PAPO ESPÍRITA | #70 - Resiliência, o segredo para a felicidade
O Programa PAPO ESPÍRITA, é uma produção da Comunhão Espírita de Brasília. Em bate papo leve e descontraído, diversos temas da vida cotidiana e da espiritualidade são debatidos à luz da Doutrina Espírita. O Programa Papo Espírita é exibido na Rádio Comunhão (www.radiocomunhao.com.br), com exibição toda terça, às 19 horas, com reprises às quintas, no mesmo horário. Tema: Resiliência, o segredo para a felicidade. Equipe: Ana Cristina Sampaio, Miriam dos Anjos e Telma Alves #PapoEspirita TV Comunhão - Inscreva-se no nosso canal, deixe seu like e ative as notificações para ficar por dentro de tudo o que acontece na Comunhão Espírita de Brasília. Canais de Mídias e Redes Sociais da Comunhão Espírita de Brasília: HomePage: http://www.comunhaoespirita.org.br Rádio Comunhão: http://www.radiocomunhao.com.br TV Comunhão: http://www.tvcomunhao.com.br Facebook: http://www.facebook.com/comunhaoespirita Instagram: http://www.instragram.com/comunhaoespirita Twitter: http://twitter.com/ComunhaoOficial COMUNHÃO ESPÍRITA DE BRASÍLIA Missão: Promover o Ser Humano, facilitando-lhe o acesso ao Conhecimento da Doutrina Espírita, amparando-o e ofertando-lhe os meios para vivência cristã. Visão do Futuro: Ser uma Casa Espírita de excelência na sua organização, na geração de conhecimento, na educação, na difusão doutrinária, na assistência espiritual e social , com estímulo a vivência cristã. ESPIRITISMO O termo "Espiritismo" é sinônimo de Doutrina Espírita, porém, frequentemente, é utilizado erroneamente para designar qualquer prática do mediunismo (comunicação com os Espíritos), ou confundido com cultos afro-brasileiros (Umbanda, Candomblé, entre outros). O Espiritismo é uma doutrina que trata da natureza, da origem e do destino dos Espíritos e de suas relações com a vida material. Traz em si três faces: filosofia, ciência e religião (moral). Os adeptos da Doutrina Espírita são os espíritas e suas práticas se baseiam no estudo das obras básicas da Codificação e na assistência material e espiritual aos necessitados. Quando Surgiu? Foi revelada por Espíritos Superiores e codificada (organizada) em 1857 por um professor francês conhecido como Allan Kardec. Surgiu, pois, na França, há mais de um século. Porque estudá-lo? Em João 8:32, Jesus disse: "E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará ." Para sermos, verdadeiramente, espíritas – porque é impossível compreender e viver uma Doutrina tão complexa e abrangente sem dominar seus conhecimentos básicos.
bem vindo ao papo espírita a espiritualidade na sua vida queridos amigos sejam bem vindos ao programa papo espírita uma produção da comunhão espírita de brasília eu só na cristina sampaio e hoje no estúdio estão comigo telma alves e miguel dos anjos como é que vocês estão tudo bem tudo bem anda tudo no rio leandro ótima menina se vocês tudo bom vamos começar nosso bate papos o tema de hoje é resiliência bom quanto nós falamos sobre residência estamos falando sobre emoções e sentimentos e ela significa a capacidade de transformar um trauma ou sofrimento em competência parece uma coisa meio complicada mas nós vamos destrinchar isso aqui no nosso bate-papo a resiliência é a chave da nossa evolução pois aprender com a experiência é o que nos impulsiona para evoluirmos podemos ver resiliência em pessoas com problemas e situações extremamente críticas e que mesmo assim conseguem se manter positivas e dispostas a aprender com essa dificuldade então nós vamos conversar sobre como podemos desenvolver a resiliência e tornar a nossa vida menos angustiante e mais feliz mas em primeiro lugar é bom dizer que o nosso cérebro ele é preparado para se adaptar a todas as situações o que quer dizer que ele por si só é resiliente então telma e míriam como a dimensão da superação nos faz mais adaptados à nossa transformação pessoal quem quer começar bom pergunta da superação é pra adaptação essa transformação e enquanto você me revelava a nossa conversa de hoje eu pensava que como é que a gente vai descobrir transformar ser resiliente porque é sem descobrir porque eu sofro é que é a outra etapa que nós vamos com certeza falar é qual é a dificuldade o que eu chamo de trauma o que o que eu chamo de situação difícil existe um e porque é difícil porque há um trauma porque a gente já sabe que na vida vamos ter dificuldades perdas mas nós humanos somos extremamente resistentes e não residentes a tudo aquilo que não corresponde a uma expectativa que a gente queria da vida do outro seja da gente mesmo né então é embora você tenha
mas nós humanos somos extremamente resistentes e não residentes a tudo aquilo que não corresponde a uma expectativa que a gente queria da vida do outro seja da gente mesmo né então é embora você tenha dito que resiliência em parecesse à primeira vista é difícil mas que nós vamos destrinchar eu acredito que superar a raça por uma um entendimento pessoal do porque que eu considero difícil uma situação porque eu considero a perda tão dolorosa porque eu não aceito determinadas em situações nas quais são opostas aquilo a minha expectativa né é o que acredito que a partir daí a gente possa pensar resiliência se quer dizer que a resistência é aqui aquele meu movimento de não aceitação da situação difícil que vem na minha vida na existência ao posto da resiliência resistência falando é quando a gente parece volta o tempo de criança esperei a gente e não quer aceitar e reclama e ver tudo ruim a culpa é do outro então tem há sempre algo e na qual eu posso colocar a culpa ea ou então é uma dor de perder em que eu fico rememorando aquela perda porque que aconteceu lá eu não vivo sem aquela pessoa ai não sei o que eu continue permaneço na resistência de aceitar que a coisa natural que é a perda de alguém muito querido é fácil claro que não até no espiritismo a gente fala que tem o período do luto para aceitar tudo isso não é mas o luto é um período de reflexão então é isso que eu digo é às vezes somos muito mais resistentes e precisamos aprender a ser resilientes né isso tendo pesado por isso que sofremos mais né nós estávamos até conversando minha amiga falando à mídia foi o sinal que aquele animal né quando num resistir ao seu ecossistema né exponenciada não se adapta então ele morre né isso acaba tudo e este já foi lançado há exatamente a resistência gera uma revolta da chibata se eu estou colocando pra pessoa né gera uma revolta uma não aceitação e acaba ela também entrando em choque com o sistema da nanda biológico da natureza se o ecossistema também interior e exterior então assim é faz parte desse
essoa né gera uma revolta uma não aceitação e acaba ela também entrando em choque com o sistema da nanda biológico da natureza se o ecossistema também interior e exterior então assim é faz parte desse processo nosso de adaptação no nosso planeta seja o processo emocional como físico também que a resiliência você tendo resiliência você vai se adaptar você vai se adaptar a esse contexto de transformação psicológica e física você vai aceitar da higiene primeiro lugar isso depois você vai tentar uma transformação pra se adaptar à nova situação exata essa é a capacidade ser resiliente né isso porque vem a ressaca é o momento de você não se conformar em maio me fugiu a palavra agora a resignação na resignação que a aceitação que eu estou passando por um problema que eu tive uma perda que eu estou com um estou com algum tipo de doença aí eu venho com essa aceitação nec e com isso que que eu vou fazer pra buscar um tratamento ou fazer para buscar o luto é o trabalho do luto não é você 2 chora você né sofre mas você não vai e ser agressivo com você mesmo que diferentes e vai transformar se adaptasse à dada a situação estava bem acho aquela aquele movimento de sofrimento de dor que você passou exatamente então com isso você vai conseguir se adaptar ao seu processo a você tanto fisicamente como psicologicamente isso que a gente falando com as pessoas que não são assim os próprios animais biologicamente que não são assim não vão existir essa diferença se entendia e esse amadurecimento ele nos permite adquirir mais residência na vida que acha que a resiliência ela é estimulada desenvolvida o que vocês adquiriram resiliência na vida nele menina que queria não adquirindo adquirida é um prova dessa porque quando a gente conversa né e fica muito nós nossos ouvintes com certeza alguém já ouviu falar sobre isso em em questões de raciocínio hit compreende né a grande dificuldade eu vejo nesses conceitos esses conhecimentos é a prática então é eu entendo a dor do meu irmão eu tô lá eu ajudo né mas quando
isso em em questões de raciocínio hit compreende né a grande dificuldade eu vejo nesses conceitos esses conhecimentos é a prática então é eu entendo a dor do meu irmão eu tô lá eu ajudo né mas quando essa dificuldade chega e bate na minha porta que é o meu momento do teste da prática às vezes eu não recebo com tanta tranqüilidade quando a gente está comentando que a resiliência que a aceitação de resignação eu brinco sempre muito comigo é que eu eu me permito cinco minutos de besteira 15 minutos de bester é a criança rebelde não é possível acontecer o meu hotel cinco minutos acabou então é como se botar pra fora aquela criancinha rebelde e vamos tomar posse da situação porque conforme a gente vai acreditando nela ea gente vai aceitando que nada acontece por acaso que deus é justo não é misericordioso que nada não chega sem que a gente tem a capacidade de vencer pra mim esse é um lenitivo na minhas dificuldades as dificuldades existem eu tenho uma certa resistência no começo a aceitar não é mais a partir do momento da bonjo chegou meu momento de praticar aquilo tudo que eu tenha acreditado aquilo tudo que eu tenho conversado com os outros e tem trazido para mim como verdade e jesus no evangelho na ele é tão tão nosso nosso companheiro nosso mestre né ele sempre fala fé né ele sempre fala da esperança da humildade o exemplo dele na dificuldade é manter serenidade manter a certeza no painel é justo e misericordioso mas eu ainda estou adquirindo a receber e santana não vamos estar sempre adquirir mais você já falou minha pergunta é você contou para o 20 como é o seu processo e isso e eu acho que ele deve ser bem sucedido neve você tem tido capacidade de se transformar com as suas dificuldades com o tempo eu acho que também esteve com uma outra palestra outro palestrante desculpe com outra papo espírito que nós tivemos aqui com 11 pedro paulo que é dos ctt - é quando somos jovens eu quando era mais jovem as dificuldades vinham mas eu agia com vou chamar de vivacidade porque me falta botar lá com
rito que nós tivemos aqui com 11 pedro paulo que é dos ctt - é quando somos jovens eu quando era mais jovem as dificuldades vinham mas eu agia com vou chamar de vivacidade porque me falta botar lá com mais privacidade com mais lindo em com mais ímpeto o jovem pra mim tem aquela do não ter medo a gente não tem medo né gente enfrenta vai faz de errado bate cabeça de novo volta e quando a gente vai ficando mais maduro é talvez não chegue um pouco mais de medo e esse medo de fazer determinadas coisas que era tão fácil na juventude ele traz uma reflexão então é um medo que paralisa mas é um medo que pergunta pra quê como devo fazer e tem mais noção das consequências talvez não sei te responder talvez nossas vivências né e geralmente responde assim conforme for nossas vivências mesmo né acho que a questão de maturidade mesmo e eu acho que no nosso caso que nós temos a doutrina espírita e principalmente essa tá interligado à questão do cristianismo não é só a gente trabalha muito com a fé esperar de paciência não ficar parado é lógico mas tenha fé de que vai passar que a gente vai superar faz pré se confirme os mentores espirituais então assim esse trabalho conjunto lan que é eu deus né equipe espiritual ter fé que as coisas vão passar que se eu não posso trabalhar assim eu posso viver assim ou assado né então assim traz uma adaptação melhor eu acho que a questão também talvez maturidade mas assim as pessoas maduras tem uma resignação a exigência maior mas somado com essa espiritualidade que a gente tem que um adulto no espírito eu acho que é um plus a mais ué eu particularmente mesmo antes de os e da doutrina espírita eu já buscava muito entendimento mais psicológico de o que está acontecendo comigo né meu processo interior e sempre que me via que eu me via em dificuldades numa situação muito muito diz sofrimento eu sempre perguntava pra mim qual era a lição que tinha por trás e eu acho que isso forma resiliência porque é independente se você tem a doutrina espírita ou não é banalizando a doutrina
z sofrimento eu sempre perguntava pra mim qual era a lição que tinha por trás e eu acho que isso forma resiliência porque é independente se você tem a doutrina espírita ou não é banalizando a doutrina como você falou que ela nos ajuda porque nós vamos fazer uma prece eu não fazia preces nessa época é não não pensava espiritualidade está comigo né mas eu pensava sempre têm alguma lição que eu preciso aprender aí e como a resiliência a gente acabou de aprender aqui que ela é a capacidade de nos transformar né ela é a competência que vai ela vai gerar uma nova competência se a gente pensar que tem uma lição por trás de toda dificuldade nós estamos ser resilientes é mas isso também merece atenção né porque eu fico imaginando assim às vezes a vida nos traz situações né um exemplo nossas relações afetivas não deu certo tem aquele momento da dificuldade no sentido de puxa principalmente quando a pessoa né que gostaria que aquele essa relacionamento permanecesse não foi aqui nem colocou o limite é ray mas que eu fiz de errado que eu não fiz é um momento de reflexão onde ocupa né que tipo de relacionamento estava né o que o que é que eu buscava e não encontrei o que é importante pra mim porque se a gente não faça essa reflexão gente continuar repetindo os mesmos relacionamento com pessoas diferentes a nossa vida toda a gente não tem atenção a gente repete porque ainda a questão de resiliência uma questão de preguiça no sentido de auto observar o que porque eu tô mantendo determinados padrões em determinada situação compreender o que aconteceu ali qual foi o contexto nem sentar disse shah que ela situação me comportei isso a resiliência é uma capacidade de transformação você nunca vai sair a mesma pessoa você vai passar por uma dor e você vai se transformar você já não é mais a mesma não com certeza é o velho processo do autoconhecimento né que é lotado e tudo e me diga uma coisa até uma dessas situações de perda doenças limitantes como você sugere superar essas situações bem complicadas né com resiliência é
ocesso do autoconhecimento né que é lotado e tudo e me diga uma coisa até uma dessas situações de perda doenças limitantes como você sugere superar essas situações bem complicadas né com resiliência é aquela coisa porque a residência você vai é se adaptar é que quando falam né a gente vai se adaptar ao contexto a perda é um choque ou impacto eu tô até com o caso uma pessoa que perdeu a mãe tira trabalhava assim cuidar da mãe com a descer e 18 anos cuidando da mãe todo dia levantava e o filme confie cuidava da mãe direitinho tal e até que chegou o momento dela desencarnar ela não queria esse jassim 18 anos e da imagina nem o sofrimento a pessoa mais elas os dois acostumado naquele contexto e não queria romper até que ela chegou o momento e uns amigos fundos da paz e aquele processo todo né eu desencarnar mais o filho que ficou já é um senhor de mais de 60 anos ele nem que mexer nas coisas dela em casa já vai pra mais quatro meses né mas eu luto dele vamos respeitar mas tudo na casa do mesmo jeito né a guarda roupa com as roupas contudo a única coisa que ele do que cadeira de roda a cadeia derrota ea cadeira de banho exata a casa está impecável do jeito que ela deixou até os bilhetinhos na geladeira tão lá e nem fez ainda o processo de do inventário tudo não quer mexer então quem vai fazer com pessoal a pm apenas fazer presse por ela no dia que precisava estamos ajudando mas cada um a seu tempo cada uma seu luta seu tempo já pediu já trouxe aqui na comunhão um pedido bebê uma comunicação da mãe então se é pra isso ele tem presença das coisas práticas aqui não tem então cada um aí a gente tem que respeitar o seu tempo tem gente que já tem o despreendimento maior outros não eu também não posso criticar porque eu ainda não passei por essa questão de perda de luto então não posso dizer eu faria a mesma coisa mais assim você tem essa ótica por fora você tá achando meio demais tudo e mas enfim a gente tem que respeitar eu conheci uma pessoa que freqüentava a a feb muitos anos eo marido dela ficou
esma coisa mais assim você tem essa ótica por fora você tá achando meio demais tudo e mas enfim a gente tem que respeitar eu conheci uma pessoa que freqüentava a a feb muitos anos eo marido dela ficou quatro anos sem com a mãe na casa dela adaptou fez um quarto na tudo bonitinho ela cuidava dele tratava dele bonitinho aí quatro anos e vai desencarnar e ela depois que se encarnou passou mais ou menos um ano ela chorava todos os dias sente a falta e tal e depois disso ela recebeu a mensagem dele é falando olha eu precisei passar esses quatro anos eu tô melhor este ano do que uma capa de uma pena eu já estou bem só que se cuida vive seu momento com as confinadas com a criança e tudo né e ela chorava muito aí ela trouxe um porque tem as outras pessoas espíritas que não aceita que eu chore tudo foi não chora chora você tá precisando funcionar esse é o momento anos as pessoas brincam comigo minha filha espírita me acho um absurdo não sentar se sentindo à vontade de chorar shore ela passou mancha e passou depois de um ano ela vai desencarnar então assim que somos nós pra ficarmos assim questionando as pessoas é cada um tem seu momento é importante é saber que como a gente até viu e vamos ver também no próximo bloco o nosso cérebro ele é capacitado para a mudança então às vezes existem pessoas que a gente observa que a mudança vem muito rápido a pessoa vira a página e já faz todas as conexões e já bola pra frente já outras pessoas e tem um pouco mais a dificuldade porém todos nós temos condições de nos adaptarmos porque fisiologicamente nós somos seres adaptáveis fisiológica emocionalmente tudo isso nós vamos ver no próximo bloco porque nós vamos chamar um áudio de uma palestra de uma entrevista que uma psiquiatra é chamado henriqueta camarote de eutanásia internet nós vamos trazer aqui para os ouvintes um trechinho e vamos conversar sobre isso a gente vai fazer um pequeno intervalo e voltamos já estamos falando sobre resiliência minuto só nós estamos nas redes sociais no
trazer aqui para os ouvintes um trechinho e vamos conversar sobre isso a gente vai fazer um pequeno intervalo e voltamos já estamos falando sobre resiliência minuto só nós estamos nas redes sociais no facebook você pode acessar facebook.com barra comunhão espírita no twitter twitter.com barra comunhão oficial estamos também no youtube acesse o youtube pontocom barra comunhão espírita de brasília e siga o nosso instagram arroba comunhão espírita a companhia divulgue e participe de nossas atividades voltamos ao papo espírita hoje estamos conversando sobre o tema da resiliência o segredo para a felicidade vamos agora abordar como esse processo da conquista da resiliência pode nos ajudar em uma vida mais feliz afinal de contas até 16 nós temos que falar aqui sobre como levar uma vida mais leve é como é devemos nesse mundo com menos angústias menos dificuldade para a gente mesmo criar dificuldade e pra isso nós vamos ouvir o que diz a psiquiatra e escritor henriqueta camarote que escreveu o livro resiliência o poder da alta transformação foi aí que eu fui pesquisar é o livro apresenta um pouco isso que eu percebi o seguinte todos nós temos a capacidade de sermos resiliente porque nós já temos um cérebro com essa capacidade quando nós enfrentamos um sofrimento um trauma é esse esse impacto ele e danifica nosso cérebro de alguma forma mais ou menos dependendo da idade se for uma idade muito precoce esse impacto é maior na idade mais madura esse impacto fica mais relativizado mas esse impacto ele é absorvido pelo cérebro e é integrado em regiões mais superiores como o nosso lobo frontal pré frontal que exatamente tem a capacidade de compreender aquele evento aquele processo dentro de uma outra dimensão dentro da dimensão da superação tão a resiliência é um processo emocional é um processo o fisiológico é um processo social e é um processo espiritual bom então é sensacional é o que é o que ela o que ela disse ela fez um resumo fantástico sobre esse processo da residência então de acordo com ela fica
é um processo social e é um processo espiritual bom então é sensacional é o que é o que ela o que ela disse ela fez um resumo fantástico sobre esse processo da residência então de acordo com ela fica claro que a resiliência depende do processo de ressignificação dos eventos de sofrimento pelo nosso cérebro né então o que vocês acham dessa questão da de ressignificar eventos traumáticos sofrimentos como é que funciona isso mano é porque eu ressignifica é trazer do negativo positivo das coisas negativas vamos que eu posso tirar de positivo que o que eu posso fazer pra ficar bença impactante pra mim na minha perda no meu sofrimento nas coisas com que as quais estou vivenciando nem eu mesmo estou vivenciando uma situação até casa foi inundada né então a minha sala um closet comprei duas grandes áreas botei tudo que os três guarda roupas foram todos aí mudados então eu tenho a casa toda inadequado então quando você entra na sala não é a sala e ainda um choque assim você tem aquela rotina na tenha sua sala tem os quartos e tudo então quando você acorda e vai entrar na sua rotina não é mais sua rotina então se fiquei impactado com as coisas às vezes chateia se aborrece mas aí você né eu tô fazendo um pai nosso na casa toda acho que foi ele quem me por que que eu lembre do macaé mas eu acho que tenha um significado nessa história toda então vem conseguindo achar um significado estou positivo estou achando um significado positivo de pegar as coisas mudar transformado a desenhar se desapegar eu tenho um marido que é muito pegado com as coisas com as ferramentas de tudo ele já está juntando tudo e doando passando à frente então assim talvez esse nessa onda que entrou na minha casa né esperada e tudo pode ter sido esse está sendo pra nos mostrar que a gente tem que mudar transformar nossa vida então é isso agora essa questão do do condicionamento cerebral é que você tem um formato né na sua mente no seu cérebro já aquela estrutura da casa e de repente todo dia você impacta e vê que não está tudo
é isso agora essa questão do do condicionamento cerebral é que você tem um formato né na sua mente no seu cérebro já aquela estrutura da casa e de repente todo dia você impacta e vê que não está tudo mudado aí você não tá bom amanhã essa semana o final da semana vamos fazer reunião pra pra resolver isso ea gente tem que reciclar e ficar durante o processo de de choque né de impacto não é tão é isso que a gente tem que trabalhar é uma constante é isso que ela falou achei muito importante ter colocado isso porque é é uma uma por uma reprogramação cerebral que você tem que fazer todos os dias do até resolver esse problema quando ela fala ninguém que é é um processo a residência é um processo social emocional né fisiológico no sentido de que é no cérebro é que mais influiu nacional fisiológicos real e no virtual eles são todos os aspectos né é que envolvem ao nosso dia-a-dia nossa existência e aí a ressignificação eu tô entendendo a falar da riqueza dessa forma ela tem que englobar esses aspectos então é eu vou ter que receber unificar uma perda é um relacionamento é que eu perdi um filho ou qualquer evento muito traumático na nossa vida nesses componentes todos né pra que eu dei um novo norte a partir daquele evento eles é também estão entendendo assim porque não é essa no final a comunicação a gente tenta simplificar mas fica sempre quente dá nome e etapas como se fosse uma regra de passo a passo né primeiro isso primeiro aquilo ea nossa vida é tudo junto com o mesmo tempo porque se tudo tivesse do jeito que a gente tem a expectativa que quiser a gente ia reclamar eu acho que a gente entrar no automatismo a gente nem reclama mas está tudo tão bom porque quando está tudo tão bom é certinho nós não reclamamos mas também não somos gratos nós né ficamos leves então eu acredito e muito nisso que deus o universo a vida como queiram chamar em algum momento quando a gente está muito no automatismo ele nos traz uma dificuldade para lidar com algo que a gente não não vez não quer ver é
o nisso que deus o universo a vida como queiram chamar em algum momento quando a gente está muito no automatismo ele nos traz uma dificuldade para lidar com algo que a gente não não vez não quer ver é ver navio então às vezes na questão da perda o desapego por exemplo porque a gente a pegar as coisas a gente pega da enchente nas pessoas sem a pegada a gente mesmo ao corpinho que sustenta não só na pegada esse corpinho então algumas coisas não chega de dificuldade para aprender determinadas com o desapego o altar-mor né eu tenho que ser eu sou importante pra mim primeiro é quando começa a entender que essas coisas vêm não porque né eu não mereço mas porque eu preciso entender para que elas servem então uma pergunta será que o desapego é não apenas será que o agora na perda daquele ente me traz a responsabilidade de amar mais os outros que estão vindo com ele sei lá né um pai de família na qual você acaba absorvendo enquanto família os filhos os netos ele é um exemplo né então acho que tudo na vida tem um sentido quando eu entendo que tudo na vida tem um sentido na coisa negativa eu penso o que tá trazendo de positivo pra que eu realmente e significa aquilo é ter a capacidade de ok aconteceu passei cinco anos de rebeldia vou rezar rezar no sentido de acolher o evangelho vou ler um livro de auto ajuda seja o que for algo que me traga conforto e muitas vezes esperança né porque quando a gente está na dificuldade a como a nossa fé muito vacilante primeira coisa que perdemos a esperança sem esperança a gente não tem motivação sem motivação eu fico senso fico parado estagnado e aí é uma eu envolva a questão toda espiritual físico porque a gente sabe que os nossos pensamentos sentimentos e interferem né em novembro o nosso corpo no nosso na fisiologia nem no nosso bem estar aí vem a questão emocional a questão do equilíbrio que está ligado com físico com a doença social que a gente se relaciona clara então social se eu tô nesse processo de entender e logicamente muitos amigos né participam compartilhe
estão do equilíbrio que está ligado com físico com a doença social que a gente se relaciona clara então social se eu tô nesse processo de entender e logicamente muitos amigos né participam compartilhe conosco esses momentos né pouco por serem ouvintes por serem conselheiros sempre tem que ter alguém que no que faz esse papel conosco e perceber que a gente está nesse processo de re significar ele também nos ajuda outro que soube da situação e ver o processo enquanto né tá sendo construído e os resultados que estão vindo social eu vejo muito nessa é o quanto eu sou capaz de na prática das minhas crenças principalmente as minhas crenças religiosas o quanto isso me fortalece o quanto meu fortalecimento serve de exemplo para alguém que está passando a mesma situação porque eu me pego eu pessoalmente é muitas vezes vendo exemplos de superação de tantas outras pessoas com dificuldades muito maiores são exemplos para que o pai de reclamar pai de vicentina é coitadinho porque ninguém é coitadinho e em frente e continuar então quem sabe em pequenas coisas não haverá também outros estão olhando pra nós e vem poxa ela conseguiu porque eu não consigo porque isso mesmo todos nós conseguimos queremos exato ea gente é muita influência a gente pensa que não mas é somos uma rede né eu tenho um exemplo me veio à cabeça agora aqui um exemplo de resiliência e superação muito interessante que houve uma vez numa no hospital la no hospital de base é no trabalho de contação de história tinha uma senhora já velhinha que estava internada há já muito tempo tipo 16 meses nação nós contamos a história e depois cada um começa a conversar e muitos contam as suas histórias e ela falou assim olha é no fim a minha doença foi uma bênção porque sabe uniu a minha família eu não via meus filhos há muito tempo e eles não se viam cada um tapa num canto do país e aí porque eu fiquei internada eles foram obrigados a vir pra cá e se encontrar então uniu à família a doença uniu à minha família novamente ayew caramba que coisa bonita ela teve a
num canto do país e aí porque eu fiquei internada eles foram obrigados a vir pra cá e se encontrar então uniu à família a doença uniu à minha família novamente ayew caramba que coisa bonita ela teve a capacidade de ver uma coisa positiva numa internação que nunca é nunca é bom né nunca é bom sob nosso ponto de vista e goico e não iremos perder a saúde né como que estamos aqui um que deus só existe comigo porém ela conseguiu ver o aprendizado e se a gente consegue nem em algumas coisas da nossa vida tem esse olhar nem telma e tipo você o tsunami lanasa dia eu vi uma frase muito linda do tarô do tam ele disse que é um palestrante espírita ele disse assim deus tira muitas vezes tudo das nossas mãos para nos dar benção sons e só que a gente às vezes não têm a paciência de esperar a bênção chega né a gente fica gravado ali olhando que ele tirou né na verdade a gente quer que aconteça aquilo que a gente quer nosso desejo se torne reais não interessa passe a ser a união próximo porque tudo que a gente deseja para o nosso bem e às vezes é prejuízo de alguém é prejuízo de nós mesmos né por isso a dificuldade da gente compreender que essas perdas muitas vezes não são benzidos exatamente porque existem já fala se é meu marido e meu filho meu objeto na caneta asinha casa penso que tudo empreste considerou nociva meu né é assim é uma coisa né meu marido nasceu há pessoal companheiro ou marido né gente tenha se essa essa coisa de colocar dessa forma meu filho aí ele desencarna aí você deu certo tá chegando deus tirou não ele emprestou nós por nosso verdadeira pátria é no plano espiritual aqui a escola a gente é bené investe tudo então a sua pátria e lá nós estamos passando uma temporada aqui nos programamos para passar determinadas situações aceitar acolher o ouro é um processo é você ganha às vezes a gente consegue em algumas situações às vezes têm mais dificuldade neve é ea gente tem os exemplos negócio e botas referência a referência do maior médium chico xavier que a família estava no momento lá nem
consegue em algumas situações às vezes têm mais dificuldade neve é ea gente tem os exemplos negócio e botas referência a referência do maior médium chico xavier que a família estava no momento lá nem pedro leopoldo recebendo a filha na casa dele na casa dele não morava com o irmão se naquela fila imensa e todo mundo já chateada família toda começou a reclamar com ele falou olha você não pode mais viver aqui nessa casa porque nós não vamos ficar mais como se dessa forma então ele resignou-se né foi o quarto resiliente fez uma linha dele pegou o evangelho motor na ficou só uma linha as coisas dele mudou para uberaba uma forma né ressignificando a vida dele trabalhando de uma forma diferente frequentou um centro espírita lá pessoal tava aí tem que ser assim tem que ser cassado não sei o que dizer que e pegou saiu de lá o excêntrico espírito fundou um outro na casa dele lá do jeito que sim né não tem que ser do meu jeito estão brigando fundacim então trabalhou assim nuno bateu de frente largou foi o canto dele olha só ressignifica alto né desapego desapegou se olha que coisa né nós somos ainda nem todo mundo vai pegar suas coisas a gente é pegado a aparência é o status a poder ao que pensam da gente há tanta coisa né bom resiliência como a gente viu né é algo nato então todos nós temos condições de desenvolver asma além de termos o compromisso com o nosso desenvolvimento que muitas vezes barra numa auto estima comprometida então qual o papel do alto amor e da autoestima nesse processo acho que esse é um tema que a minha boca fala a vida fala muito do dólar só eu falo porque eu fico pensando assim a gente se eu não vivencia essa palavra amor esse sentimento nem como é que eu posso falar para os outros como é que eu posso dar a alguém porque a gente só daquilo que tem então quando eu falo de auto amor é aquela coisa eu preciso me olhar no espelho e dizer que eu sou a pessoa mais legal mas se eu fizesse isso por mim no sentido de ser melhor ainda seria melhor ainda então é altamira e auto estima
mor é aquela coisa eu preciso me olhar no espelho e dizer que eu sou a pessoa mais legal mas se eu fizesse isso por mim no sentido de ser melhor ainda seria melhor ainda então é altamira e auto estima são dois comportamentos que pra mim é um caminho muito bonitinho sabem eu não tenho amor a mim mesmo se eu não me estimula como eu posso amar aquilo que eu não dou nenhuma importância então primeira pessoa da importância mesma sou eu a primeira pessoa a me educar né no sentido espiritual sou eu mesmo a primeira pessoa deve buscar a resiliência a entender o que está acontecendo na vida sou eu mesma porque enquanto eu tiver atribuindo aos outros as minhas dificuldades eu estou apenas uma fase em que não tome a mando de jeito nenhum e sua vítima e muitas vezes até o cuidado porque quando eu me coloco como vítima às vezes papel pode ser muito confortável porque eu não preciso ter ação atitude nem no trabalho nenhum porque o meu justifico isso não acontece eu não faço isso por isso por isso por causa de fulano de sicrano então é essa questão de altar mor autoestima eu gosto muito mesmo sabe de poder e repensar essas coisas porque isso tem que mudar as minhas atitudes porque à medida que eu conheço meus limites e mudo as atitudes eu consigo iniciar um processo de re significar coisas negativas que coisa negativa chega na nossa vida é ruim pra caramba não acho que ainda não encontrei ninguém eu não encontrei pessoas alguém que diga não é muito bom sinceramente primeiro é nosso eo liceu a treva o ro mas muitos estão nesse processo de re significar essa dificuldade então se eu não começo por mim dá alimentando a minha fé ressignificando minhas crenças né ressignificando meus valores é difícil é difícil a gente chegar na pequena ressignificação das coisas sim com a autoestima comprometida é auto estima e auto amor pra mim significam que eu me responsabilizo por mim sim quando eu me responsabilizo eu ganho poder eu ganho o poder de transformar então aquela situação que eu não via saída o
auto estima e auto amor pra mim significam que eu me responsabilizo por mim sim quando eu me responsabilizo eu ganho poder eu ganho o poder de transformar então aquela situação que eu não via saída o que eu fazia uma leitura de que eu era a vítima eu ressignifica pra que eu tenho poder de transformar já que eu estou no comando então eu fiz daquele jeito porque eu não sabia beleza agora que eu sei então eu posso fazer diferente isso é alto a morte sim né e quando eu tomo o poder da minha vida eu não só ressignifica como eu transformei né então é parece uma coisa meio autoajuda porém muito profundo e vivenciar isso é completamente libertador e é o iel a base da resiliência é a resiliência é aquele silêncio assim em ação e esse é o processo e tomar posse é com a sua autoestima seu seu alto amor e fazendo as mudanças saber que você tá você por um comando que isso é essa coisa que você vai se descobrindo né pra errando que você falou rei melhorei trabalhei sofri influência espiritual am fala num contexto da doutrina espírita na sofre influência então através dessa questão do outra mulher autoestima você vai se vai sabendo conduzir todo esse processo de influência espiritual influência de encarnado para encarnado e você vai poder se conduzir da melhor forma possível fazemos tema suas experiências de vida e trabalhando da melhor forma possível gente isso é tão importante que às vezes aqui quando a gente fala de alta amor e autoestima anotamos e não citam ainda o tc nado do orgulho muito pelo contrário quando você fala responsabilidade por mim nana é isso ea gente não está falando que porque o orgulhoso se acha mesmo né não é esse se achar que eu sou o márcio não pelo contrário na medida que você que a gente vai trabalhando esse amor dessa importância nós mesmos vamos ver o quanto o trabalho ainda precisa ser feito para que a gente seja melhor ainda né e o orgulho é muito pequenininho porque com orgulho a gente não chega a lugar nenhum e aí a vivenciar outra dificuldade é que há um ser humilde né
ecisa ser feito para que a gente seja melhor ainda né e o orgulho é muito pequenininho porque com orgulho a gente não chega a lugar nenhum e aí a vivenciar outra dificuldade é que há um ser humilde né ser humilde consigo compreender o outro é fazer sempre o melhor que se possa em qualquer situação é tudo é um aprendizado o programa vai vai ficando por aqui terminamos agradecemos a participação das colegas é uma mídia muito obrigada a espírita vai ao ar todas as terças pela rádio comunhão na internet e às quintas pelo nosso canal da comunhão no youtube se você se inscrever no canal você vai receber os avisos de todas as palestras e produções aqui da nossa casa espírita e se tiver alguma sugestão ó e quiser escrever pra gente o nosso e-mail e rádio arroba comunhão espírita ponto com telma você pode fazer a nossa festa de encerramento com os telhados ducci até a próxima vamos fechar os nossos olhos e sentir a presença do nosso pai maior envolvendo a cada um de nós vamos também visualizar o nosso olhar meio do nosso mestre jesus nos acolhendo nos abraçando agradecendo a essa oportunidade estamos reunidos aqui envolvidos nuno em nome do pai em nome do mestre jesus nome dos mentores queridos que nos acompanhe hoje e sempre e assim pai querido em teu nome e em nome do mestre jesus e dos mentores encerramos esse momento dizendo graças a deus praças jesus que assim se você ouvir o programa papo espírita a espiritualidade na sua vida
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