E a vida continua - com Rômulo César
Palestra - E a vida continua - com Rômulo César
Noite, meus irmãos e minhas irmãs. Sejam todos muito bem-vindos a essa casa. Nós também, além de agradecer a presença de cada um de vocês, nós também agradecemos os nossos parceiros virtuais que cá estão para poder amplificar a fala de nosso irmão Rômulo César na noite de hoje. E como fazemos de costume, vou pedir o esforço de cada qual que nós possamos fazer nossa prece de início. Por isso, os convido a elevar nosso pensamento um pouco mais alto na noite de hoje, trazendo para perto de nós os nossos espíritos guardiões, aqueles que com certeza nos trouxeram aqui para que sejamos capazes de reequilibrar nossas energias. através da escuta amiga do evangelho do Cristo, pelas palavras de nosso irmão palestrante. Obrigado, Senhor, por essa oportunidade de estarmos entre irmãos nessa mesma intenção de nos conhecermos um pouco melhor, de refletirmos acerca das verdades infinitas que vem de Teu Evangelho. Sejamos nós, por nossa vez, capazes de absorver em nossos corações essas mesmas verdades, para que sejamos na sequência compelidos a aplicarmos as tuas leis em nossas vidas de relação com os nossos irmãos do caminho. Abençoa, Senhor, nosso irmão Rômulo na noite de hoje para que ele possa encontrar o sentimento certo a espargir nesse salão na noite de hoje. Obrigado mais uma vez, Senhor, por estarmos aqui, por nossas vidas. Ser conosco hoje e sempre. Que assim seja. Muito bem. nosso irmão fará, irá falar, né, de tema muito afeito, não só a nós espíritas, mas com certeza também aquele que tem um olhar mais acurado dentro eh eh dos dizeres cristãos de Jesus, não é? Eh, e a vida continua. Essa é a temática. Portanto, com a palavra Rômulo César. Boa noite. Uma satisfação poder voltar à casa e ter a felicidade de podermos conversar um pouco sobre assunto que de alguma forma toca a todos nós. E por todas as existências que tivemos, nos parece que ainda não nos acostumamos com um dos fenômenos mais incríveis e obviamente que mais trazem dor a todos nós em algum momento. A morte.
todos nós. E por todas as existências que tivemos, nos parece que ainda não nos acostumamos com um dos fenômenos mais incríveis e obviamente que mais trazem dor a todos nós em algum momento. A morte. Mas quando usamos essa terminologia morte, a doutrina espírita de alguma forma nos transforma ou nos ajuda a pensar que aquela sensação de silêncio, que somente quem está passando pela dor profunda de quem perdeu alguém do convívio diário ou do convívio próximo físico, é capaz de saber do que se fala. Muitas das vezes nós observamos em um velório, por exemplo, as pessoas que estão ali, os familiares mais íntimos, mais próximos, eles nos observam de uma maneira que parece que estão perdidos, sem saber o que estão sentindo naquela hora, não sabem muito bem o que querem ouvir ou o que podem falar. E nesse sentido, esse silêncio que ecoa dentro de cada um, faz-nos de uma maneira muito especial perceber que a doutrina consoladora tem algo a dizer-lhes de maneira muito especial. Vai dizer-lhes assim a doutrina como um todo: A vida continua. A vida continua. Mas não se trata de uma consolação barata ou de uma consolação simplória. No final das contas, é exatamente o consolo evangelizado, o consolo que Jesus já prometia quando dizia: "Bem-aventurados os aflitos, pois serão consolados". Consolar não significa passar a mão na cabeça. Consolar não significa apenas chorar junto. Consolar significa esclarecer, trazer luz, trazer a ideia real do que se opera de uma verdadeira lei divina que traz-nos aqui hoje com esse nome, a vida sempre continua. Por certo, aquele que chora hoje a perda de um ente querido não vai se sentir firme, fortalecido e absolutamente forte quando descobrir as verdades que a doutrina lhes traz. Porque há uma confusão das mais incríveis. Aquele que no final das contas conhece as realidades espirituais, muitas pessoas acreditam que vai se tornar agora um robô, um autôm, não sente a dor da perda de alguém. triste engano. Porque no final das contas, se nós formos, geralmente quando
lidades espirituais, muitas pessoas acreditam que vai se tornar agora um robô, um autôm, não sente a dor da perda de alguém. triste engano. Porque no final das contas, se nós formos, geralmente quando vamos a um velório e chegamos no lugar e não vemos ninguém a chorar, ninguém a sentir saudade, ninguém a sentir profunda dor e desespero, é porque de fato estamos num velório de algum robô ou de parentes robotizados ou de parentes psiquicamente adoentados que acreditam que é exatamente na fortaleza de quem nada sente é que está a verdadeira sensação de consolo. Se formos a visitar o próprio evangelho, Jesus vendo aquela multidão, aquela turba que estava ali pronta para lhe entregar, estava ali, por mais que ele houvesse trabalhado e feito tanto por toda uma vida, em especial por 3 anos, quando as pessoas, na verdade, se entregavam às turbas dos fariseus, que não conseguiam entender a mensagem de amor de Jesus, Jesus, então, segundo o Evangelho de Lucas, chora. Chora não porque iria desencarnar, chora porque via as pessoas perdendo a oportunidade do aprendizado no amor. Então, se o próprio Jesus sente e chora, o que dizer de nós ainda que compreendemos tão pouco das leis imutáveis e eternas da vida, então sim, para nós que perdemos a experiência do convívio com alguém que amamos, vem-nos o próprio Jesus dizer: "Vinde a mim, vós que estais aflitos, e eu vos aliviarei. Não vou tirar a dor. Não vou amputar-lhes arrancando-lhes a dor de dentro. Vou aliviá-las. Estarei convosco nos momentos mais difíceis. E quando entendemos isso, então percebemos que no final das contas a doutrina espírita então vem nos consolar, dizendo-nos sim, a vida continua para quem vai e para quem fica. Nessa perspectiva, a mais bela ideia talvez venha do poeta Vittor Hugo, que soube nos narrar de maneira muito especial a experiência do desencarne ao dizer-nos que todos nós um dia adentramos em um barco e as pessoas permanecem ali na margem, observando como numa praia o barco que vai então ao horizonte. E esse barco vai e vai e vai.
desencarne ao dizer-nos que todos nós um dia adentramos em um barco e as pessoas permanecem ali na margem, observando como numa praia o barco que vai então ao horizonte. E esse barco vai e vai e vai. E quando chega então no horizonte, quando observamos aquele pontinho minúsculo, um barco gigante que estava ali à nossa frente, aquele pontinho desaparece. E quando ele desaparece, nós não mais o podemos enxergar, não mais conseguimos vislumbrar o que está ali. E então temos a impressão de que o barco sumiu, o barco afundou, o barco já não existe mais. Quando então o poeta nos esclarece com a sua sabedoria, o barco segue. O barco continua no oceano além e segue adiante até então chegar na outra margem, onde nós não conseguimos ver com os nossos olhos, mas alguém lá está a receber os passageiros desse barco. O poema encerra-nos nesse ponto em que Vitor Hugo diz que a jornada da vida, essa passagem também se assemelha a ida no barco. Mas meu avô, lá pelos idosos de 1991, quando ele estava prestes a desencarnar, me chamou certa vez numa proximidade aconchegante e acolhedora e disse-me de todo coração este mesmo poema. Mal sabia eu aquela época que pertencia a Vitor Hugo, mas depois de me contar, ele ainda me disse um complemento a essa ideia. Disse-me: "O vovô vai subir no barco, vai adentrar o oceano adentro e lá na frente, uma hora vocês não vão mais enxergar o vovô, mas vocês vão permanecer ali na praia e vocês terão duas alternativas. Ou vocês poderão permanecer na beira da praia, olhando para aquele barco para toda a vida, reclamando, chorando, praguejando contra Deus, porque o barco desapareceu? Ou vocês vão poder voltar para dentro do continente e cuidar dos seus trabalhos, cuidar dos seus estudos, educar os filhos que vocês ainda vão ter, dizendo para nós que éramos garotos. Vocês ainda vão poder trabalhar e fazer um mundo muito melhor do que o vovô está deixando aqui. E um dia vocês vão voltar à praia, não para ficar observando o barco, mas para subir no barco. E quando subirem no barco, o vovô
abalhar e fazer um mundo muito melhor do que o vovô está deixando aqui. E um dia vocês vão voltar à praia, não para ficar observando o barco, mas para subir no barco. E quando subirem no barco, o vovô torce para que haja uma multidão de pessoas na praia. Aqueles que vocês cuidaram, serviram, amaram da melhor maneira, que vão estar à beira da praia vendo o seu barco ir adiante e lá na frente, quando o barco sumir, o vovô vai estar te esperando também. Aquilo para mim mudou significativamente a forma de ver a morte, porque de alguma forma trata-se hoje apenas de um substantivo comum, morte, mas que não tem nenhum significado, porque no final das contas a morte, segundo o meu própriozinho, é, na verdade uma experiência de vida, é na verdade uma mudança, uma passagem, uma mudança de endereço para um outro ambiente aonde nós um dia também habitaremos em certo momento. De alguma forma não nos acostumamos com a ideia da perda, mas segundo o vovô e outros tantos que a doutrina espírita podem elencar inúmeros inúmeros, nós vamos, na verdade, falar sempre sobre vida. E a dor da chamada perda era verdade uma oportunidade, uma experiência que nós acabamos tendo de pensarmos em como vamos fazer depois daquilo. Joana de Angeles nos convida sempre a pensar que a dor abre prestas em nossa alma para uma luz que não estamos acostumados a receber. Basta pensarmos que quando vamos à festa e como é bom ir à festas agora no final do ano teremos oportunidades de confraternização, de estarmos com os amigos, de estarmos com a família celebrando o Natal e pensando: "Que momento prazeroso e gostoso esse daqui". Mas dificilmente voltamos destes ambientes com a sensação real de gratidão, aquela sensação poderosa de pensar como é bom estar com essas pessoas e como quero daqui paraa frente vivê-las, experienciá-las. tocá-las com mais amor. Geralmente e infelizmente nós nos lembramos desse sentimento quando voltamos de um velório, quando sabemos que alguém que muito amamos está doente e recebeu um profundo e duro
tocá-las com mais amor. Geralmente e infelizmente nós nos lembramos desse sentimento quando voltamos de um velório, quando sabemos que alguém que muito amamos está doente e recebeu um profundo e duro diagnóstico. Muitas vezes é no momento da dor que nós abrimos as fras de Ângeles nos faz fundamentais para recebermos essa luminosidade. Por isso, poderemos hoje pensar que esse consolo que a doutrina nos oferta nos convida quando dermos um abraço e desejarmos um feliz Natal a alguém ao final do ano, que o façamos com todo o carinho, que possamos fazer, como uma certa vez, até mesmo aqui nesse salão, comentei que meu pai me ensinou isso numa ocasião muito especial. Agora não mais meu avô, mas meu pai quando estava prestes a desencarnar, ao comentar comigo que o tratamento que vinha fazendo contra um câncer muito cerrado, muito duro, estava ali tirando as percepções do tato, do paladar, do olfato. Mas uma certa vez ele me disse aquilo que marcou profundamente minha vida ao dizer-me: "Essa quimioterapia não permite que eu sinta o calorzinho da cabeça dos seus filhos, dos meus netos". Aquilo mexeu comigo profundamente porque de alguma forma eu gostava de brincar. Até hoje pego meus filhos, converso, abraço, aperto de alguma maneira. Mas eu não sabia o gosto, o tato do calorzinho da cabeça deles. Nunca havia parado para pensar nisso. Ao despedir-me de meu pai naquela noite, fui para casa, arrumei-o, então, deitei, fui para casa encontrar com meus filhos. Quando cheguei lá, brincamos um pouquinho, rimos um pouco e minha esposa então disse-lhes: "Agora é hora de dormir. Antes que eles fossem, peguei os dois pequenininhos à época, coloquei eles no meu colo, esfreguei-hes a cabeça com toda a intensidade. E então o mais velho ainda perguntou-me: "Papai, estás louco?" E eu disse: "Tô absolutamente louco, pois naquela noite eu senti algo que para mim fez todo sentido, o calor dos meus filhos. Desde então, todas as noites, se chegava da faculdade mais tarde e eles estavam a dormir, eu ia até o tornozelo deles para
a noite eu senti algo que para mim fez todo sentido, o calor dos meus filhos. Desde então, todas as noites, se chegava da faculdade mais tarde e eles estavam a dormir, eu ia até o tornozelo deles para não lhes acordar. Segurava por alguns instantes, sentia-lhe aquele calor, aquela coisa boa e então ia dormir. Nós muitas vezes somos frios no dia a dia, esquecemo-nos de tocar as pessoas, esquecemo-nos de olhar para elas. E de repente um dia, infelizmente, quando essa pessoa sobe no barco e se vai, olhamos para dentro e dizemos: "Por que não aproveitei mais? Porque não olhei mais?" É quando vamos então a Lia Lupt, escritora de nosso tempo, a dizer-nos que a vida ela é, na verdade, uma grande aula da qual todos participamos, mas é a morte que nos lembra que estamos numa sala de aula. E aqueles que se vão antes de nós, se estamos todos dentro de uma sala de aula verdadeiramente, porque obviamente aquele que aprovado é, aquele que conclui o seu curso, que forma-se, não deve ir embora. Nós queremos que permaneçam. E isso eu aprendi também em sala de aula. Havia alunos que eu amava profundamente, como eram bons, como eu gostaria de permanecer na presença deles para todo sempre. Me ajudavam em sala de aula, eu lhes dava ensinamentos e eles me davam seus ensinamentos. E aquilo era espetacular, era uma troca, uma permuta maravilhosa de amor à docência. Mas quando chegava ao final do ano, eles que geralmente tiravam 10 em todas as disciplinas, eram aprovados e iam para o ano seguinte. E eu não mais ia vê-los todos os dias. Ah, que vontade de reprová-los para que eles ficassem comigo. Mas que egoísmo meu seria mantê-los para sempre comigo naquela hora. Da mesma forma e assim boas analogias feitas, se essa existência que estamos vivendo hoje era verdade uma prisão para o espírito, pois de forma livre, como espíritos despidos desse corpo, assim estamos. E ao adentrarmos nessa experiência, estamos sim de alguma forma aprisionados nesse corpo tão limitado, tão cheio de insignificâncias e durezas.
vre, como espíritos despidos desse corpo, assim estamos. E ao adentrarmos nessa experiência, estamos sim de alguma forma aprisionados nesse corpo tão limitado, tão cheio de insignificâncias e durezas. Quando aquele espírito conclui a tarefa e vai-se embora para a liberdade, não mais para a prisão, eu não posso mantê-lo preso por mais tempo. Eu não posso querer que esse espírito permaneça arraigado a esse corpo, limitado por toda a experiência e existência terrena, uma vez que cumprida está a sua tarefa, cumprida está a sua pena expiatória, é hora de retornar. Esses conceitos de alguma forma quando batem a nossa porta parecem nos chocar a primeiro instante, mas depois de um certo tempo, amadurecendo esse conceito, nós começamos então a perceber a grandeza de cada um deles. Começamos a entender que Cêneca, numa das suas mais brilhantes obras, um livrinho fininho que tanto vale a pena ser lido sobre a brevidade da vida. CEA nos convida a pensarmos, no final das contas que nós deixamos sempre para depois a experiência de viver. Quando nascemos, dizem-nos: "Vai ser feliz logo que começar a amamentar". Depois dizem-nos que vamos ser felizes quando começarmos a comer papinha. Depois vamos ser felizes quando começarmos a estudar, a andar, irmos para a escola. Depois dizem-nos que vamos ser felizes quando entrarmos na faculdade, depois quando entrarmos num estágio. Ah, mas felicidade mesmo será quando você tiver um emprego. Ah, mas felicidade mesmo vai ser quando você se aposentar. Você vai aproveitar e curtir a vida. E de repente, quando chegamos no final da existência, ainda verá alguém a dizer-nos: "Calma, a felicidade será no reino eterno de glória quando você desencarnar". Nunca chega, nunca se apresenta a oportunidade de sermos felizes no momento em que estamos, de vivermos a experiência que estamos realizando, a ponto de imaginarmos que as dores pelas quais passamos também fazem parte de um processo educativo. Basta ver aqueles que enfrentam as doenças e os dabores da existência, como
ue estamos realizando, a ponto de imaginarmos que as dores pelas quais passamos também fazem parte de um processo educativo. Basta ver aqueles que enfrentam as doenças e os dabores da existência, como nós nos apegamos às pessoas que estão mais doentes. Vamos aos hospitais e vemos pessoas que lá estão com a mãe, visitando um pai, encontrando um irmão. E quando perguntamos a essas pessoas como estão as coisas, as pessoas dizem: "Ah, tá tudo bem, um pouco corrido. Eu deixei o meu trabalho para vir aqui visitar minha mãe. Quando então tive a oportunidade de perguntar: "E se essa mãe não estivesse aqui doente agora?" Ixe, a gente ficava era 4, ces sem ver. De alguma forma, a dor nos aproxima. A dor faz com que nós comecemos a entender que não estamos aqui a passeio. Não viemos aqui simplesmente para uma passagem, mas viemos aqui também para nos aproximarmos das pessoas. E no final das contas, se começarmos a avaliar sempre essas separações momentâneas pelas quais passamos, elas sim nos trazem esse convite, mas fazem-nos lembrar de algo ainda mais especial, que o próprio poeta Vittor Hugo soube eternizar, mostrando-nos que, no final das contas, triste, frase de poeta Vitor Hugo, triste não é quando alguém morre. Triste é quando alguém morre estando vivo. Triste é quando alguém morre estando vivo, quando alguma coisa dentro de nós desaparece por completo. Quando alguma coisa dentro de nós se desfaz de tal forma que nós não conseguimos andar. Por isso Jesus, não sem outra razão, dizia aqueles que muito sofriam, levanta-te. e anda. Levanta-te e anda. É um renascimento de esperança dentre as mais duras provas que vamos enfrentar. Então, se de alguma forma hoje, talvez o episódio ou a experiência de morte seja aquela que nos cause mais profunda dor, Jesus há de nos dizer: "Levanta-te e anda". São tantas as experiências que nós passamos que, se pudermos pensar, a nossa vida talvez seja semelhante a uma folha de papel. Uma folha de papel quando nascemos, ela é assim, branquinha, nesta existência,
antas as experiências que nós passamos que, se pudermos pensar, a nossa vida talvez seja semelhante a uma folha de papel. Uma folha de papel quando nascemos, ela é assim, branquinha, nesta existência, sem nenhuma experiência ainda gravada aqui. E geralmente quando temos uma vida desse formato, ela é uma vida que ainda é um tanto barulhenta, pouco madura, pouco experiente, mas à medida que nós vamos passando pelas experiências da vida, elas vão de alguma forma nos testando, vão nos amassando, vão apertando-nos de tal maneira. Muitas das vezes passamos por experiências dolorosas, profundas, que nos amassam a ponto de nós não sabermos como vamos fazer para sair daqui. Chegamos muitas das vezes a duvidar de nossa própria experiência, chegamos a duvidar de Deus. Chegamos a questionar se somos mesmos capazes de carregar algo tão profundo e tão dolorido. Mas aos poucos, quando começamos de alguma forma a seguir, com um pouco mais de conhecimento, com um pouco mais de consolo, aos poucos nós vamos voltando, retomando a nossa caminhada. E quando de alguma forma voltamos a querer viver, a reacender um tanto de esperança, somos agora com essa nova folha, a mesma folha, mas agora de alguma forma cheia de marcas, cheias de cicatrizes, cheias de experiências. Mas aquela figura de outrora barulhenta, incerta, insegura, que reclamava ela agora é de um silêncio profundo. O silêncio da maturidade, o silêncio da compreensão, o silêncio daquele que sabe chorar, mas que sabe também compreender. Porque no final das contas, se pudermos lembrar hoje e pensarmos como vou fazer para compreender verdadeiramente que a vida continua, a vida segue, independente daquele que se foi, independente das dores que eu enfrento agora, talvez nós pudéssemos resumir em três pequenos verbos, três pequenos atos. O primeiro deles, sentir verdadeiramente sentir. E quando digo sentir é dar a a vazão aos seus próprios sentimentos e observar-se. Saber que no final das contas, como diz Carl Gustavo Jung, nós não vamos
rimeiro deles, sentir verdadeiramente sentir. E quando digo sentir é dar a a vazão aos seus próprios sentimentos e observar-se. Saber que no final das contas, como diz Carl Gustavo Jung, nós não vamos conhecer a a luminosidade, não é imaginando cenas de luz, mas compreendendo a própria escuridão que temos dentro de nós. Se sentirmos de verdade, conseguiremos assim, de fato, nomear: "Hoje eu estou triste, hoje eu estou alegre, hoje eu estou insatisfeito, sem nenhuma vergonha, sem nenhum receio." Porque triste, como disse, é vermos pessoas acreditarem: "Bom, mas você sabe tanto sobre a doutrina espírita porque está aí a chorar. devia era, na verdade compreender que Deus está lhe mandando essa prova. Seria mais ou menos como eu tocar o dedo numa agulha, por exemplo, ou num espinho e dizer: "Eu compreendo a dor, então vou ficar aqui com essa dor sofrendo porque eu a entendo." A nossa primeira reação é tirar o dedo, é não querer passar por aquilo, mas compreender que aquela dor pode ter sido necessária. Foi-me, na verdade, uma oportunidade de aprendizado. Então, sentir as próprias experiências e dar nomes a elas, isso vai nos fazer bem. O segundo passo, acolher o auxílio tanto divino quanto o auxílio das pessoas. Quantas vezes queremos ser fortes demais? E posso lhes dizer de todo o meu coração, quando meu paizinho desencarnou em 2017, eu tomei uma decisão muito profunda. Eu iria cuidar de toda a minha família, eu iria cuidar de meus irmãos. Eu não iria deixar ninguém sem um consolo, sem uma palavra de fortaleza, de tudo que aprendi nos meses que meu pai lutou contra o câncer. Eu imaginei, agora eu vou transformar isso em algo transcendente. Eu vou fazer com que isso seja de alguma forma reformulado e vou contar as pessoas. E então meu pai desencarnou numa quarta-feira. Na quarta-feira nós então velamos e o sepultamos às 18 horas. 19:30 estava eu dentro de sala de aula, trabalhando, dando aula, falando para os meus alunos, falando para meus irmãos, no dia inteiro consolando as pessoas, não deixando que
o sepultamos às 18 horas. 19:30 estava eu dentro de sala de aula, trabalhando, dando aula, falando para os meus alunos, falando para meus irmãos, no dia inteiro consolando as pessoas, não deixando que elas se entregassem ao desconsolo e ao choro. Nunca terminei um ano mais cansado do que o ano de 2017, porque de alguma forma não me permiti ser consolado, ser ajudado. Eu era a fortaleza nua e crua. Eu é queria consolar e entregar aquilo às pessoas e não permiti que elas me dessem também aquilo que eu tanto precisava. Rômulo, vamos tomar um passe? Não, eu que quero dar um passe em alguém que precisa. Vamos tomar uma água fluidificada? Não, eu que vou fluidificar a água para alguém tomar também. me achei capaz, pronto, e não permiti que as pessoas também fizessem aquilo que faz parte de um processo natural em todo luto, não só da perda de pessoas, mas também no luto, quando temos uma dificuldade, perdemos um emprego, sofremos por uma mudança repentina de alguma coisa que transformou-se e não temos mais. dar as pessoas a oportunidade delas nos ofertarem o seu melhor. Quando alguém chegava na casa de meu paizinho e dizia para ele: "Calma, Júnior, você vai ficar bem". A pessoa ia embora e meu pai olhava para mim e falava: "Será que essa pessoa acredita mesmo nisso? Eu que estou cada vez mais doente?" E eu então disse para meu pai: "Pai, é isso que eles têm para te ofertar agora. Eles querem que isso seja verdadeiro, mas aceite pelo menos a palavra de bom ânimo que eles vêm lhe trazer. Eles não estão aqui brincando, querem te fazer um bem, mas não sabem o que dizer, não sabem como fazer. Então eles vão lhe dizer: "Força, você vai ficar bom". E eu tenho cá com meus botões que meu pai, depois dos meses que enfrentou aquela doença, quando desencarnou, ficou bom. Não apenas no sentido físico, porque já não havia mais a doença o acompanhando em espírito, mas ficou bom no sentido de ter tantos aprendizados acumulados num intervalo tão curto de existência. dessa forma e pensando assim, quando
porque já não havia mais a doença o acompanhando em espírito, mas ficou bom no sentido de ter tantos aprendizados acumulados num intervalo tão curto de existência. dessa forma e pensando assim, quando temos então a oportunidade de sentirmos e permitirmos ser acolhidos, vamos para o terceiro e último elemento que há de nos fazer sentir o verdadeiro consolo que não só a doutrina, mas que Jesus nos oferta. O terceiro ato vai ser, na verdade, ocuparmos nossas mãos em servir. Servir da maneira que nós nos for possível. Aquele pai que volta para casa após, por exemplo, a perda de um filho muito amado e que se dispõe a consolar e a cuidar de alguém, a fazer o almoço no outro dia, mesmo sabendo de que não será como antes, mais aquela pessoa que se propõe a continuar participando de uma assistência ou um trabalho assistencial para ocupar a sua mente de alguma maneira especial e não permitir que a tristeza e a depressão lhe tomem por todo conta, são as pessoas que estão prontas a servir. Não à toa e me permitam ler um pequeno trechinho de uma mensagem belíssima de Emanuel, que nos convida a pensar no seu último parágrafo do livro Na era do espírito. Diz-nos assim, Emanuel: "Chora quando não possas evitar o pranto que te derrama da alma. No entanto, converte quanto possível as próprias lágrimas em bênçãos de trabalho e preces de esperança. Porquanto eles todos te ouvem e coração na vida superior, sequiosos de se reunirem contigo para o reencontro no trabalho do próprio aperfeiçoamento, à procura do amor sem a Deus. Emanuel nos diz por fim que o grande trabalho para que possamos sentir a verdadeira consolação, claro que não é simplesmente sair da dor e já partir para uma atividade para ocupar-nos. Naquela hora, nós não estamos, muitas vezes, como disse, aqueles que estão no velório estão perdidos, precisam de um tanto de amparo. Por isso, dar vazão aos seus próprios sentimentos, chorar quando sentir vontade, pedir amparo quando sentir vontade. Vale-nos a lembrança belíssima da
o estão perdidos, precisam de um tanto de amparo. Por isso, dar vazão aos seus próprios sentimentos, chorar quando sentir vontade, pedir amparo quando sentir vontade. Vale-nos a lembrança belíssima da mãezinha que procurou o Chico Xavier quando seu filho havia desencarnado vítima de um acidente gravíssimo. Ao adentrar naquela casa, Chico Xavier a recebeu e ela, então, desesperada, contando-lhe que o filho havia desencarnado vítima de um acidente, o abraça e chora, chora e chora copiosamente. E Chico Xavier naquela situação, o grande Chico Xavier que tanto sabia, tanto podia acalmar, tanto podia esclarecer, tanto podia consolar aquela mãe, trazendo-lhe luz e clareza sobre tudo o que ela enfrentava, chora junto, chora com essa mãe abraçada a ela, ternamente lhe sentindo cada uma das fibras do coração tão doído que estava, e a abraça. E quando então aquele choro é acalmado aos poucos, depois de vários minutos, ela então olha e diz: "Chico, fala-me alguma coisa". E Chico, em sua humildade, sem ter nada de si mesmo a entregar, senão o seu afeto, o seu carinho naquela hora. Diz então a mãezinha: "Mãe, o benfeitor Emanuel, que bondosamente nos observa nessa hora, ele sim nos diz que quando este menino, sabendo da necessidade, da necessidade real, da experiência pela qual agora passou, a senhora que tanto ama, tanto cuida por várias existências, disse-lhes no mundo espiritual, ainda na programação desse rapaz, ele não vai passar por isso sozinha, eu vou estar com você porque lhe amo até o fim dos tempos. E quando então ela sabe e escuta aquilo de alguma forma a clareza, a lucidez, o consolo lhe toma por completo. E ela então chora mais um tanto. Mas agora chora não mais a sensação de desespero e desconsolo, mas chora porque a luz lhe tomou conta e agora ela sabe porque ama, ela sabe porque sente. Este é o grande convite para todos nós pensarmos numa noite como essa. O que estou fazendo? Como estou fazendo? E o principal por estou fazendo. Porque se a vida segue após cada um dos
e porque sente. Este é o grande convite para todos nós pensarmos numa noite como essa. O que estou fazendo? Como estou fazendo? E o principal por estou fazendo. Porque se a vida segue após cada um dos embaraços e dificuldades, quando eles batem a nossa porta, se não temos um porquê consolidado, dificilmente continuaremos a fazer. O aluno que é reprovado, se ele não guarda consigo a ideia real de que eu estudo, vai lhe trazer novas perspectivas. Se aquele que perde uma pessoa que muito ama e não consegue vislumbrar essa possibilidade de vida, ele vai se entregar também, porque ele não tem um porquê fazer. Nessa hora, nós vamos então a obras magnânimas como o nosso lar, das mais simples e das mais singelas. André Luiz aprendeu a obra inteira, literalmente tomando tapas na cara em seu egoísmo, em sua vaidade, em seu orgulho. Mas ao final da obra, quando ele então tem a oportunidade de descobrir que a sua família havia recebido um novo representante, ele após desencarnar, a sua ex-esposa, então casa-se novamente e aquele esposo que lá estava, no primeiro instante, tomando-lhe o lugar, porque aquele era o lugar dele para toda a vida, estava adoentado e cada vez mais doente. E André Luiz, então, em um momento de lucidez genuína, pede ajuda aos seus amigos benfeitores para auxiliar aquela criatura. Naquela hora, André Luiz descobre não o que sentia, não o como fazer, porque ele já estava aprendendo isso, mas agora ele descobre o porquê fazer. Eu preciso amar o meu irmão. Eu preciso servir. E nessa hora, percebam, ele dá nome aos seus próprios sentimentos. Reconhece então o orgulho, a vaidade, tudo aquilo que carregava consigo. Ele se permite ajudar. recebe o amparo de Narcisa e outros tantos que estão ali a lhe acolher e permite-se, não com vaidade, mas com amor e com ternura, receber o amparo. E por fim, serve com amor. Toca aquele irmão que antes era uma espécie de adversário, agora como um verdadeiro irmão que todos nós somos. Nesse instante, quando começamos a vislumbrar obras como nosso lar, Amor
serve com amor. Toca aquele irmão que antes era uma espécie de adversário, agora como um verdadeiro irmão que todos nós somos. Nesse instante, quando começamos a vislumbrar obras como nosso lar, Amor além da vida, outro filme belíssimo que nos traz a ideia de que quando propom-nos a servir no mundo espiritual ou aqui encontramos então um motivo para podermos viver. Se formos hoje embora pensando, vou me encontrar amanhã, por exemplo, com o meu chefe que dá muito trabalho, só me dá canseira. Vou encontrar meu filho adolescente que hoje vai me testar de alguma forma e vai me fazer perder a paciência. Eu posso até perder a paciência. Eu posso me exasperar com o chefe amanhã. Posso me irritar com quem buzina no trânsito para mim de alguma forma. Mas se eu começar a perguntar por eu estou com essa pessoa? Por que eu estou aqui hoje falando com cada um de vocês? Porque eu saí da minha casa podendo fazer infinitas coisas e tenho certeza que todos aqui tinham milhões de coisas para fazer. Quando nós começarmos a perguntar por quê, vamos começar a perceber a grandeza e que o saber divino nos consola desde já, porque não nos coloca em lugar nenhum sem que precisássemos estar com as pessoas que precisamos estar. Porque quando nós as deixarmos, que a vida seguir de alguma forma, vamos nos lembrar novamente do pequeno Chico Xavier. O que você faria, Chico, se soubesse que hoje era o seu último dia de vida? Diz-nos, Chico Xavier. Eu penso que iria regar as minhas rosezeiras. Alguém olharia e diria: "Mas Chico, você pode ir lá abraçar as pessoas que você ama? Você pode levar uma palavra de consolo a quem precisa? Você pode ter um último instante com as pessoas que você ama. Provavelmente no coração de Chico Xavier, ele vai dizer: "Eu já fiz isso ontem, hoje, antes de ontem, a vida inteira. Eu fiz como Teresa de Calcutá, que diz que nós não podemos passar pela vida de alguém sem deixar-lhes um pouco do perfume da flor que nós carregamos. que seja um pouco da experiência real de
inteira. Eu fiz como Teresa de Calcutá, que diz que nós não podemos passar pela vida de alguém sem deixar-lhes um pouco do perfume da flor que nós carregamos. que seja um pouco da experiência real de amarmos e ao menos fazermos uma oração à distância por quem ali está. Eu concluo esse momento dizendo-lhes que aprendi muito disso com meus maiores professores. Tenho dois professores que são para mim considerados nessa existência o que de melhor pode haver. Artur, 13 anos. Luciana 11 anos. Meu casalzinho de filhos. Quantas vezes chego em casa, então, e olho meu filho ali brincando, às vezes esparramando coisas com a casa uma bagunça, como muitas das vezes, quem sabe tem filhos sabe que assim o são. E eu já chegava dizendo: "Boa noite, arrume seu quarto, faça aquilo, arrume tal coisa, entregue isso". E ele dizia: "Pai, mas calma, já vou. É tudo tão sério com o senhor". Aquela frase me fez pensar muito naqueles anos em que ele me disse aquilo, porque no final das contas, sim, ele há de aprender a cuidar e organizar as coisas, mas algo muito maior que preciso lhe ofertar é afeto. É servir junto com ele. É talvez abraçá-lo e dizer-lhe: "Meu filho, estou adorando vir aqui à noite e estar contigo nessa noite. Agora vamos arrumar as coisas que estão bagunçadas. Vamos cuidar. E obviamente no dia em que eventualmente nós nos separarmos, ele ou formos no barco, primeiramente nós dois, aquele que permanecer, há de estar ali sim na praia, observando o outro ir. Mas nós de alguma forma já entendemos que a felicidade maior vai ser voltar para o continente, ofertar o nosso melhor e servir como um poema que agora deixo aqui para todos, que um grande amigo me entregou um certo dia e que ele, obviamente hoje, não podendo mais escrever, pois já pegou o barco, mas me disse uma certa vez com muito carinho e eu deixo a todos esse mesmo recado. Não há morte, há mudança. Não há fim, a travessia. Não há perda, a reencontro marcado na agenda silenciosa de Deus. Os que amamos caminham adiante, como
o carinho e eu deixo a todos esse mesmo recado. Não há morte, há mudança. Não há fim, a travessia. Não há perda, a reencontro marcado na agenda silenciosa de Deus. Os que amamos caminham adiante, como viajantes que pegam o trem mais cedo e acenam da janela sorrindo. Chegue no seu tempo, cresça, ame, sirva e eu estarei te esperando. E enquanto esse dia não chega, seguimos com as marcas, com a saudade, com o perfume das memórias, com a força que eles deixaram em nós. Porque cada passo nosso aqui, eles sentem aí. E cada vitória nossa é também vitória deles. Por isso, hoje e sempre, com lágrimas mansas, com a fé tranquila, com o coração firmado em Jesus, podemos dizer: "A vida continua e o amor nunca acaba". Até logo, meus amores. Até logo a cada um de nós. Que possamos voltar aos nossos amores, dar-lhes vida, vida plena. E assim eu posso dizer no fundo de meu coração, se me for dada a oportunidade, a felicidade de mais uma vez pensando no por estou aqui, gostaria muito de repetir. Então, como encerrado esse poema por esse meu amigo, eu digo a todos os presentes, até logo, meus amores, até logo. Muito obrigado. Agradecemos muitíssimo as palavras de nosso irmão Rômulo, não só pelo sentimento que nos fez fluir, mas também pelas reflexões na noite de hoje, ao tempo em que já estamos na expectativa, Rômulo, do seu retorno. Não tendo meus irmãos, minhas irmãs, eh estamos no mês de dezembro e vocês sabem que de prae o lar de Jesus nessa ocasião tem uma forma toda diferente de comemorarmos juntos o Natal. Nós estamos no ano 2025 ainda com a campanha Natal com Jesus, a qual, né, todos nós, eh, nessa comunidade que nós escolhemos frequentar, auxiliamos da forma que podemos a aqueles outros espíritos encarnados, desencarnados com pão material e com um pão espiritual. Portanto, o campo de ajuda é realmente largo. Eh, nessa ocasião do ano, no que diz respeito à parte material, vocês sabem, o lar de Jesus já começou a arrecadar os alimentos que comporão as cestas de alimentos a serem entregues eh
ealmente largo. Eh, nessa ocasião do ano, no que diz respeito à parte material, vocês sabem, o lar de Jesus já começou a arrecadar os alimentos que comporão as cestas de alimentos a serem entregues eh se a memória não me trai, eh, pelo dia 20 desse mês, não é? E daí, obviamente, eu quero chamar a vocês, de acordo, obviamente, com a a capacidade de cada qual, que possamos então ombrear o lar de Jesus dentro dessa campanha tão bonita, eh, se não materialmente, do outro lado, espiritualmente, vibrando em torno da campanha e quem sabe no dia da entrega, vindo todos aqui, eh, em uma caravana de luz para poderos entregar aquilo que temos de melhor em nosso coração, nem que seja uma palavra amiga, uma palavra de consolo, uma prece sentida à aqueles irmãos cadastrados conosco e que necessitam tanto, assim como nós mesmos, não é? eh eh dessa dessa paz, dessa luz vinda do Cristo e que pode sim ser sim, meus irmãos, intercedida também por nós outros. Nós então passamos à última fase dos trabalhos da noite de hoje. E para tanto, nós faremos a prece de encerramento e na sequência à minha direita, os nossos irmãos médiuns, em condições de trabalho possamos nos preparar pro passe magnético. Vou pedir paraa nossa irmã Dagmar para fazer a prece de encerramento. Vamos fechar os nossos olhos neste momento, levar o nosso pensamento ao nosso mestre Jesus. esse mestre tão bondoso, tão amoroso, que ele desça a sua luz sobre cada um de nós. Muito obrigada, Senhor, por essa palestra tão maravilhosa, tão esclarecedora, que possamos cada um de nós levar-nos conosco essa certeza de que vivos estaremos um dia no mundo espiritual. Muito obrigada, Senhor, por cada um que aqui esteve, encarnados e desencarnados. Que eles possam levar para suas casas essa certeza, este amor. Muito obrigado pelos mentores espirituais desta casa. Muito obrigado pelos trabalhadores. Que possamos trazer essa luz para dentro dos nossos corações e ter a certeza que um dia cada um de nós nos encontraremos. Obrigada, Senhor. Que assim seja.
ta casa. Muito obrigado pelos trabalhadores. Que possamos trazer essa luz para dentro dos nossos corações e ter a certeza que um dia cada um de nós nos encontraremos. Obrigada, Senhor. Que assim seja.
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