Divaldo Franco - Momentos Evangélicos - 09/04/2022

Mansão do Caminho 10/04/2022 (há 3 anos) 1:16:08 65,169 visualizações 5,858 curtidas

Momentos Evangélicos - 09/04/2022

Transcrição

Vamos dar início então a nossa reunião da noite. Senhor e mestre Jesus, batemos a vossa porta. para que ela se abra. Apelamos então para que esse mundo novo que deslumbramos, o mundo de regeneração, possa ser definitivamente implantado entre nós. Sabemos todos que não depende de vós. É apenas uma escolha nossa. Nós é que escolhemos o caminho. Nós que definimos o destino. -nos através do nosso pai a condição da escolha, do livre arbítrio e nos deixas escolher aquilo que mais desejamos. As vinculações do nosso pensamento são deveras importante. E na nossa escolha escolhemos por nos vincular ao vosso pensamento. nos deste o guia, o roteiro através do vosso evangelho e no facultastes a doutrina espírita para relembrar os vossos ditos. Assim posto, Senhor, nesta noite, que os nossos pensamentos sejam de evocação em direção ao vosso amor e a paz que só é originada de vós, seja implantada entre nós. abençoa esse momento. S conosco, Senhor, hoje e por todo sempre. Que assim seja. Nós temos alguns, alguns não, um só aviso. Eh, o nosso workshop do dia primeiro de forma presencial aqui no Senáculo já está esgotado, já não tem mais lugares. Talvez nos postos da FEB, da livraria espírita do estado da Bahia, ou no Centro Espírita Paulo Estevão ou no Centro Espírita Deus e Verdade, possam ser encontrados alguns ingressos de forma presencial aqui. Então agora nós temos alguns ingressos ainda no prédio li banhos aqui em frente no formato do telão virtual. Então fica essa esse comunicado. Eu já pedi inclusive para ser divulgado nas redes sociais para as pessoas não criarem uma expectativa e não temos mais convite. Então esses esses 500 iniciais já foram já não existem mais a possibilidade aqui no Senáculo. Então vamos agora a palavra com de volta. Senhoras, senhores, queridas irmãs, queridos irmãos espíritas, caras amigas e amigos que nos acompanham pela web TV Mansão do Caminho, nossos votos de muita paz. Antes da nossa temática da noite, eu gostaria de lembrar que realizamos um evento de muita magnitude,

caras amigas e amigos que nos acompanham pela web TV Mansão do Caminho, nossos votos de muita paz. Antes da nossa temática da noite, eu gostaria de lembrar que realizamos um evento de muita magnitude, porém os últimos dias da pandemia dificultaram-nos a divulgação. Na atualidade, as agendas tradicionais estão relativamente superadas, não para tipos como eu, que tem o computador, tem o iPad, o iPod, o tudo e na hora H na caneta e no pedacinho de papel que anota as lembranças. Então, nós fizemos uma agenda muito especial. Nela, nós fazemos uma análise da vida de grandes líderes do Espiritismo e colocamos em cada dia da semana uma mensagem muito breve, especial. Diariamente a pessoa desperta, olha a página e lê qual é a mensagem do dia. É muito curta, gasta 30 segundos. E então fica com essa mensagem. para poder enfrentar os desafios do dia. É um trabalho muito cuidadoso que demorou mais de 10 meses para ser analisado. Também todas as datas e efemérides do Espiritismo aqui estão relacionadas. Quem tiver interesse, apesar de já estarmos em abril, a agenda é para sempre. Nós estamos com essa agenda negra e outra marrom às ordens dos interessados. É muito valioso porque também é um dos recursos para mantermos a nossa obra. Estamos em nosso cenáculo que foi reinaugurado e graças a Deus conseguimos fazê-lo pela cooperação de todos. Mas um dos grandes problemas da criatura humana afirma Carl Gustavo Junk, é o ego. O ego é o adversário da criatura humana e ao mesmo tempo é o ser essencial da criatura humana. Porque nós estamos na fase egoica em que o hoje é muito responsável pela manhã. e fez parte das nossas atividades no ontem. Mas segundo essa teoria da psicologia analítica de Jung, nós não somos em realidade o ego. Estamos numa fase antropológica de evolução na qual o ego tem preponderância. Antes do ego, nós éramos apenas instinto, três instintos básicos que nós vamos encontrar em praticamente todos os animais. Estes instintos básicos são comer, dormir, procriar. Consequentemente,

ância. Antes do ego, nós éramos apenas instinto, três instintos básicos que nós vamos encontrar em praticamente todos os animais. Estes instintos básicos são comer, dormir, procriar. Consequentemente, o aparelho gastrointestinal tem uma relevância muito grande. E mesmo quando nós constatamos o self, aquilo que sou, si mesmo esses aparelhos gastrointestinal desempenham um papel fundamental. A nova psicologia demonstra que o aparelho gastrointestinal é tão relevante quanto o cérebro. E na atualidade investigações demonstram que os nossos neurônios, tão importantes ou essenciais para a arte de pensar se encontram em grande quantidade no nosso gastro. intestinal. Em todas as partes do corpo, ora se descobriram neurônios, que parecia ser um patrimônio exclusivo do cérebro e do cerebelo. E eles exercem uma função fundamental porque são responsáveis pela memória de todos os nossos órgãos. Porque, por exemplo, uma célula do fígado, ao se dividir não vai adquirir a função de uma célula de outra natureza no aparelho digestivo, do basso, por exemplo, porque existe nessa célula uma memória e essa memória é de natureza perpétua. quanto existir essa multiplicação da célula e essa memória estará funcionando. Dessa forma, é necessário que as nossas emoções mentais, de natureza psicológica, portanto emocionais, sejam de tal forma controladas que além das funções básicas nós passemos às emoções. A função é automática, herança zoológica da nossa fase anterior. A emoção é uma conquista do nosso self e essas emoções apresentam-se numa escala muito tranquila do processo evolutivo. A primeira emoção que o homem primitivo teve foi o medo. O medo é uma emoção que a todos nos persegue porque está presente em todas as criaturas humanas. Aquele medo se originou de um fenômeno instintivo, porque além dos três instintos há um fenômeno de prolongamento da vida. A vida tem o instinto de sua conservação. Preservar a vida é um instinto nosso animal. O animal vai numa corrida e chega perto de um abismo sem ver, ele

tintos há um fenômeno de prolongamento da vida. A vida tem o instinto de sua conservação. Preservar a vida é um instinto nosso animal. O animal vai numa corrida e chega perto de um abismo sem ver, ele estaca. Um outro animal presente a agressão de um outro terrível destruidor. já é o começo da emoção no desenvolvimento que hoje nós estamos ajudando muito aos animais domésticos por excelência, por excelência aos gatos e aos cães, atribuindo-lhes emoções graças ao instinto de preservação da vida. Por exemplo, se nós quisermos que o nosso cão a mantenha determinado hábito, por exemplo, comer no prato, é muito fácil. Pega um cão boneco e olha para o prato e dá uma surra nele. O cão fica olhando. Se nós colocarmos aquele prato, ele não se aproxima de forma nenhuma. E então, através da fixação do instinto de preservação da vida, nós vamos tendo emoções. Aqui no cão. Foi o medo, o medo de apanhar. Ele sabe que aquilo dói pela expressão de cólera de quem bate e pela reação da vítima. Às vezes eu me detenho olhando isso no computador para poder tentar penetrar no âmago do animal. E me chama atenção a forma como ele olha para o agressor. É um olho de interrogação. Olha para o seu símili, que é um boneco, mas ele não sabe. E então ele retrocede e fica aguardando a vez dele. Um dos que mais me impressionou foi o seguinte: o gato foi ensinado a derrubar tudo que estivesse na beirada da mesa. Ele subia na mesa e com a patinha ele derrubava. Ele aprendeu isso com o seu dono, mas o dono prolongou a aptidão dele. Colocou, por exemplo, uma caixinha vermelha, uma amarela e a outra verde e colocou o gato. Ele passou e derrubou todas três e pareceu olhar pedindo a aprovação. Normalmente em alguns animais se dá um amendoim. Nos elefantes, por exemplo, eles adoram amendoim. Quem tiver dúvida, leve um para casa para ver se não é verdade. E assim, os animais vão obedecendo por instinto. Eles não raciocinam. Pessoas me diz: "Se raciocíniam, o meu cachorro olha para mim e eu sei o que é." O raciocínio é seu, não é do

er se não é verdade. E assim, os animais vão obedecendo por instinto. Eles não raciocinam. Pessoas me diz: "Se raciocíniam, o meu cachorro olha para mim e eu sei o que é." O raciocínio é seu, não é do cachorro. Você que interpreta pela expressão repetitiva dele, mas não é ele, porque o seu cérebro não tem a capacidade de pensar, mas tem a capacidade de memorizar. O que ele vê é para sempre. Muito bem. Então ele soltou o gatinho que derrubou o greio dos italianos. No segundo passo, ele colocou todas as caixinhas, pegou um outro gatinho, esse de plástico, que derrubou a vermelha. Ele pegou no chão e deu uma surja com um pedacinho de pano e o gatilho virava e batia. E o outro ficou assustado, olhou para ele e ele então botou o objeto no lugar. No outro que era verde, ele não fez nada, pelo menos acarinhou. No outro ele deu outra surja. Por fim, ele pegou o gato real, colocou as caixinhas e colocou e deu sinal para o gatinho derrubar tudo. Ele era baiano. Ele foi, olhou e não derrubou nenhum errado. No vermelho ele lambeiu, lambeu com todo o carinho. No outro ele passou em colomb verde. outro ele lambeu, discerniu por instinto o que era bom e o que era mau. Então ele aprendeu a não ser agressivo. E aí tem hoje coisas impressionantes. Na outra encarnação eu virei gato com fé em Deus, porque aprende tanta coisa sem apanhar, sem sofrer e etc. Então, a nossa primeira emoção foi o medo, porque o homem primitivo morava na caverna. Na caverna ele não tinha ideia de vida nem de morte, porque não pensava. Era um animal bípede, nada mais. De repente, ele notou que as feras entravam e destruíam, ou então outros homens chegavam e matavam-nos com pedras. Então ele por instinto percebeu, e aí entra o raciocínio, que aquele lugar perigoso, ele saiu da caverna e fez a palafita à casa dentro do lago, de uma lagoa à beira do rio, porque se viesse algum inimigo, ele saltava e se via livre. Portanto, a primeira emoção foi o medo que nos ensinou a preservar a vida. Esse medo tem uma escala, desde o pavor,

ma lagoa à beira do rio, porque se viesse algum inimigo, ele saltava e se via livre. Portanto, a primeira emoção foi o medo que nos ensinou a preservar a vida. Esse medo tem uma escala, desde o pavor, o transtorno do pânico, até a suspeita. Há pessoas que suspeitam de tudo, ficam sempre olhando que o outro vai lhe fazer mal, porque cultiva ideias deprimentes contra a existência. O instinto de preservação da vida diz que todo mundo é um inimigo, porque todo mundo pode matá-lo. Então, nós temos a primeira emoção. Passado alguns milhões de anos, nós passamos a ter uma outra emoção, a raiva, a ira. Porque o medo sempre se faz acompanhar da ira. Quando nós temos medo, ficamos com raiva daquilo ou daquele que nos inspira o medo. Então, nós passamos a ter o medo com todo o seu elenco e agora a ira. Se alguém nos ameaça, já ficamos armado contra ele. E então nós temos as várias espécies de cólera, de desejo de vingança, de desejo de destruição. Por fim, nós percebemos que não podíamos viver juntos. Há um instinto que é chamado instinto gregário, unir, que ninguém é tão autossuficiente que não necessite de outem. Há começado existir. Para existir são necessárias duas pessoas: a fecundação, para o parto e para a vida. Então este fenômeno deu lugar a uma dependência afetiva e nasceu a emoção do amor, a amizade, a ternura, a carícia, o afeto, a abnegação, o devotamento, o holocausto, a minha pela sua vida. O amor foi, portanto, a terceira emoção. Se nós pudéssemos medir no tempo, vamos dizer que o mundo está começando agora. E colocamos o relógio na dimensão da eternidade. O ponteiro do relógio andou apenas 2 minutos, desde a 2 bilhões 200 milhões de anos. quando apareceu na Terra o primeiro biótipo humano, o chamado homo de Niandertal. E esses dois segundos K, tempo de Deus representam 2 bilhões 200 milhões de ano, tempo terrestre. Nós temos o tempo terrestre, esse tempo e o da imaginação. Com a nossa imaginação não há tempo. Daí Victor G, o grande romancista francês, dizia: "Eu sou romancista,

0 milhões de ano, tempo terrestre. Nós temos o tempo terrestre, esse tempo e o da imaginação. Com a nossa imaginação não há tempo. Daí Victor G, o grande romancista francês, dizia: "Eu sou romancista, não historiador". Ele colocava, por exemplo, a Revolução Francesa no ano de 1532, por exemplo. Ela foi 1719, começa o dia 14 de julho. Mas para a história, essa é a data. para o romance é o que aconteceu. A data não é importante. Esse preâmbulo para mostrar que nós temos mais medo, mais ira, mais raiva, mais suspeita do que amor. Porque o amor é recente. Vamos dizer que ele tenha 100.000 anos. O medo tem mais de 1 bilhão de anos. e assim sucessivamente. Isso do ponto de vista materialista é a teoria evolucionista, segundo Charles Darwin. Mas se nós olharmos, a faceta espiritual é a mesma, porque o espírito se vai reencarnar como sendo uma essência, uma energia que antes não se conhecia, não se conheciam as coisas, vamos lá, a cacofonia. Não se conheciam as coisas conhecidas. Qualquer um de nós pega este pequeno aparelho e fala com o mundo inteiro. Tudo invisível. Aqui estão as ondas rees e as variedades de ondas, as curtas, as longas e etc. E uma variedade infinita. Aqui neste ambiente, neste momento, deve ter um trilhão de notícias. Mas não se misturam, porque cada qual está numa faixa vibratória de onda que foi classificada e numerada. Toda vez que a gente queira alcançar aquela onda, a gente movimenta o número que ele corresponde. Então, temos o telefone, temos a televisão e, enfim, abrimos a porta do quarto, acendemos o fogão, ligamos isto, ligamos o automóvel, tudo invisível aos nossos olhos e há alguns aparelhos especiais que não conseguem captar as ondas. Então nós vivemos mais reagindo do que agindo. Se, por exemplo, nós vamos aqui e alguém no automóvel dá uma cortada, é mesmo que dá uma bofetada na gente, como é que ele se atreve passar na minha frente? Aí a gente se ira e vai atrás. vai atrás, porque o medo dele ter se chocado conosco produz a raiva de eles ternos assustado. Aí vamos atrás. O

a gente, como é que ele se atreve passar na minha frente? Aí a gente se ira e vai atrás. vai atrás, porque o medo dele ter se chocado conosco produz a raiva de eles ternos assustado. Aí vamos atrás. O evangelho de Jesus é a terapêutica para o nosso processo evolutivo, porque foi a primeira personagem histórica na humanidade que nos recomendou amar, mesmo sendo o amor mais recente. E quanta gente me diz assim: "Eu não consigo amar nem a mim, nem a ninguém. Hoje mesmo estando num hospital, alguém sentou-se ao meu lado e me perguntou: "Seu Divaldo, como é que se ama?" Eu disse: "Da mesma forma que se odeia." Ele disse: "Mas odiar é ter raiva." Eu digo, "E amar é não ter raiva. Portanto, é uma questão de colocação mental. Ah, mas eu não consigo amar. Já é uma coisa mais complexa. Não é um sentimento normal. É um transtorno de infância. Você não recebeu amor na infância, não pode dar. Porque é na infância, ou melhor, na gestação que começa o período do amor, graças a uma substância chamada oxitocina. Oxitocina é a grande mensageira do amor. Quantas vezes eu vejo a mulher passando a mão no ventre e sorrindo alegre? A criança está recebendo altíssimas doses de carícia. Ela não tem noção, mas da forma que ela está recebendo o sangue vital, ela está recebendo a energia da afetividade. De igual maneira, agora eu for ter esse infame, não estava no meu programa. Ele se sente detestado e nunca mais ele vai esquecer que não era um filho bemvindo. Pode ser reeducado, mas será sempre uma pessoa com um complexo de inferioridade, porque foi detestado pela própria mãe, pelo pai, pelo conjunto familiar. Então, educar dizia Sócrates há 2400 anos é arrancar de dentro. Em latim é é dúcera, arrancar de dentro. Mas o que é que a pessoa tem dentro? As experiências da vida espiritual. Nós trazemos o psiquismo de Deus. Nós somos a mente de Deus. se pudesse fragmentasse. E nós temos todo o poder de Deus se quisermos desenvolvê-lo. É uma questão de elasticidade afetiva. Então, nós somos muito mais reagentes

o de Deus. Nós somos a mente de Deus. se pudesse fragmentasse. E nós temos todo o poder de Deus se quisermos desenvolvê-lo. É uma questão de elasticidade afetiva. Então, nós somos muito mais reagentes do que atuantes. Reagir é automático, é o instinto. A pessoa pisa nosso pé, a gente dá o murro e não tá vendo não, cego. Eu nunca me esquecerei de uma pessoa amiga que era muito temperamental e estava sempre reclamando. Esses reclamadores tenham paciência, eles estão doentes. Estão doentes. Quando eles reclamarem, deixem, porque faz muito bem a eles. E no fim ou eles enlouquecem ou fica bom. Portanto, é um transtorno emocional. E meu amigo reclamava de tudo. Ele foi dobrado uma esquina, sempre afobadinho, e bateu no outro indivíduo. Então pegou, porque ele era violento, pegou logo e perguntou: "Você é cego?" Ele disse: "Senhor, senhor." Ele atropelou o cego e queria ter razão. A maioria de nós vive atropelando cegos. Às vezes a pessoa tropeça, se equivoca de uma palavra, mas como a gente tá armado, isso foi comigo. Essa indireta foi comigo, mas eu não vou deixar passar. A gente adora indireta. Quem quiser matar o outro, deu uma indireta. Então, quando eu era jovem na minha terra, que era muito humilde, a maior técnica, quando duas pessoas brigavam, naquele tempo você usava tamancino, a pessoa não dizia nada e andando e arrastava o chinelo, como quem disse assim: "Não te dou importância, cachorro era uma ofensa que a pessoa morria e voltava na outra reencarnação pensando que ainda era cachorro. Então nós, repitamos, somos reagentes. Mas nesse interação e a ação, há um período, porque para nós reagirmos, há uma substância no organismo. Os neurônios, essas substâncias são a alma da nossa vida. Quando nós temos uma ira, o nossos os nossos rins produzem imediatamente adrenalina. Temos uma descarga de adrenalina e como diz outro sangue sobe e a gente estrangula o outro porque perde a razão. A adrenalina é tanta que ela cobre a área do raciocínio da ele estava cego de raiva. Realmente ele

escarga de adrenalina e como diz outro sangue sobe e a gente estrangula o outro porque perde a razão. A adrenalina é tanta que ela cobre a área do raciocínio da ele estava cego de raiva. Realmente ele perde discernimento. Mas se o nossa adrenalina for controlada, ela derrama um pouquinho com a economia. Estamos em tempo de pandemia, não pode gastar muito, aí derrama um pouquinho de adrenalina. Nesse pouquinho a gente tem tempo de receber uma dose de outra substância e esta substância neutraliza aquela raiva passa. Daí nós somos o que fizermos o nosso corpo. Se nós dermos vasa aos nossos neurônios, às nossas reações nervosas, nós seremos psicopatas. Se educarmos, nós seremos pessoas saudáveis. Porém, um grande psiquiatra me disse, Divaldo, não fique muito normal, porque se você for muito normal, isso é uma normalidade. Então, de vez em quando a gente dá uma baianada, é, tá perfeitamente normal. Então, se a pessoa me disser assim: "Eu nunca dei um fora". É psicopata, porque não é possível que nunca haja dado um fora. Agora, se disser, eu dou cada fora, já é psicopata. Porque saltou de um extremo para o outro. Dai o ditado, nem tanto o mar, nem tanto a terra, a vida de equilíbrio. Muito bem. Então essa nossa reação leva-nos ao sentimento de ódio. Se a gente se pode desforçar que a palavra eu vou desforçar, eu vou corrigir. Isso quer dizer vingança. E a vingança é uma torpeza moral, é um estado mais animal inferior do que humano. É mais um estado felino, gato, tigre e etc. Há uma anedota muito curiosa que uma onça pediu ao gato para lhe ensinar saltos. E o gato, pelo respeito à onça, ensinou-lhe saltos todos que sabiam. E a onça lhe perguntou ao fim: "Você me ensinou todos os saltos? Sim, senhora. Então, a onça avançou para ele e ele deu um salto para trás. A onça disse: "Mas você não me ensinou esse salto?" E se eu tivesse ensinado estava morto. Então ele deve ensinar até um ponto, porque muitas vezes aquele a que nós ensinamos bem é o que vai dar o pulo da onça para nos

você não me ensinou esse salto?" E se eu tivesse ensinado estava morto. Então ele deve ensinar até um ponto, porque muitas vezes aquele a que nós ensinamos bem é o que vai dar o pulo da onça para nos engolir. Isto é, pessoas amigas que são amigas do que temos, do que somos, do que parecemos e nos enganam. É o caso da máscara. Nós às vezes nos devotamos a uma pessoa que nos detesta até o momento em que ela se sente capaz de nos enfrentar. E isso se dá muito no teatro, no cinema, na literatura. Quando dois gênios se casam, a princípio está muito bem, mas se o outro sobe, o de vócio é inevitável, porque o de baixo não se conforma. E ele quer igualar-se para não se sentir inferior. É, portanto, um problema de educação espiritual. O espírito, o self deve controlar o ego, as nossas paixões. Se a minha esposa, o meu filho a quem eu transmiti lições cresce mais do que eu, eu transfiro a minha felicidade para ele, porque eu amo. Não vou competir. Competir é não amar, aproveitar-se e se tornam inimigos terríveis, porque há no inconsciente um lugar de inferioridade. Querer competir o outro com outro é porque tem um complexo de inferioridade, porque cada um de nós é único. Não existem duas impressões digitais. duas manifestações oculares idênticas. Faz anos eu li um livro muito interessante. Era um professor de botânica da Universidade de Nova York. Durante 40 anos ele foi diretor do Jardim Botânico de Nova York. E ao escrever sete razões pelas quais eu creio em Deus, ele disse o seguinte: "Quando nós estudamos a botânica, nós verificamos que nada no mundo é igual. Cada quem é especial. Na mesma árvore não existem duas folhas absolutamente iguais. Nas árvores do mundo inteiro não existem duas folhas com as mesmas características. Então isso demonstra uma mente infinita porque não tem dimensão. Daí cada um de nós é o máximo. Enquanto nós nos considerarmos único e admirável, nossa vida é colorida. Mas quando nós nos compararmos a outro, nossa vida é infantil, psicologicamente

ão tem dimensão. Daí cada um de nós é o máximo. Enquanto nós nos considerarmos único e admirável, nossa vida é colorida. Mas quando nós nos compararmos a outro, nossa vida é infantil, psicologicamente infantil. Ah, eu quero ser o artista tal e agora se faz cirurgia facial para imitar a boneca, para imitar o boneco, sempre mais feios. E então, apareceu aquelas coisas estranhas e as cirurgias de boca, meu Deus, a duqueza mais rica do mundo da Espanha. Ela fez tanta plástica e de boca que os lábios ficaram monstruosos, mas agora é chique. Está na moda, beços caídos de enormes. Eu estava em Viena, ia pegar o voo para São Paulo, Salvador e me atendeu uma moça bocudã. Eu não falo alemão. E estava com o meu amigo, que o meu intérprete é alemão. Quando eu vi a moça, mas eu tive tanta pena, os lábios eram maiores do que a boca. Eles vinham ao nariz e arrodeavam aqui aquele coração de boi da boca. Eu olhei para ela, coitada a dificuldade para falar. E aí eu fiquei rindo para mim mesmo, não por fora, por dentro. E ela começou a tentar me falar em inglês. Ora, eu não entendo alemão. Em inglês eu tô penso. Eu tenho sotaque do pau da Lima. Às vezes a pessoa entende, às vezes não entende. Eu não tenho culpa, eu faço certo. O outro é que não ouve direito. Ela apertou primeiro, spread de eu disse na não falo alemão. Speak inglê mor. Olha que tevido ela. Aí foi falar, eu disse assim, Josep, esse inglês é de onde? Ele do bico dela, mas tá na moda. O nosso tormento e o nosso desamor é nosso. Imagine mudar o rosto de tal forma que é o rosto de X, de Y, de Z, e olhar no espelho todo dia. Eu estou tão acostumado com este rostinho que Deus me deu, que eu conheço ele de memória. Agora me bota o rosto da boneca X ou do boneco não sei o quê. Eu tenho que treinar, me acostumar com minha cara. Aos 95 anos eu vou morrer com a cara estranha. Quando eu chegar no além, não sou eu, é ele, porque o meu rosto foi mudado. Daí a vingança, o ódio de nós, a desestrutura, a loucura que nós vimos na televisão com

s eu vou morrer com a cara estranha. Quando eu chegar no além, não sou eu, é ele, porque o meu rosto foi mudado. Daí a vingança, o ódio de nós, a desestrutura, a loucura que nós vimos na televisão com esses líderes de 1 bilhão de seguidores. 1 bilhão de seguidores. uma adolescente soviética de 19 anos, tinha 1 bilhão de seguidores. A grandeza dela é porque teve a coragem de cortar os ossos da perna porque ela era alta demais e então quis reduzir de altura, cortou, fez implante e ficou menor. Então isso para a mentalidade juvenil do mundo foi algo extraordinário. Foi o número de gente cortando perna para ficar mais curta. Se eu pudesse, eu ia botar um pouquinho mais, porque eu tenho 1,68 m. Meu sonho era 1,72, que eu já tive, mas os ossos são vingativos. A medida que eles adquirem dignidade, eles diminuem. E a gente casa com uma pessoa de 1,80 m quando em terra tem 15 cm porque diminuiu. Então a vingança que nós chamamos um distúrbio de comportamento emocional, porém faz tanta parte de nossa vida que hoje eu me quis dedicar à vingança. Nenhum de nós é vingativo. A gente só deseja que o outro vá pro inferno e não saia mais nunca. Apenas isto. Como diz uma amiga minha, desejar mal eu não desejo, mas Deus há de fazer justiça. Meus amigos, não pode haver nada mais covarde de que uma pessoa diz que eu sou banguela. Eu digo: "Ah, Deus vai me vingar e vai derrubar todos os dentes da pessoa." É a minha vingança. É tão infantil a vingança que eu tenho dito a pessoas que vêm aqui com transtornos psicóticos de vingança e que vivem em função da vingança. E eu digo: "Seu, sua vingança vai acontecer porque seu inimigo vai morrer e você também." Eu sim. Porque quando ele morreu, o que que você vai fazer na sua vida? Já odiou, já desejou a morte, já morreu. E agora que que você vai fazer? Vai começar a viver o quê? Quem é que vai querer quando é moça, eu tenho um argumento, quem é que vai querer casar com você, velhota, vingativa? Mas eu estou tão velha assim. Eu digo, mas entre você e uma garota de 19, minha

ê? Quem é que vai querer quando é moça, eu tenho um argumento, quem é que vai querer casar com você, velhota, vingativa? Mas eu estou tão velha assim. Eu digo, mas entre você e uma garota de 19, minha filha, você é avó dela. Só se for um psicopata. Portanto, acabe com isso que está acabando com sua vida, porque a vingança é um distúrbio que no cérebro produz venenos vibratórios. Uma equipe da Universidade Ravart, capitaneada pelo Dr. deel, cancerologista de Iel, diz o seguinte, hipes verbes no livro Medicina, Amor e Milagres, nós temos em nosso cérebro a vida e esta vida é tão extraordinária que o indivíduo quando ama, ele produz hormônios de alegria, de beleza. E quando ele odeia, ele produz tóxicos, determinados venenos que intoxicam os hormônios do amor e se transformam e entidades destrutivas. Então, palavras textuais, nós temos o corpo, o intermediário e o ser. Isso, professor de Harvard. Qual é o corpo, a matéria? o intermediário modelo organizador biológico, que os esoteristas chamam corpo astral e nós chamamos perespírito. E temos o ser, que podemos chamar consciência, psiquio, espírito, alma, pouco importa. Nós somos um complexo harmônico de vibrações que nos condensamos num corpo harmônico até o momento em que nós atuamos negativamente, ele degenera. Vamos narrar de uma das obras mais belas da literatura espírita. Chama-se Há 2000 anos. Esse livro foi escrito em 1989. pelo espírito Emanuel, o guia espiritual de Chico Xavier, que ele dizia: "Um dia eu contarei a minha história era o espírito na atualidade de alta feição espiritual, grandioso, luminar, guia espiritual de grande parte da humanidade. E no mês de fevereiro, ou melhor, de setembro de 1939, ele começou a escrever uma autobiografia. Em matéria de romance, é um dos mais belos que jamais se escreveu. Sobre o ponto de vista geográfico histórico. Geográfico histórico é de absoluta precisão. Porque no transcorrer do livro há 2000 anos, no tempo de Jesus, todas as cidades que ele cita, cita o nome latino da época, que Chico Xavier não

histórico. Geográfico histórico é de absoluta precisão. Porque no transcorrer do livro há 2000 anos, no tempo de Jesus, todas as cidades que ele cita, cita o nome latino da época, que Chico Xavier não tinha a menor ideia em Pedro Leopoldo, lugarejo que não tinha nem biblioteca. os hábitos e costumes. Eu leio com o dicionário da língua portuguesa, tal a produção de natureza gráfica do espírito Emanuel. Hoje mesmo eu estive relendo alguns fatos que eu li isso nos anos 50 e fiquei deslumbrado com o estilo, com a doçura, com a narrativa. Nesse livro, Emanuel, a quem todos nós espíritas amamos e que está reencarnado, deve estar com 21 anos, 22, no estado de São Paulo. Ele se reencarnou quando o Chico Xavier estava morrendo, porque havia uma combinação. Ele tomava conta de Chico durante aquela encarnação toda, 110 anos. Chico viveu 92. Ele tomou conta antes e iria receber já depois de encarnado. E Chico Xavier foi em espírito à reencarnação dele nesta existência. Ele virá como professor universitário para falar à luz da ciência a respeito do que ele escreveu na sua filosofia de 70 livros. Pois bem, o livro é de uma beleza, repito, fascinante. Devem lê-lo há 2000 anos. Então, vão ficar emocionados. Não vou sintetizar um livro de 400 páginas em 20 minutos, mas o que nos interessa dá tempo. Ele viajou a de Roma à Galileia porque a sua filhinha Flávia, ele era senador da República, estava com uma doença inexplicável. É necessário recordar que as doenças àquela época, quando se entrava de virose, de dermatologia, de qualquer fenô dermatológico, era logo assinalado como lepra. E Flávia, aos 9 anos de idade começou a descamar mãos, rosto e os médicos de Roma e da Grécia não tinham solução para ela. Até que uma escrava sugeriu que a família viajasse a Galileia, a Israel, para falar com Jesus. Jesus estava encarnado por os lentos, que era portador dos deuses lares de Roma, não aceitava a possibilidade de um deus humano, conforme falavam. Mas para atender a esposa Lívia e atender a sua

esus. Jesus estava encarnado por os lentos, que era portador dos deuses lares de Roma, não aceitava a possibilidade de um deus humano, conforme falavam. Mas para atender a esposa Lívia e atender a sua escrava Ana, ele faz a viagem de Roma à Palestina. E como se tratava de um senador naquela época, o Senado não legislava, porque desde o último imperador, que era triúno, o segundo triúno, ele havia decretado o império. era sobrinho de Júlio César, que foi assassinado e se tornou Otáviano ou Otávio e instituiu o mês de agosto, porque ele adquiriu o título de Augusto. Então, o período de Augusto, século do cristianismo, é o Império Romano que deixa a república e agora o Senado é decorativo, mas é uma altíssima honra pertencer ao Senado. E públos lentolos, com 40 anos mais ou menos, eram desses senadores mais intransigentes. Viaja a Roma, da de Roma a Galileia. E toda a comitiva parecia uma comitiva real. Quando ele chega à Palestina, exige que não vão diretos a Jerusalém com medo de assaltantes, etc. E escolhe uma rota especial. Quando eles passam com aquela comitiva extraordinária no sol abençoado da Galileia, diante do mar espelho, o mar da Galileia, de brisa suave e perfumada no amanhecer deslumbrante. Lívia, sua esposa, Flávia, sua filha, vão numa liteira. guardada por centuriões. E naquele momento de sol, algo acontece. Uma pedra brilha no ar e atinge o rosto de Lívia. Ela dá um grito, o sangue jorra e de imediato toda aquela tropa sai à procura do apedrejador. Era um rapaz de 18 anos de idade, aproximadamente, um rapaz judeu. Pegaram-no de imediato e levaram ao representante de César, porque ele era um representante de César. E com a fúria de Romano mandou imediatamente que o açoitassem a ponto de Livia pedir, mas já chega. E depois mandasse para as galeras. Ir para as galeras era ir para a morte. Não saía nunca das galeras, só pela morte. O rapaz vai levado, aquele acidente desagradável passa no dia seguinte, ele está em Cafarnão. E ao segundo dia ele recebe uma visita especial.

para a morte. Não saía nunca das galeras, só pela morte. O rapaz vai levado, aquele acidente desagradável passa no dia seguinte, ele está em Cafarnão. E ao segundo dia ele recebe uma visita especial. Um homem deseja falar com ele. É um judeu, mas é um judeu importante do templo, de baixo estatura. E lhe diz: "Você é pai". Eu também sou pai. Perdoe meu filho. Ele no fez intencionalmente. Estava brincando com a funda e a pedra foi ao ar. Não mate meu filho. É meu filho único a quem eu dou a minha vida. E então pbos lentolos tem um diálogo terrível. O que é que você fez de seu filho? Você fez dele um ocioso, um vagabundo. Entende tem que ser punido pelo crime de apedrejar minha mulher. Eu sei, Senhor, mas o Senhor também é pai. Perdoe meu filho, não perdoarei. Aquele homem gentil transformou-se e diz: "Você acaba de ganhar um inimigo cruel para toda a sua existência, Senhor. Eu o perseguirei e vingarei o meu filho." O senhor não pode imaginar a força do meu ódio. Ele ouve, sorri, manda, dá uma surra e solta. Mas o homem diz: "Meu nome é André de Giora, filho de Giorá. Passa o tempo. O tempo passa. Jesus cura a menina, liberta. Tem um encontro com ele." Ele renega. atinge o apogu da glória. E mais ou menos um ano depois, um filho dele foi raptado. Era uma criança de 5 anos de nome Marcos. Ele só faltou enlouquecer. Procurou por toda a Palestina, contratou. Nunca, nunca ele foi encontrado. E o senador ficou com essa mágoa no coração. Toda a alegria ele lembrava do seu filhinho. Passa o tempo, Jesus se torna célebre. Ana, a escrava, torna-se cristã. Lívia, a esposa torna-se cristã sob protesta dele. Por fim, Lívia vai pegada entre os adoradores de Jesus na catacumba de Roma e vai levada ao cárcere. No cárcere, notaram que a indumentária era de uma patrícia, especialmente um colar que ela trazia. e deram-lhe liberdade. Ela era Patrícia, ela não aceitou porque Ana, a sua escrava, iria morrer. Ela então vestiu Ana de Patrícia. E quando as portas do calaboço se abriram, ela entrou na arena acompanhada dos

he liberdade. Ela era Patrícia, ela não aceitou porque Ana, a sua escrava, iria morrer. Ela então vestiu Ana de Patrícia. E quando as portas do calaboço se abriram, ela entrou na arena acompanhada dos cristãos. Ele estava sentado ao lado de Nero pedindo que matasse. E quando solto as feras, ele vê que daquela multidão de miseráveis, uma mulher vai se aproximando, se aproximando e olha para ele. Ele olha, era esposa. Aí um leão, bate no peito, derruba, devora e ele quase enlouquece de dor. Começam as provações, porque as provas alcançam-nos a todos, a pobres, ricos, mendigos, profetas, todos, porque somos todos muito frágeis. Mas o tempo passa, chega o ano de 77, quando Tito, filho do imperador, que começou a construir o Coliseu e terminou no ano 80 em Roma, Tito invade Jerusalém, é a queda de Jerusalém. 3 anos. Por fim, Jerusalém cai, Tito manda derrubar o templo e começa a matança dos judeus. 60.000 E os judeus foram crucificados ou assassinados naquela fúria. Mas o senador que comandava uma legião foi aprisionado. Foi aprisionado pelos revoltosos, os da cidade que queriam defender sua pátria. E então vai levar a julgamento Pedro vencedor que estava sendo vencido. Porque enquanto ele estava sendo julgado, a luta nas ruas de Jerusalém davam vitória aos romanos. E naquele momento, um homem se aproxima dele e pergunta: "Senador, você me conhece?" Ele olha e retorna há 30 anos. Sim, eu me lembro de você. Eu sou André, o filho de Giouras. Lembra-se que eu falei que você havia adquirido o inimigo? É hoje o dia da minha vingança. E então tem aquele debate, ele todo despedaçado, ferido pelas danças, os olhos brilhantes, o orgulho de senador, mas ali eram só judeus inimigos dele. E de repente o André diz assim: "Olhe-me pela última vez, porque nunca mais você vai me ver. Eu ia matá-lo, mas matar você é dar-lhe liberdade. Eu quero que você viva. Você vai viver para ter tempo de ver a injustiça que praticou contra meu filho. As discussões são muito longas. Vem um homem com ferro em brasa

matar você é dar-lhe liberdade. Eu quero que você viva. Você vai viver para ter tempo de ver a injustiça que praticou contra meu filho. As discussões são muito longas. Vem um homem com ferro em brasa e chamam um rapaz de 35 anos, mais ou menos. O rapaz aproxima-se, é um tipo romano. Poslodos, olha o as características, o pescoço. O romano tinha sempre pescoço quase reto à face. O rapaz vem e olha para ele. Os dois olhos penetram-se um no outro e o rapaz se comove. Ele era escravo de André, de Jorã. E André lhe dá o ferro em brasa e diz os dois olhos. Olhem-se pela última vez. O senador está amarrado e olha para aquele rapaz, sente uma profunda ternura e cega-o. As dores ele urra como animal, mas naquele momento as tropas romanas estavam vencendo e entram no cenário. Ele já estava cego. O rapaz foge com o seu pai e ele agora vai experimentar a cegueira, a vingança, a cegueira. A sua vida é transtornada. Mais tarde, volta de 79, ele está perto de uma das grandiosas cidades do Império Romano e o Vesúvio começa a sua tragédia. Ele está numa cidade próxima do outro lado do mar, mas os gases atravessam a atmosfera. E então Ana, a escrava conta porque ela aceitou as roupas da sua ama, que disse: "De qualquer forma, eu vou morrer. Se você não aceitar morrer com uma dama nobre, eu vou morrer da mesma forma. E diga a Públio que eu perdoei, porque ela foi motivo de uma calúnia, que vai ser o meu tema de sábado, uma calúnia que a gente fala tanto, não é? Tão, tão sem importância. E ele ficou de mal com ela dentro de casa 25 anos ao lado de Ma, sem ela saber porquê. E então ela manda pedir perdão. Ele já sabe que ela foi vítima, mas agora ela está morta. Então, nesse momento terrível, terrível, André de Gioura aparece prisioneiro e é o momento dele fazer a sua vingança, porque a vingança é essa loucura. Aqui no Nordeste, na Paraíba, até o começo do século passado ou metade, havia as famílias que odiavam. Cada mês matava um outro, um outro. Houve intervenção policial, nacional.

ingança é essa loucura. Aqui no Nordeste, na Paraíba, até o começo do século passado ou metade, havia as famílias que odiavam. Cada mês matava um outro, um outro. Houve intervenção policial, nacional. Esses ódios do Nordeste, de Pernambuco, Paraíba e Fortaleza especialmente ficaram perpétuos a vingança de extinguir as famílias, o ódio, esse terrível inimigo da criatura humana. Então, André de Jura, vai até ele e então disse: "Eu te falei que eu ia me vingar. Aquele que te cegou era teu filho. Eu raptei teu filho, eduquei-o no campo como animal. Matei de inteligência e preparei-o para odiar os romanos. Por isso ele te cegou. Então, pobos lentos lembra-se do olhar para seu filho. Agora, um homem de quase 40 anos, ele de 60 e tantos verte o pranto e se dá conta que a vingança não tem o menor sentido. olha para André e diz: "Tu destruíste a minha vida, mas eu te perdoo, porque agora eu ouvi falar de um homem que perdoou os seus crucificadores. Eu também te perdoo". O que me interessa nessa narrativa é mostrar o ódio, a vingança. 2000 anos depois, 2000 anos depois, a menina Flávia, que sofria de ranceníase, renasce como Francisco Cândido Xavier. Emanuel Púbrios Lentulos é o guia espiritual da sua filha depois de várias reencarnações no mundo e no Brasil, como o padre Manuel da Nóbrega, o amigo de José de Anchieta, que participou da convenção dos caités, que foram enganados pelos portugueses, Esse espírito de scol reencarna-se ajudando a filha e redimindo-se. É o maior literato do mundo espiritual nas mensagens que nós lemos. Mas bem, André de Gioras sofre muito, muitas reencarnações, mas na última ele se torna um auto funcionário do Ministério da Agricultura e vai trabalhar na cidade de Pedro Leopoldo, onde reside o médium Francisco Cândido Xavier, cujo nome inicial era Francisco de Paula Cândido. Nesse interim, Chico foi convocado para trabalhar no Ministério da Agricultura, seu chefe, André, aquele terrível inimigo e ainda hoje de temperamento fortíssimo e se torna um benfeitor da mediunidade

Nesse interim, Chico foi convocado para trabalhar no Ministério da Agricultura, seu chefe, André, aquele terrível inimigo e ainda hoje de temperamento fortíssimo e se torna um benfeitor da mediunidade de Chico. Chico, uma alma dúcida. gentil que não sabe dizer não, mas o Dr. Rômulo, uma pedra, defende-o, sustenta-o, luta com ele até o dia que ele se aposenta e se transfere para Uberaba. Notemos a lógica da reencarnação, Manuel, aquele públios lentos que havia sido a reencarnação do seu próprio bisavô, que se chamava Públios lentos sura e que fora um grande amigo do célebre Catina da literatura romana. aquela luta entre Catina e Cícero, pois ele apoiou a matança, o próprio Púbos Lentolus na reencarnação de Públos Lentolus Sura, que era bisavô, portanto era ele reencarnado, compromete-se, vai para o além e nesta última reencarnação, ele se torna um espiritista. de vai com Chica aos lares mais miseráveis de Pedro Leopoldo da sopa. Há um caso lindo. Havia uma mulher muito pobre que não conseguia falar e Chico toma conta dela. Toda noite vai levar a sopa. Cuida, cuida, cuida. E um dia de Israel assim: "Fale Jesus. Ela se esforça, não fala no dia seguinte, fale Jesus no mês seguinte, no ano seguinte não consegue. Um dia, porém, ela estava rindo, dementada. Chico pega na mão e diz assim: "Que pena, eu vou me mandar para Beraba, não vou ver você tão cedo e não consegui que você fale. Ela fez Jesus!" E morreu. E Chico sentiu a maior compensação da sua vida. Ela é personagem da história que eu vou contar no sábado. E ele foi para Uberaba, não dava para contar hoje. Então ele vai para Uberaba, comove o mundo, a maior antena paranormal da humanidade. O coração tão grande que Vanut da Rede Globo, o autor de O Fantástico e que era o merabense e que amava Chico Xavier, botou o nome dele Chico Amor Xavier. E aí por que o nome dele passou a ser Francisco Cândido e não de Paula Francisco Cândido Xavier. Como ele espírita ao publicar as mensagens com o nome de Francisco de Paula Cândido,

Chico Amor Xavier. E aí por que o nome dele passou a ser Francisco Cândido e não de Paula Francisco Cândido Xavier. Como ele espírita ao publicar as mensagens com o nome de Francisco de Paula Cândido, autoridades religiosas entraram no Ministério da Agricultura para expulsá-lo no tempo que o Espiritismo era odiado. E outra era a religião oficial do Brasil. Então, em um artifício, o advogado em cartório mudou o nome dele para Francisco Cândido Xavier. Toda perseguição a Francisco de Paula Cândido não existia Francisco de Paula Cândido e ele se tornou muito mais Francisco Amor Xavier. Nessas reflexões estão a minha própria alma para dizer quanto é fácil, quanto é bom nos vingarmos de ninguém. A vingança. Ah, tomara que ele morra. Ué, a gente também vai morrer. Ai de ver o fim dele, vê o fim e morre também. Tem seu fim. Então, qual é o antídoto da vingança? A compaixão. Quando alguém me ofende e não são poucos, eu digo assim: "Deve estar doente, porque não é possível adiar uma pessoa que não conhece. Eu tenho pessoas que me detestam e nunca me viram ao vivo e a cores. Só viram na internet. E um deles chegou a me dizer: "Você não sabe como eu tenho raiva de você". Eu perguntei: "Mas, por quê? Você alguma vez me viu?" Não, mas desde que eu ouvi seu nome que eu tomei raiva de você. Eu disse: "E agora?" Eu disse: "Agora piorou". Eu disse: "Nossa, nem ao vivo melhorou". Ele disse: "Não, porque eu desejava ver o seu fim". Eu digo: "Ih, meu filho, vai demorar muito fiz 95, ele já morreu a 30 para ele ver o meu fim vai ser do além, vai me receber com abraço, porque nós ficamos inimigos sem eu saber." E quantas pessoas que nos odeiam, somente odeiam pelo nome. "Mas eu tenho uma antipatia?" Ué, porque antipatia não será por inveja, não será pela capacidade de querer ultrapassar e não conseguiu. Outros que falam horrores da gente. Para concluir, certo dia eu li um jornal espírita, havia uma crônica muito grande de um médium mistificador. Esse médium chamava-se Vivaldo Franco. Quando eu comecei a ler, eu disse: "Que

es da gente. Para concluir, certo dia eu li um jornal espírita, havia uma crônica muito grande de um médium mistificador. Esse médium chamava-se Vivaldo Franco. Quando eu comecei a ler, eu disse: "Que coisa engraçada é quase meu nome". E aí fui lendo e fazia sessão de matização. Era um mistificador. Dr. Bezerra dava chocolate. Olha, naquele tempo nem tinha chocolate, dava chocolate. E eu disse assim: "Mas que canalha, hein? Que que E então ele era um mistificador". Dig, "Mas que coragem, como é que pode mistificar?" Quando chegou no fim era eu. Eu disse: "Meu Deus, ele só faltou tocar o V Pedro D." Eu disse: "Ai, comigo". Mas se ele não me Pedro, eu não o conhecia. Fiquei, eu não fiquei arrasado. Aí eu me dei, deu vontade de rir. Eu digo, será que alguém vai descobrir que sou eu? Porque nem eu descobri. Passou o tempo. O tempo é um grande amigo. Joana Dian chama o tempo de Deus e o nosso tempo. E eu estava em São Paulo, numa instituição e estava uma apresentação de telas mediúnicas horríveis. Eu então fui olhando, mas Vent Vanog, uma tragédia, Rambre com a boca torta. E eu disse assim: "Meu Deus, quanta loucura. Como o povo gosta de duvidade. Tava olhando e olhando. Nesse momento, alguém atrás de mim disse assim: "Divaldo, você aguenta ver isso?" Eu digo, "Meu filho, é a primeira vez." Ele disse: "Veja lá, Picasso com dois Ss." Picasso não sabia nem escrever o nome depois que morreu. Aí eu olhei, disse: "Mas que coisa! Quando me voltei era o meu inimigo. Eu aí diz assim, eu fiquei, eu fiquei picasso com cidilha. Aí eu olhei e e disse assim: "Ué, o que é que você está fazendo aqui?" Ele disse: "Pois é, Edivaldo, a vida engraçada, não é?" Eu digo, "É, como é que você disse que na sessão de materização Dr. Bezerra dava chocolate?" Ah, naquele tempo eu era meio psicopata. Eu digo: "Graças a Deus, continua, né?" E ficou meu amigo. Eu disse: "Mas como é que se escreve o artigo daquele?" "Fique tranquilo, eu vou escrever um elogiando." Eu digo: "Não, pare, porque escreveu elogiando, o

ças a Deus, continua, né?" E ficou meu amigo. Eu disse: "Mas como é que se escreve o artigo daquele?" "Fique tranquilo, eu vou escrever um elogiando." Eu digo: "Não, pare, porque escreveu elogiando, o povo vai querer ler o outro e é melhor que não leia. Assim somos nós." É tão fácil querer bem. Então, quando a pessoa tiver um defeito, bote o pseudônimo agradável. Quando você fizer uma coisa, diga assim: "É um distúrbio, porquanto nós somos vítimas de inspiração negativa. O mundo espiritual hoje está recerto de espíritos do mal que desejam a nossa infelicidade. Eu ficaria muito feliz, muito mesmo, se na terça-feira em nossa reunião ou amanhã à tarde, às 4 horas, alguém viesse e dissesse assim: "Olha, Edivaldo, eu telefonei pro inimigo meu e o que é que ele disse? me xingou bastante. Digo, graças a Deus. A palestra tinha sentido. Não tenha o sentimento de ser inimigo de ninguém, mas não se preocupe, porque todos nós, todos e Jesus também temos inimigos. Ter inimigo é uma coisa, ser inimigo é outra. E nós cristãos não somos inimigos de ninguém. Vamos orar pelo nosso Mário.

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