DESAPEGO - Miriam dos Anjos [GRUPO DE HARMONIZAÇÃO CHICO XAVIER]

Comunhão Espírita de Brasília 12/11/2025 (há 4 meses) 32:03 155 visualizações

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Transcrição

Olá, seja bem-vindo, seja bem-vinda ao grupo de harmonização Chico Xavier da Comunão Espírita de Brasília. Hoje os nossos momentos de reflexão que tanto enriquece a nossa alma, né, quando a gente tira um tempinho da nossa da nossa correria diária para pensarmos em nós enquanto espíritos. E hoje, eh, a nossa reflexão é do livro Busca do melhor do espírito Ramed, psicografia de Francisco do Espírito Santo Neto. E o tema chama-se desapego. Então, seguindo, né, sempre as nossa nossa rotina de antes de iniciarmos a reflexão, fazermos uma prece, que possamos estar, Senhor, com a nossa mente aberta aos ensinamentos que os espíritos tanto se esforçam por nos trazer, ajudando nessa nossa jornada de progresso, de sermos cada vez mais seres humanos mais virtuosos. Que a espiritualidade amiga esteja conosco hoje e sempre. Assim seja. Então, hoje o tema de Ramed eh chama-se desapego, mas ao longo dessa leitura do texto, creio que ele mais nos trouxe uma reflexão para pensarmos sobre o apego, que é algo ainda muito concreto na nossa vida, para que a gente desperte para a necessidade do desapego. Então, nessa linha que eu imaginei que fosse, né, eh, levar a reflexão na qual realizei e que tô convidando vocês a fazerem comigo, vou ler, né, os trechos da do livro do Ramed para que vocês também façam as suas próprias reflexões, levantem as suas próprias questões e entendimentos sobre o que o Ramed nos propôs. Então ele inicia essa reflexão sobre o desapego no item da no livro dos espíritos, no qual o capítulo é sobre as penas e gozos terrestres, mas mais especificamente no tema uniões antipáticas. Então ele nos diz assim: "Os espíritos há duas espécies de afeições, a do corpo e a da alma, e frequentemente se toma uma pela outra. A afeição da alma quando pura e simpática é durável. A do corpo é perecível. Eis porque frequentemente aqueles que creem em se amar com o amor eterno se odeiam quando a ilusão termina. Forte, né? Essa esse pequeno trecho falando dessas afeições. Então, eh, o que é afeição? Já que temos duas

quentemente aqueles que creem em se amar com o amor eterno se odeiam quando a ilusão termina. Forte, né? Essa esse pequeno trecho falando dessas afeições. Então, eh, o que é afeição? Já que temos duas afeições, a do corpo e da alma. uma perecível, a outra durável. O que é afeição? Então, a afeição no nosso senso comum eh querer bem, eh sentir carinho por alguém. E ao mesmo tempo, em alguns momentos, a gente também diz no sentido de amor, quando a gente se refere a alguém como uma pessoa afetuosa, que significa, né, uma pessoa amorosa, e muitas vezes nós fazemos uma confusão entre afeição e amor. Quando vamos ao dicionário, até para podermos entender um pouquinho melhor, saindo desse senso comum, que às vezes nós distorcemos, né, desto um pouquinho o entendimento, o dicionário vai nos dizer que a afeição é a disposição, a dedicação que nós empenhamos em alguma coisa. Num entendimento mais prático, afeição é tudo aquilo que nos move, que nos toca, que nos afeta. E se nos afeta, mexe com nossas emoções e mexe com nossos sentimentos. se mexe com emoção e sentimento, vai afetar o nosso pensamento. Se afeta nossos pensamentos, né, levando eh eh incentivando a vontade, né, a nossa ação de agir, ela também, essa vontade e esse olhar para aquilo que nos move vai fazer com que também possamos influenciar o nosso próprio comportamento. Então a gente vai pensando, lembrando que na verdade se é uma disposição alguma coisa, se é aquilo que nos toca, que nos move, nós vamos perceber que também associamos afeição a outras coisas. Associamos afeição, damos, né, afeição a animais, a um pet que a gente tem em casa. damos afeição a um lugar que nos remete a uns momentos de felicidade ou de beleza. Temos afeição, por exemplo, por um por um presente ou por um objeto que ganhamos de um ente querido, que sempre que olhamos nos remete à lembrança desse ente. Temos também até afeição eh as nossas ideias, temos afeição, portanto, a acontecimentos. Então, nesse sentido, eh, os espíritos nos falaram que a gente tem, então,

s nos remete à lembrança desse ente. Temos também até afeição eh as nossas ideias, temos afeição, portanto, a acontecimentos. Então, nesse sentido, eh, os espíritos nos falaram que a gente tem, então, portanto, somos movidos por duas forças, a força do corpo, a afeição do corpo e a afeição da alma. A afeição do corpo, como nós, o corpo é uma coisa material, fica mais fácil da gente perceber. Então, a afeição do corpo é toda aquela nossa disposição, nosso esforço, nossa atenção voltada para as questões que a materialidade pode nos dar, por exemplo, bens. poder, eh, riquezas, né, até nossas próprias ideias, né, são muito importantes porque elas movem e dão um valor exacervado a esses bens, né, imperecíveis. Então, tudo que tá relacionado à materialidade, no qual nós colocamos toda a nossa força, todo o nosso empenho em obter essa feição, ela ela ela torna-se, né, muito eh ela se torna muito excessiva, muito obsessiva. Então eu tenho muita necessidade de ter aquele bem, aquela aquela aquele valor material e que na então tem de tal forma que esse valor material torna-se o meu sentido de viver, então essa afeição vai nos levar a grandes problemas porque vai exacerbar o egoísmo, vai fazer exacerbar o orgulho, a nossa vaidade. E nós vamos tendo um impulso de cada vez que se conquista conquistar mais, de acumular e mais do que isso, de gozarmos tudo que esses bens, tudo que a materialidade pode nos trazer. Então, a afeição eh as coisas materiais quando excessiva, obsessiva, eu só penso nisso, ela vai se tornar muito mais um problema do que uma benesse. Ela torna-se uma benessido a gente buscar, colocar o nosso empenho, nossa atenção em buscar essas essa materialidade que está dispostas para nós. grande eh o grande olhar, né, o grande entendimento para isso é estarmos despertos de que também esses bens que nós, por exemplo, bens materiais que conquistamos são ferramentas no progresso coletivo, não é apenas para uso exclusivo, então exacervando o nosso egoísmo. E a grande visão que eu queria

ses bens que nós, por exemplo, bens materiais que conquistamos são ferramentas no progresso coletivo, não é apenas para uso exclusivo, então exacervando o nosso egoísmo. E a grande visão que eu queria dizer é que a conquista desses bens, ela deve ser com equilíbrio e com esse olhar de que eu posso utilizar as questões materiais também para beneficiar a coletividade, aquele que está mais próximo de mim e que vive a provo a expiação de uma carência em determinado tema. Mas nos diz também os espíritos que nós também temos afeição da alma. E que afição da alma é essa? é quando nós temos a disposição, colocamos o nosso esforço para superar as nossas más tendências, as nossas imperfeições, que tem sempre como base as emoções e sentimentos que nos levam a atitudes de egoísmo, de orgulho, de vaidade. E essa disposição, então, para que a gente conquiste, superarmos a nós mesmos, superarmos as nossas imperfeições e, portanto, despertando gradativamente a consciência de quem somos, espíritos imortais em aprendizado, para que a gente possa um dia atingir a perfeição relativa, ou seja, atingir a felicidade. É, essa é a afeição da alma. Mas também em excesso, a afeição da alma também pode nos causar algum problema. O excesso, eh, de uma forma obsessiva, só pensando nas questões do processo da espiritualização, também pode nos levar a negligenciar as nossas necessidades da matéria, colocando em risco a sobrevivência e a conservação da nossa vida física. E o nosso espírito na oportunidade encarnada precisa dessa vida física para que ele se expresse, para que ele aprenda. Então nos lembra os espíritos que encarnados nós vamos vivenciar e aprender de até termos equilíbrio ao darmos ao termos afeição, tanto material quanto a afeição espiritual que devem ser tratadas e nós devemos agir com essas afeições de forma equilibrada. Mas também nos diz os espíritos algo interessante. Ele nos diz que frequentemente nós damos um valor e significado a uma que na verdade é da outra. Ou seja, nós damos ainda nesse

de forma equilibrada. Mas também nos diz os espíritos algo interessante. Ele nos diz que frequentemente nós damos um valor e significado a uma que na verdade é da outra. Ou seja, nós damos ainda nesse nosso nível evolutivo muita importância, muito valor a afeição do corpo que é perecível em detrimento da afeição da alma que é eh permanente, né, na final do que somos, sobreviveremos a à morte do nosso corpo físico e tudo que se refere à materialidade ficará, inclusive o nosso corpo físico. Então, eh, o interessante é que a gente comece a pensar e talvez seja isto, é onde está a minha atenção, qual é o valor que eu estou dando, que afeições eu estou dispondo maior o meu tempo? Qual é a afeição na qual eu tenho dado mais importância na minha vida? Então, quando a gente começa a colocar eh a nossa afeição muito nas questões materiais, então fortalecendo, nutrindo a nossa afeição do corpo, nós vamos começando a nos apegar a essa a esses bens, porque vamos confundindo que o nosso valor, que a nossa importância está na obtenção desses bens materiais, né? E com isso, ao mesmo tempo, vamos percebendo que nós não temos valor em nada e muito menos controle sobre o que está externo a nós, né, as coisas materiais. Então, como há essa insegurança de que na de verdade aquilo que acreditamos possuir não temos, não possuímos, que não controlamos, né, a permanência deles conosco, seja em coisas, seja pessoas, nós vamos criando uma forte afeição a esses bens. E nessa forte afeição, naturalmente vai surgir a uma preocupação, um medo, um assombro com a possibilidade de perdê-los. E como vamos se sentindo inseguros, vamos agarrando-nos excessivamente a esses bens impermanentes. E a isso nós vamos criando em nós o que se chama de apego, que na verdade nós vamos criando um vínculo emocional tão forte com esses bens, seja esses bens pessoas, né, seja esses bens coisas materiais, de tal forma que nós devemos estar atentos com que intensidade é excessível esse a minha afeição por isso ou por esse

rte com esses bens, seja esses bens pessoas, né, seja esses bens coisas materiais, de tal forma que nós devemos estar atentos com que intensidade é excessível esse a minha afeição por isso ou por esse alguém. Se é muito excessivo, certamente terei problemas. Mas também ter afeição, ter uma disposição, ser movido a estar perto de alguém, a estar mais próximo de alguém que nos faz tão bem, que no qual nos desperta a nossa melhor vontade de sermos cada vez melhor. Se nós estamos eh próximos ou então se nos afeiçoamos a um pet ou a um animalzinho, se nos afeiçoamos a lembranças, né? memórias significativas de forma equilibrada. Isso sempre vai nos trazer para a nossa, para o nosso sentimento, para a nossa emoção, para a nossa espírito, aqueles momentos de alegria, de realização, de o quanto nós conseguimos vencer algumas dificuldades. E o apego nesse sentido, vamos dizer que seja um apego saudável, porque nós damos a cada afeição o valor devido. Significa que eu mantenho a minha autonomia, a minha independência em relação a isso. Fal, eu continuo no meu processo de desenvolvimento, de crescimento, de de desenvolvimento da inteligência, da minha moralidade. Eu não dependo desse bem para ser feliz. Eu não dependo desse bem para me sentir segura. Eu não dependo desse bem para me sentir importante. Então esse apego de forma saudável é um apego no qual eu sei que a o animalzinho é responsabilidade minha cuidar, mas ele é um ser no qual eu devo ajudá-lo porque também está no processo num processo evolutivo. Mas ele não é, ele não sou eu, né? Ele não é, ele não é uma, a minha, eu não olho nele que o amor que eu deva dar e tá identificado nesse animal. O amor que eu devo doar, além de estar também no meu petezinho que tanto afeiçou, também está no distribuir para os outros seres humanos, né? Da mesma forma quando estou com alguém eh muito próximo, feliz, né? Porque percebo que é uma relação construtiva de independência e de autonomia. Eh, vou percebendo o quanto essa relação

humanos, né? Da mesma forma quando estou com alguém eh muito próximo, feliz, né? Porque percebo que é uma relação construtiva de independência e de autonomia. Eh, vou percebendo o quanto essa relação se baseia no respeito, na liberdade que eu sinto e que o outro sente em relação a mim, de dos seres humanos distintos que somos cada um de nós. Mas quando nós temos um vínculo afetivo com uma necessidade excessiva que nos cria dependência, eu só sou seguro, eh, eu só sou importante, ou eu sinto ansiedade ou uma tristeza profunda na ausência desse bem. E nós vamos, portanto, criando, né, o vínculo de dependência, nós vamos criando muitos problemas, porque nesse apego, nesse apego da dependência na qual eu me identifico, só tenho valor, só tto seguro quando estou na presença ou quando sinto ou penso ilusoriamente, né, de uma forma muito eh adoecida, de que aquele bem, em especial aquela pessoa, me pertence a mim, é minha, vou criando sofrimentos e esse sofrimento está justamente na dificuldade de querer aceitar, de abrir mão daquilo que se está apegado. E assim começa a reflexão de Hamed bem rapidamente, né? Muito interessante que ele vai nos lembrando que tudo passa na Terra, só permanecerão as coisas do céu, ou seja, as coisas espirituais. Passam cônjuges e filhos, mas permanecerá a família universal. Passo as características da juventude para atingirmos o amadurecimento pessoal, passo às construções devenaria, os impérios e poderes, as vestimentas e joias raras, as nacionalidades e costumes, o gênero atual para que galguemos a plenitude da ambiguidade da alma, os valores moralistas, os títulos e diplomas, porque a transitoriedade é incontestável. valor do espírito. Tudo passa, tudo é instável, nada é constante ou imutável na vida terrena. Então, se a gente se prepara fisicamente para para as intempérias do clima, nos preparamos para estarmos bem diante de um clima mais frio, diante de um clima mais quente, por que que a gente tem tanta dificuldade de preparar a nossa

icamente para para as intempérias do clima, nos preparamos para estarmos bem diante de um clima mais frio, diante de um clima mais quente, por que que a gente tem tanta dificuldade de preparar a nossa mente, nossos sentimentos para essas intemperes da vida? Então, se alegre com as nossas superações, das nossas mais tendências. É, é importante que a gente se alegre com as nossas conquistas depois que pensamos por um desafio. Como é bom a gente ver que, poxa, não é que eu consegui vencer com a com a fé, com a com a ação da providência divina e contando comigo mesmo, com as minhas potencialidades, contando com as minhas habilidades, desenvolvendo novas que foram precisos. como é bom, mas também como é bom também estarmos psiquicamente, emocionalmente preparados para novos enfrentamentos, porque esses enfrentamentos, esses desafios são as nossas eh provas para o nosso crescimento, para que a gente se torne cada vez mais ajustados às leis divinas, às leis morais. Então, se nós nos prepararmos, quando chega esse momento de desafio como alguém que está em prova, nós vamos estar olhando esse desafio de uma nova forma. Vamos, que recursos eu tenho? Que recursos eu preciso buscar para o enfrentamento? E o enfrentamento, a dificuldade deixa de ser um desespero, deixa de ser um desalento e passa a ser uma motivação de encontrar em mim as capacidades para vencer. Lembrando que está em nós todas essas capacidades e habilidade. Quem se prende na esterialidade, nos diz Ramed, nas coisas de fora, muitas vezes se ouvida de que no final das contas ninguém fica com o papelete do embrulho, mas sim com o que importa de fato, que é o conteúdo. Ou seja, nada do que nos acontece é mais importante de termos a atenção de como nós lidamos com aquilo que nos acontece. Esse é o olhar mais importante. Não é aquilo que me acontece, mas aqui como a maneira como eu dou, como eu vejo, como eu lido com aquilo. E nos diz Ramed que devemos construir e elaborar a nossa individualidade, vivendo bem conosco mesmos.

quilo que me acontece, mas aqui como a maneira como eu dou, como eu vejo, como eu lido com aquilo. E nos diz Ramed que devemos construir e elaborar a nossa individualidade, vivendo bem conosco mesmos. Essa individualidade e esse ser único que cada um de nós é, porque nossas experiências nos tornaram únicos. Temos uma maneira de ver determinados temas da nossa vida de maneira diferente, porque estão baseados nas nossas experiências. E cada vez que nós vamos nos alegrando pela superação dessas nossas imperfeições, de que somos capazes de tudo vencer e lidar com as dificuldades de uma maneira mais leve, mais atenciosa, nós vamos percebendo que as nossas potencialidades que estavam adormecidas, elas surgem. E aí nós vamos compreendendo que cada vez mais esse ser único que eu sou, filho de Deus, eu posso começar a me desvincular de comportamentos que me prendem e que me limitam nesse processo de ser um ser único, o ser que eu realmente sou, segundo as minhas experiências. Então, a gente vai nos desramete, aprendendo a nos desvincular da dependência e da submissão da opinião alheia a nosso respeito. E além disso, nós vamos também nos desvinculando da necessidade de autocompararmos com os outros. Vamos olhando, aceitando o que somos, quem somos, melhor falando. E aí nos diz a média: "Faça seu melhor hoje, pois só isso lhe garantirá o bem. estarde amanhã. Um dos maiores absurdos da vida é acreditarmos que temos a posse de tudo quando na verdade não somos donos de nada, mas apenas hóspedes transitórios. Incoerente é viver apegado às coisas exteriores e ao mesmo tempo, buscar adentemente a paz interior. Desapego aquele o convite que ele nos faz nessa reflexão, nesse tema. E apego não é desinteresse, desapego não é indiferença, é darmos as coisas, os devido, as nossas afeições, o seu devido valor. Lembrando que nós, em oração, em meditação, unidos, conectados com a espiritualidade, nós vamos fazendo esse processo de desapego, de darmos as coisas o seu devido valor, porque se são

u devido valor. Lembrando que nós, em oração, em meditação, unidos, conectados com a espiritualidade, nós vamos fazendo esse processo de desapego, de darmos as coisas o seu devido valor, porque se são afeições do corpo, ficarão na materialidade e sofreremos muito na sua ausência. Ao mesmo tempo, a afeição do da alma vai nos preparando para o enfrentamento de que cada vez mais o desapego se torna necessário para que a gente tenha cada vez menos sofrimento. Não que a espiritualidade amiga, os amigos espirituais, em especial nossos mentores, possam nos ajudar nesse processo de desapego que tanto tem a ver com as nossas inclinações ainda, para que tudo que é importante para mim seja para mim, que as coisas estejam sempre eh rodando a benefício dos meus próprios interesses, que é o egoísmo. que possamos no desapego, criarmos o olhar da fraternidade, do progresso coletivo e participar desse progresso coletivo. E a espiritualidade, então, nos ajude nesse grande desafio que é sermos humanos. Humanos no sentido de sermos seres virtuosos. Sigam em paz. E agora fiquem com passe virtual. Assim seja. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual [música] da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade [música] auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando [música] sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus [música] de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando

confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus [música] de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas [música] e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental [música] e espiritual. Senhor meu Deus, [música] permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos [música] amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada [música] um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia [música] e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. que também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para [música] cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. A oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós [música] o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na [música] terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos [música] devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos [música] do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos,

oa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos [música] do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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