos que já estão aí presentes, se chegando neste domingo maravilhoso que pelo menos aqui em Manaus tá de sol. Como é que tá o clima aí? Onde vocês estão? >> Tá chovendo muito no Brasil, né? Mas aqui Manz, mas é quente. Estamos na cultura, né, Gabriel? >> Exatamente. >> Eh, então assim, é uma bênção, né, nós estarmos aqui. Hoje é o nosso último estudo do ano nosso, mas ainda tem dos outros colegas, tá? Semana que vem ainda tem mais uma dupla. E aí nós vamos ter eh digamos que no mês de dezembro vamos ter assim um espaço de recesso, não é férias, né? Um recesso. Aí voltamos quando que a gente volta, teca, lembra aí quando que a gente volta que eu esqueci de olhar lá no calendário. Eu só sei que a gente volta ano que vem estar de volta. Olha, é até que ela está na Filadélphia. Um grau, >> um grau. Deus me livre. Deus me livre. Assim, não. Deus me livre. Um grau. Não, Deus me livre. >> É, mas no sul também tá assim, tu sabias? Tá bem abaixo de zero aqui no Brasil. Mas é isso, né? Perfeito. Hoje, né, capítulo 38 do livro Espírito da Verdade, um capítulo bem denso, assim, com mais mensagem muito interessante para nós, né? E acho que é só um gabarito, né? Como ela trouxe aí a Teca, ela ainda nem ainda nem está no inverno, né? O nosso inverno aqui 26º, tá todo mundo de jaqueta, imagina um grau, né? Eh, então hoje capítulo 38, um capítulo com uma mensagem muito bacana, muito interessante pra gente, né? Eh, eu acho que se a gente conseguir entender e colocar em prática 1% do que ele diz aqui, já damos um salto na nossa encarnação, né, Mir?

uma mensagem muito bacana, muito interessante pra gente, né? Eh, eu acho que se a gente conseguir entender e colocar em prática 1% do que ele diz aqui, já damos um salto na nossa encarnação, né, Mir? Olha, verdade, amigo, nós oscilamos entre esses extremos, né? Eu fiquei pensando, >> exatamente, exatamente. E assim, eu acho que >> misericórdia. >> É, exatamente. Eu acho que assim, o principal e direto ao ponto aqui é que basicamente Deus, o reino de Deus, ele não se constrói com discurso bonito, né? E sim com trabalhadores de verdade. Eu acho que esse capítulo 38 nada mais é do que mais um chamado, quase que uma convocação militar, espiritual, pra gente trabalhar nossa reforma íntima, né? pra gente ali lidar com essas oportunidades que a gente tem. >> É, mas vamos fazer a nossa prea gente fazer a leitura do nosso capítulo. >> Perfeito. Então vamos lá fazer a nossa prece. Aqueles que quiserem se sentirem mais à vontade de olhos fechados, estão convidas fecharem os olhos. Mas aqueles que quiserem ficar com os olhos abertos também não é um problema. Neste momento agora gostaria que todos que estiverem aqui conosco neste momento, em algum momento do futuro, olhando esse vídeo já gravado, trouxesse a imagem mental de Jesus que você mais gosta. E com essa imagem do mestre Jesus amigo e junto dele, de toda espiritualidade amiga que com certeza se faz presente neste momento, nós te pedimos, Senhor, nos acompanha neste estudo, que hoje, mestre amigo, nós possamos receber o teu bálsamo através dos trabalhadores espirituais, mais um guia, mais um reforço na nossa nossa jornada espiritual. Nos envolve, Senhor, no teu manto de amor, nos dando toda a paz e o equilíbrio que nós tanto necessitamos, mestre amigo, que a semana que se inicia agora seja uma semana muito tranquila, muito cheia de de desafios bons e que nós possamos enxergar esses desafios e superá-los da melhor maneira, da maneira mais cristã. Muito obrigado, mestre amigo, por tudo e que assim seja. Que assim seja. Então assim, a gente tem

ons e que nós possamos enxergar esses desafios e superá-los da melhor maneira, da maneira mais cristã. Muito obrigado, mestre amigo, por tudo e que assim seja. Que assim seja. Então assim, a gente tem muito agradecer, né, a oportunidade de uma vez por mês estarmos aqui estudando com Jesus esta obra belíssima, né? E e a nossa live ela é coordenada aqui pelo Iges, né, que é o Instituto de Goiás, né, Instituto. Deixa eu ver aqui. Eu enxergo. Eh, OK. Só um minutinho. Tem aqui em cima. Pera aí. É Instituto Goiano de Estudos Espíritas G, mas é transmitido também pelo Conecta Espiritismo TV. né? O Ig, TV Goiás Espírita e Rádio Portal da Luz também, eh, DSN, estudando com Jesus. Todos esses canais estão transmitindo, portanto, fora do nosso país também. E é uma alegria, né? Deixa eu colocar aqui, Gabriel vai ler pra gente começar nossas nossas reflexões que são muitas a respeito desse capítulo. >> Então, vamos lá, minha gente. Hoje o capítulo é, como eu disse no começo, capítulo 38, a paixão de Jesus. que eu vou tecer depois me aprofundar mais, mas é meio que um um comparativo com a paixão de Cristo mesmo, né? Aquela espetáculo teatral, só que aqui não tem a ver com o teatro, né? E aí é basicamente isso que a gente vai discutir. E aí a base do Evangelho é o capítulo 19 no item sete. A fé transporta as montanhas, a fé religiosa é a condição da fé inabalável, né? Então vamos lá para leitura do nosso capítulo e aí depois eu e Amir vamos discutindo. O espiritismo ele não nos abre o caminho da deserção do mundo. Se é justo evitar os abusos do século, não podemos chegar ao exagero de querer viver fora dele. Usuframos a vida que Deus nos dá, respirando ar das demais criaturas, nossas irmãs. Para seguir a própria consciência, podemos dispensar a virtude intocável que foste a santidade ilusória. Não sejamos sombras vivas, nem transformemos nossos lares em túmulos enfeitados por filigramas de adoração. Nossa fé não é campo fechado à espontaneidade. Encarnados e desencarnados, precisamos ser prudentes. Mas isso não

ivas, nem transformemos nossos lares em túmulos enfeitados por filigramas de adoração. Nossa fé não é campo fechado à espontaneidade. Encarnados e desencarnados, precisamos ser prudentes. Mas isso não significa devamos reprimir expansões sadias e não nos abracemos uns aos outros. A abstência do mal não impõe restrição, restrições ao bem. Assim como a virtude jactanciosa é defeito quanto qualquer outro, austeridade afetada é ilusão semelhante às demais. Não façamos da vida particular de marfim para encastterlar os princípios superiores ou estrado de exibição para para entronizar o ponto de vista. A convicção espírita não é insensível ou impertinente. A inflexibilidade no dever não exige frieza de coração. Fujamos ao proselitismo fanatizante, mas nem por isso que tivemos nos outros a arversão por nossa fé. Se o papel de vítima é sempre o melhor e o mais confortável, nem por isso, a título de representá-los, podemos forçar a nossa existência, transformando em verdugos a força às criaturas que nos rodeiam. Não sejamos policiais do evangelho, mas candidatemo-nos a servidores cristãos. Nem a caridade vaidosa, que agravia à espereza do próximo, nem secura de coração que a alegria de viver. Quem transpira gelo dentro, em breve caminhará em atmosfera glacial. A crença aferrolhada no orgulho desencandeia desastres tão grandes quanto aqueles criados pelo materialismo. Não sejamos companhias entediantes. Um sorriso de bondade não compromete a ninguém. A fé espírita reside no justo meio do bem e da da virtude. Nem o silêncio perpétuo da meorte, da meia morte que destrói a naturalidade, nem a fala medrosa da inibição a beirar o ridículo, nem os olhos baixos de santidade artificiosa, nem anseio inexperiente de se impor a todo preço, nem cumlicidade no erro, na forma de vício, nem convivência com o mal, na forma de aparente elevação. Fé espírita é libertação espiritual. Não ensina a reserva calculada que anula a comunicabilidade, constrangendo os outros, nem recomenda a rigidez de hábitos que esteriliza a vida

e aparente elevação. Fé espírita é libertação espiritual. Não ensina a reserva calculada que anula a comunicabilidade, constrangendo os outros, nem recomenda a rigidez de hábitos que esteriliza a vida simples, nem tristeza sistemática, nem entusiasmo pueril. Abstenhammo-nos de falsa ideia religiosa suscetível de repetir os desvios da existências de existências anteriores, nas quais vivemos em misticismo acabrante. Nis façamos os tabus da superioridade mentirosa na certeza de que existe igualmente o orgulho de parecer humilde. O espiritismo nos oferece a verdadeira confiança raciocinada e renovadora. Eis porque o espírita não está condenado à atividade inexpressiva ou vegetante. A caridade é dinamismo do amor. Evangelho é alegria. Não é sistema de restringir as ideias ou tolher as manifestações. É vacinação contra o convencionalismo absorvente. Busquemos o povo a verdadeira paixão de Jesus, convivendo com ele, sentindo-lhe as dores e servindo sem intenções secundárias, conforme amai-vos uns aos outros, a cena maior da nossa emancipação. Everton Quadros. Bom, forte, né? Aqui o que ele diz. Eu acho que existem vários tópicos aqui que a gente vai discutir, vai trazer, eu e a Mir e vamos dividir com vocês. E aí, quem se quiser já se sentir à vontade, que isso aqui é um estudo, né, compartilhado, quiser deixar seus comentários aí na live pra gente já ir interagindo e estudando junto. Eh, já começo com as seguintes considerações. Deixa eu pegar aqui fácil do meu celular rapidinho. Tur turma, então eu acho que o primeiro ponto que Jesus ele traz aqui é que ele nunca chama fãs, né? Ele sempre chama trabalhadores. Eu acho que isso é muito importante, porque se a gente vai lá na Bíblia, pega lá Mateus capítulo 9, versículos 37 e 38, ele dá, ele fala a seguinte frase: "A seara é grande, mas poucos são os trabalhadores". E aí a gente volta em João capítulo 4 versículo 34. Meu alimento é fazer a vontade daquele que me enviou. Ou seja, nessa contextualização, essa paixão de Jesus

rande, mas poucos são os trabalhadores". E aí a gente volta em João capítulo 4 versículo 34. Meu alimento é fazer a vontade daquele que me enviou. Ou seja, nessa contextualização, essa paixão de Jesus nada mais é do que uma convocação para trabalhadores. Então eu, Meir e você aí de casa que tá nos acompanhando, isso tudo é um chamado de Jesus pra gente começar a trabalhar. E aí Kardec ele vem e reforça com a reforma íntima é o serviço principal do trabalhador do Cristo. E aí no texto ele fala, ele traz algumas, algumas considerações, né, que é bem assim, Meir, você continua aí, depois eu continuo que eu tô falando demais já aqui. >> Vamos lá, né? Vamos. Eh, o nosso autor aqui, ele nos traz, né, nos apresenta, aporta aqui para nós. É um texto um pouco extenso e eu até fiquei assim, nossa, quem é quatros? Eu não lembrava. E aí de repente eu vi esse nome, né? foi algo novo para minha consciência aqui e fui pesquisar um pouquinho, né? E aqui a gente encontra um pouco sobre ele. Então, ele é um um trabalhador da primeira hora do espiritismo e foi um dos primeiros, né, responsáveis aí pela logo no início pela Federação Espírita Brasileira e desencarnou eh no Rio de Janeiro, 20 de novembro de 1919, porque ele faz um alerta para nós e a gente percebeu, percebe que tudo isso está acontecendo. o movimento espírita, né? Então ele faz esse chamado para nós, para que a gente possa identificar, né, essa nossa postura equivocada e e como ele mesmo diz, erros do passado, né, para que a gente faça aí um uma recaminhada, uma recondução. E eh muitas vezes a gente acha que nós estamos eh a fazendo o bem, né? Estamos aí trabalhando para Jesus, que somos aquele trabalhador incansável e traz a questão da fé pra gente, né? Ele ele ele fez assim um apanhado geral para trazer esse texto para nós. E aí eu disse por que a fé, né? eh, e fez um recorte, foi lá no item, no parágrafo deste item da fé religiosa, condição da fé inabalar. Então, como é que eu estou vivendo a fé? Como é que é a fé na minha vida?

isse por que a fé, né? eh, e fez um recorte, foi lá no item, no parágrafo deste item da fé religiosa, condição da fé inabalar. Então, como é que eu estou vivendo a fé? Como é que é a fé na minha vida? Ela é a inabalável, realmente aquela que Kardec lá no prefácio do evangelho, né? encara a razão frente à frente em toda a humanidade. Todos nós temos fé, todos nós temos trazemos esse germe e vamos aqui desenvolvê-la, desenvolver a fé. E a fé é essa fidelidade a Deus, esta comunhão com as leis de Deus. E se eu tenho esses exageros, será que eu estou comando com Deus? A gente pensar, a gente refletir, né? Eh, eh, eh, guardar no coração esta certeza desta fé. Ou eu vejo a fé do ponto de vista ainda de uma concepção religiosa, que eu preciso exigir do outro, que eu preciso cobrar do outro, né? algo, uma prática exterior, uma proposta desconectado com os valores morais, com o coração, né, com o sentimento. Então, a gente pensar, são muitas questões pra gente aqui fazer este momento de reflexão e nos identificar. Será que eu não comer esses exageros não tenho essa postura rígida? da minha forma de de me anunciar como servidora de Jesus no movimento espírita, né, de modo geral, nas atividades que eu abracei. Então a gente a gente pensar, né, nessas questões, nós temos aprendizes, nós podemos sim se nós não estivermos realmente ali eh amporados nos ensinamentos do mestre. verdadeiramente pode acontecer sim pela nossa fragilidade ainda. E o o diferencial aqui é a gente identificar e fazer, né, uma correção, fazer ajustes, mudança de atitude. se seria um uma lição, eh, eu creio que a primeira, né, fundamental é identificar, né? Continua, amigo. Exatamente isso, acho que é super importante a gente ter essa capacidade de se identificar, né? E, eu acho que a espiritualidade maior, ela sempre nos oferece pequenas tarefas antes das grandes, né? Pequenos desafios antes daqueles que antes daqueles maiores pra gente realmente testar a nossa fidelidade, né, nessas pequenas coisas, né, nesses nessas nossas oportunidades

fas antes das grandes, né? Pequenos desafios antes daqueles que antes daqueles maiores pra gente realmente testar a nossa fidelidade, né, nessas pequenas coisas, né, nesses nessas nossas oportunidades que a gente tem. Então, eu não peço e aí eu vou em João, né? Não peço que os tires do mundo, mas que os proteja do mal, que nós somos a luz do mundo. Então, basicamente, ele não isola ninguém, né? Viver só para o mundo não é possível. E fingir santidade e querer viver fora do mundo também. Então, basicamente, essa paixão é essa teatralidade, né? Ah, eu sou espírita, meu Deus. Tem toda uma postura, não sei o quê. vive vive num falsa vida, né? Então, que nós tenhamos essa oportunidade de desufruir a vida que Deus nos dá, respirando o ar das mais criaturas. Ou seja, a espiritualidade, como o Evon traz aqui pra gente, não é uma torre de marfim, não é cara fechada, não é superioridade moral, porque assim, já ouvi em alguns momentos alguns espíritas citando assim: "Ah, mas porque a gente conhece a vida futura, nós somos teoricamente não melhores, não foi o termo que que quiseram usar, mas um certo ar de superioridade quando comparado a outras religiões ou quando comparado a outras pessoas que não conhecem a doutrina espírita. Então, eu acho que que é é muito importante a gente entender isso, né? E essa paixão de Jesus que o texto fala nada mais é do que a paixão pelo povo, né? Então, acho que a verdadeira paixão de Jesus não é aquele momento que ele é crucificado, né? Mas é o momento da gente, é o momento do povo, é o momento de servir, é o momento quando Jesus saía pregando, saía o encontro daquelas pessoas que estavam à margem da socialidade, né, as pessoas marginalizadas. Então, acho que essa é a verdadeira paixão de de Jesus. E aí se a gente pega assim, por exemplo, cinco principais alertas morais da paixão de Jesus nesse capítulo, a gente, eu acho que a gente poderia começar ali, não sejamos sombras vivas, túmulos enfeitados, austeridade afetada é ilusão, porque é o quê? Sepruco caihado.

orais da paixão de Jesus nesse capítulo, a gente, eu acho que a gente poderia começar ali, não sejamos sombras vivas, túmulos enfeitados, austeridade afetada é ilusão, porque é o quê? Sepruco caihado. Algo que a gente já viu no passado, né? Já estudou em alguns momentos durante a nossa trajetória espírita e quem não estudou tá tendo oportunidade de ouvir agora. Quando lá em Mateus a gente fala, vós sois sepulcaiados, né? Então, cara, Jesus ele não tolera o teatro, né? Ele não tolera essa teatratização da fé. A espírita não posa de iluminado, ele trabalha. Aí eu sempre falo isso nos nossos estudos. O verdadeiro espírita não é aquele, é aquele que reconhece as suas dificuldades morais e ainda assim insiste em trabalhá-las, em melhorá-las, né? Então, não é aquele que, ah, eu sou espírito, eu sou melhor do que o outro, não. É aquele que trabalha para ser para si melhor todos os dias. Então, essa espiritualidade, sem essa empatia de olhar o outro e enxergá-lo como irmão, faça faça. Como é que eu posso ter uma espiritualidade, viver uma vida com Jesus e não ter empatia para com o meu próximo? A cara fechada, o falar bonito, o falar manso, não é sinal de evolução moral. E aqui eu sei que a gente pega um monte de espíritas que, né, que tem todo aquele modo mais bonito, mais jeitoso de falar, palavras bonitas e etc. O fato da pessoa falar assim não o não a torna mais espiritualizada, né? Isso daí é teatralização. A moral rígida demais, ela vira pedra. Então a gente se eu andar com a o Evangelho Segundo Espiritismo debaixo do braço e forçar os outros a crerem como como nós, nada mais é do que a gente fechar, colocar aqui aquela tapa, aquela viseira que costuma ser utilizada em cavalos, né? e forçar o outro, né, com a nossa rigidez. E basicamente não existe espiritualidade sem empatia. E aí eu acho que é um outro ponto importante, esse daqui é o tópico um, né? Quando a gente entra no tópico dois aqui ainda desse capítulo, quando a gente fala de parte moral, eu acho que nada mais é do que é não fazer da fé um

o ponto importante, esse daqui é o tópico um, né? Quando a gente entra no tópico dois aqui ainda desse capítulo, quando a gente fala de parte moral, eu acho que nada mais é do que é não fazer da fé um pedestal. Como que a gente faz isso, né? Não façamos da nossa vida particular de marfim, que é como Everton traz aqui pra gente, que é aquela história de quem se acha superior perde utilidade. Jesus ele se misturava entre as pessoas, né? O homem que veio e mudou a história da humanidade, se misturava entre as pessoas. Será que eu não tenho condições de me misturar entre os outros? Será que eu não posso fazer isso? Será que eu sou melhor do que alguém? Se o homem que dividiu o mundo, a história moderna, entre pré e pós o conhecimento de Cristo, né, antes de Cristo, depois de Cristo, essa pessoa que dividiu a história se misturava entre os outros, será que eu não tenho essa capacidade de misturar entre os outros? E a caridade, ela não pode ser algo que vá doer nos outros, né? Eu não posso, através da minha atitude caridosa, fazer algo que ofenda o outro. Vamos lá. humilhar o outro enquanto estou realizando a caridade. A a caridade vaidosa, ela que agrava, né, a aspereza, ela traz ali uma aspereza com o próximo. Então, caridade com humilhação, ela é uma uma violência fantasiada de virtude. E aí quando a gente algumas vezes, né, também já tive a oportunidade de estar ali em situação de rua, a gente tá naquela situação enquanto tá fazendo, tá tentando constranger aquela pessoa que tá ali, né? Oxe, mas aquela pessoa que tá ali não é seu irmão também? Será que a gente não consegue enxergar ele como irmão só porque aquela pessoa está em uma situação de vulnerabilidade social? Ou então esse é um exemplo só, né, que eu passei recente. Mas poxa, será que eu, pelo fato de ter um conhecimento um pouco maior do que o meu irmão, será que eu tenho esse direito de humilhar o outro só porque ele não tem esse conhecimento? É isso, ma, que você acha? É essa essas reflexões, Ralcin é um

nhecimento um pouco maior do que o meu irmão, será que eu tenho esse direito de humilhar o outro só porque ele não tem esse conhecimento? É isso, ma, que você acha? É essa essas reflexões, Ralcin é um termômetro de medida para todos nós, porque quando nós estamos aqui falando, nós estamos falando para nós mesmos e para todos nós, para que a gente não encorra nesse processo. E é importante a gente entender aqui o caminho seria o do meio, né? Sai dos extremos, né? excesso, nem rigidez, nem impor, mas também deixar tudo ao bel prazer. Então, é o equilíbrio. sempre no equilíbrio irá nos auxiliar, porque o evangelho ele precisa ser lido, né, estudado, meditado, sentido, vivido e praticado. E se eu ficar só na primeira, eu não vou conseguir realmente inserir o evangelho na minha vida. Então acontece muito isso. Por quê? Porque nós não estamos fazendo a lição de casa. Nós estamos realmente nesse procedimento. Eu entro na doutrina espírita, mas no dado momento ela precisa também penetrar em mim, né? A doutrina precisa adentrar em mim e no terceiro momento sair por mim. Então, se nós não fazemos esse processo de maturação, nós continuamos com os mesmos erros do passado. Porque isso aqui que eu vejo é repetir erros do passado. Eh, são os fariseus do século XX, né? Então, é repetição de conduta equivocada. Eh, eu entro na doutrina e eu acho que vivenciar ser cristão é fazer isso aqui que eu já fazia, né? Então eu permaneço com as mesmas costuras e muitas vezes a gente acha que tá fazendo certo, que tá fazendo melhor. Nós não identificamos. Hum. O nosso equívoco, nós não identificamos e nós precisamos fazer essa autorreflexão, né? Porque falar educadamente é um dever nosso, mas eu preciso ir mais além, né? Eu preciso ir mais além. Esse é o primeiro passo, né? Falar bem, falar educadamente. Mas não é só isso. Só isso não basta. É verdade. Eu preciso sentir o que eu falo, preciso viver o que eu falo e praticar. Então são reflexões que vai nos eh eh mexer com a nossa estrutura,

ucadamente. Mas não é só isso. Só isso não basta. É verdade. Eu preciso sentir o que eu falo, preciso viver o que eu falo e praticar. Então são reflexões que vai nos eh eh mexer com a nossa estrutura, o nosso despertar de consciência, compreender, não misturar concepções, crenças equivocadas do nosso passado e dizer que isso é doutrina espírita, que é de Jesus, doutrina espírita Não tem dogmas, não tem que ser desse jeito, tem que ser assim, tem que ser de roupa assim, tem que fazer assim. Não existe nada disso, esses protocolos e dizer que isso é doutrina espírita, né? Então, mas por que que a gente faz isso? Como ele diz, ele diz, ele é muito claro, gente, misturar o passado, concepções do nosso passado e de e com as situações atuais, dizer que isso aqui é ser cristão, né? Nem ser espírito, é ser cristão, né? Ser cristão. Então, a gente precisa entender o que que é fé na nossa vida. Eu creio em Deus, mas eu sei. Eu sou fiel aos valores que Jesus me ensinou. Eu sou fiel a Deus. Então é vai muito mais além. Se eu maltrato meu irmão, eu não sou fiel a Deus. Mas eu faço isso porque eu não entendi. Eu não entendi a lição. Porque quem ama não machuca, quem conhece a verdade se liberta. Então tá faltando fazer a lição de casa, né? Mas de uma forma mais aprofundada, tá certo? E, e, e esse despertar para nós, ele é necessário, tempo hoje para nós, para que a gente realmente fale em nome de Cristo com verdade e viva essa verdade, né? Então, ela é fundamental a gente estabelecer essa relação, amigo. Pode continuar. Exatamente. Eu acho que é fundamental que a gente viva essa relação e e esse é o principal desafio, né? A gente a gente criar essa relação e mantê-la, né? E aí eu acho que tem uma parte do texto que ele fala bem assim: "Nada gelo no nosso coração, porque quem transpira gelo, tá ali, ó, quem transpira gelo dentro, em breve caminhará em atmosfera glacial." Não consigo marcar aqui, né? Mas também te dá para ver >> que isso que isso basicamente é a frieza moral mata as relações, né? O evangelho

nspira gelo dentro, em breve caminhará em atmosfera glacial." Não consigo marcar aqui, né? Mas também te dá para ver >> que isso que isso basicamente é a frieza moral mata as relações, né? O evangelho ele aquece, ele amplia, ele acolhe. E e é muito perigoso quando a gente tem esse orgulho travestido de religião. Quando a gente desfa, quando ele faz o convite para nós aqui, né? desfaçamos os tabus da superioridade mentirosa. Existe igualmente o orgulho de parecer humilde. Então, às vezes, a gente tem aquele negócio, ah, eu sou muito humilde, né? Eu tenho algumas características de humildade que a gente tem essa necessidade de querer parecer alguma coisa que às vezes a gente não é. Porque se você fosse de fato humilde, se você fosse de fato uma pessoa humilde, eu tenho certeza, não certeza não tenho, mas seria muito mais claro e muito mais factivo você já estar em outro órbito do que aqui na terra. Se você já tivesse a faculdade da humildade desenvolvida de maneira plena, seria muito mais fativo, muito mais real você tá em outro órbito do que aqui na Terra. Então tem gente, né, que é orgulhosa da própria humildade. E isso é aquele famoso ego maquiado, né? Basicamente isso. E aí quando a gente vai lá em Mateus, né, guardai-vos de praticar vossa justiça diante dos homens. Então nada mais é do que isso que a gente tá falando, né? Então, que a gente possa de fato viver a humildade e a e assim quando a gente conecta à paixão de Jesus com esse chamado que o Ton faz pra gente da caridade como dinamismo, a gente consegue entender que o evangelho ela é alegria, porque ele desmonta a imagem triste do Cristo. fala que a religião não é uma cara certa amassada. Na verdade, ela é uma vibração, é movimento, é vida, né? Então, a fé espírita nada mais é do que essa libertação que ele mesmo traz aqui, ó. A fé espírita é libertação espiritual. Ela não é rígida, ela não é mística, não é uma fuga do mundo, não é melancólica, ela é um esclarecimento, ela é um serviço, ela é simplicidade.

smo traz aqui, ó. A fé espírita é libertação espiritual. Ela não é rígida, ela não é mística, não é uma fuga do mundo, não é melancólica, ela é um esclarecimento, ela é um serviço, ela é simplicidade. E assim, para fechar, o maior símbolo da paixão de Jesus, a verdadeira paixão de Jesus nada mais é do que gente, do que pessoas. É o método simples que Jesus nos ensinou 2026, 25 anos atrás. Amai-vos uns aos outros como eu vos amei. Mas aqui é amar de verdade, é a gente se esforçar para verdadeiramente amar, para verdadeiramente a gente estar junto do próximo e enxergá-lo. Porque às vezes a gente tá que eu com você, Meir ou eu com nossos amigos aqui do chat, a gente tá aqui, mas não tá aqui. E aí eu me lembro de uma mensagem que o Divaldo conta, né, que ele tava num templo budista e ele perguntou: "E aí, mestre, como é que você faz para para conseguir e tudo mais?" Ele falou ele aí o o mestre do tempo budista de Divaldo, conta essa história e aí eu tô contando para vocês aqui que é basicamente assim: "Ah, então é simples. Quando eu como, eu como, quando eu durmo, eu durmo, quando eu acordo, eu acordo, quando eu ando, eu ando." Aí o Divaldo questiona assim: "Poxa, a pessoa que tá lá com o mestre budista, né, fala: "Pô, mas eu faço isso também." Ele falou: "Não, quando você come, você tá no telefone. Quando você tá no telefone, você tá andando. Quando você tá andando, você tá pensando em outros cantos. Quando você tá dormindo, você tá pensando no dia de amanhã, no dia do que passou. você tá fazendo um monte de coisa e não tá concentrado naquele momento. Então, quando Jesus ele convida a gente a est amando uns aos outros, é que a gente esteja de corpo e alma presente naquele momento. Eu tô aqui nesse estudo agora. Eu tô aqui conversando com vocês, conversando com a conversando comigo mesmo, que esse assunto nada mais é do que uma mensagem para mim mesmo, né? Eu tô aqui presente de corpo e ama. Então, quando a gente tiver em todas as nossas oportunidades de servir o evangelho do Cristo, que a

esse assunto nada mais é do que uma mensagem para mim mesmo, né? Eu tô aqui presente de corpo e ama. Então, quando a gente tiver em todas as nossas oportunidades de servir o evangelho do Cristo, que a gente possa estar presente, presente. E assim, me já chegando pro final, eh, eu já vou pra minha conclusão, né, que basicamente eu acho que resume aqui com força, com muita energia, com muita, com muita austeridade, né? Jesus, eu disse isso no começo, ele não chama desertores, né? ele chama servidores. O espírita ele não é sensor de no sentido de censura. O espírita, ele é um cooperador na jornada sua e do outro. A caridade nada mais é do que o amor em ação, o amor em movimento. E a paixão de Jesus somos nós e os que ainda vão vir. que nós também teremos responsabilidade sobre eles, né? E aí no final do capítulo ele traz bem assim: "Busquemos o povo convivendo com ele". Ali, ó, ele aqui ele traz a verdadeira paixão de Jesus. Busquemos o povo convivendo com ele, sentindo-lhe as dores e servindo sem intenções secundárias. Poxa, isso aqui é muito forte, que nós tenhamos esse olhar de buscar o povo, né? E aí, para fechar a minha fala e já dou para você a palavra, meus convivesse conosco hoje, ele encontraria um servidor ou ele encontraria um fiscal da fé? Eh, sabia que já existia contratado fiscal. Ai, ai. A gente tem que rir da nossa própria desgraça, né, gente? Porque é um negócio é sério, mas se a gente sorrir fica mais fácil sair do processo. Então assim, eh, eu achei interessante tudo, cada ponto que ele coloca paraa gente é uma reflexão a vida toda para nós, né? Então, a fé espírita reside no justo meio termo do bem e da virtude, né? Então a gente quer impor as pessoas às vezes a nossa concepção que a gente tem. A gente imagina que seja a mais correta, a gente imagina que seja a mais correta e a gente quer impor e o evangelho não se impõe a ninguém. Então Jesus fala lá no livro eh boa nova, eu não lembro para qual o discípulo ele diz: "O bem Deus não impõe nada a ninguém. A boa nova não exige,

ente quer impor e o evangelho não se impõe a ninguém. Então Jesus fala lá no livro eh boa nova, eu não lembro para qual o discípulo ele diz: "O bem Deus não impõe nada a ninguém. A boa nova não exige, ela transforma. Então, a boa nova transforma, então a gente exigir do outro aquilo que cabe a nós fazermos, né? A gente ser fiscal da vida do outro, tomar conta da vida do outro. E ele fala isso para Tadeu. Tadeu, toma conta da tua vida. Jesus falou para Tadeu porque ele tava incomodado com um monte de coisa. Como que tuvida quem governa o mundo é Deus? Cabe a Deus julgar, cabe a Deus, não a nós. Então, a gente eh eh parar um pouquinho e pensar como é que nós estamos, nós estamos sem realmente, como diz o Gabriel, o servidor do Cristo, porque ele fala que a fé espírita é libertação espiritual. Libertação espiritual. E e quem é o servidor de Jesus oferece confiança aos seus irmãos. É um ser inclusivo e não excludente. E Jesus era inclusivo, ele é inclusivo. Então a gente eh eh trabalhar realmente eh esse nosso papel como deve ser, né? Mas para isso a gente precisa promover internamente e eh rever esses valores, analisar, ponderar. E o espiritismo nos oferece a verdadeira confiança raciocinada e renovadora. Renovadora, né? Então, vamos eh trabalhar essas questões e a fé espírita, ela é libertação e alegria e não fanatismo. Fanatismo religioso. idade, a gente pensar com muito carinho e fazer esse processo, eh, fazer este caminhar de forma diferente. Então, vamos meditar. Nós estamos caminhando para o mês de dezembro eh sobre a verdadeira paixão de Cristo. Que que é o verdadeiro Natal? Que que Jesus representa para nós? É prática exterior ainda, a gente pensar o que que significa tudo isso para nós, que renovação é essa que eu preciso buscar, tá? o nosso querer, né, fazer agora ou aqui a len foi muito dor sof que que a gente vai escolher, quanto tempo vai levar, eh, eu que vou decidir, né, quanto tempo vai levar. E e a gente eh eh precisa entender que nós a primeira caridade é com a gente,

oi muito dor sof que que a gente vai escolher, quanto tempo vai levar, eh, eu que vou decidir, né, quanto tempo vai levar. E e a gente eh eh precisa entender que nós a primeira caridade é com a gente, antes de tudo, né? É conosco. Te salva primeiro, criatura, né? Te salva primeiro. A transformação é é com a gente, não é o mundo com as pessoas, mas é conosco, é com a nossa própria consciência. Eh, eh, os os defeitos paixão, vícios, orgulho, eh, egoísmo mora no nosso coração. Agora, se eu não alimentar, ele vai com o tempo desaparecer. Se eu alimentar, ele vai ser muito maior do que a luz que habita na minha vida, né? Nós somos seres de culpa. Então assim, essa é um um trabalho nosso que nós precisamos fazer, nós precisamos meditar que não se trata a cruz, né, paixão de Cristo, o sofrimento, mas essa entrega, né, a verdade, honrar e nos libertar dessas escravidões que nos aprisionam. sabe caminhar, nós caminhar para a evolução espiritual, né, e fazer esta caminhada na nossa vida. Então ele diz: "Busquemos o povo a verdadeira paixão de Jesus, convivendo com ele, sentindo as dores, servindo a gente fazer aquilo que tá ao nosso alcance fazer, porque ele faz essa recomendação. Amai-vos como eu vos amei. É para todos nós. Ele não só falou, ele exemplificou, ele viveu. E é para todos nós. Amai-vos como eu vos amo. E a gente começa amando a nós mesmos, a nós mesmos. E vamos trabalhando, vamos fazendo essa modificação, eh, eh, essa transformação moral em nós. Eh, é isso que a gente precisa estar trabalhando. Mas eu considero eh esse texto riquíssimo e a gente poderia ficar horas aqui trabalhando cada paráfo, né, abordando, refletindo, quando ele fala inexpressiva ou vegetante, nossa, que caridade é deismo, é amor, é evangelho, é alegria, como Jesus fala, boa nova, boa notícia, né? a alegria no coração daquele que a recebe, né? E não é uma alegria externa, uma alegria interna. É um casamento, né? um casamento real para que nós possamos nos libertar dessas condutas equivocadas, desse zelo,

no coração daquele que a recebe, né? E não é uma alegria externa, uma alegria interna. É um casamento, né? um casamento real para que nós possamos nos libertar dessas condutas equivocadas, desse zelo, da escravidão, dos vícios, dos vícios no sentido de concepções que não dá mais pra gente continuar nelas, mas é algo que a gente precisa fazer com amor, com acolhimento, com muito, muito muito eh eh muita compaixão de nós mesmos caminhar. É isso, amigo. A gente poderia hoje eh eh aprender, >> é assim, >> aprender, >> trouxe, né? Hoje a gente tá conhecendo, né? Reconhecendo, na verdade, né? E e é um texto realmente bem profundo, né? É um texto um pouco tenso, apesar de pequeno, mas que tem muito ensinamento, né? Me assim, se a gente vai olhando, né, estrofe por estrofe, linha por linha, dava pra gente fazer um mês só de estudo desse texto, né? E eu acho que o que pega mesmo aqui pra gente é a gente realmente ter esse olhar de amar-vos uns aos outros. Eu acho que todas as aulas espíritas a gente sempre vai finar nesse nesse ponto, né, de amar os aos outros. Eu acho que esse é o maior convite que a gente tem hoje. Eh, Me, você teria a responsabilidade de nos conduzir em prece agora? >> Vamos lá, né, gente? Vamos agradecer. Eh, eu estava olhando aqui o calendário. Eh, nós temos ainda semana que vem e mais duas semanas de dezembro. Aí que nós entramos em um recesso pequeno para voltar já quase no final de janeiro. Mas aí semana que vem as equipes vão mostrar o calendário. Eu esqueci de postar aqui o calendário para vocês acompanharem. De repente, ai não tem mais esse estudo. O que que aconteceu? Aí é para vocês saberem que a gente vai ter daqui uns dias um recesso, um pequeno recesso, tá? Mas logo logo voltaremos. E assim agradecer, né? Levar o nosso pensamento a Jesus, que ele tenha misericórdia de nós. Eh, quando a gente estiver fazendo isso, sendo fiscal dos outros, né? e militar da fé, que a gente desperte e se reconduza, né? Que ele nos ajude, dê aquele toquezinho e a gente possa, né, fazer essa

Eh, quando a gente estiver fazendo isso, sendo fiscal dos outros, né? e militar da fé, que a gente desperte e se reconduza, né? Que ele nos ajude, dê aquele toquezinho e a gente possa, né, fazer essa reconção. E e assim a gente caminhar. Ele é o caminho, a verdade e a vida. Que a gente possa realmente seguir os passos do mestre, né? Seguir os caminhos de Jesus é fundamental. Ele é o nosso modelo apresentado por Deus para ser seguido. E aí nós precisamos colar em Jesus, vai dar tudo certo. Então obrigada, Senhor. Obrigada, ô Éber, com esse espírito, por tantos ensinamentos. Obrigada aos amigas espirituais. Obrigado pela oportunidade desse despertar, desta compreensão, redirecionando cada um de nós a nossa vida, nosso pensar, nosso viver conforme as leis de Deus e os ensinamentos do mestre. Abençoa-nos neste dia. Tenhamos um domingo em família. com muitas lições a serem aprendidas por cada um de nós. Que assim seja. E aí só gratidão, né? Gratidão e gratidão. >> Uma ótima semana a todos, meus amigos. >> Ah, destacar >> aqui a tecla, né? Bom, obrigada por esse estudo maravilhoso, um ótimo final de ano, um Natal de muita paz. É porque a gente assim não volta, a gente volta ano que vem, mas tem os outros colegas e um ano novo com saúde e paz necessária. Que assim seja, né? >> Seja. >> E aqui o Walter, o Lucas Filho, muito obrigada. Bom dia. Maravilha. Então é isso, né? >> Obrigado, meus amigos. Obrigado, Me pela oportunidade, pelo convite. Obrigado aos nossos amigos aqui do portal IGC. Um forte abraço a todos. Fiquem todos com Deus. Um ótimo domingo e uma ótima semana.

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