DIÁLOGOS INCLUSIVOS: A FAMÍLIA COMO PRIMEIRO ESPAÇO INCLUSIVO – MARILURDES QUEIROZ | PB
DIÁLOGOS INCLUSIVOS: A FAMÍLIA COMO PRIMEIRO ESPAÇO INCLUSIVO – MARILURDES QUEIROZ | PB Bem-vindo ao Diálogos Inclusivos, um podcast feito para você! Todo mês, um convidado especial traz reflexões e trocas incríveis sobre inclusão, acessibilidade e diversidade. junte-se a nós neste bate-papo cheio de descontração e aprendizado! Curta, comente e compartilhe para levar essa mensagem ainda mais longe! #Inclusão #Acessibilidade #DeficiênciaVisual #Libras #TEA #Diversidade #Audiodescrição...
Caros [música] ouvintes e internautas, sejam bem-vindos. Dentro de instantes, iniciaremos a nossa transmissão. O Sistema Deus Conosco de Comunicação Espírita em parceria [música] com a Federação Espírita do Estado de Alagoas e com a Federação Espírita Paraibana apresentam [música] programa Diálogos Inclusivos. No programa deste mês, o tema será a família como [música] primeiro espaço inclusivo e teremos com convidada Mari Lourdes Queiroz, moderadora [música] Sônia Lima, intérprete de Libras Sandra Santiago. Sejam todos bem-vindos. >> Boa noite a todos. Sejam todos bem-vindos. para mais um programa Diálogos Inclusivos. Esse programa é uma promoção do sistema Deus conosco de comunicação espírita e conta com o apoio da Federação Espírita do Estado de Alagoas e da Federação Espírita Paraibana. Eu sou Sônia, né, uma mulher de pele parda. Meus cabelos estão presos. Uso um headphone na cor preta. Estou usando um óculos de formato arredondado e armação escura com usando o batom vermelho. Vermelho não, desculpe, marrom. Uso uma blusa de gola e na ela ela tem uma mistura de branco, quadradinhos brancos e pretos. Ao fundo, uma parede branca, onde aparece também partes de um de dois quadros. E agora vamos fazer a descrição também da nossa intérprete, nossa querida Sandra, mulher de pele clara, cabelos ondulados claros abaixo do ombro, usam uma blusa preta de manga comprida. ao fundo, eh, tem uma é uma uma parede branca com uma parte branca e outra verde, se não me engano. E também nós estamos sobrepostos numa tela que ela tem várias imagens de silhueta, de corpos, de pessoas que têm diferentes deficiências. Esqueci de falar isso, né? Então, meus queridos irmãos, eh hoje eu vou fazer a mediação desse bate-papo. Exatamente. Esse programa é um bate-papo que tem como objetivo disseminar saberes e práticas sobre a inclusão e acessibilidade, de modo que cada pessoa que nos acompanhe adquira, desenvolva ou aprimore competências inclusivas. E quando falamos de um modo inclusivos, estamos nos referindo ao mundo onde o
lusão e acessibilidade, de modo que cada pessoa que nos acompanhe adquira, desenvolva ou aprimore competências inclusivas. E quando falamos de um modo inclusivos, estamos nos referindo ao mundo onde o respeito, o amor e a fraternidade são os principais recursos para uma vida plena e feliz. E nós acreditamos que todos temos um papel na transição planetária e na construção dessa nova terra. Desse modo, a cada mês, no último sábado, às 20 horas, até às 21 horas, teremos um bate-papo com convidados especialistas na na área e diretamente envolvidos com o tema. Numa conversa aberta, direta e franca. Todos e todas aprenderemos juntos o que fazer e como fazer para colaborar na construção de um mundo mais fraterno e feliz. Então, coloque na sua agenda, não esqueça, não perca nenhum programa, né, que são programas maravilhosos, conteúdos maravilhosos. Você pode acompanhar em forma de vídeo ou em podcast. E nesse programa nosso bate-papo será sobre o tema A família como primeiro espaço inclusivo. E para conversar conosco, hoje convidamos a nossa querida Marur Mari Lourdes Queiroz. Olá, Sônia. Olá Sandra, que alegria estar com vocês. >> Muito bem, Mari Lourdes. É a Mari Lourdes. Ela é psicóloga clínica, ela reside na Paraíba, é trabalhadora espírita da Federação Espírita da Paraíba Paraibana, há vários anos, é palestrante espírita e atualmente é vice-presidente da da área doutrinária da FEPB. Então, a Mari Lourdes tem muito a contribuir pela sua experiência como trabalhadora espírita, além da sua competência eh na área profissional, onde ela lida diariamente com as questões de famílias e também pelo compromisso ético com o tema. Seja bem-vinda ao nosso querido, ao nosso programa Diálogos Inclusivos e por gentileza, saúde o público que nos acompanha e faça a sua audiodescrição. >> Olá, minha querida Sônia, mais uma vez, Sandra, é uma alegria imensa estar aqui. Eu sou uma mulher de pele clara, tem um cabelo cacheado no tom dourado, na altura dos ombros estou usando óculos. com armação escura, vestindo uma blusa
a vez, Sandra, é uma alegria imensa estar aqui. Eu sou uma mulher de pele clara, tem um cabelo cacheado no tom dourado, na altura dos ombros estou usando óculos. com armação escura, vestindo uma blusa amarela. Tenho alguns colares no pescoço. Estou atrás de mim, estou sentada numa cadeira branca e atrás de mim uma parede de cor verde e amarela. De um lado tem um pedacinho de um quadro e do outro uma persiana. Mais uma vez é uma alegria imensa estar aqui, né? Um abraço a todos que estão nos ouvindo ou nos assistindo nessa nesse bate-papo tão importante. Parabenizo já a vocês por essa iniciativa belíssima desse programa de Diálogos Inclusivos. Muito obrigada, querida Mari Lourdes. Então, para nós é uma honra contar com a sua presença e estamos certos de que serão momentos de muito aprendizado e de muitas reflexões para nós e para todos que nos acompanham. Eh, para esse programa nós recebemos muitas perguntas do público e vocês que estão nos acompanhando podem enviar suas perguntas. Esse programa é feito com vocês. Agradecemos a todos e a todas que colaboraram enviando suas perguntas e agora vamos trazer essas perguntas enviadas pelo público para a nossa querida Mari Lourdes. Então, minha querida, primeira pergunta, a pessoa que nos traz essa pergunta é a Mariana de Pernambuco. Para muitos de nós, o tema da inclusão é muito novo. Acho que muitas famílias não entendem sobre o assunto e talvez excluam por ignorância. Você concorda? >> É interessante a gente pensar, não é, como o termo inclusão traz pra gente essa ideia de do novo, não é? do, talvez seja no debate social, ele seja mais novo, mas quando a gente entende que olhando paraa família, já que o nosso tema traz a família, não é? Eh, como essa experiência desse encontro de pessoas, quando a gente nos reporta a Joana, Joana diz que a família ela é um laboratório. A gente pode até não pensar no termo inclusão, mas naturalmente dentro de um contexto, dentro de uma estrutura de família, nós somos diversos. Não há um
, Joana diz que a família ela é um laboratório. A gente pode até não pensar no termo inclusão, mas naturalmente dentro de um contexto, dentro de uma estrutura de família, nós somos diversos. Não há um filho igual ao outro, não é? O pai e a mãe são diferentes de de várias formas, estrutura de corpo, algum que possa trazer alguma deficiência no comportamento. Então nós somos diferentes por natureza. A natureza ela é inclusiva. A natureza, ela já fala da diversidade. Nós é que precisamos talvez trabalhar. E aí sim há grande dificuldade. E a gente pode até pensar, não é, Sônia, na grande eh, vamos dizer assim, >> desafio. O desafio da família na aceitação e na compreensão, sim, da diferença, não é? diferenças essas muitas vezes que pode gerar naquela família pontos de divergência, ou seja, do pensamento, ou seja, de um comportamento, ou seja, de escolhas, mas esse tema se faz necessário cada vez mais urgente. É, Joana traz também uma coisa muito interessante no livro Constelação Familiar, que ela diz que é na família que a gente desenvolve afetividade, o respeito pelos direitos alheios. Olha que interessante, é dentro da família que a gente vai começar a pensar no direito do outro. Quando numa família maior com mais de um filho, né, dois, três filhos, naturalmente nós começamos a aprender a dividir. Então, quando eu começo a aprender a dividir e a família lida com essa questão da do dividir espaços, nós vamos aprendendo ali sem perceber o direito do outro e o meu direito. Quando a família não vai compreendendo isso, aí sim nós temos dificuldades. Por quê? Se a família é um laboratório para a sociedade, ela é a célula primária, não é, paraa construção da sociedade, o a falta de inclusão ou a dificuldade da inclusão hoje na nossa sociedade, na nossa família, é justamente da falta desse entendimento do direito do outro, da importância do outro na sua diversidade. Então, a nossa amiga Mariana aí que que fez essa pergunta, não é? Mariana, realmente é um desafio, mas nós precisamos e cada vez mais como
direito do outro, da importância do outro na sua diversidade. Então, a nossa amiga Mariana aí que que fez essa pergunta, não é? Mariana, realmente é um desafio, mas nós precisamos e cada vez mais como um programa como esse faz a gente despertar e a compreender a importância de falarmos sobre inclusão nos nossos lares, a ensinar as crianças o respeito ao direito do outro, a diferença do outro, que é importante, e que a diferença ela é colaborativa, porque cada um, aquilo que nós estávamos conversando antes, cada um tinha sua habilidade também. para complementar, para auxiliar. E isso quando é compreendido na família, nós vamos colocando isso também no grupo social. Aqui nós fazemos parte na sociedade. Isso é no trabalho, é na casa espírita, na escola, onde quer que a gente esteja, mas a base, a base sim, precisa ser reforçado, fortalecido esse olhar inclusivo na família. Espero ter respondido a nossa querida Mariana. eh de forma bem clara, né? Eu também eh eh tinha certas dúvidas em relação a esse questionamento que nossa querida irmã fez, mas você nos trouxe de forma clara. a família. Eh, nossa, quantas famílias, infelizmente, sem ter esse essa noção de de que é a o tronco, a raiz dessa árvore que vai dar frutos bons ou que vai dar vai ter problemas no futuro, que somos nós, quantas quantos sofrimentos poderiam ser evitados, né? Então, quando, como você falou lindamente aí, a natureza é inclusiva, quantas possibilidades e quantos exemplos a natureza nos traz? Então, é perfeito. A sua fala foi perfeita. Vamos para a próxima pergunta. Então, essa próxima pergunta vem do Jean, que é da Bahia, e ele nos pergunta: "Quando se fala de inclusão, muitos assuntos vêm na minha cabeça, mas o que é inclusão realmente?" >> Eh, Jean, você fez uma pergunta ampla mesmo, não é? [risadas] a gente poder pensar eh como a pergunta anterior da Mariana, não é? De que a gente entende que nós somos seres diferentes, começa por aí, não é? Entender a inclusão começa a no básico, somos seres diferentes, estamos reunidos
omo a pergunta anterior da Mariana, não é? De que a gente entende que nós somos seres diferentes, começa por aí, não é? Entender a inclusão começa a no básico, somos seres diferentes, estamos reunidos em família no mesmo teto, mas nós temos personalidades diversas. Nós temos comprometimentos também diversos. Vamos começar bem pelo princípio. Nós entendemos na doutrina espírita e esse é um propósito importante, basar, porque nos ajuda a pensar na inclusão. Nós não estamos aqui a passeio, nós não estamos aqui a mero acaso. A nossa encarnação é um processo extraordinário de organização. O próprio processo, viu, Sônia, é incrível, porque o próprio processo reencarnatório, ele é um processo inclusivo. Porque na programação não se pega assim, vamos botar todo mundo igual naquela família, todo mundo ali, tudo, todo mundo que pensa do mesmo jeito, todo mundo vai vir com o corpo do mesmo jeito, todo mundo vai vir com Não, o processo reencarnatório, por si só, ele já é um aprendizado de inclusão. Por quê? Naquela família vai vir pessoas diferentes, com estruturas físicas diferentes, mesmo irmãos. Há famílias que às vezes os os filhos nem se parecem uns com os outros, vem numa diferença física. Alguns podem vir com sim, com alguns deficiências físicas, auditivas, visuais, não é? Seja ela qual for. Outras pessoas vão vir com personalidades basilares já diferentes. Por nós precisamos começar que nós somos seres que temos várias reencarnações. Cada reencarnação nós vamos trabalhar um aspecto nosso. nós vamos vir com, eh, vamos dizer assim, atividades, eh, missões, e objetivos, propostas de melhoria diferentes. Então, já começa por aí. Então, o próprio processo, planejamento reencarnatório, ele já é inclusive uma família vai vir pessoas diversas, vai vir pessoas que têm mais alguma afinidade ali, vai vir pessoas que vão precisar eh se reorganizarem no processo do perdão, do amor, da colaboração. Ah, vai vir pessoas com muita dificuldade de se relacionar. Então a gente entendendo, não é, que
i, vai vir pessoas que vão precisar eh se reorganizarem no processo do perdão, do amor, da colaboração. Ah, vai vir pessoas com muita dificuldade de se relacionar. Então a gente entendendo, não é, que esse processo da encarnação, ele é para que a gente aprenda a viver no diverso. Então, incluir é compreender a diversidade que somos. Como eu falei anteriormente, se a gente for olhar, a natureza é o nosso grande exemp. Na natureza não se pergunta o que você é, se você tá com tal dificuldade. A natureza colaborativa. Então, a gente pensar em inclusão é a gente pensar numa sociedade colaborativa, onde nós vamos proporcionar para cada um de nós em conjunto, em grupo, caminhos para que a gente caminhe juntos. Mas cada um com o seu ponto, cada um com a sua eh com o que trouxe para oferecer. Às vezes a gente quer trazer a inclusão como algo muito complexo. Ele é na sua, é complexo sim, na sua, vamos dizer assim, na sua colocação enquanto sociedade. Por quê? Porque a gente precisa analisar que sociedade nós estamos tendo agora. Talvez a dificuldade de compreender, compreender a inclusão é compreender que nós estamos numa sociedade individualista, onde é o eu é mais importante, o ter é mais importante, onde a vida humana ela não é valorizada. Então, quando a gente começa a pensar na sociedade em que nós estamos inseridos, aí nós precisamos, talvez essa bandeira da inclusão, né, da acessibilidade, ela vem com muita força, porque nós estamos perdendo a naturalidade de ser humanos. Nós ainda não somos, evidentemente, essa figura humana. Nós estamos no aprendizado do ser humano. Nós somos às vezes muito mais instintivos do que humanitários. E várias, vamos dizer assim, ações precisam ser lev levantadas para que a gente possa refletir. Como assim eu não respeito aquela pessoa que tem alguma deficiência? Como assim eu não respeito a mulher? Como assim eu não eu não respeito uma a pessoa de pensamentos diferentes? Como assim a gente pode aceitar, por exemplo, o racismo? Então, essas questões que são colocadas
sim eu não respeito a mulher? Como assim eu não eu não respeito uma a pessoa de pensamentos diferentes? Como assim a gente pode aceitar, por exemplo, o racismo? Então, essas questões que são colocadas na nossa sociedade pelo nosso egoísmo, mas a nossa natureza é inclusiva. É natural ser inclusivo. Nós é que estamos dificultando o processo. E por mais uma vez reforço, por isso nós precisamos falar sobre, né, Sônia? Precisamos falar sobre, né? Nós precisamos questionar. Nós precisamos, enquanto família espírita, quando nós temos toda essa noção extraordinária que a doutrina nos traz, é o nosso dever falar sobre, porque falar inclusão é falar sobre a caridade em ação, é falar sobre o respeito, é falar sobre a fraternidade, é falar sobre o amor. Inclusão é o amor em ação. o outro, como Jesus disse, amai a Deus e ao próximo como a si mesmo. Nós precisamos simplesmente exercitar isso. Nós, se nós fizermos isso, nós já estamos iniciando o processo, sim, de inclusão de uma forma muito mais natural. Mas enquanto essa naturalidade não chega, meu irmão, nós precisamos falar da inclusão em todos os seus aspectos para que a gente possa fazer sementes chegarem nos corações mais endurecidos pelo orgulho, infelizmente, que ainda está em nós. Não é, Sonha? Son, não tô te ouvindo. >> Tá me ouvindo agora? >> Agora. Agora. Não é fácil. Eu eu eu acho assim, não é fácil, lógico, né? a família, às vezes a gente sente uma difica, né, tantas problemáticas que tem de de reajustes e e tantas outras coisas, mas é um plantando essa semente um pouco de cada vez e a vai e a gente vai conseguir. Eu tava ainda em outro momento falando que tem plantas, tem a eh sementes que nós plantamos, não sei se é da castanheira, não me lembro qual é a planta, que a gente planta, mas não vai comer do fruto dela próxima geração, mas nós vamos plantar aquela semente. Então, é essa semente da da da inclusão, a semente do da empatia, isso que você tá está nos trazendo. Pode ser que nessa eu não consiga ver mais as
óxima geração, mas nós vamos plantar aquela semente. Então, é essa semente da da da inclusão, a semente do da empatia, isso que você tá está nos trazendo. Pode ser que nessa eu não consiga ver mais as próximas, os que vão vindo, próximas gerações da família já vão, já vão se fortalecendo porque já vão vir um exemplo, não é? Eu não sei se eu tô eh colocando da maneira que o tema tá tá pedindo, né, Mar Lourdes? Mas eu eu também penso assim. >> Isso mesmo, Sônia. Com certeza. Nós precisamos, e é esse o objetivo, não é? eh vivenciar o amor nesses pequenos passos, porque o amor ele é intenso, mas a gente ainda nem compreende. Nós, o nosso amor é muito mais apego. Nós precisamos compreender o amor nessa universalidade que nos ensina a doutrina, nos ensina o mestre Jesus. >> Verdade. Que maravilha. Agora vamos para a terceira pergunta. A terceira pergunta vem de Catarina do Piauí. O que fazer quando a família abandona um filho ou uma filha? Tem alguma lei que obriga essa família a amparar seu próprio filho? Difícil, hein? >> Nossa, Catarina, essa pergunta é muito delicada, não é? Porque hoje sim tem algumas leis, se a gente for falar em leis assim, tem algumas leis de amparo, por exemplo, eh quando é um menor ou uma pessoa que tem alguma deficiência, os pais são sim responsabilizados, que é o abandono de incapaz, não é? Quando isso acontece e essa família é localizada, ela é responsabilizada, não é? Então, hoje nós temos eh leis que protegem isso, mas mesmo assim, infelizmente acontece muito. Eh, tanto que nós às vezes também tem famílias que perdem o pátrio poder, que se chama, não é? Quando aquela criança ou aquela pessoa que tem alguma deficiência sofre abusos, sofre violências e essa família perde o pátrio poder e essa pessoa é acolhida em instituições, né? Também tem esses casos, não é? Mas assim, a gente entende e é uma pergunta complexa para que a gente possa ter uma resposta para você assim tão incisiva, a não ser essas essas duas opções que eu trouxe, não é, da
sses casos, não é? Mas assim, a gente entende e é uma pergunta complexa para que a gente possa ter uma resposta para você assim tão incisiva, a não ser essas essas duas opções que eu trouxe, não é, da responsabilidade através das leis humanas, mas o comprometimento quando alguém eh é muito difícil a gente poder dizer assim que a cada até os casos são diferentes, até os casos de abandono, a gente não pode botar tudo no mesmo, vamos dizer assim, na mesma coisa, né? Complexidade. Nós somos complexos, nós somos muito complexos. Então, às vezes tem as vulnerabilidades sociais, as vulnerabilidades econômicas, as vulnerabilidades psíquicas, não é, que podem levar uma pessoa a o abandono de um filho, se ele é criança ou a expulsão, vamos dizer, aí já seria uma outra coisa. Quantos adolescentes e jovens são expulsos de casas por questões da sexualidade, né? Então, tudo isso a gente precisa eh com ir compreendendo para como nós, enquanto sociedade podemos auxiliar além das leis humanas que pode trazer esse amparo a essas pessoas que estão passando por por essas dificuldades, né? Se for crianças ou pessoas com deficiências, elas têm um amparato da justiça, sim, e da responsabilidade. Quando não, a esses pais que, por alguma circunstância não tenham condições psíquicas, econômicas e sociais de cuidar dessa dessa criança ou dessa pessoa, ela pode ser colocada aí sim, não é? Uma fila para adoção, para cuidados. Mas isso é muito complexo, amiga. O ideal e vai, nós vamos chegar a um dia, não é? Numa, nas nos próprios próximos séculos aí onde que a gente não possa ver, que a gente não veja o abandono, porque não é só de filhos, de crianças, muitas vezes de idosos. Se a gente for entrar também aos idosos que são abandonados pelas famílias. Então, veja como é um tema complexo, não é? Quantos idosos depois de ter passado toda a sua vida e de doação à aquela família, muitas vezes são abandonados, né? Então a gente precisa pensar, inclusive hoje, mais do que nunca, porque nós estamos numa sociedade cada
s de ter passado toda a sua vida e de doação à aquela família, muitas vezes são abandonados, né? Então a gente precisa pensar, inclusive hoje, mais do que nunca, porque nós estamos numa sociedade cada vez mais envelhecida, onde o processo de longevidade tá e a elevando o tempo de vida. E nós precisamos pensar e repensar sobre a inclusão dos nossos idosos nos lares, nas famílias, não é? Então veja, veja Sônia que é uma pergunta que daria só ela daria pra gente passar aqui um tempão, mas assim é a gente pensar o quanto sociedade nós podemos ajudar a essas instituições que recebem essas pessoas, como nas nossas casas espíritas nós podemos falar sobre a inclusão dos idosos, das pessoas com deficiência, como nós podemos ajudar aos projetos, as famílias que estão em vulnerabilidade social, psíquica social. Então são várias formas de que nós podemos fazer, não é? Porque nós não temos como o controle de tudo, mas nós podemos colaborar para diminuir as dores que existem aí no mundo. >> Eh, são várias vertentes, né, Mar Lourdes? várias vertentes e cada uma com as suas complexidades, mas como você nos trouxe, nada que o tempo, o amor, a vontade de buscar essa melhoria, porque nos colocar no lugar do outro. Hoje nós estamos na idade que estamos, mas pode ser que cheguemos aos 90, né, né? as crianças de hoje que também sofrem eh na no seio familiar, não em todos, mas em alguns sim, eh por ignorância de saber conduzir aquela situação, que os centros espíritas, a sociedade em geral possa se preparar para receber esses essa família, não é isso, Mari Lourdes? receber, acolher, orientar >> para que possa ter a a a paciência de lidar com a situação que não é fácil, continuo dizendo isso, mas nada que com amor, >> eh, com essa orientação no nesses dois planos, no na sua igreja, esses centros espíritas, sociedade como um todo. Porque se você, Mari Lourdes, está bem, se Sandra está bem, eu estou bem. Exato. >> Se o meu irmão não está, se o irmão, não, meu o irmão tá sofrendo, amanhã pode ser que seja na minha casa. Então,
o. Porque se você, Mari Lourdes, está bem, se Sandra está bem, eu estou bem. Exato. >> Se o meu irmão não está, se o irmão, não, meu o irmão tá sofrendo, amanhã pode ser que seja na minha casa. Então, eu tenho que olhar para o outro com esse olhar de o que que eu posso fazer. E são perguntas que estão vindo realmente, né, olha, foram bem elaboradas pelos nossos irmãos. Então vamos para a quarta pergunta. Qual o papel da casa espírita no apoio das famílias? Essa pergunta veio do nosso irmão Davi da Paraíba. Foi praticamente o que foi, né, falado ainda agora. [risadas] Exato, Davi. Eh, essa uma boa pergunta, muito boa, >> maravilhosa, >> porque nós precisamos cada vez mais, enquanto casa espírita, está preparado para atender as famílias, principalmente, porque nós precisamos pensar em família. Aqui nós vamos abrir um parêntese. Nós precisamos falar em família na sua amplitude, não mais uma família no modelo que se foi. Nós nós hoje temos uma família ampla, ou seja, uma família com diversidades de estruturas, de formatos. Então, a casa espírita, ela precisa se preparar para atender aquela família que chega com aquela estrutura que é família, né? Inclusão começa por aí. A família que chega, ela precisa ser acolhida na sua estrutura. A família que chega, ela precisa ser acolhida nas suas dores, né? na no que ela tá buscando ali. Nós, infelizmente, ainda somos muito preconceituosos e não é diferente porque somos espíritas que o preconceito ainda, infelizmente, vigora em alguns de nós. Então, nós precisamos nos desprender dos nossos preconceitos para acolher o irmão, a irmã que chega na sua estrutura familiar. Isso é urgente, é importante. Quantas pessoas não estão buscando as casas espíritas ou qualquer outra instituição porque elas têm medo de serem julgadas, né? Seja um casal amor afetivo, seja uma família diferente, sabe? Ou a a vezes eh uma família entre que os irmãos é a estrutura, não tem um pai, não tem a mãe, né? Então a variedade, onde são os avós, os cuidadores, onde são os tios, os
uma família diferente, sabe? Ou a a vezes eh uma família entre que os irmãos é a estrutura, não tem um pai, não tem a mãe, né? Então a variedade, onde são os avós, os cuidadores, onde são os tios, os cuidadores. Então, a família hoje é diversa. Eu acho que o primeiro ponto é esse. A gente precisa olhar essa família, seja a estrutura que ela tem, cuidar dos nossos preconceitos e compreender que ali estão seres, seres que estão em busca do consolo. Então, não é a na medida que a gente entende que a casa espírita é uma casa onde vai levar a mensagem espírita, a mensagem do Cristo, a mensagem dos espíritos que é de consolo, esclarecimento, não é? De compaixão pela dor do outro. Porque jamais, não é, Sônia? Jamais nós não teremos a condição de saber o que passa no coração do outro. Nós podemos até ter a empatia de sentir, porque aqui na minha experiência enquanto psicóloga, viu, muitas vezes a pessoa que chega, que traz a sua história, que às vezes é tão dolorosa, tão dolorosa, não tem como eu ficar inerte ou ficar ali com cara de paisagem, eu sinto, eu me emociono com aquela pessoa, não é? Então, o acolher a dor do outro, ter empatia e não o julgamento. Então, a gente precisa começar por aí, não o julgamento, mas o acolhimento, acolher, esclarecer e consolar. Essa é a base da casa espírita. Se se tem alguma casa espírita que não está com essa base, infelizmente ela não está dentro das diretrizes do Cristo, não é? Então, acho que isso é muito importante. E daí o que que nós precisamos dentro da casa? A primeira porta de entrada muitas vezes é o acolhimento. E aí eu eu pergunto, né, faço essa essa eh essa pergunta, né? Será que nós, enquanto casas espíritas estamos preparado para receber? Será que nós estamos buscando ou a gente simplesmente as pessoas entram e saem da nossa casa? espírito, a gente não sabe nem quem é. Sabe nem quem é. Veio ali um dia, aí a pessoa veio de novo, tá lá no cantinho, né? Então nós precisamos entender o que é acolhimento. Acolhimento não é ter só
a? espírito, a gente não sabe nem quem é. Sabe nem quem é. Veio ali um dia, aí a pessoa veio de novo, tá lá no cantinho, né? Então nós precisamos entender o que é acolhimento. Acolhimento não é ter só uma pessoa lá na porta recebendo e dando uma mensagenzinha, não, né? O acolhimento ele é muito amplo. Eu poder perceber aquela pessoa. E às vezes, amiga, é um trabalhador que tá lá há tanto tempo passando uma dificuldade na família e que a casa não acolhe. Olha, imaginem, não é? Então, é acolher a todos, compreendermos nós na nossa diversidade como família também dos trabalhadores. Nós também somos, necessitamos de consolo, de apoio, não é? E dentro da casa, por exemplo, a gente tem eh o departamento do atendimento fraterno, que faz geralmente essa acolhida, não é? Poder trabalhar as os trabalhadores para acolher as famílias na sua, porque é diferente você atender uma pessoa que vai lá sozinha e você atender um núcleo familiar. >> Nós precisamos nos preparar para isso, né? Às vezes chega uma família com a dificuldade de um filho, de uma filha. Às vezes chega uma família com dificuldade na relação matrimonial. São diversidades de situações que nós precisamos estar preparados. E daí a importância de estudar, de fazermos cursos. Quem tem já o departamento da família na sua casa pode se juntar junto a ao o o departamento de atendimento fraterno, junto à juventude, ao DIG, não é? Quantas famílias que estão ali, que tem as crianças na evangelização, precisam também de de ser acolhidas? Às vezes a criança ela é o sintoma da família e você começa a ver dentro da evangelização a criança com um determinado comportamento. Isso aconteceu na nossa federativa. Uma criança, ela não ela não deixava ninguém quieto, ela não deixava ela, a as evangelizadoras não conseguiam inclusive fazer a aulinha porque a criança era mexia com todo mundo, beliscava, batia, pegava o brinquedo. E aí a gente foi entender o que que acontecia ali. Aí nós chamamos a pessoa que trazia ela, né? E a gente percebeu
inha porque a criança era mexia com todo mundo, beliscava, batia, pegava o brinquedo. E aí a gente foi entender o que que acontecia ali. Aí nós chamamos a pessoa que trazia ela, né? E a gente percebeu que era avó. Aó que trazia. Nós fomos conversar com a avó, né? Para compreender o mundo daquela criança. Então veja bem, a criança estava passando por um momento muito difícil. Os pais estavam se separando. A avó querendo ajudar, trazia a criança paraa evangelização, mas a criança estava expressando toda uma raiva, um conflito interno que ela mesmo não não tinha noção, né? Então, na medida que a gente foi entendendo porque aquela criança tava daquele jeito, entendendo a estrutura da família, a gente chamou os pais para conversar, para auxiliá-los, né? na medida que a gente podia, lógico, a gente não ia adentrar, mas a importância do cuidado daquele núcleo familiar, mesmo que aquele núcleo fosse se separar, mas o respeito mútuo, ao evitar de brigas para que aquela criança não sentisse já mais do que ela já estava sentindo. Então, às vezes a criança é um reflexo, um trabalhador que tá muito quieto ou que parou de ir, que era cido e parou de ir. Às vezes a gente esquece desse trabalhador e procurar saber e às vezes tá passando por uma dificuldade na família, um adoecimento, né? Então, cada vez mais nós precisamos aprender a sermos empáticos, a sermos fraternos, a olhar para aquele que chega como um irmão que, como eu, passa por dificuldades. E ele não quer o nosso julgamento, ele quer nosso acolhimento. Se assim fizermos, nós vamos nos preparar para cada vez mais atender a diversidade das famílias, porque isso é propósito também de evolução. essa diversidade. >> Perfeito. Eu eu vou trazer um breve pequeno relato, porque senão vou vou tomar seu tempo aqui. E em relação a ao acolhimento no nos centros espíritas, nas igrejas, em todos os locais, eu eu falar assim, isso aconteceu há pouco tempo atrás num num centro espírita e uma mãe foi com seu filho surdo. >> Sim. Mas no centro espírita não tem o
s espíritas, nas igrejas, em todos os locais, eu eu falar assim, isso aconteceu há pouco tempo atrás num num centro espírita e uma mãe foi com seu filho surdo. >> Sim. Mas no centro espírita não tem o intérprete. Porque muitos pensam assim para no passado, hoje já tão já tá vendo que há a necessidade para quê? Quer dizer, aí foi que entraram na época, mandaram uma mensagem para mim e a falaram só com a mãe, o rapaz não, o rapaz de 33 anos. E aí eu fiz uma chamada de vídeo, conversei com eles e tem um centro aqui que eu hoje eu já soube disso, falei com a menina, uma das intérpretes, ela encaminhou ele pro centro onde está indo, onde tem mais dois surdos e porque ele não tinha eh contato com outros surdos assim por ser muito próximo, preso à mãe. Então, os centros espíritas, como toda a sociedade, necessita olhar para o surdo, para a as pessoas com TDH, para todos, todos, todos essa diversidade e não esperar, não vou esperar chegar para me preparar. é onde entra as capacitações eh pro atendimento fraterno, eh para para a recepção, a toda a área do atendimento espiritual que começa lá na na recepção, né? Aquele acolhimento olho no olho e não só como você fala, entregar a e nem entra com a pessoa. Então esse acolhimento no geral é são essas capacitações, é o despertar. para um novo eh um novo momento. Esse novo momento que nós estamos vivendo é agora temos que praticar o que estudamos tanto. >> Exato. >> É, pode falar, pode falar. >> Não, eu ia só isso que você trouxe é tão importante, Sônia, porque também nós precisamos falar da estrutura das nossas casas que não são inclusivas, portas eh apertadas. não tem rampas, banheiro que um cadeirante ou uma pessoa eh eh obesa não pode entrar. Então, tudo isso é importante a gente pensar. Isso é acolhimento, não é? Isso é trazer, né? Às vezes, é lógico, a gente entende que a diversidade também de casas, casas com mais dificuldades, mas nós precisamos pensar em às vezes é pequenas coisas que nós podemos fazer que vai incluir aquela
Às vezes, é lógico, a gente entende que a diversidade também de casas, casas com mais dificuldades, mas nós precisamos pensar em às vezes é pequenas coisas que nós podemos fazer que vai incluir aquela pessoa. >> Com certeza, >> né? Mas são detalhes que às vezes a gente não, nossa, se eu tivesse botado de tal forma aquela posição, aquela porta de tal jeito, uma rampa, vamos fazer, vamos juntar todo mundo, vamos fazer uma rampa para que o cadeirante possa entrar. Isso, quantos tem vontade de ir, mas naquela eh instituição ali não tem, né? São as barreiras arquitetônicas, né? Então, necessitamos como como seres que estamos juntos na mesma na escola da vida, onde todos vamos passar, né, pelo processo do da da evolução e da mudança da reforma íntima e tudo mais que nós sabemos. Agora, precisamos praticar, é arregaçar a manguinha e agora vamos botar em prática. Eh, isso é muito importante, né? Muito importante. Então, agora vamos, querida irmã, para a nossa quinta pergunta que vem do do Paulo lá de Pernambuco. Como proceder quando a família exclui, a quem recorrer? >> Paulo? Eh, isso é mais comum do que a gente imagina, não é? Infelizmente, infelizmente, a exclusão por várias circunstâncias na família. É lógico, se essa pessoa foi a excluída ou, né, ela precisa assim buscar ajuda de alguém que ela conheça, de um amigo, né, de alguma forma na comunidade em que ela tá inserida para que ela possa ter um suporte, não é? Então aí nós precisamos entender e essa pergunta muito parecida com aquela anterior da do essa aquela era do abandono, né? Essa exclusão é uma forma de abandono também, >> né? Então, é importante que a gente eh se isso acontece, por exemplo, com alguém que tá frequentando, não é espírita ainda, mas está frequentando a nossa casa espírita, a gente pode começar a trabalhar a questão do diálogo. Porque eu percebo hoje, sabe, Sônia, muita dificuldade nas famílias de diálogo. As pessoas querem ter razão, mas não querem ouvir, né? E quando a gente quer ter razão, a
rabalhar a questão do diálogo. Porque eu percebo hoje, sabe, Sônia, muita dificuldade nas famílias de diálogo. As pessoas querem ter razão, mas não querem ouvir, né? E quando a gente quer ter razão, a gente não consegue ouvir o outro, porque a gente só se ouve. E a grande dificuldade das divergências em famílias, não é, das exclusões muitas vezes por pensamentos ou escolhas diferentes, eh, vem da nossa da nossa do nosso ego de não poder aceitar o outro, do nosso preconceito, né? seja ele da forma que for, mas é importante hoje a gente poder, onde quer que a gente esteja, como trabalhador espírita ou trabalhador da educação, seja onde a gente eh possa estar levando essa mensagem, que a gente trabalha a questão basilar, que é o diálogo. Nós precisamos exercitar a capacidade de ouvir, não é à toa, né? Como disse, nós temos duas orelhinhas, dois ouvidos, mas nós temos só uma boquinha. Então, muitas vezes a gente esquece de que se eu parar para ouvir o outro, talvez eu entenda melhor e eu vou evitar um conflito em na família, né? Mas quando esse conflito já está num tamanho muito grande, às vezes leva um tempo, vai levar um tempo para que as coisas possam de de certa forma sendo ajudada, essa família sendo ajudada de alguma forma, né, para que elas possam se reencontrarem, se redimirem, porque isso também está na nossa lei de reencarnação. Quantos dentro da nossa família são aqueles que a gente vem para reconciliar? Quantos vem para que aprendam a perdoar? Quantos vêm para que aprendam a viver justamente num outro processo de olhar e de compreensão? Mas nós ainda somos tão orgulhosos, e eu retomo essa fala, eh nós somos tão ainda presos ao nosso egoísmo que as coisas estão postas, mas a gente quer aquilo a todo custo e nós vamos perdendo a oportunidade. Quantas jovens, quantos jovens sofrem violências nos lares pela questão da sua sexualidade, né? Por quê? Porque aquele pai, aquela mãe, aquele avô, aquele tio, não compreende, mas não para para pensar que ali tem uma pessoa que sofre, que
violências nos lares pela questão da sua sexualidade, né? Por quê? Porque aquele pai, aquela mãe, aquele avô, aquele tio, não compreende, mas não para para pensar que ali tem uma pessoa que sofre, que independente de qualquer coisa, é um filho ou uma filha. Eu atendi um caso eh de um jovem, não é, que ele, o pai batia nele e dizia: "Você tá apanhando para você aprender a ser macho". E esse jovem, ele precisou fugir de casa para não sofrer tanta violência. E aí ele foge de casa, procura alguns familiares e é de certa forma acolhido e o pai descobre, tem toda uma confusão e ele vai sai do da cidade, sai do estado onde ele morava para que ele pudesse sobreviver. Então, quantos casos nós vemos quando não chega realmente a um aos fatos mais danosos que às vezes é a morte de um jovem ou de uma jovem, que o pai ou a mãe ou a família não conseguiu olhar e enxergar para além dos seus próprios preconceitos. Então é muito complexo essa questão. É importante a gente entender essa diversidade dos espíritos que reencarnam dentro de uma família, das diversidades eh eh de experiências reencarnatórias e que nós sabemos que tudo que tudo vem para que a gente possa nos transformar em um ato de é um na verdade reencarnar dentro de uma família. né? É um ato de buscar amor e perdão. Porque quem é que de nós que a família é toda ajustada? Não tem. Nossas famílias passa por turbulações, por dificuldades, outras mais do que outras, né? Então essa diversidade, isso traz muito sofrimento. Então, quando a gente tem a oportunidade, né, Sônia, de encontrar a doutrina, >> de estudar a doutrina, de compreender como essa doutrina é inclusiva, como ela fala que nós somos espíritos imortais, que ela fala que nós espíritos não temos sexo, o corpo é transitório, mesmo as deficiências que nós trazemos no nosso corpo, ele também é transitório, né? Ele é um processo da lei de aprendizado, a de ensinamento, porque na maioria das vezes ensina muito mais aos outros que convivem com aquela pessoa, né? Então, como nós precisamos entender
sitório, né? Ele é um processo da lei de aprendizado, a de ensinamento, porque na maioria das vezes ensina muito mais aos outros que convivem com aquela pessoa, né? Então, como nós precisamos entender isso e o que que a gente pode auxiliar quando chega alguém numa situação como essa e a gente acolher tanto acolher a família para poder esclarecer, ajudar a repensar e não só recriminar, mas entender que naquela família existe um sofrimento que precisa ser visto. Há uma dor ali que ela é banhada pela violência. Então, dos dois lados precisam de socorro para que a gente possa fazer os ajustes necessários para uma próxima, se nessa não, para uma próxima experiência. E assim Deus mostra para todos nós como ele é misericordioso, nos dando essas oportunidades de reencontros, né? Vamos agora para a sexta pergunta da nossa irmã Jane do Rio de Janeiro. Na tarefa de evangelização, como envolver a família para melhor atender as crianças e jovens? >> Ah, essa é muito boa e importante. Hoje, mais do que nunca, eh, não se pensa mais numa evangelização em que não haja participação da família. Então, a gente pode ter assim várias ideias aqui. É, como é o nome da nossa amiga? Rosângela. >> Jane, Jane, >> Jane, Jane, amiga Jane, nós podemos assim dar a você algumas dicas, né, para que você possa aí e as pessoas que estão nos ouvindo também fazer. Nós podemos ter grupo de pais que possa acontecer no mesmo horário da evangelização, enquanto as crianças estão na evangelização, esses pais terem a possibilidade, desculpem, a possibilidade também de ter temas para conversar dentro da questão da educação com base na doutrina espírita. E para isso nós temos livros maravilhosos do de Alberta Almeida, de Joana de Angeles, né, que pode nos auxiliar, auxiliar a cada encontro, se é uma vez por mês, se pode ser quinzenal, se pode ser semanal, seria extraordinário. Enquanto as crianças estão na evangelização, os pais também estão participando, né? Nós podemos também ter encontros temáticos da família, combinar com a família para
er semanal, seria extraordinário. Enquanto as crianças estão na evangelização, os pais também estão participando, né? Nós podemos também ter encontros temáticos da família, combinar com a família para que a gente tenha um encontro onde as crianças e a família estejam juntos fazendo oficinas, fazendo, convivendo ali na casa espírita. Nós podemos isso, dá o nome de encontros de família e é muito importante essa dinâmica. Uma coisa que é interessante que tem nós temos feito aqui na nossa federativa, nós temos o o grupo de pais de família, né? Na verdade, o grupo de família, porque é os pais, avós, tios, é todas as pessoas que participam. Até que não tem filhos, viu? Nós temos pessoas que nem t filhos, mas parcip tem sobrinhos e e são eles que levam os sobrinhos paraa evangelização. Então, é uma é da família para todos. Então, às vezes nós, eh, a, o pessoal da evangelização trabalha um tema e a gente trabalha o mesmo tema. Para quê? Para quando eles chegarem em casa, eles puderem conversar sobre aquele mesmo tema, não é? Então, veja quanta coisa nós podemos fazer para que as famílias participem. a gente pode fazer levantamentos de temas que eles querem, que eles necessitam, não só levar o que a gente tem ali como roteiro, mas abrir, por exemplo, eh, um um formulário para que eles respondam que questões eles gostariam que fosse conversado naquele grupo de família. Tudo isso vai trazendo a família mais próximo. A gente pode fazer inclusive encontros fora da casa espírita. Nós tivemos aqui uma experiência maravilhosa que nós fizemos um piquenique com os a família, a evangelização, o departamento da família. Nós fomos para uma praça e lá os pais fizeram brincadeiras da época deles de criança com seus filhos, contações de história e depois nós fizemos um grande evangelho. Então são várias coisas que nós podemos fazer para incluir os pais. né, no processo de evangelização e que eles entendam que a evangelização continua quando as crianças vão para casa, porque nós temos só um encontro uma vez por
nós podemos fazer para incluir os pais. né, no processo de evangelização e que eles entendam que a evangelização continua quando as crianças vão para casa, porque nós temos só um encontro uma vez por semana, eles estão com aquelas crianças todos os dias, então a gente pode criar tarefinhas que eles possam fazer junto com as crianças, sabe? Então, várias coisas, viu, Jane, podem ser feitas para que a gente, mas o primeiro momento é acolher, viu? acolher essa família, trazer essas famílias para perto. Faz primeiro uma reunião, vai sentindo, deixa eles falarem para você poder entender e faz o convite da proposta do encontro de família, do que a que eles vocês podem criar junto com eles, essa encontro, piqueniques, situações que a gente pode eh melhorar a convivência dentro da casa espírita e trazer esse espaço para o comprometimento. Porque muitas vezes eles deixam e sai da casa. Então se a gente encontra mecanismo para que eles fiquem naquele momento que as crianças estão fazendo evangelização, é muito importante. >> Perfeito. Perfeito. Aí e fica a ideia aí, fica aí a a dica para todos nós, né? os trabalhadores dos centros espíritas, onde nós estivemos serido essa ideia aí que a Mari Lourdes nos trouxe, essa dinâmica de aproximação da família é incrível. Eu eu amei, viu? Vamos agora para a sétima pergunta. Num contexto atual em que tantas atividades passaram a acontecer no ambiente virtual, será que a família não está deixando de fazer seu papel? Essa pergunta veio do nosso irmão Caio Lima do Maranhão. >> Caio querido, esse é o grande desafio da atualidade, é a gente lidar com o que tem de mais tecnológico oferecido para nós com cuidado, porque nós estamos hoje muito mais conectado virtualmente do que conectado com as pessoas. A tecnologia importante é, olha nós aqui, né, Sônia? Sandra, olha aí, três reunidas, eu aqui na Paraíba, Sandrinha também e você lá em Alagoas, né? Então, e as pessoas que vão ver o programa que podem estar estar em vários estados. Isso é maravilhoso, isso
dra, olha aí, três reunidas, eu aqui na Paraíba, Sandrinha também e você lá em Alagoas, né? Então, e as pessoas que vão ver o programa que podem estar estar em vários estados. Isso é maravilhoso, isso é progresso. A grande questão é quando nós transferimos a nossa relação para o mundo virtual, onde o olhar no olho fica a segundo plano, onde o jantar, comer em família fica em nenhum plano mais. Cada um tá com seu pratinho na frente de um computador ou na frente da televisão, onde os momentos de interação que são extremamente educativos, eles são colocados de lado. Então, é urgente, é urgente. E hoje nós já estamos com pesquisas mostrando vários transtornos que são decorrentes do uso abusivo das telas. em crianças, em bebês, em idosos, sem falar na juventude, né? Então, a interação ela é o que traz saúde. Nós somos seres seres gregários. Nós precisamos conviver com o outro, porque nós só aprendemos convivendo. E até as adversidades ou os conflitos, eles precisam ser resolvidos cara a cara. Não tem como a gente resolver tudo pela internet ou brigar pelo WhatsApp. Às vezes eu preciso olhar até para entender o que que o outro tá sentindo, porque ah não, mas tem os emojis que a gente bota lá uma carinha com raiva, uma carinha alegre, um coração ou que expressa, mas não é a mesma coisa. Não é a mesma coisa de eu dizer ao outro: "Sinto muito que eu entendi errado, sinto muito que eu me me equivoquei, pedi desculpa do que ah, ok, desculpe. Tu tá lá uma carinha com os olhos lacrimejando, né? é diferente porque eu tô sentindo. Nós precisamos sentir as pessoas. Nós precisamos aprender a tocar o outro com o olhar, com o toque mesmo. Então, amigo, é urgente o cuidado com as famílias. E eu tenho um caso que eu fui para um aniversário de uma de uma amiga, de um filhinho dela de um ano >> e várias crianças ali brincando. E me chamou atenção uma família que também estava com uma criança de um ano. Essa criança não saiu do carrinho e elas colocaram na frente do carrinho um coisinha aqui com o celular. Então a
brincando. E me chamou atenção uma família que também estava com uma criança de um ano. Essa criança não saiu do carrinho e elas colocaram na frente do carrinho um coisinha aqui com o celular. Então a criança não interagiu, ela ficou dentro do carrinho o tempo todo assistindo imagem. Ela não não era uma criança que tinha alguma deficiência, que não podia andar, sabe? Não. Era uma criança que estava, o mundo dela começou um ano. Hoje a gente sabe que tem a a própria indicação tanto da sociedade de pediatria hoje, mostrando que as crianças até 7 anos não era para ter contato com as telas. Depois disso eu aos pouquinhos, pouquinho mesmo. Mas o que que nós estamos tendo? Pro menino ficar quieto, fica ali com celular num restaurante você não vê criança correndo, que era natural. Criança gosta de olhar as coisas, não é? As crianças tudo na mesa e não só as crianças, é os pais, quem tiver ali na mesa ou casais. Aí teve um eu sei que o nosso tempo já tá correndo, mas eu preciso contar esse exemplo. Eu fui no restaurante e aí tinha um casal lindo, dois idosos na minha frente e eles eh super carinhosos conversa, conversando ali, interagindo, não tinha celular na mesa. Ele pegou uma frutinha, botou na boca dela, ela também pegou. Eles estavam ali trocando afetos, sorrisos, olhares. Chegou um casal jovem, sentou também no outro lado da mesa, na outra mesa, onde eu tinha visão dos dois, cada um com o celular. Não tinha, não tinha diálogo, nem um falava com o outro, comiam, não estavam nem sentindo o que estavam comendo. Essa é a realidade. Nós precisamos até sentir o sabor da comida. Nós estamos assistindo, comendo e nós não vamos perdendo o contato com os sabores. Então é urgente, família. Cuidem de estar em contato. A vida se faz na convivência com outro. O virtual é maravilhoso, é extraordinário para diminuir a a as distâncias, mas não é para nos afastar. Se nós tivermos juntos, eh, jantares, almoços, quando puder juntos, é momentos em família no domingo, juntos. tá no restaurante vivendo, sorrindo e não, a
a as distâncias, mas não é para nos afastar. Se nós tivermos juntos, eh, jantares, almoços, quando puder juntos, é momentos em família no domingo, juntos. tá no restaurante vivendo, sorrindo e não, a não ser que seja uma coisa urgente que você precisa olhar, mas nós precisamos reformular essa nossa ideia do virtual para que a gente viva o presencial, porque é o presencial que nos educa, é o presencial que nos torna mais fraternos e empáticos. >> É as memórias ofativas, degusta, eh o paladar, aquela comida que a gente comia ai lembra minha comidinha da minha avó. Isso tá se perdendo realmente. Nossa, esse é o cheiro da minha mãe. Eu não, porque hoje você usa três, qu seis perfumes todo dia um diferente. Antigamente não. Você sentia. Tem perfume que eu digo assim, tem um perfume que eu digo: "Poxa, esse é o cheiro da minha mãe". Então isso nós precisamos muito. Vamos lá agora para uma das últimas perguntas. tinha mais, mais [risadas] olha aqui é o programa que era para ser, vamos lá, uns dois, duas, 3 horas e ainda era pouco porque é maravilhoso, viu? Então vamos aqui paraa pergunta da Sandra, nossa querida Sandra da Paraíba. Que leituras, estudos ou obras você sugere sobre o tema >> sobre inclusão? Eu assim da família, eu acho que é importante. Nós temos sim os livros de Joana, não é? Que nos ajuda a entender essa complexidade do ser humano, as nossas dificuldades. Então são obras que nos mostram essa diversidade que somos. Nós temos também os livros eh que trata especificamente da família, né? Que também é de Joana. Ela fala da complexidade psicológica, mas nós temos também os livros específicos sobre a família, que é SOS família, constelação familiar, né? Então, eh eh são livros importantes porque os capítulos vão falar da diversidade da estrutura familiar, das dificuldades de relação, dos papéis que a gente vivencia. o SOS Famili, Constelação são acho que um dos mais conhecidos para que a gente possa pensar a família nessa sua complexidade e principalmente entendendo o propósito
o, dos papéis que a gente vivencia. o SOS Famili, Constelação são acho que um dos mais conhecidos para que a gente possa pensar a família nessa sua complexidade e principalmente entendendo o propósito dessa família. Então são livros que a gente, o Alberto Almeida também, Alberto Almeida tem um livro muito interessante, é Pais e Filhos, extraordinário, que a gente pode também ter como base. Eh, Veredas Familiar também é um livro muito importante que a gente leia para ir compreendendo essas relações, não é? E logicamente a base da doutrina que nos o evangelho que traz essa reflexão amorosa, né? Nós temos textos no Evangelho exclusivos sobre a família, né, como o capítulo 5, que vai falar dessas dificuldades que nós temos e da importância de estarmos dentro de um contexto familiar. Então, acho que nós dentro da doutrina, nós temos muitos livros aqui, mas eu acho que esses que eu falei que são específicos pra gente entender a família, tem os livros de Rossandro que também traz, ó, pontos importantes sobre a educação dos filhos. Não é? Então que a gente pode também pensar e estudar e compreender, fazer grupos de estudos com os livros de Joana na casa. é extremamente importante eu ler individualmente para que a gente possa entender. E aí a gente vai para a base, né, que são os livros, livro dos espíritos, o, né, que traz aí a uma estrutura ampla do que é realmente ser um espírito e qual o propósito de nós estarmos aqui. >> Perfeito. Vamos para a última pergunta. Tinha mais, mas vamos agora para a última. eh também da nossa querida irmã Sandra da Paraíba, quais as orientações gerais que você daria para que as famílias pudessem ser esse primeiro ambiente inclusivo? Última pergunta. Perfeito. E aí a gente precisa, né, como fazer aqui realmente esse esse fechamento, né, entendendo que nós estamos enquanto família num processo de formulação do que somos, né, num processo de experiência de relação. Então, é primeiro importante entender que a nossa encarnação não é a tua. Nós
endo que nós estamos enquanto família num processo de formulação do que somos, né, num processo de experiência de relação. Então, é primeiro importante entender que a nossa encarnação não é a tua. Nós não estamos na família errada. Nós estamos na família que nós necessitamos. para fazer os ajustes necessários paraa nossa evolução. A família é a primeira escola. A família vai trazer, é um laboratório, como eu falei, a família é um laboratório de experiências, ela é um laboratório de relações, porque o diverso começa na própria construção de seres diversos que formam uma família. E aí, compreendendo isso, nós precisamos aí sim eh desenvolver habilidades. Que habilidades são essas para que a gente possa ser inclusivo? Um diálogo assertivo, uma linguagem mais positiva. Porque a gente precisa pensar na família, não é? Nós precisamos compreender primeiro que o objetivo de estarmos aqui é aprender a amar. Essa é a base, aprender a amar. E aprender a amar é exercitar a caridade no lar. Eu não posso ser caridoso com quem tá lá fora e não ser caridoso com quem está dentro do meu lar. Então, para isso, a gente vai precisar ir desenvolvendo um diálogo sincero, o respeito às individualidades, né? Nós precisamos cada vez mais entender que cada um tem um ritmo, que ninguém é igual, porque nós inclusive inclusive estamos estamos em processos evolutivos diferentes dentro de uma família. Cada um está no processo evolutivo diferente. Eu não posso querer que o outro pense e age como eu. Então, o diálogo sincero, uma linguagem mais assertiva, mais colaborativa, compreender que nós estamos ali para nos ajudar e principalmente o exercício do amor no acolhimento. Às vezes é aquele silêncio que precisa ser feito para que a gente não diga uma palavra que vai magoar, né? Às vezes a gente até precisa se afastar um pouquinho, não é excluir, mas às vezes a gente precisa se afastar um pouquinho e se recolher para entender o que que a gente tá sentindo. Sempre se colocar no lugar do outro. Se colocar no lugar do outro é dizer para
excluir, mas às vezes a gente precisa se afastar um pouquinho e se recolher para entender o que que a gente tá sentindo. Sempre se colocar no lugar do outro. Se colocar no lugar do outro é dizer para si fosse eu, será que eu agiria da mesma forma? Se tivesse acontecido comigo, será que eu faria diferente? E o que eu faria diferente? Se eu faria diferente, como é que eu posso ajudar essa pessoa a pensar diferente no sentido de assim: "Olha, da próxima vez que isso acontecer, o que que você acha de fazer assim?" Não é uma comunicação compassiva. Nós somos pessoas violentas na linguagem. Então, nós temos que ter, aprender. Isso é urgente. O ódio tá aí disseminado à torta e a direita. Nós precisamos ter uma linguagem mais compassiva, não é? para que aí sim a gente possa fortalecer os nossos lares e fazer uma transformação na nossa sociedade. Mas isso vai precisar um esforço, ergúo de cada um de nós dentro do nosso lar e aprender a conviver olho no olho, a sentir o outro, a ter momentos de intimidade. Nós precisamos ter intimidade, porque só tendo intimidade com o outro, eu vou entender o que o outro sente. É aquele filho que tá se isolando no quarto porque ele não é valorizado ou ele às vezes é comparado com o outro que faz da forma diferente, não é? é aquela pessoa que tem uma uma dificuldade eh física e eu compreender e acolher, mas também não minimizar ou diminuir o outro, mas favorecer para que ele encontre força em si, para ter a sua o seu próprio caminho, não é? E isso faz com que a gente possa realmente compreender qual é o objetivo de estarmos aqui, amiga Sônia. É verdadeários, não é? >> É verdade. Aí vem aquela parte, poxa vida, [risadas] chegando ao final. Tantas coisas a gente queria perguntar ainda a você, mas eu sei que nossa querida Sandra logo logo vai trazê-la de trazer você de volta, Mari Lourdes, porque ficou aquele aquele gostinho de eu quero saber mais. Isso é isso é o objetivo do programa Diálogos Inclusivos. Então, foi um prazer enorme estar com você, Mari
azer você de volta, Mari Lourdes, porque ficou aquele aquele gostinho de eu quero saber mais. Isso é isso é o objetivo do programa Diálogos Inclusivos. Então, foi um prazer enorme estar com você, Mari Lourdes. Com certeza saímos desse programa bem diferente de quando chegamos. E passamos agora as considerações finais da nossa convidada especial e querida Mari Lourdes. Deixe seu recado para quem deseja viver no mundo inclusivo. Palavra é sua. >> Eu quero agradecer imensamente o convite da nossa querida Sandra de estar com você, Sônia. Adorei conhecer você. Ai, >> muito afetuosa, me acolheu com todo carinho, mesmo a gente estando no mundo virtual, mas eu sinto no meu coração seu carinho, como também da nossa amiga Sandria. E isso é importante, isso é família, nós somos família, é família universal. Então, o que eu quero dizer é que possamos nos esforçar para, com certeza transformar o nosso lar no santuário da inclusão, onde a gente possa cada vez mais viver as lições de Jesus, não na teoria, mas na prática, na realidade do amor. E com isso eu quero agradecer essa oportunidade dessa conversa fraterna e que Deus nos abençoe a todas as famílias que estão nos ouvindo, que estão assistindo a gente. Muito obrigada pela escuta, pela sintonia fraterna. Muita paz e luz. Muito obrigada, querida Mari Lourdes. Que Deus te abençoe e continue assim essa maneira especial de trazer os saberes e as experiências que você compartilhou com todos nós. Muito obrigada ao sistema Deus Conosco de Comunicação Espírita, ao Belmiro. Muito obrigada a todos que nos acompanham e agora fiquem atentos ao nosso próximo encontro de novembro. Como sempre, imperdível. Pegue lá sua agenda, já deixe marcado para que nós possamos estar juntinhos aprendendo, tá certo? Então também muito obrigada a nossa querida Sandra que tá nos trazendo aí a interpretação para Libras e cada vez mais a gente só tem agradecer a você, viu, Sandra? Gratidão a Mario Lourdes também, a todos aí. E se eu pudesse eu continuaria aqui com vocês. Então, tchau
do aí a interpretação para Libras e cada vez mais a gente só tem agradecer a você, viu, Sandra? Gratidão a Mario Lourdes também, a todos aí. E se eu pudesse eu continuaria aqui com vocês. Então, tchau gente, um abraço bem apertado e até a próxima. >> Sistema Deus conosco de comunicação espírita. Aqui você navega [música] em pontas de luz. O sistema Deus Conosco de Comunicação Espírita apresentou Programa Diálogos Inclusivos. [música] O próximo programa Diálogos Inclusivos será dia [música] 29 de novembro às 20 horas e terá como tema [música] a força que existe em nós. Teremos como convidado o José Gustavo, mediador Osgaí Isídio, [música] intérprete de Libras, Verônica Lima, intérprete da voz do Gustavo, Ingrid Natália do Nascimento Barbosa. [música] Guardamos todos vocês. Você gostou do conteúdo que produzimos? A maior caridade que podemos [música] fazer a doutrina espírita é a sua própria divulgação. Gostaria de participar? Então venha e [música] se junte ao grupo de amigos do sistema Deus conosco de comunicação espírita. Ajude a manter esse trabalho de amor. Seja [música] um colaborador. Você pode contribuir com qualquer valor. Basta escanear o QR Code da tela. A sua [música] colaboração é muito importante para nos ajudar a levar para o mundo a mensagem do Evangelho de Jesus e a doutrina espírita.
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