DIÁLOGO, INSTRUMENTO PARA A HARMONIA - ALCIONE CANDELORO RICCI - 22/01/2021
Palestra proferida no Grupo Espírita Mensageiros da Luz, com o tema "Evangelho Segundo o Espiritismo". Inscreva-se em nosso Canal Youtube para receber atualizações. Facebook: @mensageirosdaluztv Instagram: @geml_tv
o Olá estamos aqui novamente hoje para conversar com vocês sobre um dos primeiros aspectos que preciso ser levados em consideração para que a família cumpra o seu papel hoje nós vamos conversar sobre o diálogo dentro do espaço familiar EA doce para gente poder falar um pouco sobre isso nós primeiro precisamos entender que nós nunca percebemos a realidade da mesma forma como o outro cada um de nós veio de experiências muito distintas que deixaram marcas cíclicas muito particulares e essa realidade essas marcas particulares faz com que nós tenhamos uma percepção muito individualizada sobre tudo que a gente vive O que são vários os fatores que determinam essas marcas e que determinam uma essa forma peculiar de enxergar as nossas vivências né O que a gente vive então por exemplo o sexo biológico que você tem o contexto sócio-econômico Onde você está inserido contexto religioso a cultura as possibilidades ou não do aprendizado cognitivo o período de vida que você tá vivenciando o que você tá passando são situações que podem é dar um certo Um Certo Tom uma certa coloração muito particular a nele da percepção do que é vivido e quando a gente pode entender isso quando a gente pode entender que levar em consideração que quase sempre que eu tô falando não tá sendo entendido da forma como eu gostaria que tivesse sendo eu abro o espaço para acomodação necessária para que o diálogo produtivo possa se estabelecer quando a gente pensa por exemplo em relação às questões as encarnações anteriores vamos imaginar que eu tenho vivenciado em uma existência anterior uma situação sei lá por exemplo de tortura física Exemplo né E que aquilo tenha sido assim vivenciando de uma forma muito complicada muito complicado e que eu tenho aquelas marcas psíquicas ainda registradas pelo ainda não consegui elaborar tudo aquilo então pode ser que nessa existência quando alguém se aproxime de mim é um abraço eu vá no primeiro momento tem a reação de defesa aí depois da cabeça tem que ir para Pera aí amigo é
aborar tudo aquilo então pode ser que nessa existência quando alguém se aproxime de mim é um abraço eu vá no primeiro momento tem a reação de defesa aí depois da cabeça tem que ir para Pera aí amigo é amigo eu posso me aproximar então a forma como as vivências e marcas das minhas existências anteriores se fazem né e de uma forma muito peculiar e particular de entendimento se eu tive viver em seus por exemplo de bullying vivências de isolamento social eu posso trazer dificuldades sociais nessa existência enxergando situações que o outro que não tem de um jeito muito limpa Se eu por exemplo vivenciem um abandonar muito sério né o abandono afetivo eu posso nesse existência ter uma percepção uma percepção mais persecutória em relação a situações em relação a minha dupla sempre ficar com a sensação de que você abandonada Mesmo não tendo questões externas que justifiquem bom então as questões reencarnatórias imprime em uma característica ímpar tá tudo isso outra situação a questão da sexualidade por exemplo é uma mulher tem um jogo em Manaus completamente diferente que o homem né É vai discutir com uma mulher em TPM né O que normalmente fora daquela situação vocês conseguiram achar chegar a um acordo né às vezes por conta dessa questão da TPM você não vai conseguir né é as questões culturais é para uma determinada cultura certo certa questão é aceitável outra não esqueçam religiosas para determinada região por exemplo é aceitável a bigamia né Para nossa cultura e religião não então são situações que vão dando ao indivíduo um jeito muito ruim é como se fosse uma tela é através dessa tela ele enxerga eu chamo isso de filtro afetivo através dessa tela que eu enxergo Eu tenho um filtro você tem um todo mundo cada um tem o seu não existe a possibilidade de a gente ter um mesmo eu pude levar em consideração essa diferença é o primeiro passo para que eu possa é ter de verdade um diabo Quando eu abro essa possibilidade Quando eu abro a possibilidade para entender que é as coisas são diferentes as coisas são
ssa diferença é o primeiro passo para que eu possa é ter de verdade um diabo Quando eu abro essa possibilidade Quando eu abro a possibilidade para entender que é as coisas são diferentes as coisas são distintas né Eu não me lembro tanto eu vou dar um exemplo que eu sempre dou né Por exemplo você imagina uma nem sei é que se apaixona por um italiano né É E no primeiro domingo ele chama ela depois de um tempo de relaxamento ele a chama para ir comer macarronada da nona chega lá que ela está nada falando alto gesticulando né então lindo uma pequena discussão que não é discussão é normal tá mas ela com certeza você vem daquela cultura mas fechada mas Não vai se assustar com tudo aquilo talvez ela saiu de lá com a sensação de que não foi que foi desrespeitada que as pessoas são muito grosseiras né é o contrário eu próximo domingo ele vai na casa da Betty han chega lá o pai da moça comprimento ela assim nem estendi a mão né Talvez ele saia de lá com a sensação de que foi rejeitado né de que não gostaram dele então o casal precisa se propor alinhar essas percepções italiano vai ter que chegar três a cinco local onde é que foi briga te explicar a combater aquilo nossa ele te adoraram é o jeito que eles tem que expressar afeto e ela nossa querido papai fez as invés de fazer assim assim é porque ele gosta demais de você então é quase sempre uma dupla precisa estar promovendo esses alinhamento dessas percepções por conta de todos esses fatores que eu levantei o casal que não leva isso em compreensão e encon a oração raramente se a linha raramente consegue abrir espaço para diálogos produtivos tão é o que que é um diálogo saudável né normalmente a gente vai para as conversas acreditando que tá dialogando mas primeira coisa quando eu não levo isso em consideração segunda coisa quando eu não abro espaço para fazer reflexões em relação a minha forma de enxergar as aguarda né quando eu não abre espaço para Reforma Íntima pronto conhecimento Quase sempre eu vou para as conversas com intuito do convencimento
fazer reflexões em relação a minha forma de enxergar as aguarda né quando eu não abre espaço para Reforma Íntima pronto conhecimento Quase sempre eu vou para as conversas com intuito do convencimento acreditando que estou dialogando Então para mim diálogo é me fazer ser aceito para mim diálogo eu convencer o outro túnel onde ali que são monólogo boa parte das vezes mas não vivenciamos diálogos e as trocas a dois nós vivenciamos monoro pessoa muito autoritário ela parte do princípio que é o adequado é o outro concordar com ela né então você imagina esse contexto dentro de uma questão dos filhos né dentro de uma questão é vamos dizer assim das diferenças de idade das Diferenças de experiências Porque além disso tudo que eu coloquei uma outra coisa muito importante a ser levado em consideração são as diferenças faixas etárias um banho mamãe não podem acreditar ou querer que uma criança de dois anos entenda as coisas como ele compreende da mesma forma que uma adolescente Não precisa não não tem como ele acreditar que o pai ou a mãe vão enxergar determinada situação como ele e assim em todas as fases da vida né as fases da vida também nos dão é a forma limpa da gente enxergar o que a gente vive bom então partindo deste princípio quando eu posso entender que o outro não é como eu quando eu posso entender que relação saudável é aquela Onde eu posso abrir espaço para o diferente o diferente do pensamento diferente do posto diferente né eu posso over então o primeiro passo para um diálogo é o escutar e para poder escutar o outro eu preciso primeiro me escutar eu preciso escutar minha fala Às vezes sim eu estou sendo grosseiro e agressivo é é uma questão cultural o que uma questão cultural mas o outro que vem de uma questão de um uma situação é demais delicadeza né mesmo ele compreendendo que aquele não é uma agressão Às vezes a sensação é de uma agressão se acomodem as situações tem que falar mais a menina falou assim adoça fala coloca um melzinho na boca né É possível é necessário a pessoa que parte do
a agressão Às vezes a sensação é de uma agressão se acomodem as situações tem que falar mais a menina falou assim adoça fala coloca um melzinho na boca né É possível é necessário a pessoa que parte do princípio assim tem que me aceitar como eu sou pronto fechou espaço perfeito espaço para o diálogo fechou espaço para o crescimento pessoal deixou espaço para o crescimento muito o que tem que ser uma realidade dentro do núcleo familiar bom então é muito importante a gente entender que boa parte das situações quando a gente vai para o diálogo também né a gente fica muito fechado na nossa perspectiva porque porque através do diferente que eu me identifico eu vou dar um seguinte exemplo imagine a cor branca e a cor preta a cor tá você imagina esse ambiente onde eu tô aqui todo branco branco branco branco branco branco branco branco branco eu inteirinha Branca cadeira inteira Branca tudo tudo tudo tudo branco tá tudo igual o outro que conviver comigo também nossa tudo igual a hora que entra alguém pintado de vermelho de preto de verde Qualquer cor é do confronto tá ué existe algo diferente de mim ele neste confronto que eu começo me identificar então quando eu me confronto na relação a dois com outro eu posso perceber que existe um outro jeito de lidar com aquela situação Ah e quando eu não abre espaço para o processo de reconhecimento interno eu posso levantar defesa em negar aquele diferente Essa é a baixo tudo preconceito tá é o tanto que eu não consigo nem identificar no confronto com o outro é abaixo todo preconceito então nós precisamos respeitar o diferente em todos os aspectos e esse exercício Começa dentro do núcleo familiar começa a dentro do núcleo familiar quando eu posso entender que eu preciso de alugar e não no lugar quando eu posso entender que o outro não pensa como eu que o outro não tem a mesma experiência que eu quando eu posso levar em consideração a rir importância de promover diálogos de aproximar essas percepções o meu parceiro com a minha parceira e com os
u que o outro não tem a mesma experiência que eu quando eu posso levar em consideração a rir importância de promover diálogos de aproximar essas percepções o meu parceiro com a minha parceira e com os meus filhos nas mais variadas fases de desenvolvimento dos mesmos então querido e é fica hoje essa mensagem né Como que você lida dentro do seu ambiente familiar com as conversas com as trocas como você fica como você lida quando você é contrariado quando eu vi disse que não pensa como você quando você como você liga quando você percebe dentro do núcleo familiar é um objetivo diferente do seu desejo diferente do seu exercitar o respeito ao diferente Começa dentro do núcleo familiar com respeito às ideias aos gostos as percepções diferenciadas que cada um dentro daquele núcleo vai ter é difícil você esperar um outro momento vamos dizer assim um respeito a diferenças raciais é diferenças de gênero a diferenças de uma maneira geral né diferenças sociais fica difícil você acreditar que os seus filhos vão ter recursos para lidar com isso dentro do contexto Familiar eles não puderam lidar com a possibilidade de serem aceitos nas suas diferenças e aprenderem aceitar o diferente que o pai pensa que a mãe pensa que o irmãozinho pensa que o menino tem essa então vou pensar nisso né é são coisas pequenas que um pai uma mãe contribui para que os seus filhos possam é vivenciar de verdade a lei do amor
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