Divaldo Franco - Momentos Evangélicos

Mansão do Caminho 29/05/2022 (há 3 anos) 1:07:52 84,001 visualizações 7,589 curtidas

» Momentos Evangélicos com Divaldo Franco Palestra doutrinária realizada no Cenáculo da Mansão do Caminho, todos os sábados, com transmissão ao vivo.

Transcrição

Vamos preparar então para início da nossa reunião doutrinária de sábado à noite. Lembramos a todos os telefones celulares para colocar no modo silencioso. Hoje nós teremos passes no encerramento da reunião e os passistas são aqueles da equipe da Marialva. Então, exclusivamente os passistas da Marialva. é que se levantam para aplicar os passes quando forem convidados ao final da reunião. Então vamos agora nos preparar para o início das atividades. Senhor e mestre Jesus, amigo incondicional das nossas vidas. Hoje, em especial, nesta reunião, serás para nós a lembrança perene na nossa mente, para que possamos alimentar o nosso espírito com a emanação do vosso amor e da vossa paz. O mundo que está à frente de nós apresenta muitas dificuldades, muitos desafios, muitos caminhos tortuosos, seduções diversas. Mas nós que confiamos em ti e nos propomos a servir-te, apelamos para a vossa misericórdia, para que diante das nossas dificuldades, que sabes são muitas, estendas o manto do amor para que possamos Amos sentir a paz no nosso interior. Apacenta-nos, Senhor. Dá-nos a mansuetude de que carecemos, esta paz que desconhecemos e o amor que não logramos atingir. Se conosco, Senhor, nesta noite em especial. Nós vos rogamos, abençoa-nos, ser conosco hoje e por todo sempre. E que assim seja. Senhoras, senhores, queridas irmãs, queridos irmãos espíritas, caras amigas, caros amigos que nos acompanham através da web TV Mansão do Caminho, nossos votos de muita paz. A civilização do México, como dos países latino-americanos, é muito bem cercada de lendas, de mitos e da imaginação dos historiadores. México, esse grande país hospedou na terra algumas das primeiras famílias de espíritos que vieram ao nosso planeta. estando no lado ocidental, competiu de alguma forma com a Índia, a China, o Japão e até mesmo as grandes civilizações do Crescente, do Oriente, como Assíria, Babilônia, Pérsia, o México teve simultaneamente mente a presença de famílias espirituais que deixaram na sua passagem

Japão e até mesmo as grandes civilizações do Crescente, do Oriente, como Assíria, Babilônia, Pérsia, o México teve simultaneamente mente a presença de famílias espirituais que deixaram na sua passagem um grande legado para as civilizações posteriores. Entre esses legados, um povo se distingue na cultura norte-americana de caráter espanhol. é a cultura tolteca. Nós todos estamos mais ou menos bem informados a respeito dos maias, dos astecas e das diversas famílias que habitaram a cordineira dos Andes, que desceram à planície como o Brasil. Mas a cultura tolteca precede em alguns séculos a cultura maia que sustenta a civilização mexicana. Esse povo que habitou aquela região, Hora de Planalto, Hora de Planícias, deixou um legado filosófico que é intitulado A filosofia tolteca. Os maias deixaram uma contribuição religiosa muito grande. Os aztecas nas construções foram praticamente imbatíveis no México, na Guatemala, criando dificuldades imensas na divisão das fronteiras. Eu hoje vou me referir um pouco à cultura tolteca, porque ela está muito bem representada desde o século passado, por um dos personagens mais notáveis, o Dr. Miguel Ruiz. Ele é americano do norte mexicano, o mexicoamericano. E o Dr. Ruiz pertence a essa civilização antiquíssima que ainda mantém viva a árvore genealógica. Ele é um dos últimos membros conhecidos da família Tolteca, que está renascendo das velhas e ocultas tradições. Ele escreveu vários livros, todos eles baseados em uma ética de comportamento. E essa ética de comportamento está vazada na seguinte propositura: vida tem um objetivo. Esse objetivo para todos nós é a felicidade. Identificar, porém, a felicidade é o grande desafio do nosso comportamento sociológico. Porque cada criatura é um universo desconhecido do outro. Mas se por acaso, pensavam os totecas, se realizar uma proposta filosófica com certas bases ético-morais, nós teremos uma família mais ou menos identificada. Aí nós vemos Oroastro, Buda, Krishna, Lautéu, Moisés, Jesus Cristo, Mohamed e tantos outros que

a proposta filosófica com certas bases ético-morais, nós teremos uma família mais ou menos identificada. Aí nós vemos Oroastro, Buda, Krishna, Lautéu, Moisés, Jesus Cristo, Mohamed e tantos outros que periodicamente vieram à Terra para manter acesa a chama da imortalidade. Foi uma grande preocupação de todas as famílias espirituais que habitaram a Terra descobrir o destino da criatura humana e especialmente qual o motivo porque os seres animais vegetais e humanos sofrem. Os vegetais sofrem da sua dimensão de sensibilidade. Os animais sofrem na dimensão da sensibilidade do instinto e as criaturas humanas sofrem muito mais porque pensam. O pensamento, que é a fonte que explica o ser, o ser, a vida é também a causa de muitos tormentos. porque estabelece premissas, desejos e quando eles não se realizam conforme a pessoa estabeleceu, advém a frustração. aparece os efeitos, a angústia, a dúvida e os fenômenos psicológicos, a ansiedade, a depressão e outros fatores psiquiátricos, a esquizofrenia e outros ainda muito mais graves. Então, os toltecas tinham uma grande preocupação como grupo padronizar o comportamento da criatura humana. E agora, transcorridos mais de 5000 anos, mais de 5000 anos, o Dr. Ruiz sintetizou a história da filosofia atolteca em quatro princípios que ele chama quatro. Teu é uma cidade a 90 km da cidade do México, a capital. é uma das grandes heranças antropológicas da humanidade. É uma cidade de beleza em comum sob o ponto de vista das edificações. Enquanto o Egito irá produzir mais tarde as pirâmides e a esfinge de Giset, já as grandes pirâmides de Teote e Huacã estavam erguidas. A cultura toteca daquela religião região era muito positiva, muito rica, muito bela e os toltecas tinham os seus gurus, os chamãs. Então vamos viajar um pouco através da imaginação. conhece. é uma região de neblina, porque está a uma grande altitude, como também a cidade do México. Em uma das montanhas próximas, 10 ou 20 km do centro da cidade, há uma caverna, uma caverna imensa,

conhece. é uma região de neblina, porque está a uma grande altitude, como também a cidade do México. Em uma das montanhas próximas, 10 ou 20 km do centro da cidade, há uma caverna, uma caverna imensa, com a escrita rupestre, com símbolos das várias culturas que passaram pela região. Então, naquele claro escudo da noite amanhecer, um jovem chamã sai da intimidade da caverna e olha o planalto à sua volta. Deslumbra-se com a beleza da paisagem ainda confundida com o nevoeiro que se está dissolvendo em gotículas. a doar uma sinfonia muito suave, a sinfonia da gota d'água e do vento que perpassa pelas imensas cavernas. O jovem chamã é aquela ponte entre Deus e as criaturas humanas. É o ser que transfere do mais além tudo aquilo que tem de riqueza não alcançável pelos nossos cinco sentidos e oferece o prato cheio de emoções, de sensações. E então ele vê saindo da penumbra as imensas pirâmides. São um pouco diferente das pirâmides do Egito. como se dá na Guatemala, que também tem muitas pirâmides, e são diferentes porque foram construídas por outros povos, não necessariamente aquela estrutura das quatro bases, mas estruturas diferentes e aquelas de Teote e Wak são fascinantes. Jovem chamã está à porta de entrada. A sua presença, o calor do corpo ajuda a diluir o nevoeiro à sua volta. E ele então exclama, Senhor, o primeiro compromisso da criatura com a vida é o seguinte: seja impecável com a sua palavra. A palavra é o veículo de Deus para a comunicação das criaturas, porque ela decorre do pensamento, da razão. Ela tem muitas modulações, muitas interpretações, muitos significados. Os silogismos, os sofismas, a zombaria. as indiretas, as mensagens ocultas em palavras mágicas. Tudo isso pertence ao reino da expansão da criatura humana com a natureza. O ser humano, no seu período ancestral, antes de fazer parte da humanidade, não falava. O canto dos pássaros embecia o ser humano e através da imitação, ele começou a silvar, a emitir sons parecidos com trinados. E à medida que foi desenvolvendo

de fazer parte da humanidade, não falava. O canto dos pássaros embecia o ser humano e através da imitação, ele começou a silvar, a emitir sons parecidos com trinados. E à medida que foi desenvolvendo as cordas vocais que os outros animais também têm reduzida, ele pode modular os sons e nasce a palavra. Mas em verdade a palavra demorou muito, ou melhor, desenhou, pintou. Ele percebeu que a vida eram os seres realmente fortes, os búfalos. Já nesta época, os dinossauros se haviam extinguido, foram extintos por um satélite ou por uma imensa pedra que se destaca do universo e colide com a terra. levanta uma poeira tão grande que matou tudo que era vivo, animais, vegetais e homídios. Ainda não era o homem, o ser humano, conforme nós conhecemos hoje. Era um ser de um animal de pé. A coluna vertebral não foi feita para ficarmos de pé. Ela foi desenhada para o quadrúpede. Quando este quadrúpede passou a ter uma figuração mais delicada, ele passou a ser uma espécie de anterior imediato ao ser humano. Era o pitecântropos erectus, que é o animal singular de pé. E ao erguer-se de pé, a coluna fez a sua base ligeira para desenhar uma linha reta da base do cerebelo ao cox. Então é uma linha perfeita com uma curvatura que é de sustentação. Portanto, é um estudo matemático perfeito. Se não houvesse essa delicada curvatura, nós não teríamos esses movimentos de relaxar, de erguer, de mudar. Tudo isso está nesse pequeno desenho e é esse pequeno desenho que oculta aquelas irregularidades que mais tarde vão nos afligitando, abrindo espaço para as hérnias de disco. Má postura, muito peso, questões de hereditariedade, portanto biológicas. Eu sei porque eu experimentei durante dois anos três hérnias de disco. Quando uma parava de doer, a outra estava novinha, substituía. Até o fim que eu me vinguei delas, operei, arranquei todas três e só não pude pisar porque podia escorregar e cair, porque hérneia de disco é terrível. Mas então o animal raramente tem nada na coluna. a não ser um fato esporádico, um acidente, uma agressão,

s três e só não pude pisar porque podia escorregar e cair, porque hérneia de disco é terrível. Mas então o animal raramente tem nada na coluna. a não ser um fato esporádico, um acidente, uma agressão, qualquer coisa, mas nós ainda temos mais o animal do que o espiritual. E é tão notável isso que Allan Kardec, na pergunta 752 do livro dos espíritos indagou: "Por que existe a guerra?" E os espíritos responderam: natureza animal sobre a natureza espiritual do ser e predomínio das paixões. Então aí está. Nós ainda somos muito verdes na evolução. Só há pouco tempo perdemos o apêndice, a cauda, e estamos perdendo vários órgãos que estão sendo substituídos pela natureza pelo desuso, até chegar o momento muito em breve, quer dizer, alguns bilhões de anos, e que a fala será dispensável. Os estudiosos da antropologia confirmam que a palavra é criadora de muito problema, esclarece, mas pelos nossos sentimentos apaixonados, ela confunde. Para um grupo, nós damos uma resposta e no grupo cada qual entende, não como foi dito, mas conforme a sua capacidade de discernimento. Nós vemos isso nas discussões das brigas conjugais. Você me xingou, não, eu disse outra coisa, você que entendeu e aí vai a coisa. Então diz que no fim nós não vamos mais falar, é questão mental. Já estamos tentando, já estamos policiando a voz, harmonizando, não mais gritando como estou fazendo, mas uma voz melodiosa, romântica. baixinho. Então, aqueles que se acostumaram a falar do tempo que não tinha microfone de educar a voz aos gritos, hoje tem dificuldade com esses demônios muito sensíveis e então é necessário policiar, mas será um período maravilhoso quando nós não mais falaremos. Mas já hoje eu vejo muito isso. Nós olhamos um para o outro, principalmente quando nos estimamos, olhamos e damos um tipo de riso e o outro sabe o que é. Então vamos dizer, talvez alguém diga assim, olhe para o seu namorado, seu marido, ou um amigo e tá perguntando o que que Divaldo tá querendo? Meu Deus, tá tão confuso. Pois é, é a palavra. Mas bem, então a

vamos dizer, talvez alguém diga assim, olhe para o seu namorado, seu marido, ou um amigo e tá perguntando o que que Divaldo tá querendo? Meu Deus, tá tão confuso. Pois é, é a palavra. Mas bem, então a palavra trouxe-nos a grande sabedoria de darmos conhecimento das coisas. E essa palavra muitas vezes perturba. Tenha cuidado com sua palavra, ela é impecável. O que você disser é a representação do seu mundo interior. Vamos usar a linguagem psicológica de Junk. É o seu self. é o seu ser eterno. As pessoas silenciosas são muito difíceis de ser compreendidas, porque elas têm dificuldade de expandir o que pensam e são incompreendidas, guardam muitas mágoas, porque a mágoa é fácil da pessoa pensar, mas não pensa que não falou o esclarecimento, o que deu razão e lugar à mágoa. Então, o primeiro compromisso do toteca, faz de contas que nós somos toltecas, é seja ideal com a sua palavra. Ela deve ser uma diretriz de segurança na sua vida. Mais tarde, Jesus Cristo, o homem por excelência, veio e disse numa síntese: "Seja o vosso falar sim, sim. Não, não. Os políticos deviam passar muito mal com Jesus, porque nesse período o lugar ideal é ficar em cima do muro. Nem si, nem não. É o mais ou menos. Mas o apóstolo Paulo, acompanhando Jesus também dizia o frio ou ardente. Nada de morno. Não pode ver nada pior do que o hipócrita. Ele é morno. Para onde tanger ele passa. Então ele se beita num partido político e acorda no outro e faz-se tão dialogador que todo mundo acha que ele fez muito bem. Mas ele esqueceu nos tempos de hoje que ele gravou falando horrores daquele partido e agora defendi o partido e ainda os idiotas que vão votar nele. É uma coisa impressionante a palavra. A pessoa é idiota porque é só ler o antes e ler o depois. Ele não tem palavra que é o organismo primeiro. Seja a vossa palavra impecável. A segunda, o segundo compromisso que nós temos com a vida é também muito interessante. Não tome nada para o seu lado. Seja uma pessoa tranquila. Se alguém vier e nos dar uma indireta, há pessoas que adoram

unda, o segundo compromisso que nós temos com a vida é também muito interessante. Não tome nada para o seu lado. Seja uma pessoa tranquila. Se alguém vier e nos dar uma indireta, há pessoas que adoram indiretas, né? A gente continua rindo porque ele deve ser maluco, não pode ser para nós. E se ele verbalizar diretamente, a gente ri ainda mais porque ele é maluco. Tá dizendo uma bobagem. Então não leve nada para o seu lado, porque se você for atender a paixão de cada um, fica atormentado. Uns lhe acharão belo, outros acharão exóticos, outros acharão que você está paramentado e etc, porque é o que pensa a palavra. E então nós somos suscetíveis. Queremos todo mundo esteja de acordo conosco, esteja de bem. E somos muito sensíveis como as nossas amizades são frágeis. A amizade dos beijos eu vou lhe dar a minha vida inteira. Não resiste a uma bobagem. Alguém dis, eu vi você, ele falando mal de você. Não diga, já fica de mal. É uma coisa incrível. Nem pergunta. Veja lá se eu vou me rebaixar. Tá perguntar. Mas não era seu amigo, era. Então não é tão baixo assim. Se você perguntar está na sua estrutura. Mas essa é a nossa insensibilidade por uma questão emocional. Nós não temos confiança em nosso próprio caráter. E como vivemos em dúvida, com incertezas geramos uma série de conflitos. Eu tenho um caso na minha família. Eu tinha um irmão que era estrábico, ele usava uma lente muito forte e quando ele tirava a lente, percebia-se o olho atrapalhado. E certo dia, ele estava olhando para uma pessoa e a pessoa reagiu e disse: "Eu estava presente, era menino e nunca me esqueci. Por que que você está me olhando com esse olho torto?" Ele disse: "Porque meu olho é torto. Quem me dera que não fosse torto? Mas o era tor era nós andamos procurando motivos para descarregar a nossa insegurança nos outros. Era só de perguntar: "Posso ser útil? Já que está me olhando?" Não, não é que minha vista é assim mesmo. Então nós tornamos nossa vida um mar de complicações, principalmente com as pessoas queridas.

. Era só de perguntar: "Posso ser útil? Já que está me olhando?" Não, não é que minha vista é assim mesmo. Então nós tornamos nossa vida um mar de complicações, principalmente com as pessoas queridas. Porque com as pessoas queridas nós temos intimidade. Então nós nos desarmamos com os estranhos. Nós colocamos a persona, a máscara para dar a impressão de que somos o que não somos. E então na hora que tira a máscara e a gente vê logo estranha. Então, quando vira uma pessoa muito cheia de dedos, muito sorria e diga: "Vai ser um amigo de 24 horas?" Porque essas pessoas disfarçam. chega a ser constrangedor para a gente que ouve aquele elogio barato. L contarei uma experiência muito curiosa. Quando eu era mais jovem, eu falava muito no Rio de Janeiro antes de ser Brasília, a capital da República. E eu falava nos ministérios, que eram os maiores salões do Rio de Janeiro, Ministério da Educação, da fazenda. Eu era um cliente anual, falava, falava. E terminado uma palestra certo dia no Ministério da Educação, eu devia estar assim com 35, 40 anos. Terminei e fez uma rodinha de pessoas amigas. E aí veio um rapaz e se apresentou. Disse: "Olha, Edivaldo, eu sou médium e gostaria de lhe contar o que eu vi durante a palestra do senhor". Logo as pessoas ficaram vivas, atentas, né? Porque a gente adora saber o que que é do mundo espiritual, mas depois não crê. Ouve, admira, diz para que coisa e vai embora, continua sem crer. Mas aí todo mundo antenou e eu também. E ele disse assim: "O senhor é a reencarnação de Humberto de Campos". Eu aí sorri para ele, diz assim: "Muito obrigado". Mas não precisa entrar em detalhes porque era um absurdo mais estúpido que eu ouvi até aquele momento. Porque Humberto de Campos desencarnou em 34, eu nasci em 27. Então não havia hipótese dele deixar de reencarnar em Parnaíba para reencarnar em Feira de Santana e ficarem agora esses dois. Mas como as pessoas ali eu notei que não raciocinavam bem, eu digo: "Ah, muito obrigada. E para não colocar mal, digele

rnar em Parnaíba para reencarnar em Feira de Santana e ficarem agora esses dois. Mas como as pessoas ali eu notei que não raciocinavam bem, eu digo: "Ah, muito obrigada. E para não colocar mal, digele mais nada, já foi suficiente. Então, o senhor não acredita?" Eu disse: "Não acredita." "Por que não acredita?" "Porque é impossível." Humberto de Campos desencarnou em 34, ou melhor, e fui falando com ele, mas o senhor sabe de memória. Eu digo, eu tenho obrigação de saber porque eu sou palestrante. Muita coisa eu tenho obrigação, é minha profissão. Ele disse assim, mas ele não poderia numa exceção da natureza reencarnar em feira e lá na terra dele. Ele disse: "Não podia. Porque se Deus fizesse essa exceção para mim, que sou um gato, naquele tempo gato era gato, agora gato eu não tenho coragem porque tem o gato. Esse cara é um gato. Eu tenho gato. Aí carrega para lá, dorme com gato. É uma beleza. Mas imagina esse gato. Não, eu disse que não. Ele disse: "Su Edivaldo, o senhor não tem o direito de duvidar de mim." Eu digo, "Não estou duvidando de você. Não creio. É diferente duvidar é lhe dar uma chance e eu não lhe dou nenhuma". Então não tem porquê. Eles marivaldo. E se eu lhe provar? Eu digo: "Não acredito, porque não será prova para você não ficar mal perante todos que estão aqui. Humberto de Campos escreve para mim através de Chico Xavier. Eu vou a Uberaba. Ele então escreve, eu tenho mensagens dele, mensagens para a mãe dele. Eu levei para dona Anica, eu a conhecia em Fortaleza. Ela mostrou coisas lindas do menino Humberto de Campos lá no naquele tempo no Ceará, quando a criança procedia mal, a mãe pegava uma almofada e botava para fazer renda com birro. Então, todo mundo é rendeiro. Ficou imortal aquela música mulher rendeira é a herança do Nordeste. E ela me deu vários pedaços de bicos, rendas que eu tenho no pequeno museu feitas pelas mãos do menino Humberto, que era terrível. E me deu também castanhas do cajoeiro que ele plantou. E é comovedor porque quando eu estudava

os de bicos, rendas que eu tenho no pequeno museu feitas pelas mãos do menino Humberto, que era terrível. E me deu também castanhas do cajoeiro que ele plantou. E é comovedor porque quando eu estudava havia o livro de leitura e no livro de leitura tinha uma página chamada Adeus meu Cajoeiro, escrita por Humberto de Campos. E eu memorizei a página, eu tinha muito boa memória, ficava me distraindo, memorizando coisas. Eu memorizava até catálogo telefônico, que é uma coisa insípida. E ele me disse: "Mas senor Edivaldo, o senhor é duro". Eu digo, meu filho, eu prego a doutrina e prego-a corretamente. Tudo que eu digo está dentro da doutrina e posso citar a página e etc. Ele não se conformou. Ele disse: "Senor Divaldo, é que quando o senhor está com o Chico Xavier, o senhor incorpora nele, ele escreve para o senhor quer dizer, o senhor dar conselho ao senhor. Aí eu vi que ela de mar assim: "É, agora eu acredito". Eu disse: "Acredita? Acredita. Aí acabou o assunto, né? A palavra. Mas eu fiquei com pena e ele era médio. Imagine se não fosse como médium. Ele fazia umas neira dessa sem ser médium. Era uma tragédia. Então, não tomarmos para nós aquilo que em verdade não é para nós. Quantas vezes eu faço uma palestra aqui e por isso eu resolvi atender antes, porque muita gente me dizia: "É, eu contei pro senhor o meu problema e o senhor deu uma indireta na palestra. Veja que coisa. Eu falei algo que a pessoa precisava de ouvir e achou que era direta. Se eu soubesse eu dava direta. na hora, porque a pessoa vem me pedir um conselho. E eu digo: "Vou dar o conselho. Você pediu?" "Ah, mas". Eu digo, "Então eu não dou". Ou ele digo o que eu penso ou sorrio e não digo nada. Não pode dizer o que pensa, então segure o pé. A, por exemplo, a pessoa vem com problema de natureza, de afetividade, de corrupção moral, pedi um conselho. Qual é o conselho que vai nos dar? Dignidade moral. Mas eu nunca uso, como eu digo, o evangelho diz, Jesus disse, Allan Kardec escreveu, porque foram eles, não fui eu.

rrupção moral, pedi um conselho. Qual é o conselho que vai nos dar? Dignidade moral. Mas eu nunca uso, como eu digo, o evangelho diz, Jesus disse, Allan Kardec escreveu, porque foram eles, não fui eu. Eles me educaram. Então, segundo compromisso, vou repetir para memorizar os quatro. O segundo compromisso é: não tome a coisa para o seu lado. Terceiro compromisso, não faça conclusões. Tenha paciência. Aprenda a ouvir. É uma coisa muito difícil. Alguém está falando e a gente tá ouvindo e a pessoa não acaba nunca, mas tem que ouvir a leira que o outro está dizendo. Porque se a gente concluir, sempre conclu errado. Nas brigas conjugais, a mulher que fala menos, é claro, ela começa aí o marido: "Já sei o que que você vai dizer". Não sabe nada. Nem a mulher sabe o que vai dizer. Ela vai dizendo de acordo com o que chega, vai chegando na cabeça, ela vai dizendo depois você foi que entendeu. Eu não falei isso absolutamente. Então não conclua. Espere a pessoa dizer até o fim. Uma senhora chegou para mim, disse assim, Edivaldo, eu adoro o espiritismo. Eu fiquei contente, né? Digo, eu também. E também adoro o catolicismo. Eu também respeito muito. Se Edivaldo, eu posso proclamar que eu sou uma espiritóloga? Eu disse: "O que é espiritóloga?" Uma espírita católica. Para quem não sabe, está o nome espiritólica. Então posso? Eu digo: "Não, minha irmã, porque você veja, o catolicismo prega ista. Nós não acreditamos. Nós pregamos a reencarnação, o catolicismo não acredita. Pregamos a comunicação dos espíritos, catolicismo não aceita. E aí os dogmas, o dogma do batismo, o dogma do casamento, imagine até a morte o casamento, Deus nos. A divindade criou o divórcio. É lindo. E agora moderno, a técnica do casamento. Isso é evolução. Os jovens examinam se puderam ter uma parceria e se unem por uma temporada. talvez se dá certo, porque antes casava sem conhecer, tudo era estranho. Passado uma semana, duas semanas passadas, entravam na área dos atríticos que cada qual se revelava. Curiosamente, um sociólogo me disse uma

certo, porque antes casava sem conhecer, tudo era estranho. Passado uma semana, duas semanas passadas, entravam na área dos atríticos que cada qual se revelava. Curiosamente, um sociólogo me disse uma vez, Divaldo, o casamento é uma coisa muito curiosa e sempre é a mulher depois do casamento que começa a brigar. Primeiro, porque o homem vai recalcando. O homem era solteiro, tinha um guarda-roupa todo para ele. Ela tinha seu armário, casa. O armário agora é para dois, né? O roueiro é para dois. E como a mulher tem pouca coisa, chega o momento em que a parte do homem é aquela fininha ali no fim, mas tem uma salvação. No quarto e no banheiro, tem sempre uma coisa onde o homem vai botando o que pode até o prego cair, porque lá dentro não tem mais espaço. aprender a dividir o espaço, porque imagine, ela faz um piteado, aí tem que comprar um sapato novo para acompanhar o penteado, tem comprar uma argola, uma volta, uma pulseira, um vestido, uma roupa interna que já não usa mais, mas aí arranja outra externa e quando coloca no guarda-roupa, é, não tem espaço bastante que ela usa. É muito interessante. Aí aprenda a só discutir depois que ela acabar de falar ou outro, né? A pessoa chega, fala: "Descarreguei agora ouça a minha resposta". Não. Ah, vai ouvir. Eu vi sem direito de dizer nada porque a gente está vomitando. Imagina, tem que aguentar aquilo tudo para um dia que for brigar. briga logo agora, aproveita e descarrega, porque quando fizeram as pazes já não tem o que rebrigar, porque normalmente nas pazes rebriga. Diz assim: "Mas meu bem, eu não quis dizer isto, mas disse, mas não era o que você entendeu, mas foi o que você disse." Então, não conclua, leia até o fim. Querem ver como é difícil? Eu vou dizer uma frase e vocês vão colocar uma vírgula, só uma vírgula. Levar uma pedra do Brasil à Europa, uma andurinha só, não faz verão. Alguém é capaz de colocar uma vírgula? Levar uma pedra do Brasil à Europa, umainha só não faz verão. Não se mortifiquem muito não, porque não

pedra do Brasil à Europa, uma andurinha só, não faz verão. Alguém é capaz de colocar uma vírgula? Levar uma pedra do Brasil à Europa, umainha só não faz verão. Não se mortifiquem muito não, porque não vão acertar com certeza. Levar uma pedra do Brasil à Europa, uma durinha só, não faz. Vírgula, verão. Vocês verão que ela não faz. É de morte, né? Que idioma este nosso. E isso eu estou me vingando porque quando eu fiz a prova para repartição, essa era uma perguntinha leve. E claro, eu errei porque aquela coisa não faz verão. Eu situei no verão a estação era verbo ver. Levar uma pedra do Brasil à Europa. O Mandurinha só não faz. Verão, é bem que disse verão que o Mandurinha solta também, etc. Então, procurem não correr, não tomar a palavra e concluir. Quarto compromisso, este é muito belo quando você se der, se dê integralmente. Já notaram que há pessoas que nunca se dão? Elas ficam naquela água morna. A gente tem hora que acha que quer bem, daí a pouco dá uma estupidez, não quer. E aí faz uma coisa boa, não quer. Então quando você se der, se dê totalmente. Joana deângeles me diz sempre: "Nunca deixe ninguém sair da tua presença sem levar um pouco de alegria nunca. Deixes ninguém sair do teu lado sem levar uma palavra boa. Nunca deixe ninguém sair levando o pior que você tem. Por que que a gente vai deixar que o outro saia com a má impressão? Às vezes eu me dou conta de que eu não fui muito feliz na expressão. A pessoa vai saindo, digo, vem cá, vamos repetir tudo. Eu digo, o que eu quis dizer foi exatamente isso, aquilo. E há pessoas que ainda me dizem, não, Divaldo, certa feita você foi rude comigo. rude, eu sei que não fui porque não é do meu temperamento, mas como a pessoa é sensível, qualquer coisa já acha que foi uma rudeza, foi uma desatenção. Então, os toltecas com quatro frases nos davam a orientação para a nossa vida cotidiana na busca através do seu médium, através daquele jovem que contemplava a natureza, dizendo que a vida tem várias nuances, a sende e para.

uatro frases nos davam a orientação para a nossa vida cotidiana na busca através do seu médium, através daquele jovem que contemplava a natureza, dizendo que a vida tem várias nuances, a sende e para. Nós adquirimos o conhecimento e temos que exercer. Durante um largo período. Esse conhecimento predomina e faz uma curvatura para baixo. Então agora nós pegamos outro conhecimento e subimos além daquele que ficou no patamar inferior. Outra curvatura, outra ascensão. Esse é o sentido da vida. E o shamã dizia: "Porque quando a morte vier, leva o ser que fomos para trazê-lo como somos na outra reencarnação." Osetas eram reencarnacionistas e eles admitiam que a infelicidade, que o sofrimento decorrem desses atos de outra existência na qual nós malogramos. Eu reservei o mês de maio para ler os romances de Chico Xavier, os clássicos da literatura espírita. Há 2000 anos, 50 anos depois, Avec Cristo renúncia. Paulo e Estevão são o máximo da literatura mediúnica, não só de Chico Xavier, mas do espiritismo. variavelmente ocorridos todos eles quase em Roma e no período dos imperadores, exceção feita ao número três, quando vem renuncia que ele tem um grande papel em Roma, depois na Espanha, depois na América Latina, as obras narram as experiências vivas. e fazem um grande bem. Como é que o cristão se deve comportar diante de uma injustiça? Como me devo conduzir diante do meu empenho da palavra, da minha dedicação? E o outro chega, traz sueiro e cria um grave problema. Esses livros, ao narrar histórias reais, dão-nos um suporte de coragem, de cristianidade, porque aqueles cristãos eram realmente cristãos. Eles sabiam que iam morrer, mas sabiam que a morte era apenas um episódio da vida. a morte e a dar ensejo à vida. E desde quando eu tive uma uma parada cardíaca, eu além de acreditar nisto, passo a ser parte da minha vida, porque eu havia terminado uma reunião lá na cidade baixa, no nosso centro, e vim andando para a sala com alguns amigos. Ao entrar na sala, eu tive um vaga de uma uma

, passo a ser parte da minha vida, porque eu havia terminado uma reunião lá na cidade baixa, no nosso centro, e vim andando para a sala com alguns amigos. Ao entrar na sala, eu tive um vaga de uma uma síncope, perdi os sentidos, mas felizmente havia um divã próximo e eu ainda caí em cima do divan porque a parte era cimentada e uma boa queda ali matava qualquer um. Mas bem, nesse período eu vi-me fora do corpo. Eu caído, Nilson e os amigos, um médico e outro amigo que estavam lá apressados, eu fiquei muito padre, evidente. E então tomaram o pulso e aí eu vi nitidamente alguém dizer: "Ele morreu". escutaram todas essas providências de imediato. Ele morreu, passe e diga assim: "Nossa, então se morrer assim é ótimo, então estou morto". Mas eu tinha uma mãe adorável. Me lembrei logo de minha mãe. Ó, que pena que eu não me despedi de mãe. Mas aí eu me lembrei que teria oportunidade, agora estava desencarnado, eu iria vê-la. Fiquei naquilo quando minha mãe aparece. Ela aparece aí, ai mas ela já morreu antes de mim. Ela apareceu sorrindo e me disse: "Meu filho". Eu disse mãe ela me abraçou e disse: "Seja bem-vindo". Eu disse: "É definitivo?" Ele disse: "Ainda não. Os espíritos guias estão treinando. Se você vem agora ou se fica." Eu disse: "Mãe, vá lá correndo dizer que eu quero ficar. Imagina que mãe é esta." Ela então foi, desapareceu e eu fiquei testando. Eu cheguei para Nilson, que estava chorando, toquei no ombro, disse assim: "Nilson". E o pobre não notou nada. E algumas pessoas choravam. Eu não sei se eram de alegria, porque a gente assim, a gente chora de alegria, graças a Deus eu me vi livre. Aí é uma beleza, principalmente viúvos e viúvas e a gente olha para aquele maridinho morto, que beleza e assim por diante, né? Pois bem, não me deram importância nisso. Minha mãe voltou e disse de eles disseram que estão testando. Você vai ficar mais algum tempo na terra? Eu perguntei quanto tempo eles não disseram. Eu disse: "Ô mãe, eu peço a Deus, olha que ingênuo, 10 anos de

oltou e disse de eles disseram que estão testando. Você vai ficar mais algum tempo na terra? Eu perguntei quanto tempo eles não disseram. Eu disse: "Ô mãe, eu peço a Deus, olha que ingênuo, 10 anos de vida, só 10 anos, já se passaram 50." E eu digo, "Graças a Deus, ele esqueceu, né?" Aí minha mãe olhou e disse assim: "Não se perde o tempo, meu filho. Vamos ver como é que você vai trabalhar nesse tempo que você ganhou". Mas muito bem, o certo é que eu sobrevivi. Mas o que aconteceu? Eu fui ao médico, Edilton, meu filho me levou um cardiologista muito bom. Fizemos os exames, etc. Eu estava com entupimento de algumas artérias. Coisa muito curiosa, meus amigos, porquanto há 3 anos eu fui ao hospital em São Paulo e o cardiologista é um dos mais famosos da América Latina. Ele disse: "Mas você está com coração ótimo?" Eu disse: "Mas eu não estou com taquicardia, com problema, com qualquer". Disse: "Não, de volta". Agora é muito interessante que uma das artérias que supre o coração está entupida e uma veia foi dado uma volta e ela está substituindo artéria. Por isso que você está vivo. Ele digo: "Nossa, que coisa!" E contei a ele, ele é um grande cientista. Isso é uma anomalia. Eu não tinha nenhuma anomalia na infância, na adolescência. Portanto, os espí espíritos trabalharam lá e deram um jeito. Eu fiquei por mais de um ano com a dor cardíaca, tomava o remédio, a dilatação do coração. Até o dia que eu estive com Saibaba, já contei aqui, e ele meteu assim o dedo e disse: "Quer que lhe ajude?" E então ele me curou com o dedo. Mais tarde eu estava numa reunião de materialização em São Paulo, na vila dos ingleses, com o amigo Miguel de Jesus. Ainda sentia o resultado dessa angina pectores. E um espírito materializou. Todos nós vendo o espírito era um japonês, o Dr. Camura. Então ele veio com o médico que era um chofer de praça. Eram duas pessoas. Eu sou espíita, mas não sou ingênuo. Não acredita em tudo. Fiscaliza até a hora da morte. Eu notei que o chofer tinha um vício de

o ele veio com o médico que era um chofer de praça. Eram duas pessoas. Eu sou espíita, mas não sou ingênuo. Não acredita em tudo. Fiscaliza até a hora da morte. Eu notei que o chofer tinha um vício de linguagem. Ele tocava o R pelo L terça-feira e assim por diante. Mas o Dr. Camula falava corretamente, eram duas personalidades. Então eu não tive dúvida. Então ele disse: "Tire a camisa. Eu estava de gravata. Tirei tudo e Miguel ao meu lado, é um amigo muito querido. Então quando estava sem a camisa, ele chegou na área cardíaca entre a terceira e a quarta vértebra com o dedo. Ele fez isso e abriu. Abriu e olhando ele, Miguel desmaiou. Foi uma trabalhada, né? Porque eu disse: "Deixa lá que ele levanta já." E então ele fez um trabalho e prendeu com três grampos que Nilson tirou aqui em Salvador oito dias depois. Então o coração foi robustecido para aguentar uma vida longa. Graças a este fenômeno da morte foi uma maravilha. Eu já tinha certeza, mas eu estive lá mais de uma vez. Mas eu gostaria de contar uma anedota, uma anedota de espírito. Quando eu melhorei, um espírito muito amigo meu, Walter, disse: "Olha, Divaldo, quando você estava mal, eu estive muito mal, realmente. Eu estava num grupo de espíritos e Humberto de Campos contou uma anedota muito boa, que uma alma chegou a Deus e disse: "Senhor, eu não entendo eternidade". Por exemplo, o que é para o Senhor ou o que são? 1 milhão de anos. Deus disse 1 milhão de anos. Um segundo. Ele disse: "Ah, e 1 milhão de dólares?" O que são para o senhor? Um centavo. Senhor, dá-me um centavo. Aí Deus respondeu: "Espera um segundo". Porque os espíritos, não são essas almas de cemitério e que estão rangendo coisas, são as almas daqueles que viram na terra. Somos nós sem a roupa. Então nós vamos viver dando o melhor de nós. Se nós amarmos, não tenhamos vergonha. A pessoa me diz: "Ah, eu estava com vergonha de falar". Eu digo: "Olha, eu sou feio, mas não mordo." Pode ficar. Ah, por que essa vergonha? Pode vir falar o que quiser. Eu sou um túmulo

amos vergonha. A pessoa me diz: "Ah, eu estava com vergonha de falar". Eu digo: "Olha, eu sou feio, mas não mordo." Pode ficar. Ah, por que essa vergonha? Pode vir falar o que quiser. Eu sou um túmulo aberto. Então é a arte de conviver bem. É arte tolteca de nos amarmos. Se a gente ama alguém diga: "Eu amo". Se for verdade. Se não for verdade, mas eu já gosto bastante de você. Mas não me ama. Que que eu vou fazer? Mas gosto. Já é uma boa coisa. A depender de como me trate, pode ser que mude. Como também eu tenho uma grandeatia pro fulano. Se é de melhor, eu mudo. Se ele pior, eu pioro. Então é tornar a nossa vida dignamente de ser vivida. Os pais que não tem hoje mais tempo para nada, coitados, mas de vez em quando digam aos filhos quanto amam. A cultura americana do norte é muito curiosa, até me parece um pouco vazia. Qualquer coisa a mãe disse: "Eu te amo". Vai logo, eu te amo e não ama nada porque vai fazer a coisa e deixa o filho para lá. Dizer ao filho, eu estou proibindo porque eu te amo. Ah, mas a mãe do outro não dá porque não ama. Ela está louca para dar filha, ver a filha perdida, grávida, mas eu amo você. Não vou deixar. Ah, então nós vamos brigar. Vamos, mas eu não deixo. Sou sua mãe, não sou sua empregada. Você nasceu nos meus braços, das minhas entranhas. Você não pode ter essa atitude comigo só porque sua amiga tem uma mãe negligente. Ao invés de educar, tá procurando namorar. Tem cabimento a mulher casada, mãe, namorando com o namorado da filha. Onde é que nós estamos? Nem precisa apelar para a ética. É o mínimo do respeito da mãe pela filha ou a filha tomar o marido da mãe, como é muito comum nas novelas, isso é é chá, chá de alumã que é amargo. Então, a proposta espírita buscai a verdade. Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará. Então, quando nós sabemos da continuidade da vida, dessa certeza, nós nos preparamos para enfrentar depois da nossa desencarnação essa realidade que nos esperam, aqueles que nos anteciparam, que estão aguardando por nós e nesse

a continuidade da vida, dessa certeza, nós nos preparamos para enfrentar depois da nossa desencarnação essa realidade que nos esperam, aqueles que nos anteciparam, que estão aguardando por nós e nesse ínteim nos ajudam. Quantas vezes eu estou atendendo uma pessoa e seu pai, sua mãe, o filho desencarnado estão ali presente. Às vezes a pessoa me omite uma coisa, mas eles dizem: "Não falou tudo, Divaldo, falou, falta tal coisa para poder me ajudar na resposta para eles mesmos darem a resposta que eu assino, como se fosse minha. Não vou dizer seu pai está dizendo isso que é muita é muita agressão. Os espíritos dizem dá uma generalidade. Então, primeiro de tudo, a palavra impecável. Depois, não leve nada para você, pro seu lado. Terceiro, não faça conclusões. Quarto, desce, desce. Eu tive uma experiência para terminar. fascinante. Não há muito. Uma pessoa estava com problema econômico e me chegou ao conhecimento. Eu me lembrei de Allan Kardec, que foi visitar a cidade de Lyon e foi hóspede uma família muito rica. Mas com a sua sensibilidade, ele percebeu que o chefe de família estava atravessando um momento financeiro dificíimo e estava às portas da falência. Ele voltou a Paris, pegou algumas moedas de ouro que existiam, francos de ouro, preparou uma encomenda, chamou o amigo e mandou a Lyon levar aquelas moedas com uma carta. Ele usava muito um papel cor de rosa dis assim: "Receba é um presente dos bons espíritos. Sempre ele mandava dinheiro, ajuda, receba. é um presente dos bons espíritos que nobreza o anonimato. Então eu me lembrei e vi que eu tinha condições de amenizar aquela situação. Se eu pedisse alguém para levar qualquer ajuda, alguém tomava parte e eu não queria que ninguém soubesse. Então esperei um momento próprio e fui visitar a pessoa até falei: "Olha, eu vou passar por aí. Eu estou na cidade, vou passar por aí". E então peguei um carro e fui, não fui com meu filho que sempre me leva. Entrei, conversei, abordamos a questão e eu disse para ele: "Eu gostaria de

sar por aí. Eu estou na cidade, vou passar por aí". E então peguei um carro e fui, não fui com meu filho que sempre me leva. Entrei, conversei, abordamos a questão e eu disse para ele: "Eu gostaria de solucionar, mas não tenho os recursos necessários. Mas pelo menos eu falei um amigo e um amigo me ofereceu parte dos recursos para aliviar o seu problema. Ele então chorou discretamente. Eu entreguei o envelope e quando foi na saída ele disse: "Nem posso agradecer". Eu digo, "Deixa esse negócio de agradecer". Agradecer o quê? Saia do problema. E dei um abraço espontâneo. E aí chorou convulsivamente, me levou até a porta e eu disse: "Promete não chorar mais. Você é um homem de valor, sua família, a dificuldade todos nós temos é um teste. Então, levante. Ele então melhorou a aparência. Daí a pouco eu cheguei em casa, ele me telefonou. Olha, Edivaldo, eu quero agradecer, mas eu quero realmente agradecer o abraço que você me deu. Se não me tivesse levado nada, nem me passaria pela mente, porque eu sei que você é uma pessoa modesta, é um funcionário aposentado, funcionário do governo, basta ser do governo para ser um desgoverno. Então, eu não esperava e não desejava. Eu sei quanto custa economizar nos tempos de hoje, mas o abraço que você me deu, eu senti que você estava sofrendo o meu problema e quando eu estiver melhor eu vou retribuir. Eu digo, não faça isto se você fizer isto eu vou ficar muito magoado, porque é uma falta de respeito para mim. E aí eu disse para ele a frase que eu sempre repito, Aristóteles, o filósofo, discípulo de Platão, que era discípulo de de Sócrates. Quando duas pessoas se amam, é uma alma em dois corpos. Uma alma em dois corpos. Então, quando se der, desce, diga a seu filho que ama, está negando porque ama. Diga ao marido também. Quando vier uma fofoca, olha, meu bem, me contar hoje tal coisa. Se ele for homem com H maiúsculo, ele não dirá, realmente, eu não tenho sido muito fiel. Ajude-me. Quantos homens me t dito de Valda, eu estou num momento de perigo. Você é

, me contar hoje tal coisa. Se ele for homem com H maiúsculo, ele não dirá, realmente, eu não tenho sido muito fiel. Ajude-me. Quantos homens me t dito de Valda, eu estou num momento de perigo. Você é capaz de me ajudar de sou. Vamos conversar, porque a conversa, a palavra, a palavra é edificante, a palavra de Jesus. Então, espero que ao terminar este conceito dos toltecas, muitos ou alguns, ou pelo menos um, saia daqui melhor do que quando entrou. Se veio com problema, deixa o problema aqui nas cadeiras para que os guias espirituais possam diluí-lo. Se veio com alguma enfermidade, não são doentes, estão doentes. Estar é transitório, ser é permanente. Amanhã estará bem. Se ele ainda sofre da pandemia, a sequela, a ansiedade, o medo, a incerteza, digam, ó, o Senhor da vida é que rege a Orquestra Universal. Não é necessário a pandemia pra gente morrer. Está aí uma gripe, uma indisposição qualquer, uma paradinha cardíaca. Eu estou nas mãos do Senhor e ele vai cuidar de mim. Então, desejo que estes quatro conceitos de alguma forma sirvam naquela tese de Allan Kardec. A caridade, fora da caridade não há salvação, mas esta caridade é conosco. Eu vou sair daqui jubiloso, meu Deus, fazer caridade a mim mesmo. Vou me deitar contente, não vou levar problema nem preocupação, porque Deus é amor. Vamos orar. Pedimos aos médiuns que participaram dos eventos anteriores para que tomem os seus lugares. Tuos ensinaste, Jesus. pedi e darse-vos a estamos rendendo graças por tudo que temos até este momento, pelos males que nos poderiam ter alcançado e não conseguiram. Então, nós te pedimos que permaneças conosco, que nos abençoes, que nos ajudes na contagem do bem. Tem piedade dos suicidas que não tiveram oportunidade de refigurar as suas vidas. Ó Senhor, nós te suplicamos por aqueles que nos dão seus nomes para as orações, pelos nossos enfermos, nossos familiares e amigos, mas também pelos que nos detestam, que nos fazem mal. Ajuda-nos, amigo incomparável, a edificar o bem dentro de nós

s dão seus nomes para as orações, pelos nossos enfermos, nossos familiares e amigos, mas também pelos que nos detestam, que nos fazem mal. Ajuda-nos, amigo incomparável, a edificar o bem dentro de nós e seguirmos a tua trilha com alegria e elevação. permite que os anjos benfeitores nos revigorizem com os passes, nos ajudem como tu fizeste ao atender ao cego de nascituir-lhe a visão, como tanto tu realizaste. e prossegues realizando. Nós te agradecemos suplicando pela nossa água para ser fluidificada e pedimos pela paz. Nossa paz, paz de nossa família pela paz na terra. Em teu nome, em nome de Deus, da mãe santíssima e dos espíritos bons. Encerramos a nossa reunião formulando votos de muita paz. Está encerrada a nossa reunião.

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