Estudando com Jesus | O ESPÍRITO DA VERDADE – Capítulo 11 | 18.05.25
Estudando com Jesus | 18.05.25 Estudo sequencial da obra: O ESPÍRITO DA VERDADE – Capítulo 11: Médiuns e mediunidade Apresentação: Equipe IGESE Realização: IGESE 🎙️ Novo na transmissão ou querendo melhorar? Confira o StreamYard e ganhe $10 de desconto! 😍 🎙️ Novo na transmissão ou querendo melhorar? Confira o StreamYard e ganhe $10 de desconto! 😍 https://streamyard.com/pal/d/5053460718813184
เฮ Bom dia, bom dia, bom dia, bom dia, meus amigos, meus irmãos, fratelos e sorelas, né, como diz o papa. Oi, Cilei. Bom dia, Bela, minha parceira de todos os estudos. Bom dia. Salve, gente. Estamos junto aí mais um estudo. Hoje um tema muito legal, muito o nós já tava aqui, né, Isabela, que eles não nos ouçam, né, mas nós já tava com os bastidores. Hoje podemos falar sem ser julgadas. Hoje médiuns e mediunidade. Ai ai ai ai ai ai. Que tema sensacional, não é mesmo, amiga? Bom dia para todo mundo que tá nos assistindo, os que estão chegando agora, os que vão ver depois, os encarnados e desencarnados, chega junto que hoje o assunto é chapa quente. É, para começar bem, né, Cirlei, nós vamos começar com uma prece bem gostosa que a nossa querida Cirlei vai fazer para todos nós. Vamos lá. Vamos nessa. Ai, então serenamos o nosso coração, elevamos o nosso pensamento total e mais profundo agora juntinho do Mestre Jesus, sentado juntinho dele, segurando nas mãos dele, olhando o semblante maravilhoso de paz, de serenidade e sentindo na nossa mão aquela energia que ele nos transmite. Olhamos para ele por alguns segundos. Ele nos olha, nos sorri, segura firme a nossa mão. E o que que nós dizemos para ele? Senhor, muito obrigada. Muito obrigada por mais um dia. Muito obrigada pela vida, muito obrigada pela oportunidade de vi, de crescer, de melhorar. Muito obrigada por por essa oportunidade eu ter o meu livro de cabeceira, que é os teus exemplos, o teu segmento, o teu amor maior. Muito obrigada pela minha saúde, pela minha casa, pelo meu trabalho, pelos meus amigos. Muitos ou poucos, eu não sei, mas eu os considero. O importante é como o Senhor sempre nos ensinou. Se o outro não me ama, o problema é dele. Mas eu sim tenho que amar, aprender a amar, pois foi assim que tu me ensinaste. Muito obrigada, Senhor. Guiai-me, orientai-me, abençoai esse domingo em família, as nossas casas, nossos irmãos, nossos parentes, aquele parente que se encontra enfermo. Abençoai os nossos pets, protegei o
obrigada, Senhor. Guiai-me, orientai-me, abençoai esse domingo em família, as nossas casas, nossos irmãos, nossos parentes, aquele parente que se encontra enfermo. Abençoai os nossos pets, protegei o nosso planeta, guardai e orientai os nossos líderes para que encaminham a população tão carente, a população tão abandonada, a população tão órfão de justiça, de caridade e de progresso. Muito obrigada, mestre. Muito obrigada por cuidar do planeta. Que assim seja. Vamos lá. Nossa, que prece emocionante. Adorei. Conversamos com ele já. Já. Agora vão trabalhar. O mestre já liberou. Vamos trabalhar hoje no nosso querido livro O Espírito da Verdade, psicografia de Chico Valdo Vieira, né? Hoje nós vamos trabalhar o capítulo 11, que eu vou colocar aqui na tela para que todos possam acompanhar. Olha aí, médiuns e mediunidade, que é um estudo, tá, do item 10 do Evangelho Segundo Espiritismo, capítulo 26. Certinho. Uhum. 10. Você gostaria de ler? Se lê, como é que é? Tu podes começar. A gente intercala um pouco, né? Vamos intercalando. Você fez a prece, né? Aqui, gente, é um sistema de cooperação. Nós vamos ver, né, na nossa lição de hoje. Isso mesmo. Médiuns e mediunidades. falso pressuposto de que haja médiuns e mediunidades mais importantes entre si. Recordemos o velho apólogo de Menênio Agripa, que Menênio Agripa contou ao povo amotinado de Roma, a fim de sossegar-lhe o espírito em discórdia. Se o cérebro reter a ideação fugante, desprezasse, reter por ideação fugante, desprezasse o estômago ocupado na tarefa obscura da digestão, a cabeça não conseguiria pensar. Se os olhos, por refletirem a luz declarassem guerra aos intestinos, por serem eles vasos seletores de resíduos, de certo que a breve tempo a retina seria espelho morto nas trevas. Se o tronco, por sentir-se guindado à pequena altura, condenasse os pés por viverem ao contato do solo, rolaria o corpo sem equilíbrio. E de nossa parte, ousaríamos acrescentar a antiga fábula, que tudo no campo da sequência da natureza é solidariedade
, condenasse os pés por viverem ao contato do solo, rolaria o corpo sem equilíbrio. E de nossa parte, ousaríamos acrescentar a antiga fábula, que tudo no campo da sequência da natureza é solidariedade e cooperação. os braços desaparecessem, os pés se fazem mais ágil mais ágeis. Se sobrevindo a surdez, acusa o olhar penetração mais intensa. Se a visão suja apagada, o tato mais amplamente se desenvolve. Se o baço é estipado, a medula óssea trabalha com mais afín, de modo a satisfazer as necessidades do sangue. Qual acontece no mundo orgânico, a doutrina espírita é um grande corpo de revelações e de bênçãos, no qual cada médium possui tarefa específica. Esse esclarece, aquele consola. Outro pensa feridas, aquele outro anula perturbações. Este incorpora sofredores angustiados. Aquele transmite elucidações, instruções, eh, transmite elucidações de instrutores devotados à grande beneficência. Outro recebe a palavra construtiva, aquele outro se incumbe da mensagem santificante. Como é fácil observar o passe curativo é irmão da prece confortadora. A desobcessão é o reverso da iluminação espiritual e o verbo fulgente da praça pública é a outra face do livro. Que o silêncio abençoa em nossa esfera de serviço. Portanto, já que prescindimos do profissionalismo religioso, não existem médiuns pastores, médiuns gerentes, médiuns líderes ou médiuns diretores. Porquanto a cada qual de nós cabe uma parte do grande apostolado de redenção que nos foi atribuído pela espiritualidade maior. Se todos nós em conjunto temos um mentor a procurar e a ouvir de maneira especialíssima no plano da consciência e no santuário do coração, este mentor é o nosso Senhor Jesus Cristo, o sol do amor eterno, a cuja luz, no grande dia de nossos mais altos ajustamentos, deveremos revelar em nós mesmos a divina essência. da sua lição divina, ou seja, a cada qual por suas obras. Caiar chutelo. Olha aí, minha gente. Muito bacana, né, Isabela? E olha só aqui, gente, quem já teve oportunidade, né, livro dos médiuns, quem ainda não
ção divina, ou seja, a cada qual por suas obras. Caiar chutelo. Olha aí, minha gente. Muito bacana, né, Isabela? E olha só aqui, gente, quem já teve oportunidade, né, livro dos médiuns, quem ainda não leu, recomendo, recomendamos, né, amiga? Aliás, o Pentateuco no geral, né? Começa com o livro dos espíritos, vai paraas outras obras, né, amigos? Então, interessante que aqui, ó, no capítulo 19 do livro dos médiuns, o título, né, acho que não vai dar para ver. É, não, não dá não. É, tá muito pequenininha. É que eu tô na telona aqui, gente. Aqui, ó, do papel dos médiuns na comunicação espírita, tá? No momento em que exerce a sua faculdade, está o médium em estado perfeitamente normal. Interessante, né? Aí está às vezes num estado mais ou menos acentuado acentuado de crise. E só e só que o fadiga o que é por necessidade de repouso, né, depois do da da e por isso a necessidade do repouso, né, depois do trabalho. Porém, habitualmente, seu estado não difere do modo sensível do estado normal, sobretudo se se trata de médium escrevente. É o médium mecânico, né, Isabela, que a gente tradicionalmente chama, né? Então aqui, gente, no livro dos médiuns, eh esse assunto de hoje, ele vai esclarecer pra gente muita dúvida, muita dúvida sobre médiuns e mediunidade. Outro livro que eu recomendo muito também, muito interessante, eu até tenho eh numa outra instante, não, eu esqueci de pegar e trazer aqui, aconteceu na casa espírita. aconteceu na Casa Espírita e é um livro que traz eh um assunto muito importante. Eu acho assim que todos, indiferente de mediunidade ou não, mas todos que trabalham dentro de uma casa espírita, dirigentes, diretores, enfim, médiuns, eh, olha, desde o pessoal da recepção deveria ler o livro aconteceu na casa espírita, porque ali, aqui no livro dos médiuns, né, Kardec aborda o o assunto junto de uma maneira mais didática, tirada com a espiritualidade, né? Então é o ensino de lá para cá, as dúvidas esclarecida num mais assim para aprendizado, pra gente absorver mesmo.
orda o o assunto junto de uma maneira mais didática, tirada com a espiritualidade, né? Então é o ensino de lá para cá, as dúvidas esclarecida num mais assim para aprendizado, pra gente absorver mesmo. Esse livro aconteceu na casa espírita, ele aborda o quê? os erros que acontecem e as falhas. Daí a gente se identifica, a gente passa: "Puxa, isso aqui realmente eu faço, isso aqui eu já vi acontecer, isso aqui acontece e ali através do erro do que não se deve fazer. E o que vem em evidência é que a gente dá aquele clique, a gente se toca, né, do que não deve fazer. Porque muitas vezes a gente pega um livro e vai lá, abre, olha, ah, tem que aprender isso, isso, poxa, já, né? Já li, já vi, já revi tudo isso. E não absorve. E não absorve. Não tem assim, ó, eh, através do castigo, é que a gente aprende e reflete muitas vezes, né? Esse livro interessantíssimo de que aconteceu na casa espírita, ele traz justamente o falha nossa, falha nossa que vem à toa. E não precisa a gente pegar e sair. Ah, mas isso aqui o quê? Não, isso aqui amanhã eu vou lá e vou falar pra Isabela. Pega aqui, ó. Leia aqui o que que tu tás fazendo. Não acontece dessa maneira. Esse livro aconteceu na casa espírita. Ele te desperta em primeiro lugar a gente a não errar. Eu tô fazendo isso, eu tô agindo dessa forma, eu tô sendo assim, sabe? Ali já é a primeira transformação que dá. E depois, lógico, a gente vai vendo, usa o desenrolar da coisa dentro do movimento, dentro com os amigos, com os colegas médiuns ali. E a gente aprende a não chegar em guerrear, não. a gente muda e começa eh sutilmente a mostrar aquele exemplo e os que são realmente de luz, os que têm aquele, né, aquele tocado pela espiritualidade boa, eles vão observar e eles vão também. Poxa, mas a Isabela, a Isabela tá diferente. A Isabela hoje falou alguma coisa ali, poxa, tão bacana. A Isabela teve uma atitude tão grandiosa, poxa, ó, me admirei. Vou bater palmas paraa Isabela. Vou começar a prestar atenção na Isabela e passa a fazer também, a melhorar também. Não precisa
o bacana. A Isabela teve uma atitude tão grandiosa, poxa, ó, me admirei. Vou bater palmas paraa Isabela. Vou começar a prestar atenção na Isabela e passa a fazer também, a melhorar também. Não precisa ficar apontando e reunião de ata e listagem e cartaz proibido isso e aquilo, sabe? E estatuto. Não precisa. Muitas vezes é só cada um fazer a sua parte, né, minha amiga? É isso mesmo, cada um fazia a sua parte. Olha só, o texto de hoje, gente, ele nos chama cooperação e logo no início dele, né, é, ele faz referência ao apólogo de Menênio Agripa. O que que é apólogo, né? Apólogo. É quando você conta uma historinha com seres inanimados para que as pessoas entendam melhor. Uhum. E esse apólogo do Menêmio aí, o que que ele foi? Ele foi côsul, tá no lá na no Império Romano, no início lá do Império Romano. Ele o que que aconteceu? Ele fez esse apólogo porque a população, os plebeus de Roma estavam revoltados por não ter acesso aos magistrados de Roma. O que que eram os magistrados de Roma? Os cargos. Os cargos que governavam, né? Os pretores, os côsulos. Aí a população, os plebeus falaram assim: "Não, nós não podemos participar disso, então nós vamos fazer uma comunidade nossa. Nós vamos pro Monte Sagrado, montar uma comunidade lá e nós vamos nos governar. Aí o pessoal chamou Menêmio como representante para porque ele era muito querido pelos plebeus na época, né? Aí ele foi e fez esse apólogo que explicava como é que o corpo humano funcionava. Você vê que que ele fala assim, se o estômago eh desprezasse, né, eh o a eh se o estômago ocupado na tarefa obscura, como é que é? Se o cérebro despesasse o estômago, o cérebro ia morrer de fome. Se aí ele continua falando aqui, né? Se os olhos desprezassem os intestinos, não, intestino, cada um vai trabalhar por si. Eu vou, eu não quero nem saber, né? Não vou. Então o corpo iria resultar em morte. Então ele tá tava chamando, tava dizendo que cada um naquela sociedade tinha um papel e que paraa sociedade sobreviver vitoriosa, precisava de todos ali. Se eles fossem
o corpo iria resultar em morte. Então ele tá tava chamando, tava dizendo que cada um naquela sociedade tinha um papel e que paraa sociedade sobreviver vitoriosa, precisava de todos ali. Se eles fossem para lá eles iam acabar sucumbindo, né, e tal. E isso aí, gente, quem escreveu essa história toda foi um o cara que que era escritor lá em Roma, título Lívio, que ele escreveu a história romana, né, desde o início. Aí ele conta esse caso. Então, olha só, Caibutel nessa mensagem, ele nos lembra esse fato que foi utilizado lá na antiga Roma chamando para nós o nosso espírito de cooperação. E ele ainda elenca, né, os vários tipos de mediunidade que pode existir, porque nós sabemos que cada um de nós, todos somos médiuns, gente. Todos, todos, todos nós temos as nossas faculdades e ele ele muito bem no texto aí os os tipos de mediunidade, né, que a gente aquela que esclarece, aquela que consola, aquela que cura feridas, né, a curadora, aquela que recebe a palavra construtiva. Olha só como ele foi feliz em colocar tudo isso, porque, por exemplo, talvez eu não seja um médium ostensivo, né, de psicografia, de fenômeno, tal, de conversar com o espírito, mas eu sou um médium que tem a capacidade de sentir o outro, de enfatizar com o outro. Aquele médium que sabe, né, que consegue consolar da melhor forma possível. Quantas vezes uma palestra na casa espírita, a gente vai na casa espírita às vezes com a preocupação, né, Clei? É. E a palestra fala aos nossos corações, entendeu? Então aquele aquele que tá ali fazendo aquela palestra, aquele dia, ele tá ali com auxílio dos mentores da casa, dos espíritos. E aquela mensagem, ela vai calar no nosso coração conforme o nosso sentimento, porque cada um que ouve aquela mensagem percebe aquela mensagem de maneira diferente. E tudo isso, gente, tem um trabalho espiritual por trás. A pessoa que prepara a palestra, desde o início que ela prepara, ela tem a ação daqueles daqueles espíritos protetores, daquela casa espírita. para que a aquilo que ela vai transmitir
ritual por trás. A pessoa que prepara a palestra, desde o início que ela prepara, ela tem a ação daqueles daqueles espíritos protetores, daquela casa espírita. para que a aquilo que ela vai transmitir possa calar aos nossos corações. Olha que coisa linda, né? Uhum. Uhum. Então, o trabalho da casa espírita é muito bonito. Nós somos, eu tava até comentando com a Cirlei antes, como se fôssemos os primeiros, né, cristãos na época de que Cristo surgiu e que Cristo se foi, mas a mensagem dele continuou e tomou mais força quando Paulo veio, né, Paulo veio com as epístolas que Paulo perseguia os cristãos. Aí de repente ele foi tocado naquilo que ele fazia, ele viu que ele fazia e começou a pregar. E nós estamos aqui, gente, num papel maravilhoso, que é o papel de levar o que a gente sabe, né, que a gente estuda na doutrina, aos corações que estão precisando ouvir, independente da religião, independente. Eu tava lendo um livro esses dias, Sirle, que eu achei a coisa mais linda. Era um diálogo entre um cristão, um muçulmano e um e um judeu, eles falando, né? E eles eram amigos e falavam assim: "Nossa, nossas crenças são diferentes, como é que a gente pode ser amigo, né?" Aí o o judeu virou e falou assim: "Olha, Deus é como se estivesse num pedaço de terra distante de nós e nós aqui nesse outro pedaço de terra e no meio passasse um grande rio. E as nossas crenças são pontes que nos fazem cruzar o rio e chegar até Deus. Então, podemos ser amigos. Independentemente do que nós estamos crendo e estudando, o nosso objetivo maior é o nosso Deus. Não é o papa. O que que é o papa? Não é o sumo pontífice, ele não é um construtor de pontes. É isso, né? A Igreja Católica colocou isso aí. É um construtor de ponto para nos ligar a Deus. Mas cada religião constrói a sua própria ponte e nos conduz a Deus. Nos conduz a Deus. Então eu achei esse texto aí maravilhoso, porque o item 10, o que que fala o item 10 lá do do que eles estudaram, né? Quando antes da psicografia eles estudavam o item e depois havia psicografia que essa
ão eu achei esse texto aí maravilhoso, porque o item 10, o que que fala o item 10 lá do do que eles estudaram, né? Quando antes da psicografia eles estudavam o item e depois havia psicografia que essa foi feita por Caibá Chúel, né? O item 10 ele fala que a mediunidade é uma coisa santa. E ele até compara, né? falou, o médico dá o fruto de seus estudos feito à custa de muita vez de muito sacrifício penoso. Já o magnetizador dá o seu próprio fluido e muitas vezes até sua própria saúde. O médio curador transmite o fluido salutar dos bons espíritos. Aí ele fala: "Olha, você que é médico, procure ser aquele que carece do que viver. em recursos à parte, menos da mediunidade. Ou seja, não vá utilizar esse dom que você recebeu de graça para ganhar sua vida. Existem outras maneiras, né? O Chico Xavier, o que que ele fazia? Ele não trabalhava. Uhum. Não é? Então é isso aí, gente. A gente dá sem preocupar ter Hoje a gente tem hoje tava conversando com a com a Cirlei, Divaldo nos deixou, né? Foi pro plano espiritual. Estamos sem Chico. Eu até o o tá tendo teve uma live aí às 9 horas com o André Trigueiro falando como fica o movimento espírita sem Chico e sem Divaldo. Que que vocês acham? Como é que fica, hein? Coloca aí no chat, né? Será que nós temos que eleger um novo líder? Será que nós precisamos disso? A gente tava discutindo, né? É lei. Ou será que agora a até a C falou: "Não, mas espera aí, o Emanuel reencarnou, né? De repente ele aparece por aí. É, pode ser. Mas gente, de repente o nosso trabalho na doutrina agora é um trabalho de formiguinha. Jesus não não se foi também. O cristianismo não prosseguiu. Hoje nós somos um bilhão. Nós não somos os os cristãos, não é a maioria do planeta. Mas Jesus Cristo, né, já conquistou boa parte da população da terra. E nós viemos, como consolador prometido, reviver o cristianismo no coração de cada um. Somos uma sementinha que tá germinando. A Cê é uma sementinha muito valorosa que germina e que espalha a doutrina, né? Nossa, que cada um que entra para falar
ver o cristianismo no coração de cada um. Somos uma sementinha que tá germinando. A Cê é uma sementinha muito valorosa que germina e que espalha a doutrina, né? Nossa, que cada um que entra para falar do evangelho, como nós aqui estamos aqui no domingo de manhã, a gente até questiona, né? Pô, mas esse horário será que alguém vai assistir esse negócio? Ah, tem umas pessoas assistindo agora, outras vão assistir mais tarde, porque é um dia realmente, né, gente? É. Eu lembro, eu trabalhava de voluntário num lugar que eu ia domingo de manhã fazer meu trabalho voluntário. Aí o povo chegava lá e falava assim: "Você é freira?" Eu falava: "Não sou freira não. Por quê?" Falou assim: "Não, só freira para trabalhar domingo de manhã". Aí eu pergunto para Cê se é freira se lê para trabalhar domingo de manhã. Pois é, gente. Olha só cada coisa, né? Vamos ver. Ó, o pessoal tá se manifestando a teca aqui. Vamos lá. Aqui mediunidade é negócio de show de TV, infelizmente, né, gente? É, infelizmente fica nas nossas mãos. Agora é responsabilidade nossa. Muito bem. Será que nós vamos ter que criar a figura do Papa Espírita? Isso aí. Isso aí. Mas não, Divaldo era o nosso papa, né? É. Agora ele foi, Chico era o papa maior. Aí ele se foi, Edivaldo foi eleito pela comunidade espírita como grande médium, grande abnegado que ele era. Uma obra maravilhosa que atendia a todos. São exemplos, gente, que tem que a gente tem que cvar nosso coração, ter eles na nossa mente e tentar ser a sementinha para propagar isso aí. ser o verdadeiro espírita. Como é que você conhece o verdadeiro espírita, Cirlei? Hum. Pelas obras que ele apresenta, né? Pela forma como Exatamente. Lázaro chegando. Oi, Lázaro. Um beijo no seu coração. Amo essa menina. Bom dia. Ela é maravilhosa. É face fu flower shape. Não sei o que que é isso não, mas tudo bem. Mas vai lá, Cle, que que você diz a respeito de tudo isso? Então eu concordo plenamente. Eu acho que assim, ó, a eh a humanidade, né, a gente veio de de eh lá do dos primitivos e veio evoluindo e aprendendo
i lá, Cle, que que você diz a respeito de tudo isso? Então eu concordo plenamente. Eu acho que assim, ó, a eh a humanidade, né, a gente veio de de eh lá do dos primitivos e veio evoluindo e aprendendo e aprendendo. Aí a espiritualidade maior pegou, né, tentou mandar as coisas aqui na terra, os ensinamentos, eh veio uns encarnados e tal e ensinou e e faz isso e faz aquilo e pirâmides irararã. Veio o egoísmo, veio aquele eu sei mais já. Isso, gente, não é de hoje. Isso é lá da época dos faraós, os sábios, o o, né, o os profetas. os bruxos, na verdade, os médiuns, né? E não não conseguiram dar jeito. Aí Jesus lá em cima, não. Vai ter jeito, vou descer lá, vou descer lá. Mas mestre, olha, a humanidade, o os terráqueos são os bichinhos perigosos. Olha, se fosse Não, não, não, mas eu vou descer lá, vou ter que mostrar, sabe? D nos dedos um pouquinho para ver se eles aprendem e toma o tempo. Jesus veio, ensinou, desenhou. Até desenhou, gente. Não, desenhou sim. Ele pode não ter escrito, mas as parábolas, né? Que que são as parábolas que não alegorias? Desenhos. Exatamente. Não desenho. Lá no chão. É no no momento da mulher adúltera, né? Ele não foi lá com um dedo, uma varinha, o que quer que seja, não lá no chão não fez os desenhos. Quem não tiver pecado nenhum tira primeiro a pedra. Não foi assim, né? O que que fizeram Jesus? Fal até que ele tava escrevendo os pecados do povo na areia lá. É, começou a escrever os pecados. É. Ou desenhando que seja. É. Aí, o que que fizeram com ele, né? dera jeito. Opa, opa, opa, esse cara tá querendo demais, tá querendo mandar, tá querendo desvirtuar o os errados, né? Porque geralmente é assim, ainda essa semana eu tava falando com uma amiga minha, né? Ah, porque o obsessor não, o obsessor ele não vai em quem é ruim, ele não vai em quem é rebelde. Aquele ali tá, já tá rebelde mesmo, já faz parte da minha tropa. Vamos naquele bom, vamos lá no certinho. Aquele nós precisamos desvirtuar e colocar perder. Esse é que me interessa, né? Então, saiu Jesus.
le ali tá, já tá rebelde mesmo, já faz parte da minha tropa. Vamos naquele bom, vamos lá no certinho. Aquele nós precisamos desvirtuar e colocar perder. Esse é que me interessa, né? Então, saiu Jesus. Anos depois veio Kardec. Kardec chegou aqui e foi e buscou e passou noites em claro e a luz da lamparina e a vela apagava, ele acendia outra e madrugada dentro e amanhecia trouxe, né, a o consolador prometido, trouxe para nós o estudo. Teve os detratores, teve gente que torceu daqui, gente que torceu de lá, porque isso aí não pode. Enfim, saiu Kardec, vem Chico Xavier com a sua pureza, sua, lógico, isso, gente, andando numa linha reta, mas se a gente pegar, né, o acostamento, tem muita gente boa aí no caminho. É só para reduzir, redimir aqui, né? Sai Chico, vem Divaldo também e outros, né? Irmã Dirará, não vamos entrar tanto no mérito da questão. E agora? Ah, agora o Divaldo partiu. O que que nós vamos fazer, gente? Pelo amor de Deus. Se ninguém aprendeu até agora, se ninguém leu até agora o que tinha para ler, ninguém conseguiu despertar. Olha, ó, né? A gente teve Chico Divaldo como exemplos. Agora a gente não pode dizer que não sabe o que fazer, né? já não podia dizer porque Jesus Exatamente. E olha que eu nem li, ó. A a Teca tá bem longe de nós, né, amiga? Isso aí, olha, olha a o transmimento de pensação que a gente teve aqui. É isso aí, gente. Tá na hora, gente. Chegou a hora. Ai, mas nós estamos órfão. E agora o que que a gente vai, quem vai nos liderar? Pelo amor de Deus, chega, né, gente? Maior de idade, emancipação já foi feita. Hã, vamos começar a despertar, se virar, levantar, né, o, entre aspas, o bumbum da cadeira e vamos começar a se mexer, começar a se mexer e pôr em prática, né? Quem tem o o o estudo, o conhecimento, coloca em prática. Quem não tem que vá buscar, vá buscar, tem aí, ó, inúmeras obras, inúmeros autores, inúmeras pessoas respeitadas, conceituada. Não fique se achando. Opa, agora eu sou o dono, né? Agora eu sou o médium aqui da casa espírita, tal, tal. Tô aqui há tantos
númeras obras, inúmeros autores, inúmeras pessoas respeitadas, conceituada. Não fique se achando. Opa, agora eu sou o dono, né? Agora eu sou o médium aqui da casa espírita, tal, tal. Tô aqui há tantos anos, quem sabe eu não seja. Pelo amor de Deus, médiuns, não esqueçam. Vocês são grandes devedores. Estão aqui para quitar boleto e não para acumular títulos. Então, desperte. Chegou a hora. A boleta é boa, né? Mas não é, é mesmo, né? Mas para que tá o seu boleto, gente, faça outra coisa. Não use da sua mediunidade. É, é. Tem muita casa espírita aí que oferece oferece coisas e assim mais para atrair clientela do que é o que que qual que é o papel da casa espírita. O papel da casa espírita é o papel consolador. É papel consolador. Nós temos que ser consoladores. Nós temos que receber as pessoas com muito carinho, com muito amor. Um dos trabalhos que eu acho mais magnífico na casa espírita é o atendimento fraterno. fraterna que a nossa porta de entrada, quando chegam as pessoas aflitas querendo, né, um consolo, alguém que perdeu um ente querido, que não, que tá naquele luto, que não consegue desprender daquela perda, ele vai à casa espírita. Aconteceu isso comigo, gente. Aconteceu comigo, com a minha mãe. Nós somos por conta disso, por conta do luto e fomos muito bem recebidos. Começamos a estudar a doutrina. A minha mãe era muito católica. Ela ficava brigando com o professor o tempo todo. Ah, por que que a gente não comemora semana santa? Tem que comemorar. Falou assim: "Não, né? Calma, dona Ita, calma". E era assim, entendeu? E a a a doutrina ela fortaleceu a nossa fé. A crença na vida futura, a crença de que somos criaturas imortais, já começa por aí. Eu vou dizer, a pessoa, o espírito que eh psicografou essa mensagem, o nosso Kaibar Schutel, ele sabe o que que aconteceu com ele? Ele com 10 anos de idade, num ano só ele perdeu pai, a mãe e o irmãozinho que tinha nascido. O irmãozinho dele faleceu, a mãe faleceu tudo no mesmo ano. Aí o que que aconteceu? ele ele acabou
com ele? Ele com 10 anos de idade, num ano só ele perdeu pai, a mãe e o irmãozinho que tinha nascido. O irmãozinho dele faleceu, a mãe faleceu tudo no mesmo ano. Aí o que que aconteceu? ele ele acabou se consolando na doutrina e depois ele foi um grande divulgador dessa doutrina. Ele ele foi estudar farmácia, aprender de medicamentos. Depois ele foi prefeito de um povoado que depois virou município, Matão, no interior de São Paulo. Ele nasceu no Rio de Janeiro, foi criado pelo avô quando a mãe, o pai e o irmãozinho morreu, né? Foi criado pelo avô. Aí ele foi para para essa cidade, ele foi em várias, morou em Piracicaba, morou em em Araraquara. Aí depois que teve um problema em Araraquara, ele saiu, ele foi para esse povoado, se estabeleceu lá, montou uma farmácia, ele foi, ele foi aprendiz, né, de de farmácia. Uhum. E as pessoas eh e ele atendia as pessoas carentes sem cobrar nada. E ele ele começou a ter recursos. O que que ele fez quando ele foi? É, na época era não era prefeito, era uma outra coisa. Acho que era intendente. Intendente que era um representante do rei para governar aquilo ali, aquele povoado. Ele transformou povoado de povoado para para município. Município. Uhum. É. E ele instituiu a própria prefeitura da cidade. Ele foi pro pro ele se apegou com a doutrina porque ele foi pro padre, sabe, gente, para se consolar com o padre. E não concordou com o que o padre falou para ele. Ele não concordou. Aí ele foi procurar na doutrina e se converteu. A doutrina abraçou o coração dele como abraçou o meu, como abraçou de muita gente que foi pela doutrina, pela dor. Uhum. Então, a casa espírita, a gente tem que ter em mente que ela tem a função consoladora. Como é maravilhoso você ter a certeza da vida futura, não é? Uhum. E a reencarnação, ela estava nas escrituras, estava na Bíblia. Tem várias passagens que remontam a ela, mas ela foi retirada, retirada com determinado propósito. Mas nós sabemos que a vida por si só não caracteriza nada. Não seria um Deus injusto, não é, Sirlei?
Tem várias passagens que remontam a ela, mas ela foi retirada, retirada com determinado propósito. Mas nós sabemos que a vida por si só não caracteriza nada. Não seria um Deus injusto, não é, Sirlei? É claro. Com certeza. Deus não seria injusto se a gente tivesse só essa vida? Pensa bem, é só a gente pensar nas diferenças. Então é isso, a casa espírita, ela vem com a função consoladora e todos nós devemos ser cooperadores na casa espírita e não competidores. Olha, eh, Isabela, é até é ótimo e até interessante porque essa semana eu vi uma matéria de tantas que que passou, né, sobre a desencarnação do Divaldo, muita gente falando: "Ah, o trabalho do Divaldo, o trabalho que o Divaldo desenvolveu, trabalho que o Divaldo, Divaldo, Divald" Aí eu ouvi um médium, um alguém, eu creio que ele era um médium de uma casa espírita, ele também não se identificou nem a cidade da onde ele era. Ele simplesmente assim, não, o trabalho foi da espiritualidade. O o o Divaldo foi um intermediário. Ele desenvolveu, eleou e praticou, pôs em prática. Sabe? Até ele deu um exemplo assim, ó. Sabe a construção de uma casa? Tu vai construir, tu vai precisar do pedreiro e do material de construção. É isso. Mas antes disso, tu precisa de quê? Do engenheiro que vai lá e calcula tudo certinho, planeja, mede e e pesa os prózios contra, analisa tudo certinho. Aí ele vai entregar para ti, para te entregar pro pedreiro, pôr em prática. E é isso que aconteceu. Então o trabalho, parem de endeusar. Parem de Ah, porque Odivaldo, Odivaldo, a espiritualidade é que fez. Olha o que a Teca colocou aqui. O pessoal que acha que ser médium é posto, parabéns. É o que vai é que vai só ver espíritos e que vai só ver espíritos iluminados. Exato. É isso mesmo. Não falava não médium não. A a fulano é médio não é só espírito iluminado é médio. Fulano é espírito iluminado. Gente, a mediunidade ela tá intrínseca em todos nós. E esse texto que a gente leu aqui hoje, essa lição, ela fala disso, das formas de mediunidade. Deixa eu até tentar colocar aqui de novo
iluminado. Gente, a mediunidade ela tá intrínseca em todos nós. E esse texto que a gente leu aqui hoje, essa lição, ela fala disso, das formas de mediunidade. Deixa eu até tentar colocar aqui de novo pra gente ver, ó. A gente, né? Olha lá, aquele que consola pensa na outro pensa nas feridas, aquele que anula perturbações, né, incorpora. Então é isso aí. É todo mundo tá treinando a sua mediunidade, tá descobrindo a sua mediunidade. Como é que você treina a mediunidade? Como é que você desenvolve se lei? Como é que a gente faz isso? Não é estudando, estudando, estudando, estudando. Gente, estudem, estudem, estudem. O livro dos médios que você citou aí, não é? As obras de André Luiz, que são obras que contam a vivência de André Luiz no mundo espiritual. Vamos ler, gente, vamos entender como como a coisa acontece. Quanto mais a gente entende, a gente começa a sentir até as energias do do dos locais onde a gente está. A gente sente quando a energia é pesada e quando não é, não é? A gente começa a praticar oração para aumentar a nossa frequência. Fala aí, Celê, te interrompir. Pode falar. Não, não. Pode, pode terminar e o que tu tem daí. Então, porque quando a gente faz a oração, a oração nos alimenta, a oração mesmo sentida, né? Orienta, é aquela oração que a gente conversa com Deus, fala: "Meu Deus, eu quero refletir sobre tudo que aconteceu hoje, como é que foi o meu dia, o que que eu fiz de bom, o que que eu fiz que não foi legal, que me deixou a desejar. À medida que você vai fazendo esse exercício, você vai entendendo melhor a medicade. Tem uns macetes, né? Tem gente que diz assim: "Ai, mas eu não consigo me concentrar. Eu tô ali orando de eu já tô pensando, eu escuto um barulho lá, eu já tô prestando atenção. Tem uns macetes bem legal, gente, assim, ó. Fecha o olho, né? Senta na cama onde for o o melhor cantinho, né, que tu gosta e faz de conta que Jesus tá na tua frente. Conversa: "Ah, mas eu não consigo." Bota um travesseiro na tua frente, veste uma um casaco, alguma coisa, fecha o olho
o o melhor cantinho, né, que tu gosta e faz de conta que Jesus tá na tua frente. Conversa: "Ah, mas eu não consigo." Bota um travesseiro na tua frente, veste uma um casaco, alguma coisa, fecha o olho que tu vai conseguir ter aquela, né, imagem superficial de que alguém tá ali. Imagina que é Jesus, tá? E conversa, conversa. E não fica só, Senhor. Ai, eu queria, sabe? É isso. Eu queria que o senhor pudesse. Não, não, não, não, não, não, não é por aí o caminho. Eu sou muito. E outra, outra coisa, evangelho no lar. Evangelho no lar. Se não der para fazer todo dia, duas, três vezes por semana, uma vez por semana, mas não deixa passar uma semana sem fazer, gente. Não deixa, porque assim, ó, o poder, sabe, eh, vai indo e sempre pontual, gente, sempre pontual. Seja pontual, porque espiritualidade não tá ali para brincar, não tá ali para passear, né? Não tá ali assim para nos servir. Quem tá precisando é nós. Gente, vamos começar a pensar seriamente nisso. Quando tu vai no médico, tu não tens que agendar, marcar a consulta. Tá lá com antecedência. Isso é para tudo, tá? É cinema, é festa, é casamento, é voo. Chega atrasado, não vou para ver se o piloto fica lá assim lá. Ah, ó, lá vem a Isabela. Vamos, vamos, gente, agora, Isabela, não tem isso. E por que que a espiritualidade que tá tão acima, né, desse dessas coisas materiais precisa? Ah, poxa, não, hoje eu vou fazer o evangelho às 8, amanhã não, vou fazer às 10, hoje tá frio, vou ficar aqui na cama um pouquinho, às 10 horas eu passo. Não, gente, né? Não, não. Ah, mas eu tô com tanta dor de barriga. Ai, eu tô hoje eu não tô legal. Daí que tem que fazer, daí que tem que, não tá bem, tá com dor, tá triste, tá Daí é que tem que, sabe? Porque a a ali, ó, e não é chegar lá também, né? Ai, eu tô morrendo, me ajuda. Não, né? Porque eles já vão chegar e já vão te dar assim aquela, né, aquela energia que daqui a pouquinho tu termina, já não aconteceu terminar o evangelho e pensar: "Nossa, eu ainda não queria fazer". Pois é. Fala assim: "Meu Deus, que, né,
ão te dar assim aquela, né, aquela energia que daqui a pouquinho tu termina, já não aconteceu terminar o evangelho e pensar: "Nossa, eu ainda não queria fazer". Pois é. Fala assim: "Meu Deus, que, né, que alívio, que tapa na cara que eu levei. Acontece. É isso aqui era para mim. A gente tem o hábito também, né, de sempre que escuta uma palestra ou uma uma live online, alguma coisa de algum expositor e que ele fala tal tema. Ah, isso aí. Eu queria que a Isabela tivesse aqui para escutar isso. Ah, é. O outro é sempre mais importante, né? É. Eu, ih. A Isabela é aproveitar, mas você não foi para sai. Então assim, ó. Evangelho no lar. Evangelho no lar, gente. Prepara. Prepara sempre o mesmo horário. Prepara um ambiente bonito. Se tu vai dar uma festa, eu eu nunca canso de falar, se tu vai dar uma festa na tua casa, tu não vai preparar do bom e do melhor, né? Colocar a tua melhor louça, o teu melhor tudo para mostrar paraas pessoas que vão sair da tua casa falando mal de ti, da comida que tava ruim, da bebida, do do ambiente da música. E por que que a gente não prepara paraa espiritualidade, né? Uma boa toalha na mesa, flores, um um um bonito copo com a água fluidificada, com Olha, eu não é ostentar, não é luxo, mas eu preparei para vocês. Não é material, mas eu acho, vamos deixar bonito, né? Flores na mesa, uma boa música, gente. A, olha só, é o símbolo da sabedoria. Isso é sabedoria. Crujinha. Tu sabe o que que eu costumo fazer até nos meus evangelhos? Uma dica que eu dou, quem quiser funciona, tá? O pão, o pão eu coloco em cima da mesa, do lado numa travessa, frutas eu coloco ali, eh, algum tudo sendo abençoado, né? Tudo sendo abençoado. Tudo, tudo. Eu já tô ali fazendo a oração, lendo o evangelho no dia, já olho, ó, queridos, já viu, né? dá um um uma energização no pão ali. Muito obrigado, né, pelo pão. Então assim, ó, funciona. E é bacana. É bacana. A gente tá sendo aprendendo a ser médium da nossa forma, da nossa maneira e de nós mesmos, da nossa casa. Gente, não
ali. Muito obrigado, né, pelo pão. Então assim, ó, funciona. E é bacana. É bacana. A gente tá sendo aprendendo a ser médium da nossa forma, da nossa maneira e de nós mesmos, da nossa casa. Gente, não precisa ir lá. E eu preciso ir lá buscar o médium da casa espírita, o senhor das couve, para trazer aqui e dar um passe nessa casa. dar um passe, fazer uma energização aqui que nada pode ser uma bezedeira, né? Uma benzedeira faz a gente mesmo. Faz sal na porta da porta lá com é coloca uma espada de São Jorge lá em cruz, afasta-te o mal, mas desde que aquilo vai acende uma vela, acende o incenso. Ai, mas espírito tá fazendo isso, gente. Não tá prejudicando, não tá fazendo mal. Ó, eu vou contar uma historinha rapidinha aqui, até para ilustrar. Havia um reino. Aí o rei sonhou, teve um dia um sonho de que todos os dentes dele caíam da boca e só um dente restava. E ele escovava aquele dente com tanto carinho e cuidado que caiu também. Ele se desesperou. No outro dia ele acordou. manda chamar os sábios do castelo, chama todos os sábios da região. Veio o primeiro sábio. Eu sonhei, o rei contado, eu sonhei que todos os dentes caiam da minha boca, só restava um e eu cuidava daquele com muito carinho, escovava com muito carinho e tudo, protegia ele e ele acabou caindo também. Daí o sábio para ele, ah, majestade, isso é mal pressável, horrível. Isso é uma coisa muito ruim dele. Por quê? Isso significa que todos da sua família vai vão morrer, inclusive o senhor, o último dente é o Senhor que morre. O rei olhou para ele, manda prender sábio. Não gostei. Eu já não tô dormindo, já não tô conseguindo nem dirigir o meu rei. Aí me vem o cara aqui me falar um monte de besteira que vai me deixar pior ainda, vai me deixar não dormir de vez, nem comer, nem viver. Manda prender esse cara, traz outro sábio aí. O outro sábio tava pro lado de fora ouvindo. Aí quando o guarda vem próximo, daí ele chega: "Tu cuida bem o que que tu vai dizer lá dentro pro rei? Porque o primeiro que entrou ali já foi preso e
aí. O outro sábio tava pro lado de fora ouvindo. Aí quando o guarda vem próximo, daí ele chega: "Tu cuida bem o que que tu vai dizer lá dentro pro rei? Porque o primeiro que entrou ali já foi preso e provavelmente vai à morte. Então tu veja bem o que que tu vai falar. Deixa comigo." Chegou lá, entrou. Pois não, majestade. Tive um sonho que me caía todos os dentes da boca, só restava um. E eu cuidava desse um. Mesmo assim ele acabava caindo. O que que tu me disse? Eli. Ótima notícia, majestade. O rei já sério. Sim. Isso é excelente. É uma é um ótimo presságio. Isso significa que o senhor vai viver mais que todo mundo na sua família? Falou a mesma coisa. Falou a mesma coisa de forma diferente. Gostei desse cara. Enche ele de presente, ouros e dê para ele o que ele ele ele precisar e quiser. Gostei da profecia dele. Aí aquele sábio sai lá fora todo feliz, todo contente. Ele é sábio mesmo. É. Aí o guarda assim: "Vem cá, tu falou a mesma coisa pro outro, o outro foi preso, provavelmente vai à morte e tu ainda foi coberto de ouro." Ele é, falei, só que de uma maneira diferente. Então assim, ó, nunca negocie com a verdade, né? Nunca tente negociar com a verdade. Fale algumas pessoas, a gente precisa falar de maneira diferente, ter um cuidado como falar, mas nunca enrolar, nunca eh engambelar a pessoa, nunca fazer aquele misticismo. Olha, porque isso é sério. Não, eu tô vendo aqui as cartas não aumentem jamais, né? A borra de café tá mostrando aqui que não não adianta isso. Então, acredita no teu Deus, no teu Jesus. Pode demorar um pouco, mas ninguém, nem médium, nem curador, nem sabe além de Deus. Isso aí é, eles são apenas intermediários e médiuns, né, trabalhadores de casa espírita. Vamos baixar bola. Chegou a hora, Divaldo saiu. A, lembra na na época do colégio, Isabela, quando faltava o professor, a diretora vinha na sala: "Ó, a professora hoje não vem, nós todo mundo contente, ob! Vamos para casa, né? Dispensa nós todo mundo." A diretora, o que que fazia? Não, senhor. Pode tirar o livro, vão ver
diretora vinha na sala: "Ó, a professora hoje não vem, nós todo mundo contente, ob! Vamos para casa, né? Dispensa nós todo mundo." A diretora, o que que fazia? Não, senhor. Pode tirar o livro, vão ver o que tem de leitura atrasada, vão arrumar os cadernos, vão organizar as coisas tudo. Nós tinha que ficar até o final da aula ali, né, aprendendo e às vezes não era tão bom. Era. Então, chegou a hora de nós se virar sem professor também, parar de mimimi, parar de de achar agora quem será o eleito, quem é o melhor dos melhores e fazer a sua parte e parar de brilhar, porque não é o caminho, né? Não é o caminho. O egoísmo, o materialismo já tá aí botando quase que o o planeta e e tantas coisas a perder. Não vamos no modo avião desse povo, né, amiga? Gente, eh essas pessoas, né, os nossos líderes espirituais aí, Divaldo e Chico, o legado que eles deixaram é maravilhoso. São muitos livros, né? O Chico quase mais de quase 500 livros, né? E o o Divaldo mais de 200. Então nós temos aí grande arcabolso que o legado que eles deixaram para que a gente estude, para que a gente se enriqueça mais dos valores doutrinários. A gente não precisa de prova nenhuma mais da vida futura, né? Nós temos médiuns ainda que atuam nas casas espíritas, levando aquela mensagem consoladora. Quando a pessoa chega muito perturbada, a espiritualidade até permite que seja, né, que o espírito possa mandar alguma mensagem, nem que seja ou estou bem, né? Fique tranquilo. Existem médiuns ainda por aí trabalhando nessa seara, consolando os os corações. Porque quando a gente pede uma pessoa muito querida, é muito difícil. O luto é muito difícil. Uhum. E a casa espírita sendo acolhedora, né? As palestras convidando essa pessoa. Vamos estudar um pouco a doutrina. Primeiro ela vai nas palestras. E a palestra, gente, não deve ser uma coisa complicada, aquela coisa, sabe? Tem que ser uma coisa simples, usar de palavra simples, desingessa, né, amiga? É para trocar mesmo o coração. Vamos pegar o evangelho e vamos colocar
deve ser uma coisa complicada, aquela coisa, sabe? Tem que ser uma coisa simples, usar de palavra simples, desingessa, né, amiga? É para trocar mesmo o coração. Vamos pegar o evangelho e vamos colocar de maneira simples. Exato. Esse negócio de ficar batendo no peito rótulos e parágrafos e versículos e capítulos. Ó, chega disso, gente, né? Vamos pegar melhor maneira. Livro dos espíritos, livro dos médiuns, o céu e inferno. Vão lá esse negócio. Ah, porque lá no parágrafo tal do item tal do não sei o quê, toda a vida, toda vida um lançamento ou outro, tudo bem tu falar pra pessoa, né? Tá tratando de um tema agora ficar só nisso. Ele usava as parábolas. Por que que ele usava as parábolas? Porque quando você usa esse contexto, né, a história, uma história e e mostra os costumes, ele mostrava os costumes da época, ficava mais fácil para as pessoas assimilarem, assimilarem a mensagem. Então, vamos colocar a mensagem no nosso dia a dia, né? a gente que tá que tá aí como voluntário, quando a pessoa chega e quer esclarecer alguma coisa, mas escuta aqui, eu não acredito muito nesse negócio de espírito, que o espírito manifesta, não sei mais o quê, isso não é pecado. Falou assim, olha, né, quando a pessoa vai e e coloca aqui a crença dela que ela tá ali porque fulano falou que era bom ela ir, mas que ela não acredita muito, você fala assim: "Olha, aqui a gente tá para te receber com muito carinho". com muito amor. A certeza que nós temos aqui é de que a vida continua e mas você a princípio, se você não concorda com isso, a gente só te convida para vir, assista as palestras, né? Se quiser, tem livros que podem te ajudar mais a compreender a mensagem que estamos passando, receber a pessoa com carinho, com simplicidade, né? É porque quando a doutrina ela entra no nosso coração, às vezes pode demorar alguns anos pra gente entender a mensagem, né? A humanidade não tá aí há quanto tempo? E até hoje é é não é é o tempo que fiquem batendo tanto no peito rótulos e parágrafos e tal. Indiquem,
de demorar alguns anos pra gente entender a mensagem, né? A humanidade não tá aí há quanto tempo? E até hoje é é não é é o tempo que fiquem batendo tanto no peito rótulos e parágrafos e tal. Indiquem, indiquem, faça a pessoa. Ah, mas olha, eu vim aqui, né, Isabela? Isabela, eu tenho uma dúvida. Tu podes me ajudar? Posso. Pega o livro dos espíritos e leia uma vez. Não entendeu, leia a segunda. Não entendeu a segunda, leia a terceira. Quando entender, passa pro próximo. Faça. Eu fico imaginando, Isabela, olha que curioso. Lá no plano espiritual deve est Joana deângeles, o Cristo, Divaldo, Chico Xavier e todos os outros, né? Até o Papa Francisco, né? Colocaram uma figurinha assim. É isso. E de certo os outros, os dois últimos que chegaram agora tão assim, né? Ai meu Deus do céu, o o os meus pupilos estão lá. A eles não tão sabendo fazer. E o os outros que já tão tempo lá, calma, deixa, deixa ele se vir agora. Não, nós precisamos pensar em alguém. Eu vou lá, vou dar uma manifestação mediúnica. Às vezes o Divaldo pensa, vou orientar alguém, né, Joana? Você me ajuda a orientar alguém para que continue? Não, Divaldo, deixa, deixa que agora chegou a hora dele se virar. Chegou a hora dele se mexer, pôr em prática. Acabou a mamata, o professor faltou, mas a matéria continua, a aula continua. Eles que vão rever a matéria dentro da sala de aula e sozinhos. E ai de quem fugir dali, vai ser suspenso. Volta para uma próxima reencarnação. Pior ainda, porque gaseou esse essa oportunidade de aprender e melhorar, né, minha amiga? É, exatamente. Bom, a gente já tá tá com uma hora de live, né? Temos que partir pro nosso encerramento aí. E eu eh, então a gente costuma no encerramento fazer um resuminho dando uma mensagem, né? Uma mensagem que a gente deve levar paraa nossa semana. A mensagem é a seguinte. Nós que estamos juntos aí trabalhando, né, nas casas espíritas e você daí de outra religião que tiver trabalhando na casa evangélica, na igreja católica, eh sei lá, na sinagoga, onde que quer
eguinte. Nós que estamos juntos aí trabalhando, né, nas casas espíritas e você daí de outra religião que tiver trabalhando na casa evangélica, na igreja católica, eh sei lá, na sinagoga, onde que quer que você esteja, né? Vamos trabalhar com espírito de cooperação. Uhum. e não competição. e não competição. Vamos cooperar uns com os outros, receber com muito amor, com muito acolhimento, aquele que vem buscar consolo na nossa casa religiosa, seja ela qual for. Vamos abrir os braços, acolher, não é? Uhum. e e ter esse amor no coração. Essa a sementinha do amor, ela vai mudar a humanidade. A sementinha do amor e da caridade, não é? Que que a gente fala? Sem caridade não há salvação. É, substitua a caridade por amor. Nós temos que estar sempre buscando o amor nas menores coisas, até nos momentos difíceis e desagradáveis. tentar ver tudo na paz, na serenidade. Essa mensagem que eu tiro dessa lição de hoje. É isso, lei suas considerações finais aí. É isso mesmo, querida amiga. Não precisa a gente se preocupar porque eh a ele lá sabia tanto. Ah, mas o Divaldo eh ia fazer palestras internacionais, ele era tão sábio, tão Ele foi como nós, ele também teve no caminho como nós. Ele também começou pequeno, ele também começou lendo um livro, depois outro. E ele teve, né, como eu vi em matérias, aos 4 anos de idade, a primeira manifestação, depois aos 18, 20 que ele foi escrever o livro. Ou seja, olha o tempo que teve. A gente quer tudo para amanhã. A gente já vê uma luz brilhando hoje, já acha que é Jesus, já sai querendo curar todo mundo, arrumar todo mundo. Não é assim. né? Então, cuidar, respeitar e não cruzar os braços. Não cruzar os braços. A gente muitas vezes não tá legal também acontece, ah, mas como é que eu vou ajudar alguém se às vezes nem eu me dou conta? Acontece e muito e os que ajudam muito também não se dão conta. Muitas vezes também precisam o Divaldo médium, Joana o tempo todo, mas nunca deixava de dar nos dedos quando ele, né, precisava. E ele não se autocurava. Ele precisava de
uito também não se dão conta. Muitas vezes também precisam o Divaldo médium, Joana o tempo todo, mas nunca deixava de dar nos dedos quando ele, né, precisava. E ele não se autocurava. Ele precisava de médico, ele precisava de oftalmo, ele precisava de ortopedista, tanto quanto nós. Então, ninguém é melhor do que ninguém. Ninguém. Gente, tá aqui na terra, tá encarnado, esquece. Esquece. Tá aqui. Esquece. Se fosse o que se acha tão nobre, tão considerável, não estaria mais aqui. Estaria. Olha, eu não sei nos dias de hoje se até por missão, né? Olha, mas a terra tá virada numa bagunça. Se tu visse o que que virou aquilo lá, não, mas eu vou por missão mesmo assim. Eu acho que até isso nobres espíritos vão, né, pensar bem. Deixa ele se virar um pouco sozinho, deixa dar uma melhorada que eu vou, né? Mas então assim, ó, vamos eh fazer a nossa parte. É como aquela história do Beijaflor, tava pegando fogo na floresta, todos os animais enormes, o elefante, o leão, todo mundo olhando lá o fogo pegando e destruindo tudo. O beijflor vinha com um pouquinho de água e jogava. Um pouquinho de água e jogava. Aí o elefante até riu, né? Mas tu é, eu não sei se tu é audacioso, metido ou corajoso. Tu acha que com esse biquinho minúsculo, com esse água, tu vai apagar esse mundarel de fogo? Eu não acho. Mas uma coisa eu sei, eu tô fazendo a minha parte, então vamos fazer a nossa parte. O mais é prova, é dor, todo mundo tem. E que ela venha de uma maneira assim, que a gente aprenda com ela. Doeu. Bom, ai a minha perna tá doendo. Que bom. Pelo menos eu tenho uma perna para doer. Pior, se eu não tivesse perna. Pois é, isso mesmo. Então, beijo de no coração seu aí que tá assistindo a gente ou agora ou mais tarde ou outro dia. Que essa mensagem possa ter tocado a sua alma, que essa lição possa ter acendido aquela luzinha lá na sua cabeça, viu? Um beijo muito grande. Vamos terminar com a musiquinha espírita. Simplesidade. Oi. Diga lá. Nos queiram bem que não custa nada, né, Isabela? É. E não percam na próxima semana, às 10
a sua cabeça, viu? Um beijo muito grande. Vamos terminar com a musiquinha espírita. Simplesidade. Oi. Diga lá. Nos queiram bem que não custa nada, né, Isabela? É. E não percam na próxima semana, às 10 da manhã no domingo, mais um estudo do livro O Espírito da Verdade, capítulo 12. Certinho, gente? Até lá. Com outra dupla, gente. Obrigada. Um beijo para todo mundo. Beijo. Beijo, gente. Obrigada. Fiquem com a nossa música. Feliz domingo. É isso aí. Ou feliz qualquer dia, seja ele qual for. É ótima semana. Tchau. Isso. Tchau. São as coisas simples, despretenciosas que a alma descobre os encantos dos dias. No bailar dos astros, nas folhas já mortas, no ficar mais perto das almas queridas. Nessas horas simples, a alma percebe o que é para sempre e o que sempre passa. Então se desce do que não lhe acresce para ser quase tudo sem ter quase nada. Quando a alma complica, acumula pega, passa pelos dias iludida e cega, vive como morta e sequer percebe, até que desperte aos encantos dos dias, pois se a ilusão nos afasta da vida. São nas coisas simples que a vida acontece. São coisas simples, despretenciosas que a alma descobre os encantos dos dias. No bailar dos astros, nas folhas já mortas, no ficar mais perto das almas queridas. Nessas horas simples, a alma percebe o que é para sempre e o que sempre passa. Então se despe lhe aquece a ser quase tudo sem ter quase nada. Quando a alma complica, acumula a pedra, passa pelos dias iludida e cea, vive como morta e sequer percebe, até que desperte aos encantos dos dias. Pois se a ilusão nos afasta da vida, são nas coisas simples que a vida acontece. até que desperte aos encantos dos dias. Pois se a ilusão nos afasta da vida, são nas coisas simples que a vida acontece.
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