Desprendimento dos bens terrenos
Ivana Raisky
Vibre, vibre, vibre. Sempre, sempre, sempre. Amar e servir é ser feliz. Vibre sempre. Amar e servir é ser feliz. Quando a gente entrega o coração, faz da vida inteira uma canção, faz do sonho uma realidade que liberta a vi prisioneira. Vibril sempre. Amar e servir é ser feliz. Vibre sempre, amar. e servir é ser feliz. Olhe pro céu, comece a crer que vale a pena a que viver o sol ensina a renascer. A esperança de se vencer. Siga o exemplo do sol. Ele é vida, é a força maior que vem de Deus. Deus é o sol pro coração de quem ficou. Na escuridão jamais devemos parar no tempo. Deus deu o sol como exemplo. O exemplo do sol. Ele é vida, é a força maior que vem de Deus. Onde eu encontro a paz? Estou querendo saber. Ouvi quando alguém me falou que o caminho mais perto é você. Eu quero somente encontrar a luz. para o meu coração. Errei, já não vou mais errar. Eu estou lhe pedindo perdão. Deus eu preciso mais tempo aqui. Meu passado não posso lembrar. De agora em diante eu quero servir e o presente viver só para amar. Como é bom a gente ter alegria para dar esperança renascer e com Deus, com Jesus caminhar. Eu quero somente encontrar a luz para o meu coração. Errei, já não vou mais errar. Eu estou lhe pedindo perdão. Deus, eu preciso mais tempo aqui. Meu passado não posso lembrar. De agora em diante eu quero servir e o presente viver só para amar. Como é bom a gente ter alegria para andar. Esperança renascer e com Deus, com Jesus caminhar. Oh Oh. Joãozinho. Vamos, Jesus passear na minha vida. Quero voltar aos lugares em que fiquei só. Quero voltar lá contigo, vendo que estavas comigo. Quero sentir teu amor a me embalar. Cura, Senhor, onde dói. Cura, Senhor, bem aqui. Cura, Senhor, onde eu não posso ir. Cura, Senhor, onde dói. Cura, Senhor, bem aqui. Cura, Senhor, onde eu não posso ir. Quando a lembrança me faz adormecer, sabes que a espada da dor entra em meu ser? Tu me carregas nos braços, leva-me com teu abraço. Sinto minha alma chorar. junto de ti. Cura, Senhor, onde dói.
so ir. Quando a lembrança me faz adormecer, sabes que a espada da dor entra em meu ser? Tu me carregas nos braços, leva-me com teu abraço. Sinto minha alma chorar. junto de ti. Cura, Senhor, onde dói. Cura, Senhor, bem aqui. Cura, Senhor, onde eu não posso ir. Cura, Senhor, onde dói. Cura, Senhor, bem aqui. Cura, Senhor, onde eu não posso ir. Tantas lembranças eu quero esquecer. Deixo um vazio em minha alma, em meu viver. Toma, Senhor, meu espaço. Te entrego todo o cansaço. Quero acordar com a tua paz a me aquecer. Cura, Senhor, onde dói. Cura, Senhor, bem aqui. Cura, Senhor, onde eu não posso ir. Cura, Senhor, onde dói. Cura, Senhor, bem aqui. Cura, Senhor, onde eu não posso ir. Veja bem, o amor é uma coisa veloz, está fugindo do meio de nós. E habitando as estrelas, toda luz que faz parte da vida tem um calor de uma amiga e faz a gente feliz. A vida é um pedaço de ternura, não precisa de amarguras para viver em pleno amor. E o tempo sai correndo para o nada. De que vale esses rancores? Precisamos de amores. Um raio de luz nascido do alto, das mãos de Jesus percorrem o espaço e vem à terra fazer-se mensagem que se encerra a beleza e a imagem. do ensinamento do evangelho. mensagem deixa uma paz na gente e vai agindo igual a semente que muda o caminho onde é semeada, iluminando tudo, florindo a estrada, trazendo ao mundo amor e mais vida. A mensagem deixa uma paz na gente e vai agindo igual a semente que muda o caminho onde é semeada. Iluminando tudo, florindo a estrada, trazendo ao mundo amor e mais vida. M. O pai nunca dá a pedra ao filho que pede pão. É Jesus que nos ensina o recurso da oração. Pai nosso que estás no céu, abençoa o meu coração. Eu aprenda a ser melhor e amar o meu irmão. Oh. Pai nosso que estás no céu, abençoa o meu coração. Eu aprenda a ser melhor e amar o meu irmão. Quanta luz neste ambiente, descendo sobre nós, vibrando em nossa mente. Quanta luz quando assim prece como a alma cresce aos olhos de Jesus. Quanta luz, pois em oração a voz do mestre fala
meu irmão. Quanta luz neste ambiente, descendo sobre nós, vibrando em nossa mente. Quanta luz quando assim prece como a alma cresce aos olhos de Jesus. Quanta luz, pois em oração a voz do mestre fala em nosso coração. Quanta luz descendo sobre nós. Quanta luz, quanta luz. Oi, boa noite. Vamos tentar de novo, né, que a gente ainda tá organizando isso daqui. Boa noite, queridos irmãos. Tudo bem com vocês? Boa noite. >> Boa noite. Sejam sempre bem-vindos à Casa Espírito Estudantes do Evangelho. Vamos cumprimentar também nossos queridos irmãos internautas que estão nos assistindo nesse momento. Agradecer o nosso querido amigo, irmão Adones pela voz tão calma, né, gente? Tão tranquila, gente que vem aí da rua com essa chuva, com alerta e aí chega aqui, né, pra gente harmonizar na nossa casa, né, na nossa alegria cristã. Encontrad dones com essa voz doce, acalmando o nosso coração, né, trazendo esse centramento que a gente tanto precisa para acompanhar hoje a palestra da nossa querida amiga da amiga Ivana Risk, né? Seja muito bem-vinda, Ivana. Bom, vamos aos avisos. Lembrar de quem não comprou o ingresso pro Congresso Espírita. Gente, os ingressos mesmo presencial já acabaram e olha que bção. A gente tá muito feliz com isso, né? O congresso assim já começa nesse sucesso, mas quem quiser assistir online ainda tem jeito, tá bom? As inscrições estão sendo feitas pelo Simpla, é só entrar, né, no site do Congresso Espírita, tá? E fazer sua inscrição, tá bom? Então não percam essa oportunidade de ouvir e de conhecer os palestrantes que estão vindo nesse ano, tá? Lembrá-los também das atividades da casa. Nossa casa já está a todo vapor, então todos os dias tem atividade na casa. Então segunda-feira tem MEP, né? Tem atendimento fraterno, das obras sociais que nós temos na casa, tem a obra do berço, que tanto precisa de vocês. E a obra do berço agora, ela tá deixando também um uma arara para que a gente possa visualizar e quem sabe presentear com amor e carinho alguém da nossa família e com peças tão incríveis
isa de vocês. E a obra do berço agora, ela tá deixando também um uma arara para que a gente possa visualizar e quem sabe presentear com amor e carinho alguém da nossa família e com peças tão incríveis feitas pelas voluntárias da obra do berço, tá? Lembrando que a renda é revertida pros enxovais, pras mamães que não têm condição de fazer o enxoval. Nós temos também o nosso armário de luz, que quinta-feira funciona, inclusive tá funcionando ainda, né? Então a gente chega, dá uma olhada nas peças, dá uma segunda chance para essas roupas que são tão bem cuidadas pelas voluntárias. E olha aqui a oportunidade que a gente tem, né? Hoje a gente estava fazendo a prece e na nossa prece de trabalhadores, a gente falou sobre a oportunidade da gente trazer tudo que a gente aprende aqui e a gente colocar na nossa vida, no dia a dia. E é isso que a gente traz aqui. É uma oportunidade à obras sociais da casa para que tudo que a gente aprende no espiritismo para a gente coloque em prática com a caridade, com o voluntariado. Então, quem tem vontade, desejo de ser voluntário, nós estamos precisando, estamos contratando, tá gente? Esse contrato é um contrato muito bom, o salário é maravilhoso, tá? Pago por Jesus. Então assim, sejam voluntários, tá? Estamos precisando de voluntários no armário de luz, no caldo que aquece também, quem faz assim um caldo gostoso, uma comida bem gostosa, então seja muito bem-vinda. Estamos precisando da sua mão, tá? E temos também a sexta solidária. Sexta solidária agora dia 28 de fevereiro, nós vamos levar a sexta lá no Joana Dark, tá? Então, quem quiser participar conosco também será muito bem-vindo, tá bom? Vamos lá, Diego. Diego quer dar um recado pra gente muito importante. >> Oi, gente, boa noite. Meu nome é Diego. Vim fazer, na verdade, um convite, né? A mocidade tá retornando nessa quinta-feira. Então, fica aqui meu convite para você jovem que tá acompanhando. Jovem alguns há mais tempo, outro a menos, né? Mas a gente deixa o convite aqui. Uma cidade
mocidade tá retornando nessa quinta-feira. Então, fica aqui meu convite para você jovem que tá acompanhando. Jovem alguns há mais tempo, outro a menos, né? Mas a gente deixa o convite aqui. Uma cidade acontece na quinta-feira às 19:40 às 21 horas. Então se você conhece alguém que que quer participar, tá querendo conhecer um pouquinho da doutrina, pode trazer que a gente vai conseguir ali passar um pouquinho dessa lição que Jesus deixou à luz, né, da doutrina espírita com uma didática um pouquinho mais jovem. Bom, obrigado aí. >> A partir de qual idade, Diego? >> 12. 12 anos, tá gente? E lá é sensacional, tá bom? E agora é o momento da nossa casa que a gente faz um sorteio. Então, vocês receberam a prece, na prece tem um número. Tem alguém que tá vindo na casa pela primeira vez? Primeira vez, tá? Então, nós vamos sortear agora o livro Crônicas da Galileia. E quem quiser adquirir o livro, tá? Esse livro tá com um valor bem interessante de R$9,90 por R$ 20 aqui na livraria da FEGO. Também um lugar maravilhoso pra gente ir olhar os livros, comprar os livros, aqueles que a gente quer e estudar em casa. Vamos lá. Quer falar o número, Ivana? De 1 a 50.2. >> 1 a 32. >> Número 15. Número 15. Não, outra >> número oito. >> Gente, não é Crônicas da Galileia, tá? É o livro Esperança de Jo Andrade por Rosevel Thaago. >> Foi mais melado. >> Foi mais melada. Pera aí, ó. >> Agora convidamos o Miguel para fazer a nossa prece. Boa noite a todas e todos. Sejam muito bem-vindos. A nossa leitura de hoje, nós contamos com o livro Coragem de Espíritos Diverso de Francisco Când Xavier, capítulo 10. Nossa casa. A mente é a casa viva onde cada um de nós reside segundo as nossas próprias concepções. A imaginação é o arquiteto de nosso verdadeiro edifício. Se julgarmos que o ouro precisa erigir-se em material único adequado à nossa construção, cedo sofremos as ventanias destruidoras ou enreigelante da ambição e da inveja, do remorço e do tédio, que costuma envolver a fortuna em seu castelo de
e em material único adequado à nossa construção, cedo sofremos as ventanias destruidoras ou enreigelante da ambição e da inveja, do remorço e do tédio, que costuma envolver a fortuna em seu castelo de imprevidência. Se supomos que o poder humano deve ser o agasalho exclusivo de nosso espírito, somos apressadamente defrontados pela desilusão que habitualmente assinala a fronteira das criaturas enganadas pelos desvarios da autoridade. Se encontramos alegria na crítica ou na leviandade, naturalmente nos demoramos em cárcere de perturbação e maledicência. Moramos em espírito, onde projetamos o pensamento. Respiramos o bem, respiramos o bem ou mal, de acordo com as nossas preferências na vida. Na Terra, muitas vezes temos a máscara física em moldurada em honrarias e esplendores, conservando-nos intimamente indeporáveis cubículos de padecimento e trevas. Só o trabalho incessante no bem pode oferecer-nos a milagrosa química do amor para a sublimação do lar interno. Por isso mesmo disse Jesus: "Meu pai trabalha até hoje e eu trabalho também. Idealizemos mais luz para o caminho. Abracemos o serviço infatigável ao semelhante e a nossa experiência de alicerces na terra culminará feliz e vitoriosa no esplendores do céu. Emanuel, fechemos os olhos por um instante, mentalizando a imagem do Cristo. Ó Mestre Jesus, agradecemos por essa oportunidade de estarmos aqui reunidos, todos envolvidos, Senhor, pelos seus bons fluidos, na expectativa do esclarecimento, consolação. Pedimos, Senhor, que ilumine cada um de nós para que sejamos transformados em terreno fértil, onde sua palavra e sua experiência possa vir a dar frutos de um para 100, de um a 70. Mestre Jesus, também rogamos para a boa inspiração de nossa palestrante, que consiga transmitir conteúdo conforme a vossa vontade, estabelecendo em nós, Senhor, o link necessário para refletirmos sobre a nossa necessária transformação e com isso colaborar para o melhoramento de toda a humanidade. Rogamos ao Senhor por todas as pessoas aqui presentes e seus
r, o link necessário para refletirmos sobre a nossa necessária transformação e com isso colaborar para o melhoramento de toda a humanidade. Rogamos ao Senhor por todas as pessoas aqui presentes e seus familiares e pedimos especialmente pelos trabalhadores de sua seara, os trabalhadores do movimento espírita, goianos e de todo o mundo. Esteja conosco, Senhor Jesus, hoje e sempre. Que assim seja. Irmãos e irmãs, é com muita alegria que convidamos a Ivana Heinsk para tratar do Evangelho Segundo Espiritismo, especialmente no tópico Desprendimentos dos bens terrenos. Ivana, trabalhadora da casa, muito conhecida do movimento espírita goiano e brasileiro. Seja muito bem-vinda, Ivana. Obrigado. >> Meus irmãos, boa noite. Todos bem? >> Graças a Deus. Bom, hoje nós vamos refletir juntos um pouquinho sobre uma passagem que está no capítulo 16 de O Evangelho Segundo o Espiritismo, cujo título é: Não se pode servir a Deus e a mamão então nós vamos falar um pouco sobre o desprendimento dos bens terrenos. É um assunto que por vezes gera algumas dúvidas em nós, porque ele vai trazer para nós aquela a compreensão do que é supérfluo e do que é necessário. E é algo que muitas vezes nós ficamos a questionar, né? O que que é realmente superérfluo? O que que é realmente necessário? Será que é igual para todo mundo? Então, o evangelho vem mostrando para nós esse assunto com uma ampla, né, eh eh reflexão que muito nos ajuda a compreendermos e a lidarmos com os bens aqui da Terra. Nós vamos começar passando um pequeno vídeo que é uma síntese do que a gente vai falar e depois nós vamos desdobrando, tá? O que esse vídeo nos traz. Nós temos o áudio ligado aqui, não temos no notebook. Perfeito. >> Posses, bens materiais. Por que será que essas coisas exercem um fascínio tão grande sobre nós? Hoje a gente vai mergulhar numa perspectiva que tenta explicar não só essa atração, mas também o propósito maior que poderia existir por trás de tudo isso. Pois é, tudo parte daqui, né, dessa pergunta que,
a gente vai mergulhar numa perspectiva que tenta explicar não só essa atração, mas também o propósito maior que poderia existir por trás de tudo isso. Pois é, tudo parte daqui, né, dessa pergunta que, vamos combinar, todo mundo já se fez em algum momento. O que que tem nos bens materiais que nos puxa com tanta força? A fonte que a gente vai analisar hoje encara essa questão de frente. E olha só, a primeira pista que essa análise nos dá. A atração pelos bens materiais não seria apenas uma fraqueza nossa, ela teria um propósito duplo. De um lado, ela nos empurra paraa frente, nos estimula a construir, a progredir e do outro lado, ela funciona como um teste, uma prova de fogo pro nosso caráter. Essa dinâmica acaba criando uma espécie de cabo de guerra dentro da gente. De um lado, tem o nosso instinto, esse fogo que nos impulsiona a buscar prazer, a querer ter mais. E do outro lado, a gente tem a razão que deveria ser o nosso guia, o nosso freio para nos proteger de ir longe demais. É uma busca constante por equilíbrio. OK? Então, se existe esse conflito interno, a gente chega numa questão super prática. Onde é que a gente traça a linha? O que vário e a partir de que ponto a gente já tá no exagero no superérfluo? E essa é a pergunta de 1 milhão de dólares, né? Se a moderação é o segredo, como é que se define o que é ser moderado? Onde é que termina a necessidade e começa o excesso? E a resposta que a fonte dá para isso é fascinante. Basicamente, não existe uma resposta única, uma regra que sirva para todo mundo o tempo todo. Essa fronteira não é fixa. Ela muda conforme a civilização avança, conforme a nossa cultura evolui e, no fim das contas, depende do nosso próprio discernimento, da nossa razão. E é aqui que a coisa fica séria. A análise traz um peso moral bem grande para essa questão. O excesso deixa de ser só uma escolha pessoal. Nessa perspectiva, acumular o que não é preciso enquanto tem gente passando necessidade cria uma responsabilidade direta pelas dificuldades dos outros.
. O excesso deixa de ser só uma escolha pessoal. Nessa perspectiva, acumular o que não é preciso enquanto tem gente passando necessidade cria uma responsabilidade direta pelas dificuldades dos outros. Agora vamos olhar pra própria riqueza. Ela é uma força que corrompe ou é uma ferramenta pro bem? A resposta, segundo essa linha de pensamento, é que ela é as duas coisas ao mesmo tempo. É um paradoxo. Então, o ponto central é esse. A riqueza é vista como uma das provas espirituais mais difíceis que existem, porque ela mexe com o nosso orgulho, nosso egoísmo. Só que ao mesmo tempo, ela é fundamental. é um motor que financia as grandes obras, a ciência, as artes, todo o progresso da humanidade. E claro, falar sobre as duas caras da riqueza joga a gente direto num dos temas mais espinhos e complicados que existem, a desigualdade. Por que será que a riqueza é distribuída de um jeito tão desigual no mundo? A pergunta é essa: sem rodeios. É uma questão que ecoa há séculos. Se a riqueza tem um propósito tão importante, por alguns tm tanto e outros tão pouco? A resposta que a fonte oferece não é simples, ela tem várias camadas. Primeiro aponta para diferenças naturais entre as pessoas, de talento, de esforço. Depois argumenta que uma igualdade matemática absoluta talvez até paralisasse o progresso. E numa camada mais profunda vê a desigualdade como um grande teste moral, onde os papéis de rico e pobre vão se alternando com o tempo. Pra gente entender essa ideia de que os papéis se alternam, a gente precisa olhar para a estrutura maior que o texto propõe. vida não seria um evento único, mas uma sequência de experiências, de provações, onde cada uma delas serve pra gente aprender uma lição diferente e evoluir espiritualmente. E essa imagem aqui resume a ideia perfeitamente. Pensa só, tanto a pobreza quanto a riqueza são enquadradas como testes, só que com objetivos diferentes. Uma vida com poucos recursos testa a paciência, a resignação. Já uma vida de abundância testa a caridade, a capacidade de abrir
a riqueza são enquadradas como testes, só que com objetivos diferentes. Uma vida com poucos recursos testa a paciência, a resignação. Já uma vida de abundância testa a caridade, a capacidade de abrir mão do que se tem pelo outro. Ok? Então, se o problema é o apego excessivo, qual é a saída? A solução proposta aqui é bem interessante. Não se trata de rejeitar o mundo material, mas de mudar completamente a nossa relação mental com ele. E essa definição de desapego é crucial, porque não é o que a gente costuma pensar. Desapego aqui não é indiferença, é o contrário. É ter uma relação saudável com os bens. saber apreciar o valor deles, usar pro bem de todo mundo e se um dia for preciso perder tudo, conseguir fazer isso mantendo a paz de espírito. Essa frase aqui é um verdadeiro alerta. Gastar sem critérios, manjar só para satisfazer caprichos, isso não tem nada a ver com virtude espiritual. Pelo contrário, o texto diz que isso é só mais uma máscara do egoísmo. O verdadeiro desapego exige, na verdade, muita responsabilidade. E com isso a gente chega na ideia que talvez seja a mais transformadora de todas. uma analogia que reformula completamente a nossa relação com tudo aquilo que a gente acha que possui. A tese central é essa: nossos bens, nossa riqueza não seriam uma propriedade nossa definitiva, seriam, na verdade, um recurso confiado a nós temporariamente. A gente seria como um administrador, um guardião de algo que no final das contas não nos pertence. Para deixar essa ideia mais concreta, a fonte usa uma analogia poderosa. Imagine que um amigo muito generoso e sábio emprestou uma grande fortuna. Como é que essa fortuna seria administrada? Com certeza com muita gratidão, com muita responsabilidade e principalmente com a consciência de que um dia ela precisará ser devolvida. Essa perspectiva, claro, muda tudo. Ela nos leva a uma reflexão profunda. Se não somos donos, mas sim gestores de um capital que nos foi emprestado, quais são as nossas responsabilidades? O que
lvida. Essa perspectiva, claro, muda tudo. Ela nos leva a uma reflexão profunda. Se não somos donos, mas sim gestores de um capital que nos foi emprestado, quais são as nossas responsabilidades? O que será que o credor espera que a gente faça com esses recursos? E aqui vem a conclusão lógica de todo esse raciocínio. A caridade, nesse contexto, deixa de ser vista como um ato de generosidade opcional. Ela passa a ser entendida como o cumprimento de uma obrigação, quase como o pagamento de uma parcela da dívida que a gente contraiu. Faz parte do acordo desse empréstimo. E a gente termina com essa pergunta que amarra toda a nossa análise e atrás pro campo da reflexão pessoal. Independente de se concordar ou não com essa filosofia, ela nos convida a uma coisa, a pensar nos nossos recursos, sejam eles muitos ou poucos, de uma maneira completamente diferente. Como estamos administrando o nosso empréstimo? Olá, dinheiro. >> Vocês viram que é um vídeo produzido por uma inteligência artificial e a fonte que ele fala foi justamente o capítulo 16 o Evangelho Segundo o Espiritismo e as questões eh 713 a 717, que fala sobre a utilidade da riqueza. Então é interessante que uma IA ela consegue extrair o que é principal ali daquela lição, porque ela vem trazendo pra gente exatamente esses pontos que devem ser os norteadores dessa nossa reflexão. Então nós vamos entender o seguinte, que os bens terrestres eles são sim um direito natural de nós usufruirmos. Por quê? Existe um princípio que Deus quando nos cria, ele também cria condições para que nós possamos viver aqui na terra. Então é natural que Deus não nos imporia a necessidade de viver se não nos desse algo para sustentar essa nossa vida aqui. E ele também fez uma coisa a mais. Ele criou o propósito do prazer. Por que que o prazer é importante? Porque é ele que nos alimenta, é ele que nos impulsiona. Nós trabalhamos, nós criamos, as pessoas inventam. Por quê? porque elas querem um retorno, porque aquilo dá uma alegria. Então, nós imaginamos eh a riqueza, ela
nos alimenta, é ele que nos impulsiona. Nós trabalhamos, nós criamos, as pessoas inventam. Por quê? porque elas querem um retorno, porque aquilo dá uma alegria. Então, nós imaginamos eh a riqueza, ela é uma mola propulsora do progresso. não haveria nenhum tipo de incentivo, né, para nós trabalharmos, nos esforçarmos, para que os cientistas pudessem eh fazer toda a doação de uma vida na pesquisa pela cura das doenças se não houvesse para ele algo em que ele visse como sendo um retorno. seja o retorno da satisfação de criar algo que vai ser útil pra humanidade, mas também, claro, é o bem material que advém daquilo ali, que ele pode oferecer uma vida confortável para ele próprio, pra sua família. Então, ele contribui, mas ele também recebe de volta. E isso é que faz com que nós eh nos motivemos a realizarmos a maioria das coisas. Mas existe o contrapeso, porque junto com a tentação do prazer, Deus nos dá a razão. E a razão é justamente para que haja um equilíbrio, para que nós possamos entender até onde é lícito nós usufruirmos de tudo aquilo que nós obtivemos por conta do nosso trabalho, do nosso esforço ou muitas vezes por meio de uma herança. A razão faz com que a gente entenda como eu devo utilizar esse recurso. E aí vem essa questão dessa fronteira, né, do que é necessário e do que é sopérflo. Eh, a gente observa que na natureza isso é muito tranquilo. Vocês já observaram que os animais eles não têm esse espírito de acumuladores que nós temos? Eles estão preocupados com o que eles têm ali naquele momento. Se ele está com fome, ele procura comida e come. Mas ele não se preocupa em estocar a comida. E ele não se preocupa em esconder a comida para que outros não possam usufruir. Ele chega e come. Então, a natureza ela nos dá essa lição, mas nós eh por meio dos nossos vícios. E aí nós vamos dizer que por trás de tudo nós temos aí o orgulho, o egoísmo, principalmente. Nós muitas vezes nos preocupamos muito mais em acumular muito além daquilo que nós necessitamos. Eu ouvi certa feito o relato da Clarissa
rás de tudo nós temos aí o orgulho, o egoísmo, principalmente. Nós muitas vezes nos preocupamos muito mais em acumular muito além daquilo que nós necessitamos. Eu ouvi certa feito o relato da Clarissa Paz. A Clarissa, ela é uma das gestoras da ONG Fraternidade Sem Fronteiras, que eu acredito que a maioria de nós aqui conhece, né? Eles estão conosco aqui todos os anos no nosso Congresso Espírita. É um grupo humanitário do Brasil que realiza um trabalho fantástico na África. E a Clarissa, ela disse que quando ela foi pela primeira vez ao Malaui, no campo de refugiados de Zaleca, ela ainda nem conhecia a Fraternidade Sem Fronteiras. Ela foi eh por um desejo de fazer trabalho voluntário na África, por uma ONG norte-americana e ela ficou seis meses morando lá e ela fez muitos amigos lá nesse campo de refugiados e numa certa ocasião tinha uma família especialmente que era muito querida. eram irmãos, eles eram oito irmãos que tinham vindo fugindo do Congo, da República Democrática do Congo, onde os pais haviam sido assassinados. E eles então viviam ali no campo com todas as dificuldades. E ela combinou de ir jantar com eles numa determinada ocasião. E ela pensou: "Eu vou comprar bastante comida de forma que dê para nós comermos hoje, mas que sobre para eles comerem nos dias seguintes." Ela imaginou que era uma forma dela ajudá-los sem eh magoá-los, né? com aquela aquela ideia de que ela estava ali, ela era superior, que ela tava fazendo caridade para não constrangê-lo, né, com aquela com aquele tipo de ação. Então, ela durante o dia ela foi lá, fez as compras, comprou tudo que precisava e levou aquela quantidade enorme de comida pra casa deles. E depois ela voltou no horário combinado. Quando ela chegou na casa, a casa estava cheia. Eles estavam lá, os oito irmãos, e tinha mais umas 20 pessoas na casa e todos tinham ido para jantar. E elas que ficou espantada com aquilo, porque imagina só, né? Eles moram em cabaninhas, em casinhas muito pequenas, e tava todo mundo ali em torno. Eles
pessoas na casa e todos tinham ido para jantar. E elas que ficou espantada com aquilo, porque imagina só, né? Eles moram em cabaninhas, em casinhas muito pequenas, e tava todo mundo ali em torno. Eles tinham ido para jantar. E ela, então, vendo aquilo tudo, ela perguntou pro amigo que era o dos irmãos mais velhos. Ela disse: "Mas eles vieram todos para jantar?" Aí ele disse: "Vieram." Aí ela falou: "Ai, mas eu não entendi. Eu achei que seríamos só nós, né, eu e vocês". Aí ele disse assim: "Mas com aquele tanto de comida que você trouxe, ia sobrar". Aí nós chamamos os vizinhos para comer conosco. Aí ela disse: "Mas eu pensei que vocês poderiam guardar a comida pros próximos pros próximos dias." E aí ele olhou para ela assim, sem entender, e disse assim: "Mas como que eu posso guardar comida, sabendo que os meus vizinhos estão com fome e não tem o que comer?" Isso, gente, se chama o bunto. É a filosofia do povo africano que diz: "Eu sou porque nós somos". Então, isso mostra para nós a verdadeira atitude de quem sabe o que é supérflo, o que é necessário, algo que nós normalmente não conseguimos ainda, né? ter esse desprendimento. Então, eh, a civilização ela criou necessidades que o selvagem não tinha. E isso é normal. Por isso que quando nós vamos avaliar o que que é supérfluo, nós precisamos eh pensar e refletir é o que que eu realmente uso, o que que eu realmente preciso. Se nós fôssemos pensar nos dias atuais, nós vivemos eh em cidades, nós trabalhamos. Hoje nós poderíamos que considerar que internet é um item essencial para nós. Vocês concordam? Por exemplo, eu, para mim que trabalha em home office, internet é algo fundamental, eu preciso dela para trabalhar. Mas se a gente pegar o lavrador, que não é o patrão, porque os fazendeiros hoje estão todos conectados, né, com IA usando lá na lavoura, mas se eu sou um agricultor, eu talvez eu não tenha essa necessidade. Talvez aquilo para mim não importe. Eu tenho outras necessidades que talvez sejam necessidades que eu
com IA usando lá na lavoura, mas se eu sou um agricultor, eu talvez eu não tenha essa necessidade. Talvez aquilo para mim não importe. Eu tenho outras necessidades que talvez sejam necessidades que eu aqui na cidade não tenho. A necessidade dos povos indígenas é uma, do povo europeu é outra. Então, a necessidade ela varia muito. Não existe um limite. O que pode ser necessário para mim pode não ser para você. E o que pode ser para você pode não ser para mim. O que nós temos que ter realmente é a capacidade de olhar para nós, paraa nossa vida, para os nossos hábitos e imaginar o que que é realmente necessário. Então, se eu tenho, por exemplo, o hábito de trocar de carro todo ano, porque eu não gosto de carro velho, aí a gente reflete, mas será que é realmente necessário? O meu carro ele continua bom ou ele já tá com problema? Então são coisas assim que a gente pode pensar assim: "Puxa vida, mas eu vou gastar 40.000 para comprar um carro novo e o meu está excelente. Eu talvez possa ficar ainda um pouco mais de tempo com esse meu carro e eu posso usar esse dinheiro para gerar recurso, para gerar ações que possam beneficiar a comunidade. Então é um exemplo, né? Eh, muito bem. Aqui também diz o seguinte, que aqueles que assambarcam bens para o seu supérflo, prejudicando quem não tem o necessário, ouvidam a lei de Deus e responderão pelas privações que causaram. Então, quando a gente imagina que a gente tem que ter 80 pares de sapato e as outras pessoas estão andando descalças porque não tem o que calçar, isso é algo que a gente tem que repensar, né? Eu não preciso de 80 pares de sapato. É algo que a gente tem que pensar. E essa consequência, o livro dos espíritos nos diz que coloca o homem abaixo do bruto. Então esse excesso ele traz morte física e morte moral. Se a riqueza ela é esse motor do progresso, e isso é indiscutível, né? Ela é o motor do progresso. O que move a sociedade é isso. Então, ela é um meio primordial de execução. Sem esses grandes capitais, não haveria as obras
motor do progresso, e isso é indiscutível, né? Ela é o motor do progresso. O que move a sociedade é isso. Então, ela é um meio primordial de execução. Sem esses grandes capitais, não haveria as obras da ciência, né, as grandes obras, a conexão entre os povos. Nós imaginamos hoje, eh, se nós compararmos a, digamos, há 40 anos, há 40 anos não haviam os telefones celulares, não havia internet nas nossas casas, nós tínhamos um telefone fixo quando tínhamos, porque um telefone era algo muito caro. Nós precisamos comprar ações da telefônica, que era a Telegoiás aqui no caso. E as ações muitas vezes para você ter um telefone em casa era o preço de um carro. Então naquela época a gente imaginava a possibilidade de um telefone em que a gente pudesse ver a imagem da pessoa do outro lado. Aquilo para nós era algo de sonho, de filme, de ficção. E depois de 40 anos, hoje nós não temos mais telefone fixo porque nós não precisamos mais. Hoje cada um tem o seu próprio telefone que nós carregamos para onde nós formos e um telefone que funciona muito mais como um mini computador do que propriamente um telefone. Então, se a gente avaliar o progresso tecnológico que nós tivemos nos últimos 40 anos, nós vamos ver o quanto é importante o capital, porque esse progresso ele só aconteceu porque pessoas que tinham recursos financeiros investiram em pesquisa, em testagens. E isso se aplica a tudo que a gente observa no mundo, tudo que a gente tem hoje, que nós conseguimos, né, nesses últimos 40 anos, isso veio em função de pessoas que são movidas pela injeção de dinheiro, mas que também esperam um retorno financeiro disso. Então, isso é importante. Então, o homem ele tem a missão de sanear e transformar o planeta. E a riqueza é uma ferramenta necessária para extrair, né, esses materiais, construir e alimentar a população. Então, ela é sim um poderoso elemento de impulso na nossa vida, né? Progresso intelectual, eh, progresso de todas as formas aqui na vida material também. Mas também nós sabemos que existem as
pulação. Então, ela é sim um poderoso elemento de impulso na nossa vida, né? Progresso intelectual, eh, progresso de todas as formas aqui na vida material também. Mas também nós sabemos que existem as provas. Nós quando viemos para esse mundo, que é o mundo de provas e expiações, muitas vezes nós podemos vir vivenciar a prova da riqueza ou a prova da pobreza. A maioria de nós hoje aqui encarnados, talvez se nos fosse perguntado, se você pudesse escolher hoje qual prova você gostaria de experimentar, a da riqueza ou a da pobreza? Muitos de nós ia dizer assim: "Ah, eu queria a da riqueza". Eu queria dar riqueza porque eh se eu tivesse riqueza, com o pensamento que eu tenho hoje, eu ia ajudar muitas pessoas, eu ia fazer muita caridade e talvez até fizéssemos. Mas o que a gente tem que pensar é, será que é realmente isso que nos move? Será que é realmente isso que faz com que nós desejemos a riqueza? Ou isso faz parte de algo que está em nós, que nos atrai para essa riqueza, mas para o nosso benefício, não pensando nos outros. Então, eh, a lição nos fala o seguinte, que a prova da riqueza, ela é mais arriscada do que a prova da miséria. Por que isso? Porque a riqueza é o supremo excitante do orgulho e do egoísmo e da vida sensual. É o laço mais forte que prende o homem à terra. E isso é fácil de nós constatarmos. Quem participa aqui de grupos mediúnicos que faz atendimento aos espíritos sofredores, já se depararam com espíritos que chegam lamentando, reclamando do uso que está sendo feito dos bens que ele tem na terra. Muitos estão ainda aguard guardando as suas fortunas na na porteira da fazenda para impedir que outros entrem e tomem a terra, não é? Na posse do ouro que eles conseguiram extrair há três séculos atrás, mas que eles acreditam que ainda pertencem a eles. Então, esse apego à vida material é um dos laços que nos prende à vida material e nos afasta da evolução espiritual. E o paradoxo que ele coloca, né, entre a riqueza e a pobreza é a miséria, ela provoca queixas
e apego à vida material é um dos laços que nos prende à vida material e nos afasta da evolução espiritual. E o paradoxo que ele coloca, né, entre a riqueza e a pobreza é a miséria, ela provoca queixas e é natural porque a miséria, ela traz sofrimento, ela traz dor, ela traz dificuldades para pra vida das pessoas, mas a riqueza ela provoca esquecimento. E aí ele traz uma questão é muito interessante, porque ele diz que a pessoa que já vivenciou a a prova da pobreza e nessa mesma reencarnação ela sai da pobreza e consegue chegar à riqueza, na maioria das vezes essa pessoa quando se torna rica, ela se esquece daquilo que ela viveu, da dor e da dificuldade que ela teve e ela começa a se apegar àquilo que ela conquistou, se esquecendo. da dorivenciar a miséria. São poucos que conseguem passar da miséria a a riqueza e conseguem ter a empatia de olhar pro outro com esse olhar, né, de compartilhamento, de auxílio, de caridade. Então ele diz também, a riqueza é como certos venenos podem restituir a saúde se usados com discernimento, mas matam se usados em excesso. E aí ele traz também uma outra questão que a gente ouve muito falar, que é a questão da ilusão da igualdade matemática. Por que Deus não dá riqueza a todos igualmente? Por que que existem tantas diferenças no mundo? Por que que tem pessoas que estão com a fortuna nas mãos e outras tão miseráveis e outras que ficam ali, né, meio termo, tem um pouquinho, depois não tem? Por que que existem tantas desigualdades sociais no mundo? E aí ele traz algumas reflexões interessantes. Se todos nós tivéssemos o mesmo, imaginemos que toda a riqueza do mundo hoje fosse dividida de forma igual para todos os encarnados na Terra. O que que aconteceria? Em primeiro lugar, ele fala o colapso do trabalho. Porque se todos nós tivéssemos tudo que nós precisamos, nós talvez não tivéssemos motivação para ir além, porque nós já teríamos todo. E se nós dividíssemos essa riqueza hoje igualmente, não teria sustentabilidade nisso, porque existe a diferença de aptidão entre as
não tivéssemos motivação para ir além, porque nós já teríamos todo. E se nós dividíssemos essa riqueza hoje igualmente, não teria sustentabilidade nisso, porque existe a diferença de aptidão entre as pessoas. Então, tem uma pessoa que ela vai receber uma herança e ela vai trabalhar de forma responsável, com planejamento, para que ela possa manter aquele recurso que ela recebeu e talvez até fazê-lo crescer, porque existe uma aptidão nessa pessoa para o trabalho, para a economia, para a previdência. Ela vai fazer tudo de forma a manter aquele benefício e fazê-lo crescer. Mas há outros que não se preocuparão com isso. Há outros que dormirão em beço esplêndido e vão esgotar, né, todos os seus bens e daí há um tempo se verão novamente na miséria. Por isso que nós observamos, e é uma coisa que ele fala também, eh, quando nós herdamos a riqueza, nem todos os herdeiros conseguem manter a riqueza que os pais deixaram. Exatamente. Por quê? Primeiro que existe um planejamento reencarnatório. Segundo porque nem todos têm a noção da dificuldade que é de se construir uma riqueza, de se manter uma riqueza. É necessário trabalho, é necessário responsabilidade que nem todos têm. E existe uma rotação das fortunas. Isso aqui também é muito legal, porque se hoje nós não estamos ali naquela linha dos milionários, daqueles que t muito, nós já estivemos no passado ou estaremos no futuro, porque Deus nos dá as provas para que nós possamos aprender. Então, nós vamos vivenciar a pobreza, mas também nós vamos vivenciar a riqueza. Talvez já tenhamos vivenciado. Eu tenho um casal de amigos que a gente ri muito porque eles dizem assim para mim: "Ivana, nós já chegamos a conclusão de que nessa encarnação nós não viemos para juntar dinheiro. A gente trabalha, se mata de trabalhar e a gente consegue o necessário para que a gente viva. A gente não consegue sair disso." E aí a minha amiga diz assim: "Ah, mas é porque no passado provavelmente a gente já teve demais e esbanjou, não valorizou. Agora
e o necessário para que a gente viva. A gente não consegue sair disso." E aí a minha amiga diz assim: "Ah, mas é porque no passado provavelmente a gente já teve demais e esbanjou, não valorizou. Agora a gente tem que aprender a valorizar. Então são coisas assim, quando a gente compreende isso, muitas vezes a gente entende que, por mais que nós nos esforcemos, nem sempre nós vamos conseguir chegar num ponto que o outro chegou. Às vezes nós trabalhamos juntos e um consegue muito mais coisa do que eu, por depende de cada um de nós, né? da nossa história, do nosso esforço. Isso aí é importante a gente ter em mente. E aí ele traz esse conceito de depositários. Nós somos depositários. Nós não somos proprietários. Exatamente porque nós sabemos que a riqueza ela pertence à matéria, a riqueza dos bens materiais. Mas existe uma riqueza que é aquela que nós vamos levar conosco e que Jesus nos alerta, né, que é aquela que a traça não roi, que a ferrugem não corrói, que é o nosso aprendizado, que são as nossas conquistas morais. É quando nós conseguimos, reencarnando aqui, retornar um pouco melhores do que quando nós nascemos aqui, aprendendo a colocar mais em prática as virtudes, vencendo os nossos vícios morais. Essa é a nossa verdadeira riqueza que ninguém nos tira. Então, quando nós estamos aqui, recebemos os bens terrestres, nós temos que prestar contas deles. Quando nós retornarmos, será nos perguntado, né, dá conta da tua administração, o que que você fez com tudo que eu te dei? De que forma que você empregou essa riqueza? Então é a morte o momento em que nós vamos devolver esse capital emprestado, porque a riqueza ela é um empréstimo enquanto nós estamos aqui encarnados, porque caixão não tem gaveta e se tivesse ia ficar lá debaixo da terra, né? Porque nós não íamos precisar daquilo no plano espiritual. Existe também uma analogia nessa lição que é do espírito lacordé, que ele fala: "Quando tendes cheios os cofres, não há sempre um vazio no coração? No fundo dessa cesta de flores não há sempre
ritual. Existe também uma analogia nessa lição que é do espírito lacordé, que ele fala: "Quando tendes cheios os cofres, não há sempre um vazio no coração? No fundo dessa cesta de flores não há sempre oculto um rptil?" Aqui ele tá falando para nós que somente a riqueza ela não preenche a nossa necessidade aqui de ser humano encarnado. Muitas pessoas têm muito dinheiro e são altamente infelizes. Então a felicidade ela não está atrelada aos bens materiais. É possível nós sermos felizes mesmo sem tê-los. E ele fala do réptil no fundo da cesta, representando aí as nossas paixões, o orgulho, o egoísmo, que estão ali como uma armadilha para nos levar, não é? Então ele diz que desprendimento não é mendicidade, é saber possuir sem ser possuído. Ou seja, não quer dizer que a gente não possa ter os bens materiais, mas nós possuímos os bens, não eles nos possuem. A virtude está no meio entre a avareza e a prodigalidade, que é a caridade. E sobre essa prodigalidade, ele reflete que o fato de muitas vezes nós esbanjarmos dinheiro de forma completamente irresponsável não indica que nós sejamos desprendidos. Porque muitas vezes a pessoa ela tem tanto dinheiro que ela gasta com coisas tão supérfluas, tão bobas, mas aquilo não quer dizer que ela tenha desprendimento, porque ela não investiu aquele recurso em algo útil que pudesse trazer proveito para mais pessoas. Então a pessoa faz uma big festa no melhor hotel do Rio de Janeiro com a Pacabana Palace, uma festa riquíssima. convida um artista famoso, manda buscar os amigos de avião e aí as pessoas dizem: "Nossa, olha como ele é bom, né?" Porque ele fez uma festa maravilhosa, convidou os amigos. Mas qual que era o propósito que tinha por trás daquilo ali? É esbanjar dinheiro. E aí vem é o orgulho, é a vaidade falando ali por trás. E aqui ele traz essa questão da herança, né? Porque muitas vezes a pessoa que vai acumulando dinheiro, ela diz assim: "Não, mas eu preciso ter isso para que eu possa deixar para os meus filhos. Eu preciso deixar os meus filhos numa
herança, né? Porque muitas vezes a pessoa que vai acumulando dinheiro, ela diz assim: "Não, mas eu preciso ter isso para que eu possa deixar para os meus filhos. Eu preciso deixar os meus filhos numa condição que eles tenham uma vida melhor, uma vida segura." E aí ele reflete, né? La Cordé reflete. Será que a motivação realmente é porque eu quero deixar pros filhos? Ou será que eu tenho prazer em saber que eu tenho uma conta bancária gorda, que eu tenho milhares de imóveis espalhados pelo mundo. E também ele diz que exemplo nós estamos dando para os nossos filhos. Quando nós observamos pessoas que às vezes trabalham para nós, eu posso ser um grande empresário, ter muito dinheiro e eu exploro os meus trabalhadores. Eu não pago um salário digno, eu não ofereço condições de trabalho adequadas. Isso é um comprometimento para nós, né, que vai nos ser cobrado. Então, quando nós ensinamos isso aos nossos filhos, é o que eles aprendem e é dessa forma que eles vão nos tratar também, porque nós estimulamos neles o egoísmo, a vaidade, e isso também é comprometedor para nós. E aí ele fala daquele argumento que a pessoa muitas vezes diz assim: "Mas eu comecei do zero. Tudo que eu tenho é fruto do meu suor, do meu esforço, do meu trabalho. Quem quiser ter igual que faça como eu. E aí ele fala que na verdade não há como comparar, porque muitas vezes as oportunidades que você teve foram umas e a que o outro teve foram outras. A capacidade do outro é diferente da sua capacidade. Então não é porque você começou do zero e conseguiu tanto que todos podem conseguir da mesma forma. E ele nos alerta. Se a gente conhece a dor do trabalho, nós deveríamos ser mais propensos ainda a tentar ajudar, aliviar a dor alheia. Eh, Deus lhe deu inteligência e saúde. Com uma só palavra, ele pode lançar tudo por terra, porque a riqueza ela é transitória. Eu posso ter hoje e daqui a um ano eu não ter mais nada. Eu posso perder tudo. E aí ele traz essa passagem de Jó, né, do evangelho que diz: "Senhor, tu havia
terra, porque a riqueza ela é transitória. Eu posso ter hoje e daqui a um ano eu não ter mais nada. Eu posso perder tudo. E aí ele traz essa passagem de Jó, né, do evangelho que diz: "Senhor, tu havia havias dado e tiraste. Faça-se a tua vontade. Aqui ele fala é o recadinho para nós para quando nós perdemos algo. Se nós tivemos e perdemos, que nós possamos aceitar como sendo uma lição educativa na nossa vida. Que nós não nos revoltemos, que nós não reclamemos. Deus está querendo nos ensinar algo. Nós temos que aprender alguma coisa com essa lição. Eu tive muito e me foi tirado. Por que que isso aconteceu? Então eu preciso mais do que nunca me conscientizar que o tesouro verdadeiro, ele está comigo e ninguém pode tirar de mim. Os bens materiais são transitórios, mas os o que eu aprendo eu levo comigo e ninguém traz. E aí ele fala que ao lado da mais ru de prova, Deus coloca sempre uma consolação. A perda material pode ser o maior ganho espiritual de uma vida. Porque muitas vezes eu poderia perder a minha reencarnação por conta da vaidade, do orgulho, do egoísmo que o excesso dos bens materiais provocaria em mim. E o fato de perder pode fazer com que eu assuma a humildade, com que eu assuma que eu sou eh um ser frágil, que preciso do apoio da espiritualidade, né? Que não sou melhor do que ninguém. traz para nós o desenvolvimento da humildade. E aí a pergunta é: o homem tem o direito de transmitir sua fortuna aos descendentes? É claro que sim. O homem tem o direito, porém o usufruto dos herdeiros está subordinado à vontade de Deus. Exatamente por isso que muitas fortunas que são herdadas se acabam rapidamente, porque talvez não estivessem no planejamento reencarnatório daqueles herdeiros. A vivência dá riqueza durante toda a sua existência. Talvez eles precisassem passar por essa prova de ter tido muito e perderem. Então, Deus é que sabe. E como resumo, né, que essa lição deixa para nós, se sois pobres, contentai-vos com pouco. A riqueza não é necessária para a felicidade. Não
prova de ter tido muito e perderem. Então, Deus é que sabe. E como resumo, né, que essa lição deixa para nós, se sois pobres, contentai-vos com pouco. A riqueza não é necessária para a felicidade. Não invejeis quem tem. Se sois ricos, lembrai-vos de que sois tutores. Nada é nosso, é por empréstimo. Justificai o emprego de cada recurso. E para todos nós. Não sejais depositários infiéis. Não sabeis restituir através Se não sabeis restituir através da caridade, não tendes o direito de pedir. Aquele que dá aos pobres salva a dívida que contraiu com Deus. Então, meus irmãos, é isso. O desafio que nós temos, né? são inúmeros aqui nesse mundo como encarnados. Ah, os bens materiais fazem parte desses desafios e que nós possamos estarmos sempre ligados, aprendendo, estudando o espiritismo, compreendendo essas lições e pedindo a Jesus forças para que nós possamos colocá-las em prática, porque a teoria nós temos, a prática é o nosso desafio. Muito obrigada pela atenção de todos vocês. Que Jesus nos abençoe. Agradecemos imensamente a nossa querida Ivana pela palestra maravilhosa. Como é bom, né, gente? tomar conhecimento do que realmente a gente deve fazer. Não é fácil. Certa vez eu tava na estrada com uma amiga e a gente falando da megacena que tava acumulada e eu falei: "Acho que eu vou jogar na mega cena". E essa amiga falou assim: "Acho que eu não vou não, porque depois eu vou ter que prestar conta desse dinheiro. Soninha". Então é isso, nós vamos nos preparar para o passe com uma música. Já vamos sintonizando com os amigos espirituais. Agradecemos, Senhor, estes momentos de paz que Te sentimos aqui em vibrações fraternais. A estrada da vida conduzos ao bem na alegria ou na dor. Seja o amor, nossa bandeira de luz. Amado Mestre Jesus. Seja o amor, nossa bandeira de luz. Amado Mestre Jesus. Convidamos os nossos companheiros médiuns se posicionarem. E os nossos irmãos que se sentirem confortáveis, que fechem os olhos. Vamos fazer uma respiração lenta e profunda, buscar para na nossa tela
Convidamos os nossos companheiros médiuns se posicionarem. E os nossos irmãos que se sentirem confortáveis, que fechem os olhos. Vamos fazer uma respiração lenta e profunda, buscar para na nossa tela mental a figura do mestre Jesus. Vamos sentindo ele nos envolver no seu olhar, na sua amorosidade. Querido amigo Jesus, te pedimos nesse momento, Senhor, que sejamos todos nós abençoados pelas suas energias. de paz, de cura, de reconforto. Rogamos aos amigos espirituais que visitem cada coração nesse momento, atendendo na medida do possível as suas mais urgentes necessidades. Querido amigo Jesus, tu nos conhece. sabe do que necessitamos, Senhor. Rogamos aos benfeitores espirituais queifiquem as nossas águas para que ao bebê-las possamos receber o medicamento necessário a cada um de nós. Façamos uma prece íntima, rogando a Jesus que derrame sobre nós nesse momento a cura, Senhor. M. Que assim seja. Rogamos ainda, mestre querido, que abençoe essa casa, todos nós, os trabalhadores, todos os frequentadores, que todos eles quando aqui adentrarem, Senhor, possam encontrar o socorro necessário, o esclarecimento, o aconchego que tanto necessitam. Que esse sempre seja um lugar de amor, de paz. Agradecemos, Senhor, por tudo que recebemos na noite de hoje, pela palestra que tanto elucida. Agradecemos pelo teu evangelho maravilhoso, que é o nosso roteiro para um futuro de paz e felicidade. Te rogamos, querido mestre, pelos nossos familiares. Rogamos que abençoe os nossos lares, os nossos companheiros que estão nos aguardando em casa e todas aquelas pessoas que sabemos necessitadas, Senhor, de algum recurso. espiritual que sejam também atendidas nesse momento. Agradecemos a presença de todos os entes desencarnados que trabalharam na noite de hoje, pelo seu carinho, pelo seu amor, pelo seu cuidado conosco. Abençoa, Senhor, a nossa cidade, o nosso país, os nossos governantes. que eles possam, Senhor, tomar as melhores decisões para que todos sejamos beneficiados, que o Teu amor envolva os seus corações.
Abençoa, Senhor, a nossa cidade, o nosso país, os nossos governantes. que eles possam, Senhor, tomar as melhores decisões para que todos sejamos beneficiados, que o Teu amor envolva os seus corações. Rogamos, Senhor, ainda pelos necessitados de toda sorte, as pessoas enfermas nos hospitais, os detentos, Senhor, tão sofredores, que eles possam receber nesse momento o teu amor e que sua esperança seja fortalecida. Enfim, Senhor, só gratidão por tudo que podemos receber nessa casa de oração. Felizes, encerramos mais um trabalho, rogando sempre que nos abençoe de volta aos nossos lares e que possamos levar daqui as melhores energias que aqui recebemos. Obrigado, Senhor, e que assim seja. Então, retornemos em paz, meus irmãos, para os nossos lares. Até a próxima quinta-feira. Lembrem-se de tomar a aguinha fluidificada que tá aqui esperando vocês do lado. Ouço, Deus no murmúrio das águas dos. Ouço Deus por furor de ciclones bravinhos. Ouço Deus no cantar matinais dos pardas. Ouço Deus no lamento de pobres mortais. Vejo Deus nas estrelas perenes de luz. Vejo Deus no esplendor que a alvorada traduz. Vejo Deus de suave perfume da mã. Vejo Deus no adeus, companheiro da luz. Sinto Deus na saudade que evoca lembranças. Sinto Deus no morrer de febr sinto Deus na tristeza de verte partir. Santo Deus na tua volta, irmão.