EM LOUVOR DA CARIDADE - Wilter Coelho [GRUPO DE HARMONIZAÇÃO CHICO XAVIER]

Comunhão Espírita de Brasília 14/08/2025 (há 7 meses) 33:55 140 visualizações

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Transcrição

Вот Bom dia para todos. É sempre bom participar desse projeto de de harmonização que precede o passe, essa preparação pro passe virtual e sempre um texto que faz a gente já começar a refletir para entrar no passe, ouvindo o passe de uma maneira mais preparada. E para entrar no texto, antes de entrar no texto, a gente vai se concentrar em uma prece e nós dirigimos o nosso pensamento, o nosso sentimento, alguma coisa além de nós, a essas influências, a esses auxílios que recebemos sempre quando nos predispomos a receber, a receber do alto esse auxílio. tão fundamental, tão importante para as nossas vidas. Que cada um possa receber nesse momento esse auxílio. Que Deus nos abençoe, nos proteja e nos inspire. Que assim seja. Bem, a gente vai conversar hoje sobre um texto do livro Lampadário Espírita. É um livro do Divaldo e da Joana de Angeles, eh, em louvor da caridade. O texto não tem intenção de definir caridade. Quer apenas refletir sobre o assunto, trazer uma abordagem sobre esse assunto tão vasto que é a caridade. A caridade se confunde com esse amor, que é uma coisa quase indefinível, né? E a caridade é esse amor em movimento, é esse amor praticado, é esse amor vivido, vivenciado, experimentado. E o texto começa dizendo que a caridade é a mais alta conquista que o homem pode enxergar, pode querer. A mais alta conquista. Quer dizer, eh, então a caridade para começo, ela é uma conquista. Eu não sou naturalmente caridoso. As minhas imperfeições impedem a manifestação, a expressão do amor em mim, que é essa caridade. Porque eu tenho sentimentos contrários à caridade. Por exemplo, o grande eh a grande antítese da caridade é o egoísmo. A caridade é o ato de me doar e o egoísmo é o ato de querer tudo para mim, né? é completamente o contrário. Eh, o texto diz que a caridade tem início em pequenos atos de bondade. Essa construção da caridade, essa conquista da caridade, ela tem início em pequenos atos de bondade, né? Mas esses pequenos atos de bondade, eles vão se desdobrando, eles vão crescendo, eles

bondade. Essa construção da caridade, essa conquista da caridade, ela tem início em pequenos atos de bondade, né? Mas esses pequenos atos de bondade, eles vão se desdobrando, eles vão crescendo, eles vão se aperfeiçoando, eh o indivíduo vai eh evoluindo e aos poucos eh a gente pode chegar a atos de renúncia. Esses atos de renúncia eh é o ato em que a gente eh eh se diminui, né, e que o outro cresce. O egoísmo é quando nós somos inteiros, nós mesmos, e a gente não enxerga ninguém. Tem uma concha, essa concha do eu que eles falam, que me impede de enxergar diante de mim. Tudo sou eu, tudo é o meu interesse, tudo é para mim. Eu não enxergo o outro. Mas à medida em que eu começo esse processo de pequenos atos de bondade, de pequenos atos de crescimento espiritual, de evolução espiritual, eu vou começando a me diminuir um pouco, que aí eu diminuo também o orgulho, porque o orgulho me faz sentir maior e mais forte e e o egoísmo me faz querer tudo para mim. Então, se eu juntar egoísmo com orgulho, eu acho que eu mereço tudo para mim, porque eu sou mais importante. E esse processo de transformação é um processo de dentro para fora, onde eu começo com aqueles pequenos atos de bondade. E a partir desses pequenos atos de bondade, eu chego a grandes atos de renúncia. Eh, o amor é capaz de renunciar, eu renunciar a si mesmo pro outro, pelo outro, né? Eh, esse amor que é esse essa caridade que é o contrário do do egoísmo, né? Eh, o a Joana de Angeles e o e o Divaldo, eles fazem uma comparação eh eh entre caridade e egoísmo, mostrando essa esse essa antítese, né? Ele eles dizem eh enquanto a caridade se dá, o egoísmo toma. Enquanto a caridade se sacrifica, o egoísmo sacrifica os outros. Enquanto a caridade é capaz de dirigir alguma coisa, o egoísmo não é capaz de dirigir. Ele só é capaz de dominar. é pela força, é pela imposição. Enquanto a caridade manifesta, expressa o amor, a compreensão, o egoísmo expressa e impõe o julgo, a autoridade, a obrigação, enquanto a caridade é vida.

az de dominar. é pela força, é pela imposição. Enquanto a caridade manifesta, expressa o amor, a compreensão, o egoísmo expressa e impõe o julgo, a autoridade, a obrigação, enquanto a caridade é vida. O egoísmo é um passo paraa morte, essa morte espiritual, né? E essa morte espiritual que a gente sabe que é diferente de cadáver. Cadáver é um corpo sem vida e a morte espiritual é é alguém que se ausenta da vida, dessa vida em abundância trazida por Jesus, né? Eh eh vim para que tenham vida e vida em abundância. vida em abundância. Esse brilho, é esse sol, é essa expressão do amor. E à medida em que a gente eh eh vai conseguindo expressar esse amor na forma dessa caridade que movimenta o amor, a gente tá adquirindo cada vez mais vida. Essa vida da imortalidade, essa vida eh que permanece, enquanto esse egoísmo é um passo para essa morte espiritual. Mas tem uma coisa que a gente pode, se a gente ficar só comparando, a caridade se dá, o egoísmo toma, eh, fica mais um pou fica um pouco mais distante da gente. Eu preciso que eu me imagine nesses nesses lugares aqui, eh, na minha relação com as pessoas, na minha relação com a minha família, na minha relação com os amigos, na minha relação com o trabalho, com a vida, no dia a dia, na minha relação com o trânsito, na minha relação com as pessoas de maneira geral, como eu sou nessa relação, eu me acho caridoso, eu sou caridoso Porque eu dou um uma sobra de moedas que eu tenho, porque eu dou um resto de comida, eu sou caridoso porque eu dou isso ou dou aquilo, não necessariamente só isso, né? Eh, como essa minha relação, eu eu hum com essas pessoas na vida, eu me dou ou eu tomo? As pessoas que se relacionam comigo saem sempre perdendo porque eu tomo delas qualquer coisa mesmo. Sentimento, eu não dou um sentimento e só tomo esse sentimento. Eu não dou a fraternidade para elas, eu só tomo a fraternidade delas. Eu não dou a compreensão para elas. Eu só tomo a compreensão delas. Eu exijo a compreensão delas, né? Eh, eu não me sacrifico por ninguém nessa

fraternidade para elas, eu só tomo a fraternidade delas. Eu não dou a compreensão para elas. Eu só tomo a compreensão delas. Eu exijo a compreensão delas, né? Eh, eu não me sacrifico por ninguém nessa relação na vida com a família, com ninguém. Eu sou incapaz de qualquer sacrifício por qualquer pessoa, mas eu exijo das pessoas sacrifício por mim e me acho caridoso porque eu dou uma moeda, né? Eh, as pessoas para se relacionarem em paz comigo, elas têm que viver me dando as coisas, me compreendendo. E eu não compreendo ninguém, eu não me sacrifico por ninguém. Eu não faço nada por ninguém. Tudo eu não posso porque tem alguma coisa minha na frente, né? Eu não posso nada com filho, com família, com amigo, com nada. Tudo para mim tá difícil porque tem um interesse meu na frente. Eu não sou capaz de abrir mão de nenhum desses interesses em nenhum momento em função de uma necessidade de alguém, porque eu não enxergo essa necessidade de alguém. que eu quero é que esse alguém se sacrifique por mim e me digo, me imagino caridoso, né? Eh, na minha relação com as pessoas, se eu tenho algum poder em algum lugar de de dirigente, de de de algum algum alguma coisa administrativa, mesmo que seja na minha casa, como é que eu dirijo? Como é que eu dirijo isso? Eu dirijo com imposições, eu dirijo mandando, eu exigindo das pessoas obediência aos meus pontos de vista, aquilo que eu acredito. Eu exijo sempre obediência. Eh, eu eu eu relação de domínio, eu preciso dominar. Eu não posso ter uma relação pacífica de apenas quem dirige, que tem uma função administrativa que seja de apenas um dirigente. Não é de um proprietário, não é de um dono, não é de alguém que manda absolutamente, não é de uma autoridade absoluta. Olha, olha, olha a beleza de Jesus convidando as pessoas, respeitando o livre arbítrio, sempre convencendo as pessoas. Jesus nunca impunha nada. Ele sempre chamava, convidava, esperando das pessoas. Ele dirigiu, é um mestre, um mestre que dirigiu esse processo, né? e continua na direção desse processo.

ndo as pessoas. Jesus nunca impunha nada. Ele sempre chamava, convidava, esperando das pessoas. Ele dirigiu, é um mestre, um mestre que dirigiu esse processo, né? e continua na direção desse processo. Eh, os meus olhos, o meu olhar, a minha maneira de ouvir, a minha maneira de falar expressa um sentimento de amor, de compreensão, ou expressa o meu próprio egoísmo. Porque a minha maneira de falar mostra quem eu sou, a minha maneira de olhar mostra quem eu sou. O o egoísta em tudo que ele olha, ele enxerga a si mesmo. É o Narciso. É o Narciso que que viu o o reflexo do seu rosto na água e se apaixonou por si mesmo. E essa paixão não tem fim. Ele não enxerga mais nada, nem ninguém. Tudo que tá lá fora passando ao lado do lago, nada, nada é visto, porque o olhar tá fixo na imagem própria refletida no lago. E eu vivo com essa minha mensagem refletida. com os meus interesses se refletindo em tudo que eu falo, em tudo que eu faço, no meu olhar paraas coisas, paraa vida, tudo eu vejo só o meu interesse. Eu não expresso um sentimento de amor, eu não expresso compreensão. Meu olhar, meu falar não expressa compreensão, expressa julgamento, expressa autoritarismo, expressa julgamento. Eu não tô adquirindo essa vida, essa vida em abundância que Jesus falou, mas nós vivemos numa sociedade com alguns padrões. E o padrão nessa sociedade, as grandes metas são metas materialistas. É paraa satisfação das dos nossos desejos, como diz o texto, da nossa compulsão orgânica. Eu vivo compulsivamente atrás das coisas, querendo conquistar coisas, dominar coisas, ser proprietário de coisas, ser dono de coisas. E não sou dono nem de mim mesmo, mas quero ser dono dos outros. Quero ser dono das pessoas, quero que as pessoas me sirvam, quero que as pessoas me compreendam. Aí eu me perco, eu me perco nessa necessidade imensa das posses. O texto faz até uma brincadeira aqui, que e entre Jesus e Pilatos e eh a maioria vai preferir o César representado por Pilatos, porque nesse caso César o o o Jesus representa eh eh

imensa das posses. O texto faz até uma brincadeira aqui, que e entre Jesus e Pilatos e eh a maioria vai preferir o César representado por Pilatos, porque nesse caso César o o o Jesus representa eh eh essa lei divina, esse esse espírito imortal, esse reino que não é desse mundo. Enquanto Pilatos representa o César, representa o mundo, o estado, a matéria e eh esse mundo presente, né? Entre entre esse Jesus e esse César, a gente fica com César eh em nossas em nossas em nossas metas, em nossos objetivos. Se a gente parar para pensar e for eh eh eleger e anotar eh 10 objetivos na nossa vida, os 10 objetivos serão materiais. é um carro novo, é uma casa nova, é um emprego novo, é comprar isso, é comprar aquilo, é ter isso, é ter aquilo. É difícil a gente eh encontrar alguém que tenha como objetivo eh melhorar a si mesmo, adquirir virtude, crescer nesse processo de caridade, começar com aquelas pequenas com aquelas pequenas coisas, com aqueles pequenos atos até ser capaz de de atos de renúncia. Quando Jesus disse que no mundo a gente vai ter tribulações, mas que era preciso a gente ter bom ânimo, eh, aí ele continua: "Eu venci o mundo". Por que eu venci o mundo? Eu não tô dominado pelo mundo. As coisas do mundo não são não são algemas para mim. O Emanuel diz em textos, eh, viver no mundo sem ser do mundo. E tem gente que não só é do mundo, como é propriedade do mundo. Esse esse materialista excessivo, ele é proprietário do mundo, ele é escravo do mundo. Agora, a medida em que essa esse amor, essa caridade, essa fraternidade e esse crescimento espiritual começa a acontecer, começa a acontecer a libertação desse mundo. Eu começo a me libertar desse mundo. Não é desprezar o mundo, é viver no mundo, só que é sem ser do mundo. É vencer esse mundo, não ser vencido pelo mundo. Eu não sou propriedade do mundo e nem e e também não quero ser proprietário do mundo. Tem gente que quer ser proprietário do mundo e tem gente que acaba nessa busca de ser proprietário do mundo, acaba sendo propriedade do mundo e não

nem e e também não quero ser proprietário do mundo. Tem gente que quer ser proprietário do mundo e tem gente que acaba nessa busca de ser proprietário do mundo, acaba sendo propriedade do mundo e não consegue se libertar. gasta o seu tempo, gasta a encarnação e não consegue esse processo de de libertação, libertação de nós mesmos, das nossas imperfeições, desse nosso egoísmo monstruoso. É um grande monstro. é um grande monstro e e difícil de resolver essa questão. É preciso eh eh muita vigilância, é preciso muita atenção, é preciso é é um grande processo, não dá para ser não é com valentia, não é com força, é com persistência, é com compreensão, é com determinação, é com crescimento espiritual, é abrindo os olhos, é eh eh é abrindo os ouvidos. Eh, não é um processo fácil. Ninguém falou que era fácil, né? Jesus avisou que teríamos tribulações. E essas tribulações existem de fato, são as circunstâncias de nossa vida e cada um com a sua circunstância, vivendo a sua circunstância, mas enxergando a circunstância alheia, auxiliando cada um a viver a sua circunstância. Porque tem gente que tem uma circunstância eh temporariamente mais difícil aqui ou ali e que eh essa vida fraterna eh seria muito mais fácil onde todos pudessem se ajudar, porque todo mundo vive numa grande luta, num grande combate, né? E não dá para viver eh só entre adversários, cada um com o seu egoísmo, sendo uns adversário dos outros, todo mundo em disputa. Siria, né? É muito mais cansativo. Eh, o texto diz: "Olha, não te reserves a falsa ideia de praticar somente a caridade que eh eh das realizações filantrópicas. Ele diz que é uma silada. Não que ela não que ela seja errada, pelo contrário, é uma caridade. Mas a gente não pode praticar somente essa caridade e achar que tá exercendo, exercitando uma caridade plena. É uma caridade material, é uma, ela é uma cilada para que eu continue sendo o que eu sempre fui, mas a minha consciência fica mais calma, porque eu faço alguma caridade material, porque eu tenho

lena. É uma caridade material, é uma, ela é uma cilada para que eu continue sendo o que eu sempre fui, mas a minha consciência fica mais calma, porque eu faço alguma caridade material, porque eu tenho muito, então eu dou alguma coisa. Então, eu não me transformo, eu não mudo o meu olhar, eu não mudo o meu sentimento, eu não mudo a minha maneira de ser, de compreender a vida das pessoas. Eu não pratico bondade, compreensão. Eu não pratico essa caridade. Eu pratico a mesma usura de sempre, a mesma busca pelos bens materiais, pelas coisas e eh eh sempre querendo ter, né, e não sendo e não sendo. Mas a minha consciência fica mais calma, porque eu falo: "Não, mas eu sou caridoso. Eu todo mês eu dou tanto, toda hora eu dou tanto para não sei o quê. Eu par, eu, eu, eu pago tanto para tal instituição, eu dou tanto para não sei o quê, eu dou tanto para não sei o quê. Tudo bem, que bom ajudar, né? Mas e e a caridade espiritual? É necessário essa caridade espiritual? O o texto fala disso, ó. Não somente essa caridade, não somente através do que possas oferecer em moedas ou através daquilo que a moeda pode oferecer. Então, é uma caridade que não pode ser somente comprada por moeda. Eh, eh, ele fala da caridade espiritual, né? É a compaixão, é o silêncio diante de uma ofensa. É uma palavra gentil, sem julgamento, sem sem ferir. É um gesto de simpatia, de compreensão. É um pensamento nobre. Meu pensamento não é nobre. Eu só penso em mim. Eu só penso em dinheiro. Eu só penso em ter coisas. Eu só penso em conquistas. Cadê a nobreza? A minha vibração cordial, minha vibração pelas pessoas é uma vibração de de disputa, é uma vibração difícil, né? A gente se lembra de uma passagem do em Atos dos Apóstolos, eh, capítulo 3, versículo 16. Não é desse texto, mas eu trago aqui como como lembrança dessa caridade espiritual, né? Quando Pedro e João subiam ao templo para orar e tinha um um o que o evangelho escrito naquela linguagem daquela época chamava de coxo, mas que é um um deficiente físico que

a caridade espiritual, né? Quando Pedro e João subiam ao templo para orar e tinha um um o que o evangelho escrito naquela linguagem daquela época chamava de coxo, mas que é um um deficiente físico que também a cada momento tem um um termo mais apropriado, né? Mas na verdade era alguém que tinha um problema desde que que tinha nascido e que não caminhava e que ele vivia. Ele era levado, ele era levado todos os dias pra porta do templo para pedir esmola, para pedir dinheiro, para pedir moeda. Então ele sabia que quem ia ao templo para orar tava prédisposto a doar moeda para ficar com a consciência mais leve e para doar mesmo. A boa intenção não tem problema, né? Mas a a a reação, a atitude de Pedro, a coisa como aconteceu, eh fala muito dessa caridade espiritual, fala muito dessa dessa de fazer pensar, né? Ele, o Pedro e o João iam subindo e esse e essa pessoa eh eh se dirigiu a eles pedindo uma moeda. E Pedro, eles pararam, Pedro olhou para essa pessoa e falou: "Olhe para nós, olhe para nós." Veja que teve o olho para nós. Veja aqui. Olha o meu olhar. Olha o que eu tenho para te dizer. Sinta a vibração. Não é só uma moeda. E o que que o Pedro fala? Não tenho prata nem ouro, mas o que eu tenho te dou. Que grandeza, que beleza. Ele não tinha prata, ele não tinha ouro, ele não tinha moeda. Mas o que que ele tinha? Ele tinha o que era dele. Ele tinha o que é intrínseco. Ele não tinha coisas para dar. Ele não tinha moeda que o rapaz foi buscar, mas ele tinha alguma coisa que talvez o rapaz nem tivesse ido buscar, porque eu não sei se esse rapaz foi buscar alguma coisa além da moeda ou se esse rapaz só foi buscar a moeda. Porque se ele foi buscar somente a moeda, o que o Pedro tinha não interessava para ele. Jesus tem uma pergunta, o o Emân fala muito que Jesus está na porta de cada templo perguntando para quem passa, para quem chega, o que buscais. Então, o que que a gente vai buscar também no templo, na porta do templo? Nós somos esse mendigo espiritual que a gente vai pra porta do templo

untando para quem passa, para quem chega, o que buscais. Então, o que que a gente vai buscar também no templo, na porta do templo? Nós somos esse mendigo espiritual que a gente vai pra porta do templo pedir, em vez de de pedir a moeda pro Pedro, como esse mendigo pediu, a gente é um mendigo que pede para Jesus a moeda. Então, a gente entra no templo, o mendigo fica na porta do templo pedindo pros que passam e eu vou para pedir para Jesus moeda. Meu Jesus me dá isso, meu Jesus me dá aquilo. Meu Deus me dá isso, meu Deus me dá aquilo. Então eu sou também esse mendigo espiritual. Eu não vou lá pedir moeda física para Jesus assim, aquela moeda da hora da da da caridade. Mas no fundo é moeda. Meu Jesus me dá o o o trabalho, me dá o dinheiro, me dá o carro, me dá isso, me dá aquilo, eu vou pedir também moeda. E pode ser que esse Jesus faça comigo o que fez o Pedro. Olha, não tenho prata nem ouro, mas o que eu tenho te dou. E o que que Jesus tem e dá essa mensagem? Essa mensagem de amor, de transformação, essa mensagem que que é a mensagem da vida, dessa vida em abundância. É alguém que diz o caminho, o caminho desse tesouro que a traça não come, né? E mas raramente a criatura cede ao semelhante aquilo que ele que constitui propriedade de fato dele. Porque as coisas não, eu não sou proprietário das coisas, eu não sou o verdadeiro proprietário da minha casa, da minha fazenda, do meu carro, dessas coisas. Eu sou usufrutuário. Eu cuido dessas coisas, mas eu não levo nada que eu tenho. Eu levo o que eu sou. Se eu passei à vida, à encarnação, lutando para conquistar coisas, eu continuo o que eu era, o que eu sempre fui e vou embora o que eu sempre fui. E as minhas conquistas ficam aqui para serem disputadas por herdeiros, eh, para briga e etc, para desavenças e etc. Nada impede que as pessoas deixem coisas, não. A coisa em si não é o mal. Eu posso buscar primeiro o reino de Deus e sua justiça. Dar césar o que é de César, dar a Deus que é de Deus. Eu tenho que estabelecer que eu vivo, sem

s deixem coisas, não. A coisa em si não é o mal. Eu posso buscar primeiro o reino de Deus e sua justiça. Dar césar o que é de César, dar a Deus que é de Deus. Eu tenho que estabelecer que eu vivo, sem ser proprietário do mundo e nem propriedade do mundo, né? E e aí eu vivo nesse mundo com as coisas do mundo. Eu dou a César, o que é de César. Não tem por não. Eu eu tenho um corpo, eu sou matéria também. Eu estou como matério. Eu tenho um corpo material, embora eu seja espírito, eu não sou o corpo, eu sou um espírito. Eu não tenho um espírito, eu tenho um corpo. Eu sou um espírito que ocupa esse corpo. Eu não sou um corpo que, por acaso, eh tem um espírito. E quando o espírito sai desse corpo, esse corpo não é nada. Então ele não existe por si. O que existe por si é o espírito, é o que eu sou. E é esse que eu preciso trazer essa riqueza. E e nessa caridade é quando eu dou paraas pessoas o que eu sou, o que é de mim, que é essa caridade, esse amor, essa fraternidade. Esse texto é muito rico e faz a gente pensar sem ficar querendo conceituar caridade nem nada disso. Espero que essas pequenas reflexões tenham feito a gente pensar e para que a gente possa refletir, eu sou de fato caridoso e de que forma eu expresso, eu me expresso na vida? A minha forma de expressão e de convívio com as pessoas é uma forma mais caridosa e ou ainda é uma forma totalmente egoísta, disfarçada da falsa caridade? Que Deus nos abençoe, nos prepare para esse momento do passe. Um abraço a todos. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios. por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta

ntimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as

u nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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