MIGALHA E MULTIDÃO - Carla Daniela [PALESTRA ESPÍRITA]
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Obrigado a comunhão espírita de Brasília. >> Senhor, [música] estou aqui. para agradecer [música] de coração a paz dentro de mim que encontrei [música] na comunhão. Foi nessa casa [música] que aprendi toda a beleza de viver. Doando amor, vibrando luz, buscando [música] a ti, Senhor. >> Boa noite, meus amigos. Sejam todos muito bem-vindos à nossa comunhão espírita de Brasília. Vou ler aqui uma página do livro Bilhetes Fraternais, se chama Estratégias para a Paz. Buscai primeiramente o reino de Deus e a sua justiça, que todas essas coisas vos serão dadas por acréscimo. Assim, pois, não vos ponhais inquietos pelo dia de amanhã, porquanto o amanhã cuidará de si. A cada dia baixa o seu mal. Mateus capítulo 16 versículo 19 a 21 e 25 a 34. Ouviste falar que a paz do mundo principia na paz existente em cada um de nós? Parece bastante claro que a harmonia do conjunto dependa da harmonia individual, uma vez que todo o todo é resultante da soma das características dos seus componentes. No entanto, como alcançar a paz interior em tantas dificuldades que vi sejam no coração? Como manter-se em paz? O evangelho de Jesus, com as luzes trazidas pela doutrina espírita apresenta-nos um roteiro para que encontremos a paz dentro de nós. Esse roteiro pode ser identificado, por exemplo, quando Jesus exorta-nos a não nos preocuparmos com o dia de amanhã, porque a cada dia basta o seu mal. É preciso agir como os pássaros que confiam na providência divina, sabendo por instinto que nada lhes faltará a subsistência. Os lírios do campo forne fornecem também imagem preciosa, mostrando-nos a necessidade de confiar sempre na execução das leis divinas. Podemos dizer que a estratégia para paz é trabalhar o interior de nós mesmos, procurando munir-nos dos recursos inexauríveis da fé, conscientes de que o meio para a suplantação de nossos problemas virá se permanecermos submissos às leis universais e esforçando-nos por permanecer em seus parâmetros de luz. Jesus encerra a mensagem de que tratamos com convite que contém a solução das
os problemas virá se permanecermos submissos às leis universais e esforçando-nos por permanecer em seus parâmetros de luz. Jesus encerra a mensagem de que tratamos com convite que contém a solução das nossas dificuldades e nos dá o benefício da paz pelo dever cumprido. Buscai o reino de Deus e a sua justiça, e tudo mais virá por acréscimo. Aí está a estratégia sublime para se alcançar a paz dentro de nós. Fé, trabalho e justiça para todos. Lembremo-nos de que a paz é conquistada, é conquista individual e somente a terá aquele que se esforçar por banir a guerra do próprio coração, Rodrigo. Meus amigos, então vamos fazer nossa prece. Quem desejar fechar os olhos, vamos aproveitar para quem está aqui presencialmente, né, esse som maravilhoso dessa chuva que nos fala de renovação. E vamos procurar renovar o nosso coração pedindo ao mestre Jesus. Querido amigo, derrama sobre nós as tuas bênçãos para que possamos experimentar a paz. Acalma as nossas ansiedades, acalma as nossas preocupações, que sabemos que são decorrentes da pouca fé que ainda trazemos no coração. nos ajuda, mestre, para que entremos em sintonia com os nossos irmãos maiores, que prepararam esse momento para todos nós, nos envolvendo em vibrações de esperança, ampliando o nosso entendimento para que possamos captar e aplicar na nossa vida as lições que queremos estudar. Abençoa, mestre Jesus, a nossa querida palestrante, para que ela possa nos transmitir com o carinho que ele é habitual, tudo que mais necessitamos aprender nesse momento das nossas existências. E assim, Mestre Jesus, pedimos a tua permissão e a tua proteção para o início da nossa atividade de hoje. Graças a Deus. Meus amigos, temos a alegria de ter conosco hoje a Carla Daniela, que nos traz o tema Migalha e multidão. É uma alegria estar aqui mais uma vez para falar um pouquinho sobre o evangelho de Jesus à luz da doutrina espírita e trazer essa passagem, né, que vem do Evangelho e foi de um pouco descrita por Emanu Vinha de Luz. Eh, ele tem uma passagem, né? O Emanuel
quinho sobre o evangelho de Jesus à luz da doutrina espírita e trazer essa passagem, né, que vem do Evangelho e foi de um pouco descrita por Emanu Vinha de Luz. Eh, ele tem uma passagem, né? O Emanuel sempre começa com a passagem do próprio Evangelho ou da dos Atos dos Apóstolos, das cartas. E nessa vez ele se remete a próprias vivências de Jesus, no caso ali na no momento da multiplicação dos pães, no eles faz uma citação do livro de Mateus, no capítulo 14. E aí eu queria trazer aqui como fonte o próprio evangelho para que a gente possa fazer essa reflexão no aqui no na passagem mais completa, né, em que ele faz a multiplicação dos pães. Ele fala: "Jesus, ouvindo isso, partiu dali de barco para lugar deserto afastado. Assim que as multidões souberam, vieram das cidades seguindo-o a pé. Assim que desembarcou, viu uma grande multidão e, tomado de compaixão, curou os seus doentes. Chegada à tarde, aproximaram-se dele os seus discípulos, dizendo: "O lugar é deserto e a hora já está avançada. Despede as multidões para que vão aos povoados comprar alimento para si." Mas Jesus lhes disse: "Não é preciso que vão embora. Dai-lhes vós mesmos de comer. Ao que os discípulos responderam: "Só temos cinco pães e dois peixes." Disse-lhes Jesus: "Trazei-os aqui." E tendo mandado que as multidões se acomodassem na grama, tomou os cinco pães e os dois peixes, elevou-os ao céu, os olhos ao céu, e pronunciou uma bênção. Obrigado. E pronunciou uma bênção. Em seguida, partindo os pães, Deus aos discípulos e os discípulos aos multidões. Todos comeram e ficaram saciados, e ainda recolheram 12 cestos cheios dos pedaços que sobraram. Ora, os que comeram eram cerca de 5.000 homens, sem contar as mulheres e crianças. Então essa passagem ela é bastante abrangente, ela mostra várias coisas e traz vários ensinamentos dos quais Emanuel trouxe esse também, né? e desse bastante essa passagem do Evangelho. E eu quero ressaltar alguns pontos importantes. Primeiro, aquelas pessoas tinham procurado Jesus com o
sinamentos dos quais Emanuel trouxe esse também, né? e desse bastante essa passagem do Evangelho. E eu quero ressaltar alguns pontos importantes. Primeiro, aquelas pessoas tinham procurado Jesus com o objetivo de ouvi-lo. E tem um momento que dá nome a um livro também em que ele fala, né, que eh é o pão da vida e que alimenta os espíritos. Então, aquelas pessoas procuraram Jesus em busca do alimento espiritual, o pão da vida eterna, né? As palavras de vida eterna que são o pão da alma. Aquelas pessoas procuraram e foram espontaneamente até Jesus para fazer eh esse para se alimentar do pão da alma mesmo, né? E ele foi tocado de compaixão. Aqui Mateus fala que ele foi tocado de compaixão. tocado de compaixão, além de alimentar a alma, de servir como pão da alma e trazer todas essas lições. Lembrando que isso aconteceu pouco tempo depois do sermão do monte, que onde ele deu um dos maiores alimentos que já tivemos para toda a alma humana, reconhecidos por todos, como o grande alimento. Gandz, né, que mesmo Gand não sendo cristão, ele diz que se todos os livros do mundo, se tudo se acabasse e a gente e restasse apenas o sermão da montanha, nós já teríamos um bom começo, não desmerecendo todo o conhecimento e toda a ciência, toda a filosofia que foi feita na humanidade, mas reconhecendo o imenso valor desse sermão que foi feito, dessas palavras de Jesus. Então, após alimentar a alma e fazer isso com muita propriedade e muito valor, ele foi tocado também de compaixão e em primeiro lugar curou os corpos. Aqui, tomado de compaixão pelas pessoas, ele curou aqueles que estavam ali e Jesus curava sempre aqueles que estavam prontos. A gente vê as passagens de Jesus, por exemplo, da mulher hemorroíça, em que tinha uma multidão em volta dele e aquela mulher o tocou de forma diferente e foi curada. a passagem do cego Bartimeu, em que diante de todos ali aquele homem que o procurou foi também curado. A passagem do paralítico lá de Cafarnaum, em que ele, por tentar buscar Jesus utilizando-se de todos os meios,
cego Bartimeu, em que diante de todos ali aquele homem que o procurou foi também curado. A passagem do paralítico lá de Cafarnaum, em que ele, por tentar buscar Jesus utilizando-se de todos os meios, até fazendo com que sua cama viesse do teto com a ajuda de seus amigos, também foi curado. E aqui Jesus entendeu que aquelas pessoas que ficaram, que permaneceram, que ouviram e que buscaram o pão da alma, também estavam aptas a ser curadas, porque elas buscaram o ensinamento, buscaram o evangelho, buscaram a reforma da sua própria vida. Então, ele tomou-se de compaixão e, reconhecendo o esforço, a busca daquelas pessoas, sentiu-se tocado por elas e curou todas as que estavam ali em condições de serem curados. Depois disso, não suficiente, ele preocupou-se com a manutenção física das pessoas. Elas que já haviam alimentado a sua alma, sentiam a fome do corpo. E aí ele preocupou-se em alimentar também o corpo daquelas pessoas que já estavam ali há tanto tempo e pediu aos apóstolos que dessem de comer a elas, não apenas que deixassem elas por conta própria, que cada um saísse e fosse buscar por conta própria o alimento. Ele se dispôs a dar o alimento que as pessoas precisavam. E aí ele pediu que se recolhesse aquilo que havia ali naquele momento, né? E recolheu-se tudo o que se tinha. E ele então multiplicou aquele alimento de forma a que todos ficaram saciados e ainda sobrou o suficiente, né? Sobrou muito alimento para todos, né? 126 aqui fala. E aí a gente lembra que Jesus é a vida em abundância, né? E ele multiplica mesmo os dons na nossa vida. Semana passada eu tava ouvindo uma palestra e essa palestra fala: "Eu tô dando aula aqui na comunhão no ESD na fase 2A, em que a gente estuda as leis divinas e a gente sempre fala que as leis são, não existem é apenas, né, a distinção entre leis materiais e leis morais é meramente didática, porque todas as leis divinas são leis que são físicas e têm repercussões morais, o magnetismo, a lei de causa e efeito e todas as leis até
nção entre leis materiais e leis morais é meramente didática, porque todas as leis divinas são leis que são físicas e têm repercussões morais, o magnetismo, a lei de causa e efeito e todas as leis até mesmo matem matemáticas, elas têm repercussões no nosso espírito também. E aí um palestrante falou, referindo-se a uma lei matemática muito conhecida também, né, que tudo o que se multiplica por zero sempre dá zero, né? Não importa o número que se multiplique por zero, sempre vai dar zero. Você pode multiplicar um quadrilhão, 300 trilhões, 200 milhões e tanto por zero, sempre vai dar zero. Mas se você coloca 0,001, você já tem alguma coisa e você pode multiplicar infinitamente aquele número e daquele pequeno número, mesmo que ínfimo, você consegue, multiplicando por um número grande fazer uma soma expressiva, né? E aqui Jesus ensina isso, né? na multiplicações, ele na multiplicação dos pães, ele ensina e reitera uma mensagem que tá presente em vários lugares do evangelho. Todas as vezes que Jesus quer fazer uma cura, quer prestar um serviço, quer ajudar alguém, ele sempre pergunta o que a pessoa tem disponível para oferecer. Ele procura a fé da pessoa que quer ser curada. Ele procura a necessidade de mudança, né? Quando ele pergunta para o cego Bartimeu, o que queres que eu faça? Ele quer ouvir o desejo, a vontade e a crença de que ele se cura. Ele espera o toque da mulher hemorroíça. Ele espera o esforço do homem que foi até ele na verdadeira disposição de ser curado. Ele espera que Zaqueu suba até a árvore, mostrando assim o seu desejo de se elevar e receber a mudança de vida inspirada por Jesus. Então ele espera de nós esse ínfimo esforço, esse mínimo esforço que seja. E aí aos apóstolos ele perguntou: "O que tens aqui para que a gente possa oferecer a multidão?" E eles tinham algo que era muito pouco para suprir aquela multidão de mais de 5.000 pessoas, né? 5.000 homens e mais as mulheres e crianças. Imagina multiplicando tudo isso quanto daria, né? E havia cinco pães e dois peixes,
ra muito pouco para suprir aquela multidão de mais de 5.000 pessoas, né? 5.000 homens e mais as mulheres e crianças. Imagina multiplicando tudo isso quanto daria, né? E havia cinco pães e dois peixes, nitidamente insuficiente, mas era aquele pequeno, aquela pequena fração que multiplicada poderia trazer o suficiente para Jesus que diz que a que trouxe a vida em abundância, porque Deus é a completa abundância e Jesus é aquele que, conhecedor profundo das leis divinas, consegue trabalhar com elas de forma a extrair o máximo. de cada situação, conseguiu multiplicar aquele ínfimo oferecimento que foi recolhido daquelas pessoas que estavam ali, aqueles meros cinco pães e dois peixes. E é assim conosco, né? O nosso menor esforço, nossa menor disposição para mudar, o nosso menor trabalho é multiplicado, é trabalhado, é buscado, é utilizado como fonte. de bênção, como fonte de cura, como fonte de alimento do nosso corpo e da nossa alma. Então ali bastaram cinco pães e dois peixes. Bastou aquela disposição daquelas pessoas em permanecer para que Jesus já percebesse a possibilidade que elas fossem curadas e curasse aquelas pessoas que estavam ali. Bastou o oferecimento daqueles cinco pães e dois peixes para que, aliado aquela disposição das pessoas de permanecer ali e alimentar a sua alma pudesse também alimentar os os corpos. E aí a gente vê que Jesus se preocupou com a alimentação da alma, mas também não desproveu as pessoas do que era importante. Então é, nós somos espíritos e precisamos alimentar os nossos espíritos. Nós estamos aqui nessa encarnação para crescer espiritualmente, para aprimorar a nós mesmos e para nos aproximar da nossa felicidade, da nossa perfeição. Mas Deus sabe, e Jesus mostrou isso, que ele não se descura da nossa cura física necessária, que ele não se descura do alimento material que é necessário, ele se preocupa com isso também. Ele vai até nós, por isso ele elogia. E a Mácia trouxe muito bem a passagem dos lírios do campo, dos pássaros do céu, que cumprem a sua
ento material que é necessário, ele se preocupa com isso também. Ele vai até nós, por isso ele elogia. E a Mácia trouxe muito bem a passagem dos lírios do campo, dos pássaros do céu, que cumprem a sua tarefa, cumprem a sua missão, se preocupam-se em utilizar os dons da natureza de forma a servir como elas podem, embelezando, trazendo a sua cor, o seu perfume, o seu canto e sem se preocupar, porque sabem, confiam. conhecem que serão supridas nas suas necessidades. E aqui Jesus mostrou que as nossas necessidades serão lembradas e serão supridas. Então, essas lições são importantes. O nosso auxílio material não é esquecido. Muito embora o essencial seja cuidar dos tesouros do coração, nós não seremos descurados daquilo que é material. As nossas necessidades materiais, quando conjugadas com as necessidades do espírito, serão lembradas, serão atendidas. Jesus espontaneamente procurou e disse: "Eu preciso suprir a fome. Eu preciso curar essas pessoas que podem ser curadas". Então, ele jamais deixará de lembrar que nós somos espíritos encarnados e que enquanto estamos no mundo, nós vivemos as necessidades do mundo que precisam ser atendidas. Isso não será ignorado. Então, se nós confiarmos como essas pessoas confiaram, como aqueles todos que buscaram Jesus confiaram, como confiam as aves do céu, como confiam os lírios do campo e os seres da natureza, não seremos decepcionados. e também que o mínimo esforço ele é multiplicado infinitamente. O do zero nada sai, mas do mínimo esforço que nós fazemos, nós podemos extrair a maior das bênçãos, né? Eu li também uma frase que diz, né, que Deus não dá árvores feitas, ele dá sementes e essas sementes se multiplicam e nós trabalhamos a partir dessas sementes que são dadas. E essas sementes são multiplicadas e transformadas em grandes árvores. Então a gente pode ter o menor dos dons, a menor das sementes, que essa semente pode se transformar na maior das árvores. Em outras passagens, Jesus fala da importância de nós darmos mesmo o pouco que nós temos, o óbulo da viúva,
r dos dons, a menor das sementes, que essa semente pode se transformar na maior das árvores. Em outras passagens, Jesus fala da importância de nós darmos mesmo o pouco que nós temos, o óbulo da viúva, né, em que ele diz que aquelas duas moedinhas que a mulher ofereceu de coração eram muito mais do que as pessoas que davam ao que sobravam. Então ele privilegiou aquele aquela pequena oferta do pouco que aquela pessoa tinha, mas que era tudo o que ela podia oferecer naquele momento. Então, se nós temos as condições de oferecer, não devemos considerar que é pouco. Devemos nos doar integralmente, oferecer aquilo que nós temos e ter certeza de que isso será multiplicado e que atenderá as necessidades. Eu me lembro sempre da mensagem também de São Francisco de Assis, né, que ia depois de ter aceitado, né, deixado a sua vida que ele tinha na cidade de Assis e decidido viver ali a mensagem do evangelho de Jesus, ele ia colocando, né, ele recebeu como missão, recebeu em sonho a missão de reconstruir a igreja de de Deus, né, igreja de Jesus. E ele interpretou naquele momento que reconstruir a igreja era uma pequena igreja em ruínas que estava ali nos fundos de Assis do lado de fora. E ele começou a ir lá e ir numa pedreira que ficava perto, mas não tão perto. Então era uma distância considerável. Ele ia lá, pegava uma pedra, colocava ali, depois voltava lá, pegava mais uma pedra e colocava. E aos poucos as pessoas foram ajudando aqueles que estavam ali, né? E ele foi reconstruindo aquela capela. E quem já assistiu o filme Irmão Sol, Irmã Lua, que conta de uma forma belíssima e muito poética a história de Francisco de Assis e de Clara, sabe que nesse momento em que ele reconstrói tem uma música que eu acho linda. Ele que a música, a letra dela diz assim: "Se queres que o teu sonho se realize, basta construí-lo devagar. Pequenos começos, trabalhos sinceros crescem com pureza. Se queres viver a vida com alegria, não te apresses nunca. Faça poucas coisas, mas as faça bem, com simplicidade e
, basta construí-lo devagar. Pequenos começos, trabalhos sinceros crescem com pureza. Se queres viver a vida com alegria, não te apresses nunca. Faça poucas coisas, mas as faça bem, com simplicidade e alegria. Dia após dia, pedra após pedra, constrói o teu sonho devagar. Dia após dia, vencerás também e verás a glória dos céus. Então, ele fala de construir devagarinho, pedra após pedra, como Francisco ia. Ele colocava uma pedra, pegava outra, colocava outra pedra e de pedra em pedra aquela parede foi edificada. E era apenas o começo, porque ele tinha uma missão que era muito maior. A missão não era edificar apenas aquela igrejinha de São de aquela capelinha de São Damião que estava em ruínas. Na verdade, naquele momento, o que estava em ruínas era a grande igreja mesmo, né? Tanto que o papa teve um sonho similar, mas para ele, dentro da dimensão dele, era a Basílica de São Pedro, onde ficava a sede da igreja que estava em ruínas. E aí uma pessoa, um homem com as com a aparência de um mendigo, como era Francisco, né, vivendo na pobreza, erguia os pilares e não permitia que eles caíssem, né, apoiava aqueles pilares. Então, era a mesma mensagem dada de forma diferente. Então, a mensagem significava que a missão de São Francisco era muito maior, mas ele começou carregando aquelas pequenas pedras, né? Da mesma forma, Chico Xavier, o nosso Francisco brasileiro, que também começou sua missão pequenininho, né? Ele começou ali ajudando a sua irmã, que tava passando por um processo de obsessão muito, muito difícil. E ali ele conheceu ali o o centro em que ele começou a atrapalhar logo no início, conheceu Emanuel, foi apresentado a ele, que se apresentou como mentor do seu da sua tarefa. E Emanuel disse a ele que ele tinha uma escolha. Ele podia ter uma vida comum, normal, como de qualquer pessoa, casar, ter filhos, ou ele podia abraçar uma tarefa no evangelho de Jesus. E diz que ele tinha uma semana para pensar. Naquela mesma noite, Chico foi pra reunião mediúnica, né? E naquela reunião
essoa, casar, ter filhos, ou ele podia abraçar uma tarefa no evangelho de Jesus. E diz que ele tinha uma semana para pensar. Naquela mesma noite, Chico foi pra reunião mediúnica, né? E naquela reunião mediúnica, a irmã dele, que já tinha se transformado também na na numa das trabalhadoras, disse que estava tendo uma vidência e por essa vidência caiu uma cascata de livros no Chico, né? E aí significa que o Chico não esperou uma semana, ele já aceitou e se colocou de coração à disposição para cumprir a tarefa. E aí Emanuel, reconhecendo a disposição do Chico, eh, disse a ele que ele tinha 30 livros para escrever, né? Ele tinha essa tarefa, entre outras, de escrever 30 livros. E aí o Chico assustou, né? Porque hoje a gente acha 30 livros normal por causa do Chico, porque ele escreveu muito mais, mas naquela época ele que não tinha nem terminado o ensino fundamental e morava ali em Pedro Leopoldo, 30 livros eram um absurdo, né? Nem umi, nem cientistas, nem filósofos, nem grandes escritores às vezes escreviam 30 livros. Então, para ele, imagina o susto, né? Mas ele se colocou com fé, com entrega, com coragem e foi lá. E Emanuel falou disciplina, disciplina e disciplina. E o Chico levou a risca. Todos os dias ele estava lá no horário combinado, no local combinado, sentado na mesa com o lápis na mão à espera das manifestações que sempre vinham, nunca decepcionavam. Mas ele também nunca deixou de estar presente, de se colocar à disposição e de entregar o pouco que ele tinha, que parecia pouco, mas era muito. Ele se integrou, entregou integralmente, ele deu tudo que ele tinha e foi o instrumento de tanto que foi recebido, né? quando ele terminou os 30 livros e o pessoal diz que Emanuel enganou, mas na verdade o Chico foi conquistando as tarefas que ele tinha, né? Ele terminou os 30 livros, conquistou o direito de escrever mais 30, depois dos 30 conquistou o direito de escrever mais 30. E depois dos 100 livros, eh, o Emanuel disse a ele que ele tinha recebido o recado de que a vida dele havia sido desapropriada
escrever mais 30, depois dos 30 conquistou o direito de escrever mais 30. E depois dos 100 livros, eh, o Emanuel disse a ele que ele tinha recebido o recado de que a vida dele havia sido desapropriada e que a partir de então ele seria um servidor integral do evangelho. E foi isso que ele fez na vida dele toda. Ele foi um servidor do evangelho de Jesus. Sem limites. A vida dele foi integralmente dada, né? Mas ele começou no pequenininho, começou aceitando a tarefa, começou se colocando à disposição. E se colocando à disposição, ele foi conquistando passo a passo. Assim somos nós que vamos também nos colocando à disposição, colocando os nossos recursos e aceitando a tarefa. como aquele homem da parábola dos talentos, que dá os dois talentos que tem e recebe mais, recebe uma maior confiança, porque ele conseguiu multiplicar aqueles talentos. Então, aqueles que recebem mais talentos são os que investem e multiplicam os seus talentos, porque é neles que o Senhor da vinha confia, naqueles que conseguem entregar o que tem e multiplicar os dons que eles têm. Então isso é o que se pede. Não importa quão pouco seja, não importa quão ínfimos nós nos nos encontremos, né? Como o Chico disse, mas eu sou apenas um servo. Eu nem terminei o o a o ensino fundamental. Como é que eu posso fazer isso? Mas o pouco que ele aparentava ter era muito e foi o suficiente. Na questão 90 do livro dos espíritos, o eh Kardec pergunta: "Poderia sempre o homem, pelos seus esforços, vencer suas más inclinações?" E aí os espíritos respondem: "Sim, e frequentemente fazendo esforços muito insignificantes. O que lhes falta é vontade. Ah, quão poucos dentre vós fazem esses esforços! Então, chega a ser redundantes, né? Esforços muito insignificantes. São esforços pequenos, migalhas, pequenas migalhas que nós damos, aqueles pequenos esforços como cinco pães e dois peixes, como os óbulos da viúva, como aquele talento que nos foi confiado e que nós podemos multiplicar. É o pouco que nós temos na pequena ocasião que nós
les pequenos esforços como cinco pães e dois peixes, como os óbulos da viúva, como aquele talento que nos foi confiado e que nós podemos multiplicar. É o pouco que nós temos na pequena ocasião que nós temos, em cada instante, né? E nós entregando aquilo, mesmo que seja pouco, mesmo que pareça ínfimo, isso pode ser multiplicado até o infinito. E aquilo que parece tão pequeno, que parece tão pouco, pode se transformar em algo muito grande e matar a fome de uma multidão, né? Quem diria que cinco pães e dois peixes seriam capazes de matar a fome de uma multidão? Mas foram e sobrou ainda, né? Então é lembrar que nada nasce grande, né? Nada nasce pronto. É preciso que a gente comece. E os começos são mesmo pequenos. Eu gosto sempre de lembrar do mito do herói, né, da da do Joseph Campbell, que diz que a gente começa recebendo um chamado. E a gente sempre fala, né, que quando o o servo está pronto, o chamado aparece. Mas pronto não significa preparado, não significa pronto totalmente, né? Pronto, se tem a ver mais com a nossa prontidão, com a mesma prontidão que demonstrou os nossos Chicos, né? que demonstraram os nossos Chicos, o Chico de Assis, que aceitou reconstruir essa igreja, o nosso Chico Xavier, que mesmo se se sentindo tão pouco, tão ínfimo, e com aquelas vivências difíceis que ele tinha tido, ele conseg se colocou à disposição e confiou, né? Então, o pouco, o ínfimo que nós temos com a nossa confiança se multiplica. Zaqueu que se achava tão pequeno, tão pecador, mas que nem por isso deixou de subir e estar ali à espera de Jesus confiando nele, né? Aquela mulher hemorroísta que se colocou ali no caminho e tocou apenas as vestes de Jesus porque ela não ousou fazer mais, mas a disposição dela foi suficiente para que ela fosse curada. Então, nosso pequeno gesto é o que faz com que a gente se habilite. E aí o José Campbel fala que o aceitar da nossa missão, o aceitar da tarefa é apenas o primeiro passo e que daí vem tudo o que se coloca, né? Dali a gente recebe as
ue faz com que a gente se habilite. E aí o José Campbel fala que o aceitar da nossa missão, o aceitar da tarefa é apenas o primeiro passo e que daí vem tudo o que se coloca, né? Dali a gente recebe as nossas armas, que são as armas do cristão que Paulo tanto fala. Dali a gente recebe os nossos desafios, recebe os nossos mentores, recebe os auxílios. recebe o aprendizado e vamos passo a passo construindo o nosso caminho. Nosso caminho não está pronto desde o início. Nosso caminho vai se fazendo, vai se construindo e cada passo que a gente dá, a gente vai se colocando cada vez mais nesse caminho. A gente vai multiplicando a nossa disposição, multiplicando os nossos dons e recebendo tudo que é necessário. Martin Luther King dizia que para começar a subir uma escada, a gente não precisa ver o topo. Basta que a gente veja o próximo degrau e confie que a gente vai conseguir subir. Se a gente souber o caminho e tiver os recursos para subir o próximo degrau, do próximo a gente avança pro próximo. Do próximo a gente avança pro próximo. E quando a gente menos esperar, a gente já tá lá no topo. E o topo da escada é apenas o início da próxima escada que nós continuaremos trilhando, continuaremos crescendo e continuaremos aprendendo nesse caminho que não tem fim, porque nós somos espíritos imortais e continuaremos crescendo. Mas é preciso que a gente diga aquele primeiro sim. É preciso que a gente se coloque à disposição, se coloque no caminho, que a gente coloque a primeira pedra, que a gente lance a primeira semente, que a gente busque o primeiro pão e com isso a gente dê aquele 0,001 que vai se multiplicar e se tornar a abundância plena que vai nos tirar do zero e nos conduzir ao infinito. Então, pra terminar, eu quero é trazer para vocês um poema que eu gosto muito, muito, muito e utilizá-lo para encerrar o nosso encontro de hoje. Ele se chama Atire a primeira flor e fala da importância de nós praticarmos uma ação positiva, mesmo quando tudo é escuridão. Ele diz assim: "Quando tudo for pedra,
encerrar o nosso encontro de hoje. Ele se chama Atire a primeira flor e fala da importância de nós praticarmos uma ação positiva, mesmo quando tudo é escuridão. Ele diz assim: "Quando tudo for pedra, atire a primeira flor. Quando tudo parecer caminhar errado, seja você a tentar o primeiro passo certo. Se tudo parecer escuro, se nada puder ser visto, acenda você a primeira luz. Traga pra treva você primeiro a pequena lâmpada. Quando todos estiverem chorando, tente você o primeiro sorriso. Talvez não da forma de lábios sorridentes, mas de um coração que compreenda, de braços que confortem. Se a vida toda forenso não, não pare você na busca do primeiro sim, ao qual tudo de positivo deverá seguir-se. Quando ninguém souber coisa alguma e você souber um pouquinho, seja o primeiro a ensinar. Começando por aprender você mesmo, corrigindo-se a si mesmo. Quando alguém estiver angustiado à procura, consulte bem o que se passa. Talvez seja em busca de você mesmo que esse seu irmão esteja. Daí, portanto, o seu sim deve ser o primeiro a aparecer, o primeiro a mostrar-se, o primeiro que pode ser o único e mais sério ainda, talvez o último. Quando a terra estiver seca, que a sua mão seja a primeira regala. Quando a flor se sufocar no urs e no espinho, que a sua mão seja a primeira a separar o joio, a arrancar a praga, a afagar a pétala, a acariciar a flor. Se a porta estiver fechada, que venha de você a primeira chave. Se o vento sopra frio, que o calor de sua lareira seja a primeira proteção e o primeiro abrigo. Se o pão for apenas massa e não estiver cozido, seja você o primeiro forno para transformá-lo em alimento. Não atire a primeira pedra em quem erra. De acusadores o mundo está cheio. Nem por outro lado, aplauda o erro. Dentro em pouco a ovação será ensurdecedora. Ofereça sua mão primeiro para levantar quem caiu. Dê sua atenção primeiro aquele que foi esquecido. Seja você o primeiro para aquele que não tem ninguém. Quando tudo for espinho, atire a primeira flor. Seja o primeiro a
meiro para levantar quem caiu. Dê sua atenção primeiro aquele que foi esquecido. Seja você o primeiro para aquele que não tem ninguém. Quando tudo for espinho, atire a primeira flor. Seja o primeiro a mostrar que há um caminho de volta, compreendendo que o perdão regenera, que a compreensão edifica, que o auxílio possibilita e que o entendimento reconstrói. Atire você quando tudo for pedra, a primeira e decisiva flor. Muito obrigada a todos. uma ótima noite. Nós agradecemos então a nossa querida Carla, né? Vamos atirar a primeira flor, né? Vamos atirar essas flores em forma de prece, unindo. >> Tá. Posso? Qual que é o seminário? >> Oi. >> Qual que é o seminário? Alunos. >> Exatamente. Pó. >> Tem um aviso, meus amigos. Nosso irmão fala que para quem tiver interesse, logo mais às 19:30 vai ter um seminário, ele diz maravilhoso de perguntas e respostas do ERGE. É isso. Olha só, todas as dúvidas a gente pode fazer a pergunta ou elas já vem feitas. Ah, então com certeza vão ser aquelas que a gente mais tem dúvida, né? Porque como foi? Então é isso, né? Vamos fazer a nossa prece, então, atirando essa primeira flor em forma de vibrações boas, né? Vamos unir os nossos corações e vamos pedir a esse querido mestre, nosso querido amigo Jesus, que ele nos abençoe. E vamos abrir o nosso coração procurando o que temos de bom oferecer e pedir: Jesus me ajuda a multiplicar. tudo aquilo de bom que eu trago em mim. Me ajuda a multiplicar a esperança que eu recolho nessa casa, a compreensão, o entendimento. Que eu possa, Senhor, ser um instrumento da tua paz dentro das minhas possibilidades. Nós sabemos que são poucas ainda, mas oferecemos de todo o nosso coração o melhor que nós possuímos. nos ajuda, mestre, para que ligados ao mais alto possamos vibrar sempre em harmonia, sempre de maneira amorosa e que nos momentos em que estejamos envolvidos em problemas e em conflitos, que possamos ter a capacidade de parar o minuto, nos conectar ao mais alto e nos reequilibrar, a fim de repartirmos todas
sa e que nos momentos em que estejamos envolvidos em problemas e em conflitos, que possamos ter a capacidade de parar o minuto, nos conectar ao mais alto e nos reequilibrar, a fim de repartirmos todas essas as bênçãos que recebemos, a bênção do entendimento sobre o sentido da nossa vida, a bênção do entendimento sobre a existência do mundo espiritual. Já temos esse conhecimento, Senhor, que ele possa ser utilizado para por nós como ferramenta de fortalecimento, de crescimento, de trazer a paz para o nosso coração. Abençoa, mestre Jesus, os nossos lares. Abençoa nesse instante todos aqueles que vem ao nosso pensamento, nossos familiares, amigos queridos. Abençoa também aqueles com quem temos dificuldade, nossos mestres do perdão e da paciência. E permite, Senhor Jesus, que possamos estar a cada dia mais um pouquinho mais perto de ti. E assim pedimos a permissão para encerrar a nossa noite de hoje, dizendo graças a Deus. Temos em seguido o passe, né? >> Sejam bem-vindos. a nossa sala de passe virtual da comunhão espírita [música] de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo [música] os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso [música] mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos
a. Entrando em sintonia com o nosso [música] mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários [música] ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos [música] momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do [música] bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a [música] caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos [música] lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos [música] ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade [música] e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para [música] cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para [música] continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que [música] estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na [música] terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos [música] aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos [música] aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues [música] à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente [música] com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos
vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente [música] com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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