Bom dia, café! 171125 AO VIVO Renovando Consciências

Conecta Espiritismo TV 17/11/2025 (há 4 meses) 1:10:05

A proposta do Bom dia, café! é elevar nossos pensamentos, nossa conexão mental e espiritual através do compartilhamento das boas notícias, bons exemplos amplamente disponíveis ao nosso redor. É a fé raciocinada que nos explica o Espiritismo, com a aplicação do Evangelho em nosso cotidiano, buscando nossa mudança íntima através do debate e reflexão das questões que nos preocupam. Participe, curta e compartilhe! De segunda a sexta-feira - 7h30. Apresentação – Stela Martins, Patrícia De Hoyos, Pedro de Paiva e Jairo de Jesus. Produção – Stela Martins, espírita jornalista. Encontre as edições anteriores do Bom dia, café! na playlist aqui no canal RENOVANDO CONSCIÊNCIAS - Consciência e Espiritualidade. CONVITE PARA GRUPO NO WHATSAPP – Esse grupo tem com o objetivo facilitar o compartilhamento do link das lives do Bom dia, café!, informações sobre o programa e boas notícias. Para entrar clique nesse link: https://chat.whatsapp.com/IjwyHhWGJdN2KRk8BwrjaM Músicas: autorizada a reprodução pelo autor José Henrique Martiniano e “Biblioteca de áudio do Youtube” e músicas SD domíniopúblico.gov.br - 1657 #manhãcomDeus, #bomdiacomJesus, #bomdiaespiritismo, #mensagemdebomdia, #refletindocomKardec, #palavradobem, #espiritualidadeeespiritismo, #reflexãoespiritual, #livedebomdia, #despertardaconsciência, #comeceodianobem, #inspiraçãodamanhã, #féeespiritualidade

Transcrição

Nascer, morrer nascer [música] ainda e [música] progredir. sempre [música] não é além. >> Nascer, nascer renascer, [música] renascer ainda e progredir, progredir sempre sem ser. >> Amen. >> Toda vez que eu penso em Jesus, Meu coração se acende no meu peito. Toda vez que sinto essa luz iluminando a minha mente e o meu corpo, pareço flutuar. Quando penso em Jesus, eu sinto paz e o mundo inteiro é alegria. Colorido como uma manhã de sol. Quase grito de tanta felicidade e meu sorriso não demora a despontar. Quando penso em Jesus, só quero amar. Lá larir lirá lirã. Tô cada vez mais cara de pau. Bom dia para você. Bom dia. São 7:33. Hoje é dia 17 de novembro de 2025 e está começando agora o nosso Bom Dia Café. A live que acontece de segunda a sexta-feira, sempre às 7:30 da manhã aqui e que tem como objetivo trazer a você bons exemplos, boas notícias e por isso mesmo refletimos sobre tudo isso e quantas boas pessoas existem fazendo coisas maravilhosas pelos outros. É também uma forma simples de mostrar o espiritismo em nossas vidas, no nosso dia a dia, criando um equilíbrio entre as informações do cotidiano mais frequentes, oferecidas pela mídia convencional e nas redes sociais, com aquelas que muitas vezes ficam escondidas, as boas, né? Pois contam sobre gente do bem e ag. Falamos sobre o evangelho e as outras obras básicas. e a aplicação diária no nosso cotidiano de forma leve e bem humorada. Então, a gente fica aqui esperando que você participe do Bom Dia Café, dando seu bom dia aí no chat, dizendo da onde você está ouvindo. E hoje, como é segunda-feira e o tempo começou, o tempo tá aqui desde sexta-feira carregado, nublado, chovendo toda hora. Conta para mim como é que tá o tempo aí onde você está. Eu estou em São Carlos, no interior do estado de São Paulo. Espero que vocês estejam me ouvindo bem também. Vamos dar bom dia. Se você não puder dar bom dia no chat, não tem problema, fica à vontade. Mas é que ajuda, sabe? Ajuda a gente com o YouTube, inclusive, né? Porque aí ele vê

m me ouvindo bem também. Vamos dar bom dia. Se você não puder dar bom dia no chat, não tem problema, fica à vontade. Mas é que ajuda, sabe? Ajuda a gente com o YouTube, inclusive, né? Porque aí ele vê que tem bastante movimentação no chat, então ele imagina que é uma boa uma boa live e é um bom conteúdo para ser compartilhado com outras pessoas. Então é sempre bom pelo menos um bom diazinho. Manda uma figurinha se você não quiser escrever nada, sabe? Mas se manifeste que é sempre bom, não é? O povo tá dormindo aqui hoje. Ó lá. Bom dia, Terezinha Marilda. Bom dia, meu povo. E minha pova é ótima, meu povo e minha pova. Muito bem. Muito bem. Poxa, só duas comentando. Que tristeza. Vocês vão me largar sozinha aqui mesmo? Tenha dó. Vou ficar triste. [risadas] 21º, mas não tá mesmo 21º. Pode ter certeza que a sensação térmica tava abaixo de 19. Fala sério, eu já tô até com com o agasalinho aqui, ó. Então, vou fazer a minha autodescrição. Eu sou Estela, tenho sou uma mulher branca, tenho 60 anos, uso óculos de arredondado, cabelo grisalho, bem curtinho, já tá precisando cortar de novo. Eu tô com um batom vermelho um pouquinho roseado. Tô de blusa preta. E tá escrito assim, ó. Sou espírito, estou de passagem. Sou imortal. A camiseta é preta e eu tô com agasalho sobre os ombros. Ainda não vesti o o vermelho para combinar com as letrinhas da camiseta. Ah, bom. Ah, bom. Agora, agora sim. Agora já tem mais gente aqui falando bom dia e eu fico contente. Hélia, bom dia, querida. Chove aí em Salvador, meu bem? Tomara que não, né? Porque vocês estavam aí complicado também. Estelinha xará, bom dia. Xá também tava embaixo de chuva ontem. Mateus, bom dia, vizinho. Boa noite. Nossa, mas não são 7:38 da manhã ou será que eu errei o horário hoje? [risadas] Ai ai. Rita, bom dia. Bem-vinda, Rita. Vamos montar o coral renovando consciências. Ah, eu acho, eu acho que a gente precisa começar isso logo. Quem sabe a gente já se apresenta no Natal, né? Rio Preto chuvoso, ó. O estado de São Paulo tá na chuva. Aqui estamos

enovando consciências. Ah, eu acho, eu acho que a gente precisa começar isso logo. Quem sabe a gente já se apresenta no Natal, né? Rio Preto chuvoso, ó. O estado de São Paulo tá na chuva. Aqui estamos estamos doid doidos por um tempo chuvoso. É, então aqui tá bem doidinhos. É doidinhos por um tempo chuvoso. Ah, não tá chovendo não em Salvador. Que bom, que bom. Andou tendo uns desbarrancamento aí, né? É bravo, né? É bravo o lugar de muita montanha, né? É mais difícil mesmo. Litoral, né? Litoral já é mais complicado mesmo. Essa época do ano é difícil, não é fácil. Então, sempre que a gente for fazer nossas preces, a gente não pode se esquecer de incluir nelas nossos amigos do país inteiro que têm sido vítimas dessas manifestações intensas da natureza, sabe? É bom, é bom a gente incluir. Falando nisso, vamos fazer a nossa prece. Vamos lá. >> e solução. Se você está sobre pressão de algum problema, recorde que desespero e desânimo não oferece amparo algum. Se a luta decorre da necessidade de recursos materiais, atenta ao equilíbrio entre aquilo que você pode dispor e o que pretenda gastar, trabalhando mais a fim de conseguir mais nos setores das suas aquisições. Se a doença lhe visita o corpo, use os meios justos que se faça possíveis para reabilitá-lo, de vez que a aflição inútil é sempre igual ao perfume nativo em você mesmo. Se você cometeu algum erro, não acredite que lamentação possa pagá-lo. Sim, raciocine quanto ao ponto íntimo em que deva fixar a atenção para não cair na reincidência. Se alguém lhe fere a sensibilidade, esqueça isso de imediato. Lembrando que as vezes em que teremos ferido a outrem sem qualquer intenção de fazê-lo. que foi vítima da delinquência alheia em questões graves. Ore pelo agressor, entendendo que o agressor é sempre um enfermo em condições infelizes. Se sofres conflitos domésticos, guarde a certeza de que você, notando isso, é a pessoa indicada pela divina providência para o sustento da paz. em casa. Se algum parente ele te cria dificuldades através da conduta

flitos domésticos, guarde a certeza de que você, notando isso, é a pessoa indicada pela divina providência para o sustento da paz. em casa. Se algum parente ele te cria dificuldades através da conduta indesejável de que não se trate de criança irresponsável, entregue-o ao caminho da própria escolha, consciente de que ninguém do mundo andará com os nossos pés. Se essa ou aquela aflição desertou todos os seus passos, não exija de alguém aquilo que esse alguém por agora não possa, não lhe queira dar, e sim, continue agindo para o bem, porque desse modo outras criaturas lhe surgirão na estrada, valorizando-lhe a presença e abençoando-lhe o coração. Se você traz consigo algum problema, peça a Deus coragem para suportá-lo, evitando queixas e lutas que fariam de você um problema difícil para outros. e trabalhando e servindo em silêncio, com paciência e bondade, você observará que Deus transformará os outros em canais de socorro espontâneo em seu favor, pelos quais, sem alarme, sem perda de tempo, encontra você a necessária e melhor solução. André Luiz, é isso, né? a gente precisa passar pelas situações eh consciente de que são momentos em que a gente testa o nosso aprendizado, né? E se a gente não consegue resolver aquela situação, se a gente não aceita, não é aceitar, né? Se a gente não se revolta, né? Porque aceitar é sentar e esperar passar, não é isso, né? Às vezes você tem lá um problema financeiro que você precisa resolver, mas você tem que manter a calma e procurar a solução com calma e não ficar sentado olhando o tempo passar e achando que o problema vai se resolver sozinho. Apesar que minha mãe dizia: "Deus proverá", né? E aí dá a impressão mesmo que o que Deus vai resolver o problema sozinho pra gente, que não é verdade, né? A gente tem que se movimentar para resolver os problemas, mas não pode eh ficar revoltado, brava, achando: "Ah, possível isso de novo, de novo significa que eu não aprendi alguma coisa, alguma coisa aí no caminho não aprendi. Thago, bom dia.

er os problemas, mas não pode eh ficar revoltado, brava, achando: "Ah, possível isso de novo, de novo significa que eu não aprendi alguma coisa, alguma coisa aí no caminho não aprendi. Thago, bom dia. Bom dia também paraa Rosiane. Bom dia, querida. Bom dia para Dulcineia. Como é que estão as coisas por aí do cineia? Tudo bem? Bom dia para Maria Angélica também, Canoas, no Rio Grande do Sul. Terezinha, a distribuição de chuva anda muito injusta nesse tempo de [risadas] É verdade, né? É verdade. Mas é que a gente foi instalar as nossas as nossas cidades nums lugares um pouco complicados, né? Porque é isso não é uma crítica, né, gente? É isso aconteceu, sei lá, há centenas de anos e aí éramos nós mesmo aqui, né? E a gente fez umas coisas que a gente não devia ter feito. Por exemplo, construir cidade na vársia do rio. Não dá certo, né? Não dá certo. Caipira sabe bem disso, que não se constrói na vársia, né? dos rios, dos córregos, dos riachos e muito menos do barranco, sabe? Fazer rancho no barranco, você faz de madeira e não põe nada muito caro lá dentro, porque você sabe que uma hora vem a água e vai carregar seu rancho embora. Por isso que é rancho, né? ou você não constrói no barranco. O problema é que nem todo mundo tem condição de morar num lugar seguro, porque os terrenos nos lugares seguros normalmente são mais caros. E aí as pessoas nem sempre têm condição de construir nesses lugares. E muitas dessas pessoas também não sabem, né, que ali é área de vara. Você vê todo mundo construindo casa, constrói também. Então é complicado, né? Eu lembro que quando eu cheguei em São Paulo, a primeira o primeiro primeira situação muito complicada que eu que eu estive foi quando teve um desmoronamento na favela Nova República. Vocês lembram disso? Tem 500 anos essa história. 30 anos pelo menos. Pelo menos acho que uns 20 25, mais de 25, né? Uns 30 e poucos anos tem. E e eu quando cheguei lá na favela Nova República, fiquei olhando falando assim: "Gente, mas eles estão na eles

nos pelo menos. Pelo menos acho que uns 20 25, mais de 25, né? Uns 30 e poucos anos tem. E e eu quando cheguei lá na favela Nova República, fiquei olhando falando assim: "Gente, mas eles estão na eles recortaram o morro para construir o barraco. Uma hora ia cair". E aí ficou todo mundo olhando pra minha cara, tipo, é óbvio que eles recortaram o barranco, né? Porque para morar no no pé do morro tem que pagar pelo terreno e o valor é impossível, né? A turma que tá morando no morro é porque não consegue pagar o terreno embaixo. É isso. Ai ai. Dolores, bom dia. Ótima semana para nós todos. Chove em Juiz de Fora. É isso aí. Aqui tá esse chove para chove para chove para chove para uma coisa. Muito bem. Vamos para a nossa próxima. Ah, nós vamos para efemer hoje. Nós temos, deixa eu tirar você daqui. Pera aí. Nós temos nossas histórias, episódio novo do nossas histórias. Tenho certeza que vocês vão eh vão gostar. Mas primeiro vamos para as efemérides. Muito bem. Num dia 17 de novembro, só que lá em lá em 1866, desencarnava o senhor Del, Alice Dambell ou Emanuel Baltazar, Marie Eugên, Alice Dbell. O Senr. Alice Del esteve ao lado de Kardec no século XIX, tendo servido como médium na Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas. sob a orientação de seu guia espiritual, o Erasto, várias comunicações dos espíritos que lemos nas obras fundamentais do espiritismo foram recebidas por eles, por ele, muitas delas publicadas na revista espírita. O espírito do senhor Dbell ditou ao médium também um opúsculo, contando um pouco da sua trajetória como homem e como médium. Ele foi também o secretário particular de Kardec, vice-presidente da Sociedade Parisense de Estudos Espíritas e Médium de Confiança do Kardec. Esse opúsculo tá na na internet. Se vocês derem uma procurada pelo Senr. Dbel, vocês vão encontrar esse opúsculo que é muito muito interessante, mas ele é muito longo, por isso que eu não trouxe, viu? Ele é bem compridinho, mas é muito interessante também. A nossa outra efeméria efeméride é de 1913,

sse opúsculo que é muito muito interessante, mas ele é muito longo, por isso que eu não trouxe, viu? Ele é bem compridinho, mas é muito interessante também. A nossa outra efeméria efeméride é de 1913, quando nascia Rolando Mário Ramaciot em Bauru, São Paulo, aqui pertinho de São Carlos. Pertinho não, é perto, não é tão perto assim, é perto. Grande divulgador do livro espírita, destacando-se sempre por sua extrema dedicação e fidelidade a Francisco Cândido Xavier. Em seu idealismo, promoveu numerosas e magníficas tardes e noites de autógrafos. Todas elas organizadas e com resultados que superaram as expectativas. foi fundador do Gen, Grupo Espírita Emanuel, Sociedade Civil Editora, sediada em São Bernard São Bernardo do Campo, em São Paulo, onde foram publicadas obras que primaram pelo primam pelo aspecto gráfico e também pela acessibilidade do preço, com o que conseguiam promover eficiente divulgação da literatura psicografada pelo Médium Mineiro, pelo Chico Xavier. A obra de propaganda espírita desenvolvida por Ramaciot abrange cerca de 500.000 exemplares. O livro Calma do Espírito Emanuel é inegavelmente um dos mais belos trabalhos psicografados por Chico Xavier em 1979. Então ele além de ter fundado Gen, né, de ter fundado o grupo espírita, ele fundou no nesse grupo espírita também uma editora muito interessante, né, que tá em atividade ainda, pelo que eu soube. Oi, família Santana, bom dia para vocês. Bom dia. Eh, eu tenho aqui o, deixa eu ver. Ah, é, eu vou abrir aqui o o link. para compartilhar com vocês. É o link da editora. Ó lá. Pera aí, deixa eu pôr no palco. Aê. Esse essa é a editora lá. Olha só. são as publicações que eles têm lá, tá vendo? Os preços são bem bem baixinhos mesmo, né? Então, tem várias obras do André Luiz, né? Acho que boa parte delas, mas tem umas coisas muito interessantes aqui que eu não conhecia e muito bacanas mesmo da gente ver, ó. Dá para entrar lá. É g e m. Aí eu vou pôr aqui. Pera aí. Acho que é mais fácil, porque afinal de contas, se você quiser,

o interessantes aqui que eu não conhecia e muito bacanas mesmo da gente ver, ó. Dá para entrar lá. É g e m. Aí eu vou pôr aqui. Pera aí. Acho que é mais fácil, porque afinal de contas, se você quiser, é sempre bom, né? Livro espírita, gente, é um bom é um bom presente de Natal. Ó lá, ó. Esse é o link da editora. Já pensaram em dar um presente, um livro espírita de presente de Natal? Eu tenho certeza que você conhece alguém que precisa de um livro de mensagens, sabe? Aquelas mensagens consoladoras pra gente ler logo cedo ou ler no final do dia, mas tenho certeza também que você conhece outros tantos que gostam muito de estudar. E aí você também pode dar um livro espírita, né? uma coisa mais aprofundada, talvez um título que seja até novo para você, que você nunca tenha visto, aí você compra e dá para pessoa e já fica na fila para empréstimo, não é? Eu acho que faz muito bem. Acho que é uma ótima opção de presente para esse Natal. É, é livre espírita. Então, aproveite. Se você puder comprar na livraria espírita mais perto de você, melhor ainda, porque aí você já aproveita. Nossa, elas estão atacadas hoje, hein? Você já aproveita e também ajuda a casa espírita, onde fica essa livraria ou a entidade espírita. Aqui nós temos uma livraria muito boa que é da que eh mantida pela União da Sociedades Espíritas de São Carlos, a US. Então, quando a gente compra o livro lá, a gente ajuda a US, mas você pode comprar também se na sua casa espírita tiver. O importante, o fundamental é você poder, você presentear eh as pessoas com livro espírito, né? É muito bom. Tenho certeza que vai ser um presente muito bem aproveitado. Patrícia Desenro Royals, bom dia. Muito. Vamos aproveitar de ser Lux. É isso. É. E presentear com livre espírita, né? Agora nas confraternizações, amigo secreto, né? Pode fazer um amigo secreto no seu grupo aí da casa espírita e sugerir que os presentes todos sejam livres, não é? Acho que essa é uma boa. Mesmo que seja um livrinho de mensagem, né? Livro de mensagem nunca é demais.

go secreto no seu grupo aí da casa espírita e sugerir que os presentes todos sejam livres, não é? Acho que essa é uma boa. Mesmo que seja um livrinho de mensagem, né? Livro de mensagem nunca é demais. Nunca é demais. Aproveite, né? Aproveite. Vale a pena. Vale a pena. Muito bom. Vocês já t acompanhado que nas últimas duas segundas-feiras, essa é a terceira, nós temos, eu tenho compartilhado com vocês as gravações que eu fiz com o Cléber, meu amigo, que é jornalista e ele tem histórias muito interessantes para contar e nessas histórias a gente pode fazer muitas reflexões. E hoje eu vou compartilhar com vocês mais um episódio desse nossas histórias minutos. Ah, é verdade, ó. Minutos de sabedoria de Carlos Pastorino. É muito bom. É verdade. É muito bom mesmo. São vários, né? Tem muitos. Os de Lourival Lopes também. Ó lá. Podemos já pensar, fazer até uma listinha de livros que podem ser eh entregues como presente de Natal, né, nas confraternizações por aí. É bom, né? Eu acho bom. Vamos lá, então, paraa nossa nosso episódio de hoje de nossas histórias. Olá para você. Esse é o nosso terceiro episódio do Nossas Histórias. uma série de conversas entre dois jornalistas. Eu errei o arquivo, né? O arquivo aqui tá errado. O arquivo aqui tá errado. Pera aí. Você gasta um tempão editando, aí na hora de de colocar no ar, você coloca o arquivo sem edição. Não dá, né? Não dá. Então bora lá. Agora sim. Olá para você. Esse é o nosso terceiro episódio. Olá para você. Esse é o nosso terceiro episódio do Nossas Histórias, uma série de conversas entre dois jornalistas, eu e o Cléber, que vai nos mostrar, ele, né? Ele vai nos mostrar que toda história vale um conto e mais que isso, toda a história deve ser celebrada. Se você pegou esse essa série de conversas, pegou esse bonde aqui em movimento, volta e veja lá o episódio um e dois, tá bom? Eu sou a Estela Martins, sou uma mulher de 60 anos, branca, cabelos grisalhos, bem curtinhos. Eu uso óculos de aros redondos e avermelhados. Estou de batom vermelho. E eu fiquei com muita

ois, tá bom? Eu sou a Estela Martins, sou uma mulher de 60 anos, branca, cabelos grisalhos, bem curtinhos. Eu uso óculos de aros redondos e avermelhados. Estou de batom vermelho. E eu fiquei com muita inveja do Kéber nas outras, nas nossas outras gravações. E hoje eu vim aqui com uma camiseta também, mas ela não é de rock and roll, tá escrito I see that people. Acredite, quem quiser. Oi, Cléber, tudo bem aí? >> Olá, Estelinha, tudo bem? Bom dia, boa tarde, boa noite e por não dizer também boa madrugada para qual, né, para quem estiver no nos assistindo aí. E tudo bem, eu sou o Cléber, né? Eh, também sou Grisalho. Ã, eu uso óculos, cabelos curtos. H, estou no mesmo ambiente de sempre, que é um fundinho bege com uma porta do lado esquerdo e alguns livros também aqui do meu lado esquerdo. Eu não sei com qual camiseta eu estava a semana passada, mas hoje eu estou com uma camiseta do Black Sabá em homenagem ao queridíssimo Ozi, que algumas semanas atrás se despediu dos palcos e agora se despediu da vida, né? Então, é uma homenagem a a ele e é isso, né? Estamos aqui para celebrar a vida. >> Isso mesmo. É isso. Falando em celebração da vida, qual é a história que você traz pra gente hoje? Eu >> e eu se eu não me engano, Estela, se eu não me engano, eu tinha comentado com eu tinha comentado aqui que eu não faria nada cronológico, né? ia soltando as conversas e, né, em algum momento elas se encaixariam aí no no universo, elas se encaixariam. Mas eu acho legal que para começar mesmo essa eh esse bate-papo, né, até porque os os dois primeiros papos a gente fez mais uma contextualização, eu acho legal a gente fazer uma cronologia aí. Por quê? Porque as minhas histórias elas começam antes do meu nascimento, [risadas] começam com o meu pai e com a minha mãe, né? Como assim sua história? >> Préço pré-história. Préço. Isso é préf vai contar pra gente uma pré-história. >> É o prefácio do livro, né? Eh, por que que eu digo isso? Porque o meu pai é o positivo e minha mãe era o negativo, né? Então, naquela

ória. Préço. Isso é préf vai contar pra gente uma pré-história. >> É o prefácio do livro, né? Eh, por que que eu digo isso? Porque o meu pai é o positivo e minha mãe era o negativo, né? Então, naquela época, 1965, né, na década de 60 aí, eh, não sei até quando, ou se continuo até hoje, porque eu não sou médico, não sou dessa área médica, então eu não entendo. Eu sei que naquela época, né, ah, homem o positivo e mulher o negativo, não, o o casal não poderia ter mais do que dois filhos ó negativo, né? E o meu pai e minha mãe já tinham a minha irmã e o meu irmão, os dois, ó, negativo. Então, qual foi o conselho que eles deram pro meu pai e paraa minha mãe? Não tenham mais filhos, né? Existe uma probabilidade muito grande de aborto ou de nascer com deficiência ou com algum tipo de deficiência ou eh que ele morra logo após o nascimento em virtude de algo como se fosse um choque anafilático, né? E o que aconteceu? Minha mãe meu engravidou, eu sou o terceiro filho. E logo que eu nasci, eh, o que que eles fizeram? me pegaram e saíram correndo do da sala de da da sala de de parto. Me levaram para um outro ambiente. E aí minha mãe, pelo que minha mãe se lembrava e falava, ela lembrava que assim, para eu voltar para ela demorou mais do que 15, 20 minutos. Ela não se lembrava exatamente do tempo, mas ela falava: "Demorou uns pelo menos 15, 20 minutos para você voltar, né?" E aí quando eu voltei, ela eu voltei já normal, respirando, sem problema nenhum e tudo bem, né? E aí os médicos falaram: "Olha, não tiver ah, por que que eles tiraram da sala?" Tem que tem tem que explicar isso. Me tiraram da sala porque se eu fosse ó negativo, eh, já tinha uma sala ao lado preparada para fazer transfusão de sangue. Eu ia fazer toda a transfusão do meu sangue, ia tirar o meu sangue, ia colocar um outro sangue, ó, negativo em mim e de outra pessoa para que eu não tivesse o choque anafilático do da do do problema do meu pai e da minha mãe. Isso essa foi a explicação que deram naquela época. Mas eu voltei, tudo bem, não tive que

e de outra pessoa para que eu não tivesse o choque anafilático do da do do problema do meu pai e da minha mãe. Isso essa foi a explicação que deram naquela época. Mas eu voltei, tudo bem, não tive que fazer transão de sangue. Por quê? Porque eu sou o positivo. Então eu não teve problema, né? Eu, minha mãe, eles não poderiam ter um terceiro o negativo. Tinha minha irmã e meu irmão. Eu sou o positivo, não tive problema, não precisei fazer transição de sangue, nada. O tempo que eles demoraram comigo fora da sala do parto ali, é porque realmente foi o tempo de tirar sangue meu e fazer o exame, descobrir que tipo de qual era o meu tipo sanguíneo. Foi isso e voltei. Aí parece que tá tudo bem, parece, né? Só que aí o fato de eu não ter ficado ali com a minha mãe, eh, e não ter tomado aquele tapinha no na no bumbum ali que os médicos dão, que na verdade não é para bater, é para assustar. E o que acontece? Quando a criança nasce, toma esse susto, ela faz o quê? Ela faz esse movimento, ó. Esse movimento com de respiração forte é o que faz com que um uma membrana que está no coração, ela feche um buraquinho que se chama forame, né? Eh, eh, impedindo passagem de qualquer coisa do lado direito pro lado esquerdo do coração e vice-versa, né? Então, enquanto a gente tá no útero da mãe, e esse buraquinho existe e é permitido que passe sangue de um lado pro outro. Quando a gente nasce, não pode mais. Aí fecha. O fato de eu não eh ter respirado, não ter chorado, não ter tomado esse susto, não se. Então eu eu fiquei com uma passagem no coração de um lado pro outro. é uma passagem que coágulos de sangue que circulam pelo nosso organismo e circulando pelo nosso organismo, eles vão se dissolvendo e por e por causa disso a gente não tem eh AVC, não tem nenhum tipo de trombose, né? Eh, eu tive, né? Ela passou e como o meu meu meu ato, meu forame não fechou, teve passagem de sangue de um lado pro outro. E por isso, aos 42, aos 40 anos, eu tive o primeiro AVC, né, que foi transitório. E aos 42 eu

Ela passou e como o meu meu meu ato, meu forame não fechou, teve passagem de sangue de um lado pro outro. E por isso, aos 42, aos 40 anos, eu tive o primeiro AVC, né, que foi transitório. E aos 42 eu tive o segundo que foi quase que me matou mesmo, né? Quase me levou embora. >> Então vocês estão vendo que nós vamos ter muita história por aí, né? E por que toda a história é o motivo de celebração da vida? Vocês já começaram a perceber para onde que nós estamos indo, né, nas conversas com o Cléber. Continua, Cléber. >> Exatamente. Então é isso, Ca. Sabe, passou de um lado pro outro, ou seja, olha só, uma coisa boba, como assim, né? eh, aparentemente boba. Ah, não chorou. Não. É importante a criança ter essa respirar porque fecha essa membrana, fecha esse buraquinho chamado forame oval, que depois descobri forame oval pérv ou forame oval patêntico. Ele impede passagem de coágulos de sangue de um lado pro outro. do lado, acho que eu, se eu não me lembro se lado esquerdo, direito ou direito esquerdo, mas acho que é direito, esquerdo. Eh, ele ele não tendo essa passagem, né, ele circula pelo organismo. Tendo essa passagem, ele vai do lado direito pro lado esquerdo e o lado esquerdo é o que leva pro cérebro. Então, passou um coágulo de sangue meu do lado direito do coração pro lado esquerdo que levou pro cérebro. Isso duas vezes em um ano e meio. Ah, a primeira vez eu dei muita sorte que foi um transitório, né? Eu lembro que eu eh eh tive esse esse essa esquemia transitória. Eu caí, não sentia todo o lado esquerdo do corpo. Comecei a chamar Odet. Aí ela correu, chamou um uma prima dela que morava na vizinha nossa. Eles vieram, me pegaram e me levaram para hospital. Chegando no hospital, eu já tava voltando a sentir mão e perna, né? Bem adormecido, mas tava voltando a sentir. Aí fiquei lá em observação, acho que umas 4, 5 horas e já voltei bem para casa, né? Mas assim, mas foi eu pedido para que eu acompanhasse, né? E e um ano e meio depois eu tive mesmo um AVC, né? Porque acabei na época

observação, acho que umas 4, 5 horas e já voltei bem para casa, né? Mas assim, mas foi eu pedido para que eu acompanhasse, né? E e um ano e meio depois eu tive mesmo um AVC, né? Porque acabei na época eh, quando eu tiro o primeiro, não sei por na não pediram para fazer alguns exames específicos, exames que eu só fui fazer depois quando eu tive o segundo, né? E a e tem uma outra coisa também, Estela, >> pera só um pouquinho, pera aí. Esses exames que você não fez, é que identificaram que houve um problema, que o problema era resultado do não chorar quando você nasceu. >> Exatamente. Exatamente. E assim, e é um exame por quê? Eu tive um problema de AVC. O meu AVC foi causado por um problema no coração. >> É, >> então o exame que tem que ser feito é o exame do coração e não da cabeça. E nesse primeiro momento eles ficaram vasculhando a minha cabeça. >> É. É. E você nem ia nessas situações. Deixa deixa eu só dar uma explicação aqui que também tem história para contar sobre isso, mas eu não vou entrar. Só vou entrar agora. E tem e vasculhando também a minha cabeça, porque como eu fui uma criança epilética, eu tive epilepsia, então assim, eu tomava remédio, eu tinha alguns problemas que eu já trazia da da minha da minha adolescência, né? E eu tomava em dantal. Então assim, ah, é algum problema, ele deve ter tido uma convulsão, ele ele deve ele deve ele deve. Então, foram tantas suposições, Estela, né? É por isso que eu [risadas] te falo, tem muita coisa para que eles nem iam ch nem iam pensar numa questão lá do seu nascimento, né? E nem você nessa situação, você lembrou do que tinha a ver com a cabeça. >> Exatamente. >> Quero mais. >> Não, mas eu também não sabia, Estela. Mas eu também não sabia. Eu fui descobrir essa questão do Foran, eh, eh, já quando eu tive o AVC, o AVC mesmo que eu fiquei internado dias, né? E assim eu fui internado, né, e comecei a fazer um tratamento. Na época que eu fui internado com com o segundo AFC, eu comecei um tratamento para esclerose múltipla,

que eu fiquei internado dias, né? E assim eu fui internado, né, e comecei a fazer um tratamento. Na época que eu fui internado com com o segundo AFC, eu comecei um tratamento para esclerose múltipla, porque um porque eram dois dois dois neurologistas que ficavam um dia um, um dia outro, um dia um, um dia outro. O primeiro que pegou o meu caso, primeiro que era, vamos dizer assim, o líder, né, o chefe da da equipe, eh, ele tinha uma visão que que tava caminhando pro forame oval, que tava caminhando pro coração. O segundo médico tinha uma outra opinião, ele achava que era outra coisa e ficou procurando outra coisa. Tanto que no no sei lá, no sexto, oitavo dia, sei lá, ele ele chega e fala: "Não, você não teve um AVC, você tem esclerose múltipla". E assim, pau, na minha cara, eu falei: "Como assim, esclerose múltipla?" Aí ele inclusive cita aquela atriz da Globo, a Cláudia. Cláudia Jimenez. Cláudia que era do site de baixo. Saide baixo >> é Jiménes. Menes >> é então que tem escleróos. Ele citou ela. É a mesma doença que tem a Cláudia Gimenes da Globo. Assim, assim, assim. E amanhã você já começa o tratamento. >> Mas não fez um exame? Não tem uns exames para diagnosticar. Eu >> tinha feito alguns exames. Eu tinha feito todos os exames de cabeça, todos possíveis, né? Ahã. Ah, mas não tinha feito nenhum aí tinha feito um ecocardiograma só. >> Agora a parte que me interessa de verdade >> nesse momento, né, de do primeiro AVC, que que você a gente já tá pulando lá pro primeiro AVC, depois a gente volta pra adolescência. Mas nesse momento do primeiro AVC, com 40 e poucos anos, que que você pensou? Vou morrer? Você chegou a pensar? Vou morrer >> na hora. Na hora na hora. Estela. Ã, eu não pensei em morrer não. Mas quando eu sinto que eu tinha tido, que eu tava tendo um AVC, porque o meu lado, eu tava parado, né? As duas vezes que eu tive AVC, as duas vezes foram no mesmo lugar, na sala da minha casa, só que uma eu tava sentado, a outra eu tava em pé. Essa eu tava em pé, encostado no sofá,

eu tava parado, né? As duas vezes que eu tive AVC, as duas vezes foram no mesmo lugar, na sala da minha casa, só que uma eu tava sentado, a outra eu tava em pé. Essa eu tava em pé, encostado no sofá, na nas costas do sofá. E quando o meu lado esquerdo todo morre, é esquisito, porque você é como se morresse mesmo. Você não tem mais perna e não tem mais braço. Tanto que eu caí, caí pro lado esquerdo, né? Como se fosse, como se eu tivesse indo desabando assim, uma implosão, né? >> Tá? >> E aí com o braço direito segurou no no nas costas do sofá, começa a chamar Odet e ela vai. E a primeira coisa que eu penso, que acho que também foi a primeira coisa que a Odet pensou, Odet é minha esposa, tá gente? Eh, a primeira coisa que eu pensei, tenho certeza, foi que, caramba, eu também, eu, ele também está tendo AVC, ou seja, ela pensando isso e eu pensando eu também. Por quê? Porque fazia pouco tempo que meu sogro tinha tido um AVC. >> Ah, tá. >> E meu sogro ficou com sequelas. Então assim, foram foram poucos anos de um pro outro, entendeu? >> Tá? Então tinha uma referência, >> a primeira coisa que me veio na cabeça foi meu sogro, né? Assim, >> tinha uma referência, né? Para fazer essa ligação. >> Exato. Exato. E a primeira coisa gente, eu tô tendo igual o seu Davi. E agora que que eu vou fazer, né? E aí, aí você entra em desespero, né? Porque você não sente, você fica ali. Aí vem um o o marido da prima dela, que era nosso vizinho, me pegou no colo, né? Porque eu não tinha movimento, me colocou no carro e me levou pro hospital, né? No chegando no hospital, eu já começo a sentir a a logo depois eu já começo a sentir a a ponta dos dedos, assim, um formigamento na ponta dos dedos. Isso é bom, né? Porque eu não tava sentindo absolutamente nada, nada, nada. como se tivesse morto. E sei lá, eu não lembro, vou dizer para você que uma hora depois, 40 minutos depois, eu não sei, um tempo depois eu comecei a sentir o formigamento, >> tá? >> Na na ponta dos dedos. E isso eu já eu falei: "Pô, isso parece bom", né? E

r para você que uma hora depois, 40 minutos depois, eu não sei, um tempo depois eu comecei a sentir o formigamento, >> tá? >> Na na ponta dos dedos. E isso eu já eu falei: "Pô, isso parece bom", né? E depois na perna e aí foi. Aí não sei quanto tempo eu fiquei lá no hospital observação, umas 4, 5 horas e eu já tava, já tava legal, já voltei para casa. Foi um AVC transitória, mas assim, eu fiquei muito assustado, muito, muito assustado, né? E mas os filhos, os filhos também eram novos, né? Os filhos eram novos também. >> Oi. >> Seus filhos eram novinhos. >> A Gabriela não tinha nascido ainda. >> Ah, lá. A Gabriela não tinha, o Lucas era pequeno e a Gabriela não tinha nascido ainda. E porque a Gabriela, o segundo AVC que eu tenho foi a a Odet grávida. Primeiro AVC Odet estava grávida da Gabriela. Foi isso mesmo. Ela foi, se eu não me engano, ã, primeiro foi em agosto de 2000, não, agosto. Agosto de 2006. Foi isso mesmo. Agosto de 2006. A Gabriela nasce em dezembro de 2006. Foi isso mesmo. Agosto de 2006. Ela Gabriela nasce em em dezembro de 2006. E eu tenho o segundo AVC em janeiro de 2008, né? Ah, um ano e meio certinho depois. >> É, >> a Gabriela tinha acabado de fazer um ano. Oi. >> Não muito tempo depois, né? >> É, um ano e meio. Um ano e meio certinho. Depois eu tive o segundo AVC. E no segundo ABC você teve você teve esse essa >> Ah, o segundo ABC eu achei que eu ia morrer. Não, o segundo ABC eu achei que eu tava morrendo. >> Oi? >> Você achou que você tava morrendo? >> Eu achei. Eu achei porque realmente foi uma das coisas, uma das piores coisas que eu passei na minha vida, porque ele foi um AVC no cerebelo, né? E e foi destruidor, porque apaga tudo, tudo apaga, né? Você não enxerga mais nada e você está acordado. Porque não foi no cérebro, foi no cerebelo. Ou seja, eu perdi toda a coordenação motora do corpo. Eu não coordenava mais braço, não coordenava mais, eu não coordenava mais nada. A fala não tinha condenação. Eu simplesmente caí, comecei a vomitar, vomitar deitado. O vômito saindo pela

ora do corpo. Eu não coordenava mais braço, não coordenava mais, eu não coordenava mais nada. A fala não tinha condenação. Eu simplesmente caí, comecei a vomitar, vomitar deitado. O vômito saindo pela boca o deitado no chão e vomitando, vomitando, vomitando e tremendo, né? Parecia que eu tava tava morrendo. A impressão que a falava, a impressão que que ela tem é que eu tava morrendo >> e você conseguia falar? Não, no do no começo não. Eu só gritei. Eu tava Foi engraçado que a gente ido para um para um casamento, passei o dia no casamento muito agradável, né? Só que assim, acabei bebendo um pouquinho além da conta, né? E e vim para casa. Aí cheguei em casa à noite, a gente acabado de comprar uma televisão e os meus filhos, a gente chegou em casa, aí o Lucas pegou a Gabriela e levou, porque a Gabriela tinha um aninho e levou pra sala para ver desenho. Eu vi aquilo, eu tava na cozinha, eu vi aquilo, fui pra sala e fui brincar com eles e falei assim: "Sai para lá vocês dois, se essa televisão é minha, né?" E fui brincando assim, né? E encostei a mão na Gabriela assim que tava encostada no braço do sofá e fui sentar no braço do sofá. No que eu sentei, eu já gritei: "Det, tô tendo um trepo." Levantei e caí. E daí eu já não lembro muito mais. Eu não não consigo me lembrar porque realmente eu eu lembro lembro de algumas coisas assim eh que depois da eu não sei o que aconteceu ali na sala, não lembro de nada. Eu lembro que depois eu já estava no banheiro embaixo do do chuveiro, né, e caindo em cima de mim. Não lembro, não sei quem me colocou lá, se foi ou Lucas, eu não lembro, não lembro de nada e não lembro mais depois. Você não sentiu nada não? Não aconteceu nada nesse meio tempo. Você apagou mesmo, sumiu tudo. Eu t, eu fiquei acordado o tempo inteiro, só que eu não consigo lembrar. Eu lembro, a única coisa que eu me lembro é que eu sentia muita dor no estômago. Muita, muita. Era uma dorim. Parece que parecia que tinha uma alcateia de lobos dentro da minha barriga me devorando de

Eu lembro, a única coisa que eu me lembro é que eu sentia muita dor no estômago. Muita, muita. Era uma dorim. Parece que parecia que tinha uma alcateia de lobos dentro da minha barriga me devorando de dentro para fora. >> Credo, Cléber, que horror. >> É uma coisa bem horrorosa mesmo. É uma coisa muito horrorosa. >> E >> e aí quando E aí te levaram pro hospital? Não, não, na nesse primeiro momento não. Eh, aí que tá aí que aí que começa a história um pouquinho, né? Por nós tínhamos certeza naquele momento, eu inclusive a Audet fala que eu falava isso, eu não lembro, mas a Odet disse que eu falava isso, que eu tava tendo uma, como é que se diz? Uma porque eu comi demais e bebi demais. Não, uma disposição com uma indigestão, uma uma indisposição estomacal. >> É >> porque eu bebi, eu bebi muito whisky, comi muita, eu adoro, eu uma coisa que eu adoro é maionese. Eu comi muita maionese, né? Salada de maionese. >> Então assim, eu comi muita salada de maionese, tomei bastante whisky e cheguei em casa, né? estufadão, né? Aquele passei >> e aí passei mal. E aí a toda a impressão ficou que eu realmente tava tendo uma indosição estomacal, né? Ah, mas Aldet fala assim: "Eu eu achava estranho porque você não conseguia se mexer, você não conseguia levantar. Se fosse uma uma disposição estomacal, você conseguiria conversar, você conseguiria ter eh eh não é só eu só falava o que eu sentia, eu só falava sim, não, eu só respondia, mas eu não conseguia eh articular, eu não conseguia articular, né? Então ela ela achou estranho, mas ela vamos pro hospital não quer que chama uma r não e eu falava não não eu tô eu tô com disposição estomacal é eu vou vou melhorar e isso foi até o dia seguinte aí no dia seguinte é aí no dia seguinte isso foi bem de noite no dia seguinte acho que por volta de 6 7 horas mais ou menos, ela me levou para hospital falou: "Não, agora você vai não, agora você vai passar a madrugada ruim. Falou: "Agora você vai, agora você vai". E me levou para hospital. Aí eu cheguei no hospital

menos, ela me levou para hospital falou: "Não, agora você vai não, agora você vai passar a madrugada ruim. Falou: "Agora você vai, agora você vai". E me levou para hospital. Aí eu cheguei no hospital disposição estomacal. [risadas] Me mandaram de volta para casa. >> Nossa, Cléberia, >> me mandaram de volta para casa. Eu não conseguia parar em pé e o médico deu indisposição estomática. Não é indisposição. Caramba, como que eu não lembro o nome agora. Intoxicação alimentar. >> Ah, tá. Eu tive, é, foi, foi, passaram como intoxicação alimentar e eu voltei para casa. >> Voltei para casa mal, mal vomitando, vomitando ainda. Eu já tava vomitando bilhes porque não tinha mais o que vomitar. Aí no dia seguinte ou no mesmo dia à noite, já não me lembro, acho que foi no mesmo dia à noite, a Odet falou: "Não, não é intoxicação alimentar isso, você vai voltar pro hospital". Aí eu tá bom. Aí fui com ela pro hospital. Aí chegou, acho que foi no mesmo dia à noite. Fui para hospital de manhã, voltei. No mesmo dia à noite ela me levou de volta e e aí o médico foi engraçado que aí pegou um senhor já velhão, aquele bem taimbado, né? lá no Unirro brasileiro, ele ele primeira coisa que ele falou assim para para Odet, põe, vamos colocar ele aqui na maca aí sentado. Colocou sentado e a fica segurando ele. Ela segurou. Aí ele falou para para mim assim: "Fecha os olhos". Eu fechei os olhos e ali foi para Odet, larga ele. Ela largou, eu caí de lado. Aí ele falou: "Pode, segura ele, segura ele". tal. Ele já foi para pra mesa dele, já começou a canetar tudo lá. Pa pa primeira coisa que ele colocou, AVC investigado. Aí já me mandou paraa sala de de tomografia. Nem isso o cara fez pro primeiro médico. Nem uma tomografia ele pediu. >> É porque >> aí fez a tomografia, já apareceu lá. Domingão. Domingão o cara foi num casamento, bebeu, comeu. É intoxicação alimentar. Passa pro próximo >> aí assim do tamanho de uma bola de ping-pong. O o AVC aqui no meu cerebir no meu cerebrelo tinha mancha assim no

o o cara foi num casamento, bebeu, comeu. É intoxicação alimentar. Passa pro próximo >> aí assim do tamanho de uma bola de ping-pong. O o AVC aqui no meu cerebir no meu cerebrelo tinha mancha assim no no cerebro da mãe de uma bola de ping-pong. >> E aí a hora que você soube que você tinha tido o segundo AVC, qual foi seu primeiro pensamento? >> Ah, pensei nos meus filhos, né? Primeira coisa, medo de de deixar ele sem o pai. É a primeira coisa que dá que me vem na cabeça. É um uma culpa. Você sente uma culpa por algo que você talvez não tenha culpa, entendeu? Mas você sente culpa. >> É. >> Eh, eu tinha culpa. Não, que que eu podia fazer, né? Você provocou, né? >> Oi. >> Não foi você que provocou, não foi? Provocou. Exato. Mas, mas você sente, mas você sente porque assim, e se meus filhos ficarem sem o pai, né? Então é é é doloroso isso, é penoso isso, entendeu? >> É, >> então você se sente culpado. Então, eh, mas aí é aquele negócio, senti isso e no momento seguinte já agradeci a Deus por est vivo. Você sente isso, fala: "Pera aí, também não pode ser assim. Não vou ficar aqui lastimando não. Eu tô vivo, eu tô respirando, eu tô bem. Se eu não morrir nessas 48 horas, eu não vou morrer mais, entendeu? Eu marquei bobeiro ali no começo, devia ter ido pro hospital direto e não fui. Então, se eu não morri, então não vou morrer mais. Então aqui chega, não vou ficar lastimando não. E vamos bola pra frente, entendeu? Vou fazer o que tiver que fazer. E o principal, uma, uma das primeiras coisas que eu pensei também, e o principal, tenho que descobrir o que que aconteceu comigo. Eu quero saber o que aconteceu comigo. Sabe por quê, Estela? Eu eu penso muito isso. Eu quero saber porque quando eu tive o primeiro, a primeira crise epilética, eu tava dormindo, eu tinha uns 14, 15 anos, sei lá, 16, não me lembro. Eh, meus pais, eu lembro que quando eu tive essa, eu tava dormindo, eu tive essa crise, meus pais me acordaram e depois de um dia seguinte não fui pra escola. Nesse dia, eu ia pro, eu ia com

e lembro. Eh, meus pais, eu lembro que quando eu tive essa, eu tava dormindo, eu tive essa crise, meus pais me acordaram e depois de um dia seguinte não fui pra escola. Nesse dia, eu ia pro, eu ia com o meu pai, porque eu estudava no mesmo, meu pai trabalhava no Senai, Roberto Simonsen, e eu fazia o colégio técnico lá também, então eu ia com o meu pai. Nesse dia eu não fui, né? Porque eu tive uma crise dormindo. Quando eu acordei tava meu irmão, minha mãe, meu pai, todo mundo em cima de mim. Cléber, Cléber, que que tá acontecendo? O que que tá acontecendo? Aí porque eu comecei a a soltar os fazer os barulhos estranos, meu irmão se assustou e chamou meus pais e eles foram para lá. E aí quando eu fui pra escola de manhã, minha mãe foi lá me chamar, ô sei o quê, tal. Meu irmão brincou comigo ainda, ô preguiçoso, fingindo que tá doente para não ir pra escola, não sei o quê e tal. E saíram do quarto. Saíram do quarto. Quando eu abro o olho de novo, eu já tô no hospital, né? que foi bem isso, tive outra crise ali. E aí, eh, foram anos onde eu não tive, nunca tive, ninguém nunca canetou ali diagnóstico, epilepsia. Eu não tive esse diagnóstico. Então, foram anos tomando remédio, tomando remédio, tomando remédio para evitar ter uma crise de convulsão, >> sem saber que >> achando e achando que eu tenho ou não tenho epilepsia. Não é, na minha concepção, eu tinha epilepsia, entendeu? Eu eu achava que tinha. E isso era ruim. Por quê? Porque isso me causou muito constrangimento, muito preconceito da minha parte, porque você não sabe o que você tem. >> É, >> você não sabe que doença você tem. >> Você é o esquisito, diferente. >> Você é exatamente. Então, e eu tinha muito preconceito, porque hoje é normal você as pessoas falarem: "Ah, eh, epilepsia, a pessoa tem epilepsia, normal, vamos tratar tal, legal, tem cura, tem. Tem cura, não tem. Tem umas que tem, tem outras que não tem, né? E mas naquela época o epilético era uma pessoa deixada de lado. >> É. >> Ah, não. O cara é epilético.

tratar tal, legal, tem cura, tem. Tem cura, não tem. Tem umas que tem, tem outras que não tem, né? E mas naquela época o epilético era uma pessoa deixada de lado. >> É. >> Ah, não. O cara é epilético. >> Tinha gente que tinha medo de pegar, né? De ficar pessoa e pegar a epilepsia. Eu lembro. O >> que que eu fazia? Eu ficava quieta, eu não contava para ninguém. Isso era um preconceito meu. >> É uma defesa >> do medo do que os outros vão pensar de mim. Eu tinha muito, eu tinha 16 anos, começando uma minha adolescência. Então assim, eu tinha muito, >> eu queria ter um diagnóstico >> para poder e assim, eu nunca tive, teve um médico, um médico que depois de, sei lá, de mais de 10 anos de tratamento, ele virou para mim, eu falei para ele: "Doutor, por que que até hoje eu não tive, né, nenhum diagnóstico?" Ele falou: "Como não diagnóstico?" Falei: "É, até hoje ninguém". falou: "Não, que você tem epilepsia e eu vou te explicar aqui o que é". Aí pegou um um papel assim e desenhou, né? A cabeça tal, a sua é frontal, é uma coisa, é uma, é uma forma mais leve, é uma forma que aí mostrou o gráfico. Se você ficar eh eh 2 anos, é um gráfico de 5 anos, né? Que é a curva dos 5 anos. Se você ficar 2 anos e meio sem ter crise, pode ser que nos outros 2 anos e meio seguintes eh seja eh menos provável que você tenha. Então você tem que ficar 2 anos e meio sem ter para que os próximos dois outros 2 anos e meio seja menos provável. Chegando aos 5 anos sem ter é 99% de chance de você nunca mais ter. E já faz 20 que eu não tenho. Ah, 20 não, 30. Vai fazer 30 que eu não tenho, né? Então assim, eh, a última crise que eu tive foi logo depois que eu casei, né? E vai fazer 30 anos que eu tô casado. >> Ainda bem. Mas diante dessas situações todas, né, de que erro seu, erro do médico, eh falta de um um protocolo mais adequado, etc. Por que que você acha que contar uma história dessa é motivo de celebração, né? Já que com todos esses problemas aí envolvidos. >> Veja bem, Estela, mesmo no caso da epilepsia que eu tinha

quado, etc. Por que que você acha que contar uma história dessa é motivo de celebração, né? Já que com todos esses problemas aí envolvidos. >> Veja bem, Estela, mesmo no caso da epilepsia que eu tinha preconceito, tá? Eu tinha preconceito de contar, mas eu nunca deixei. Eu nunca deixei de levar a vida normalmente. Eu nunca deixei que a epilepsia me derrubasse. Eu sempre enfrentei. Falei: "Não, eu tenho, legal, mas eu mas eu não tô morto, eu tô vivo, entendeu? E eu posso eu posso fazer mais do que do que eu tô fazendo. Então eu vou fazer. Eu sempre buscando fazer algo mais, sempre buscando assim ultrapassar os meus limites, porque eu não eu não eu não permitia que a epilepsia me derrubasse. Que que eu tenho que fazer? Tomar três remédios por dia. Tá bom, vou tomar três remédios por dia. Que que eu tenho que fazer? Uma cirurgia na cabeça, tá bom, vou fazer. Não fiz a cirurgia, mas assim, tem que fazer, eu vou fazer. Eu vou fazer o que é preciso fazer. Não vou, eu não vou desistir. Entendeu? Então assim, por caramba, se eu tô vivo, respirando, por que que eu vou desistir? Não sabe? E aí veio e como eu falei para você do AVC, o a primeira coisa que passa na cabeça é meus filhos. Caramba, não posso deixar meus filhos sem um pai. Isso já é motivo para eu não recuar. Opa. Se eu estou, se eu me sentir culpado de quase ter deixado os meus filhos, não vou, não vou deixar meus filhos. Eu vou enfrentar esse AVC e eu vou vencer o AVC. Eu vou enfrentar, >> eu vou enfrentar a epilepsia e eu vou vencer a epilepsia. E eu venci a epilepsia. Eu falava isso, eu vou vencer. Dizem que não tem cura. A minha vai ter. E faz 30 anos que eu não tenho mais nada. Faz não sei quantos anos que eu não tomo mais remédio. Porque inclusive mesmo depois de não ter mais crise, ter passado 10 anos, eu continuei tomando remédio. E os médicos falavam: "Cléber, você já passou 5 anos, já passou 10 anos, você tá tomando remédio por quê? Porque eu não sinto segurança. Eu tenho medo de um dia tá dirigindo e ter uma

tomando remédio. E os médicos falavam: "Cléber, você já passou 5 anos, já passou 10 anos, você tá tomando remédio por quê? Porque eu não sinto segurança. Eu tenho medo de um dia tá dirigindo e ter uma crise. Cléber, provavelmente você não vai ter mais nada." E eu continuei tomando durante muitos anos ainda o remédio. Até o dia que eu falei: "Não preciso mais do remédio". Eu venci a epilepsia. >> E eu acho que tem muito a ver também, ô Cléber, às vezes quando você ter, começou a ter epilepsia, por exemplo, você não tinha filho para para ser a sua o seu objetivo, né, ou a causa da sua resistência, a vontade de viver estar ancorada no fato de ter filhos, né? Porque acho que as pessoas, quem tem filho adulto, por exemplo, e passa por situações de difíceis, tem que entender que o quem está em volta, não necessariamente filhos, mas outras pessoas, né, que convivem ali com você por algum motivo, são o o teu motivo para a a enfrentar as situações, né? A epilepsia nunca mais voltou. Você conseguiu tratar o AVC, mas a gente não consegue resolver todos os problemas. E mesmo assim as histórias elas merecem ser celebradas porque elas exatamente isso. Mas é exatamente isso. Eu não sabia que eu ia vencer a epilepsia. Eu não sabia que eu ia vencer o AVC. Eu não sabia. Eu apenas apostava nisso. Então assim, eu acho que o legal é você apostar na vitória, entendeu? Mesmo que você não saiba, eu não sabia, eu não tinha, é como você falou, eu não tinha filho, mas eu apostava em mim, porque eu não queria perder. Eu sempre fui muito competitivo, sabe? Então assim, inclusive para isso, eu não queria perder, eu não queria desistir, eu não gosto de desistir. A a eu eu tenho uma questão de resiliência muito forte na vida, de transformar. Já que não dá assim, vou fazer assado, entendeu? Mas eu vou fazer, entendeu? Eu não vou desistir, eu vou atrás. >> É, tem >> isso, é um pouco é um pouco é um pouco meu isso, sabe? De de >> as filosofias em geral, né? Eh, e aío nas filosofias das religiões, elas têm

, entendeu? Eu não vou desistir, eu vou atrás. >> É, tem >> isso, é um pouco é um pouco é um pouco meu isso, sabe? De de >> as filosofias em geral, né? Eh, e aío nas filosofias das religiões, elas têm um um entendimento em geral que a os problemas de saúde eles são oportunidades de aprendizado, né? E aqui não tô falando de uma específica, mas de várias delas. Eh, algumas entendem como castigo divino, né, ou castigo dos deuses e outras entendem que elas são oportunidades de de aprendizado, né, de entendimento das situações. Mas sobre o aprendizado nós vamos falar num próximo episódio, porque teremos outros, >> porque nós queremos saber mais sobre essas situações que você não faz ideia que o Kéber já passou. Você não tem ideia das coisas que o Cléber já passou e que ele vai contar para nós no próximo episódio. É isso, seu Cléber. >> É exatamente, Estelinha. A gente pode, inclusive, se a gente quiser, começar daqui para lá [risadas] e dá para continuar essa história e emendar outras nela. >> Com certeza. Com certeza vamos poder fazer isso. E se você quiser contar a sua história, nós vamos gostar muito de receber. Você pode contar a sua história ou pode pedir para outra convencer outra pessoa ou dizer para outra pessoa que ela pode mandar pra gente a história que que ela tem para contar e que ela eh também acha que merece, é uma história que merece celebração. Basta mandar aqui pra gente uma mensagem, mandar um sinal de fumaça, bater um tambor, que a gente assiste, ouve ou lê o que você mandar para poder compartilhar com as pessoas também, tá bom? Nós estaremos de volta na próxima semana. É isso, seu Cléber, combinado? >> Exatamente. Estaremos aqui. >> Muito bom, >> gente. Um beijo para todos e um abraço. >> Beijo, queridos. Até. >> Boa semana para todos. É isso. Então, é, é daí paraa frente tem muito mais história muito interessante que o Cléber vai contar para nós, para que a gente possa refletir a respeito delas e imaginar eh como é que a gente reagiria, se a gente reagiria da mesma forma, não,

mais história muito interessante que o Cléber vai contar para nós, para que a gente possa refletir a respeito delas e imaginar eh como é que a gente reagiria, se a gente reagiria da mesma forma, não, se seria interessante pensar como ele pensa, né, nesse enfrentamento e um enfrentamento de aprendizagem também Vale a pena, vale a pena. Eu espero que vocês todos tenham uma ótima segunda-feira. O Bom Dia Café termina aqui e amanhã tem mais. Se preparem. Amanhã é terça-feira. Amanhã o Bom Dia Café é direto da Espanha. Um beijo grande para vocês. Fiquem todos com Deus. Muito obrigado pela companhia de todos. Lá aqui é mediunidade, ó. Eu tenho uma sobrinha que tem medo de parar. O remédio também já dei minhas orientações e ela não aceita. É, Dr. Jorge Andrei, esse saudoso espírita já dizia que é mediunidade. Pois é, eu também acho no caso dele, inclusive. Muito bom. Que bom que vocês gostaram. Que bom que vocês gostaram. Amanhã tem mais e estaremos aqui com certeza esperando por vocês. Beijo enorme para todos e até เฮ

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