DOENÇAS DA ALMA - Regina Borges [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 11/01/2026 (há 2 meses) 1:10:01 1,301 visualizações

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Transcrição

Casa que aprendi toda a beleza [música] de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, Senhor. Mesmo tão [música] longe de atingir a perfeição, [música] aqui eu entendi [música] qual o valor dessa missão. [música] Foi nessa casa que [música] aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, [música] buscando a ti. Obrigado a comunhão espírita de Brasília. >> Boa noite a todos. Sejam todos bem-vindos à comunhão espírita de Brasília, aqui presencialmente no auditório Bezerra de Menezes nessa noite de sábado, dia 10 de janeiro de 2026, às 19 horas, damos início a mais uma palestra pública da comunhão espírita com a nossa irmã Regina Borges e Dani Espólio. Temos poesia hoje. Já perguntei aqui para ela, que eu gosto muito das poesias dela. Ela vai nos trazer o tema, a reflexão da doutrina espírita, doenças da alma. Vamos fazer uma breve leitura de harmonização que nós escolhemos aqui, eu e ela, e desse livro Recados de Anacleto, ditado pelo espírito Anacleto, psicografado pela nossa médium Hilda Alonso. É um livro que pode ser usado no Evangelho, pode ser usado no dia a dia. São mensagens que chegam para nós esclarecendo, acolhendo e consolando que o espírito Anacleto passou pela nossa querida Iuda Alonso. É um livro publicado pela editora da comunhão espírita de Brasília. Nós temos ele aqui na nossa livraria. E o recado que Anacleto nos dá hoje é: Os contratempos servem para te testar a fé. Começa com a passagem que está no Evangelho Segundo Espiritismo, no capítulo 19, item 2. A fé robusta dá a perseverança, a energia dos recursos que fazem que fazem se vençam os obstáculos, assim nas pequenas coisas que nas grandes também. Na hora do sofrimento e da dor é que se prova da verdadeira fé. Quando a fé raciocinada, ela não se deixa vencer pelo sofrimento. Aproveitai, pois a hora da angústia, dos contratempos, da doença, da dor, enfim, para verificar se o vosso fervor não é vacilante, se acreditais realmente que Deus existe e está ao vosso lado em tudo o que vos cerca,

a hora da angústia, dos contratempos, da doença, da dor, enfim, para verificar se o vosso fervor não é vacilante, se acreditais realmente que Deus existe e está ao vosso lado em tudo o que vos cerca, pronto a oferecer-vos todo tipo de ajuda. são situações comuns obrigatórias na vida terrena, mas se a fé vos ilumina o entendimento, passareis por eles seguros e decididos, porque tereis a proteção total que emana dos planos superiores, que redobrará as vossas forças e vos fará sentir acima das maiores alturas das vossas dificuldades. Nós estaremos convosco. Escutai as vossas vozes, as nossas vozes. Bem, lá no fundo da vossa consciência, estaremos vos intuição necessária, para que a atitude acertada, o alívio para o cansaço da jornada dura e do consolo para o vosso coração desalentado. pois como bons trabalhadores, que a qualquer hora que tenham sido chamados, dão sempre o melhor de si, sem esperar remuneração pelo prazer do serviço e pelo amor ao trabalho. Que Deus vos acrescente as forças e revigore o Espírito com essa mensagem de encorajamento, de esclarecimento, de consolo e de acolhimento, que possamos nos preparar para a palestra, fazendo a nossa prece inicial. Convido a todos que se sentirem mais confortáveis, possam fechar os seus olhos que estão aqui e nos ouvem através dos nossos canais. dizendo: "Pai amado, mestre Jesus, queridos amigos espirituais, trabalhadores desta hora, que preparam esse ambiente, harmonizam esse auditório Bezerra de Menezes, que leva o nome do nosso diretor espiritual, Dr. Bezerra de Menezes, que incansavelmente trabalhou pelo próximo, incansavelmente levou o teu evangelho, ó Mestre, e que agora no plano espiritual coordena essa casa, prepara esse ambiente. Assim, Mestre Jesus, nos colocamos à disposição para essa palestra pública de hoje, que a nossa irmã Regina Borges possam receber as inspirações do alto, levando o teu evangelho à luz da doutrina espírita, dando graças a Deus e graças a Jesus. Só mais um aviso. Eu peço que todos verifiquem os celulares para que se

possam receber as inspirações do alto, levando o teu evangelho à luz da doutrina espírita, dando graças a Deus e graças a Jesus. Só mais um aviso. Eu peço que todos verifiquem os celulares para que se mantenham no modo silencioso para não haver nenhuma interrupção na nossa concentração e na palavra da nossa irmã Regina. Boa palestra, minha irmã. Obrigada. Olá, boa noite meus irmãos e minhas irmãs. Eu quero com muito carinho, com muita alegria também cumprimentar os nossos irmãos que não podem estar presencialmente aqui no auditório Bezerra de Menezes, mas que nos acompanham à distância. Que todos nós nesse momento sejamos agraciados com a paz, com o amor que emanam do divino mestre Jesus. Eu vim ali pensando como nós somos felizardos, abençoados, né? Sábado geralmente é um dia considerado o dia do lazer, né? O dia da diversão, mas nós optamos por estarmos aqui. Nós escolhemos estar aqui, estarmos aqui refletindo sobre as lições do Mestre Jesus, sobre essa doutrina que nós adotamos para nossa vida, né? Como búsula a guiar nossos passos. nessa jornada evolutiva. Então, que a gente possa esquecer o mundo lá fora. Vamos esquecer o mundo lá fora e vamos estar concentrados aqui nesse momento de corpo e alma para que a gente possa eh receber essas energias salutares, curativas que essa espiritualidade amiga nos traz nessa noite. aques que vem aqui tão ávidos de nos ajudarem, muitas vezes conhecendo os problemas, as preocupações, aquilo que nos aflige naquele momento. E aqui eles vêm para nos inspirarem, nos mostrarem caminhos, né, soluções, mas nós precisamos estar receptivos a essa ajuda. É, eu gosto muito de dar um testemunho para mostrar para vocês como que essa espiritualidade trabalha. É, quando há 40 anos atrás, quando eu me casei, eu morava aqui na 403 Sul. E aí eu acho que por comodismo eu comecei a frequentar a igreja batista, que fica aqui qu em frente na altura da 404, da 604, né? E era o pastor Vilarinho, tinha uma oração pela cura todas as quartas-feiras à tarde. Coincidentemente

u comecei a frequentar a igreja batista, que fica aqui qu em frente na altura da 404, da 604, né? E era o pastor Vilarinho, tinha uma oração pela cura todas as quartas-feiras à tarde. Coincidentemente era a minha tarde de folga do meu trabalho. A quarta-feira eu tinha algumas horas de folga e lá era oração pela cura às 16 horas. Então eu fui um dia, gostei muito e aí frequentava. Toda quarta-feira eu frequentava. E um dia, na hora que ele estava fazendo a pregação, ele parou e disse: "Meus irmãos, eu preciso compartilhar com vocês o que eu estou vendo neste auditório. Entrou aqui uma caravana de anjos do Senhor. Palavras do pastor Vilarindo. Entrou aqui uma caravana de anjos do Senhor. E este, ele não fala o auditório, neste templo entrou uma caravana de anjos do Senhor e o templo ficou todo tomado por uma luz azul. E estes anjos do Senhor, eles se aproximam de vocês, eles transitam entre vocês, impõe as mãos, acredito eu, que realizando verdadeiros tratamentos, verdadeiras curas. Bom, os anos se passaram quando comecei frequentar aqui essa casa Comunão Espírita. A primeira palestra da nossa irmã Maíse Braga, que eu tenho certeza que vocês conhecem, ela para no meio da palestra e diz: "Meus irmãos e minhas irmãs, eu tenho que compartilhar com vocês o que está acontecendo aqui neste auditório. Adentrou aquela porta uma legião de espíritos de luz. Eles vêm vestindo jalecos. de cores bem leves, tênues, né, claros, salmão, rosa, azul claro, verde água. Eles trazem escrito no bolso do jaleco, as colônias espirituais de onde eles procedem. E eles andam entre vocês, impõe as mãos, aplicam passe e o auditório foi tomado por uma luz azulada. Eu fiquei impressionada porque a única diferença foi que o pastor Vilarinho disse: "Anjos do Senhor". E a nossa irmã Maíse disse: Espíritos de luz. Isso para demonstrar que onde se fala de Jesus, onde se vive de Jesus, vive Jesus, onde se fala de valores cristãos, ali eles estão. Não importa qual seja o credo, mas para nos ajudarem é preciso que nós

o para demonstrar que onde se fala de Jesus, onde se vive de Jesus, vive Jesus, onde se fala de valores cristãos, ali eles estão. Não importa qual seja o credo, mas para nos ajudarem é preciso que nós estejamos receptivos. Não adianta estarmos aqui nesse momento, mas o nosso pensamento está lá fora. André Luiz nos conta, o espírito André Luiz em uma das suas obras que ele vai fazer um trabalho de visitação às casas religiosas. E ele entra numa igreja católica numa missa de domingo. E ele se impressiona quando ele vê uma senhorinha já bebeidosa adentrar aquela igreja. E ela era todo um foco de luz que se radiava dessa mulher, tamanha fé que ela alimentava. Quando ela foi receber a comunhão, ele disse que a hóstia, quando o padre colocou a hóstia, a hóstia enquanto estava na mão do padre, ela não tinha nenhuma luz. Mas quando triscou na boca dessa mulher, ela virou uma bola de luz que entrou pelo seu corpo. E até interessante, eh, porque André Luiz comenta que naquela igreja repleta de pessoas, por ser uma missa de domingo, mas só tinha esta senhora que estava profundamente e realmente conectada com o alto. Os demais estavam ali alimentando os mais variados sentimentos e pensamentos. Uns pensavam: "Poxa, quando eu sair da missa aqui, eu vou almoçar na casa de fulano que me chamou para almoçar lá. Segundo ele, não sou eu, sou André Luiz. Foi André Luiz. Se o espírito desse padre tiver que acertar as contas, vai ser com ele. Segundo ele, nem o padre estava voltado para aquele momento. É só para mostrar para vocês da importância de nós estarmos aqui para que a gente possa receber, como eu disse, essa espiritualidade, eles vêm loucos para nos ajudarem, mas muitas vezes não conseguem, né? Porque nós estamos dentro de uma redoma. E eles não conseguem nos alcançar, né? Quando a gente vai paraa cabine de paz, por mais que pese eh a boa vontade do médium, muitos deles deixando em casa seus problemas, suas dificuldades, suas dores, porque são pessoas como nós que têm problemas, eles deixam tudo e vê

de paz, por mais que pese eh a boa vontade do médium, muitos deles deixando em casa seus problemas, suas dificuldades, suas dores, porque são pessoas como nós que têm problemas, eles deixam tudo e vê aqui para serem instrumentos. Então, que pese a boa vontade do médium, a fé que o médium tem. os espíritos não conseguem nos ajudar, porque toda todo e qualquer tratamento e cura primeiro ela começa, é dentro da gente. Por isso que eu sempre conclamo quando vou fazer uma reflexão, eu sempre conclamo todos para estarem aqui presentes por inteiro. Eh, a nossa reflexão, como já foi dito, o tema é doenças da alma. Um tema bem estigante, né? Foi tirado dessa obra aqui, Justiça Divina. Eh, foi ditada pelo espírito Emanuel numa reunião pública psicografada pelo nosso irmão Chico Xavier. Essa reunião pública aconteceu no dia 7 de agosto de 1961. é um texto composto de duas partes, portanto ele é bem extenso, mas eu, ao preparar essa reflexão, eu li a primeira parte, eu acho que ela traz a ideia principal. Eu gosto de ler porque vocês podem eh avaliar, observar se eu tô conseguindo ser fiel àquilo que o espírito desejou nos ensinar, né? A lição que ele desejou nos passar. E paralelo a isso, é uma mensagem belíssima. E eu vou ler para vocês aqui só a primeira parte. Vou ter que interromper o tempo todo para tomar água. Ontem eu apresentava sinais que tava começando em inflamação de garganta e torcindo, mas eu apeguei com a espiritualidade, falei com eles, eu não posso, eu não gosto de faltar aos meus compromissos dentro da minha casa de fé. Então, por favor, mas mesmo assim a minha garganta está bastante ressecada. Bom, a primeira parte diz o seguinte: "Na forja moral da luta em que teas o caráter e purificas o sentimento, é possível que acredite que esteja sempre no trato de pessoas normais, simplesmente porque se mostram com a ficha de sanidade física. Entretanto, é preciso pensar que as moléstias do espírito também se contam. O companheiro que te fala, aparentemente tranquilo,

normais, simplesmente porque se mostram com a ficha de sanidade física. Entretanto, é preciso pensar que as moléstias do espírito também se contam. O companheiro que te fala, aparentemente tranquilo, talvez guarde no peito a lâmina esbrazeada de terrível desilusão. A irmã que te recebe sorrindo provavelmente carrega o coração ensopado de lágrimas. Surpreendeste amigos de olhos calmos e frases doces, dando-te a impressão de controle perfeito que soubeste mais tarde estarem caminhando na direção da loucura. Enxergaste outros promovendo festas e estadeando poder a escorregarem logo após no engodo da delinquência. é que as enfermidades do espírito atormentam as forças da criatura em processo de corrosão inacessíveis à diagnose terrestre. Aqui o egoísmo sombreia a visão. Ali o ódio empeonha o cérebro. A colar o desespero mentaliza fantasmas. Adiante, o ciúme converte palavra em látego de morte. Meus irmãos e minhas irmãs, nesse primeiro momento, Emanuel quis nos mostrar aqui que todos nós, no que tange aos nossos pensamentos, eh, aos nossos sentimentos, as nossas reações, todos nós, indistintamente, nós somos uma caixinha de surpresa. E é importante que nós pensemos que nós não conhecemos nem a gente mesmo, quanto mais o nosso semelhante. Como Emanuel diz aqui, quantas vezes nós observamos o nosso companheiro de viagem e ele parece ser a personificação da alegria, das realizações, do bem-estar emocional. E no entanto, muitas vezes, aquela pessoa carrega chagas tão dolorosas que o mundo desconhece. E hoje, então, com as redes sociais é que isso acontece, né? Muitas vezes as redes sociais retratam um mundo totalmente ilusório. E nós ficamos ali, observando fotografias de lugares encantadores, sorrisos fartos, mesa, né, farta, em bares, restaurantes, tantas situações que a gente olha com olhar de admiração, porque é tanto glamor, é tanta alegria, é tanto entusiasmo e às vezes com um olhar até invejoso. E quantas vezes é a gente mesmo que posta, né, que compartilha essas

gente olha com olhar de admiração, porque é tanto glamor, é tanta alegria, é tanto entusiasmo e às vezes com um olhar até invejoso. E quantas vezes é a gente mesmo que posta, né, que compartilha essas situações, mas quantas vezes os autores destes compartilhamentos trazem dores atrozes na alma. Isso, na verdade, muitas vezes é fuga. Aliás, eu aproveito o momento pra gente ficar muito atento com essa situação de rede social. Existem pessoas que tudo elas postam. Outro dia eu vivi uma situação interessante que eu tenho uma secretária que trabalha comigo há 28 anos. Eh, a gente fala que uma pessoa dessa já virou uma pessoa da família, mas virou mesmo. Eh, a Maria me acompanha sempre, vem as palestras, ela também é espírita, não tá aqui hoje porque ela tá de férias. Mas a Maria virou para mim e falou assim: "Reginda, você vai na rua?" Essa era perto, foi o ano passado, perto do Natal, do ano novo, ele ia sair de férias. Falou: "Regina, se você for à rua e vê um camarão em promoção, compre para mim e desconta no meu salário". Eu brinquei com ela, falei: "Nossa, Mur, a a ceia de Ano Novo promete, né, vai comer camarão". É isso aí. Ela falou assim: "Não, eu vou levar um camarão paraa minha irmã". Ela diz que vê as postagens eh na rede social de prato de camarão. E aí eu me lembrei de uma postagem que eu tinha visto há alguns dias atrás. A pessoa postou aquele prato de camarão aol e colocou eh tomando uma cerveja e comendo um petisco, alguma coisa assim. Aí eu me lembrei dessa postagem e a Maria falou assim: "Ela disse que vê aquelas postagens tem tanta vontade de experimentar da água na boca, mas que ela nunca vai poder comprar 1 kg de camarão." É uma pessoa muito humilde, muito simples, mora no interior, ela nunca vai comer uma porção de camarão. Então eu fiquei com pena, eu quero levar um camarão e vou preparar para ela. Meus irmãos e minhas irmãs, isso me levou a pensar sobre o cuidado que nós devemos ter. Quantas vezes a gente posta aquela viagem naquela praia bucólica belíssima

r um camarão e vou preparar para ela. Meus irmãos e minhas irmãs, isso me levou a pensar sobre o cuidado que nós devemos ter. Quantas vezes a gente posta aquela viagem naquela praia bucólica belíssima dentro daquele navio, né? Um um passeio no navio. Eu sei que as coisas boas a gente tem vontade de compartilhar. Tem gente que posta o prato de comida, né? Esse é o meu almoço de hoje, essa é a minha comida. Paremos para pensar que tem pessoas que não podem comprar um camarão. Elas têm acesso a essa postagem porque hoje todo mundo pode comprar um celular, um smartphone, todo mundo pode comprar a prestação, mas não pode comprar o camarão, porque se for comprar o camarão, vai faltar o arroz e o feijão. Então são coisas que parecem pequenas, insignificantes, mas que que tem sentido. Eu fui fazer uma palestra no núcleo Bandeirante, eh, não riacho fundo e contei e comentei isso, né? Foi naqueles dias eu comentei e passaram-se os dias, eu ia descendo ali à escada eh aqui da comunhão, né? tava saindo do grupo mediúnico, uma senhora me tocou assim e falou assim: "Você fez uma palestra no no Riacho Fundo, tal dia?" Eu falei: "Ah, vi sim." Ela falou: "Se eu estava lá e mudei totalmente as minhas postagens no Facebook, porque eu era daquelas que adorava postar o prato de comida. Eu tava no barzinho, eu postava o Tira Gosto, eu tava viajando, eu postava. Eu tô mais seletiva com as minhas postagens, por esse cuidado com o outro que não pode ter, que não pode adquirir. E às vezes uma coisa que parece pequena dá no outro uma frustração muito grande. Então é só um uma observação. É como eu tava dizendo, tudo isso, essas postagens são momentos felizes. Porque, meus irmãos e minhas irmãs, este planeta é de provas, expiações. Não tem como a gente ter felicidade plena, completa, que não é o momento ainda. O patamar evolutivo que nós estamos ainda não permite, né? Nós temos sim momentos felizes, esses todos nós eh experimentamos, mas nós temos os nossos resgates das vidas pretéritas que às vezes implica experiências muito

que nós estamos ainda não permite, né? Nós temos sim momentos felizes, esses todos nós eh experimentamos, mas nós temos os nossos resgates das vidas pretéritas que às vezes implica experiências muito dolorosas emocionalmente. São os nossos aprendizados, né? São nossos deveres de casa. Sem contar que quantas situações dolorosas também nós vivemos nesta vida que o plantio foi feito nesta vida mesmo, né? Não é só de vidas passadas. Às vezes a pessoa fala assim: "Ah, eu tô passando por isso que eu devo ter feito isso". Não, às vezes neste momento, nessa reencarnação, você a gente pode estar conduzindo a nossa trajetória de forma inconsequente, imatura. E aí, é claro que nós vamos colher. Mas os espíritos também nos contam que muitas vezes, porque todo mundo sabe que quando a gente vem para cá, a gente traz um planejamento reencarnatório, né? A gente não vem para cá aleatoriamente. Ei, cansei da vida aqui no plano espiritual, vou lá pra terra. Não, não é assim. A gente passa, tudo é muito bem organizado. Reuniões são feitas com a família que vai nos receber. Entenderam? Então não é a coisa, não é aleatória. a gente passa por um planejamento e a gente, o próprio espírito sabendo eh eh ele mesmo consciente das responsabilidade dos equívocos do passado, ele mesmo pede, por mais que pareça paradoxal, mas nós mesmos pedimos algumas limitações, restrições do corpo físico. Querem um exemplo? Eu li uma obra uma vez que a pessoa falava assim no plano espiritual, ela falou: "Olha, eu quero ir muda, cassem a palavra de mim." E os mentores tentando convencê-la. Por que que você não experimenta e e você eh ser uma pregadora de coisas boas, de mensagens de autoajuda, uma divulgadora do evangelho? Não é porque esse negócio de ser dente por dente, olho por olho, não é assim não. Às vezes a pessoa fala: "Fulano tá vivendo isso porque deve ter feito isso". Não, às vezes a gente se redime pelo amor, né? pelo amor. Então essa pessoa falou assim: "Não, mas se eu me conheço, eu conheço o meu

pessoa fala: "Fulano tá vivendo isso porque deve ter feito isso". Não, às vezes a gente se redime pelo amor, né? pelo amor. Então essa pessoa falou assim: "Não, mas se eu me conheço, eu conheço o meu espírito, que é quem mais conhece a gente é a gente mesmo, principalmente lá no plano espiritual que a nossa sensibilidade fica mais aguçada, a gente tem mais clareza para compreender as verdades divinas". Então ela falou: "Não, eu me conheço. Se eu for usando da palavra, eu mais uma vez vou usá-la para incitar a discórdia, a guerra e o conflito. Então, tirem a minha palavra". Consegue entender? Você olhar paraa pessoa fal assim: "Nossa, fulano, ela é muda de nascença, não fala nada". pode ter certeza que se não foi uma reencarnação compulsória, que são raríssimas aquelas que a espiritualidade chama e fala, não, você tem que ir e tem a situação é essa, porque chega de protelar. Na maioria dos casos, a gente participa do nosso planejamento. Então, eh, quando a gente vê, a gente, a pessoa em qualquer situação dessa, a gente ajuda, a gente contribui, a gente faz nossa parte. Mas é bom que a gente saiba que não há caso nas leis de Deus, que tá sendo a oportunidade redentora dessa pessoa de se corrigir, de se redimir. Aí eu vou levar pro lado cômico, eu conversando com uma amiga sobre, eu achei muito interessante esse depoimento desse espírito. E aí eu falei assim: "Olha, eu acho que eu também quando estava lá para voltar, ele só não me mandaram muda porque eu comprometi que eu ia fazer palestra na comunhão espírita". Eu acho que eu falei assim: "Ô, gente, pelo amor de Deus, não me caça essa palavra não. Eu prometo que eu não vou mais incitar guerra, discórdia. Eu vou fazer palestra na comunhão espírita, de preferência no sábado, quando todos estiverem divertido, eu vou estar lá falando de Jesus." Aí eles permitiram, porque gente, é assim que as coisas funcionam. Um dia eu vi uma pessoa falar assim: "Ah, fulana já teve, já perdeu o neném, ela é louca para ser mãe, já teve

lá falando de Jesus." Aí eles permitiram, porque gente, é assim que as coisas funcionam. Um dia eu vi uma pessoa falar assim: "Ah, fulana já teve, já perdeu o neném, ela é louca para ser mãe, já teve quatro abortos espontâneos. Eh, pode ser que ela tenha feito muitos abortos de outra vida. Gente, a coisa não é assim, não. Como eu disse, pode se corrigir pelo amor. Imagina uma pessoa que cometeu essa falta. né, de de não aceitar as vidas que lhe foram confiadas. Isso pode acontecer com qualquer um de nós, pode ter acontecido com qualquer um de nós. E essa pessoa vem e ela vai fundar uma ONG que ela vai ajudar mulheres que estão grávidas, mas não tem condição financeira, que a família não aceita, que o pai não assumiu. E ela vai ter uma ONG de ajuda. Essas mulheres percebe como que a coisa funciona? Por isso que aí não tem que ter esse medo, não. Façamos o bem, confiemos. Vamos ficar olhando para trás, arrumando doença paraa nossa alma, se culpando. A gente tem que olhar paraa frente, procurar eh formas de corrigir, de se redimir com os erros a gente aprende. Eu sempre trago o exemplo de Saulo de Tarso, doente da alma, perseguidor implacável dos cristãos, encontrou Jesus e transformou no maior continuador da obra do Mestre, sem nunca olhar para trás para lamentar, para se culpar, se martirizar com os absurdos que ele fez, como Saulo de Tarso, quer dizer que ele era um perseguidor dos cristãos é um eufemismo. Ele era um matador sanguinolento. Mas não há registros de Paulo, do apóstolo Paulo, olhando para trás para os seus equíbitos. Não, ele abraçou a oportunidade sublime que Jesus te deu de se curar da alma, de seguir em frente na prática do bem e do amor. Com a gente também é assim. Uma pessoa que conhece a doutrina espírita não pode, não deve ficar se consumindo na culpa. A mulher adúltera, Amélia Rodrigues, nos conta que naquele dia que ela quase foi linchada, apedrejada por aquela multidão, enfurecida, porque era a cultura, porque era a lei da época, ela não dorme na, ela fica ansiosa

Amélia Rodrigues, nos conta que naquele dia que ela quase foi linchada, apedrejada por aquela multidão, enfurecida, porque era a cultura, porque era a lei da época, ela não dorme na, ela fica ansiosa querendo saber quem era aquele homem que impediu que ela fosse morta daquela forma tão traumática. Porque Jesus ali escrevendo na areia, ele olha paraa multidão e diz: "Atire a primeira pedra quem nunca pecou". Ele não deu sermão nenhum. Ele só acendeu o plug da consciência e a multidão dispersou. E aquela mulher Amélia Rodrigues, nos conta na sua obra pelos caminhos de Jesus que ela naquela noite queria saber. Quem era aquele homem? E ela vai atrás, ela sai procurando e ela tem notícias de que foi Jesus e que ele estava hospedado em determinada casa. E ela vai ao encontro de Jesus e ela vai querer se ajoelhar aos seus pés para lhe agradecer e ele não permite. Ele diz para ela: "Você não deve, não me deve perdão. Você tem que perdoar primeiro a você mesma". se redimir com a tua consciência culpada. E ela pede a Jesus, ela fala: "Mestre, deixa que eu siga contigo, Senhor. Não tenho família, não tenho parentes, não tenho amigos. Todas as portas se fecharam para mim. Sou uma pessoa totalmente marginalizada e solitária. Ele diz para ela: "Olha, o teu lugar não é o meu lado. Contigo eu estarei em espírito, mulher. Mas siga a tua vida. E o nosso pai, que é pai de amor e misericórdia, não vai desprezá-la. Ele sim há de te apontar o caminho redentor de correção do teu erro. E aí conta-nos Amélia Rodrigues que 10 anos depois na cidade de Tiro, uma mulher machucada pela vida, mas apresentando sinais de que fora linda na juventude. Ali ela recebia as pessoas enfermas, necessitadas, que eram levadas até até ela. ofereciam o alimento, dava-lhes agasalho e falava-lhes de Jesus. Até o dia que chega à sua porta um homem esquelético, cheio de feridas, maltratado, a ponto dela não reconhecer. Da mesma forma que ela recebeu os outros, ela recebe aquele homem e era o teu marido. Porque quando ela encontra com Jesus,

omem esquelético, cheio de feridas, maltratado, a ponto dela não reconhecer. Da mesma forma que ela recebeu os outros, ela recebe aquele homem e era o teu marido. Porque quando ela encontra com Jesus, ela narra para Jesus o que a fez cometer aquele erro de ser adúltera, de trair o seu marido. Ela conta que casada muito jovem, ele saía todas as noites para jogatina ou então ele ia ele ia ter com outras mulheres e ela ficava sozinha. jovem e bonita, galante por outros homens, ela cedeu carente, ela cedeu. Então, aquele homem que no fundo era tão culpado quanto ela, o destino o leva ao seu encontro e ele também ela acolhe, trata suas feridas, oferece-lhe um alimento e depois quando ela o reconhece, ela apresenta-lhe Jesus. É assim que Jesus age na nossa vida. A gente não precisa ficar com a alma doente por causa dos nossos problemas, porque vira um ciclo vicioso. Pelas necessidades cármicas, a pessoa tem que vir com determinada limitação, porque tudo na nossa vida é de acordo nosso merecimento e as nossas necessidades. E a nossa aparência física é de acordo com as experiências que nós temos que viver. Os espíritos nos falam que tanto a beleza física como o contrário são provas. Um dia eu comentei isso com uma pessoa, ela falou assim: "Ah, mas eu queria essa prova da beleza". às vezes até mais difícil do que uma aparência física que não seja atraente, né? Mas essas essas necessidades, essas limitações são cármicas. Mas a gente tem que ter cuidado porque vira um para não virar um ciclo vicioso. Tem essa doença, essa enfermidade. Em função disso, a pessoa se transforma numa pessoa triste, deprimida, distante de todos, opta por uma vida isolada. E aí, por que que é um ciclo vicioso? Doece a alma. Doecendo a alma, essa doença da alma retorna para o corpo físico. Quantas enfermidades a própria medicina já admite que na na maioria das vezes são do enfermidades psicossomáticas, são da alma. O corpo adoece como reflexo dos abessos da alma. Quantas enfermidades que já se fala

rmidades a própria medicina já admite que na na maioria das vezes são do enfermidades psicossomáticas, são da alma. O corpo adoece como reflexo dos abessos da alma. Quantas enfermidades que já se fala muito, inclusive pela ciência, é a hipertensão, é o diabetes, né? Essas doenças e eh é é a gastrite. Um dia o o gastroenterologista me falou uma coisa que eu achei interessante. Engana-se quem acha que quem assimila mais as emoções é o coração, não é? É o estômago. É o estômago. Porque quando a gente se estressa, fica nervoso, briguento, chato, o o o gás do estômago fica mais ácido. Por isso que das gastrites nervosas, que muitas vezes viram até câncer. Eu tenho um irmão querido que desencarnou há 3 anos e de câncer no estômago. Uma pessoa que nunca teve vício, não fumava. Na minha família não fumava, os outros irmãos bebem, mas ele não fumava, não bebia, consumia o mínimo de carne, praticamente não comia carne. Cuidadosíssimo com a alimentação, um câncer que numa violência tremenda quando descobriu não sentia nada. quando descobriu já tava tomado todo o peritônio, viveu, fez cirurgia, eh, só tinha um médico em São Paulo que fazia cirurgia de de câncer no peritônio. Ele foi, fez a cirurgia, ganhou mais uma sobrevida de 2 anos, mas veio a desencarnar e eu ouvi da boca dele. Ele me disse: "Regina, eu com ele no hospital em São Paulo, porque ele separado e os filhos não podiam se ausentar do trabalho, da faculdade. E eu acompanhei e ele me disse: "Regina, este câncer é a sequela de uma separação que se arrastou por 5 anos em brigas no tribunal. E a minha herança foi esse câncer brigando por quê? Pelos bens acumulados. na relação. E a minha herança foi esse câncer e foi desse câncer que ele desencarnou. Então ele tinha consciência que foi uma enfermidade reflexo da enfermidade da alma. Porque mágoa, porque ressentimento, ódio, desejo de vingança, são doenças da alma. é lixo emocional que vai fazer mal pra gente. Por isso que eu falei que vira esse círculo vicioso. Se nós estamos num planeta de provas e

ressentimento, ódio, desejo de vingança, são doenças da alma. é lixo emocional que vai fazer mal pra gente. Por isso que eu falei que vira esse círculo vicioso. Se nós estamos num planeta de provas e expiações, nós sabemos que vamos eh eh conviver com dissabores, com dificuldades, com problemas. Vamos enfrentar a vida de frente. Quem nessa vida não tem problema? Por isso que quando a gente vê o outro vivenciando uma dor, um problema, a gente precisa ver o que que a gente pode fazer, em que que a gente pode ajudar, em que que a gente pode ser solidário, porque a dor bate em toda porta. É só uma questão de tempo. Nós estamos, meus irmãos, o tempo todo convivendo com os conflitos. Quantos são os conflitos com os quais nós nos deparamos todos os dias? É o fim de um relacionamento. Uma pessoa em quem você acreditou tanto, teve projetos, sonhos, lhe jurou amor. Você idealizou tanta coisa boa com aquela pessoa e num dia qualquer ela chega e diz: "Eu não te amo mais. Eu não quero mais essa relação". Deixa que ela se vá, abençoa a sua ida, fica com o que de bonito foi construído, foi vivido, porque nenhuma relação só existe algo de negativo. Não existem coisas boas. Volte o olhar para o lado positivo, para o aprendizado juntos. Abençoa a sua vida, deixa que ela se vá. Existem pessoas que elas estão na nossa vida por determinado tempo. Chega um tempo que elas já não acrescentam mais nada. E também nós podemos não acrescentar mais nada em suas vidas. Abençoa a sua partida. Não fica alimentando mágoa, ódio, desejando que a pessoa se dê mal, que ela seja infeliz. Ah, mas ela vai ter o dela. Você tá fazendo, a gente tá fazendo mal é paraa gente, não é paraa pessoa. A gente perdoa, gente, não é pelo outro. A gente confunde as coisas. A gente perdoa, não é pelo outro. a gente perdoa, é por a gente para curar dessas doenças da alma que nos impedem de seguir em frente. E por isso a gente perdoa para que a gente possa seguir livre, leve, solto, em busca dos nossos projetos, de outros momentos felizes, de

rar dessas doenças da alma que nos impedem de seguir em frente. E por isso a gente perdoa para que a gente possa seguir livre, leve, solto, em busca dos nossos projetos, de outros momentos felizes, de outras realizações. Não acumulemos esse lixo dentro de nós, porque ele não é só a alma doente, vai doecer também o nosso corpo. Quantas vezes nos deparamos com a dor de um filho que escolhe caminhos tão tortuosos que não são condizentes com aquilo que a gente ensinou, que a gente acreditou, que a gente projetou pra vida de um filho. uma dor maior para um pai e para uma mãe que ver, conviver com o filho, que que escolhe caminhos tão equivocados, porque que a gente sabe que não vai colher nada de bom, é muito doloroso, mas essa vida é assim, cada um é protagonista de sua história. Os nossos filhos, nossos filhos também são espíritos independentes que fazem as suas escolhas, norteados pelo livre arbítrio. Eles não são propriedade nossa. Lamentável se não souberam aproveitar os valores que a gente ensinou, que a gente passou. Mas não se culpe. Não se culpe. Deixa que ele viva as suas experiências de aprendizado. Se ele não aprendeu no seio da família com pai e mãe, ele vai aprender de uma forma mais difícil, mais dolorosa. Mas é a vida, porque senão a gente fica doente. Ficando doente, eu não posso ajudar o outro, né? Eh, a perda de um cargo na empresa. Quantas vezes, quantas pessoas, com quantas pessoas isso acontece? É o colega que puxa o tapete? É alguém que é alimentado pela inveja, né? Contribuiu para que a gente perdesse aquela função que a gente tinha, que a gente gostava daquele trabalho, ganhava um pouquinho mais, né? Era um cargo comissionado e o outro veio, puxou o tapete, paciência, perdoa e segue em frente com fé, com esperança, com confiança que o Jesus prepara pra gente. Às vezes uma porta fecha e a gente fica só olhando para aquela porta que fechou e a gente não percebe quantas portas se abrem pra gente recomeçar, né? até mesmo a perda do emprego. Às vezes a

a gente. Às vezes uma porta fecha e a gente fica só olhando para aquela porta que fechou e a gente não percebe quantas portas se abrem pra gente recomeçar, né? até mesmo a perda do emprego. Às vezes a pessoa, um pai de família fica desempregado e de repente ele vê a preocupação com com faltar até o básico para o sustento da família. Tenha calma, invista mais na sua formação, estude mais, procure saídas, tenha fé, confiança. A oração é conexão com Deus e não fica um um clamor elevado ao céu por Espírito generoso, humilde, fervoroso na fé, que fica sem resposta. Às vezes o tempo de Deus não é o nosso, que nós somos imediatistas, mas evangélico, faça a tua parte, que eu farei a minha. Ajuda-te, que o céu te ajudará, né? A verdade, meus irmãos, é que ninguém aqui, nós não somos vítimas da vida. Chico Xavier, quando alguém perguntava para ele, Chico, como você, como você está, Chico? Tudo bem? Ele sempre respondia. Ele falava assim: "O meu corpo não está bem, mas eu estou ótimo". Olha bem, o meu corpo não está bem, mas eu estou ótimo, porque a nossa essência é o espírito. Chico era uma pessoa extremamente doente. Ele tinha problema de angina, ele tinha aquele problema no olho que era uma dor horrível, fora outras eh enfermidades que ele trazia, mas era uma pessoa hiper saudável espiritualmente. Por isso ele fez a tarefa tão bela de ser de ser um missionário de Jesus, porque ele nunca se sentiu enfermo da alma, sempre tirou de letra todas as situações. Nós não somos Chico, é verdade. Não estamos no patamar dele, mas nós podemos sim mirar no exemplo dele e tentar melhorar essa nossa percepção da vida. Chico tinha uma resignação humildade. A resignação dele era uma resignação ativa. Sabe o que que é a resignação ativa? É aquela que eu tomo a minha cruz porque ela é minha, mas eu não vou me acomodar. Eu vou buscar as formas dignas, honestas, certas de sair dessa. Essa é a resignação ativa. A resignação passiva quer fazer: "Ah, isso tá acontecendo comigo". Mas é porque Deus

eu não vou me acomodar. Eu vou buscar as formas dignas, honestas, certas de sair dessa. Essa é a resignação ativa. A resignação passiva quer fazer: "Ah, isso tá acontecendo comigo". Mas é porque Deus quer assim. Deus não quer infelicidade nossa, não. Deus nos quer felizes, realizados, plenos. Agora a gente tem que fazer nossa parte. Essa resignação passiva que se faz de coitadinho, essa não serve. Tem que ser a de Chico. A gente pode estar doente, tá capenga, não tá bem, mas faça algum trabalho caridoso, pratique uma ação do bem. Nós temos oportunidades da hora que o dia começa, até a hora que a gente vai pra cama repousar. Nós temos oportunidade de sermos bons, de sermos amorosos, de sermos carinhosos com a família, com o vizinho, com as pessoas que frequentam a a sua casa de fé. A gente tem a oportunidade de ser bom o tempo todo. Não sejamos aquelas pessoas que se alimentam e oferecem muquerelas. Já ouviu falar disso? Muquerelas. Pois eu vou falar para vocês. Um dia um palestrante amigo virou para mim e falou assim: "Regina, tem pessoas que elas só sabem, elas se alimentam e elas só sabem oferecer pros outros muquerelas". E eu falei: "Criatura, o que que é isso?" Ele falou: "Murmúrios, queixas, reclamações e lamentos". Tem pessoas que só oferecem muquerelas. É o tempo todo. Não tem nunca o olhar positivo paraa vida. O olhar de gratidão, fora o hábito que nós temos de ficar terceirizando os nossos problemas, terceirizando os nossos problemas. Ah, não, eu não não estudei, eu não fiz nada meu profissão, porque eu tive paz na minha adolescência, na minha juventude, eu tive pais ausentes. Meu pai eh bebia muito e não foi um bom pai, não deu assistência à família. Eu cresci muito eh eh desprezado, me senti sozinho. Por isso, ah, no outro dia uma pessoa falou para mim assim, ela ela optou por uma vida reclusa, totalmente. Ela falou assim: "Não, eu não gosto de sair. Optei por essa vida reclusa, porque eu tenho uma aparência que eu não gosto e eu acho que as pessoas estão me observando. Agora eu

ida reclusa, totalmente. Ela falou assim: "Não, eu não gosto de sair. Optei por essa vida reclusa, porque eu tenho uma aparência que eu não gosto e eu acho que as pessoas estão me observando. Agora eu acho que as pessoas estão me observando e se estiverem, qual é o problema? Por isso você vai optar por uma vida reclusa, não participa da vida de ninguém, nem permite que ninguém participe da sua vida. Nós somos seres sociais por natureza, né? Então vamos parar de ficar terceirizando os nossos problemas. Por que a gente não pensa assim: "Eu sou eu desta forma que eu sou, com as minhas dores da alma, com as minhas enfermidades da alma, com as minhas frustrações, minhas tristezas, mas eu sou um ser criado à imagem e semelhança do Pai." Isso significa que nós somos criados para voos grandiosos. Não fomos criados para voos rasantes, fomos criados para perfeição, para a luz. É isso que nós temos que pensar. Outro dia eu viajava para Minas, é, meu pai mora em Minas, tem 94 anos, morou comigo outro dia, 8 meses fazendo hemodiálise. O rim faliu, mas ninguém segura ele na cidade, voltou paraa fazenda. Eh, eu fico dividindo o meu tempo agora entre Brasília e lá cuidando dele. Por isso que eu essa semana é a terceira palestra, porque eu peço a coordenadora que eu faço as minhas palestras todas na semana que eu tô em Brasília. E aí outro dia eu peguei a estrada, né, são 350 km, eu peguei a estrada sozinha, nem sempre meu marido pode me acompanhar. E aí eu peguei a estrada sozinha. Detesto dirigir em alta estrada. Quando eu pego um caminão, eu vou até lá no destino dele que eu não ultrapasso. Eu vou até lá onde ele for. Vou. É lá que eu vou. E eu peguei um caminhão. Gente, mas que viagem maravilhosa. Sabe o que que tava escrito no para-choque do caminhão? Olha, foi uma uma viagem de reflexão. Eu atrás do caminhão, né, de 40. Cada retorona. Mas eu fale assim, eu não vou. Filho de Deus, irmão de Jesus, sou fraco. Olha bem que reflexão. Filho de Deus, irmão de Jesus, nós somos fracos. Ah,

ão. Eu atrás do caminhão, né, de 40. Cada retorona. Mas eu fale assim, eu não vou. Filho de Deus, irmão de Jesus, sou fraco. Olha bem que reflexão. Filho de Deus, irmão de Jesus, nós somos fracos. Ah, claro que não. Nós somos fortes. Nós somos capazes, sim, de superar nossas dores, nossas dificuldades. Nós somos capazes de encontrar saída. Não nos entreguemos à tristeza. Jesus prometeu que estaria conosco até o fim dos tempos. Não existe fim dos tempos. O que existe é dos aprendizados, da nossa aproximação da luz, gente. Caminhar ao lado de Jesus, olha que bênção. Jesus nos ama tanto que ele deu para cada um de nós um mentor. Se eu tivesse evidência, eu tava vendo aí, ao lado de cada um de vocês, um mentor espiritual aí sentadinho me ouvindo. Muitos deles sabendo muito mais do que eu, mas são humildes nesse sujeito a ficar aqui me ouvindo. Felizes da vida porque vocês vieram pra comunhão espírita 19 horas de sábado, né? V tá não é V que estão felizes sorridentes aí ó que bom que que eu consegui trazer. Então Jesus é maravilhoso, deu para cada um de nós um mentor e ele é tão paciente, ele é tão bom, não vamos decepcioná-lo, não. Vamos tentar ser ser alunos bonzinhos, obedientes, dóceis. Meus amigos, quando eu cheguei, o Ven foi perguntando, vai ter poesia? Eu falei assim, ó Vad, não tem não tem palestra de Regina sem poesia, porque eu já falei para vocês, aqui tem umas carinhas conhecidas, muitas carinhas aqui que já me conhecem. Eu adoro a poesia. Eu acho que a poesia é uma linguagem que alcança qualquer coração, né, gente? E é assim um bálsamo quentinho, né, pras nossas dores da alma, né? Outro dia o rapaz veio me pedir, Regina, você toca no microfone, você faz uma barulheira. Como é que não toca? Eu gesticulo muito. Gente, eu vou deixar com vocês uma poesia que é do espírito do poeta Valado Rosas. Ele deixou e Chico Xavier, ele foi uma pessoa assim muito sofrida e quando ele ele vai embora pro plano espiritual, pela mediunidade de Chico, ele manda vários poemas. Esse tá lá na

oeta Valado Rosas. Ele deixou e Chico Xavier, ele foi uma pessoa assim muito sofrida e quando ele ele vai embora pro plano espiritual, pela mediunidade de Chico, ele manda vários poemas. Esse tá lá na na obra Parnard de Alentún. Quem não, gente? Parnard é uma preciosidade, gente. É uma antologia poética desta grossura. 200 e tantos poemas tem lá, todos psicografados por Chico. Foi a primeira obra mediúnica de Chico Xavier. E tem esse poema que eu vou declamar para vocês, eu acho que tem a ver com o que a gente falou aqui, o que o nosso irmão, esse espírito balado Rosas, veio nos dizer, né, do que é a vida, da paciência que a gente tem que ter, da calma, da tolerância, né? E ele diz o seguinte: "Dentro da noite grandiosa e calma, eu deixo minha alma falar aqui aos companheiros de luta e crença da graça imensa que eu recebi, graça de haver pacientemente sofrido, de ser um vencido no mundo vão, graça de haver sorvido tanto o amargo Pranto da ingratidão. Na noite terrena, obscura, transitória, a nossa glória vive na dor. Dor de quem sofre, sonhando espera com fé sincera no pai de amor. subiu gólgota dos meus pesares, porque os avatares da redenção são todos feitos nas amarguras, nas desventuras da provação. Perdi na terra doces afetos, sonhos diletos de um sonhador, mas recebi na grande escola a doce esmola do meu Senhor. E a morte, ah, a morte trouxe-me a liberdade, a piedade, o amparo e a luz. Feliz quem pode na dor terrestre seguir o mestre a tua cruz. Meus irmãos, que Jesus nos abençoe, abençoe os seus familiares, que você tenha um domingo de muita alegria, viu? Boa noite a todos. Falei pra Regina, quando me colocaram aqui, eu falei: "Opa, hoje eu vou ouvir poesia". Ela sempre traz. E a Regina também escreve poesias dela, viu, gente? Ela tem umas poesias dela, já apresentou aqui na comunhão. Muito linda cada poesia dela. Eh, tá na hora dela escrever um livro. O, a gente vai dar um breve aviso aqui para fazer a nossa prece final. Essa semana é a semana em que a comunhão

u aqui na comunhão. Muito linda cada poesia dela. Eh, tá na hora dela escrever um livro. O, a gente vai dar um breve aviso aqui para fazer a nossa prece final. Essa semana é a semana em que a comunhão espírita de Brasília, dia 16, ela completa 65 aninhos. Passa rápido, né? 65 aninhos, levando a doutrina espírita à luz do Evangelho de Jesus, há 65 ano, acolhendo almas encarnadas e desencarnadas, consolando, acolhendo e esclarecendo com as suas salas de estudo, suas palestras, seus tratamentos, seus passes, 65 anos em que essa casa trabalha pelo bem, 65 anos, em que era um sonho de dona Irene e virou realidade de todos nós. 65 anos. E a comunhão convida todos para sexta-feira a partir das 18 horas com harmonização e palestra de Maíz e Braga. Nada mais justo do que uma menina que chegou aqui e hoje é uma senhora jovem levando o evangelho com as suas palavras, com a sua alegria, com a sua clareza. Então eu convido todos para sexta-feira a gente participar dessa festa. E o Valadares, o Artur Valadares, palestrante nacional. em que divulga o evangelho, tem estudos no YouTube, coloca lá tu Valadares, vai estar sábado aqui em duas palestras, às 17 e às 19 e domingo às 9 para os trabalhadores da casa. Então é o momento de a gente convidar, igual a Regina falou, sábado, em vez de ir pras pro sambão, pra feijoada, vamos para pra comunhão. É uma festa linda. Eu convido a todos. Eu sou suspeito de falar dessa casa porque eu cheguei aqui só os farrapos. Ainda estou os farrapos, mas uns farrapos melhores. A cada dia eu agradeço a essa casa. Aga que tá aqui sabe como nós chegamos. Mediunidade ostensiva não é fácil e ainda em enclosão. que possamos ser gratos a Deus, como falou nossa irmã, por este momento maravilhoso, essa linda oportunidade, porque Jesus falou: "No mundo terei muitas aflições, mas tenho um bom ânimo e o bom ânimo é estar aqui, como tem a passagem de Marta, não seja ansiosa como Marta. Sejamos firmes como Maria, que escolheu a melhor parte. em estar ali aos pés de Jesus ouvindo o

enho um bom ânimo e o bom ânimo é estar aqui, como tem a passagem de Marta, não seja ansiosa como Marta. Sejamos firmes como Maria, que escolheu a melhor parte. em estar ali aos pés de Jesus ouvindo o teu evangelho. Vamos fazer a nossa prece. Vamos orar. uma prece bem rápida, porque eu já tomei o tempo. possamos nos colocar à vontade, agradecer a Deus, pai de infinita bondade, pelo bom ânimo de estarmos aqui neste sábado, como disse a nossa irmã, tantas oportunidades aí fora e possamos ter uma hora com Deus, como falou o nosso dirig o nosso presidente aqui na palestra de Natal, uma hora com Deus, conectados em corpo e alma, em coração e em mente, para que possa possamos depois sair e contemplar os prazeres lá fora. Assim, Mestre Jesus, com responsabilidade, viu, gente? Assim, mestre Jesus, te agradecemos e te pedimos permissão para dar de encerrado essa mais um essa etapa de palestra pública da comunhão espírita. Assim seja. Aqueles que não vão para o passe, eu peço que se levantem em silêncio. Para os outros que vão ficar em oração, permaneça com seus celulares desligado enquanto estiverem aqui dentro desse auditório, que é um auditório de oração e de prece. É o momento de se conectarmos. Desejo a todos um bom domingo, um bom 2026. Que a paz do Cristo esteja em vossos corações. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. [música] O passe tem como finalidade [música] auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os [música] fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos [música] uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas [música] pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que [música] em um ambiente tranquilo você se coloque

er utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que [música] em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos [música] sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo [música] de todas as horas e com os mentores espirituais dessa [música] casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental [música] e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem [música] nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do [música] bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo [música] a alegria de viver, a paz, a harmonia [música] e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, [música] amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que [música] estais no céu, santificado seja o teu [música] nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na [música] terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como

santificado seja o teu [música] nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na [música] terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que [música] nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. [música] Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, [música] retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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