Estudando com Jesus | O ESPÍRITO DA VERDADE – Capítulo 47 | 08.03.26
Estudando com Jesus | 08.03.26 Estudo sequencial da obra: O ESPÍRITO DA VERDADE – Capítulo 47: Perdoa, sim?! Apresentação: Equipe IGESE Realização: IGESE
เฮ เฮ Olá, olá, turma querida, família estudando com Jesus. Muitos bons dias, buenos dias. Como está minha amiga Sheila? Tudo bem para aí? >> Tudo bem, graças a Deus. Patrícia, bom dia a todos. É um prazer imenso estar novamente aqui, né, estudando com Jesus. trazendo essas reflexões tão importantes, né, paraas nossas vidas, compartilhando com vocês as nossas reflexões também, né? E hoje, nesse dia especial, né, comemorativo, dia >> né, da mulher. Quero parabenizar todas as mulheres, essas mulheres que são vitoriosas, né, que estão aí no mercado de trabalho, nos seus lares, cuidando da família, se fortalecendo a cada dia, né, buscando Jesus. Então, parabéns a todas as mulheres, que Deus abençoe a cada uma delas. É isso aí. Parabéns para nós, né? >> Bom dia, Teca. J. Bom dia, seis é. Teca tá aqui. A J. >> Olha quem tá ali. O B. >> E olha quem tá aqui. Uau! E aí, olha só esse dia todo especial pras mulheres, né? A gente que não desiste, persevera, como disse o nosso mestre, né? E a gente não desiste dos amigos também, né? Sheila. E aí, a Sheila tá tá em obiquidade aqui. Tem mais uma pessoa que está em ubiquidade aqui. Olha só, como dizia o nosso amigo, cai para dentro. Era assim. Abre o microfone. >> Teira do mudo. Bom dia, meninas. Tá vendo? Suici da minha caneca, gente. Não creo. >> Corre, corre lá, Jose, pega a caneca. >> Pega, Jose. >> Corre lá, Jose. Se tiver ainda, né? >> Bom dia, boa tarde, boa noite, >> aonde quer que vocês estejam. Que Deus, o Senhor da vida, nos vos ilumine a todos. Obrigado pelo carinho do convite. Aqui estou purificando, bagunçando. Prometo atrapalhar, quer dizer, ajudar. >> Vai, vai ajudar. Prometo ficar quieto, né? Ou prometo ficar quieto. Oi, oi, oi. Faz o print. Faz o print. Faz o print. >> Esse vai pro print. >> Vai pro print. Pera que eu Pera que eu só tenho uma mão, né? >> Segurando. Vocês t que vocês t que me avisar. Pera aí, pera. >> A gente faz o a gente faz o print da live depois, menina, do vídeo. >> É, não, vai aí, vai aí. 1 2 3 e
a que eu só tenho uma mão, né? >> Segurando. Vocês t que vocês t que me avisar. Pera aí, pera. >> A gente faz o a gente faz o print da live depois, menina, do vídeo. >> É, não, vai aí, vai aí. 1 2 3 e >> estou emocionado. >> Pronto, tá registrado. >> Obrigado, Jose. Socorreu aqui. E >> obrigado, Jose. Obrigado, Jose. >> Vocês viram? >> Já fiquei feliz porque eu já conheci até Jose, >> meu domingo. Conheceu Jose hoje através das telinha aqui, né? e >> através da telinha. É virtual, mas já tá no coração. >> É, é um bom começo. É um bom começo, >> né? Né? >> Com certeza. Não é? >> E assim, né? O convidado, né? Que nunca consegue aparecer, né? Que a gente fica persistindo com os amigos lá, persirantes, né? >> A gente fez o convite, né? E aí, será que é que o tema de hoje assim maravilhoso, né? Maravilhoso. Nossa, >> eu só vi o tema depois. Se eu tivesse visto antes, eu não tinha aceitado. >> Você tá precisando perdoar alguém aí, então vem para cá. >> Nossa, >> a minha filha, a minha filha falou ontem que falou: "Melhor não tocar nesse assunto porque é delicado". E >> ela tá falando de outra coisa, mas eu tô usando das palavras dela. Gente, que emoção. >> É, >> é delicado, mas se a gente não adentrar por ele, nós não sairemos das nossas aflições. Esse é o grande convite do evangelho. >> Tem que coisar. Tem que coisar. >> Tem o trem. Tem que coisar, gente. Então, meu amigo, >> tem que coisar o trem. A gente tá aqui para ouvir a sua prece de abertura do nosso estudo. O o golpe começa é cedo, né? Vamos lá, então. >> Começou ontem. >> Com alegria. Com alegria, amigos. Que Jesus, o norte das nossas vidas, se faça presente nesse estudo, que se faça presente em cada lar do nosso planeta Terra, que seja presente em cada família, qualquer qualquer cantinho do planeta onde um e os seus anjos de guarda estejam reunidos. em teu nome, Jesus, se faça presente e permita que os bons espíritos, as falanges socorristas e de amor encontrem abrigo no coração daqueles que passam pela aflição, pelo desespero,
estejam reunidos. em teu nome, Jesus, se faça presente e permita que os bons espíritos, as falanges socorristas e de amor encontrem abrigo no coração daqueles que passam pela aflição, pelo desespero, pela fome, pelo abandono. Aqueles que estejam vivendo momentos de terror em zonas de conflito ou guerra. Abençoe as mães aflitas, abençoe as filhas aflitas, as avós, as tias, as educadoras do nosso planeta, as mulheres que dão cor, sentimento e vida à nossa vida. Que a tua paz seja a nossa paz hoje e sempre, Jesus. Que assim seja. >> Que assim seja. >> Seguimos. Seguimos. >> Maravilhoso. >> Olha, eu já quero, eu, eu quero, desculpa, quebrar o seu protocolo, porque eu sou da casa também. Já fui, né? Eh, feliz dia internacional das mulher mulheres. Eu acho, eu tava falando pr as meninas aqui um dia e pouco para celebrar vocês, porque vocês realmente é são as que dão vida, cor, sentimento, dão paixão, dão a vida pra nossa vida. Então, acho um dia muito pouco. Pronto, falei. Amo vocês. Obrigado por tudo que vocês fazem pelo nosso planeta. >> E nós aqui agradecemos em nome de todas as mulheres, né, que com certeza tem que ser comemorada todos os dias, né, que cada uma sabe as suas aflições, as suas dificuldades no dia a dia, né, o quanto precisam perseverar, né? Então eu não gosto de falar guerreira, né? Porque guerreira tem que tá sempre lutando, né? Então a gente tem as nossas lutas internas e tem externas também, né? Mas somos todas filhas de Deus, né? Estamos todos aqui sobre as suas bênçãos, né? E com Jesus, com a nossa mãe Maria, né? Com certeza vamos dia a dia vencendo a cada uma delas, né? >> Certo? Quem quem tem uma mulher como Maria para guiar a todas as mulheres do planeta? >> Não precisa muito mais não, hein? Já tá, já venceu. >> Com esse evangelho, né, maravilhoso, a gente vai vendo, né, que a gente deixa de ser guerreira para ser filha de Deus, que aí cada, né, cada passinho conta. Cada movimento conta nessa constante transformação que nós vamos realizando no nosso íntimo, que é o que importa,
e deixa de ser guerreira para ser filha de Deus, que aí cada, né, cada passinho conta. Cada movimento conta nessa constante transformação que nós vamos realizando no nosso íntimo, que é o que importa, né? E aí transborda para fora, né? Porque >> é o reflexo eh >> incontrolável, né? incontrolável é a lei de afinidade. >> Incontrolável >> é o reflexo. Então é o que tá dentro sai para fora, gente. Por isso que nós precisamos fazer, né, a metanoia lá do nosso querido João Batista, né? E e para perdoar, acho que precisa da metanoia, né? Do arrependei-vos, né? Não tem jeito, senão a gente não faz esse movimento e não se transforma em filoso de Deus. Absolutamente. >> Láera Rodrigues, um beijo, sua linda. Um cheiro para todo mundo aí. Dá um cheiro no Gilberto, no Léo, na Carla. Eu acho que a Carla já não tá lá mais perto, mas se tiver manda um cheiro quando tiver. E quem mais tiver por aí, as netinhas também. Um beijo pra Teca Filisola. Beijo, Teca, sua linda. Obrigado pelo carinho de sempre. Deus abençoa muito a Jose. A Jose, eu falei para ela nos bastidores, você acha que eu não tenho contato aqui? >> Vocês estão achando que eu sou qualquer um aqui nesse pagode? Não sou >> não. Por isso que a gente, eu nem estudei. Por isso que eu nem estudei, porque >> não, a gente só pelo BM hoje. Só o Bim vai tocar o estudo. Glória. >> A gente vai só decorar hoje. >> Aham. A gente vai estar aqui só aprendendo rubinho. Hoje >> é, é. >> Meninas, olha, eu vou falar um negócio sério para vocês. Esse texto de mei May, ele é no mínimo instigador, mas o a forma com que ela fala com a gente é com um carinho tão tão de mãe que você não se ofende. Uhum. >> Não é assim. Meio meio fala assim. É como se ela tivesse aqui, eu tivesse vendo ela falando assim: "É, filho, tem perdoar, né? >> Vamos ler então. Vou ler aqui então. >> Vamos, >> porque aqui é a bagunça organizada, sabe? >> E aí a turma vai conseguir captar essa esse carinho, né? essa essa misericórdia de Meime, porque Meimei, meu Deus do
ntão. Vou ler aqui então. >> Vamos, >> porque aqui é a bagunça organizada, sabe? >> E aí a turma vai conseguir captar essa esse carinho, né? essa essa misericórdia de Meime, porque Meimei, meu Deus do céu, a gente chega lá, a gente chega lá, ó o des, então assim, o título, né? Perdoa assim, tipo, meus amigos, meus irmãos, ou perdoa ou perdoa, não temos outro caminho. >> O desconhecido passou de carro e lameando-te a veste, como se toda a rua lhe pertencesse. Compadece-te dele. Corre desabalado à procura de alguém que lhe socorra o filhinho nos esgares da morte. Linda mulher que pérolas e brilhantes enfeitam, segue a teu lado, parecendo fingir que não te nem que te não percebe a presença. Compadece-te. Ela tem os olhos embaciados de pranto e não chegou a ver-te. Jovem, admiravelmente bem posto, cruzou contigo, endereçando-te a palavra de sarcasmo e de injúria. Compadece-te. Ele tem os passos no caminho do hospício e ainda não sabe. O amigo que mais amas negou-te um favor. Compadece-te dele. Não lhe vês a dificuldade encravada no coração. Companheiros do mundo estarão contigo notadamente no lar, onde guardam os nomes de pai e mãe, esposo e esposa, filhos e irmãos. Muita vez levantam-se de manhã, chorosos e doloridos, aguardando um sorriso de entendimento, ou chegam do trabalho fatigados e tristes, esmolando compreensão. Todos trazem consigo aflições e problemas que desconheces. Ergue a própria alma e auxilia sempre. Indulgência para todos. Bondade para com todos. E se algum deles te fere diretamente à carne ou a alma, não levantes o braço ou a voz para revidar. Busca no silêncio a inspiração do Senhor. E o Mestre como se estivesse descendo da cruz em que pediu perdão para os próprios verdugos, te dirá compassivo. Perdoa sim. Perdoa sempre, porque em verdade aqueles que não perdoam também não sabem o que fazem. Diga aí. E agora tem temos outra opção? >> Tem retardar. Retardar a felicidade, a liberdade. >> Retardar a liberdade é uma opção. E é a pessoa que escolhe. Ué, imagina.
m também não sabem o que fazem. Diga aí. E agora tem temos outra opção? >> Tem retardar. Retardar a felicidade, a liberdade. >> Retardar a liberdade é uma opção. E é a pessoa que escolhe. Ué, imagina. >> Claro, pai. >> Eu ia lendo esse texto e parece que eu eu tentava desviar assim como se ela tivesse jogando para mim e eu tentando desviar porque a gente não é incrível, incrível. Pesão realmente esperando eu, né? Ok. Eu tô vendo a Chila, tá assim. Uhum. Uhum. E eu assisto, viu? Você não é quietinha assim não. Eu eu acompanho esse programa, tá? >> Na verdade, senhor, >> eh essa esse texto da Mei, né? Ela chama a nós. O que mais me chamou ali atenção, né? é que muitas vezes a gente leva essas ofensas tanto pro lado pessoal, né, e muitas vezes nem é conosco, né, como ela fala ali, né, a cada irmão às vezes que nos ofende, que a gente, né, considera ofensa, enfim, não é contra nós que ele tá tendo essas atitudes, né? Na grande maioria das vezes, ele tá vivendo momentos de grande dificuldade, que é isso que ela menciona ali, né? Que a gente não sabe o que se passa na alma de cada irmão, né? Então ele tá vivendo momentos de dificuldade, aquilo que a Patrícia tava falando ali, né? No >> que a gente na verdade transborda o que tá dentro, né? Então muitas vezes nós estamos vivendo aflições, né? Nós estamos em desequilíbrio, nós estamos passando por tantas situações que só nós sabemos. São situações que muitas vezes a gente não consegue nem falar, né, de tão dolorosas que são, a gente não consegue colocar em palavras, mas o nosso corpo, a nossa atitude, né, no dia a dia acaba transbordando essas situações. E às vezes a gente se sente ofendido por algum irmão, mas na verdade nem é pessoal, né, como ele fala ali, né, o carro que passa, né, a pessoa que não te cumprimenta. Às vezes ela tá ali com os pensamentos assim, ó, tão tão longe ali naquela situação que ela tá vivenciando, que ela passa lado a lado da gente, mas a cabeça não tá ali, a visão não tá ali, o coração não tá ali, tá lá nas suas
s pensamentos assim, ó, tão tão longe ali naquela situação que ela tá vivenciando, que ela passa lado a lado da gente, mas a cabeça não tá ali, a visão não tá ali, o coração não tá ali, tá lá nas suas angústias, nas suas aflições, né? Mesma coisa ali na situação do carro. Não tô nem vendo que tem uma posse de lama, passei e enfim, porque às vezes é isso. Eu mesmo já cheguei a comentar com a Jose em certos momentos. Eu pegava meu carro e ia pro trabalho. Quando eu chegava no trabalho, eu pensava: "Meu Deus, como que eu cheguei aqui? Porque a cabeça tava tão, tão longe assim, tão longe >> p automático, né? >> Tu vai no piloto automático e tu nem eu não lembrava nem por rua que eu tinha passado, se eu tinha visto, se eu não tinha. Então, eu poderia ter passado por uma posse de lama, ter respingado aí as outras pessoas que estavam do lado. Eu poderia ter passado lado a lado por pessoas queridas e nem ter visto essas pessoas, né? Muitas vezes eu poderia ter respondido alguma coisa sem nem ouvir o que a pessoa perguntou ou falou só no automático. E hoje eu vejo que >> isso é é uma situação que muitos estamos vivendo. E eu me coloco nesse meio porque assim >> a gente está nesse meio, a gente tá vivendo muito no automatismo, né? E daí a gente acaba ofendendo alguma pessoa querida, né? ou pessoas às vezes que a gente nem conhece que tá ali próximos a nós, mas não é com intenção, é porque aqui dentro tá tão difícil, tá tão complicado que eu não consigo nem visualizar esse externo. É como se eu fizesse uma levo aqui dentro, né? >> É lindomatismo, materialismo, né? Estamos iludidos. Daí às vezes, a gente, né, como pessoa que foi ofendida, leva isso aqui pro coração de uma forma tão dura, tão difícil, e a gente não faz o que Meimei pede, né? Memei pede para que a gente tenha compaixão, para que a gente reflita sobre por que que esse irmão fez isso, o que que tá acontecendo com ele, que fez com que ele tivesse essa atitude comigo. Porque se a gente sai desse ego, desse orgulho, e a gente começa a olhar pro
a sobre por que que esse irmão fez isso, o que que tá acontecendo com ele, que fez com que ele tivesse essa atitude comigo. Porque se a gente sai desse ego, desse orgulho, e a gente começa a olhar pro irmão como uma pessoa que está vivendo um momento, né, que pode estar vivendo um momento difícil, eu me coloco no lugar desse irmão e fico refletindo o que que o que que levou ele a fazer isto, metade dessas ofensas já vão por terra, né? Eu me abro para compaixão e aí o perdão vem automaticamente, porque na verdade nem precisa vir o perdão, né? Porque eu não me sinto mais ofendida. Eu não me sinto mais ofendida, né? Porque eu compreendo. E >> quem que tá no centro da Quem que tá no centro do universo, né? Somos nós ou é Deus? >> Exatamente. Mas a gente, né? É, a gente se coloca, a gente acha que tudo é para mim, tudo é comigo, né? Na grande maioria das pessoas. >> É >> isso. Diga aí, bem. Adorei. Olha, traduzindo o que a Sheila falou de uma forma muito singular, muito bonitinha, muito poética, vocês lem, eu tava fazendo, tentando fazer um paralelo com o, eh, a passagem do evangelho, onde eh eh Jesus fala do moço que devia uma quantidade, o um servo devia para o o senhor, o o coletor Uhum. >> E esse coletor perdoou a dívida dele quando ele sai dali daquela audição >> que era quase impagável, né? É >> que era quase impagável. E ele falava assim: "Não, eu tenho família, pelo amor de Deus, não faz isso comigo, minhas cabrinhas, meu, eu não tenho como pagar agora. Facilita para mim, parcela". E aí tocou o coração do daquele senhor e ele falou assim: "Tá zero, velho. Você tocou meu coração. Deus tocou meu coração, eu vou perdoar." E ele sai dali e vai cobrar do cara que tá devendo ele uma décima parte do que ele devia para você. E ele, o cara, não, pelo amor de Deus, eu não tenho como pagar. E ele joga no chão, dá a cacetada nele, vai lá, pega a filha dele, vai ser minha escrava agora. e por a o onde que a gente chega com isso? Primeiro, eh, a questão moral e e a minha irmãzinha querida é o Lália Bueno,
hão, dá a cacetada nele, vai lá, pega a filha dele, vai ser minha escrava agora. e por a o onde que a gente chega com isso? Primeiro, eh, a questão moral e e a minha irmãzinha querida é o Lália Bueno, ela ela falou isso aqui em casa uma vez e eu nunca mais esqueci. Ela falou bem, toda decisão nossa gera uma consequência moral. Por que que eu tô falando disso? Voltando pros exemplos da Mei, eu de fora ou sendo afetado pela atitude daquela pessoa, eu julgo com muito com com um fio muito mais amolado quando eu tô do lado de cá. Por quê? Primeiro porque eu não sei o que a outra pessoa tá passando, que são os exemplos que me deu. O cara que passou no carro acelerado e jogou lama na pessoa no transe, ele tá indo emergência com filho dentro do carro pro hospital. >> Uhum. >> O que usou de sarcasmo, ele está a caminho da loucura. Ele vai ser internado. Olha a gravidade disso. Nós não sabemos o que passa com o outro. Então o meu julgamento é raso porque eu não sei. Então o problema está em controlar. Eu eu não sou juiz do outro. Uhum. Eu não posso determinar pelo pelo meu olho que é embaçado, que tem uma trave, eu não posso julgar o outro. Eu não posso dizer que o outro tá errado simplesmente assim. Eu posso dizer, eu, seja qual for o motivo, que aquela pessoa tá agindo daquela forma, eu, se estivesse na condição, eu teria obrigação de fazer melhor, porque hoje eu sei, então já não é o outro. Sou eu >> que dizia Chico, né? Ao outro eu dou a direito de ser como ele é. A mim melhor a cada dia melhor. Ah, >> né? Eh, que eu seja o ofensor do que o falar. Então, a gente traz a responsabilidade para nós >> de olhar para nós primeiro, né? De olhar para nós primeiro. Ó, a turminha tá falando bom dia aqui para você, viu? Meu Deus, a família Fagunde está na área. Um beijo, Eliane. Mas olha, a doutora da doutora Carla chegou >> e a nossa querida também falando feliz dia das mulheres. >> É por isso. >> Feliz dia das mulheres para vocês. Bom domingo. A referência dessa reflexão de Meimei vai lá para a instrução de Paulo
gou >> e a nossa querida também falando feliz dia das mulheres. >> É por isso. >> Feliz dia das mulheres para vocês. Bom domingo. A referência dessa reflexão de Meimei vai lá para a instrução de Paulo nos bem-aventurados, os misericordiosos. >> Porque a primeira frase que ele fala é tudo que vocês estavam falando aí, né? Ó, perdoar os inimigos é pedir perdão para si mesmo. >> Porque é isso, se eu nem me conheço, como é que eu vou olhar pro outro? Se eu não tô fazendo o meu trabalho de autoconhecimento, de conhecer as minhas fraquezas, as minhas falhas para tentar me melhorar, como que eu vou apontar a falha do outro, né? Saber que momento que ele tá, se ele fez intencionalmente >> ou não. E aí recai naquilo que vocês estavam falando, né? Por quê? Porque eu não tô com o meu filtro limpo, né? Eu não tenho essa intenção sincera de olhar o outro como eu me olho com compaixão, >> né? E aí dá o plug. Aí dá o plug. Eu tenho o plug, né? Porque o meu filtro tá sujo. Então eu vejo com essa lente, então eu me sinto, né? Eu me sinto afetado, eu me sinto atingido. Não, ele fez intencionalmente para mim. ofendido. Não é só afetado, atingidão. Ofendido. Como é que aquela pessoa teve coragem de fazer isso comigo? >> Isso, isso. >> A Sheila tá doida para falar ali. Ela não tá se contento. >> Se joga, se joga, amiga. Se joga. É o que é então o que eu falei lá no começo, cada um vai agindo pelo seu íntimo e nós também. Mas aonde está, né, a nossa maturidade espiritual e moral, como você falou, para julgar o outro, para saber exatamente onde o outro tá, como a Sheila falou, não sei o que o outro tá passando. e ela fala pais, mães, filhos, irmãos, o que tem acontecido dentro das dos lares, né, do mundo todo, >> eh, pessoas que exterminam a sua existência e a gente nem sabia que estavam com essa dor, que estavam com essa aflição, com essa angústia. Então, ela está apontando para nós um cenário de que se nós não formos em busca do autoconhecimento, nós não poderemos auxiliar o outro e não
essa dor, que estavam com essa aflição, com essa angústia. Então, ela está apontando para nós um cenário de que se nós não formos em busca do autoconhecimento, nós não poderemos auxiliar o outro e não conseguiremos vivenciar o perdão, porque o perdão exige eh que a gente ame o outro como irmãos. E no ponto que >> maravilhoso isso. Eu pensei que a gente ainda tava falando da parte da ofensa, mas você já falou agora do perdão. Tem que ser, não tem outro jeito. Eu te eu tinha grifado isso daqui. Eu acho que você pulou uma fase aí, mas tá tudo certo. E é exatamente isso daí, gente. Perdão, ela é uma das expressões do amor, >> mas desse tanto, sem tirar nem pôr, uma das expressões mais puras do amor >> é que eu só deixo de me sentir ofendido quando eu faço esse trabalho do autão que o Paulo tá falando. E o que que é o trabalho do autão? é o trabalho do autoamor, que aí, né, a gente poderia ficar aqui o dia inteiro falando da obra de Jana de Angeles, que traz para nós, né, eh, esmiuçado todo esse essa vivência do evangelho, não é? Eu preciso me amar >> para eu ter para eu doar ao outro. Então, se o outro tá me doando isso, é porque o que ele tem naquele momento, né? Eu eu acho que eu e Sheila todo em todos os estudos a gente fala sobre isso. É importante você continuamos falando e falamos primeiramente para nós. >> Exato. >> Continua falando. >> É essa questão que você Eu só queria voltar lá atrás que o Bim falou uma questão das ofensas >> e na hora vem aqui para mim. Eu não quero perder esse raciocínio. A oração do Pai Nosso, né? Pai, perdoai as nossas ofensas, assim como eu perdoo, né? Nós perdoamos, >> né? Então, exemplo que o Bim deu, >> mas a gente pede primeiro por para nós. Então, a gente tem que fazer o autoperdão para conseguir perdoar o outro. Só que para nós fazermos o aut perdão e daí as obras de Joana de Angeles são fundamentais para mim, pelo menos nesse sentido, eu preciso me autoconhecer, porque se eu não me conheço, eu não sei nem o porqu eu estou me ofendendo.
ut perdão e daí as obras de Joana de Angeles são fundamentais para mim, pelo menos nesse sentido, eu preciso me autoconhecer, porque se eu não me conheço, eu não sei nem o porqu eu estou me ofendendo. >> Hum. Porque eu volto lá, às vezes a pessoa não teve a intenção de me ofender, ela não fez nada para me ofender, mas aqui dentro eu tenho algo que eu vivenciei no passado ou mesmo nessa vida lá na minha primeira infância que me remete a gatilhos que aquela pessoa não tá nem fazendo para mim, >> mas dispara algum gatilho que eu automaticamente eu me ofendo, >> né? Eu tô me ofendendo com algo que nem é meu. >> Não é meu no sentido dela fazer para mim, >> mas é que é comigo. Então eu tenho que primeiramente buscar o meu autoconhecimento, buscar o perdão aqui, o meu auto perdão, né? E muitas vezes perdoar lá atrás outras vidas que que se passaram ali, né? que eu trago resquícios dessas experiências para daí sim não me ofender com as situações que acontece hoje no meu dia a dia. E mesmo quando forem situações que são realmente ofensivas para mim, quando eu tenho esse autoconhecimento, eu tenho esse aut perdão comigo, eu não vou me ofender, porque eu vou ter exercitado a autocompaixão comigo. E quando eu exercito comigo, eu tenho a capacidade de exercitar com meu irmão. >> Então, eu vou entender que assim como eu vivenciei, ele também está vivenciando momentos difíceis. >> Uhum. >> Momentos que muitas vezes >> os próprios gatilhos dele fazem com que ele me ofenda, né? Sem nem sem nem ter a intenção de de me ofender, né? Mas isso tudo volta lá, a base, o autoconhecimento, o amor próprio, o autão que tá dentro do amor próprio, o amor pelos nossos irmãos. Então, tudo se resume no amor, né? Se eu tenho o amor, eu tenho perdão, eu tenho a compaixão, né? Então, a base é o amor. Para chegar aí existe um um esforço hercúlio quase de autotransformação, porque essa transformação é resultado. E para chegar onde a Sheila tá dizendo aí, e ela tá certíssima, 100%. Mas eh quando quando eu preparo o material para
sforço hercúlio quase de autotransformação, porque essa transformação é resultado. E para chegar onde a Sheila tá dizendo aí, e ela tá certíssima, 100%. Mas eh quando quando eu preparo o material para eu falar e tal e tudo, eu não tenho essa doçura para essas meninas para conversar com vocês. Então eu falo, eu falo eu com eu com eu falo pra turma, é do meu coração pro seu coração. Então o que acontece para eu fazer isso? Eu preciso entender primeiro. Eu não tô sozinho, nunca estive, mas já achei que estivesse. >> Uhum. Para eu começar a me reconhecer como herdeiro do universo, requer um trabalho tremendo eu saber que eu não sou primeiro nem sozinho, que eu não fui jogado aqui. A J tá entrando aonde que eu gostaria de que a gente falasse até mais um pouco. >> Hum. >> Vamos daí. Tá enrolar agora, então. >> Hum. >> Valeu, Jose. Coisa mais linda. Por exemplo, e a gente tem, tá falando, OK? Reconhecer a ofensa, reconhecer a agressão, reconhecer a dor do outro. Eu preciso reconhecer isso em mim. Agora eu preciso eu eu preciso me reconhecer onde eu estou em relação a isso, porque como a gente estava falando, o meu olhar espiritual ainda tem uma catarata tremenda que não me deixa enxergar com clareza. Eu me reconhecendo no lugar que eu posso muito bem dizer assim: "Eu não acho que isso deveria ter acontecido comigo. Você tá se reconhecendo em algum lugar, certo ou não? Você tá se reconhecendo ali em algum lugar. Mas o e o olhar se expande quando você olha pro outro e fala: "Uai, como diria Divaldo, uai, por que que ele fez isso comigo?" S aí eu olho pro outro, aí eu reconheço o outro. Algo muito grave deve estar acontecendo com essa pessoa. Eu vou relevar porque eu não sei o que está acontecendo com esse ser humano, o que tá acontecendo com o cachorrinho que tentou me morder. Eu não sei o que tá acontecendo na intimidade da terra que tem tanto vulcão entrando em erupção agora. Eu tô falando da natureza mesma. >> Uhum. Mas o mais grave e agora e que a gente entra no que a Jose tava começou a
á acontecendo na intimidade da terra que tem tanto vulcão entrando em erupção agora. Eu tô falando da natureza mesma. >> Uhum. Mas o mais grave e agora e que a gente entra no que a Jose tava começou a tocar, eu sinto que eu sei que ela queria dizer, mas eu vou traduzir, eu acho, né? Vou postar errado também, tá? Jose, me corrija. >> E dica aí, é, >> corre. É, a gente eh, me corrijam, a gente relevar o carro que passou de um desconhecido e fez alguma coisa para mim, me buzinou, me fechou na rua, fez alguma coisa, isso é muito fácil, eu consigo. Mas quando a agressão, eu tô colocando entre aspas, a agressão, a ofensa acontece dentro do lar ou de alguém que você ama, é muito difícil. É muito difícil. Ninguém tá dizendo que é impossível e que a gente não tem que trabalhar para isso. Mas quanto mais haja amor em relação àela pessoa, aquele grupo de pessoas e você se sente ofendido por algo que aconteceu para vencer isso é muito grave, é muito difícil. É muito difícil. E aí entra o a a frase dela do do final do texto de de Mayra com mais com mais peso ainda. Seja como for, ainda perdoa, perdoa, porque, meus irmãos, o perdão vai nos libertar. E eu não consigo dizer isso de outra forma, porque é o é eu dizer assim: "Deus, tá bom, eu não quero lutar contra contra a causa da agressividade, da agressão, da da incongruência, da incoerência. Mas porque esse homem que eu tento seguir tava pregado numa cruz e falou pra turma sem os espíritos nos falam isso no evangelho. Eu tava procurando a mensagem de qual espírito, mas ele fala o cara que não tinha nada para espiar na terra, vocês tacaram ele numa cruz com prego, com coroa de de espinho e tudo. Quem são vocês na fila do pão para para achar que não tem nada para espiar? Então o olhar se volta para mim e para tudo que eu possa ter feito no passado. Isso me ajuda a falar pro outro aqui, tipo, eu posso ter errado igual ou pior. Só segue, meu irmão, tá tranquilo. >> B, eu acredito que a fala que tu tavas se referindo agora, não sei se a
no passado. Isso me ajuda a falar pro outro aqui, tipo, eu posso ter errado igual ou pior. Só segue, meu irmão, tá tranquilo. >> B, eu acredito que a fala que tu tavas se referindo agora, não sei se a Patrícia chegou a colocar, seria esta aqui, né, da J. É. É. >> Aí é ué, tô falando que eu tô de olho, rapaz, no negócio. Tô falando. >> Então assim, eu também não sei como ensinar. Não sei. Quando ela colocou isso eu queria ir, é, eu queria ir ali já dar um puxão de orelha, né? >> Como é que coloca isso aqui? >> Pera aí que você já volta. >> Dá licença aí. Já volto aqui. Mas assim, porque dá até um nó, né, aqui na garganta, né, quando a gente pensa em se colocar no lugar de uma mãe, né, numa situação dessa, né? Uhum. >> Mas eu acredito e eu confio que um caminho pra gente encontrar essa resposta é a nossa abençoada doutrina espírita, né? Os ensinamentos de Jesus. Essa >> que nos ensina e nós confiamos que nós não somos essa existência aqui. Eu, Sheila, não sou o que eu estou vivenciando aqui. O meu filho não é o que ele está vivenciando aqui. >> Esse assassino, vamos chamar assim, não é o que ele tá vivenciando aqui. Ele ele é o resultado de inúmeras existências, né, que a gente já teve. Daí não sabemos nem mensurar quantas, né? Milhões, talvez, mas é o resultado disso tudo que faz, né? E a gente não sabe os motivos. Pode ser que seja para uma prova, pode ser que seja uma expiação, pode ser que é o que está dentro do plano reencarnatório desse meu filho. Pode ser que esteja dentro do meu plano reencarnatório e esse filho venho como alguém para me auxiliar, vivenciar isso e aprender o perdão, né? E dentro disso também tem muito do auto perdão, porque eu me coloco no lugar e eu como mãe eu diria como eu deixei isso acontecer com meu filho? >> Uhum. >> Queum >> que a culpa vem primeiro aqui, independente de ter sido um assassino, né? Enfim, >> nós como mães, qualquer coisa, qualquer coisa que aconteça com o filho, automaticamente a gente se culpa, né? >> Eu já fui mãe, eu sei.
meiro aqui, independente de ter sido um assassino, né? Enfim, >> nós como mães, qualquer coisa, qualquer coisa que aconteça com o filho, automaticamente a gente se culpa, né? >> Eu já fui mãe, eu sei. >> É isso, com certeza. E quando eu tenho essa vivência da doutrina espírita, eu tenho essa confiança nos ensinamentos que ela me traz da reencarnação, né, e tudo mais, eu consigo abrir um pouco o horizonte para clarear, para clarear um pouco. Eu não estou dizendo que é fácil e nem que >> eu conseguiria fazer, mas dá um direcionamento, pelo menos >> ajuda. dá um direcionamento de ajuda para que eu consiga buscar primeiramente o meu auto perdão, porque eu me colocando nessa situação, penso que eu me culparia também, mesmo que não tivesse, né? Mas eu me culparia e culparia essa pessoa, né? Então assim, para mim trabalhar isso tudo, a doutrina espírita é a luz, é o guia, né? Mas não tenho nem as respostas assim, né? Não tenho. >> Que coisa linda. >> É o diz, como ele disse, conhecereis a verdade e a verdade vos libertará, mas vivereis a verdade e a verdade vos elevará. Porque às vezes conhecendo a gente não consegue, >> né, compreender a atitude do outro. >> Precisa ser realmente aquele movimento do Sim. sentir, né, do sentir intimamente, porque senão a gente não consegue colocar. >> Agora, agora, Patrícia, voltando para esse assunto que a Jose levantou aí, eu lembrei que aqui no Brasil teve uma história do menina uns anos atrás que ele foi arrastado, né, pelos sequestradores, enfim. e também foi, né, muito divulgado na época e passado um tempo, né, veio uma psicografia dele e ele pedia para que a mãe perdoasse, né, porque tava só se cumprindo, né, ele tava pagando uma dívida que ele tinha com aqueles assassinos, né, porque ele tinha lá em uma vida, não me lembro certo da história, mas o resumo era esse, né, ele tinha em alguma vida lá bem lá atrás, né, >> feito isso com essas pessoas e ele estava feliz. por estar pagando essa dívida, né? E e daí muitas pessoas podem perguntar e eu
o resumo era esse, né, ele tinha em alguma vida lá bem lá atrás, né, >> feito isso com essas pessoas e ele estava feliz. por estar pagando essa dívida, né? E e daí muitas pessoas podem perguntar e eu me pergunto também, tá? E eu como mãe, o que que eu tenho a ver com isso, né? Sofrendo aqui >> você aceitou a missão, né? Você aceitou a missão como >> eh orientadora desse espírito, né? como uma condição moral mais elevada para poder dar sustentação ao cumprimento da missão dele. Então, mas aí é só um pensamento, né? Por acaso, né? >> Nada por acaso. Nada por acaso, né? >> Eh, eu acho que Chico já dizia, né? Aa perdida, né? >> Se chegou até você é porque alguma coisa ali tinha para se resolver, né? Então mesmo >> nunca foi perdido. >> Nunca nunca foi perdido, né? E a gente precisa olhar para essas nossas dores e entender o que elas querem nos ensinar, porque é esse o sentido, né? O sentido da dor na nossa vida é esse, né? O que que eu tenho que aprender com isso? É o autoperdão, é o perdão, é o amor ao próximo, né? Enfim, o você lembra do do tem um texto do Chico também as cartas de Chico, onde que a a mulher vai desesperada porque o menininho caiu da bicicleta e bateu a cabeça enquanto andava com a babá e ela desesperada. E o Chico Célia, não é? >> Filho da Célia. É, >> filho da >> tá no filme, né? Tá no filme. Exatamente. Inclusive tá no filme. E ela fala: "Olha, era para ter sido com você, mas você não ia aguentar. Ele tinha que ir. Isso ia acontecer com ele de um jeito ou de outro". Então, perdoo ela porque ela foi o o >> o veículo. >> O >> é o o boi de piranha, né? Que eles chamam. o bode piranha para que algo, >> o bode expiatório para que algo se concretizasse e você não entrasse em puro desespero porque você não ia aguentar >> o processo de culpa. >> Sim. >> Então, eh, eu acho que tudo isso que a gente tá falando aí acaba que resumindo assim, tipo o o seja o que for. Tem até uma música do Bim, ele fala assim: "Seja como for, o amanhã renascerá em tormentas ou neblinas, o sol
ue tudo isso que a gente tá falando aí acaba que resumindo assim, tipo o o seja o que for. Tem até uma música do Bim, ele fala assim: "Seja como for, o amanhã renascerá em tormentas ou neblinas, o sol brilhará". Eu acho que ele tava dizendo que esse sol é Jesus. >> Uhum. >> Porque não importa o tamanho da dor, o tamanho do desespero, ainda existe uma luz. Ainda existe. E essa luz, ela é extremamente consoladora. Extremamente consoladora. Eu dei uma de cebolinha aqui, falei: "Consoladora, consoladora, >> consoladora, >> consoladora". A gente, e a Sheila tava falando tão bonitinho, eh, seja o quanto doer, isso há de passar também, sabe? Não importa, seja o que for Jesus ou se a oração for com Deus, porque a gente fala, a gente tem uma certa intimidade com Jesus. Eu >> eu eu falo eu falo aqui, né, que eu eu sou muito íntima de Jesus. A Jose diz assim, tu não se reporta ninguém, né? Tu vai direto lá, né? >> Ah, já vamos direto na autoridade. >> Aí eu falo, é que assim, a gente é muito íntimo, né? Então assim, aí eu >> Ah, maravilhoso, adorei. A gente tem essa conexão, mas tem tanta gente que faz a oração eh eh pedindo intervenção de um espírito em específico ou de um santo, dependendo da de da religião que a pessoa for, ou de um orixá, sei de quem for. Conecta, conecta, >> conecta, conexão, >> só conecta e, e, e, e tenta aceitar, mesmo que doendo, que existe um processo de dor. Por quê? Estamos num planeta ainda de provas e expiações. Haverá profecia, tá gente? Haverá dores, prantos, ranger de dentes. A turma entra na terra e e quer só praia de Caribe. Não vai, não vai. Vai ter dor de dente, vai ter unha encravada, vai ter câncer, vai ter, sabe, vai ter alegrias e vai ter dores e de sabores. Vai, porque é processo. Eu não entrei puro aqui, como é que eu quero sair puro já desse jeito? E e quero o um o eu não se a gente entender que todo mundo entrou para servir, já começa aliviar um pouco. >> Então, e para isso >> tá termine. >> Não era isso. Já começa a aliviar. Já começa a aliviar. Porque sabe aquele o
se a gente entender que todo mundo entrou para servir, já começa aliviar um pouco. >> Então, e para isso >> tá termine. >> Não era isso. Já começa a aliviar. Já começa a aliviar. Porque sabe aquele o empregado chato, aquele faz ah de novo. Aí vai. Ainda que seja assim, mas faz, meu. Até uma hora que você vai receber uma promoção, você vai gostar daquilo que você vai fazer isso >> em algum momento. E você vai olhar para trás e fala assim: "Nossa, eu fiz tudo isso". Aí Deus fala assim: "Fez, meu filho, a quem muito foi dado, muito será cobrado, mas a quem muito foi dado, mais será. Então, toma mais." A gente quer, a gente quer que aconteça da noite pro dia e sem nenhum esforço. Então assim, né, o que a gente >> zero esforço >> eh nos dá conta é que tudo o que Jesus viveu aqui entre nós é possível de vivermos e é para vivermos. Porque se ele é o caminho, a verdade e a vida, não tem outra maneira. E aí ele encerra, né, a sua existência que o Benjado descreveu ali, né, eh, angustiosa entre nós, pedindo pro Pai nos perdoar, porque nós não sabíamos o que estávamos fazendo e continuamos não sabendo. Então, a questão da ignorância é muito forte. de ignorância em todos os sentidos, né, de da verdade, da vida, né, verdadeira, do que somos e do que fazer com isso, né, de como viver essa vida verdadeira de espírito imortal. Então, a pergunta que a gente tem que se fazer, né, quando a gente se vê num momento desse, é o que em mim, na minha intimidade, que eu não conheço, como Sheila bem já falou, né? que você também tá me impedindo de perdoar, tá me impedindo de viver o que Jesus viveu, que é possível, é plausível, não é, né, é só deuses. Mas ele falou que a gente era deuses. Então assim, gente, a espiritualidade, né, amiga, eh, elevada, a espiritualidade que quer o nosso bem, a nossa evolução, não dá ponto sem nó, não fica ponto solto. Não fica a ponta solta, porque a gente vai vendo que tudo se amarra e se conecta. Então, o que a pergunta é o que em mim, na minha intimidade, que talvez eu ainda
á ponto sem nó, não fica ponto solto. Não fica a ponta solta, porque a gente vai vendo que tudo se amarra e se conecta. Então, o que a pergunta é o que em mim, na minha intimidade, que talvez eu ainda não conheça, porque pode nem ser dessa existência ou pode ser, como a falou, alguma coisa, né, que marcou de uma experiência que eu, né, joguei lá para debaixo do tapete, tá me impedindo de ver essa situação >> eh fora do personalismo, né, e não podendo eh tomar esse remédio, que é o único que vai me tirar dessa condição que eu não quero mais est, que eu quero que amanhã eu já acorde, esteja puro de coração para ver Deus. >> Agora eu quero colocar para vocês, porque a gente tá falando bastante do perdão, do auto perdão e tal, né? E pode ser que tenha os nossos colegas aí que estão falando, tá? E existe aquela pessoa que nos ofende por maldade mesmo? >> Sim. Ué, sim. Claro que existe >> aí, >> mas se eu aceito, eu tenho algo em mim, esse desconhecido, >> né? Se eu pego para mim, >> OK, eu entendo, eu estou refletindo, eu busquei aqui conhecer o que isso, mas porque eu perdoo essa pessoa, eu preciso ficar ali para que ela continue me ofendendo sempre. Porque o perdão, né, aqui no aqui no evangelho, né, >> dizum >> nos fala do perdão dos lábios e do perdão do coração. Tem dois perdões. >> Absolutamente. >> Exatamente. >> Então, eu tô dando o perdão dos lábios ou tô dando perdão do coração, né? Porque o perdão dos lábios é aquele que simplesmente eu digo que perdoo, mas eu digo assim: "Eu não quero nunca mais dessa pessoa na minha vida. Eu quero que morra, eu quero que suma daqui, eu quero que isso, eu quero que aquilo, né? Não é assim? Não tem pessoas assim que dizem assim: >> "Sim, você deseja de um sinal para o outro". >> É, exatamente, >> é >> que a gente tem que pensar que a gente tá falando aqui para pessoas que às vezes não estão em contatos com os livros de Joana, com o Evangelho, com livros de Chico, né? >> É. Então, e tem o perdão do coração. Perdão do coração é quando eu
tá falando aqui para pessoas que às vezes não estão em contatos com os livros de Joana, com o Evangelho, com livros de Chico, né? >> É. Então, e tem o perdão do coração. Perdão do coração é quando eu compreendo, né, que essa pessoa fez o que fez por algum motivo que fez, seja porque eu ofendi, porque ela se sentiu ofendida sem motivo, ou porque algo dentro dela tá reverberando para que ela ofenda, ou porque eu mesma me ofendi. E beleza, eu perdoo, sigo a minha vida e deixo ela seguir a dela, né? Porque aqui no evangelho ele também fala, né, que perdoar não é concordar com erro, >> não é esquecer o que aconteceu, porque perdoar não é a minésia. A gente não pode aqui dizer: "Ah, porque eu perdoei, eu esqueci". Não, eu não esqueci. Fala lá no Consolador isso também, né? Exatamente. E eu não posso ficar ali permitindo que essas agressões se repitam, se repitam, se repitam, porque se eu ficar ali essas agressões continuarem se repetindo, até porque eu sou instrumento também de Jesus para que essa pessoa evolua. >> E eu aqui, exato, >> né? dizendo amém paraas agressões que ela tá fazendo comigo e eu vou pedir a permissão para falar aqui no Dia Internacional da Mulher, que isso a gente vê muito na questão das mulheres, né, que muitas vezes permite a violência dentro de casa por n situações, daí não vão nem entrar nesse mérito, porque senão essa live vai até às 18 hoje. mas que essas mulheres precisam se manifestar e dizer: "OK, tu tem os teus problemas lá da tua infância de outra vida. Nós já tivemos os nossos problemas. OK, mas chega, eu não permito mais, eu não quero mais isso para minha vida. Então aqui eu dou um basta, >> né? >> Até onde vai a salvadora da pátria, né? Exato. Porque eu também posso perdoar, mas eu tenho que colocar limites para que aquela pessoa também entenda que aquilo ali não é correto. Porque se eu toda a vida estou perdoando e continuo ali recebendo as agressões e perdoando, que instrumento tô sendo pro bem daquela pessoa ali? Eu tô dizendo amém pras
a que aquilo ali não é correto. Porque se eu toda a vida estou perdoando e continuo ali recebendo as agressões e perdoando, que instrumento tô sendo pro bem daquela pessoa ali? Eu tô dizendo amém pras agressões dela e ela vai continuar agredindo porque ela acha que tá correto. Porque se ela agride e eu digo amém é porque ela acha que tá certo, porque se tivesse errado eu não ficaria ali. Então só queria trazer assim só um um tiquinho pra gente tocar nesse assunto e trazer essa reflexão também, >> né? que é uma reflexão muito aqui, ó, pro pro cotidiano, do que a gente tá vendo aí acontecendo no dia a dia milhares e milhares de vezes, né? Então, porque eu já tive nesse lugar, eu já tive nesse lugar de pegar o evangelho e ficar só na literatura. >> Jesus disse para perdoar 70 vezes 7: "Eu levo as porrada e perdoo. leva essa porrada e perdoo porque Jesus >> que é >> até marcando. >> É, >> já foi uma, já foi duas. Ah, >> é. E até que eu eu virei essa chave e eu não tô aqui me colocando como vítima, tá gente? Tem tudo a ver com o que a gente falou até aqui, tá? >> Uhum. >> Teve um motivo para mim levar as porradas que eu levei. Aí eu tô falando isso, não é, como é que eu vou dizer? Não é real, né? Eu tô falando aqui na questão simbólica, mas a partir do momento que eu digo: "Chega, chega, já deu, eu não permito mais. Eu aprendi, eu olhei prova olhar. Eu precisei perdoar porque senão eu também não consigo seguir. Mas eu não quero mais aquilo ali paraa minha vida. E isso fez com que a pessoa também olhasse paraas atitudes que ela tava tendo e percebesse que aquilo não era correto para não repetir com outras pessoas também, né? Então nós temos que entender que nós somos instrumentos de Jesus, >> né, para mudar e curar as nossas vidas e curar as nossas dores, assim como também para mostrar pros nossos irmãos, né? Então a gente tem um papel importante nessa questão do perdão. Desculpa se eu >> nós, quando você fala nós, você tá se referindo a quem, querida Sheila? >> Nossa. Nossa.
ostrar pros nossos irmãos, né? Então a gente tem um papel importante nessa questão do perdão. Desculpa se eu >> nós, quando você fala nós, você tá se referindo a quem, querida Sheila? >> Nossa. Nossa. >> Levanta a mão. >> Nós todos vind Jesus colocou limites. Todos vindo. >> É Jesus colocou limites também. Então não vamos, né, deixar de compreender que a lição do perdão >> ela precisa englobar essa esse entendimento, essa compreensão de que se o outro não quer fazer o seu movimento de transformação em direção a uma compreensão maior, a um entendimento maior e fraterno, >> nós precisamos colocar o limite para ele compreender que até aqui é possível, daqui para frente não. Não é mais, né? Nós já não estamos mais na mesma sintonia. Muda-se de sintonia, de vibração. >> Uhum. >> Mas que não seja que que nenhuma dissociação esteja com ódio da nossa parte. >> Não, >> não, >> né? >> Que nunca seja, porque as pessoas podem achar assim, eh, e exemplos do dia a dia, tá, gente? Não quero ver nunca mais essa praga. Some daqui. Isso não vai ajudar. Sabe por quê? Reencarnação vai encontrar de novo. É simples esse tanto. É uma matemática simples. Eu tava vendo aqui, eu só queria voltar rapidamente no que a Jose tinha colocado e a Lázaro também. Tão bonitinha. Beijo, Lázaro. >> Eh, como ensinar uma mãe perdoar o assassino do seu filho? Eh, esse esse é o tipo de a gente ensina que 2 + 2 é 4. A gente ensina como ajudar, arrumar a casa, limpar a louça, eh ser uma pessoa mais organizada, mas no mais a gente não tem como ensinar a perdoar isso. Isso tem que partir de dentro da pessoa. A gente dá exemplos, a gente guia dando o exemplo, a gente pode elucidar exemplo. A gente pode elucidar a importância de ser livre, perdoando, mas não tem como ensinar. Eu não vejo assim. Infelizmente, e o que a Lázaro falou baseado no que a Sheila tava falando bonitinho, no o Eu sempre, uma frase sempre me perturbou muito quando gerou conflito. Quem cala consente. E aí eu conheci o espiritismo e um espírito vem e fala assim:
ado no que a Sheila tava falando bonitinho, no o Eu sempre, uma frase sempre me perturbou muito quando gerou conflito. Quem cala consente. E aí eu conheci o espiritismo e um espírito vem e fala assim: >> "Cala para deixar que um mais louco fale o que quiser." Então, nem sempre quem cala consente. >> Quem cala só quer paz. Quem cala não quer o o o embate. Eu não tô falando de debate. O debate pode ser rico, enriquecedor >> para quem fizer parte. Mas o embate, a intenção não é aprender. A a a a intenção é é destruir o outro, é mostrar pro outro é que ele tá errado e pronto, acabou. Isso aí, porque tem discussões que não vale a pena você ficar só debatendo, discutindo, não vale a pena. Isso sim vai te levar num nível de vibração, como disse a Patrícia, >> de igualdade. Então assim, não adianta eu querer combater o mal com o mal, >> né? Mas é aqui, é uma busca interna dentro do meu silêncio. Eu busco me autoconhecer, entender o que eu preciso, o que eu quero, que eu não quero paraa minha vida, >> o que eu aceito, o que eu não aceito. OK, aceitei até aqui, mas daqui paraa frente eu não aceito mais. >> A gente tenta uma conversa franca, sincera, né? Se a pessoa não tá disposta a olhar também para aquilo que tá prejudicando o outro, aí cabe a mim, né? >> Uhum. >> Aceitar que ele pode ser do jeito que ele é, como disse a Patrícia que o Chico falou, né? Ao outro eu dou o direito de ser como ele é e eu dou o direito então ao outro de ser como ele é >> e não como eu gostaria que ele fosse, né? Ele tem o direito de ser como ele é, mas a mim eu dou o direito de ser melhor. E para mim ser melhor, eu ficar ali naquela vibração, nem sempre, né? Perdoando, perdoando, não adianta. Então eu sigo, >> sigo com o coração em paz. Isso é muito importante que o Bin falou, não é seguir tipo, né, desejando mal, >> exatamente. >> É, é seguir leve dizendo, gente, foi até onde foi, agradeço pelo que foi. Eu aprendi com tudo que eu vivenciei, porque a gente aprende com tudo que a gente vivencia,
, desejando mal, >> exatamente. >> É, é seguir leve dizendo, gente, foi até onde foi, agradeço pelo que foi. Eu aprendi com tudo que eu vivenciei, porque a gente aprende com tudo que a gente vivencia, >> coisas boas ou ruins, a gente aprende em tudo, né? Então eu agradeço pelo que eu aprendi, mas daqui para frente eu quero fazer diferente, eu quero ser diferente, né? Eu busco ser melhor. >> E daí você segue, segue em paz e segue a tua vida e ora, ora pel aquele irmão que ficou ali nas dificuldades dele, né? Mas você segue com coração em paz e tranquilo que eu acredito que o teu exemplo em seguir em paz, tranquilo, se colocando em oração pel aquele irmão que está em dificuldade, porque ele aquele irmão é aquilo que meem disse início, ele tá em dificuldade, porque eu não creio que alguém que >> cometa violência física ou psicológica, enfim, esteja bem. Não está bem, com certeza. Absolutamente. >> Tá em dificuldade. >> Absolutamente. >> Então eu oro por ele e sigo. O meu exemplo vai fazer com que muitas vezes ele olhe e pense: "Eu tenho que fazer diferente, eu tenho que mudar e eu tenho que buscar ser melhor". É, >> é necessário que eu seja diferente para que eu me liberte logo. A turma, gente, é quase que um um é um teorema quase eu quero ser feliz, mas eu só faço coisa para me atolar na lama. Como que eu vou chegar lá, irmão? Não dá não. >> Eu só escolho fora da lei. E aí? Oi. >> Aí eu tô traindo para mim >> porque eu sofro demais. Deus pôs um povo ruim na minha vida. Filho. >> Deus pôs um povo, um povo ruim na tua vida, né? Mas na verdade assim, é para você aprender, amar e perdoar. E segue, segue >> isso, >> né? me vem dois livros de de leitura fácil, porque parece novela, mas nem Hollywood seria capaz de produzir algo similar. Se quem tiver assistindo ainda não leu, leia. Quem leu há muito tempo atrás, lê de novo nos dias de hoje para ver se se a gente consegue ver algumas assimilações aí. Sexo e destino. André Luiz libertação. André Luiz. Uhum. >> Renúncia. Emanuel.
. Quem leu há muito tempo atrás, lê de novo nos dias de hoje para ver se se a gente consegue ver algumas assimilações aí. Sexo e destino. André Luiz libertação. André Luiz. Uhum. >> Renúncia. Emanuel. >> Uhum. >> Só faça isso. Faça isso. Eu falei dois, mas são três, tá? Lê de novo. Faz uma revisitada. É >> para entender primeiro perdão, renúncia. E você falar assim, sem spoiler, mas esse filho do capiroto aí que tava enfiando lança em mim, na minha família no passado, eh, eu vou ter que receber de filho agora. É isso que vai acontecer. Uhum. Uhum. >> E você vai amá-lo. E você vai amá-la. E você vai ter com ternura. Você, mulher vai amamentar. Eu não consigo dizer o quanto isso me move por dentro de saber que isso acontece todo dia, da beleza da justiça de Deus nisso. e do amor, da grandeza, de você restituir o o amor e amizade, o carinho ou construir a a a florzinha da paz onde antes havia ódio, onde onde antes havia violência. E aí Deus fala assim: "Calma, vamos consertar isso daqui agora. Vamos. Tu vai na frente, ele ou ela vai logo na sequência, na sua barriguinha >> e você vai amar. >> E a gente fala assim: "Meu Deus, o outro tá brigando ali porque o cara passou de carro e jogou lama na roupa do outro ainda, sabe? E >> olha pro macro, meu filho. Olha, olha para achei no começo da materialidade. Exato. >> Exato. A ilusão da matéria que nos tira, né? A vigilância necessária para vida. Achar que é só aqui, né, Patrícia? >> De achar que é só aqui. >> Achar que é só isso. Exatamente. Achar que é só isso. >> Exato. Exato. >> Imagina aí. Aí realmente a a cruz, né, e todo o evangelho é loucura. >> É loucura. Porque como assim? E e quantas respostas Jesus deu, né, para Pilatos, pros seus julgadores, né? Então, o silêncio não é concordância com erro, é um momento em que você se retira daquela vibração. >> Jesus >> resgatou Maria Madalena. >> Uh >> da morte enquanto viva. >> Uhum. E e isso, sabe, hoje, nos dias de hoje, a gente conseguiria ver isso acontecendo, sabe? Jesus falou assim: "Para, moçada,
>> Jesus >> resgatou Maria Madalena. >> Uh >> da morte enquanto viva. >> Uhum. E e isso, sabe, hoje, nos dias de hoje, a gente conseguiria ver isso acontecendo, sabe? Jesus falou assim: "Para, moçada, deixa eu ir buscar Judas. Ele tá num lugarzinho não muito legal e ele esteve comigo esse tempo todo." Vocês estão vendo isso? Então, quando ele fala, sabia o tempo todo, >> sabia? Então, a promessa do Cristo e isso eu tenho que carregar comigo, porque isso isso me dá um pouco de consolo de paz para seguir diante de toda loucura. Nenhuma das ovelhas que o pai me confiou vai se perder. Rapaz, eu posso até ser uma ovelhinha meio preta. Eu tô até escuro. Eu tava vendo aqui no vídeo, eu tô mais escuro do que eu sou normalmente, tá? Faltou luz aqui, desculpa. >> Tá com a luz da janela por trás. Aí você, >> mas eu ainda estou. >> Pois é, né? Eu deveria ter virado, mas ti o leite agora. Mas eu ainda sou uma das ovelhas. >> Sim. Então eu não tô perdido, não tô perdido e nem nenhum de nós aqui. E isso me consola. Porque vai ter um dia que nós vamos estar lá assim, ó, lá e Deus vai falar assim: "Ô Bim, vá lá junto com a Sheil e com a Shilu e constrói um planetinha ali para mim naquele sistema ali e nós vamos falar >> em breve, gente, em breve. Ó, só para falar de mais uma leitura, ó, capítulo 10 do Boa Nova. Perdão. Só para, ó, ele fala assim para Pedro, né? Porque aí quando ele vai explicar do 70 xes, o perdão não exclui a necessidade de vigilância. Olha tudo que a Sheila falou, nós precisamos, né, saber colocar os limites e saber onde estamos. Como o amor não prescinde da verdade. Então, sem a verdade, como a gente ama, né, com misericórdia, com caridade. E aí ele diz, esquece o mal e trabalha pelo bem, porque aí a gente entra nessa outra frequência, nessa vibração. Eu não vou mais olhar pro que me aconteceu. Eu vou seguir. Eu vou aproveitar as lições e seguir e procurando fazer o pouco de bem que eu já consigo. E ele fala: "Deve conciliar-te de pressa com adversário, né? Porque eu busquei salientar que
u. Eu vou seguir. Eu vou aproveitar as lições e seguir e procurando fazer o pouco de bem que eu já consigo. E ele fala: "Deve conciliar-te de pressa com adversário, né? Porque eu busquei salientar que ninguém pode ir a Deus com sentimento de odiosidade no coração. Eu não posso, né, desejar que o outro se lasque e achar que eu vou desencarnar e vou chegar num lugar tranquilo, na paz, né? >> Não vai. >> É só a pureza de coração que vai me proporcionar, é só a metanoia. né? É só essa metan. É um nome engraçado, né? Metanoia. Eu vou dar o nome da minha filha de metanoia. Se eu tivesse uma filha, vem cá, metano >> coitada. Põe no gatinho. >> E pior é achar que a gente vai desencarnar >> e que passou, essa pessoa ficou aqui e tá tudo certo. Não, daí como subir, vai vir como meu filho, né? >> Uhum. ou vai vir como minha mãe, como o meu pai, né? Porque eu sempre eu sempre falo que o estágio de pai e mãe para mim, né? Eu falo que é o último estágio, é a última tentativa de Deus para conosco. Tipo, já tentou colega de trabalho, já tentou, >> já tentou sogra, já tentou cunhado, >> tentou tudo, não deu certo. Vou colocar aqui como filho, porque filho >> tem o amor ali já, né, enraizado, daí vem como filho, sabe? Porque >> realmente é isso, né? >> E nossa, tô muito feliz com esse com esse nosso estudo, né? E eu queria, só porque a gente já tá aí chegando em 1 hora 13 já, eu queria deixar aqui as minhas considerações finais nesse dia de hoje, que primeiramente a gente busque, né, busque trazer paraas nossas vidas os ensinamentos de Jesus. Porque se a gente trouxer paraas nossas vidas os ensinamentos de Jesus, a gente vai trazer tudo, que é o autoconhecimento que ele tanto nos ensinou, que é o amor próprio, porque ele dizia: "Ame aos vossos irmãos como, né, gostaria que fosse amado, como, né?" Então assim, ao amor próprio, o amor pelos nossos irmãos, a compaixão, a benevolência, o perdão, tá tudo, tá tudo ali. Se a gente buscar >> colocar em prática no nosso dia a dia, nas nossas ações, nossas palavras, os
amor próprio, o amor pelos nossos irmãos, a compaixão, a benevolência, o perdão, tá tudo, tá tudo ali. Se a gente buscar >> colocar em prática no nosso dia a dia, nas nossas ações, nossas palavras, os ensinamentos de Jesus, né? A gente vai tá se colocando no lugar do próximo, entendendo as suas dificuldades, deixando o nosso ego de lado, não trazendo paraa nossa pessoa, né? Mas ao mesmo tempo a gente vai tá entendendo que precisamos colocar limites e que não podemos dizer amém para tudo também, porque senão esse irmão também não vai conseguir evoluir, né? E não nos esquecermos que esta vida aqui, esta encarnação aqui é apenas um pequeno fragmento da nossa existência, né? que precisamos sair daqui melhores do que quando entramos, né? E isso entra o perdão e que tudo o que estamos vivenciando aqui vai passar, mas depende muito mais de nós, né? Do quanto nós vamos sair com o nosso coração puro no sentido de mágoas, de rancores, de ressentimentos, né? paraa próxima encarnação, a gente tá um pouquinho mais leve nesse sentido, né? >> É isso. Eu tô muito feliz com a visita do Bim. Deveria voltar mais vezes. >> Esse é o maior amigas aí. Esse é uma armé, é o perdão. >> Ai, eu nem sei fazer coraçãozinho, gente. Ó, assim, como é que é? >> Eu faço assim. Não, agora não quer. Agora não quer. É >> b de qualquer forma, eh, eu eu baguncei, eu falei assim: "Ô, eu acho, por exemplo, a Carla e a Lázaro que tem a porta, a chave da porta, elas deveriam entrar pra gente eternizar esse momento. Só isso que eu queria dizer >> também. J, >> a Jos deveria pegar o banquinho e sentar logo ali também. Só isso. Eu só que eu acho também, né? Eu não mando nada aqui. Acho, né? >> Eu eu sou visitante. >> Vamos, Carla. Anda logo. Cabado. >> Mas ele quer que você entre aqui >> na telinha perturbada. Venha, J. Venha J. É, vem, gente, porque o Bin vai cantar, ele vai terminar as mulheres. >> É especial para as mulher. >> Vim vai cantar. Vim vai cantar. Venham. >> Isso. >> Eu tenho que lá, vocês têm que me dar
enha J. É, vem, gente, porque o Bin vai cantar, ele vai terminar as mulheres. >> É especial para as mulher. >> Vim vai cantar. Vim vai cantar. Venham. >> Isso. >> Eu tenho que lá, vocês têm que me dar uma minuto para ir lá buscar o tal violão. Então, eu não sei se vai dar certo porque >> eu eu montei o o acampamento aqui. >> Vai cantar. Eu montei o acampamento aqui de um jeito que eu achei que ia dar certo, mas não tá dando certo. E o microfone que eu uso pro áudio, porque eu isso é pegadinha, né? Eh, eu não achei que ia dar certo de O microfone que eu uso pro áudio não tá aqui. >> E eu procurei e eu não sei onde ele foi parar. >> Hum. Vem mesmo. >> Então espera, espera. >> Agora tem quear agoraada. Vai vai lá. Vou te volta. Vai >> aí. Então vai. É isso aí turma. Corre lá. Corre lá pegar. Corre aí. Lázara. Chega aqui. Ó o link tá lá. O link tá lá no >> no grupo, pode entrar quem quiser para cantar junto ao vivo. >> Vamos lá. >> Mas é isso, né, amiga? Cadê Eliane? >> Não tem jeito. É, Eliane, bora aí. Não tem jeito. É o único remédio, né? É o único remédio que vai nos tirar dessa condição que a gente não quer, tá? E a gente não quer usar o remédio, né? O remédio maior só para arrematar, né, Patrícia, esse perdão, como o evangelho nos fala, se a gente não quer fazer pelo nosso irmão, que façamos por nós. >> Por nós isso, >> por nós, né? Porque esse perdão ele vai beneficiar primeiramente a nós, né? Porque se nós tivermos a capacidade, né, de perdoar o nosso irmão, nós vamos seguir. Independente do irmão nos perdoar ou não, mas se nós dermos o perdão, nós vamos seguir mais leves, né? >> Sempre, sempre. E e virar a página, né? Virar a página, né? >> Seguir, >> é seguir, seguir. É, é relembrar, né? relembrado que foi vivido, mas sem a dor, né? Saber que houve um momento de oportunidade, uma lição e seguir, né? Seguir, porque senão a gente vai ficar estacionado aqui, né? Vamos ver. E o Bin tá tá arrumando lá o tá arrumando o estúdio. Estamos perada, estamos perada aqui.
oportunidade, uma lição e seguir, né? Seguir, porque senão a gente vai ficar estacionado aqui, né? Vamos ver. E o Bin tá tá arrumando lá o tá arrumando o estúdio. Estamos perada, estamos perada aqui. Ah, gostei. Agora tô gostando dessa coisa aqui. Ah, muito >> seja bem-vinda. >> Bom dia. Diga aí, dona Lázaro. >> Foi pegar no susto. >> É. >> Epa, >> acho que deu problema com o microfone. >> Não tá funcionando seu microfone, La, será? Hoje tem até música. Pera, você quer voltar? Fala, fala aí. Teste. Lázara. Tá funcionando o som? Fala, >> fala. Bom dia. >> Ah, não, agora fechou o microfone. >> Ah, aperta aí. >> Mas eu tô me vendo duas vezes. Eu tava fechando porque eu tô me vendo. É, mas eu tô me vendo duas vezes aqui. >> Não, não tá aparecendo para nós >> não. Mas aqui tá normal. >> Segue, segue aí. Dia comemorativo hoje, Lázaro. >> É, ó. Presente do Pinho aí para nós. >> Ótimas, viu? Adorei estar com vocês aqui, viu? >> Uhum. >> Presentão para nós. Você, Pim. >> É, achou-se. Opa. Opa. Nossa senhora. Hoje tá ficando sério aqui, hein? Opa. Oi, gente. >> Oi, bom dia. Eu vim só, eu vim para ouvir a música porque a a a live, o estudo, ouvi foi excelente, muitas reflexões e fica para nós esse momento de reflexão, né? Eu até tinha colocado aí pra gente tirar o domingo para refletir, que acho que é um momento de reinício, né, semana. Vamos então aproveitar, se a gente não consegue fazer o exercício diário, que a gente faça o nosso exercício semanal de reflexão, né, de buscar essa essa reforma, fugir dos melindres, buscar o perdão próprio e o alheio, apesar de que é difícil, né, gente, a gente fala, mas e se a gente fala, né, amigas, a gente nós somos as primeiras que precisamos ouvir, então, >> Exato. >> E que tem que viver, né? Isso, exato. Não, a gente aprende, né, na caminhada, então que a gente tenha aí coragem, né, para >> para enfrentar tudo, vivenciar e e vencer, né, cada dia errando, a gente vai continuar ainda errando. Ainda somos muito falíveis, né, mas estamos aí para
ntão que a gente tenha aí coragem, né, para >> para enfrentar tudo, vivenciar e e vencer, né, cada dia errando, a gente vai continuar ainda errando. Ainda somos muito falíveis, né, mas estamos aí para aprender, né? Mas foi muito bom o estudo hoje, gente. Muito obrigada vocês. Patrícia Sheila, >> obrigada que estão sempre aí com a gente, né? >> Muito obrigada. Com certeza. >> Opa, ó lá. Agora ficou sério. >> Pode entrar. Cai para dentro aí, ó. Ah, é assim, doutora Carla, querida Lázara, ma que amor ver vocês aqui. Ad, >> pois é, viemos participar da sua música. >> Baixaria do Senhor. Não é Café com Kardec, mas aqui também é baixaria do Senhor, viu? A gente trouxe até a Jose para dentro. Imagina >> a história é a seguinte. Eu tô sem, eu, eu vou ter que fazer um gato aqui e eu vou ficar sem ouvir vocês. Vocês fazem assim, se vocês tiverem ouvindo, tanto eu quanto >> o violão. Pera. >> Tá. >> Oi. 1 2 3. Então tá. Ela é assim. Filhos meus, não temam o bradar da tempestade. Sou eu quem age. Meu silêncio já era tempo de parar. Acalma o coração, consola o teu irmão, espalha a esperança, isso vai passar. Calma, confia, fui eu quem te criou. Tua missão maior sempre foi o amor. Te liberta da culpa dos grilhões se libertou. Ilumina-te, ilumina. Não há punição. Bem-aventurado que amor. Da nova era, vem romper a noite dos teus dias. Seja paz. Escolha a paz. Esse é o limar de um novo dia. Renova-te, renova-te. A morada já se faz. E o meu reino é você. Renova-te, renova-te. Bem-aventurado o que amou. Mesmo a dor é por amor. És minha criação. Sinta no teu coração. És espírito imortal. Seja livre. Seja pleno. Seja a luz. Renova-te. Renova ti vorada já se faz e o meu reino é você. Renova-te, renova-te, bemaventurado o que amou. Mesmo a dor é por amor. Renova-te, renova-te. Eu te ouvo. Eu te ouvo. Fala alguma coisa, gente. >> Lindo. >> Lindo. Ouve. >> Deu para ouvir direito de novo? Eu usei o microfone pontozinho. >> Nossa, perfeito. >> Gente, como eu sou grande, né? Olha, eu pequenininha, ainda tô maior que a tela
nte. >> Lindo. >> Lindo. Ouve. >> Deu para ouvir direito de novo? Eu usei o microfone pontozinho. >> Nossa, perfeito. >> Gente, como eu sou grande, né? Olha, eu pequenininha, ainda tô maior que a tela inteira de vocês. Eu lembro, eu lembro da Lili quando a gente chegou para encontrar ela lá em um, como é que chama? >> Joinville. >> Joinville. >> Joinville. Ela olhava assim para mim e falava: "Jesus, >> esse moço é muito grande". É nós, Binho. A gente é pequeno demais perto de você. Por isso que você tá grande, não é? >> Aí ele fala que eu sou do tamanho do Jesus ali. Não sabe, né? >> Mas é, mas é lá o Jesus lá da frua. Tem de perna, eu tenho de altura. O cardquinho, ela saiu de lá abraçada com ele, a perninha dele quase encostava no chão. Que exagero. >> Que horror, que horror. >> Ó a nossa amiga Teca aqui. Que lindo, ó. >> É >> que bom, Teca. Que bom. É esse fardo >> né, que a gente carrega desnecessariamente. Isso >> é >> que maravilha. Boa, boa. >> Obrigada, >> aquilo que a gente vinha falando, né, que o perdão é é para nós, né? >> É o alívio pro nosso coração, né? >> Uhum. >> Uhum. >> Muito bom. Muito bom. >> Olha, tem nem o que falar. >> Obrigado pelo carinho do convite. >> Maravilha hoje esse encontro. Obrigado. >> E aí, ó, para nos homenagear, eu acho que a prece final deve ficar a cargo do B, já que ele trouxe essa música linda para nós. >> Eu acho que a nossa Mas você tá aqui >> hoje, é hoje tudo com ele, né, Lázara? É, >> é fruto >> não. Olha aqui, mul aqui ele. Então vamos votar. Quem acha que não? Aprovado. >> Vou fazer. Espere, espere. É assim, ó. >> Se tiver ouvindo a minha voz de violão, faz assim. Oi. Oi, mestre. Ensina-nos a hora. Com mais alto eu desejo me conectar. pedir obtereis, mas que as palavras não sejam em vão. Não sejam em vão. Pai nosso que estais no céu, está em tudo e a tudo vem o mais íntimo do meu ser. Pai, que teu reino venha a nós de justiça, caridade e de amor. A cada dia o pão. Abençoa a minha mesa e a de cada irmã. me ensina a perdoar
no céu, está em tudo e a tudo vem o mais íntimo do meu ser. Pai, que teu reino venha a nós de justiça, caridade e de amor. A cada dia o pão. Abençoa a minha mesa e a de cada irmã. me ensina a perdoar para que eu mereça o teu perdão. Libertação. Pai, afastai o mal de mim. Me dê forças para ser mais do que ter, Senhor. Também venho agradecer. E se eu me perder, que me faça ver. Amém. Amém. Amém. >> Amém. Que assim seja. Amém. Gratidão, viu? >> Que Deus, o Senhor da vida >> e dos destinos, vos abençoe a todos, nos abençoe a todos. Cuida do nosso lar, Senhor, para que seja sempre um templo de paz, mesmo nos dias mais duros das nossas almas, mas quando a noite for mais densa, Senhor, da nossa encarnação, seja luz para nós, para que a chama da esperança não disfaça jamais. Jesus nos abençoe a todos. Obrigado pelo carinho de novo do convite. Desculpa a bagunça, mas foi eu que fiz essa bagunça aí, parte dela, tá? Não vou levar a bagunça sozinha, a culpa da bagunça sozinha. Perdoe para nos libertar. >> Muito obrigada, Carla, Lázara, Patrícia. Deus nos abençoe a todos. Foi muito bom estar com vocês aqui hoje. >> Obrigado. Peca. né? Até domingo que vem tem mais estudos. >> Abençoe a semana de cada um de nós. >> Bom domingo. Boa semana. >> Boa semana. >> Boa semana para todos. เฮ
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