DO VAZIO AO ENCONTRO: UMA JORNADA PELA SOLIDÃO - Cláudia Piva [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 21/08/2025 (há 7 meses) 46:00 1,199 visualizações

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Transcrição

Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão foi nessa casa que aprendi. Toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Senhor, estou aqui. para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver. Doando amor, vibrando luz, buscando a ti. alegria nossa recebê-los aqui na comunhão espírita de Brasília, nesse, especialmente nesse horário em que nós nos sentimos muito, muito felizes de estarmos também juntos como um grupo, porque nos queremos muito bem. E assim nós recebemos não só os encarnados aqui presentes, como também os desencarnados trazidos por seus mentores, muitas vezes já em vias de reencarnação, para que possam conosco usufruir desses benefícios dos das reflexões que serão aqui trazidas. Também saudamos aqueles que nos assistem pela internet agora e que nos assistirão em qualquer outro momento, uma vez que a palestra fica gravada. Então, para começar nosso nosso dia, vou ler um trechinho do Vida Feliz de Joana de Angeles, que é a mentora de nosso grupo de trabalho pela psicografia de Divaldo Franco. O capítulo é o 76. Se depois alguém tiver o livrinho e quiser refletir em casa sobre, diz assim: "Dilui a queixa sistemática que te torna uma pessoa de difícil convivência. É muito desagradável a companhia de alguém que está sempre a reclamar, vendo defeitos em tudo e desejando que o mundo vire na sua órbita e de conformidade com a sua maneira de ver as coisas. Não poderás modificar os outros, porém deves empenhar-te para conseguir a própria transformação para melhor. Se tudo te desagrada e estás costumeiramente reclamando, cuidado, porquanto essa é uma atitude de quem está de mal com a vida e vive mal consigo mesmo. é necessário que te toleres, aprendendo a ser tolerante com o próximo. Bom, diante dessas palavras tão bem colocadas para para todos nós e pro momento que vivemos,

com a vida e vive mal consigo mesmo. é necessário que te toleres, aprendendo a ser tolerante com o próximo. Bom, diante dessas palavras tão bem colocadas para para todos nós e pro momento que vivemos, vamos fazer uma pequena prece a Deus, nosso pai, a Jesus, nosso mestre, nosso amigo e a toda a espiritualidade que nos acompanha, agradecendo pelo empenho em nos tolerar, pelo empenho nos ensinar a tolerar os demais e nos trazer sempre boas ideias, bons propósitos e boa vontade para com tudo e para com todos. E assim agradecidos, vamos começar a nossa palestra de hoje passando a palavra pra Claudinha, que vai trazer um tema sempre relevante para todos nós. Obrigada. Bom dia a todos, a todas que estão aqui no nosso salão, Dr. Bezerra de Menezes, que se encontram em casa nos assistindo aí pelos meios de comunicação, pelas redes sociais. Hoje nós vamos falar do tema solidão, né? E a gente deu até um título aqui do vazio ao encontro, uma jornada pela solidão. Eh, esse tema é frequentemente falado dentro do espiritismo e tem muita bibliografia sobre ele dentro dos nossos livros, dos nossos estudos. Eh, vou citar aqui alguns, né? Como eu gosto de citar as fontes para que quem quiser se aprofundar ou mesmo relembrar aqui a palestra possa buscar lá, né, na na fonte mesmo. Nós nos baseamos aqui no livro Emoções que curam de Vanderlei Oliveira, Herman Fô, no capítulo 6. Eh, o livro As Dores da Alma de Hamed também tem um capítulo que fala da solidão. O livro autodescobrimento, que nós já falamos aqui com vocês, fizemos várias eh reflexões por várias quartas-feiras. Também tem o capítulo Solidão, o Evangelho Segundo Espiritismo, Livro dos Espíritos e alguns artigos aí da própria internet. Mas de todas de toda essa bibliografia, a que mais e me chamou atenção, eu vou compartilhar com vocês, está no livro Pão Nosso, nosso livrinho daquela série de Emmanuel, né, que seguidamente aqui a o pessoal traz e se chama Mar Alto. A lição é o capítulo 21. Eu vou me permitir ler dada a a como está

s, está no livro Pão Nosso, nosso livrinho daquela série de Emmanuel, né, que seguidamente aqui a o pessoal traz e se chama Mar Alto. A lição é o capítulo 21. Eu vou me permitir ler dada a a como está didático, como Emmanuel nos traz a questão da solidão. Eh, ele comenta sobre o versículo eh que está lá em Lucas, capítulo 5, versículo 4, quando Jesus diz para Simão: "Faz-te ao mar alto e lançai as vossas redes para pescar". E Emânel diz assim: "Este versículo, esse que Jesus diz para Simão ir ao Mar alto e pescar, nos leva a meditar nos companheiros de luta que se sentem abandonados na experiência humana. Inquietante sensação de solidão lhes corta o coração. Choram de saudade, de dor, renovando as amarguras próprias. Acreditam que o destino lhes lhes reservou a taça da infinita amargura. rememoram compungidos os dias da infância, da juventude, das esperanças crestadas nos conflitos do mundo. No íntimo, experimentam a cada instante o vago tropéu das reminiscências, das lembranças que lhes dilatam as impressões de vazio. Entretanto, essas dores amargas pertencem a todas as criaturas mortais. Em surgindo, pois a tua época de dificuldades, convence-te de que chegaram para tua alma os dias de serviço em Mar Alto, o tempo de procurar os valores justos, sem o incentivo de certas ilusões da experiência material. Você te encontra sozinho, se te sentes ao abandono, se te sentes em solidão, lembra-te de que além do túmulo há companheiros que te assistem e esperam carinhosamente. O Pai nunca deixa os filhos desamparados. Assim, se tiveres presentemente sem laços domésticos, sem amigos certos na paisagem transitória do planeta, é que Jesus te enviou a pleno mar alto da experiência, a fim de provares tuas conquistas em supremas lições. Então essa lição belíssima sobre um problema tão complexo da atualidade está lá no livro Pão Nosso, psicografia de Chico Xavier pelo espírito Emanuel, no capítulo 21 intitulado capítulo intitulado Mar alto e nos traz uma realidade contemporânea trazida aí pela Organização Mundial da

livro Pão Nosso, psicografia de Chico Xavier pelo espírito Emanuel, no capítulo 21 intitulado capítulo intitulado Mar alto e nos traz uma realidade contemporânea trazida aí pela Organização Mundial da Saúde em dados publicados recentemente. Essa reportagem saiu agora no dia 25 de julho e cuja preocupação da da Organização Mundial da Saúde se estabelece com base nesses dados que nos falam da solidão no do isolamento social, né, da solidão no planeta Terra e que a OMS, né, nos diz que 871.000 1 mortes por ano estão no mundo estão ligadas à solidão e ao isolamento social. Que que isso quer dizer? Que sem vidas, gente, são perdidas por hora, por hora e tem alguma relação com esse sentimento de solidão. E a Organização Mundial de Saúde traz isso como uma preocupação. Alguns outros dados, só pra gente entender o quão grave é esse problema na atualidade, né? três desses dados aí, uma em cada seis pessoas se sente solid se diz sentir solitária no mundo, né? Os jovens são os mais afetados de 13 a 29 anos e sabemos que essa é a faixa também com maior incidência de suicídio. Os países pobres têm o maior índice, quase 25%. E os idosos aí, considerando 60 a mais, né? eh, representam 12%, quase 12% desses desse problema sério da solidão. E esse esse essa sensação, né, ela tem variadas causas, variadas sentimentos que nós vamos que nós podemos sentir e que leva essa desconexão com o mundo, essa desconexão com as pessoas, né? Não, não tem ninguém para conversar, eh, se sentir isolado, desconectado do mundo, abandonado, né, sem compreensão de das pessoas que nos cercam, eh, e perpassado isso por receios, por inseguranças que vêm ligados aí a baixa autoestima. E é importante que a gente fale aqui que nós nós estamos falando desse sentimento de desconexão que passa a ser uma doença da alma, né? Então, a gente tá falando disso e não daquela sensação de solidão que às vezes a gente tem vontade, né? esse mundo muito agitado, a gente quer se desconectar, quer ficar um pouquinho ali livre dessa zoeira toda da da

á falando disso e não daquela sensação de solidão que às vezes a gente tem vontade, né? esse mundo muito agitado, a gente quer se desconectar, quer ficar um pouquinho ali livre dessa zoeira toda da da atualidade. Então isso é até saudável, mas nós falamos e dessa sensação de não termos ninguém no nosso entorno social e não preservarmos ou termos relações significativas necessárias ao nosso bem-estar emocional. Dado que o homem, a gente já falou aqui, né, o homem e a mulher, né, o ser humano, ele é gregário, ele necessita viver em sociedade, ele necessita viver com relações eh sociais, familiares, pessoais, dado toda a sua evolução e considerando os aspectos morais vinculados, né, a troca afetiva, a troca emocional que nos leva leva, então aí a uma evolução psicológica, moral e emocional, né? E nós precisamos falar sobre isso, porque esses dados da OMS são tão preocupantes e a área da ciência vem trabalhando e mostrando que a solidão ela aumenta o risco de depressão, obviamente, que podendo então aí levar, né, ao suicídio, a aumenta a ansiedade, eleva a chance de doenças cardiovasculares, de inflamações E, portanto, aí reduzem a expectativa de vida, né? Isso sobre a ótica da ciência da Terra. O que que os espíritos nos dizem nessa bibliografia toda que a gente trouxe aqui, né, Jona? Eh, na verdade, vamos falar um pouquinho antes de Divaldo. Divaldo trouxe lá na década de 90 muito forte, eh, alguns aqui vão lembrar o tema Gigantes da Alma. E lá ele já trazia sobre a inspiração de Jonas de questão dos quatro gigantes da alma, quatro sentimentos que trazem sérias complicações para nós, seres humanos. E já nos preparando, já nos preparando para essa onda, para essa epidemia, para essa pandemia emocional que nós temos hoje. Dentre os quatro gigantes da alma, quais são, né, os quatro gigantes da alma? a rotina, a ansiedade, o medo e também a solidão. Ou seja, o a sensação de solidão, ela é na atualidade um dos mais graves problemas enfrentados pelo homem, enfrentados aqui pela nossa realidade e

ma? a rotina, a ansiedade, o medo e também a solidão. Ou seja, o a sensação de solidão, ela é na atualidade um dos mais graves problemas enfrentados pelo homem, enfrentados aqui pela nossa realidade e pela e que desafiam a cultura da humanidade, né? Então hoje um parênteses aqui, né, nós temos hoje assim, bem hoje mesmo, na atualidade muito recente, vamos dizer aí de 2020 para cá, pós pandemia, em função do que nós evoluímos com com as questões digitais, tivemos que evoluir com as questões digitais, nós sabemos do agravamento da solidão, do agravamento do isolamento social e do agravamento dos índices de suicídio, de depressão, de ansiedade. Quantos de nós não ouvimos, seja no nosso ambiente de trabalho ou aí na nos meios sociais que nós percorremos, nós dizemos o quanto o ser humano tá adoecido, o quanto nós temos visto pessoas com problemas sérios, graves de doenças emocionais. Então, a solidão tem uma base importante aí que traz como consequência muitos muitas dessas doenças associadas ao psiquismo, né? E eh ela é tão grave essa questão. E eu trouxe aqui numa outra palestra que a gente fez que lá em maio de 2022, é Nova York, né, lá em Nova York, e como como lá existe um um nos Estados Unidos, esses países mais envolvidos, existe aí toda uma questão voltada à saúde do idoso, né, eles idoso que pode pagar, né? Eh, eles nessa reportagem trouxe uma questão interessante que eles estavam doando robôs para os idosos justamente para tentar driblar a o que eles chamaram de epidemia da solidão. Lembrando que na cultura a cultura norte-americana ela é um pouco diferente, né, para com os idosos e e tem muito essa prática dos idosos irem para casas eh essas casas, né, eh geriátricas. E esses robôs, então, eles foram oferecidos justamente para quê? para que aquele idoso tenha com quem conversar, para que aquele idoso tenha alguém que lembre o horário de tomar os seus remédios, para que aquele idoso eh tenha alguém que lhe sugira atividades físicas, lhe sugira ligar a televisão, lhe sugira ligar para

e aquele idoso tenha alguém que lembre o horário de tomar os seus remédios, para que aquele idoso eh tenha alguém que lhe sugira atividades físicas, lhe sugira ligar a televisão, lhe sugira ligar para um parente um robô para eh compartilhar a vida, a rotina desses idosos e auxiliar na socialização, né, desses desses dessas pessoas que estão na melhor idade e que a gente sabe do abandono que que acabam sendo relegados, né? E nós temos para gravar tudo isso o nosso momento atual, né, de que temos que estar em tudo que é lugar, a toda hora, sempre felizes e de preferência apostando nas redes sociais, né? Sandro Cling traz muito isso no nos nos trazendo que isso afeta muito a nossa sensação de felicidade, porque desviamos a sensação de felicidade, a sensação de conquista, a sensação de interação social para algo que é irreal. Então, às vezes nós estamos, né, e e Rossandro traz isso numa palestra de muitos anos já, sei lá, uns 5 anos. Nós estamos ali naquele momento com os nossos familiares, estamos todo mundo no celular, todo mundo se conectando a outras coisas e não há uma interação real, uma interação de fato, ocasionando que nós estamos escondendo, nós estamos manipulando de alguma forma os nossos sentimentos, optando por valorizar o que é irreal, dizendo que aquilo é uma felicidade. E vai então, como nos dizem os espíritos, como nos diz Joana de Ângeles, escondendo o que é legítimo, o que é verdadeira, o que é verdadeiro, camuflando as aspirações e do espírito, a as necessidades reais do espírito, que vai nos conduzir, portanto, aí a psiconeuros de autodestruição, de isolamento, de solidão. Essa questão, meus amigos, tem sido muito, muito grave, né? Entre os jovens, como a gente viu, Organização Mundial da Saúde já trouxe isso, mas eh temos que nos olhar, temos que nos compreender e buscar verificar se nós não podemos estar caindo nesse nessa armadilha da solidão ou se não temos alguém em nossa, né? próximo que esteja caindo nessa armadilha, porque muitos dos suicídios,

reender e buscar verificar se nós não podemos estar caindo nesse nessa armadilha da solidão ou se não temos alguém em nossa, né? próximo que esteja caindo nessa armadilha, porque muitos dos suicídios, das das quedas em vícios, das quedas em tóxicos, né, na nosja as drogas listas, a bebida e e hoje nós temos aí eh a a algumas, né, vou falar aqui, novelas aí, t nos mostrado o problema do vício do álcool, o problema do vício das drogas, que acaba passando camuflado, mas o nosso atendimento fraterno aqui tá cheio de mães, de usuários, de desesperados, de aflitos que vem pedir socorro para si ou para algum familiar que passa por esses vícios e esses vícios perpassam a causa raiz da solidão. Quantos relacionamentos tóxicos de amizades ou de relacionamento amoroso mesmo de casais justificados pela solidão. Por a pessoa ela acaba não tendo esse relacionamento social saudável. Ouvimos aqui que é necessário, o ser humano necessita dessa interação e ele então se apega àquele relacionamento às vezes de amizade, às vezes eh esse relacionamento sentimental mesmo, eh, entre de de casal, né, de relacionamento amoroso. essas essas características e que explicam às vezes muitas pessoas, eu ouço pessoas falando, mas como que aquela mulher conseguiu manter aquele relacionamento num, né? Sai um caso de feminicídio e a gente vai olhar o o entender um pouco o relacionamento e as pessoas perguntam como que ela conseguiu, como por que ela ficou. Ou às vezes um homem não chega num assassinato, mas a gente vê ele ali ficando, ele ou ela, né, ficando então naquele relacionamento altamente tóxico que lhe faz mal, que lhe leva para vícios difíceis, que lhe leva para um para uma infelicidade, paraa depressão, paraa ansiedade, para outras doenças eh mentais e emocionais. solidão. base do problema é esse sentimento de se sentir sozinho, esse sentimento de se sentir desconectado, esse sentimento de se sentir isolado, carregado, né, pelas frustrações, pela falta de entendimento e que a pessoa se apercebe, ninguém, né,

e sentir sozinho, esse sentimento de se sentir desconectado, esse sentimento de se sentir isolado, carregado, né, pelas frustrações, pela falta de entendimento e que a pessoa se apercebe, ninguém, né, ninguém me entende, ninguém me compreende, ninguém consegue entender o que eu falo, tendo como causa raiz Certamente as questões atuais que agravam muito esse quadro, mas também causas do passado ou atuais de uma busca da perfeição na outra pessoa, né, da aquela expectativa muito alta com relação à outra pessoa também pode explicar isso, né? Então, enquanto umas pessoas para viver em companhia se deixam levar por relacionamentos tóxicos, outras se isolam tanto por conta de botar uma expectativa muito alta no outro, que também não é uma realidade, porque todos temos os nossos defeitos, todos temos a as nossas dificuldades pessoais. E nessa relação, um com o outro, o outro com um, nós vamos aparando as arestas e se desenvolvendo, ajudando aquela pessoa que está conosco e nós sendo ajudado também por ela. Vivemos realmente situações difíceis paraa sociedade humana. Vivemos um momento bastante desafiador e por isso, né, irmã Seufô, que vem em alguns livros trazendo fortemente a necessidade de nós falarmos sobre esses problemas da atualidade, esses gigantes da alma que, como nos dizem Emanuemos algum dia de nossas vidas. O que nós temos que lembrar nesses momentos graves pelos quais estaremos passando ou verificando alguém próximo nós passando por uma situação, é é que primeiro sejamos nós ou sejamos ou seja a pessoa que nós estejamos ali. O que é pior para mim é pior quando alguém que nós amamos muito sofre muito, né? Porque a nós não temos muito como agir. Nós podemos agir até determinado ponto. A partir de determinado ponto, é a pessoa que tem que agir, né? Mas ali há uma dor tão grande e um grito de socorro, né? por um desespero de ser amado, um desespero de ser compreendido, um desespero de olha, me entenda, me compreenda, mas nessa raiz dessa causa que pode levar transtornos seríssimos e temos visto

ro, né? por um desespero de ser amado, um desespero de ser compreendido, um desespero de olha, me entenda, me compreenda, mas nessa raiz dessa causa que pode levar transtornos seríssimos e temos visto isso acontecer, o que fazer? Qual é a solução? Será que os espíritos nos nos dão também além do diagnóstico? Será que a sociedade nos dá essa resposta? A sociedade nem tanto. As Organização Mundial da Saúde tá aí gritando, né, desde 18 falando sobre depressão, ansiedade, solidão, né? Mas os espíritos vêm sim nos consolar e nos dizer algumas coisas importantes para vivermos, sabermos viver com esse problema. E quando estivermos enfrentando, como nos diz Emanuel, porque todos enfrentaremos ou hoje ou amanhã, se não estivermos neste momento agora, ou se já não passamos por ele. Quais são as duas formas, né? A primeira forma a gente assim é trabalhar a nossa mente e isso tanto psicólogos quanto neurocientistas quanto a doutrina espírita vem nos trazer a questão de trabalhar a nossa mente, trabalhar o reforço da fé, da crença que nun que estamos sozinhos, da certeza absoluta quanto a isso. Vejamos que lá na questão 495, 495, guardem essa questão, voltem lá para ler, voltem lá para ouvir o consolo que Santo Agostinho nos traz. Deixa eu ver se é Santo Agostinho ou é Santo Agostinho quando nos fala do anjo da guarda. É do anjo da guarda. E eu vou ler aqui uma uma parte que é um consolo para qualquer um que esteja passando por esse momento de se sentir sozinho, se sentir isolado. Santo Agostinho nos diz assim: "Não vos parece grandemente consoladora a ideia de terdes junto de vós seres que vos são superiores, prontos, prontos sempre a vos aconselhar e amparar, a vos ajudar na ascensão da montanha do bem, mais sinceros e dedicados amigos do que todos os que mais intimamente se vos liguem na terra. Eles se acham ao vosso lado por ordem de Deus. Foi Deus quem os colocou. E aí, permanecendo por amor de Deus, desempenham bela missão, porém penosa. Sim, onde quer que estejais, estarão

guem na terra. Eles se acham ao vosso lado por ordem de Deus. Foi Deus quem os colocou. E aí, permanecendo por amor de Deus, desempenham bela missão, porém penosa. Sim, onde quer que estejais, estarão convosco. Nem nos cárceres, nem nos hospitais, nem nos lugares de devastidão, nem na solidão. Estais separados desses amigos a quem não podeis ver, mas cujo brando influxo vossa alma sente, ao mesmo tempo que lhes ouve os ponderados conselhos. para ilustrar isso aqui didaticamente, tipo assim, mas Cláudia, isso aí tá bonito, mas vou contar um caso real, fático, que aconteceu com uma conhecida minha e que é emblemático para essa questão do anjo da guarda, essa questão do quanto esses amigos espirituais estão conosco, mesmo quando nós nos sintamos, como ele diz aqui, em qualquer lugar, na prisão, no hospital, nos lugares de vacidão, como ele diz, né? qualquer lugar, se nós conectarmos, se nós pedirmos ajuda, se nós clamarmos por essa essa ajuda, por meio da prece, por meio do pensamento, nós teremos essa conhecida, ela tinha, ela tem, né, um filho que hoje tá com 29 anos, 30 anos, menos de 30 anos e ele passou por um sério problema de ocasionado em função da solidão, caiu na depressão e chegou na ideação suicida grave. Ele estava em tratamento muito sério e naquele ponto em que o psiquiatra diz: "Ó, em que pés ele está tomando, a pessoa está tomando remédio, nunca o deixe sozinho. Nunca o deixe sozinho. Sempre esteja vigilante, né? Porque essa pessoa, nós sabemos, né, de casos, inclusive que a pessoa eh cometeu o suicídio. E essa mãe muito preocupada, né, então foi morar com filho, largou tudo, foi morar com filho. O que que acontece, gente? Assim, só quem já acompanhou esse tipo de situação sabe o quão difícil é, porque a pessoa ela burla as regras, né? Ela ela consegue assim, nós sabemos aí que tem toda uma questão espiritual junto, ela consegue fugir daquela vigilância e tentar o ato. Essa mãe estava exausta, exausta. já tinha muito tempo, quase um ano já, vigilante, vigilante, vigilante.

e tem toda uma questão espiritual junto, ela consegue fugir daquela vigilância e tentar o ato. Essa mãe estava exausta, exausta. já tinha muito tempo, quase um ano já, vigilante, vigilante, vigilante. E teve um dia que ela caiu no sono. Só quem cuida, né? É, de, ou quem já cuidou de alguma pessoa assim que não pode desgrudar o olho, sabe que tem momentos em que a pessoa simplesmente ela apaga, né? O corpo ele apaga, ele se desconecta. E numa noite que ela e era noite já, então ela dormia na mesma cama com o filho, dormia ela e o filho na mesma cama, porque, né, quando a gente tá vigilante, a gente, a pessoa sai, a gente já põe a mão, já vê que a pessoa saiu e já, mas nesse dia ela tinha capotado e capotou, daqui a pouco ela acorda com se fosse, eu acho que todo mundo aqui já passou por isso, de acordar com se fosse alguém chamando A gente ouve, né, alguém chamar o nosso nome e ela ouviu uma pessoa chamando insistentemente o seu nome, fulano, fulano, fulano. Até que ela acordou. Ela acordou, botou a mão do lado, filho não tava desesperada, meio sem conseguir, né, naquele tumulto todo. Foi, foi, foi procurar, viu a porta da cozinha aberta, chegou a dar o frio na barriga. Quando ela chega na porta da cozinha, ela enxerga o filho dela já no no banquinho colocando a corda no pescoço, que já tava a corda amarrada na árvore, colocando a corda no pescoço para justamente cometer o suicídio. Ela disse que ela se se jogou correndo, né, sobre ele, conseguiu derrubá-lo da da, ou seja, não constringiu aqui o pescoço. Ela disse que foi uma luta de força mesmo física para conseguir na pessoa em crise, né? A pessoa em crise e a pessoa toma uma dimensão fortíssima e uma dimensão de força física fortíssima e ela conseguiu ali até que ele meio que desmaiou também apagou e foi acordar só. Isso era de madrugadinha, né? foi acordar só à noite do outro dia, porque nós sabemos aí que tem todo um envolvimento espiritual muito grande nesses casos. E ele ficou sem ser, não ficou sem sequala nenhuma,

a de madrugadinha, né? foi acordar só à noite do outro dia, porque nós sabemos aí que tem todo um envolvimento espiritual muito grande nesses casos. E ele ficou sem ser, não ficou sem sequala nenhuma, porque nós sabemos de casos em que a pessoa acaba, principalmente a morte por enforcamento, ela não morre, mas ela fica com sequelas, né, em função da falta de oxigenação no cérebro. Não bastasse isso na noite desse, na noite desse dia, ela desesperada, chorando, dizendo que não tinha força, ela não é espírita, tá? Ela não é espírita, desesperada, clamando, né, a Deus que lhe ajudasse com aquilo tudo. Ela disse que também ouviu uma voz que lhe dizia, né, que tudo passaria. Tudo iria passar, que ela continuasse tendo fé, tendo confiança que tudo iria passar. E passou e passou. alguns anos se passaram, esse rapaz hoje já está com alta, já tem uma vida eh ali, né, que que é controlada, passou num concurso público, eh tem uma vida já vou falar normal, mas não me entendam mal, normal no sentido de normalidade, né, sem precisar eh desses cuidados, sem precisar de Já deu alta do tratamento. e sem precisar da dessa vigilância constante, graças ao à perseverança dessa mãe e da ajuda espiritual que todos tiveram para que ele pudesse superar esse momento grave de eh de solidão, de desespero e de desconexão emocional, desconexão espiritual, desconexão psicológica, a ponto de atentar contra a própria vida. Então, lembremos sempre, sempre que a espiritualidade está do nosso lado. Nós temos esses amigos espirituais que nos consolam, que de fato estão conosco. E para finalizarmos, a outra forma, obviamente, quando estamos em crise, nós não conseguiremos nada sozinhos. Nós temos que, né, nos tratar, nos tratar com o psiquiatra, nos tratar psicologicamente, nos tratar na na religião, se tivermos, mas sempre buscarmos essa conexão com Deus, essa conexão com a espiritualidade, mas saindo da crise, buscar ações no bem, buscar fazer a caridade, onde quer que seja a caridade, nós temos tantos

rmos, mas sempre buscarmos essa conexão com Deus, essa conexão com a espiritualidade, mas saindo da crise, buscar ações no bem, buscar fazer a caridade, onde quer que seja a caridade, nós temos tantos sofredores no mundo, nós temos tanta gente precisando aqui. aquele, aquela uma horinha na semana, aqueles minutos, que seja meia horinha na semana, são muito úteis para quem não tem nada, para quem é carente de tudo, para quem é carente de coisas materiais, para quem é carente de afeto, para quem é carente de uma família, enfim, a carência, a necessidade física, material, emocional, ela está espalhada pelo mundo inteiro. Oportunidades não faltam para que nós ajudemos o nosso próximo. E Joana deângelos nos diz uma frase que eu já falei aqui outra vez e que ela é marcante para o problema da solidão. Quem é solidário nunca está solitário. Então busque, busquemos a caridade como fonte incansável, como fonte que não se exaure, como fonte que não deixa de jorrar os recursos de afeto, de estima, que é a caridade. Essa fonte ela não seca, porque na medida em que nós damos, nós recebemos. Deus assim fez. À medida que nós estendemos uma mão, várias outras mãos se estendem para nós. Por fim, uma vidência vista aqui de um uma pessoa como nós, assim, mas que fazia a sua caridadezinha. Uma vez por semana ela vinha aqui, ia na reunião mediúnica. uma vez por mês, ela ia ali, fazia, ajudava na comida de algum, alguma instituição de caridade para pessoas carentes. No dia da sua desencarnação, muitos espíritos vieram agradecer por esse esses pequenos momentos de solidariedade e que foram definitivos para que esses espíritos que já estavam desencarnados, né, quando essa pessoa morreu e no seu velório vieram lá agradecer e ajudar o processo de desencarnação desse companheiro que deixava aqui a vida material e adentrava a vida espiritual em felicidade, podemos dizer assim, porque soube ser solidário. Então, na solidão, busquemos aquele que precisa mais do que nós. Eles preencherão esse vazio existencial e estenderão as suas

espiritual em felicidade, podemos dizer assim, porque soube ser solidário. Então, na solidão, busquemos aquele que precisa mais do que nós. Eles preencherão esse vazio existencial e estenderão as suas mãos para também nos tirar desse sentimento tão danoso e que pode ocasionar tantas coisas negativas para nós. Combatamos veementemente a solidão com a caridade, com a fé, com a crença de que nunca estamos sozinhos. Muito obrigada, amigos, amigas. Que Jesus nos abençoe e que consigamos vencer os momentos que, como nos disse mano, de solidão, todos nós passaremos, ou estamos passando ou já passamos, mas também tornaremos a passar. Lembremos que nunca estamos sozinhos. Bom dia a todos. Que Deus Jesus nos abençoe. >> Obrigada. Obrigada, Cláudia. Realmente, né, duas palavras que só tem uma letrinha para separar, para diferenciálas. Solitário e solidário. Quando nos sentirmos solitários, busquemos ser solidários. Oportunidade não falta. à nossa volta. Se olharmos com atenção, encontraremos muitas, muitas opções, não, talvez não institucionalizadas, mas sempre teremos opção de sermos mais solidárias. Então, agradecidos a Deus pelas palavras, pelas ideias que foram trazidas nesta sala, neste momento, que possamos então fazer nossas reflexões e trazer essa ideia da solidariedade para combater a nossa solidão. Sim, pedimos permissão, espiritualidade superior para encerrar essa primeira parte dos nossos trabalhos e abriremos o passe já já na sala de passes ali atrás depois da passagem de carros. espírita de o passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à

no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos

ta a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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