ESTEJAMOS EM PAZ - Carla Daniela [PALESTRA ESPÍRITA]
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Senhor, mesmo tão longe [música] de atingir. >> Boa tarde, sejam todos bem-vindos aqui à nossa comunhão espírita de Brasília, em mais um momento em que nós fazemos uma reflexão sobre o evangelho de Jesus à luz da doutrina espírita. Trazemos aqui uma mensagem de Emanuel no livro eh, esqueci o nome agora, né? Mas depois eu lembro, que fala sobre paz. E para começarmos, eh, gostaria de convidarmos a convidá-los a fazer uma prece. Jesus, mestre querido, agradecemos pela oportunidade de estarmos aqui e de nos fazermos presentes aqui neste momento de oração, de conversa, de conhecermos um pouco mais do evangelho. Agradecemos também pela presença dos nossos mentores, aqueles que estão conosco, que nos acompanham nesta vida, que nos orientam, nos iluminam nosso caminho, nos socorrem quando precisamos e caminham sempre ao nosso lado. Agradecemos a Bezerra de Menezes, o mentor da nossa casa, que é o nosso médico, o médico dos nossos corpos, das nossas almas, das nossas emoções, que nos ajuda curando as doenças que ainda portamos, trabalhando conosco nessa cura e nos ajudando a tomar as medidas que são necessárias, que nos dá os remédios que precisamos, nos dá os unuentos que aliviam as nossas dores e nos dá as vitaminas que nos dão força e coragem diante dos desafios da vida. Agradecemos aqueles que estão ao nosso lado nessa caminhada, a tudo que recebemos, ao sol que nos ilumina, a chuva que limpa, lava tudo que existe, que renova e que traz também a vida. Agradecemos a todos os dons, todas as bênçãos e tudo o que abençoa a nossa vida todos os dias. Que assim seja. Hoje trataremos do tema eh estejamos em Paz, do livro Palavras de Vida Eterna de Emanuel, pela psicografia de Chico Xavier. Nesse livro, Emanuel discorre sobre uma passagem que é uma fala de Jesus no Evangelho de João. A paz esteja convosco. Era uma saudação que Jesus fazia sempre a e que continuou a fazer mesmo depois de ter deixado essa vida, né? Nesse momento Jesus já não estava aqui entre nós, já estava eh já estava
z esteja convosco. Era uma saudação que Jesus fazia sempre a e que continuou a fazer mesmo depois de ter deixado essa vida, né? Nesse momento Jesus já não estava aqui entre nós, já estava eh já estava eh visitando, né? já tinha ressuscitado e continuava vindo aqui, mas ele continuou fazendo essa saudação e foi reconhecido muitas vezes no partir do pão e na saudação que sempre nos falava de paz. E Emanuel nessa mensagem discorrendo sobre essa paz, ele nos fala que nós não devemos buscar a paz apenas na tranquilidade, apenas na constância das coisas da vida e na ausência de problemas. Muito pelo contrário, Jesus nos fala, né? Na vida terei tribulações, no mundo terei tribulações, mas sede confiantes, pois eu venci o mundo. E ele nos conclama a isso, a ter aquela paz que vence o mundo, que apesar de todas as dificuldades, apesar de todos os problemas, apesar de todas as dores, consegue superar não a paz da vida que simplesmente se faz sem problemas, mas uma paz que se mantém apesar das dificuldades. No Evangelho Segundo o Espiritismo tem uma parte que se chama a paciência. E ali na paciência ele fala algo que é também derivado dessa fala de Jesus, né? Ele diz que no mundo tereis tribulações. Ele fala que sabe que a vida nos machuca, nos fere assim como 1000 agulhadas que nós recebemos todos os dias, né? E às vezes a nossa vida parece um com isso, né? com 1000 agulhas, 1000 alfinetadas, 1000 dores que nós temos e nos conclama a manter a paciência e a manter a paz mesmo com essas dores. Aí Emanuel fala, né? Mesmo que rujam tempestade em torno do seu caminho, tranquiliza o coração e segue em paz, na direção do bem. e vai dando uma série de instruções para nós, nos mostrando que a paz não é não é ausência de conflitos, não é ausência de dores, ausência de medo, a ausência de de intranquilidade, mas a paz ela surge a partir da nossa atitude interior. Eu me lembro de uma música que antigamente eu ouvia cantar muito, né, que dizia que essa paz que eu sinto na minha alma não é porque tudo
idade, mas a paz ela surge a partir da nossa atitude interior. Eu me lembro de uma música que antigamente eu ouvia cantar muito, né, que dizia que essa paz que eu sinto na minha alma não é porque tudo vai bem, essa paz é porque eu tenho a serenidade e a tranquilidade. Aí eu me lembro também da música do Nanto Cordel, né, que chama-se Paz pela Paz e que diz que a paz no mundo começa em mim, ensinando-nos que nós não devemos esperar uma paz que vem de fora, que chega até nós. E sim que nós devemos ser a paz, levar a paz e conquistar com essa paz interior também a paz exterior, levar a paz e como diz Francisco de Assis, ser os instrumentos da paz. Então, para que a gente tenha essa paz, é preciso que a gente carregue ela dentro de nós. Mas paz inércia. Pais não é estar quieto, parado, enquanto tudo está lá fora. Paz é uma paz ativa. Paz é uma paz que trabalha, que age e que faz acontecer. Também não é passividade, não é dizer sim para tudo na busca de que isso traga pra gente essa sensação de de ausência de conflitos. Pelo contrário, muitas vezes nós precisamos nos posicionar, precisamos lutar, precisamos divergir, até mesmo discutir com aquilo que existe do mundo lá fora. Precisamos nos posicionar e nos colocar com firmeza, sobretudo precisamos agir. Paulo fala dessa paz. E é muito importante que Paulo ele traz a paz do bom combate, a paz que está longe de ser a paz da inércia, mas é a paz da confiança. Paulo escreveu a carta da alegria no momento em que tudo na vida dele estava ruindo, no momento em que ele estava preso, havia sido torturado já inúmeras vezes e estava a caminho da sua sentença, do cumprimento da sua sentença final. já tinha recebido a sua última eh condenação e apelando para para César, ia lá apenas para sacramentar aquilo que já era a sua condenação de morte. Então ele aguardava ali a sua viagem final para Roma, onde ele cumpriria, como de fato cumpriu a sua sentença nessa vida. Mas a essa altura, Paulo já conhecia a paz do Cristo e já conseguia, já havia
Então ele aguardava ali a sua viagem final para Roma, onde ele cumpriria, como de fato cumpriu a sua sentença nessa vida. Mas a essa altura, Paulo já conhecia a paz do Cristo e já conseguia, já havia conseguido trilhar todo o seu caminho entre o Saulo, aquele homem agitado, forte, mais eh impedernido, e o Paulo que ele já vinha ser, aquele Paulo que disse no final da sua vida: "Eu vivo, mas já não sou eu quem vive, é Cristo que vive em mim. E enquanto Saulo, ele conheceu essa paz da serenidade, essa mesma paz que ele conseguiu construir apenas muito tempo depois. E ele conheceu essa paz em Estevão, que travou com ele um duelo, vamos dizer assim, né? Saulo viu naquele homem um opositor, porque ele trazia já as ideias do Cristo já naquele momento. Paulo que não acreditava e combatia aquele homem que ele acreditava ser alguém que roubava a verdade, que aliciava pessoas indo contra os mandamentos de Deus, apesar de ter todos os elementos em si, de ser um doutor da lei, de conhecer todas as escrituras, de conhecer todas as verdades, todas as profecias que já traziam a revelação do Messias, ele não estava pronto ainda para acreditar. Ele não podia crer que aquele Messias poderia vir ali de Nazaré, podia ser um filho de um carpinteiro, um carpinteiro ele mesmo, que havia nascido numa manjedoura entre os animais e os pastores e que havia construído o discurso da humildade, da generosidade e da paz. Ele não acreditava que não fosse um homem talhado paraa vitória, talhado paraa guerra e para o orgulho da nacionalidade e da sua condição social como ele tinha. Ele esperava um Messias que viesse para guerrear, para vencer, para superar todos os outros. E aí ele encontrou aquele que veio efetivamente pregar a paz, uma paz que era desconhecida da alma de Saulo, desconhecida da alma daquele povo orgulhoso, uma paz que não necessitava dos bens do mundo, não necessitava daqueles saberes valorizados pelo mundo, mas uma paz que não venceu no mundo, e sim venceu o mundo, venceu todas as aflições, compreendendo que
z que não necessitava dos bens do mundo, não necessitava daqueles saberes valorizados pelo mundo, mas uma paz que não venceu no mundo, e sim venceu o mundo, venceu todas as aflições, compreendendo que aquilo tudo que nós precisamos não está aqui nesses valores e nos tesouros que o mundo tem para nos oferecer, que são necessários paraa nossa vida, mas que não são a nossa busca e nem são eles que garantem a nossa paz. A paz, como eu falei, também não é passividade, não é inércia. Então, a paz trabalha, opera e faz acontecer, né? Falando em paz, a gente deve observar a natureza. A natureza tem o caminho da paz, mas de uma paz ativa, aquela paz que age e que se coloca, né, como o nascer do sol, que rompe a aurora e coloca a sua luz e que a partir daí traz essa iluminação, uma paz que traz a beleza, que traz a ação e que suplanta a escuridão e o frio da noite, se colocando presente, se fazendo presente. e trazendo toda essa beleza e toda essa atividade que o nascer do sol resume também. Ele não briga com a escuridão, ele não luta com a o frio, ele apenas se coloca, apenas se impõe, como aquela serenidade ali no olhar de Estevão diante de Saulo, aquele Saulo aguerrido ou aquele Saulo violento, aquele Saulo que tinha sim o poder de vida e de morte contra ele aqui no mundo, mas ele se sabia detentor da verdade. Ele conhecia o Cristo, conhecia o amor e por isso ele era marcado por aquela serenidade no olhar. E aquele espírito ainda empedernido de Saulo não suportou olhar para aquele semblante tranquilo, sereno, que trazia em si os tesouros da alma, que trazia os tesouros do Cristo e que compreendia que, embora lhe roubassem até mesmo a vida física, não lhe podiam roubar a paz que ele tinha do conhecimento do Cristo, do conhecimento dos verdadeiros tesouros da alma. E é disso que Cristo fala. E é foi essa paz que Saulo apenas muito tempo depois conseguiu conquistar, mas conseguiu integralmente ali, né, como aquele que travou o bom combate e a paz. Aí Paulo compreendeu que a paz é a do bom
E é foi essa paz que Saulo apenas muito tempo depois conseguiu conquistar, mas conseguiu integralmente ali, né, como aquele que travou o bom combate e a paz. Aí Paulo compreendeu que a paz é a do bom combate, aquela paz de quem sabe que faz o que precisa, de que está presente e de que conhece. É a paz da confiança também. E por isso eu falei da natureza. A natureza não se antecipa e nem se atrasa. Ela apenas está ali no momento certo e faz o que precisa fazer. Assim como o sol nasce. O sol não tenta nascer mais cedo, não tenta nascer à meia-noite, também não espera até o meio-dia. Ele sabe quando é o momento de nascer e simplesmente quando ele precisa ele se coloca. A paz da natureza é aquela que sabe, né? Tem uma frase que diz que a borboleta, a lagarta um dia disse que voaria e todos duvidaram e todos riram dela, menos as borboletas, porque as borboletas sabem e carregam em si essa paz. Então, a lagarta conhece, sabe, confia, quando se alimenta de uma forma até intensa, porque sabe que vai precisar estar ali, entrar naquele casulo, estar alimentada. Depois de se alimentar, de fazer a sua trajetória aqui na natureza, ela se coloca dentro do casulo e faz a sua transformação. Ela sabe o procedimento, sabe o momento exato de entrar e de sair no casulo. E aí nós precisamos aprender com essa natureza, né? Tem uma fábula do homem que quis ajudar a borboleta a sair da sua do seu casulo. E quando ele tentou tirar pela força externa aquela borboleta do casulo, aquela borboleta que ele ajudou, nunca chegou a voar integralmente, porque a sua asa não estava perfeitamente formada. Então, ela sempre ficou um pouco capenga, né? Então, quando a gente aprende a observar, aprende a compreender e a aceitar com essa serenidade presente, com essa paz presente da natureza, nós ocupamos o espaço que precisamos, fazemos o que precisamos, compreendemos o momento e confiamos que ali é hora, né? Então, aquela borboleta sabe quando ela entra e quando ela sai. E quando ela sai e quebra aquele casulo, ela está
mos, fazemos o que precisamos, compreendemos o momento e confiamos que ali é hora, né? Então, aquela borboleta sabe quando ela entra e quando ela sai. E quando ela sai e quebra aquele casulo, ela está efetivamente pronta, pronta para voar e fazer a sua trajetória, não se importando com quem um dia duvidou de que ela voaria, de que duvidou que ela cresceria e se transformaria, mas apenas sabendo que é o seu destino e é o destino de cada um de nós voar, é o destino de cada um de nós cumprir essa trajetória. de quem começa se alimentando de tudo que existe na natureza, aprendendo, crescendo, vivendo, entrando no casulo, colocando tudo aquilo dentro de nós e transformando enquanto nós estamos no casulo e exteriorizando essas asas tão belas que trazem essa beleza. O próprio Saulo fez essa trajetória, né? se alimentou, estudou, foi o doutor da lei, aprendeu de forma até mesmo violenta. Depois ele conheceu o Cristo naquele momento em que ele se encontrou com ele em Damasco. E quando ele conheceu o Cristo, ele entrou no casulo efetivamente, passou por eh sugestão de Gamaliel, que era o seu mestre, e que antecedeu a ele no caminho do cristianismo. Saulo foi até o deserto e ali ele se alimentou ainda mais. Ele conheceu o evangelho, estudava todos os dias, passou aquele tempo ali conhecendo, se aprofundando, se afastando também daquela realidade em que ele vivia e voltou como uma borboleta para o mundo. Voltou com aquele conhecimento, com aquela atitude, com aquela ação. Claro que a trajetória de Paulo ainda tinha muito, né? ainda tinha muito o que vivenciar. Passou por muitos sofrimentos, por muita dor, por muitas dores. Logo que ele retornou, encontrou com seu pai, encontrou com seu grande amigo, que não aceitaram o seu novo caminho, a sua nova trajetória. Fizeram chorar aquele homem tão forte, tão firme, tão aguerrido. Ele chorou até as lágrimas, até dormir, até não suportar. e do cansaço ele dormir. E aí ele foi visitado pelos seus instrutores espirituais, aqueles inclusive a quem ele havia agredido no
o aguerrido. Ele chorou até as lágrimas, até dormir, até não suportar. e do cansaço ele dormir. E aí ele foi visitado pelos seus instrutores espirituais, aqueles inclusive a quem ele havia agredido no passado, mas que o haviam perdoado porque já conheciam o próprio Estevão, Abigail, sua noiva, que naquele momento trouxeram para ele as grandes verdades da alma e enunciaram a sua missão. Quando ele havia alguns dias antes dito, perguntado a Jesus: "O que queres que eu faça?" Ele tinha pedido que ele esperasse: "Vai até a cidade e eu te direis o que tem que fazer". E aí Saulo entrou nesse casulo. E aí ele entrou e esperou. E nesse dia, depois de ter vivido talvez a maior das suas dores, a dor do abandono, a dor da negação, a dor do de que do da agressão de quem mais se amava, ele recebeu a orientação. E aí Estevão e Abigail disseram a ele o que ele precisava fazer. Enunciaram sua missão e falaram aquelas quatro palavrinhas que são conhecidas de todo nós: trabalha, perdoa, espera e ama. Aí estava resumida toda a missão de Paulo. E ele viveu essas quatro palavras. Ele perdoou muitas vezes e se perdoou também porque foi necessário o perdão de si mesmo diante de tudo que ele havia feito. Ele esperou quando necessário. Ele teve a paciência, mas ele também agiu. Ele não deixou de caminhar, não deixou de estar presente, não deixou de viajar e de pregar a palavra de Jesus, pregando com suas ações. não deixou de trabalhar em nenhum momento e de agir consolidando essa verdade e consolidando o tudo que ele já havia conhecido. Se ele recebeu a mensagem do Cristo, ele operou fazendo isso. Jesus fala também em outro em diversos momentos nas bem-aventuranças que ele trouxe para nos mostrar o caminho até a nossa iluminação e até a nossa, o melhor de nós mesmos, o caminho até Deus. Ele fala duas vezes na paz. Ele diz que bem-aventurados os pacíficos, os mansos e pacíficos, porque herdarão a terra. E aí ele já fala, né? Os herdeiros da terra são aqueles que permanecerão aqui conosco no mundo de
ezes na paz. Ele diz que bem-aventurados os pacíficos, os mansos e pacíficos, porque herdarão a terra. E aí ele já fala, né? Os herdeiros da terra são aqueles que permanecerão aqui conosco no mundo de regeneração, aqueles que continuarão na terra quando nós mudarmos o estado, né? Então, nós teremos aqueles que deixarão a terra e teremos aqueles que permanecerão. Esses são os herdeiros da terra. Então aí Jesus já está falando para nós do que será o mundo de regeneração. Bem-aventurados os brandos e pacíficos, os mansos e pacíficos, porque herdarão a terra. Então, a terra não será um lugar de violência, não será um lugar de injustiça, não será um lugar onde perpetrará aqueles que onde perpetrarão aqueles que agirão com injustiça, com violência, impondo as suas verdades e o sofrimento aqueles que vão pela paz. Não, a terra será um lugar onde se buscará a concórdia, a fraternidade, a verdade, a justiça e onde a paz permanecerá. Então, o mundo de regeneração será um mundo de paz, mas de paz ativa, de pessoas que agem em prol do bem, em prol da solidariedade, em prol do amor. E aí ele fala também: "Bem-aventurados os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus". E para para aquele povo, né, na linguagem que se falava no hebraico, na língua de Jesus, eh filho de alguma coisa, de alguém ou de alguma coisa, era aquele que tem as características. Então, aqueles que são chamados filhos de Deus são aqueles que têm Deus em si, que t as leis divinas e que são coerentes com ela. Ali dizendo também que aqueles que promovem a paz já não são apenas os pacíficos. Mas os pacificadores, ou seja, aqueles que promovem a paz, que aqueles que promovem a paz serão chamados filhos de Deus, ou seja, estarão se aproximando cada vez mais de suas leis e da sua essência divina. Estarão promovendo a e se aproximando cada vez mais de Deus. Assim como Paulo se aproximou de Jesus e assim como Jesus nos ensinou o caminho até Deus, se aproximou cada vez mais de Deus, né? Jesus dizia que ele e
ovendo a e se aproximando cada vez mais de Deus. Assim como Paulo se aproximou de Jesus e assim como Jesus nos ensinou o caminho até Deus, se aproximou cada vez mais de Deus, né? Jesus dizia que ele e o Pai são um. E Paulo, por sua vez, dizia que ele era um com o Cristo também, a ponto de o de ser o Cristo que habitava nele, né? Eu vivo, mas já não sou eu quem vive, é o Cristo que vive em mim. Então, buscando essa paz, buscando essa pureza e promovendo essa paz, nós também seremos um com Deus, também seremos um com o Cristo e nos aproximaremos cada vez mais do do da nossa essência divina. A suprema paz é esse encontro com Deus. A suprema paz é esse encontro com a nossa pureza de consciência e com a nossa confiança, com essa confiança que Paulo demonstrou no momento mais difícil da sua vida, escrevendo a carta que fala de confiança e alegria e promovendo essa alegria. Então, enquanto tudo aqui fora estava gritando, enquanto tudo aqui fora estava indo contra ele, ele estava em paz consigo, porque ele estava caminhando a passos largos para esse encontro com o Cristo dentro dele. E aí ele já se colocava como aquele que travou o bom combate e que manteve a paz, manteve a serenidade, manteve a sua essência de si mesmo e cada vez mais se encontrou com essa essência. Então, a paz tem muito de nós termos a consciência tranquila de que nós travamos o bom combate, de que nós conseguimos manter a nossa essência e estar bem mesmo diante das agressões do mundo. Tem uma frase do Érico Veríssimo que diz, né? Felicidade é saber que minha vida não está passando em vão, né? que que a minha vida não está passando inutilmente, ou seja, que eu estou sim travando o bom combate, que a minha vida tem um sentido, que ela tem um caminhar que está mostrando-se bom e que isso traz a paz. E Saulo, então Paulo, né, conseguiu encontrar esse sentido na sua vida. A gente tem hoje o Vittor Frankel, né, que fala da busca do sentido e diz que a gente é nessa mesma linha do que Saulo dizia e do que Jesus sempre falou, né, dizia que
ontrar esse sentido na sua vida. A gente tem hoje o Vittor Frankel, né, que fala da busca do sentido e diz que a gente é nessa mesma linha do que Saulo dizia e do que Jesus sempre falou, né, dizia que citando uma frase, na verdade de nítese, né, que se a gente tem um sentido, se a gente tem um porquê, a gente é capaz de suportar qualquer como. Então, a gente é capaz de suportar qualquer dificuldade, qualquer dor, qualquer eh violência do mundo externo se a gente tiver um sentido. E Víor Francel, assim como Paulo, não falava do que ele tinha apenas ouvido, ele falava do que ele tinha vivido, né? Ele fala isso num livro em que ele narra as suas experiências num campo de concentração, em que ele fala da experiência dele próprio e da experiência de tantos amigos que estiveram com ele e que superaram. E ele dizia que aqueles que conseguiram superar aquela dificuldade, aquela dor e sobreviver a essa experiência, eles tinham um sentido. Ele dizia que percebia claramente quando um dos seus companheiros se entregava, né? Ele dizia que a luz que brilhava no olho dele se apagava. E quando isso acontecia, ele já lamentava, porque sabia que aquela pessoa já não duraria muito tempo. Então ele dizia que normalmente em 48 horas aquela pessoa se esvaía porque a luz tinha se apagado, o sentido da vida havia sido abandonado. Aquela pessoa havia deixado de acreditar, de confiar e de buscar esse sentido. Ele encontrava o sentido no reencontro com sua esposa que ele acreditava que ia, né, que era a busca dele. Quando ele foi preso, ele havia recémado e ainda estava vivendo aquele amor muito intenso, muito forte. E ele dizia que vivia cada dia para poder reencontrar a sua esposa, porque ele acreditava e buscava sair de lá para conseguir rever aquela que ele tanto amava e reconstruir com ela a vida que foi prematuramente tirada deles. E ele diz que qualquer um de nós pode encontrar esse sentido em algo, né? no amor que a gente tem, no sentido da paz, no sentido de uma busca e de algo que
a vida que foi prematuramente tirada deles. E ele diz que qualquer um de nós pode encontrar esse sentido em algo, né? no amor que a gente tem, no sentido da paz, no sentido de uma busca e de algo que faz vibrar o nosso coração e que quando nós acendemos essa luz nos nossos olhos, não importa o que aconteça, nós estaremos em paz e nós conseguiremos perseguir e vencer essas dificuldades. Então, mesmo nas dores, mesmo na tortura que Paulo viveu, mesmo no campo de concentração e nas condições inexplicáveis que Víor Franco viveu, mesmo diante da também do que Estevão viveu, eles conseguiram manter essa serenidade e essa luz no olhar. E esse é o convite que Emanuel nos faz, que mesmo quando tudo grita, mesmo quando tudo eh nos conduz à falta de paz, que nós consigamos manter essa serenidade interior que vem da confiança, dessa serenidade operante que quando está frio e escuro lá fora consegue fazer brilhar e nascer o sol, essa serenidade da natureza que no escuro, como a semente é colocada ali no escuro e frio da terra, consegue perceber que ali é o lugar onde ela tem os recursos e onde ela pode nascer e compreender que o seu papel como semente é nascer, perfurar aquela escuridão e fazer brotar a vida. Então, mesmo diante da escuridão, mesmo diante do frio, mesmo diante da dor, nós podemos encontrar o sentido e encontrar a paz e fazer brilhar a nossa luz. Então, se a gente confia, mas não apenas uma esperança distante, mas uma fé operante, nós conseguimos manter acesa a nossa luz. Paulo tem uma frase na carta aos Hebreus que para mim é a melhor definição de fé que existe. Ele diz: "A fé é o fundamento da esperança. É uma certeza a respeito daquilo que não se vê. A gente vê às vezes só frio e escuridão, mas a gente acredita que é capaz de fazer brilhar a luz. A gente vê apenas uma lagarta, mas a gente sabe que essa lagarta já é uma borboleta e que ela apenas precisa passar pelas suas fases. Nós também somos borboletas que precisam viver as fases da vida, que precisam se alimentar, precisam passar
e sabe que essa lagarta já é uma borboleta e que ela apenas precisa passar pelas suas fases. Nós também somos borboletas que precisam viver as fases da vida, que precisam se alimentar, precisam passar pela vida, às vezes rastejando para que a gente consiga ganhar as nossas asas, né? Tem uma música que diz, né? É uma música lá da minha terra que diz: "Se a veste não, que a lagarta rasteja até o dia em que ela ganha asas, né? E nós ganharemos as nossas asas. As nossas asas já são nossas, elas fazem parte de nós. Mesmo que nós ainda precisemos nos alimentar daquilo que recebemos e rastejar um pouquinho para entrar no casulo e ganhar nossas asas. Porque é preciso esperar o momento, mas esperar de uma forma operante. Não esperar apenas tendo aquela inatividade, mas ter essa espera operante, a espera do esperançar que nos faz agir e compreender o momento certo de ter aquela que é a nossa conquista inevitável. Então, conquistemos a nossa paz, busquemos essa paz, mantenhamos o brilho no olhar, a confiança, a alegria e a sobretudo a ação de compreender que nós somos filhos de Deus, nós somos deuses, assim como Jesus falou, e nós temos essa luz que nós podemos fazer brilhar. Então, convido vocês a elevar o nosso pensamento mais uma vez, pedindo a Deus que nós estejamos sempre nele e que ele esteja em nós. Que nós compreendamos e saibamos enxergar a luz onde quer que ela esteja. Que nós saibamos nos embeber dessa luz até que um dia nós possamos nos transformar também em luz que ilumina e que faz nascer o calor onde há somente o frio. que nós possamos acreditar, mas acreditar confiando e confiar agindo que quando nós fazemos aquilo que precisa ser feito, nós conseguimos o êxito de que necessitamos e para o qual nós estamos prontos, que nós confiando, nós venceremos o mundo, assim como Cristo venceu o mundo, mesmo que não seja muitas vezes como nós esperamos. Mas é como nós necessitamos e na forma que nós temos para alcançar da melhor forma o nosso, a nossa vitória e o nosso caminho. que nós conquistemos as nossas
não seja muitas vezes como nós esperamos. Mas é como nós necessitamos e na forma que nós temos para alcançar da melhor forma o nosso, a nossa vitória e o nosso caminho. que nós conquistemos as nossas asas e que nós voemos cada vez mais alto, de uma forma cada vez mais bela e iluminemos o mundo com o bater das nossas asas, com o rufar das asas que brilham e que embelezam, que voam, que fazem do mundo mais bonito. Que o mundo seja mais belo para nós e por nós. E que Deus esteja conosco palpitando em nosso coração, que nós o recebamos e saibamos mostrá-lo também onde quer que nós estejamos. Que a paz do mundo comece em nós e transcenda de nós para o mundo que existe lá fora e que tanto precisa dela. Que assim seja. Uma ótima tarde a todos, uma ótima semana e uma ótima vida para todos nós. Que Jesus nasça em nós hoje e sempre. Que assim seja. Obrigada a todos. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita [música] de Brasília. O passe tem como finalidade [música] auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa [música] auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia [música] íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma [música] confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com [música] o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários [música] ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual.
om os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários [música] ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos [música] momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, [música] do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais [música] possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto [música] a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, [música] amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos então [música] a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na [música] terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas [música] dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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