DESEQUILÍBRIO - Miriam dos Anjos [GRUPO DE HARMONIZAÇÃO CHICO XAVIER]

Comunhão Espírita de Brasília 13/08/2025 (há 7 meses) 33:23 133 visualizações

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Transcrição

Olá, sejam bem-vindos a grupo, ao grupo de harmonização Chico Xavier da comunhão espírita de Brasília. Hoje a nossa harmonização é do livro Lampadário Espírita pelo espírito de Joana de Ângeles e Psicografia do Médium Divaldo Pereira Franco. O título da nossa reflexão dessa desse final de manhã chama-se desequilíbrios. Então, antes que a gente comece a pensar nos desequilíbrios, a refletir junto com Joana de Angeles, vamos elevar os nossos pensamentos, as nossas emoções, os nossos sentimentos, a nossa intenção de nos dedicarmos por algum tempo, curto que seja, a meditarmos sobre o desequilíbrio no auxílio da espiritualidade amiga, a fim de que nós possamos nos autobservando. nos autoconhecendo melhor, possamos servir melhor na serra do Cristo. Que a espiritualidade amiga, nossos mentores estejam conosco hoje e sempre. Assim seja. Então, nesse texto de eh chamado desequilíbrios, Joana vai tratar conosco de um tema no qual nos é muito familiar ainda. Nós ainda aprendizes que somos, espíritos imperfeitos, no mundo ainda de expiações e de provas e expiações, nós ainda estamos naquele movimento de filtrar nossos sentimentos ligados aos nossos instintos e passar assim a termos sentimentos mais envolvidos com a razão, passando pelo filtro da razão, eh sentimentos mais autoobservados em suas intensidade. Então, Joana, para tratar desse assunto que nos é familiar, os desequilíbrios que nos tomam, nossas desarmonias, nossas instabilidades mentais e emocionais, ela traz como sugestão também, além do seu texto, que possamos ler, estudar o livro dos espíritos nas questões 907 a 912. e também eh nos aconselha a estudar também o Evangelho Segundo o Espiritismo no capítulo 20, na que trata-se no item cinco, que fala sobre os obreiros do Senhor. Quando nós estamos nesse desequilíbrio, nessa instabilidade, nessa nossa harmonia de pensamentos e de emoções, eh, nós enxergamos fora de nós muito mais nitidamente, porque a nossa intenção está nessa, né? Eh, vamos enxergar os desequilíbrios também nos

lidade, nessa nossa harmonia de pensamentos e de emoções, eh, nós enxergamos fora de nós muito mais nitidamente, porque a nossa intenção está nessa, né? Eh, vamos enxergar os desequilíbrios também nos outros. equilíbrios de forma coletiva, não apenas aqueles que acontecem próximo de nós, mas agora com auxílio da internet, né, dessa nossa capacidade de interagir a longas distâncias, nós também vamos tomando conhecimento dos desequilíbrios que acontecem em outras populações, em outros países. às vezes vamos tendo uma noção equivocada, ilusória, de que tudo tá um caos e que de alguma forma isso vai nos causando certa desesperança. Mas se nós pensarmos antes da introd, antes de chegarmos no texto de Joana, se ela nos orientou que vissemos as questões que se referem às paixões e chama no seu título do texto desequilíbrio, obviamente é fácil da gente fazer a associação que os nossos desequilíbrios estão associados à maneira com que nós conduzimos nossos sentimentos e as nossas necessidades que são inerentes. Nós estamos encarnados, temos necessidades da matéria, necessidades de manter o nosso corpo, necessidades de manter a família, uma série de necessidades que nos mantenha íntegros para que possamos dar continuidade aos propósitos que assumimos aqui quando reencarnamos. Da mesma forma, nós estamos começando a entender, a vislumbrar, né, as nossos nossos sentimentos. de umas experiências de instintivas. As emoções surgiam, essas emoções que nos levavam à sobrevivência faziam com que nós tivéssemos sempre alerta. Nós continuamos com essas emoções. Mas agora quando nós temos a razão, essas emoções elas começam a passar por novos filtros. Esses filtros são as nossas experiências. E essas experiências vão eh vão lapidando, vão nos dando o entendimento de do desadoboramento dessas emoções que antes eram emoções mais instintivas. Então, muitas vezes nós criamos necessidades que não temos por um impulso, por uma por ouvir que tá na moda, porque todo mundo deveria ter, né? Nós temos sentimentos

tes eram emoções mais instintivas. Então, muitas vezes nós criamos necessidades que não temos por um impulso, por uma por ouvir que tá na moda, porque todo mundo deveria ter, né? Nós temos sentimentos que se a gente não observa a os seus starts ou se a gente não observa como reagimos a eles e como conduzimos as nossas escolhas a partir deles, nós nos exageramos, né? E nesses excessos nós também extrapolamos a nossa humanidade, voltamos eh a reagirmos como estávamos no reino anterior, que é o reino animal. Então, eh, as paixões nos, eh, vamos aprendendo nesse livro dos espíritos, nessa, que a paixão, dependendo da condução que nós damos, ela pode ser boa ou ela pode ser ruim. Nós sempre olhamos para paixões e entendemos as paixões do seu lado ruim, do excesso naquele no qual eu não controlo. Eu crio necessidades e fico governada por essas necessidades ou por esses sentimentos que eu não consigo governar, que eu não consigo administrar. Aí sim nós temos uma paixão cujas consequências são más porque causam prejuízos a nós e aos demais. Mas a, mas no mesmo livro os espíritos nos dizem que a paixão quando bem entendida e bem conduzida, ou seja, eu entendo com reconheço esses sentimentos, reconheço as minhas necessidades, valido, preciso mesmo. Essa intensidade que eu tô sentindo ou que eu tô no impulso de realizar é coerente com meus propósitos, com a minha maneira de que de ser que eu gostaria de chegar. Quando passa por esse filtro, essas paixões tomam uma outra conotação, tomam uma conotação de motivação, de entusiasmo e nos dá propósito. Então, ela passa a ser uma ferramenta de progresso. A Joana vai tratar então no seu livro esse título desse, né, nesse no livro Lampadar, justamente daquele olhar que a gente ainda tem, entre aspas, viciado de não nos equilibrarmos, de não conseguirmos administrar, bem gerenciar esses sentimentos e emoções que nos necessidades, desculpe, que nos são inerentes à nossa condição de encarnado e de espíritos imperfeitos. Ela vai nos dizer que existem circunstâncias

, bem gerenciar esses sentimentos e emoções que nos necessidades, desculpe, que nos são inerentes à nossa condição de encarnado e de espíritos imperfeitos. Ela vai nos dizer que existem circunstâncias que de fato isso nos traz bastante angústia. E ela vai nos dizendo alguma dessas situações. Ela nos diz que o sofrimento e desajustes que dão a paisagem social da Terra, o aspecto triste de imenso nosocômio é o caos que a gente eh a tem a impressão que tá existindo. Há um sofrimento, há um desajuste humano em que foge da nossa capacidade de entender e por isso parece um hospício. também vamos nos dando conta e nos angustiando quando pessoas que estavam na execução do dever, né, pessoas que se portavam e pensavam de forma correta, de repente deixam de ser os paradigmas do dever e passa a ser deserdores da ordem. a aparente também loucura dessas novas gerações na correria desvairada, sexólatras e por longo tempo de enredos da sandice. diz também que nós também nos angustiamos quando vimos vemos que aquelas afeições que tínhamos fortes, né, que nós contávamos com elas, que eram nossos refúgios, o coração de um verdadeiro amigo, o coração do parceiro, da parceira, o coração do familiar, dos pais, dos irmãos, né? Aquele coração, aquela afeição na qual nós sempre contávamos. De repente, essas ela se encontra vencida e transita na indiferença, como se o egoísmo a conquistasse de inopino. olha também pros ideais superiores, né, da humanidade, quando a gente vê a essência das religiões, quando quando tomamos eh eh posse da nossa religiosidade, que nós vamos vendo o propósito humano, né, a humanidade para onde ela se dirige, que é para o bem, para o amor, vamos vendo que esses ideais superiores de vez em quando nos parece, nos diz Joana, frouxa claridade que treme luz apagando-se. Tudo dá a impressão que só desequilíbrios campeiam fecundos, dominadores, fazendo temer a grande noite, que é a noite da nossas dificuldades, dos desequilíbrios morais. E ela nos diz, a dor, sim, principalmente quando a mente se

esequilíbrios campeiam fecundos, dominadores, fazendo temer a grande noite, que é a noite da nossas dificuldades, dos desequilíbrios morais. E ela nos diz, a dor, sim, principalmente quando a mente se ensoberbece e desvaira o e desvaira. O sofrimento é a única voz que alcança a acústica do ser. Então, precisamos estar atentos às nossas atitudes, porque essas nossas atitudes nos dizem dos nossos sentimentos, dos nossos pensamentos e, principalmente das nossas intenções. Somos aprendizes, como disse no começo, então temos muitas mudanças a a realizar. E obviamente, como ela diz, que quando nossa mente não está centrada nos nossos propósitos maiores, que se insoberbece, que se desvaira nas ilusões da matéria, a única ferramenta que faz com que retorne à sua essência, eh, recobre dessa, eh, acorde dessa ilusão, é o sofrimento. E mas Joana nos fala que na verdade se nós entendermos que tudo tem um propósito, se nós começamos a a desenvolver em nós o olhar de que há um propósito em tudo, que os desafios que nos impulsionam as mudanças são instrumentos educativos, ela nos diz que a dor é prenúncio de justas alegrias quando se enxerga somente uma parte do panorama da atualidade quando não se enxerga, desculpe, somente uma parte do panorama da atual. Se eu só olho o sofrimento sem entender, com uma visão mais elevada dos propósitos divino, realmente a dor é muito difícil, é o caos, é a angústia, é o a falta de sentido das coisas. Mas quando eu entendo que tudo tem um propósito e que tudo está regido por uma força divina de amor, de compreensão justa, então a dor é o prenúncio, é a chamada da mudança de que a gente precisa fazer. Por isso ela diz que a dor é o prenúncio de justas alegrias. nos assevera que nesse embate que nós temos entre a segurança do que nós já conhecemos, que ainda é muito imperfeito da necessidade da mudança para aquilo que a gente não se conhece ainda bem, mas sabemos que vai nos fazer muito bem, porque temos eh chispas do quanto é bom fazer o bem, quanto nós nos sentimos

rfeito da necessidade da mudança para aquilo que a gente não se conhece ainda bem, mas sabemos que vai nos fazer muito bem, porque temos eh chispas do quanto é bom fazer o bem, quanto nós nos sentimos fazendo o bem, nós vamos então nos educando. Vamos percebendo que ela nos diz, que a dor, embora sintamos, embora tenhamos momentos de de dúvidas, embora fragilizemos a nossa fé, no fundo nós vamos compreendendo que a dor pode ser a pode ser a ferramenta de uma justa alegria posterior. que nos assevera que para esse entendimento é preciso não duvidar da presença positiva do Cristo na terra sofredora destes dias e bendiga a oportunidade de hoje produzires para o bem. O resultado do por vir, Deus está no controle. Façamos nós a nossa parte. É isso que ela tá nos dizendo, né? Há sim dores. Mas o que nós podemos fazer? colaborar para minimizar essa dor coletiva. E ela nos diz que existe muito amor, onde somente enxergas degredo e horror. Muita bondade medra inesperadamente em lugares em que ninguém supõe encontrá-la. O amor de nosso pai zela por tudo. Encoraja-te, nos dá força, levanta o ânimo e prossegue. Nós precisamos nos eh empoderarmos dessa verdade. Para tudo há um sentido e esse sentido vai fazendo eh vai fazendo sentido na medida em que nós vamos compreendendo essa mestra educativa das dos desafios para que nós possamos nos tornar pessoas melhores e saiamos nossas zonas de segurança. O pai zela por tudo. Portanto, tudo é justo e e nunca vai nos chegar desafios que nós não consigamos enfrentá-los, que nós não tenhamos já em nós as potencialidades e a habilidades para seguir adiante, mas resistimos porque esses desafios nos convoca a uma mudança. E mudança significa sair de uma zona de conforto, muitas vezes, ainda que seja uma zona de conforto desconfortável, inadequada, de dor, mas é o que a gente conhece e a gente tem muito medo de sair dela. Não tenhamos medo. Lembra-se, lembra-nos, Joana, encoraja-te. Lembra disso. Não estamos sozinhos. Os nossos desequilíbrios

a, de dor, mas é o que a gente conhece e a gente tem muito medo de sair dela. Não tenhamos medo. Lembra-se, lembra-nos, Joana, encoraja-te. Lembra disso. Não estamos sozinhos. Os nossos desequilíbrios tem um momento de parar quando nós entendemos essas coisas e nos reencorajamos. Criamos coragem para seguir adiante. Então, eh, começamos a ter coragem para vencer essa inércia, esse desejo de ficar onde estamos, porque temos medo do que? Da mudança. Mudar é necessário no nosso processo evolutivo. E essas mudanças muitas vezes são dolorosas porque nós nos apegamos. nos apegamos às pessoas, nos apegamos às coisas e vamos perdendo o verdadeiro valor que as pessoas e as coisas colaboram no nosso processo evolutivo. E nesse sentido, Joana vai nos lembrando que, por mais que se pareça que no momento estamos imersos no caos, na desesperanças, eh vivendo a o potencial do nosso desequilíbrio, ela nos traz a lembrança de situações vividas pelo nosso mestre Jesus, aquele que é nosso modelo, que é nosso guia e que, portanto, nos traz eh em seu exemplo de vida o caminho para que nós consigamos eh alcançar o nosso equilíbrio interno. Então, Joana diz assim: "Quando tudo conspirava contra aquele reduzido grupo de homens e mulheres atemorizados, aqueles que o seguiam, os apóstolos também, quando o líder, que os guiava com segurança experimentara o martírio até a morte, quando um amigo se deixar enganar a ponto de em desequilíbrio trair o amigo Jesus, quando o depositário da confiança geral, Colhido de surpresa e temendo vinditas e represálias, negara o benfeitor quando a soledade e o temor os ameaçavam até o desespero, quando tudo parecia perdido, ideais desvanecidos, planos balbaratados, desejos acalentados em doces noites de vigília sossobrados, quando tudo eram sombras. Eilu que retornara rutilante e vivo, gentil e nobre, conclamando aqueles mesmos corações ao pereno embate da redenção. E levantando-se do E levantando-se do ânimo ao quebratado para a alegria da vida, deram as próprias vidas e renovaram com os

e nobre, conclamando aqueles mesmos corações ao pereno embate da redenção. E levantando-se do E levantando-se do ânimo ao quebratado para a alegria da vida, deram as próprias vidas e renovaram com os seus exemplos as paisagens do mundo. Jesus vive e a doutrina que agora ressurge dos escombros dos séculos remodelará a terra inteira um dia em breve, quando estaremos todos felizes ao comando dele, Jesus. Então, quando tudo parecia eh difícil, quando situações que foram colocadas e lembradas por Joana, nós, né, eh espíritos ainda imperfeitos, né, eh ainda pegados, como seria desequilibrante viver essas experiências. Nós ainda não estamos prontos. Portanto, toda todas as experiências vão chegando-nos na medida em que a gente está pronto paraa mudança e para o entendimento dessas necessidades. Então, Jesus passou por tudo isso e nos e nos traz que nós podemos vencer essas aflições e esses desafios, porque ele também venceu. Ele nos trouxe toda toda eh a todo o roteiro também sejamos vencedores nessas nossas experiências da imperfeição até sermos espíritos felizes, como aqui tá dizendo, uma um dia, né, chegaremos lá em breve, ao longo de muitas reencarnações, cujo ritmo nós estabelecemos na medida em que nós nos dedicarmos a esse processo de sermos melhores. Então, todo aquele que trabalha no campo do Senhor com dedicação e sem o outro motivo que não seja pela caridade, nos diz o Evangelho que somos obreiros do Senhor. Somos obreiros porque realizamos todas as tarefas nas quais nos incubimos de fazer com o nosso melhor. Hoje consigo fazer uma tarefa com o meu melhor. Amanhã mais amadurecida, aprendi outras formas mais eficientes de realizar aquela tarefa. Estarei realizando a tarefa, essa mesma tarefa de hoje, amanhã, de uma forma ainda melhor, mais espe, mais especialista, mais perfeita naquilo que nós podemos entender de perfeição. Então, quando nós vamos realizando todas as tarefas com o nosso melhor, cientes das nossas responsabilidades, pelas consequências das nossas escolhas,

ta naquilo que nós podemos entender de perfeição. Então, quando nós vamos realizando todas as tarefas com o nosso melhor, cientes das nossas responsabilidades, pelas consequências das nossas escolhas, especialmente como nós conduzimos as nossas paixões, essas nossos sentimentos, essas nossas necessidades que são naturais, serão conduzidas de forma que sejam propósitos de do nosso progresso ou nós estamos ainda descontrolados no exagero, nos perdendo, causando prejuízo a nós e aos outros. Côcios da responsabilidade, portanto, que nos compete e da necessidade de praticar os ensinamentos que adquirem. Um livro só é bom quando a gente consegue aplicá-lo. Todos os ensinamentos do Cristo só é eficiente, só é verdade quando eu aplico em mim e vivo aquela experiência. Porque o valor dos nossos feitos as nossas ações no bem não estão na proporção vultuosa do que fazemos. Mas Deus está olhando não a quantidade, quanto que a gente faz, mas como a gente faz. Façamos, portanto, tudo que nos cabe no nosso melhor a serviço do bem. Essa é a mensagem de Joana nos lembrando que os desequilíbrios, nós estamos aprendendo com Cristo na prática dos ensinamentos a nos reequilibrarmos e com as outra com as obras da doutrina espírita a melhor compreendermos para que nós possamos cada vez mais côncios da nossa responsabilidade também identificar aonde estão as nossas potencialidades e habilidades para que possamos ser obreiros do Senhor no serviço do bem na humanidade. Então, que a paz do Cristo esteja com todos nós e possamos nós nos nossos momentos de desequilíbrio, que ainda será como pela nossa próprio nível evolutivo, mas cada vez mais percebendo os nossos desequilíbrios, possamos em um espaço de tempo ainda menor nos reequilibrarmos por melhor entender quem somos, quais são os nossos propósitos e para onde nós nos dirigimos. Que a paz do Cristo esteja com todos vocês. Assim seja e sigam com passe virtual. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília.

ósitos e para onde nós nos dirigimos. Que a paz do Cristo esteja com todos vocês. Assim seja e sigam com passe virtual. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares,

ituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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