Estudando com Jesus | O ESPÍRITO DA VERDADE – Capítulo 06 | 13.04.25

INSTITUTO GOIANO DE ESTUDOS ESPÍRITAS IGESE 14/04/2025 (há 11 meses) 1:13:14 52 visualizações

Estudando com Jesus | 13.04.25 Estudo sequencial da obra: O ESPÍRITO DA VERDADE – Capítulo 06: Deus te abençoe Apresentação: Equipe IGESE Realização: IGESE 🎙️ Novo na transmissão ou querendo melhorar? Confira o StreamYard e ganhe $10 de desconto! 😍 https://streamyard.com/pal/d/5053460718813184

Transcrição

เฮ Bom dia, boa noite, boa tarde, seja lá o horário que você estiver assistindo. Bom dia, Cirlei, minha querida. Muito bom dia, Isabela, parceiraça de estudo. Bom dia, gente. Bom dia, vida, bom dia, Brasil, planeta, encarnados e desencarnados, todo mundo junto com nós hoje porque a mensagem e o estudo é lindo demais. É um dá nos dedos e um dá na alma e um dá na nossa a nossa reforma íntima. Hã, poxa, essa foi bonita agora, né, amiga? Nossa reforma íntima. É, pior é que é isso mesmo, gente, né? É reforma íntima. Olha aí o livro que nós estamos estudando aí, ó. O espírito da verdade. É isso aí, ó. Lá o Cristo na neve que fica na capa dessa edição aí mais antiga. E tem uma edição mais moderna que eu não tenho ela aqui, né? Claro, mas que todos podem aqui, a minha aqui é velinha, aqui ó, tudo nada. Ei, o espírito da verdade. Sinal de que ler, né? É, é, exatamente. Hoje é o capítulo seis, né? Capítulo seis que nós vamos estudar, que foi psicografado pelo Valdo Vieira. O espírito é do Hilário Silva que manda mensagem para nós. Mas antes da gente iniciar, vamos fazer a nossa prece maravilhosa. Vamos lá. Vamos fazer a nossa prece hoje, né? fechar os olhos, mentalizar nosso mestre Jesus aqui conosco, nos abençoando, abençoando esse estudo que vai tocar fundo em nossas almas, vai ligar aquela luz de um sentimento maior, que é o sentimento de tolerância, o sentimento de indulgência. Senhor, abre o nosso coração e as nossas mentes hoje para que possamos absorver todo o conteúdo maravilhoso que a lição de hoje vai nos trazer, vai nos tocar a alma e a consciência. Que Jesus nos abençoe nesse domingo maravilhoso que estamos vivenciando hoje. Assim seja. Eh, sejam bem-vindos a esse nosso estudo. E aí, se lê quem vai ler o estudo, eu ou você? Que que você acha? Tu pode ler hoje, Isabela? Claro, você que manda. Opa, já tá na tela aí para todos vocês poderem eh participar e ler junto conosco. Deus te abençoe. O estudo foi referente ao capítulo 10, item 16, do Evangelho Segundo o Espiritismo. Logo após fundar o laria

tá na tela aí para todos vocês poderem eh participar e ler junto conosco. Deus te abençoe. O estudo foi referente ao capítulo 10, item 16, do Evangelho Segundo o Espiritismo. Logo após fundar o laria Franco, na cidade de São Manuel, no estado de São Paulo, viu-se dona Clélia Rocha sérias dificuldades para mantê-lo. Tentando angarear fundos de socorro, a abnegada senhora conduzia crianças aqui e ali em singelas atividades artísticas. Acordava almas, comovia corações e sustentava o laborioso período inicial da obra. Desembarcando certa noite em pequena cidade, foi alvo de injusta manifestação antiespírita, a poupos, gritaria, condenações. Dona Clélia, com auxílio de pessoas bondosas, protege as crianças. Em meio à confusão, vê que um moço robusto se aproxima e, marcando-lhe a cabeça, atira-lhe uma pedra. O golpe é violento, o sangue escorre, mas a operosa servidora do bem procede como quem desconhece o agressor. Medica-se depois a espíritas devotados que surgem. Dona Clélia demora-se por mais de uma semana orando e servindo. Acabava de atender a um doente em casa particular quando entra uma senhora aflitíssima. É mãe, tem um filho acamado com menigite e pede-lhe auxílio espiritual. Dona Cléliia não vacila, corre ao encontro do enfermo e surpreendida encontra nele o jovem que a ferira. Febre alta, inconsciência, a missionária desdobra-se em desvelo. Passes, vigílias, orações, enfermagem. Ao fim de seis dias, oito está salvo. Reconhece-a envergonhado e quando a sós, beija-lhe respeitosamente as mãos e pergunta: "A senhora me perdoa?" Ela, contudo, disse apenas com brandura: "Deus te abençoe, meu filho". Mas o exemplo não ficou sem fruto, porque o moço recuperado fez-se valoroso militante da doutrina espírita e ainda hoje onde se encontra é denodado batalhador do evangelho pelo espírito de Hilário Silva. Olha só, é já começando realmente, né, dar o exemplo pra gente. Tem um uma uma curiosidade. Ah, gente, eh, só para pegar aqui, esse capítulo faz uma uma indução ao capítulo 10 do livro O

ilário Silva. Olha só, é já começando realmente, né, dar o exemplo pra gente. Tem um uma uma curiosidade. Ah, gente, eh, só para pegar aqui, esse capítulo faz uma uma indução ao capítulo 10 do livro O Evangelho Segundo Espiritismo. Bem-aventurados os que são misericordiosos. o item 16 que fala sobre a indulgência. Só o primeiro parágrafo aqui, espíritas, queremos falar-vos hoje a indulgência, sentimento doce, fraternal e fraternal, que todo homem deve alimentar com os seus irmãos, mas do qual Mas qual bem poucos bem poucos fazem uso. Ó o exemplo ali do menino, né? Tocou a pedra. Tu sabes, Isabela, até a título de de curiosidade aqui pra gente. Chico Xavier, olha, Teca querida, bom dia, amada. Já chegou aqui com nós. Teca tá devendo uma participação aqui conosco, né, Suzi? B Mas voltando ao assunto do estudo, o Chico ele chamava, eu vi uma vez uma matéria que ele chamava algumas doenças que a gente tinha de doenças protetoras, um exemplo. Daí tinha pessoas que questionavam, né, uai, doença, doença protetora. E ele dizia isso mesmo. Numa reencarnação passada, a Cerlei veio e tinha o vício, um exemplo, o vício da bebida. Bebia, bebia, bebia, perdeu a encarnação pelo vício do álcool. numa reencarnação seguinte, lógico, depois de, né, passar para outro lado e ver a besteira que fez, né, o tempo que perdeu, que jogou fora aquela encarnação, se arrepende, chora, ai pelo amor de Deus, eu não vou mais fazer. Aí a espiritualidade pensa, não, palavras não me adianta muito, tem que ir lá no papel, né? O ser humano tem que ser assim, tem que ser meio que no papel a lei. Helena, bom dia, querida. E aí eu eu combino com a espiritualidade de voltar novamente e me redimir daquele vício da da reencarnação perdida através do vício da bebida. Mas a espiritualidade sabe, ah, essa garotinha aí vai aprontar de novo, ela vai falhar. Então, para ajudar os espíritos lá conversando com o outro, né, com o nosso protetor espiritual, nosso anjo da guarda, ó, vou fazer o seguinte, não fala nada para

vai aprontar de novo, ela vai falhar. Então, para ajudar os espíritos lá conversando com o outro, né, com o nosso protetor espiritual, nosso anjo da guarda, ó, vou fazer o seguinte, não fala nada para Cirlei. Vamos dar para ela uma doença autoimune do fígado. Do fígado. Vamos botar lá que daí quando ela for beber, qualquer bebida que ela for provar, ela vai sentir mal e imediatamente ela vai rejeitar e vai indo, vai indo, ela passa, ela passa na provinha e daí acontece. Aí a Cirlei vem, reencarna, né, bonitinha, cresce, tá, vai um dia numa festinha, bebida, passa mal, dá aquela dor terrível. Aí, o que que a Serin faz na segunda-feira? Vai lá no centro espírita da Isabela e pede pra Isabela: "Bela, por favor, me ajuda aí. Me dá um passe, uma irradiação, uma consulta, um tratamento para que eu me cure dessa doença autoimune que eu tenho no fígado." Não é isso que geralmente a gente faz? Porque a gente esquece, a gente esquece daquele combinado e aquela doença ali, ela tá ali o quê? protegendo eu de falhar novamente. Eu não, eu eu não lembro disso, mas a espiritualidade, né? Aí os dois, o anjinho da guarda, vai lá com o nosso guia protetor espiritual lá de de do outro lado, lá de cima é muita pretensão ainda, lá do outro lado e fala: "Ó, viu? Não falhei, não falei." Ela ia falhar, ó. Ó, ele ela, onde é que ela foi? Já na festinha ia se perder. Aí eu pego, vou lá no centro da Isabela, tento tratamento, tento um monte de coisa e não dá certo. E o chazinho de boto também não dá certo. Ah, e o chazinho de ervas também não dá certo. E eu choro e lamento e lamorio porque Deus, Deus me castigou, Deus não tem amor por mim e aquela doença tá o quê? Me protegendo. E assim, gente, não é só com a bebida, né? é com pessoas que têm às vezes alguma doença de pele que falhou por beleza, se achou, né, muito importante, muito eh enganou, passou por cima de outras pessoas. E essas doenças que vê como um freio, um freio para que a gente passe pela prova, para que a gente supere, porque nós sozinho a gente

o importante, muito eh enganou, passou por cima de outras pessoas. E essas doenças que vê como um freio, um freio para que a gente passe pela prova, para que a gente supere, porque nós sozinho a gente promete lá do outro lado. Pr não o quê? Eu falei 50 vezes. Bota 52 provas aí que eu dou jeito. Olha, tu não vai dou lá na terra fichinha. No instante. Ó, nem vou precisar ficar os 80 anos que vocês me deram. Pode me desencarnar com os 60 que eu volto já com as tarefas prontas. E a espiritualidade não é bem assim. Tu vai falhar, né? E a gente vem e esquece das coisas e vai praticar o erro de novo. E tem às vezes aquela pedra no nosso caminho para quê? Para freiar, para ajudar a gente no processo de evolução, né? E quanto não com problema só de saúde, quanto que a gente faz isso com outras pessoas. Eu e a Isabela hoje no plano espiritual tivemos uma treta terrível por uma questão de trabalho do da reencarnação passada. Olha que lindo, ó. A a nossa teca atrás. Tem aquela história do rapaz que começou o suicídio na encarnação seguinte, veio sem os braços, cometeu outra vez, cometeu suicídio de novo. Eh, se não me engano, se jogou em algum lugar. Exatamente, exatamente. Voltou sim os bracinhos, as pernas. É, até nas obras de dona Ivone do Amaral Pereira traz algumas coisas também, né? Memórias de um suicida. É isso mesmo. E você vê que na doença lá, né, nessa lição que a gente vê aí da dona Clélia, né, é que é uma pessoa que realmente existiu aí nos anos 20 aí no início de do do do século passado. E ela foi, ela ela tava fundando, ela fundou lá nessa cidade de de São Manoel o Lara a Anália Franco, né? Quem foi Anália Franco, hein, gente? Quem foi a Nália Franco? Ela foi uma educadora e ela e ela fundou mais de 100 eh instituições que abrigavam mulheres, mães solteiras, davam profissão para essas mulheres, profissionalizava, ajudava os filhos. Então, e essa essa Clélia da historinha aí, ela existiu de verdade. Ela foi colaboradora direta da Nália Franco. Franco morreu em em

rofissão para essas mulheres, profissionalizava, ajudava os filhos. Então, e essa essa Clélia da historinha aí, ela existiu de verdade. Ela foi colaboradora direta da Nália Franco. Franco morreu em em 1919 com a gripe espanhola e e e ela ia fundar uma instituição lá que foi fundada depois pelo seu marido e levou o nome dela e ela era espírita e onde ela ia ela esse negócio, o pessoal naquela época que ela nasceu em 1856, faleceu em 1919, naquela época tinha muito preconceito. contra o espiritismo aqui no Brasil. E ela vinha de família católica e tudo. É. E o rapaz, né? O que que aconteceu? O cara que agrediu ela adoeceu através da doença. Analia, a Nália não, a a dona Clélia chegou até ele, fez vigílias, orações, ajudou aquela família no que ela pôde ajudar. Então, o rapaz recuperou. Olha só. né? O a doença atuando aí para mudar a vida da pessoa. E a partir daquele instante ele virou espírita também. Uhum. Mas o espiritismo a gente era perseguido, né, naquela época. Claro. E é esse o exemplo da historinha aqui, né, que a gente traz ali, que o Chico falava sobre a doença protetora. Ela, a dona Cléli, ela podia daquela pedrada ter dito: "Não, chega, chega, chega para mim, chega, não preciso passar por isso". Ou então hora que ela reconhecesse ele, né? É, eu ela já ficasse assim, não, pera aí, eu Ah, foi tu? Ah, tu quer um remédio? Olha aqui que que eu trouxe. Lembra isso aqui? Lembra a pedra que tu me tocou aqui, ó? Pum! Né? A gente quase faria isso, né? Ol aqui, ó. Ó, a cicatriz que eu fiquei, mas ela não. Então isso foi um exemplo de ela com outro, né, da dona Clélia com esse jovem. E a gente pode pegar esse exemplo de nós com nós mesmos. É isso, quando, né, quando a gente reclama de alguma doença que vem para expurgar, para purificar a gente, e a gente continua achando que é um castigo, a gente continua achando que há praga. Ah, isso aqui foi trabalho feito que fizeram para mim, foi coisa feita na comida que colocaram para mim. Gente, não é, não é. E a partir do momento, olha, Chico, eu

ente continua achando que há praga. Ah, isso aqui foi trabalho feito que fizeram para mim, foi coisa feita na comida que colocaram para mim. Gente, não é, não é. E a partir do momento, olha, Chico, eu me lembro de uma vez que eu vi uma matéria sobre ele, que queriam curar uma das vistas, né, que ele tinha um problema gravíssimo numas das vistas e ele disse: "Não, não, não tem que curar não. Eu preciso passar por isso. Eu preciso viver esse processo." Não é assim. Vocês não entendem. E era ele. Lógico que nós, gente, pelo amor de Deus, nem de longe, nem a quilômetros de distância se comparar com Chico Xavier, mas o exemplo a ser seguido, né, que muitas vezes a gente reclama, a gente acha assim que tudo é castigo, tudo é castigo e não é, é uma oportunidade. Às vezes a gente, por isso que é bom o estudo, né, Isabela? Estuda, espíritas instruí-vos. né? Espíritas amaivos, mas espíritas instruív-vos. Por quê? Porque através do estudo do conhecimento é que a gente sim vai entender e responder para nós mesmos muitas dúvidas que a gente tem, né, amiga? É isso mesmo. O estudo é como se fosse um farol numa estrada esburacada. É, se você tem esse farol, você desvia, né? Você consegue desviar. dos desafios que essa estrada impõe para você. Uhum. Você consegue passar pelos momentos difíceis, né? Evitar algumas coisas, mas se você não tem essa luz do conhecimento, não é? Se você não tá despertado para isso, o que que acontece? Fatalmente você vai cair nas armadilhas da vida. É, e vai se indignar com aquilo. É, vai se indignar e vai afundar cada vez mais revoltar. É. E se a gente tá doente hoje e a gente a gente tem um direito de pedir pela cura, sim. Tem um direito de de igual a mãe suplicou pelo filho, né, na lição ali, por favor, nos ajuda. Ele tá com minigite e tal. A gente tem o direito, porque se for o nosso merecimento, a cura virá rapidamente, senão vai demorar para que com isso a gente possa aprender com essa enfermidade. Uhum. Porque quando a gente está doente, o que que acontece? A gente é obrigada a

merecimento, a cura virá rapidamente, senão vai demorar para que com isso a gente possa aprender com essa enfermidade. Uhum. Porque quando a gente está doente, o que que acontece? A gente é obrigada a parar tudo que a gente tá fazendo, tudo aquilo de material que a gente tá fazendo. E não vem por acaso, gente, sempre vem por um motivo para nos despertar para algo maior, por verdadeiro sentido da vida. É, às vezes as coisas assim, é, uai, o dobrar o joelho abaixa a arrogância, né? Abaixa um pouco o teu topete. Tu vai ter a cura, tu vai. Isso aí foi só para te mostrar que tu não é a cereja do bolo. Tu não é o último biscoito do pacote. Aí tu te desespera, tu baixa a guarda, baixa o topete e vai e pede. Ah, espiritualidade, fio tá aprendendo. Ah, mas precisa ser assim, gente? Precisa. Às vezes precisa, né? Às vezes pelo amor, tu deixa lá a a a Clinha Isabela com saúde, saúde, saúde. Elas esquece da fé, elas esquece de orar, elas esquecem da humildade, elas acham, né? Daí daqui a pouquinho tem que torcer o tornozelo um pouquinho para Opa, pera aí, eu preciso também orar, eu preciso agradecer. Puxa, ontem eu tava com com o pezinho tão normalzinho, podia correr, brincar, hoje eu não posso, né? Olha, daí eu vou dar o quê? A importância para quando o pé tava bom, né? Amig, é por aí, pequenas coisas, né? Eu tava ouvindo eh o depoimento de uma pessoa que foi atropelada, né? no ela tava conversando assim, era uma entrevista pro jornal e ela falando assim que olha, antes de eu ser atropelada e tá tendo que passar por toda essa fisioterapia, eu não dava importância a coisa simples Uhum. de que de você poder levantar sozinha, pegar um copo d'água, entendeu? Poder fazer sua sua higiene pessoal sozinha. Então a gente tem que tá, né? A gente tem que agradecer sempre por tudo aquilo que a gente tem e que a simplicidade, as coisas boas da vida são as coisas simples, as menores coisas você poder andar, você poder, eh, ter aquele alimento, né? Muita gente reclama de ir pro supermercado, né? Ah, meu Deus, hoje

plicidade, as coisas boas da vida são as coisas simples, as menores coisas você poder andar, você poder, eh, ter aquele alimento, né? Muita gente reclama de ir pro supermercado, né? Ah, meu Deus, hoje é dia de fazer supermercado. Que horror. Graças a Deus, minha filha. Você pode fazer supermercado. Você não tá num lugar onde, por exemplo, foi instituída a guerra e tudo foi destruído. As pessoas não têm nem o que comer. É, né? Você vê o pessoal lá da faixa de Gaza, o pessoal da Ucrânia, não é? A gente tá num planeta, um planeta nosso, é minúsculo, pequenininho, aquele pontinho azul, né? que a que a a Via virou para trás quando tava saindo do sistema solar, tirou foto e aquela coisinha insignificante. Nós estamos aqui e aqui, gente, nesse nosso mundo, o que tem a diversidade de coisas que estão acontecendo, de realidades que a gente nem imagina que estão acontecendo. E e ho e essa lição do Evangelho de hoje, que é o item 16, capítulo 10, ele fala da indulgência. Ele nos convida a ser indulgente, né? Mas o que é ser indulgente? É ser tolerante, é aprender a perdoar? É aquele que aceita o outro como ele é. Não é o que que a a nossa protagonista da lição de hoje, a dona Clélia, né? Ela fez, quando ela viu o agressor, ela simplesmente pôs, ela pegou a pedra que foi jogada na cabeça dela e pôs em cima do problema e disse: "Olha, eu vou te ajudar porque você merece nesse momento atenção e carinho o que ele não teve com ela, o que as outras pessoas, né, na cidade também não tiveram por conta de preconceito religioso. E olha o arranjo da espiritualidade, né, Isabela? Botando um no caminho do outro de novo, né? encontrando os os caminhos lá na frente. Ele doente e ela com a cura, com a ajuda. Então é assim mesmo. Quando a gente pensa que não tá sendo assistido pela espiritualidade, é mesmo aí mesmo que a mágica acontece, né? Os caminhos se cruzam. É aí que tá. A gente tem sempre que preocupar com que a gente tá semeando pelo caminho. É o nosso comportamento, o nosso modo de

ade, é mesmo aí mesmo que a mágica acontece, né? Os caminhos se cruzam. É aí que tá. A gente tem sempre que preocupar com que a gente tá semeando pelo caminho. É o nosso comportamento, o nosso modo de agir é a nossa sementeira. Nós estamos plantando para depois colhermos. Tudo que nós passamos aqui nessa vida, tudo é consequência dos nossos próprios atos, seja nessa vida ou em vidas passadas. Nós não sabemos, não é? Por isso temos que ter a aquela resignação. Tá sempre olhando, tá sempre preocupando, né? É orar e vigiar. Olha a corjinha aqui, ó. Vamos orar. Orar e vigiar. A corinha tem que estar sempre atenta, né? Para que a gente, cada dia a gente consiga semear um pouquinho melhor, né? Tem um livro muito interessante da Eu gosto muito de juntamente com o Espiritismo ler muito sobre filosofia. E uma vez vem uma palestra da Lucena Galvão, ela fala muito sobre o Steve Presselt, né? E tem um livro dele que ela falava tanto e eu peguei e fui atrás do livro para ler. É maravilhoso. Eu recomendo. Eh, como super como superar os seus limites internos. Hum. É fantástico, sabe? É assim, ó, um chilepe chilepe, tá na na vaidade e na no comodismo que a gente traz. Então ali e eu achei muito interessante essa parte onde o Steve ele ele ele conversou com algumas pessoas, entrevistou algumas pessoas e ele perguntava assim: "Qual o teu propósito?" Olha a pergunta, qual o teu propósito? Aí a pessoa disse que respondia assim: "Ah, o meu propósito é viajar, fazer uma viagem pro exterior, conhecer um outro país, eh outra gastronomia, outras culturas". Daí ele dizia assim: "Não, isso aí é teu projeto, isso não é o teu propósito." E quando tu voltar de viagem e conhecer outras culturas e outras etnias, o que vai deixar de ser vida, tu não vai mais viver, tu não vai mais fazer nada. Ah, daí diz que a pessoa pegava e despertava com aquilo, né? Aí ele dizia: "Olha, o propósito é algo muito além disso. O propósito, eu diria até que é tu sair, tu chegar nesse mundo e tu sair um pouquinho melhor do que tu chegou, ou

e despertava com aquilo, né? Aí ele dizia: "Olha, o propósito é algo muito além disso. O propósito, eu diria até que é tu sair, tu chegar nesse mundo e tu sair um pouquinho melhor do que tu chegou, ou que tu colabore e empurrar a humanidade 1 mil que seja pra frente. Ajude a empurrar a humanidade, nem que seja 1 mm paraa frente. Olha o exemplo da natureza. A natureza tem um propósito, eh, promover a fotossíntese e a perpetuação das espécies. E o ser humano, o ser humano, né, ele quer cada vez mais o o o projeto. Eu tenho uma casa, eu quero outra, eu tenho outra. A, aí a gente chega com aquele pacote de felicidade básico, uma boa casa, um carro, uma condição financeira para que tu possa te vestir, comer, fazer um tratamento de saúde caso tu precise, né? Esse é o básico. Mas a gente quer o quê? A gente quer o má. Eu quero duas, três casas. Eu quero dois, três carros. Eu quero uma casa no campo, uma casa na praia, uma casa na cidade, uma casa nas montanhas, sendo que eu só vou poder viver dentro de uma e cada vez eu não vou conseguir viver em todas ao mesmo tempo. Mas a gente sempre quer o pacote máscara, ou seja, a gente quer projetos de vida e não propósitos de vida. Quando tu começa a olhar pro teu eu interior, né? Porque um número tão grande hoje em dia de pessoas com depressão, de pessoas com problema de identidade, com com, né? Não, não digo não é solitude e sim solidão. Pessoas que se sentem sozinha, tem tanto dinheiro, né, Isabela? A gente vê às vezes entrevista de atores, artistas, poxa, mas é tão bonito, é tão famoso e vive nisso, tá se enterrando na droga, se enterrando no vício do álcool. Olha a carência dessa criatura. Ela tem projeto de vida. Ela não tem nenhum propósito. Ela se perdeu. Ela queria adquirir isso ali. Ela adquiriu. O projeto dela foi cumprido e agora o o dentro tá oco. Aí ela começa a cair numa identidade maluca de achar de que as pessoas que estão perto dela ama o dinheiro dela, ama a beleza dela, a fama dela e não ela. Aí pira e começa

o e agora o o dentro tá oco. Aí ela começa a cair numa identidade maluca de achar de que as pessoas que estão perto dela ama o dinheiro dela, ama a beleza dela, a fama dela e não ela. Aí pira e começa aquele problema todo. fazem bobagens maiores, né, que acabam acometendo ao suicídio, como a gente já viu muitos atores fazer isso, né? Atores famosos. Outros se perdem na vida de uma maneira tão anônima que outro dia eu vi um artista eh numa entrevista que tinha eh dessas do YouTube. Ah, eh você lembra de tal ator há 30 anos atrás? Veja como ele está hoje. Eu pensei, gente, tá vivo ainda. Meu Deus, por onde anda? Sabe? E daí tu vê assim uns que viraram até andarilho, tão nas ruas. Olha só o buraco que tinha dentro dessas pessoas com projetos e não propósitos, né, amiga? É isso mesmo. É. E a lição de hoje nos convida, né, o quê? Ao propósito. Eh, ao propósito, a indulgência, a tolerância. Olha esse livrinho aqui. Eu gosto muito desse livrinho. Tá dando para vocês aí. Pensamento e vida, né? Espírito de Emanuel. No capítulo 25, o que que ele fala? Fala sobre a tolerância. É, olha só, ele diz assim, ó, que nós devemos viver a tolerância na base de todo progresso efetivo. É a base de todo progresso efetivo. Por quê? Aí no final aqui ele diz, ó, tolerar é refletir o entendimento fraterno, e o perdão será sempre profilaxia segura, garantindo onde estiver. Saúde, paz, renovação e segurança. Como é que é difícil perdoar, né, gente? Nossa, é muito difícil. Por quê? Qual que é a chaga da humanidade que nos eh bloqueia a questão do perdão todos os dias? O orgulho e o egoísmo, porque somos orgulhosos e somos egoístas. Então, a gente quer com que as pessoas elas enxerguem com o que tá dentro da nossa cabeça, sendo que elas, cada pessoa é uma pessoa, cada pessoa vê o mundo de forma diferente. A gente tem que ter ideia disso, não é? É, ele fala aqui, ó, pedir que os outros pensem com a nossa cabeça seria exigir que o mundo se adaptasse aos nossos caprichos, quando é nossa obrigação

ferente. A gente tem que ter ideia disso, não é? É, ele fala aqui, ó, pedir que os outros pensem com a nossa cabeça seria exigir que o mundo se adaptasse aos nossos caprichos, quando é nossa obrigação adaptar-nos com dignidade ao mundo dentro da firme disposição de ajudá-lo. A sementeira do bem, né? É. É. Então, olha, Isabela, quando o ser humano colocar na cabeça, mas colocar na cabeça, na mente, no coração, nele, assim, ó, de que somos um espírito vivendo uma experiência física, a coisa começa a mudar bastante. Mas a gente, a grande maioria, até nós espíritas também, tem semanas aí que, pelo amor de Deus, né? A coisa parece que vem de mo assim, ó, começa um problema na segunda-feira e já junta tudo a semana inteira. Aí a gente esquece, né? Pensa o quê? Somos um corpo físico vivendo uma experiência espiritual do além do a quem. E é o contrário, aí a gente sofre, se desgasta, se consome, aí vem aquela aquele travamento físico, né? Ai porque isso ai porque daí já vem problema de saúde junto. Daí ai fui no médico ontem, é o que que deu? Ah, não sei. Tava com a imunidade baixíssima. Do nada, é a famosa frase, do nada a minha imunidade baixou. Do nada. Tem certeza que é do nada, né? Aonde foi? Para lá na semana e olha onde foi que tu botou o pezinho e esmagou assim, ó, o teu controle emocional para que tua imunidade chegasse: "Eu, eu eu tô aqui". E tu empurrou ela para baixo junto, né? Aí a gente se desgasta, se leva nesses problemas. E vamos fazer que nem a dona Clélia ali, né? levanta a pedrinha, guarda a pedrinha ali. Opa, ela é um amuleto. Um amuleto para eu lembrar, sabe? Que eu não posso me deixar cair e destruir por causa dela. Não. Vamos guardar ela aqui. Cada vez que eu olhar para ela, eu vou imaginar que eu posso ir cada vez mais paraa frente, né, amiga? Não é fácil. Não é fácil, mas a gente tem que tentar, né, Isabela? É isso mesmo. Tem que tá sempre tentando. A gente tem que tá sempre procurando cada dia ser um pouquinho melhor do que a gente foi ontem, né?

cil. Não é fácil, mas a gente tem que tentar, né, Isabela? É isso mesmo. Tem que tá sempre tentando. A gente tem que tá sempre procurando cada dia ser um pouquinho melhor do que a gente foi ontem, né? Hoje é uma nova oportunidade para que possamos eh melhorar. O que que eu posso fazer hoje vai ser um pouquinho melhor. O que que eu não fiz ontem? A gente tem que tá sempre refletindo, ligando o nosso farol do conhecimento. Quanto mais a gente se instrui, quanto mais a gente conhece, maior é a nossa responsabilidade na nossa trajetória aqui na Terra. Uhum. Ter consciência, despertar, despertar da alma. O que que nós estamos fazendo aqui? Por que que nós viemos? Por que que nós nascemos? né? Eu nasci simplesmente para crescer, alimentar, ter um emprego, não sei mais o quê, plantar uma árvore, escrever um livro, não sei mais o quê, né? E embora simplesmente ou não seria vazio se fosse só isso. Uhum. Eh, eu não digo nem porque a gente nasceu somente, né, Isabela? Mas fomos presenteados, né? Quantos e quantos e quantos lá queriam vi, né? E o o como é que é? O mentor reencarnacionista chegou lá. Isabela tá lá. É, mas a Isabela tá lá atrás. Isabela vem, vem para cá. Cirlei também vem. Vamos lá. Teca vem junto. Vamos lá. Você duas vão falar, outra vai tá ali junto, vai compartilhar, vai. vai agregar junto nos estudos também. Vocês têm o trabalhinho, né? E a gente foi escolhido. Gente, essa frase de que muitas pessoas falam: "Ah, eu não pedi para nascer". Ah, pediu, pediu, implorou, se arrastou, chorou, bateu o pé. Muitas vezes, não só uma vez, duas, até que bem no fim, né? O os anjos mensageiros, tá? Vai, vai de uma vez, vai vai lá e e ó, só que pensa bem no que que tu vai fazer. Tô te dando a chance. Tu tá aí implorando chorar vingando. Agora vai lá e me perde a chance e e a reencarnação que daí quando tu voltar, tu vai ver, tu vai ficar mais uns bons milênios aqui guardadinho até tu aprender e despertar, né, amiga? É. É isso mesmo. É. Então, olha, gente, não é fácil não.

reencarnação que daí quando tu voltar, tu vai ver, tu vai ficar mais uns bons milênios aqui guardadinho até tu aprender e despertar, né, amiga? É. É isso mesmo. É. Então, olha, gente, não é fácil não. A gente fala assim, ah, é despertar, né? Muitas vezes a gente é levado na correria do dia a dia a ter tantas preocupações, ter tantos focos, não é? Principalmente na a vida corrida de hoje, as famílias, né? Pai e mãe trabalhando e tem que levar criança para cima, para baixo, para estudar e tal. E a gente não tem tempo de, a gente dedica mais ou menos o fim de semana pra parte espiritual, né, que a gente vai, os católicos vão na igreja católica assistir a missa. Os espíritas vão na casa espírita, o os evangélicos, cada um tem a sua maneira de cuidar do espiritual, mas no é nos atos da vida, porque o evangelho, o que que é o evangelho de Jesus? A mensagem de Jesus é um comprometimento que tem que tá no nosso dia a dia. Não é só naquela hora que a gente vai no tempo religioso, seja qual religião for a sua, né? Que a gente pede perdão dos pecados. Ah, pequei por muitas vezes, né? Me omiti e tudo. A gente não fala isso e pede perdão e vai. Não, essas atitudes de ser tolerante, de aprender a perdoar, de enxergar, tentar enxergar o porquê que o outro agiu assim conosco, tentar ver pela cabeça do outro. Isso aí tá no nosso dia a dia. O desafio do evangelho é isso. É você ter essa oportunidade de no dia a dia plantar essa sementinha. Muitas vezes pra gente se fazer presente, pra gente se fazer respeitado, muitas vezes a gente tem que ser arrogante, tem que falar mais grosso, não é? No nosso dia a dia, muitas vezes a gente tem que fazer isso, mas fazer isso com consciência. até onde eu estou eh sendo uma pessoa que segue os princípios do evangelho e até onde eu tô sendo egoísta e orgulhoso e não tô nem aí, tô pisando em todo mundo. E olha, gente, o exemplo ele ele arrasta não só os amigos, o ambiente de trabalho, no ambiente de trabalho e tudo, não. Ele arrasta também os nossos

rgulhoso e não tô nem aí, tô pisando em todo mundo. E olha, gente, o exemplo ele ele arrasta não só os amigos, o ambiente de trabalho, no ambiente de trabalho e tudo, não. Ele arrasta também os nossos filhos, os nossos netos. É daí que vem. Pode ser que não aconteça às vezes no no nossa casa. com nossos filhos e tal. Por quê? Porque são espíritos, cada um tem um grau de evolução. Então, cada um tem que ter uma atenção especial nossa, diferente quando falo assim, né? Ah, não, eu eu faço correto com meus filhos, trato todos iguais, da mesma forma. Olha aí o erro. Nós somos iguais. Eu sou igual a Cle, se lê é igual a mim. Se a gente fosse irmã, a gente ia ser igual. Nunca nem irmão gêmeo é igual. Uhum. Cada um é um espírito encarnado, com uma história diferente, com experiências vividas de formas diferentes. Olha uma a Terezinha Fal. Teresinha. Bom dia. É amiga sua, né? É, ela é uma mana amada do grupo, é de Brasília, ela é do nosso grupo Terapias de Ivone. É uma queridona ela. Nossa, existe um grupo assim, então, terapias de Ivon. Maravilha. Grupo é um grupo muito bacana, sabe? deve ter 180 pessoas, um grupo de WhatsApp e lá é a gente acontece de tudo. Um pede prece, o outro brinca, o outro eh traz uma mensagem, um vídeo, um livro, uma dica de filme. É um grupo misto, né? Mas onde todo mundo se respeita, todo mundo brinca dentro de um respeito e é o por isso o nome terapias, porque não é aquela coisa engessada, sabe? Aí tem um de aniversário, é brincadeira o dia inteiro. É parabéns. É, é por aí vai. Tem a live, o outro vai assiste, vem, comenta. É um grupo bem bacana mesmo. É, amiga. Mas olha só, voltando a nosso ao nosso estudo ali, tem uma história muito bacana, só para ilustrar, ó. Tá, tá cobrando que você me enviou o link. Convia. Ei, eu tenho que enviar o link para eles. Tem uma história muito bacaninha também, só para ilustrar, né, o nosso dia a dia aqui com em comparação do estudo de hoje. Tinha um menino uma vez nas ruas vendendo bala no sinal, todo sujinho,

eles. Tem uma história muito bacaninha também, só para ilustrar, né, o nosso dia a dia aqui com em comparação do estudo de hoje. Tinha um menino uma vez nas ruas vendendo bala no sinal, todo sujinho, pobrinho. E ele viu saindo de um shopping center um homem com um menino cheio de sacolas e um carrão no estacionamento. Aí aquele menino pobre, sujinho olhou de longe e foi até aquele homem. Chegou lá, ele disse: "Tio, o senhor tem umas roupas para me dar?" Aí aquele homem olhou pro outro menino, o rico, o que tava dentro do carro e disse: "Filho, você tem umas roupas para dar para esse menino? Vamos dar outro dia a gente volta e compra mais para você". E eles pegaram as sacolas de roupa e calçada e brinquedos que tinha ali. Deram algumas sacolas para esse menino pobre. No num breve momento ele saiu feliz, sabe? cantando, contente, porque ele tinha ganhado aquelas sacolas de roupa também. A idade dos meninos era a mesma, 10 anos, tanto do rico quanto do pobre. Só que a a certa altura do caminho, o menino pobre pensou assim: "Nossa, quanta eh quanta eh quanto erro nisso, né? Eu, meus pais não podem me dar nenhuma roupa, nem um calçado de tão pobre que a gente é. E aquele menino ali tem um pai tão rico que pode dar de tudo para ele. E esse menino pobre começou a chorar por isso, né? Porque aquele ganhava de tudo e ele nenhum par de sapato os pais podiam dar. Acabo de três dias, esse menino morava num barraquinho na periferia, estrada de barro, esgota, céu aberto, bem muito pobreza, muito pobreza. Aí de repente vem na rua, encosta aquele carrão importado, todo mundo parou e ficou olhando. De repente a porta se abre. Aquele senhor, pai do menino rico, pegou, chamou, olhou ele de longe, chamou ele. Menino, venha cá. Eu procurei durante o dia todo aonde você morava e eu vim aqui trazer um negócio para você. Ele abriu a porta, o carro tava abarrotado de roupa, sapato e brinquedo. Daí ele disse: "Olha, eu trouxe tudo isso aqui para você". Ele no momento ficou assim: "Nossa, feliz da

r um negócio para você. Ele abriu a porta, o carro tava abarrotado de roupa, sapato e brinquedo. Daí ele disse: "Olha, eu trouxe tudo isso aqui para você". Ele no momento ficou assim: "Nossa, feliz da vida, alegre, né? porque tinha ganhado aquele carro tava assim, não não tinha 1 mil coisa para botar ali de tão daí ele disse: "Mas você vai me dar tudo isso e o seu filho? Seu filho vai ficar sem nada?" Daí aquele senhor chegou pro menino pobre e disse: "Olha, o meu filho não precisa mais de nada disso do que tá aqui. O meu filho desencarnou faz dois dias. Ele tinha uma doença degenerativa, um câncer muito agressivo. Inclusive ele tinha a mesma idade que a sua. E naquele dia, quando nós nos encontramos lá no shopping e você veio, pediu a roupa e calçado para nós e nós demos aquela sacola e você saiu, o meu filho começou a chorar dentro do carro e ele disse: "Eu daria tudo para ter a vida desse menino. Eu daria tudo para ter, mesmo que fosse a pobreza que esse menino tem, mas ele tem saúde e tem uma vida longa pela frente e a minha cessou por aqui. Naquela noite, meu filho desencarnou. Então essa história faz a gente refletir, é uma ótima reflexão para nós. Assim, às vezes a gente almeja lá o material, a vou, a gente deposita a nossa felicidade em cima de coisas materiais. Ah, se eu trocar de carro, se eu conseguir ter tal carro, aí eu vou ser feliz. Se eu conseguir passar um diazinho que seja nas ilhas Maldivas, eu vou ser feliz, né? Se eu ter tal joia para ostentar ou tal vestido para ir à aquela festa e mostrar para todo mundo, eu vou ser feliz. E não é. E a gente esquece, né? E passa por cima que diante daquilo que a gente tem, a gente é feliz e não sabe. Mesmo com os problemas. problema, gente, todo mundo tem. Uns t mais. Uns a gente vê, outros estão escondido. Pessoas enterram, esconde, camuflam, vão lá se, né, pintam-se, maqueiam, se transformam e cirurgias e cirurgias por uma, pelo amor de Deus, nada contra a cirurgia física desde que necessária. Mas quando ela

s enterram, esconde, camuflam, vão lá se, né, pintam-se, maqueiam, se transformam e cirurgias e cirurgias por uma, pelo amor de Deus, nada contra a cirurgia física desde que necessária. Mas quando ela atinge aquele eh aquela desfiguração, que é o que a gente tá vendo hoje em dia, essa corrida desenfriada e tá tá tá transformando os seres humanos em em criaturas que muitas vezes tu desconhece, né? E e e cada vez mais a indústria do cosmético ela tá te prendendo e te colocando num cabresto e tu tá indo nessa. Gente, vai envelhecer é um processo da vida, faz parte, né? a gente vai perdendo. O outro dia eu ainda tava pensando, eu tinha há 10 anos atrás uma resistência, uma disposição que hoje eu não tenho, mas eu vou correr pro médico, eu vou pedir para que ele eh por favor, por favor, vejo que tem aí de novo no mercado de de pós, de, né, shakes, de qualquer coisa que eu possa tomar para voltar a ter a vitalidade de quando eu tinha com 48 anos, não dá. Aceita que dói menos, né, amiga? Aceita. Isso. É verdade. A minha cabeça tá branquinha porque eu pinto cabelo. É. Eu tô ficando careca também. Olha aí. Pois é. Ó. Mas é isso. Eu gosto de pintar o cabelo para não ficar com a cabeça branca mesmo, né? Mas na época da da pandemia, eu fiquei parecendo um galo de briga. Fiquei com a cabeça tudo branca. Mas é isso, gente. Envelhecer um processo. A gente, né? E hoje em dia tem como você envelhecer com qualidade. Você tem que cuidar, não deixar de se movimentar, fazer atividade física, nem que seja uma caminhada no quarteirão, né? a gente tem que fazer, tem que cuidar paraa gente poder envelhecer com qualidade, sem sofrimento, porque a medida que os anos vão passando, né, a gente fala assim: "O dia que eu amanhecer sem dor é porque eu morri". É, é, morri. Exato. Quando alguém reclama para mim, nossa, tô com uma dor insuportável na perna, que bom, né? Bom, por quê? Porque é sinal que tu tem perna. É isso aí, ó. Teresinha aí participando, ó, para qualquer lugar que vamos, os problemas vão com a gente,

com uma dor insuportável na perna, que bom, né? Bom, por quê? Porque é sinal que tu tem perna. É isso aí, ó. Teresinha aí participando, ó, para qualquer lugar que vamos, os problemas vão com a gente, porque eles estão conosco e nós nos e estamos agarrados a eles e não soltamos. É mesmo? É isso. É verdade, né? Completamente. A gente gosta, né? Aquela aquela síndrome do sofrimento assim. Eh, não, eu sou eh, quando a Lázara querida, bom dia, amada. Bom dia, amiga. Lázara tava de aniversário, né? Tava aniversariante, era, tava de aniversário. Parabéns pra nossa amiga Lázara. E e a gente assim, ó, tu que vê muitas vezes quando tu encontra um eh alguém na estrada, no num numa loja, um amigo, alguma coisa que veio de um exame ou de uma consulta médica, a pessoa vem, oi, tudo bem, né? Oi, Isabela, tudo bem? da Isabelça ruim não tá não. Nossa, fui no médico, fui no médico e isso e isso isso. Ao invés da gente chegar e disse: "Olha, mas Isabela, senó tudo passa, né? Vai passar daqui a pouquinho, ó, faz o tratamento, não te preocupa tanto, isso é natural, a gente faz o contrário." Ih, Isabela, eu nem te conto o meu resultado, tu nem sabe. Olha o meu problema. Aí a gente tende a crescer mais ainda o problema. Não sei se pro outro pensar assim: "Nossa, eu não tô tão mal assim". Ou se para, né, a gente querer se colocar ainda acima de vítima. Eu tô pior ainda. O teu problema não é nada. Chore pelo meu. E sirle, que que é isso? É, não. Você tá muito frouxa. Que história é essa? Eu semana passada fui no médico, tava muito pior, tive isso, aquilo, outro. Eu tô passando por isso. Ah, qual é? Olha a falta de respeito, gente, com o outro, não é? Porque que a gente tem sempre que dar um pitaco nosso e dizer que a gente tá sofrendo mais? Não. Se a pessoa falou que o dia não tá bom, vamos falar: "Uai, mas uai, Cirley, não tá bem? Que que foi que aconteceu? Eu posso te te ajudar de alguma forma? Eu posso ser útil, né? Porque geralmente o povo quando pergunta, você tá, como é que vai? Tudo bem? É, quer ouvir assim,

, não tá bem? Que que foi que aconteceu? Eu posso te te ajudar de alguma forma? Eu posso ser útil, né? Porque geralmente o povo quando pergunta, você tá, como é que vai? Tudo bem? É, quer ouvir assim, tudo bem. E você? Ninguém tá preparado para ouvir? Não, não tá tudo bem não. Por quê, né? Uhum. Aí a gente assusta e fala assim: "Uai, não, menina, pode parar com isso. Como não tá tudo bem, tá tudo maravilhoso". É, é, eh, é, gente, é isso mesmo, viu, Cir? Ou quando aquele amigo vai ao médico, né, fazer o exame, ah, chega e comenta com a gente: "Amanhã eu tenho uns exames para fazer". Aí a gente, em vez de chegar e dizer assim: "Olha, vai dar tudo certo, vai na fé, vai de boa, vai com calma, não pensa, não fica procurando coisa que ainda nem tem, não." A gente, ó, já vou dizer, ele vai te receitar isso, tu toma ou pega, se esse médico ali não adiantar, já tem esse, esse, já vou te a pessoa receita hoje em dia, até médico, né? Antigamente, olha só, a teca, morei se meses em Angola, numa região palpérrima. Aí vi, vi que eu não tinha problema. Exatamente. Exato. Precisou, né, Teca, querida, a espiritual, né, o protetor espiritual. Vem cá, Teca. Vamos lá dar uma olhadinha. Você vai visitar um lugar que você vai dar valor a tudo que você tem, tudo que você quer ver, quer ver como tu é rica e não sabe, Teca? Quer ver como tu tá assim, ó, abençoada e não sabe? Vem cá comigo um pouquinho. Z levou até lá, né? Isso quando às vezes a gente até tem uns sonhos, né? Ela disse que precisou sim. Tá vendo? Ela foi tocada. Então, às vezes as coisas acontecem, as oportunidades acontecem na nossa vida para nos despertar, é, para tudo aquilo que a gente tem, não é? Aqui, ó, ela disse que teve oportunidade também de ajudar algumas vezes. Olha que bacana, que bom. Isso é maravilh melhor ainda, viu? Ó, espiritualidade para ela. Por que que o trabalho voluntário ele ele nos ajuda tanto? É um tempo, não é tempo perdido, gente. Trabalho voluntário é maravilhoso. Ele nos faz ser útil, ter aquele tempo para o

itualidade para ela. Por que que o trabalho voluntário ele ele nos ajuda tanto? É um tempo, não é tempo perdido, gente. Trabalho voluntário é maravilhoso. Ele nos faz ser útil, ter aquele tempo para o outro, para ajudar a quem precisa, a quem tá passando num momento difícil. Tanto é que as empresas hoje valorizam as pessoas que têm no currículo um histórico de trabalho voluntário, porque aquela pessoa é uma pessoa sensível, uma pessoa empática. Ela tem um consciente emocional, né? Uhum. Muito eh interessante. Uhum. E e quando a gente tem essa percepção, ela nos habilita para os desafios, tanto no mundo corporativo, né, quanto na própria vida. É, ó lá, a tec ainda continua aqui, ó. No meu caso não foi trabalho voluntário, fui contratada como secretária bilíngue por se meses. Olha que interessante. É, não foi trabalho voluntário, mas despertou. Despertou, né? Se encontrou, achou. Olha só que maravilha que aprendizado foi lá levar, ajudar e ainda conseguiu trazer presentinhos para ela de volta de crescimento, né? É. presentinho interno que a gente a gente se dá muito presente externo, gente, né? E os presentinho interno. Ah, o presente externo de amanhã. Ai, eu passei naquela loja Isabela, eu vi uma blusa maravilinda. Tu tens que ver. Eu preciso comprar aquela blusa. Eu preciso. Ah, então vai lá, compra logo. É. Aí no outro dia eu vou lá, olho o meu orçamento. Nossa, apertado, apertado. Não tem não. Mas eu vou dar um jeito. Eu vou, eu não tenho dinheiro, eu continuo sem roupa. É. Aí eu vou lá, compro a blusa sem poder, sem poder. Me me, me, me, me, me, me,, né? Botei mais um nozinho na corda assim, ó, do mês. Aí no outro dia passou, boto a blusa, acabou o encanto, passou. Esses são os presentinho. Passageiro, senor veio, foi embora. Agora os presentinho. Eu queria blusa. Vamos mudar agora. Vamos voltar. Eu queria muita blusa, mas eu não posso. Eu não tenho condição financeira agora. Não, mas eu queria blusa, eu mereço a blusa. Aí eu saí para comprar a blusa. Nesse meio tempo, eu encontrei a Isabela na

u queria muita blusa, mas eu não posso. Eu não tenho condição financeira agora. Não, mas eu queria blusa, eu mereço a blusa. Aí eu saí para comprar a blusa. Nesse meio tempo, eu encontrei a Isabela na estrada, uma grande amiga minha. Poxa, Cirlei, tô com um problema ali no meu carro, preciso arrumar, comprar tal peça e não tem como. Agora tá aqui, Isabela, eu vou te ajudar. Vai lá, arruma. Olha o presentinho interno. A Isabela vai chegar para mim. Sirlei, muito obrigada. Olha, tá aqui. Acabo de uns dias ela vem, eu vim te pagar, vim te devolver. Aquele dia o que tu me ajudou foi tão sensacional, foi tão bom. Eu precisei aquele isso com o carro, mas vamos pôr um remédio, né? Já pensou uma comida, um gás? Gente, rapidamente o nosso tempo tá estourando, mas contar. Isso aconteceu comigo. Conta aí. Vamos lá. Uma história real, belíssima. Eu trabalhava numa empresa aqui de Rio do Sul, de uns alemães, eh, de telefonista. E eu tava saindo do trabalho um dia indo para casa, veio uma senhora grávida no estacionamento. Ela veio no meu carro assim, ó. Eu saindo, ela veio no meu carro. Ela chegou, ela disse: "Moça, naquela, naquele tempo, tá, moça, hoje não? Mas moça, eu eu tenho, eu sou mãe de cinco filhos. Eu tô esperando o sexto filho. Meu marido tá trabalhando lá de tirar madeira lá com os madeireiros. Acabou o meu gás em casa. Tu podias me ajudar? Ela não disse vocês, ela disse tu. Gente, sem mentira nenhuma. Eu tava com o dinheiro contado para pagar a telefone, luz e água e condomínio, mas contadinho assim, ó, contadinho, sabe? Cada centavinha ainda. Eu pensei assim: "Tomara que o caixa seja generoso e, ó, tu tá vindo pagar em dia, vou te dar um desconto de 10 centavos, pelo menos." E eu fiquei assim, nossa, eu pensei que que eu vou fazer? Eu pensei: "Não, eu eu preciso ajudar ela, cara". Eu eu na hora eu pensei assim, ó, nas crianças, porque a gente adulto se vira, criança não sabe o que que é falta gás e não ter comida. Aí eu peguei, eu disse para ela: "Olha, eu vou te dar o

, cara". Eu eu na hora eu pensei assim, ó, nas crianças, porque a gente adulto se vira, criança não sabe o que que é falta gás e não ter comida. Aí eu peguei, eu disse para ela: "Olha, eu vou te dar o dinheiro do gás ou se tu quiser, eu peço para entregar na tua casa". A gente liga pr pra prestadora ali, eles ela: "Ó, é melhor porque eu não tenho nem como buscar. Eu vou comprar e eu vou pedir para alguém entregar lá." Eu disse: "Não, então assim, ó, eu vou comprar e vou pedir para levar na tua casa". E daí naquela semana o meu marido trabalhava em Florianópolis, ele durante a semana nós conversamos: "Tu pagou tudo certinho lá o condomínio." Ah, olha, eu paguei tudo certinho, nem contei para ele. E eu tinha deixado o condomínio para trás. No mês seguinte veio uma multa, uma pequena multa, porque o condomínio tava atrasado. Aí o meu marido, nossa, mas como que tu fez isso? Eu deixei o dinheiro ali, tudo certinho para pagar. O que que tu fez que tu não pagou o condomínio? Ele ficou bravo. Com razão, né, gente? Sem mentira nenhuma. No outro dia, uma amiga minha que era gerente de uma rede de supermercado aqui Rio do Sul me ligou e disse: "Ei, amiga, parabéns. Parabéns para ti, ué, parabéns. Meu aniversário é só em novembro". É, lembra aquela promoção do mês passado que tu fazia a compra do mês, preenchia o ticket, botava na urna, tu foi sorteado, tu ganhou o mesmo valor em compra para esse mês. Gente, a compra do mês, que é que a gente usa muito fazer isso, né? Compra pro mês inteiro, né? o o mais grosso assim, café, açúcar, trigo, feijão e tudo. Eu tinha ganhado a compra do mês no sorteio. Aí meu marido ficou feliz, né? Ai, olha, não sei o quê, que bacana. Aí um dia eu pensando, eu pensei assim: "Meu Deus, será que não foi aquela ajuda do gás da mulher naquele momento? Eu nem sabe, talvez foi, Deus me livre que eu não seja arrogante, impetuosa de pensar que eu tive a bênção no mesmo instante, né? Com certeza. Pensa no quanto me ajudou e pensa no quanto feliz eu fiquei. Aí eu pensei, a

foi, Deus me livre que eu não seja arrogante, impetuosa de pensar que eu tive a bênção no mesmo instante, né? Com certeza. Pensa no quanto me ajudou e pensa no quanto feliz eu fiquei. Aí eu pensei, a mesma felicidade ela deve ter sentido aquele dia de voltar para casa contente, consegui o gás. né? Tão pouco, tão pouquinho. É isso, gente. É isso. E daí eu fui no mercado, fiz as compras de novo. E toda feliz e contente, sorridente, graças a Deus. Bom demais da conta. É, pois é. A nossa, o nosso estúdio de hoje, né, já tá com 1 hora 5 minutos. É a Teca falando que já foi salva também. Pera aí, deixa eu ver aqui. Já fui salva de um assalto por causa de um cachorro quente e um refrigerante, viu? Viu, gente, isso sem intenção, né? Sem intenção. Ai, esses avisos, né, Isabela? Quando tu sai de casa, acho que eu não desliguei o gás, gente. Eu acho que eu deixei o ferro ligado. Acho que eu não tranquei a porta. E tu volta e não tava tudo certo. Daí, meu Deus, o menino para quem eu dei o cachorro quente me salvou do assalto anos depois. Ela comprou um cachorro quente, deu de presente para um menino que a salvou de um assalto anos depois. Olha só, é a sementeira do bem, né? Ela plantou uma sementinha de amor no coração daquele menino que retribuiu eh de uma forma, né? Ah, ele me reconheceu. Olha que beleza. Ah, que bacana. É isso. É maravilhoso. Os presentes internos. É. É. Então, nosso estudo de hoje, nós estamos finalizando agora e vamos dar as a nossa mensagem final agora para vocês, né, paraa reflexão e depois nós vamos terminar com a musiquinha bem bonitinha que nós achamos aqui. É, né, que alguém deixou e e nós vamos terminar com ela. Olha aí, Sirlei, que mensagem que a gente pode deixar pros nossos companheiros que estão nos vendo agora nesse instante? Olha, Isabela, sejam feliz, vivam a vida no melhor que puder, melhore um pouquinho, um pouquinho que seja, concentra, né, em em fazer isso. Não, não pensa que tudo é castigo, que tudo veio pro mal, que tudo é para te prejudicar, porque não é, né? Faça o

e puder, melhore um pouquinho, um pouquinho que seja, concentra, né, em em fazer isso. Não, não pensa que tudo é castigo, que tudo veio pro mal, que tudo é para te prejudicar, porque não é, né? Faça o bem. Faça o bem ao próximo, faça o bem à natureza. ama, respeita a natureza, ama, ó Marcos querido, ama, respeita os animais. Gente, nós falamos muito hoje em dia, eh, em fazer o bem ao próximo, ao nosso semelhante, e a gente esquece que temos a natureza e os animais também para que sejam respeitados e cuidados. Então, vamos olhar por eles também. Eles não têm como gritar e pedir botijãozinho de gás, cachorro quente com refrigerante. Eles não têm. Então vamos nós, né, ser defensores, protetores, cuidadores desses irmãos. Irmãos. Ontem nós estava ali, gente. Ontem nós estávamos ali, né? Então, que seja essa reflexão, essa reflexão. Vamos nos presentear mais a vida, as pessoas, mas os presentes internos, tá? Não os presentes externos, né? Nessa Páscoa, domingo que vem é Páscoa. Quanta gente já preocupada, ai meu Deus, porque o que que eu vou comprar pro almoço? O que que eu vou comprar? os ovos de chocolate, fazendo as contas, gente, se não der para dar um ovo de chocolate, dê uma barra. Se não der para dar uma barra, dê uma caixinha, um uns um um bombom, né? Se não der para der nada, dê um abraço, né, Isabela? Ó, meu abraço de chocolate, ó. Olha só que alegria, né? Mas fique bem, fique feliz, aproveita, porque quando nós voltar, se voltarmos para cá, vai tá muito diferente. Aí não adianta cruzar com aquela imagem, com aquele lugar, né, que a gente passa. Muitas vezes, nossa, eu tive a impressão de que eu já passei por aqui, né? Eu tenho impressão de que eu conheço aquela pessoa, né? Então assim, ó, aproveita, gente, aproveita. Viva, viva, mas viva muito bem a sua vida, né, amiga? Isso mesmo. Então, conscientes disso aí, que a nossa semana seja iluminada, maravilhosa, certo? E boa Páscoa para todos. E que nessa Páscoa a gente promova o nosso renascimento pessoal para algo

miga? Isso mesmo. Então, conscientes disso aí, que a nossa semana seja iluminada, maravilhosa, certo? E boa Páscoa para todos. E que nessa Páscoa a gente promova o nosso renascimento pessoal para algo muito melhor. Isso mesmo. Domingo que vem é outra dupla. É outra dupla. Mas eu e a Isabela já deixamos, ó, beijinho de chocolate para vocês. Isso é isso aí. Vamos terminar com a nossa musiquinha, então. Um beijo no coração. Até mais, gente. Feliz domingo. Muito obrigada. Amém. São as coisas simples, despretenciosas que a alma descobre os encantos dos dias. No bailar dos astros, nas folhas já mortas, no ficar mais perto das almas queridas. Nessas horas simples, a alma percebe o que é para sempre e o que sempre passa. Então se despe do que não lhe aquece para ser quase tudo sem ter quase nada. Quando a alma complica, acumula pega, passa pelos dias iludida e cega, vive como morta e sequer percebe, até que desperte aos encantos dos dias, pois se a ilusão nos afasta da vida. São as coisas simples que a vida acontece. São das coisas simples, despretenciosas que a alma descobre os encantos dos dias. No bailar dos astros, nas folhas já mortas, no ficar mais perto das almas queridas. Nessas horas simples, a alma percebe o que é para sempre e o que sempre passa. Então se despe lhe aquece a ser quase tudo sem ter quase nada. Quando a alma complica, acumula a pega, passa pelos dias iludida e cega, vive como morta e sequer percebe. A pegue e desperte aos encantos dos dias. Pois se a ilusão nos afasta da vida, são nas coisas simples que a vida acontece. até que desterte aos encantos dos dias. Pois se a ilusão nos afasta da vida, são nas coisas simples que a vida acontece. เ

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