EM MAIS UM NATAL - Patrícia Mendes [PALESTRA ESPÍRITA]
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Obrigado a comunhão espírita de Brasília. Senhor, [música] estou aqui. para agradecer [música] de coração a paz dentro de mim. Queridos amigos da Comunião Espírita de Brasília, saúdo a todos aqui presente em nosso auditório e também aqueles que nos acompanham pela rede mundial de computadores. Vou ler uma breve mensagem aqui do livro Antologia mediúnica do Natal do nosso Chico, histrafia do Emanu antes da gente começar a nossa palestra. Está bem? uma mensagem pequenininha mesmo, se chama bilhete de Natal, já que o tema da nossa reflexão de hoje é em mais um Natal. Vamos parar um pouquinho para pensar acerca desse momento, né? Dezembro corre céere, daqui a pouquinho é o Natal. Vamos nos próximos 50 minutos pensar um pouco sobre a data. A mensagem do espírito Casmiro Cunha, esse poeta maravilhoso da língua portuguesa, morreu cego, foi um grande poeta. que volta aqui pela pena do Chico nos trazendo esse esse outros poemas maravilhosos. Você Casimiro, bilhete de Natal. Meu amigo, não te esqueças pelo Natal de Jesus de cultivar na lembrança a paz, a verdade e a luz. Não ouvides oração cheia de amor e de fé, de fé e de amor, por quem passa sobre a terra encarcerado na dor. Vai buscar o pobrezinho e o triste que nada tem. O infeliz que passa ao longe sem o afeto de ninguém. Consola as mães sofredoras e alegra o órfão que vai pelas estradas do mundo sem os carinhos de um pai. Mas escuta, não te esqueças na doce revelação que Jesus deve nascer no altar do nosso coração. Que Jesus, nosso amigo, nosso sublime amigo, nosso guia nos ajude nessa noite a encontrarmos as palavras adequadas para falarmos um pouco sobre a beleza do Natal. E mais o Natal, amigos. O ano corre célere aqui na ampulheta da Terra. Os meses se escorrem, são muitos os compromissos. E quando a gente olha, como diz o poeta Fernando Pessoa, fala, quando a gente observa, já se passaram 50 anos assim com a nossa vida. Os anos viram, vira a pulheta do tempo, dividimos o tempo, o ano em 12 meses, mas os compromissos são
oeta Fernando Pessoa, fala, quando a gente observa, já se passaram 50 anos assim com a nossa vida. Os anos viram, vira a pulheta do tempo, dividimos o tempo, o ano em 12 meses, mas os compromissos são muitos. E a gente vai numa záfa cotidiana e quando a gente percebe mais o Natal. Natal como que renova nossas forças para mais um ano que vai começar com novos desafios, com novas lutas, novos combates. Que sejam os bons combates. Mas não podemos nos esquecer, desmeimei aqui na lição que nos guia hoje chamada cartão de Natal, qual é o sentido do Natal? O sentido verdadeiro. Tá bom, pessoal? Porque a a Terra é uma escola bastante atrasada, é linda. Nos diz assim, Emmanuel, que o paraíso é aqui mesmo. Deus já nos deu as flores e as fontes como esc para enfeitar a nossa escola. Embora a gente tenha poluído as fontes, desmatado as florestas. A escola é linda. A escola, os alunos que aqui estão matriculados, nós somos alunos muito recalcitrantes na lição e bastante atrasados. Basta vocês verem que a Terra dos órbes do sistema solar, ou seja, aqui Mercúrio, Vênus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Neto, na minha época tinha um Plutão também que todo dia rebaixaram, mas agora foi resgatado, eu acho. Mas do sistema solar é, foi resgatado, né? Pois é, bichinho. Mas então é a escola é uma das escolas mais atrasadas, ou seja, nós somos muito muito atrasados na lição. Entenderam? E inclusive quando alguém falar com você, você sabe com quem você está falando? Você fala: "Ô filho, você tem um tempo para me escutar? Porque aqui nós somos todos muito, muito atrasados e aprendizos, portanto, da lição. O que que a gente tem feito? transformar datas que são tão sublimes, tão bonitas em datas comerciais. E isso é absurdamente lamentável, né? A gente conseguiu transformar a Páscoa, por exemplo, que é uma data linda, que nos rememora o sentido da nossa renovação na Páscoa anterior a Jesus, né? que a pai é um a páscoa é um evento judaico e a gente trans conseguiu transformar no momento de comprar o ovo do coelho, que
e nos rememora o sentido da nossa renovação na Páscoa anterior a Jesus, né? que a pai é um a páscoa é um evento judaico e a gente trans conseguiu transformar no momento de comprar o ovo do coelho, que o coelho nem põe ovo, mas a gente conseguiu e essa essa proeza de fazer o ovo do coelho e a gente compra o ovo, compra o coelho, entendeu? Fizemos isso com várias datas, uma data em que a gente rememora o valor da maternidade na Terra ou da paternidade, a gente também transforma em data comercial. E, infelizmente é um esforço do mundo materialista transformar a data natal no momento que é materialista, o que deve nos afligir no sentido de que esse não é o sentido Natal. Vejo que em alguns lugares não se usa mais nem feliz Natal, usa-se boas festas só para comemorar a festa, entenderam? Não é por acaso. A gente não pode ser ingênuo na Terra, não é por acaso. Para tentar desvinculado do sentido real, porque o sentido real é está distanciado de compra, de comércio, de centro de compra, da palavra importada, que é shopping. Não tem nenhuma relação com o símbolo comercial que a gente criou na Terra, que usa uma roupa vermelha e uma barba branca em pleno país tropical, por exemplo. Entenderam? Eh, um casaco de feltro que deve derreter no verão do Brasil. Não tem nenhuma relação com isso. O Natal é a lembrança do nascimento de Jesus. Esse é o sentido verdadeiro do Natal. Tá bom? Eu nos fala que nessa época não é por acaso não, que a gente sente um quentinho no coração. Não é porque os centros de compra colocaram aquelas torres lindas iluminadas. Não é porque o o símbolo comercial do Natal tá circulando no centro de compra. Não é porque você sonhou que vai ganhar um presente. Ei, nem é seu aniversário, por favor. Não é por isso que a gente sente esse quentinho no coração, não. Irmã nos alerta de maneira linda que é porque em dezembro Jesus se faz mais próximo da terra. Tá bom? Nós nem temos certeza se foi no dia 25 de dezembro mesmo, 24, 25 de dezembro mesmo que ele nasceu. Mas
nos alerta de maneira linda que é porque em dezembro Jesus se faz mais próximo da terra. Tá bom? Nós nem temos certeza se foi no dia 25 de dezembro mesmo, 24, 25 de dezembro mesmo que ele nasceu. Mas isso não tem menor importância. Nós estabelecemos essa data para rememorar o nascimento dele. Celebremos esse nascimento. Aí a manos elucida. Por que que a gente sente uma coisa diferente no ar, um clima diferente no ar? Aí às vezes a gente acha que é a neve que tá caindo no país que não cai neve. Quer dizer, cai um pouquinho lá no sul só, né? Na verdade, pra gente aqui esquenta muito, vai subindo aqui pro norte, vai esquentando mais. Então a gente sente s, mas sente uma coisa diferente, um confrangeiro na nossa emoção e no nosso sentimento. Emana esclarece, é porque o mestre se faz mais próximo do globo inteiro e se aproxima simplesmente porque nós nos lembramos mais dele. Colocamos o presépio e o presépio uma ilustração do que teria sido o nascimento de Jesus lá no na gruta, onde os animais se alimentavam, né? No estábulo onde os animais estavam. Essa imagem, essa alegoria criada por Francisco Assis, ela cala bem fundo no nosso coração. Olhamos para o presépio, pensamos na estrela, na estrela de Belém, né, que apareceu para os pastores, mostrando onde estava o nosso Salvador. Ei, nasceu o Salvador. Paz na terra a todos os homens. Glória a Deus nas alturas. Foi uma estrela, pessoal, não, né? Estrela não se moveria para mostrar para as pessoas. Foi aqui, né? E Lucas nos narra lá no Evangelho. Lucas é o historiador que nos conta do nascimento, da anunciação até a chegada do Messias de maneira linda. Lucas não conviveu com Jesus. Lucas, contemporâneo de Paulo de Tarso, encantou-se com o cristianismo, participa da definição do nome como cristianismo. Não foi Jesus que definiu isso, mas entrevista Maria, vai a Éfeso, onde Maria estava. Maria que foi cuidada por João. João o discípulo mais jovem do mestre, mas o mais corajoso, né? Porque na hora da crucificação foi ele que
u isso, mas entrevista Maria, vai a Éfeso, onde Maria estava. Maria que foi cuidada por João. João o discípulo mais jovem do mestre, mas o mais corajoso, né? Porque na hora da crucificação foi ele que ficou. Os outros ficaram com medo porque era a situação tava terrível ali, né, de perseguição. Mas João não, mas jovem vai até os pés da cruz. E ali Jesus de maneira sublime entrega Maria para João, João para Maria. João foi o único que não morreu martirizado. Morreu com quase 100 anos. Não por acaso o mestre entrega. Maria, mãe, rezei teu filho. Filho, reze aí tua mãe. Para que é ele? Ele a enxergasse como mãe que é a mãe de todos nós. Marido de Nos é nossa mãe, mas ele que ia viver tanto cuidasse dela, né? A postura amorosa. E a João prepara uma casa em Éfeso, irmão X que nos conta isso lá em Boa Nova para Maria e ela fica morando numa casinha simplesinha lá em Éfeson se torna mãe dos caminheiros, né? Todos que iam passavam lá para receber a bênção dela, as palavras amorosas dela. Lucas vai até lá e a entrevista e o evangelho de Lucas nos narra a saga até o nascimento de Jesus de maneira linda. Então Lucas conta que a estrela guiou os pastores até o lugar onde havia nascido o Salvador, né? O anjo que aparece para os pastores fala: "Hoje a terra está em festa, né? Glória a Deus nas alturas e paz na terra a todos que tem boa vontade no coração. Aqui é um aquilo é um marco na história da humanidade, né? É um marco tão profundo que precisa nos emocionar tanto que dividiu a história comunhão, né? Dividiu a história da humanidade entre antes dele e depois dele. Não importando se são cristãos ou não cristãos. A vinda de Jesus é um marco no orb terreno, inclusive porque Emanu nos narra lá em A Caminho da Luz, nessa obra magistral, na psiografia do Chico também, que não é usual, tá pessoal? Um governador planetário descer ao chão batido da terra do orb para se misturar com o povo daquele orb para ensinar Jesus vem porque precisávamos e precisamos muito dele todos os dias, né?
tá pessoal? Um governador planetário descer ao chão batido da terra do orb para se misturar com o povo daquele orb para ensinar Jesus vem porque precisávamos e precisamos muito dele todos os dias, né? Não é que nunca acontece, mano? fala que não é algo usual. Inclusive, a mana fala que um milênio foi necessário para um espírito desse tamanho descer a terra, terra, terra num corpo limitadíssimo, igual o nosso, duro, denso, um corpo complicado, né? Que a gente anda aqui, não consegue nem volitar. Não contei para vocês que a terra das mais atrasadas aqui a gente anda é um passo, depois o outro e os que tem artros que nem eu, é meio passo, depois outro meio passo, né? Negócio aqui é complicado. Mais avançado, os espíritos, os espíritos encarnados bonitam, vão muito mais rápido, mas aqui é dureza. E Jesus desce, desce para nos falar de maneira linda que ele é a porta das ovelhas. Jesus podia falar qualquer coisa, mas ele fala que ele é a porta das ovelhas. Só nos convidando. Ele diz que ele é o caminho e que ninguém vai ao Pai se não é por ele, pelo ensinamento dele, vem por amor, né? Pensemos sobre isso, man. É, a La Kardec nos ensina que a estrela que foi lá, estrela, gente, era espírito iluminado, porque uma estrela não se move assim. Ei, pessoal, vem cá, a gente já conseguiu avançar tanto que a gente já consegue racionalizar a nossa fé, né? Né? A gente racionaliza e entende os processos, não tem nada de sobrenatural. Então, a gente vai lá na Gênese e Allan Kardec explica: "A estrela de Natal, na verdade era um espírito muito iluminado que guiou, né? que guiou os os pastores até que eles conseguem chegar à gruta e ver esse nascimento sublime do nosso Salvador, que podia ser qualquer coisa na terra, mas ele quer ser apenas nosso amigo. Jesus, que é o nosso Senhor, poderia ter todos os títulos terrenos que ele quisesse. Não, não se quer, não quer isso, não quer os títulos passadiços da matéria, nem quer que o vejamos assim. Veja que lindo, é isso. É ele que fala. Celebremos o Natal
títulos terrenos que ele quisesse. Não, não se quer, não quer isso, não quer os títulos passadiços da matéria, nem quer que o vejamos assim. Veja que lindo, é isso. É ele que fala. Celebremos o Natal pensando Jesus como nosso amigo para que isso nos emocione. Lembremos o Natal como a data que a gente reverencia a chegada dele, a descida dele. Não foi trivial, não foi usual, não foi banal, foi por você. Foi por você para lembrar, lembrar que ele é o caminho que nos conduz ao Pai a partir da lei de amor que ele nos traz, né? A segunda revelação. Pensemos em Jesus assim, vejam, vejam vocês, nós não temos condições de aquilatar o tamanho dessa alma, né? A gente aprende com Allan Kardec ali a a escala hierárquica dos espíritos, né? Ele Kardec nos ensina no livro dos espíritos que na base estão os espíritos imperfeitos dividido em 10 classes. Nós nos achamos lá em mais de uma classe. Ele coloca lá nas 10 classes do imperfeito. Tem o hipócrita, tem o pseudo sábio, tem o materialista. Aí a gente fala: "Ah, eu sou a Eu também". A gente se acha um monte lá. Depois dos imperfeitos é dureza. Aí tem os espíritos bons, esses já tão encontrar o caminho e na ponta os puros, né? Esses não precisam mais reencarnar nem por expiação, nem por prova, tá? Eles voltam à terra por missão quando Jesus convida. Esses estão puros. Mas a gente não vai colocar Jesus nessa escala não, tá pessoal? Porque a gente não tem condições de colocar Jesus nenhuma escala humana, tá? A gente não tem condições de aquilatar o tamanho dessa alma. Vejam vocês, a Terra tem bilhões de anos, 4 e meio bilhões de anos. Quando a Terra era uma bola ígnea, incandescente no universo, sem vida orgânica, Jesus já era o governador da terra, já tinha recebido orbe das mãos do Pai para cuidar dessa casa planetária pra gente. Nós não temos condições de saber o tamanho desse espírito, né? Não temos condições de queilatar o tamanho dessa alma impossível pra gente. Poderia se autodominar qualquer coisa, mas não quer ser apenas nosso amigo. Celebremos
e saber o tamanho desse espírito, né? Não temos condições de queilatar o tamanho dessa alma impossível pra gente. Poderia se autodominar qualquer coisa, mas não quer ser apenas nosso amigo. Celebremos o Natal na lembrança do nascimento do nosso maior amigo, aquele que nunca desistiu de nós. Porque nos conta, né, que a alegria dele, veja, Jesus traz os exemplos da natureza, do dia a dia, da vida simples para nos elucidar sobre o reino do pai. sem complicação, traz a simplicidade. Aquilo que é profundo, pessoal, é vem v revestido de simplicidade, se complicar demais, se enrolar demais, se tiver um negócio que ninguém entende, não, não, não, não. Na verdade tá, não tá sábio, que a sabedoria é simples. Veja que Jesus traz as coisas simples, né? Ele fala assim que a alegria dele como pastor divinal e fala: "E é assim a alegria dele no reino do pai quando ele deixa 99 ovelhinhas lá no aprisco e vai lá buscar a centesma que quase destres malhou, quase caiu no penhasco. Essa aí somos nós, viu? Perdidos, confusos, com tantos problemas. Pensemos na alegria de Jesus que vai nos buscar, que nos resgata. Ele fala: "Que alegria trazer a centésima ovelha, celebrar o Natal é lembrá dele, do nascimento dele, da vida de Jesus pro seio da comunidade sofrida terrena, para comer conosco, para estar com nossas crianças, deixar que elas viessem, não para deixar que vir minhas criancinhas para rir conosco, para nos ensinar que o reino do pai é o reino de amor, de transformação. Ele poderia se autodeclamar, declarar aqui na Terra sobre qualquer título que quisesse, mas, no entanto, ele chama para si apenas o título de amigo. Nosso amigo, que o Natal nos emocione, nos faça lembrar do real sentido da data. O Natal não é o comércio, não é o presente que você tem que dar para todo mundo endividando-se, não é o presente que você vai ganhar porque nem é seu aniversário, viu? O Natal não é não é aquela mesa que você coloca com tantas iguarias quant tantos no mundo passam fome. O Natal não é isso. Você pode fazer o que você quiser
i ganhar porque nem é seu aniversário, viu? O Natal não é não é aquela mesa que você coloca com tantas iguarias quant tantos no mundo passam fome. O Natal não é isso. Você pode fazer o que você quiser no seu Natal, mas guarde no seu coração certeza do que é o Natal. O que é essa data? Não se perca. Não permita que os valores materiais, materialistas da terra façam com que você se esqueça o que é o Natal. É a lembrança de nascimento na terra do seu maior amigo. É assim que ele se declara, tá? Jesus poderia ter falado comunhão que ele era todo o título que ele quisesse, mas ele assumiu só esse. Que bonito. Ele diz já pertinho ali do do episódio do Golgot, o mestre fala, né? Muito lindo. Que nos emocione, que saia aqui do nosso intelecto agora, tá, pessoal? Porque o evangelho de Jesus já esteve durante muitas vidas na nossa mente. Agora precisa chegar no terreno do nosso coração para nos emocionar e para nos transformar. Tá bom? Eh, já vivemos muitas vidas como cristãos, sabemos o evangelho de Jesus de có. É preciso que venha agora essa verdade libertadora da boa nova iluminar o imo do nosso ser. Tanto é verdade que se eu fizesse uma sabatina com vocês aqui, só para os que estão presentes, os que estão em casa não, e saísse perguntando passagem de dois evangelhos, todos saberiam. E ia perguntar a vocês, que é que foi que o anjo Gabriel falou paraa Maria lá na soleira da porta. Todo mundo ia dizer: "Ave Maria, tu é cheia de graça". Que que Jesus falou quando tava na cruz? Pai, perdoa que eles não sabem o que fazem. A gente decorou o evangelho inteiro. É tempo de trazer o evangelho pro terreno do coração, tá? E ao trazer, emocionarmos-nos com a figura inesquecível, amorosa e amorável do nosso mestre e senhor. Jesus quer de nós apenas o título de amigo. É ele quem fala, tá? Emocionemo-nos diante dessa lembrança. Ele pertinho ali do Golgota, ele fala para os os discípulos, né, que logo se tornariam apóstolos por viver uma vida apostolar de divulgação. Naquele momento eles estavam ali no
diante dessa lembrança. Ele pertinho ali do Golgota, ele fala para os os discípulos, né, que logo se tornariam apóstolos por viver uma vida apostolar de divulgação. Naquele momento eles estavam ali no colégio apostólico ainda aprendendo com o mestre. E aí eles fala, Jesus fala para os discípulos para que eles falassem para nós, pois o mestre nada escreveu, embora soubesse escrever Emanuel Lucida, ele não escreveu e deixou que os evangelistas escrevessem as verdades que chegassem até nós. E ele disse, prepara o seu coração, já não vos chamo servos, gente, porque ele não é nosso Senhor, então a gente devia ser o servo dele, né? Não, o mestre não quer isso. Nesse Natal, lembremo-nos da fala de Jesus para nós e fala: "Já não vos chamo servos, porque o servo nem sabe o que faz o seu senhor, não é verdade?" Pensemos aqui nas autoridades da terra, passageiras, passadistas, temporárias, absolutamente temporárias, tá bom? Não se apegue nenhum carro do terreno, nenhum título do terreno vai passar, vai ficar com você só o que você aprender e o que você amar, tá bom? Compondo as suas duas asas. O que você aprender e viver o aprendizado que só se transformar em estante ambulante não serve, não é aprender e usar o conhecimento para virar sabedoria. E o que você amar, você vai compor as duas raças lindas que vão te permitir o voo libertador do espírito, tá bom? Essas são as suas riquezas, o resto tudo fica aí. Então pensemos nos títulos passadistos da terra, nos chefes da terra, né? Muitos chefe na terra. A gente na subalternidade não tem menor possibilidade de saber o que vai na agenda do chefe. Como é que você vai saber? Porque é prioridade do seu chefe não sabe, não tem como. Ao contrário acontece, né? Pois então pensemos. Jesus é nosso Senhor. Como é que a gente vai saber dos diálogos dele com Deus, das prioridades para a terra, do que viria, né? que ele permite que João nos traga de maneira profética no Apocalipse. O apocalipse é um livro profético. Leia com a sua alma, não leia com o
com Deus, das prioridades para a terra, do que viria, né? que ele permite que João nos traga de maneira profética no Apocalipse. O apocalipse é um livro profético. Leia com a sua alma, não leia com o intelecto, senão você vai se perder completamente, viu? Ao ler as escrituras, procure ler com a alma para porque a letra mata é o espírito que vivifica, mas nosso senhor, né? Mas então ele fala: "Já não vos chamo servos, que o servo não sabe o que faz seu senhor não sabe mesmo. Não tem possibilidade de saber. Ele fala: "Eu vos tenho chamado amigos, porque de tudo que o Pai me ensinou, eu tenho compartilhado convosco. Ele vem para nos trazer as verdades do mundo espiritual, embora tenha falado de maneira tão velada muitas vezes na forma de parábolas que são metáforas, porque não tínhamos a menor possibilidade de conhecer". Mas uma coisa, uma verdade, Jesus traz de maneira clara a lei de amor. Ele é claro quando ele diz, né, naquela confusão do povo hebreu, porque ele nasceu na genealogia hebraico hebraica, né? Então, aquela o povo era um povo difícil, né? A primeira revelação de Moisés é uma revelação ali para segurar aquele povo, né? Os 10 mandamentos são mistura lei social com religião para segurar um um povo complicado, né? Naquele aquelas 10 tribos da Judá ali. Jesus vem naquele sei ele, mas ele não vem destruir a lei, não. Ele vem dar cumprimento a ela. Porque Moisés tinha explicado que só tinha um Deus, né? No seio do povo monoteísta ali compreendia que tinha só Deus, mas eles tinham medo de Deus. Até hoje tem gente aí no mundo tem medo de Deus. Você já viram que fala da ira de Deus? Deus vai punir. Eu conheço muita gente que fala que vai me punir porque eu sou espírita. Meu Deus do céu. Tem tem muito perto de mim. Tem um povo que fala, entenderam? Até hoje existe. Mas então Jesus chega, ensina assim, é um Deus só, mas Deus é seu pai. Ah, como ele veio dar cumprimento, explicar o que é isso. Com entenderam? Explicar que Deus é esse. Não é não um Deus irado, não é um Deus que pune, não. Para a lei
, é um Deus só, mas Deus é seu pai. Ah, como ele veio dar cumprimento, explicar o que é isso. Com entenderam? Explicar que Deus é esse. Não é não um Deus irado, não é um Deus que pune, não. Para a lei de italião vigente, né? retirada do código de amuráb, importada do código de amurab. A lei de Talão era olho por outro por dente. Para isso foi pessoal há 3.000 anos que que será vivenciado até hoje. Não tem gente que vai lá e Moisés, ó, Moisés falou: "Meu Deus! Depois de Moisés veio Jesus e que nos traz um mandamento que é claro, não tem nada metafórico no mandamento que ele traz, tá? Como tinha aquela confluência de lei, aquela complicação, ele fala: "Apenas um mandamento vos dou. Amar a Deus. Jesus só falou de amor, o resto é invenção humana. amar a Deus sobre todas as coisas, porque Deus, seu pai, te criou um dia para uma caminhada amorosa e linda, e o próximo, como a ti mesmo. Esse é o mandamento. E ainda diz assim, ó, pra gente não se confundir. Toda a lei, toda a lei, ou seja, aquela que tinha naquela época de Moisés, né? As tábuas da lei compuseram ali os 10 mandamentos, era a lei que tinha no seio do povo judeu, onde ele veio e demais comunidades hebraicas, né? E também para o povo pagão, ele diz toda a lei, as que viessem depois também, porque toda é toda, as que viessem depois, qualquerem qualquer interpretação teológica, religiosa, qualquer entendimento filosófico e esse depois tinha que ser se tem tinha que caber nesse mandamento. Senão tava sendo falacioso, tava tangenciando apenas. Ele diz toda a lei, todos os profetas, todos profeta não é só aquele que adivinha, né? Na época do dos hebreus, ele entendiam como profeta aquele que adivinhava. Não, o profeta é aquele que fala em nome das da da fé. E ele diz: "Toda lei, todos os profetas estão contidos nesse único mandamento". Jesus é claro quando nos traz a lei de amor como a lei que deve nos guiar, nos pautar na terra, nos encaminhar. Nesse Natal, lembremos disso. Jesus espera de nós é o nosso coração renovado, enfim,
o". Jesus é claro quando nos traz a lei de amor como a lei que deve nos guiar, nos pautar na terra, nos encaminhar. Nesse Natal, lembremos disso. Jesus espera de nós é o nosso coração renovado, enfim, pautado de maneira mais amorosa nas relações, no trato, no ser, no fazer, educando-se para sentir melhor, porque graças a Deus, comunhão, amor aqui na terra pra gente, a terra que é atrasada, o amor pra gente é uma escolha. Então, escolha amar, tá bom? Ninguém aqui na terra, eu não sei os emissários de Jesus que vem a pedido do mestre, nasce amando todo mundo. Ah, eu amo a humanidade inteira, eu amo todo mundo. Não, filho, não ama. Porque o amor pra gente ainda é um aprendizado muito grande, viu? A gente ama miudinho, a gente ama assim o esposo, a esposa ou pai, a mãe ou filho, ali, um negócio difícil e às vezes confunde o amor com apego, eu amo, mas a pessoa não pode sair de perto de mim, nem para respirar. Entenderam? É um aprendizado. Tudo bem, tá no nosso estágio evolutivo isso. Mas o amor paraa gente é uma escolha e um aprendizado. Podemos escolher amar em todas as situações. Escolhamos aquilo que for mais amoroso. A decisão mais amorosa é essa que Jesus aguarda de nós. E esse será sempre o presente que vamos oferecer ao aniversariante divinal que volta, retorna, todo Natal aproxima-se da terra como dizemana, apenas porque nós o buscamos. cumprindo o que tá lá em Mateus, quando ele fala: "Batei". E abrirse vosar. Buscamos Jesus através da nossa memória, das histórias, do presépio que nos lembra, da descida gloriosa dele, a terra sofrida e Jesus faça mais presente em nossas vidas. Nesse Natal, lembremo-nos do aniversariante e encontremo-lo onde ele está na terra, porque ele nos ensinou, né? Ele falou que cada vez que fizestes a um desses mais pequeninos, é a mim que o fazes. Vamos encontrar Jesus naquela criança que dorme na laje fria, lá numa rodoviária, tem na nossa cidade, tem na cidade, em outras cidades. Aquela criança que se Deus quisesse, teria seu filho também e não
mos encontrar Jesus naquela criança que dorme na laje fria, lá numa rodoviária, tem na nossa cidade, tem na cidade, em outras cidades. Aquela criança que se Deus quisesse, teria seu filho também e não haveria nenhuma diferença entre esse filho e aquele que tá na sua casa protegido, cuidado e amado. Encontramos Jesus naquele que vem na sua direção, que o mestre manda, porque confiou no seu coração amoroso, na expectativa de que você ofereça esse, o seu abraço, o seu abrigo, a sua proteção, a sua escuta amorosa. O mundo precisa muito de pessoas que sabem escutar sem julgar, apenas acolhendo, tá bom? Esse que vem na sua direção é Jesus que manda, que confia no seu coração amoroso e bom. Nesse Natal, ofereçamos para o aniversariante verdadeiro o presente que ele aguarda desde sempre, que é o nosso coração renovado, purificado, caminhando-se ao menos, encaminhando-se ao menos para a purificação. Deixa eu contar uma história para vocês. A história é uma lenda cristã que nos faz pensar acerca da noite de Natal, da verdadeira magia dessa noite, né? Diz a lenda que o homem dormiu e sonhou com Jesus. Sonhou que Jesus viria visitá-lo na noite de Natal de 24 para 25 de dezembro. E foi um sonho tão real, tão real, que o homem acordou e falou: "Jesus vem mesmo? Ninguém tem um sonho tão real assim a preço de nada. Jesus virá. E aí vou preparar um lanche para comer com Jesus à noite, já que ele veio me visitar. Era um muito simples. Então ele preparou um bolo ali, um bolo de Natal desses com frutinhas em cima, bem bonitinho. Era o que ele tinha, era o que ele podia e preparou com profundo amor. Essa é a lição de meia aqui também. O que você fizer, faça com amor, tá? O que você doar, doei com amor. Dê, acima de tudo, dê de você em tudo que você fizer. Coloque um pouquinho de você em tudo que você fizer, para que tudo que você fizer, tudo que você der, tudo que você falar, leve um pouco da sua energia. Esse o melhor presente. Coloque amor em tudo que você construir na terra. da homem fez o bolo,
izer, para que tudo que você fizer, tudo que você der, tudo que você falar, leve um pouco da sua energia. Esse o melhor presente. Coloque amor em tudo que você construir na terra. da homem fez o bolo, fez com muito carinho, afinal de quando Jesus no entendimento dele iria visitá-lo na noite de Natal. 24 de dezembro, o homem senta-se para esperar o mestre que no entendimento dele iria. 21 horas, alguém bate a porta, ele fala: "É Jesus, vai lá, abre a porta". Não era Jesus, era um um senhor, um trabalhador que se dirige a ele e fala: "Meu filho, eu estou desempregado. Procurei o dia inteiro por um trabalho, algo em que eu pudesse me ocupar de maneira útil, me desse um rendimento, porque eu tenho em casa esposo, esposa e filhos e gostaria muito de levar eles um recurso nessa noite tão especial. Não consegui nenhum emprego no dia de hoje, nenhum trabalho. Você teria algo que eu poderia levar para minha casa? O moço só tinha o bolo. O bolo das frutas cristalizadas. Aí que ele tinha feito comer com Jesus, né? O bolo com pasta. Você já viu que tem passa, né? Passa no bolo, passa no arroz, passa na farofa, passa. Tudo tem passa. No Brasil tudo com pasta. No bolo do homem tinha passa. Aí ele foi e botou, olhou o bolo que ele fez para Jesus. E aí ele pensou: "Já sei, vou tirar um pedaço, virar o bolo pra parede, Jesus nem vai saber que o bolo tá cortado e vou dar para essa pessoa que me pede, porque ele era muito bom". Aí decidiu fazer isso. Pausa na história, aproveite a chance, tá? Aproveite a oportunidade de fazer o bem, de ser bom. Não perca a oportunidade, tá? André Luiz nos ensina que a oportunidade perdida voltará de outra forma, mas aquele instante não volta mais. Esteja atento, esteja atento às aos momentos que Jesus convida que você faça algo por alguém em nome dele na terra. Esse é o presente, tá? Que a gente vai oferecer para aniversariante de Vinal. Aí o homem foi lá, cortou um pedaço do bolo, botou num pote de margarina e deu pro senhor que foi embora todo feliz. E
ra. Esse é o presente, tá? Que a gente vai oferecer para aniversariante de Vinal. Aí o homem foi lá, cortou um pedaço do bolo, botou num pote de margarina e deu pro senhor que foi embora todo feliz. E ele virou o bolo pra parede, sentou-se no sofá para esperar Jesus. Ele tinha certeza que o mestre. 22 horas, alguém bate a porta. Ele se levanta, a pruma, o trage, é Jesus. Ele abre a porta, não é? Era uma moça, olha para ele e fala: "Meu amigo, ajude-me. Preciso muito voltar ao lar, mas não não consegui emprego, não tenho recurso e tenho três crianças em casa com muita fome. Poderia me dar algo para levar para casa?" Ele olha pro bolo. Fala: "Ixe". O bolo era pequeno, lembra? Ele era uma pessoa simples, mas era muito bom de coração. Aí ele teve uma ideia, gente, 22 horas, já sei o que eu vou fazer. Eu vou dar meu pedaço do bolo para ela. Quando Jesus chegar, eu falo: "Já comi, não dei conta de esperar, não." Tirou o segundo terço do bolo, colocou numa vasilha, entregou pra moça que foi embora muito feliz. 2/3 do bolo se foram, mas ele sentiu um quentinho no coração. Que que foi esse quentinho, gente, que ele sentiu no coração? É porque ele deu algo para alguém? Não é porque ele reencontrou o caminho dele na terra. Todas as vezes que a gente faz algo de bom na terra, que a gente semeia uma semente boa, que a gente pratica um ato benévolo, caridoso, entendendo caridade como o amor em ação, pessoal, a gente retoma a nossa caminhada, tá bom? Porque nossa caminhada é de luz. Pois o mestre fala pra gente: "Vós sois luz, brilhe a vossa luz". E Jesus nos fala lá em João, nos ensina que Deus é amor. João nos fala isso. Um dia você saiu do seio do Pai, os espíritos nos ensinam, já a gente volta na história. Um dia você saiu dos do sopro de Deus, como tem no Gênesis, do Velho Testamento, simples e ignorante, para que você fizesse a sua caminhada amorosa. Como você sabe isso? que Deus é amor. Você só pode ser amor porque você é filho dele. Você não é outra coisa, tá? Você é um
tamento, simples e ignorante, para que você fizesse a sua caminhada amorosa. Como você sabe isso? que Deus é amor. Você só pode ser amor porque você é filho dele. Você não é outra coisa, tá? Você é um espírito vivendo uma experiência, mais uma experiência densa aqui na matéria. Mas não se perca, porque a matéria nos arrasta. Você é um espírito, tá bom? O que você é um espírito. Veio um dia do país das estrelas. Coisa linda. Só para os encarnados agora. Você tá vivendo uma experiência material que vai durar pouco. Se durar 100 anos é bom, mas 100 anos é pouco, porque a gente tem eternidade. E depois volta para casa. Que morrer volta para casa. Então você é amoroso, viu? Embora o amor, os espíritos nos ensinem está muitas vezes dorm dormindo dentro de nós, dormita em nosso coração. Mas você é um ser amoroso, você é filho do amor, porque Deus é amor. Quando a gente faz o bem na terra, a gente encontra comunhão, o perfeito religare, que é o ponto em que você se reconecta. Essa é a função das religiões. A função da religião não é nos separar, não é falar: "Ah, eu fui lá, eu li Moisés e você tá lá numa casa cardecista". Né? Não é isso. Essa não é a função das religiões, até porque a gente nem tá em casacista. Paríses de novo na história. Cardecismo não existe, tá pessoal? Se tem alguém chegando pela primeira vez na casa espírita, a gente reverencia Kardec, respeita Kardec, tem profundo amor por ele, mas Kardec é um trabalhador, a gente segue a Jesus, tá? Kardec codificou o espiritismo, mas a gente segue a Jesus. Somos espíritas, graças a Deus. Tá bom? Mas então, religião não serve para separar, para criar muro. Fala, você não foi lá na minha religião, na minha igreja. Olha, tá cortado. Conheço muita gente assim, viu? Esse não é o objetivo das religiões. Objetivo precípo das religiões, quaisquer religiões cristãs ou não, é criar o perfeito religar entre o ser, a criatura e o criador. E esse caminho só é possível por meio do amor. Tá bom? Por isso que Jesus fala que ele é o caminho, porque ele nos trouxe a lei
ou não, é criar o perfeito religar entre o ser, a criatura e o criador. E esse caminho só é possível por meio do amor. Tá bom? Por isso que Jesus fala que ele é o caminho, porque ele nos trouxe a lei de amor. Então, ele é o caminho para aqueles que são cristãos ou não cristãos. Não quer dizer que a pessoa tem que virar cristã, quer dizer que ela tem que amar para ela encontrar um caminho de se reconectar com a fonte que é Deus e viver o divino que existe nela, porque o divino está em todos nós. Tá bom? O homem deu o pedaço da do bolo das pasta pra moça e ficou feliz. Sente. Voltamos pra história agora, vocês tinham esquecido, né? Mas eu não. Então v o homem deu o segundo pedaço do bolo pra moça. Ficou tão feliz, pessoal. Sentiu uma coisa boa na alma dele. Sentou-se para esperar Jesus. Ele tinha certeza que o mestre iria. Espera Jesus, aguarda Jesus. 23:30. Alguém bate a porta? Só pode ser a visita ilustre. Ele abre a porta. Não é Jesus. É uma criança de pé descalço dessas que tem tantas pela nossa cidade, cabelinho desgrenhado. A criança não precisa nem falar com ele. Pelo olhar triste, ele reconhece no olharinho dela a dor do abandono, da rejeição, da solidão. E fala: "Filha, é muito tarde, vai para casa. pega o bolinho, nem pensa: "Ah, Jesus nem deve vir mesmo, gente. 23:30, embrulha o bolinho no papel, entrega pra criança." A criança sai correndo, fala: "Vai para casa, tá muito tarde". E a criança sai correndo. E ele deita no sofá, não tem mais bolo. Jesus não deve ir, mas ele está bem com ele mesmo, porque ele se reencontrou. Meia-noite, alguém toca a porta. Lixo, não tenho mais nada para dar agora. nem esperava mais a visita do aniversariante verdadeiro, que é ele. Mas quando ele abre a porta, segundo a lenda que deve nos inspirar nesse Natal, tá? Jesus está à porta e o homem então se ajoelha aos pés do mestre e diz: "Senhor, perdoa-me. Eu preparei um bolo tão bonito para o nosso encontro, mestre. Mas sabe, Senhor, o trabalhador, a moça, a criança, os dias, mestre na
homem então se ajoelha aos pés do mestre e diz: "Senhor, perdoa-me. Eu preparei um bolo tão bonito para o nosso encontro, mestre. Mas sabe, Senhor, o trabalhador, a moça, a criança, os dias, mestre na terra t sido tão difíceis de tanta luta, de tanta dor e nada sobrou. Jesus querido, perdoa-me, mestre, pelo nada que eu tenho para te oferecer. Jesus o abraça, sustenta de pé e diz: "Como faz maravilhoso o bolo! Quando, mestre, que eu te dei algum bolo?" Jesus diz a ele: "Lembra, filho, cada vez que fizeres a um dos mais pequeninos da terra, é a mim que o faz. Eu estava no coração do homem que te procurou. Eu vivia na mente sofrida da moça que te procurou. Eu estou no olhar da criança que te busca e que te buscou nessa noite. Nesse momento, o homem entendeu que encontrar Jesus na terra significa olharmo-nos como irmãos e compreendermos que o mestre vive. Jesus vive no olhar do irmão que vem na nossa direção, aguardando que sejamos o samaritano da hora, aquele que cuida, socorre, vai, mas volta. Vocês lembram da história do samaritano? Jesus nos conta para nos falar do que é o amor. Não por acaso, comunhão. Jesus pega o samaritano. Samaritano era naquela época, na época do mestre, o povo sofria mais preconceito. Passa aí na sua cabeça agora, qual é o grupo social que sofre mais preconceito no seu ponto de vista nesse momento, na terra ou no Brasil? Pois então era esta pessoa pertencente a esse grupo que era um samaritano. Jesus pega o samaritano para mostrar o que é amar e conta que um homem havia sido despojado por ladrões caído na estrada. Jesus veio para nos ensinar o amor. Lembremos dele no Natal pra gente viver o amor de verdade. Ele fala que o homem caído na estrada, machucado, sofrido, quase morrendo, passa, passa aquele que ia conduzir o culto no templo. Era o palestrante do dia, viu? Aí esse ele tava tão ocupado que tinha que dar a palestra, que tinha que fazer o culto, correu da pessoa que sofria. Na sequência ele conta que passa aquele que que era responsável pelas escrituras no
Aí esse ele tava tão ocupado que tinha que dar a palestra, que tinha que fazer o culto, correu da pessoa que sofria. Na sequência ele conta que passa aquele que que era responsável pelas escrituras no templo, que ia escrever no templo. Isso também tava muito ocupado. Esse é aquele que cuida da parte administrativa nas religiões. Não pôde. Aí vem o samaritano. O samaritano era visto com preconceito apenas porque eles louvavam a Deus no monte, viu? Não ia pra cidade sagrada de Jerusalém. Veja como a gente é limitada e a gente segue sendo limitado. Hoje a gente se separa do outro que o outro pensa diferente, age diferente, ama diferente. A gente arranja mil desculpas para se separar. Precisamos aprender a amar melhor, né? Aí Jesus pega o exemplo do samaritano, o que aconteceu com ele? Samaritano quando passou, viu, foi lá, pensou vinho na ferida, que o vinho era o medicamento, levou a uma hospedaria, entregou o dono da hospedaria e falou: "Cuide dele que quando eu voltar eu pago". O que isso quis dizer? Que ele ia embora, mas que ele ia voltar. E ele conhecia o homem que sofreu? Não. Quem era, não sei. A gente não precisa conhecer. Importante que a gente cumpra as promessas, que a gente se responsabilize um pelos outros. E se você for, volte, volte, responda, olhe nos olhos, dê atenção. Aprendamos a ser o samaritano da estrada, tá bom? Jesus aguarda nesses tempos difíceis, comunhão da terra, que sejamos os samaritanos. na vida de alguém, do outro, de qualquer outro. Tá bom? Esse mundo difícil da terra tá precisando muito, muito, muito, muito que a gente pare e se conecte uns com os outros, tá bom? A Maria Teres de Calcutar, essa trabalhadora linda de Jesus na Terra, dizia que você pode ser na terra o que você quiser, carregar o título que você quiser, tudo sua escolha. Mas quando você tiver de fronte de outro ser humano, seja apenas um ser humano tocando outro ser humano. Tá bom? Tem um autor comunhão que eu gosto muito, já desencarnado, não é espírita, um cronista maravilhoso
você tiver de fronte de outro ser humano, seja apenas um ser humano tocando outro ser humano. Tá bom? Tem um autor comunhão que eu gosto muito, já desencarnado, não é espírita, um cronista maravilhoso chamado Ruben Alves. E ele fala algo que nos remete a refletirmos quem temos sido na Terra nesse momento e na verdade quem queremos ser para Jesus na terra, para o aniversariante. Ele diz assim que ele andou observando, andava observando que ele tinha visto que todo mundo queria fazer curso de oratória, que todo mundo tinha coisa para falar. Vocês já viram? É verdade. Ainda mais nesse mundo tecnológico, todo mundo tem alguma coisa a dizer, todo mundo tem, sabe, todo mundo fala, todo mundo quer falar. E ele dizia isso, que ele observava que todo mundo queria fazer um cursinho de oratória. Eu, por exemplo, pessoal, já fiz uma minha dúzia, não consertou, a voz é assim mesmo, então vamos em frente. Mas ele dizia que todo mundo que ele conhecia fazia aí um curso de oratória e que ele queria saber se abrisse um curso de escutatória na terra, se ia ter aluno, se nós estamos prontos para ouvir o outro, se a gente quer escutar o que as outras pessoas têm a dizer, mas escutar de verdade, né? Ouvi, já preparando o argumento para dizer depois, né? Ouvi para falar: "Ah, o meu caso é pior". Não, é ouvir e acolher. O mundo tá precisando muito, viu, de pessoas que estejam prontas, abertas, que parem, para um minuto e seja um ser humano na frente desse que o Cristo manda na sua direção. Jesus espera que sejamos nesses tempos modernos, nessa era tecnológica do homem tecnológico, apenas um samaritano na estrada de alguém. Que a gente possa socorrer com o copo d'água, com o copo de leite, mas também que a gente possa socorrer com a nossa presença amorosa, confiável. Pergunte se você é uma pessoa confiável. Tá bom? E seja, caminha na direção de seia. Quando alguém lhe conta alguma coisa, o mundo não precisa saber daquela coisa. Pode ficar com você, pode morrer em você. Tá bom? Aprendamos a ser pessoas
l. Tá bom? E seja, caminha na direção de seia. Quando alguém lhe conta alguma coisa, o mundo não precisa saber daquela coisa. Pode ficar com você, pode morrer em você. Tá bom? Aprendamos a ser pessoas confiáveis. O mundo tá precisando muito, pessoas verdadeiramente inteiras nas relações. Pensemos sobre isso e esse será o verdadeiro presente, o maior presente que poderemos oferecer ao aniversariante que nasce e renasce na manjedoura dos nossos corações a cada 12 meses que se passa. Queria encaminhar o nosso encerramento das nossas reflexões de hoje, pessoal, contando para vocês uma última história em mais um Natal. que tá aqui na antologia mediúnica do Natal. É uma coletâne de histórias sobre o Natal, de diversos espíritos, todas as psicografias do Chico, tá bom? Essa história verdadeira é contada pelo espírito Irmão X. Irmão X é Humber de Campos. Humbert Campos foi um grande jornalista quando encarnado no norte do Brasil e no Sudeste também. E quando ele desencarnou, ele assumiu o pseudônimo de irmão X por questões de direito autoral, porque como ele, a família queria que as psografias fossem da família e ele passou a assinar como irmão justiça. Tá bom? Essa história Humberto de Campos como jornalista da espiritualidade, ele era um excelente jornalista quando encarnado. Quando desencarnou, seguiu sendo um excelente jornalista. É isso que acontece com você quando você desencarna. Tá bom? Foi isso que aconteceu com o seu amor, com a sua pessoa querida, quando ela desencarnou, quando ela morreu. Ela continuou sendo quem ela é. Tá bom? Não virou santo, virou, continua sendo aquela pessoa que você, de quem você se lembra com saudade, continua gostando das coisas que ela gosta e lembrando de você com saudade também. Tá bom? O Chico Xavier dizia que ele conhecia os dois lados da vida o tempo todo, né? A vida é a mesma que se espraia em duas faces. Hora estamos encarnados, hora estamos desencarnados, hora trocamos de lugar, desencarnamos, reencarnamos. Ia dizer que a saudade é uma dor que bate
, né? A vida é a mesma que se espraia em duas faces. Hora estamos encarnados, hora estamos desencarnados, hora trocamos de lugar, desencarnamos, reencarnamos. Ia dizer que a saudade é uma dor que bate dos dois lados da vida. Quem desencarnou também sente saudade, tá bom? Também lembra de você com saudade e aguarda o dia do reencontro. Que coisa feliz. Humberto Campos nos conta aqui a história no velho Simeão. E é com ela que nós vamos encerrar em mais um Natal lembrança do sentido verdadeiro da data. Tá bom, amigos? O velho Simeão era um juiz no Sinédrio e também no templo da cidade de Jerusalém. Às vezes pregava em alguns templos, nas pequenas cidades da Galileia. Ele era quase secular. Ele conhecia todas as profecias de Elias, Jeremias, de João Batista. Então ele sabia da estrela e ele houvera visto a estrela naquele ano. Então ele sabia que havia chegado o tempo da salvação da terra, que a estrela anunciava o nascimento do Salvador. Como ele era quase secular, num tempo que a expectativa de vida era muito curta, desde que ele viu a estrela, ele passou todos os dias orar a Deus, que é nosso pai pedindo que não morresse. Ele pedia: "Deus, pai, não me deixa morrer até que meus olhos vejam a salvação". Ele queria muito ver o menino que ele sabia que tinha nascido. Um dia ele estava pregando num pequeno templo na Galileia. Quando ele veio entrar, já tinha passado senso, já tinham passado a a fuga para o Egito. José e Maria tinham ido, tinham retornado. Jesus era pequenininho, era bebê. E aí Maria entra no templo com a criança para pedir que o juiz que estivesse lá naquele dia no templo orasse sobre a criança. Maria era judia e era seguia os preceitos da religião dela de maneira muito bonita. Quando ela entra no templo, está lá o velho Simeão. O velho Simeão olha para o neném no colo dela. Vamos parar um minutinho, caminhão, pra gente pensar em Jesus. Neném. Que coisa linda. Os bíos falam que foi uma criança maravilhosa. Não só linda fisicamente, mas a alma daquela criança, né? Maria
a. Vamos parar um minutinho, caminhão, pra gente pensar em Jesus. Neném. Que coisa linda. Os bíos falam que foi uma criança maravilhosa. Não só linda fisicamente, mas a alma daquela criança, né? Maria entra com o neném colo. O velho Simeão olha para ela, lembra da estrela, os olhos espirituais dele se abrem, ele fala: "É a criança, é a criança adivinal". Aí pede pra Maria para segurar o bebê e ela deixa. Mas quando ela foi lá para que ele ele o abençoasse, ele segura o neném e estabelece. Humberto Campos nos conta um diálogo mental entre o coração dele e a mente do neném. Ele fala com Jesus pequenininho, mestre amado, eu sei, Senhor, que tu és o Salvador, porque meus olhos viram a estrela, porque meus olhos espirituais viram a tua mãe pura e, portanto, virginal virginal à minha frente. Senhor, eu sei que tu és o salvador. Mas nesse momento, pessoal, os olhos espirituais dele se fecham. Ficam somente os olhos carnais que tendem sempre a nos iludir. Preste atenção. Procure ver com a alma, tá? ver com a sua alma. Lembra do Pequeno Príncipe? O essencial é invisível aos olhos. Nunca se esqueça disso. Na hora a visão espiritual fechou, olhou pro neném e falou: "Senhor, eu sei, mestre, que tu és o salvador, mas sabe, Jesus, meu povo esperava um grande guerreiro que ia nos libertar do julgo romano. E tu apareces aqui, Jesus, envolto nos paninhos tão, tão simples. Que tipo de guerreiro tu serás? Senhor, olha para Jesus e pergunta de novo. Sabe, Senhor, meu povo esperava um grande rei que ia reinar sobre toda a criatura humana, mas tu, Senhor, és apenas o filho de uma dona de casa e de um marcineiro. Que tipo de rei tu és, Senhor? Ah, Jesus, ajuda-me a compreender as verdades do Pai. Deve ser, Senhor, que eu tô muito velho e já não consigo mais compreender aquilo que vem de Deus. Esclarece-me, Senhor, assim pequenininho, na tua fragilidade, na tua simplicidade, na pobreza de tua família. Onde é que tu vais reinar, Senhor? Onde construirás, conforme meu povo acreditava, o teu reinado?
ce-me, Senhor, assim pequenininho, na tua fragilidade, na tua simplicidade, na pobreza de tua família. Onde é que tu vais reinar, Senhor? Onde construirás, conforme meu povo acreditava, o teu reinado? E quando o velho Simeão pergunta pela terceira e última vez pro neném, Jesus, quando é e onde será, Senhor, que tu vais reinar na tua simplicidade na terra? Me explica, Senhor, porque eu não entendo. Nessa hora, Humberto Campos conta que o pequeno Jesus levanta a mãozinha e bate três vezes no coração da criatura com quem ele conversava, no coração do velho Simeão. O velho Simeão abre um sorriso, entrega um neném pra Maria, fala com Deus que é seu pai e que é meu pai também. Agora, Pai, despede então o teu servo, porque feliz, felizes, meus olhos já viram a salvação. Ele havia entendido que será sempre no coração da criatura humana que Jesus quererá reinar, que não seria jamais em nenhum templo de pedra na terra física que Jesus reinaria, senão no coração de cada criatura humana. Que nesse Natal lembremo-nos disso, amigos. que é no seu coração, que é no meu coração, que o mestre, divino mestre quer reinar. Vou encerrar as nossas reflexões, fazendo uma prece para que possamos passar para o passe. Está bem? Fechamos nossos olhos. Vamos trazendo a figura mental, o sorriso de Jesus, a figura mega amorosa do nosso mestre, como nos ensinou Divaldo Franco, andando nas praias da Galileia, cabelinho da cor do trigo baloçando ao vento, o sorriso mais amoroso como a terra jamais houvera visto. Conversemos com ele. Amado mestre Jesus, querido amigo Senhor, nós te agradecemos, mestre, em mais um Natal, que agora enfim lembramos-nos, Senhor, de ti nesta data, que tu és o aniversariante verdadeiro. Ajuda-nos, Senhor, a atravessarmos esse Natal em paz, levando da tua paz onde formos chamados a estar. Obrigado, Senhor, pelo seu divino amor que nos abençoa a todos. Obrigado, Senhor, pela sua divina amizade que nos honra a todos. Obrigado, Senhor, pela sua divina presença que nos mantém de pé na terra sofrida desde
r, pelo seu divino amor que nos abençoa a todos. Obrigado, Senhor, pela sua divina amizade que nos honra a todos. Obrigado, Senhor, pela sua divina presença que nos mantém de pé na terra sofrida desde sempre. Agora, Senhor, despede-nos na tua paz, que após lembrarm-nos de ti, o teu sorriso, nossos olhos vêm de novo e de novo salvação. Fica conosco, mestre querido, hoje também, amanhã. E sempre obrigado comunhão. Obrigada pessoal. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo [música] os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve [música] ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. [música] Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental [música] e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. [música] Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido [música] do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a
ra para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. que também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. [música] a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos [música] finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no [música] céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as [música] nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta [música] casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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