ESE Cap 16 item 8 3a
Para mais informações sobre a Casa Espírita Estudantes do Evangelho acesse o site: www.estudantesdoevangelho.com.br Instagram: @casaestudantesdoevangelho Facebook: @casaestudantesdoevangelho
Culto diário do Gef, grupo de estudos e acolhimento fraterno. O Evangelho Segundo Espiritismo, capítulo 16. Não se pode servir a Deus e a Mamon. Desigualdade das riquezas. E tem oito terceira parte. Deploram-se com razão o péssimo uso que alguns fazem das suas riquezas, as ignoris paixões que a cobiça provoca. E pergunta-se: Deus será justo dando-as a tais criaturas? É exato que se o homem só tivesse uma única existência, nada justificaria semelhante repartição dos bens na terra. Se, entretanto, não tivermos em vista apenas a vida atual e, ao contrário, considerarmos o conjunto das existências, veremos que tudo se equilibra com justiça. Carece, pois, o pobre de motivo, assim para acusar a providência, como para invejar os ricos e estes para se glorificarem do que possuem. Se abusam, não será com decretos ou leis suntuárias que se remediará ao mal. As leis podem de momento mudar o exterior, mas não logram mudar o coração. Daí vem serem elas de duração efêmera e quase sempre seguidas de uma reação mais desenfreada. A origem do mal reside no egoísmo e no orgulho. Os abusos de toda espécie cessarão quando os homens se regenerem pela lei da caridade. Um bom dia a todos.
Vídeos relacionados
LE 0195
Estudantes do Evangelho TV
ESE Cap 5 Item 11 2a
Estudantes do Evangelho TV
ESE Cap 7 Item 6 4a
Estudantes do Evangelho TV
Jorge Elarrat - Início de novos tempos: as entranhas da humanidade se agitam
Mansão do Caminho · Jorge Elarrat
Lusiane Bahia • Momentos Evangélicos • 24/06/2023
Mansão do Caminho · Lusiane Bahia
Jorge Godinho - Destinação da Terra
Mansão do Caminho · Jorge Godinho
#61 Estudando O Livro dos Espíritos - Faculdades morais e intelectuais do homem
Mansão do Caminho
Artur Valadares • Sementeiras e ceifas
Mansão do Caminho · Artur Valadares, Alberto Almeida, Alessandro Viana Vieira de Paula, Jorge Godinho, Sandra Borba