Encontro Integrado de Áreas Funcionais: ACSE e AEE | Domingo - Manhã
📜 Tema: Acolhimento, inclusão e amor ao próximo: compreendendo o valor de cada alma 📅 Salve na agenda: 25 e 26 de outubro de 2025 (sábado o dia todo e domingo de manhã). - Como garantir que todas as pessoas que chegam ao Centro Espírita tenham suas necessidades acolhidas? - Como promover um espaço seguro, diverso e humano em nossas atividades? - Divulgação doutrinária e estudo espírita podem agir para que cada alma se sinta valorizada? Essas e tantas outras questões vitais para nosso Movimento Espírita nestes dias serão abordadas em uma nova edição do Encontro Integrado de Áreas Funcionais, em outubro, com participação presencial de facilitadores nacionais… 🔹 Encontro Integrado de Áreas Funcionais: Comunicação Social Espírita & Estudo do Espiritismo 📣🌾 🎯 Público-alvo: - Facilitadores de estudo (ESDE, EADE, Evangelho Redivivo e outros); - Palestrantes e divulgadores espíritas; - Voluntários das áreas de Estudo do Espiritismo e Comunicação Social Espírita; - Dirigentes e voluntários espíritas em geral; - Interessados em atuar nessas frentes de trabalho;
Muito bom dia a todos e a todas que estão nos assistindo de casa, né, através do YouTube da FET. Hoje, pessoal, também um dia muito especial aqui no nosso evento de em encontro integrado de áreas funcionais da FET, considerando as áreas de comunicação social espírita e área de estudos. Hoje, pessoal, nós temos uma excelente notícia. Lembra que ontem nós avisamos sobre a orquestra? Pois, pois sim. Hoje a orquestra já está a postos e nós vamos acompanhar essa essa ter essa oportunidade, né, de estar aqui com essa brilhante orquestra. Essa orquestra é da Fundação Espírita Rachel Stenguber. E essa orquestra vai tocar paraa gente, proporcionar eh esse acolhimento que nós queremos que vocês se sintam bem à vontade, acolhidos e que possamos iniciar os nossos trabalhos assim nessa vibe, né, nessa vibe dessa orquestra. A nossa, na sequência, nós faremos reflexões, continuaremos reflexões com o tema acolhimento, inclusão e amor ao próximo. Mas nesse momento eu vou encaminhá-los para outra sala, a sala onde tá a orquestra, e vamos acompanhar juntos esse espetáculo. >> Bom dia, gente. Tudo bom com vocês? Eh, a gente não tá com microfone aqui nesse momento, mas o objetivo é não se prepararmos para continuidade [música] das nossas atividades e vai ser uma Espação. Muito bom dia. Bom dia. Eh, alegria, né, estarmos aqui. Essa aqui é a nossa casa mãe. Eh, tô aqui para em nome do nosso presidente da fundação, o Angelo, trazer a nossa ler gratidão pela pelo convite e representando aqui a nossa coordenação que é a professora Rúbia. Professora Ruben, ela é a coordenadora pedagógica do curso de extensão da UFMT, ela que coordena o nosso projeto. Então, uma pessoa muito técnica, a gente eh agradece muito. E quem também nos coordena na parte de composição é o professor Oliverado, que é o maestro da Orquestra Sinfônica do Estado de Mato Grosso, né? Então, eh, queremos agradecer e deixar registrado aí o nosso, eh, o nosso carinho a todos eles. Hoje eu trago uma, até eu tava falando com a tia Noô, a
rquestra Sinfônica do Estado de Mato Grosso, né? Então, eh, queremos agradecer e deixar registrado aí o nosso, eh, o nosso carinho a todos eles. Hoje eu trago uma, até eu tava falando com a tia Noô, a Noelane falou: "Ó, tem uma surpresa porque no mês 7 em em julho, nós nos reunimos junto à diretoria da federação e a fundação que é um espírito Jusa. A federação, nós a a Noelan, junto com a equipe de artes da federação, eles tiveram uma excelente ideia de trazer a música pro centro espírita, em vez de cada centro espírita montar o seu grupo de música, contratar professor, enfim, e a fundação fosse o polo para desenvolver isso e disseminar isso. Mas nos centros espíritas, porque música também é orar, música também é fazer a religação, religar, não é isso? Principalmente músicas que elevam. E aí eu quero trazer a boa notícia pra federação, que em seis meses apenas de trabalho em conjunto, né, da divulgação, enfim, nós de 65 integrantes, nós somos para quantos? Hã, que que vocês acham? >> Hã, >> 90 é pouco. É pouco. Hã? Não, calma. Quanto? 20. Então, 20 é mesmo. 120, né? Tá, ó, tá frio ainda. Que que vocês acham? Ó, de 65 vamos para Sauro. Calma, Saulo. Aí 137. É ou não é para comemorar? Que bom, né, gente? Então, no dia de hoje nós faremos a apresentação. Aqui vocês vão ver são a composição de duas orquestras. Então, nós vamos iniciar com quatro músicas, duas sinfonias, depois vamos trazer eh Doce a sentir, né, lembrar, relembrar Clara e Francisco de Assis. E aí nós vamos finalizar a primeira orquestra vai finalizar com quatro músicas. Nós vamos entrar com uma outra música espírita que é todo de movimentos com coral e depois nós vamos para o orquestronomo, né, que são alunos que entraram esse ano. Olha que legal. Então esse método que a professora Rúbestro e os professores aqui eles trazem pra gente, né? Professor Pedro decel, [aplausos] professor Violão, professor Leone de Madeira, professora Professora musicalização para as criancinhas e coral. Professor Mael, cadê o professor
trazem pra gente, né? Professor Pedro decel, [aplausos] professor Violão, professor Leone de Madeira, professora Professora musicalização para as criancinhas e coral. Professor Mael, cadê o professor Mael? Nosso grande professor Mael. e violino, professora Lígia Viola de Arco, professor Marta e a tia Jori, que é a nossa coordenadora aqui. Muito bem, então vamos iniciar os a nossa manhã. Então, para isso, eu quero apresentar o nosso maestro que vai a partir de agora tomar conta da orquestra, Michael Tomás. >> เฮ >> Amen. >> เ >> เ >> เ >> เ >> เ Что? >> Maestro, só para quebrar o pessoal, vamos fazer um convite com muito carinho para vocês, para que vocês possam integrar o nosso coral. Nós melodia ser cantada, né? Precisamos de vozes, de criança, de adultos. A professora é uma professora excelente na área de musicalização. Todo mundo aqui pode cantar. Então fica o convite para vocês para que vocês procurem lá a fundação para participar do nosso coral que nós vamos vir muito mais bonito da próxima vez com muito mais voz de vocês. >> Todo dia [música] antes pensamento. O meu dia [música] que foi se foi bem. Fui feliz também todo dia [música] antes de faço e o pensamento dia que foi se foi bem pelo seu bem será minha atenção a minha Minha emoção. [música] Será que Cristo vem o meu pai? [música] Deiar. Deita minha mente com [música] vontade dos pés de [música] não sabia que chamei [música] Jesus. comer de minha atenção [música] e direito a minha emoção. Será que o bem esar? que os irmãos [música] e foi que não sabia o que fazer. Chamei Jesus [música] para me acolher todo dia mais e mais eu conheço conheço nascer o que [música] Deus amou em mim mais [música] e mais todo Mas eu [música] mais que [música] Deus amou em mim todo dia >> Deus >> o que em mim todo [música] dia e >> เฮ >> เ >> เ Oh. >> เ >> Vamos lá. Gente, a gente gostaria de agradecer a presença da dação por esse momento especial pra gente aqui de preparação, sensibilização para o nosso evento e convidá-los para
ฮ >> เ >> เ Oh. >> เ >> Vamos lá. Gente, a gente gostaria de agradecer a presença da dação por esse momento especial pra gente aqui de preparação, sensibilização para o nosso evento e convidá-los para que a gente possa se deslocar pra nossa sala híbrida para continuar as nossas atividades, tá? E já vamos iniciar lá. Obrigado. >> Oi. >> Gente, é a que você não vai conseguir. Eh, neste momento nós estamos encerrando as atividades aqui da apresentação e estamos retornando, então vai suspender para alguns instantes essa transmissão aqui e a gente vai retornar paraa sala híbrida para continuação das nossas atividades iniciais, OK? Aguardamos vocês em alguns instantes lá. para para o evangelho do >> já voltou aqui, >> mas tem que ver se tá Ah. Bom dia mais uma vez, pessoal. Enquanto o pessoal do presencial está retornando aqui para a sala híbrida, né, nós vamos conversar aqui um pouquinho com vocês sobre as atividades que nós teremos, né? E nós teremos aqui na área de comunicação social espírita oficina Desafios para a construção de uma prática inclusiva na comunicação social espírita. E para a área de estudo do espiritismo, a oficina será desafios para a construção de uma prática inclusiva no estudo do espiritismo. Em em poucos instantes, nós estaremos aqui com vocês para dar e reiniciar as nossas atividades, né? dar continuidade à programação deste domingo. Por enquanto, será >> Deus. Queridos irmãos, agora falando pro pessoal que tá no YouTube também, pro presencial, gostaríamos de dar continuidade às nossas atividades depois dessa acolhida maravilhosa através da orquestra da Fundação Espírita Rachelle Stenguber. E com esse coração acalentado, né, esse nosso espírito envolvido nessa essa ambientação do bem, de amor, de paz, nós queremos convidar a nossa querida Regiline, vice-presidente doutrinária para abrir os trabalhos de oficina de hoje com uma prece. Bom dia. Estão ainda envoltos nesse clima de acolhimento, de amor e de inclusão que estamos trabalhando desde ontem e com o
idente doutrinária para abrir os trabalhos de oficina de hoje com uma prece. Bom dia. Estão ainda envoltos nesse clima de acolhimento, de amor e de inclusão que estamos trabalhando desde ontem e com o convite de que perpetuemos esse trabalho ao longo da nossa existência, vamos orar. Senhor Jesus, mestre querido, irmão de todos nós, que seu exemplo, Senhor, de amor, de cuidado, de inclusão seja cada vez mais internalizado por nós, para que possamos, Senhor, vivenciar esse amor aonde quer que estejamos, seja no centro espírita, em nossos lares, em nossos ambientes de trabalho e em todos os lugares da sociedade. Que a sua paz, Senhor, envolva os corações dos facilitadores de hoje para que sejam inspirados por ti, pelos espíritos amigos e coordenadores desta tarefa. Que o Senhor envolva todos que aqui estão estendendo as bênção aos aos lares, a toda a nossa cidade, ao nosso estado, ao nosso país, alcançando, Senhor, todos os continentes, em especial os lugares que se encontram em guerra, para que com pensamentos de paz, possamos contribuir de alguma forma para a melhora da psicosfera mundial. Senhor, esteja conosco e que seu amor seja a tônica dos nossos corações. Que assim seja. Excelente evento. Muito obrigada, Reglene. Então, para dar continuidade, né, a esse nosso encontro, eu tenho o prazer, a satisfação de convidar mais uma vez o nosso amigo Gabriel Salum para dar continuidade aqui às atividades. >> Sim, claro. >> Fazer umas >> já. Sim, já. >> Tá bom. Obrigada. Bom dia. >> Bom dia. >> Nós estamos ainda, certamente todos envolvidos por essas vibrações tão sutis, tão suaves, que nos tocam de maneira a recordar quem nós somos e efetivamente a que estamos na terra e aqui nesse momento. E nós vamos conversar um pouco agora, meus amigos, sobre o centro espírita e a sua condição de um lar de fraternidade, em que nós sejamos capazes de construir laços de confiança, de apoio, de convivência fraternal entre nós. Ouvíamos a prece agora com a nossa irmã querida nos conclamando ao saneamento da
fraternidade, em que nós sejamos capazes de construir laços de confiança, de apoio, de convivência fraternal entre nós. Ouvíamos a prece agora com a nossa irmã querida nos conclamando ao saneamento da da psicosfera da terra. E isso a gente vai contagiando a partir da de como nós expandimos as nossas próprias instituições. E enquanto nós ouvíamos aquela orquestra e e encharcávamos o lenço que o André nos emprestou, obrigado, Andrezinho. Nós recordávamos de um poeta chamado Vicente de Carvalho. E entre os momentos muito felizes e inspirados da sua obra, ele resolveu escrever sobre uma busca incessante de todos nós, que é a felicidade. Quem é que quer ser feliz? E ele intitulou esses versos como velho tema, porque a felicidade é um velho tema para nós, dizendo-nos que só a leve esperança em toda a vida disfarça a pena de viver. Mais nada. Nem é mais a existência resumida que uma grande esperança mal lograda. O eterno sonho da alma desterrada que a traz ansiosa e embecida é uma hora feliz, sempre adiada, que não chega nunca em toda a vida. Essa felicidade que supomos, a árvore milagrosa que sonhamos, toda riada de dourados pomos, existe sim, mas está sempre apenas onde a pomos e nunca a pomos onde nós estamos. Ele nos traz essa circunstância humana em que nós insistimos em projetar a felicidade onde não estamos, naquilo que não somos. nas pessoas que não estão conosco. E a proposta do Centro Espírita é superarmos o paradigma do velho tema da felicidade e transformarmos a nossa instituição nesta árvore frondosa, arriada de dourados pomos, capaz de nos nutrir, Andrezinho, capaz de muitas vezes nos abrigar a sombra do sol causticante das provações que nós enfrentamos no mundo. Esse é o sentido de termos nos agregado em algum momento das nossas vidas nesta árvore chamada centro espírita. Há momentos em que alguns de nós vieram exaustos buscar a sombra. Há momentos em que outros de nós chegamos pedindo o nutriente da alma, buscando o fruto. E há momentos em que depois de nos termos alimentado
ntos em que alguns de nós vieram exaustos buscar a sombra. Há momentos em que outros de nós chegamos pedindo o nutriente da alma, buscando o fruto. E há momentos em que depois de nos termos alimentado primeiramente e abrigado, nós fomos convidados a cuidar daquela árvore e cultivá-la para que outros tantos possam ali encontrar a fraternidade que decedenta a alma, que transita pelas ruelas do materialismo. Nós ouvíamos aquelas crianças e aqueles jovens e dizíamos ao nosso amigo ao nosso lado: "Meu Deus, como isso é capaz de resgatá-los da arideza, elevá-los a quem verdadeiramente são e deverão ser. E o centro espírita precisa ter esse mesmo efeito nas nossas vidas. Os laços que nós precisamos construir e que nós podemos construir lá, eles precisam nos remeter lá aquele instante em que os primeiros cristãos, passando por rudes provações, mas ao mesmo tempo encantados com a proposta do evangelho, eles estavam naquilo que se narrou como sendo a primeira comunidade cristã. Nós fomos buscar lá em Atos dos Apóstolos, André, no capítulo 4, versículos 32 a 35. essa psicosfera. Vamos ver se nós conseguimos alcançar aquilo que se vivia lá, porque é o que se quer viver aqui. O coração e a alma da multidão dos que creram eram um só. O coração e a alma da multidão dos que creram eram um só. E ninguém dizia ser somente seu algo do que possuía, mas todas as coisas lhes eram comuns. Os apóstolos davam testemunho com grande poder da ressurreição do Senhor Jesus, e havia em todos eles grande graça, pois nenhum necessitado havia entre eles, já que todos os que eram proprietários de terrenos ou casas, vendendo-os, traziam os valores das coisas vendidas e colocavam junto aos pés dos apóstolos. E era distribuída a cada qual conforme a necessidade de cada um. Será que esse trecho tá falando apenas de bens materiais? É claro que não. Quando nos diz que numa comunidade cristã nada falta a ninguém, porque cada um entrega o que de melhor tem e é distribuído a cada um segundo a sua necessidade
penas de bens materiais? É claro que não. Quando nos diz que numa comunidade cristã nada falta a ninguém, porque cada um entrega o que de melhor tem e é distribuído a cada um segundo a sua necessidade e que nós vibramos como um só coração, meus amigos. Nós realmente encontramos e construímos ali aquilo com que nós sonhamos a nossa vida inteira. O desafio é que a gente saiba que está vivendo isso aqui e agora. Porque quantas vezes nas nossas vidas nós só fomos capazes de valorizar alguma coisa que perdemos? Quantas vezes nós sonhávamos com alguma coisa e uma vez que a tenhamos conquistado, não atribuímos o mesmo valor? Que criaturas teimosas para serem felizes nós somos. E às vezes a gente nem percebeu a riqueza que é estarmos reunidos em uma família espiritual no centro espírita, capaz de acolher as nossas angústias, de nos ajudar a tirar a máscara pegar carne e ainda assim colocar os curativos enquanto nós vamos descobrindo quem verdadeiramente somos em um ambiente em que, como irmãos, nós sejamos capazes de nos amar por quem somos, como somos agora. Acolhimento depende de confiança e a construção dessa confiança entre nós é o desafio que nos chega inclusive num momento como esse. Então, meus queridos, andando mais um pouquinho, nós trouxemos um texto que foi editado por Agar, a mediunidade do nosso querido Chico Xavier, e projetamos ele aqui em dois slides para que faz, façamos a leitura juntos, o estudo juntos e compreendamos o quanto essa escola, essa oficina de serviço é sublime e nós estamos ali acolhidos. Eu vou pedir ajuda então do microfone aqui, né, do pessoal e vai passando pela fileira para não perder a dinâmica. Cada um lê um parágrafo, pode ser? E passa pro companheiro do lado. Assim vocês não cansam da minha voz, porque aquela orquestra era tão mais bonita que ela. Por favor, querido. Vamos juntos então. Templo vivo é o título, por favor. É uma felicidade encontrar o reduto dos trabalhadores operantes do espiritismo. dizer de uma comunidade de abelhas
a que ela. Por favor, querido. Vamos juntos então. Templo vivo é o título, por favor. É uma felicidade encontrar o reduto dos trabalhadores operantes do espiritismo. dizer de uma comunidade de abelhas consagradas a perene descanso na comeéia, de árvores que florescem verdejantes, mas sem fruto, sem frutos, de fontes abertas, todavia, sem água, que produz que produza socorro ativo aos sedentos. Não suponham que nós, os desencarnados estejamos repousando em calmaria destruidora. O nosso esforço é ingente, o trabalho é incessante. Temos também em todas as direções de nossa luta os centros espirituais de serviço aos semelhantes. Nossos agrupamentos. Contudo, não se restringes aos incensos da adoração, e sim se estendem a tarefas eficientes e seguras, nas quais, qual acontece num conjunto musical, cada compheiro é um instrumento adequado à harmonia do todo e cada coração é ferramenta bendita para que a vontade de Jesus se manifeste. Aqui temos, pois, uma demonstração dos templos de fé viva no futuro do mundo. Cada crente é colaborador vivo na obra do mestre divino. Este usa a palavra para a edificação coletiva. emprega as mãos fraternas no auxílio curativo, enquanto outros se utilizam de forças benéficas e salutares para a transmissão dos valores espirituais dos planos mais altos. Trabalhemos assim, meus amigos, conscientes de que o espiritismo cristão é o processo renovado com Jesus, escola para ensinar, casa de produção incessante do bem e sementeia viva de bênçãos e luzes, em que todos nós individualmente podemos contribuir com a nossa parte na construção do reino de Deus na terra. O povin-nos à frente, induzi-nos para o alto. A fé sem obras eh congela o pensamento e detora eh determina eh a auto é que eu tô enxergando um pouco. [risadas] Anestesia temporária do espírito. O serviço é a alma de nossas organizações que se dirigem para o mundo regenerado, com vistas à vida eterna. Jesus é o Senhor da verdade e do bem, é o príncipe da paz e o Salvador dos homens. Entretanto, é também o
alma de nossas organizações que se dirigem para o mundo regenerado, com vistas à vida eterna. Jesus é o Senhor da verdade e do bem, é o príncipe da paz e o Salvador dos homens. Entretanto, é também o trabalhador divino de pá nas mãos, limpando a ira do mundo. E se não sabemos ainda, dentro de nossas insignificâncias, ligar-nos ao supremo orientador do planeta através da verdade que ainda não conquistamos inteiramente, do bem que ainda não sabemos praticar com a perfeição desejada e da paz que ainda não sabemos preservar em nós mesmos. Busquemos-lo por intermédio do trabalho no bem, porque o serviço é o caminho aberto a todas as criaturas, desde o verme até o anjo na direção de Deus. >> Muito obrigado, meus amigos e amigas. Esse texto, se quisermos voltar a estudá-lo em algum momento, está na obra do Candário de Luz, ditado por espíritos diversos ao nosso querido Chico Xavier. Então é esse templo vivo que nós estamos convidados a contemplar e mais do que isso a edificar cotidianamente para além das dimensões físicas do nosso centro espírita. E esse tempo só pode ser edificado entre criaturas que se querem bem, entre criaturas que se suportam no duplo sentido da palavra, suportando no aspecto de às vezes lidarmos com a imperfeição do outro e permanecermos unidos, suportando no aspecto de dar suporte e sustentar diante das fraquezas, das fragilidades, compartilhando forças. Então, meus amigos, nós queremos convidá-los agora a fazermos juntos uma meditação de alguns minutinhos. Ela é individual. E para facilitar o nosso processo de concentração, aqueles que se sentirem à vontade em fazê-lo, nós pedimos que fechem os seus olhos e que nós possamos com os nossos olhinhos fechados, né, acerenando um pouco mais as nossas respirações e aproveitando as emanações que vem dessa reflexão, transportar arm-nos também para a nossa realidade de cada um de nós no nosso centro espírita e nos relacionamentos que ali temos construído uns para com os outros. Há momentos em que nós somos aqueles que estão
r arm-nos também para a nossa realidade de cada um de nós no nosso centro espírita e nos relacionamentos que ali temos construído uns para com os outros. Há momentos em que nós somos aqueles que estão fortes e estando fortes, poderemos nos recordar certamente muitas circunstâncias em que nós auxiliamos o companheiro que estava mais frágil, que estava mais fraco. Vamos lembrar desse instante da emoção, da alegria de ter estendido a mão alguém. de ter ouvido um companheiro de trabalho que atravessava um momento difícil, de ter enxugado uma lágrima ou emprestado um lenço, de ter estendido um abraço ou até mesmo um silêncio que nós partilhamos juntos [música] num instante de reflexão. Certamente há também aqueles momentos [música] em que nós estivemos fracos, frágeis. Lembremos do companheiro que nos sustentou nessa hora. Pensemos agora se há alguém no nosso centro espírita a quem nós poderemos recorrer em uma hora de dificuldade. Pensemos com carinho nessas almas. Percebamos os laços [música] de afeto que nos unem e o quanto precisamos ainda de acolhimento, de um olhar atento, de uma escuta carinhosa, de um gesto de atenção, de uma advertência amiga, de um encorajamento diante da hesitação. [música] Pensemos até mesmo na responsabilidade [música] de cada um de nós em acolhermos uns aos outros sem esquecer de que nós também somos necessitados constantemente [música] de sermos acolhidos. E assim, meus amigos, [música] tendo visitado esses momentos doces, tendo nos situado na família espiritual do nosso centro [música] espírito, convidos a voltarmos para cá, abrirmos os nossos olhinhos. Todos bem? tiveram boas lembranças, visitaram momentos importantes, porque às vezes nós somos os escudos ou até aqui para esse caso, né, o guarda-sol, a sombrinha que protege o nosso irmão. E às vezes nós também somos protegidos pelo escudo da força, da autoridade moral, da folha de serviço, da afetividade de um companheiro nosso. E nós faremos um pequeno exercício agora em grupos assim mesmo sentados como nós
omos protegidos pelo escudo da força, da autoridade moral, da folha de serviço, da afetividade de um companheiro nosso. E nós faremos um pequeno exercício agora em grupos assim mesmo sentados como nós estamos. Nós vamos ficar conversar em número de quatro sobre a responsabilidade de cada um de nós na construção desse acolhimento constante e progressivo no nosso centro espírita. De modo a inspirar-nos no seguinte, a gente foi buscar para nos inspirar nesse exercício de grupos um trechinho lá do prefácio da obra Caminho, verdade e vida, ditado pelo pelo Emanuel Chico, quando iniciou a interpretação do evangelho com ele naquilo que nós conhecemos como a coleção fonte viva. E lá nesse trechinho do prefácio, Emanuinte: "O Cristo não estabelece linhas divisórias entre o templo e a oficina. Toda a terra é seu altar de oração e seu campo de trabalho ao mesmo tempo. E por louvá-lo nas igrejas e menoscabá-lo e esquecê-lo nas ruas, é que temos caído mil vezes por nossa própria culpa. A nossa responsabilidade de construir um acolhimento é a fim de que nós possamos finalmente viver essa afirmativa que está ali. Todos os lugares podem ser consagrados ao serviço divino. Não pode haver uma divisória entre a nossa vida no centro espírita e fora. E as relações que a gente constrói ali, escudando-nos uns aos outros. Tem que ser um acolhimento paraa vida. Lembrem da árvore, da fraternidade que a gente construiu aqui com o poeta em busca da felicidade que ela é capaz de nos ofertar. Então, a gente vai dar agora 8ito minutinhos para que vocês em quartetos se virem uns pros outros, tá bem? Conversem sobre a responsabilidade de cada um de nós na construção do acolhimento, na construção dos escudos recíprocos que somos uns pros outros, de confiança, de apoio mútuo e também de afeto. Tá bom? Vamos conversar um pouquinho sobre isso. 8 minutinhos, tá? Tem mais um ainda depois de ou não >> que é O Jesus. Tá. Uhum. Hã. H M. Bem, meus amigos, mais um minutinho e depois eu vou colher algumas conclusões
nversar um pouquinho sobre isso. 8 minutinhos, tá? Tem mais um ainda depois de ou não >> que é O Jesus. Tá. Uhum. Hã. H M. Bem, meus amigos, mais um minutinho e depois eu vou colher algumas conclusões de vocês aí, tá? Um minutinho de dois. >> Pior que hoje nem fui eu que propus os oito, Marcelo. Foi bom, foi bem. Ai, ai. Tá gostando da conversa? >> Fazer uma pergunta para você. Pois não. >> Vocês trabalho de não tem >> trabalho específico assim para isso. A gente tem a estrutura do atendimento espiritual. algumas possibilidades assim que eu conheço que não existe um trabalho específico para o luto, mas esses trabalhos contemos um luto, com toda a certeza. Так. Meus amigos. Muito bem. Eu sei que essa conversa tá muito boa, mas a gente era só um uma conversa rápida pra gente poder prosseguir. E aí eu vou pedir o seguinte, ó, que o pessoal já vire de volta para cá. Pessoal lá do último grupo atrás lá, vamos voltando para cá. A gente convida o povo a conversar, o povo conversa, não é? E o assunto é bom também, não é? Vamos virar de volta para cá. Outro grupo aqui também já passou, já passou 10, inclusive. Mas gente, cadê a minha parceria do microfone aqui? Queridos? Atenção aqui conosco. Vamos lá. Vamos ouvir alguns, né? Não podemos ouvir todos em uma frase, gente, né? Alguma coisa que vocês queiram trazer do que chegaram à conclusão ali do que seja a nossa responsabilidade de escudarmo-nos, de construirmos o acolhimento uns para com os outros no centro espírita. Vamos ver aqui esse primeiro grupo. Quem é que pode falar numa frase pra gente alguma coisa do que vocês concluíram? Pode ser, Larissa. >> Duro é falar em uma frase. [risadas] >> É coisa rápida mesmo, só paraa gente compartilhar um pouquinho. >> Eh, o quanto nós nos sentimos mexidos com todo com todo esse nosso encontro, eh o quanto nós estamos sendo convidados a dissolver em nós as regras que nós colocamos e criando verdadeiras barreiras. >> Uhum. >> Vocês estão ouvindo aí, gente? fala mais alto um pouquinho, bem
ro, eh o quanto nós estamos sendo convidados a dissolver em nós as regras que nós colocamos e criando verdadeiras barreiras. >> Uhum. >> Vocês estão ouvindo aí, gente? fala mais alto um pouquinho, bem pertinho do microfone. Ela tá falando o quanto nós estamos sendo convidados a superarmos, até a vencermos algumas regras e barreiras que nós colocamos entre uns e outros, né? >> E com essas regras e barreiras que nós estamos sendo convidados a dissolver, porque nós estamos perdendo a oportunidade da convivência. >> Uhum. perdendo a oportunidade do contato, do aprendizado e não se dando o direito de receber acolhimento. E se nós não nos damos o direito de receber, nós não nos damos o direito de doar. Então, fantástico, né? Aquele que não está acolhido não poderá acolher. Isso. Eu estou assim profundamente mexida e grata a toda a equipe, ao grupo por essa oportunidade de me ver, de me diagnosticar para poder reconstruir. Gratidão. >> Vamos ver mais alguém. Vamos pegar um outro grupo mais para cá. Assim, vamos ver, vamos ver, vamos ver, pessoal. Baixando. >> É, eu acho que esta moça aqui, olha só. Compartilha com a gente em uma frase o que vocês trouxeram sobre a responsabilidade de acolhermos uns aos outros. >> Eu acho que primeiramente, >> bem pertinho do microfone, bem alto, >> eu acho que primeiramente a amizade do centro, né? Então, quando todos estão eh envolvidos nessa amizade, eu acho que gera o que a colega falou, esse acolhimento, eu me acolho, eu consigo acolher o outro, né? Então acho que começa por aí na amizade. >> Fundamental, né, meus amigos? Nós não somos máquinas, nós não estamos ali apenas como companheiros de uma atividade operacional. a busca pela qualidade no que nós fazemos, né? E é isso é tão importante, não pode artificializar a nossa convivência a ponto de não nos sentirmos acolhidos, a ponto de a ponto de não nos ocorrer que se nós estamos com alguma dor, nós não vamos buscar o acolhimento no centro espírita. Ou ainda a ponto de nos deixar tão focados no que fazer.
rmos acolhidos, a ponto de a ponto de não nos ocorrer que se nós estamos com alguma dor, nós não vamos buscar o acolhimento no centro espírita. Ou ainda a ponto de nos deixar tão focados no que fazer. E nós não percebemos às vezes a dor ou a dificuldade ou até mesmo o exemplo e o aprendizado que algum irmão pode estar nos dando constantemente. Amizade. Obrigado. Vamos ver aqui desse >> André. Tem uma tem uma colega aqui que se gostaria de falar. Pode me chamar de André. Ficar atrás. Desculpa, Gabriel. Gabriel, desculpa, Gabriel. Você >> eu fiz um grupo com o André, por isso que eu fiquei com o André na cabeça. >> Vocês sabem que em o livro dos médiuns, quando a gente vai estudar a autenticidade das psicografias, a gente descobre que as falanges se identificam por vezes por um único nome, os espíritos daquela falange. Então eu me senti agora da falange do André e isso é uma honra, viu? Igualzinho. Vamos ver aqui, amiga Rosana aqui, >> por favor. Rosana, mais uma mais uma frase aqui sobre a nossa responsabilidade de acolhimento uns com os outros. Fala, querido. >> A necessidade dos centros espíritas estarem com suas portas mais vezes abertas para receber alguém. São muito fechadas assim durante a semana. Acho que tem que ficar mais aberto. >> E olha que interessante, né? Essa figura de portas abertas e fechadas, além das portas físicas que estão ali, né? Será que também há portas para nós abrirmos de alma para alma? >> Não é só que pra gente abrir as portas da alma, a gente tem que confiar. >> Uhum. Uhum. >> uns nos outros. >> Uhum. E eu não confio em quem não conheço. E eu não conheço alguém com quem eu não convivo, com quem eu não dialogo. >> Como se nós só pegássemos juntos o mesmo ônibus naquele horário, quando na verdade nós todos temos as nossas vidas conectadas muito mais do que a gente imagina. >> Exatamente. Nós na nossa casa fizemos um estudo e uma vez por mês a gente visita a casa de cada um. >> Que legal. Durante o ano a gente passa em todas as casas, faz um evangelho. A
a gente imagina. >> Exatamente. Nós na nossa casa fizemos um estudo e uma vez por mês a gente visita a casa de cada um. >> Que legal. Durante o ano a gente passa em todas as casas, faz um evangelho. A única coisa que a gente não conseguiu é o tal de comer. Chega na casa, tem bolo. >> Tem bolo, né? Mas não tem problema. Olha, obrigado, gente. [risadas] Muito obrigada. >> Aí a gente se uniu muito mais porque cada um conheceu melhor a família, o ambiente. Foi >> a gente se acostuma acudir uns aos outros. Obrigado, muito obrigado. Tá bom, querida. A gente só ia colher essas amostragens e são tão ricas, são tão ricas. Eu quero contar para vocês que Bezerra de Menezes, conhece o Dr. Bezerra de Menezes, o Adolfo Cavalcante Bezerra de Menezes, existe uma mensagem sobre unificação. E tem uma frase que eu não sei se eu entendi bem até hoje, mas me parece que os espíritas entendem, que ele diz: "Reuni". Mas alimentai, está dito lá, não está, André? E é além desse alimento do corpo, a noção de que a união para nós é o alimento da alma. E a tônica disso tudo, ela não pode ser impedida pelas nossas imperfeições. É por isso que se nós formos lá ao livro dos espíritos, na questão 886, nós vamos encontrar a caridade como compreende, né, Jesus. E está definida essa caridade em três grandes núcleos, não é? que a gente chama do bip da caridade, que é perdão. Benevolência, indulgência e perdão. Nós estamos olhando uns pros outros e a pergunta não é: será que algum dia eu terei de perdoar o meu irmão? Com certeza vai. Será que algum dia eu serei necessitado do perdão do meu irmão ou da minha irmã? Também há de nos surpreender a necessidade de que nós precisamos ser benevolentes uns para com os outros, porque estamos todos a caminho e é natural que às vezes alguém expresse uma autoestima vulnerável num comportamento mais agressivo. É natural que às vezes alguém expresse um medo de ser conhecido numa conduta mais fechada. É natural que alguém expresse uma história de uma vida inteira sem ser
ável num comportamento mais agressivo. É natural que às vezes alguém expresse um medo de ser conhecido numa conduta mais fechada. É natural que alguém expresse uma história de uma vida inteira sem ser ouvida num milindre quando alguém não dá atenção paraa sua opinião. Se nós ultrapassarmos a primeira aparência e realmente formos escudos de uns para com os outros no campo do amor e da fraternidade, nós vamos descobrir belezas lindíssimas no âmago da alma de cada um de nós. Nós vamos descobrir o que nos dizia uma das músicas que eles contaram, o que Deus gravou em mim, em ti, nele e nela. Então, meus amigos, nesse primeiro momento aqui da nossa reflexão da manhã, é muito importante que nós assumamos essa responsabilidade, inclusive de uma vivência ética. Ética. Existe uma ética do amor no centro espírita. Em vários campos do conhecimento, a gente vai nos perguntar, nós vamos nos perguntar o que é a ético, o que é a moral. A gente do direito passa tantas vezes por isso, mas lá na questão 629 livro dos espíritos, a gente vai encontrar que age moralmente bem. Olha só, aquele que tudo faz para o bem de todos. Tudo faz para o bem de todos. Não é tudo fazer pro bem de alguns. Ele gosta mais. Não é fazer alguma coisa pro bem de todos. O texto que nós lemos nos dizendo que é um templo vivo de operosidade, de amor. O centro espírita nos convida a superarmos inclusive as barreiras das antipatias, das afinidades que são espontâneas só com alguns e a construirmos pontes, estradas espirituais entre corações, né, Saulo? A fim de que nós sejamos capazes de exercer o papel que viemos exercer na vida uns dos outros, que é de sermos amigos, de sermos irmãos, de sermos escudos de uns para com os outros. E aí talvez vá surgir na nossa mente a gente que não gosta de botar a árvore da felicidade onde tá alguns pretextos. E a gente quer concluir essa primeira etapa do trabalho da manhã, Andrezinho, lembrando que se surgirem pretextos na construção desses laços de apoio mútuo de confiança, nessa tônica da caridade
xtos. E a gente quer concluir essa primeira etapa do trabalho da manhã, Andrezinho, lembrando que se surgirem pretextos na construção desses laços de apoio mútuo de confiança, nessa tônica da caridade que nos vai permitir uma vivência ética do Espiritismo, a ética do amor e de tudo fazer pelo bem de todos, nós vamos lembrar que também Jesus, na visão do mundo, não trazia todos os recursos necessários para sua missão. E é por isso a Nati pode passar pra gente a próxima imagem que tá ali. Pode na Nati, que a gente quer encerrar esse primeiro momento. Estamos super bem. Assim ó, >> super bem. A falange de André é alguma coisa assim, né? Que a gente quer encerrar esse primeiro momento, meus amigos, recordando de uma história que tem muito a nos ensinar. está narrada pelo espírito Humber de Campos quando ele descreve que Maria e José com Jesus bebê pequenino mesmo nos braços, foram cumprir as suas atribuições da época, a sua rotina tradicional e visitaram o templo, levando beber Jesus no seu copo. Quando lá chegaram, eles encontraram com um homem que era muito respeitado por todos a época. Era tido por alguém temente a Deus. Era assim que nós nos referíamos para falar de um homem de bem que era Simeão. Já ouviram falar de Simeão? E para que Maria, José fossem fazer as suas atividades, eles deixaram o bebê Jesus no colo de Simeão. Gente, você sabe imaginar governador espiritual da terra no colo daquele velho homem? E Simeão era médium. Quando ele segurou aquele bebê, imagina o que era aquele perespírito, aquela emanação de amor. Ele segura aquele bebê e ele se emociona às lágrimas, porque ele identifica que tinha ali consigo o Messias, aquele que havia sido prometido e anunciado para transformar a história da humanidade. E ele se toma de uma emoção imensa, de uma gratidão por aquele momento e ao mesmo tempo ele alcança o coração uma angústia, porque ele começa a olhar para aquele bebê e pensar em que circunstâncias ele estava no mundo. E entre lágrimas ele olhava pro bebê
aquele momento e ao mesmo tempo ele alcança o coração uma angústia, porque ele começa a olhar para aquele bebê e pensar em que circunstâncias ele estava no mundo. E entre lágrimas ele olhava pro bebê Jesus e dizia: "Menino sublime, como é que tu vais transformar a humanidade se nasceste na singeleza e na palha de uma estrebaria? Meu Deus! criança, como é que tu vais transformar as iniquidades todas em amor e fraternidade se tu não tens o nascimento entre os patrícios? Como é que vais restaurar a justiça sem a túnica dos Césares? E ele então vai se afligindo e chorando porque não consegue compreender como é que ele iria finalmente implantar um reino na terra de amor e de fraternidade, com tão poucos recursos à sua volta e tão desmerecido pelo mundo. O bebê, Jesus não podia responder. Era um bebê, né? Ainda que Jesus. Então ele ficou olhando pro velho Simeão e o máximo que ele conseguiu fazer foi botar a mãozinha pequenina de bebê no coraçãozinho, no peito daquele homem. E ness nesse momento Jesus seguia ali e voltam Maria e José observam Simeão emocionado, sem entender muito o bebê no seu colo, o tomam de volta e vão paraa sua casa. Pouco tempo depois, Simeão desencarna e com a lucidez que nos visita muitas vezes, né, ao nos desvestirmos do corpo físico na nossa trajetória de ascensão, ele finalmente compreendeu que o governador espiritual da terra, o espírito mais puro que Deus deu ao homem conhecer para lhe servir de modelo e guia, não o havia deixado. sem resposta, porque aquela mãozinha pequenina no peito era Jesus, dizendo: "Eu vim para implantar o meu reino no coração dos homens, meus irmãos. Nenhuma circunstância ou dificuldade do nosso centro espírita, da nossa vida cotidiana, da sociedade em que estamos imersos, cheias de antagonismos e dores e conflitos, será capaz de nos impedir se nós decidirmos que vamos implantar um novo reino de amor e fraternidade no coração dos homens e das mulheres, nossos irmãos e nossas irmãs. E aqueles primeiros que se aproximam disso, porque tem conosco o
decidirmos que vamos implantar um novo reino de amor e fraternidade no coração dos homens e das mulheres, nossos irmãos e nossas irmãs. E aqueles primeiros que se aproximam disso, porque tem conosco o mesmo propósito de vida compartilhado, são os nossos companheiros de centro espírita. Então, nós queremos encerrar esse momento singelo, pedindo que também singelamente você se dê um abraço. Pode ser. Abraça o irmão que tá do lado. Diz alguma coisa boa para ele, alguma coisa boa para ela. Troca boas energias. Ninguém quer me dar um abraço também. Eu também quero, >> gente, meus amigos e amigas, tá bom esse abraço. Hum. Gente, embora esse abraço esteja tão bom, né, ele é só uma amostrinha do que a gente pode ter e que tá todo dia do nosso lado, viu? Vou devolver a condução pros nossos irmãos. Um beijo no coração de vocês. Escudos lindos de fraternidade, de amor. Muito obrigado. >> Muito bem, pessoal. Agora me escutam bem, agora nós teremos 20 minutos de intervalo pra gente esticar as pernas, né? Abraçar mais, né? Quem quer abraçar mais pode abraçar mais no intervalo. E nos encontramos aqui então em 20 minutos. Em um mundo repleto de informações, conexões instantâneas [música] e notícias incessantes, onde buscamos constantemente respostas [música] e orientações, surge questão essencial. Estamos realmente recebendo as mensagens que mais precisamos? Estamos fazendo [música] parte dessa rede de divulgadores e apoiadores de bons conteúdos, boas mensagens e boas ações? ou sendo arrastados pelo mar de ideias que nos afastam dos verdadeiros propósitos do espírito imortal. Te apresento o Gotas [música] do Bem, uma iniciativa da Cente, Federação Espírita do Estado de Mato Grosso, que tem o propósito de auxiliar e ampliar o trabalho de divulgação da boa nova do Cristo para todos os cantos [música] do planeta. Essa iniciativa precisa de recursos financeiros para alcançar o seu lar. estar no seu dia a dia e no dia a dia de todos aqueles [música] que vivem em busca de dias mais leves, palavras de
do planeta. Essa iniciativa precisa de recursos financeiros para alcançar o seu lar. estar no seu dia a dia e no dia a dia de todos aqueles [música] que vivem em busca de dias mais leves, palavras de ânimo e estímulo para levantar com o pé direito e dar o seu melhor. Se você também acredita no poder da boa mensagem, junte-se a nós no Gotas do [música] Bem. Sua doação pode fazer a diferença na sua vida e na vida de milhares de pessoas. Visite nosso site ou ligue para o número que está na tela e faça parte deste movimento de amor. Somente juntos podemos fazer a diferença. Somente juntos podemos levar consolo e esclarecimento às pessoas que, como nós, eu e você, precisam de histórias felizes. Junte-se a nós no Gotas do Bem e seja uma gota de amor no oceano da vida. >> อ >> อ >> เ >> M. >> e vamos dar continuidade às nossas atividades. Eh, primeiramente eu vou eh fazer um convite. Nós temos no próximo final de semana, dias 1 e 2, o 23º FAER, que vai acontecer em Rondonópolis com o tema O grande enigma. Recado dado, né? E também no final do mês de novembro, dia 29, nós teremos Torta com arte aqui na Federação Espírita. Eh, e aí, mas só que esse esse evento ainda vai ser divulgado na nossa nas redes sociais. acompanhe, auxiliem também. E para dar continuidade, nós vamos convidar nosso querido amigo André Siqueira que vai a a falange do Gabriel, >> queridos. Eh, muito bom estar aqui com vocês de novo. Eu até já esqueci o calor que que faz aqui em Cuiabá, viu? Ontem ontem eu fui falar com uma colega e falei para ela assim: "Ó, eu tô demorando a falar contigo que eu tô aqui em Curitiba." E ela: "Você tá aqui?" Eu falei: "Não, não queria". Só [risadas] o Gabriel fechou a fala dele, por sinal, maravilhosa, né, gente? e trouxe pra gente a figura de Simeão com Jesus menino. Então, eu queria aproveitar esse mesmo processo e a gente visitar o instante do encontro entre Jesus e Zebedeu, o pai de João e de Thago. Conta-nos Humberto de Campos que um pouco antes do início efetivo das pregações,
proveitar esse mesmo processo e a gente visitar o instante do encontro entre Jesus e Zebedeu, o pai de João e de Thago. Conta-nos Humberto de Campos que um pouco antes do início efetivo das pregações, Salomé, a mãe dos meninos, tinha ido visitar Jesus para pedir para que cada um deles se sentasse de um lado. E Jesus diz a ela: "Olha, vai ter um momento, mas não é agora". E tem aquela conversa toda, né? Então, a Salomé, como toda boa mãe, eu eu desconfio sinceramente que ela chegou em casa e disse assim: "Vá lá falar com Jesus, viu? Vá lá, porque ele vai ouvir você". E Zebedeu muito distintamente obedeceu, né? É, papai dizia que quando o homem casa, o vocabulário dele se resume a quatro letras, O, B, D, C. É suficiente para felicidade geral. E o Zébedeu foi, ele foi falar com Jesus. E quando ele foi falar com Jesus, ele pensou diante das coisas que Jesus estava dizendo para ele, o primeiro impulso dele foi dizer assim: "Senhor, nós vamos conquistar inúmeros discípulos." Aí Jesus disse para ele assim: "Zebedeu, a nossa causa ainda não é a do número. Os movimentos de violência, os movimentos de propaganda, os movimentos de convencimento exigem milhares de pessoas para surtirem efeito. Mas para implantar o reino de Deus é necessário apenas um coração." Zebedeu vai ficando surpreendido com aquele volume de informações que Jesus está trazendo. Ele percebe que ele está efetivamente diante daquele salvador que Simeon colocou. Mas importa pra gente entender quem é esse Salvador? Porque a gente às vezes fica com uma noção um tanto errada sobre esse modelo de salvação que Jesus veio nos trazer. Porque nós nos acostumamos que o processo de salvação é um processo externo, que alguém vem e simplesmente instala um dedo ou nos tira de uma situação de perigo e tá tudo resolvido. E não era esse o modelo. O primeiro modelo de Salvador que Israel reconheceu foi Moisés. E como foi que Moisés salvou o povo? Ele foi lá no Egito e tirou eles de uma condição de escravos. E eu vou convidar vocês pra gente voltar
rimeiro modelo de Salvador que Israel reconheceu foi Moisés. E como foi que Moisés salvou o povo? Ele foi lá no Egito e tirou eles de uma condição de escravos. E eu vou convidar vocês pra gente voltar esse período de Moisés e ver. Vou pedir permissão para vestir a roupa de Moisés. Vocês vão vestir a roupa dos hebreus e eu vou chegar para vocês. Vou dizer assim: "Pessoal, tá muito quente aqui, não tá? Eu prometo que eu vou levar vocês para um lugar bem frio, bem agradável". Tá bom. Então eu vou levar para vocês pro lugar quente que tem praia. Topa Deus soprou aqui, [risadas] falou comigo, dis Moisés, é praia, não é frio, é praia. Pra gente ir paraa praia, a regra só é o seguinte: hoje vocês vão se desfazer de tudo que tem e amanhã de manhã a gente vai sair daqui a pé. Nós vamos daqui para Natal a pé. Dá para ter ideia do que é isso, do que isso significa? E vejam o processo, o processo das dificuldades no Egito, que a gente lê às vezes como sendo um processo para convencer os egípcios a saltar os hebreus, foi também um processo para fazer os hebreus largarem o osso do Egito. E aqui tem uma coisa que é delicadíssima. Toda a economia do povo e hebreu no Egito, ela era centrado em um dos bens mais preciosos paraa família hebraica, o cordeiro. Toda a família, veja, você é um escravo, você não tem nada mal, você tem o que comer durante o dia. Como é que você mantém sua família? Você tem um cordeiro dentro de casa que lhe dá o leite, que lhe dá eventualmente o couro, que que faz com que você tenha acesso a algumas necessidades básicas. Das feeses, você produz o fogo que vai aquecer as coisas que estão ali. Então, a economia familiar vivia em torno daquele cordeiro. Qual é a última o último pedido que é feito para eles? Ó, vai passar o anjo da morte hoje. OK. Que é que você tem que fazer? Você vai ter que sacrificar seu cordeiro. Entenderam o tamanho da questão? Agora a gente vai passar 40 anos andando no deserto. É entre o Egito e a Palestina, onde eles iam parar, são mais ou menos 700 km.
vai ter que sacrificar seu cordeiro. Entenderam o tamanho da questão? Agora a gente vai passar 40 anos andando no deserto. É entre o Egito e a Palestina, onde eles iam parar, são mais ou menos 700 km. Façam as contas, andando, dá 2 anos andando, 700 km. A gente andando, a gente consegue fazer por dia uns 10 km. Muita gente, 10 km, OK? 700. Não precisava de 40 anos, né? Não precisava de 40 anos. Com toda dificuldade, com todo tá indo levando um monte de gente, mas são 40 anos, vão para lá. Por que precisou de 40 anos? Porque o deserto é o lugar da educação. O deserto é o caminho para você transformar uma nação de escravos numa nação de sacerdotes. Esse é o trajeto. Então, o primeiro salvador que Israel conheceu foi Moisés. Quem é o segundo? Jesus. Porque Israel foi libertado por Moisés, teve o seu apogeu em Davi, teve a sua queda após Salomão e viveu na desgraça durante todo o resto do tempo. A última era com os romanos. E aí foi anunciado que chegou o Salvador. Que que o Salvador ia fazer? Conduzir o povo de novo. Só que tinha o seguinte, eles já estavam no lugar. Então, qual é por por que caminhos esse Salvador iria nos conduzir? O evangelho, nesse sentido, ele é muito significativo, porque quando Jesus entra pela porta dourada de Jerusalém, ele tá sentado no burro de Abraão. Esse burro de Abraão, ele é muito significativo, porque quando Abraão foi sacrificar Isaque, ele levou um burro. E o burro de Abraão é curioso, porque Abraão acordou cedo, montou o burro, foi chamar o servo e o filho. Aí diz assim: "Ué, não era para Abraão ter chamado o servo pro servo preparar o burro para o burro ir?" Não, ele preparou o burro. Agora, o mais estranho, quem foi montado no burro? Ninguém. Ninguém foi montado no burro. O burro foi levado até o ambiente do sacrifício. Lá a gente conhece a história. Deus disse: "Não, menino, não. Você vai encontrar uma ovelha. Olha o significado. Abraão diz: "Onde tá uma ovelha?" O texto hebraico diz assim: "Procurarás nos espinheiros e aquele cordeiro que estiver com a
sse: "Não, menino, não. Você vai encontrar uma ovelha. Olha o significado. Abraão diz: "Onde tá uma ovelha?" O texto hebraico diz assim: "Procurarás nos espinheiros e aquele cordeiro que estiver com a cabeça cheia de espinhos, esse é o cordeiro." Começaram a entender o processo? Quando Jesus pede aos discípulos, vão pegar o burro e avisem que é isso daqui, ele está fazendo uma sinalização para Israel, porque a tradição dizia que o Salvador entraria em Israel no burro que Abraão deixou no monte quando voltou para casa e não trouxe, porque volta para casa Abraão e lá fica Isaque. aqui o burro. Isaque só vem para casa depois. E Jesus entra com esse processo. Agora, qual é o sinal de salvação? Qual é o caminho do deserto que Jesus faz r uma salvação? Gente, qual é o caminho que ele seguiu? Se a gente olhar no processo, ele entra em Jerusalém e o povo grita: "Salva-nos, ó Chaná, hosanas! que quer dizer, salva-nos. Estamos esperando o caminho e ele mostra o caminho. Caminho fácil, não, né? Mas a gente olha para esse caminho e precisamos ter um ressignificado para isso, que é o momento em que Jesus diante de Maria canta o salmo 22. Vocês não ouviram errado, não? Jesus naqueles momentos de intranquilidade, ele canta. O cantar dele é um cantar de conforto. É só ler o Salmo 22 que começa: Deus meu, Deus meu, porque me abandonaste? Mas culina com reconhecimento da presença de Deus que nos fortalece, que nos guia. E na casa de Davi, de onde vinha Jesus, esse salmo era cantado seguido pelo Salmo 23, que todo mundo conhece. O Senhor é o meu pastor e não me faltará. Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal algum, porque o Senhor está comigo. Só que isso não é ditado, isso é cantado. Dá para imaginar uma pessoa na situação em que estava Jesus cantando, que que ele tá dizendo para as pessoas? dizendo: "Ó Israel, não chorem por mim, chorem pelos vossos filhos e por vossas filhas, porque eu tô tranquilo. O caminho é muito tranquilo que eu tô trabalhando." O Gabriel trouxe pra gente um cenário
izendo: "Ó Israel, não chorem por mim, chorem pelos vossos filhos e por vossas filhas, porque eu tô tranquilo. O caminho é muito tranquilo que eu tô trabalhando." O Gabriel trouxe pra gente um cenário que é um cenário maravilhoso, gente. O centro espírita é o equipamento espiritual para a nossa transformação. é um equipamento que foi constituído na espiritualidade com todos os dispositivos necessários para nós atravessarmos o nosso deserto anterior. Mas o nossa travessia, ela começa na gente. Então o que a gente vai começar é falar um pouquinho sobre isso. Nat, eu controlo daqui. Então não, você não estranhe não. É, já começa pela conclusão, tá? É, é assim mesmo. É, uma vez uma professora de didática brigou comigo, ela disse: "Meu filho, quando a gente vai fazer apresentação, tem que ter introdução, desenvolvimento e por último a conclusão". Aí eu disse a ela: "A conclusão é de quem? Não é minha. É, eu boto ela no começo. Posso e faço isso para ninguém se perder no que a gente tá falando. Para não saber pelo meio do caminho. A gente vai pro Egito. Tão vendo onde a gente vai chegar? E a gente vai chegar dentro dessa ideia que é assim. Existe uma lógica que a gente precisa entender para trilhar esse caminho. Essa lógica, ela começa com uma convicção, porque nós somos dos alunos do Senhor, os mais atrasados. Por que os mais atrasados? Porque teve uma turma que na primeira revelação entendeu e e seguiu. Teve uma outra turma que chegou na segunda revelação, eles já se resolveram. Nós somos a turma da terceira revelação e ainda estamos apresentando dificuldade. Quçar o senhor vai mandar uma quarta para ver se a gente sai dessa recuperação, porque até aqui não foi suficiente pra gente trilhar o caminho necessário que ele tá falando. E como é que começa o caminho desses retrasados da terceira revelação? Esse caminho começa diz assim: "Olha, minha gente, se vocês ainda não conseguiram entender com o fazer, ainda não conseguiram entender com o sentir, tudo bem, eu vou explicar para vocês.
ra revelação? Esse caminho começa diz assim: "Olha, minha gente, se vocês ainda não conseguiram entender com o fazer, ainda não conseguiram entender com o sentir, tudo bem, eu vou explicar para vocês. Deixa eu desenhar como é o processo." E o desenho que a espiritualidade faz, ela começa dizendo assim: "Olha, entende o que é o universo." Existe um elemento no universo chamado espírito. E esse elemento está sujeito às mesmas leis naturais de todas as outras coisas que vocês observam. Agora, se vocês entenderem isso, vocês verão que vocês são seres em processo de redenção, do qual todas as experiências da vida são pedagógicas. Se são experiências de alegria, elas pretendem ensinar. Se são experiências de dificuldades, elas também pretendem ensinar. Então, não se apeguem nem as alegrias transitórias, nem aos sofrimentos passageiros, porque vocês estão numa caminhada. Por mais bonitinha que essa pedra pareça, não é aqui que a gente vai morar. A gente tá de passagem para esse processo. Para isso, compreende o que que a doutrina espírita tá dizendo. O que é que o Espiritismo diz? Olha, no universo existe uma coisa chamada Deus. Esse Deus, ele é o responsável pelas leis que organizam a matéria e o espírito. E você é um espírito que transita pelas experiências da matéria para compreender as leis dele. Tudo bem? No primeiro capítulo, aula um encerrada. Aula dois, o que é que você tem a aprender nas leis naturais, a assimilá-las e a vivenciá-las? Como? Nascendo, morrendo, renascendo, tendo experiências mediúnicas, tendo relações afetivas quando vocês estão na Terra, tendo relações afetivas quando vocês estão no mundo espiritual, inclusive quando vocês passam pelos três reinos. minerais, vegetais e animais. Vocês estão aprendendo esses reinos. Toda a parte segunda do livro dos espíritos diz isso. A parte terceira do livro dos espíritos vai falar pra gente sobre o quê? sobre uma ética de conduta. Então, vai mostrar pra gente o motivo pelo qual nós precisamos compreender esse processo
diz isso. A parte terceira do livro dos espíritos vai falar pra gente sobre o quê? sobre uma ética de conduta. Então, vai mostrar pra gente o motivo pelo qual nós precisamos compreender esse processo ético de conduta. Vai cinar com um apelo sobre qual é o meio prático mais eficiente que tem o homem de superar as suas dificuldades. Chegou onde ele quer autoconhecimento. Como é que a gente faz isso? Três perguntinhas de toda a noite. Primeira pergunta: cumpri meus deveres. Segunda pergunta: "Fiz o bem no limite das minhas possibilidades." Terceira pergunta: Alguém tem alguma coisa a reclamar de mim? Essas três perguntas vão apontar para vocês onde é que o caminho tá sendo difícil. Olhem as respostas e aproveitem o caminho. Ótimo. Entendeu? Entendeu o conteúdo? Entendeu? Isso é ser espírita, é entender esse conteúdo e passar a esforçar-se por um processo de transformação intelectual para aprender melhor a lei e moral para agir de acordo com ela. Reconhece-se, portanto, verdadeira espírita pela sua e ora, se o esforço para domar as inclinações más é uma coisa, ele vem depois do i. Isso quer dizer que o transformação moral não é isso. Transformação moral não é fazer só o esforço para domar as inclinações. Transformação moral é outra coisa. E que outra coisa é essa transformação moral? É expandir a minha capacidade de melhorar-me a mim. Amar primeiro a quem? A Deus. Depois a mim e depois ao próximo. Como é que eu demonstro a minha capacidade de amar a Deus? Aprendendo as suas leis, experimentando a vivência delas. E aí eu vou aplicar isso para mim. E aí eu vou aplicar isso ao próximo. E esse é o caminho. Então aquele desenhinho que Moisés não desenhou pro pessoal para ir no deserto, Jesus desenhou pra gente, os espíritos descancaram. Olha, o caminho é esse e o tempo inteiro vamos ter lá lá no centro espírita, quando você recebe uma mensagem psicográfica, leia com atenção, porque em geral ela não é pro outro. O mentor escolheu você porque é você que tá precisando de ouvir aquela mensagem.
o centro espírita, quando você recebe uma mensagem psicográfica, leia com atenção, porque em geral ela não é pro outro. O mentor escolheu você porque é você que tá precisando de ouvir aquela mensagem. Se ele foi de dato no seu centro, não mande lá pra federação, não, porque provavelmente quem tá precisando é o centro. Então, a gente tem que começar a entender o o os sinais que os espíritos estão dando pra gente nesse deserto de caminhar. Isso é compreender espírita. Se eu compreendi o que é ser espírita, eu vou entender quais são os meus compromissos. E quais são os meus compromissos depois que eu me entendo como espírita? Eu tenho um compromisso comigo. Qual é? Qual é o compromisso que eu tenho que ter comigo? O compromisso da transformação moral, o compromisso de domar as minhas mais inclinações e o compromisso de autoconhecer-me para que eu possa me amar. Esse é o primeiro compromisso de mim para comigo. Agora, se eu assumir um compromisso comigo, tô salvo. Cheguei no caminho, não. Que que falta? Eu já tô trilhando o meu, né? Eu já eu já tô fazendo a minha transformação moral. Eu já tô exercitando isso. Olha a dica de Santo Agostinho. Ele diz assim, ó. Primeira pergunta. Você cumpriu seus deveres? Quem é que faz essa pergunta? Eu. Quem é que responde essa pergunta? Eu. Você fez o bem no limite das suas possibilidades. Quem é que faz a pergunta? Eu. Quem é que faz a resposta? Eu. Alguém tem alguma coisa contra você? Quem é que faz a pergunta? Quem é que responde? O outro é que responde. Então, no meu processo de autoconhecimento, no caminho de libertação, o outro foi colocado como parte do meu processo de crescimento por um motivo muito simples. Sozinho eu não enxergo. Se eu não for capaz de enxergar pelos olhos do outro, eu não verei o caminho com a certeza do que ele precisa ser. Então, o meu compromisso, ele começa comigo, mas ele não se completa se eu não incluir um compromisso com o outro. E qual é o meu compromisso com o outro? Hoje é dia de prova. Ninguém avisou, não
ser. Então, o meu compromisso, ele começa comigo, mas ele não se completa se eu não incluir um compromisso com o outro. E qual é o meu compromisso com o outro? Hoje é dia de prova. Ninguém avisou, não foi? Qual é o meu compromisso com o outro? amá-lo com qual modelo? Como eu me amei, mas segundo a segunda revelação no modelo de Jesus. Olha, isso me dá uma ideia que é o seguinte: "Senhor, eu devia ter sido salvo quando era olho por olho, dente por dente. Era mais fácil, né? Já pensou? Gabriel me deu um tapa, eu para me salvar vou lá e só dou o tapa nele. Agora é o seguinte, eu me atrasei. Agora a prova é o seguinte, não é não matar, não é? Se tu pensares ter alguma coisa contra o teu irmão, já perdeu a prova. A prova ficou mais difícil. Então eu não sei vocês, mas eu tô querendo passar na terceira revelação, porque na quarta eu não sei como vai ser. A a quarta [risadas] chamada vai ser complicada pra gente. Então vamos ver se a gente passa nessa terceira. E nessa terceira está estabelecido agora um um parâmetro desse processo do meu compromisso com o outro. Mas esse compromisso é só com outro. Eu ainda tenho aquele compromisso com Deus. Entender-se espírita é assumir para consigo tais compromissos. Mas se eu assumi tais compromissos, em que eu devo me engajar? O assumir um compromisso é dizer o seguinte: vou fazer é uma promessa. O que é o engajamento? O engajamento é cumprir a promessa. Então, com que nós vamos nos comprometer? É aí que o centro espírita entra como uma oportunidade singular de comprometimento. Vejamos por eu vou estudar no centro espírita. Lembra que a gente comentou que o outro entra no meu mapa de aprendizado? Olha, no centro espírito tem uma oportunidade singular. Eu vou discutir o caminho com quem tá querendo ir pro mesmo lugar. A gente vai aprender o mapa sabendo que nós estamos querendo ir pro mesmo destino. Eu não corro o risco de querer ir pra praia em Natal e terminando indo parar lá no Rio Grande, naquela praia fria. Natal é quente, viu? Mas o mazinho
ndo que nós estamos querendo ir pro mesmo destino. Eu não corro o risco de querer ir pra praia em Natal e terminando indo parar lá no Rio Grande, naquela praia fria. Natal é quente, viu? Mas o mazinho é gostoso. Eu não corro esse risco porque se eu já sei que nós estamos indo para uma praia, então a gente já tem alguma coisa em comum para fazer isso. Isso é o centro espírita. Então nós vamos começar a aprender o quê? No centro espírita eu vou aprender a me amar. Como é que eu aprendo a me amar? Me autoconhecendo. Como é que eu conheço para mim? Cumprir meus deveres. Aí o que que o Centro Espírita me oferece? O Centro Espírita me oferece uma oportunidade de eu cumprir os meus deveres nas tarefas que voluntariamente eu assumo. O que é isso? Isso é treino. Isso é exercício. Para quê? Se eu sou capaz de toda quinta-feira ir no centro espírita para distribuir o copinho da água fluidificada, porque eu disse que eu iria, não foi ninguém que me obrigou. Eu estou assumindo um dever. E se eu tô cumprindo com esse dever, eu estou aprendendo a me disciplinar. Se eu tô indo na reunião mediúnica, eu estou me disciplinando. Se eu tô convivendo com o próximo, eu tô aprendendo. Então, vejam, aquilo não é um trabalho no sentido de produzir valor para o outro. Aquilo é um exercício que produz valor primeiro para mim. Mas eu ganho outra coisa, porque na convivência com o outro eu passo a ter uma oportunidade de aprender a amar. E aí vem um caminho próprio, gente. Eu não posso começar no centro espírita a amar quem eu nunca vi. Eu nem gosto muito desse Wilker, mas já vou começar tendo que amar ele. Não, não é assim. Não é assim. Eu tenho que dizer assim, pera aí, da turma lá, quem é que eu tenho assim alguma afinidade? Eu tenho afinidade com Saulo, com I que eu brigo muito. Então assim, parece que é mais fácil. Eu começar amando Saulo e depois que eu me fortalecer nesse amor com Saulo, aí eu vou aprender a amar o Wilk. Enquanto eu não tô amando o Wilke, eu vou simplesmente respeitá-lo.
rece que é mais fácil. Eu começar amando Saulo e depois que eu me fortalecer nesse amor com Saulo, aí eu vou aprender a amar o Wilk. Enquanto eu não tô amando o Wilke, eu vou simplesmente respeitá-lo. Joia, Wilker, tudo bem, tranquilo. Um abraço. Você aí, eu aqui. Beleza. Mas com Saulo eu vou começar a estabelecer algumas coisas. Depois que eu me fortaleço nesse amor, aí eu digo assim: "Papai, eu tô até mais fortinho no amor, sabia? O exercício de amor com Saulo me deu um vigor afetivo. Eu vou tentar amar esse Wilker." E aí eu entro na segunda turma do afeto. E e essa e essa escala ela vai crescendo, crescendo. Esse é o nosso compromisso que exige um engajamento primeiro desse processo, um estudo para me retificar, um estudo para que eu aprenda a vivenciar aquilo que eu aprendi. Objetivos do movimento espírita, estudo, vivência e problema que a gente tem enfrentado. A gente quer começar pela divulgação. E aí, gente, não dá para divulgar o que não se sabe. Não dá para divulgar o que não se tem. E aí está o primeiro problema das nossas instituições que não estão conseguindo avançar. Porque quais são as instituições que estão conseguindo avançar? aquelas que tem as instituições que vivem sobre as bases do amor, por natureza elas transformam vidas. na sua essência, elas não precisam fazer esforço nenhum, porque é só você se aproximar dessa instituição que você já vê os efeitos do amor acontecendo nas cartas vivas, que são as pessoas que estão ali. Então, a gente precisa reaprender a ter esse compromisso de estudo, de vivência, para que a divulgação aconteça a partir de um compromisso comigo, com o meu próximo e com Deus. E me lembrar, eu não estou indo no centro espírita para ensinar. Eu estou indo no centro espírita para aprender. Eu estou tendo oportunidade de conviver com a falange de André. Foi mal, me empolguei. Gabriel, como é o Bezerra, né? falange do Bezerra, a gente vai tendo a oportunidade de conviver com pessoas que já vivenciaram isso, que podem compartilhar isso.
lange de André. Foi mal, me empolguei. Gabriel, como é o Bezerra, né? falange do Bezerra, a gente vai tendo a oportunidade de conviver com pessoas que já vivenciaram isso, que podem compartilhar isso. E é a partir desse processo, gente, que a gente vai entender quanto há a necessidade de nós fazermos algum esforço coletivo mediante um planejamento mínimo. Que planejamento é esse? Olha, meus irmãos, eu tô aqui no centro espírita, sabe aquela pessoa, Saulo, eu eu tô tentando te amar, tá? Então vamos fazer um compromisso da gente que assim, eu vou te dar a liberdade de todas as vezes que eu tiver uma conduta inadequada, tu chama a minha atenção. Toda a vida, toda vez que eu tiver um comportamento que é um comportamento que não favorece esse compromisso de crescimento, me dá um toque. Se seja aquela pessoa que diz assim: "Andrezinho, sabe aquela terceira pergunta do livro dos espíritos? Eu queria te dar um feedback, eu queria te ajudar no teu processo de autoconhecimento. Assim, você já olhou isso? Você já viu que quando você disse paraas pessoas participarem da falange do André, você tava com uma pontinha de orgulho e estabelecida ali dentro? Aí eu vou dizer assim: "Saulo, eu não tinha pensado nisso, mas você agora me deu um material para eu refletir sobre isso." Aí Saulo vai dizer assim: "É, mas olha, essa relação tá muito egoísta, porque só você tá crescendo nessa relação. Tu pode me dar o feedback para eu também aproveitar isso?" Eu digo assim: "Saulo, eu gosto já de você, você gosta de mim. Vamos, vamos firmar esse compromisso entre a gente, eu vou te ajudar. Tu faz a pergunta e eu respondo, mas fique tranquilo que eu vou responder com sinceridade. Então Saulo traz para mim o poema que ele escreveu, né? Batatinha quando nasce se esparrama pelo pé. Não tem ninguém que eu amo mais do que o meu amigo André. Eu não vou dizer para ele assim: "Rapaz, isso é uma obra de arte digna de um Olavo Bilac. Vou dizer só aula, olha, a poesia tá xocha. com se tu quer ser um bom poeta, a rima
do que o meu amigo André. Eu não vou dizer para ele assim: "Rapaz, isso é uma obra de arte digna de um Olavo Bilac. Vou dizer só aula, olha, a poesia tá xocha. com se tu quer ser um bom poeta, a rima não tá boa. O que que eu tô fazendo com ele, meus amigos? Eu eu eu tô detonando a arte de Saulo. O que que eu tô fazendo? Eu tô sendo para ele aquele outro que Santo Agostinho evoca para dizer assim: "Pergunte ao outro como é que tá esse processo? Se fosse do ponto de vista do outro, como é que você seria visto?" Eu tô sendo esse outro com honestidade, com sinceridade e e com uma facilitador imenso que é assim: Saulo sabe que eu não estou dizendo isso porque eu quero puxar o tapete dele. Porque eu começo dizendo isso, dizendo assim: "Tu sabe que eu te amo, não sabe? Sabe? É porque eu te amo que eu vou dizer o que eu vou dizer. Entendem que esse é um compromisso que a gente começa a estabelecer. E vejam, esse é o compromisso da casa espírita. Esse é o primeiro passo do nosso trabalho no nosso dia a dia. Então, antes que eu não saí nem do primeiro slide, viram a vantagem de chegar pelo começar pela conclusão? Eu queria convidar vocês pra gente, a partir dessas ideias a gente começar a firmar um compromisso nosso. E antes que a gente possa estabelecer alguma coisa, eu quero saber o seguinte: quem tá a fim de ir paraa praia? Porque a gente a gente vai ter que começar uma caminhada. A gente vai precisar começar uma caminhada. Agora, igual a vocês, eu também não sei qual é o caminho. Eu não sei qual é o caminho. Então, a proposta que eu tô fazendo para vocês é a proposta que Moisés fez pro Egito. Olha, a gente vai, quem é que vai, quem é que vai guiar a gente? É Deus. Então isso significa o seguinte, se a gente soubesse o caminho em linha reta, era 70 dias caminhando. Como a gente não sabe, pode levar uns 40 anos. Perceberam a mensagem? Por que que a gente pode levar um pouco mais de tempo com isso? Porque nós não sabemos o caminho com a clareza necessária. Qual é a nossa vantagem
sabe, pode levar uns 40 anos. Perceberam a mensagem? Por que que a gente pode levar um pouco mais de tempo com isso? Porque nós não sabemos o caminho com a clareza necessária. Qual é a nossa vantagem sobre Moisés? a gente já tem um guia e modelo, a gente já entendeu o caminho. Então, o nosso compromisso vai ser um compromisso que é um compromisso de dizer o seguinte: "Olha, vamos seguir no caminho que Jesus nos ofereceu à luz da fé raciocinada que o Espiritismo nos proporcionou." Então, eu não tô pedindo mais a vocês, confia em mim. Eu tô dizendo a vocês, vamos ter o suficiente espírito crítico pra gente olhar os sinais contemporâneos, paraa gente comparar as ideias e assimilá-las com um propósito, que é o propósito de melhoria da gente. Isso é o que o Centro Espírita vai fazer com a gente, é o estabelecimento renovado desse compromisso, desse compromisso mútuo de nós crescermos. Vejam que isso é completamente diferente da primeira ideia de Zebedeu. Senhor, nós vamos multiplicar os teus discípulos que, infelizmente tem sido a preocupação de muitas das nossas instituições. Tô muito preocupado porque depois da pandemia a minha casa só tem 15 pessoas. Gente, com 12 Jesus mudou o mundo. Se você tem 15, já tem mais do que o que Jesus precisou. Ah, mas lá no meu centro tem cinco. É. Aí arruma mais sete, convida mais sete para dar uns 12 para tentar ver se sai de alguma coisa, né, Gabriel? Tô brincando com vocês. Boa, Gabriel. Onde dois, ó, dois ou mais? Se tiver dois já tem três, porque Jesus tá no meio, né? Tô com dois, Gabriel. Olha aqui, ó, a falange do Gabriel salvando a gente. Tá vendo? Dois, duas pessoas já tem três no centro. Mas a gente precisa voltar e estabelecer um compromisso entre quem? Se eu tiver, eu e o outro, já dá para começar a jornada. Por quê? Porque tem eu que consigo fazer as perguntas do autoconhecimento. As duas primeiras já dá para eu resolver e a terceira já tem o outro que pode me ajudar com isso. Agora, por onde a gente começa? Firmando um compromisso de afeto
zer as perguntas do autoconhecimento. As duas primeiras já dá para eu resolver e a terceira já tem o outro que pode me ajudar com isso. Agora, por onde a gente começa? Firmando um compromisso de afeto mútuo. Qual é esse compromisso de afeto mútuo? Gabriel, tu pode sempre me dizer a verdade quando eu te falar sobre essas questões delicadas. Tu pode dizer a verdade. Não, eu eu tô te dando eu tô te pedindo a permissão para você não dourar a pílula. A construção dos diálogos autênticos. Onde será o nosso falar? Sim, sim. E o nosso falar não significará não. A gente não precisa ter receio de que quando eu disser sim, quer dizer não. E quando eu dizer não, quer dizer sim. E quando eu disser sim, sim, talvez seja talvez ou talvez seja não. Porque isso confunde. Então eu preciso estabelecer com alguém uma relação aonde eu possa ouvir o outro. Tu, tu me dá isso. E, gente, se na nossa casa espírita a gente conseguir uma única pessoa para fazer isso, já é suficiente. Eu não sei se vocês já ouviram falar da oração de suficiência muito comum em Israel. Em Israel existe um um uma prece que é a prece que codifica a abertura do Evangelho de Mateus. No Evangelho de Mateus, você tem eh a partir de Abraão, 14 gerações. Depois de Abraão, mais 14 gerações. Depois de Davi, 14 gerações até Jesus. E numericamente não é 14, mas o 14 é um número de que é mais do que suficiente. Porque em Israel sete é suficiente. Por que sete é suficiente? Porque Deus criou o mundo em quantos dias? Foi suficiente. Foi mais do que suficiente para ele criar. A perfeição. O número da perfeição em Israel é sete. Eu tô te dando 14. Ou seja, é mais do que suficiente para você estabelecer. Então, a o que ele tá dizendo é o seguinte, ó. de Abraão, 14 gerações depois foi suficiente. Mas Deus deu pra gente mais 14 gerações e foi suficiente. E depois ele deu mais 14 gerações. É muito mais do que suficiente pra gente. Nós estamos na terceira revelação com coisas que são tão mais do que suficientes que Emmanuel vai dizer
s e foi suficiente. E depois ele deu mais 14 gerações. É muito mais do que suficiente pra gente. Nós estamos na terceira revelação com coisas que são tão mais do que suficientes que Emmanuel vai dizer assim: "Se qualquer indivíduo entrar em contato com o evangelho de Jesus por 15 minutos, ele tem material suficiente para algumas encarnações. Então o material que a gente tem já é suficiente. OK? Agora a gente precisa entender assim. Se Deus tivesse nos dado apenas os 10 mandamentos, teria sido suficiente. Mas ele fez mais do que isso. Ele nos mandou os profetas. Isso teria sido suficiente. Mas ele fez mais do que isso. Ele mandou Jesus que nos apresentou como fazer isso. Foi suficiente, mas ele fez mais do que isso. Ele mandou missionários ao longo de todo o processo para nos mostrar como agir, como fazer. Isso foi suficiente. E nos mandou o espiritismo com os espíritos, com os ensinamentos, com os ensinamentos, com as ideias. Isso foi mais do que suficiente. Agora o que que tá faltando? A gente não é mais mapa. O nosso problema não é mais um problema de mapa, porque a gente tem mais do que um GPS à nossa disposição. As vozinhas estão gritando pra gente próxima à esquerda em 700 m entre a direita, pegue a rotatória e vá na terceira saída. Não é na primeira, não é na segunda, é na terceira. Se você não sabe o que é três, olhe no mapa que tem um desenhinho apontando quando é que você vai. Isso é suficiente pra gente andar? O que que falta a gente fazer? Pegar o carro. Não tô mais nem pedindo para ir a pé. É pegar o carro, ligar o GPS e ir. Agora, onde está o nosso deserto? E aí eu quero fazer uma comparação. O deserto hebraico era um lugar inóspido. Aqui a gente tem ar condicionado. O lugar dos hebreus caminharem era um lugar que ninguém sabia que horas ia dormir. Aqui a gente tem hora para terminar. As pessoas dormiam, é um relento. Aqui a gente tem conforto para nós nos abrigarmos com esse processo, mas a natureza da jornada é a mesma. Então eu queria parar um pouquinho
e tem hora para terminar. As pessoas dormiam, é um relento. Aqui a gente tem conforto para nós nos abrigarmos com esse processo, mas a natureza da jornada é a mesma. Então eu queria parar um pouquinho para perguntar a vocês e agora a gente vai fazer um exercício. Eu vou imitar a falange do Gabriel de botar as equipes para trabalharem um pouquinho, que é o seguinte: que compromissos vocês querem assumir nessa jornada? A partir dessas conversas que nós estamos tendo desde ontem, com uma grande reflexão coletiva a respeito disso, que compromissos vocês vão assumir quando voltarem para as suas instituições para continuar a sua jornada consigo, com o seu próximo e com Deus. Conversem uma ideia para cada uma delas e escolham uma que vocês gostariam de compartilhar com a gente. 8 minutinhos. Já estão me dizendo aqui que oito é C, tá? Oito é C. Vai ver a a diferença. Nati, eh, aumenta o volume aí. Sabe aqueles 8 minutos? Vamos compartilhar para dar um susto. É a voz do trovão. Deus falava assim quando quando Deus dizia Moisés, tu me ouve, ele respondia, não sou surdo não, senhor. Vamos lá, pessoal. Podemos compartilhar p parar p parar p. Podemos começar? Então, eu queria primeiro um voluntário para compartilhar o compromisso consigo. Por favor, pode levantar a mão. Se não for por democraticidade, vai ser por indicatidade. >> Gabriel, indica um aí, ó. Tem lá, tem lá, tem uma mãozinha levantada. Então, compromisso consigo. >> Então, compromisso consigo, nós apontamos o estudo da doutrina, principalmente individual, além dos nossos grupos de estudo, para poder fomentar os debates, né, e tudo. Eh, e o compromisso pra comunidade é a gente fazer uma vivência maior com visitas à nossa comunidade próxima da casa, né, fazer o evangelho no lar, né, estar mais próximo da comunidade através de visitas. Então, esse compromisso que a gente assumiu. >> Próximos voluntários. >> Então, eu coloquei em relação a a mim mesmo, né? eh eu ser mais afetiva comigo, desempenhar para com aqueles com
és de visitas. Então, esse compromisso que a gente assumiu. >> Próximos voluntários. >> Então, eu coloquei em relação a a mim mesmo, né? eh eu ser mais afetiva comigo, desempenhar para com aqueles com os quais já convivo e e com Deus a a assumir essa afetividade na relação com o outro e com Deus. >> Mais um voluntário >> no um ou já pode passar pelo outro? >> Pode ser os três. Pode ser. No dois, a gente colocou exercitar mais a paciência de ouvir o próximo e a gente não tem muito isso. E exercitar também, conhecer e se aproximar mais do outro, porque não só formalmente, mas tentar ter mais intimidade com o outro. >> OK. Mais alguém quer compartilhar aqui? com testemunho, >> o compromisso de prestar atenção em todos os momentos no caminho espiritual, né, que foi falado que aqui as coisas estão muito claras e quando nós retomamos o nosso dia a dia, é como se nós fôssemos esquecendo dessa clareza. Então, buscar esta clareza no nosso dia a dia, né, e acolher o próximo para superar a indiferença. E, particularmente, eu percebi a necessidade de buscar essa relação afetiva comigo mesmo, com o próximo e com Deus. Porque se eu não fizer isso comigo, eu não vou dar conta de fazer nas outras relações. >> Que dia é hoje? >> 26 de outubro, né? Então essa última, essa próxima atividade que a gente vai fazer é uma atividade de controle, OK? Todo mundo vai pegar o celular, vai abrir a agenda do celular, vai abrir no dia 26 de novembro. E no dia 26 de novembro a gente vai criar um compromisso para a gente perguntar pra gente mesmo o que eu fiz com o meu compromisso no último mês. Lá nas observações você vai dizer qual foi o compromisso que você assumiu. Então escreve o compromisso ali. Olha, eu fiz no dia 26 de outubro, eu fiz esse compromisso comigo. 26 de novembro o alarme vai tocar e você vai olhar assim: "Desse compromisso que eu fiz, o que eu consegui fazer até hoje?" Se vocês não se sentirem satisfeitos com o que aconteceu em 26 de novembro, novo compromisso para 26 de janeiro.
você vai olhar assim: "Desse compromisso que eu fiz, o que eu consegui fazer até hoje?" Se vocês não se sentirem satisfeitos com o que aconteceu em 26 de novembro, novo compromisso para 26 de janeiro. Não, não. Eu, se eu não conseguir fazer em um mês, eu vou dar dois meses para eu fazer isso. E se quando chegar em dezembro eu não conseguir ter feito isso, aí eu vou me dar quatro meses para estabelecer isso. Entenderam a dinâmica? Primeiro, um mês, aí eu dobro dois meses. Se por algum acaso vocês estiverem firmando compromissos para 4 anos, parem. Revejam o compromisso, diminua o tamanho do compromisso. Eu botei revisar o compromisso comigo mesmo e ligar pro André, se for necessário. Mas sabe por quê? Sabe por quê? Porque a gente tá assumindo compromissos juntos e é bom ter alguém para dar o feedback. Então, vale a pena a gente já contar com alguém que tá aqui para isso, tá? Vou te ligar. Tá aceito o compromisso. Saulo, você queria comentar uma coisa, querido. Tá OK. Então, gente, vejam esses compromissos que a gente tá fechando agora, ele não pode ser. E o Gabriel trouxe pra gente essa referência. Ele não é só um compromisso comigo. A minha sugestão para vocês é nesse dia, escolham daqui uma pessoa e e tá lembrado, hoje é o dia da gente bater um papinho sobre aquele nosso compromisso. Só pra gente checar aqui. E aí, como é que foi teu mês? Que que aconteceu com isso? E esse é um exercício que a gente pode começar a fazer com outros compromissos, com outras pessoas. Mas se nós queremos ser espíritas, estamos dispostos a assumir um compromisso conosco mesmo, com o próximo, com Deus, estamos dispostos a criar um engajamento de estudo, de vivência e de divulgação. Esse é o plano. É esse plano que a gente vai começar a seguir. Porque se a gente conseguir estar atento a esse plano, nós vamos começar a nos deslocar. Pode ser que não seja só 70 dias, pode ser que a gente leve 40 anos nesse processo, mas o fato de nós não estarmos mais no Egito já será um bom sinal pra gente.
lano, nós vamos começar a nos deslocar. Pode ser que não seja só 70 dias, pode ser que a gente leve 40 anos nesse processo, mas o fato de nós não estarmos mais no Egito já será um bom sinal pra gente. 5 minutos encerrados. alinhando a câmera aqui, gente. Eh, querido André, obrigado. Agradeço, agradecemos imensamente pelas reflexões, Gabriel, eh por estes momentos preciosos que nós fomos convidados a eh refletirmos sobre o acolhimento, sobre o amor ao próximo, sobre o processo de inclusão, iniciando conosco mesmo. Então, já e iniciando nossas atividades de encerramento, eu vou convidar de volta Gabriel para para este TED de conclusão, né, de eh fechamento das atividades de ontem e de hoje. >> Oi, gente. Vocês ainda nos aguentam um pouquinho? É um tédio, não é um tédio de conclusão, né? Sabe o que é, meus queridos? nós estávamos refletindo juntos e a gente, graças a Deus, tem essa cultura, essa habitualidade de ir realizando o trabalho, ir avaliando, ir pensando nele. E é uma um encontro integrado de duas áreas muito relevantes, de duas áreas funcionais do centro e do movimento espírita. A gente tá conversando aqui sobre comunicação social espírita e sobre estudo do espiritismo. São áreas em que eu acredito que aqueles que estão aqui hoje trabalham hoje, né? É ou não é? Quem é que trabalha de alguma maneira vinculada à divulgação espírita ou ao estudo do espiritismo? Vamos ver. Exatamente. Então, nós vamos conversar rapidamente aqui em alguns minutos sobre alguns aspectos relevantes ligados ao estudo do espiritismo, né? Porque nós temos o nosso querido coordenador nacional da área de comunicação social espírita do Conselho Federativo Nacional da Federação Espírita Brasileira, a Casa de Ismael, a casa de todos nós, não é isso? Então, nós ficamos aqui com um pouco de conversa sobre o estudo. Alguém aqui é facilitador de grupo de estudos? Eu também sou. E por que que o grupo de estudo ele é tão importante nessa jornada que nós estamos propondo e revisitando? Porque em verdade é ali que muitos constróem o
acilitador de grupo de estudos? Eu também sou. E por que que o grupo de estudo ele é tão importante nessa jornada que nós estamos propondo e revisitando? Porque em verdade é ali que muitos constróem o seu primeiro vínculo com a doutrina espírita e com o irmão espírita. Nós quando somos facilitadores ou quando cuidamos ou nos inserimos de alguma maneira em um grupo de estudos, nós temos um compromisso de constituir ali um microcosmos dessa comunidade que a gente quer construir e uma ponte de conexão daquelas almas que estão ali cotidianamente sob a metodologia da conversação proposta por Kardeculo 13 do livro dos médiuns, estudando o espiritismo numa construção em conjunto. junto. Pois bem, e aí nós ficamos nos perguntando que se nós queremos que a jornada do estudante, logo depois do trabalhador espírita, seja uma jornada para construir esses vínculos, para construir uma comunidade de acolhimento e de trabalho efetivo numa jornada que tem essa direção, nós precisamos desenvolver algumas competências. E nós vamos trazer aqui alguns flashes daquilo que nos parece que são competências necessárias para que nós trabalhemos no estudo do espiritismo e como facilitadores de grupos de estudo do espiritismo para sermos bem-sucedidos nesse processo. Quando a gente fala em uma competência, normalmente a gente diz que ela se integra pelo menos de um chá. Já ouviram falar disso? Como é que se escreve chá? né? Um C, um H e um A. O C da competência seria o quê? Um C de conhecimento. Primeiro aspecto que nós temos que ter muito claro para nós, que um facilitador de grupo de estudos ou aquele que coopera com esse processo tem que conhecer algumas coisas. O que que ele precisa conhecer? Vamos lá. Primeira coisa, graças a Deus, nós a gente tá afinadinho, né? Olha, doutrina espírita, porque afinal de contas, embora nós não estejamos e não possamos estar ali em postura professoral, dando aula aos outros, não é essa perspectiva, mas nós somos facilitadores de um caminho e é preciso que nós tenhamos conhecimento suficiente
estejamos e não possamos estar ali em postura professoral, dando aula aos outros, não é essa perspectiva, mas nós somos facilitadores de um caminho e é preciso que nós tenhamos conhecimento suficiente da doutrina espírita e dos seus princípios, para evitar às vezes 40 anos desnecessários e permitir que nós tenhamos o GPS muito claro, apontando para aquilo que o Cristo nos traz. conhecimento da doutrina espírita. Mas não é só isso. O que mais que alguém nessa condição que está de certa forma liderando outras almas no caminho, conduzindo num determinado momento, precisa conhecer. Me digam vocês, além de conhecer a doutrina espírita, tem que conhecer o quê? a si mesmo. É claro, porque afinal de contas, se eu estou focado na operacionalidade do meu trabalho e me esqueço do processo de autoconhecimento, eu não sei o que que eu tenho para entregar. Eu não sei o que me falta e que eu preciso buscar, conquistar, cultivar, desenvolver. Eu não conheço as fragilidades que são capazes de me afastar daquele trabalho ou de impedir que eu realize com toda amorosidade, empenho e compromisso necessário. Então, eu preciso conhecer doutrina espírita, eu preciso conhecer a mim mesmo, essa é uma busca constante, mas será que é só isso? O que mais que alguém que facilita um grupo de estudos e quer construir um ambiente de acolhimento e fraternidade de trabalho precisa conhecer o próximo, o outro? Ah, mas isso parece óbvio. Será? O que que nós sabemos da vida daquelas pessoas que partilham o grupo conosco? Às vezes a gente se surpreende com uma ausência reiterada que a gente nem percebe pela nossa indiferença, né, Saulo? E aí a gente vai descobrir que aquela criatura vem enfrentando algum momento de vida que nós poderíamos ter estendido a mão. Às vezes por não conhecer o outro, eu tenho ali, gente, uma joia de potencial de trabalho que eu nem tô considerando porque eu não me detive em observar. Jesus nos diz isso. Eu conheço as minhas ovelhas e delas sou conhecido. E aí, nesse processo, quem está cumprindo com
encial de trabalho que eu nem tô considerando porque eu não me detive em observar. Jesus nos diz isso. Eu conheço as minhas ovelhas e delas sou conhecido. E aí, nesse processo, quem está cumprindo com essa tarefa tão bonita, além de conhecer a si mesmo e ao outro, tem que deixar se conhecer. As pessoas também precisam nos conhecer, precisam conviver conosco. Nós precisamos entrar numa questão ritualística de um encontro de 1 hora, de 1 hora:30, um pouco mais, um pouco menos. precisa haver ali uma proposta de convivência. E é por isso que também um facilitador precisa conhecer o centro espírita, porque aquela pessoa que só entra no centro espírita, facilita o seu grupo de estudos, vai embora e não tem mais nenhuma atividade na casa, me perdoem, não tem condições de influenciar e contagiar os demais a se vincularem a essa instituição. O grande objetivo do estudo do da doutrina espírita, qual é? é formar doutores em espiritismo. Qual é? É formar homens e mulheres de bem. Homens e mulheres de bem trabalham no bem. E essa inspiração precisa que aquele que facilita e conduz um grupo seja uma ponte de fraternidade e de trabalho através da qual os seus companheiros queridos vão se vincular a essa instituição e a essa proposta de vida e não apenas a ele. que se eu só me vinculo à aquela pessoa que está ali, eu me transformo num seguidor e se aquela pessoa cai e nós temos muitas quedas, talvez aquilo me desconecte daquela proposta de vida. Então é mais seguro que no meu processo de liderar e de facilitar um grupo de estudos, eu invisto em conhecer doutrina espírita, sim, em conhecer a mim mesmo também, em conhecer o outro e deixar de se conhecer, mas em conhecer e trabalhar no centro espírita. para que eu cumpra com esse panorama. Mas a gente só falou um pouquinho do C. Qual é a outra palavra do chá? O H de O Saulo já adiantou aqui. Habilidade. O habilidade tá ligado um pouco ao fazer. E aqui tem um cuidado, porque esse encontro que a gente tá vivendo aqui e tá bom, não tá?
a outra palavra do chá? O H de O Saulo já adiantou aqui. Habilidade. O habilidade tá ligado um pouco ao fazer. E aqui tem um cuidado, porque esse encontro que a gente tá vivendo aqui e tá bom, não tá? A gente tá assim, ó, com perespíritozinho cheio de amorosidade, de sonhos, de propostas, de reflexões, de compromissos, a gente percebe, mas isso foi fruto de um planejamento adequado, de uma preparação, de uma preparação das áreas que estão nos acolhendo aqui, da direção desta federativa que nos acolhe, de uma preparação ao longo da vida das pessoas que estão trabalhando aqui conosco e facilitando esse processo de alguma maneira. Então, dentre essas habilidades necessárias, a gente precisa sim investir na habilidade de planejamento, na habilidade de avaliar aquilo que nós estamos fazendo, na habilidade de desenvolver metodologias adequadas e estudá-las, porque Jesus propõe métodos. Kardec propõe métodos e se ao mesmo tempo a gente não vai se aprisionar num método esquecer do coração, a gente também não vai, e essa é uma frase bem importante, né, que está trazida por Druso lá na obra de André Luiz, que ele nos diz que também a ordem é a base da caridade. Existe algum nível de organização que é necessário para que isso se conclua. e o nosso querido Guion Ribeiro, tradutor de obras básicas, exdirigente da nossa Federação Espírita Brasileira, ele dito uma mensagem que, segundo a minha memória, tá no reformador de 1976, em que ele vai nos afirmar que onde cada um faz apenas o que quer, quase ninguém faz o que deve. Então essa organização de seara, ela também precisa superar as nossas vontades individuais para que nós possamos ter a habilidade de compartilhar visão para onde estamos indo na nossa jornada, a fim de que nós possamos aderir a um objetivo coletivo juntos. E finalmente C de conhecimento pro facilitador, H de habilidade e o A de quem? Não. E vem o alfabeto da Xuxa, né? A de amor, B de baixinho, C de coração. [risadas] Não, este, né? Ele é a culminância, porque o conhecimento e a habilidade não
itador, H de habilidade e o A de quem? Não. E vem o alfabeto da Xuxa, né? A de amor, B de baixinho, C de coração. [risadas] Não, este, né? Ele é a culminância, porque o conhecimento e a habilidade não terão impacto na nossa própria vida e na vida dos demais, portanto, na vida do próprio centro espírita, se eles não se consolidarem na nossa a atitude. E é esse aspecto atitudinal que precisa ser então o nosso compromisso, o nosso investimento ao estudarmos a doutrina espírita. E vocês podem me dizer o que que precisa estar na atitude de alguém que facilita, que coordena, que trabalha com o estudo do espiritismo. Vontade, o que mais? Disciplina? O que mais? Disponibilidade, amorosidade? A gente também tem que desenvolver isso, né? Que mais? Vão me dizendo vocês, todo mundo sabe disso, vive isso. Que mais que tem? O sentimento de aprendiz, essa atitude, que bonito isso, né? e tem uma consciência, gente, fundamental que precisa estar nesse aspecto atitudinal, que é a seguinte, em que a gente vai se despedir logo em seguida aqui dessa fala, voltando a uma passagem importante, determinado momento da trajetória de trabalho, Jesus dialogava com Pedro. E ele resolveu perguntar a Pedro. Vocês lembram o que que ele perguntou a Pedro? Ele perguntou: "Pedro, tu me amas?" Lembram disso? Quando ele faz aquela pergunta, eu fico imaginando assim, né, o lugar de Pedro, assim, com Jesus olhando, te perguntando assim: "Pedro, tu me amas? Wilker, tu me amas. Saulo, tu me amas, né? Imagine essa pergunta sendo feita por Jesus a cada um de nós. Tu me amas? E Pedro prontamente respondeu. Acho que a primeira resposta deve ter sido até a mais fácil, porque ele disse: "Sim, Senhor, eu te amo". E aí Jesus volta a perguntar por segunda vez: "Pedro, tu me amas?" E ele vai se desconcentrando, às vezes até passando na mente tudo que ele fez, será que é suficiente? Por que que Jesus tá desconfiando do meu amor? Que tipo de amor que ele tá me pedindo? Será que eu não demonstrei? Será que meu testemunho não foi suficiente? Ou será
e ele fez, será que é suficiente? Por que que Jesus tá desconfiando do meu amor? Que tipo de amor que ele tá me pedindo? Será que eu não demonstrei? Será que meu testemunho não foi suficiente? Ou será que ele sabe mesmo o que eu tô pensando, que eu tô sentindo? E ele sabia. E aí, ainda que hesitante, ele responde por segunda vez: "Sim, Senhor, eu te amo". E Jesus perguntou uma terceira vez para Pedro e Pedro era foge. É comigo eu já tava infartando assim, né? Pedro, tu me amas? E aí Pedro passa em exame consciencial, acredito eu, a vida toda. O propósito dele, a importância de Jesus na sua vida, de que maneira ele tava vivendo aquela proposta de vida maravilhosa que Jesus havia apresentado e que apresenta para nós através da doutrina espírita. e tirou forças e fé e convicção de todos os lugares possíveis e respondeu: "Sim, Senhor, eu te amo." E só depois de que Pedro respondeu três vezes, Jesus explicou a ele o amor que estava a lhe pedir, porque Jesus disse: "Se tu me amas, então vai e apacenta as minhas ovelhas." Olha a didática do mestre. E se essa pergunta fosse feita para nós agora, tu me amas. Quem ama Jesus aqui? Levanta a mão. Vamos ver quem tem amor e gratidão pela proposta que ele nos traz de vida, pelo por tudo que o evangelho de Jesus tem feito por nós. Por quantas vezes nós temos sido salvos de nós mesmos pela voz e pelo amor dele. E aí ele olha e nos pede uma coisa. Se tu me amas, vai e apacenta as minhas ovelhas. Apacentar tem significados. Apacentar significa reunir no pasto, ou seja, seja um agente de união, de fraternidade, de agregação e não um agente de discórdia, de indiferença e de esquecimento. Apacentar significa alimentar o rebanho. Providencia o alimento do amor, da fraternidade, do estudo sério e o alimento do trabalho. E apacentar significa vigiar no pasto. Ajudemo-nos mutuamente, a fim de que os lobos do materialismo não encontrem em nós o terreno fértil para nos desarticular, para nos separar uns dos outros, para nos fazer nos encontrarmos isolados e frágeis numa
mutuamente, a fim de que os lobos do materialismo não encontrem em nós o terreno fértil para nos desarticular, para nos separar uns dos outros, para nos fazer nos encontrarmos isolados e frágeis numa jornada em que nós precisamos verdadeiramente caminhar juntos. Então, em se tratando de estudo do espiritismo, não é pouca coisa que nós também possamos, além desse compromisso que trouxemos aqui, assumir o compromisso de trabalhar no conhecimento, na habilidade, na atitude, para que finalmente, quando voltarmos à espiritualidade e estivermos caminhando e toparmos como Paulo com Jesus na estrada e ele nos perguntar De onde vens? Eu não sei vocês, gente, eu tenho um sonho, senão nessa encarnação, mas quando é de poder responder para ele: "Eu venho do mundo onde dei a vida por amor a ti. Vale a pena." Obrigado. Depois dessa reflexão, hein, convido o nosso amigo André Gabriel para ir para finalização. Gente, fala a verdade, vocês estão cansados da gente, não tão não? Quando G tava falando, eu tava pensando em como é que a gente podia expressar essa relação entre o conhecer e o praticar como forma comunicativa. E é muito interessante porque a cabeça da gente funciona assim, né? Ela automaticamente vai dando respostas pra gente. E a resposta que veio na minha cabeça, ela foi bem assim. Hoje em dia, nos jovens que vejo assustados no mundo irriqueto, ainda guardo a esperança e o desejo de cruzar com Francisco de Assis. Calça ali pé no chão mundo novo, um sorriso banhado de luz. Eles são consciências do povo. Que ir a Deus eles cresçam, irmãos. Questão número 14 do livro dos espíritos. Quem lembra? Eu não falei que era prova. Hoje é prova. Kardec vai perguntar os espíritos assim: "Então, são dois os elementos gerais do universo, espírito e matéria?" Que é que os espíritos respondem? Olha, Deus, a trindade, o conceito de trindade, ela surge daí. Deus, espírito e matéria constituem a totalidade do universo. Ponto final. Não, que que eles disseram? Há, no entanto, um elemento que precisa ser introduzido aí, porque
to de trindade, ela surge daí. Deus, espírito e matéria constituem a totalidade do universo. Ponto final. Não, que que eles disseram? Há, no entanto, um elemento que precisa ser introduzido aí, porque entre o espírito e a matéria existe um estado diferente que possibilita que o espírito atue sobre a matéria e que a matéria atue sobre o espírito, que se chama o fluido cósmico. Eu quero chamar a atenção que essa proposta do essa proposta dos espíritos, ela transforma o conceito de comunicação até então dedicado a uma área de ciências humanas até então restrita a um processo de comunicação de pessoa para pessoa para um fenômeno cósmico. que se comunica no universo tudo se comunica com tudo. que eu sinto a mesa é porque o conjunto constitutivo dela compartilha comigo determinados contextos energéticos que me chegam na forma de percepções e eu decodifico uma mensagem que foi chegada aqui. Isso acontece com as leis divinas, isso acontece com as relações humanas, isso acontece no mundo do infinitamente pequeno. E diz-nos o mentor espiritual Alexandre em Missionários da Luz, que no mundo do infinitamente pequeno, esse processo se chama lei de afinidade química. Entre os astros grandiosos e monumentais que vigem no grande cosmos se chama lei da atração gravitacional. Entre as almas, como é que se chama? amor. Todas elas são grandes expressões de comunicação, aonde a inteligência suprema, causa primária de todas as coisas, está nos convidando a assimilar a lei que rege no universo. Conclusão. Todo o nosso processo existencial é um ato comunicativo de aprendizado das leis divinas, aonde tudo nos comunica a grandeza de Deus. tudo. Se eu consigo compreender este fenômeno comunicativo, eu vou parar de olhar ação de divulgação espírita como um ato comunicativo meramente midiático de preparar tais, de fazer uma postagem no Instagram. E eu vou compreender que eu estou comprometido com um processo de compartilhamento de tais leis. E aí a gente começa a perceber que a área de estudo
preparar tais, de fazer uma postagem no Instagram. E eu vou compreender que eu estou comprometido com um processo de compartilhamento de tais leis. E aí a gente começa a perceber que a área de estudo e a área de comunicação não são duas, elas são duas faces da mesma moeda. E por sinal, se a gente for olhar lá da área de assistência e promoção social, da área de infância e juventude, da área de unificação, nós estamos falando da mesma coisa. A gente só está usando terminologias, mecanismos, abordagens sutilmente diferenciadas para que a gente possa organizar o trabalho com as em suas diferentes tonalidades. É uma orquestra aonde o violino toca uma coisa, o contrabaixo toca outra, o chelo toca outra, mas o que está se pretendendo é uma harmonia. única. Esse é o conceito de comunicação que o Espiritismo trouxe em 1857, aonde começava uma série de discussões sobre a física da comunicação, sobre o modelo de comunicação, sobre os processos comunicativos, o que que acontece dentro disso daqui que virou, no final das contas, a construção de uma sociedade. resumida a uma única palavra. Cumpre. O nosso processo de comunicação não tem por finalidade dizer ao outro: "Compre o Espiritismo." Não é esse o trabalho que nós estamos envolvidos. O nosso processo de comunicação com o outro é: "Olhe para mim". Eu estou consolado, eu estou confortável, eu estou feliz. Ah, mas você tá sem dinheiro e tô feliz. Mas você tá doente e tô feliz. Mas a família ele abandonou e eu continuo amando eles e são felizes. Aí a pessoa vai dizer assim: "Como é que pode?" dis assim: "Bom, então vem cá que eu vou te contar o que que acontece com isso. Vós sois as cartas vivas do evangelho. E se a carta não contiver a mensagem correta, quem acreditará? Quem quem é que vai entender a mensagem se a gente não tá conseguindo passar a mensagem correta? E por que que a gente não tá querendo conseguindo passar a mensagem correta? Porque que a gente tá querendo que o outro seja a mensagem, não que a gente seja. Nesse teu reino,
ssar a mensagem correta? E por que que a gente não tá querendo conseguindo passar a mensagem correta? Porque que a gente tá querendo que o outro seja a mensagem, não que a gente seja. Nesse teu reino, qual será o papel dos mais inteligentes? Foi que Jesus respondeu. Tão lembrado do conto de Humberto de Campos quando depois que Jesus lavou os pés dos discípulos, tinha uma multidão do lado de fora, foram lá perguntar: "Ó, é o rei de Israel, mas a gente quer saber o seguinte: qual é o papel dos homens inteligentes nesse processo?" Aí os discípulos disseram assim: "Olha, ele disse que a gente ajudar os menos inteligentes. E qual é o papel dos ricos? é sustentar os mais pobres. Não, mas o que caberá aos fortes? Amparar os fracos. Depois a gente volta. Então, estamos nós aqui. O o depois da gente volta, estamos nós aqui. E às vezes a gente quer fazer a mesma coisa. Olha, Regilan, eu gostaria muito que você fosse a carta do evangelho, tá certo? E por sinal, para você ser a carta do evangelho, você precisa corrigir isso, você precisa corrigir isso, você precisa corrigir isso. E eu, quem é que vai cuidar de mim? De que valerá o homem ganhar o mundo e perder a sua alma? me comove muito dentro do processo comunicativo que Jesus engrenou, que ele tenha pedido a Pedro para conduzir a igreja. Porque eu acho que de todos os discípulos, ninguém sentiu maior constrangimento. Quando Jesus entrou naqueles, naquela casa de Jerusalém, disse assim: "Paz seja convosco". Eu fico pensando que Pedro disse assim: "Misericórdia, o homem tá vivo". Porque ele sabia o que ele tinha feito, né? Ele sabia o que ele tinha feito. E Jesus, no entanto, o mesmo número de vezes que ele afirmou, ele negou. E esse esse processo, esse processo ele é necessário da gente refletir, porque ele não é a primeira vez. Pedro estrutura a casa do caminho, recebe Jesiel, que vira Estevão, e Estevão vai trazer ao colégio apostólico uma dimensão que ele tinha perdido. E o colégio tava começando a se voltar de novo para as tradições
tura a casa do caminho, recebe Jesiel, que vira Estevão, e Estevão vai trazer ao colégio apostólico uma dimensão que ele tinha perdido. E o colégio tava começando a se voltar de novo para as tradições judaicas e morrer ali naquele processo. Que é que Estevão faz? Estevão ressuscita a carta viva do evangelho, falando sobre o evangelho sem temor. Eu não lembro direito, mas aconteceu alguma coisa com Estevão, não aconteceu? Que que aconteceu com Estevão? Quem foi que condenou ele? Olha o processo de seleção de recursos humanos de Jesus. Ah, bonitinho. Foi você que interrompeu o trabalho, foi? Agora o trabalho é seu. Agora o trabalho é seu. Não foi você que interrompeu. Só só para relembrar algumas coisas para mim, tá? Quando Saulo foi a Damasco, ele foi fazer o quê lá? É, Damasco ficava em qual região? Era na Palestina, não, né? Quer dizer, Ananias estava entre os pagãos, os entre os gentios, fazendo o quê? Que que o que que Ananias estava fazendo lá entre os gentios, pregando o evangelho. Aí a gente às vezes a gente diz assim: "Não, porque Paulo começou a pregação pros gentios. Não, senhor. Jesus foi aos gentios, Ananias foi aos gentios. E quando Saulo foi lá para atrapalhar o trabalho dele, Jesus disse assim: Saulo, Saulo, [risadas] por que que você tá me perseguindo, meu filho? Ó, vou te dar a chance de ficar cego para você enxergar. Olha, olha a lógica de Jesus. Eu vou te deixar cego para você enxergar. Quem é que abre os olhos dele? Emanuel se trai. É, é visível na narrativa desse espírito a comoção que ele sente quando ele diz assim: "E a ovelha ia salvar o lobo". Ia ouv. Quando Ananias vai encontrar Saulo a pedido de Jesus, Emmanuel descreve assim: "E a ovelha ia salvar o lobo". Quando Saulo, agora Paulo inaugura esse processo de vivência, quando ele se transforma nisso, ele cria uma movimentação que revolucionou a forma como a gente pensou. Nós conhecemos o cristianismo hoje por conta de salmo. Agora, o que que a gente tem feito hoje, gente? Esse mundo tá perdido,
o, ele cria uma movimentação que revolucionou a forma como a gente pensou. Nós conhecemos o cristianismo hoje por conta de salmo. Agora, o que que a gente tem feito hoje, gente? Esse mundo tá perdido, essa política não dá certo, essa economia não vai paraa frente. Olha, esses espíritos aí, eu não tenho certeza se eles estão bem encaminhados, não, porque do jeito que o mundo tá, o que que a gente quer? Existe uma passagem narrada por Lucas nos Atos dos Apóstolos, no capítulo 19, quando ele conta assim que alguns judeus cristianizados resolveram expulsar os demônios em nome de Jesus. Expulsar o demônio era resolver a situação, né? Eu fico pensando assim, é a gente hoje querendo expulsar os problemas do mundo em nome de Jesus. É o que a gente tá fazendo, né? A gente quer assim instalar o dedo e resolveu a fome. Senhor, tá vendo conflitos, senhor? Estala o dedo e muda esse negócio aqui. Expulsa esses demônios daqui. E essa passagem é muito significativa, porque o demônio, o espírito tava ali, olha pros indivíduos e diz assim: "Você tá mandando eu sair daqui em nome de Jesus e de Paulo? Paulo, eu conheço Jesus. Eu sei quem é, mas você quem é? Vocês percebem que o mundo está nos perguntando isso? E e você, quem é? Eu tenho a esperança de cruzar com Francisco de Assis. Eu tenho espero aquele jovem só querendo viver como Jesus viveu. Quando eu penso nos processos comunicativos, nada fala mais caro pro meu coração do que o sentimento que ele teve. foi quem melhor entendeu esse processo comunicativo. Irmão vento, irmão sol, irmã Lua, irmão Lobo. Tu és meu irmão. O sal tá dizendo assim, canta de novo. Eu digo assim, eu não consigo [risadas] força, né, Saulo? Irmão vento, irmão sol, irmão lua, irmão lobo, tu és meu irmão. Chinol sabiar, criaturas de Deus, somos obras de suas mãos. Somos obras da mão de Deus. Que a gente saiba fazer alguma coisa com o nosso GPS, com o nosso carro, com o nosso deserto, com a oportunidade que a gente recebeu. Nós não somos mais os desvalidos e estrupados.
ras da mão de Deus. Que a gente saiba fazer alguma coisa com o nosso GPS, com o nosso carro, com o nosso deserto, com a oportunidade que a gente recebeu. Nós não somos mais os desvalidos e estrupados. Nós fomos comissionados por Jesus. Vós sois o sal da terra. Vós sois a luz do mundo. Vós sois as cartas vivas do Evangelho. Vamos entregar a mensagem. >> Tô tentando, viu? Parradas. >> É o processo, né? Começarmos nos amar. Eh, então, gente, depois desses desses dias de reflexões profundas sobre esse convite para as nossas vidas, eu peço para nossos amigos eh deixar as palavras finais pra gente conduzir aos encerramentos. >> Sem mais palavras, [risadas] >> é que antes foi só um TED, recuperando todo o nosso evento. Agora >> nosso coordenador >> aqui, ó. Ah, então >> não bota o Thiago e >> agora a para falar >> então o Thaago e a Lorena e a Regiline pessoal, é com muito amor, com muita emoção e com muita ternura que a gente chega nesse momento. muito emocionada e eu desejo que cada um aqui seja acolhido na sua dor, no seu desafio, que a gente possa voltar pro centro espírita e ao receber ali alguém que diz: "Meu filho tem uma orientação sexual considerada diferente, o que eu posso fazer? que nós não sejamos aqueles que diz: "Seu filho é um doente da alma". Mas que nós sejamos aqueles que diz: "Ama teu filho como Deus te ama". Porque toda forma de amor, com respeito e ternura é digna [música] do Pai que está no céu. Não sejamos nós aqueles que alimentam a dor no coração do nosso próximo. Já não é mais tempo de sermos causadores de dores, mas de levarmos amparo, acolhimento aos corações tão ressequidos nesse momento. Sejamos nós, aqueles que acolhe, que abraça, que quando chega aquele que tá com tanta dor na sua alma, ele sinta no centro espírita aqui vive Jesus e que ele viva nos nossos corações diariamente. [música] Muito obrigada. Vou me somar esse sentimento da Regiline para agradecer da Regline e da Lorena, para agradecer a oportunidade que nós tivemos esse final de semana. Tenho
corações diariamente. [música] Muito obrigada. Vou me somar esse sentimento da Regiline para agradecer da Regline e da Lorena, para agradecer a oportunidade que nós tivemos esse final de semana. Tenho certeza de que aconteceu com mais pessoas do que aconteceu comigo, as memórias, as pessoas, as imagens, as lembranças que me vieram em mente. E pensando nessas experiências dolorosas que Lorena tá dizendo, trazendo para as nossas experiências, lembrando das vezes em que nós conversamos entre nós, mesmos trabalhadores, da necessidade de nós desculparmos [música] os colegas de trabalho que haviam feito alguma colocação menos feliz. Quantos jovens foram feridos por essa ignorância que ainda graça entre nós e a nossa relação? Quantos eh se decepcionaram com Jesus, com Kardec, por meio das dificuldades de interpretação de nós, humanos encarnados, quantos permaneceram, quantos perseveraram? A minha viagem foi nesse sentido e eu acho que uma contribuição muito didática no sentido de nós colocarmos em prática as reflexões e esse ânimo que todos nós também experimentamos nesse final de semana de reflexão é de nos imaginarmos enquantos familiares, de imaginarmos os entes queridos que ah cada um de nós mantemos vinculados ao nosso coração, fazer um esforço de enxergar por meio de nós cada um desses entes queridos, olhando pro Saulo, vendo Alessandra, minha amiga querida, que foi minha evangelizadora, tantos encontros de juventude, olhando para Mateus, lembrando da avó querida dele, que nos acolhe tão bem no café da vovó Rosa, olhando pra Regilane, lembrando da filha dela que tem uma inteligência, uma sensibilidade, talvez sejam formas da gente trazer pro prático, pro objetivo. um ânimo e uma força necessária para romper esses desafios que nós certamente encontraremos no nosso caminho. Da mesma forma que quando vocês olharem para mim, eu espero que na dificuldade de entender uma ideia, uma proposta, consigam enxergar vovô Zezé, que me levou desde muito cedo pro Centro Espírita para
Da mesma forma que quando vocês olharem para mim, eu espero que na dificuldade de entender uma ideia, uma proposta, consigam enxergar vovô Zezé, que me levou desde muito cedo pro Centro Espírita para correr lá nos corredores do Centro Espírita Cuiabá. Seu Antônio tava até aqui conosco agora a pouco. Voó Za, que por meio da evangelização me mostrou esse compromisso de afeto e de trabalho e irmos encontrando essa forma de nos acolhermos enquanto trabalhadores, promovendo esse espaço seguro para todas as pessoas que chegam ao centro espírita, sejam elas da comunidade LGBTQAMAS, mais que nesse período histórico tem nos solicitado atenção, amparo, sejam pessoas com deficiência, sejam pessoas de mais idade, de menos idade, de idades distintas daquelas que são a maioria no nosso movimento espírita, porque somos todos amores de alguém. Para que a gente possa ouvir esses feedbacks e essas sugestões, como ouvimos num dos agradecimentos que chegou até nós durante essa programação. Obrigado, porque eu consegui entender que o meu filho não era um deficiente da alma. Obrigado. Porque eu consegui entender que espiritismo conversa e consegue acolher essa essa experiência de uma forma ah rica, de uma forma segura, de uma forma genuinamente cristã. Então, obrigado por tudo que nós vivemos juntos nesse final de semana e que esse seja o combustível para uma inspiração prática, para iluminar a nossa conversa, iluminar a nossa atividade de estudo, a nossa exposição doutrinária. Que todas essas reflexões e esse sentimento tão fraterno se multiplique ao infinito por meio de nós e por meio da nossa contribuição. Gratidão profunda os voluntários que tornaram isso possível. nossa turma de comunicação social espírita, nossa turma de estudo do espiritismo, nossa turma do administrativo, da transmissão, da livraria, da secretaria, que se doou tanto e que fez da cozinha, da decoração. cada flor escolhida a o afeto de uma alma que escolheu se dedicar a esse final de semana, deixando de lado às vezes a sua rotina, suas dores, as
, que se doou tanto e que fez da cozinha, da decoração. cada flor escolhida a o afeto de uma alma que escolheu se dedicar a esse final de semana, deixando de lado às vezes a sua rotina, suas dores, as suas dificuldades e nos presenteando com esse perfume de afeto. Multipliquemos isso, a nossa equipe da recepção com tantas almas que, enfim, não conseguiremos nominar aqui os amigos que vieram de tão longe, nossa Ana Lídia, que falou também e que trouxeram a sua flor para esse jardim maravilhoso que nós estamos convidados a cultivar juntos. É para isso que a federação serve. Que bom que nós vivemos juntos esse final de semana. Muita gratidão. >> Então, amigos, depois de tantas e tantas falas amorosas, penso que nós podemos sair daqui com essas três palavras que representam o evento do acolhimento, da inclusão e do amor. Aprendemos aqui com os nossos facilitadores que é necessário nos acolhermos para acolhermos ao próximo e assim reverberarmos o amor em Deus. E Paulo também foi muito lembrado. E o André disse que se tivéssemos as 10 leis já era suficiente. Se tivéssemos a revelação de Jesus já era suficiente. Se tivéssemos a revelação com Kardec era suficiente. E em tudo isso, nós seríamos felizes. Mas também Gabriel nos diz que nós temimamos em nos afastar da felicidade. Paulo, ele disse que alegrai-vos sempre no Senhor, em algumas traduções, regozijai-vos sempre no Senhor. E ele repete, alegrai-vos. E para Paulo, ele havia aprendido a lição da suficiência, porque ele dizia: "Aprendia a ser feliz no pouco e no muito, com o estômago cheio ou estômago vazio." Ele não tinha ali nenhuma circunstância favorável. Ele tinha ali quatro paredes, ao invés de um centro espírito ou de uma federativa estruturada. Ele tinha algemas, ele não tinha joias, ele tinha um guarda que cuidava ali da parte de fora, ao invés de ter a noiva Abigail, que já tinha partido do plano terrestre. Mas ele dizia com toda convicção: "Alegrai-vos sempre no Senhor". Independente então da circunstância que
li da parte de fora, ao invés de ter a noiva Abigail, que já tinha partido do plano terrestre. Mas ele dizia com toda convicção: "Alegrai-vos sempre no Senhor". Independente então da circunstância que nós vivamos ou das dificuldades que o nosso centro espírita passa, nós já temos o conhecimento do chá internalizado em nossas almas. Talvez ainda nos falte o H da habilidade em alguns setores, mas o convite que fica para todos nós aqui é da atitude, para que a gente possa tomar essa xícara de chá na temperatura boa, que é a temperatura que aquece os nossos corações. E ainda lembrando de Paulo aos Filipenses, porque eu não decorei o versículo todo e meu PowerPoint me traiu e tirou aqui de onde eu queria. Volta um. Eu não decorei esse versículo, mas ele é lindo. Aqui a Lorena me ajudou quando ele diz em Filipenses 8: "Por fim, irmãos, quero lhes dizer mais uma coisa. Concentrem-se em tudo que é verdadeiro, tudo que é nobre, tudo que é correto, tudo que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é admirável. Pensem no que é excelente e digno de louvor. que o nosso pensamento possa ser povoado dessas virtudes trazidas por ele. A verdade contida nas leis divinas, a nobreza de nossas atitudes para com aqueles que chegam no centro espírita, o que é correto de acordo com a lei de Deus, porque de acordo com a lei humana muda aquilo que é puro. E a pureza nós percebemos quando entramos em contato com a nossa consciência, tudo aquilo que é admirável. Porque povoando os nossos pensamentos, a nossa casa íntima desta forma, será muito mais fácil acolhermos, incluirmos e amarmos. Federação Espírita agradece imensamente ao Gabriel, ao André, a todos os colaboradores que facilitaram os estudos, a todos que o Thago já disse e a vocês que vieram para aqui estar conosco, aprendendo, trocando a todos da internet que também acompanharam, estão conosco pelo Fiente Play. Um abraço carinhoso em nome de todos nós e recebam a nossa gratidão na esperança de sermos cada vez mais inclusive inclusivos amorosos e
ternet que também acompanharam, estão conosco pelo Fiente Play. Um abraço carinhoso em nome de todos nós e recebam a nossa gratidão na esperança de sermos cada vez mais inclusive inclusivos amorosos e acolhedores. Muita paz. Então, após esses dias de esse final de semana de muita reflexão, onde novamente agradeço ao Gabriel, ao Gabriel e ao André, [risadas] eh, por estarem aqui conosco, eh, proporcionando esses momentos de crescimento, de reflexões profundas, de conhecimento, para que possamos levar e buscar vivenciar nas nossas experiências nos centros espíritas, mas acima de tudo nas nossas vidas, a todos os trabalhadores, os colaboradores, a toda a equipe que o Thigo já comentou da nossa cliente, que esteve conosco e deu todo o apoio para que pudesse tá realizando as nossas áreas que se empenharam aí, eh, para que pudesse acontecer. E a cada um de vocês se dispuseram, fizeram esforço, não só os que são daqui de Cuiabá e de Varz Grande, mas aqueles que vieram do interior, eh, vencendo as distâncias para poder participar desse momento único de podermos estar conhecendo muito mais esse essa mensagem do Cristo que nos convida a amar o nosso próximo, acima de tudo, que resume eh isto e aqueles que estão nos acompanhando pela internet. Então fica aqui nosso agradecimento a todos e eu convido nosso Mateus para nos conduzir na prece de encerramento. Vamos orar. Senhor Jesus, sublime exemplo de acolhimento, inclusão e amor ao próximo, neste final de semana, Senhor, em que em teu nome nos reunimos, evocando a tua história amorosa, quando acolhestes aqueles pescadores ignorantes dos conhecimentos do mundo, para auxiliar-te na divulgação do reino de Deus e a sua implantação no coração da criatura humana. Quando incluíste, Senhor, no teu ministério de amor, a equivocada, então equivocada Maria de Magdala, a quem com muita paciência e amorosidade soube conduzir-te ao teu coração, quando não ignorou nem mesmo o Senhor, aqueles que vinham apedrejá-lo, tentá-lo, difamá-lo e com a tua energia vibrante
dala, a quem com muita paciência e amorosidade soube conduzir-te ao teu coração, quando não ignorou nem mesmo o Senhor, aqueles que vinham apedrejá-lo, tentá-lo, difamá-lo e com a tua energia vibrante os convidava a reflexão, ao conhecimento de si mesmos, muito embora Os fariseus ignoravam o momento decisivo pelos quais passavam. São muitos os exemplos, Senhor, que passam na nossa memória neste momento em que o teu coração sublime foi ao encontro de corações sequiosos de amor, acolhendo-os, convidando, incluindo Vós que sois o Senhor de todas as estrelas, mas não ignorou nem mesmo aquele crucificado ladrão que pediu para estar contigo no reino dos céus. Somos nós, Senhor, neste momento, a personificação de todas essas criaturas. que em verdade lá nos encontrávamos. E uma vez mais, Senhor, agora refletidos à luz da doutrina espírita que nos consola e nos esclarece, agora conhecendo um pouco mais de perto os teus ensinamentos ressignificados, de joelho vos imploramos. Acolha-nos, Jesus querido. do teu rebanho abençoado, para que sejamos nós, de agora em diante decisivos, aqueles que em teu nome farão também o trabalho de acolhimento, de inclusão e de amar ao próo. Amar ao distante, amar todos aqueles que se aproximarem de nós pelas portas do amor, pelas portas do sofrimento, pelas portas da amizade ou pelas portas da indiferença, porque para nós não importará, Senhor. quem quer que seja, de onde venha e como chegue. Que sejamos nós, Senhor, de agora em diante para todo sempre, aqueles que amam indistintamente, porque aprendemos a sentir o teu amor imortal por todos nós. Dai-nos, Mestre Jesus, a tua paz. e receba a nossa gratidão pelos aprendizados e energias amorosas que recebemos neste final de semana. Muita paz a todos. M.
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