DESIGUALDADE SOCIAL - PROBLEMA DIVINO OU HUMANO? - Ana Abreu [PALESTRA ESPÍRITA]
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de viver, doando amor, [música] vibrando luz, buscando a ti. [música] Senhor, [música] mesmo tão longe de atingir a perfeição, [música] aqui eu entendi [música] qual o valor dessa missão. Foi nessa [música] casa que aprendi toda a beleza [música] de viver, doando [música] amor, vibrando luz, [música] buscando a ti, buscando [música] a boa tarde a todos que estão presente e boa tarde ao pessoal que assiste em casa eh de forma virtual. Eh, antes de iniciarmos o tema, vamos fazer uma prece para deixar que o nosso coração esteja aberta para o que Jesus tem nos falar hoje, que Deus vai manifestar nos nossos pensamentos. Senhor e mestre amigo Jesus, agradecemos por mais um dia, por mais essa semana, por essa oportunidade de estarmos aqui. Sabemos que não existe nada por acaso e aqui estamos porque precisamos e a sua palavra é de amor, de paz e nos acolhe em todos os momentos que precisamos. E agradecemos desde já e que leve essa luz aos nossos familiares e essa semana seja de amor, de paz e de luz. Que assim seja. O tema de hoje é desigualdade social, problema divino ou humano. Eh, esse tema ele tá muito dentro da realidade que nós vivemos hoje, porque o ser humano, ele tende a achar que a maioria, 90% dos problemas dele é financeiro, é físico. Então o questionamento hoje é desigualdade social, até porque as redes sociais vai mostrar coisas que não são reais e que faz com que as pessoas ainda se sintam tão infelizes comparado aos outros. E aí torna a a um problema muito grande porque você porque nós vamos perguntar por que há tanta desigualdade no mundo? Já o espiritismo, ele vem nos orientar em relação a esse conhecimento. E aí ele começa assim, meus irmãos, muitas vezes ao olharmos o mundo, nós perguntamos: "Por que uns tanto e outros tão pouco?" Desde que o mundo é mundo, sempre houve pessoas que têm uma questão financeira mais e outras menos. Hoje ficou muito mais claro porque nós temos a tecnologia que tá trazendo informações, mas que muitas vezes não são verdades também.
e houve pessoas que têm uma questão financeira mais e outras menos. Hoje ficou muito mais claro porque nós temos a tecnologia que tá trazendo informações, mas que muitas vezes não são verdades também. Por que existe tantas diferença entre seres humanos? Aí fica a pergunta, né? Por que que pessoas elas não fazem muito esforço, estão vivendo melhor do que outros que trabalham tanto e não alcançam? níveis financeiros iguais aos dos outros, oportunidades da mesma forma. E aí a gente vai perguntar de novo, será que isso é obra de Deus? Será que Deus fez? Olha, cada um com destino definido, eu tenho que nascer nessas condições e sou fadado a ficar assim até que a morte, o desencarno venha me levar. Eu tô pagando, eu tô cumprindo e aí é o meu destino ser assim. E o Espiritismo, com a sua luz de razão e fé, nos ensina que Deus, infinitamente justo e bom. Portanto, a desigualdade social não vem de Deus, mas do uso que nós, seres humanos, fazemos do livre arbítrio. E aí volta a pergunta de novo. Como assim? Como o ser humano vai usar o livre arbítrio se ele não tem consciência, alguns alguns não têm consciência do que está fazendo. Nascem, uns nascem berços de ouro e outros nascem num numa palafita. nossa situação eh de falta de saneamento básico, eh falta tudo e lá nasce essa criança. Ela não escolheu, mas aí a gente tem, aí nós temos o espiritismo que faz nos traz um clareamento em relação a essas questões. Primeiro, não é a nossa primeira encarnação nesse planeta. Viemos de outras e outras encarnações. Isso nós falamos o tempo todo e trazemos conosco memórias e escolhemos essas encarnações com as memórias que tivemos anteriores. Então, é preciso que eu fique assim a minha vida toda? Não, não é preciso, porque a mudança se opera aqui. Agora vai depender de cada um, como é que ele vai mudar essa questão e vai depender de muita circunstância e principalmente de nós mesmos. Deus criou todos nós simples e ignorantes, nos deu as mesmas oportunidades de crescimento, ou seja, o
e ele vai mudar essa questão e vai depender de muita circunstância e principalmente de nós mesmos. Deus criou todos nós simples e ignorantes, nos deu as mesmas oportunidades de crescimento, ou seja, o mesmo Deus que me criou criou todas as outras pessoas, sejam elas o que forem, sejam ela eh que julgamos erradas, certas, todas vieram do mesmo criador, né? Ah, meu Deus, todo mundo veio. Ah, mas aquele cara comete tantos abusos. Sim, mas ele também foi criado da mesma forma que nós. Mas ao longo das eras fomos nós que criamos sistemas de dominação. A busca pelo poder, o egoísmo e orgulho, sentimento que nos afalça afasta da lei do amor e igualdade. Muitas pessoas começam a ter consciência de que os pensamentos e atitudes ela elas se manifestam e aí ela começa a trabalhar nela todo esse sentimento a partir dela, né? Porque não tem como a gente buscar esse trabalho fora de nós, é dentro de nós. E aí ela começa a fazer esse trabalho interno para fazer modificações nela. E é claro que a partir do momento que ela começa a dar um primeiro passo em relação às mudanças que são necessárias fazer para que mude a vida dela, aí tudo vai mudar também. E outra coisa, nós não vivemos sozinhos, vivemos de forma coletiva e tudo influencia. Tudo que está à nossa volta influencia de uma forma ou de outra. O livro de Kardec pergunta sobre as desigualdades aí, as desigualdades das condições sociais. E os espíritos respondem: "O homem que cria e não Deus". Então, somos nós que estamos criando as nossas próprias condições. O espiritismo ele clareia porque ele nos dá a oportunidade de mudarmos isso. Não existe destino. Ah, mas você veio com destino porque seus pais eram humildes, você continuou e seu pai passou muita dificuldade e você vem eh a continuação, você vem repetindo os mesmos as mesmas atitudes. Isso também pode acontecer. Ou seja, a desigualdade é o resultado de nossas imperfeições morais. Ah, mas tem pessoas que têm perfeições morais, estão vivendo melhor, mas não estão. É porque nós colocamos
o também pode acontecer. Ou seja, a desigualdade é o resultado de nossas imperfeições morais. Ah, mas tem pessoas que têm perfeições morais, estão vivendo melhor, mas não estão. É porque nós colocamos como se as questões materiais eh e os níveis sociais é que trouxesse a plena a plena felicidade. E isso não é verdade, apesar de insistirmos que isso traz. Sabemos que é bom ter qualidade de vida, vivermos em lugares agradáveis, usufruímos daquilo que nos traz qualidade de vida, mas isso não quer dizer que seja primordial. Existe pessoas que não têm que que não tem desenvolvimento moral, está vivendo em condições físicas melhores do que aqueles que têm. Mas será que isso perdura? Será que isso realmente traz felicidade? Porque a gente pode ver pessoas em paz e não tendo nada e vemos pessoas em tribulações e vivendo em palacetes. Isso não é justificativa. Porque às vezes as pessoas falam: "Ah, mas isso não é justificativa". Como assim? Mas isso é claro, porque, por exemplo, se eh nós temos uma vida que não é não tem não temos abundância financeira e no momento em que, vamos supor que a gente consiga de uma hora para outra mudar esse nível, aí no primeiro momento vai ser tudo muito bem, tudo feliz, vai chegar um tempo em que nós vamos sentir que não é legal, que tem um vaso vazio dentro de nós que precisa ser preenchido. Aí a gente vai ver pessoas que têm muitas coisas materiais, estão em busca o tempo todo de preencher esse vazio interno e não consegue. Tem depressão, comete coisas que não são boas, né? doenças e traz várias situações na vida em que geram esse conflito, mesmo tendo condições financeira. E o evangelho nos convida a transformar a dor em aprendizado. Quando ajudamos o próximo, quando partilhamos, quando educamos com amor, estamos corrigindo os erros do passado e cooperando com a lei divina de progresso. E nós temos aí várias oportunidades para que a gente possa melhorar. Primeiro, a gente falou, há uma mudança interna das nossas atitudes e consciência dos nossos atos. E depois
ei divina de progresso. E nós temos aí várias oportunidades para que a gente possa melhorar. Primeiro, a gente falou, há uma mudança interna das nossas atitudes e consciência dos nossos atos. E depois existe o trabalho a ser feito para outras pessoas que estão precisando mais do que nós. Porque se nós achamos que somos inferiores, existem pessoas que gostariam de estar no nosso lugar. Assim que funciona. Quantas pessoas queriam estar no nosso lugar e por nós não podemos ajudar essas pessoas também? Isso é um fator que modifica a nossa vida, a caridade. A caridade muda muito. Mas quando quando eu falei de pessoas que têm abundância e não são felizes, existe pessoas também com abundância e que têm paz, tranquilidade e amor. São simples, ajudam e gostam de ajudar o próximo e fazer caridade. Isso é grandioso. E nós e nós não precis precisamos ter muito para fazer caridade, porque é o primeiro momento em que nós distribuímos um pouco de amor pro outro, de forma natural, vamos recebendo essa luz e esse bem-estar que vai nos favorecer em todos os sentidos da nossa vida. Então, nós devemos começar a dar o primeiro passo e olhar para o outro, para o outro que sofre, ter um pouco de empatia, de compaixão pelo outro. que possamos eh o que possamos então fazer a nossa parte, compreender, ajudar e servir. Porque Jesus falava, nós devemos amar o outro como nós nos amamos, porque o outro passa a ser um espelho nosso. Quando eu olho pro outro e consigo ver algo nele, com certeza é porque já está em mim. Eu não consigo ver algo no outro se isso não tá dentro de mim. e ajudar o outro vai também nos ajudar e vai nos vai melhorar as nossas condições de vida também em todos os sentidos. E nós não vamos mais ficar olhando o que não temos. Nós vamos passar a olhar o que temos e agradecer o que temos. Outra palavra muito importante é a gratidão. Ter gratidão por tudo que temos e que somos. Isso aumenta a nossa luz, nos favorece. Não devemos ficar reclamando, porque ao reclamar, ao sofrer com o que achamos do que não
o importante é a gratidão. Ter gratidão por tudo que temos e que somos. Isso aumenta a nossa luz, nos favorece. Não devemos ficar reclamando, porque ao reclamar, ao sofrer com o que achamos do que não temos, vai piorar a nossa situação. E olhar para o que temos e e perceber que muitos gostariam de estar em nosso lugar é agradecer. Eu já agradeço o que eu tenho. Se não é muito, mas o que eu tenho é bom para mim. E até porque cada um de nós eh está dentro daquilo que nós precisamos. Estamos vivendo para o nossa nosso própria a nossa própria evolução. E para evoluir, nós temos aquilo que precisamos para evoluir. Não quer dizer que precisamos estar sofrendo o tempo todo, mas o sofrimento ainda faz parte desse planeta. A dor ainda é uma forma de chamar para o desenvolvimento moral. Ainda não quer dizer que o outro viva em abundância, que ele não tenha sofrimento interno. Então esse sofrimento é parte desse planeta. Estamos passando por um processo muito grande de mudança, onde as coisas estão vindo em avalanche, né? Temos observado que coisas estão começando a aparecer, situações antes que não eram reais estão começando a colocar para fora. Isso faz parte da evolução do planeta. Precisamos colocar para fora o que nos faz mal para podermos fazer a própria limpeza. Então, a desigualdade social, pergunta de novo, será que é problema divino ou humano? Continua. Não é um problema, não é um problema divino, mas é um problema humano e também resultado de fatores emocionais, comportamentos estruturais que se repete ao longo das gerações. Na nada nela aponta para uma origem divina, mas sim para processos psíquicos, individuais e coletivos. Nós temos que aprender a perdoar outro a outra necessidade, caridade, gratidão e perdoar. O processo de perdão. Perdoar quem? Perdoar o nosso passado. Perdoar quem nós sentimos magoado. A mágoa atrasa, petrifica. Então, vamos perdoar o passado, perdoar os nossos antepassados que nos trou que nos trouxeram aonde nós estamos. Todos eles. Se eles passaram
doar quem nós sentimos magoado. A mágoa atrasa, petrifica. Então, vamos perdoar o passado, perdoar os nossos antepassados que nos trou que nos trouxeram aonde nós estamos. Todos eles. Se eles passaram por situações difícil, não necessariamente temos que passar. Por isso que precisamos fazer o corte. Quando a Bíblia fala, honrai vosso pai e vossa mãe, que ele quis dizer com isso? Honrar, honrar o pai e a mãe era alcançar, é alcançar patamares maiores do que eles. Não é ficar igual a eles, é partindo dele desenvolver e evoluir, porque o pai e a mãe vai ficar honrado por ver o filho evoluindo e conseguindo alcançar níveis melhor. Qual pai não vai ficar honrado de um filho evoluir? Então é isso, nós devemos fazer o corte. Então temos duas, três coisas: gratidão, caridade e eh perdão. Essas são as três questões que nós precisamos lidar com ela para que a gente possa mudar. E também existe aquele processo coletivo de achar que, ah, fulano tem que ter essa vida mesmo, você não consegue alcançar algo melhor, você não tem capacidade. Tem essas questões também que a própria sociedade cria, nivela as pessoas. você eh passa por dificuldade, é o que você tem, você não consegue evoluir porque você não tem capacidade e isso não é verdade. Nós precisamos sair dessas condições e alterar esses processos. O papel do ego, desculpa, gente, pera aí. Então ele continua o papel O que que o que que prejudica também a questão do ego, ou seja, ambições, falta de empatia, distorões cognitivas, valores sociais desajustados. Tudo isso também contribui para essa para desto essa diferença social. Então ele vai criando essas ideias da nossa vida e nós vamos acomodando com eh esses fatores que nós achamos que são verdades absolutas, mas nós podemos mudar. Deus não quer que ninguém seja infeliz. A infelicidade somos nós mesmos que criamos pelas nossas próprias atitudes e pensamentos. Ao observarmos o mundo, eh, observarmos o mundo em que vivemos, somos imediatamente impactado por contrastes profundos. Ou seja, essa inquietação
criamos pelas nossas próprias atitudes e pensamentos. Ao observarmos o mundo, eh, observarmos o mundo em que vivemos, somos imediatamente impactado por contrastes profundos. Ou seja, essa inquietação nasce da pergunta central. A desigualdade social é um problema divino humano de novo? Então, vamos assim colocar isso para mim. Como é que eu me coloco diante dessa situação? Como é a minha situação? Como é que eu me coloco? Observamos o mundo em quem vivemos. Somos imediatamente impactados por contraste profundo. Enquanto alguns vivem no excesso, outros sobrevivem na escassez. Enquanto uns acumula, outros passam fome. Enquanto há luxo, há miséria. E mais do que nunca isso tá acontecendo no no planeta atual. Existe pessoas com abundância e existe pessoas vivendo na miséria. Tudo é questões sociais do coletivo, questões internas nossa. E isso pode mudar a partir do momento em que nós começamos a mudar e compreender que isso necessita da nossa mudança interna. Ao observarmos o mundo em que vivemos, somos imediatamente impactados por contraste profundo. Ou seja, essas cenas não são da história da humanidade, mas continua a nos inquietar profundamente. Ou seja, sempre existiu essa desigualdade social. Então, eh, vamos lá. E onde é que eu me encaixo nessa situação? Eu me encaixo. Pensamos assim o seguinte, pensamos em uma mesma rua e nela pode haver uma casa ampla e confortável. E logo ao lado, uma família lutando para pagar o aluguel. Aluguel. Deus escolheu quem teria mais e quem teria menos. ou foram decisões humanas, heranças, oportunidades, políticas públicas, escolha ao longo do tempo que criaram essa diferença. Aí vamos voltar lá. Temos dois, temos vários fatores. Primeiro, essa não é a única encarnação. Trazemos memórias do passado e nós não damos salto. Desencarnamos e viemos com outras oportunidades não muito diferentes do que fomos no passado. E trazemos essas memórias e que achamos que merecemos. Isso pode mudar? Pode. Cada reencarnação é uma oportunidade de mudanças maiores
utras oportunidades não muito diferentes do que fomos no passado. E trazemos essas memórias e que achamos que merecemos. Isso pode mudar? Pode. Cada reencarnação é uma oportunidade de mudanças maiores e outras coisas. Eh, políticas públicas em que nós também temos que mudar, temos que trabalhar no coletivo, não é acomodar. Primeiro olhar para o outro com empatia. Primeiro passo, vamos olhar para outro que sofre, aquele que sofre mais do que eu, aquele que tem menos do que eu, olhar com empatia por ele. Porque muitas vezes nós tendemos a querer para nós, mas não conseguimos olhar para o outro. E isso vai prejudicar o outro também e cria esses níveis sociais diferentes. Achar que o outro tá nas condições que ele merece e achar que eu estou na que eu estou melhor do que ele e que eu mereço mais que ele. Ninguém merece mais do que ninguém, tá? E olhar para o outro com solidariedade e pensar: "Nossa, ele sofre, por que não eu posso olhar para ele e ajudá-lo de alguma forma?" Quando culpamos Deus pela desigualdade, esquecemos que fomos nós, enquanto sociedade que criamos sistemas que concentram renda, exclui e abandonam. E ficar na inércia como dado, permitindo que tudo aconteça sem fazermos nada, somos colaboradores com isso também. E quando somos colaboradores para que a sociedade continue desse jeito, a nossa vida também vai ficar igual. E como é que nós podemos mudar dentro da sociedade, dentro do ser que nós somos também filhos de Deus? Como é que nós podemos mudar dentro da sociedade? Começamos por nós, começando pelas nossas próprias atitudes, várias atitudes que vai me dar forma de pensamentos, egoísmo, eh, egocentrismo, achar que só a minha dor é maior do que de todo mundo, achar que eu sofro mais, que eu sou vítima de tudo que está acontecendo. Tudo isso vai criando, vai impactando o ambiente que vivemos, vai impactando o nosso planeta. Então, mudar essa forma de pensar conosco mesmo, falar: "Eu não sou vítima. Eu posso fazer mudanças internas e fazer mudanças
do, vai impactando o ambiente que vivemos, vai impactando o nosso planeta. Então, mudar essa forma de pensar conosco mesmo, falar: "Eu não sou vítima. Eu posso fazer mudanças internas e fazer mudanças a partir daí, fazer mudanças externas. Eu não não me acho melhor do que o outro. O outro que sofre mais não é porque ele ele tem que sofrer, mas porque ele ainda não tem condições para melhorar". Então, ter esse olhar diferenciado e aí começar a fazer mudanças e não aceitar isso como condição de vida. Será que eu olho para uma pessoa que vive em situação de miséria total e passo direto sem nenhum olhar como se naturalizando aquilo? Isso é legal? O ser humano hoje tem ficado muito, muito individual, muito na questão de olhar muito para si mesmo e não está olhando para as outras pessoas. Ficamos o tempo todos em redes sociais e não estamos olhando para quem está do nosso lado, não estamos olhando para quem está sofrendo no nosso lado, até mesmo dentro da nossa própria família. Então isso é importante, deixarmos um pouco nós, eh, eu para todos nós. Esse também é um papel que nós podemos fazer para que as mudanças ocorra. Não adianta eu pensar só em mim, ficar voltado para minha dor e achar que Deus não me olha para mim, que Deus não me ajuda, porque o outro, porque eu estou sofrendo, passo por dificuldade. Primeiro passo é olhar para o outro também, porque nós estamos focado demais em na tecnologia, ficamos o tempo todo no celular e fazendo comparações. E isso também prejudica de uma forma ou de outra. E essas comparações faz com que a gente fique mais ansioso ainda por achar que só somos felizes se alcançarmos um carro novo, uma casa nova, eh eh beleza e tudo isso que está sendo colocado. E isso não é verdade, até porque quem tá por trás daquele aquela imagem que está no celular não é verdadeira e isso causa um impacto muito grande. Então, o primeiro passo é olharmos um pouquinho para o que está acontecendo ao nosso redor. Portanto, as as desigualdades sociais não são obra de Deus, mas resultado das
causa um impacto muito grande. Então, o primeiro passo é olharmos um pouquinho para o que está acontecendo ao nosso redor. Portanto, as as desigualdades sociais não são obra de Deus, mas resultado das escolhas humanas ao longo da história. Então, vamos recapitular. Primeiro, existe as nossas condições eh psicológicas, sociais, existe as nossas mágoas, existe o nosso isolamento, existe o nosso egoísmo, existe a questão de acharmos que somos vítimas. Tudo isso é um apanhado. Existe as mágoas que não conseguimos perdoar o nosso passado que ainda está dentro de nós e nós estamos magoados com isso. Tudo isso vai impactando nossa vida. É uma soma de situações que vai fazer com que nós possamos sofrer. Primeiro, deixar de ser vítima. Nós não somos vítimas. Começar a olhar, não somos vítimas. Se eu estou criando uma situação difícil na minha vida, eu vou começar a olhar o que eu posso mudar. Segundo, vamos começar a perdoar o nosso passado. Terceiro, vamos começar a olhar para o outro que está do nosso lado. Não é para o outro que está na tela, mas pro outro que está do nosso lado. Segundo, agradecer porque nós temos, porque tudo o que nós temos, o que já alcançamos, é o que nós precisamos no momento para o nosso próprio crescimento. Viemos aqui para um processo de evolução e crescimento e temos tudo que precisamos ali. E no momento em que ficamos remoendo e reclamando, o tempo vai passar e não haverá crescimento algum. Nós vamos ficar estagnado na revolta, na no medo, na ansiedade, na insegurança e se achando infeliz. Então esse é um passo em que nós devemos e não achar que Deus criou essa vida para mim e criou a vida para o outro. Não, isso não existe. Somos todos filhos do mesmo pai e todos temos as mesmas oportunidades. E essas oportunidades se vão fazer a partir do momento em que nós começamos a dar o primeiro passo nas mudanças internas. E para finalizar, eu, só para finalizar, pra gente eh ir para casa, onde é que eu me encaixo nessa situação? Dois irmãos podem nascer na mesma
s começamos a dar o primeiro passo nas mudanças internas. E para finalizar, eu, só para finalizar, pra gente eh ir para casa, onde é que eu me encaixo nessa situação? Dois irmãos podem nascer na mesma família e assim seguir caminhos totalmente destinos. Um prospera financeiramente, o outro enfrenta dificuldades constantes. Isso não significa preferência divina, mas necessidades espirituais diferentes. É o que eu falei, cada um tem necessidades diferentes e que precisam eh serem respeitadas, mas também não quer dizer que não possam ser mudadas. Então existe cada um vai escolher aquilo que tá dentro dele. Não há como fazer mudança e culpar o outro pela situação que vivemos e nem culpar Deus pela situação que vivemos. Primeiro passo, então tudo finalizando, é olhar para nós, reconhecer que somos os únicos responsáveis pelas nossas situações, que podemos mudar sim e vamos perdoar o nosso passado. A mágoa não fortalece e nem muda. mágoa estagna, traz uma estagnação total nossa e sair um pouco desse mundinho interno egocêntrico e olhar um pouco mais para o mundo em que estamos vivendo e começar a fazer esse processo de mudança partindo de nós mesmos. Eu agradeço a oportunidade e vamos encerrar com uma prece final. Senhor e mestre amigo Jesus, queremos agradecer por mais essa oportunidade e que o Senhor permaneça conosco aonde formos, nos levando a caminhos melhores para alcançarmos aquilo que precisamos. E que não esqueçamos nunca, Senhor, de agradecer por todas as oportunidades e também a perdoar a nós e aos outros. Que a tua paz, que teu amor esteja com cada um de nós. Que assim seja. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental [música] e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções,
icos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou [música] até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso [música] mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental [música] e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para [música] continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar [música] os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, [música] trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso [música] passe. Faremos então a oração que o Mestre [música] Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu,
ontinuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso [música] passe. Faremos então a oração que o Mestre [música] Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando [música] ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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