DIÁLOGOS INCLUSIVOS: O USO DAS TECNOLOGIAS ASSISTIVAS EM PROL DA INCLUSÃO – YONE OLIVEIRA | PE
DIÁLOGOS INCLUSIVOS: O USO DAS TECNOLOGIAS ASSISTIVAS EM PROL DA INCLUSÃO – YONE OLIVEIRA | PE Bem-vindo ao Diálogos Inclusivos, um podcast feito para você! Todo mês, um convidado especial traz reflexões e trocas incríveis sobre inclusão, acessibilidade e diversidade. junte-se a nós neste bate-papo cheio de descontração e aprendizado! Curta, comente e compartilhe para levar essa mensagem ainda mais longe! #Inclusão #Acessibilidade #DeficiênciaVisual #Libras #TEA #Diversidade #Audiodescrição...
Caros ouvintes e internautas, sejam bem-vindos. Dentro de instantes, iniciaremos a nossa transmissão. O Sistema Deus Conosco de Comunicação Espírita em parceria com a Federação Espírita do Estado de Alagoas e com a Federação Espírita Paraibana apresentam programa Diálogos Inclusivos. No programa deste mês, o tema será o uso das tecnologias assistivas em prol da inclusão. Teremos como convidada Ione Oliveira, mediador Osgua Isídio, inérprete de Libras, Daisy Dolcine. Sejam todos bem-vindos. Boa noite, saudações, boa tarde, bom dia para quem vai assistir em outros horários, né? Nós estamos hoje mais uma vez com o nosso programa Diálogos Inclusivos e saudamos a todos que estão aqui prestigiando esse programa que é uma promoção do sistema de comunicação espírita Deus conosco e conta com o apoio da Federação Espírita do Estado de Alagoas, a FEAL, e da Federação Espírita Paraibana, a FEPB. Meu nome é Osley e vou fazer a minha audiodescrição dizendo que sou um homem de pele parda, cabelos castanhos muito escuros, praticamente pretos. Eh, estou usando uma camisa preta com uma imagem aqui de traços brancos. E hoje nós estamos eh aqui para mediar, para fazer essa essa ponte entre vocês e o nosso convidado neste bate-papo. Um bate-papo, exatamente. Nós sempre temos esse programa como uma oportunidade de conversa, de troca de experiências, com o objetivo de disseminar saberes, práticas sobre a inclusão, sobre a acessibilidade, de modo que cada um de nós, cada pessoa que acompanha este programa, que acompanha as nossas edições mensais, adquira, desenvolva a competências inclusivas. E quando falamos de um mundo inclusivo, estamos nos referindo a um mundo onde o respeito, o amor, a fraternidade são os principais recursos para uma vida plena e feliz. E acreditamos que cada um de nós, cada um que faz este mundo, tem um papel na transição planetária, na construção desta nova era, que certamente será melhor, mais inclusiva, mais amorosa, será uma era realmente nova em todos os sentidos.
a um que faz este mundo, tem um papel na transição planetária, na construção desta nova era, que certamente será melhor, mais inclusiva, mais amorosa, será uma era realmente nova em todos os sentidos. Desse modo, a cada mês, com exibição no último sábado de cada mês, no horário das 20 horas, das 20 às 21 horas, temos uma nova edição deste bate-papo, uma nova edição deste programa com especialistas da área como convidado, especialistas em diversos segmentos da inclusão, da acessibilidade, que trazem numa conversa aberta, numa conversa direta, franca e simples, todos e Todas conseguem aprender, trazem as suas experiências, suas vivências, trazem os seus conhecimentos e compartilham conosco. esse programa e busca essa construção de um mundo melhor que acontece mensalmente, como como falamos, deve ser um compromisso de cada um de nós para dar mais um passo em direção a a esse a esse ser, a esse espírito, a esse ser humano mais inclusivo. Então, coloque na sua agenda, coloque o seu despertador mensal aí no último, que hoje a gente consegue fazer isso, né, com a com a assistente chamada alarme no celular. Então, a gente consegue dizer: "Olha, no último sábado, às 20 horas de cada mês, eu vou parar e vou assistir esse programa." E no programa de hoje para o nosso bate-papo com um tema para lá de importante e muito interessante com o tema o uso das tecnologias assistivas em prol da inclusão para conversar com a gente sobre esse tema, para trocar experiências, para trazer o seu conhecimento e a sua vivência. Nós convidamos nossa querida amiga, irmã, trabalhadora do movimento espírita Ione Oliveira. Por favor, Aone é de Recife. Boa noite. A Ion é de Recife, é pedagoga, terapeuta ocupacional, tradutora e intérprete de Libras. também é pós-graduada em educação especial e inclusiva, especialista em contextos escolares, é especialista também em contextos escolares, além de mestra em estudos da linguagem. Olha só, dá vontade até da gente estudar muito, viu? Como espírita, a nossa amiga, nossa irmã
contextos escolares, é especialista também em contextos escolares, além de mestra em estudos da linguagem. Olha só, dá vontade até da gente estudar muito, viu? Como espírita, a nossa amiga, nossa irmã Ione, vem contribuindo muito com a inclusão. Ela trabalha como tradutora, como intérprete de Libras, tradutora intérprete de Libras em diferentes espaços, em diferentes eh instituições, inclusive nesse programa. Ela hoje está como convidada, entrevistada devido a aos seus conhecimentos, suas competências nessa área específica da tecnologia assistiva, mas ela de vez em quando tá aqui como intérprete e também é voluntária na evangelização infântido do juvenil, no Lá espírita mensageiros da boa nova que fica em Recife. também ela voluntária do grupo espírita sinal sinais de luz e da Federação Espírita Pernambucana nossos eventos, congressos, a Amstra Espírita, ela sempre tá lá presente, assim inclusive como a nossa Sandra Santiago, de vez em quando está conosco lá em Recife, fazendo parte da equipe de tradução e interpretação em Libras. Então, Ione, nós nós temos aqui a alegria, nós temos aqui muita eh muita felicidade de est compartilhando este espaço, né, vamos dizer assim, esse essa telinha com você e eu queria que você se sentisse muito bem-vinda, que de fato é certamente nossos nossos internautas que acompanharão, que assistirão o nosso programa também externam esse sentimento. E eu gostaria então que você deixasse aí a sua saudação para o público e faça sua audiodescrição. E aí nós vamos paraa parte boa, né? A parte que o público gosta. Então, por favor, >> olá, bom dia, boa tarde, boa noite. Me chamo Ione Oliveira, esse é o meu sinal na comunidade surda, um R fazendo alusão ao meu cabelo, que na época era bem grande, cacheado. Eu sou uma mulher negra, meu cabelo é cacheado na altura dos ombros. Hoje ele está dividido da direita, da esquerda paraa direita, né? No caso, fazendo minha referência, ele também é preto. Hoje eu estou utilizando um batom vinho, uma camisa
heado na altura dos ombros. Hoje ele está dividido da direita, da esquerda paraa direita, né? No caso, fazendo minha referência, ele também é preto. Hoje eu estou utilizando um batom vinho, uma camisa vinho de mangas curtas, cola redonda. Atrás de mim é uma parede branca e é um prazer estar aqui dividindo sobre a minha formação. É um quadro que eu gosto bastante, assim como você, Oslei. E hoje, nesse lugar de fala, eu consigo juntar todas as minhas eh personas, vamos colocar dessa forma. >> É verdade, é verdade. Você aqui hoje tá contemplando aí todas as suas eh conexões com esse mundo da inclusão, né? Com esse mundo da acessibilidade. Muito bom. Muito bom. Ion, adivinha qual é a primeira pergunta? Eu faria essa pergunta, né? Se se dissesse assim, liste aí umas perguntas, a primeira que eu faria é aquela que todo mundo, principalmente quem tá tendo contato pela primeira primeira vez agora com esse termo, né? Com a expressão tecnologia assist começar a falar iria perguntar. E a pergunta vem de Ricardo aí da eh da Paraíba. Obrigado, Ricardo. Ele pergunta o seguinte: o que são tecnologias assistivas? Excelente pergunta, Ricardo. Quando a gente vai, né, conversar determinados temos, a gente tem o porquê das coisas, mas quando a gente, na nossa formação, inclusive cristã, a gente precisa fazer perguntas e entender o contexto. Hoje a gente fala muito sobre as tecnologias no geral, se remetendo muito à questão do uso das redes sociais, por exemplo, mas a tecnologia nos acompanha há um bom tempo, desde a criação da roda, como a o papel, a impressão, né, dos papéis na revolução industrial, por exemplo, também. Mas voltando para o nosso tema hoje, tecnologia assistiva, a gente poderia pensar que são recursos, estratégias, comportamentos voltado paraa funcionalidade da nossa vida, né, em sociedade, pensando na autonomia, principalmente as pessoas com deficiência. Por que eu trago essa ênfase? Porque um recurso de tecnologia, ele pode ser utilizado por pessoas sem deficiência também.
m sociedade, pensando na autonomia, principalmente as pessoas com deficiência. Por que eu trago essa ênfase? Porque um recurso de tecnologia, ele pode ser utilizado por pessoas sem deficiência também. Mas se a gente for considerar esse uso para as pessoas com deficiência, a gente pode trazer uma citação de Radug, que é um teórico que ele fala que o uso da tecnologia para as pessoas com deficiência é tornar possível, porque a gente tem que pensar que a pessoa com deficiência também tem uma identidade que ela pode sim fazer uso, acessar diferentes espaços desde que esteja eh preparado, né, para ela exercer essa autonomia. Então, em resumo, a gente pensar que recursos podem ser utilizados pensando nessa autonomia, nessa independência e na função. Só para finalizar, porque eu gosto bastante desse tema, mas se a gente for pensar assim, me dê um exemplo de de uma tecnologia assistiva para deixar mais amarradinho, seria, por exemplo, a bengala que uma pessoa cega pode utilizar ou você que é >> uma tecnologia que é uma tecnologia talvez milenar, né? >> Sim, sim, sim. A gente só fez uma adaptação da, como diria os estudantes, dá uma gurmetizada na questão, mas é um recurso que existe. Você trazendo essa questão da bengala, eh eh trazendo essa questão histórica também, a gente pode pensar que existem vários tipos de bengala, né, que, por exemplo, na cor verde, uma bengala na cor verde. ôn para que eu ten essa eh discriminação de cor se a pessoa é cega, porque a pessoa pode ter uma baixa visão e fazer uso de uma pencar. Aí, nesse contexto de tecnologias assistivas, a gente tem tecnologias assistivas de baixo custo, por exemplo, uma adaptação curricular com um suporte de papel, por exemplo, deixar um papel eh no plano inclinado. Aí a pessoa que tem essa dificuldade desse controle cervical pode fazer uma leitura de forma mais independente ou as tecnologias de baixo eh de alto custo, como cadeiras de rodas motorizadas, né, que é um é um recurso assim bem oneroso, mas a gente vai
cervical pode fazer uma leitura de forma mais independente ou as tecnologias de baixo eh de alto custo, como cadeiras de rodas motorizadas, né, que é um é um recurso assim bem oneroso, mas a gente vai pensando que a tecnologia pensar nessa funcionalidade independência >> é muito e é é muito amplo, né? Eh, eu eu tava observando ao longo desses desses últimos dias, parece que nós eh ao longo desses últimos dias eu tenho eu tenho reflexionado e percebido o quanto eu uso tecnologia assistiva e eu nunca tinha percebido. Por exemplo, isso aqui, né? É, é, eu poderia dizer que essa tecnologia existe, pode, pode, po, >> porque se eu tiro aqui, eu não vou conseguir mais fazer as perguntas para você, porque eu não consigo nem ler. Exemplo, um excelente exemplo. Essa questão dos óculos a gente pode colocar no grupo das órteses, que são dispositivos que eles estão ali para auxiliar uma função. Você já explicou? que qual é o uso dessa ordem, qual é a função dessa órtese, né, desse óculos, desses óculos? É a questão de ampliar o seu campo de visão, torná-lo ele mais efetivo para o o seu objetivo, que no caso é ler o o script desse nosso encontro. Mas existe também as próteses, que as próteses têm o sentido de substituir um membro, por exemplo, prótese de membro inferior, né? Geralmente uma pessoa amputada um teve um acidente imóvel, aí teve foi necessário fazer a amputação, né, desse membro inferior, aí usa uma prótese. Eh, as pessoas, as mulheres que têm câncer de mama, geralmente colocam uma prótese mamária. Então, foi feita uma substituição. Agora, na órtese, a gente pensa na função. Por exemplo, eh, um, você deu o exemplo do óculos, mas tem órteses que você consegue eh fazer uma amplitude de polegar, por exemplo. Aí você >> vai com por quem o polegaron é uma coisa muito importante. É o que diferencia a gente, né, enquanto humano, >> é a pinça, né, >> para conseguir fazer a pinça, essa apreensão que esse movimento maior aqui. Então, eh, são essas diferenças conceituais que fazem
É o que diferencia a gente, né, enquanto humano, >> é a pinça, né, >> para conseguir fazer a pinça, essa apreensão que esse movimento maior aqui. Então, eh, são essas diferenças conceituais que fazem que faz, né, muita diferença no cotidiano. Então, a gente, como terapeuta, a gente pensa muito nesse cotidiano de forma significativa, porque o que é significativo para mim pode ser, pode não ser para você. Teve uma vez que a gente tava trabalhando com essa questão de de criação de dispositivo que a gente tem que pensar no cotidiano, né, das pessoas. Aí uma uma paciente ela citou: "Eu quero voltar a varrer minha casa, eu gosto da minha casa arrumada". Então a gente como é que ele vai pensar nesse dispositivo de tecnologia assistiva para varrer a casa, alongar o cabo, deixar ele mais robusto, né? um diâmetro maior. Então, >> está em vários espaços. >> Eh, eh, eh, e realmente é assim, é, é em todo lugar. Você onde você se vira, você se depara com uma assistência, vamos dizer assim, né, de alguma forma. E eu eu particularmente não tá aqui na lista de perguntas, mas eu particularmente ia te pedir e você já adiantou e explicou essa questão da órtese e da prótese, né? É assim mesmo, né? Órtese e prótese. Isso. >> Pronto. >> Foi ótimo, porque aí já esclareceu esse ponto que de fato eu eu ia querer um pouco mais de informação. Aí, veja só, você já citou alguns exemplos aí, mas o Diogo de Natal, n o Diogo lá de Natal, Rio Grande do Norte, ele ele pediu para dar alguns exemplos, se você eh além dos que você já colocou, de tecnologias assistivas que podem ser usadas para as pessoas com eh deficiência visual, deficiência física, deficiência intelectual, tea, né, o transtorno do espectro tristo, da autista, da surdez. Então ele pede assim, é uma, ele ele pede assim exemplos em uma área muito ampla. E é lógico que a gente aproveita esse momento para não só citar o exemplo, mas para trazer eh uma outra pergunta que tem aqui que eu acho que já abre a questão da deficiência eh para auditiva. Nós temos aqui alguém que
ente aproveita esse momento para não só citar o exemplo, mas para trazer eh uma outra pergunta que tem aqui que eu acho que já abre a questão da deficiência eh para auditiva. Nós temos aqui alguém que perguntou, deixa eu colocar aqui, o Davi, o Davi de São Paulo perguntou assim: "A Libras é uma tecnologia assistiva?" Eu acho ele, eu acho que ele assistindo aqui até agora já, já tem a resposta, mas ainda assim eu vou juntar essas duas, né? Então, primeiro se a Libras é uma tecnologia assistível e aí depois alguns exemplos para deficiência visual, física, terra, surdez, mas você fica à vontade. >> Pronto. Então, respondendo e para fazendo a gente enquanto professor, quero ver se vocês estão prestando atenção, né? Fazer essas perguntas. Pronto. É, a resposta é sim. A Livras é um recurso de tecnologia assistiva. Por quê? Lembra que a gente conversou anteriormente que pensar em tecnologia assistiva é pensar em acessibilidade, mas também em funcionalidade, independência. Hoje a gente tem aqui a presença de Sandra, né, e nos outros momentos também, né, nas outros nos outros episódios. E aí faz com que uma pessoa usuária da Libras, né, geralmente são as pessoas surdas que se identificam com a língua, vai consiga acompanhar o que a gente tá falando de forma independente. Então ele tá tendo tão não só o retorno desse dessa explanação de hoje, mas tá garantindo o direito social dele, né? Quando a gente fala em tecnologia e junto as pessoas com deficiência, a gente precisa desmistificar essa questão clínica da deficiência, né? A gente precisa pensar na questão social. Uma pessoa com deficiência, ela pode exercer outros direitos sociais, não só alimentação, né, moradia, mas também o direito de se casar, que como se as pessoas comas não pudessem, né, eh, >> não se casar, ter filho, criar filhos, né, >> criar filhos. Então a gente precisa desconstruir esses episódios em momentos como esse. Aí você eh você trouxe também essa questão do quais mais exemplos voltados paraa deficiência.
iar filhos, né, >> criar filhos. Então a gente precisa desconstruir esses episódios em momentos como esse. Aí você eh você trouxe também essa questão do quais mais exemplos voltados paraa deficiência. A gente eh também tem uma tendência pensar o recurso pensando só na deficiência. a gente tem que pensar que a pessoa precisa necessitar e querer fazer uso, né, que são as questões das adaptações razoáveis. Eu vou dar um exemplo, depois eu eh articulo melhor com a pergunta, >> OK? Em sala de aula teve uma vez que um estudante ele tinha baixa visão e microfitalme, o globo ocular dele era bem pequeno. Então para ele fazer a visão, né, ter esse retorno visual era complicado. Então o que que a gente pensou? Vamos adaptar o caderno dele. Então, uma das adaptações sugeridas seria colocar uma pauta maior, que são as linhas do caderno, um espaçamento maior, porque ele aí ia conseguir ter uma formação de imagem melhor, né? Ia dar mais independência. Só que aí essa adaptação a gente tava arrasando, né? Afinal, éramos professores, profissionais da área e dar super certo. Mas a gente esqueceu de detalhe de trabalhar junto com esse estudante, perguntar o que que ele achava do uso dessa tecnologia de amplificação, né, da pauta dentro da sala de aula. Ele não quis usar o caderno porque ele teria o caderno diferente de todos os colegas dele. Na sala de recursos multifuncionais, né, que é um espaço que a gente trabalha essas questões pedagógicas com o uso ou não de tecnologia assistiva, ele usava, mas na sala regular ele não queria. Então assim, foi ótimo ter acontecido isso, porque a gente também precisa trazer o nosso estudante ou o nosso paciente ou o nosso irmão na casa espírita. fazendo parte desse processo, tornando ele protagonista e direito, né, e para eles expressar suas decisões, o que que ele quer. Aí nessa questão de mais exemplos, pensando nessa identidade, a gente tem que pensar, ó, a gente tem alguns recursos que em linhas gerais são usados por pessoas surdas, mas nem todas
que que ele quer. Aí nessa questão de mais exemplos, pensando nessa identidade, a gente tem que pensar, ó, a gente tem alguns recursos que em linhas gerais são usados por pessoas surdas, mas nem todas pessoas que não ouve aceitam a livres, né? No caso de tem pessoas que entendem a surdez como uma deficiência, como aquele aspecto mais biomédico de falta, que se consideram deficientes auditivos, que tem que gostam da Libras, que tão naquela identidade flutuante, entendeu? Que preferem fazer uso apenas de aparelhos de amplificação sonora, que é um tipo de de recurso, tecnologia assistiva, que é aquele que fica preso assim na orelha. Existe outro tipo de recurso de prefeitura que é o coplear, que precisa fazer uma intervenção cirúrgica para fazer o >> que é que é que é um tem toda uma discussão >> em cima disso aí, né, Ione? Toda discussão examente. Então, quando a gente pensar >> dos pais, da família, do próprio surdo, né? >> Isso. Isso. Quando geralmente quando se faz, né, esse tipo de intervenção, faz ainda a criança, né? Então não tem assim como perguntar se ele vai querer usar ou não. Aí geralmente é como você disse, a família que vai intervir. Então a em linhas gerais a gente pensa na funcionalidade, mas também no no paciente, no estudante, entendeu? Porque pra gente poder não generalizar. Aí uma um outro exemplo seria assim, trazendo a questão da Libras. A gente vê hoje a janela de Libras em cinemas, em filmes, né, curtametragem, >> em shows, na Casa Espírita, por exemplo. E outra, outro exemplo seria em plataformas gerais, site da internet, contraste de cores, isso é uma adaptação, é um recurso de tecnologia assistiva que favorece as pessoas com geralmente, né, as pessoas com baixa visão, o ledor de tela para pessoas com cegueira ou ou baixa visão. Então aí existe softwares, né, aplicativos também que fazem essa leitura de tela que gera independência, que você consegue até por eh >> ler livros. Hoje a gente tem alguns softwares mais assim sofisticados que conseguem fazer essa independência. O
m que fazem essa leitura de tela que gera independência, que você consegue até por eh >> ler livros. Hoje a gente tem alguns softwares mais assim sofisticados que conseguem fazer essa independência. O Braile, que é aquele código internacional diferente da Libras, portanto dizer, né, o que seria a Libras. a gente falou tanto de Libras, a língua brasileira de sinais, que cada país tem sua língua de sinal e o nosso país ainda tem a variação linguística. Então, diferente do Braile, que o Braile é um código que pode ser usado >> eh de forma assim mundial. E a gente e o Braide a gente pensa assim, né? Ah, só as pessoas cegas podem usar, mas ele tá perto da gente. Quem já anotou assim, algos cosméticos, né? Você vai pega na caixa e tem um um auto relev >> elevadores, né? Elevadores, >> elevadores, >> portas de consultores. Eu já vi pouco, né? É, hoje em dia eu vou passar sem ros telefone fixe antigamente. Quem é dessa época vai entender o que eu tô falando, que o número cinco ele tinha um uma elevaçãozinha assim, porque era justamente para você identificar assim, ah, mas para cá, >> localizar >> um outro exemplo de de recurso que poder Ah, uma coisa importante, >> a gente falou da independência, já notaram, hoje em dia usa muito Pix, né? Mas as cédulas elas têm tamanhos diferentes. Então como é que ele vai passar troc? Pode ter certeza que ele não vai passar o troco errado, viu? Uma pessoa assim, porque as células têm tamanho diferente. Hoje em dia nos celulares a moeda tátil, né? Mas a célula, a célula tem >> é a célula tem tamanho diferente. A nota de 50, a nota de 100, de 20, elas tm tamanho diferente. É hoje o celular, né? smartphones no geral tem já integrado alguns recursos de acessibilidade, a televisão, a legendagem é um tipo de recurso de tela, né? Você coloca assim no programa, aí fica acompanhando. Uma luta grande da comunidade surda é que tenha essa janela de Libras em espaços. Veja, a LBI, que é a Lei Brasileira de Inclusão, ela foi de 2015, mas ano passado,
no programa, aí fica acompanhando. Uma luta grande da comunidade surda é que tenha essa janela de Libras em espaços. Veja, a LBI, que é a Lei Brasileira de Inclusão, ela foi de 2015, mas ano passado, eh, a houve uma alteração nessa lei também conhecida como Estatuto da Pessoa com Deficiência, para justamente ressaltar a importância dessa acessibilidade nas questões das campanhas sociais e campanhas educativas. Então é um dado importante, mas vou tentar ser mais objetiva nas minhas respostas para as pessoas com teia. O uso da comunicação alternativa, a gente tem o PEX, que é um sistema de trocas de figura, que são imagens. Então, com a R tecnologia à vezes é um negócio assim muito eh carínio muito grande de software, né, que essas questões da internet, mas a tecnologia eh assistiva, ela tá pode apoiar a questão de, por exemplo, com uso de imagens, você fazer uma sequência da rotina, isso favorece muito as pessoas com com tia, né, em linhas gerais, porque precisa essa rotina dessa previsibilidade para se organizar em relação. Deixa eu ver. Há um uma pessoa com deficiência física, tem as questões da bengala, tinha o uso da cadeira de rodas, mas sabia que existia, existem, né, cadeiras de rodas que favorecem a dança, que ela tem uma amplitude maior na roda que favorece o >> ol que legal, >> tem esporte, tem basquete sobre cadeira de rodas, tem um futebol basquete com a cadeira de rodas. Verdade. É verdade. Ela ela tem até umas rodas diferentes assim. >> Isso. Se você notar, ela ela tem uma roda assim mais ampliada porque favorece assim o giro, né, da cadeira. >> Isso. Isso. E olha, você falou aí, você acabou se dando exemplo pra questão como como foi solicitado pelo Diogo, né, de Natal. Você trouxe exemplos paraa deficiência visual, física, intelectual, tea, né, a surdez. E aí, enquanto você falava, eu lembrei e de uma linha de produtos escolares que eu vi em alguma propaganda, alguma, enfim, quando a gente tá assistindo os vídeos sobre assistida, sempre chega propaganda, né,
nquanto você falava, eu lembrei e de uma linha de produtos escolares que eu vi em alguma propaganda, alguma, enfim, quando a gente tá assistindo os vídeos sobre assistida, sempre chega propaganda, né, de produtos relacionados. E aí me chegou de um fabricante, eu não vou fazer merchandade, não vou fazer propaganda aqui agora, não. Mas mas me chegou de um de um de um fabricante desse aí de produtos escolares que eu achei muito interessante. Ele tem uma linha e você deve conhecer certamente com com borrachas, lápis, com engrossador pro lápis, com umas fitas com velc para o lápis ficar fixo na mão de quem não tem a, né, a possibilidade de segurar o lápis. E eu achei que é uma coisa assim de tecnologia assistiva, eh, simples e que, e que resolve de fato a vida da das pessoas que precisam, né? Eh, é como você falou, é para tornar possível aquilo que pra gente é natural, é uma coisa que a gente faz, >> isso pra gente torna mais fácil, né? Mas quando você torna possível. Aí você trouxe, >> aí eu vou linkar. Ah, desculpa, pode falar. >> Certo. Nessa questão de do treino, né? essa motricidade mais fina de pegar no lápis, a gente pode ver, né, das crianças quando elas vão adquirindo essa habilidade, aí você não tem aquele movimento refinado para cortar um papel, por exemplo. Então, hoje a gente já vê tesouras que pensam nessa perspectiva e você só faz esse movimento aqui, não precisa um movimento mais refinado, né, entre os dedos. >> Aham. E aí torna possível. Isso é que é legal. E aí eu lino, aí eu linco essa nossa fala agora nosso comentário, essas suas respostas com uma pergunta tem tudo a ver a Jaciele aqui, não é? Foi a Jaciele aqui de Recife, né? Eu digo aqui porque é de onde eu estou, viu, gente? Mas aqui a gente tem tá meio, tá espalhado o grupo. Eh, a Jaciele pergunta o seguinte, qualquer pessoa é capaz de criar e de usar uma tecnologia assistiva ou precisa ter uma formação específica? E eu vou complementar a pergunta dela com uma um pensamento meu, né? Também colocando na
te, qualquer pessoa é capaz de criar e de usar uma tecnologia assistiva ou precisa ter uma formação específica? E eu vou complementar a pergunta dela com uma um pensamento meu, né? Também colocando na pergunta. Uhum. Porque a gente tem tecnologia sendo assistiva, sendo feita há milhares de anos, há centenas de anos. Então, então, eh, a pergunta dela aqui é para os dias atuais, naturalmente, né? Porque existe toda uma tecnologia no sentido mais popular da palavra de fato. Então, existe uma formação específica, existe ou não é uma é algo que as pessoas estão aí criando, desenvolvendo, enfim. É, eu eu acho sua pergunta assim maravilhosa, porque sabe várias reflexões, várias reflexões. Olha, criar pode ser criado, mas qual vai ser o resultado final desse produto? Então, se a gente for pensar assim, eh, em recursos, a gente teve o exemplo agora da do lápis, ele tem um diâmetro maior que favorece essa pinça trípode, mas se a gente usar um determinado material, isso pode gerar um prejuízo nas articulações. Por exemplo, eu lembro que uma vez a gente criou um uma adaptação na caneta para um paciente que tinha pars. E aí eh eh o o Parx, né, tem toda aquela questão da movimentação. A gente precisava ter uma informação sensorial maior, então a gente precisou eh além de aumentar o diâmetro, deixar essa caneta mais pesada, entende? Agora, se a gente for usar qualquer material, isso a invés de ajudar poderia piorar essa articulação desse desse paciente na escola, por exemplo, a gente trazer a inclusão com outro recorte, a gente pode usar um um apoio de pé, só que se o apoio de pé não tiver bem posicionado, pode eh implicar outras questões. Tu tá entendendo? Então, assim, existe uma formação específica, assim, a, eh, em relação às atividades de vida diária, quem só pode fazer o o treino dessa tecnologia assistível, quem só pode criar são os terapeutas ocupacionais, por exemplo. a gente tem uma parceria com os designers, os fonodos também pode criar, os professores do atendimento
eino dessa tecnologia assistível, quem só pode criar são os terapeutas ocupacionais, por exemplo. a gente tem uma parceria com os designers, os fonodos também pode criar, os professores do atendimento educacional especializado também pode criar, mas pensando nesse contexto, a gente tem que respeitar a nossa identidade, né, técnica, vamos falar, mas a gente precisa ouvir diferentes partes para pensar, inclusive o usuário do da tecnologia adestiva para saber se De fato, esse recurso vai ser importante, né? Se se pode ser usado criar for tem que ter alguns cuidados. >> Inclusive, Oni, e a sua fala me faz reflexionar no seguinte, veja, eh, se eu pego um profissional de uma outra área, por exemplo, um engenheiro automobilístico, certo? Ele tá desenvolvendo um carro com recursos assistivos, etc., Ele precisa dessa consultoria, né, desses profissionais que você falou aí, porque não é não é fácil você não tendo relação, não tendo conhecimento dessa área da tecnologia assistiva e dos assistidos que que serão assistidos por ela, se você não conhece aí você não sabe o que fazer para atender esse público. Isso. Quando a gente traz essa questão, exatamente, quando a gente traz assim essa questão de conceito, tecnologia, a gente pode ver que é uma área interdisciplinar, então precisa do diálogo de diferentes formações. Você falou do carro, amei esse esse exemplo, por pessoas com limitações de movimento também podem dirigir. A gente tá falando de independência, de autonomia, existe eh adaptações que são feitas no carro. Então, ao invés de passar eh acelerar com o pé, pode acelerar com a mão, por exemplo. >> Isso. >> Uhum. >> É um recurso. Existem empresas específicas que só trabalham com adaptação veicular. >> Ótimo. E aí tem uma pergunta que eu acho que aí junta meio que mistura tudo aí que a gente tá falando, que a pessoa pergunta o seguinte: "E a pessoa tem nome, né? Ah, a pessoa é a Jerônimo de lá da Paraíba. Jerônimo, ele pergunta o seguinte pra gente: "Tecnologias assistivas no ambiente virtual são as
que a pessoa pergunta o seguinte: "E a pessoa tem nome, né? Ah, a pessoa é a Jerônimo de lá da Paraíba. Jerônimo, ele pergunta o seguinte pra gente: "Tecnologias assistivas no ambiente virtual são as mesmas do presencial ou tem diferença? Se tiver, você podia dizer pra gente alguma coisa sobre isso?" E eu acho muito legal essa pergunta, né? Porque a gente tá falando aqui disso, né? Assistivas aqui, assistivas ali, é a mesma coisa. Tem diferença, Ian? Diga pra gente, ó. >> Aí é, tem diferença. Tem diferença. A principal diferença é a gente pensar na postura, né? Porque a nossa forma de de conversar, a nossa forma de estar aberto a entender, né, essa questão não só conceitual, mas de prática cidadã mesmo, né? nós enquanto espíritas trazemos essa eh esse compromisso, né? Temos esse compromisso social. A a principal barreira que as pessoas com deficiência, né, falam, relatam é em relação às barreiras atitudinais, né? Então, se a gente não tem uma postura que pense de forma empática naquele naquele sujeito, a gente já cai num certo limbo de dificuldade, mas existe diferenças. A gente conversou anteriormente que nas lives, né, nessa como hoje eh existe a janela de Libras, é um exemplo de tecnologia assistiva, o o usuário, né, eh do sistema, dessa plataforma que a gente tá fazendo uso, ele pode ter um leidor, um ledor de tela, ele pode dentro do do dentro assim, né, no computador dele, ele pode usar o DJVox, que é uma plataforma forma também de acessibilidade, mas presencialmente, quais são os exemplos? a gente falou na no plano inclinado, que é uma estrutura que geralmente é de madeira, que você o estudante não precisa fazer esse movimento assim com a cabeça, esse movimento cervical, isso é um exemplo de tecnologia assistiva, eh as rampas é um são exemplos, né, de tecnologia assistiva. Então existe uma certa diferença na casa espírita. Como é que a gente poderia pensar nisso? pensar que se for um espaço maior vai precisar do uso do microfone para chegar essa informação que vamos
va. Então existe uma certa diferença na casa espírita. Como é que a gente poderia pensar nisso? pensar que se for um espaço maior vai precisar do uso do microfone para chegar essa informação que vamos supor uma pessoa, ela nasceu ouvinte, foi perdendo a audição ao longo da vida, daí ela não eh não necessariamente pode querer aprender Libras. E aí, como é que a gente vai se comunicar? Vamos pensar em recursos que desse retorno eh sonoro para ela, entendeu? Vamos falar de frente para ela. Então isso são estratégias, né, tecnológicas que favorecem uma comunicação mais fluida. Por exemplo, na casa espírita, por exemplo, pode pensar assim que houvesse comandos fixados na paredes, pode, não pode, eh, placas de acessibilidade, o sinal de banheiro, por exemplo, podia tá assim já eh com a pictografia, por exemplo. Isso também são recursos presenciais. A gente, a gente tem, inclusive, eu vou dar um exemplo aqui que eu particularmente conheço, eu acredito que você conhece também, né, a Sandra, eh, que é uma pessoa surda fazendo interpretação do português para Libras, porque tem lá o software que faz a, né, a a leitura, né, escreve o que tá sendo dito e aí a pessoa vai e passa para Libras, né? né? Então, então na verdade ele como surdo, se não houvesse esse recurso aí para ele, ele teria uma redução na sua capacidade profissional, vamos dizer assim, porque ele não poderia fazer a interpretação de português Libras, ele faria de Libras, né, para eh talvez se ele uma pessoa ouvinte falasse, fizesse para português. Mas eu achei muito interessante isso porque só é possível graças a esse recurso virtual, né? Então, eh, como questionado aqui, né, pelo Jerônimo, tem diferença, então, né, a gente pode dizer que tem diferença e é lógico que são diferenças bem eh bem contundentes. Aí, você começou a falar da de algumas situações das casas espíritas. Eu juntei aqui e deixei pro final, né? Pro final não, que a gente não tá no final ainda não. E deixei aqui para essa essa parte agora. perguntas, né? Interesse do público, de
ções das casas espíritas. Eu juntei aqui e deixei pro final, né? Pro final não, que a gente não tá no final ainda não. E deixei aqui para essa essa parte agora. perguntas, né? Interesse do público, de quem enviou perguntas, foram muitas perguntas, a gente tá trazendo aqui, juntou, enfim, fez uma arrumação aqui, mas nós tivemos um umas perguntas especificamente da da questão espiritismo, evangelização, casa espírita, etc., né? E e eu posso colocar aqui como uma primeira dizendo o seguinte: Quais as tecnologias assistivas que podem ou devem ser usadas numa casa espírita? Aí você já pode até juntar essa daí com a outra que pergunta. Essa daí é da Tânia da Paraíba. A Tânia pergunta quais as tecnologias assistivas que podem ou devem ser usadas na casa espírita. Então é bem sutil, né? Porque ela quer saber se deve também, né? já deveria estar usando. E a gente pode juntar essa pergunta com a com a do Vittor da Bahia, que é saber quais são as necessárias numa palestra espírita. Então, além da casa, especificamente na palestra espírita, quais seriam as tecnologias assistidas? e deu uma deu uma explicada aí pra gente sobre esse ponto. Amiga >> Tânia, é muito importante fazer uso das tecnologias assistíveis, porque como a gente conversou anteriormente, eh, as tecnolog tecnologias no geral torn a vida da gente mais fácil, né? Hoje, por exemplo, a gente não precisa para passar um canal na televisão, se levantar para apertar um botão e passar um canal. Mas as tecnologias para as pessoas com a uma mobilidade reduzida ou uma pessoa com deficiência, elas tornam as coisas possíveis. A gente pode pensar que hoje, né, com a popularização das chamadas de vídeo, das lives, uma pessoauda pode se comunicar, não precisa tá digitando uma mensagem, porque para quem não sabe, eh, a estrutura gramatical da Libras é diferente do português. Então, digitando às vezes ou a gente pedindo para escrever, pode gerar alguns ruídos e com a chamada de vídeo a comunicação se torna mais direta, mais fluida. Então,
a Libras é diferente do português. Então, digitando às vezes ou a gente pedindo para escrever, pode gerar alguns ruídos e com a chamada de vídeo a comunicação se torna mais direta, mais fluida. Então, gerou uma autonomia para essas pessoas que fazem uso da Libras, certo? Aí você perguntou também sobre a palestra, aquele o outro >> é foi o Vor, foi o Víor da Bahia. Natânia queria saber no modo geral, né, na casa espírita e o Vitor ele é específico, né, numa palestra espírita, >> numa palestra. O importante, quando a gente pensa assim em acessibilidade, diferentes espaços, a gente tem que ver o contexto e pensar numa num planejamento. Ó, a gente vai abrir essa palestra, mas a gente tem uma capacidade aqui de 50 pessoas no auditor. Então, vamos deixar um espaço reservado. Caso venha um irmão que faça uso de cadeira de rodas, essa cadeira de rodas não pode ficar lá atrás, porque ele não pode, dependendo, né, da estrutura da do da sala ou do salão ou do auditório, ele não vai conseguir ver o palestrão. Então, a gente já pensa, ó, vamos deixar um espaço aqui reservado paraas pessoas que vierem eh que usam cadeira de roda, mas nunca veio, mas pode vir no dia, a gente não sabe, a gente, né, porta aberta. Então, a gente pode pensar que nas primeiras cadeiras também é interessante de deixar esse espaço reservado para as pessoas que eh surdas, por ele tendo um retorno mais próximo do intérprete, vai acompanhar muito melhor a palestra. Então isso é uma preocupação importante quando a gente for pensar em evento, quando a gente tá trabal trabalhando com inclusão, a gente precisa ter algumas palavras em mente: planejamento, estratégia e pensar nesse protagonismo, né? que a gente também tem um outro teórgo que fala que é Romeu Sassak que fala que nada de nós sem nada sobre nós sem nós. Então faz uma consultoria, conversa com algum colega, ó, a gente tá pensando em fazer esse >> repita aí, por favor, essa essa >> nada sobre nós, sem nós, não é? Então, quando a gente >> Ah, ok, entendi. Entendi.
ma consultoria, conversa com algum colega, ó, a gente tá pensando em fazer esse >> repita aí, por favor, essa essa >> nada sobre nós, sem nós, não é? Então, quando a gente >> Ah, ok, entendi. Entendi. >> Quando a gente, ah, vou fazer aí, por exemplo, vai chama Ion, que gosta essa parte tecnologia, mas Ioni não é uma pessoa cega. >> Então, por que a gente não pode convidar algum colega que que é uma pessoa e vai ter uma percepção diferente de homem, entendeu? >> Aham. Claro. >> Aí em relação a Libras, a gente tava discutindo, né, nos bastidores sobre o sinal, né, esse sinal da na que foi criado, ele é ele é criado através de uma pessoa surda. Por quê? Tem todo um contexto visual de como foi eh que o porquê desse sinal. Então, numa palestra ou em evento ou em qualquer atividade, a gente precisa ter responsabilidade, né? Porque não é assim, a gente trabalha com a caridade, mas a gente tá pensando também no garantir direitos na casa espírita. Aí finalizando essa questão, ah, a gente precisa fazer isso, precisa, precisa. Aí precisa enfatizar isso. Por quê? A gente tá trabalhando com adversidade humana, mas imagine você tá num espaço, você tem uma sensibilidade auditiva, né? Vamos lá, a gente falou muito dos surtos, mas para dizer que eu não só tô, né? Puxandoinha só para um segmento. Vamos falar dos nossos colegas, das pessoas com transtorno do espectro autista, né? Teia. >> Algumas pessoas podem ter sensibilidade auditiva. Então, seria interessante a gente checar o som para ver se não tá dando aquela microfonia, porque isso vai desorganizando. Se de repente a gente tivesse algum abafador para diminuir aquele juízo, porque ele vai conseguir ouvir, só que não vai chegar ao som daquele retorno. Ou então deixar um espaço de uma, como é que falou assim? uma sala assim com menos informações sensoriais, sabe? uma luz mais baixa, porque aí se tivesse na evangelização, né, que acontece muitas coisas ao mesmo tempo, que ele tivesse um momento assim não tão legal, se tivesse desorganizando sensorialmente,
abe? uma luz mais baixa, porque aí se tivesse na evangelização, né, que acontece muitas coisas ao mesmo tempo, que ele tivesse um momento assim não tão legal, se tivesse desorganizando sensorialmente, ele fosse para esse espaço. Então são ferramentas e estratégias, né, né, que a gente conversou que são importantes pra gente receber melhor o nosso irmão. E on aí por tudo isso que você que você nos traz e você arrematou aí, né? Você no final aí falou de evangelização, eh a gente sabe que hoje as casas espíritas, aliás, eh na sociedade, no nas instituições de um modo geral, né? nas escolas privadas, públicas, eh, em no ambiente hospitalar que antes não se levava, hoje se leva as pessoas que têm eh suas deficiências em todos os os aspectos, em toda a os segmentos. Mas aí olhando paraa casa espírita, olhando paraa evangelização, nós sabemos que é um um ponto muito sensível, né? E está chegando, nós temos números aí crescentes de pessoas que levam, né, da das mães, dos pais que agora começam a levar, se sentem à vontade para levar seus filhos, principalmente a questão do espectro autista, mas também surdos, também com deficiências físicas, motoras, né, e as instituições espíritas estão aí se vendo eh recebendo mais do que dão conta, mais do que dão dão conta eh dessas pessoas, desses irmãos nossos que precisam desses de dessas assistências diferenciadas. E aí tem uma pergunta aqui do eh onde que está, tá aqui do Tancredo. Ele pergunta o seguinte, que tem a ver com essa nossa fala: Quais tecnologias assistivas são adequadas para a evangelização? E eu tô entendendo aqui que ele quer dizer evangelização infanto, juvenil, né? >> Sim. >> Poderia dar alguns exemplos, né? você já colocou alguma coisa aí, mas mas ele ele traz esse ponto aí. Eu queria eu queria ter o comentário assim, olhando pra evangelização infanto juvenil, eh essa linha da do infanto, né, da criança, do adolescente, como é que a gente pode pode tratar isso aí relacionando com tecnologia assistiva? >> Eu acho que o movimento espirit um todo
anto juvenil, eh essa linha da do infanto, né, da criança, do adolescente, como é que a gente pode pode tratar isso aí relacionando com tecnologia assistiva? >> Eu acho que o movimento espirit um todo eh necessita de mais trabalhadores, né? Eh, de fato, eu até me coloco nessa fala, né, como é uma corresponsabilidade no processo inclusivo, porque é importante entender que inclusão é um trabalho de parceria, então a gente precisa desmistificar essa questão de culpa. Não, não tive culpa de não ser não ser inclusive. Eu não fui ensinar na escola. A gente vê muito assim na escola quando fala no contexto escolar como um todo. Professores, eu não fui preparado para isso. Na minha formação não teve não teve essa aula. A gente não aprendeu a lidar com isso. Veja, eh, a prime o primeiro marco legal que a gente tem foi em 1994, assim, aqui no Brasil. Mas se a gente for olhar também a LDB, a primeira LDB de 65, toda aquela questão política do golpe militar, já se falavam eh sobre a inclusão. Claro que uma nomenclatura diferente, a necessidades especiais que hoje a gente vê, se for nesse, nesse discurso da necessidade, todos nós precisamos de alguma coisa. Então assim, o o segmento da pessoa com deficiência fala a deficiência como também uma questão de identidade. Então por isso que a gente não usa esse nome, necessidades especiais. Mas o por que você tá trazendo todas essas arestas? Porque quando chega uma pessoa na casa espírita, todo mundo precisa trabalhar, né? Não só os evangelizandos, né? É os evangeladores, né? por exemplo. Então, ela falou como usar no momento de reunião antes, né, que você tem essa organização, vamos já pensar que aquele degrau tá muito alto, então os nossos irmãos mais idosos vão eh podem ter uma dificuldade de subir esse degrau. Será que a gente tu consegue fazer uma rampa pelo menos ou então tentar diminuir esse degrau, colocar dois, porque aí não vai ter uma uma amplitude, né, grande de joelho para poder subir. >> Isso é uma uma estratégia. Agora, essa adaptação
rampa pelo menos ou então tentar diminuir esse degrau, colocar dois, porque aí não vai ter uma uma amplitude, né, grande de joelho para poder subir. >> Isso é uma uma estratégia. Agora, essa adaptação pode favorecer mais de um público, por exemplo. Então, a gente tá fazendo eh esse objetivo assim, pensando na evangelização em fonte juvenil, mas a gente tem que pensar que quando a gente eh deixa um espaço acessível, a gente pode deixar acessível para todo mundo ou então para mais pessoas, por exemplo. Então, na reunião a gente discutir isso, pensar numa rotina, porque a rotina e a previsibilidade é assim, é um tesouro para quando a gente, pra gente pensar no espaço inclusivo. Eh, a na evangelização a gente usa >> que é uma tecnologia, digamos assim, uma tecnologia atitudinal, né? atitudinal, mas pode ser também eh tecnologia assistiva assim de recurso, porque quando a gente pensa em rotina, a gente pode usar imagens, >> pode, entendeu, pode pensar >> eh pistas, né, ó, informações assim mais objetivas, silêncio, eh, não, não faça barul esse espaço, não sei o quê, momento de pressa, alguma coisa assim, entendeu? deixar eh informações mais objetivas e claras. É importante quando a gente eh traz essa discussão, a gente não pode arrudear muito, né? Você tem que dar comandos assim objetivos. Eh, sente a hora, por exemplo, depois da prece final, é o momento do lanche. Então ele vai esperar porque você disse que depois da próxima aula vai do >> E na evangelização a gente pensa, pode pensar nessa rotina, em comandos mais objetivos, pode trazer músicas mais curtas, evitar colocar o sono no último volume, falar de frente para esse evangelizando. Podes também aprender alguns sinais de Libras para porque imagina você pode ter um colega que domine Libras, mas quando ele chegar você dá um boa tarde, ele vai dizer: "Poxa, tá tentando, né? Tá aprendendo lá na evangelização". Muito importante. >> A gente está trabalhando uma vez no mês. >> Muito importante. Muito bem, a gente tá trabalhando uma vez no mês
i dizer: "Poxa, tá tentando, né? Tá aprendendo lá na evangelização". Muito importante. >> A gente está trabalhando uma vez no mês. >> Muito importante. Muito bem, a gente tá trabalhando uma vez no mês com esses sinais, pensando na formação cidadã mesmo, sinais assim de cumprimentos, profissões, pra gente tá desconstruindo estereótipos que a pessoa com deficiência deve trabalhar não só depender do benefício, né? ele pode acessar outro espaço. Claro que o benefício é uma questão assim importante. Não tô querendo >> eh desconstruir isso, mas também pensar que a pessoa ela com deficiência ela pode ter autonomia e acessar outros espaços. A gente vê na universidade Sim, sim. vários professores com deficiência hoje, né, com com essa realidade, mas que eles foram desbravadores >> do entendimento do que é a deficiência e as dificuldades, né, >> enquanto acesso acessibilidade, né, dificuldade de acessibilidade. >> Ion, a gente a gente a gente precisava de um programa de umas 3 horas, né? Exatamento, >> porque é muito é muito rico esse esse tema importante, né? Como a gente disse no início, muito amplo. E é como eu falei, você olha a sua volta, né? E você olha em você mesmo, o exemplo que eu trouxe, né? Você olha em você mesmo e você vai percebendo a tecnologia assistiva o tempo todo, em todos os lugares. Mas pra gente caminhar aqui pro encerramento ainda, antes de você de nós irmos para as considerações finais, etc., Eu vou deixar mais uma pergunta solicitação. Na verdade, a pergunta foi colocada, mas eu vou dizer que ela também é uma solicitação para que você deixe eh orientações, sugestões, porque nós falamos aqui da casa espírita, de tudo que é importante, tudo que é necessário, mas eu acho que isso passa pela conscientização dos daqueles que conduzem as casas espíritas, né, que conduzem o movimento espírita. Então, para ler aqui, exatamente como a Sandra da Paraíba colocou, foi a Sandra Santiago. Será que foi a Sandra Santiago? Não sei. >> Foi, foi ela mesmo. Quais as orientações ou sugestões que
spírita. Então, para ler aqui, exatamente como a Sandra da Paraíba colocou, foi a Sandra Santiago. Será que foi a Sandra Santiago? Não sei. >> Foi, foi ela mesmo. Quais as orientações ou sugestões que você deixaria para as lideranças e trabalhadores espíritas no sentido de garantir a inclusão em suas atividades? >> Excelente pergunta, Sandra. Minha minha sugestão é que se permitam aprender. Veja que ninguém domina tudo. A gente tá aqui nessa nessa terra, né, nesse espaço para evoluir. E vamos pensar que essa evolução não é não deve ser só do ponto de vista eh reencarnatório, né? a gente também, a gente pode ser também porque a gente aprendendo, convivendo melhor com o outro, a gente também vai evoluindo. Mas trazendo para um aspecto assim mais materialista, vou fazer essa esse destaque. Se permita aprender eh a ouvir o outro ou então a ver o outro de uma forma diferente. Aí disse: "Ah, na minha época eu não vi. Agora tudo eh deficiência. não pode dizer isso. Parece que tem uma sopa de letrinhas, né, que são várias siglas, vários sids, né, que são classificações eh de doenças, mas eh a gente exercitando o nosso olhar e trazendo espaços de discussões como esse dentro do centro espírita também é muito importante. Por quê? Hoje a gente tá conversando sobre tecnologia assistiva, mas um outro momento a gente conversou sobre o tea, né, o transtorno do espectro autista, sobre o autismo. E aí teve um relato de uma avó que ela não entendia o porquê, mas precisou chegar uma pessoa mais próxima, ao neto dela, para ela poder perceber o quanto o quão é difícil acessar alguns espaços. Então, que nós, enquanto cidadãos, né, de bem, que a gente possa ter uma uma postura mais empática. trazer espaços de discussões como esse, se permitir aprender, trazer também pessoas com deficiência para para próximo, ouvir um pouco dessa vivência deles. Eu entendo que a gente tá aqui para ser ponte, né, não só do evangelho, mas também da nossa postura social. Muito bom, I, muito bom. É bom ouvir. É
a para próximo, ouvir um pouco dessa vivência deles. Eu entendo que a gente tá aqui para ser ponte, né, não só do evangelho, mas também da nossa postura social. Muito bom, I, muito bom. É bom ouvir. É bom aprender com você. É bom, é bom perceber eh, o quanto nós nesse, nessa horinha que a gente ficou juntos aqui conversando, eu tenho certeza que não somente nós que conversamos, dialogamos, que estávamos aqui trocando e debatendo ideias, mas o público em geral, aqueles que venham assistir eh ao nosso programa, ao nosso vídeo, ao ouvir o escutar o nosso podcast, que também é produzido deste programa, Tenho certeza que é transformador, né? É transformadora essa essa experiência, porque não saímos como chegamos ao programa, não saímos. Nós passamos a ter um olhar diferente de tudo à nossa volta. Então é com essa com esse sentimento de gratidão e de que já estamos dando alguns passos aí nesse sentido, que a gente pede as suas considerações finais, amiga, para o povo, pra gente aqui, para você mesma como você queira. Eu queria agradecer imensamente esse convite. Como eu falei, é um espaço para eu juntar os meus saberes também me colocar na postura de aprendiz, porque a gente também aprende, viu? A gente também aprende, apesar de de pensar e ter outras de de muitas formações, mas a gente ouvi o outro lado. Eu refleti bastante quando eu ouvi essas perguntas. Queria agradecer Sandra, essa amiga irmã maravilhosa, intérprete, que já tá cansada. Olha um detalhe, quando vocês forem fazer algum evento, algum movimento na casa espírita, pensem mais de um intérprete, porque a gente faz >> uma hora interpretando, >> uma hora interpretando, a gente cansa cognitivamente, >> certo? Então, é mais uma dica que eu dou e mais uma vez agradeço a oportunidade da gente estar junto e crescendo juntos também. Bora. >> Nós é que agradecemos demais, demais. Sinta-se virtualmente e na primeira oportunidade, pessoalmente, nós vamos fazer isso, mas sinta-se agora abraçada virtualmente por todos nós. Obrigada
m. Bora. >> Nós é que agradecemos demais, demais. Sinta-se virtualmente e na primeira oportunidade, pessoalmente, nós vamos fazer isso, mas sinta-se agora abraçada virtualmente por todos nós. Obrigada >> estamos aqui na sala, >> pela Sônia que tá nos bastidores, na técnica, né? pela Sandra, certamente receber esse nosso abraço amoroso, fraterno, carinhoso e e de gratidão pela sua presença. E aí a gente também quer agradecer a ao sistema Deus Conosco, que realiza, organiza, né, e permite esse nosso encontro mensal. a todos aqueles que nos acompanharam, que assistirão ainda a este vídeo, mas que por hora nos acompanharam aqui. E eu deixo vocês agora agradecendo, evidentemente, mas deixo vocês com a informação, o anúncio do próximo programa que é no último sábado. >> Obrigada. >> No último sábado de No último sábado de agosto, tá? o nosso próximo programa. Muito obrigada a todos. >> Vamos fazer o sinal de obrigada para aqueles que não estão consegu ver, não é? Já que a gente tá fazendo diálise inclusivo, uma mão na testa, outra no centro do peito e vai puxando essa mão pra frente como se tivesse uma corda, certo? Esse é o sinal de na língua de sinais. Sistema Deus Conosco de Comunicação Espírita. Aqui você navega em Ondas de Luz. >> O sistema Deus Conosco de Comunicação Espírita apresentou programa Diálogos Inclusivos. O próximo programa Diálogos Inclusivo será dia 30 de agosto às 20 horas e terá como tema sexualidade, diversidade humana e inclusão. O que nos diz a doutrina espírita? Teremos como convidado André Gaioso, mediador Paulo Yocanã, intérprete de Libras, Sandra Santiago. Aguardamos todos vocês. Será dia 30 de agosto às 20 horas. Você gostou do conteúdo que produzimos? A maior caridade que podemos fazer a doutrina espírita é a sua própria divulgação. Gostaria de participar? Então venha e se junte ao grupo de amigos do sistema Deus conosco de comunicação espírita. Ajude a manter esse trabalho de amor. Seja um colaborador. Você pode contribuir com qualquer valor. Basta escanear o QR code
e junte ao grupo de amigos do sistema Deus conosco de comunicação espírita. Ajude a manter esse trabalho de amor. Seja um colaborador. Você pode contribuir com qualquer valor. Basta escanear o QR code da tela. A sua colaboração é muito importante para nos ajudar a levar para o mundo a mensagem do Evangelho de Jesus e a doutrina espírita.
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