DIÁLOGOS INCLUSIVOS: A FORÇA QUE EXISTE EM NÓS – JOSÉ GUSTAVO | AL

FEBtv Brasil 30/11/2025 (há 5 meses) 1:02:07 46 visualizações

DIÁLOGOS INCLUSIVOS: A FORÇA QUE EXISTE EM NÓS – JOSÉ GUSTAVO | AL Bem-vindo ao Diálogos Inclusivos, um podcast feito para você! Todo mês, um convidado especial traz reflexões e trocas incríveis sobre inclusão, acessibilidade e diversidade. junte-se a nós neste bate-papo cheio de descontração e aprendizado! Curta, comente e compartilhe para levar essa mensagem ainda mais longe! #Inclusão #Acessibilidade #DeficiênciaVisual #Libras #TEA #Diversidade #Audiodescrição #Empatia #Capacitism...

Transcrição

Caros [música] ouvintes e internautas, sejam bem-vindos. Dentro de instantes, iniciaremos a nossa transmissão. O Sistema Deus Conosco de Comunicação Espírita em parceria [música] com a Federação Espírita do Estado de Alagoas e com a Federação Espírita Paraibana apresentam programa Diálogos [música] Inclusivos. No programa deste mês, o tema será a força que [música] existe em nós. Teremos como convidado o José Gustavo, mediador Osgídio, intérprete de Libras, Verônica Lima, intérprete da voz do Gustavo, Elisângela Araújo. [música] Sejam todos bem-vindos. >> Olá, saudações a todos, a todas. a todos vocês que prestigiam o programa Diálogos Inclusivos. Esse programa que é uma promoção, uma produção do sistema de comunicação espírita Deus conosco e com o apoio da Federação Espírita do Estado de Alagoas e da Federação Espírita Paraibana. Eu sou Osgley Isíio e vou fazer minha audiodescrição dizendo que sou um homem de pele parda. moreno, né, como a gente diz novamente. Cabelos castanho muito escuros, podemos dizer preto. Estou usando uma camisa preta com um detalhe aqui da minha federativa, Federação Espírita Pernambucana. Eh, estou aqui com um fundo branco, como vocês podem observar, algum aqueles que estão podendo visualizar, ah, violões que fazem parte aqui da do cenário. E nós estamos também com a nossa querida irmã Verônica, que vai ser a nossa intérprete, tradutora de Libras esta noite, este dia, independente do horário que você assistida, que estará conosco. Verônica é uma mulher de peliparda, uma mulher de meia idade, com o o o também está de com usando uma camisa preta. Eh, usa óculos, assim como eu, viu, não coloquei esse detalhe. [risadas] Eh, usa óculos, nesse instância tá de óculos com lentes com armação arredondada, está com um fone de ouvido do tipo que cobre as orelhas e tem ao fundo uma parede com branca, um tom cinza branco com desenhos como se fossem rachaduras na parede. Nossa amiga, nossa irmã Verônica estará conosco nessa atividade. atividade que é um bate-papo.

tem ao fundo uma parede com branca, um tom cinza branco com desenhos como se fossem rachaduras na parede. Nossa amiga, nossa irmã Verônica estará conosco nessa atividade. atividade que é um bate-papo. Nós sempre trazemos esse programa com um bate-papo que tem o objetivo de disseminar os saberes, as práticas sobre a inclusão e acessibilidade, de modo que cada pessoa que nos acompanha adquira, desenvolva, tenha o aprimoramento das suas competências inclusivas que estão latentes em todos nós. E quando falamos de um mundo inclusivo, quando falamos de desenvolver essas competências, estamos nos referindo a um mundo onde o respeito, o amor e a fraternidade são os principais recursos para uma vida plena e feliz. E nós acreditamos que todos temos um papel importante na transição planetária, na construção desta nova terra de respeito, de amor, de compreensão, de empatia. E este também é o convite do nosso mestre Jesus. Desse modo, a cada mês, no último sábado, das 20 às 21 horas, teremos um bate-papo, uma conversa aberta, franca, com convidados, estudiosos, especialistas, pessoas que vivem a realidade da inclusão ou da falta dela numa conversa que é sempre aberta e que todos aprendem juntos. Todos nós aprendemos juntos. O que fazer, como fazer, de que maneira devemos trazer as nossas ações para colaborar na construção de um mundo mais fraterno, mais feliz. Então, coloque aí na sua agenda que todos os meses, no último sábado, às 20 horas nós temos esse espaço aqui. Divulgue nas casas espíritas, nos espaços espíritas que você frequenta e fora deles também vamos incluir. Você pode acompanhar de forma em vídeo ou ainda em podcast as nossas os nossos programas. E no programa de hoje, que tem um tem um tema instigante, né? A força que existe em nós, uma história de superação. Nós teremos para essa para esse programa, para essa edição, um convidado muito especial. Eu eu já estava encantado aqui nos bastidores. Eh, a gente sempre fica preocupado quando a gente vai ter uma interação com

para essa para esse programa, para essa edição, um convidado muito especial. Eu eu já estava encantado aqui nos bastidores. Eh, a gente sempre fica preocupado quando a gente vai ter uma interação com uma pessoa que a gente ainda não conhece, não é? E e eu assim me senti abraçado pelo sorriso do nosso convidado. Nós temos hoje o nosso querido irmão Gustavo, José Gustavo, a quem eu chamo agora para estar conosco aqui na nossa telinha. Boa noite. >> Boa noite, Gustavo. Boa noite, Elisângela Araújo, que como vocês devem ter, alguns de vocês podem ter observado, nós estamos com a Elisângela, eh, que vai fazer o trabalho de intérprete de voz, é quem vai fazer a voz para nós, devido à nossas limitações, vai trazer para nós a as reflexões, as respostas, os comentários que o Gustavo eh emitir, né? do que o Gustavo nos ofertar essa noite. O José Gustavo é um homem de 32 anos, é usuário de cadeira de rodas, tem dificuldade na voz, baixa coordenação motora. Apesar dos desafios, graduou-se em administração de empresas pela Universidade Federal de Alagoas, a UFAL, lá no campus Arapiraca. é espírita desde 2021 e tenta frequentar os centros espíritas, mas bem sabemos das dificuldades e as dificuldades acabam levando para um outro espaço, esse espaço aqui, o espaço virtual, a as dificuldades arquitetônicas das casas que nós todos sabemos e enfrentamos, mesmo aqueles que se dizem não portadores de alguma limitação. Então, diante dessas condições, o Gustavo tem optado por participar do movimento espírita, participar desse trabalho nas opções virtuais, nos trabalhos remotos. Vou fazer uma breve descrição, audiood desescrição do Gustavo e também já vou fazer da Elisângela, não é? O Gustavo é um homem de pele branca, cabelo curto. O Gustavo tem tá usando nesse momento camisa vermelha e o Gustavo e é acompanhado pela Elisângela Araújo, que é uma mulher de pele negra, de pele parda em tom negro, eh usa óculos, tem cabelos lisos, está usando uma blusa, uma uma blusa que deixa os seus ombros aparente, mas é uma blusa

Elisângela Araújo, que é uma mulher de pele negra, de pele parda em tom negro, eh usa óculos, tem cabelos lisos, está usando uma blusa, uma uma blusa que deixa os seus ombros aparente, mas é uma blusa preta está segurando um travesseiro. Eu ainda não entendi esse travesseiro aí, mas depois ela deve explicar, deve ter um [risadas] Mas ela tá aí desde o início que esse travesseiro é bom. Um travesseiro, né? um aconchego pra gente. E o ambiente que eles estão, tem ao fundo uma parede azul, um azul claro, bem tranquilo, eh portas em madeira, na cor de madeira e de madeira e uns detalhes branco de um guarda-roupa, de um móvel, não é, que compõe este ambiente. Nós agradecemos, ficamos extremamente honrados e felizes com as suas presenças aqui, Gustavo Elisângela. E olha, nós começamos sempre eh, tendo esse momento, né, de apresentação, de audiodescrição. Esse momento em que para o público é como se a gente tivesse vendo agora, mas a gente já está aqui há algum tempo desde os bastidores, mas desde lá dos bastidores nós já ficamos ansiosos para conhecer um pouquinho da história dos nossos convidados. E a sua, Gustavo? Eu estou felicíssimo e honrado de ter você aqui conosco. E eu quero muito que através das perguntas que nos foram enviadas pelos internautas, as pessoas que querem conversar com a gente, eu quero muito conhecer e saber um pouco mais dessa força que você traz aí como exemplo para todos nós. Então, posso ir para as perguntas? Então vamos. Primeiro nós temos são muitas perguntas, viu? Eh, nós temos uma pergunta da Luana Santos, que vem, essa pergunta vem lá do Rio Grande do Norte. Ela é, perdão, desculpa, da Adriana aqui de Recife. A Luana é a segunda pergunta, já eu chego nela. Adriana aqui de Recife, ela tem uma curiosidade de fazer uma pergunta aqui que é de todos nós. Se você, Gustavo, já deixou de participar de alguma atividade, de frequentar algum ambiente por falta de acessibilidade, nós já falamos aqui que você tem dificuldade com os centros, né? Mas de um modo

Se você, Gustavo, já deixou de participar de alguma atividade, de frequentar algum ambiente por falta de acessibilidade, nós já falamos aqui que você tem dificuldade com os centros, né? Mas de um modo geral, estendendo aí para outros ambientes, outros espaços, se você tem essa dificuldade e se você poderia até nos trazer algum exemplo. Eu acho, >> eu acho queiciente na vida >> na vida deficiente. >> Isso acontece, isso acontece, >> isso acontece >> sempre. >> Sempre. >> Exemplo, >> exemplo. >> Uma loja, >> uma loja. Ai, >> a loja não tem. Isso aí >> eu tenho certeza TCC >> is >> não fala isso. >> A dificuldade >> de perceber >> de perceber >> de perceber >> perceber >> no seu dia a dia. seu dia a dia. >> E na escola >> e na escola >> acontecia acontecia >> e que as atividades >> as atividades >> era de correr, >> era de correr >> ocularia não conseguia fazer. É, a gente imagina dificuldade. Elisângela, eu vou te pedir só uma gentileza, eh, para você falar um pouco mais alto. Não sei se você tá próximo aí o microfone, porque a nossa intérprete, ela ela tá com alguma dificuldade de ouvir o seu áudio, tá certo? Mas é só é só aumentar a voz um pouquinho, o a sua, Alisângela, tá bom? Mas olha, eh, a gente não consegue, a gente até imagina, mas a gente não não consegue de fato entender, né, sentir, porque eu acredito que por melhor que seja a nossa intenção, a nossa empatia, é realmente quem vive que percebe essa dificuldade. Veja, você traz assim de cara o exemplo da loja, não é, Gustavo? por exemplo, da loja, a questão da dificuldade de banheiro, na escola, as brincadeiras, a tudo que é colocado. Então, realmente são coisas que eh para algumas pessoas elas nem lembram que isso pode acontecer, nem lembram. E é, então a pergunta a pergunta é bem pertinente. Nós agradecemos a a Luana essa pergunta. Desculpa, Adriana, pois não. Continue. Eu queria >> eu queria >> fazer >> fazer >> uma observação. >> Uma observação. >> Muitas vezes, >> muitas vezes >> que fal é boa vontade,

a Luana essa pergunta. Desculpa, Adriana, pois não. Continue. Eu queria >> eu queria >> fazer >> fazer >> uma observação. >> Uma observação. >> Muitas vezes, >> muitas vezes >> que fal é boa vontade, falta é a boa vontade. Uma vez eu fui >> eu fui >> na Federação Espírita de Alagoasor >> elevou >> elevador. Elevador, >> o elevador caval >> tava travado >> e o povo a escada >> e o povo subiram com ele à escada. >> Ou seja, quando a pessoa quer >> a inclusão, >> a inclusão, >> a inclusão >> acontece. >> É verdade. E a gente diz sempre o seguinte, né? Eu gosto de dizer que inclusão é amor. Amor no sentido amplo da palavra de que a gente de que a gente ter eh a boa vontade de que a gente tem o desejo de fazer isso, de incluir. Realmente, Gustavo, a a gente eh é uma pergunta já assim para deixar a todos nós reflexionando, pensando como é como é difícil eh o dia a dia quando você não tem a acessibilidade, quando você não tem os espaços inclusivos. Mas olha, vamos em frente. Tem uma segunda questão aqui que eu acho que meio que você já respondeu, mas eu vou fazer em todo caso, que é justamente a da Luana que eu ia trazendo como sendo a primeira, foi um engano. Então, a Luana pergunta pra gente o seguinte: como é que os centros espíritas podem ajudar na na inclusão das pessoas que são usuários de cadeiras de roda? Como é que centro espíritas podem ajudar essas pessoas? Gustavo, que que você traz aí pra gente na sua experiência? Eu acho >> que a primeira parte >> é que a primeira parte >> é acabou com preconceito. >> É acabar com o preconceito. >> O preconceito muitas vezes ele de >> acaba >> deixando >> deixando >> a pessoa de lado. >> A pessoa de lado. E e oportunidade >> e a oportunidade >> da oportunidade >> para que >> para que >> o cadeirante >> o cadeirante >> possa voltar >> possa voltar >> ao centro >> ao centro >> e matar >> de matar >> e mostar >> como >> e voltar >> voltar >> mostrar >> mostrar Desculpa a sua capacidade. >> A sua capacidade. >> A sua capacidade

tar >> possa voltar >> ao centro >> ao centro >> e matar >> de matar >> e mostar >> como >> e voltar >> voltar >> mostrar >> mostrar Desculpa a sua capacidade. >> A sua capacidade. >> A sua capacidade é verdade, meu irmão. [risadas] Preconceito fora, boa vontade presente. E nós vamos ter trabalhadores, vamos ter eh pessoas com deficiência, pessoas com alguma eh dificuldade que pode sim ser grandes colaboradores do movimento espírita. Você é um deles, não é? A gente vai, a gente vai chegar aí. Eu tô, eu já a já a gente chega aí. Deixa eu lhe fazer um um uma pergunta aqui. Nós fizemos há algum tempo atrás um programa sobre tecnologia assistiva. Então, para para alguns que estão ouvindo esse termo essa primeira agora pela primeira vez, são aqueles, digamos assim, vamos usar a palavra instrumentos, né, que a gente pode utilizar para que o as pessoas com deficiência possam eh atuar eh no meio, no espaço que a gente vive. Então, a bengala é um é uma tecnologia inclusiva, os os áudios, os computadores que falam para as pessoas cegas, eh, enfim, dispositivos, equipamentos, instrumentos que ajudam as a e que facilitam a vida das pessoas com deficiência. E aí a pergunta que a gente tem aqui da Ktia Lira da de João Pessoa é a seguinte: Gustavo, além da cadeira de rodas, você utiliza alguma tecnologia assistiva? Alguma outra? Se sim, qual você utiliza? >> Eu uso >> eu uso >> meu notebook. >> Meu notebook. >> O teclado, >> como é? que é um teclado >> que é um teclado. >> E cada atleta >> cada placa >> tem um buraco >> tem buraco para ele direto >> para ele ir direto com >> com >> Ah, >> só isso. >> Só isso. >> Muito bom. E olha, se esse teclado tivesse fácil, eu ia pedir para você mostrar. Eu fiquei até curioso para ver, mas [risadas] >> pô, eu e eu garanto que muita gente, viu? Porque deve ser bem interessante. Deixa eu ver aqui. >> Olha só, gente. Tecnologia assistiva aí na prática. Um teclado, um teclado é com se tiver difícil, não se aperie não, viu? É só se também se for atrapalhar aí a a

m interessante. Deixa eu ver aqui. >> Olha só, gente. Tecnologia assistiva aí na prática. Um teclado, um teclado é com se tiver difícil, não se aperie não, viu? É só se também se for atrapalhar aí a a transmissão, alguma coisa, né? É, entendi. Entendi. Ah, olha só, gente, que negócio interessante. Eu eu não conhecia não. >> Muito bom. >> Normal. >> E a gente coloca. Entendi, entendi. Aí você, a questão da da da oscilação do dedo, ela é estabilizada aí, né? >> Maravilha, maravilha. Gustavo, obrigado. Obrigado por mostrar pra gente, viu? Então, essa tecnologia aí assistiva é um exemplo assim maravilhoso, né? ilustra inclusive a fala da nossa irmã eh Ione Ione Oliveira, que foi quem fez essa essa esse episódio. E aqueles tm interesse, gente, um episódio muito bom alguns meses atrás, procurem lá no Deus, no sistema Deus conosco, vocês vão encontrar. Mas Gustavo, alguma mais que você gostaria de citar? Alguma tecnologia assistiva, algum recurso assistível a mais? Não >> é isso aí? E e com esse teclado aí você celular celular normal. >> Não precisa >> não precisa de tecnologia. >> Tecnologia. >> Ok. Ok. Maravilha. Nossa, são muitas perguntas. Com cada uma delas a gente vai aprender muito, eu tenho certeza. Eh, olha só, uma pergunta aqui um pouco mais grave, né? Uma pergunta assim mais que que chama aí para reflexão acerca das leis, né? Como as coisas vão acontecendo no nosso Brasilzão aí sobre as leis. Você acredita, Gustavo, que as nossas leis, as leis brasileiras asseguram os direitos das pessoas que possuem deficiência, as pessoas com deficiência, especialmente as que fazem uso da cadeira de roda? Quem nos envia essa pergunta é José Luiz de Pernambuco, daqui da da minha da minha terrinha. Eu tô de Pernambuco, tá? >> As leis brasileiras estão uma pessoa. >> Eu sou uma pessoa >> chatta. Chatta. É chato esse assunto >> esse assunto >> qu para m >> para mim tirar >> ensinar >> ensinar >> ensinar >> ensinar de Vamos começar uma vez, >> uma vez para mim pra escola >> para mim pra escola

Chatta. É chato esse assunto >> esse assunto >> qu para m >> para mim tirar >> ensinar >> ensinar >> ensinar >> ensinar de Vamos começar uma vez, >> uma vez para mim pra escola >> para mim pra escola >> precisei >> precisei >> procurar >> procurar >> a justiça >> a justiça >> uma vez >> uma vez >> não conseg >> e não ficasse >> e não consegui >> e não conseguir carro >> carro escola >> para ir pra escola. Eu acho, >> eu acho >> que >> que a lei >> a lei, >> a lei ela garante, >> ela garante >> muitos direitos, >> muitos direitos >> para os deficientes. >> Para os deficientes. >> Porém, >> Porém, >> o que falta >> O que falta >> é o inficiente. >> É o eficiente. O deficiente. >> Ouficiente >> é conhecer a lei. >> Conhecer a lei. >> Por quê? >> Por >> não adianta. >> Não adianta >> ter a lei >> ter a lei >> e o povo ignorar >> e o povo ignorar. A partir do momento, >> a partir do momento >> eu comecei a >> Eu comecei a entender a lei, eu comecei, >> eu comecei >> a buscar meus direitos, >> a buscar meus direitos >> e assim >> e assim >> consegui estudar, >> consegui estudar, >> estudar que salta, >> o que salta >> é É, ele fez conhecimento lei, >> nessa lei. >> É verdade. A gente a gente inclusive sempre comenta e em em todas as áreas, eu acredito que praticamente todas as áreas o Brasil traz legislações, traz eh a leis, normas regulamentadoras, etc., que são exemplos para o mundo em matéria de qualidade, enfim, são leis maravilhosas, mas você tem razão, Gustavo. O que falta é a aplicação, a fiscalização, é a boa vontade de fazer valer. E quando você diz assim, você não, eu sou chato porque eu cobro, tem que ser mesmo. Você tá certíssimo. Nós temos que ser. Ainda mais quando você tem a oportunidade de ser aquele que que vai fazer mudança. Porque uma coisa, eu tô na fila do banco, aí tem uma lei lá antiga que dizia que eu não posso ficar mais de 15 minutos, aí eu vou reclamando desses 15 minutos. Isso aí cai cai no na mesmista, né? Ninguém tá nem aí para isso. Mas quando eu tenho uma situação

lá antiga que dizia que eu não posso ficar mais de 15 minutos, aí eu vou reclamando desses 15 minutos. Isso aí cai cai no na mesmista, né? Ninguém tá nem aí para isso. Mas quando eu tenho uma situação como a como essa que você colocou, em que você consegue fazer a diferença, porque a partir dali vai chamar a atenção das autoridades para resolver o problema ou eles vão ter muitos problemas sérios dali paraa frente, é muito, muito, muito importante ser, como você disse, né, entre aspas, vou dizer assim, ser chato, ser cobrador. Parabéns. Parabéns. Tem que ser assim mesmo. >> Lei >> é um direito. >> É um direito. >> Claro. >> Não é um favor. >> Não é um favor. >> A lei tem que ser cumprida. Eu procurei eu procurei >> o ministério >> o Ministério Público >> para >> estudar conseguiu >> muitíssimo bem certíssimo. E parabéns. Buscar direito é uma prova de cidadania, é uma prova de de consciência daquilo que nós estamos fazendo das nossas vidas e servirem de exemplo paraa vida dos outros. Maravilha, maravilha. Eu eu tô aqui emocionado e vibrando a cada resposta, Gustavo. Tô aprendendo muito. E olha, observa aí, gente, que eu disse no início. A gente não se sente abraçado pelo sorriso do Gustavo, né? Ele não precisa nem estar aqui me abraçando. Eu eu espero ter a oportunidade de conhecer pessoalmente, ele dá um abraço, viu, Gustavo? Mas seu seu sorriso nos abraça a todos, com certeza. Bom, aí chega num ponto que me desperta mais admiração ainda por você, eh, que nós queremos falar um pouquinho sobre o livro que o Gustavo está lançando. Gente, por favor, se a gente tem a imagem do livro, a gente coloca aí. Então, é um livro que traz como título A força que existe em nós, uma história de superação. E a gente quer muito, saber um pouquinho sobre como surgiu a ideia, né? Eh, como foi escrever esse livro. Já vou aqui trazer mais uma pergunta, né? Quais foram os desafios? Quais foram os desafios que você enfrentou além desse teclado aí, dessa tecnologia assistiva maravilhosa? [risadas]

rever esse livro. Já vou aqui trazer mais uma pergunta, né? Quais foram os desafios? Quais foram os desafios que você enfrentou além desse teclado aí, dessa tecnologia assistiva maravilhosa? [risadas] Quais foram os muitos desafios que você enfrentou? Fale do livro, fale da da ideia de escrever o livro e nos traga os desafios. O livro, o livro surgiu, >> surgiu uma amiga minha, >> uma amiga minha me deu a >> deu a ideia de escrever. >> Escrever. Porém, >> porém >> eu nunca vendi, >> eu nunca >> vendi >> vendi >> ning >> como escritor >> como escritor. >> Até por >> até porque >> a minha área, a minha área, >> a minha área >> é matemática. >> É matemática. de português, >> não gosto de português, >> mas >> mas >> eu >> eu >> acabei >> acabei >> a >> aceitando >> a >> a >> a ideia >> a ideia >> desse >> dessa minha amiga >> e comecei >> e comecei >> a liv >> a fazer o livro experiência >> foi uma experiência Muito incrível, >> muito incrível. Por >> por em meio da minha vida, >> em meio da minha vida, >> lembrou da sua vida os momentos difícil, >> os momentos difíceis >> até chegar aqui. >> Até chegar aqui. >> Eu acho que a maior dificuldade, >> eu acho que a maior dificuldade foi >> segurar a >> segurar. Imagine, eu lembrei, >> eu lembrei >> dos momentos de vida. >> Eu tive que chorar, >> eu tive que chorar um pouco. >> Um pouco, >> meu irmão, eu imagino, viu? Eu imagino. Agora, olha só, eh, a gente diz assim, né? Eu não me sinto escritor, né? você diz assim: "Eu não, eu nunca me senti escritor." O, o, o escritor, eu, eu entendo assim, é aquele que tem algo a registrar, a nos oferecer na forma de livros. E você tem muito a nos oferecer, meu irmão. Você é um escritor, sim, viu? E olha, eh, eu você falou aí dessa dessa desse relembrar, não é? de revivenciar. Eh, as lágrimas certamente vieram, né? Porque a gente vai, a gente às vezes tá conversando com alguém, lembra de um momento emocionante ou triste ou enfim, e a gente vive isso de novo. Então, eu imagino o que foi você para escrever,

m, né? Porque a gente vai, a gente às vezes tá conversando com alguém, lembra de um momento emocionante ou triste ou enfim, e a gente vive isso de novo. Então, eu imagino o que foi você para escrever, né, para colocar tudo isso ali na nessa obra. Eu fico pensando você rememorar e reviver tantas etapas importantes na sua vida. Eh, eh, aí eu vou colocar aqui uma curiosidade minha, né, uma uma pergunta dentro da pergunta da nossa da nossa internauta. Essa pergunta, só para registrar, né, sobre o livro, é feita pela equipe aqui mesmo do da produção, do evento, da da nossa eh do nosso episódio, a pergunta sobre o livro, né, sobre os desafios. Mas você destacaria, Gustavo, você destacaria algum ponto que você considera assim: "Olha, na hora que eu decidi que ia escrever até o livro ficar pronto, eu quase desisto nesse ponto. Teve esse momento?" Eu acho, >> eu acho >> que foi quando >> que foi quando >> eu fui falar, eu fui falar, >> eu fui falar >> na escola >> na escola >> que foi expulso, >> que fui expulso. 2006 >> 2006. >> Por quê? muito. >> Eu queria muito escola naquela escola. Objetivo. >> Era o objetivo >> aquela escola. Com quatro dias. >> Quantos foi? Com quatro dias >> de >> de aula. Eu comunicado, >> eu tive o comunicado, eu não podia, >> eu não podia >> mais frequentar ali. >> Porém, >> porém >> eu superei. >> Eu >> superei. >> Superei. >> E quando foi? 8 anos depois. >> Quando foi >> anos >> 8 anos depois depois eu voltei. >> Eu voltei >> voltei >> para aquela escola. Não tem >> a minha capacidade >> e notei a minha capacidade. Gustavo, você realmente é um guerreiro, viu, meu irmão? você é um guerreiro. Eu fico imaginando palavras suas o seu sonho, o seu objetivo, o seu desejo de de estudar naquela escola ali. E aí acontece uma coisa dessa. Aí a gente volta aquela pergunta lá atrás, né? Você já teve dificuldade de acessar algum ambiente, né? Sim, né? Esse aí é um, você você foi impedido, você foi retirado. Isso realmente é eh tem que ter muita resiliência, tem que ter muita, muita

é? Você já teve dificuldade de acessar algum ambiente, né? Sim, né? Esse aí é um, você você foi impedido, você foi retirado. Isso realmente é eh tem que ter muita resiliência, tem que ter muita, muita garra mesmo. E você mostrou que tem, viu? É, é, é fantástico, é fantástico sua história e a gente fica pensando, né, até chegar esse ponto. Então, você teve esse momento que certamente você teve outros momentos que você poderia destacar de desafios na escrita desse livro, o que o que o que só faz a gente perceber a importância a importância de entender as diferenças, não é? A importância de entender as diferenças. Não como eh menor, maior, pior, melhor, mas diferenças a minha a minha necessidade de ver o que há de melhor em cada um de nós. Bom, aí aí teve aquela pergunta que que eu emendei, né, de de perguntar a você, ah, quais foram quais foram os desafios enfrentados na escrita desse livro. você já trouxe esse desafio aí, mas eu queria lhe perguntar o seguinte: quando você decidiu escrever o livro, eh, e aí já perguntas dentro de perguntas, né? uma coisa vai puxando a outra. Você já tinha em mente assim ou ou quem estava trabalhando com você nessaada já tinha em mente assim: "Vou publicar por tal editora, vou eh vou vou vou vou lançar no dia tal, já tenho uma previsão, quanto tempo eu vou levar. Já existia um planejamento ou não? Foi uma coisa que surgiu a ideia e você foi escrevendo ali, ó, tranquilo, sem se preocupar em quando ia terminar. Não, já tinha uma meta, já tinha objetivo e já sabia como ia publicar. E eu quando eu comecei a escrever, >> quando eu comecei a escrever, >> e eu comecei a procurar. Ai, Vitor, >> eu comecei a procurar. A editora, a editora. >> A editora. >> O patrocínio. >> O patrocínio. Lindo. >> E eu sou uma pessoa. >> E eu >> eu sou uma pessoa. >> Eu sou uma pessoa >> e não consigo sair as coisas. >> Eu não consigo fazer as coisas. >> Devagar. errado. >> Eu cheguei no mês. >> Nossa, [risadas] você olha um homem desse ainda diz assim: "Nunca me senti escritor, eu já

e não consigo sair as coisas. >> Eu não consigo fazer as coisas. >> Devagar. errado. >> Eu cheguei no mês. >> Nossa, [risadas] você olha um homem desse ainda diz assim: "Nunca me senti escritor, eu já tô pensando aqui no seguinte. Quando é que sai o próximo?" >> Gustavo, fantástico. Gustavo, fantástico. Olha, eu já eu já tô querendo o meu. Eh, evidentemente no no dia do lança, no dia que nós formos, no dia que estivermos no ar com esse programa, quem tiver assistindo, o livro já estará lançado, você já vai poder adquirir. O livro tá com previsão de fazer uma correção. >> Eu quero fazer uma correção. Ah, pois não >> era para ser lançar dia 12. >> Era para ser lançado dia 12. Gráfica, foi adiado. >> Foi adiado. >> Ainda não tem previsão. >> Ainda não tem previsão. >> Ok. Ok. Mas, mas veja só, já estamos no na pré-venda, não estamos? >> Já já. >> E a pré-venda tá acontecendo, a editora. O lançamento será tá programado para ser na UFAL, né, na Universidade Federal de Alagoas. A, a pré-venda já está acontecendo. O livro, o livro custa quanto? Não, >> R$ 40. >> R$ 40. Eh, nós vamos nós vamos pedir para pro pessoal da técnica colocar o o Instagram, né, que é o @gustavo. A admfa admual, então @gustavoadmufal, colocar na tela para aqueles que queiram registrar. E também tem o seu WhatsApp, né, Gustavo? Eh, tem um WhatsApp que a gente pode divulgar. O o WhatsApp é o 82, né, que é o DDD da do estado de Alagoas e o número é o 911 448. Então, olha só, não tem, eu mesmo já vou entrar em contato para adquirir o meu, viu? A editora é a editora Fica com F I K a quem quiser também ver o Instagram é @editoraedfica. O fica é com K. O do Gustavo, vou repetir, @gustavo. Mu, ufal, u fal. E o WhatsApp nós já colocamos repetindo, 829 91 44 88. Bom, como você falou, foi adiado. Não sabemos se no dia que esse programa for ao ar, que é o último sábado do mês, né, deste mês, nós não sabemos se vai ter publicado ou não, mas independente disso, a gente já pode correr atrás da eh da aquisição e eu vou e eu vou atrás

ama for ao ar, que é o último sábado do mês, né, deste mês, nós não sabemos se vai ter publicado ou não, mas independente disso, a gente já pode correr atrás da eh da aquisição e eu vou e eu vou atrás do meu e vou dar um jeitinho de oportunamente, quando eu estiver aí pelas Alagoas, ele procurar para eu pegar seu autógrafo, viu? [risadas] Gustavo, ainda ainda falando ainda falando do livro, sem dar spoiler, sem a gente falar muito pro pessoal ficar eh com interesse aí na leitura, que é que você pode adiantar aí pra gente assim, sem dar spoiler, o que é que você traz pra gente aí de conteúdo do livro para deixar o pessoal mais interessado ainda. O livro >> vai ter uma mistura, >> vai ter uma mistura >> de >> de >> choro, >> choro, >> choro >> de alegria, >> de alegria. Quem me conhece, [risadas] >> Quem me conhece, >> sabe? >> Sabe >> que eu amo dedicar, >> que eu amo dedicar. Eu amo brincar. Eu amo brincar comigo mesmo. >> Comigo mesmo. >> Então, >> então >> vai ter partes que vai ler. >> A pessoa que vai ler, >> vai chorar. Vai chorar >> situações >> de >> em outra parte >> em outra parte >> vai dar risada >> vai dar risada brincar com >> meu lado >> meu lado >> meu lado >> de brincar >> de brincar >> Ou seja, é o bom escritor mesmo, viu? Faz a gente rir e chorar. E e e eu fico e eu fico imaginando, Gustavo, eh sempre que uma que uma obra, sempre que um livro chega ao mercado, eu vou eu vou substituir a palavra de mercado, né? que fica uma coisa muito assim de dinheiro, mas vamos dizer assim, sempre que chega uma obra nova para o público, para os leitores, eh surge em torno daquela obra uma expectativa, né? Aqueles principalmente que se afinam com o conteúdo, t interesse pelo conteúdo. Quantos livros já não despertaram os nossos interesses, né? Só pela capa, só pelo título. Eh, e esse que fala de superação em dias como nós vivemos, né? um mundo cada dia tão tão mais difícil, mas que a gente sabe que tá caminhando para ser melhor, é uma transição, mas nesse momento a gente vive essa realidade da

uperação em dias como nós vivemos, né? um mundo cada dia tão tão mais difícil, mas que a gente sabe que tá caminhando para ser melhor, é uma transição, mas nesse momento a gente vive essa realidade da dificuldade e como disse lá na introdução, é um mundo de transição, mas o convite do mestre Jesus está colocado para que busquemos eh eh esse mundo feliz. E aí, ainda falando do livro, eh, o o qual a qual a mensagem que você acha que você destacaria de novo, sem dar spoiler, viu? Não quero estragar a surpresa não da leitura não. Eh, qual a mensagem que você do livro traria assim como que o título tá falando de superação, né? Mas qual ponto? Você diz assim: "Olha, eu resolvi colocar superação além todos os desafios por esse ponto aqui. Você traria, você teria esse, esse ponto assim na sua memória para dizer assim, você já contou uma fantástica, né? Ficou essa história da escola. Eu acho, como eu falei, eu acho como eu falei anteriormente dificuldade >> de ir para a escola. >> Ir para a escola. >> Quando eu tinha, >> quando eu tinha, >> é, >> 18 anos. O carro foi negado. O carro, >> o carro foi, o carro foi negado. >> E naquela hora >> e naquela hora >> eu tinha sua escola. >> Eu tinha suas escola. Escolha. >> Escola, >> escolha. Escolha. >> Escolha. >> Escolha. >> Eu ficar em >> vou ficar em casa. Vou lutar pelos meus >> sonhos. >> E você lutou? Eu escolhi aí. E é por isso >> e é por isso >> que esse título >> que eu coloquei esse título. A força que existe, >> a força que existe em nós. >> Em nós. >> Por quê? Por quê? Porque >> cada um de nós, >> cada um de nós >> tem uma força, >> tem uma força que precisa ser >> e precisa ser >> trabalhado. >> Trabalhada. Eu digo sempre, >> eu digo sempre >> que eu >> que eu >> eu religião. Religão. >> Que religião. >> Sim. >> Tem >> sim. Tem religião. >> Não sou ninguém. Não sou ninguém. >> Não sou ninguém. >> Eu acredito muito dinheiro. >> Aprendi. >> Acredito. >> Acredito muito em Deus. >> E depois da espírita. >> E depois >> da espírita.

ligião. >> Não sou ninguém. Não sou ninguém. >> Não sou ninguém. >> Eu acredito muito dinheiro. >> Aprendi. >> Acredito. >> Acredito muito em Deus. >> E depois da espírita. >> E depois >> da espírita. >> Da doutrina espírita, >> doutrina. >> Doutrina espírita. Dobrina espírculpa. A a minha vida, >> a minha vida >> mudou para melhor >> e mudou para melhor. Então que eu quero eu acho >> que quero passar é que >> eu >> quero passar >> quero passar é >> que cada um de nós >> cada um de nós >> pode >> pode >> ter aquilo que queremos >> ser aquilo que queremos eu sou eu sou >> oi >> eu B, >> é só buscar e e >> lutar. >> Essa é uma mensagem, [risadas] uma uma mensagem de superação. Essa mensagem de superação, eh, que eu que eu já considero que você deixou. Eu ia, eu ia dizer assim, que mensagem de superação, que mensagem você deixaria aí para pro nosso público? Você já deixou uma fala agora maravilhosa, maravilhosa. Agora, antes da gente encerrar, você disse que no livro a gente vai rir e vai chorar, né? Você já falou aí umas três ou quatro coisas que eu quase choro aqui agora. Eu acho que a Verônica também, porque a gente a gente sente, né? A gente sente quanto deve ter sido difícil esses momentos. Mas eu lhe pergunto, você teria um caso assim rapidinho para contar, sem dar spoiler, muito spoiler, se você achar que que cabe, você teria algum caso aí pra gente rir? Não, que tá no livro? >> Só para o pessoal ficar curioso. >> Eu sou uma pessoa gosto de brincar. >> Você gosta de brincar >> com a minha deficiência. É, se se tiver conversando, >> se eu tiver conversando pessoa, >> outra pessoa >> e a pessoa falando >> e a pessoa falar >> alguma coisa, >> alguma coisa >> cor de correr, levantar, >> levantar >> eu vou, >> eu vou na hora >> eu vouar >> a minha avó >> a minha avó >> faleceu >> faleceu >> ano passad >> ano passado >> na hora do >> pro padre >> chegou o padre >> para dar >> para dar >> a bênção >> a bçã um pouco. >> Ele começou a conversar, ele começou a conversar

faleceu >> faleceu >> ano passad >> ano passado >> na hora do >> pro padre >> chegou o padre >> para dar >> para dar >> a bênção >> a bçã um pouco. >> Ele começou a conversar, ele começou a conversar >> e daí ele disse >> e daí ele disse o seguinte, >> o seguinte, >> eu não posso, >> eu não posso >> pedir >> pedir >> para dona >> para dona >> levantar >> levantar >> e andar >> e andar. Mas, >> mas >> eu posso pedir, >> eu posso pedir >> a cada um >> a cada um >> e levante e frente >> e frente >> na hora. >> Na hora >> eu caí, >> eu caío >> caí por >> caí porar. Eu não posso. Ele não pode. >> Ele não pode se levantar. Ele não pode levantar. >> Eu te levantar. >> É, você realmente você realmente é é muito espirituoso, muito muito bom. Gustavo, olhe, meu irmão, nós nós estamos com essa com essa sua fala aí para pra gente fechar, porque é tanta a a sua história de superação, ela é tão forte, né? nos emociona a todos, nos nos deixa assim com o coração tão, né, tão apertado, né, de E aí você traz um um fechamento desse, uma alegria dessa, eh, falando da da sua deficiência, falando de de tudo isso e mostrando como você encara, como você como você se vê nesse mundão, sendo exemplo, sendo escritor. Tô sendo alguém que tem o que sim registrar e deixar pra gente, né? E vou dizer de novo, né? Para quem escreveu um livro em um mês, fica a pergunta aqui. Quando é que vem o próximo? Tem planos de verdade? Agora a pergunta. >> Eu acho que fia. >> Eu acho que >> eu posso escrever outro. >> Eu posso escrever outro. Asibilidade. Inclusão, >> inclusão >> cha, né? >> Semchado, né? >> Muito bom. Muito bom, Gustavo. Nós estamos chegando ao final, né? Uma pena aqui. Se tivéssemos, se estivéssemos aqui com o público presente ao vivo, eu tenho certeza que o pessoal vai fazer assim: "Ah, né? >> Então, estamos chegando ao final. Prazer assim gigantesco, né? Nem consigo eh de ter tido essa conversa com você. A alegria e o agradecimento a você, a a Elisângela, a certeza de que nós todos estamos

Então, estamos chegando ao final. Prazer assim gigantesco, né? Nem consigo eh de ter tido essa conversa com você. A alegria e o agradecimento a você, a a Elisângela, a certeza de que nós todos estamos finalizando esse programa diferente de que da do modo como começamos, do modo como chegamos. e do modo como enxergávamos eh a vida, né, e a vida daqueles que nos cercam, que têm tanto a dar basta oportunidade. Então, eu queria lhe pedir que fizesse agora o seu suas considerações finais, o que é que você teria aí para dizer para o nosso público, né? Só pra gente ir encerrando. Fica com você a palavra. >> Eu só queria agradecer a Sia. >> A Sônia >> a Sônia. Antônia, o convite, o convite, >> pelo convite, >> o convite, pelo convite. >> O convite >> pelo convite >> e a oportunidade >> e a oportunidade >> de falar um pouco >> de falar um pouco >> sobre mim. aência. >> Queria agradecer a paciência de você, da >> e de todos que vão ouvir. >> Gostaria de agradecer a minha amigaela. a tradução. >> Vou fazer a tradução. Queria sair uma observação. >> Eu só queria fazer uma observação. >> A inclusão, >> a inclusão >> começa em casa, >> começa em casa, >> começa na família, >> começa na família. aqui. Se aqui >> e hoje eu estou aqui. É porque minha mãe >> é porque a minha mãe pouco >> agora >> nós vimos. Nós vimos. É porque ela >> lutou a minha >> participação participação da >> da propriedade >> é como ela >> como ela me colocou Quando ela me colocou, >> quando ela me colocou >> na escola. na escola >> muita pessoa >> outra pessoa >> muita pessoa >> muita pessoa >> muita pessoa falavam >> falavam >> que era perente >> era perente >> que eu nunca ia aprender, >> que eu nunca ia aprender. >> E provei >> e provei >> o contrário. >> Ao contrário. Oj, hoje, >> hoje >> eu sou eu s >> eu sou estudante sete irmãos. Tenho sete irmãos e e sou único >> e sou único >> a ter >> a ter superior. >> Ensino superior >> e >> e >> lançando agora. >> Tôando isso agora. >> Muito bom. Muito bom, Gustavo. Por isso

sete irmãos. Tenho sete irmãos e e sou único >> e sou único >> a ter >> a ter superior. >> Ensino superior >> e >> e >> lançando agora. >> Tôando isso agora. >> Muito bom. Muito bom, Gustavo. Por isso e por tudo a nossa gratidão, meu irmão. Nossa gratidão a você, nossa gratidão a Elisângela Araújo, né, que fez esse trabalho aqui com a gente. Muito obrigado, Elisângela. Obrigado a Verônica, né, que também tá aqui conosco na telinha fazendo a nossa interpretação para Libras. Obrigado ao sistema Deus Conosco que proporcionou na pessoa do Belmiro, proporcionou a realização de mais este episódio da série Diálogos Inclusivos. Muito obrigado a todos vocês que nos acompanham, vocês que nos acompanham aqui pelas telinhas, pelas mídias, né, redes, redes sociais, enfim. E nós queremos agora anunciar o nosso próximo eh o nosso próximo episódio, nossa próxima edição, o próximo programa. >> O lançamento do livro do Gustavo A força que existe em nós [música] será dia 7 de janeiro no Campus da UFAL, em Arapiraca, Alagoas. A pré-venda do livro já está acontecendo. [música] Adquira o seu por R$ 40. Garanta seu exemplar já e receba logo após o lançamento. Comprando na pré-venda, você recebe o marcador de páginas personalizado. Após o lançamento, a editora enviará para todo o Brasil. Mais informações com o Gustavo nos contatos aqui na tela. >> Sistema Deus [música] conosco de comunicação espírita. Aqui você navega em Ondas de Luz. >> O sistema Deus Conosco de Comunicação Espírita apresentou programa Diálogos Inclusivos. [música] O próximo programa Diálogos Inclusivos será dia 27 de dezembro e terá como tema a arte como instrumento de inclusão. Teremos como convidado Marco Lima, [música] mediadora Sônia Lima, intérprete de Libras, Sandra Santiago. Aguardamos todos vocês. [música] Você gostou do conteúdo que produzimos? A maior caridade que podemos [música] fazer a doutrina espírita é a sua própria divulgação. Gostaria de participar? Então venha [música] e se junte ao grupo de amigos do sistema Deus conosco de comunicação

or caridade que podemos [música] fazer a doutrina espírita é a sua própria divulgação. Gostaria de participar? Então venha [música] e se junte ao grupo de amigos do sistema Deus conosco de comunicação espírita. Ajude a manter esse trabalho de amor. Seja [música] um colaborador. Você pode contribuir com qualquer valor. Basta escanear o QR code da tela. A sua colaboração é muito importante para [música] nos ajudar a levar para o mundo a mensagem do evangelho de Jesus e a doutrina espírita.

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