NÃO SÃO OS SÃOS QUE PRECISAM DE MÉDICO - Patrícia Mendes [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 06/02/2026 (há 2 meses) 58:45 298 visualizações

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Transcrição

Senhor, mesmo tão longe de atingir [música] a perfeição, aqui [música] eu entendi qual o valor dessa [música] missão. Foi nessa casa que aprendi toda beleza de viver, [música] doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Boa noite. Todos me ouvem bem? Então, meus irmãos, vamos dar início os trabalhos da noite de hoje, fazendo uma leitura inicial, sem antes deixar de cumprimentar os que aqui se encontram, falar da alegria da nossa casa de Bezerra de Menezes em recebê-los. Assim também saudamos aqueles que nos ouvem pelos vários canais da comunhão. Vamos então fazer uma leitura do livro Conselhos Úteis e o item chama lições da vida. Assimila bem as lições que te chegam através da própria vida na ocorrência de cada dia. O aprendizado está presente em todos os momentos, nas mínimas coisas e em todas as pessoas à tua disposição. Podes aprender com todos aqueles que te cruzam o caminho. Basta que estejas alerta, prestes maior atenção a tudo que está à tua volta e tira as tuas deduções. Nada acontece por acaso. Tudo tem sua própria destinação e uma utilidade específica. Analisa cada acontecimento e verifica em que pode ele te ajudar na tua evolução. Tens ainda muito que fazer no sentido do aperfeiçoamento da tua conduta. Esmerea-te em trabalhar cada dia por um aspecto da tua reforma íntima. que possas entender a mensagem secreta que o Senhor te envia a cada momento e que saibas aproveitá-la da melhor maneira ao crescimento do teu espírito. Então, após essa linda mensagem que nos pede reflexão no nosso cotidiano, vamos fazer a nossa prece inicial. Peço a todos que sentem da maneira mais confortável possível, que nesse momento busque absorver essas energias, bênção, luzes e graças que a espiritualidade amiga tão gentilmente nos trouxe nessa noite para que quando aqui chegarmos pudéssemos absorver esses fluidos salutares de luz. Paz e alegria. E assim, meus irmãos, agradecidos pela presença amiga dos mentores espirituais, de cada um de nós e os mentores espirituais coordenados pelo espírito de Dr. Bezerra

os salutares de luz. Paz e alegria. E assim, meus irmãos, agradecidos pela presença amiga dos mentores espirituais, de cada um de nós e os mentores espirituais coordenados pelo espírito de Dr. Bezerra de Menezes, vamos dizer do fundo dos nossos corações, graças a Deus e graças a Jesus. Com a palavra a nossa irmã, querida amiga responsável pelas reflexões da noite de hoje. >> Boa noite a todos. É com um espírito de profunda gratidão e alegria que nos dirigimos à plateia encarnada e desencarnada daqui do nosso auditório, Bezerra de Menezes, aos amigos também que nos ouvem pela rede mundial de computadores. Tem que nos traz a casa nessa primeira quinta-feira do mês de fevereiro do ano de 2026. está aqui no nosso evangelho segundo o Espiritismo, quando Kardec vem nos elucidar acerca de uma passagem de Jesus que diz: "Não são os sãos os que precisam de médico". Jesus nos diz isso num momento narrado no Evangelho de Mateus, quando ele se sentara à mesa do próprio Mateus, né? Um publicano. Mateus era publicano, os publicanos eram os judeus que trabalhavam na coleteria coletoria de impostos ou nos serviços do império romano. E por isso eles eram mal vistos, né? pelos irmãos de fé, de crença, de etnia. Mas ele se senta à mesa com eles e está comendo. Diz o Evangelho de Mateus que eles se sentaram à mesa com outros publicanos e com pessoas de má vida. E não especifico o que seria no contexto daquela época pessoas de má vida, mas é sempre um estereótipo, né? Porque Jesus não se incomoda de forma alguma com o que tá fora, com o cenário externo da gente, de jeito nenhum. o som das almas e nos ama tais quais somos, da forma como você está hoje, como você se apresenta hoje, com as suas dificuldades, com seus desafios, com os equívocos de agora mesmo. Jesus ama-o da forma como você está, sinta assim amado e acolhido por ele e se designa designou-se o pastor de almas, né? e que nos narra a alegria dele quando ele busca a centésima ovelha que somos nós mesmos perdidos nos nossos caminhos e traz de volta para aprisco.

r ele e se designa designou-se o pastor de almas, né? e que nos narra a alegria dele quando ele busca a centésima ovelha que somos nós mesmos perdidos nos nossos caminhos e traz de volta para aprisco. Então, somos todos amados, acolhidos por ele, que é o pastor divinal. Evangelho de Mateus fala que eles sentaram-se à mesa com aquelas pessoas para comer e os fariseus então escandalizaram-se com a situação, né? Os fariseus eram naquela época, as pessoas que a gente que a gente pode trazer pro tempo de hoje eram sacerdotes, né? Mas a gente pode trazer para 2000 anos passados da vinda de Jesus à terra sofrida em sua única encarnação aqui conosco, né? Mas veio, esteve conosco, conversou conosco, brincou com nossas crianças, comeu conosco para nos mostrar a porta, né? a porta para as ovelhas. Quem conhece a ovelha sabe que a ovelha é um bichinho que se perde rápido, né? Mas Jesus fala que é o pastor vai nos encaminhar. Então, desta forma, eis que estava lá o pastor de ovelhas naquele contexto, conversando com as pessoas, os fariseus, trazendo então para os tempos de hoje, poderíamos pensar aquelas pessoas que se julgam muito detentoras de conhecimento ou se julgam muito grandes para do lugar onde estão julgarem a outra pessoa, julgar a conduta alheia, o a forma como o outro se expressa na vida, o que ele faz, deixa de fazer, como se elas próprias não estivessem em condições de se autojulgarem, autocorrigirem e caminharem no seu aperfeiçoamento. Como nos dizem os hindus, quem olha para fora dorme, quem olha para dentro desperta. Então, há profundo equívoco em olharmos pra conduta dos outros para julgarmos o outro, porque na verdade a gente não sabe, não sabe o que move a outra pessoa, porque ela age, como ela age, o que a história dela até aquele momento, tá bom? E o que vai no coração do outro. Nós não sabemos, não temos nenhuma capacidade, viu, de julgar a outra pessoa. Bom que a gente saiba isso, tá? pra gente aprender que Jesus acolhe-nos a todos sem nos julgar, deixando-nos ser

do outro. Nós não sabemos, não temos nenhuma capacidade, viu, de julgar a outra pessoa. Bom que a gente saiba isso, tá? pra gente aprender que Jesus acolhe-nos a todos sem nos julgar, deixando-nos ser quem conseguimos ser, né? Francisco Cantavier fal de maneira bonita emissário de Jesus na terra, ele dizia: "Eu deixo o outro ser quem ele consegue ser, quem ele pode ser, mas eu não. Eu sou quem eu devo ser. Então, quem olha para fora dorme, quem olha para dentro desperta. Isso não quer dizer que a gente não vai olhar para um ato e condenar o ato. É o ato, tá? Não é a pessoa. Então eu sei o que é um ato reprochável que eu não trago pra minha vida. O ato bom, o ato mau, eu posso avaliar, posso pra minha conduta. O ato jamais a pessoa, viu? Que às vezes a gente fica equivocado, né? E fala assim: "Ah, não posso julgar, não posso julgar. Aprendi que eu não posso julgar. Então você é um ser eh neutro na minha própria caminhada. Não tem como. Eu preciso ser capaz de avaliar o ato que é positivo, do ato que é infeliz para eu poder trazer para mim o que eu faço com isso, né? Qual at de atitude que eu passo a ter nesse mundo, nesse cenário, se fosse comigo, como que eu agiria? Eu o outro eu não sei. Tá bom? Então, o fariseu naquela época, sacerdote que julgava, condenva, dizia o anátema, como diz os espíritos, condenado, né? Eh, foram os fariseus que condenaram Jesus. Então, vejam o olhar equivocado da terra. sempre, né? A terra é um lugar atrasado, uma escola é linda, mas é uma escola atrasada. E 2000 anos passados seguíamos atrasados, tá bom? Então, muito cuidado, muito cuidado com o efeito nada, viu, Caminhun? Com todo mundo achou, todo mundo faz, então eu faço também. Não, pera aí, você não precisa ser todo mundo, tá? Esteja de acordo com a sua consciência, aja integrado com a sua consciência, porque é só a ela que você responde quando você desencarna. Não adianta falar quando desencarna: "Ah, eu fiz o que todo mundo fazia". Assim, vamos analisar a sua trajetória, o seu

m a sua consciência, porque é só a ela que você responde quando você desencarna. Não adianta falar quando desencarna: "Ah, eu fiz o que todo mundo fazia". Assim, vamos analisar a sua trajetória, o seu aprendizado, o que você pode dizer sobre você, não sobre o outro. O outro vai responder dele. Entenderam? Então, muito cuidado com o julgamento da terra, que a maioria das vezes tá equivocado. Emanos, lembra, presta atenção, foi a multidão que condenou Jesus e absorveu Barrab. Então, presta atenção, muito cuidado, né? Então, o olhar do fariseu naquela época era esse olhar que condenava na superficialidade. Tá bom? E aí Jesus não se incomoda com isso, não. Não está preocupado com isso. Eles ficam assustados em alvorosos e falam para os discípulos de Jesus: "Como assim que o vosso mestre come com publicanos?" Porque para eles era um horror aquilo, né? Tá se misturando e com pessoas de uma vida. Jesus não se incomoda com olhar alheio. Aprendemos, aprendamos com Jesus também, tá, amigos? a soltarmo-nos do olhar alheio relativo à nossa conduta, tá? O outro também não sabe a sua história, não sabe das suas dores, não sabe do esforço que você faz para ser quem você é, para estar onde você está, para conduzir a sua vida da forma como você não sabe. Então não dê outro poder de definir quem você deve ser, quais devem ser as suas escolhas, qual o caminho que você deve treinar na terra. Aprendemos Jesus, não deixa o outro lá com o pensamento dele e se ele quiser com o julgamento dele, você não responda para você diante do tribunal da sua consciência, buscando ser a melhor pessoa que você já consegue ser para você, tá bom? Para você ter a sua consciência tranquila e conquistar o direito de estar na terra, no lugar mais feliz da terra, viu? Quem nos ensina isso é mentor desta casa, Bezerra de Menezes, que diz assim: "Esteja em paz com a sua consciência, faça o bem, labor no bem, consoante as regras da sua consciência, porque quando a sua consciência está em paz, você com você mesmo, você conquista o direito de

m: "Esteja em paz com a sua consciência, faça o bem, labor no bem, consoante as regras da sua consciência, porque quando a sua consciência está em paz, você com você mesmo, você conquista o direito de estar no lugar mais lindo, mais feliz da terra, que é um lugar de cura, viu? Já que falamos que não são são os que precisam de médico. E esse lugar maravilhoso é um lugar chamado consciência tranquila. Tá bom? Então, esteja em paz. Busque estar em paz com a sua consciência. E se o outro não te entendeu, se o outro te julgou, se o outro te condenou, se você não é o que o outro esperava que ele fosse, eu sinto muito. Esteja em paz com a sua consciência, tá bom? Isso vale pra gente também, tá? Pra gente não querer despejar na outra pessoa as nossas aspirações. Ah, você me decepcionou. Deixa eu te falar, Patrícia, sinto muito, mas o outro não tem nenhuma obrigação de atender as suas aspirações, viu? Ao quadrado que você cria pro outro. Ah, eu queria que você fosse assim ou você me decepcionou. Não, então desculpa, mas as suas as suas os seus requisitos de condicionantes para o comportamento alheio servem para você, muitas vezes não vão servir para o outro. Tá bom? Presta atenção nisso. Não tem nenhuma obrigação de nos atender. Jesus nos leciona isso quando ele fica muito tranquilo diante daquele avoroço dos fariseus. Vai como assim? O seu mestre come com pessoas de uma vida. E ele muito tranquilo. É ele que é a luz do mundo, né? Que à frente dos próprios fariseus. Ali começou a condenação dele quando ele fecha a profecia de Isaías. Isaías fala que até receberia o Messias. Ele na sinagoga abre o evangelho, lê a profecia de Isaías, fecha e fala: "Hoje cumpriu-se", né? Então assim, ele que é a luz do mundo, como diz bezerra, o sol que ilumina nossas almas, és tu, Senhor. A luz que alumia todos nós na terra és tu, Jesus. Tu és, Senhor, o farol de nossos caminhos, o caminho de nossas histórias, né? Então ele que é a luz do mundo, o sal da terra, com muita tranquilidade explica. Não são os sãos,

s na terra és tu, Jesus. Tu és, Senhor, o farol de nossos caminhos, o caminho de nossas histórias, né? Então ele que é a luz do mundo, o sal da terra, com muita tranquilidade explica. Não são os sãos, os que precisam de médico. E explica porque ele estava conosco, não somente com aqueles que, como os espíritos nos falam, tem o vício em andes. Então, trazendo para o mundo de hoje, veja como a gente encorre no risco de agir de maneira farisaica pra gente se libertar disso. Os biscos alertam que a gente olha o vício e andrájos, ou seja, aquele voo tá patente, né? A pessoa tem uma conduta viciosa, tá patente ali e reprova, mas aceita socialmente aquele tem o vício camuflado na alma dele. Eh, tem um vício, por exemplo, da maledicência, pegando um vício do dia a dia e a gente não se afasta. Hipótese, né? Mas do outro que tem uma viciação eh que é física, hipótese, uma viciação ligada a alguma drogadição, a gente eh teoricamente condena, não devemos condenar ninguém, porque Jesus nos ensina que todos nós internados na terra estamos no hospital escola. Todos nós precisamos nos curar todos. E é para todo mundo que Jesus vem, senão não teria vindo. Quando ele diz, não são os são os de médico, Emanuelos é Lucida, que ele tá se dirigindo a toda a criatura humana. Nesse momento, 8 bilhões de criaturas encarnadas na Terra, todos precisando do médico de almas, Jesus, para nos curar de nós mesmos, da pessoa que já fomos. E cada um sabe o lado sombra que ainda carrega em si. Não é vergonha nenhuma reconhecer, tá pessoal? Reconheça o lado sombra que ainda encampa em seu coração, porque se não reconhecemos, não trabalhamos. Aquilo que a gente desconhece ou quer desconhecer, trabalha contra nós. Então, busque o autoconhecimento, busque conhecer-se, reconhecer-se no seu processo para você se curar, porque Jesus veio para você trazendo lentivo, que é para todas as almas. Ele veio para todos. Todos nós, 8 bilhões de criaturas encarnadas na Terra. A Terra nunca teve tanta gente junta encarnada, pessoal. Todo mundo

o para você trazendo lentivo, que é para todas as almas. Ele veio para todos. Todos nós, 8 bilhões de criaturas encarnadas na Terra. A Terra nunca teve tanta gente junta encarnada, pessoal. Todo mundo encarnados e também os desencarnados, eh, num quantitativo maior, como foi a nossa lição de abertura. Todos precisando da obra da nossa Hilda, eh, espírito, todos precisando de Jesus para trazer paraas suas almas o lenitivo, a cura que se dá pelos caminhos que ele traz. Jesus vem para todos, tá? E é muito importante que a gente compreenda, pessoal, que a descida gloriosa do mestre, a terra sofrida, há 2000 anos, não veio somente para os cristãos, tá bom? Aliás, o termos termo cristianismo foi cunhado depois do episódio do Golgata por Lucas Evangelista. Foi Lucas que cunhou o termo cristianismo, não foi Jesus. Ele veio para todos, porque nos cristãos e não cristãos, tá bom? Porque ele nos traz a lei maior, que é a lei de amor, tá? E é a lei de amor que nos cura, nos cura a todos. Estamos todos precisados de viver o amor, de trazer a lei de amor para nós, compreendendo que o maior mandamento que o Cristo nos traz é ele quem fala, quando ele é mais uma vez tentado pelos fariseus que tentavam o tempo todo, né? Como se conseguissem, conseguissem eh tentar nosso mestre, nosso modelo, nosso guia, emissário divino para cuidar de todos nós, porque consta lá no no Eclesiastes, né? antes que estivesses aí, eu sou. Não temos condições de acelantar o tamanho do nosso mestre. Espiritualmente não temos. Tá bom? Então, tentando dizer pergunta qual seria o mandamento maior, já que a comunidade judia vivia numa confusão ali no meio do decálogo mosaico, né? Como diz em, a maior psografia da antiguidade que a gente conhece, né? É o decálogo mosaico. É uma psografia, tá bom? e que mistura leis sociais com leis religiosas. Veja, mistura ali eh, não pode matar com amar a Deus, então tá tentar segurar aquele povo que era indisciplinado e, né, o o coletivo hebreu. E aí o fariseu pergunta para Jesus qual era o mandamento maior

a, mistura ali eh, não pode matar com amar a Deus, então tá tentar segurar aquele povo que era indisciplinado e, né, o o coletivo hebreu. E aí o fariseu pergunta para Jesus qual era o mandamento maior naquela confusão. Jesus ensina o maior mandamento, né, que se divide em três geratrizes e que vale até hoje e que até hoje, pessoal, vai para nós cristãos rediv vivos, tá? Espírita. Espírita é isso. É o cristão da nova era que se candidata à nova era. É isso que nós somos. Tá bom? Nada sobrenatural, nada diferente da nossa humanidade. Cristãos que se candidatam a reviver, a revivescência do ensinamento do mestre, enfim, pra gente conseguir aplicar, porque decorar a gente já decorou, né? Então Jesus ensina que o mandamento é amar a Deus é esse sobre todas as coisas. Por quê? Porque Deus é seu pai. Tá bom? Então, na sua dor, na dor da sua alma, no seu processo de cura, tá? Na sua busca pelo mestre das almas, lembrasse que Jesus falou do mandamento maior, amar a Deus que ele criou um dia, como diz os espíritos, um dia saímos simples e ignorantes das mãos de Deus para uma caminhada que nos pertence, que é sua, tá bom? É sua. Segura firme aí nas mãos a sua história, a sua vida, suas escolhas. Não deixa mais o outro decidir por você, nem espere que o outro escolha. você, porque você vai receber o galardão das suas vitórias e também vai responder pelas suas derrotas. Tá bom? Você então ame a Deus que lhe concede isso. Um dia a gente sai ali, como diz no Gênesis, num sopro de Deus, a palavra alegórica do Velho Testamento é para dizer que a gente recebe a vida de Deus que vai se estender então nos rumos da eternidade para nós. Esse é o presente. É a vida que não cessa. A minha Deus que é seu pai que lhe concedeu isso. A sua vida para você crescer, aprender. vai errar com certeza, mas vai aprender dos erros, vai cair certamente, mas vai se levantar, tá bom? Porque você possui em você um DNA que é divinal, porque você sai um dia das mãos de Deus, então o DNA adivinal está em você, a potência

der dos erros, vai cair certamente, mas vai se levantar, tá bom? Porque você possui em você um DNA que é divinal, porque você sai um dia das mãos de Deus, então o DNA adivinal está em você, a potência divina em você. Faça florescer e siga na sua estrada. Que lindo. Então, ame a Deus, sabe todas as coisas. Mas não se esquece da segunda diretriz e da terceira e ame o próximo, como você se ama, tá bom? Esse é o meleritivo do médico das almas, o que vem para todos nós, tá? E o remédio de Jesus é para todos nós, em todas as religiões, tá? Esse é o preceito que deve sustentar todas as religiões da terra. O perfeito religare, quer nos reconectarmos a Deus, religar. Essa é a etimologia da palavra religião, religar, tá? Então Jesus vem para nos mostrar, para nos reconectar de novo com a origem, que é o pai, que lhe ama, que lhe criou um dia para perfeição, que lhe cabe, tá bom? Então ele mostra o caminho pra gente, por isso que ele fala: "Eu sou o caminho e ninguém vai ao Pai se não é por mim". Aí a gente compreende de maneira teológica e linda. Jesus ensina qual é o caminho. Por isso que ele fala: "Não tem como é o pai se não é por ele". Porque ele nos ensina um mandamento maior que é o amor. Ora João não fala que Deus é amor? Fala. Então Deus é amor. Não tem como a gente se conectar com Deus se não é por essa via. E essa via que nos cura, tá? amar a Deus, reconhecendo-se como filho dele. Você é uma criatura divina, tá bom? A gente não consegue ver Deus como Jesus o vê. Kardec nos ensina que Jesus é o médium de Deus, mas a gente sente Deus que nós somos criaturas dele. Nós reconhecemos Deus em toda a criação, porque tudo que existe é criação divina. Então, ame a ao Deus que ele criou, que é seu pai. Mas João também nos alerta, ame o seu irmão. Tá bom? Olha que João nos ensina. Que bonito. Não dá, não é possível amar a Deus que você não viu que a nossa ignorância é tão grande espiritual, né? Nós somos muito incipientes aqui, alunos muito atrasados na nossa caminhada evolutiva. A gente

. Não dá, não é possível amar a Deus que você não viu que a nossa ignorância é tão grande espiritual, né? Nós somos muito incipientes aqui, alunos muito atrasados na nossa caminhada evolutiva. A gente não consegue ver Deus, né? A gente sente Deus. Aí João alerta. Não tem como você amar a Deus que você não viu se você não ama o irmão que você vê, em quem você pode tocar, a quem você pode abraçar, com quem você pode dialogar. Tá bom? Eu sei que é difícil porque nós somos criaturas atrasadas, a gente não nasce amando a humanidade inteira. Fora um ou outro emissário de Jesus que o mestre sempre manda à terra para nos lembrar da nossa cura pelas vias do amor, nós não nascemos amando a humanidade inteira. Nós amamos ali com muita dificuldade, né? O amor pra gente é um aprendizado, né? A gente ama difícil, ama ali o companheiro, filho, um negócio assim, o pai, a mãe e às vezes com dificuldade de soltar, com apego, com ciúme. É um processo, amor, pra gente difícil, não importa. Importa que você se exercite nesse processo amoroso, tá bom? Porque no nosso estágio evolutivo, como é, o amor é uma decisão, tá bom? Então, no seu processo de cura, quando Jesus nos dá o lenitivo, que é o amor, ele vem para todos nós, né? Não iria, não veio, não, não, não veio para ação, porque na terra, na verdade, não tem, é todo mundo adoecido na emoção, na alma, na história evolutiva, né, nos nossos equívocos passados que trazemos marcados em nós, no nosso perespírito, que reverberam nessa vida, pois que as encarnações se sucedem, né? Então is são estão encadeadas, não são isoladas, não precisa saber quem eu fui na vida passada, só olhar para agora minhas dificuldades que rapidamente eu localizo se eu quiser aprender. Então nesse processo, traga para você o negativo do Cristo. Traga o amor escolhendo amar. Tá bom? No nosso estágio evolutivo, amor é uma escolha, não é natural, mas escolha amar. Escolha amar nas suas decisões, no seu dia a dia. Procure fazer no seu processo de transformação íntima a

amar. Tá bom? No nosso estágio evolutivo, amor é uma escolha, não é natural, mas escolha amar. Escolha amar nas suas decisões, no seu dia a dia. Procure fazer no seu processo de transformação íntima a melhor escolha, aquela que é mais amorosa, tá bom? E se eu não sei? E se eu não sei, busca Jesus que veio para todos nós, né? Porque não são sãos, os que precisam de médico, são os adoecidos, nós todos, na nossa alma, na nossa história encarnatória, nas marcas que trazemos, né, no nosso íntimo, naquelas dores que só nós sabemos, que não contamos para ninguém. Todos nós trazemos muitas dores e muitas cicatrizes. E tudo isso faz parte do eu que eu sou agora. Tanto as os as marcas de encarnações passadas, quanto as vivências dessa vida. Então, busca a Jesus. Se eu não sei qual é a escolha mais amorosa, o lenitivo do amor para essa situação em que eu estou inserido diante dessa pessoa que se parece para mim uma incógnita, se eu não sei como agir, se eu não sei qual é o caminho do amor, porque o amor para mim ainda é muito difícil, é um aprendizado, eu recorro a Jesus, como nos ensinou Paulo na estrada de Damasco, quando ainda Saulo, né, Saulo ali quando se apercebe equivocado no caminho para Damasco. Veja que Paulo ia, Saulo ia para Damasco para pegar, matar, fazer acontecer com Ananias que lá estava. E por que ele fazia isso? Porque ele sentia dor na alma dele. Muita dor. Muita dor. Porque a mulher que ele amava havia sido convertida por aquele Ananias. Há uma religião que ele absolutamente desconhecia, a um Nazareno que ele absolutamente não conhecia. Mas de repente ele se apercebe equivocado. Era tudo verdade mesmo. E e ao se perceber equivocado, o que ele faz? Muda a rota. Muda a rota naquele exato momento. Veja que Jesus não se incomoda com o nosso passado, tá? Não importa quem foi você, quem você foi ontem, o que você fez hoje. Jesus olha pra gente na potência da pessoa que somos hoje, que podemos vir a ser, tá bom? na nossa capacidade de transformação, porque Jesus nos olha e como diz no Eclesiastes

em, o que você fez hoje. Jesus olha pra gente na potência da pessoa que somos hoje, que podemos vir a ser, tá bom? na nossa capacidade de transformação, porque Jesus nos olha e como diz no Eclesiastes também no livro de Davi, desculpa, como nos diz no canto de Davi, Senhor, eu sei que tu me sondas. Jesus sonda o imo da nossa alma, a nossa intimidade espiritual e sabe quem podemos ser aguardando. Desde sempre essa transformação que tarda. Então façamos com Paulo, né, o transformado na estrada. Quando olha para Jesus, compreende-se equivocado e fala: "Senhor, que queres que eu faça?" Nós também no nosso processo de buscarmos o lentivo amoroso para nós, que é a cura de nossas almas, a cura de nossas relações, né, a cura de nossas posturas, tudo perpassa pelo amor, tá bom? Eh, repetamos então Paulo de Tarso, busque Jesus no recônto da sua alma, no seu quarto psíquico. Jesus nos fala para buscarmos-lo no nosso quarto. Não é um quarto físico. Jesus não fala de nada que é físico, pois que o reino dele não é deste mundo, tá? Ele nos convida a um recolhimento íntimo. Recolha-se e busque Jesus e pergunte para ele também. Senhor, nesses dias difíceis, aparentemente trevosos da terra, dias tão dolorosos de transição planetária, quando somos assombrados a cada dia por episódio de dor, quando a dor nos convida a respondermos, eu não sei o que dizer. Mestre o meu coração. Senhor, que queres que eu faça? Que queres que eu diga? Senhor, e acima de tudo, Jesus, quem tu queres que eu seja? Que a resposta virá para a sua transformação, tá? E ao se transformar, o mundo à nossa volta começa também a se modificar. É o mundo que muda, não, a minha retina, é a minha forma de olhar as situações, os contextos. Quando começo a compreender que tudo, como disse a mensagem da Ilda Espírito, tem o seu porquê, tem a sua razão de ser e que não há, como os espíritos nos ensinaram, nenhum efeito na terra sem causa devida. Tudo tem uma causa. Isso nos conduz também a refletirmos sobre o nosso estar na Terra, tá? na nossa caminhada de cura

não há, como os espíritos nos ensinaram, nenhum efeito na terra sem causa devida. Tudo tem uma causa. Isso nos conduz também a refletirmos sobre o nosso estar na Terra, tá? na nossa caminhada de cura espiritual, quando buscamos então curarnos a partir dos preceitos amorosos, pensemos, comunhão, que todo ato nosso gera consequência, tá bom? Toda escolha gera consequência e por isso toda ação terrena, presta atenção, é uma ação espiritual, tá bom? que tendemos a achar às vezes de maneira equivocada, especialmente como quando somos ainda iniciantes do espiritismo, que espiritual é somente aquilo que acontece quando a gente tá na pata dos espíritos e quando a gente tá aqui encarnado, aqui é material. Não, não, não. Quando você tá encarnado também é espiritual o que você faz, porque você é um espírito. Não se esqueça disso, tá bom? Você é um espírito vivendo mais uma vez numa experiência encarnatória, imerso mais uma vez na matéria densa depois de muitas vidas que você já viveu. Então você pode estar onde você quiser, carregando o título que você achar que é adequado, tudo se de se conquistado de maneira ética e moral lável, mas é tudo passadiço, tá bom? Tudo temporal e tudo vai ficar na terra. O que vai com você? O que você conquista espiritual no terreno do seu coração, aquilo que o ladrão não rouba e que a traça não corre. Jesus já alertava. Tá bom? Então, tudo que fazemos aqui, você é um espírito. Tudo que você fizer é espiritual. Por que é espiritual, Patrícia? Porque repercute na sua caminhada. O livre arbítrio funciona comunhão, não somente quando a gente está desencarnado, quando a gente desenha a nossa encarnação. Como não tem determinismo encarnatório, não tem nada que tem que ser assim, porque a misericórdia divina que nos rege na terra, manã, nos ensina, nós agimos e reagimos e sofremos da reação dos nossos atos o tempo todo. Então, a gente tá o tempo todo recalculando a nossa rota e fazendo novas escolhas e colhendo os frutos de nossas escolhas. Por isso que

os e reagimos e sofremos da reação dos nossos atos o tempo todo. Então, a gente tá o tempo todo recalculando a nossa rota e fazendo novas escolhas e colhendo os frutos de nossas escolhas. Por isso que os espíritos falam que muitas vezes a gente sofre na própria vida o efeito da escolha. Aí a gente tem dificuldade, né, às vezes de reconhecer o nosso equívo que fica procurando a vida passada a a causa daquilo. Não foi agora mesmo. Muitas vezes os espíritos falam: "Não foi de agora mesmo, foi da escolha que você fez nessa vida". Especialmente no tempo de transição, a colheita tem vindo mais rápida, porque a gente precisa se escamar, tirar as escamas de vícios passados. Então, muitas vezes a colheita tem sido muito mais rápida. é desta vida, tá bom? Então, pensemos assim pra gente fazer a melhor escolha, inclusive agora, o seu ato é espiritual, porque o seu ato torna-se um encargo na sua caminhada que é espiritual, quando você tá na matéria, quando você tá fora dela, você é um espírito. Então, atenção, nunca mais está desatento, nunca mais está desacordado diante das suas escolhas, dos seus momentos de decisão, tá bom? Comunhão? Não tem nada banal. Isso que a gente compreende. Então, não tem nada banal. Não tem palavra banal, não tem escolha banal, não tem ato banal, tudo repercute. Então, estaremos despertos no nosso processo de caminhada evolutiva. Nas minhas escolhas eu estou desperta. Isso significa compreender a partir do lentivo que o mestre nos traz, o remédio para nossas almas. É, diante dessa decisão que eu preciso tomar, qual é a escolha mais amorosa? Qual a escolha que alcance o melhor maior número possível de pessoas? Qual a escolha que reverbera de maneira positiva, com maior amplitude, num diapazão maior? Tá bom? Muito importante a gente pensar isso, inclusive nesse cenário tecnológico em que nós estamos, que basta uma palavra para você reverberar aquela palavra e a distâncias inimagináveis há algumas décadas. Pensemos também nisso, na nossa responsabilidade diante daquilo que a

ico em que nós estamos, que basta uma palavra para você reverberar aquela palavra e a distâncias inimagináveis há algumas décadas. Pensemos também nisso, na nossa responsabilidade diante daquilo que a gente espalha neste mundo. Se a minha fala vai curar o outro, vai ajudar o outro a se sentir melhor, eu sou responsável por ela. Eu não sou responsável pela escolha do outro, mas por aquilo que eu jogo de semente no coração do outro, sim, respondo. Presta atenção. Se o outro fica bem sem a minha palavra, se o outro adoece com a minha palavra, se o outro se sentir mal com a minha palavra, eu vou falar para vocês com sinceridade, o outro vive muito bem sem a minha fala. Eu não tenho nenhuma necessidade de falar, tá? Eu posso aprender a controlar a verborragia que tem nos tomado como um coletivo na humanidade, desde que o mundo se tornou uma grande egrégora, onde todo mundo tem o direito de falar. Presta atenção, sua fala vai construir, vai edificar. Uma palavra é amorosa, está construindo em nome do Cristo na terra. Que é bem da verdade, pessoal. Jesus espera por nós para sermos os dispenseiros do remédio que cura o outro. Tá bom? Podemos ser sim a caixinha de medicamento que cura, mesmo que seja momentaneamente a dor do outro, a solidão do outro, a falta de diálogo que o outro, do qual o outro se ressente. O mundo precisa muito de pessoas que tenham tempo para ouvir o outro, estejam disponíveis para ouvir o outro, viu? Tem um autor cronista que eu gosto muito, já desencarnado, não era espírita, que é o Ruben Alves, mas ele nos fala algo bastante curioso que diz respeito à minha disponibilidade na Terra para agir amorosamente. Ele falava numa das crônicas dele que ele observava que toda vez que tinha curso de oratória lotava. Todo mundo tem alguma coisa para falar, todo mundo quer fazer curso de oratória. E que aí ele se perguntava, será que você abrisse um curso de escutatória para escutar melhor os outros? Ci enchia também é uma pergunta pra gente fazer. Eu sou aquele que tenho muito a dizer,

atória. E que aí ele se perguntava, será que você abrisse um curso de escutatória para escutar melhor os outros? Ci enchia também é uma pergunta pra gente fazer. Eu sou aquele que tenho muito a dizer, mas eu estou disponível para escutar. Eu sou um bom ouvinte. Pensemos sobre isso. Esse é o nosso lugar também de construção de um mundo melhor. O mundo que queremos regenerado, carece do tijolinho que a gente também possa colocar. Qual é a minha contribuição? Qual é o meu contributo na terra que eu quero ver renovada? O mundo regenerado que eu espero nascerá do meu coração regenerado. Tá bom? Pensemos sobre isso e pensemos que todos estamos necessitados de transformarmos-nos com amor e pelo amor nas viadas do amor na terra para nos curarmos e ajudarmos a terra a se curar também. As lições que cada um de nós precisa virar para nós para irmos nos renovando pela misericórdia de Deus, né? As lições chegarão. Cada lição que chega na sua vida, cada aprendizado chega para você se transformar para melhor, mesmo que doa. A dor virá quando o amor não foi capaz de nos despertar, né? O amor é a escolha íntima, porque fomos criados por Deus, que Deus é amor. Então, a nossa escolha amorosa seria melhor. Quando o amor não nos faz, amor íntimo que existe em nós mesmos, não nos emula a seguirmos adiante nas melhores escolhas, certamente a dor virá. Tá bom? Mas é para nos ensinar, para nos curar naquilo, exatamente naquela viciação que a gente não curou ainda. Mas André Luiz fala assim: "Uma vez aprendida a lição, essa dor desse jeito aí não virá mais". Então, se a dor visita, bate na sua casa, bate no seu coração, aprendamos dela. O que essa dor está me ensinando para que possamos avançar? Isso é cura, tá bom? É isso, é cura. A dor existe. Os espíritos nos ensinam como a professora que nos traz de volta ao nosso caminho, que é o caminho do amor, tá bom? É pra gente aprender com amor, é para ser uma decisão amorosa, de moto próprio. Quando a gente posterga, é por isso que os espíritos falam que a

olta ao nosso caminho, que é o caminho do amor, tá bom? É pra gente aprender com amor, é para ser uma decisão amorosa, de moto próprio. Quando a gente posterga, é por isso que os espíritos falam que a cura de nossas almas depende de nós mesmos. Porque às vezes a gente posterga no aprendizado da lição. Quando a gente posterga, a dor vem. Aprendemos com os espíritos que a dor, amigos, compõe para nós um acróstico. Vocês sabem o que é um acróstico? Pra gente compreender o valor da dor no nosso processo de cura. Vocês sabem o que é um acrótico? O acrótico é assim, quando você tem um poema, que o poema, né, com as frases dele, a primeira letra de cada poema, se ele fizer uma palavra aqui na vertical, isso é um acróstico. Entenderam? Então, a dor compõe um acróstico. Dor, né? A dor tem o D. Os espíritos nos ensinam que é o D de direção. Se os meus passos na terra estão caminhando por uma direção contrária à minha senda evolutiva que é de amor, se eu estou numa direção equivocada, aí diz o premaba lá, o Saibaba, o líder hindu, se eu estou na pior direção, que é quando eu estou amando coisas e usando pessoas para conseguir coisas, pensa, essa é uma direção muito infeliz. Quando os espíritos nos alertam que há pessoas na terra que só conseguem amar coisas, vejam que direção infeliz. Quando nossos passos estão nessa direção, a dor virá. Olha o D de direção, o D de dor me trazendo de volta pro meu caminho. Porque pessoas são para serem amadas e coisas para serem usadas. Tudo que é tangível é só processo e passa muito rápido, se desfaz com muita velocidade. Não se apegue, viu? Não se apegue nem ao seu corpo físico, que é um empréstimo de Deus maravilhoso para você ver uma existência física, mas vai se desfazer a breve tempo. Por mais que a gente fique na Terra 100 anos ou um pouquinho mais com avanço da medicina, 100 anos os espíritos nos ensinam que é um segundo no caminho da eternidade. Então, não se apegue nem a indumentária física, respeite-a como instrumento que Deus te

quinho mais com avanço da medicina, 100 anos os espíritos nos ensinam que é um segundo no caminho da eternidade. Então, não se apegue nem a indumentária física, respeite-a como instrumento que Deus te deu para você estar aqui numa encarnação que é valiosa, falando só para os encarnados, mas não se apegue, se confundir. Olha o d de direção, o D de dor trazendo a gente de volta pro caminho. A dor tem também o O, né? ou de organização. Se meus sentimentos estão desorganizados aqui no meu coração, se eu me esqueci o que é essencial na terra, se eu estou focando o meu tempo, a minha atenção, a minha encarnação naquilo que passa, que é impermanente, olha a desorganização nas minhas emoções, nos meus sentimentos, no ser espiritual que eu sou, olha a dor chegando para me trazer de volta pro caminho, tá bom? Onde eu vou colocar meu coração para pulsar? Pequeno príncipe diz naquela obra linda, né, que alguns pensam que é para criança, no essencial, que é invisível aos olhos. Tá bom? Não significa eu não vou dar conta do que tá minha volta. Preciso. Tá no evangelho de Marcos. Dá conta da tua administração significa que nunca mais eu vou colocar nas costas dos outros o trabalho que me compete. Já fiz disso em vidas passadas. Empurrar pro outro tarefa que é minha. Não dá conta da tua administração, mas dê um valor relativo àquilo que é material. Entenderam? Porque tudo na terra é impermanente, não vai ficar, não vai com você. O que vai com você é o que você tiver conquistado na sua alma para fazer você cada vez mais brilhar. Se o sentimento tá desorganizado, se eu tô colocando foco, energia e atenção apenas naquilo que passa, olha a desorganização, olha a dor me trazendo de volta como professora pros caminhos da vida. Entenderam? Presta atenção. Quando você disser assim na sua vida: "Ah, eu não tenho tempo para isso não, porque você está dizendo: "Ah, isso não é uma prioridade para mim". Não existe não ter tempo. O tempo é uma abstração. Você decide onde você coloca a sua energia. Todas as vezes que alguém fala:

não, porque você está dizendo: "Ah, isso não é uma prioridade para mim". Não existe não ter tempo. O tempo é uma abstração. Você decide onde você coloca a sua energia. Todas as vezes que alguém fala: "Eu não tenho tempo para isso não". O que na verdade nós estamos dizendo é: "Isso não é uma prioridade para mim". Presta atenção no que é a prioridade para você, tá bom? Se o sentimento tiver desorganizado, olha a dor voltando. E por fim, a dor tem o R, né? No acrosta D de desorganização, o D de direção, o de organização e tem o R de reeducação. Tá bom? Se eu não estou educado na vida, certamente a dor virá para me trazer de volta para os caminhos da minha evolução. Mas presta atenção, comunhão. Educação não é no sentido da terra, porque muitas vezes a gente se confunde na terra, né? a gente vê as propagandas das escolas. Aqui é a melhor educação, não, a melhor instrução. Educação é educação do espírito, é a aquisição inalienável de virtudes. É a conduta que você assume para você, enfim, virtuosa. Perpassa pela instrução. Sim, os físos falam que a gente precisa de duas asas para evoluir, né? Fala de maneira alegórica, porque a gente sempre pensou que anjo tinha asa. Então, emana lá na obra, o consolador fala que pra gente evoluir a gente precisa de duas asas. Uma asa é a asa da sabedoria, que a sabedoria é o aprendizado vivido. Não basta só saber. Saber e não fazer nada melhor que não soubesse, viu? Não é saber para virar biblioteca ambulante. Ah, Eugênia, pergunta 727 do livro dos espíritos. Eu decorei. Sim, filho. Você faz o que com isso? Pelo amor de Deus. Entenderam? Então, a sabedoria é o conhecimento que Deus, se Deus quiser, será cada vez maior vivido. Mas tem outra asa que é a do amor. Precisamos abrir as duas asas pra gente fazer o nosso voo libertador do círculo das encarnações computórias, expiatórias, de dor, de adoecimento, pra gente se soltar. Vamos abrir as duas asas. Coisa linda. Se eu tô deseducado, se eu não entendi o que é que eu tô fazendo aqui na terra, tô confuso, não

tórias, expiatórias, de dor, de adoecimento, pra gente se soltar. Vamos abrir as duas asas. Coisa linda. Se eu tô deseducado, se eu não entendi o que é que eu tô fazendo aqui na terra, tô confuso, não compreendi que eu preciso me educar virtuosamente, preciso assimilar as virtudes com meta diretriz na minha vida. E se eu sair dessa vida conquistando uma virtude, teria dado um grande passo, tá bom? Não se compare com os outros. Ah, tal pessoa avançou, eu não avancei, não importa. É você com você. Olhe para você. Ontem eu não agi assim. Hoje eu ajo ai que bom. Tá andando, tá dando certo, tá evoluindo. É assim mesmo. Se estiver paralizado, leniente, como dizia o Pierre Riv aqui na Universidade da Paz, se estiver num estado normótico, ou seja, não tá cuidando de você. O Pierre V, já falecido da Universidade da Paz aqui do DF, ele dizia que o nosso estado normal é o estado da gente avançar, evoluir, mas tem aqueles que ficam lenientes, preguiçosos diante do processo, eles estão num estado que não é normal, que é normótico. Se estiver nesse estado que não trabalha, as virtudes, olha a dor, o R de reeducação nos trazendo de volta para o caminho. É o processo. Esteja no processo, olhe para você e reconheça o seu avanço também, tá? Só você sabe dos passos que o Senhor já deu no seu processo de cura. E nos dias mais difíceis, busque Jesus, tá bom? Não se esqueça que Jesus é o médico que vem para nos curar, curar a toda criatura, todo olho que vê que os sãos não precisariam de médicos. Os sãos não estão absolutamente na terra. Quero encerrar a nossa reflexão de hoje, lembrando o cego Bartimeu, o cego de Jericó, que na verdade somos todos nós, tá bom? Pra gente lembrar que Jesus vem nos curar pelas vicinais do amor, pelos caminhos do amor, com as suas mãos de amor. Jesus saía de Jericó, subia para Jerusalém, né? Na saída da cidade de Jericó, Jericó era um centro comercial. Na hora que ele está saindo da cidade de Jericó, seguido pelos discípulos e a multidão que ia com Jesus. Vocês imaginam a confusão? Quem

? Na saída da cidade de Jericó, Jericó era um centro comercial. Na hora que ele está saindo da cidade de Jericó, seguido pelos discípulos e a multidão que ia com Jesus. Vocês imaginam a confusão? Quem que ia com Jesus? Comunhão e os cegos, os estropeiados, os coxos também e os alejados. Em termos da época, as prostitutas também iam, as mulheres que não tinham métodos contraceptivos, então tinham a filharada, os soldados romanos e os judeus eh convertidos e os judeus curiosos também e ou seja, todo mundo querendo tocar na veste de Jesus nesses dias difíceis da terra também, tá? Seus momentos de dor e de cura. Procure tocar a veste do mestre. Todo mundo saindo naquela confusão. Discípulos lá. Barté, que era o cego, ele era cego de nascença, sentado no chão, começa a gritar: "Jesus, filho de Davi". Jesus vindo ali de Davi, né? Davi, Salomão, até chegar lá, José, chega Jesus é a linhagem. E ele fala: "Jesus, filho de Davi, Jesus, filho de Davi". E aí Jesus para, ouve e volta. E chega pertinho dele e faz a pergunta linda, pessoal, que faz pra gente no nível da sua alma. Moça Jesus te perguntando também. O Bartimeu era cego, tá pessoal? Era cego de nascença. Jesus pergunta a ele: "Que queres que eu te faça?" Pessoal, parece óbvio. Ele era cego. Que ele queria ver. Mas Jesus não invade o espaço dele. Não invade. Chegando. Ah, já sei. Você é cega, eu vou te curar. Não pergunta. que queres que eu te faça? Um aprendizado para nós. Tá bom? Quando a gente se colocar nos caminhos do outro, não vamos invadir, não. Aguardemos que o outro se manifeste. Ouçamos o que ele quer, o que ele precisa, até onde a gente pode ir. Tá bom? Não, não, não podemos agir de maneira invasiva nunca, nunca, nunca. Que queres que eu te faça? Ele responde a fala que nós precisamos responder para Jesus todos os dias, principalmente nesses dias de trevas na terra. pessoal, ele fala: "Senhor, que eu veja?" As veas falam: "Então eu quero porque ele quis. Veja que no nosso processo de cura a gente tem que querer também.

incipalmente nesses dias de trevas na terra. pessoal, ele fala: "Senhor, que eu veja?" As veas falam: "Então eu quero porque ele quis. Veja que no nosso processo de cura a gente tem que querer também. Nenhum espírito superior invadirá a sua casa, a sua vida, a sua história, se você não quiser se curar". Viu? Você precisa fazer o movimento do querer. O querer é seu. Ajuda, manã, nos ensina, vem da misericórdia divina derramada sobre nós. Esse é o maná que caiu lá no povo hebreu, que não foi comida que caiu na cabeça dele, foi misericórdia. para que eles seguisse no deserto. Tá bom? Cai, caiu sobre eles, cai sobre a gente também. Peça, peça que eu veja, Senhor. Jesus fala: "Então eu quero." Faz ali uma pequena laminha, passa no olhinho dele, ele começa a ver. O evangelho fala que ele fica tão confuso porque ele era cego de nascença, que ele vê tudo distorcido, né? Mas começou a ver. E aí Jesus fala para ele, "Vá ao templo e fale aos sacerdotes." Por que Jesus fala isso para ele? Porque a ignorância humana era tão grande que quem era deficiente de alguma forma naquela época não era escrito no livro dos vivos. Era como se a pessoa não existisse. Aí ele tinha que ir lá para se escrever. Eu tô enxergando, então agora eu tô vivo. Vejo a ignorância. E ele vai. Só que quando ele chega lá novamente ele esbarra nos fariseus que não acreditam que ele que ele tinha voltado a ver. Então fala assim: "Então você mentiu?" Ele: "Não, não, eu voltei a ver, eu não enxergava." Mandam chamar os pais dele. Os pais falam: "Ele nasce cego de nascença. Ele nasceu cego, sem saber o que dizer. Diante da luz que iluminou a terra inteira, os fariseus falam: "Então, se ele te curou, quem ele é? Quem ele te falou que ele é? Quem ele é?" E Matmeu dá resposta, comunhão, que nós também daremos. Ele diz de maneira linda e pura: "Eu não sei quem ele é, porque ele realmente não sabia, né? Eu não sei quem ele é, mas eu só sei que eu era cego e que agora eu vejo." Essa é a resposta que nós vamos dar na vida. Ao

ira linda e pura: "Eu não sei quem ele é, porque ele realmente não sabia, né? Eu não sei quem ele é, mas eu só sei que eu era cego e que agora eu vejo." Essa é a resposta que nós vamos dar na vida. Ao encontrarm-nos com Jesus todos os dias, vamos falar também: "Senhor, só sei que eu era cego, mas agora, Jesus, eu quero ver". Ao querer ver, quereremos estar curados, ser curados e caminhar com ele. Que ele nos abençoe, Jesus, o médico de nossas almas, o médico de nossas curas necessárias na alma, para que essa cura também se reverbere no corpo físico. Jesus, o sublime em missário de Deus, nos ajude a enxergar, porque éramos cegos, mas agora, enfim, graças a Deus, queremos ver. Obrigada, comunhão. >> Agradecemos a nossa irmã pelas suas belas reflexões da noite de hoje e os nossos melhores votos de que todos nós aqui presentes, os que nos ouvem pelos vários canais da comunhão, que nós possamos colocar em prática e transformar essas eh reflexões em ação no nosso cotidiano. E assim, meus irmãos, vamos eh encerrando as atividades da noite de hoje, fazendo a nossa prece final e avisando a todos que em seguida teremos a ministração dos passes. Os aqui presente há uma sala reservada aos passes e os que nos ouvem, nos assistem, teremos o passe virtual. Então vamos novamente nos recolher, como nos sugeriu a nossa irmã, ao nosso quarto íntimo, a nossa o nosso coração conectado com essa espiritualidade amiga que nos cerca, essa espiritualidade querida presente nesse momento. E vamos orar pedindo ao Mestre Jesus que nos recomponha, Senhor, das nossas dores, das nossas dificuldades, das nossas doenças físicas, mentais e espirituais, para que possamos, Senhor, prosseguir nesse caminho de iluminação interior, para que possamos, onde estivermos, sermos reconhecid como aqueles que seguem o mestre Jesus, não pelas palavras, mas pelas ações, pela maneira com que vamos ver os nossos irmãos e com maneira como nós tratamos, principalmente o nosso próximo, mais próximo, que são os nossos familiares,

Jesus, não pelas palavras, mas pelas ações, pela maneira com que vamos ver os nossos irmãos e com maneira como nós tratamos, principalmente o nosso próximo, mais próximo, que são os nossos familiares, aqueles da nossa convivência diária. E assim, Senhor Jesus, certo que a tua graça se derrama sobre nós nesse ambiente, certo de que seremos ajudados por esses queridos amigos que denominamos mentores espirituais, anjos de guarda que nos cercam nesse momento. que eles possam nos auxiliar da melhor maneira possível, para que enfim possamos dar testemunho de que sim somos seguidores do Mestre Jesus. Então, dizemos do fundo de nossas almas, Senhor, muito obrigado por essa noite, por essas reflexões. Graças a Deus. Agora, nesse momento, vamos dar início ao ao passe e que fica sobre a responsabilidade do nosso irmão que já nos fala. Uma ótima noite a todos, uma noite de muito descanso, uma noite de profundas reflexões sobre o que aqui ouvimos nessa noite. Muito obrigada a todos. Sejam bem-vindos à nossa sala [música] de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas. mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia [música] no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, [música] pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo [música] de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos

, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo [música] de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários [música] ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada [música] no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue [música] a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar [música] os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor [música] do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto [música] a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que [música] esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, [música] amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então [música] a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na [música] terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos [música] do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta

E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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