DIÁLOGOS INCLUSIVOS: A INCLUSÃO DA PESSOA SURDOCEGA: O QUE A SOCIEDADE PRECISA SABER? CLAUDIA SOFIA

FEBtv Brasil 28/09/2025 (há 7 meses) 1:06:27 48 visualizações

DIÁLOGOS INCLUSIVOS: A INCLUSÃO DA PESSOA SURDOCEGA: O QUE A SOCIEDADE PRECISA SABER? - COM CLAUDIA SOFIA Bem-vindo ao Diálogos Inclusivos, um podcast feito para você! Todo mês, um convidado especial traz reflexões e trocas incríveis sobre inclusão, acessibilidade e diversidade. junte-se a nós neste bate-papo cheio de descontração e aprendizado! Curta, comente e compartilhe para levar essa mensagem ainda mais longe! #Inclusão #Acessibilidade #DeficiênciaVisual #Libras #TEA #Diversidad...

Transcrição

Caros ouvintes e internautas, sejam bem-vindos. Dentro de instantes, iniciaremos a nossa transmissão. O Sistema Deus Conosco de Comunicação Espírita em parceria com a Federação Espírita do Estado de Alagoas e com a Federação Espírita Paraibana apresentam programa Diálogos Inclusivos. No programa deste mês, o tema será a inclusão da pessoa surdocega. O que a sociedade precisa saber? Teremos como convidada Cláudia Sofia, mediador Elmo Costa, intérprete de Libras, Diana Toledo. Sejam todos bem-vindos. >> Olá, meus queridos amigos, minhas queridas amigas, irmãos e irmãs de todo esse Brasil. Muito boa noite. Nossas saudações fraternais. Nós estamos iniciando o programa Diálogos Inclusivos, promovido pelo Sistema de Comunicação Espírita Deus conosco, apoio da Federação Espírita do Estado de Alagoas e da Federação Espírita Paraibana. Nesta noite eu como mediador, Elmo Costa, trabalhador da Federação Espírita do Estado da Bahia, coordeno aqui na Bahia o setor Libras e espiritismo. Eu sou um homem de pele parda. Eu tenho 62 anos, portanto sou um homem já maduro, pele parda, cabelos e barba curtos, grisalhos. Estou usando óculos na cor, com armação na cor vermelha, um avermelhado assim, redondos os meus óculos. Tô usando uma camisa azul, uma camisa social azul. Atrás de mim, uma estante com vários livros dispostos, assim, são livros espíritas naturalmente e uma uma tela de TV, uma tela plana de TV. Muito bem. Eh, este nosso programa, ah, eu queria também apresentar a Diana, fazer a a claro, fazer a audiodescrição da Diana. Diana, mulher de pele branca e a nossa intérprete, está lá no Rio de Janeiro, uma mulher de pele branca, de cabelos negros, ela está usando uma uma blusa preta, óculos com uma armação bem discreta, não é? Eh, e é isso. E tá usando um fone de ouvido também ali. A Diana tá trabalhando conosco nesta noite. Eh, esse programa é, como vocês sabem, é um bate-papo. Ele tem um objetivo de disseminar o conhecimento e saberes, as práticas sobre inclusão e acessibilidade.

iana tá trabalhando conosco nesta noite. Eh, esse programa é, como vocês sabem, é um bate-papo. Ele tem um objetivo de disseminar o conhecimento e saberes, as práticas sobre inclusão e acessibilidade. de modo que todos vocês que nos acompanham possam adquirir um pouco mais de conhecimento, desenvolva ou aprimore eh essas competências inclusivas, não é? E quando nós falamos de um mundo inclusivo, na verdade nós estamos nos referindo a um mundo onde haja respeito, onde haja amor, onde haja fraternidade, onde todos nós nos olhemos como irmãos, baseados naquela premissa evangélica, naquele princípio evangélico de de que nós devemos nos amar uns aos outros, indistintamente, sem olhar para a condição de ninguém, mas apenas pelo fato de querer amar o nosso semelhante. Então esse é o propósito desse programa, de fomentar a discussão em torno desses temas que são ligados à inclusão e às acessibilidades. Nós acreditamos que assim estamos contribuindo para a construção da paz, né? a a para que esse mundo de regeneração que a gente tanto almeja, ele seja alcançado mais rapidamente. Então esse é o nosso papel aqui, é ajudar, é contribuir com a construção desse mundo melhor. Esses programas eles vão ao arbo, de cada mês, das 20 às 21 horas. E aí nós sempre convidamos alguém, um especialista, alguém que é ligado a essa área da inclusão e das acessibilidades para uma conversa aberta, uma conversa direta, uma conversa franca. Na verdade, é algo que a gente deixa sempre o convidado muito à vontade para que ele possa expor as suas ideias de maneira clara, para que todos possamos compreender, assimilar esses conhecimentos, a fim de que depois possamos colocá-los em prática, não é? E nesse programa de hoje, a gente vai tratar de um tema para lá de interessante, tá? muito interessante. Quando eu recebi inclusive a a o convite para mediar, eu fiquei muito feliz porque quando eu vi o tema, eu disse: "Puxa, é algo que eu se eu gostaria de falar a respeito, eu gostaria de conhecer a respeito, que é a

bi inclusive a a o convite para mediar, eu fiquei muito feliz porque quando eu vi o tema, eu disse: "Puxa, é algo que eu se eu gostaria de falar a respeito, eu gostaria de conhecer a respeito, que é a inclusão da pessoa surdocega. O que que a sociedade precisa saber a respeito da pessoa surdo cega? De que maneira a sociedade pode contribuir com a inclusão e e trazer acessibilidades para as pessoas surdo cegas? E esse então é o nosso tema desta noite. Eu eu acho que vocês já estão aí ah com interesse a flor da pele, não é? todo mundo aqui, né, esperando o momento de nós iniciarmos a a rodada de perguntas, porque são muitas as perguntas que que nos chegam, mas eu gostaria agora nesse momento de fazer a apresentação da da nossa convidada, ela está ali acompanhada, né, da da intérprete. Então, nós gostaríamos de ah apresentar a Cláudia Sofia. Na verdade, nós gostaríamos que a própria Cláudia Sofia, que é a nossa convidada de hoje, uma pessoa sul do Cro, ela fizesse a sua apresentação. De começar. >> Olá, boa noite. É um prazer enorme estar com vocês. Muito obrigada. Gratidão mesmo por estar com vocês nesse momento maravilhoso, estará eh, como fala com vocês, compartilhando a minha experiência de trabalho na parte da experiência de vida. Muito, muito, muito obrigada. E me autoinscrevendo. Eu sou uma mulher de pele morena, tô com uma maquiagem leve e suave, porque é eu que faço, né? Tem meus cabelos curto. Tô com brinco, eu tô com uma blusa lilás e uma junheira preta. Eu também uso pulseiras. Sou bem idososa, gosto de muitas coisas e sou de batom também, né? Então é é bom porque as pessoas vai descrevendo, né? O que as pessoas vão falando. Eu tá faço um trabalho na área da cegueira já tem mais de 30, 40 anos, desde que eu fiquei estudo cega. Então, eh, eu venho divulgando o meu trabalho e também faço parte de um grupo do grupo Brasil de apoio ao cego e também faço parte da coordenação de guia interérprete. E a gente vai nesse longo percurso do dessa apresentação, né, das perguntas,

o e também faço parte de um grupo do grupo Brasil de apoio ao cego e também faço parte da coordenação de guia interérprete. E a gente vai nesse longo percurso do dessa apresentação, né, das perguntas, eu vou est eh respondendo da maior forma possível. Eu tô acompanhada com a minha grep, ausa, ela também vai de escrever e eu quero agradecer mais uma vez por estar com vocês aqui. Bom, ela, como ela mesmo já adiantou, eu vou me fazer a minha autodescrição. Eu também sou uma pessoa eh morena, parda, na realidade, né? Estou com os cabelos grisalhos presos em coque. Uso óculos de aul cinza. Estou usando uma blusa pr de fundo preto com listas brancas e por cima um casaco bege. E estou aqui acompanhando a Cláudia dia. Espero contribuir da melhor forma possível também. >> Muito bem. Muito bem. Eh, Cláudia, Vanúia, sejam muito, muito bem-vindas, não é? recebam o nosso caloroso e fraternal abraço, não só aqui do estado da Bahia, mas também de todo o Nordeste, do estado de Alagoas, do estado da Paraíba, do Ceará, de Pernambuco. Todos nós estamos aqui juntos nesse propósito. Então, eh, nós queremos que vocês estejam muito à vontade nesta noite aqui, principalmente a Cláudia, que vai falar sobre o seu trabalho e sobre assunto cegueira, muito à vontade para discorrer com muita tranquilidade sobre todos os assuntos que serão tratados. Antes da gente começar a rodada de perguntas, eh, aqui uma curiosidade que eu queria que a Cláudia respondesse. Cláudia, você é casada com uma pessoa surdocega também? >> Sim, eu sou casada com tudo cego. Eu faço tadoma. Meu esposo Carlos Jorge, ele é tudo cego total, ele usa libra estáil. Eu também tenho uma irmã sur do cego, então na família são três surdo cego. Então eu sou casada há 20 anos com Carlo Jorge, meu esposo, sinal dele é assim, teve ela do Rio de Janeiro e aí depois quando nós nos casamos ele mora aqui comigo em São Paulo. Nós aí vou contando uma história aos poucos conforme vocês vão fazendo as perguntas. Mas é verdade, nós somos, eu sou casada assim.

aí depois quando nós nos casamos ele mora aqui comigo em São Paulo. Nós aí vou contando uma história aos poucos conforme vocês vão fazendo as perguntas. Mas é verdade, nós somos, eu sou casada assim. >> Muito bem, muito bem. para nós é é uma alegria, é uma honra eh contar com a com a sua presença aqui nesta noite acompanhada da intérprete da Vanusia, >> da intérprete. >> E nós vamos começar as perguntas que já nos chegam, né? >> Eu acho que a primeira pergunta que veio já da Sônia, da Sônia Lima, da Federação Espírita do Estado de Alagoas. Federação, >> eu acho que é a pergunta básica, né? A pergunta que todos querem fazer. Todos querem fazer. >> O que é a sudo cegueira? A sudo cegueira. >> Existem tipos diferentes >> de surdo cegueira? >> Perdão. Existe diferentes >> tipos de surdo cegueira? Essa é a pergunta que vem da Sônia de Alagoas >> para você responder. >> Bom, a Segueira é uma deficiência única, ela pode, ela tem uma perda única, né, tanto de visão quanto de audição. Cada pessoa com cegueira, ela pode vir, ela pode apresentar perda auditiva e depois concomitantemente perder a visão? Ou ela pode eh eh nascer ouvinte e depois concomitantemente perder a audição ou a partir do momento que ela pode nascer com problema visual ou auditivo. A pessoa com su cegueira ela não é uma pessoa que já nasce com a cegueira, né? e depois eh se eh toma uma forma de tem uma forma de de comunicação, não dependendo de cada casa. Por exemplo, eu e meu esposo, nós fomos dos séculos síndrome com síndrome de por quê? Porque nós somos eh filhos de pais de primeiro grau, que é de primo de primeiro grau. Uma comparação diferente do meu de menin do Car Jorge é que eu meus pais são primos e os do Carl Jorge não são primos e eles são o pai deles são por causa de consuminos, né? Parentes consuele português e a mãe dele é espanhola, como no meu caso, no meu caso são primos. tanto na parte da materna quanto da parte paterna. Tem outros casais são primos também, só que eu e a minha irmã, a minha irmã caçula, eu sou a mais

spanhola, como no meu caso, no meu caso são primos. tanto na parte da materna quanto da parte paterna. Tem outros casais são primos também, só que eu e a minha irmã, a minha irmã caçula, eu sou a mais velha, que apresentamos essa eh nós fomos sorteadas, como sempre di, né? Nós fomos sortead de apresentar essa cedeira, mas existe outros casos que a pessoa nasce com alguma penal de chia visual, que é o caso da prima da Valusia. A a Valusia tem mais três primos que também são os primos dos cegos. Mas a forma de comunicação deles são a fala ampliada. Então, eh, cada caso é um caso, né? Então, assim, a gente acaba explicando que às vezes as pessoas acham que pessoa cultura cegueira é aquele já nasce, já tá em Libras e tudo mais. Não, não. Tem que saber, cada caso é um caso e cada patologia, cada patologia e cada forma de comunicação tem sua forma de comunicação. Muitas pessoas ficam assustadas porque eu falo muito bem, né? Mas isso é porque eu nasci ouvinte, fiquei sura com seis e pedi a visão com 19. Agora o Carlo Jorge, por exemplo, meu esposo, que depois no futuro ele vai est também, né, com maior prazer estar com vocês também. Mas eu só resumindo o caso dele, nasceu surjo depois que ele perdeu a visão também. Então são diferentes formas de perda visual e auditiva. >> Muito bem. é muito interessante a sua a sua história. Eh, e aqui tem uma pergunta já sobre o papel da família na inclusão que vem lá da Sandra, da Federação Espírita da Paraíba. E eu queria junto com essa pergunta, porque ela diz assim: "Qual é o papel da família na inclusão de uma pessoa surdo cega?" E aí eu queria acrescentar, você disse que é a irmã mais velha e que tem uma irmã caçula que também é surdo cega. Você tem outros irmãos? Pode responder. >> Sim. Eu sou a mais velha da Sou a mais velha mais uma caçura. Nós éramos em cinco em mão. Eu sou a mais velha e aí já tenho uma irmã que já desencanou. Então hoje nós somos de quatro, mas eu tenho mais caçula, né? Ela hoje tem 39 anos. Então assim como eu falo quando no

os em cinco em mão. Eu sou a mais velha e aí já tenho uma irmã que já desencanou. Então hoje nós somos de quatro, mas eu tenho mais caçula, né? Ela hoje tem 39 anos. Então assim como eu falo quando no na perna, né, da co cegueira por causa da da parte da síndrome genética que a gente não sabia. Mas voltando um pouco lá no passado, bem lá no comecinho, quando antes de eu ficar docega, os médicos achavam que eu tinha eh esse problema de perda visual e audit, ó, primeiro fal de chuva, desculpa, por causa da cachumba, rubela saramp catapora durante 60 dias. Mas na realidade não foi isso. Depois que nós fomos, depois que eu passar dos anos, eu fui tendo experiência, entrei na suregueira, quando eu fiquei surga, a gente foi fazer uma um estúdio genético e aí nossos estudos genéticos bateu com que a gente tinha a síndrome de que é uma síndrome degenerativa por causa do da minhas dos meus pais, né? Com relação à família, no começo a minha família me considerava o quê? uma criança ouvinte, porque eu usava aparelho aditivo, eu ainda uso aparelho aditivo, né? E me ajuda bastante. Ah, entre aspas, né? Entre aspas, atendei o telefone, eh, voz de de carro, eh, cachorro latino, porque eu também tenho cachorro, né? Tem dois cachorrinhos. Eu tenho uma vida normal, né? uma vida normal como qualquer pessoa que veio. Então o apoio da família na época foi fundamental, mas no fundo, no fundo eles queria que eu voltasse a enxergar. Mas voltando um pouquinho no passado, que a gente fala um pouco de espiritismo, né? Eu acredito muito porque eu sou criada dentro do do espiritismo desde criança. E quando eu comecei a apresentar a minha perda visual e aí os médicos diagnosticaram que eu ia perder a visão depois dos 40, 50 anos, na verdade não aconteceu, mas bem antes, bem lá no comecinho, quando eu passei a usar aparelha de Chico, eu fui no Chico Xavier. Eu tive a oportunidade de conhecer a Chico Xavier pela primeira vez pessoalmente lá em Libera. E foi uma uma coisa muito eh maravilhosa para mim,

ssei a usar aparelha de Chico, eu fui no Chico Xavier. Eu tive a oportunidade de conhecer a Chico Xavier pela primeira vez pessoalmente lá em Libera. E foi uma uma coisa muito eh maravilhosa para mim, porque assim, eu nunca pude acreditar que um dia eu poderia conhecer, né, esse pai espírita para nós, né? E aí naquela época ele, o Dr. B de Bandeira falou, mandou uma mensagem para ele. O Emanuel mandou uma mensagem, falando: "Olha, essa menina vai passar por muitas dificuldades, só que ela vai ser uma pessoa muito feliz". Só que a minha mãe guardou isso para ela. Eu era criança, eu tinha mais 6, 7 anos de idade quando eu fui, né, no beraba no porque a minha família tudo é de lá de Minas Gerais, Uberaba, tudo bem. E aí eu minha mãe guardou isso. Então eu já sempre fui vários lugares da tr de cura. É tudo sabe para mais nada. Então assim na minha família hoje, mas não antigamente nós tinha o pessoal da mesa branca o no a mesa branca, né? Tem o pessoal da palestra também espírita. Então eu fui criada nesse mundo do espiritismo, mas assim e a minha mãe só foi lembrar depois que eu fiquei do C da metade de Xavier do Dr. Bedenra de Menesas. Então eh isso para mim foi uma coisa maravilhosa, porque eu não sofri no momento porque naquele eh eu tive a luz divina de estar recebendo, de estar eh adaptando a minha vida, né? Mas nem todo mundo acredita nessas coisas, né? Né? Nem todo mundo acredita nesse nens espírita. Então assim, eu sempre levei a sério. Eu nunca brinquei com essas coisas porque não não vale a pena brincar. Então assim, eh com apoio mesmo de família, eh eu recebi muito bem por parte de mãe e pai, porque parentes, outros é difícil aceitar, né? Não é fácil para mim, não só para mim, mas para todas as pessoas a partir do momento que vai ficar no estudo certo. No caso do Carlos Jorge, ele como eles são católicos, né? Eram sempre católicos. Então eu não sei posso explicar com relação a isso, mas assim no meu caso mesmo, foi uma mensagem mesmo de do Dr. Bezerra e eu fiquei

los Jorge, ele como eles são católicos, né? Eram sempre católicos. Então eu não sei posso explicar com relação a isso, mas assim no meu caso mesmo, foi uma mensagem mesmo de do Dr. Bezerra e eu fiquei muito feliz, então eu não vi isso a sério, né? Então hoje eu continuo sendo espírita, continuo participando da mesa branca e isso é uma coisa maravilhosa para nós, né? E a partir tem tudo, tem tudo sa pessoas deficiência que vão na casa na casa espírita, no centro espírita para poder receber uma luz, né? Receber aquele aquele abraço fraterno, aquela mensagem maravilhosa, né? Então assim, o apoio da família é fundamental, não é fácil, né? Principalmente quando vai tá lá com uma pessoa com deficiência. Então eu sempre tive apoio, a minha irmã Cula também teve que teve apoio, né? Porque na verdade a minha irmã, por exemplo, foi, ela perdeu a visão com 22 anos, ela ficou surda com 13. Então a diferença entre eu e ela foi muito grande e ela foi na guia interérprete também. Então eu não começo ela foi difícil para ela aceitar porque sei no Gu me guiou, guiou Carlo Jorge, outro cego, trabalhou na área. Só quando ela ficou tudo cega foi assim um choque, mas hoje ela é uma pessoa maravilhosa, também trabalha junto com com a gente, ela não é espírita, mas ela acredita, né, no papel, tudo mais. Ela me respeita quando eu respeito ela, ela tem maior religião dela própria. Mas assim, é uma família, a gente já fomos uma família bem unida. É, então, pelo que você acabou de dizer, a gente percebe que no seu caso, além do apoio dos seus pais, como você bem disse, o espiritismo exerceu também um papel fundamental, aquele papel de consolador, né? porque trouxe para você uma tranquilidade em relação à experiência que você estava enfrentando e você pôde, quer dizer, transpor todas essas essas dificuldades com mais resistência, com com mais serenidade. Não que não tenha sido difícil, pelo que você descreveu, o próprio Dr. disse isso a você, você vai ter, não é, muita dificuldade, mas é é é

dificuldades com mais resistência, com com mais serenidade. Não que não tenha sido difícil, pelo que você descreveu, o próprio Dr. disse isso a você, você vai ter, não é, muita dificuldade, mas é é é impressionante como você soube superar muito bem, a gente percebe pela sua fala que você é uma pessoa hoje resolvida com com a sua cegueira. E aí eu queria emendar e perguntar para você, como é que você se comunica no dia a dia, que que técnicas você utiliza? Que formas de comunicação você utiliza no seu dia a dia? >> Como eu tenho, como eu nasci ouvinte, eu fiz, eu fiz aos 6 anos, né, que eu fiz as leitura, eu aprendi a fazer leitura labial, né, desculpa. E aí eu usava o aparelho auditivo. Então eu aprendi sozinha a fazer leitura labial. Estudei com muita dificuldade, os professores esqueciam que eu era uma criança surda e não deixava fazer leitura labial. Alguns dos meus parentes também não gostava muito que eu fazia leitura labial. na geralmente o suroralizado quando eles fazem da leitura labial, nem todo mundo, né, eh, gosta, né, no passado, agora hoje não, hoje tá mais sensibilizado, né, tem pessoas que aceita mais e tudo mais. E daí naquele meu, na minha época, então era difícil. Eles achavam que usando o aparelho adultivo eu poderia estar ouvindo. E o que aconteceu? Eu peguei e continuei cabelo só com música na televisão, ah, fazer tudo. Ela é bem esperta, né? Sempre fiza. E aí quando eu fiquei me tornando cé aos poucos, eu fui perdendo a visão aos poucos porque já tinha criam que eu ia perder a visão depois de 40, 50 anos, como eu falei que aconteceu isso, né? >> Hã. Então eu peguei e fui me adaptando minha vida, né? Até que quando eu fiquei tudo que tudo saca total, eu tava desesperada para estar me comunicando. E aí eu encontrei essa forma de comunicação que vocês estão vendo que eu encontrar na boca da Vanusa, né? E através do da articulação da vibração de voz, eu consigo compreender que chama tadoma. E depois quea na eu aprendi a a língua brasileira sinais. Eu sabia fazer o

eu encontrar na boca da Vanusa, né? E através do da articulação da vibração de voz, eu consigo compreender que chama tadoma. E depois quea na eu aprendi a a língua brasileira sinais. Eu sabia fazer o alfabeto, uma o alfabeto maisal de estudos, porque na época quando eu enxergava eu assistia muito programa, né, da Xuxa e aquele a algumas pessoas davam aqueles papelzinhos de comunicação de A B A B C D. E aí eu para mim na época não, eu achava que não era uma comunicação para mim, é porque não tinha conhecimento, né? Depois que eu entrei na área assim, aí que eu fui saber que a o alfabeto maior do estudo era uma comunicação, então eu uso tadoma. Mas esse tadoma que eu eh desde quando tem uma habilidade, a pessoa queira tem habilidade para isso, não se ensina. Então eu tive uma habilidade, né, um dom para estar me comunicando através dessa comunicação chamada, tá? Adoma. A Camila minha irmã também, o sinal da Camila é assim. Ela também usa o tadoma, mas a maioria das vezes ela prefere a libra státila, que é a língua brasileira sinal de sinais na palma da mão. Então geralmente ela usa os dois e eu uso tador mão, mas para comunicar com meu esposo, eu uso o alfabeto manual e a libertá. Então assim, a gente acaba se encontrando forma de comunicação diferenciada a partir de uma gente fica tem essa parte, né, essa dificuldade auditiva e visual. Aí a gente acaba encontrando uma forma de comunicação. >> Muito bem. Agora, eh, você já nos disse aqui, você é casada com o Jorge, que também é surdo, é surdo cego, né? Você acabou de dizer que vocês se comunicam, né, de de duas formas diferentes, né? Eh, mas no seu dia a dia, fora do seu lar, na nas suas atividades diárias, você é uma pessoa, pelo que a gente percebe, né, com muitas atividades. Você já presidiu uma associação, né, o Jorge também, pelo que eu sei, né, é envolvido com várias atividades. Essas barreiras que vocês encontram no dia a dia, você acredita que elas hoje são menores do que no passado? O que que você poderia

orge também, pelo que eu sei, né, é envolvido com várias atividades. Essas barreiras que vocês encontram no dia a dia, você acredita que elas hoje são menores do que no passado? O que que você poderia nos dizer a respeito dessas barreiras que pessoas como você encontram na sociedade ainda? Bom, na minha época, vamos dizer há 20, 30 anos atrás, a na parte de como nocional, como se diz, né, ainda não existia o que interprete, né, quando a gente fala como nossos nossos nós dependíamos da nossa família. Então, como eu, por exemplo, eu dependi da minha mãe para guiar, para levar eu pros lugares, pra escola, para igreja, para espírita, porque naquela época a gente, a minha família, ela tava atrás de cura porque eles queriam que eu fosse voltasse a enxergar. Eles não queria, falando parêntes, né? Queria que eu voltasse a enxergar, mas isso não aconteceu, né? Quando Deus acha que tem que passar por isso, a gente tem que passar. Não importa se é de dia, se é de noite, né? Ou se é frio, se é calor, a gente tem que tá fazendo. É missão, é uma prova que a gente tem que passar, né? Então eu acredito muito nisso. Então na época não tinha tanta acessibilidade como tem hoje, não tinha interérprete, como também os não tinha inérprete. Então hoje nós temos, né, pessoas que pode estar nos ajudando, nos auxiliando a partir do momento para levar no médico, no centro, numa igreja, no supermercado, eh fazer alguns espotes, momento de lazer, fazer compras. Eh, a em casa geralmente só algumas coisas para separar, alguma alguma produtos de validade, que é um caso de nós moramos sozinho há 20 anos nós moramos sozinhos, nós temos um apartamento. Claro que aqui no prédio nós temos o porteiro 24 horas, eles agam aquilo que pode, mas na hora de pra compra e fazer compra, médico, banco, centro, ir no centro espírita, ah, qualquer lugar, a gente precisa de uma pessoa. E na verdade não é só vanusia, tem outras pessoas também que tá que nos ajuda voluntariamente. Então, alguns eventos do governo, por

centro espírita, ah, qualquer lugar, a gente precisa de uma pessoa. E na verdade não é só vanusia, tem outras pessoas também que tá que nos ajuda voluntariamente. Então, alguns eventos do governo, por exemplo, que quando fala de políticas públicas, que a gente trabalha muito, né, para melhorar não só a parte da acessibilidade, mas na parte da saúde, na parte dos esporte, do todo, do lazer, trabalho, então aí tem um profissional que vai tá indo para poder nos auxiliar, né? E aí aí foi uma nunca muito grande, né? a gente tem uma associação grupo Brasil que é o sinal esse de apoio ao SUS do cegoo e ao deficiente múltiplo teritorial ainda vem trabalhando para melhorar as qualidades de vida, né, da pessoa com cegueira, as crianças jovens e adultos, preparação às famílias e também eh preparação da de curso de guia interérprete para poder estar atendendo essa demanda das pessoas com segredo. Não importa seja São Paulo, Bahia. Nós temos alguns guias interpret aí da Bahia, nós temos eh guia intérprete do Ceará, alguns lugares nós temos lá pessoas formadas, nós temos alguns dos cegos também e outros estados. Eu não conheço pessoalmente, mas eu eu tenho pelas informações das pessoas que devem fazer o curso conosco, acaba passando para nós. Então, cada um tem, né, as suas dificuldades, tem as suas a sua eh possibilidade, né? Antigamente o suag não ia para uma sala de aula. Hoje eles vão para uma sala de aula dentre que tem um profissional acompanhando com ele, né? seja eh ensino médico, fundamental superior, nós temos alguns surga que já tem ensino superior, seu mestrado, nós temos uma suro sega que mora aí na Bahia, em Barreira de Bahia, ela é mestra na parte da romentação. Então tem muitos suregos aí que vem estudando, né, eh, se preparando para uma ótima uma oportunidade no futuro. A em casa, como eu disse, eu faço minhas coisas, o casal de paz também. Nós temos uma vida normal, cada um tem suas informações. Ele me ajuda, eu ajudo ele. Mas como eu disse, a gente só precisa de

o. A em casa, como eu disse, eu faço minhas coisas, o casal de paz também. Nós temos uma vida normal, cada um tem suas informações. Ele me ajuda, eu ajudo ele. Mas como eu disse, a gente só precisa de uma pessoa para só nos auxiliar naquilo que precisa. Antigamente não tinha sido isso, mas hoje a gente tem, graças a Deus, né? Nós temos eh pessoas maravilhosas que podem estar nos auxiliando nessa parte, porque ainda o governo não tem como, né, curtiar esse profissional para ficar conosco 24 horas. E também não tem necessidade, né, de ter um profissional 24 horas com outro. Tem pessoas com cegueira que precisa, né, de uma pessoa de profissional que possa estar ficando 24 horas. Mas hoje em dia o o aqui no Brasil não tem essa realidade, como tem na Europa que tem tem esse preparo maravilhoso, tem eh casas, apartamentos adaptados para pessoas cegueira, tem esse profissional 24 horas para estar com ele. Então a gente às vezes a gente busca lá fora para trater pro Brasil, mas com passar dos zeros o Brasil vai melhorando aos pouquinhos, né, de uma hora para outra, né, tudo aos pouquinhos, mas eu vejo que muitas coisas mudaram, né? Ainda existe desafios, existe, ainda existe barreiras, existe, mas eh tá muito melhor do que há 10, 15 anos atrás, porque até gente lutando, trabalhando, né, em grupos, a gente pode conseguir um espaço cada vez melhor e as portas vão se abrindo também, porque antigamente também não tinha entre espíritas que recebia pessoa com cegelheira e aí depois começou a aparecer. Isso é maravilhoso, sabe? Isso é maravilhoso, porque as portas vão se abrindo, né? E isso a ajuda muito a contribuir, porque lá, né, no na na parte divina nos ajuda a abrir portas também. >> Cláudia, a sua a sua mensagem assim é uma mensagem muito otimista, né? Eu gosto muito dessa dessa forma de pensar eh que você vem demonstrando aqui, porque você traz uma mensagem que é otimista. Você não traz aquela mensagem, né, de de uma pessoa que tá vitimizada pela sua condição. Ao contrário, você,

de pensar eh que você vem demonstrando aqui, porque você traz uma mensagem que é otimista. Você não traz aquela mensagem, né, de de uma pessoa que tá vitimizada pela sua condição. Ao contrário, você, eu vejo aqui que você presidiu a Associação Brasileira de Sul dos Cegos, né? Então, e e que você, pelo que você acabou de dizer, você participa de alguma maneira da formulação de políticas públicas, né, sobretudo para a as pessoas surdo cegas, você disse, promovendo uma melhor ah eh saúde, numa melhor prestação de serviços na área de saúde, possivelmente na área de educação também e tal. E eu queria emendar eh esta fala sua com a pergunta da Jane lá de Sergipe e e a a tecnologia assistiva, ela ela tem ajudado muito? Você vocês têm se utilizado da tecnologia para superar essas barreiras de comunicação e outras? >> Sim, sim. Nós estamos sempre por dentro da tecnologia. Eh, inclusive eu uso o o celular, né, como se dor de vó, apesar que não é tudo que eu consigo compreender, mas eu consigo pegar algumas coisas. O F Jo, ele utiliza a linha Brile, não sei que todo mundo conhece a linha Brally, ele é conectado no próprio celular ou no computador. Ele vai recebendo todas as notícias do Brasil, do mundo. Ele ele adora esporte, ele ele faz mergulho e ele é instrutor meso adaptado, ele é nadador. Então a gente tá sempre informado, como eu disse, mesmo que a gente não tenha os guias interpret junto, mas a gente tá buscando outros meios de tá nos comunicando, né, que seria o a tecnologia assistível. Então eu uso o celular e que tem o programa o programa de voz e o caso Jorge tem a linha Br também, tem a linha Br, nós temos sempre informado no que tá acontecendo no dia a dia, né? Mas tem as pessoas que estudo cegueira que tem essa habilidade para computador, para leitura de brage. Então assim, nada impede, né, da gente ter uma informação do que acontece no nosso redor e também acontece no Brasil e no mundo para que a gente possa receber, né, eh, todas as informações, principalmente, né, graças

a impede, né, da gente ter uma informação do que acontece no nosso redor e também acontece no Brasil e no mundo para que a gente possa receber, né, eh, todas as informações, principalmente, né, graças a Deus, que também tem os o Evangelho do Lar, tem os livros do espírito em BR, isso é maravilhoso, porque antigamente não tinha, né? Não tô com passado tempo, tô começando a ter esses eh eh essa parte, né, dos livros em BR. Hoje em dia hoje tu pode se conectar no computador, pegar o texto e transformar isso na linha Brile também, que isso é maravilhoso, né? Apesar que todas as tecnologias sabem que é uma coisa muito cara, né? Nem todas as pessoas que segueiram, ou seja, uma pessoa com deficiência, né, tem condições de tá custeando essa tecnologia, mas a gente tem sim eh todas essas parte dessas informações. >> Maravilha. Olha, a Sandra, a da Federação Espírita Paraibana eh está fazendo uma pergunta aqui sobre a legislação brasileira. Qual é a legislação, né, que respalda? Qual é a a legislação brasileira? Como é que estão as leis brasileiras em relação à inclusão e às acessibilidades das pessoas sur do Cas, especificamente das pessoas surdo cegas? Eu queria que você falasse um pouco sobre isso, mas eu queria aproveitar que a Sandra fez a pergunta e queria dizer, ó, Sandra, né, coloca aí na sua agenda o convite pro Jorge, o esposo da Cláudia, porque ela trouxe aqui umas informações muito interessantes, né? O Jorge faz mergulho, o Jorge é um nadador, além de outras atividades que ele realiza, eu acho que seria muito bom que num programa próximo a gente pudesse ouvir também da experiência dele. Mas agora eu queria que você falasse sobre a legislação. Eh, Cláudia, como é que anda a legislação brasileira? Tem avançado? Bom, a legislação brasileira com relação às pessoas cegueira, graças a Deus, nós temos eh agora antigamente nós começamos com a o dia municipal da pessoa cegueira, que é comemorado, né, no mês de julho. E aí agora nós temos o o dia nacional da pessoa controira que

aças a Deus, nós temos eh agora antigamente nós começamos com a o dia municipal da pessoa cegueira, que é comemorado, né, no mês de julho. E aí agora nós temos o o dia nacional da pessoa controira que comemora no dia 12 de dezembro de novembro, desculpa. Então tem o municipal e o nacional. Então nessa parte de leis, né, que nós temos a lei da dia nacional e municipal. Então assim, com relação a outras leis, nós estamos batalhando bastante para que a gente consiga aqui no Brasil a suegueira como uma deficiência única. Na América Latina já tem o o essa sigra, né, da su cegueira como uma deficiência única, mas aqui no Brasil a gente tá lutando para a gente conseguir essa lei, né, da turist como deficiência única. E também estamos lutando para que haja uma lei, para que a gente tenha uma cadeira na celeira na no CONAD, né, no Conselho Nacional da Pessoa com Deficiência. Aqui em São Paulo, nós estamos trabalhando dentro dos conselhos municipais das pessoas com deficiência, dentro dos conselhos municipais da pessoa com deficiência, mas agora falta o Conselho Nacional. Então a gente vem trabalhando da das políticas públicas, né, e buscando abrir portas cada vez mais para que a gente como su cegueira podemos ter essa esse direito, né, de est eh recebendo da melhor forma possível os nossos sonhos, né, vamos assim, conquistar os nossos sonhos. Tem a lei, como que a gente vai conquistar, né? Como a gente vai realizar tudo isso? Então a gente vem trabalhando muito. Não é fácil, gente, não é fácil. São grandes desafios, mas aos poucos a gente vai conquistando. Graças ao apoio dos profissionais da su cegueira, as famílias e as próprias próprias pessoas com su cegueira que vem lutando, né, nesse dia a dia, nesse mundo afora, principalmente aqui no Brasil para essa melhoria de um futuro melhor. >> Muito bem. Eh, o Diego da Paraíba, ele quer saber agora sobre os profissionais. A pergunta dele tá direcionada ao exercício dessa atividade que a Vanúia a agora eh aqui à noite no nosso programa,

. >> Muito bem. Eh, o Diego da Paraíba, ele quer saber agora sobre os profissionais. A pergunta dele tá direcionada ao exercício dessa atividade que a Vanúia a agora eh aqui à noite no nosso programa, ela vem exercendo que é a a atividade do intérprete, né, para as pessoas surdoegas. Então, o Diego pergunta se com relação a esses profissionais você, Cláudia, acredita que já existe uma formação adequada? O que é que você tem a dizer sobre isso? Sobre a formação dos profissionais que vão auxiliar as pessoas surdo cegas na comunicação? Sim, nós temos aqui nós o grupo Brasil de apoi do CO, ele dá um curso de formação para professores, porque na verdade existe duas modalidades de su cegueira que é o suo congênito, que já nasce com a suo cegueira e tem aprende forma de comunicação diferenciada porque ele ele nasce, né, e ele vai ter um profissional apropriado para ele, que nós chamamos de instrutor medi ador e tem o sur sa adquirido, né, que eh perde a visão e a audição conforme a idade e e precisa de um guia intérprete, que é diferente do mediador que vai est mediando essas pessoas curas do cegueira. E aí nós temos sim cursos de formação para professores e cursos de formação para gu interprete e também instrutor mediador. Então são papéis diferentes. Se às vezes as pessoas já pensam que eh o instrutor mediador ele pode atender intermediar o o cé adquirido. Não, cada um tem o seu papel e sua função, né, de tá atendendo essa demanda. Eh, desde que ele tenha esse esse esse interessado, esse indivíduo, ele pode ter Libras ou Braile para fazer esse curso de interpretação ou instrução mediador. Então, geralmente, por exemplo, a Vanusa, ela não sabe Libra, mas ela foi aprendendo aos poucos, né, se preparando para atender a demanda. Hoje ela consegue conversar com o Car Jorge, ela não tem mais um livro fluente, mas ela sabe como educar com o Carlo Jorge, com alfabeto manual, eles entendem. Então, a partir do momento que a pessoa convive, né, ela tem, ela é formada, né, ela tem curso de

mais um livro fluente, mas ela sabe como educar com o Carlo Jorge, com alfabeto manual, eles entendem. Então, a partir do momento que a pessoa convive, né, ela tem, ela é formada, né, ela tem curso de intérprete, ela é formada, mas não é porque ela não tem a Libra, ela não vai ter a oportunidade de trocar essa experiência e assim com o passar do tempo, né, trocando experiência com outras pessoas, com estudo cegueira e outras formas de comunicação. E também tem pessoas que sabem que tem um interprete de Libras, né, e acaba a também atendendo a demanda de outras pessoas com outras formas de comunicação, porque não existe sóadoma librastáil, existe BR na ponta do dedo, fala ampliada, eh escrita na palma da mão, a comunicação social, que é de de corpo a corpo. Então existe forma de comunicação diferente, mas existe sim, existe profissional, né? O grupo Brasil de apoio ao sul do Cego, eles faz dá essa formação já há muitos anos. Nós temos muitos professores formados, nós temos muitos guias interpretos formados. Hoje mesmo, antes da gravação, né, do da estuva num curso de interprete preparando alguns profissionais de outros estados, não só daqui de São Paulo, mas a gente tem essa responsabilidade, né, de tá eh preparando esses profissionais com qualidade. Cláudio, essa essa tua mensagem agora eu acho assim muito importante, porque tem muitas pessoas aqui nos assistindo, né, que não são profissionais, né, às vezes não não sabem nem se comunicar através da da Libras, da língua brasileira de sinais ou outros eh outras formas de comunicação. Mas a gente precisa dizer a essas pessoas que nada supera a boa vontade, nada supera a essa vontade de de querer se comunicar com o outro. Então isso é muito importante porque às vezes a gente percebe uma certa timidez, um certo receio, acanhamento das pessoas para se aproximar de pessoas surdas ou de pessoas surdo cegas, né? E e é preciso estimular essas pessoas, inclusive é o aprendizado da própria Libras e de formas de comunicação que

hamento das pessoas para se aproximar de pessoas surdas ou de pessoas surdo cegas, né? E e é preciso estimular essas pessoas, inclusive é o aprendizado da própria Libras e de formas de comunicação que não são as convencionais, as que as que nós eh aprendemos desde crianças, né, desde que nascemos, vamos dizer assim, nós, os ouvintes, principalmente. Então, há outras formas de comunicação que precisam ser desenvolvidas e e isso é muito importante, essa sua mensagem. Você falou, Vanúia não sabe no Libras fluente. Ela não tem uma Libra fluente, mas ela se comunica com você, se comunica com o seu esposo, né, mostrando que boa vontade muitas vezes eh substitui, né, essa habilidade que nós pensamos muitas vezes que seja absolutamente necessária paraa comunicação. Às vezes não é. Às vezes a a boa vontade ela é muito mais importante, mas de qualquer forma eh o Carlos eh do Recife, ele faz uma pergunta aqui e eu vou aproveitar a pergunta dele e vou dizer aqui para você, Cláudia, Vanúia e a Diana, que neste mês de novembro, final de outubro, 30 de outubro a 2 de novembro, a Federação Espírita do Estado da Bahia vai realizar o seu congresso anual, é o 21º Congresso Espírita da Bahia. E neste ano há uma pessoa surdo cega que está escrita, né? Ela se inscreveu e junto com o seu marido, que é surdo. E os dois eh e eles são eles são do Rio de Janeiro e a nossa intérprete Diana os conhece. porque ela interpreta para essas duas pessoas, para esse casal, eles são casados e eles se inscreveram no Congresso e eles vêm à Bahia neste ano. Então nós, pela primeira vez nós vamos ter num congresso aqui na Bahia uma pessoa surdoego. Então, nós estamos nos preparando para receber essa pessoa com tudo aquilo que ela merece, com todo carinho, com todo o nosso afeto, a nossa amorosidade, né, para possibilitar que que ela, né, eh, tenha acesso ao conhecimento espírita durante o congresso, às palestras, aos seminários, de maneira que ela possa se sentir absolutamente incluída entre os mais de 1000 participantes

que ela, né, eh, tenha acesso ao conhecimento espírita durante o congresso, às palestras, aos seminários, de maneira que ela possa se sentir absolutamente incluída entre os mais de 1000 participantes desse congresso, né? E então isso nos nos deixou muito felizes quando ela quando ela eh fez a sua inscrição. E aí a pergunta do Carlos é esta: como é que a gente pode incluir a pessoa surdo cega nesses eventos, nesses nessas palestras, nesses seminários, nesses grupos de estudo? Essa é a pergunta do Carlos que vem lá do Recife. E aí eu queria já emendar a pergunta do Carlos com uma pergunta agora que é minha, tá? A participação desta pessoa surdo cega no nosso congresso aqui na Bahia, de que forma você acha que isso contribui para dar visibilidade para essa para essa questão das pessoas surdo cegas? Você acha que contribui? Então, tudo é possível, né? Tudo é possível. A partir do momento de vocês, o que estão organizando o congresso, vocês tiverem eh guia interérprete para est com ela, né? Não vamos, vamos como só tem ela como eh inscrita, mas quem sabe pode aparecer outros também, né? Ada impede de que as pessoas vão estar participando, mas se vocês oferecerem, né, uma acessibilidade para ela a partir do momento desse congresso, vai ser um momento muito rico, porque não vai, vocês não vão deixar de estar eh dando visibilidade para ela, né? essa pessoa não vai deixar de participar, né, por falta da atividade. Então, por isso que é bom, tá, ter pessoas preparada para receber essa a a moça do Rio de Janeiro para poder ela estar participando no congresso, porque é o importante a acessibilidade, acessibilidade adequada, eh receber essa pessoa com maior carinho, né? e tem os dias dados para poder eh tá atendendo essa demanda. Eu não sei como que tá aí essa parte de de eu sei que no aí na Bahia tem e intérprete, mas agora assim eu não sei se tem mais assim na parte de do espiritismo, né? Porque assim aqui em São Paulo nós temos alguns, mas aí nós somos, vocês estão na Bahia. Então

í na Bahia tem e intérprete, mas agora assim eu não sei se tem mais assim na parte de do espiritismo, né? Porque assim aqui em São Paulo nós temos alguns, mas aí nós somos, vocês estão na Bahia. Então assim, vocês pensarem com o carinho de preparar alguém que sabe Libras, né? preparar alguém para poder estar recebendo ela. Porque gente, uma pessoa sofre o dia inteiro, é muito puxado. No máximo dois tem que ter com ela, né? ou o marido também, ele não vai ajudar porque também vai dar um interprete de vida, mas pensar tem que ter dois no máximo para poder não sobrecarregar para todo mundo. Mas eu acredito que vai dar tudo certo, que se vocês prepararem alguém para estar com eles, duas pessoas mais no máximo para estar com ela e ela vai poder estar recebendo todas as informações e vai ter uma ótima visibilidade também. E vocês vão ter, né, eh, reconhecido de primeiro congresso, né, de primeiros congressoos que estão recebendo pela tua cultura cegueira. Ele tá >> é é Cláudia, nós estamos tomando todos os cuidados. Inclusive, eh, com esse casal vem duas intérpretes do Rio de Janeiro, eh, já acompanhando durante toda a viagem, durante todo o trajeto, durante o voo, na hospedagem também. eh esse casal vai ficar hospedado no mesmo lugar onde vai acontecer o o congresso. Então nós estamos tomando todos os cuidados para que ela realmente participe ativamente, né, do nosso do nosso congresso e possa interagir com as pessoas, enfim, né? Mas eu acho que isso é muito importante e pode dar realmente essa visibilidade principalmente para aquelas pessoas que nunca tiveram contato com uma pessoa surdo cega e que vão ter a oportunidade agora no Congresso de ter o contato com ela, né, e despertar o interesse para essa questão que eu acho que é muito importante paraa nossa sociedade como um todo. O o a Sandra, mais uma vez aqui, a Sandra mandando uma pergunta aí que ela ela que é da Paraíba, ela queria que você falasse um pouco sobre o seu trabalho na Associação Brasileira de Pessoas

um todo. O o a Sandra, mais uma vez aqui, a Sandra mandando uma pergunta aí que ela ela que é da Paraíba, ela queria que você falasse um pouco sobre o seu trabalho na Associação Brasileira de Pessoas Surdegas, né? Há quanto tempo essa associação existe? E e ela pergunta também quais as conquistas assim que a gente já pode comemorar, né? Conquistas pela associação, né? que a gente pode assim comemorar. Queria que você falasse um pouco da associação de de brasileira de pessoas surdo cegas Brasil. >> Bom, eh, na verdade, o grupo Brasil já existe mais de 20 anos, tá? Foi, ela é composta por parte profissionais de estudo cego. Nós já fizemos, nós tivemos a primeira associação brasileira de estudo cegos, só que agora a gente tem é composto por uma associação só que é o o Brasil que eu falei, né? E nós viemos trabalhando desde 1997 com a preparação de professores, integração na na área educacional, na saúde, no a a preparação de guia interpretação, eh preparação para as pessoas com tudo cegueira, porque na verdade não é todo sudo cego se aceita essa nova identidade. Então a gente tá, nós tá, estamos trabalhando ao pouco para conquistar todos esses espaços. Aqui em São Paulo, nós temos muitos os dias interpret formados, já estão dentro da escola de sur, das escolas de biling, da escola do estado, tanto do da prefeitura também e não só aqui no Brasil, mas no Brasil não, desculpa, aqui em São Paulo, mas em outros estados também. Então a gente tá focando muito, né, nessa parte de divulgação e de preparação para que essas pessoas tenham um futuro melhor. Então assim, a preparação da família, né, em si, porque é importante, que elas começam a aceitar essa nova identidade. A maioria das pessoas que da cooira adquirida vem na comunidade surda. Então a gente sabe que não é fácil para para essas pessoas, né? E a comunidade com deficiência visual, elas às vezes escondem, que a também apresenta a su cegueira, porque mesmo usando aparelho auditivo, que a gente sabe que é difícil aceitar,

a essas pessoas, né? E a comunidade com deficiência visual, elas às vezes escondem, que a também apresenta a su cegueira, porque mesmo usando aparelho auditivo, que a gente sabe que é difícil aceitar, ela também está na categoria concido cegueira. Então, às vezes as pessoas acabam usando nomenclatura diferente, mas nós sabemos que essas pessoas elas estão na área da subsegueira. Então, todo esse trabalho voltado dentro das políticas públicas é para melhorar, né, aos poucos onde estão os nossos direitos, melhor moradia, o o que é interprete dentro dos hospitais ou numa internação, o que interprete na sala de aula, o que interprete em todos os lugares. Se uma pessoa vê e ouve, né, e tem todos esses direitos, nós a gente também tem nós cultura cegueira, pessoa cultura cegueira também temos nossos direitos, né? Mas a partir que tem um profissional do nosso lado que pode estar nos intermediando para poder tá participando cada vez melhor. Mas assim, esse trabalho no começo foi bem difícil, mas aos poucos nós fomos abrindos portas na sala de aula, no teatro, nos esporte, dentro dos próprios conselhos, né? E nos hospitais não é fácil. ainda falta melhorar muito, porque eu é bom é até entrar na cabeça de cada pessoa, né, da sociedade que nós existimos, nós precisamos dessa dessa ajuda. A gente sabe que não é fácil aceitar, mas aos poucos sempre tem um um uma pessoa que compreende, que ajuda e apoia, né? Então a gente também não pode baixar a baixar a cabeça e deixar também cair tudo do sol, mas aos poucos a gente vai conquistando os nossos espaços para ter para que todo mundo tenha, né, uma vida melhor. Porque muitos aí, né, que a gente sabe, nós sabemos que estão dentro de casa, que não tem, né, eh, esse momento de integração, socialização também, porque a família tem medo, né, de deixar eles, eh, sair pro mundo afora e e ficar perdido. Agora, no meu caso, por exemplo, eu tive que trabalhar com a minha família, mostrar para ela que eu tinha uma, eu sou, que eu era independente, que eu

eles, eh, sair pro mundo afora e e ficar perdido. Agora, no meu caso, por exemplo, eu tive que trabalhar com a minha família, mostrar para ela que eu tinha uma, eu sou, que eu era independente, que eu podia ser independente, eu não podia ficar dependendo deles pro resto da vida, porque eu tinha que ter o meu momento, né, minha privacidade, meu momento, né, escolher, tem opção de escolha do que eu vou fazer, o que eu não vou fazer. Quando eu me casei com o Carlos Jorge há 20 anos atrás, eu comecei a abrir porta, mostrando paraa minha família o que o quanto que era importante, né, ter uma vida independente. Claro que no começo a minha família queria ficar morando comigo, mas ficou um tempo, mas depois eu peguei e comecei brincando cada um na sua casinha, porque a gente também quer ter nossa família da cidade. Mas assim, hoje eles abem que, nossa, a Sofia mudou bastante, ela mudou para melhor porque ela quis mostrar para outras pessoas, não só pros ouvintes, mas as pessoas com cegueira acreditar de ter, pode ter uma vida independência, mas sabendo que precisa de outra pessoa para auxiliar naquilo que precisa, né, que é o quê? médico, eh, socialização e tudo mais, mas assim, nada é impossível, né? A gente pode conquistar pouco, desde que a gente acredite nessa possibilidade e também não fica triste, porque quando a gente não consegue uma coisa nesse momento, a gente vai ficar triste, não. Aí muitas pessoas falam: "Ah, seu filho, se você quiser ir no cinema, no cinema, ou mesmo no centro espírita, se não tem alguém para vir com você, você vai ficar triste?" eu não vou ficar triste, eu vou ter que esperar. Apareceu uma pessoa que posso estar me levando dos lugares. Não é nesse momento que eu vou sair e vou e vou sair descabelada, ficar, né, reclamando da vida. Não, eu vou esperar por um momento que vai chegar uma hora que vai aparecer uma pessoa que vai me levar para um lugar, seja lá o lugar que for, né? Agora tem pessoas que não pensam assim. Tem pessoas que acham que

sperar por um momento que vai chegar uma hora que vai aparecer uma pessoa que vai me levar para um lugar, seja lá o lugar que for, né? Agora tem pessoas que não pensam assim. Tem pessoas que acham que que tudo acabou, tudo acabou, não existe mais nada, eles preferam ficar eh sozinhos, né? Mas não é bem assim, tem que ter pouco de paciência, tolerância, porque a gente sabe que nós vamos fazer as coisas, mas não é naquela hora, não é naquele momento, é a partir do momento que aparece uma pessoa que clama de que empresta os olhinhos e os ouvidinhos. Cláo, o nosso tempo está tá se escoando, está se esgotando, né? Uma pena, porque você tem tanta coisa assim a a falar e nós tínhamos ainda algumas perguntas aqui a fazer, mas certamente vai ficar para uma outra oportunidade junto com com o Jorge também, né? Eh, muito interessante tudo isso que você nos trouxe aqui. Eu acho que contribui demais para o debate, contribui demais para despertar nas pessoas o interesse pela temática, né? e principalmente porque você demonstra uma alegria, um otimismo que é contagiante. Eu mesmo fiquei aqui assim contagiado com a sua alegria, com o seu otimismo. E por isso eu gostaria que você deixasse essa palavra final aí pro pro para quem está nos assistindo. Uma mensagem de fé, de de esperança, de estímulo a todas as pessoas que nos acompanham agora. Eh, com todo o meu coração sempre de uma mensagem de positiva, otimista, porque assim, a gente não tem que caminhar triste, a gente tem que caminhar alegre, sorridente. E é com através do sorriso que a gente conquista os nossos espaços, os nossos sonhos. E é assim que eu aprendi, né? A gente tá sempre sorrindo, a gente tá sempre caminhando de cabeça erguida, né? E e deixar para trás o que passou. Passou, porque nós temos que ver é pra frente, né? E ser sempre ter fé em Deus, ter fé naquilo que Deus criou para nós, né? E que o momento divino para nós é estar sempre feliz, recebendo o que é pouco, que é muito, que é nada, né? Porque senão a gente não ser feliz, como

m Deus, ter fé naquilo que Deus criou para nós, né? E que o momento divino para nós é estar sempre feliz, recebendo o que é pouco, que é muito, que é nada, né? Porque senão a gente não ser feliz, como que não vamos conquistar, né, os nossos espaços. Agora ficar triste, até hora que a gente fica triste, mas não é sempre que a gente precisa ficar triste, a gente ficar alegre, sorridentes e sonhar. Eu acredito muito no sonho. Às vez quando a gente sonha, a gente conquista. E todo tudo isso que eu conquistei, que eu sonhei, né? Igual eu sempre falo, eu sonhei de uma forma, mas aí aconteceu de outra. né? Igual eu enxer, quando eu enxerguei, eu sonhava ser uma atriz, uma modelo. Hoje eu sou atriz modelo na área da do seguido. Então foi um papel, uma missão diferente. Mas agora eu não posso ficar triste, eu tenho que estar mostrando pra pessoa o quanto a gente pode ser feliz e cada vez mais feliz e otimista no nossos caminhos. Seja forte, seja otimista, que Deus abençoe todos vocês. Muito obrigado por estar com vocês, compartilhando esse momento com que o meu momento com vocês nesses momentos de aprendizagem, tá bom? Muito mesmo. Gratidão. >> Muitíssimo obrigado a você. Muito obrigado a Vanúia. Muito obrigado a Diana Toledo lá no Rio de Janeiro. Olha, existe uma questão em O livro dos Espíritos, a questão 132. E aí Allan Kardec perguntou aos espíritos qual era o objetivo da encarnação. Eles disseram: "Para uns é expiação, para outros é prova e para outros é missão. Eu saio daqui com a certeza de que a encarnação para você, esta encarnação, é uma missão. Você veio com essa missão de mostrar paraas pessoas que nós somos capazes quando queremos, mesmo diante de todas os desafios, de todas as barreiras, nós somos capazes de ser felizes na medida do possível, né? Então você, nesse sentido é uma missionária, porque você tá mostrando as pessoas na beleza de ser feliz, mesmo vivendo, né, uma aparentes dificuldades, desafios ou desafios reais, não importa, mas o fato é que você consegue eh transmitir para as

porque você tá mostrando as pessoas na beleza de ser feliz, mesmo vivendo, né, uma aparentes dificuldades, desafios ou desafios reais, não importa, mas o fato é que você consegue eh transmitir para as pessoas essa mensagem de fé, de alegria, de otimismo. E nós agradecemos muito a tua participação aqui nesta noite. Mais uma vez a você, a Vanúia, a Diana, a todos que nos acompanharam, que estão nos acompanhando até agora, os nossos votos de saúde e de paz para todos, esperando, né, que na próxima oportunidade vocês estejam de novo conosco nos próximos programas, com as próximas temáticas. a todos que fizeram parte desse trabalho, aos que estão nos bastidores também, não é, a Belmiro e a outros que estão trabalhando nos bastidores. O nosso muito obrigado e até o nosso próximo encontro, se Deus quiser. Que Jesus nos abençoe a todos. Uma boa noite e uma boa semana. Sistema Deus conosco de comunicação espírita. Aqui você navega em pontas de luz. >> O sistema Deus Conosco de Comunicação Espírita apresentou Programa Diálogos Inclusivos. O próximo programa Diálogos Inclusivos será dia 25 de outubro às 20 horas. e terá como tema a família como primeiro espaço inclusivo. Teremos como convidada Mari Lourdes Queiroz, mediadora Sônia Lima, intérprete de Libras, Sandra Santiago. Aguardamos todos vocês. Você gostou do conteúdo que produzimos? A maior caridade que podemos fazer a doutrina espírita é a sua própria divulgação. Gostaria de participar? Então venha e se junte ao grupo de amigos do sistema Deus conosco de comunicação espírita. Ajude a manter esse trabalho de amor. Seja um colaborador. Você pode contribuir com qualquer valor. Basta escanear o QR Code da tela. A sua colaboração é muito importante para nos ajudar a levar para o mundo a mensagem do Evangelho de Jesus e a doutrina espírita.

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