DIA DAS CRIANÇAS - CORAL ELINHOS DE LUZ

Comunhão Espírita de Brasília 12/10/2025 (há 5 meses) 2:36:10 514 visualizações

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Transcrição

luz buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Senhor Estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado a comunhão espírita de Brasília. Senhor Estou aqui para agradecer de cor. Vem conhecer o evangelho de Jesus, interpretado por amigos nossos lá no céu. A boa nova prometida há muito tempo atrás, a grande chance de entender a vida que é real. A cartilha da esperança, o consolo não te dou. As verdades me libertam, ensinando para sempre o meu amor. Eu aprendi para ser feliz. Vou caminhar bem perto de Jesus. Sentir a voz de Deus dentro de mim. É só ter ouvido te ouvir. Olhos de ver. Vem mais além. Alguém que sofre dar a mão. Amados como irmãos. Cartilha esperança com consolo nas horas te As verdades que libertam, ensinando para sempre o amor. Eu aprendi para ser feliz. Vou caminhar bem perto de Jesus. Sentir a voz de Deus dentro de mim. É só ter ouvido te ouvir. Olho te ver. Mais além alguém que sofreão. Não som Convidamos agora a Cláudia da diretoria de infância e juventude da comunhão espírita para fazer a nossa prece inicial. >> Boa tarde a todos. Eh, queremos agradecer inicialmente a presença de todos vocês e como em todas as nossas atividades, a gente sempre conta com esse apoio da nossa, dos nossos amigos espirituais. Eu convido a todos para nos sentarmos confortavelmente, fecharmos os nossos olhos e nesse momento nos conectarmos a nosso Pai para render graças por esse momento, estarmos todos aqui reunidos em nome dele e aproveitando essa oportunidade

confortavelmente, fecharmos os nossos olhos e nesse momento nos conectarmos a nosso Pai para render graças por esse momento, estarmos todos aqui reunidos em nome dele e aproveitando essa oportunidade para levar até as nossas crianças um pouquinho do carinho, né, da harmonia, da paz que Jesus nos ensinou. Então, vamos iniciar a nossa prece elevando os nossos pensamentos, imaginando ao nosso lado a figura do nosso mestre Jesus, nos acompanhando, nos abraçando, nos envolvendo com toda a sua luz, toda a sua paz, agradecendo os nossos benfeitores espirituais pela oportunidade que temos de levar até as nossas crianças em forma de música, em forma de histórias, em forma de harmonia todos esses momentos que marcarão os seus espíritos, os seus corações por toda a vida. que todos nós possamos aproveitar esse momento que aqui nos é oferecido, que possamos estar envolvidos em bênçãos de luz, de paz e que a presença do nosso mestre Jesus em nossas vidas seja uma constante, que possamos seguir o seu caminho, os seus exemplos de amor e que possamos ter a ele como nosso guia. maior. Que essa paz se estenda a todos os lares, de todos os familiares aqui presentes e todos aqueles que não puderam comparecer também, que sejam envolvidos pelas bênçãos do alto. Graças a Deus. E agora com vocês a banda Elinhos de Luz com os jovens Elton na percussão, Bernardo na guitarra, Eitor no contrabaixo e Marina e Mário nos vocais. Com a música Não é mole. Alo. Olá. É quando gelatina mole balança, qualquer coisa desmancha. Preste atenção no que Jesus te ensina. Tem uma verdadeira colina. >> Se a paciência é como o sorvete derrete e quando esquenta desaparece. Preste atenção >> no que Jesus indica. Onde a terra será que se falsifica? Se o seu amor é como um chinflet, é doce só no começo, depois logo esquece dentro estoura a qualquer momento. Preste atenção >> no que Jesus dizia. Amai-vos como eu vos amei >> sempre todo dia. Amai-vos como eu vos amei. >> Sempre todo dia. >> Rapadura é doce, mas não é mole não.

o estoura a qualquer momento. Preste atenção >> no que Jesus dizia. Amai-vos como eu vos amei >> sempre todo dia. Amai-vos como eu vos amei. >> Sempre todo dia. >> Rapadura é doce, mas não é mole não. >> Se quiser crescer. é doce, mas não é mole não. >> Se quiser crescer, Padura é doce, mas não é mole. >> Se quiser crescer, tem que se dar, tem que se esforçar. É vontade de montão. Tem que doar, tem que perdoar. Serenar seu coração. Tem que se dar, tem que se soltar. Ter vontade de montão. Tem que doar, tem que perdoar, serenar seu coração. A pandora é doce, mas não é mole não. >> Se quiser crescer. >> A pura é doce, mas não é mole não. >> Se quiser crescer, >> aura é doce, mas não é mole. Se quiser crescer tem que se dar, tem que se esforçar, ter vontade de montão, tem que doar, tem que perdoar, serenar seu coração, se ter vontade de montão, mas não é seu coração. É doce, mas não é mole não. Se quiser crescer, >> a pura é doce, mas não é mole não. >> Se quiser crescer, >> a pura é doce, mas não é mole não. >> Se quiser crescer, >> a pura é doce, mas não é mole não. se quiser crescer. >> Um dia a terra será >> de quem se pacifica. Meu Deus. E hoje também é dia de estreia. e uma estreia para lá de especial, o Teatro Vida Infanto Juvenil da Comunão Espírita de Brasília, que apresentará a peça O Arteiro. O roteiro foi inspirado na história de mesmo nome do livro Infanto Juvenil O Peixinho Azul e outras histórias de Roque Jacinto da editora FEB. A obra traz o tema reencarnação e aborda a importância da nossa reforma íntima. M. Hum hum. >> Ei, Zito, se comporte. Venha, peça desculpas aos seus colegas. Sente ao meu lado. Vamos ouvir a história. >> Ai, que chatice. Aula de historinha. Não tenho paciência para isso, professor. Professora, eu não aguento mais os itens. Toda vez que ele passa por trás de mim, puxa meu cabelo. >> É verdade, professora? Por que o Zito faz essas coisas? Porque o Zito sempre tá incomodando os colegas. Ó minhas crianças, eu entendo que vocês fiquem muito tristes e chateadas, mas

uxa meu cabelo. >> É verdade, professora? Por que o Zito faz essas coisas? Porque o Zito sempre tá incomodando os colegas. Ó minhas crianças, eu entendo que vocês fiquem muito tristes e chateadas, mas preciso muito conversar com a diretora para resolver esse problema do Zito. Podem ir ao parquinho. Oi. Parquinho, parquinho, parquinho, parquinho. Minha senhora Aurora, preciso de ajuda novamente. O comportamento do Zito não está nada bom. Agressividade com os colegas desrespeito a mim. O que mais podemos fazer para jardar essa criança? >> Não é possível. Vou entrar em contato com o pai. Temos buscar. >> Espero que nós possamos resolver isso logo. Obrigada. Bom dia, meu filho. Filho, o que que aconteceu? >> Nada, mãe. Me deixa quieto. Estou com muito sono e já vou dormir. >> O que houve com esse menino? Já vai dormir. Boa tarde de novo. Senora Aurora Zito se comportam mal novamente. Meu Deus do céu, o que fazemos com esse menino? Pode? Tá bom, nós iremos à reunião. >> Não é possível. Zita esse comportamento tão difícil. Agora tenho que trabalhar. >> Tá bem, meu bem. Vá. Pra escola. Ditito. Meu filho, vem cá. Lembre-se da conversa que eu, você e o seu pai tivemos. Espero de você um bom comportamento hoje na escola. E assim que terminar, venha direto para casa almoçar, tá bom? Oi. Ai, estou morrendo de fome. Não vejo a hora de chegar em casa logo. >> Eu também. Para, Zito. Ah, não vou para casa agora não. Vou dar um passeio por aí. Vou até o Rio nadar um pouco, me divertir. Ui, que frio. Zito ainda não chegou. Onde se meteu esse menino? เฮ Agora Vicente melhor. Quem é você? >> Eu sou sua mentora, sua amiga de todas as horas e estou aqui para ajudar. >> E essas imagens que eu vi, o que são? >> Essas imagens são despertar a sua consciência. Você pode rever alguma da das tristezas que causou na sua breve passagem pela Terra. Agora venha comigo. >> E eu vou para onde? >> Você irá para um hospital na espiritualidade, onde será tratado e se sentirá muito melhor. >> E minha mãe e meu pai.

sou na sua breve passagem pela Terra. Agora venha comigo. >> E eu vou para onde? >> Você irá para um hospital na espiritualidade, onde será tratado e se sentirá muito melhor. >> E minha mãe e meu pai. >> Você irá para uma escola onde aprenderá que a vida continua. Puxa, obrigado. >> Como será que está nosso filho no plano espiritual? Eu espero que bem, mas continuemos impresses por ele. Elas irão chegar nele onde quer que ele esteja. Vamos rezar por ele como fomos aconselhados no atendimento fraterno da comunhão espírita de Brasília. Hoje eu já consigo falar nele, pensar nele sem chorar. >> É a doutrina espírita e o tempo realmente nos conforta. เฮ Zito, por que você ainda se sente triste? Se afasta de seus colegas? >> Não sei. Ainda sinto grande tristeza. Sinto saudades da minha casa, da minha mãe, do meu pai. E que tal você retornar a viver com todos aqueles que prejudicou e tentar uma nova vida com mais acertos através da reencarnação? >> Sim, mas isso é possível? Mas vamos lembrar da sensação que eu que eu causei? Deus, no seu grande amor por nós, quando permite o nosso regresso, através da reencarnação, nos dá um novo corpo e as pessoas ao redor não conseguem se lembrar de quem fomos anteriormente. >> E minha mãe e meu pai, como me receberão? Eles o verão como um novo filho, Zito. Você será amado. Confia, vai dar tudo certo. Que foi? เฮ Zito, Zito, meu filho, acorda. Você vai se atrasar pra escola. Zito, que estranho, mãe. Tive um sonho muito estranho. Tinha um menininho, um bonezinho. >> Que sonho, meu filho. >> Eu pensei, eu sonhei que eu eu morria. Ah, mãe, deixa para lá. Lembra que você sempre fica me chamando para ir na comunhão espírita? >> Sim, eu amo a comunhão. >> Então eu agora quero ir para entender este sonho que eu tive. >> Sério, meu filho? Posso te colocar na evangelização? >> Sim, mãe, pode sim. >> Ai, que alegria. Esse sempre foi meu sonho, ver você na evangelização da comunhão espírita. Tenho certeza que você vai ser muito feliz por lá e vai

colocar na evangelização? >> Sim, mãe, pode sim. >> Ai, que alegria. Esse sempre foi meu sonho, ver você na evangelização da comunhão espírita. Tenho certeza que você vai ser muito feliz por lá e vai conseguir entender o seu sonho. Uh. Senhor, estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver doando amor, vibrando luz, buscando a ti. buscando a ti. Obrigado. A comunhão espírita de Brasília. Senhor, estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor. dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado a comunhão espírita de Brasília. Senhor Estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Senhor Estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver. Doando uma palavra tão linda, já quase esquecida, me fez relembar. >> Contendo sete letrinhas e todas juntinhas se ler. Cativar. Cativar é amar. é também carregar um pouquinho da dor que alguém tem para levar. Cativou, disse alguém, laços fortes criou responsável. É você, pelo que cativou um deserto tão só entre homens de bem. Vou tentar cativar,

ambém carregar um pouquinho da dor que alguém tem para levar. Cativou, disse alguém, laços fortes criou responsável. É você, pelo que cativou um deserto tão só entre homens de bem. Vou tentar cativar, viver perto de alguém. Catifou, disse alguém. Laços fortes criou. Responsável é você pelo que cativou. >> Boa tarde. Nós somos o grupo de contação de histórias Cora Coralina. Nós somos aqui da comunhão e sempre vamos a muitos lugares para levar histórias, alegria, sonhos e para receber também muita alegria. Nós vamos visitar crianças que estão em instituições, idosos que estão em lugares que estão meio solitários, famílias em situação de vulnerabilidade e na verdade a gente vai para qualquer lugar que convidam a gente. A gente adora contar histórias e brincar. E hoje convidaram a gente para est aqui e nós estamos aqui. Hoje vamos falar de amizade e de amigos são muito conhecidos de nós, amigos do folclore brasileiro e outros que são amigos deles também. São amigos que a gente já viu, já conhece, já pintou, já brincou, às vezes até já representou com eles. E hoje eles vão contar as histórias dele pra gente, né? Vamos ouvir essas histórias. >> Clarinha. >> Clarinha, vocês já perderam alguma coisa que estava num lugar e de repente do nada apareceu num outro lugar? Na nossa floresta existe uma criatura muito travessa. Ela adora esconder objetos, adora fazer aqueles redemoinhos de vento que saem de um lado pro outro no meio da floresta levantando folhas e poeira. E também ela é tão rápida quanto um raio. E ele também tem amigos muito especiais. Esse ser misterioso junto com seus amigos, eles usam seus poderes mágicos, não só para brincar, mas para proteger a floresta, proteger cada árvore, cada rio, cada animal. E eu vou contar uma história desse ser misterioso que é o maior brincalhão do nosso folclore. Era uma vez dois amigos, Pedro e Hugo. Pedro, ele era estudioso, ele gostava muito de ler. Já o Hugo, o Hugo era mais medroso, ele não gostava muito de de levar susto, esse tipo de coisa. E eles moravam no

ma vez dois amigos, Pedro e Hugo. Pedro, ele era estudioso, ele gostava muito de ler. Já o Hugo, o Hugo era mais medroso, ele não gostava muito de de levar susto, esse tipo de coisa. E eles moravam no sítio da dona Benta. E eles eram amigos desde muito criancinha. Eles nasceram e viveram no mesmo sítio. E eles tinham 10 anos e estudavam na mesma escola. Certo dia, um dia de muito sol, eles estavam voltando da escola e aí estavam passando por um atalho. O Pedro tava com o seu cachorro e os dois carregavam estilingues no bolso também. E eles caminhavam por aquele atalho e o Pedro contando: "Hugo, eu pedi meu livro, eu não sei onde foi parar. Meu livro que eu mais gostava, cheio de gravuras assim, que eu gostava de ler antes de dormir." Aí Hugo falou: "Ah, isso é coisa do saci. Sci que gosta de esconder o objeto das pessoas, mas o sci ele também ajuda a proteger as nossas florestas. E continuaram caminhando. De repente, um barulho na floresta bem forte assim, bem forte. O Pedro gritou: "É onça?" Hugo falou: "É onça?" "É onça, é onça, onça". Os dois saíram correndo, o cachorro saiu latindo, correram, correram pro meio da mata, tropeçaram num cipó que estava esticado, caíram, foram rolando, rolando, rolando. De repente eles foram levantando assim, deram de cara, sabe com quem? Era um menino baixinho que tinha uma perna só. Eita! Ele usava, sabe o que que ele usava? um gorro vermelho, assim como esse, e também fumava um cachimbo. Aí o Sassi falou assim: "Peguei vocês". Aí o o Pedro falou assim: "Caraca, velho, o Sassi, o que que você tá fazendo aí, Sassi?" Aí o Sassi falou assim: "Aí o Hugo já ficou todo e alvorçado também. Ele falou assim: "Caraca, o saci existe, né?" Aí o saci falou: "São vocês que estão por trás do do desaparecimento de uns amigos pássaros, dos pássaros amigos meus?" e apontou pro Stiling no bolso deles. Aí eles falaram assim: "Não, não, os estilings a gente usa só para atirar em latinhas mesmo". foi que de repente começou um barulho no meio da mata de

igos meus?" e apontou pro Stiling no bolso deles. Aí eles falaram assim: "Não, não, os estilings a gente usa só para atirar em latinhas mesmo". foi que de repente começou um barulho no meio da mata de novo. Não é que surgiu de trás de uma moita o curo pira com aquele cabelo vermelho parecendo fogo com o pé voltado para trás falou assim: "Sasci, eu já descobri onde onde estão os nossos os pássaros amigos nossos. Eles estão engaiolados aqui perto perto da toca do tatu gigante. Aí o o Sassi falou: "Obrigado, obrigado, Cupira. Obrigado, amigo curupira. Eu já tô indo lá para soltar. Aí começou aquele redemoinho no meio da floresta de folha, de vento, assim que ergueu-se assim, ele foi flutuando em direção aonde estavam os pássaros estavam presos. E o Pedro e o Hugo saíram correndo logo atrás. Chegaram lá e e começaram a ajudar a soltar os pássaros. De repente, no meio da mata, barulhos de pé pesado assim, pão, chegando, quebrando o galho. Detrás da moita, assim, dos galhos, aparece um caçador com chapelão grandão, cabelo comprido e com facão na mão. Falou assim: "Parem de soltar os meus pássaros, pode não mexer com eles". E ele pegou o Hugo que tinha se escondido atrás de uma moita de medo, como ele é medroso, né? Ele pegou de trás da moita, ergueu assim: "Sassi, pare de solçar os meus pássaros". Nesse momento o sassi sumiu. Todo mundo já ficou meio assim, assustado, né? Mas sabiam que era coisa do Sassi, né? Aí o começou aquele barulho assim no meio da mata. O o cachorro do Pedro pulou na perna do caçador e mordeu o caçador que saiu correndo assim: "Seu cachorro maldito, sai, sai, sai". Com medo da onça, com medo do cachorro e foi embora para nunca mais voltar. E aí o Pedro e o Hugo continuaram a terminar de soltar os pássaros. E acredite, o que que tinha dentro de uma das gaiolas? O livro do Pedro tava lá no fundo da gaiola, não é? que era coisa do Sassi. Aí o Pedro e o Hugo voltando para casa. Depois o Pedro ficou perguntando, será que saci existe de verdade ou é coisa da

las? O livro do Pedro tava lá no fundo da gaiola, não é? que era coisa do Sassi. Aí o Pedro e o Hugo voltando para casa. Depois o Pedro ficou perguntando, será que saci existe de verdade ou é coisa da minha cabeça? E vocês o que acham? E é verdade. E é verdade, gente, os amigos são as coisas mais importantes pra gente. Então, agora eu vou contar uma historinha e eu vou precisar da ajuda de vocês. Nós vamos movimentar os nossos dedinhos, as nossas mãozinhas e tudo que eu fizer vocês repetem. Pode ser? >> Era uma vez dois amigos, o Sassi e o Kurupira. Um dia, e eles moravam bem distante um do outro, onde o Sassi falou: "Eu vou visitar o meu amigo Curupira lá lá adiante, na onde ele mora". E aí, que que ele fez? Ele abriu a portinha, saiu da casinha, fechou a portinha e desceu montanha, subiu montanha, desceu montanha, subiu montanha, chegou na casa do curupira e bateu. Toque, toque, toque. Não tem ninguém. Ah, acho que o meu amigo não está em casa. Eu vou voltar amanhã. E aí ele desceu montanha, subiu montanha, desceu montanha, subiu montanha, chegou em casa, abriu a portinha, entrou na casinha, fechou a portinha e ficou lá descansando. O curupira pensou a mesma coisa e falou: "Eu vou visitar o meu amigo Sassi". E aí, que que ele fez? abriu a portinha, saiu da casinha, fechou a portinha e desceu montanha, subiu montanha, desceu montanha, subiu montanha, chegou na casa do Sassi, toque, toque, toque, o Sassi. Mas o Sassi não respondia. E aí, que que ele fez? Ah, vou voltar outro dia. Ele não deve estar em casa. E o que que ele fez? Ele desceu montanha, subiu montanha, desceu montanha, subiu montanha e chegou em casa, abriu a portinha, entrou na casinha, fechou a portinha e ficou em casa. No outro dia, eles dois, os dois amigos, pensaram a mesma coisa: "Vou visitar o meu amigo." E aí, o que eles fizeram no mesmo momento? Abriram a portinha, saíram da casinha, fecharam a portinha e desceram montanha, subiram montanha, desceram montanha, subiram montanha e se encontraram.

igo." E aí, o que eles fizeram no mesmo momento? Abriram a portinha, saíram da casinha, fecharam a portinha e desceram montanha, subiram montanha, desceram montanha, subiram montanha e se encontraram. Ô Sassi, ô curupira, tudo bem com você? Ah, muito bom. De repente, pessoal, eles olharam para cima. Que ventania, Sassi, acho melhor a gente voltar para casa. Não vai dar pra gente ficar aqui, não. Vai cair uma tempestade. E aí eles falam: "É sim, Curupira, vamos embora para casa. Vamos embora agora". E aí eles desceram montanha, subiram montanha, desceram montanha, subiram montanha, abriram a portinha, fecharam, entraram na casinha, fecharam a portinha e ficaram lá. esperando a tempestade e a tempestade muito forte, muito forte, fazia um barulho enorme até que no dia seguinte a tempestade passou e aí o sassi e o curupira ficaram pensando mesmo distante. Nossa, é tão bom ter amigo, mesmo ele distante, como eu gosto do meu amigo. Então, pessoal, vocês que estão aí, vocês têm amigos? Amém. >> E quem tiver um amigo do ladinho, dê um joinha para eles. E essa história, essa história foi muito boa, não foi? Foi. >> Mas quem quiser que conte outra. E eu vou contar outra mesmo. Já que falaram tanto do Curupira, agora eu vou contar a história dele. O curupira é o amigo da natureza, o amigo da floresta é amigo de todos os que vivem dentro da floresta. Ele é amigo dos animais, dos animais da terra. Ele conversa com a capivara, com a anta, com o javali, com todos os bichinhos, com o tatu, com todos os bichinhos da terra. Também canta junto com as aves que estão lá no céu. Canta com os tucanos, com as araras, com os canários, com todos os passarinhos que existem no céu. E conversa até com os peixes que estão nos rios. conversa com Pirarucu, com tucunaré, com o robalo e até com a piaba. E ele fica ali na floresta cuidando de todo mundo, fazendo com que tudo tenha o seu equilíbrio perfeito. Quando acontece alguma coisa, como uma tempestade forte como essa que a nossa amiga contou, ele se preocupa com todo

resta cuidando de todo mundo, fazendo com que tudo tenha o seu equilíbrio perfeito. Quando acontece alguma coisa, como uma tempestade forte como essa que a nossa amiga contou, ele se preocupa com todo mundo. Ele vai de casinha em casinha para conferir se tá todo mundo seguro, se tá todo mundo bem, se as casas estão ali, se tudo tá funcionando direitinho, se tem um enchente, ele vai ver se as tocas dos bichinhos estão em perigo ou se tá todo mundo bem. Quando acontece um incêndio, ele vai conferir um por um para ver se tá todo mundo bem. Mas o pior dos perigos que existe na floresta hoje é o tal do ser humano que quer invadir a floresta, quer matar os animais, quer desmatar, quer destruir tudo. E aí o curupira fica muito bravo. O curupira é poderoso e nessas horas eles usa todos os poderes que ele tem. Ele conversa com o sol e pede para o sol aquecer muito forte, fazer um calor muito grande e todo mundo sair correndo, quase como tá acontecendo aqui em Brasília nesses dias, né? Ele conversa também com o vento e o vento sopra com a força terrível, faz um redemoinho, quase um furacão. E aí não tem quem fique por ali. Ele fala também com o rio. E o rio sai e sobe e enche demais e expulsa todos os que estão ali. Mas tem uns que são mais resistentes, que não tem quem faça eles irem embora. E aí o curupira fica bravo e aparece, acende o fogo que tem no cabelo dele e vai lá tomar satisfação. Foi o que aconteceu um dia desses que eu fiquei sabendo que o curupira foi tomar satisfação com um caçador que tava lá cheio de armadilhas. Ele tinha colocado várias armadilhas ali e queria ameaçar os animais. E o curupira viu aquilo e ficou bravo, bravo, bravo. Chegou um momento que ele viu que nada adiantava. Ele foi lá com cabelo cheio de fogo e falou com aquele homem: "O caçador, o que que você tá fazendo aqui no meio dessa floresta?" E aí o caçador disse: "Não, curupira, eu não quero fazer mal para ninguém não. Eu vim aqui para te conhecer e te dar presentes. Que presente?" Nada. Presente

ê tá fazendo aqui no meio dessa floresta?" E aí o caçador disse: "Não, curupira, eu não quero fazer mal para ninguém não. Eu vim aqui para te conhecer e te dar presentes. Que presente?" Nada. Presente para mim é você ir embora. Ele: "Não, olha esses presentes que eu tenho para você. Eu tenho aqui, ó, fumo de corda e tenho também essa garrafa de cachaça. E aí que o corupiro ficou bravo mesmo. Ele disse: "Quem disse que eu quero fumo? Quem disse que eu quero cachaça? Não quero nada que faça mal para mim. Eu vivo na floresta. Eu como as frutas, como as raízes, como tudo que a natureza dá. Bebo a água fresca do rio, olho pras flores. Eu vivo uma vida maravilhosa. Para que que eu quero esses presentes que você me dá? você vai sair daqui agora. E o cabelo dele acendeu aquele fogo como nunca tinha acendido na vida. E ele saiu correndo. E o caçador, quando ele viu que o negócio era sério mesmo, que nada ia adiantar, ninguém viu aquele caçador sair mais rápido. E o curupira correndo e o caçador correndo, e o curupira correndo atrás dele. E o caçador correndo e o curupira correndo atrás dele. E ele foi até a beira da floresta. E aí o curupira gritou para ele: "Pois você nunca mais volte aqui". E digo mais, fale para todos os seus amigos que eles não são bem-vindos aqui nessa floresta. Quem é bem-vindo aqui é quem vem observar os animais, tomar banho de rio, pegar também tudo que a natureza dá. Mas quem quer destruir, desmatar, acabar com a floresta não é bem-vindo aqui. Vocês nunca mais voltem aqui. E dizem que depois disso nunca mais essa voltou e que os animais, as árvores e os bichinhos da floresta viveram em paz. Até hoje eles vivem em paz. E essa história começou no fogo dos cabelos do curupira. desceu com o vento, foi até a terra e está nadando com rio. Dizem que ela tá nadando com rio até hoje lá com os peixes, né? E quem quiser que conte outra. Falando nos peixes, quem aqui conhece a piaba? Que que é piaba? Quem é que sabe que é? Peixinho. >> É um peixinho, um peixinho bem

com rio até hoje lá com os peixes, né? E quem quiser que conte outra. Falando nos peixes, quem aqui conhece a piaba? Que que é piaba? Quem é que sabe que é? Peixinho. >> É um peixinho, um peixinho bem pequenininho. E vocês sabem a música da piaba? Então todo mundo de pé para me ajudar, por favor. E a gente vai cantar a música da piaba. Bora lá. É assim. Saia, saia, saia piaba, saia da lagoa. Saia, saia, saia piaba, saia da lagoa. Põe a mão na cabeça, a outra na cintura. Dá um remeleixo no fogo, faz o coração pro outro tru >> de novo. >> Saia, saia, saia, saia piaba, saia da lagoa. Saia, saia, saia piaba, saia da lagoa. Põe a mão na cabeça, a outra na cintura. Dá o remeleixo no fogo. Troca de lugar com outro. Gente, quando essa piaba saiu da lagoa, finalmente ela encontrou um amigo, um amigo muito querido, um amigo muito especial. Só que esse amigo da piaba, ele veio de um reino bem bem distante daqui. Vocês sabem quem é esse amigo? Não, a gente vai descobrir. Então pessoal, essa história começa no ninho tão aconchegante com a mamãe pata esperando ansiosa que os ovos enclodisse. E eles eclodiram. E nasceram quatro patinhos lindos, amarelinhos, fofo, fofo, fofo demais. Mas o último filhote, ele nasceu cinzento, todo grandão e desengonçado. Logo logo virou a atração de todos do quintal ridicularizar, mexer com ele e ele virou a vergonha do quintal. Mas chegou o grande dia que seria para fazer um passeio à sociedade. E assim ele foi. Mas mais uma vez todos, inclusive os irmãos, maltratavam, desvalorizavam ele. Por quê? Porque era uma coisinha muito esquisita. Ele era grandão, desengonçado, desajeitado, ninguém queria ficar perto dele. Aí um belo dia ele falou assim: "Eu não mereço isso. Não mereço isso. Não suporto mais tamanha crueldade. Eu vou embora." E aí o patinho feio fugiu, fugiu e foi andando, andando, andando. E nessa sua jornada ele encontrou um chalé que serviu plenamente para ser o seu abrigo. E ele ficou lá quietinho. Mas quem morava lá também? O gato filhinho

giu, fugiu e foi andando, andando, andando. E nessa sua jornada ele encontrou um chalé que serviu plenamente para ser o seu abrigo. E ele ficou lá quietinho. Mas quem morava lá também? O gato filhinho e a galinha bela, Barbela que os dois se achavam. O gato se achava o dono do mundo e a galinha se achava toda, toda poderosa porque botava ovos. E aí, mais uma vez, eles maltratavam o patinho feio porque ele não sabia ronronar e não sabia botar ovos. Que coisa. E aí eles escurraçaram ele porque ele tinha o desejo de nadar. Aí o patinho falou: "Não, também não quero". Resolveu fugir. E aí ele foi embora. Só que ele encontrou um inverno terrível, um inverno muito cruel. E quase ele morreu no rio congelado. Até que então chegou a primavera. Ai! Que estação maravilhosa, cheia de cores. E ele logo percebeu uma coisa. Ele se olhou e falou: "Nossa, minhas asas cresceram. Hum, eu tô mais leve. Eu vou voar". E assim ele fez. Alçou, voou e voou. voou distante, distante, foi voando, olhando todas aquelas maravilhas. Até que um belo dia, uma bela, um belo momento, ele olhou para baixo e viu três aves majestosas, lindas, de pescoço alongado. As penas delas eram cintilantes, eles eram lindos. E aí ele pensou: "Nossa, eu vou ver quem são esses". Mesmo assim, tímido, né? Com medo de ser rejeitado. E aí ele desceu e chegou pertinho dessas aves majestosas. Aí ele ficou assim olhando. Quando ele olhou, ele viu aquelas aves imponentes olhando para ele com um olhar de doçura. E aí ele ficou feliz. Logo logo todos os três acolheram ele, abraçaram e ele ficou super feliz. ficou tão feliz que ele só vivia nadando, nadando, nadando entre eles. E todo mundo, todos os amigos que olhavam no lago, o sassi, o curupira, a piabinha, que adorava nadar entre ele, ficaram felizes pela felicidade dele. E aí ele ficou pensando quando ele viu o reflexo dele na água. E ele logo pensou: "O milagre aconteceu, eu sou um Cisney, um Cisney lindo, maravilhoso. E todo mundo ficou feliz, inclusive as crianças que ia lá no lago para vê-los e

ele viu o reflexo dele na água. E ele logo pensou: "O milagre aconteceu, eu sou um Cisney, um Cisney lindo, maravilhoso. E todo mundo ficou feliz, inclusive as crianças que ia lá no lago para vê-los e gritou pra mamãe: "Mamãe, tem mais um Cisney e ele é o mais lindo de todos." Então gente, o Cisney, o patinho feio, que não era patinho feio, era um Cisney, ficou feliz. E é tão lindo, gente. Não é lindo? Se tem bigode de foca, nariz de taman. Mas se é amigo de fato, a gente deixa como ele está. E é tão lindo, não precisa mudar. É tão lindo. >> Deixa assim como está. E eu adoro, adoro mesmo esperar a gente explicar >> que é tão lindo. >> Se tens bigodes de foca, nariz de tamando >> e orelha de camelo, né? Mas se é amigo de fato, a gente deixa como ele está. E é tão lindo, não precisa mudar. É tão lindo, é tão bom te encontrar e eu adoro. Claro, bom mesmo é a gente encontrar. Um bom amigo. Era uma vez um lixo diferente, azul, amarelo, às vezes verde. A cor podia variar, o tamanho também, grande, pequeno, mas sempre terrivelmente assustador. E era o que ele sabia fazer muito bem. E ele assustava criancinhas desobedientes, criancinhas obedientes. E ele assustava: "Sim, é o bicho papão." E o bicho papão gostava muito de fazer isso. Era o seu ofício. Ele que tinha recebido esse essa incumbência já há muito tempo, ia de casa em casa. Seu lugar preferido era embaixo da cama, às vezes dentro do armário, às vezes até dentro das gavetas. Quando apagavam todas as luzes e as crianças deitavam, lá estava ele assustador e feliz porque assustava. Mas o tempo passou e o tempo passa mesmo e as crianças cresceram e as novas crianças que foram chegando já não estavam. se assustando tanto assim, não. Aliás, elas até riam do bicho papão, olhavam para ele e caíam na gargalhada e ele pensava: "Ué, o que que tá acontecendo de errado?" Ele ficava meio desapontado, mas não desanimava, perseverava. Até que um dia, ah, esse é o dia que eu quero contar para vocês, esse dia foi terrível. Era uma noite, a Clarinha

acontecendo de errado?" Ele ficava meio desapontado, mas não desanimava, perseverava. Até que um dia, ah, esse é o dia que eu quero contar para vocês, esse dia foi terrível. Era uma noite, a Clarinha estava chegando cansada de um dia que ela tinha passeado com os pais e lá foi se preparar para dormir, as luzes apagadas do quarto, deitou e lá estava o bispapão com a melhor cor que ele tinha, verde, com a melhor cor lá estava e apareceu pra Clarinha. A Clarinha olhou, olhou, fechou os olhos e virou pro outro lado. Aí ele ficou arrasado mesmo, porque não assustava, as crianças achavam engraçado, mas agora ele tava ficando transparente. Será que era isso que tava acontecendo? Aí ele entrou em crise, ele falou: "Não, não é possível. Não é possível, vou embora daqui, eu vou andar, vou caminhar um pouco". e pegou o livro que ele não desgrudava daquele livro que era avô que tinha dado para ele. Era um livro manual de como assustar criancinhas desobedientes. E aí pegou o livro, botou embaixo do braço e foi embora. E foi caminhou, ele caminhou tanto que ele foi chegando assim diante de uma floresta e era uma floresta bem bonita, bem exuberante. E aí quando ele tava ali, quem é que ele viu? vindo na direção dele com sorrisão, era o saci. E o saci falou: "Ô, bicho papão, você aqui". E ele ficou muito feliz, né? Aliviado, porque não tava transparente, alguém tava vendo ele. E aí ele falou: "Pois é". E começou a chorar as pitangas, contar lá o problema dele, né? Transparente, essa coisa toda. Aí o Sassi falou: "Olha, você tá precisando de umas férias do mundo real". Férias do mundo real? Uai, mas eu não tô mais no mundo real. Aí o Sassi falou: "Não, você tá no mundo dos contos de fada. E aí, vem, vem que eu vou te mostrar. Vem comigo." E aí o Sassi levou o bicho papão. E lá ele conheceu não só o Crupira, a Iara, as piabas, mais de uma, várias piabas. E ele foi lá, foi conhecendo ele que ficava embaixo da cama, que ouvia muitas histórias que as mães contam pros filhos, conheceu os

ceu não só o Crupira, a Iara, as piabas, mais de uma, várias piabas. E ele foi lá, foi conhecendo ele que ficava embaixo da cama, que ouvia muitas histórias que as mães contam pros filhos, conheceu os cenários dessas histórias, conheceu os personagens e ficou muito empolgado, gostou, mas ele tava na dúvida se ele ficava no mundo dos contos de fato ou se ele voltava pro mundo real. Até que um dia embaixo de uma árvore, uma árvore frondosa, tion frondosa. E lá estava ele embaixo, aquela árvore, quando de repente pousa do lado dele o cisne, aquele cisne lindo, né? E perguntou o que que ele tava fazendo. E ele tava fazendo uns desenhos na margem do livro, das folhas do livro que ele sempre levava com ele. Como é que era o nome do livro mesmo? manual de como assustar criancinhas, crianças >> de esse mesmo, esse aí. Então ele tava lá fazendo as os desenhos e aí o Cisner falou: "Nossa, mas que bonito isso". E foi passando as folhas e eram desenhos lindos. E aí sabe o que que o Cisney falou para ele? Falou: "Olha, nós estamos precisando de um ilustrador aqui no mundo dos contos de fada. Se você quiser ficar por aqui, aí teve que explicar para ele, porque assim, ele falou, ó, aqui no mundo dos contos de fada, as crianças quando dormem dão uma passadinha por aqui de vez em quando, os escritores também para pegar a inspiração e os ilustradores. Então, foi assim que o bicho papão resolveu sair de vez do mundo real e tá até hoje, segundo me contaram, no mundo dos contos de fada. E aqueles livros bonitos que a gente tem em casa com ilustrações, possivelmente foi inspirado num desenho lá do nosso bicho papão. Essa história começou num papel com um traço e ela termina com um abraço. Um abraço. Tem coisa mais gostosa do que dar um abraço, receber um abraço. Então agora a gente vai ficar todo mundo de pé novamente. Vamos cantar a música do abraço. Vocês sabiam que é o abraço também tem música? Eu vou falar a primeira vez e vocês repetem, tá bom? Belinhos? Conto com vocês. Bora lá. É assim. Levantar um braço,

te. Vamos cantar a música do abraço. Vocês sabiam que é o abraço também tem música? Eu vou falar a primeira vez e vocês repetem, tá bom? Belinhos? Conto com vocês. Bora lá. É assim. Levantar um braço, levantar um braço, >> levantar o outro. Levantar o outro. Fazer um bamboleio. Fazer um bamboleio. Mexer o pescoço. Mexer o pescoço. Olhar para cima. >> Olhar para cima. Olhar para baixo. Olhar para baixo. >> Escolher um amigo e dar um abraço mais uma vez. Tá bom. Agora mais rapidinho, tá? Bora lá. >> Levantar um braço, levantar o outro. Fazer um bamboleio, mexer o pescoço, olhar para cima, olhar para baixo, juntar todos os amigos e dar um abraço. Vai lá. Meu nome é Ângelo, gosto muito de pular. >> Sou a Elisa e adoro aprontar. Eu sou a Carla. Não me canso de cantar. Sou a Patrícia, gosto muito de abraçar. Sou a Fernanda, não me canso de contar. >> Sou a Clarinha. Gosto muito de brincar. Somos amigos e queremos novos amigos que acabaram para cantar. >> Somos amigos, amigos do peito, amigos de uma vez. Somos amigos, amigos do peito, amigos de você. Somos amigos, amigos do peito, amigos de uma vez. Somos amigos, amigos do peito, amigos de vocês. Viver a vida emando nas canções, viver contando, alegrandoos. corações, viver nos sonhos de tudo que acontecer, fazer amigos, mais amigos para valer. Amigos, amigos do peito, amigos de uma vez. Somos amigos, amigos do peito, amigos de vocês. Somos amigos, amigos do peito, amigos de uma vez. Somos amigos, amigos do peito, amigos de você. Obrigada, gente. Obrigada. >> Obrigada. Feliz dia das crianças para todo mundo. Senhor, estou aqui para agradecer. Peço que vocês aguardem um pouquinho que a gente vai fazer uma troca aqui de cenário, vai uma montagem de cenário. Daqui a pouquinho tem mais. Senhor Oh. Senhor, estou aqui para agradecer de coração. A paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz. buscando a ti, Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição,

de coração. A paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz. buscando a ti, Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi. Qual o valor dessa missão foi nessa casa que aprendi? Toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Senhor, estou aqui. para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver. Doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. E agora com vocês nós. O coral é linhos de luz com apresentação ser criança é tão bom. E agora eu convido para assumir o microfone a MC Marina, a nossa mestre de cerimônias do Elinhos de Luz. >> Boa tarde, sejam todos muito bem-vindos à nossa apresentação especial de Dia das Crianças. É com muito prazer que eu anuncio a música Ser Criança de Raiane de Castro, Renato de Silva e Cristiano Assis. mear poder vem comigo, vem cantar e saltar a Deus vamos louvar Eu vou olhar é a natureza que é isso eu quero coração para o mundo encher. É tão bom. crianças bem de hoje não mais é pois eu quero curtir a minha infância. Ser criança é tão bom brincar com os amigos, dar risadas sem ter tantas preocupações como os adultos. Vem, Aninha, vamos brincar. Deixe de bobeira. Eu não, não. E para a nossa próxima música vai ser Videogame do amor de César Tuti. Regência André. Tem um videogame diferente onde o seesse bem para gente. E quanto mais soubesse dar, tomaria pontos no placar e cada vez que explotasse sua vida renascerei e ganharia outra vida. Com novas chançar os valores conquistas. Tiro violeta sobre pontar pé. Sabedoria, caridade, amizade e fé. Serão as armas poderosas desse nosso herói. Eu sonhei

a vida renascerei e ganharia outra vida. Com novas chançar os valores conquistas. Tiro violeta sobre pontar pé. Sabedoria, caridade, amizade e fé. Serão as armas poderosas desse nosso herói. Eu sonhei para nós deixo violência sobre pontéria e amizade fé serão as poderosas não serão que eu para nós chamou Imaginei um videogame diferente, onde o herói fizesse bem para toda a gente. E quanto mais amor soubesse lidar, somaria com todos no placar. Cada vez que sua vida renasceria e ganharia a outra vida. Como nós achamos de que recomeçar com valores conquistar tiro violência sobre que ponta o pé sabedoria, caridade amizade e fé serão as armas poderosas desse nosso herói. Game seu sonho é para nós. Ventiram violência sobre ponta pé. Sabedoria caridade e amizade de pé. Serão as armas poderosas e esse não serão games se fica só qua saia. É, no livrinho aqui. >> Então agora chamamos à frente Lícia, Luluzinha, Laura e Ana Júlia. O quê? Vem, meu ursinho querido, no companheirinho, ursinho pimpão. Vamos sonhar aventuras. Voar nas alturas da imaginação. Como na quadrinhos, eu sou nininho, você pede pão. Vamos fazer nossa festa. Brincar na floresta. Tazã. Enquanto o sono não vem. Eu sou Chapeuzinho, você meu galão. Dança também pelo salão. É tão bonita nossa canção. O su folgado não E agora, Uma música muito especial do lado de lá de Kaká Resente com a regência da Andreia. 루루루 루 루루루루루 루루루루루 Tururur tururu. Se disserem para você céu ou inferno de morrer. Isso não é bem assim. Vou explicar o que ensinaram para mim. O purgatório é aqui. Um planeta onde eu nasci. Quantas vezes vou voltar decidir onde ficar? Lá de lá, lá de lá tem sol também, tem lua de lá, a vida continua. É simples assim. Saber se eu vou ser mais feliz depende de mim, de tudo que eu fizer agora. Se disserem para você, céu ou inferno depois de morrer, isso não é bem assim. Vou ficar ensinaram para mim. O purgatório é aqui, um planeta onde eu nasci. Tantas vezes vou voltar e decidiram ficar do lado de lá. Lá de lá.

, céu ou inferno depois de morrer, isso não é bem assim. Vou ficar ensinaram para mim. O purgatório é aqui, um planeta onde eu nasci. Tantas vezes vou voltar e decidiram ficar do lado de lá. Lá de lá. Tem sol também tem lua. L de lá a vida continua. É simples assim. Saber se eu vou ser mais feliz depende de mim, de tudo que eu fizer agora de o lado de lá tem sol também tem lua. Lá de lá a vida continua. É simples assim. Saber se eu vou ser mais feliz depende de mim, de tudo que eu fizer agora aqui. O céu está no coração. Nascer, morrer, renascer. O céu está no coração. Nascer, morrer, renascer. O céu está no coração. Nascer, morrer, renascer. A presença do A presença do parece que tá laranja. Agora vamos aproveitar para relembrar umas brincadeiras de criança. Vamos começar com a Adoleta e eu chamo para a frente Maria Clara, Gabriel, Lorena, Eric, João Reico, Luía Madureira, Catarina, Aume, Clara Luz, Yasm, Thaí e Maria Beatriz. He. Peti, peticolar, dois café com chocolate. Adoleta, puxa o rabo do tatu. Quem saiu foi tu a litar nesse café com chocolata, puxa o rabo do tatu. Quem saiu foi tu. Areta peite pe colar café com chocolata, puxa o rabo do cul. Quem saiu foi tuoleta de cola me café com chocolate. Chur quem saiu foi tudo a ver pega café com chocolatore do quem saiu foi tu. Obrigada, crianças. Palmas. Isso aí. Palmas de novo, gente. Uh. É isso aí. E agora a nossa próxima música. Trocando de roupa de Jaime Torres e Marco Canduta. Mário. Um Conversando com um amigo meu, eu perguntei a vida e ele respondeu: "A vida é muito boa, eu quero jamais viver. E a minha vontade é sempre aprender. Que todas as lições que me armazenar tem outra existência de desfrutará. Ainda que seja com intuição, meu esporo, ele vir deu uma explicação. É a reencarnação. A gente troca roupa de montão e o importante está aí. Não us nosso corpo para protegir. É a reencarnação. A gente troca roupa de montão. O importante está mudamos nosso corpo para progredir. Me explicou o quer morrer e o quer

ntão e o importante está aí. Não us nosso corpo para protegir. É a reencarnação. A gente troca roupa de montão. O importante está mudamos nosso corpo para progredir. Me explicou o quer morrer e o quer nascer. Eu não esperava aquilo aprender. O corpo, então virou um instrumentão e movimento sempre em qualquer direção. Mas as minhas ações eu tenho que saber, serão analisadas cada anoitecer. É que eu sou ser em evolução, aprimorando a inteligência ao coração. É a reencarnação. A gente troca roupa de montão. O importante sair. Nosso corpo para prevenir. É a reencarnação. Gente troca roupa de rotão e o importante sair. Vamos nosso povo para progrir. É a reencarnação. A gente troca roupa de montão e oante está mudamos nosso para agora vamos apresentar mais uma brincadeira. Não fiquem parados, porque quem vão ficar são as crianças. E a brincadeira é a estátua. Gente, eu chamo à frente agora Clara Luz, Thaís, Luluzinha, Melé, Chloe, João, Yasmin, Helena, Lícia, Ana, Júlia e Laura. Pula, pula, pula, pula, pula, pula, pula, pula, pula pula. Pula, pula pula. Pula, pula, pula, pula, pula, pula, pula, pulou. >> Dança, dança, dança, dança, criançada. Eu quero ver agora uma estátua engraçada. Pula, pula, pula, pula, pula, pula, pula, pula, pula pula. Pula, pula, pula, pula, pula, pula, pula, pula, pula. Pulou, pula, pula, pula, pulai do chão. Eu quero ver uma estátua fazendo coração. >> Pula, pula, pula, pula, pula, pula, pula, pula, pula, pula. Pula, pula, pula, pula, pula, pula, pula, pula, pula. dança, dança, dança, dança, dança, dança. Eu quero ver agora uma estátua sorrindo, uma estátua que parece estar dormindo. >> Palmas, palmas. Eu aposto que todo mundo aqui quando era criança gostava de fazer aquelas pinturas com dedo, passar na cortina da mãe, fazer a maior bagunça, né? E agora a nossa próxima música é Aquarela do Toquinho com regência de André. Ah, tá. Que que é para segurar? Tá pronta, preparada? É para balançar, né? Uma folha qualquer, eu desenho um sol amarelo. E com cinco ou seis retas é fácil fazer

ela do Toquinho com regência de André. Ah, tá. Que que é para segurar? Tá pronta, preparada? É para balançar, né? Uma folha qualquer, eu desenho um sol amarelo. E com cinco ou seis retas é fácil fazer um castelo. >> Com um lápis em torno da mão e me dou uma luva. Ligar >> que se faço chover com três riscos sem um guarda dachuva. Se o pinguinho de tinta cai num pedacinho azul do papel, num instante imagina e volta a voar no céu. >> Vai voando, contornando a imensa curva norte e sul vou com ela. Viajando Avaí Bequim com SAMU pinta um bar com belo branco na velhão. Céu e mar num bre azul. Nent nuvens vem surgindo um lindo avião. Rosa engrenar tudo em voltas rolindo com suas luzes a piscar nossa imaginar. E ele está partindo. Serei bem-vindo se a gente quiser. Ele vai pousar. Uma folha colheira desenho um nazio de partida com alguns bons amigos cantando de bem com a vida. De uma América outra eu consigo passar no segundo. Giram sentido com passo e um cío eu faço o mundo. O menino caminha encaminhando chega no mundo e ali logo enfente a esperar pela gente o futuro está. Fica alta o futuro. A nossa nave que tentamos pilotar. Não tem tempo, nem piedade, nem tem hora de chegar. Sem pedir licença. Nossa vida. Vida irão chorar. Nessa estada não nos cabe conhecer ou ver o que virá no fim dela. Ninguém sabe bem ao certo onde vai dar. Vamos todos numa linda passarela de uma aquarela que descolorirá uma folha qualquer o desenho. Sol amarelo e descolorirá. >> E com cinco ou seis é fácil fazer um castelo escolar. Giram sem desfáci eu faço no mundo. Gologia lá. Eu que fiz. Passa aqui. Meu Deus. Ainda. Eba. Ó o terremoto. Ó o terremoto. Ó o terremoto. O terremoto. Táando as crianças. Colorirá. Agora vamos cantar uma música muito especial a cada dia, feito por umas duas de nossas crianças maravilhosas, Lulu e Mel. Regência Mário. >> Não tá no meio. >> Não tá no meio. Deixa, deixa Eu não vou aqui. Um roteiro para nada. Brincadeira serenas. Hey루, he루 heur, heuru. Cada dia vara, cada dia vouar,

lhosas, Lulu e Mel. Regência Mário. >> Não tá no meio. >> Não tá no meio. Deixa, deixa Eu não vou aqui. Um roteiro para nada. Brincadeira serenas. Hey루, he루 heur, heuru. Cada dia vara, cada dia vouar, cada dia vão melhorar, cada dia Deus falou comigo que deve ser bom ajudar o outro, porque sou Deus falou comigo, deixe a ajudar o ouvir Jesus. Jesusou. A cada dia vou melhorar. A cada dia vou ajudar. Cada dia vou melhorar. Cada dia mundo transformar. Heiururu. Heiurururu. Hei tirururu. Hei tirururu. Deus falou comigo que Deus ser bom a ajudar o outro. Jesusou Deus. falou comigo e deve ser bom ajudar o outro. Jesus ajudou. Jesus ajudou. A cada dia vou melhorar. Cada dia vouar cada dia vouar a cada dia um transar. A cada dia vão melhorar, a cada dia vão ajudar, a cada dia vão melhorar, a cada dia mundo transformar a cada dia o mundo transformar. Palmas para as nossas compositoras, Lulu e Mel. E depois de tanta empolgação, vamos apresentar umas brincadeiras mais serenas. Cama de gato, eu chamo Gabriel e Luía Madureira. Cubo mágico, Eric, João, Joana e Gabriel. Muito bem, crianças. Aplausos. Essa brincadeira é muito boa. Foi minha mãe que me ensinou. >> Aguento. A, eu não vou. Vocês são muito infantis. Eu não aguento. A outra brincadeira e eu vou chamar a frente. Maisa, Lorena, Gabriel, João, Reico, Joana, Chloe, Catarina e Mel. Brincando eu com as quatro. É de mais composcado. qu eu em cima baixo eu qu Eu começa, eu com essa, eu tela mais em cima, nós embaixo. Eu eu cai. >> Palmas pras nossas crianças. >> E agora para mais uma música movimentando de Vladimir Silva. Regência André. Estica para cá. Estica para lá. Mexe o cor. >> Não sai do lugar. Que alegria, quant emoção. Um, dois, três ação. Pula, pula, pula, pula. Corre, corre, corre. Dança, dança, dança, vira e mexe. Se pode e também a tira, tira tião. Estica para cá, estica para lá, mexe o corpo, não sai do lugar. Que alegria, quanto emoção. Um, dois, três ação. Anda, anda, anda. Marxa, marcha, marcha. Para, para, para.

e também a tira, tira tião. Estica para cá, estica para lá, mexe o corpo, não sai do lugar. Que alegria, quanto emoção. Um, dois, três ação. Anda, anda, anda. Marxa, marcha, marcha. Para, para, para. Refia e relaxa. >> Toca na cabeça, na gentura e no chão. Gira, gira, gira enquanto esse reprão. Gira, gira, tira enquanto se reprão. Gira, gira, gira enquanto rebrão. Ai, meu Deus. Vocês acharam que eu ia embora sem fazer essa coreografia, né? Eu quero ver agora quem vai conseguir aí. Vamos ficar todo mundo de pé aí, ó. >> Todo mundo de pé. >> Já pode alongando aí. >> Era 445. A gente tinha que saber 453. >> Ah, regressa. Nada. >> Então vou ler tudo deles. >> Não vai ser de primeira, então vamos fazer junto, ó. Começa, estica para cá. Lado esquerdo. Lado es. Opa. Aí tem que ser o lado das crianças. Vai ser aqui, ó. Entendeu? Então vai ser aqui, ó. Começando. Então estica para lá, depois estica para estica para cá, estica para lá, fecha o >> Não sai do lugar. Que alegria. >> Quanto emoção. >> Um dois tr a sant. Só isso aí. Fácil. Todo mundo tá sabendo vamos também fazem. para não alegria emoção. Um, dois, três nação. Calma, calma, calma. Agora todo mundo junto com as crianças. A letra faz igual, senão faz só reclama. Vamos com as crianças. Tá bom. Vamos lá de novo. >> Começo de novo. Aí tem que filmar. para o saar que alegria, quanta emoção. Um, dois, três. Ação. E também é gira, gira, gira. Ai, que bom que você decidiu brincar e ser feliz. Corre com tia noite de dia, debaixo da cama da sua tia. Corre-se pó na casa da avó. Vencinho da mão cair no chão. Moça bonita do meu coração. Me dá um beijinho na minha mão. Mãão, dia de noite, de cama da sua tia. B na casa da vó. caiu no chão. Moça bonita do meu coração. Um beijinho na minha mãe. Daó beijinho na mão cair no chão. Boa bonita no meu coração. Me dá um beijinho na minha mão. Mão, mão. Noite, dia cama da sua tia rica no chão. Corre dia de guia debaixo da cama da sua tia. Corre se pó na casa da B. Devolvo o microfone para nossa querida Ju. Bonita

á um beijinho na minha mão. Mão, mão. Noite, dia cama da sua tia rica no chão. Corre dia de guia debaixo da cama da sua tia. Corre se pó na casa da B. Devolvo o microfone para nossa querida Ju. Bonita do meu coração. Dá um beijinho na minha mão. Mão, >> e chegamos ao fim da nossa tarde tão especial. Tenho certeza de que saímos com os nossos corações mais leves, mais felizes e tocados pela arte espírita elevada. Agradecemos a todos os participantes que possibilitaram essa a realização desse lindo evento, aos diretores, evangelizadores, os nossos músicos, os familiares e as nossas queridas crianças, as do palco e as da plateia. E desejamos a todos um feliz dia das crianças. Convidamos agora a Germana, diretora da DAC, a tia Lu, a Lucilene, coordenadora do Elinhos de Luz e a tia Deia, a Andreia, coordenadora do Teatro Vida Infanto Juvenil, para os agradecimentos finais. Bem, gente, extraordinária tarde dessa ação conjunta entre a Diretoria de Infância e Juventude e a nossa diretoria de arte e cultura. Uma experiência exitosa. Nós tivemos aqui teatro, tivemos brincadeiras. Agora, é claro, o ano que vem tem que ser os pais fazendo essas brincadeiras, porque os pais estavam cantando todas as músicas. Eu falei: "Que que é isso, gente? Os pais sabem todas as músicas e tava lá todo mundo assanhado. Brinquei demais com essas brincadeiras. Eu também. Meninas, eu quero dizer para vocês que como a gente brincava, correutia, aquela em cima e embaixo, lembra?" E a gente começava bem devagarinho, não sei se os pais aqui lembram, em cima e baixo, eu com aquela, eu, nós embaixo, nós em cima. E depois as turmas começavam a disputar quem era mais rápido. Nós embaixo nós realmente era o grupo que que era mais ligeiro. Qual é o pai que lembra disso aqui, gente? Ou eu tô velha? Pois é. Uma criança, Leandro veio me dizer que o meu cabelo é infantil. Você acha? >> Pois é, gente. Uma criança falou: "Você vai pro Dia das Crianças?" Uma criança fez. E eu não sou louca de desobedecer a vontade infantil no dia das crianças.

que o meu cabelo é infantil. Você acha? >> Pois é, gente. Uma criança falou: "Você vai pro Dia das Crianças?" Uma criança fez. E eu não sou louca de desobedecer a vontade infantil no dia das crianças. Então, uma criança fez e eu vim. Eu tô adorando voltar a ser criança. Minha criança adorou ver isso aqui no espelho. Então, ano que vem teremos o dia das crianças de novo e todas as mamães venham assim. Que que vocês acham? de todos os papais de boné. Que tal, gente? Queremos agradecer ao Leandro, queremos agradecer a esses instrutores, uma salva de palmas aos instrutores da Duelinhos de Ulos e do Teatro Infantil e aos nossos queridos protagonistas. Venham cá, crianças, aqui, ó. Venham todas aqui. Vem aqui, ó. Vem aqui. Como é que a gente faz? Levanta a mão para cima e faz assim. Eh, essa festa foi para vocês, mas quem foi presenteado fomos nós. Muito obrigado por tanto talento, talento no teatro, talento na música. Vocês fizeram, eu, por exemplo, lembrei da minha infância, gente, ai que saudade. E vocês nos fizeram viver um dia de criança. Muito obrigado. Parabéns a André e ao Mário. Obrigada ao André. Obrigada, Luciana. Obrigada, Lucilene. Obrigada a Karina. >> Hã, a Marina, você que é das brincadeiras. Nossa, adorei, adorei, adorei. E a banda? E essa banda aí, ó. Tô de olho na banda, hein. >> Eu falei obrigado, Leandro, que no piano maravilhoso aí. E essa banda maravilhosa, hein? Olha, eu não vou falar nada não, porque eu vou fazer uma audição pra banda Vida. Gente, então vamos tem mais alguma coisa para falar. Eh, boa tarde a todos. Realmente eu agradeço muito. Hoje nós tivemos uma experiência muito especial que foi a participação da DI, das nossas crianças da DIG. E a gente tá muito feliz porque a gente trabalha com crianças na DAC e o nosso objetivo é também atingir as crianças da DI, né? E hoje nós tivemos essa oportunidade, a gente tá muito, muito feliz. Outra coisa foi a realização do teatro, a estreia, né? reestreia aí do Teatro Infanto Juvenil. E preparem que, se Deus quiser, o ano

hoje nós tivemos essa oportunidade, a gente tá muito, muito feliz. Outra coisa foi a realização do teatro, a estreia, né? reestreia aí do Teatro Infanto Juvenil. E preparem que, se Deus quiser, o ano que vem a gente vai estar fazendo o curso mesmo eh do Teatro Infanto Juvenil pra gente estar emocionando mais aí como foi a história de hoje do Zito. Tenho certeza que os corações foram tocados e as mensagens foram passadas. Muito obrigada a todos e eu vou passar a passagem pra Luizar com a prece. É, >> gente, fiquem de olho. No ano que vem nós teremos o curso de teatro infantil. A gente precisa de montar o nosso elenco do teatro infantil, que tanta gente assim vai ser maravilhoso. Você faz a prece, Luciano, para encerrar. Eh, agora, né, todos com os corações assim recheados de alegria, né, porque hoje foi um dia muito alegre, muito feliz para todos nós. Muitas emoções aconteceram hoje aqui com essas crianças, com esses atores mirins, né, que que delícia que foi o teatro, que delícia que foi a contação de histórias e agora a finalização com essas crianças cantando. Então, a gente tem o o coração assim lotado de alegria e gratidão, né? Gratidão a todos, a todos que participaram e que fizeram esse momento ser tão especial. Gratidão à espiritualidade amiga que estava a todo tempo ao nosso lado, nos guiando e protegendo. Ao nosso amado mestre Jesus, que foi o nosso primeiro convidado. E pedimos que todos possam receber esses bálsamos de luz, de paz e serenidade, deixados pela música, pela alegria, e que todos possam agora retornar retornar aos seus lares repletos de alegria, de serenidade, de paz e amor. Desejamos a todos um feliz dia das crianças, porque ser criança é tão bom. Obrigada a todos, gente. E >> vamos vai, eles vão contar mais >> depois da música, crianças. Vamos tirar uma foto.

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