Elaine Kapp • Laços de família
Toda sexta-feira, a União Espírita de Vitória da Conquista traz um convidado especial para falar sobre temas do cotidiano sob a luz da Doutrina Espírita. Palestrantes e estudiosos do Espiritismo se encontram para reflexões acerca do Evangelho de Jesus. Realização: União Espírita de Vitória da Conquista (UEVC) #Laçosdefamília #espiritismo
Que o divino amor de nossas almas ilumine as nossas consciências e que a sua paz esteja em cada coração. Sejam bem-vindos todos os amigos que se encontram nos dois planos da vida. Lembrando, estamos aqui na nossa TV com transmissão também pela TV Mansão do Caminho e sempre uma grata satisfação saber que estamos na companhia de tantas almas queridas para mais um momento de reflexão em torno da mensagem do mestre à luz da doutrina espírita. E para melhor sintonizarmos com este momento, que possamos elevar os nossos pensamentos numa prece. Rabi, amigo, eis-nos aqui, Senhor, te buscando mais uma vez pelas portas do coração, buscando o teu olhar generoso de amor, de misericórdia sobre todos nós. E desta feita, Senhor, que estejamos aptos a ter ouvido para ouvir-te através de tantos prepóstos teus espalhados sobre toda a terra. Que assim sejamos cooperadores contigo para trabalhar a tua mensagem meditando, sentindo-a e vivenciando-a para assim instaurar o teu reino dentro de nós e guiçar, Senhor, cooperar contigo para que ele esteja sobre toda a terra. Por isso, amigo, nesse instante te rogamos que nos auxilie para bem cumpriment, que auxilie a nossa companheira para que também seja mais uma portadora da tua mensagem. Que ela seja, Senhor, inspirada pelos amigos espirituais e que nós tenhamos a condição de dessa feita ouvir-te através de todos aqueles que cooperam contigo, trabalhando incessantemente. Por isso, amigo, te rogamos que permaneça conosco, iluminando-nos e envolvendo-nos a tua paz. Hoje nós temos a alegria de receber mais uma vez em nossos canais a nossa companheira Eline Cap, que vai abordar o tema laços de família. Eline, sempre uma imensa alegria tê-la conosco. Seja sempre muito bem-vinda. A casa praticamente já é sua, minha mãe. Fique à vontade para abordar o seu tempo. Volte muita paz, passamos a palavra para você. Obrigada, Rosângela. Agradecemos a todos os amigos que fazem parte desse momento ao vivo, a você que está buscando essa temática na gravação aí do
tempo. Volte muita paz, passamos a palavra para você. Obrigada, Rosângela. Agradecemos a todos os amigos que fazem parte desse momento ao vivo, a você que está buscando essa temática na gravação aí do canal UFC e também da mansão do caminho, nosso carinho fraterno. Que a mensagem de hoje possa te alcançar, te auxiliando nas tuas relações dentro do lar e fora dele. Nós vamos falar de laço de família. E esse tema ele é muito especial ao meu coração e certamente de vocês também. Para mim com um sentido muito grande, porque é uma temática que nós, enquanto família CAP, temos sempre buscado e para vocês, porque todos nós vivemos em relacionamentos e constituímos família. A primeira, aquela que nos acolhe, a segunda, aquela que nós formamos, mas tantas outras que nós vamos construindo pelos laços de simpatia, de afinidade, de compromisso de tarefa. Assim é que vocês podem enumerar quantas famílias nós temos constituído somente nessa jornada terrena. E vocês poderão chegar aí ao círculo de amizade, também a casa espírita que vocês frequentam, talvez as tarefas no movimento espírita do qual vocês fazem parte. E todas estas almas queridas colaboram com a tua jornada, te dando a possibilidade de crescer espiritualmente na vivência de virtudes que constituem o amor. Nossa gratidão então a todos os canais que estão transmitindo esse momento e desejamos que você possa participar durante esse momento pelo chat, né, com as suas participações fraternas, viu, Edna, Lu, Helena, Jones, todos vocês que estão aí, eu tô acompanhando por aqui também a Lourdes, Sandra, Fran, que está estão acompanhando ali pela mansão do caminho. Nós vamos começar com o texto de Joana de Ângeles que vocês encontram neste livro aqui chamado Constelação Familiar. É um livro que eu particularmente gosto demais, não é? É um livro de Divaldo pelo espírito Joana de Ângeles. E a nossa amada Joana vai dizer para nós que é no pequeno grupo doméstico que se que se inicia a experiência da fraternidade universal. Então vejam só. É ali dentro
ldo pelo espírito Joana de Ângeles. E a nossa amada Joana vai dizer para nós que é no pequeno grupo doméstico que se que se inicia a experiência da fraternidade universal. Então vejam só. É ali dentro da nossa casa, do nosso lar, que nós vamos exercitar essa fraternidade para bem viver nas relações fora do lar. É claro que isso não se estende só aqueles que vemos com os olhos físicos. Espero que durante essas reflexões da noite nós possamos considerar também a realidade espiritual, essa vida maior da qual todos nós fazemos parte, encarnados e desencarnados, e que constituem a família universal em Deus. Mas é ali que desde pequeninos nós vamos treinando habilidades sociais para que nós possamos vivê-la na escola, lá no time de futebol, nas atividades que a criança faça de canto, na sociedade, na parentela. E isso vai nos acompanhando na jornada enquanto nos desenvolvemos e crescemos através da adolescência, juventude, fase adulta, idosa. Então, é neste círculo doméstico o grande laboratório das almas. Nós vamos precisar prestar muita atenção na noite de hoje em como nós estamos aproveitando esta dádiva da convivência. se nós ainda moramos com os nossos ou da de como nós nos relacionamos, mesmo que não estejamos morando no mesmo lar, mas temos nossos afetos, nossos laços a serem nutridos na continuidade, no cotidiano, não é? Pois bem, ela vai dizer, então, que é ali dentro do lar que nós ensaiamos os passos para os nobres cometimentos em favor da construção de uma sociedade equilibrada. Mas para que nós possamos dar estes passos nobres, é necessário que dentro do lar nós também cuidemos com o nosso relacionamento. E algumas vezes nos esquecemos disso. Nós apemos apenas vivemos e deixamos extravazar muito das nossas tendências. deixamos as máscaras lá de fora, né, que nós cuidamos para bem viver externamente. E dentro de casa nós deixamos fluir nem sempre o melhor de nós, algumas vezes o pior de nós. Então, a necessidade de olharmos com carinho para a responsabilidade que nós
s para bem viver externamente. E dentro de casa nós deixamos fluir nem sempre o melhor de nós, algumas vezes o pior de nós. Então, a necessidade de olharmos com carinho para a responsabilidade que nós temos nessa convivência não é só viver com, é viver construindo o melhor junto àqueles com quem nós estamos porque nos influenciamos reciprocamente. Há estudiosos de física quântica, né, de outras áreas que vão dizer para nós que nós vamos assimilando o padrão vibracional daqueles que vivem conosco. E se nós temos alguém mais fragilizado, isso impacta sobremaneira no nosso proceder, no nosso sentir, no nosso agir. Nós temos essas orientações quando buscamos os livros, né, como o livro Perturbações Espirituais, quando fala da casa espírita, um cuidado para aquele que esteja mais fragilizado dentro da casa espírita para que nós possamos suportá-lo. Não é no sentido de aguentá-lo, é de dar suporte à aquele que está no momento desafiador, que se sente mais vulnerável, frágil. Assim também dentro do lar, que nós tenhamos o olhar cuidadoso de perceber aquele que precisa de recursos para que possa melhorar. Quando ele assim faz, quando ele consegue acender, crescer, superar seus próprios desafios, a família está superando estes desafios. Nada acontece com o ser individualmente dentro do lar. Nós somos um sistema familiar. E aí é que se desejamos contribuir com uma sociedade mais equilibrada, precisamos cuidar do nosso proceder junto dos nossos na intimidade. Mesmo quando a gente tirou lá o calçado, entrou em casa, a gente precisa cuidar, a gente precisa da vigilância e da oração apregoadas por Jesus. Então, Joana vai nos dizer que em razão disso, toda vez que a família se entibia ou se enfraquece, a sociedade experimenta conflitos, se abala nas estruturas. Nós temos isso em o livro dos espíritos, que vai dizer que se houvesse um enfraquecimento dos laços de família, nós veríamos aumentar o egoísmo, o orgulho. Veja a necessidade do seio familiar para que nós possamos exercitar a fraternidade e
que vai dizer que se houvesse um enfraquecimento dos laços de família, nós veríamos aumentar o egoísmo, o orgulho. Veja a necessidade do seio familiar para que nós possamos exercitar a fraternidade e olhar para os nossos próximos lá fora com esta fraternidade, com esse olhar de amor exercitada, né? junto dos nossos. Então, queridos amigos, quais são esses laços que nós estamos falando na noite de hoje? Nós estamos falando desses laços que permanecem, esses laços espirituais construídos com base no amor. Estes são os laços eternos. O amor é o elo imortal. Aqueles dos meus amigos que me acompanham aí vão saber que nesta semana nós tivemos a desencarnação do meu pai, né? E ele teve a oportunidade sagrada, abençoada de dizer as suas palavras finais para nós. Dentre elas, ele disse que a nossa senha deve ser sempre o amor. Sempre o amor. E esta é a nossa base segura, queridos amigos, porque nós viemos do amor. Todos nós somos filhos do amor. Se buscarmos João, o evangelista, aquele que teve a sua trajetória tão alinhada à trajetória do Cristo, porque foi chamado novo e desencarnou com bastante idade, toda a sua vida foi de apostolado. Ele que nos traz aquele evangelho, o mais espiritual, vai nos dizer que Deus é amor e nós somos filhos de Deus, a causa primária de todas as coisas. Então, o amor está em todos nós. Se às vezes nós não estamos conseguindo acessá-lo, nós temos Jesus por caminho para que cada vez possamos sentir mais este amor que está como centelha em cada criatura. Viemos do amor, mas também estamos destinados ao amor. Nenhuma ovelha do rebanho de meu pai se perderá. Então, veja que lindo, todos nós aprenderemos a amar aquele amor que Jesus ensinou, que é capaz de amar os inimigos, que Joana disse que é capaz de amar a dor. Não é este amor que esses espíritos luminares vem nos ensinar, nós o alcançaremos um dia. Porque segundo nós estudamos ali em o livro dos espíritos, na trajetória de ascensão espiritual, um dia todos nós seremos anjos. Aí tem aquela música tão
es vem nos ensinar, nós o alcançaremos um dia. Porque segundo nós estudamos ali em o livro dos espíritos, na trajetória de ascensão espiritual, um dia todos nós seremos anjos. Aí tem aquela música tão linda, né? Vamos trabalhar e acreditar, porque um dia todos nós seremos anjos. Então, a vida é uma rica oportunidade para que nós aprendamos a cuidar, amparar, dar suporte, orientar. Respeitar todas características do amor tão essenciais para que nós vivamos estas virtudes dentro do lar. É tão rico isso, né? Então, se a origem é o amor, a destinação é o amor, qual é o caminho? E aí a gente se questiona profundamente sobre este caminho e nós vamos ter com Jesus a orientação de que o caminho é o amor. Jesus nos trouxe uma carta de amor à humanidade, aos seus irmãos menores nessa família universal há mais de 2000 anos. o seu evangelho que nós precisamos acessar com todo zelo, gravidade e simplicidade de coração, buscando trazer paraa nossa intimidade. Assim, então, abrindo as comportas do nosso coração, às vezes tão fechadinho, né, por uma mecanismo de defesa, não querendo sofrer, nós nos fechamos para a vivência do sentimento. Mas é este sentimento vivido, compreendido e sublimado que nos leva a nossa direção mais segura, o amor. Então, pelos ensinamentos de Cristo, que são ensinamentos de amor, que nos convidam ao perdão, à abnegação, à constância e a perseverança, a coragem da fé. É este amor que nos convida à misericórdia, ao não julgamento e todos esses ensinamentos do Cristo que nos conduzem à nossa destinação maior. Então é o amor, sempre o amor, o amor origem, o amor trajeto, o amor destino. E é o amor que faz com que uma casa se transforme em lar. Porque há diferença entre nós estarmos dentro de casa desconectados, ou melhor, conectados, cada um na sua vibe, na sua vida, sem nos interessarmos um pelo outro ou estarmos realmente conectados com um vínculo maior, o vínculo do cuidado, da escuta, do respeito tão necessário para que nós possamos saber um do outro e saber como nós melhor
ssarmos um pelo outro ou estarmos realmente conectados com um vínculo maior, o vínculo do cuidado, da escuta, do respeito tão necessário para que nós possamos saber um do outro e saber como nós melhor podemos contribuir um na vida do outro. Então, lar, vamos montar um acróstico. Lar é o lugar onde o amor reina. Então, se o nosso lar hoje está assim enfraquecido nos seus elos, sente a pungência das crises, conflitos de personalidade, de interesses, de afinidades, lembremo-nos que nós temos uma cartilha segura e essa cartilha é o evangelho de Jesus. Ela não vai se impor sobre a consciência aleheia, ela vai nos convidar à compreensão. Então, a gente precisa trazê-la para o nosso coração para que ela nos transforme a cada passo. Eu gostaria de começar, então, pedindo para vocês analisarem aí, não precisa escrever, mas é bom que a gente reflita. Você já pensou por nasceu nesta família? Ou por com alguns os laços parecem assim tão naturais, com outros tão desafiadores? Você já sentiu com alguém que parece que a caminhada já começou bem antes? Então, toda essa orientação, queridos amigos, nós temos na codificação espírita. Eh, eu gosto de mostrar os livros, né? Por quê? Porque a gente às vezes tem em casa e a gente quase não abre, né? Então, eu tô aqui com o livro dos espíritos, a nossa base da doutrina espírita. Todos nós que buscamos compreensão dessa realidade maior, que fomos abraçados pelo consolador, precisamos estudar essa obra. Ela fala de nós para nós e nos ensina a amar. pela compreensão que nos dá, pelas lentes da vida renovadas, que não olham só o momento presente. Porque quando a gente olha só o momento de agora, nosso julgamento é muito superficial. Agora, quando nós buscamos colocar em nós essas lentes da vida maior, nós consideramos as possibilidades, consideramos o ser integral nas nossas relações. Então, os julgamentos diminuem e o amor cresce. E é aqui em Livro dos Espíritos que vocês vão encontrar lá no lá na no item 203 em diante, onde vai falar sobre parentesco
integral nas nossas relações. Então, os julgamentos diminuem e o amor cresce. E é aqui em Livro dos Espíritos que vocês vão encontrar lá no lá na no item 203 em diante, onde vai falar sobre parentesco e filiação, como se estruturam os nossos laços de família. É muito rica essa leitura. E a primeira pergunta que é feita aos espíritos superiores é: transmitem aos os pais, aos filhos, uma parcela de suas almas? Ou se limitam a lhes dar a vida animal, a que mais tarde outra alma vem adicionar a vida moral? Essa é a pergunta de Kardec, né? E a resposta do espírito de verdade é: dão-lhes a pena apenas a vida animal, pois que a alma é indivisível. Então, não tem uma parcela da alma com o pai, uma parcela da alma com a mãe. E agora a gente tem um um ser nascendo, né, para uma vida que prossegue. Existe um espírito com uma existência anterior que habitará este corpo que estes pais fornecerão. Então, é este corpo material que é fornecido por nossos pais, instrumento sagrado que nos dá a possibilidade de estarmos aqui e conviver, viver com os diferentes na realidade espiritual, com quem nós estamos, amigos? Pelos nossos estudos, junto aos afins, não é? Mas o corpo físico nos dá a possibilidade de interação, da vivência corporal. de aqui podermos espiar e melhorarmos com os aprendizados da vida, caminhando rumo ao progresso moral, intelectual, para que um dia possamos chegar àquela condição de perfeição relativa à qual todos nós estamos destinados. Então esse instrumento ele é sagrado. Tanto que em o Evangelho Segundo o Espiritismo, a gente vai olhar lá que é necessário cuidar do corpo e do espírito. E a gente, né, machuca tanto este nosso corpo, esse instrumento para estarmos aqui, zelar, cuidar, mas não endeusar, não é? e sempre ter por compreensão que a vida maior é a vida espiritual, que nós somos espíritos, que aqui estamos no aprendizado da vida corporal, enquanto nós tivermos tus vital para isso, enquanto for o tempo para estarmos aqui, porque a vida é tão passageira, então
al, que nós somos espíritos, que aqui estamos no aprendizado da vida corporal, enquanto nós tivermos tus vital para isso, enquanto for o tempo para estarmos aqui, porque a vida é tão passageira, então cada dia é oportunidade sagrada para aprendermos um pouco mais, para repararmos um tanto mais também. Pois bem, então o espírito procede eh já existe, ele é pré-existente. E aí na questão 204 eles vão nos Kardec pergunta: "Uma vez que temos tido muitas existências, a nossa parentela vai além da existência atual?" E a resposta é: não poderia ser de outra maneira. A sucessão das existências corporais estabelece entre os espíritos ligações que remontam as existências anteriores. Daí muitas vezes a simpatia que vem a existir entre vós e certos espíritos que vos parecem estranhos. em O Evangelho Segundo o Espiritismo, que é a obra que a gente tem aí buscado diariamente na prática do evangelho no lar, na prática do evangelho matinal, é onde a gente se alimenta do pão de vida eterna pro dia que se inicia. Nós vamos ter no capítulo 14, que é o capítulo honrai vosso pai e vossa mãe. Nós vamos ter lá aquela passagem em que Jesus nos diz assim: "Quem é minha mãe e quem são meus irmãos?" Veja, uma pergunta, ela sempre nos convida a uma reflexão profunda. É tão bom quando nós, ao invés de termos respostas prontas, convidamos o outro a participar da introspecção, não é? Então Jesus pergunta: "Quem é minha mãe? E quem são meus irmãos?" Certamente aqueles que estavam ali se indagaram, ora, está ali Maria, ela é mãe de Jesus. E os irmãos estão lá fora batendo, né, pedindo. E a resposta de Jesus é: Eis aqui, minha mãe e meus irmãos, pois todo aquele que faz a vontade de Deus, este é meu irmão, minha irmã e minha mãe. É lindo, né? Porque Jesus está falando de vínculo espiritual. Se nós desejamos construir laços que se sustentem mesmo após a desencarnação, laços eternos, nós precisamos considerar a realidade maior. Nós precisamos nutrir o o amor verdadeiro, aquele que permanece, onde as uniões não se dão por
que se sustentem mesmo após a desencarnação, laços eternos, nós precisamos considerar a realidade maior. Nós precisamos nutrir o o amor verdadeiro, aquele que permanece, onde as uniões não se dão por interesses materiais, mas se estabelecem com o desejo sincero de contribuirmos um na vida do outro dentro das nossas possibilidades, da nossa parceria, do nosso viver com, mas também de aprendermos nesta relação como oportunidade sagrada de crescermos mais e mais rumo ao amor. Pois é, logo mais nós temos um um trecho que vai falar para nós sobre a parentela corporal e a parentela espiritual. E é então neste trechinho que nós vamos ler que os espíritos que se encarnam numa mesma família, sobretudo com parentes mais próximos, são, na maioria das vezes, espíritos simpáticos unidos por relações anteriores. Mas também pode ser que entre estes existam aqueles que vêm para air. bênçãos, aprendizados sustentadores nesta família ou para contribuir com esta família, se a mesma se encontra, né, fragilizada. Nós dizemos assim que todo lar, queridos amigos, todo laro. Deus não nos abandonou em nenhum momento. E ele coloca em cada lar, em cada família, aqueles que servirão de ponte, que chamarão a família a um proceder mais alinhado com amor. Seja aquele que convide a família à religiosidade, à espiritualidade, seja aquele que vem com os canais mediúnicos mais abertos e que convida a família a uma busca espiritual mais segura. Seja aquele que, pelas próprias provas convidam essa família ao exercício de amor constante, a buscar na fé o subsídio para vencer os desafios maiores que se apresentem. Nós não estamos desamparados, jamais estamos. E estes convites, essas convocações da vida, jamais servem para nós como punição de Deus, mas sempre como convite, convocação a uma entrevista com Deus. Deus, a gente tem na oração mais singela, né, a oração do Pai Nosso, ensinada por Jesus, nós temos lá que seja feita a vontade de Deus. Deus é amor, nós já dissemos. Então, a vontade de Deus é amor. Nós às vezes não a entendemos.
ais singela, né, a oração do Pai Nosso, ensinada por Jesus, nós temos lá que seja feita a vontade de Deus. Deus é amor, nós já dissemos. Então, a vontade de Deus é amor. Nós às vezes não a entendemos. Quantos que dizem, não é, Ivonim, Silé, Neli, que dizia assim, eu oro, oro, né, mas e cada coisa que acontece? Mas se a gente parar um pouquinho para analisar, talvez naquele momento inicial a gente não perceba as bênçãos que nos chegam através da oração. Mas lá na frente, quando olhamos para trás, nós vamos compreender certinho onde aquela pecinha do quebra cabeça se encaixava, qual lição nós extraímos daquela experiência e o quanto nós estávamos amparados, mesmo quando não tenhamos percebido. Aí eu costumo lembrar para vocês daquela música Pegadas na Areia, que havia ali um homem na companhia de Deus. numa companhia luminar e ele caminhava. Havia dois pares de pegadas na areia, porém ele foi assomado por uma prova desafiadora. Naquele momento, só um par de pegadas na areia. E ele reclama: "Senhor, no momento em que eu mais precisei, me abandonaste?" E a resposta que veio: "Cada um de nós já sentiu em sua trajetória. Não, filho, neste momento eu te carreguei no colo." Quem de nós, queridos amigos, já não viveu essa experiência da gente não imaginar como a gente conseguiu atravessar aquele momento, como a gente deu conta daquela prova. A gente olha para trás e não há uma outra resposta senão as forças que nos chegam destes que nos amam. entre estes que nos amam, aqueles que nós vemos no corpo físico e constituem para nós rede de apoio. Um apoio através da oração, da orientação, um apoio profissional, um apoio de amizade, né, de serviço, qual seja. E entre aqueles que amamos, também há aqueles que nós não vemos com os olhos físicos e que o seu amor reverbera para nós em sustentação, em inspiração de boas resoluções. Às vezes nós nem entendemos como tudo se encaixa na vida e deu certo. Deu certo de conseguir cumprir aquilo que eu precisava. seja uma tarefa na casa espírita que eu não sabia como
de boas resoluções. Às vezes nós nem entendemos como tudo se encaixa na vida e deu certo. Deu certo de conseguir cumprir aquilo que eu precisava. seja uma tarefa na casa espírita que eu não sabia como eu conseguiria naquele dia da semana e de repente tudo se encaixou. Seja uma prova familiar que a gente não saberia como que a gente encontraria os caminhos, as soluções e de repente tudo se encaixou. Onde está esse de repente? No amparo que nós recebemos e que nem sempre vemos. Isso nós encontramos lá em O Evangelho Segundo Espiritismo, detalhado quando se fala do anjo que nós não vemos, mas que hage em nossa vida nos inspirando o caminho certinho para nós encontrarmos a fonte de água que vai descedentar e que vai nos dar condições de prosseguir com maior fortaleza. Se o anjo nos mostrasse e dissesse: "Vá aqui, vá lá", a gente diria que o mérito está naquele que nos assiste. E certamente uma tarefa de tutelar tem muito mérito, né? Mas eles nos inspiram para que a decisão seja nossa. sempre o livre arbítrio. Nós recebemos as inspirações, nós recebemos as orientações, mas a decisão sempre será nossa de como proceder, de que escolha fazer. E é assim que nós vamos aprendendo na vida. Qual de vocês aí tenha filhos? A gente sabe, né, que no início eles dependem das nossas decisões, né? Algumas a gente já vai permitindo que eles treinem essa habilidade de melhor escolher, de se deparar com as consequências. Outras nós temos que decidir assim, por exemplo, se vão paraa evangelização ou não, né? É uma decisão dos pais aproximá-los ou não dessa fonte maior da vida, desse remédio para as almas, desse alimento que sustenta e fortalece. Por que não? Por que não cabe a cada pai ou a cada mãe aproximar o filho de Deus do pai? Não é? E Deus perguntará: "Que fizestes do filho? Confiado a vossa jornada." Então, quando são pequeninos, a gente toma essas decisões e eles começam a crescer e a gente vai começando a a ter um papel mais de orientador nessa travessia. E assim a gente prossegue até
jornada." Então, quando são pequeninos, a gente toma essas decisões e eles começam a crescer e a gente vai começando a a ter um papel mais de orientador nessa travessia. E assim a gente prossegue até sempre, até sempre, porque os nossos filhos, né, parece que nunca crescem. A gente tá adulto, os filhos tão adultos e a gente continua ali exercendo a nossa tarefa. Ela modifica um pouquinho, mas a gente ainda é pai, ainda é mãe. Então eu gostaria de pedir a cada um de vocês que tá acompanhando esse momento de live agora, que nós emanemos os nossos melhores sentimentos, vibremos em gratidão por nosso pai, por nossa mãe e por aqueles que exerceram o papel de pai ou de mãe na nossa jornada presente. Desejo também que nesse momento nós possamos estender essa gratidão a aqueles que através dos tempos exerceram esse papel junto de nós, nos permitindo e conduzindo nossos passos, sobretudo os iniciais nas jornadas da vida. Gratidão, Senhor Deus de amor, por nos oferecer a possibilidade de termos aqueles que nos dão a condição de reencarnar a cada existência. Damos continuidade, então, né? Nós vamos pros livros agora, amigos, de Joana de Ângeles. Eu trouxe vários aqui para vocês, né? Antes de abrir esses livros que eu tirei aqui da estante, até ficou assim bagunçadinha, né? que é tanto livro bom que a gente tem ali. Eu queria lembrar para vocês, Paulo, o apóstolo, na carta, primeira carta aos Timóteo 5:8, vai dizer para nós: "Mas se alguém não tem cuidado dos seus e principalmente dos da sua família, negou a fé e é pior do que o infiel". Então, há sempre um uma necessidade de nós considerarmos o núcleo familiar como núcleo de aprendizagem. E não é só dos pequeninos que estão possibilitaram. Acho que caiu um pouquinho a internet, né? Tá voltando agora, né? Se começar a ficar ruim, vocês me notifiquem que eu aciono pelo celular, tá? Vamos lá, então. Vamos agora buscar essa referência de Joana que eu amo tanto. E eu queria que vocês pensassem um pouquinho agora em como está o seu papel. Qual é o papel que
aciono pelo celular, tá? Vamos lá, então. Vamos agora buscar essa referência de Joana que eu amo tanto. E eu queria que vocês pensassem um pouquinho agora em como está o seu papel. Qual é o papel que você exerce na tua família? Você exerce um papel conciliador, você colabora no meio onde você se encontra. Hum. Vamos pensar aí, porque às vezes a gente pensa já no outro e há uma necessidade de pensar em nós, no nosso proceder. Eu vou para esse livro, Jesus e o Evangelho, à luz da psicologia profunda, lá no capítulo 15, família, escola do amor. Joana vai dizer para nós que a família é o grupo primário de experiências emocionais do espírito, laboratório de evolução, santuário de provações e de alegrias. Então é certo que nós vamos encontrar as duas facetas dentro de casa, as dificuldades e a bonança, as bênçãos, os recursos. Então a família é esse grupo primeiro, por isso esse olhar dentro do lar tão necessário que nós tenhamos ali, nós vamos experimentar as emoções. Quais são as nossas emoções, amigos, né? tristeza, alegria, surpresa, nojo, hã, perplexidade. E aí vai, a gente vai ampliando, não é? Admiração, né? E tantos outros. Estas emoções, elas são sinalizadoras para nós. Elas nos dizem algo. Elas dizem se algo nos faz bem, não faz bem, se eu preciso ficar protegido ou se eu posso me entregar mais a isso, né? Medo, por exemplo, é uma uma dessas emoções. A gente não pensa assim: "Agora eu vou ficar surpreso, eu só fico surpreso, né?" Então, a emoção vem, ela me assalta. Eu posso ter uma emoção de indignação, de raiva, né, de incompreensão. E aí eu preciso ver como que eu vou reagir, ou melhor, que resposta eu vou dar a esta emoção. Onde que eu começo a exercitar isso? Desde pequenino, desde o berço, eu vou aprendendo a trabalhar as minhas emoções, os meus sentimentos, os meus relacionamentos, os meus afetos na relação. Então, veja que importante. E aí então eu posso ir dali lições que me ajudarão sobre maneira vem viver lá fora ou eu posso trazer dificuldades que
, os meus relacionamentos, os meus afetos na relação. Então, veja que importante. E aí então eu posso ir dali lições que me ajudarão sobre maneira vem viver lá fora ou eu posso trazer dificuldades que precisarei superar e que talvez lá fora encontrarei os recursos para levar para dentro do meu lar. Nunca é tarde, não é? Às vezes a gente passa a vida eh culpabilizando a nossa infância pela nossa forma de proceder. Mas veja, o que aconteceu no passado realmente nos influencia. Só que agora eu cresci e eu tenho a possibilidade de buscar fontes, recursos para proceder melhor, para apresentar a outra face, a face da misericórdia, a face do amor. E aí a gente tem esses eh pontos de luz semeados aí sobre todo o Brasil. exterior, que são os centros espíritas, aonde nós temos acesso a essa doutrina tão consoladora, recurso abençoado para melhor proceder, para reconduzir a nossa vida. Ninguém diz que vai ser fácil, gente. Amar nos exige, mas muito mais difícil é o desamor. A trajetória sem amor é muito mais árdua, trabalhosa e cheia de dores. Então, vale a pena nos esforçarmos. Se nós nos identificamos rígidos, frios, por conta de um mecanismo de defesa daquilo que nós temos vivido lá na infância, Deus está nos dando dia após dia para que nós possamos trabalhar estas nossas questões. E aí nós temos todo esse ensinamento luminar, temos recursos no campo material, profissional que nos ajudam a fazer essa travessia para dentro de nós, ressignificando as nossas experiências, compreendendo as possibilidades. Não posso voltar atrás e apagar o que aconteceu, mas eu posso dar uma continuidade diferente à minha vida hoje. E eu vou trazer um outro livro também, que é este, O Despertar do Espírito. Neste livro, no capítulo três, que vai falar de laços do afeto, todos esses da série psicológica Joana de Ângeles, através do Divaldo, não é? Então aqui os laços do afeto, Joana de Angeles vai dizer para nós que os sentimentos eles não nascem ao caso. São construções do espírito ao longo de suas
Joana de Ângeles, através do Divaldo, não é? Então aqui os laços do afeto, Joana de Angeles vai dizer para nós que os sentimentos eles não nascem ao caso. São construções do espírito ao longo de suas vivências. Veja, não é só de hoje. Nós temos experiências anteriores que reverberam sobre nós ainda hoje, nos convidando a construir o melhor. Os sentimentos é como um oceano, né? E as emoções são as ondinhas. Emoções são passageiras. O sentimento é mais permanente, ele está conosco. Então, é este sentir melhor que Jesus nos convida a fazer quando nos traz o amor. O sentimento sublime é o amor. E aí nós temos Emanuel no livro Renúncia através do Chico Xavier, através da fala de de meu Deus, me deu branco agora. Aun, ao na prática do evangelho no lar, ela vai nos dizer que a mensagem de Jesus, os seus ensinamentos de amor precisam ser conhecido, meditado, sentido para ser vivido. Então, a gente não precisa só conhecer ou não deve só conhecer versículos evangélicos. Você o que que Jesus disse, o que ele semeou. Nós precisamos meditar esses ensinamentos. Quais são as lições ali contidas? Em o Evangelho Segundo o Espiritismo, Kardec nos ensina isso, a buscar o conteúdo moral da mensagem de Jesus, a interpretá-la com estas lentes da vida maior que o Espiritismo nos oferece, que consideram a reencarnação e com ela a justiça divina. E também nós precisamos sentir quantos de vocês aí que estão assistindo esse momento já tiveram a experiência de algum dia ao acordar e fazer a leitura de uma página do Evangelho? Se sentiram tocados pela mensagem profundamente. Outros dias leram o Evangelho e saíram assim, não sentiram da mesma forma. Quando nós nos conectamos ao ensinamento de Jesus, ele encontra morada em nossa intimidade. Sentir não é só se emocionar. Tá o Jones aí participando, né, Jones? Aprendi com ele. Sentir não é só se emocionar com a mensagem de Jesus, com os seus ensinamentos. é sentir que aquela mensagem diz algo para o nosso momento de vida, que aquela mensagem encontrou conexão com o nosso
e. Sentir não é só se emocionar com a mensagem de Jesus, com os seus ensinamentos. é sentir que aquela mensagem diz algo para o nosso momento de vida, que aquela mensagem encontrou conexão com o nosso ser. Quando assim é, nós nos modificamos, nós vivemos melhor. E aí estes sentimentos em nós vão sublimando, porque nós vamos aprendendo a amar, de tal forma que um dia conseguiremos amar. O amor que transcende, o amor ágape, não é? E aí um Evangelho Segundo Espiritismo, a gente vai ler que a essa tarefa não é tão difícil quanto parece ser, gente. Não exige o saber do mundo. Porém, podem desempenhá-la o ignorante como o sábio. Mas o espiritismo, o espiritismo nos facilita o desempenho porque ele nos faz compreender a causa das imperfeições da alma humana. Então é isso. Nós compreendemos que todos nós ainda somos imperfeitos, mas perfectíveis. Um dia atingiremos a perfeição, todos. E nesta caminhada de seres imperfeitos, nós nos depararemos com as imperfeições, com as dificuldades. E é nesse momento que nós vamos exercitar esse amor maior. Tem um livro de Emanuel que vai nos trazer um texto chamado Cortina do Eu, que vai dizer que quando a gente só ama alguém que é afinizado conosco, nós estamos amando a projeção de nós mesmos. Quando essa pessoa tem um uma fala que difere da nossa, uma opinião que é diferente da nossa, a gente já deixa de amar. Não era amor, era simplesmente, né, ver o espelho de nós no outro. Enquanto ele pensava como eu penso, tá tudo bem. A hora que fica diferente já não tá tudo bem. Isso não é o amor que Jesus ensinou. Esse amor maior é o amor que consegue amar aquele que pensa diferente de você, que age diferente de você. Então, a gente tem assim uma uma analogia, eu gosto sempre de trazer a imagem, mas hoje eu não trouxe, que é com relação ao ponto de vista. Às vezes a gente acha que para aceitar o ponto de vista do outro, eu tenho que negar o meu. Essa não é uma verdade. O ponto de vista de alguém é esse. O meu é esse. Certo? Para eu aceitar, conseguir compreender o ponto
cha que para aceitar o ponto de vista do outro, eu tenho que negar o meu. Essa não é uma verdade. O ponto de vista de alguém é esse. O meu é esse. Certo? Para eu aceitar, conseguir compreender o ponto de vista do outro, respeitar o seu livre arbítrio, como que eu preciso fazer? Eu preciso elevar o meu ponto de vista. Elevar. Quando eu faço isso, a luz que dele para humana consegue abarcá-lo. Então, para que eu possa ser mais empático, para que eu possa viver melhor, com compaixão, com serenidade, misericórdia, indulgência no cotidiano, eu preciso me elevar espiritualmente. Olha o trabalho constante dentro de nós. A doutrina espírita nos convida constantemente à autorresponsabilidade. Então, eu paro de culpar os outros e eu vejo o que me cabe para melhor viver nas relações que tenho. Certamente que então as minhas escolhas serão diferentes e com isso não estamos dizendo que nós precisamos aceitar tudo na nossa convivência. Pelo contrário, é este esta elevação de olhar que buscará os meios de vivermos melhor. E algumas vezes esse meio é até ser separados, não é mesmo? Mas não separados no amor. Entendem? A nossa proceder está sempre voltado a essa compreensão maior da vida. Algumas vezes realmente será necessária uma barreira nas relações, né? Porque a relação está sendo prejudicial, tóxica, e pode levar a consequências muito danosas, então não dá mais. Porém, os laços que nos unem, nesses nós ainda temos trabalho. Trabalho de ressignificação, trabalho de perdão que prossegue além dessa existência. Por isso, a família é a grande oportunidade de nós trabalharmos os sentimentos. Em sua vivência, queridos amigos, como é que tem sido essa vivência do amor? Leve ou desafiador? Ai, ai, ai. Vamos pra próxima. Este livro que também, né, é o livro. Ah, quero esse aqui primeiro. Desafida, desafios e soluções de Joana. de Angeles também, né? Este livro é muito rico, amigos. Ele vai falar para nós do amor como uma energia de sustentação para que a gente consiga fazer essa travessia. E ela vai dizer
soluções de Joana. de Angeles também, né? Este livro é muito rico, amigos. Ele vai falar para nós do amor como uma energia de sustentação para que a gente consiga fazer essa travessia. E ela vai dizer que o amor é uma força dinâmica que transforma o ser e o direciona à plenitude. Veja, amor estagnado, não é parado, não é passivo. O amor é movimento. Então, se nós desejamos amar, vai exigir movimento, ação no bem. Mais do que palavras, mais do que aparências, nós precisamos dar testemunhos, permitir que o amor se instale em nossa vida e crie hábitos, carácteres naqueles que vivem dentro do lar mais sustentadores, caracteres, não é? Então é isso, o amor sempre. Jana deângeles, neste outro livro que eu trouxe aqui, que é o autobrimento, em busca, né, uma uma busca interior, ela vai nos convidar a essa trajetória para dentro de nós, não é? E ela vai dizer assim no capítulo oito, que é o capítulo convivência e relações humanas, os conflitos nos relacionamentos familiares são oportunidade preciosa de autodescobrimento e de libertação dos condicionamentos negativos no passado. Então, estes mesmos conflitos nos ensinam algo. Se nós desejarmos aprender. E só mais um trechinho daquele livro que eu disse que eu gosto muito para vocês antes da gente finalizar, que é o livro Constelação Familiar. Deixa eu mostrar esse aqui, né? Constelação familiar. No capítulo CO, que também vai falar de conflitos, Joana de Angeles vai dizer que quando o amor é cultivado no solo de compreensão e do perdão, ele transforma a convivência em bênção redentora. E aí nós temos que ir lá paraa compreensão do que é o perdão, não é? E a doutrina espírita nos ensina o perdão verdadeiro, mostrando que ele é para dentro de nós, para que então se estabeleça a harmonização da convivência com o próximo. Mas ele começa dentro e vocês veem que sempre é um processo interior antes dele se exteriorizar nas relações. É isso mesmo, né? Então, queridos amigos, eu queria que a gente pudesse, ah, fechando, desculpa, encostei aqui, fechando esse momento da
é um processo interior antes dele se exteriorizar nas relações. É isso mesmo, né? Então, queridos amigos, eu queria que a gente pudesse, ah, fechando, desculpa, encostei aqui, fechando esse momento da nossa live, lembrar um dos momentos mais lindos, né, de que a gente tem no evangelho, em que Jesus ali na cruz olha para Maria e diz para Maria, referindo-se a João: "Eis aqui teu filho, e a entrega a João e à humanidade por mãe. Esse é o grande convite para que nós possamos nos ver enquanto família universal. Ali em o livro dos espíritos, nós vamos ler naquelas questões que buscamos na sequência delas, que alguns acreditam que a reencarnação ela fragiliza os laços existentes entre nós nessa realidade maior. Mas isso é errôneo. A reencarnação amplia estes laços. E a resposta dos espíritos ali nas questões, a partir da 203 em diante, vai dizer para nós que assim, entre aquele que trabalha conosco, né, no trabalho material, pode ter alguém com laços muito próximos no passado. junto à aquele com quem temos dificuldades lá na casa espírita, já podemos ter vivido como pai, mãe, filho, irmão no passado. Então, os laços se ampliam e o convite é para que nós olhemos ao nosso redor e possamos exercitar aquilo que buscamos exercitar com os nossos seres mais caros dentro do lar, agora no convívio em sociedade. Como você agiria com alguém se esse alguém você soubesse? Foi sua mãe no passado, foi seu pai no passado, lhe proporcionou a reencarnação. Certamente o seu proceder seria um tanto mais do que você faz hoje. Essa é a família universal em Deus, o convite para que nós possamos enxergar além e levar as nossos aprendizados da vida no seio familiar para na nossa convivência em sociedade. Aí pergunto para vocês, o que que você está construindo hoje na sua família? Que legado você está deixando entre os teus, no teu proceder? Como eles vão lembrar? de você, que memórias estão sendo construídas no dia a dia em casa. Se nesse nessa reflexão a nossa impressão é muito negativa, nós temos a oportunidade de
eus, no teu proceder? Como eles vão lembrar? de você, que memórias estão sendo construídas no dia a dia em casa. Se nesse nessa reflexão a nossa impressão é muito negativa, nós temos a oportunidade de reconduzir essa nossa convivência. Nós temos a possibilidade de fazer diferente a cada dia que se inicia. E não precisam coisas muito grandes, queridos amigos. Eu digo que se nós estamos conduzindo um veículo agora, pequenos movimentos no volante, mas pequenino mesmo, logo mais a direção será outra. Quem sabe ao invés de acordarmos e já ficarmos no celular, nos abastecendo de conteúdo externo muitas vezes que mina o nosso dia e nos convida à revolta à inquietude. Nós possamos começar o dia em maior introspecção, agradecendo a Deus por uma oração. Que nós possamos sentar em família, se assim nós tivermos junto dos nossos. E ao invés de já começarmos a elencar os compromissos que temos, as cobranças que muitas vezes estão mais presentes do que qualquer outra conversa em família, que nós possamos dialogar, construindo melhor, perguntando e se interessando um pelo outro, usando as palavrinhas mágicas, às vezes tão esquecidas dentro de casa. Bom dia, boa tarde, boa noite, com licença, por favor. Muito obrigada pelo café que está na mesa. As pequeninas coisas vão nos guiar para um proceder melhor e gentileza gera gentileza. Então, vale a pena, né? Eu gostaria de terminar com este livro e intitulado Família, Chico Xavier, espíritos diversos, né, da FEB editora. Nos primeiros capítulos, esse é o capítulo dois, Jesus em casa. E a gente vai ler assim: "O lar é o santuário em que a bondade de Deus te situa. Dentro dele, nos fios da consanguinidade, recebes o teu primeiro mandato do serviço cristão. É aí que te avistas com o adversário de ontem, convertido em parente próximo e que retomas o contato de afeições queridas. que o tempo não apagou. O mundo é a grande ribalta dos teus ideais e convicções, mas o lar é o espelho para os testemunhos da tua fé. Não ouvides, não te esqueças a
mas o contato de afeições queridas. que o tempo não apagou. O mundo é a grande ribalta dos teus ideais e convicções, mas o lar é o espelho para os testemunhos da tua fé. Não ouvides, não te esqueças a necessidade do Cristo no cenário de amor em que te refugias. Escolhe alguns minutos por semana. e reúne-te com os laços domésticos que te possam acompanhar no cultivo da lição de Jesus. Quanto seja possível na mesma noite e no mesmo horário, faz teu círculo íntimo de meditação e de estudo. Tá convidando o evangelho no lar. Depois da prece com que nos cabe agradecer o Senhor, o pão da alma, abre as páginas do Evangelho e lê em voz alta alguns dos trechos de verdade e consolo para o que receberás a inspiração dos amigos espirituais que te assistem. Não é necessária a leitura por mais de 10 minutos. Veja, tão pouquinho e tão significativo. Em seguida, na intimidade da palavra livre e sincera, todos os companheiros devem expor as suas dúvidas, seus temores e suas dificuldades sentimentais. É a hora de conversarmos à luz do evangelho, o que se passa em nossa intimidade. Eu tive uma semana muito difícil. Estou tendo dificuldades no trabalho. Eu aprendi algo tão bom nessa semana. É nesse momento do evangelho do lar em que nos aproximamos mais e mais junto de Jesus em família. Aí Chico continua, quer dizer, Emanuel aqui através do Chico, através da conversação edificante, emissários da esfera superior distribuirão ideias e forças em nome do Cristo, para que horizontes novos iluminem o espírito de cada um. Aprenderás que semelhante prática vale por visita de nossos corações ao eterno benfeitor, que nos tomará o esforço por trilho de acesso à sua divina luz, transformando-nos o culto da boa nova em fonte de bênçãos, dissolvendo em nosso campo de trabalho todas as sombras da discórdia e da ignorância, do desequilíbrio e da irritação. Último parágrafo. Dizeste amigo de Cristo, afirmas-te seguidor de Cristo e clamas com razão que o Cristo é o caminho redentor da terra. Mas não te
dia e da ignorância, do desequilíbrio e da irritação. Último parágrafo. Dizeste amigo de Cristo, afirmas-te seguidor de Cristo e clamas com razão que o Cristo é o caminho redentor da terra. Mas não te esqueças de lhe erigir assento constante à mesa do próprio lar, para que a luz do evangelho se te faça vida e alegria no coração. Fiquem todos com Deus, queridos amigos. Obrigada por cada contribuição nesse chat tão lindo. Nossa gratidão, Eline, que o Senhor da vida te ilumine, te inspire e que sejamos verdadeiramente aqueles que cooperam com ele, trabalhando esse afeto para que ele se espalhe sobre toda a terra. Paz e luz a ti, minha irmã. Nossa gratidão também a tantos amigos aqui conosco de todas as partes do Brasil. Sempre uma alegria saber que estamos na companhia de tantas almas queridas. Lembrando que todas as manhãs às 7 horas aqui nos encontramos na webcv no nosso momento de reflexão para começarmos o dia na luz da oração e todas as quartas-feiras às 21 horas com o nosso programa Somos Todos Imortais. Então, a sua companhia é sempre muito importante para nós. Lembrando também que precisamos estar em harmonia, em paz, para assim trabalharmos juntos na seara do Mestre para a construção do seu reino dentro de nós. Então, a todos os amigos aqui presentes nos dois planos da vida. Paz e luz a todos.
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