DIÁLOGOS INCLUSIVOS: ATIVIDADES VIRTUAIS, ACESSIBILIDADE E INCLUSÃO - COM ANDRÉ LUIZ RODRIGUES
DIÁLOGOS INCLUSIVOS: ATIVIDADES VIRTUAIS, ACESSIBILIDADE E INCLUSÃO - COM ANDRÉ LUIZ RODRIGUES Bem-vindo ao Diálogos Inclusivos, um podcast feito para você! Todo mês, um convidado especial traz reflexões e trocas incríveis sobre inclusão, acessibilidade e diversidade. junte-se a nós neste bate-papo cheio de descontração e aprendizado! Curta, comente e compartilhe para levar essa mensagem ainda mais longe! #Inclusão #Acessibilidade #DeficiênciaVisual #Libras #TEA #Diversidade #Audiodescrição...
Caros ouvintes e internautas, sejam bem-vindos. Dentro de instantes, iniciaremos a nossa transmissão. O Sistema Deus Conosco de Comunicação Espírita em parceria com a Federação Espírita do Estado de Alagoas e com a Federação Espírita Paraibana apresentam programa Diálogos Inclusivos. No programa deste mês, o tema será atividades virtuais, acessibilidade e inclusão. Teremos como convidado André Luiz Rodrigues, mediadora Sandra Santiago, intérprete de Libras, André Moreira. Sejam todos bem-vindos. Olá, boa noite a todos, a todas. Sejam todos muito bem-vindos. É com muita alegria que a gente inicia mais um programa Diálogos Inclusivos e a gente vai agora, antes de mais nada dizer que é mais um tema assim importantíssimo nesse programa Diálogos Inclusivos e que esse programa é uma promoção do sistema de comunicação espírita Deus conosco e conta com o apoio da Federação Espírita do Estado de Alagoas e da Federação Espírita Paraibana. Eu sou a Sandra Santiago. Eu sou uma mulher de pele clara, cabelos castanhos e cacheados. No momento eu uso uma roupa preta com bordado na frente e hoje eu vou mediar o nosso bate-papo. Exatamente. Esse programa é um bate-papo que tem por objetivo diseminar saberes e práticas sobre a inclusão e a acessibilidade, de modo que cada pessoa que nos acompanha adquira, desenvolva ou aprimore competências inclusivas que podem ser usadas em qualquer ambiente que nós tivermos, né? ambiente espírita ou não espírita, na nossa casa, no nosso trabalho, na rua, no trans, nos nossos momentos de lazer, todos os momentos é momentos pra gente praticar inclusão. E quando a gente tá falando de um mundo assim inclusivo, nós estamos nos referindo ao mundo onde o respeito, o amor e a fraternidade são os principais recursos para uma vida realmente plena e feliz. E nós acreditamos que todos nós temos um papel na transição planetária e na construção dessa nova terra. Então, a cada mês, no último sábado, das 20 às 21 horas, a gente tem esse bate-papo aqui, onde a gente vai trazendo convidados
temos um papel na transição planetária e na construção dessa nova terra. Então, a cada mês, no último sábado, das 20 às 21 horas, a gente tem esse bate-papo aqui, onde a gente vai trazendo convidados especialíssimos. E nessa conversa assim aberta, direta e franca, todos nós aprendemos juntos. Você que tá aí nos acompanhando, nós que fazemos o programa e nossos convidados também, porque eles precisam discutir, conversar. com aquelas perguntas que vocês enviaram pra gente. E aí vocês podem colaborar na construção deste programa e consequentemente neste mundo mais fraterno, mais feliz que a gente sonha, né? Aí a gente não sonha como algo distante, a gente sonha como algo que a gente pode vivenciar hoje, a cada dia. Então você que tá em casa, coloque na sua agenda, não perca nenhum programa, é um só por mês, no último sábado, mas cada um melhor que o outro. Então você pode acompanhar em forma de vídeo ou na forma de podcast. E nesse programa, nosso bate-papo de hoje vai ser com uma pessoa assim bem interessante, bem importante, que vai trazer pra gente muitas coisas interessantes. Eu já me descrevi para vocês. Agora eu vou descrever nossa intérprete que tá aqui conosco. Hoje está conosco a Andreia. A Andreia é uma mulher de pele clara, cabelos grisalhos, curtos. Ela usa ovos e ela tá hoje usando uma blusa preta e atrás dela um fundo preto também para facilitar a visualização dos sinais, né? Estamos aqui dispostas em duas telas, mas vai mudar. a gente vai trazer o nosso convidado de hoje. E aí a gente vai ficar em três telas, certo? O nosso convidado de hoje, que vai bater um papo aqui muito legal com a gente, ele vai abordar o tema atividades virtuais, acessibilidade e inclusão. E para conversar conosco, nós chamamos o nosso querido amigo André Luís Rodrigues. O André é de São Paulo, tem 56 anos, é um militar reformado por uma razão de deficiência física e ele é colaborador e dirigente da Associação Espírita Caibai Schutel no Rio de Janeiro, também com conhecida como espiritismo.net.
56 anos, é um militar reformado por uma razão de deficiência física e ele é colaborador e dirigente da Associação Espírita Caibai Schutel no Rio de Janeiro, também com conhecida como espiritismo.net. Acho que muita gente aqui acompanha e vê o imenso trabalho, né, que o espiritismo.net faz. para esse Brasil afora. Então lá ele atua como coordenador da área da assistência fraterna e também não poderia ser diferente, ele também atua na equipe de acessibilidade e inclusão. Certeza que o André tem muito a contribuir conosco pela sua experiência de vida e também pela sua competência técnica e também pelo seu compromisso ético com esse tema. Seja muito bem-vindo, André, ao programa Diálogos Inclusivos, por gentileza, saúde público, acompanha e faça também aí a sua audiodescrição, por favor. Obrigado, Sandra. Obrigado, Andreia. Obrigado, amigos aqui que acompanham o nosso programa. Eh, é um prazer muito grande estar aqui com vocês, um convite que me deixou muito honrado para poder falar do nosso trabalho e falar também desse tema tão importante que é o tema de acessibilidade inclusão. Bom, eu sou moreno de per chocolate, eh tenho cabelos curtos, uso óculos, tô usando uma camiseta, uma blusa cinza, tá frio aqui em São Paulo, né? E até o fundo aqui o mobiliário da minha casa, né? Então, uso cadeira de rodas e tô aqui disposto, disponível e bastante interessado em passar para vocês um pouco da nossa experiência, do nosso conhecimento. Só gratidão, André, pela sua presença, né? Estamos muito, muito com a sua presença aqui conosco. Você sabe que aqui é um bate-papo e que as pessoas participam desse bate-papo porque elas mandam pra gente dúvidas, perguntas, né? Às vezes mesmo, não é pergunta, às vezes é uma indagação, uma informação, uma consideração, mas hoje a gente tem muitas perguntas para você. E aí essa segunda parte do nosso programa se trata disso, né, de trazer cada pergunta e você fica assim muito à vontade para ir conversando sobre a temática, trazendo exemplos, né? eh eh para o
você. E aí essa segunda parte do nosso programa se trata disso, né, de trazer cada pergunta e você fica assim muito à vontade para ir conversando sobre a temática, trazendo exemplos, né? eh eh para o público em geral, às vezes tem pessoas lá do outro lado muito leiga. Então às vezes a gente precisa realmente explicar com muita delicadeza alguns detalhes, alguns termos, o uso desses termos, mas também vai ter do outro lado pessoas que já estão assim muito familiarizadas com a área, né, que que já militam nessa área ou mesmo que são pesquisadores e tal. Então a gente tem um público muito diverso. Mas agora vamos às nossas perguntas. Mas vou trazer a primeira pergunta para você, André. A pergunta que a gente traz agora é a seguinte, é de um xoraceu também, André, só que da Paraíba e ele diz assim: "Para muitos de nós, o tema da inclusão é muito novo. Às vezes nos perdemos até no uso dos termos. Você poderia definir para nós o que seria realmente acessibilidade? O que é que significa isso? Acessibilidade, o que que significa inclusão? Bom, que Jesus nos abençoe inspirando aqui para as melhores respostas, né, para poder esclarecer os nossos amigos. Eh, obrigado, André, obrigado, xará. Eh, tudo que é novo exige nomenclaturas novas, né, e ao mesmo tempo também desafios novos para que a gente possa fazer com que eh haja uma adaptação da sociedade para o acolhimento de todos aqueles que se apresentam numa condição diferente daquilo que inicialmente era tratado como normalidade. Então, a partir do momento em que a sociedade começa a se conscientizar a respeito da importância da humanização das relações entre as pessoas, surgiu então esse trabalho de acessibilidade e inclusão. O o acessibilidade, ele vem do acesso, é a possibilidade de fazer com que as pessoas cheguem aos ambientes, cheguem aos espaços, cheguem às atividades diversas das quais eh eles estão relacionados, um trabalho, uma igreja, um centro espírita, uma escola, uma atividade cultural, uma moradia, seja lá como for. Então, o acesso à
, cheguem às atividades diversas das quais eh eles estão relacionados, um trabalho, uma igreja, um centro espírita, uma escola, uma atividade cultural, uma moradia, seja lá como for. Então, o acesso à adaptação física, à capacitação e treinamento de pessoas que possam permitir que aquela pessoa que apresenta algum tipo de deficiência possa chegar a esse local. Chegando a esse local, vem a parte agora de como ela pode interagir, como ela pode se sentir integrada àquela atividade. E a inclusão, portanto, são uma série de medidas que hoje nós temos também alguns termos novos, né? Então são adaptações pedagógicas, são adaptações de de capacitação dos colaboradores, dos trabalhadores. Então, seria atitudinal o nome que é dado, para que aquela pessoa possa se sentir acolhida naquele ambiente, para que ela possa participar, para que ela possa vivenciar aquela experiência, né? Então, não basta apenas o acesso, é necessário uma mudança de consciência, uma mudança de postura para que aquela pessoa se sinta integrada. Nós temos, por exemplo, um grande desafio, que são crianças e jovens nas escolas. Muitas vezes a escola coloca uma rampa, põe um elevador, mas não está adaptada em sala de aula para fazer com que aquele aluno tenha a capacidade, a possibilidade de participar da aula de fato para que ele possa se sentir eh o mais independente possível para poder participar daquele evento. Então, quando nós tratamos, que é o nosso tema de sempre os espíritas, por exemplo, nós vamos encontrar ali a necessidade de oferecer o acesso, mas ao mesmo tempo também fazer com que haja mudança de consciência de trabalhadores, de dirigentes, de frequentadores, para que essa pessoa possa também vivenciar a doutrina espírita dentro da instituição. Então, essa é a diferença dos dois para que a gente possa perceber que não basta boa vontade para trazer a pessoa até o local. é necessário que adapte o ambiente para que ela se sinta realmente parte daquela comunidade. Isso mesmo, André. Como professora, eu
perceber que não basta boa vontade para trazer a pessoa até o local. é necessário que adapte o ambiente para que ela se sinta realmente parte daquela comunidade. Isso mesmo, André. Como professora, eu posso te falar que às vezes, às vezes não, sempre a barreira atitudinal, ela é muito maior do que qualquer outra, porque eh parece complicado, mas não é difícil fazer acessibilidade arquitetônica. não é tão difícil assim, embora seja um desafio, né, para que eh principalmente as instituições, os órgãos públicos e privados entendam a importância de fazer com que todos tenham acesso, né, independente de suas condições. Mas eu acredito, pelo menos na minha experiência, tem sido assim, de que a barreira atitudinal é bem pior, porque você pode até fazer a rampa na escola. Você pode matricular o aluno, pode. Ele pode estar dentro da sala, sim. Mas quando um professor ou uma professora eh não abre o coração para isso, não abre a sua sensibilidade para ser tocada, né, empaticamente, pelo direito do outro de estar ali, aí a coisa é muito difícil. Não tem legislação que alcance, né, o coração humano. Ela alcança outros espaços, mas o coração. Eu até complementaria, Sandra, porque nós temos no livro dos espíritos, no Evangelho, nas obras espíritas em geral, aquela diferenciação entre a evolução intelectual e a evolução moral. A evolução intelectual encaixando dentro desse tema, significa nós pensarmos em quais seriam as adaptações. Basta ali, então, raciocínio de engenharia, basta ali que a gente compra equipamentos, tudo isso é muito fácil. Agora, quando a gente tocar no coração das pessoas, de quebrar as barreiras do preconceito, de abrir o coração paraa caridade, isso é mais difícil de fazer. Por isso que o nosso mundo hoje ele é um mundo em que nós temos inteligência artificial, temos engenharia genética, temos exploração espacial, mas ainda temos o egoísmo, ainda temos a indiferença e temos tantas outras situações. Então, a mudança de postura, ela depende da evolução. E essa
temos engenharia genética, temos exploração espacial, mas ainda temos o egoísmo, ainda temos a indiferença e temos tantas outras situações. Então, a mudança de postura, ela depende da evolução. E essa evolução, ela começa com esclarecimento, mas ela depende muito do esforço de cada pessoa para poder mudar-se, para poder acolher de fato o irmão dentro da fraternidade, né? amar o outro como a nós mesmos, como Jesus nos orientou. É verdade. Exatamente isso. Temos outra pergunta aqui, André, que veio de Tocantins, é da Lúcia. A Lúcia pergunta assim: "Qual é a sua relação pessoal e profissional com esse tema?" Acho que isso me faz pensar assim, é realmente às vezes as pessoas só se aproximam de determinadas temáticas quando tem alguma relação próxima, né? Isso é um problema paraa inclusão. Mas diga lá. É, mas é verdade. Então, obrigado, Lúcia, pela pergunta. Eh, eu sofri um acidente há 36 anos e isso me deixou tetraplégico. E e até então eu trabalhava como militar num hospital, trabalhava na área de enfermagem e eu tinha contato com pacientes, mas eu nunca tinha contato com nenhum tipo de deficiência. até então que eu vi esse acidente acido de mergulho, fiz uma fratura na coluna cervical e isso me fez eh iniciar um processo de reabilitação. E aí, então, na reabilitação, eu comecei a ter contato com pessoas, ouvir as suas histórias, ouvir as suas experiências de vida, passar um pouco da minha experiência também até o momento em que a gente, né, até porque uma reabilitação ela é constante, ela nunca acaba, mas aquele pouco de reabilitação já foi suficiente para que a gente pudesse trocar algumas ideias. Então, foi através dessa deficiência que eu me aproximei da doutrina espírita. E através da doutrina a gente começou a fazer um trabalho virtual. E nesse trabalho virtual conhecendo ali os recursos, conhecendo as atividades, me adaptando, aprendendo com a doutrina espírita e aprendendo a usar a doutrina espírita nesse meio virtual, que foi com que nós chegamos então a esse trabalho
i os recursos, conhecendo as atividades, me adaptando, aprendendo com a doutrina espírita e aprendendo a usar a doutrina espírita nesse meio virtual, que foi com que nós chegamos então a esse trabalho de divulgação da doutrina espírita pela internet, pela a distância para alcançar pessoas que também querem conhecer a doutrina espírita. Então, muitas vezes a gente acaba aprendendo pela dor e não pelo amor, né? Então, mas eu não considero a deficiência como sendo aquela minha carrasca, mas a minha companheira de jornada, que foi através dela que eu podia aprender muito e principalmente conhecer a doutrina. Talvez tivesse conhecido acidentalmente por por um contato alguma coisa parecida, mas acabei conhecendo através desse aprendizado, né? E eu agradeço muito por estar hoje presente na doutrina espírita vivenciando essa filosofia tão importante para todos nós. E nós agradecemos demais a chance, né, de poder estar aqui hoje com você, te conhecer e partilhar momentos como esse, assim, acho que todo mundo vai sair daqui assim muito feliz com os aprendizados, né, que você tá trazendo pra gente. Tem uma pergunta aqui do Osgley. O Osgley é da Federação Espírita Pernambucana, né? ele é trabalha na diretoria lá da federação e ele pergunta assim: "O que é que diz a legislação sobre essa obrigatoriedade de recursos de acessibilidade, né, que promove inclusão em eventos com destaque aqui dos eventos espíritas, que não seria diferente, né? Essa é a pergunta do Osadlei. Eh, nós temos desde 2015 eh o Estatuto da Pessoa com Deficiência. Essa lei foi criada para esclarecer e muitas vezes impor normas de adaptação para as qualquer instituição que promova e abra espaços públicos, sejam elas públicas ou privadas, para que eh possa eh abrir o espaço de acessibilidade. Então, essa lei eh é aplicada para todas as situações, moradia, educação, eh saúde, eh acesso à cultura e dentre outras também. Então, vale a pena conhecer. Muitas vezes nós ouvimos falar essa lei, inclusive ela teve o trabalho
da para todas as situações, moradia, educação, eh saúde, eh acesso à cultura e dentre outras também. Então, vale a pena conhecer. Muitas vezes nós ouvimos falar essa lei, inclusive ela teve o trabalho de Mara Gabriele, que é uma senadora que também é tetraplégica, é através dela que esse trabalho também foi ali coordenado, foi desenvolvido. Então, eh, às vezes nós vemos documentos e nós lembramos sempre que o trabalho de acessibilidade ele não é somente com pessoas com deficiência no sentido de nós pensarmos num acidente, numa doença. Por exemplo, uma pessoa que atingindo uma determinada idade, ela tem dificuldade de acesso. O Estatuto do Idoso também fala sobre isso. Quando nós temos ali um mão jovem que tem dificuldades de acesso a determinados espaços, temos o o Estatuto da Criança do Adolescente. Então, dirigentes de instituições, dirigentes de federativas precisam conhecer esse documento. Precisam. E hoje com inteligência artificial nós temos uma facilidade muito grande de filtrar, de organizar essas informações para fazer com que cada instituição tenha consciência da necessidade de se ajustar a essa legislação. Então, eh quando nós falamos em um centro espírita, por exemplo, uma igreja, uma escola, então há necessidade da acessibilidade. É importante abrir esses espaços, mas a realidade não é essa. Não é tão simples assim adaptar uma instituição para que ela possa se tornar acessível para pessoas de qualquer tipo de deficiência. Então, nós temos hoje dificuldades financeiras, que é uma luta constante para toda a instituição que trabalha eh em assistência social ou assistência espiritual, como é o caso das diversas escolas religiosas que nós temos hoje. Então, é uma dificuldade financeira, é uma dificuldade arquitetônica. Se nós pensarmos nos tantos centros espíritas que existem pelo Brasil e pelo mundo afora, muitas vezes são casas antigas, arquiteturas antigas, que não é tão simples derrubar tudo e fazer de novo. Então o que a gente sempre pensa é conhecendo a legislação,
m pelo Brasil e pelo mundo afora, muitas vezes são casas antigas, arquiteturas antigas, que não é tão simples derrubar tudo e fazer de novo. Então o que a gente sempre pensa é conhecendo a legislação, minimizar tanto quanto possível as barreiras de acesso, porque a lei fala do acesso. A inclusão, como nós conversamos, é uma questão moral e aí então é o toque no coração de cada um. Então, de um lado, nós temos o Estatuto da Criança do Adolescente, Estatuto do Idoso, Estatuto da Pessoa com deficiência e do lado do evangelho. Aí nós conseguimos cumprir bem todo esse acervo para fazer com que as instituições entendam o seu papel, porque do contrário, nós ficaremos apenas ali na tentativa de divulgar a doutrina espírita, de reformar o nosso mundo como nós queremos, mas sem o esforço das instituições para se tornarem acessível, acessíveis, né? Porque o trabalho é divulgar a doutrina espírita. E nós do espiritismo.net, nós temos uma campanha chamada Espiritismo para Todos. Ele é um trabalho que que nós desenvolvemos e nós estamos desenvolvendo e procurando também esclarecer as instituições para que o espiritismo não chegue através do meio virtual apenas para alcançar as pessoas que vivem num espaço distante, mas também para alcançar as pessoas que não conseguem ter acesso a uma instituição. E aí então é necessário que seja através de uma adaptação física, seja através de um acesso virtual, fazer com que a doutrina espírita chegue até essas pessoas, principalmente para aquelas que através de suas provas com limitações intelectuais, com limitações sensoriais, com limitações físicas, possam conhecer a mensagem da doutrina espírita. Então, para isso, é necessário que nós conheçamos quais são as obrigações, quais são os nossos deveres para poder respeitar o direito daquelas pessoas que precisam. Então, documentos, legislação e evangelho. Aí sim nós conseguimos cumprir esse trabalho. Verdade. Verdade. André, tem uma pergunta aqui que é da Joselita, também da Paraíba. Ela pergunta assim: "Bom, de fato são muitas
legislação e evangelho. Aí sim nós conseguimos cumprir esse trabalho. Verdade. Verdade. André, tem uma pergunta aqui que é da Joselita, também da Paraíba. Ela pergunta assim: "Bom, de fato são muitas coisas, muitos recursos, são muitas barreiras que a gente ainda precisa remover, né, da sociedade para que as pessoas, todas as pessoas tenham acesso." Mas ela pede assim, mas quais são os detalhes que são específicos para acessibilidade quando a gente tá se referindo a atividades virtuais? Que detalhes são esses que assim de modo geral você destacaria para quem tá nos acompanhando? Nós tivemos um evento muito difícil paraa humanidade recentemente, que foi exatamente a pandemia. E nós no espiritismo.net nós desde 1997, 1997, 96 esse trabalho vem se desenvolvendo no meio virtual. O que nós observamos na relação das instituições com a internet sempre foi muito preconceito, muitas eh muitos argumentos que diziam, por exemplo, que doutrina espírita ela deve ser vivenciada no centro espírita. Internet não é coisa paraa doutrina espírita. E aí nós tivemos a pandemia em que nós vivenciamos aquele duro isolamento social e a partir dali então nós do espiritismo.net já estávamos trabalhando virtualmente e aí tivemos oportunidade de ter contato com muitas federativas, com muitas instituições, com muitos trabalhadores para falar sobre a possibilidade do trabalho virtual. E aí então o que mais se disseminou naquela época, nós promovemos cursos para falar sobre isso, para divulgar um pouco da nossa experiência, principalmente na área de assistência fraterna, da assistência espiritual, porque o trabalho de estudos é muito muito tranquilo de fazer. Basta você ter uma página, basta você ter um canal, basta você falar sobre doutrina espírita. Mas no caso de assistência propriamente dita, ela sempre teve muita dificuldade de ser aceita pelas instituições. Infelizmente nós tivemos que aprender com a dor, percebendo que o centro espírita inativo era uma instituição inoperante no sentido de
a sempre teve muita dificuldade de ser aceita pelas instituições. Infelizmente nós tivemos que aprender com a dor, percebendo que o centro espírita inativo era uma instituição inoperante no sentido de minimizar a dor das pessoas. E aí então começaram esses trabalhos de assistência. Então, dos detalhes que nós observamos, o primeiro é a quebra do preconceito, mostrando que doutrina espírita ela não é o igrejismo para ser vivida dentro de igreja, ela é uma mensagem que precisa ser divulgada. Claro que as aglomerações, juntar as pessoas para falar sobre isso, trocar as suas experiências é muito importante. Mas dentro da ideia de espiritismo para todos, a pergunta fica: "E para aqueles que não conseguem, significa que só os privilegiados podem ter acesso à doutrina espírita?" Então o meio virtual ele é uma porta aberta para acesso a todas as pessoas, a tudo aquilo que a doutrina espírita tem para oferecer, especialmente no momento de maior dificuldade, porque esclarecer é fácil, acolher é muito difícil e o acolhimento à distância, ele funciona. Ele funciona, ele minimiza as dores, ele traz amizades, ele traz afeto, ele traz transformações. Então, principalmente ali uma organização para que todas as instituições possam fazer isso. Hoje nós vemos uma facilidade muito grande de instituições postando mensagens, eh, divulgando trabalhos nas redes sociais. Por que não fazer um trabalho nas redes sociais? Por que não criar grupos virtuais que seriam braços das instituições para falar sobre doutrina espírita, para poder levar a doutrina espírita até essas pessoas? Então a pandemia ela trouxe para nós, infelizmente, através da dor, um aprendizado, mas foi um aprendizado positivo, porque hoje nós vemos a doutrina espírita sendo difundida em canais diversos e hoje nós vemos tantas e tantas instituições que não tinham esse trabalho, mas aprenderam a fazer. Só que ainda tem muita coisa que pode ser oferecida, porque levar o estudo doutrinário é importante, mas fazer com que a doutrina espírita de fato chegue
tinham esse trabalho, mas aprenderam a fazer. Só que ainda tem muita coisa que pode ser oferecida, porque levar o estudo doutrinário é importante, mas fazer com que a doutrina espírita de fato chegue até essas pessoas, principalmente no momento em que elas mais precisam, é fundamental. Então, é a capacitação dos trabalhadores, é a instituição eh organizar os seus percursos tecnológicos, é a organização de adaptação desses trabalhos para o meio virtual e aí tudo consegue alcançar. Porque é da mesma forma que a doutrina espírita acontece dentro do centro espírita, é a acessibilidade física, é acessibilidade pedagógica e a mudança atitudinal. no meio virtual não é diferente. E é muito importante pensar que hoje nós temos, por exemplo, muitos médiuns, muitos trabalhadores que atingindo uma determinada idade, muitas vezes tendo ali uma limitação, ele não consegue até o Santo Espírito. Basta nós observarmos o nosso querido e saudoso Divaldo, que recentemente desencarnou, que ele passou a atuar intensamente na internet depois dessa dificuldade de ficar se mobilizando, viajando e tudo mais. Então ele foi um grande divulgador e se eu não tivesse internet, ele ficaria restrito ao centro, na região onde ele mora e ninguém mais teria o o o privilégio, o prazer de ter contato com o conhecimento que ele divulgava. Então é importante a gente fazer com que a casa estúr se organize, se capacite, tenha essa consciência de que ela não tá simplesmente falando pela internet, ela tá conversando com pessoas que muitas vezes não t acesso à instituição e elas precisam ouvir a mensagem e precisam se sentir acolhidas, tocadas no coração para conhecer a doutrina espírita e continuar vivenciando aquilo que a doutrina espírita tem para oferecer. Excelente. Eu acho que essas suas reflexões são muito muito importantes, né? E quando a gente tá falando de inclusão, a gente tá falando de algo que deve ser para todos, né? E a gente vai ter, por exemplo, né, uma população cada vez mais idosa e que fica difícil esse
ntes, né? E quando a gente tá falando de inclusão, a gente tá falando de algo que deve ser para todos, né? E a gente vai ter, por exemplo, né, uma população cada vez mais idosa e que fica difícil esse deslocamento até a casa espírita por várias razões, né, inclusive pela mobilidade física também. E aí, por que não, né, nos valermos das tecnologias que nós temos a a nosso favor de uma maneira edificante, né? Então assim, a gente deve evitar realmente os preconceitos, porque todo e qualquer preconceito é muito difícil, é muito complicado, né? Ele já tá dizendo, é um preconceito, não é um conceito válido, é algo que você constrói às vezes sem ter experimentado. Eu concordo com coração, né? É, são essas que a gente vai criando, faz. Ah, não serve isso, não serve. Como eu sei que não serve, né? Eu preciso buscar fazer o melhor uso daquele instrumento, daquele recurso, né, para os objetivos esclarecedores que a doutrina tem. Tem uma outra pergunta aqui, André, que é assim: além na sua opinião, né, além da interpretação em Libras, aumento da fonte, audiodescrição para pessoas com deficiência visual, que outros cuidados eh importantes que a gente tenha no evento virtual, né? Algum cuidado na hora de fazer uma transmissão que você já tem conhecimento pela sua experiência. inclusive de que é preciso cuidar disso, é preciso cuidar de tal coisa, que pudesse vir uma dica agora para aqueles que estão fazendo uso, né, da virtualidade para levar a mensagem espírita. Certamente também além desses recursos, claro que legenda é muito importante, então são recursos técnicos de ter o intérprete, ter a audiodescrição, ter legendas e tudo mais, mas a a atitudinal é a mais importante, fazer com que as pessoas que organizam o evento, elas saibam que elas não estão falando para uma câmera e através do microfone, mas elas estão falando com pessoas. O nosso trabalho, principalmente dentro dessa área da assistência paterna, aprendeu a não olhar paraa tecnologia como sendo eh o seu meio de comunicação, como sendo
mas elas estão falando com pessoas. O nosso trabalho, principalmente dentro dessa área da assistência paterna, aprendeu a não olhar paraa tecnologia como sendo eh o seu meio de comunicação, como sendo apenas recursos, mas principalmente tendo consciência, mas é uma consciência plena e convicta de que o outro lado tem uma pessoa. Então, a atitude de fazer com que os trabalhos sejam adaptados, fazer com que os trabalhos sejam direcionados para essas pessoas, isso muda, muda completamente. É o ânimo com que as pessoas que organizam fazem o trabalho virtual. Algo importante, se um trabalho, por exemplo, é um trabalho que tem inscrição, que tem possibilidade de fazer uma pesquisa de opinião, coloquem formulários, perguntem paraas pessoas quem vocês são, de onde vocês são, do que vocês precisam, o que nós podemos fazer por vocês. E aí a gente passa a conhecer. terminado um evento, faça uma pesquisa, preencha o nosso formulário, coloque um link no chat para poder conversar, para que as pessoas transmitam suas ideias. Nós tivemos recentemente, dentro desse nosso projeto de espiritismo para todos de divulgar um formulário que trazia muitas perguntas para dirigentes, para trabalhadores e para frequentadores. E o que nos veio como resultado foi bastante surpreendente, mostrando que as pessoas que muitos centros espíritas se identificam como centros que não têm frequentadores com deficiência. Mas a pergunta que fica é: essas pessoas não existem ou elas não conseguem frequentar? Quando quando uma pesquisa como essa é feita e as pessoas respondem, nós sabemos que as pessoas existem e não apenas existem, elas estão sedentas de o desejo de conhecer a doutrina espírita. Então é necessário que a gente tenha comunicação. Então a gente pode até fazer inicialmente com boa vontade, mas a boa vontade não é o suficiente. É necessário que nós nos capacitemos para isso. É necessário que nós saibamos o que fazer, por fazer e para quem fazer. E isso depende da comunicação. Então, comuniquem-se com os
e não é o suficiente. É necessário que nós nos capacitemos para isso. É necessário que nós saibamos o que fazer, por fazer e para quem fazer. E isso depende da comunicação. Então, comuniquem-se com os frequentadores, perguntem se tem familiares que não podem ter acesso, usem as redes para se comunicar com o público e a partir daquela amragem que vai aparecendo, já é possível fazer um evento muito mais direcionado para esse público. Da mesma forma que acontece no evento presencial, quando tem a inscrição, coloca no formulário, você tem alguma necessidade? A partir da resposta que chega, os organizadores já podem dizer: "Olha, coloquem trabalhadores específicos para fazer aquele trabalho, para esperar aquelas pessoas, um espaço no auditório, recurso tecnológico, tudo isso é muito importante." Então, principalmente comunicação para saber exatamente a melhor forma de fazer. Eu acho que esse é o a dica mais importante pra gente poder entender o mundo que nós vivemos hoje. Porque o fato, mais uma vez de um centro espírita não ter frequentador com deficiência não significa que na casa do lado não tem alguém com deficiência, significa que ele pode não ter acesso ao seu Santo Espírito. Então, o evento virtual é a mesma coisa. O que nós podemos fazer? Eu fico super feliz de ouvir essa sua resposta, né? que ela aponta alguns detalhes bem importantes. E aí eu fico feliz por quê? Porque este programa Diálogos Inclusivos, ele existe hoje porque nós fizemos esse processo, esse movimento que você aconselha a ser feito, né? Perguntar ao público para o qual ele se dirige o que que eles precisam. E aí nós fizemos essas perguntas, né, várias, mas uma das principais perguntas quando a gente conversou com os frequentadores e também trabalhadores e também dirigentes de casas espíritas, começamos com essa esse apanhado no Nordeste a partir de uma necessidade muito nossa mesmo do Nordeste naquele momento de que estávamos, por exemplo, a estávamos aqui na Paraíba buscando fazer um trabalho e
mos com essa esse apanhado no Nordeste a partir de uma necessidade muito nossa mesmo do Nordeste naquele momento de que estávamos, por exemplo, a estávamos aqui na Paraíba buscando fazer um trabalho e aí a gente sempre se unia a Sônia, que tá lá em Alagoas, mas também a gente precisava muito da ajuda do pessoal que tá em Pernambuco e aí a gente também buscava ajuda de quem tava lá no Rio Grande do Norte. E aí depois a gente viu que a gente precisava unir forças e nos ajudar mutuamente, né? Nesse processo, a gente perguntando pro grupo quais eram as maiores carências. Então, esses frequentadores, trabalhadores e dirigentes apontaram como uma delas uma das principais carências informação e formação. Então, estamos nós aqui. diálogos inclusivos nasceu do desejo de oferecer subsídios a quem disse que precisava deles, a quem estava carente, né, desses conteúdos, desses dados, dessas informações, dessas fontes, dessas discussões que a gente tá promovendo aqui. Então, quando eu vejo você dizer, por que não começar consultando o público para o qual a gente se dirige sobre o que eles querem, né? Então, eles falaram, né? E entre esses eles todos, várias pessoas com deficiência estavam lá presentes, né, nas nossas nossos encontros. Então assim, isso nos dá, né, o indicativo de que a gente tá trilhando um caminho interessante, né, um caminho que de fato pode responder às necessidades do público que a gente deseja alcançar. Sandra, só um comentário para para a isso que você trouxe também. Eh, nós temos boas vontades, eu falo boas vontades em vários sentidos, né? Porque eh eu costumo conversar bastante nos meus grupos de estudos, no meu grupo de trabalho, que existe uma diferença muito grande, por exemplo, eu como homem, eh, escrever um artigo sobre aquilo que é bom para as mulheres ou uma pessoa que é de uma etimia branca, falar sobre as necessidades de uma pessoa que é de uma etimia negra, de uma pessoa que não tem deficiência, falar sobre a vida de uma pessoa que tem deficiência.
uma pessoa que é de uma etimia branca, falar sobre as necessidades de uma pessoa que é de uma etimia negra, de uma pessoa que não tem deficiência, falar sobre a vida de uma pessoa que tem deficiência. E vai ser completamente diferente o dia que a mulher escreveu seu artigo, o dia que aquela pessoa de ATMR escrever seu artigo e o dia que uma pessoa com deficiência poder falar sobre a sua necessidade. Porque a nossa boa vontade, a gente quer acolher bem, mas nós não temos a vivência. E somente através da vivência é possível você falar com conhecimento de causa, porque a boa vontade ela não é o suficiente, né? como diz o ditado, de boa vontade, o inferno tá cheio. É necessário que nós tenhamos competência para fazer as coisas. E para, nesse caso, do acolhimento de pessoas que têm deficiências, que t limitações, é necessário perguntar para elas do que que elas precisam. Do contrário, nós vamos fazer do jeito que nós achamos que é e mesmo com boa vontade, ele não vai ser o suficiente. Agora, quando alguém disser: "Olha, eu preciso disso". E quando nós estudamos esse universo de deficiências, nós temos casos que nós nem imaginamos que existem. Nós temos casos que são complexos, que são difíceis, espíritos que estão vivenciando as suas provas mais difíceis, mais exigentes, somente através do acolhimento e do amor ao próximo, elas podem ser atendidas. Mas para isso tem que perguntar para ela: "O que que eu posso fazer por você?" E daí então a comunicação é fundamental, sem dúvida alguma. É por isso que a gente tem uma frequência de convidados nesse programa que são pessoas com autficiência, né, que possuem esse lugar de fala, né, e representação. Bom, eu não tinha dito, não tinha comentado que nessa pergunta última que a gente fez foi o Osbley também lá da Federação Espírita de Pernambuco que mandou. Mas a pergunta agora são duas perguntas que vieram da Diana Tolediro do Rio de Janeiro. A Diana pergunta: "Como proceder em reuniões virtuais em que tem surdos presentes? Na sua
Pernambuco que mandou. Mas a pergunta agora são duas perguntas que vieram da Diana Tolediro do Rio de Janeiro. A Diana pergunta: "Como proceder em reuniões virtuais em que tem surdos presentes? Na sua opinião, só a presença de um intérprete resolveria?" E a outra, ela faz uma pergunta semelhante, só que ela tá perguntando em relação a pessoas com eh baixa visão ou cegueira. No caso, a mesma coisa. que estratégias numa, por exemplo, evangelização, né? Uma primeira pergunta em relação e surge se o intérprete na sua opinião é suficiente para gerar essa acessibilidade? E na pergunta da evangelização com crianças, né, com deficiência visual, que cuidados, estratégias seriam mais pertinentes? Obrigado, Diana. Eh, hoje nós temos muitos recursos tecnológicos que facilitam o acesso a informações, a participação de eventos. Nós temos hoje, por exemplo, programas como Google Meet que tem legenda embutida, bastando apenas fazer a ativação e a configuração do idioma. Ele vai fazendo ali a transcrição automática. Nós temos o YouTube também, que é esse canal de divulgação, essa plataforma que também tem recurso de divulgação. No caso da parte visual, é muito importante, nesse caso, fazer uma adaptação na audiodescrição. A melhor forma da gente aprender dentro da doutrina espírita como acolher jovens, como acolher pessoas, é indo numa escola que tem educação especial. Ali nós teremos professores que eles vão trabalhar com alunos muitas vezes em que aquele aluno tem uma necessidade específica e os professores vão trabalhar especificamente com ele. Nem sempre ele consegue se comunicar, interagir com a sala de aula, nem sempre ele consegue estar num ambiente aberto. O trabalho é feito individual. É um trabalho difícil? Sim, é difícil, mas é necessário, porque trabalhos fáceis não exigem de nós nenhum esforço e também o resultado é pouco. Mas quando é um trabalho exigente, nós nos dedicamos, o resultado é muito maior. Então, seja ele para pessoas que têm deficiência visual ou pessoas que têm deficiência auditiva,
m o resultado é pouco. Mas quando é um trabalho exigente, nós nos dedicamos, o resultado é muito maior. Então, seja ele para pessoas que têm deficiência visual ou pessoas que têm deficiência auditiva, é uma questão de adaptação da tecnologia e de ajustes para aquilo que for possível. Convidar, por exemplo, familiares para estarem juntos, no caso de uma pessoa com deficiência. fazer com que alguém do lado possa fazer a descrição daquilo que tá sendo falado, mas que também aqueles que são os divulgadores tenham consciência de que aquela pessoa está ali e não simplesmente por acidente. Eu faço uma divulgação geral e o o familiar tenta correr atrás daquilo que tá sendo falado para acompanhar o que tá sendo dito. É necessário que os dos os dos os evangelizadores, os divulgadores saibam que precisa de um tempo maior, precisa de uma pausa na fala, precisa de uma adaptação de material para que tudo possa ser acompanhado. É daí, então, mais uma vez, como nós conversamos anteriormente, a parte da comunicação para saber o que que é preciso fazer, como é possível fazer esse trabalho. No caso, por exemplo, nós temos nas nossas atividades do espiritismo.net O evangelho no Lar online tem uma atividade que faz parte da nossa área de assistência fraterna, que é de fato um evangelho no lar online. E ali as pessoas que se identificam, por exemplo, como deficiências visuais, deficiências auditivas, elas estão ali presentes e as pessoas que coordenam sabem que elas estão ali. E daí então vem aquela parte lá do início, a acessibilidade. Eu dou o recurso, ele aperta alguns botões e ele entra online. Mas vem a parte da inclusão, saber que ela está ali presente e saber que aquilo que tá sendo dito está sendo assimilado, compreendido por ela. Isso é muito importante. Então, fazer os ajustes e fazer as adaptação das as adaptações das atividades. Eu acho que essa é a melhor forma de fazer com que a família se sinta integrada. E é difícil também, porque nós encontramos muitas famílias em que uma pessoa quer conhecer a
adaptações das atividades. Eu acho que essa é a melhor forma de fazer com que a família se sinta integrada. E é difícil também, porque nós encontramos muitas famílias em que uma pessoa quer conhecer a doutrina espírita, mas a família segue uma outra filosofia, conversar, o que que é possível fazer. Muitas vezes nós temos ali horários especiais, nós temos ali atividades especiais dirigidas para uma pessoa que seja para uma pessoa. É a doutrina espírita que chega até ela. Nós estamos acostumados a trabalhar com volumes. Nós gostamos de casa cheia. Nós gostamos de estatísticas, de pensar, por exemplo, que naquele naquele centro espírita, nós tivemos uma atividade com 300 pessoas, horário nobre. Mas muitas vezes nós vamos trabalhar com duas pessoas e essas duas pessoas são pessoas muito especiais que precisam de atenção, precisam de acesso. E o centro espírita precisa prestar atenção nisso para fazer com que o espiritismo chegue para todos, nem que seja para uma pessoa. Porque lembra, né, que Jesus disse que onde um, dois ou mais estiver reunidos em seu nome, lá ele estará. que seja o evangelizador e uma criança. O trabalho vai ser direcionado para ela e Jesus vai estar presente abraçando e aplaudindo o esforço que é feito pela instituição, pelo grupo. Verdade, né? Jesus não colocou lá enquanto 2000 ou 3.000 tiver reunido meu nome, não. Por eh eu tô fazendo isso, dizendo dessa brincadeira, porque assim, às vezes a gente vai falar, por exemplo, olha, vai ter tal evento, não tem tal palestra, não tem tal reunião, tem tal curso. E aí a gente pergunta, e como é que a gente faz com a pessoa surda que quer participar? E a pessoa diz assim pra gente: "Mas só é um surdo, mas não importa. É isso que você falou. Se fosse 20 seria melhor, né? Tem um. É, só tem um. Então as pessoas acham que por ter um apenas não é para ser feito nada. Mas eu vou fazer esse esforço todo por um. Então eu acho que essa reflexão que você faz em relação é é para aquele ser humano que tá ali. Não importa se é
por ter um apenas não é para ser feito nada. Mas eu vou fazer esse esforço todo por um. Então eu acho que essa reflexão que você faz em relação é é para aquele ser humano que tá ali. Não importa se é um, se é 1 milhão, é para ele. Acho que as duas perguntas que vem agora, que são da Verônica, que é interérprete, né, tem bem a ver com isso. Ela fala na primeira questão assim de que ela enxerga ainda muitos desafios em relação a esse processo de inclusão e acessibilidade. E de verdade, ela tá fazendo um recorte agora em relação às pessoas surdas. Ela acha que os desafios são um pouco maiores porque acabam por exigir, né, a presença de um outro profissional, no caso do intérprete de Libras. Então isso gera impactos, né, grandes na compreensão das pessoas de que parece que para as pessoas isso, mas quantos turnos elas perguntam, mas quantos turnos estão assistindo? Mas quantos turnos vão estar presente? Então, acaba que a desvalorização do sujeito que tá ali acaba sendo eh nítida. Então, ela fala que enxerga ainda muitos desafios. E queria saber se você também enxerga assim. E a pergunta segunda dela é em relação à questão da Libras. Como é que você vê a Libras hoje nesse dentro desse tema que é acessibilidade e inclusão? Eh, conversando com amigos de federações, nós fomos informados que eh as casas espíritas têm uma grande dificuldade de manter um profissional ali presente ou de ter um voluntário formado para auxiliar na divulgação da doutrina. Exatamente por isso, porque é um trabalho que demanda, Andreia tá aí como testemunha nossa, o tempo que demora paraa formação de um intérprete. E uma casa espírita, ela precisa investir recursos e aí então ela tem que fazer por prioridades. Não que haja má vontade dos dirigentes, mas ou a gente compra material para aquelas crianças ou contrata o intérprete para um surdo. Então, realmente é um desafio que precisa ser conversado. Não há julgamentos. Nós não podemos dizer quem tá certo, quem tá errado. Cada instituição sabe das suas necessidades,
ntérprete para um surdo. Então, realmente é um desafio que precisa ser conversado. Não há julgamentos. Nós não podemos dizer quem tá certo, quem tá errado. Cada instituição sabe das suas necessidades, sabe dos seus compromissos e também dos seus desafios. Então, hoje, eh, fizeram fizeram grupos dentro de federações para formação de voluntários, para que esses voluntários pudessem ir até as casas espíritas, oferecer esse tipo de serviço para que em determinados eventos, infelizmente não pode ser em todas as sessões, em todas as reuniões, mas são eventos, vamos considerar eventos especiais. é possível que esses voluntários estejam ali presentes, mas infelizmente o próprio curso de formação, por ser exigente como é, faz com que as pessoas, pelas demandas, pelas correrias do dia a dia, e também não há julgamento para aqueles que tentam iniciar, mas não conseguem terminar, e fica muito complicado. E contratar um profissional para ser intérprete é uma despesa muito grande para o centro espírito. Então, como todo voluntário, como um voluntário médium, como voluntário palestrante, como voluntário da assistência social, ele depende muito da sua disponibilidade. Então, na verdade é as casas espíritas tentando fazer o melhor que puderam. No início a gente conversava que embora a legislação hoje exija que as instituições que tenham espaços públicos sejam adaptadas fisicamente para acolher essas pessoas, infelizmente nós não temos condições de cobrir tudo aquilo que é exigido. Então a ideia é minimizemos tanto quanto possível essas barreiras. No caso de um trabalho de divulgação, seja para pessoas com deficiência auditiva, pessoas que são cegas, que tm deficiência visual, baixa visão, mobilidade, procuremos os melhores recursos possíveis, porque nós sabemos que os trabalhos são difíceis, nós sabemos dos desafios das instituições de se manterem ativas como se não bastassem os próprios desafios humanos, que já é difícil da convivência, das relações, das opiniões. então fazer o que é possível fazer. Se
desafios das instituições de se manterem ativas como se não bastassem os próprios desafios humanos, que já é difícil da convivência, das relações, das opiniões. então fazer o que é possível fazer. Se aquilo não é possível hoje, tentemos da melhor forma, façamos a divulgação. E algo que é bem interessante, que eu aprendi também em contato com eh o estudo das deficiências é que a Libra ela pode ser a única linguagem que uma pessoa conhece e ela foi alfabetizada através de Libras. Então ela pode não saber ler. Muitas vezes a Libra, a pessoa é surda, mas ela não consegue enxergar. E aí tem uma Libras especiais, uma um método de libras especiais que é o método tátil, que também é desafiador. Então nós temos ali no universo das deficiências desafios dos mais diversos. Então o que a gente fala é é sempre a melhor boa vontade possível para tentar minimizar e trabalhar para fazer isso sempre que possível. Se não é possível ter um profissional sempre, que seja um evento ao ano, dois eventos ao ano e contrate uma pessoa, peça o voluntário para que naquele evento possa ser acolhida uma pessoa com deficiência, porque não é não é fácil lidar com tudo isso. O mundo da deficiência é um mundo muito caro de pensar, por exemplo, em cadeiras de rodas que são caríssimas, pessoas que não tem acesso, eh, equipamentos eletrônicos, intérpretes, assistentes, cuidadores, é tudo muito caro. E com centro espírita não é diferente. Então, façam aquilo que é possível fazer. Façam com amor no coração. Se não é possível fazer tanto como gostaria, faça o mínimo que for possível. Se não for possível também, orem por aqueles que tentam fazer, que já é o suficiente também. Pois é, mas abrir o coração para esse desejo de fazer já é um primeiro passo, né? Já deixa a prece mais perfumada. Pois é, com certeza. Bom, duas perguntas agora pra gente concluir e são perguntas que eu estou fazendo para você, né? Uma delas é uma coisa que me preocupa, que vez por outra eu vejo que as pessoas imaginam que o uso, né, da das das redes
as agora pra gente concluir e são perguntas que eu estou fazendo para você, né? Uma delas é uma coisa que me preocupa, que vez por outra eu vejo que as pessoas imaginam que o uso, né, da das das redes sociais e sobretudo do do meio virtual é simplesmente um outro recurso onde a gente pode fazer a mesma coisa que a gente faz no presencial. E eu penso que a gente precisa ter algumas cautelas, a gente precisa ter alguns cuidados, né, principalmente em relação ao tempo. Hoje se fala muito da da exposição à tela, né? Tanto é que tem pesquisas demonstrando o quanto isso é prejudicial quando se começa essa exposição desde a infância. Existe recomendações inclusive da Organização Mundial de Saúde em relação a você adiar cada vez mais essa exposição de uma criança pequena há tanto tempo, né, com tela. E a gente sabe, por experiência mesmo, que muitas vezes nós diante de uma tela, eh, cansamos quando estamos fazendo um trabalho que, se, de fato estivéssemos fazendo ele num plano mais físico e não virtual, a gente cansaria de maneira mais demorada, né? Por exemplo, ler, né? Para mim e para muita gente, né? Ler é algo que que é bem cansativo por meio das telas. Então, naturalmente existe um desgaste na atenção, na concentração, inclusive, né, organicamente falando da visão e etc. Qual seria assim na sua opinião, pela experiência que você já traz com espiritismo.net, como você bem colocou, vocês começaram a viver essa experiência bem antes, quando nem o movimento espírita tava abraçando a ideia de fazer as coisas virtualmente, vocês já estão acumulando aí uma certa experiência nesse campo. Que recomendação você faz em relação assim a o uso, né, do do dos canais virtuais para palestras, para atendimento fraterno, para reuniões, para cursos. Como é que você vê isso, esse tempo de exposição? Porque inclusive quando a gente foi pensar esse programa, a gente pensou muito nisso e a gente disse: "Não, não quero nada que ia ser uma hora pelo menos". Porque a gente quer as pessoas usufruindo, né? e não quer as pessoas
a gente foi pensar esse programa, a gente pensou muito nisso e a gente disse: "Não, não quero nada que ia ser uma hora pelo menos". Porque a gente quer as pessoas usufruindo, né? e não quer as pessoas ali se cansando, a gente quer que elas estejam de verdade concentradas. O que é que você tenha nos dizer assim como uma contribuição para ajudar a quem tá fazendo esse movimento e usando a internet a em favor da divulgação da doutrina? É possível, Sandra, fazer uma uma mistura de atividades. Então, é possível lançar gotas de conhecimento através de pequenos vídeos, de pequenos áudios. Existem trabalhos que exigem um pouco mais de tempo. Então, tem trabalhos que tem um tempo maior, atividades de 1 hora, 1 hora meia, até mesmo 2 horas. Então, é necessário que as instituições pensem nessa variedade de de programas que são lançados e da mesma forma que o público também saiba escolher, saiba fazer essa dosagem. Porque às vezes o conhecimento que é transmitido pela doutrina espírita, ele exige uma elaboração, ele exige um estudo, ele exige tempo para poder dialogar, para poder refletir. E não basta apenas ficar lançando pequenos pequenos textos, pequenas mensagens. Então, é necessário que haja a possibilidade de fazer a divulgação de um lado e, por outro lado, fazer também um trabalho que é mais profundo, um trabalho mais abrangente, da mesma forma que acontece no centro espírita. E hoje, não apenas com relação às deficiências, mas nós falamos em limitações. E hoje nós temos limitações sociais. As pessoas que trabalham demais, o horário muitas vezes não é compatível com as atividades do centro espírita, então elas precisam encontrar um horário viável. E algo no nosso trabalho que deu muito certo, porque o nosso evangelho no lar, ele acontece todos os dias e há alguns dias em que nós temos dois horários diferentes. Então hoje nós temos talvez 12 ou 13 encontros semanais em horários diversos, exatamente para que possa cada público no Brasil ou fora do Brasil, já que o nosso trabalho é um trabalho
rios diferentes. Então hoje nós temos talvez 12 ou 13 encontros semanais em horários diversos, exatamente para que possa cada público no Brasil ou fora do Brasil, já que o nosso trabalho é um trabalho afronteiriço, né? Então nós não temos fronteiro. Então nós abrimos onde tiver brasileiro, onde alguém que fala português, que quer conhecer a doutrina espírita, tem acesso ao nosso trabalho. Então, eh, nós abrimos espaço e algo bastante curioso que aconteceu, nós abrimos uma reunião do Evangelho às 6 horas da manhã e pessoas participam nesse horário antes de ir pro trabalho. Então, quer dizer, são é um horário de meia hora, 1 hora, a pessoa participa quanto ela pode, mas eh não pode também haver prejuízo para o trabalho em si, que exige uma elaboração maior. Então, é possível fazer, olha, nós teremos uma atividade de 1 hora, de 1 hora meia, mas também temos um estudo de meia hora, temos aquele vídeo, aquele aqueles pequenos cortes que são feitos de 5 minutos, 10 minutos para falar sobre alguma coisa da doutrina espírita. Então é necessário fazer o quê? Fazer uma uma organização para quais atividades existem em determinado tempo. Hoje nós estamos acostumado com a marca cabalística de uma hora. Tudo hoje dura 1 hora. Então tem tem atividades que uma hora é suficiente, outras meia hora basta, mas outras 2 horas. Nós não temos congressos, por exemplo, que duram o dia todo, muitas vezes qu dias no feriado longo. Então, cada atividade tem a sua característica, cada cada atividade tem a sua necessidade em termos de tempo para oferecer aquele conteúdo. Então, cabe ali aquela organização entre dirigentes do trabalho, coordenadores do trabalho e o público frequentador, sempre com bom senso, sempre com com interesse em conhecer a doutrina espírita. se há aquele acesso, aquele excesso, desculpem, de de excesso de acesso ao meio virtual, que eh haja educação também tecnológica para saber fazer o bom uso e priorizar aquilo que é importante. Se eu passo 5 horas na rede social, passe uma hora porque depois
esso de acesso ao meio virtual, que eh haja educação também tecnológica para saber fazer o bom uso e priorizar aquilo que é importante. Se eu passo 5 horas na rede social, passe uma hora porque depois você vai ter uma atividade. Então, quer dizer, acaba sem a programação. Eu acho que é o bom senso e também ali a possibilidade das instituições oferecerem esses espaços, oferecerem esses horários, oferecerem esses tipos de programas para que todos possam acessar dentro da sua possibilidade. Então, quer dizer, tem espaço para todo mundo. Basta apenas que a gente abra, que a gente abra esse espaço que o público vai aparecer aí. E o nosso tempo tá chegando ao fim, falando em tempo. Foi tão gostoso, né, esse bate-papo, mas ele já tá se encerrando. Eu queria aproveitar agora, antes da gente fazer as nossas despedidas, pedir para você falar um pouco mais do espiritismo.net e aí também divulgar pro público que tá acompanhando quais as possibilidades de participação que eles têm, né, nos diversos programas, na proposta que vocês têm. Fala assim um pouco eh básico dela, porque tem gente que talvez não conheça, mas tem gente que já conhece, já acompanha. Então, aproveite para divulgar um pouco aí dos trabalhos que o espiritismo.net tem a oferecer para nosso a gente vai orar para as pessoas que não conhecem ainda para que elas tenham um bom lugar no, no mundo espiritual, porque eu deveria conhecer. Mas vamos lá, né? O nosso trabalho, ele é uma inspiração do plano espiritual eh de um grupo orientado por Caibar Schuter. O Caibar ele foi conhe ele é conhecido hoje como desbravador, como bandeirante do espiritismo, porque na década de 1920, 1930, ele que nasceu um ano antes de Kardecenar. E então ele foi pro interior de São Paulo e ele criou veículos de comunicação para jornais de Clarim, a revista internacional do Espiritismo, para falar de Espiritismo à distância. E aí então nós recebemos essa orientação, um grupo que acabou se juntando, começamos a ter orientação direta de Caibá para falar um pouquinho
nal do Espiritismo, para falar de Espiritismo à distância. E aí então nós recebemos essa orientação, um grupo que acabou se juntando, começamos a ter orientação direta de Caibá para falar um pouquinho sobre o nosso trabalho e hoje ele é o dirigente, por isso associação espírita Caibachupa. Esse trabalho ele começou com grupos de estudo, depois ele passou para um grupo de de preces, um grupo de atendimento fraterno. E aí então começou a se organizar, começou a crescer até se tornar uma instituição, uma pessoa jurídica, um centro espírita que atua no meio virtual. A nossa sede fica no Rio de Janeiro, a nossa séde física fica no Rio de Janeiro, mas nós temos trabalhadores em várias partes do Brasil e do mundo que atuam com compartilhando esforços e conhecimento através do meios virtual. E aí, então a organização, nós temos hoje três áreas distintas, né? uma área de estudos, uma área de assistência fraterna e uma área de divulgação da doutrina espírita. Hoje nós contamos com mais de 150 colaboradores que são ativos nessas áreas. Então, nós temos evangelização, temos grupo de divulgação de obras de André Luiz, de eh de Kardec, de outros espíritos. Nós temos também a evangelização dirigida para crianças, para adolescentes, para jovens, para evangelizadores, paraa família. dentro da área de assistência, que é uma área bastante ativa a nossa, temos o atendimento fraterno, temos o grupo de preces que faz vibração à distância, nós temos o grupo do evangelho no lar online. Então nós procuramos, com exceção do trabalho mediúnico, que é um trabalho bastante delicado, com exceção dessa atividade, nós procuramos abrir nas nossas frentes todas as atividades possíveis que possam ser realizadas no centro escudo, né? Então, hoje nós temos um público grande, um número muito grande de pessoas que procuram o nosso trabalho, procuram a nossa orientação, fazendo com que estejamos o tempo todo ativos. Então, o nosso trabalho ele exige já existe já esse tempo todo. Nós faremos agora em 2027 eh 30 anos de
am o nosso trabalho, procuram a nossa orientação, fazendo com que estejamos o tempo todo ativos. Então, o nosso trabalho ele exige já existe já esse tempo todo. Nós faremos agora em 2027 eh 30 anos de atividade no meio virtual. Então isso nos dá uma uma experiência bastante grande de perceber a evolução da tecnologia, todos os recursos que foram surgindo. Hoje nós falamos pelo YouTube, hoje nós falamos através de grupos virtuais e de repente daqui 10 anos sabe-se lá qual é a tecnologia que vai aparecer. Hoje nós temos a inteligência artificial, que também vem sendo aplicada no nosso trabalho, na organização de conteúdo, na produção de material, audiovisual, tudo isso então facilita muito, fazendo com que cada vez mais nós consigamos fazer com que a doutrina espírita alcance todas as pessoas. Até mesmo hoje, por exemplo, foi divulgado um uma estatística pelo IBGE desse último senso de 2022 a respeito das religiões e mostra que o espiritismo se encontra eh estável se comparado com 10 anos, com 12 anos no passado. Isso significa que nós temos que fazer um trabalho não para poder arregimentar prosélitos, né, como o Kardec dizia, para aumentar o número, mas para fazer com que a doutrina espírita fique mais presente no meio virtual ou no meio presencial para que as pessoas compreendam a importância do ensinamento no esclarecimento sobre a nossa realidade espiritual, sobre a importância da transformação do nosso mundo e dentro da possibilidade também abrir espaços para oferecer esses serviços. Porque a informação a gente encontra em qualquer lugar. Basta a gente colocar no buscador da internet, nós vamos encontrar um site, um artigo, uma revista. Agora, o trabalho de assistência proponamente vita, as casas espíritas precisam se organizar. Então esse é o ponto importante e o espiritismo.net tem essa disposição e nós temos lá no nosso site espiritismo.net nas nossas atividades todo ali o acesso aos nossos recursos e vai ser sempre um prazer receber ali vocês, poder oferecer um pouco do nosso
essa disposição e nós temos lá no nosso site espiritismo.net nas nossas atividades todo ali o acesso aos nossos recursos e vai ser sempre um prazer receber ali vocês, poder oferecer um pouco do nosso trabalho, um pouco do nosso carinho, porque tudo aquilo que a gente faz, é um esforço que a gente tem para poder manter esse trabalho e fazer com que ele cresça cada vez mais, ele é impregnado de muito amor. Então, é o que a gente pode oferecer para todos vocês e vai ser muito feliz, vai ser muito bom para nós poder auxiliar da melhor forma que pudermos. Que maravilha. Então, pessoas que estão aí nos acompanhando, procure espiritismo.net, se ainda não conhece, né? E da mesma forma, se alguém quiser ser um trabalhador, um voluntário do espiritismo.net, como é que faz? lá no nosso site mesmo, lá no final tem escrito seja, seja um voluntário e ali a gente vai então de acordo com a disponibilidade dos nossos trabalhos, porque às vezes nós recebemos pessoas que querem trabalhar, mas nem sempre nós temos ali o perfil que ela tem, a necessidade de uma experiência, de conhecimento, de atuação numa certa área, né? Mas a gente procura sempre dar atenção para todos que nos procuram, tá? Então, seram sempre todos muito bem-vindos. Ai, que maravilha. Então, agora que a gente chega nosso momento final, aí a gente vai ter que se despedir, né? Foi um prazer enorme estar com você, André, muito grande. Com certeza todos nós aqui que estamos acompanhando o programa, saímos bem diferente porque chegamos. Passamos agora eh a compreender esse universo das atividades virtuais com um pouco mais de sensibilidade, que eu acho que esse foi um ponto muito importante, que as pessoas não usem apenas a tecnologia pela tecnologia, o recurso pelo recurso, mas sobretudo entendendo que do outro lado tem uma pessoa, tem um ser humano que precisa ser considerado antes de qualquer coisa, né? Então agora você pode fazer aí suas considerações, deixar sua mensagem final, seu recado, né, para quem está nos acompanhando, né, e a
r humano que precisa ser considerado antes de qualquer coisa, né? Então agora você pode fazer aí suas considerações, deixar sua mensagem final, seu recado, né, para quem está nos acompanhando, né, e a gente já te agradece imensamente e espera contar com você em outras oportunidades. Obrigado, Sandra. Obrigado, Andreia, pela pela pelo apoio aqui para todos nós. É uma alegria muito grande de poder colaborar e, principalmente ampliar essa rede de pessoas dedicadas à acessibilidade à inclusão. O trabalho feito desse programa dos diálogos inclusivos. Todos os trabalhadores que por boa vontade procuram sempre se capacitar, procuram sempre conhecer esse universo e fazer com que a doutrina espírita fale esse idioma. Porque falar o idioma do mundo comum é muito fácil. Falar o idioma adaptado, falar o idioma transformado, que tem necessidades de recursos, de esforços de pessoas, é muito difícil. E quando nós vemos um grupo de pessoas e tantos grupos espalhados pelo Brasil e mundo afora dedicados a essa causa, só nos enche de alegria. Então eu fico muito feliz, fico à disposição. Foi um prazer poder falar um pouco do nosso trabalho e realmente esperando que tudo aquilo que nós conversamos possa sensibilizar, especialmente dirigentes e trabalhadores, porque somos nós, os porta-vozes, somos nós as mãos estendidas do mundo espiritual para levar a doutrina espírita e acolher aqueles que procuram esse conhecimento e procuram esse abraço. E junto ao público também procurem, frequentem, conversem com os dirigentes, falem de suas necessidades. Olha, eu vim aqui, eu gosto muito, mas eu preciso da ajuda para poder ter contato maior com a doutrina pública e tenho certeza que os dirigentes serão sensibilizados e os trabalhadores também. Obrigado Sandra. É um prazer, foi um prazer muito bom estar aqui com vocês. Agradecer também agora o sistema de comunicação Deus conosco. Agradecer a figura do Bel, tem nos dado muito apoio, muita ajuda, muita atenção. Agradecer a Sônia, que hoje tá aí na técnica com a
vocês. Agradecer também agora o sistema de comunicação Deus conosco. Agradecer a figura do Bel, tem nos dado muito apoio, muita ajuda, muita atenção. Agradecer a Sônia, que hoje tá aí na técnica com a gente, né, para manter esse programa aqui funcionando no ar. e agradecer a Andrea Beatriz, a intérprete de livros, que tá aqui conosco, que ficou essa uma hora conosco. A gente sabe o quanto trabalho é desgastante, o quanto exige esforço. Obrigada, viu, de coração, Andreia, pela tua ajuda, pela presença constante. Não é a primeira vez e certeza que não vai ser a última que a gente vai contar com o seu apoio. Obrigada a vocês que aí estiveram conosco, acompanharam esse programa inteiro e que se beneficiaram, mas que também construíram porque foram vocês que estão acompanhando o programa, que mandaram, né, perguntas pra gente. E é assim que ele funciona, né? O programa Diálogos Inclusivos é feito também com a participação de todo mundo. Acompanhe, participe e nos ajude a levar essa mensagem reflexiva, humana, crística, porque a inclusão é isso. Nosso. Muito obrigada. Uma boa noite para todo mundo. Fique com Deus. Tchau. Tchau. Sistema Deus conosco de comunicação espírita. Aqui você navega em ondas de luz. O sistema Deus Conosco de Comunicação Espírita apresentou Programa Diálogos Inclusivos. O próximo programa Diálogos Inclusivo será dia 26 de julho às 20 horas e terá como tema o uso das tecnologias assistivas em prol da inclusão. Teremos como convidada Ione Oliveira, mediador Osgídio, intérprete de Libras, Daisy Dulcine. Aguardamos todos vocês. Será dia 26 de julho às 20 horas. Você gostou do conteúdo que produzimos? A maior caridade que podemos fazer a doutrina espírita é a sua própria divulgação. Gostaria de participar? Então venha e se junte ao grupo de amigos do sistema Deus conosco de comunicação espírita. Ajude a manter esse trabalho de amor. Seja um colaborador. Você pode contribuir com qualquer valor. Basta escanear o QR code da tela. A sua colaboração é muito
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