Espírita, tu me amas? | 2ºENER
2º Encontro Nacional do Evangelho Redivivo Tema-geral: “Pedro, tu me amas?” (Jo 21:15) Local e data: Federação Espírita Brasileira — 19 a 21 de setembro de 2025 🎤 Palestra Título: Espírita, tu me amas? Expositor(a): Palestra coletiva - turmas do Evangelho Redivivo Este vídeo integra a série de publicações individuais do 2º Encontro Nacional do Evangelho Redivivo, realizado na sede da Federação Espírita Brasileira (FEB). O encontro promoveu confraternização, avaliação e aprofundamento da met...
Essas canções não foram para o hinário por um equívoco aqui de quem montou o inário. Enfim, cantamos Semente do grupo Arte Nascente, cantamos te ofereço paz também do grupo Arte Nascente e eh qual outra raízes também do grupo Arte Nascente da qual do qual eu faço parte. Tudo é amor do grupo Arte Nascente. >> Você está aqui, já parou para pensar? Porque tantas belas diferenças entre nós. Se Deus é tão perfeito e sequer jamais errou, >> como tudo se explicar na justiça universal. Quero crer que colhemos o que plantamos. Nós era sem fim. >> Que nascemos e vivemos sim e morremos para renascer. Quero crer que a vida além continua sempre a existir. >> E todos os que se foram vivem felizes perto de nós. Tudo é amor, até mesmo a dor. Tudo faz crescer, moldar a nossa luz. Tudo é amor, até mesmo a dor. Tudo faz crescer, moldar a nossa luz. Amor, amor, amor, amor. Você está aqui, já parou para pensar? >> Por que tantas mazelas diferenças entre nós? Se Deus é tão perfeito, sequer jamais errou. >> Como todos se explicar na justiça universal, >> quero crer que colhemos o que plantamos nas eras sem fim. que nascemos e vivemos sim e morremos para renascer. Quero crer que a vida além continua sempre a existir. >> E todos os que se foram vivem felizes perto de nós. Tudo é amor, até mesmo a dor. Tudo faz crescer, moldar a nossa luz. Tudo é amor, até mesmo a dor. Tudo faz crescer, dar a nossa luz. Amor, amor, amor, amor, amor, amor, amor, amor. Obrigado. Vamos fazer agora grata vida do grupo Arte Nascente. As músicas não entraram no Inário, tá? Sinto muito. Eh, foi um equívoco de quem montou o rinário. Eu mandei a tempo, eu juro. Cada vida que me faz crescer, com uma linda amizade que me faz ver, que da mão que me sustenta em pé, nunca cobrou a tu somente fé. Quando você se afasta de mim, sempre escura a ilusão de pensar no fim. Mas você vem com o seu coração e me mostra que a vida é doação. É doação. É doação. A vida que me faz crescer com a linda amizade que me faz ver que da mão que me
pre escura a ilusão de pensar no fim. Mas você vem com o seu coração e me mostra que a vida é doação. É doação. É doação. A vida que me faz crescer com a linda amizade que me faz ver que da mão que me sustenta em fé nunca cobrou a tu somente fé. Quando você se afasta de mim, sem escura ilusão de pensar no fim. Mas você vem com seu coração e me mostra que a vida é doação. É doação. É doação. Uh uh. Uh. Obrigado. sua paleta aqui, ó. Não, aqui não. A gente tem que ir para lá. Vem para cá. Volta para cá. Queridos amigos, é muito bom estarmos juntos, né? Tantas federativas, tantos colegas de turma que se vem na telinha pelo MIT. e tiveram a oportunidade de dar aquele abraço físico, o olho no olho, como se diz, não é? Que coisa bem boa, que maravilha esse encontro de almas nessa extensão do Oasis de Ismael. Queridos amigos, mais uma vez nós agradecemos a cada um de vocês porque sabemos dos esforços, das dificuldades para estarem aqui hoje muitas pessoas. Então, a nossa gratidão sincera a cada grupo, a cada tur, a cada turma, cada pessoa que hoje puderam estar aqui conosco. Antes de darmos prosseguimento às nossas atividades, Marta Antunes nos dará um pequeno recado, tá bom? Liga. >> Eu queria que levantasse e ficasse de pé aquela companheira do Rio de Janeiro da CED e a de São Paulo que criaram. >> Gente, vocês não acreditam. Para mim foi a o ano já valeu por essa notícia. Fica de pé minhas amigas de São Paulo. É você? Aí, cadê a outra do Rio? Vem cá. Rio de Janeiro e São Paulo se uniram. E cadê, cadê a outra? Cadê a outra? Cadê a outra? A sua amiga, onde é que está? É essa nossa irmã, ela é sora, então ela com a outra amiga do de São Paulo da do Rio se uniram vendo o Evangelho Rede Vivo no YouTube, faz curso, criaram, viu Dariso, criaram o primeiro curso online do Evangelho V em Libra. Vil conta que ela faz a leitura labial. Então a outra do Rio de Janeiro ela entende Libra. Então ela você pode nãoar um pouco Agora eu vou tirar. Agora eu vou tirar para vocês. Ah, chegou
V em Libra. Vil conta que ela faz a leitura labial. Então a outra do Rio de Janeiro ela entende Libra. Então ela você pode nãoar um pouco Agora eu vou tirar. Agora eu vou tirar para vocês. Ah, chegou as almas generosas que se uniram. O primeiro curso do evangelho rediv do planeta Terra em Libras. atender a comunidade etp. Eu gostaria de apresentar para vocês como foi esse trabalho com a comunidade surda no estudo do Evangelho Rede Vivo. É um trabalho virtual, ele foi um primeiro trabalho pioneiro e nós agradecemos demais ao grupo do CR que nos acolheu, CERG, né? Conselho Espírita do Estado do Rio de Mineiro, acolheu a todos nós. A Carmen, desculpa, eu tô ofegante, a Carmen, né, ela ela ela também nos acolheu muito, né, ela faz parte dessa coordenação também do Evangelho Red Vivo. e informar vocês que a Libras ela é uma lei, ela é uma língua regulamentada por lei. Algumas pessoas, poucas pessoas conhecem, né? Então, é importante que vocês eh eh veja pros surdos, no caso, a gente eh fez esse sinal, como eles mesmo batizaram o evangelho de com esse sinal, para que eles visualmente pudessem identificar, né, como eh a germinação, ou seja, o evangelho é luz, é algo novo que surge. Então, essa foi a ideia dos surtos. Então, na verdade, os suros estão aprendendo igual a todos nós, né? Então, foi o primeiro grupo do Evangelho Rede Vivo, a primeira vez que a gente fez esse estudo, fizemos uma programação mais de acolhimento com bastante carinho, né? Então, eu como surd e a Verônica como ouvinte, trabalhamos juntos na no Serg. A, aí eu pensei assim: "Poxa, o Evangelho Rede Vivo é um trabalho tão maravilhoso, Verônica, vamos começar esse trabalho com os surdo junto com Sererge." E aí então nós estamos no segundo livro, né, que é o segundo o Evangelho de Mateus, né, junto com o Sérgio também aprendendo juntos, igual a todos nós aqui. Então, eu me eu me emociono, é uma experiência e uma oportunidade que eu quero agradecer a todos vocês, a FE, ao Cergud, por estar nos dando essa atenção, por compartilhar
tos, igual a todos nós aqui. Então, eu me eu me emociono, é uma experiência e uma oportunidade que eu quero agradecer a todos vocês, a FE, ao Cergud, por estar nos dando essa atenção, por compartilhar essa ideia com muito carinho para todos nós. Então, o grupo de SUSD, a comunidade SUSD, ela não está sozinha, ela também tem ouvintes junto com ela, com a comunidade, aprendendo também juntos em Libras, porque o evangelho de vivo em Libras é o que mais o surdo consegue aprender, né? E a gente acolhe também as pessoas ouvintes como a Verônica e outros mais. Muito obrigada, Marta. Nova tá e mais o livro de Mateus já, os livros do Evangelho de Vivo, já estão sendo traduzidos para L. Então, queridos amigos, dando sequência as nossas atividades, hoje nós queremos falar um pouco da atividade que temos ali principal. Pedro, Pedro >> Mianas. Pois bem, aqui está uma foto CF. de 2023 em que nós estávamos na oportunidade na febre por ocasião do CFN e a Marta nos colocou assim e ela deve lembrar muito bem da monto com a equipe para prepararmos uma atividade encontro com o evangelho edu âmbito nacional. Então vamos organizar a equipe. Você convide Marl Cecília e assim ela foi, nós vamos nomear ali depois. Você não se esqueça. E assim ela ia pontuando. E nós formamos o grupo de trabalho para o encontro nacional do evangelho Red Bill. Então nós apresentamos aqui, está a equipe Carlos Capete, Marcos Bragato incorporou depois, mas o que tem somado, não é? Marcos Bragato, que tem nos ajudado, é impressionante. A Carmen Indúcia do Rio de Jantar da CED, a Cecília da União de Vitória da Conquista, eh o Dairso FEB, a Elane da Federação Espírita de Santa Catarina, a Euzina Nascimento e a Euzita Quinta da FEB também, Maria Amélia, que não está aqui conosco hoje, que está e em viagem internacional de atividade. a Marlúci, a Socorro e a Rosângel que incorporou há pouco tempo também, que tem somado, como vocês podem estar vendo em todo o evento. Eu me lembro que a Socorro também, a Marta dizia assim: "Se não
. a Marlúci, a Socorro e a Rosângel que incorporou há pouco tempo também, que tem somado, como vocês podem estar vendo em todo o evento. Eu me lembro que a Socorro também, a Marta dizia assim: "Se não esqueça da Socorro, a Socorro é muito importante nesse trabalho." Pois bem, queridos amigos, e aí volta uma por essa ocasião, essa foto foi apresentado no sábado à noite também da programação do CFN, aos presidentes das federativas para um encontro presencial, mas aí veio a pandemia e no retorno nós fizemos um encontro, primeiro encontro Nacional do Evangelho Vivo virtual e chegamos a conversar com a Marta, com Carlos e nós precisamos manter isso que foi acordado com os presidentes das federativas nesse CF para o engolo presencial. Então nós fizemos uma outra programação para que hoje então pela efetivação desse encontro presencial nós pudéssemos apresentar essa proposta, esse roteiro. Por isso que nós convemos ali, Jesus só das nossas almas, Marta lanterna das nossas almas. Sejamos amigos na divulgação do evangelho. Pode passar do Então, meus amigos, conta-nos Amélia Rodrigues que os primeiros raios do sol já despeitavam no horizonte, estava amanhecido. Aquele seria o terceiro encontro que Jesus com o discípulo amado e os companheiros. E Pedro estava, pois que essa era a sua atividade antes que na beira daquele mesmo lag Jesus o convidasse para a tarefa. E ele se recta que tinha maleabilidade com as redes, mas durante aquele tempo com Jesus, de alguma forma ele estava tentando readquirir aquela malabilidade com as e desde o início da noite anterior, sem sucesso, pegou na e lembrou que em outra circunstância Jesus havia dito: "Lançai as redes para o outro lado e pegarás E ele instintivamente o fez. E qual não foi a sua surpresa quando sentiu que as redes estavam redes, então ele se deu conta que não era apenas uma lembrança que ele efetivamente havia ouvido Jesus e ele olha para a beira do la e lá está. não poôde segurar a evolução. Pulou na água, nadou até a beira do lado, abraçou
conta que não era apenas uma lembrança que ele efetivamente havia ouvido Jesus e ele olha para a beira do la e lá está. não poôde segurar a evolução. Pulou na água, nadou até a beira do lado, abraçou Jesus. E então, enquanto os demais companheiros chegavam, Jesus, por isso a imagem, Amélia Rodrigues descreve, apanha de um peixe, as improvisado a fogueira e então olha para todos e diz: "Vindes jantar, vem Ja, será que esse convite foi só para os apóstolos? Foi só para aqueles naquele momento. Esse convite é paraó que que vocês acham? E logo a seguir olho para Pedro e com profunda inflexção e doçura na voz, ele diz: "Simão, filho de Jonas, a Nós estamos falando sobre isso encontro inteiro, mas vocês já pensaram na energia? dia desse momento, desse chamado ao compromisso. Ontem no ônibus vindo para cá, a gente ficou conversando a viagem inteira e quando as pessoas me falavam: "Nan, nane, tava tranquilo, a gente tava conversando." De repente era ele que eu prestava mais atenção, ainda mais porque nós éramos três Elanimes naquele ônibus. Incrível, né? Mas aí vinha o nome completo, a chamada Eline Aparecida. Cap, então é comigo, chamada é para mim. Assim também quando nós lemos aquelas primeiras palavras, Simão, filho de Jonas, é comigo que ele quer falar. Esse é o convite do Evangelho, Red Vico. É comigo que ele está falando. Vocês vão lembrar que Jesus, ele dava nome aos seus discípulos, né? Quando a gente lê lá em Marcos 3, a gente vai ver que ele nomeia Tiago e João como filhos do trovão, lembra? E Simão como Pedro. é um nome dado por Jesus. Pedra, rocha, natureza do indivíduo, natureza da tarefa para as nossas reflexões. Mas aqui não, aquele chama o homem >> a consciência do dever espiritual. Mas Jesus, como te amo. Então ele diz, apacenta as minhas ovelhas e quando a gente procura entender o verbo apacentar, que a gente vai entender que é alimentar, cuidar, tratar, nós lembramos que Jesus é o pastor, nós somos as ovelhas. Então, de ovelhinha para ovelhinha, esse chamado é para que mesmo
o verbo apacentar, que a gente vai entender que é alimentar, cuidar, tratar, nós lembramos que Jesus é o pastor, nós somos as ovelhas. Então, de ovelhinha para ovelhinha, esse chamado é para que mesmo necessitados nós possamos estender as mãos. E mesmo precisando nos alimentar pra gente passar isso coletivamente, que a gente compartilhe. Por isso que ele diz, os meus discípulos serão conhecidos por muito se amar. Mas ele não faz esse chamado só irmã. uma pausa, uma longa pausa e logo após sei que deixasse minuto nenhum de olhar Pedro servos. Filho de Jas, com profundo amor e compreensão, tornou a perguntar outra. Imagine, meus amigos, nabra, na beira do lar, as emoções adivinas do mestre amado, envolvendo em especial Pedro. Simão disse Jesus, filho de Jonas, amasme? E no ar ficou aquela belíssima frase. Pedro olhou ansiosamente para Jesus. Pensamos agora quantas emoções estavam passando por aquela alma que amava o seu mestre a seu modo, mas o amava desde ontem. Talvez neste momento serfan Pedro tinha lembrado de outrora uma moeda com duas. Na primeira ele disse que faria qualquer coisa para o mestre, mas negou por três meses. E agora o mesmo mestre perguntava a ele se aquele discípulo estaria realmente amando-o de verdade. Seria então no dia do evangelho segundo João capítulo 21 versículo de 1 a 25. Seria necessário repeti-lo, ou seja, repetir a mesma frase foi necessário. O mestre achou absolutamente necessário por muitos motivos. E Pedro respondeu: "Sim, Senhor. Aquela voz embargada, em vez daquela voz forte, aquela voz trêmula, saindo da acústica da alma, tu sabes, Senhor, que te amo." Voltando para nós nesse momento augusto de nossas vidas, que aqui estamos trabalhando o evangelho de Jesus. Se Jesus nos perguntasse, espírita, espíritas, vocês me amam? E o mestre falou para Pedro: "Apaienta minhas ovelhas". E Pedro outrora dissera: "Não sei fazê-lo". Mas a frase afirmativa continuava presente de Jesus para Pedro. E Pedro perguntou a si mesmo: "Duvidaria o Rabi
falou para Pedro: "Apaienta minhas ovelhas". E Pedro outrora dissera: "Não sei fazê-lo". Mas a frase afirmativa continuava presente de Jesus para Pedro. E Pedro perguntou a si mesmo: "Duvidaria o Rabi da sua dedicação?" Assim somos nós quando questionamos ou quando somos questionados por nossos amigos espirituais. Será que esses amigos não acreditam que nós o amemos? Os amemos? Nova pausa de inquirição psicológica. Muito forte essa frase, a fim de que a pergunta encontrasse ou encontre a ressonância necessária para aquele momento de profunda reflexão. E o mestre torna a perguntar pela terceira vez, se filho de Jonas, tu me amas? Porque a pergunta do mestre era em espírito, porque já tinha passado pelo seu sofrimento máximo. E Pedro, mais uma vez angustiado, temeroso de não se fazer ouvir, disse: "Senhor, tu sabes tudo. Tu sabes tudo, Senhor. E nesse momento o grande apóstolo não poôde conter as lágrimas. não dominou a sua emoção e disse com voz profundamente sentida, tu sabes que eu te amo, Senhor. Sim. Três vezes o mestre o inquirira. Três vezes o apontaram antes. Não és também um dos discípulos deste homem? Não sou. Nunca ouvi. Logo após, quando as labaredas clarearam o seu rosto e lhe disseram, identificando, não és também um de seus discípulos? Não sou, nunca ouvi. Ô céus, estava louco, pensou Pedro. Como poderia negar o Rabi que força dominava sua fraqueza? Outro servo do sumo sacerdote o inquiriu. Não te vi no orto com ele? Não és amigo dele? Não sou. Nunca o vi. F três vezes negou Jesus. Informaquela hora da prisão, Simão Pedro seguia o mestre de longe. E nós podemos afirmar que seguimos o mestre de perto, que lhe devotamos fidelidade, que nunca sucumpimos ante as adversidades de nossa vida? Quantas vezes ainda hoje negamos o mestre? Negamos o mestre quando ofendemos que não pedimos perdão. Negamos Jesus quando não acolhemos o outro em sua dor. Quando não oferecemos um ombro amigo, quando deixamos de enxugar uma lágrima, negamos um mestre, quando negamos um sorriso,
e não pedimos perdão. Negamos Jesus quando não acolhemos o outro em sua dor. Quando não oferecemos um ombro amigo, quando deixamos de enxugar uma lágrima, negamos um mestre, quando negamos um sorriso, uma prece, consolo, quando a mágoa, a indiferença, o desamor instala em nosso coração e aí fazada. Negamos Jesus na competição velada, na vaidade doutrinária, na dificuldade de aceitar críticas. Negamos o mestre quando o orgulho espiritual nos impede de trabalhar para o seu evangelho retivo. Negamos o Senhor quando nos falta a simplicidade de coração, a escutatória do irmão, o serviço por gratidão. Muitos de nós continuamos caindo nos deslizes da vida por acompanharmos o Cristo à distância, receosos de cobranças de nossa própria consciência, pois no íntimo já sabemos que estamos negando o Senhor. Em nossa fragilidade humana e nossa em vigilância, o desvario muitas vezes nos empurra para longe do mestre, como esclarece Emmanuel. Ele disse: "A cada passo encontrarás os que te pedem amparo, os que te rogam aos alívio, os que te suplicam consolo, os que esperam entendimento. Não te faltarão, com tudo, igualmente os que te desafiam a calma, os que te zombem os ideais, os que te complicam as horas, os que te criam dificuldades, os que te ferem o coração. E nesses momentos não aram esquecemos Jesus negando seu exemplo, deixando-nos guiar, não por ele, mas pela nossa insensatez. E continua Amélia narrando, fora demais a sua dor. Agora que cantaram o galo, cronometrando a sua perfídia, ele mesmo dissera antes: "Por ti darei minha vida. Regarmeá três vezes, Pedro, antes que cante o galo. Inesquecível fora a modulação de sua voz. e caía três vezes, embora o amasse. Subitamente, Pedro compreendeu tudo, tudo quanto antes não entendera. E na mente desfilaram os anos de convívio com o mestre, um curso para que ele viera ministrar-me. Sim, amigos, Jesus conhecia a fragilidade de Pedro naquele momento, como conhece a nossa. sabia que ao longo dos séculos o negaríamos, o esqueceríamos,
estre, um curso para que ele viera ministrar-me. Sim, amigos, Jesus conhecia a fragilidade de Pedro naquele momento, como conhece a nossa. sabia que ao longo dos séculos o negaríamos, o esqueceríamos, deturparíamos os seus ensinamentos. Sabíamos, sabia Jesus? Como diz Albino Teixeira na oração do servo infiel e perfeito, eu também trago comigo a dureza da pedra, a vivência do fogo, a agressividade da lâmina e a enfermidade do chá, mas com a tua bênção de amor posso desfrutar do privilégio de cooperar na construção do teu reino. Para isso, porém, Senhor, concede-me a felicidade de trabalhar e ensina-me a receber o domi. Assim, Jesus apostou em nós, enviando um outro consolador, e acreditou que voltaríamos ao palco terrestre para nunca mais o neg. E cá estamos atendendo ao seu convite de amor. Filhos, filhas, vem trabalhar hoje na minha vida. Vem trabalhar hoje na minha via. Pedro. Dona Améliia Rodriguez, que anos se qualificou desde o início, quando Jesus convida para ministro, nós podemos dividir essa trajetória de medo no decorrer da sua existência em duas. A primeira, quando ele recebe o convite para ser convisto, porque ele o faz imediatamente. E a seguida após as negações, quando ele compreende o propósito de sua existência, é assim, é aquela virada de chave mos. É aquela hora que chega o nosso momento que a gente fala: "Por que só agora? Que que antes eu ouvi isso? Quanto tempo eu perdi? Mas todos nós temos o nosso E assim, ao aceitar o convite do Cristo, Pedro começou o seu processo de mudança. O que não deve ter sido fácil, como não é para nós que estamos aqui estudando o evangelho redino e buscando essa tão sonhada transformação moral. Pedro tinha dificuldade na sua grande relação. Ele era impetuoso. Mas apesar disso, ele queria seguir Jesus. Ele queria entender sobre a construção daquele rei que Jesus. Quando sempre estamos, quando estamos em busca de entendimento, de qualificação, de conhecimento, nós questionamos, nós somos imediatistas, a gente quer ver
r sobre a construção daquele rei que Jesus. Quando sempre estamos, quando estamos em busca de entendimento, de qualificação, de conhecimento, nós questionamos, nós somos imediatistas, a gente quer ver logo o resultado. Nem com Pedro também não foi diferente. E ele pergunta ao mestre, nos diz os evangelistas. Mas o tempo passou e o convívio com o mestre, ele ouvindo as suas preleções, acompanhando a ele vai solicitar o mestre. Continua dona Mélia, explica-nos esta parábola. Era o espécie avançado da ignorância. Então, na cooperação direta com Cristo, o acompanhando em inúmeras viagens, passando fome, sofrendo compreensões farisaicas, todas as dificuldades que nós possamos imaginar, Pedro começa a despertar para o conhecimento da mensagem do Cristo, pedindo esclarecimento sobre os ensinos. Todos nós quando iniciamos os estudos do Evangelho Rede Vivo e a cada estudo que passa, a gente quer mais conhecer, a gente vai no contexto, a gente busca o Antigo Testamento e nós vamos nesse conhecimento. Mas a gente tá estudando o evangelho Rede Vivo apenas para adquirir esse conhecimento, para alimentar o nosso intelecto, ou nós estamos querendo já ou contribuindo com a obra do Cristo? Porque Pedro foi aprendendo, mas foi cooperando. Então é aquele aprender servindo. E Pedro não se contenta apenas com esse conhecimento. E ele começa a meditar. E quando já no patamar mais avançado, ele faz um pedido a Jesus em que é atendido toda a humanidade até os dias atuais, ele recebe a oração. Pai nosso, ensina-nos a orar. Já a pedra se sigia ante a luz. Pedro medita, medita a mensagem, ele se olha, ele já quer avançar. Mas ele tem consciência de suas limitações. Ele quer sair daquela horizontalidade que ele ainda está. E com muita humildade ele roga ao mestre que os ensine a orar, deixando para toda a humanidade essa dívida de gratidão que é a oração do Pai Nosso. Nós já temos consciência da necessidade da oração ou nós já nos achamos autossuficientes? Mas avançando, Pedro agora sentia a
ara toda a humanidade essa dívida de gratidão que é a oração do Pai Nosso. Nós já temos consciência da necessidade da oração ou nós já nos achamos autossuficientes? Mas avançando, Pedro agora sentia a sabedoria de Jesus a iluminá-lo, diferenciando o trivial do sublime, o trágico do que é superficial. E quando Jesus o pergunta, Simão, filho de Jonas, tu me amas? rimbombava na sua mente. Sim, tu sabes que eu te amo. E Pedro, após passar pelos processos naturais de dor, de culpa e de arrependimento, na luta contra o sigo mesmo, naquela fase em que a gente cai e levanta, que a gente se enfrenta, que a gente enfrenta os outros. Pedro se qualifica. Esse suerg aparece aquele Pedro autoiluminado, aquele Pedro que conquistou a maturidade espiritual, demonstrando que o amor é a terapia por excelência. E aí ele sente a mensagem do Cristo entendendo que o trabalho de erguer e apacentar os demais, bem como atender aos caídos, era muito maior do que ele mesmo, exigindo dele um olhar muito profundo e transformador sobre si mesmo. E finalmente nós vemos esse Pedro que nós estamos a estudar autoiluminado, vivenciando o que aprendeu um Pedro que ao encontrar Jesus se transformou. mudou não apenas seus pensamentos e atos, mas ele exigiu de si mesmo para aprender que ao propósito apresentado pelo mestre Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja. Apacenta minhas ovelhas. Sim, tu sabes que te amo. É tão lindo nós lermos o Evangelho com tanta emoção, acompanhar a trajetória desses irmãos que espelham a nós e que nos mostram das nossas possibilidades. Por isso, o grande convite de hoje é a pergunta: E nós, espíritas, estamos nos qualificando? ouvimos desde amanhã, pelo menos no nosso grupo, mas tenho certeza que nos demais, que é simples decorar versículos. Vou contar para mim não é. Memória não funciona tão bem assim, mas qualificação exige muito mais. Nós percebemos aqui estar apto para a tarefa. Mas como ovelhinhas que somos, considerando o colégio apostolar e tudo que significou
mória não funciona tão bem assim, mas qualificação exige muito mais. Nós percebemos aqui estar apto para a tarefa. Mas como ovelhinhas que somos, considerando o colégio apostolar e tudo que significou na vida deles esse contato com Jesus, nos espelhamos neles. Deus vai nos dando a possibilidade de ainda pequeninos, não prontos, mas desejando nos aprontar, que nós aprendamos a amar. Tem uma fala que o Geraldo usa muito, né? Como é que a gente aprende a caminhar? Caminhando, a ler, lendo. Como é que a gente vai aprender a amar? Amando. Então essa é a grande proposta, que nós possamos conhecer, porque o conhecimento é fundamental, ele é essencial. Nós não estamos desconsiderando o conhecimento jamais, mas a gente entende que tem os outros estágios. refletir o sentido disso para nossa vida, o sentido libertador. A pergunta que Pedro faz sobre o que que eu ganho com isso é significativa, mas não que nós nos apoiemos nisso, mas nós saibamos que existem muitos benefícios. É assim que nós vamos divulgando onde nós estivermos a proposta do Evangelho Rede Vivo, porque ela transforma nós mesmos e aqueles que somam nessa tarefa redentora. E isso faz com que a gente esteja mais junto, mais perto. Então, qualificar-se passa pelo conhecer, meditar, sentir para viver de uma forma renovadora, por isso nos exige. E aí esse convite que nos é feito vai nos dando direção na vida, vai nos dando propósito, vai nos dando sentido e a gente ganha vida. Então, trazendo pros dias atuais, como é que a gente faz isso? Quem vai nos explicar é Euzita e Euzi, >> amigos queridos, ouvimos, vimos, sentimos performance, performances notáveis deste grupo que fez esta apresentação, mas agora, agora é o momento de você chegar naquele lugar à parte, você com você e você vai se perguntar, lembrando, espírita, amas-me, espírita, falamos de espírita cristão, conforme Kardec nos ensinou. Nós temos conhecimento, sabemos dos princípios espíritas. Nós temos objetivo, mas não basta ter objetivo. É preciso cumprir com os objetivos.
falamos de espírita cristão, conforme Kardec nos ensinou. Nós temos conhecimento, sabemos dos princípios espíritas. Nós temos objetivo, mas não basta ter objetivo. É preciso cumprir com os objetivos. E nós temos que atender esse objetivo. Qual é o objetivo do espírita cristão? é corrigir suas imperfeições. Então, quero que cada um se sinta incomodado, porque é maravilhoso quando a gente se sente incomodado com uma fala. Quando não sente incômodo na fala, pergunta assim: "Ah, como é que foi lá o encontro?" "Ah, foi bom. Que que aconteceu?" "Ah, não sei não. Muita coisa boa, mas não me lembra. Não é isto que nós queremos. Nó, eu agora quero incomodá-los para vocês saírem daqui grilados. Pode ser? Então me respondam. Vocês têm conhecimento já dos princípios da doutrina, do que compete a cada um de nós fazer? Tem, tem. Vocês têm objetivo? Tem, tem. >> Não basta ter objetivo, você tem que cumprir seu objetivo. E como é que você cumpre seu objetivo? Dá uma ideia que é cumprir objetivo. Agora mesmo você falou, você falou para você mesmo, agora fala para todo mundo. Cumprir os objetivos. Eu acho que é a gente trabalhar as nossas imperfeições. Isso mesmo, gente. E para encerrar, eu vou ler aqui algo para nós sairmos daqui incomodados. Pode ser? >> Então, vamos lá. Reconhece-se o verdadeiro espírita pela sua transformação moral e pelos esforços que emprega para domar suas inclinações. Tem mais uma. Verdadeiro espírita não é o que chegou ao objetivo, mas aquele que quer seriamente atingi-lo. Último, quaisquer que sejam seus antecedentes, é bom espírita, desde que reconheça suas imperfeições. Obrigada. Você reconhece suas imperfeições? De 1 a 10, quais são as três primeiras? >> De 10 a zero, qual a que você já domou? E olha bem que a palavra é doma. O que é doma? É segurar, é dominar, é mostrar quem manda. Então, quem é que manda em você? Estamos como Pedro, no mesmo conflito, na mesma reação psicológica de negação, de menor valia. E depois entramos em crise, em em arrependimento.
é mostrar quem manda. Então, quem é que manda em você? Estamos como Pedro, no mesmo conflito, na mesma reação psicológica de negação, de menor valia. E depois entramos em crise, em em arrependimento. A pergunta é: conseguiremos reagir como Pedro? Conseguiremos levantar sobre nós mesmos e dar aquela virada de chave que foi colocada aqui para que a nossa vida realmente seja a vida de um espírita cristão? Dica entre nós, espírita é o teu nome? O que este nome significa para você? Como é que você se posiciona perante a consciência, a sua consciência, a minha consciência? Onde está escrita a lei de Deus? Em tese, nós não precisamos de mais ensinamentos. Pela questão 621 do livro dos espíritos, nós trazemos conosco. Mas por que ouvidamos? Por que não encaramos de frente? Por que é que nós não reagimos a entender que espírita, esse deve ser o teu nome, diz Emanuel, em religião dos espíritos? Ainda mesmo que respiremos sob aflições, ainda mesmo que tenhamos que combater conosco mesmo, a gente mesmo, porque na realidade a doutrina do Cristo aí está para nos redimir, para fazer com que entendamos o que estamos fazendo aqui. Será que nós já entendemos aquela colocação de Leondi que diz que tempos onde virem que o homem terá por templo o universo e por sacrário o próprio coração? Em relação a isso, como é que você se sente? Como é que você está agora? Como é que você faz aquele mergulho que Santo Agostinho nos chama, nos convida? para que a gente a cada final de dia deixe, modernamente ele diria assim: "Deixe passar o filme da sua vida do dia, no instante do seu recolher. Analise o que foi ponto fraco, o que foi ponto forte, o que você deve retornar sobre os próprios passos e refazer, e o que você engata uma marcha em direção ao futuro na conquista de você mesmo. É assim que temos feito. Porque esse esforço para domar as más tendências não é simplesmente uma retórica, é uma ordenança espiritual e que de repente a gente faz ouvidos moucos, a gente não entende ou não quer entender
eito. Porque esse esforço para domar as más tendências não é simplesmente uma retórica, é uma ordenança espiritual e que de repente a gente faz ouvidos moucos, a gente não entende ou não quer entender e ficamos nos vitimizando, plenos de autoengano, querendo que alguém passe a mão em nossa cabeça. Mas encararnos frente à frente. Sabe como aquele dia em que a gente vai desta para melhor, nós estaríamos frente a nós mesmos. Ninguém irá nos ditar o que fazer. Nós mesmos iremos reconhecer. E aí, como é que estamos perante essa realidade? Aprendemos as benéces da prece que nos ensina a chamar o Senhor dos mundos de pai, aproximando de nós. E como é que nós nos dirigimos? Entendemos, como diz Mei na prece dos pequeninos, que nós temos que realmente tomar uma decisão para ajoelhados perante nossa própria alma, termos condição de dizer: "Te agradecemos, Jesus, o amparo do teu afeto, a luz, a alegria, o teto, a paz, o conforto e o pão. E por que nada tenhamos para dar-te as mãos divinas, em nossas mãos em mérito, ainda pequeninas, trazemos de o coração. Ensina-nos, mestre amado, a descobrir-te o roteiro, para buscarmos primeiro o trabalho que edifica e a prece que consola. E cada dia e cada hora concede-nos, bom amigo, a bênção de estar contigo pelos caminhos desta abençoada terra, nossa inouvidável escola. É isso que o Evangelho Rede Vivo traz para nós. Porque se Cristo é o evangelho vivo, sejamos nós o evangelho rede vivo na conquista de nós mesmos. Vamos lá, seguindo. Mas ficais atentos, tendes compromisso com Jesus. Não é a primeira vez que vos comprometestes enganando, enganando-vos. Palavras de Bezerra de Menezes por Divaldo, né, na psicografia de Divaldo Pereira Franco. Todos nós, meus irmãos, estamos aqui porque nos comprometemos, não nos iludamos mais. Nós já estamos nas primeiras horas do mundo de regeneração. Há uma mensagem na revista espírita de fevereiro de 1868. O espírito que se manifesta assina como o espírito da fé. E ele diz que aproximamos-nos da meia-noite.
rimeiras horas do mundo de regeneração. Há uma mensagem na revista espírita de fevereiro de 1868. O espírito que se manifesta assina como o espírito da fé. E ele diz que aproximamos-nos da meia-noite. Esse aproximamos-nos da meia-noite é a proximidade já em 1868 do mundo de regeneração. Se nós já avançamos e estamos em 2025, creio que já passamos da meia-noite. Então, não tenhamos dúvidas de que o Mestre conta com todos nós, não mais o receber, e sim atuante, a princípio na casa espírita que nos acolhe, em seguida nos envolvendo na tarefa com o conhecimento de causa como ferramenta de implantação da nova era. ferramenta de implantação da nova era, passando a ter responsabilidade perante este compromisso, realizando-as com pontualidade, assiduidade. Atitudes essas que forma mais, porém, aliada às questões de ordem moral, estaremos respondendo a Jesus. Sim, mestre, tu sabe bem o quanto te amamos. Nós vamos encontrar em Emanuel também religião dos espíritos, como trouxe a Usita, uma lição chamada O obreiro do Senhor. E ali Emmanuel nos diz assim: "O obreiro do Senhor, onde surja, é conhecido por traços essenciais, não cogita do próprio interesse, não exige cooperação para fazer o bem, não cria problemas". Hoje utilizamos essa frase no nosso grupo lá da caridade. É uma frase que minha mãe sempre diz, sempre nos ensinou, que quem ama não cria problemas. E ele continua: "Não suspeita mal, não cobra tributos de gratidão, não arma ciladas, não converte o serviço em fardo insuportável nos ombros dos companheiros. Não transforma a verdade em lâmina de fogo no peito dos semelhantes. Não reclama santidade nos outros para ser útil. Não promove o exame das consciências alheias, não se cansa de auxiliar. A mensagem continua, mas acho que já temos aqui um bom material, não é? Porque o obreiro do Senhor é esse que não cumpre simplesmente com o seu dever, é aquele que vai além. Aquele que dá um passo a mais, como ensinou Jesus, se te pedires para dar 1 passos, dê mais 1000, nos ensinando a
o do Senhor é esse que não cumpre simplesmente com o seu dever, é aquele que vai além. Aquele que dá um passo a mais, como ensinou Jesus, se te pedires para dar 1 passos, dê mais 1000, nos ensinando a abnegação há 2000 anos. E muitas vezes nós falamos ou ouvimos na casa espírita, eu já fiz a minha parte, mas nós sempre podemos fazer um pouco mais e sobretudo com mais qualidade, fazermos com mais amor, fazermos com mais compreensão diante das dificuldades dos nossos irmãos. Então, que nós tenhamos consciência da nossa responsabilidade e da importância do olhar compassivo que devemos ter para com todos aqueles que ombreiam conosco na casa espírita. Nós temos também lá no Evangelho Segundo o Espiritismo, não é? uma mensagem de Constantino, espírito protetor. Mas antes de ler, eu vou perguntar aqui para todos nós, inclusive para mim. Nós já somos bons espíritas? Que que vocês acham? Oi, >> diga aí. Já somos >> sem resposta. Sem ainda não. >> Vamos lá. Olha o que Constantino nos diz. Bons espíritas, meus bem amados, sois todos obreiros da última hora. Bem orgulhoso seria aquele que dissesse: "Comecei o trabalho ao alvorecer do dia e só o terminarei ao anoitecer. Mais adiante ele vai dizer, não mais Constantino, mas numa outra mensagem que traz por título também, como Emmanuel, os obreiros do Senhor. E ele vai dizer: "Aproxima-se o tempo em que se cumprirão as coisas anunciadas para a transformação da humanidade. Osos serão os que houverem trabalhado no campo do Senhor com desinteresse e sem outro móvel senão a caridade. E aí aquele texto lindo que nós todos espíritas gostamos muito. Trabalhemos juntos e unamos os nossos esforços a fim de que o Senhor, ao chegar encontre acabada a obra. A obra não é nossa, a obra do Cristo. Não existe a obra desse, a obra daquele, daquele outro. A obra é uma só. E todos nós somos chamados a trabalhar nessa obra. Então, que nós deixemos de lado qualquer vaidade, qualquer interesse pessoal, porque todos nós estamos trabalhando juntos e devemos
A obra é uma só. E todos nós somos chamados a trabalhar nessa obra. Então, que nós deixemos de lado qualquer vaidade, qualquer interesse pessoal, porque todos nós estamos trabalhando juntos e devemos nos unir cada vez mais para que a implantação da obra do Cristo se faça em definitivo, aonde? Em cada um dos nossos corações, né? Então, seguimos. E continuamos a nos perguntar: Amamos de fato, como Pedro respondeu? E nós espíritas, dirigentes de casas espíritas, das instituições espíritas, de um modo geral, a nossa qualificação começa no centro espírita, mas o nosso trabalho é no mundo. E será que continuamos fazendo aquilo que estamos aprendendo? Como tem sido o nosso viver espírita na instituição espírita? Como temos representado esse amor que estamos admitindo sentir? Se a nossa qualificação começa na casa espírita, como expandi-la? Já que o campo de trabalho é o mundo. Se o nosso esforço moral passa pelo desenvolvimento da fraternidade entre os irmãos. E se estamos voltados apenas para a nossa casa, a nossa instituição ou para a nossa atividade na casa, como eu costumo dizer, botou a enchada no ombro e foi dar um dia de serviço apenas, sem nos preocuparmos com o que acontece nas demais atividades da casa e nem nos demais dias. e nem com os outros trabalhadores. Se tudo isso faz parte do processo de unificação, como estamos realizando esta unificação? Kardec, em obras póstumas nos lembra que a expansão do movimento de unificação se dará quando os espíritas do mundo tiverem princípios comuns que ligarão de fato à grande família pelo laço de fraternidade. Qual o valor dos nós, dos laços de fraternidade das nossas casas espíritas? Como estamos ajudando outras casas, outras instituições. A aplicação pode ser diferente da fraternidade, pode variar segundo cada região, mas não pode abalar a unidade fundamental que é a união. Já estamos unificados, como queria Kardec? Estamos saindos da nossa instituição para colaborar com outras instituições com o mesmo sentimento e sentido de
e abalar a unidade fundamental que é a união. Já estamos unificados, como queria Kardec? Estamos saindos da nossa instituição para colaborar com outras instituições com o mesmo sentimento e sentido de fraternidade. Estamos saindo da nossa zona de conforto para desbravarmos as matas densas do preconceito, ajudando a criar novos pontos de luz no interior do estado, na zona rural, nos lugares mais distantes, saindo de um modelo comum do espírita de gabinete. Estamos promovendo reuniões nas nossas casas espíritas, tentando minimizar as divergências tão comuns do nosso tempo com muita fraternidade. André Luiz em conduta espírita nos conclama a apagar as discussões estéreis tão a gosto nas nossas casas, que muitas vezes criam embaraços e prejudicam a fraternidade, pois somente ela pode fundir todas as divergências, recusando a lisonja, o personalismo, o pessimismo. o desânimo, a preguiça, as ausências ao trabalho. Em 2007, Bezerra de Menezes, numa mensagem intitulada O médio dia da nova era, diz que já estamos nela, que aquela programação, esta programação, verteu do alto e estamos vivendo os grandes desafios do caminhar desta nova era. Como? Até onde nós já mudamos? Quanto vale a nossa mudança? O que há de novo em nós do reino de Deus que precisa ser construído no íntimo de cada um? Emanuel já nos convidava. Edifica o teu reino dentro de ti mesmo, se queres colaborar com a edificação do reino de Deus no mundo. E se a afirmação é sim, continuamos a repetir as palavras de Pedro. Sim, mestre, no trabalho, no serviço, na unificação, nós te amamos. que brademos de toda força do nosso coração. emos por nossas tarefas unificadoras, para que a nossa voz com ação ressoe nos quatro cantos do mundo união e unificação. qualificar-se, cingir-se perante a luz, mas é muito mais do que cingir-se, é muito mais do que vestir-se. É um ato de preparo, é um ato de prontidão. Quando nos cingimos perante a luz, nós estamos nos preparando interiormente para caminharmos com mais consciência, com mais responsabilidade diante da vida
É um ato de preparo, é um ato de prontidão. Quando nos cingimos perante a luz, nós estamos nos preparando interiormente para caminharmos com mais consciência, com mais responsabilidade diante da vida e diante do evangelho. Qualificar-se neste contexto não é apenas adquirir conhecimento técnico ou doutrinário, mas é sobretudo um compromisso com a nossa transformação moral. é dispor-se ao aprendizado constante, abrir o coração ao estudo que transforma, que edifica e que orienta as nossas escolhas. Está muito claro texto quando nos diz qualificar-se é praticar a lei de amor. E o amor, como nos ensinou Jesus, não se esgota no sentimento. Ele se concretiza em atitudes, na caridade vivida, no serviço ao próximo, na escuta atenta, no acolhimento silencioso, na renúncia diária dos nossos caprichos em favor do bem maior. Qualificar-se também é aprender a servir. Servir exige humildade, entrega fé. Não servimos para sermos reconhecidos, mas porque compreendemos que o outro é caminho da nossa redenção. E essa proposta se amplia ainda mais quando lembramos que nosso testemunho de fé não se limita a vida íntima, mas se projeta na instituição espírita que nos acolhe e na obra de unificação do movimento espírita. Fazei aos outros o que gostaríamos que nos fizesse, ensinou-nos Jesus. Essa é a chave da qualificação verdadeira. Agir com justiça, misericórdia e amor, com os olhos voltados, não orgulho ou a vaidade, mas ao bem coletivo a serviço do Cristo. E por fim, a frase que encerra o texto é quase uma prece. Sim, mestre, tu que tudo sabes, tu bem sabes que te amamos. É um reconhecimento de que ele vê o nosso esforço, nossas lutas internas, nossos tropeços e também nossas conquistas. Conquistas silenciosas é a declaração de um amor imperfeito, mas sincero, que se revela no desejo de crescer, de aprender e de amar melhor. que possamos então qualificar nossa fé com atitudes, nossa crença com obras, o nosso amor com serviço. Que sejamos como queria o Cristo, luzes humildes, mas acesas,
scer, de aprender e de amar melhor. que possamos então qualificar nossa fé com atitudes, nossa crença com obras, o nosso amor com serviço. Que sejamos como queria o Cristo, luzes humildes, mas acesas, dispostas a clarear os caminhos uns dos outros. Muito obrigada.
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