Divaldo Franco - Momentos Evangélicos - A reencarnação e os valores humanos

Mansão do Caminho 30/06/2021 (há 4 anos) 58:49 85,862 visualizações 7,234 curtidas

Momentos Evangélicos - 29/06/2021 Palestra especial - A reencarnação e os valores humanos Para assistir palestras inéditas e históricas do médium espírita Divaldo Franco, assine o http://www.espiritismoplay.com Para conhecer mais sobre as Obras Sociais Mansão do Caminho que atendem cerca de 5 mil pessoas gratuitamente por dia, acesse: http://www.mansaodocaminho.com.br Para adquirir livros mediúnicos de Divaldo Franco acesse http://www.livrarialeal.com.br Instagram: http://www.instagram.com/mansaodocaminho Facebook: http://www.facebook.com.br/mansaodocaminho Toda a renda com a venda de livros e assinaturas do EspiritismoPLAY é destinada às Obras Sociais Mansão do Caminho. Para doações: https://mansaodocaminho.com.br/colabore/doacoes/

Transcrição

Senhor, não somos outros aqueles que aqui nos encontramos. Réprobos que envolvemos no passado de delitos, recomeçamos a senda assinalados pelas deficiências, [música] buscando a estrada perdida. Volvemos aos pélagos vorazes, [música] onde nos afogamos, aguardando a barca da tua misericórdia, que nos levará ao porto da paz. Não nos atrevemos a pedir-te justiça, que pesaria na economia das nossas almas. [música] Suplicamos misericórdia, Senhor, e piedade [música] para nossas limitações, pelos nossos graves erros. Distende-nos, generosa mão, e alça-nos do abismo em que tombamos para as comiadas da montanha [música] da sublimação evangélica, para onde rumamos. Senhor, dignifica-nos com o hálito da [música] tua inspiração. Não nos deixes outra vez [música] entregues a nós mesmos, pois só tu tens a palavra de luz e de vida eterna. Se contigo, Senhor, estamos desolados e tristes, sem ti como estaremos. Utiliza-te, pois do que resta de nós e da argila imperfeita de que nos constituímos. Herige o santuário da fraternidade para os homens, tornando-nos instrumentos da tua paz. Abençoa-nos a todos nós, os discípulos imperfeitos que reconhecemos ser, e concede-nos a luminosa oportunidade de servir-te um pouco mais a benefício da nossa vida. E fica ainda, Senhor, conosco, [música] para que tenhamos tempo de nos impregnarmos de ti, esculpindo-te no país dos nossos corações que já te amo. Bezerra de Menezes. Senhoras, senhores, queridas irmãs, queridos irmãos espíritas, caras amigas, caros amigos que nos acompanham pela web TV Mansão do Caminho ou por outros recursos da comunicação social, nossos votos de muita paz. O poeta brasileiro Godói Paiva escreveu uma bela página que peço licença para narrar em Tom de prosa. Era um grande espetáculo. Ali estava a multidão numa ansiedade ímpar. O grande trono se destacava e ali sentado estava o Altíssimo. Entidades venerandas circundavam, mas logo ao lado, também algo parecido a um trono, encontrava-se Satanás. as duas forças da tradição teológica a

trono se destacava e ali sentado estava o Altíssimo. Entidades venerandas circundavam, mas logo ao lado, também algo parecido a um trono, encontrava-se Satanás. as duas forças da tradição teológica a respeito do bem, a respeito do mal. A fila enorme e uma balança. Era o dia do juízo final. As sepulturas abriram-se e os mortos ressuscitaram. ressuscitaram, obviamente em corpo físico e começou o julgamento. De quando em quando, ouvia-se o prorromper de um desespero, alguma alma não conseguida, o indispensável na balança da justiça para merecer o reino dos céus. Mas logo depois chegavam pessoas angelicais, cujas obras, cuja vida eram de um teor fascinante. Por fim, uma mulher veneranda, ela trazia nos braços um jovem que chorava amargurado e triste, mas de início ela teve que ser colocada na balança da justiça. É claro, o prato no qual ela procurou agasalho aendeu como se for uma pluma. E logo a divindade, através da voz dos anjos brador. Inocente, dileta, filha da verdade, desfruta a partir de agora o reino dos céus. Eternamente desfrutarás da justiça, da bondade, da misericórdia. E ela juvilosa abre os braços, Genofletiu-se e passou para o lado dos bem-aventurados. O próximo era seu filho. Ele estava comalido. Foi necessário que anjos servçais o torcesse até a balança. Ele sentou-se. Sentou-se e parecendo um desastre aquele braço, aquele móvel que o acolheu, aquela concha de metal desceu pesadamente, o que significava que as suas obras eram más. que o conteúdo da sua vida era um desperdício. E então não foi necessário esperar-se muito e apareceu a majestosa e ridícula figura de Satanás e disse: "Eo que me pertence". E Deus lamentando, disse para ele: "Desce aos infernos e ali aprenderás quanto é grande o amor do teu pai espiritual. a quem nunca prestaste qualquer consideração. Enquanto ele falava, e o jovem aturdido deveria ser um usuário de drogas ou de álcool, olhavam aturdido total, sem saber exatamente que seria o seu destino eterno. Então, naquele momento em que pareceu

nquanto ele falava, e o jovem aturdido deveria ser um usuário de drogas ou de álcool, olhavam aturdido total, sem saber exatamente que seria o seu destino eterno. Então, naquele momento em que pareceu até o ar, desapareceu da multidão, ouviu-se uma voz que gritava do lado dos justos: "Senhor, é meu filho, Senhor. Eu estou no paraíso e desejo suplicar-vos misericórdia para meu filho. Eu sou mãe e já perdoei o meu filho, que era um enfermo da alma e do sentimento, e saiu ficando de fronte de Deus. No tribunal glorioso, anjos cantavam em surdina, mas o semblante de Deus estava caracterizado pela ira. Havia uma certa forma de desgosto, de mágoa e de revolta. Estou de acordo contigo", falou ele. "mas ele é revel. Todas as oportunidades nós lhe demos." E ele as atirou no poço do desprezo, do abandono. O teu carinho mil vezes foi rejeitado e a tua morte foi apressada pelos desgostos de que ele magoou o teu coração. Então, aí estão os atos. Tu vais desfrutar da alegria imensa do paraíso, enquanto ele verterá um pranto de aço derretido nos olhos, que é o arrependimento pelos males que praticou. O silêncio continuava. Entrou a mulher agora visivelmente atordoada, mas meu pai é a eternidade. Ele vai expungindo esses males para a eternidade. Eu vos suplico como sendo mãe. Eu perdoo. Era meu filho, um filho ingrato, certo? Mas era meu filho. Então Deus falou-lhe: "Eu não posso reverter as leis. Ele desobedeceu e deve ser neste momento sentenciado receber a punição. Meu pai, que poderia fazer eu para tornar menos desesperador da sua lição? Eu suplico, eu darei o meu lugar. Vou eu para o inferno. Mas meu filho merece os céus. Era de bons sentimentos, mas não tinha força. A embriaguez dos sentidos arrastava-o à promiscuidade, ao desencanto, ao atrevimento. Enlouquecia meu filho, que somente se acalmava depois que lhe acariciava a cabeça. Deus disse: "Não posso reverter as leis." E ela diz: "Mas no teu coração, meu pai, não há lugar para o perdão, porque ele não há lugar para o perdão."

e se acalmava depois que lhe acariciava a cabeça. Deus disse: "Não posso reverter as leis." E ela diz: "Mas no teu coração, meu pai, não há lugar para o perdão, porque ele não há lugar para o perdão." O perdão para este caso é a justiça entre a mulher. Abriu demasiadamente os olhos, aproximou-se do filho e o abraçou: "Do que me vale o céu? Como poderei ficar do céu e de lá olhar meu filho eternamente nas lavarendas sem ser devorado? Como poderia eu ter paz de espírito, sabendo que o filho das minhas entranhas que tu me deste gemia e chorava no inferno, sem conforto e sem esperança. Dá abre uma exceção para meu filho. E o Senhor lhe disse, não posso. Então todos aqueles que ali estavam foram sacudidos por um gesto inesperado. No teu coração, disse ela, não há lugar para o perdão, nem para a justiça da misericórdia. Abraço meu filho e vou chorar com ele no inferno, onde certamente deverá haver mais justiça. E segundo Gorói Paiva, ela e o filho desceram buscando as genas infernais. Esta figura, naturalmente mitológica do inferno, é, sem dúvida, uma herança, um arquétipo que o catolicismo e mais tarde Lutero e outros fundadores de religião herdaram das tradições gregas, babilônias, assírias, indianas e tantas outras. Ao aparecer o cristianismo público na depravação de Roma, que herdara da mitologia grega os seus melhores deuses, agora com outros nomes, procurou estabelecer uma forma de exigir o bom comportamento, o Jesus amor do Evangelho, que indicava não haver crime que não merecesse reparação. que veio demonstrar que mesmo os maus que o estavam matando eram credores de compaixão e de misericórdia, porque eles não sabiam, não tinham consciência do que estavam falando. E acredito que os primeiros pais da igreja, aqueles da patrística que elaboraram toda a organização dogmática, colocaram o inferno como sendo a figura terrível ou para apavorar as almas e assim passarem a temer a Deus. Quando Jesus proclamara amar a Deus, sempre essa figura demoníaca e perversa, desde a idade média que atormenta as

mo sendo a figura terrível ou para apavorar as almas e assim passarem a temer a Deus. Quando Jesus proclamara amar a Deus, sempre essa figura demoníaca e perversa, desde a idade média que atormenta as criaturas humanas e tem sido responsável por transtornos da imaginação e da psicologia através destes últimos dois milênios. Quantos indivíduos que hoje apresentam o transtorno do pânico, cujas raízes profundas estão nas ameaças, da vida infernal, na infância, ou em experiência transata? ou estiver em regiões dolorosas, assinalada pelo sofrimento, cada uma delas, sem força para resistir, e voltaram à terra para expungir através das bênçãos da reencarnação. A reencarnação é uma lei universal. As mais antigas civilizações cultuavam-n porque é uma lei de justiça que auxilia os valores humanos. Somos barro, mas barro no sentido matéria, de fácil organização plasmante e desorganização através da separação das várias camadas sucessivas. Por isso que o termo Adão, nascido do barro, ainda representa uma outra incógnita na questão da evolução. Felizmente, por volta de 1859, em Londres, foi apresentada a doutrina do evolucionismo, graças ao pensamento extraordinário de Charles Darwin. Antes dele havia sido apresentada a doutrina do transformismo, em que os caracteres, a aparência, a forma são resultados de dois fatores. O fator genético, hereditariedade, e o fator mesológico, o meio onde as pessoas desenvolveram as suas habilidades. Não foram poucos. Lord Bacon e toda uma elite de pensadores elaboraram o conceito do transformismo com seu insigne autor que propunha a evolução tecido de micropartículas através através de aglutinações até o momento glorioso do ser humano, do momento em que ele abandona a vilatura animal e começa a formar a humanidade. Logo depois do pensamento de Charles Dawin, vieram as confirmações através das doutrinas que buscaram os esqueletos ósseos para demonstrar toda essa marcha evolutiva até o primatas omini e até nos outros homo sapiens. E já podemos prever homos

vieram as confirmações através das doutrinas que buscaram os esqueletos ósseos para demonstrar toda essa marcha evolutiva até o primatas omini e até nos outros homo sapiens. E já podemos prever homos tecnológicos, homos científicos ou a denominação que se queira dar para o homem intuição, que já somos de alguma forma nós outros desta geração. Então, a reencarnação foi uma mensagem filosófica que apareceu através das dos deuses também, das velhas doutrinas das civilizações, daquele período áureu, da Babilônia, da Síria, da Pérsia, do Egito, especialmente da Índia, nas grandes canções do Bagavad Guita, dos upanas, da voz de Krishna, falando a ajuda a respeito do paraíso, a respeito dos renascimentos. Quando a doutrina espírita foi elaborada, Allan Kardec foi buscar na filosofia dos sábios, dos santos, a reencarnação. Isto porque ele próprio, professor Hipolita Lion Denizar Rivailo, ao conversar com os espíritos, um deles disse-lhe: "Eu sou teu velho amigo. Eu a te acompanhei em outras experiências e quero recordar-me principalmente daquele período mais ou menos 100 anos antes de Jesus Cristo, quando nas Gálias, o território francês hoje, tu eras Allan Kardec, um sábio, um homem que trouxe à cultura o conhecimento dos renas. entos das vidas sucessivas ou como chamam os gregos da palingesia, vários nascimentos. Naquele tempo nós éramos amigos e tu eras o sacerdote druida. Daquelas nações que invadiram esta região, a Bélgica, a Inglaterra, a Noruega. Daqueles povos primitivos, os druidas eram dos mais elevados. Abrindo parênteses, depois que Kardec desencarna, inaugura-se no cemitério Perlaches, porque ele foi enterrado no cemitério de Momatri. E um ano depois, os despojos mortais foram transferidos para o Perlaches, onde ele foi habitar o mausuléu druida. Os druidas se utilizavam de duas pedras grandes paralelas. e uma terceira colocada por cima. Estes eram seus santuários. E nós encontramos muito nas terras da Suíça, da França, na Inglaterra, especialmente onde a doutrina druídica

as pedras grandes paralelas. e uma terceira colocada por cima. Estes eram seus santuários. E nós encontramos muito nas terras da Suíça, da França, na Inglaterra, especialmente onde a doutrina druídica espalhou a tese da misericórdia de Deus, da sabedoria. Inclusive, Allan Kardec era também vegetariano. O seu amor aos animais, à vida pela tradição druídica, exigia que a vida fosse respeitada sobre qualquer aspecto e em qualquer situação. E desde que essa informação lhe foi dada, ele resolveu pesquisar, mergulhar na história dos povos e foi encontrar a reencarnação em páginas eminentemente antigas do pensamento universal. estabeleceu ao criar todo o conjunto da doutrina, criar no sentido de organizar, porque ele codificou as informações que recebeu a milhares de perguntas que foram dirigidas aos espíritas, tanto por ele como por inúmeros investigadores, e colocou a reencarnação como base da misericórdia de Deus. Mas o que é reencarnação? Não é ressurreição. Nós encontramos as duas palavras algo parecidas. Jesus, por exemplo, ressuscitou dos mortos. Ele veio ter conosco, mas nunca reencarnou, porque ele é perfeito, é o modelo, é o guia da humanidade. Quando Allan Kardec perguntou aos benfeitores na questão 625, qual era o modelo da humanidade, quem nós deveríamos imitar? E os espíritos governantes do planeta responderam: "Jesus, ele criou o planeta e é o modelo e guia para as nossas necessidades. Ele prometeu que a morte não existia e a única maneira de provar que a morte não existia era ressuscitar dos mortos." E ele o fez ao terceiro dia, mas uma ressurreição gloriosa em um corpo especial, fluídico, semelhante à carne densa, com as mesmas propriedades carnais, porque ele comeu um peixe assado no cenáculo com seus amigos quando apareceu pela segunda vez. Mais tarde, na chamada pesca milagrosa, no mar da Galileia, quando Simão atirou as redes para o lado que ele indicou e pescou de tal forma que a barca por pouco não só sobrou, ele comeu peixe assado para mostrar que era ele. Não se

lagrosa, no mar da Galileia, quando Simão atirou as redes para o lado que ele indicou e pescou de tal forma que a barca por pouco não só sobrou, ele comeu peixe assado para mostrar que era ele. Não se tratava de um fenômeno de aparição, de um fenômeno de alucinação, de um fenômeno fogado por um transtorno de natureza esquizofrênica, mas de uma realidade. Então é a ressurreição dos mortos. Desencarnamos e ressurgimos porque continuamos a viver. Mas João Batista, por exemplo, que o precedeu não era somente um ressuscitado, mas o reencarnado, porque ele havia sido o profeta Elias, aquele mesmo profeta que, levado pelo desespero fanático da sua doutrina da Torá, matou a milhares de adoradores do deus Baal, nas margens do rio Quinzon. E com este ato, ele deu lugar a um débito perante as divinas leis. Matar nunca. Nada justifica a matança. Podemos apresentar como derivados de um momento em que a pessoa foi surpreendida e por automatismo defendeu-se ou através de outros argumentos. Mas façamos todo o possível matar. Ninguém tem o direito, porque ninguém tem o direito de criar, nem logra criar. Então nasce o menino Icanaã, João, primeiro e segundo grau de Yeshua, Jesus. E ele e João vem anunciar a chegada do Messias, conforme Elias, o profeta judeu, havia falado nos seus maravilhosos discursos, nas suas grandiosas profecias. Então também ele quando volta e começa a se voltar contra o governante da Galileia, Herodes Antipas, que vivia maritalmente com Herodíades, ele gera o ódio da imperatriz, que na primeira oportunidade pede ao imperador através de sua filha Salomé, a cabeça do profeta. E morre João conforme mandar a ele matar os adoradores do deus Baal. reencarnação. Mas a reencarnação ainda hoje desperta muita celuma e quando nos referimos a ela, embora seja uma lei da natureza, como a lei do progresso, a lei da destruição, a lei da liberdade e ainda provoca certos malestares. E a pessoa diz, mas então eu sou fulano, você acha, pensam muitos homens, que eu já fui mulher ou que eu vou ser mulher?

sso, a lei da destruição, a lei da liberdade e ainda provoca certos malestares. E a pessoa diz, mas então eu sou fulano, você acha, pensam muitos homens, que eu já fui mulher ou que eu vou ser mulher? A questão do sexo é uma experiência do processo evolutivo. Na evolução antropológica, nós temos identidades de natureza material, portanto, biológica e vibratória hormonal para a criação. que tanto é nobre a reencarnação masculina como a feminina, porque é da união desses dois gametas, o óvulo e o espermatozoide, que a vida se origina. A reencarnação vem então explicar todos os enigmas de natureza ética e moral que a humanidade defronta. Vejamos. Eu sou o 13º filho de uma família imensa, mas a minha irmã número sete, porque lá em casa nós éramos numerados, nasceu com uma dificuldade orgânica, com hidropesia. Ela padecia deste tormento e a sua cabeça começou a crescer. com aquela manifestação encefálica degenerada, ela não cresceu, não enxergou, não falou, nunca ouviu e viveu 7 anos. Nós outros 12 somos geneticamente perfeitos. Nenhum tem tido uma doença hereditária que passou de uma para outra geração em nossa família. E eu sou o último de todos com a idade longeva de 94 anos e uma organização fisiológica e mental absolutamente normais dentro dos limites da organização física. Muito bem. Minha mãe sofria ao tomar conta da sua filha. Tinha que cuidar porque ela não movimentava. A cabeça era muito grande, desproporcional ao corpo. Por quê? Perguntas. Porque Deus fez isto com ela, já que temos origem divina. Então se dirá: Porque os pais pecaram? Ora bem, no evangelho, Jesus passa e vê um cego de nascença. E alguém pergunta assim: "Senhor, quem pecou para que ele seja cego? Ele ou seus pais?" Porque havia tradição de que um pai cruel, um avô perverso, gerava sempre alguém que era portador de crimes e agora renascia com as marcas que era uma punição em outra geração. O que não deixa de ser um absurdo. Eu não tenho culpa se meu avô foi um depravado, se meu pai foi um homem que trilhou a

de crimes e agora renascia com as marcas que era uma punição em outra geração. O que não deixa de ser um absurdo. Eu não tenho culpa se meu avô foi um depravado, se meu pai foi um homem que trilhou a degenerescência, que culpa eu tenho? Eu sou fruto do seu corpo, mas eu não sou filho da sua alma. Eu estou no corpo para aprender com ele resignação e misericórdia. Então, as diferenças sociais, os valores humanos, os valores adquiridos econômicos, porque pessoas já que tudo que tocam, a semelhança de Midas, o grande rei, tudo que tocava virava ouro e outros que tudo que tocam se transformam em vi metal, em latão ou em lama. Porque uns são tão felizes e outros desventurados. Porque a vida de alguns é toda coroada de bênçãos, de sabedoria, de inteligência brilhante, de poder e outros que se esforçam até o sacrifício e, no entanto, não logram uma posição de relevo ou de dignidade. Reencarnação explica qual a razão de na nova Guiné nós termos ainda aqueles indivíduos na fase selvagem antropomórficos, antropófagos, devoram-se uns aos outros. Porque o canibalismo nessas tribos, se Deus cria o espírito na hora e a nós outros nos faz de maneira tão diversa que a simples palavra canibalismo nos gera uma repulsa moral e espiritual, porque somos espíritos de variadas idades. Alguns nascemos há milhares de anos, outros estão nascendo agora, saindo do seu período animalesco, primário, das funções básicas, comer, dormir, fazer sexo para as emoções superiores. E então nós vemos que a sociedade nunca poderá ser do mesmo nível. Essa igualdade que a Revolução Francesa desejava era uma igualdade sociológica, porque jamais haverá uma igualdade moral. Já que há uma diferença muito grande entre umas criaturas, haverá sim uma aristocracia espiritual. Allan Kardec coloca que esta aristocracia é dos espíritos nobres, um Einstein, um Fleming ou um varredor de rua que seja saudável, que seja nobre. Ainda eu via neste momento em uma das redes sociais na cidade de Foz do Iguaçu, que a temperatura ontem foi negativa, um homem

tein, um Fleming ou um varredor de rua que seja saudável, que seja nobre. Ainda eu via neste momento em uma das redes sociais na cidade de Foz do Iguaçu, que a temperatura ontem foi negativa, um homem vendedor de pipoca tirou o seu casaco de frio e deu ao homem de rua. Ele ficou com frio, mas socorreu outro que tiitava e saiu alegre. Esse casaco lhe custa quanto trabalho. Há uma nobre que está acima muitas vezes dos indivíduos que cometem os crimes do colarinho branco, educados, instruídos, desfrutando dos favores da sociedade de alma mesquinha, de caráter ignóbilo, portadores da mesquinhez que fez a história da humanidade caracterizada pelas guerras, pelo ódio. E hoje vemos em nosso país e no mundo as lutas tremendas pelas vacinas, pelo dinheiro que elas rendem, pelas compras através de terríveis donativos e mecanismos indignos, as vacinas que salvam vidas. E vemos nos grandes representantes das massas a indignidade de alguns de alguns desses representantes, porque não faltam pessoas nobres em nossa sociedade, sacrificados, espíritos que vieram missionários. E Chico Xavier em Pedro Leopoldo, seu pai era vendedor de bilhete da loteria federal. E Madre Teresa de Calcutá, abandonando a Albânia, o país mais pobre da Europa, para vir socorrer a Índia com seu bilhão de pessoas e alguns milhões de necessitados do socorro do seu sentimento gentil, das suas palavras de carinho. Então, a reencarnação é a oportunidade que Deus nos dá para evoluirmos. Ela tem um objetivo educativo. Toda vez que nós usamos o livre arbítrio, usamos o direito de agir e agimos de maneira equivocada ou negativa ou perversa propositalmente, nós nos inscrevemos entre aqueles alunos da escola terrestre que necessitam de repetida experiência para poder evoluir e renascem marcados por enfermidades só. Eu tenho uma irmã que se suicidou em 1989. Em 1972, minha mãe desencarnou e logo veio me dizer que ela havia desencarnado e foi procurar Nair, aonde estava sua filha querida. Faz lembrar o caso de Godoiói Paiva. Então ela encontrou minha

1989. Em 1972, minha mãe desencarnou e logo veio me dizer que ela havia desencarnado e foi procurar Nair, aonde estava sua filha querida. Faz lembrar o caso de Godoiói Paiva. Então ela encontrou minha irmã no desespero, na agonia, perturbada pelo espírito mal que a levou ao suicídio, e resgatou minha irmã. Mas minha irmã tinha uma grande dívida perante a lei e reencarnou-se, já que ela havia ingerido um veneno, ela se reencarnou com lábio lepurino de segundo grau e veio até mim, trazida por uma senhora que a carregava nos braços, catadora de lixo daqui, daqui de próximo, a criança esquálida E nós a recebemos, ajudamos e depois, pouco tempo depois ela desencarnou. É a reencarnação do calceta, do suicida, que volta no sofrimento terrível. Ninguém tem o direito de se matar, já o disse noutras palavras. E como desobedeceu a lei, veio agora para submeter-se ao código da divina justiça. É uma lei, portanto, de sabedoria, de misericórdia. Da mesma forma, nós vemos pessoas nobres. Um grande milionário da Índia resolveu doar alguma coisa, uma parte da sua fortuna ao povo e procurou um expediente que não dava para que as pessoas fraudassem e repartiu tudo ficando praticamente na necessidade. E ele diz: "Mas eu tenho demais para que eu quero tanto?" Então nós vimos esses paradoxos, aqueles que são citados pela lista Forbes, que tem bilhões, centena de bilhões. Antes eram dezenas, agora são mais alguns dígitos. E eles têm apenas no nome, porque tudo está em investimento, está na bolsa, está nas grandes empresas, no entanto, não podem evitar a pandemia, que alguns deles, como alguns miseráveis das ruas, t arrebatado de volta à morte. Então é necessário nascer de novo para poder expungir, para poder ter a oportunidade de fazer as suas pazes com a consciência. Deus não castiga. E o inferno, o inferno, disse o Papa João Paulo I, não é um lugar geograficamente, é na consciência. A consciência de culpa é exatamente como Allan Kardec escreveu no livro, o céu e o inferno, demonstrando que nada pior do

, disse o Papa João Paulo I, não é um lugar geograficamente, é na consciência. A consciência de culpa é exatamente como Allan Kardec escreveu no livro, o céu e o inferno, demonstrando que nada pior do que a culpa do indivíduo, ó, que ele procura fugir como Judas e não encontra paz. E o céu é o deleite da fraternidade. Nós construímos dentro de nós o reino da misericórdia. Aquele homem que deu o casaco deve ter sorrido e ter se sentido tão bem de dar um abraço no seu irmão, que ali estava estetorando trêmulo no frio, congelando, aproximando-se da morte. Então, a reencarnação, lei do universo, em todos os planetas, em todos os mundos, a reencarnação virgem, poderosa, como o amor de Deus para com as suas criaturas. Mas será que nós temos apoio evangélico para isto? Jesus falou a seu respeito inúmeras vezes, a começar pelo célebre diálogo com o doutor da lei, Nicodemos, o grande rabino, que um dia procura Jesus na casa de um amigo e pergunta-lhe depois de fazer referência a sua grandeza: "Eu sei que tu vens de Deus, porque ninguém é capaz de fazer o que tu fazes se Deus não estiver com ele." Imagine um rabino dizer isso a um galileu. A Galileia era considerada a parte inferior de todo o reino de Israel. Que é necessário fazer, Senhor, para entrar no reino dos céus? A resposta inequívoca nascer de novo. Então, as religiões transformaram nascer de novo no ato batismal. Muito bem. O ato batismal surge com João e as pessoas que nasceram aos milhões antes de João. João tem 2000 anos e o ser humano na face da terra quantos? Então aqueles que não foram batizados foram para um lugar determinado? Sim, foram para um lugar onde não era bom, não era mau. Mas vejamos o exemplo da mansão do caminho. Nós educamos mais de 600 crianças, não batizamos nenhuma. Todos eles que aqui vieram foram batizados pelo Espírito Santo. A verdade, a chama da verdade. João pedia para batizar por uma razão óbvia. As pessoas que iam até ele eram pecadores, pessoas chans, indivíduos atormentados. E ele então lavava-os simbolicamente

nto. A verdade, a chama da verdade. João pedia para batizar por uma razão óbvia. As pessoas que iam até ele eram pecadores, pessoas chans, indivíduos atormentados. E ele então lavava-os simbolicamente e lhes dizia: "Muda de nome, acaba de morrer este que chegou até mim. Agora tu és fulano e não voltes a pecar." Não é assim que o batismo é feito. E ainda tinha outro detalhe. Os indivíduos tinham que confessar os seus erros uns aos outros publicamente, dizerem que haviam cometido deslizes morais, arrepender-se realmente ao ponto de mudar de vida. Então, entre a doutrina da unicidade das existências, uma existência única e a pluralidade das existências, tantas quantas necessárias para o indivíduo atingir o reino dos céus. E o reino dos céus, aonde estaria no próprio coração. Jesus o diz, está dentro de vós, porque é dentro de vós que o coração pulsa. É dentro de nós que o coração é gentil através das manifestações cerebrais, porque o coração não pensa, mas emite impulsos eletromagnéticos. E o cérebro decodifica como generosidade ou crueldade, como a perversão ou a pureza. E então aí está o reino onde deve habitar o Senhor ou a desgraça que nós elegemos. A reencarnação é, portanto, um pilar da doutrina espírita. O primeiro pilar é a crença em Deus. Se a crença na base, os efeitos não têm significado. O segundo, a crença na imortalidade da alma. A morte é somente uma passagem de uma para outra vibração. O terceiro, a comunicação dos espíritos. Como é que eu posso ter certeza que existe a vida ali do corpo? Porque voltam a cada instante aqueles que lá se encontram e me falam dessa vida. É como no caso extraordinário da caverna de Platão. Todo mundo vivia no escuro, iluminados por uma fogueira que projetava sombra nas paredes. Era tudo que se conhecia. Até um dia que um jovem viu uma abertura e olhou e viu o mundo exterior e disse: "Ué, nós aqui nessa caverna, mas olha o mundo, olha a beleza". E saiu correndo, venham, vamos sair desta furna. E a senhora diz: "Não, eu nasci aqui,

a abertura e olhou e viu o mundo exterior e disse: "Ué, nós aqui nessa caverna, mas olha o mundo, olha a beleza". E saiu correndo, venham, vamos sair desta furna. E a senhora diz: "Não, eu nasci aqui, aqui eu morrerei". os ortodoxos, aqueles que têm preguiça da renovação, tem preguiça de mudar. Então, a reencarnação nos arranca deste inferno de labaredas que não queimam. Elas ardem, mas não destrói. É uma coisa mitológica. Como é queima e não destrói? E queima o quê? O corpo sutil da alma. Então nós temos as sensações corporais perpetuamente dessa teoria. Nós saímos para um corpo novo. É necessário nascer da água e do espírito. Por que da água? Porque o espermatozoide e o óvulo são duas gotas de água levemente gelatinosas. Quando se unem formam a célula ovo, tem uma película, é água condensada e dentro é água. Ali está a vida, vai se acoplar no útero para nutrir-se de água. o líquido amniótico. E quando chega a idade adulta, como no meu caso, tem 68% de água, 31% de sais minerais e 1% de uma substância desconhecida, dizem os biólogos. Então, a reencarnação é a justiça de Deus diante dos valores humanos. Os valores humanos têm que ser adquiridos. através da luta, do afinco, do desespero na busca da paz, para podermos aprimorar o diamante bruto que somos nós por causa dos instintos atávicos. Então nós vemos o diamante, é uma pedra feia, loda senta, que passa a brilhar depois que vai lapdada, que vai arrebentada, que vai burilada, então brilha como estrela. A reencarnação são as mãos de Deus, transformando o lodo da criatura humana nas estrelas furgurantes do mundo sideral. Então, o último item é a crença na pluralidade dos mundos habitados. Aí estão cinco itens principais e aquele de natureza moral, a crença no evangelho de Jesus. O evangelho de Jesus é que nos dá o significado dos valores humanos. Para as almas vazias é exatamente o objetivo apresentar a meta, descobrir o seu significado. Quem sou eu? De onde eu vim? Para onde eu vou? Por que que estou aqui? Qual é a finalidade da minha vida?

. Para as almas vazias é exatamente o objetivo apresentar a meta, descobrir o seu significado. Quem sou eu? De onde eu vim? Para onde eu vou? Por que que estou aqui? Qual é a finalidade da minha vida? Encontrei o sentido da vida porque eu renasci para ser feliz. Ninguém renasce para pagar, porque Deus não é cobrador de impostos. Renasce para corrigir os erros. Vamos dizer que a terra é uma escola. Vamos ao primeiro ano, ao segundo, passamos depois para uma outra espécie, é a classe fundamental, a classe média, a universidade. Mas se por acaso nós não valorizamos a aprendizagem, não somos promovidos. Nós repetimos o ano, repetimos a experiência, renascemos com as marcas da nossa necessidade, da nossa infração, para podermos aprimorar-nos cada vez mais. Então, o Espiritismo trouxe um dos maiores confortos terapêuticos da humanidade, a terapia do refazimento moral. Eu tenho direito de errar, você também tem. Nós somos de barro, mas nós temos o dever de nos recuperarmos. No livro Céu e o Inferno, no capítulo 7, Código Penal da Vida Futura, Allan Kardec aborda isto. Muitas vezes nós ferimos o outro e o outro nos odeia. Que se faz necessário a fim de que volte à paz. Allan Kardec mostra três passos. Primeiro, o arrependimento. Eu me arrependo tenaismente, mas o arrependimento não corrige nada. É o primeiro passo, porque mostra o meu erro e eu passo para o segundo. O arrependimento me dói, eu sofro e pergunto: "Como é que eu pude fazer isto? Como é que eu posso ter o prazer de ver alguém na miséria por o capricho do meu ego?" É o segundo ponto. Então eu sofro e o terceiro ponto, eu me reabilito perante a pessoa. Eu me recupero. Eu lhe faço um bem porque o bem anula o mal que se fez. Não existe o mal como é decantado. Existe o bem ausente. Allan Kardec perguntou aos espíritos: "E o que é o bem?" Eles responderam: "É tudo aquilo de acordo com as leis de Deus. Então, tudo aquilo que está de acordo com a harmonia, com o equilíbrio, com as leis cósmicas, isto é o bem e o mal é a ausência disto.

" Eles responderam: "É tudo aquilo de acordo com as leis de Deus. Então, tudo aquilo que está de acordo com a harmonia, com o equilíbrio, com as leis cósmicas, isto é o bem e o mal é a ausência disto. Se ao invés de eu me dedicar a acender luz, eu fico parado, domino nas trevas, mas elas não existem. Uma chispa, um raio, qualquer coisa anula a treva. A treva não apaga a luz, mas a luz dilui a treva. Daí as reencarnações são pontos básicos da doutrina espírita. Eis porque filhos às vezes odeiam pais, pais odeiam filhas, cônjuges tem uma vida muito boa e de repente algo de trágico acontece. É uma lembrança de existência passada. O casal se separa, vai até a borda do canime, odeia-se pelas reminiscências, pelos humores que vêm de encarnações anteriores. Então, nós somos felizes ou desventurados pelo nosso querer por causa das nossas próprias ações. Quem recomenda o Espiritismo ame. E Allan Kardec nos diz: "É a caridade". Porque a caridade é o amor na sua mais elevada situação. Se nós conseguirmos colocar o amor no dinamismo da ação, eis aí a caridade, porque é todo o bem que podemos fazer. O espiritismo, na sua condição de ciência provou que nós somos imortais nas pesquisas da mediunidade, na sua questão de filosofia nos ensina que todo efeito tem uma causa, é uma lei da física. Se o efeito é uma flor, a as é uma planta que está fincada no chão. Das questões morais é a mesma coisa. Se o fruto é amargo porque o seu espécie da planta que o produz traz essa característica perpétua. Daí se conhece a árvore pelo fruto, disse Jesus. Procuremos então reflexionar nesta hora de tantos desafios e dificuldades. Que sejamos nós aqueles que fazem pontes, há pessoas que só fazem paredes. Há dois tipos de humanidade. A humanidade que dificulta e a humanidade que facilita. Conheço pessoas que têm um prazer inusitado em dar uma negativa, em recusar-se a ser útil e ainda sorrir. São indivíduos psicologicamente paredes e aqueles que tm o prazer imenso de serem uma ponte de um para o outro lado.

m um prazer inusitado em dar uma negativa, em recusar-se a ser útil e ainda sorrir. São indivíduos psicologicamente paredes e aqueles que tm o prazer imenso de serem uma ponte de um para o outro lado. Dizia-se anteriormente que a cultura baiana era tão gentil que a pessoa na rua perguntava a outra onde fica a rua X? E o interrogado dizer: "Um momentinho, eu vou levar você lá". Pegava e levava. Que civilização será esta que já tivemos? e o insucesso da aglomeração, o volume, toda a qualidade desaparece um pouco quando aumenta a quantidade. A experiência da Dra. Terezinha ré feita com ratos traduz a nossa violência. Quando nós temos espaço, nós podemos ser gentis, nós somos agradáveis. À medida que o espaço vai diminuindo, nós vamos neurotizando, vamos ficando agitados. amargos, agressivos. Ela fez essa experiência com ratos e fez uma tese fantástica. Então, o excesso da população, os desajustes, as diferenças sociais, as injustiças sociais, levando ao crime como podemos esperar. Hoje uma pessoa desempregada, como a todo instante passa aqui na mansão, pai de família ou mãe de família. Os filhos estão morrendo. O que é que ela pode fazer se não lhe damos? Se lhe não damos, ela se acha no direito de tomar, que é um dos impositivos das doutrinas comunistas. Tome o que você merece. Não concordamos com isso. Seria o ideal que nós tivéssemos a sensibilidade de evitar esse tome, porque há mais prazer em dar do que em receber. Mais feliz é quem doa. Aquele que recebe passa a dever. É a contabilidade moral da vida. Se eu dou, eu tenho crédito. Se eu recebo, eu tenho débito. Daí a reencarnação é o livro da contabilidade espiritual, em que os nossos atos, o nosso comportamento formam o tecido da nossa felicidade porvindora. Então, nesta existência, aproveitemos, aproveitemos esta hora para dar um sorriso. Eu me recordo que uma amiga minha de Porto Alegre, psicóloga, narroume há muitos anos, nos anos 50, um pequeno fato da rua e isso se impregnou em minha alma, que já também me aconteceu. Ela disse

iso. Eu me recordo que uma amiga minha de Porto Alegre, psicóloga, narroume há muitos anos, nos anos 50, um pequeno fato da rua e isso se impregnou em minha alma, que já também me aconteceu. Ela disse que estava na feira ali na cidade, quando de repente uma senhora modesta começou a gemer e dizer: "Meu Deus, que ruína! Acabo de ser roubada. Meu Deus, tenha misericórdia de mim. A patroa não vai acreditar que alguém roubou a minha bolsa. E chorava e chorava. As pessoas olharam em derredor para ver se houvera caído. Quando nisso apareceu um meninozinho de rua, um berto de Campo se chamava Pardal da Cidade. Apareceu aquele menino moreno e disse: "Senhora, eu achei a sua bolsa. Tome". Claro que havia sido ele quem lhe roubou ou furtou. Ela então pegou, contou o dinheiro e disse: "Muito obrigado, que pena que eu não posso lhe dar uma gratificação". Ele disse: "Não precisa." Mas por que não precisa? A senhora já está sorrindo. E isto me impressionou tanto que lá se vão os anos e eu nunca me esquecerei de Dinar Rocha, educadora, contando-me esta linda história. Então, que nós que muitas vezes estamos chorando, esperemos que aqueles que podem nos distendam à bolsa da oportunidade para que em nossa dor também tenhamos momentos de sorrisos. E, acima de tudo, por mais terrível que seja a situação, não esqueça de Jesus. Ele não esquece de nós. Lembremo-nos dele. Que faria Jesus em meu lugar? E na medida do possível tente fazer o que ele faria caso estivesse no seu lugar. com este tema que nós elegemos vários companheiros do espiritismo para hoje abordarmos em vários canais de televisão web ou outros em vários pontos do país, abordarmos a reencarnação diante dos valores humanos, esses valores éticos, esses valores de natureza econômica, esse valores de cidadania. Muitas vezes eu tenho lido, quando se começa a denominar pessoas que são portadoras de características próprias, alguém dizer assim: "Mas esse nome não é meu? Eu sou criatura humana como todo mundo, como todos nós nos alimentamos e

ndo se começa a denominar pessoas que são portadoras de características próprias, alguém dizer assim: "Mas esse nome não é meu? Eu sou criatura humana como todo mundo, como todos nós nos alimentamos e temos o direito de comer feijão, de comer pasta ou de comer farinha e até de não comer, porque somos criaturas humanas. Desejo a você, caro amigo que nos acompanha e gentil amiga que deve estar fazendo algumas perguntas. Sim, mande perguntas para nós que vale a pena viver e amar. Não é a primeira vez que pisamos o sono da terra nossa mãe. Temos retornado e volveremos. Por isso que a morte não nos apavora. Nós viveremos, retornaremos aos mesmos pagos que agora iremos deixar pela circunstância da desencarnação. Mas uma alegria imensa. Eu sou, disse Jesus, o caminho, a verdade e a vida, e ninguém vai a meu Pai senão através de mim. Disse então a mãe a divindade: "Senhor, eu recuso o teu céu e desço com meu filho ao inferno para poder enxugar-lhe as lágrimas." Muito obrigado.

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