DESAFIOS DA DOUTRINA ESPÍRITA NO FUTURO - Jefferson Bellomo [COMUNHÃO INSPIRA]

Comunhão Espírita de Brasília 29/03/2026 (há 1 semana) 1:13:21 517 visualizações

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Transcrição

Obrigado a comunhão espírita de Brasília. [música] >> Boa noite a todos. Sejam todos bem-vindos. para mais um comunhão inspira. É uma satisfação estar aqui com vocês. Aqueles que não me conhecem ainda, eu sou o Ricardo Honório. Tenho a honra de apresentar esse programa, de fazer a mediação com os nossos convidados. O Comunhão Inspira é um programa de entrevista. Ele vai ao ar sempre no último sábado de cada mês, das 19 às 20 horas. Procuramos sempre trazer um tema de interesse da comunidade espírita e muitas vezes vai além da comunidade espírita. Hoje, por exemplo, nós temos a honra de receber o nosso amigo Jeferson Belomo. É um trabalhador aqui da comunhão espírita de Brasília. E nós vamos bater um papo sobre os desafios da doutrina espírita no futuro. Então, sejam todos mais uma vez bem-vindos. Aqueles que nos acompanham pela TV e pela rádio comunhão também sintam-se abraçados. O nosso programa ele mantém a dinâmica de sempre. Eu eu tenho algumas perguntas para fazer para o Jeferson, mas vocês podem também, se quiserem encaminhar perguntas para o nosso convidado. Temos ali uma colaboradora, tem papel e caneta. E aqueles que estão nos assistindo pela TV e pela rádio comunhão, pode mandar suas questões pelo chat e a nossa amiga Cláudia, que está ali apóstos hoje, eh, transmitirá para o Jeferson a pergunta de vocês, tá bom? Dito isso, seja bem-vinda também, Cláudia. Obrigada, Ricardo. Seja muito bem-vindo, Jeferson Belomo, duas pessoas que eu admiro muito, muito, uma honra muito grande estar aqui com vocês hoje, com vocês aqui, encarnados e desencarnados que estão presentes acompanhando a nossa palestra da noite. Sejam todos muito bem-vindos. Queremos agradecer aqui a tia Norma, o Paulinho no Violino, são músicos que sempre estão conosco aqui, né, no Comão Inspira e trazem >> praticamente os céus à terra nesse momento de música e de encantamento espiritual. Então, convido a todos, a todas, sejam muito bem-vindos. Vamos, quem quiser, fechar os olhos e vamos então fazer a nossa prece de abertura

à terra nesse momento de música e de encantamento espiritual. Então, convido a todos, a todas, sejam muito bem-vindos. Vamos, quem quiser, fechar os olhos e vamos então fazer a nossa prece de abertura desse momento de luz. Nós estamos aqui, Senhor, enlevados e elevados, em sintonia com a espiritualidade amiga, para abrirmos conhecimentos, bênçãos e esclarecimentos que nos conduzam na nossa prática do dia a dia para nos melhorarmos enquanto espíritos imortais que somos. Agradecidos profundamente por esse momento, te pedimos permissão, Senhor Jesus, e ao nosso querido Dr. Bezerra de Menezes, que preside os trabalhos à direção desta casa, para darmos por aberta esta bendita noite de perguntas e respostas na comunhão espírita de Brasília. Que assim seja. Obrigado, Cláudia Jeferson, não é a primeira vez que você está aqui conosco. Seja bem-vindo mais uma vez. É sempre uma satisfação tê-lo conosco. >> Muito obrigado, Ricardo. Obrigado, Cláudia. Boa noite para todo mundo. >> Jeferson, como o nosso tema é desafios da doutrina espírita no futuro, eu quero começar te perguntando envolvendo uma realidade da qual nós não temos como fugir, que são as novas tecnologias de comunicação que nós temos, envolvendo, dentre todas elas, as nossas redes sociais. Então eu quero começar te perguntando como a doutrina espírita, como ela pode se adaptar a todas essas inovações no campo da comunicação, de redes sociais, enfim, todas essas tecnologias adaptar-se sem perder a sua essência. Tem como? tem, mas não é fácil, porque a tentação da forma acabar mudando o conteúdo sempre é muito grande. E a gente percebe isso quando a gente fala, né? Eh, a doutrina, ela tem os seus postulados. A doutrina espírita, ao contrário de outras religiões, na proposta religiosa que o espiritismo tem, ela tem uma proposta de evoluir conforme o conhecimento humano evolui. A doutrina ela não é engessada. Então, por exemplo, eh não se sabia até 90, começo do ano 2000, a respeito de duas forças que regem o universo, que

ta de evoluir conforme o conhecimento humano evolui. A doutrina ela não é engessada. Então, por exemplo, eh não se sabia até 90, começo do ano 2000, a respeito de duas forças que regem o universo, que uma se chama matéria escura, outra se chama energia escura. No século XIX ninguém sabia nada sobre isso, não existia isso. Então, eh, quando a gente pensa, por exemplo, na atuação do espírito na matéria, é algo que Kardecou, que Emanuel não pensou, André Luiz não pensou, Chico Xavier não pensou porque não existia, ou melhor dizendo, existia, mas as pessoas não tinham conhecimento. Então, a partir do momento que se tem o conhecimento, como olhar para essa revelação da ciência que diz que, por exemplo, 85% da matéria do universo, ela não pode ser vista, não pode ser medida, ela não pode ser experimentada, porque ela não interage com a luz, ela só interage com a gravidade. Como os espíritos trabalham com isso e qual a influência disso? por exemplo, o nosso corpo físico com o nosso perespírito. Isso é um dado novo. Então, esse dado novo pode ser incorporado à doutrina espírita com a metodologia espírita. Muitos espíritos, por diferentes médiuns que não se conhecem, tratam do mesmo tema, trazem uma resposta comum e essa resposta então incorpora na doutrina. Quando a gente fala de movimento espírita, movimento são as pessoas. como as pessoas elas trazem o espiritismo. O Ricardo, ele é um divulgador da doutrina espírita. Eu sou um divulgador da doutrina espírita. A Cláudia é uma divulgadora da doutrina espírita. Nós fazemos parte, né, das pessoas que formam opinião no movimento espírita. Aí que vem uma coisa interessante. Nós também usamos rede social. Nós também estamos no mundo digital. A forma como nós nos comportamos no mundo digital, ela vai ser uma forma de expressar a nossa personalidade. E aí o que que nós vemos acontecendo de uma maneira geral, independente de ser espírita, de não ser espírita, as pessoas acham que estão com anonimato no mundo virtual, então elas começam a

onalidade. E aí o que que nós vemos acontecendo de uma maneira geral, independente de ser espírita, de não ser espírita, as pessoas acham que estão com anonimato no mundo virtual, então elas começam a mostrar um lado que olho a olho, presencialmente, sentado de frente um pro outro é um comportamento que as pessoas não teriam, mas que atrás da tela do computador, atrás da tela do celular, as pessoas têm. Então, como eh a doutrina espírita ela conversa com o mundo digital, da mesma forma que nós conversamos aqui olhando para as pessoas presentes, com respeito, com conhecimento, com eh acolhimento, mas sem nos afastarmos dos fundamentos da doutrina. É, essa é é o que é o fundamental. O que a gente não pode, em termos de movimento espírita é assumir uma postura, por exemplo, eu falar alguma coisa ou escrever alguma coisa, postar alguma coisa enquanto divulgador da doutrina espírita numa rede social espírita que eu não faria aqui olhando para vocês. Esse cuidado tem que ser. Aí até as pessoas perguntam: "Tá, mas o dirigente espírita, ele pode ter uma opinião política, ele pode ter uma opinião literária, cultural?" pode na rede social particular dele e mesmo assim com muito respeito. Quando ele fala em nome de uma instituição ou quando ele fala em nome da doutrina, aí ele fala em nome de algo muito maior do que a sua própria pessoa. Então ele tem que assumir uma posição sempre de muito respeito, de muita fidelidade a aos postulados e do espiritismo, porque senão as pessoas vão procurar espiritismo e vão encontrar as vozes da cabeça daquele sujeito e não aquilo que vai dar a recepção, o acolhimento, né, a a base que as pessoas procuram. Então eu acho que sintetizando o comportamento na rede social do espírita, como deveria ser de todas as pessoas, mas principalmente dos espíritas que falam em nome do espiritismo, tem que ser o mesmo comportamento que a gente teria falando olho no olho. E isso não acho que precisa ser espírita para isso, né? Eh, eu mesmo, né, nas redes sociais,

que falam em nome do espiritismo, tem que ser o mesmo comportamento que a gente teria falando olho no olho. E isso não acho que precisa ser espírita para isso, né? Eh, eu mesmo, né, nas redes sociais, eu tenho opinião sobre tudo. Eu eu dou pitaco em tudo. Às vezes eu sou irônico, às vezes eu faço uma brincadeira, às vezes eu sou um pouco mais assertivo, mas eu nunca procuro ofender a pessoa que tá do outro lado. Porque a minha regra é sempre a seguinte, eu falaria isso se eu tivesse olhando no olho, se a pessoa tivesse na minha frente, eu falaria o que eu escreveria o que eu estou eu falaria o que eu estou escrevendo. Então não, não falaria. Então por que que eu vou escrever? Por que que eu faria isso, né? E ainda mais nessa época de que a gente tá vendo, já tem um tempinho de extremismos políticos, eu sempre fico pensando, se a pessoa que tem uma posição política diferente da minha sentasse na minha frente para tomar passe, como eu trataria essa pessoa? Eu seria sarcástico? Eu seria agressivo, eu seria indiferente? Não, porque eu estaria ali dando o meu melhor para contribuir para a saúde daquela pessoa. Por que que eu vou fazer diferente na rede social? >> É, é exatamente, Jeferson. E dentro desse mesmo assunto que nós abordamos agora a questão das redes sociais e eu quero trazer para nosso pro nosso bate-papo, Jeferson, a questão das mudanças culturais e sociais. Tudo faz parte de um grande pacote de mudanças que a humanidade está vivendo, mas tem como a gente diferenciar o que são mudanças tecnológicas das mudanças comportamentais, culturais e sociais. Então, dessas mudanças culturais que nós estamos vivendo, eh, mudança de valores, eh, em algumas situações, inversão de valores em algumas situações da vida em sociedade, como manter a nossa autenticidade de princípios? Porque quando nós nos dizemos espíritas, e eu tenho dito isso em algumas palestras, muitas vezes a gente diz: "Eu sou isso, eu eu sou aquilo", mas parece que não tem consciência do que está dizendo. Porque quando eu digo:

dizemos espíritas, e eu tenho dito isso em algumas palestras, muitas vezes a gente diz: "Eu sou isso, eu eu sou aquilo", mas parece que não tem consciência do que está dizendo. Porque quando eu digo: "Eu sou espírita", eu estou dizendo nas entrelinhas da minha fala que eu estou adotando um conjunto de valores que compõem aquilo que eu tô dizendo que sou, que é a doutrina espírita. E nem sempre o meu comportamento reflete aquilo que eu digo que eu sou. Então, dentro dessas possibilidades de comportamentais, culturais e sociais, como manter a autenticidade dos princípios espíritas nesse caldeirão todo de mudanças que nós estamos vivendo? Eh, Ricardo, eu dei aula muitos anos no estudo sistematizado da doutrina espírita e no estudo da mediunidade da doutrina espírita. Hoje eu só dou palestra e dou aula no estudo aprofundado da doutrina espírita no curso do cristianismo e espiritismo. Eu costumo repetir para todo mundo que já teve aula comigo que a coisa mais difícil em uma encarnação é você não ir com a turma, você não assumir o comportamento de cardum. >> É, >> é a coisa mais difícil que tem porque ser autêntico, né? Porque o que acontece quando a gente tem valores e aí entra no ponto que você colocou na sua introdução de uma forma brilhante. Quem é espírita? Para se dizer espírita tem que conhecer o espiritismo, porque não faz sentido o sujeito falar que é espírita e não saber nada de espiritismo. Então é espírita porque conhece o espiritismo e concorda com os valores espíritas. Então tem valores e esses valores vão ser a medida da minha ação no mundo e a minha interpretação no mundo da forma da dinâmica como as coisas acontecem. O que que é o comportamento de cardume? Eu sou espírita. Eu digo que eu tenho valores espíritas, mas se todo mundo faz, eu também faço. E aí o que acontece? nós pegamos, e esse é um bom desafio. Nós pegamos os maus exemplos de fora e trazemos aqui para dentro. E a proposta seria pegar os bons exemplos daqui de dentro e levar lá para fora.

o que acontece? nós pegamos, e esse é um bom desafio. Nós pegamos os maus exemplos de fora e trazemos aqui para dentro. E a proposta seria pegar os bons exemplos daqui de dentro e levar lá para fora. E aí um exemplo simples, eh, grupo mediúnico. Grupo mediúnico, ele tem uma dinâmica que ele precisa que as pessoas se harmonizem, se concentrem, porque elas vão entrar num estado alterado de consciência. E nesse estado alterado de consciência, haverá uma comunicação num vocabulário bem simples, entre vivos e mortos, ou seja, entre encarnados e desencarnados. Para que as pessoas tenham essa frequência, elas precisam, por exemplo, o grupo fecha a porta às 20 horas. Não é para chegar às 20 horas, é para chegar 19:45, 19:30 para que a pessoa já entre naquela tranquilidade, naquele sossego, porque 8:30, depois da leitura do Evangelho, depois da da discussão a respeito, por exemplo, de um livro que tá sendo estudado no grupo, essas pessoas estejam harmonizadas para o diálogo com a espiritualidade. E aí o povo começa a chegar 10 pras 8, 2 pras 8, 8, 8:05, 8:10, 8:15, 8:20. Porque na faculdade a aula é às 8, no colégio, né, no trabalho, a pessoa tá acostumada a chegar desse jeito. Só que e essa dinâmica lá de fora, ela não pode ser repetida aqui dentro. O ideal seria o contrário. E a dinâmica aqui de dentro, bom, eu tenho grupo mediúnico às 20 horas, eu procuro chegar mais tarde, 20, eh, 19:45. É o mesmo comportamento que eu vou ter na faculdade. A aula começa às 20 horas, 19:45. Eu tô sentado já dando uma olhada no material, me preparando para aula. Eu vou pegar meu filho na escola, eu estaciono em fila dupla. Todo mundo faz isso. Por que que eu vou estacionar dentro da quadra? Por exemplo, para quem não é de Brasília, Brasília não é um quarteirão fechado, é uma quadra. Então, as pessoas estacionam dentro do quarteirão, né, por assim dizer. Mas todo mundo quer estacionar perto da escola, estaciona em fila dupla. Chega na casa espírita, adivinha fazer o quê? Quando vai eh deixar alguém

estacionam dentro do quarteirão, né, por assim dizer. Mas todo mundo quer estacionar perto da escola, estaciona em fila dupla. Chega na casa espírita, adivinha fazer o quê? Quando vai eh deixar alguém ou quando tá esperando alguém? Estaciona em fila dupla. O ideal é que aqui se estacionasse corretamente para que lá fora, no hospital, no mercado, na escola, esse comportamento daqui fosse lá para fora. Como é que isso funciona? Quando a gente tem princípios. E aí, eh, a gente tá vivendo um probleminha que tá muito evidente exatamente por causa das redes sociais. João, eh, por exemplo, fulano bateu no ciclano ou fulano, eh, pegou e xingou o ciclano. Quem é o fulano? Ah, é o José. Não, pera aí. José é meu amigo. Então, José deve ter os motivos dele para ter xingado. José deve ter os motivos dele para ter ofendido. Não, quem xingou na verdade não foi José, foi o João. Ah, não, João, eu não gosto dele. Para ele, o rigor da lei. Eu não tô analisando o acontecimento de acordo com o ato. Eu tô analisando o acontecimento de acordo com a pessoa. Se essa pessoa eu tenho proximidade, eu penso de um jeito. Se essa pessoa eu não gosto, eu penso de outro. Isso é não agir com princípios. Porque quando a gente tem princípio, não me interessa se é o Ricardo que tá fazendo. O que me interessa é o que o Ricardo fez. Eu vou apoiar ou eu vou criticar o Ricardo porque o Ricardo fez certo ou fez errado. Porque o Ricardo está agindo e eu estou fazendo um julgamento de acordo com os meus princípios. Se eu não tenho princípio ou se os meus princípios são muito flexíveis, que é quase não ter princípios, o meu princípio ele vai se adequar ao meu relacionamento com Ricardo. E é essa é que tá sendo uma também da eh das grandes discussões do movimento espírita. O movimento espírita, ele basicamente ele fala o seguinte: tem Deus, tem Deus. Deus ele rege o universo como? Com regras. As regras de Deus funcionam da seguinte maneira. Se Deus estabeleceu regras, o que se aproxima das regras de Deus é bom. O que se afasta das regras de Deus

. Deus ele rege o universo como? Com regras. As regras de Deus funcionam da seguinte maneira. Se Deus estabeleceu regras, o que se aproxima das regras de Deus é bom. O que se afasta das regras de Deus é mal. Tem bem, tem mal, tem. Bem e mal são relativos. Bem e mal só relativos se você não tiver Deus. Quando você tem Deus, bem e mal, eles não são relativos, eles são absolutos. O que é bem? O que se aproxima das regras de Deus. Que é mal, o que se afasta regras de Deus. Então, enquanto espírita, para eu evitar o meu movimento de cardume, a questão é: o cardume tá indo para cá. Isso está de acordo com as regras de Deus? É bem, lembre-se quando no relato dos evangelhos nós temos um julgamento de Jesus perante Pilatos no seu palácio em Jerusalém, onde tem uma multidão que vai escolher entre Barrabás e Jesus. A multidão escolheu Barrabás. E o próprio evangelho diz que ela foi ensuflada pelos líderes religiosos. Tinham medo de Jesus. É muito fácil a gente falar barra bás crucifica-o, crucifica-o. É muito fácil. Difícil você tá numa situação dessa e falar assim: "Não, Jesus, tem uma, eu tive a oportunidade de visitar um, o museu do holocausto na Alemanha, lá em Berlim. E o Museu do Holocausto ele tem fotos, muitas fotos, ele não tem muitos objetos, são fotos. E no museu do holocausto tá Hitler como firra num carro com aquele gesto dele de mão e de braço estendido, a multidão toda de braço estendido. E na foto tem um sujeito que tá de braços cruzados. Esse cara do braço cruz, dos braços cruzados é o cara dos valores. Não que as pessoas que estejam com braço esticado, aquele braço esticado não representasse os valores que elas comungavam com o firer, mas a maioria daquelas pessoas tava esticando o braço, porque todo mundo tava esticando o braço. Então elas não queriam ser diferentes da maioria. Então, nessa eh nesse desafio de um mundo tão conectado, de um mundo tão tecnológico, a questão são os valores. A gente saber conversar com esse mundo, saber se adaptar a esse mundo, saber eh

maioria. Então, nessa eh nesse desafio de um mundo tão conectado, de um mundo tão tecnológico, a questão são os valores. A gente saber conversar com esse mundo, saber se adaptar a esse mundo, saber eh dialogar com todos os lados abrir mão dos nossos valores. Porque se a gente abrir mão dos valores, a gente vai começar barra base barra bas. Jefferson, ainda nessa nessa temática de toda essa evolução que tem acontecido nas últimas décadas, e eu eu gostaria de te ouvir agora falar um pouco sobre o relacionamento do espiritismo. Eu digo do Espiritismo, mas acaba sendo dos espíritas com outras religiões, tá? Eh, como dialogar, como a gente manter uma relação eh de proximidade, de respeito, de aceitação de outras religiões? Parece ser uma pergunta assim um tanto enfundada, porque talvez algumas pessoas digam assim: "Não, isso é fácil. Eu vivo a minha religião, a outra vive a dela e vida que segue." Mas será que é assim? Nós vamos criar eh núcleos espíritas aqui, outros ali e a e a humanidade não é um rebanho só, não é? Nesse sentido que eu gostaria de te ouvir. Como a gente manter nesse mundo globalizado e tão interativo manter a nossa relação com outras religiões? O que é comum e muito comum ao ser humano do nosso nível evolutivo, no espiritismo, eh, existe classificação das populações dos mundos. Pessoal fala assim: "Não, a classificação dos mundos, na verdade é da população que habita aquele mundo." A Terra é um mundo de gente complicada. A Terra não é um mundo de gente resolvida. é gente bem enrolada. É o que no espiritismo a gente chama de um planeta de provas e expiações. Então, quem é que está na Terra na sua imensa maioria? Não são pessoas espíritos muito primitivos. Ou seja, primitivo é muito no começo, mas também não é espírito muito evoluído. Isso aí é exceção. Os dois extremos são exceções. Nós temos eh a maioria das pessoas elas sabem o que é certo e fazem o errado. Por isso que é um planeta de gente complicada. O que tem de comum num planeta de gente complicada? sofrimento.

o exceções. Nós temos eh a maioria das pessoas elas sabem o que é certo e fazem o errado. Por isso que é um planeta de gente complicada. O que tem de comum num planeta de gente complicada? sofrimento. Porque como as pessoas elas sabem o que é certo e elas agem da forma errada, seja de forma voluntária ou de forma até inconsciente, elas colhem aquilo que elas semeiam. Se elas são desequilibradas, elas colhem desequilíbrio. Essa é a imensa maioria das pessoas que vivem no nosso planeta. Por isso que o nosso planeta tem tanto sofrimento. Então, qual é o ponto comum da humanidade? onde todo mundo se encontra na dor. Qual é o ponto comum da ação de todas as religiões, independente se elas acreditam que Deus são três pessoas em uma, se é uma única entidade, se são centenas de entidades, cada um com lida com o fenômeno da natureza, isso aí cada religião tem a sua vertente. Cada religião merece ser eh respeitada nisso. Mas o que une essas pessoas ou deveria unir essas pessoas é ajudar uma massa de gente em sofrimento. E para isso eu não preciso nem acreditar em Deus. Para eu ter empatia com alguém da minha espécie faz parte da minha natureza humana. O ser humano é da natureza humana. você ter empatia pelo sofrimento de outro ser humano. Quando você não tem empatia, você tem um transtorno, um desvio chamado psicopatia. Você é incapaz de olhar para o outro e ter o mínimo de empatia com a dor dele, com a felicidade dele. A grande maioria da população, ela tem essa empatia porque é da natureza humana. É aí que as religiões deveriam se encontrar todas. Porque todas as religiões elas podem atender a uma massa de gente em sofrimento, independente dos valores que essas religiões comunguem, né? Eh, por assim, eu posso trabalhar junto contigo e discordar das tuas ideias, mas aí a Cláudia tá precisando da gente. O fato de eu discordar das ideias do Ricardo não impede de nos unirmos para ajudar a Cláudia, né? Então, eu acredito que resolver os problemas de pessoas em sofrimento é a grande argamassa que une

te. O fato de eu discordar das ideias do Ricardo não impede de nos unirmos para ajudar a Cláudia, né? Então, eu acredito que resolver os problemas de pessoas em sofrimento é a grande argamassa que une os diversos tijolos religiosos. >> É, você falou bem, Jeferson. Ou seja, se a gente fosse resumir tudo isso que você disse, seria respeito pelo diferente. >> Uhum. respeitar as diferenças e não perder de vista o grande objetivo que é esse o o crescimento espiritual, o nosso aprendizado, a nossa união em suma, >> aprendermos a viver em função do amor. >> E rapidamente, a ideia não é minha, a ideia tá lá é no Evangelho de Lucas. Eh, ela tá expressa numa num conto chamado a parábola do bom samaritano. >> É, exatamente. >> O samaritano era um sujeito que pensava de forma muito diferente de um judeu. E tinha um cara que foi eh assaltado e bateram até o sujeito ficar desacordado na beira da estrada. O que fez a diferença ali não foi a religião das pessoas, fez a diferença, foi se conoer por uma pessoa que estava caída na estrada. E aí Jesus pega esse exemplo de um povo que era antagônico ao a a cultura judaica como exemplo de que pode dar certo. Então, se a gente fizer isso, tá indo bem. >> Muito bom. Temos uma pergunta do público, Cláudia. >> Temos duas, na verdade, uma daqui do salão e outra na no chat. >> Pode fazer, por favor. Então, a primeira aqui do salão, uma nossa irmã fala o seguinte: Jefferson, assim como o senhor, sou espírita, sou trabalhadora da casa e também profissional da comunicação. Portanto, essa discussão de hoje me acompanha o tempo todo. A falta de valores sempre existiu. O senhor não acha que ela apenas está sendo difundida mais rápido devido à tecnologia ou a falta de valores tem aumentado? >> É um pouco das duas coisas. Porque antigamente, e antigamente é meio complicado da gente falar, porque o que que é antigamente, né? Se você conversar com um rapaz de 15 anos, ele vai dizer que 5 anos atrás era antigamente. Pega nós coroa aqui. Antigamente já

nte é meio complicado da gente falar, porque o que que é antigamente, né? Se você conversar com um rapaz de 15 anos, ele vai dizer que 5 anos atrás era antigamente. Pega nós coroa aqui. Antigamente já antigamente, né? Tem um ditado que eu gosto muito que diz que o diabo, ele é o diabo não porque ele é sábio, mas porque ele é velho. E a gente vai entendendo, quando vai ficando velho, vai entendendo por que o diabo é o diabo, né? porque ele é velho, ou seja, ele teve muito tempo para aprender e a experiência conta muito. Nós vivemos um momento que após a Segunda Guerra Mundial houve uma um grande movimento filosófico que é um movimento muito de desencanto em relação a tudo no mundo, em relação às religiões, em relação ao sentimento patriótico, em relação aos direitos humanos, em relação a, na época a Liga das Nações, ou seja, as nações preserv o mundo das guerras depois da Segunda Guerra Mundial, isso entrou em profunda crise e houve, por exemplo, depois do holocausto, o holocausto foi um processo de matança industrial de muitas pessoas, mas particularmente de um povo, eh, uma raça, os judeus, né? Hoje não se fala mais raça, se fala em grupo étnico, grupo cultural. Foram 16 milhões de judeus mortos, sem contar ciganos, homossexuais, comunistas, todo mundo paraa Câmara de Gás, Câmara de Gás. E aquilo numa escala industrial. Então aquilo gerou uma até um pensamento dentro do próprio judaísmo de se Deus existe, onde é que tava Deus que não interviu. Por isso que quando a gente olha pro continente europeu, a maioria do continente europeu no na Europa Ocidental, ela é ateia, é reflexo desse movimento. A partir daí, as pessoas começaram a entender que não tem Deus. Então, tudo é relativo. Tudo é relativo. Se tudo é relativo, você não tem valores. Eu tenho meus valores, ele tem um dele, cada um tem o seu e tá resolvido. E aí a gente tenta disputar para o meu valor ser preponderante em cima do valor dos outros, o valor dos outros ser preponderante em cima do nosso e assim segue.

dele, cada um tem o seu e tá resolvido. E aí a gente tenta disputar para o meu valor ser preponderante em cima do valor dos outros, o valor dos outros ser preponderante em cima do nosso e assim segue. Então essa visão de que a o mundo não eh o mundo não tinha eh nunca teve ou essa crise de valores, ela não é nova, não. Ela é nova sim, ela tem mais ou menos 80 anos, 60, 80 anos. Nessa esteira surgiu um movimento chamado pós-modernidade. Pós-modernidade ele é muito diferente, por exemplo, do movimento da visão espírita. A visão espírita é uma visão racionalista. Vamos tentar entender o mundo através da razão. O movimento da pós-modernidade vai dizer o seguinte: a razão serviu paraa bomba atômica. A razão serviu pro submarino que afundava navio mercante e navio turístico. A razão serviu pra metralhadora. A razão serviu paraa Câmara de gás. Então para que é razão? O importante é como eu me sinto. Sabe o pessoal que tá de cabelo branco que fala assim: "Essa geração do mimimi". Pois é, a geração do mimimi, ela foi construída em 60 anos na base desse pensamento pós-moderno. O importante é como eu me sinto, porque eu não confio mais na razão, eu não confio mais na religião. Então, essa crise de valores, ela é fruto desse pensamento. Só que nós, enquanto espíritas a gente eh eu acho até curioso as pessoas dizer assim: "Não, eu acredito na existência dos espíritos". Quando a gente estuda, a gente vê que para aí existem elementos que são elementos muito robustos para que eu estude esses elementos e chegue à conclusão que a morte não encerra a personalidade de ninguém. Porque muita gente que foi pro cemitério deu manifestação, que ainda que eu não tenha como provar que essa manifestação é um espírito, porque o espírito não eh não cabe eh no metodologia científica, a melhor explicação que eu tenho é que a alma daquela pessoa retorna e se comunica. Então, eh, não é algo novo a crise dos valores, mas nunca na escala que a gente tá vendo, porque isso é muito eh [limpando a garganta] moderno, tem mais

ue a alma daquela pessoa retorna e se comunica. Então, eh, não é algo novo a crise dos valores, mas nunca na escala que a gente tá vendo, porque isso é muito eh [limpando a garganta] moderno, tem mais ou menos 60 anos. E o ápice disso aqui no Brasil chegou nos últimos 5 anos. 5 anos. Seria impensável há 10 anos você discutir se a vida começa com a respiração, se a vida a vida biológica, não a parte jurídica, se a vida começa com o tronco da espinha ou com o cérebro ou com batimento cardíaco, qualquer livro de embriologia diria o seguinte: "A vida humana começa quando o gameta mascul masculino fecunda o gameta feminino, o espermatozó fecunda o óvulo, porque ali já começa o processo da vida. 10 anos depois, hoje isso é relativo, porque eu acho que começa assim, o Ricardo acha que começa do outro jeito. E a biologia? A biologia não é importante. O importante é nós entendermos a política pública que vem com isso. Isso causa problema, porque isso também vai influenciar quando eu relativizo eu tô falando de uma questão que tá bem pungente, a vida. Quando uma pessoa, por exemplo, ela pode receber uma eutanásia, suicídio assistido, quanto que uma pessoa ela perde, ela pode ser abortada. É uma definição política, política pública, ou é uma definição biológica? Se nós acreditamos em Deus, essa discussão é fácil de resolver, porque toda a vida é sagrada, porque tem Deus, Deus dá a vida. Ninguém deu a vida a si mesmo. Nenhum pai, nenhuma mãe deu a vida para ninguém. O que tem de pai e mãe, aliás, o que tem de homens e mulheres, querendo que surja uma vida terem filhos e não tem, não é brincadeira. O que tem de pais que perderam os filhos não é brincadeira. Quem dá a vida é Deus. Então, quando tem Deus, você não discute em que momento a vida é importante ou deixa de ser importante. E você acredita em Deus. Quando você não acredita em Deus, aí você pode discutir como foi o caso de dois filósofos italianos, que eles falaram o seguinte: "Se a criança pode ser morta no útero da mãe, o que impede dessa criança ser

você não acredita em Deus, aí você pode discutir como foi o caso de dois filósofos italianos, que eles falaram o seguinte: "Se a criança pode ser morta no útero da mãe, o que impede dessa criança ser morta depois que ela nasce? Até 2 anos. Porque se a criança, por exemplo, com 8 meses já é viável fora do útero, por que que uma criança com dois meses de nascimento pode ser morta pelos pais? Vejam como a essa discussão, ela vai berando o absurdo conforme você vai se afastando dos valores. Por isso que quando nós temos valores, a gente não vai e aí me permita, né? Me dói quando eu ouço espírita falando assim: "Não, mas nós temos entender que os espíritos amigos, amigo de quem? Meu é que não é espírito. Amigo, amigo de quem? Falou com quem? Que espírito é esse? Que médium é esse? Quais são os outros espíritos que corroboram o que esse pretenso espírito falou? Isso é isso, isso é sério, é grave. A gente não pode sair puxando eh lenço da cartola dizendo que espíritos falaram. Não, esse espírito tem que ter nome, esse médium tem que ter nome e tem que ter conteúdo. Espírito amigo é esse. Espírito amigo a favor de coisas que são prontalmente contra a doutrina. Aí entra no problema que eu tava comentando. São coisas lá de fora que nada tem a ver com espiritismo, que muitas vezes tem a ver com bolhas acadêmicas, bolhas ideológicas, bolhas políticas que querem se impor dentro da casa espírita. E deveria ser ao contrário, a nossa o nosso a nossa valoração espírita ir para a sociedade. Eu vou me estender um pouquinho, mas só para entender bem, eu fui convidado por essa casa para representar essa casa numa comissão do Senado para o Dia Nacional do Espiritismo, que já foi aprovado, né, mas tava sendo discutido nessa comissão do Senado. E aí lá, eh, com os senadores daquela comissão, eh, surgiu a discussão a respeito da não, a gente tem que entender que o estado é laico. Eu falei: "Calma lá, o estado ele é um ente que é formado também pelo povo. O estado não é um ente abstrato, ele é

surgiu a discussão a respeito da não, a gente tem que entender que o estado é laico. Eu falei: "Calma lá, o estado ele é um ente que é formado também pelo povo. O estado não é um ente abstrato, ele é formado pelas pessoas. Lembra daquela história do estado, território, soberania, né? povo, território, soberania, tem o povo. O povo ele expressa cultura comum. Por isso que existe um sentimento de nacionalidade. Um dos elementos da nacionalidade é a religião, porque ela molda a cultura de um povo. Quando um grupo diz que o estado é laico e os valores religiosos não são considerados para efeitos legais, você tá calando a voz de 95% da população brasileira. Você está desprezando a cultura de uma nação. Desculpa que o estado é laico, porque você tá você tá ignorando propositadamente ou não que a religião tá inclusa na cultura. Então não tem como afastar o sentimento religioso da cultura. E as leis têm que ser a expressão do momento da cultura de um povo. Eu não posso simplesmente ignorar todo mundo e dizer o seguinte: "Não, mas o estado é laico, não é? O estado é laico, mas o estado é formado por pessoas. E as pessoas elas têm eh eu costumo dizer, né, ser ateu também ter uma fé. É uma fé no nada, mas é uma fé. O cara não é assim, não, eu sou isentão. Não, você tem uma fé que Deus não existe. É uma fé. Então quando por que que a fé desse cara vai ter mais valor do que a minha? sendo que eu tô com 95% da população brasileira que acredita que tenho um ser superior que rege tudo. Então, a expressão da religiosidade da dos legisladores, a expressão na legislação tem que ser a expressão da cultura de um povo que a religião faz parte. E aí o que que o que que tenta se fazer? Tirar os valores religiosos na hora de de se discutir leis. E aí nós temos uma dissonância entre o que é discutido e aprovado nas casas legislativas do sentimento do povo. E tomem muito cuidado, nem tudo que é novo é bom. Nem tudo que é bom é novo. Gerações e gerações e gerações definiram regras na base da experiência, tentativa

casas legislativas do sentimento do povo. E tomem muito cuidado, nem tudo que é novo é bom. Nem tudo que é bom é novo. Gerações e gerações e gerações definiram regras na base da experiência, tentativa e ego. Não é um sujeito iluminado que acha que a cabeça dele é melhor do que milhares de gerações que evoluíram por tentativa e erro e quer impor a sua ideia sobre uma população. de regra, quando tentaram isso, a gente teve alguns milhões de mortos. Por isso que na comunicação, tô falando da comunicação espírita, nós não podemos abrir mão dos princípios do espiritismo. Ah, mas aí as pessoas vão ficar chateadas porque as pessoas estão sensíveis. Eu não posso abrir mão, não posso porque eu não tô para fazer proselitismo, eu tô para falar de doutrina espírita. E as pessoas são livres para aceitar ou recusarem. É do jogo. Eu não posso é abrir mão dos valores da doutrina espírita, porque um grupo ou outro grupo pode se sentir melindrado. E eu sou cabelo branco, né? Eu sou da turma que palavras não machucam, tijolo machuca. Essa história de que ai as palavras ofendem, não. Pedaço de pau, tijolo, tiro e isso dói. Palavra ela só ofende se você permitir ser ofendido. Se alguém te chamar de corcunda, de vesgo, você não for corcunda, você não for vesgo, você não vai se ofender. Você vai dizer que a pessoa é problemática. Agora, se alguém te chamar de baixinho e você for baixinho, você se ofendeu não porque a pessoa falou, mas porque a questão da sua estatura te incomoda. As palavras só ofendem na medida da nossa sensibilidade àquela ofensa. Senão não ofende. Tijolo ofende. É tijolo machuca. >> Muito bom. Tem mais uma, né, Cláudia? Temos uma aqui, eh, boa noite. Como o espiritismo enxerga, vê o momento atual quando muitas pessoas perder a conexão com a realidade? Como tratar da descognição coletiva? Acho que é descognição coletiva. >> Eh, para isso, quem é espírita tem que conhecer o espiritismo para quando falar do espiritismo, falar com propriedade. Eh, eu sou do ambiente acadêmico. No

oletiva? Acho que é descognição coletiva. >> Eh, para isso, quem é espírita tem que conhecer o espiritismo para quando falar do espiritismo, falar com propriedade. Eh, eu sou do ambiente acadêmico. No ambiente acadêmico, eu brinco que as pessoas gostam muito de ser arqueólogas, porque elas acham. O arqueólogo, ele cava e acha. Quando você estuda, você não pode ser achista. Você tem que estudar, ter uma fundamentação e defender aquela fundamentação dentro do estudo que você fez. Se por acaso o estudo tá incompleto, o o entendimento tá equivocado, com a conversa, com a discussão, a gente vai aprendendo. É [risadas] assim que a gente cresce, né? Mas tem que ter fundamentação. Então o que acontece hoje é que as pessoas não estudam espiritismo. E quando eu falo estudar, não é ler, é estudar. E romance, ele tem uma finalidade, o romance espírita é moralizar o leitor. Mas o romance não tem a finalidade de ensinar espiritismo para o leitor. Pode até ter dentro do romance elementos de ensino, OK? Mas não é a finalidade primordial do romance é ter um uma um fluxo narrativo para que aquilo toque o nosso coração, romance espírita. E a partir daí eu me sinta consolado, eu me sinta instigado a ser uma pessoa melhor, eu fortalecer a minha fé. Essa é a proposta do romance espírita. Mas o estudo não pode ser feito pelo romance. O estudo não pode ser feito por palestra. Por mais interessante, por mais didática, por mais completa que seja a palestrante, completo que seja o palestrante, vai haver lacunas. A gente tem que estudar. E aí fala assim, eh, o espiritismo, por exemplo, ele é divulgado na sua maior parte pelos livros. Então, pra gente conhecer o Espiritismo, a gente tem que ler, porque senão a gente acaba eh comprando não o ensinamento espírita, mas o que o Jefferson pensa. O que o Jefferson pensa pode estar muito alinhado com o espiritismo, mas pode também ser uma interpretação muito pessoal do espiritismo. Eu acabei de falar, né? Tijolo machuca, palavras não machucam. palavras machucam

pensa pode estar muito alinhado com o espiritismo, mas pode também ser uma interpretação muito pessoal do espiritismo. Eu acabei de falar, né? Tijolo machuca, palavras não machucam. palavras machucam na medida que você se deixa ser machucado. Isso não é doutrina espírita, isso é vivência minha e se reflete na minha percepção do espiritismo. Mas eu posso estar errado, até porque tem gente que tem trauma do que ouviu e vai se tratar com terapeuta porque a palavra machucou. Então, eh, na minha cabeça não invalida a minha ideia, mas isso é uma interpretação minha do espiritismo, não é algo doutrinariamente espírita. Quando a gente se prende só a palestra, a gente não aprende espiritismo. A gente aprende a visão do palestrante sobre o espiritismo, que pode ser ótima, maravilhosa, mas não é completa. Nada substitui a própria fonte. Então, eh, conhecer o espiritismo, ele ajuda a dar segurança. E dando segurança, essas dúvidas elas vão se dissipando. Porque eu acho até curioso, né? Eu vejo muitos fóruns de discussão espírita a pessoa eh trazer paraa discussão um filósofo, via de regra filósofos modernos, eh trazer paraa discussão eh visões políticas, eh visões eh estadistas, OK, tudo bem, mas não é espiritismo. Eu posso até usar isso para ilustrar uma visão espírita, mas não é espiritismo. Então, como eu trato dessa cognição? Cognição é conhecimento. Se eu não conheço, minha cognição, ela fica prejudicada. Então, tem que ser através do conhecimento do Espiritismo. Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará. O espiritismo, ele não nasceu da cabeça de Allan Kardec. O espiritismo não foi uma invenção do Chico Xavier. O espiritismo foi uma resposta que foi dada por aqueles que já morreram. aqueles que estão na carne sobre as realidades do mundo espiritual, para que os as pessoas que estão na carne encontrem consolo e encontrem forças para se tornarem pessoas melhores para que não sofram do outro lado. Essa é a proposta espírita. Então, o espiritismo não é da cabeça das

essoas que estão na carne encontrem consolo e encontrem forças para se tornarem pessoas melhores para que não sofram do outro lado. Essa é a proposta espírita. Então, o espiritismo não é da cabeça das pessoas, ele são fatos que são demonstráveis. Quando eu me debruço por esses fatos, aí eu não vou ter mais esse problema dessa crise, dessa tensão do que o mundo me fala e do que a doutrina espírita me apresenta. Eu eu vou conhecer e conhecendo eu vou me tornar uma pessoa mais livre. >> Ótimo. Tem mais alguma pergunta, Cláudia? Lembrando que nós temos 8 minutos pro final. Tem uma que chegou aqui nas redes sociais, >> por favor, pode fazer, >> que é sobre como comunicar com os jovens, sendo que o espiritismo é uma doutrina, provavelmente é um jovem que fez, né, uma doutrina bastante antiga e a linguagem do espiritismo não tem conectado com eles. >> Bom, vamos separar um pouquinho. É a linguagem do espiritismo ou a linguagem dos divulgadores espíritas? É a primeira coisa que a gente tem que pensar. Eh, segunda coisa, o jovem ele não entra no espiritismo e tem contato com outros jovens. Ele, o contato que ele tem com o espiritismo é com os, é, costuma ser com os adultos. Os adultos, eles estão passando o espiritismo de uma forma que seja coerente para esse jovem e de uma forma que seja atraente para esse jovem. E mais do que isso, os adultos espíritas, eles estão incorporando o espiritismo nas suas casas? Porque é fácil, né, eu falar assim, as casas espíritas elas têm que receber os jovens. Receber jovem. Gente, se eu trouxer a Xaquira aqui, vai entupir de jovem, né? Se eu quiser eh trazer jovem para cá, eu trago a Anita. Ó, que maravilha. Vai entupir de jovem. O problema não é trazer o jovem, o problema é mostrar para o jovem as respostas que o espiritismo dá para os seus anseios, paraas suas dúvidas, que independente de ser jovem ou não, são anseios humanos. E anseio humano não tem idade, não tem cor de pele, não tem genitária, são anseios do ser humano. O pai e a mãe desse jovem que são

dúvidas, que independente de ser jovem ou não, são anseios humanos. E anseio humano não tem idade, não tem cor de pele, não tem genitária, são anseios do ser humano. O pai e a mãe desse jovem que são espíritas, eles leem espiritismo na casa deles, eles fazem evangelho no lar, eles frequentam a comunidade espírita porque tem ações, né, sociais espíritas e tem o próprio movimento social dentro da casa espírita, por exemplo, festa junina, natal. Se esse jovem, essa criança, ela é inserida em algo que a família faz parte e dá um senso de comunidade, essa pessoa tem um senso de pertencimento. Mas se não tem isso na casa, por que que ele vai encontrar no centro? Eu comecei nessa casa pela mocidade espírita, 1982. Eu não vim aqui para aprender espiritismo. Eu vim aqui porque o grupo era muito legal, os jovens aqui eram muito gente boa. O espiritismo, ele foi uma coisa que eh eu fui aprendendo por osmose. Eu gostava de estar com a galera, eu gostava de estar com aquele grupo. Aí quando eu viria adulto, eu já não tava mais interessado nos adultos, eu tava interessado no espiritismo. O jovem ele precisa muito nessa fase de transição de outros jovens, muito, porque é isso que dá senso de pertencimento, isso que dá senso de acolhimento. Mas para isso, os jovens que são de berço espírita precisam encontrar na sua família o reforço disso. Aí eu vi eh o IBGE diz que diminuiu o número de espíritas, né? E aí eu tava ouvindo várias críticas a respeito de como por que o espiritismo perdeu gente. E aí uma das coisas que falaram: "Ah, porque os jovens querem botar bateria no centro e o dirigente não deixa bateria." Gente, se o problema fosse pro jovem ficar botar saxofone, bateria, sintetizador de som, DJ, tava fácil de resolver. Mas não é esse o problema. O problema é que a gente não tá passando espiritismo para esses jovens, porque o espiritismo é vivência. Se nós não tivermos vivência, por exemplo, fora do Brasil, nos Estados Unidos, você vai numa igreja evangélica nos Estados Unidos, você não vai ao culto

esses jovens, porque o espiritismo é vivência. Se nós não tivermos vivência, por exemplo, fora do Brasil, nos Estados Unidos, você vai numa igreja evangélica nos Estados Unidos, você não vai ao culto evangélico, você vai à comunidade daquela igreja. O culto é uma das facetas da comunidade. No centro espírita, as pessoas chegam 5 minutos para começar o grupo e termina o grupo, elas já saem correndo. Qual é o senso de comunidade que a gente tem? Por que que o se o adulto faz isso, por que que o jovem vai vai vir para cá? Então, o senso de comunidade é que torna o centro acolhedor. E tornando o centro acolhedor, as pessoas ficam independente da idade. Independente da idade. Agora, quando se torna só uma máquina de passar informações, aí fica difícil de competir com Netflix. >> É verdade, Jefferson. E e essa questão final que você abordou da questão de comunidade, eh, já há muito tempo eu tenho percebido que nós estamos instrumentalizando a doutrina espírita, né? Em que sentido? Ela tá se tornando instrumento para solução de problemas imediatos. Então, quantas pessoas, eu também faço palestra aqui e algumas vezes nós começamos ali com certo número de pessoas, faltando 10 minutos para acabar, chega um monte de gente. >> É hora do passe, >> porque vem só para o passe, né? Então, senta aqui só para esperar o chamamento para o passe, mas não vem para assistir a palestra e muito menos paraa comunidade que ela pode eh formar com aquelas outras pessoas. Ricardo, me permita fazer só ver um senso de comunidade. Eh, vejam como um palestrante espírita, ele fica antipático faltando um minuto para terminar sua participação na palestra. [risadas] É um dom. Pouca gente consegue fazer isso. Quer dizer, talvez eu já tenha sido antipático desde o começo, mas vai lá. Quando você vai conhecer os teus sogros, que roupa você vai? A primeira que aparece de qualquer jeito, decote, chinelo de dedo, saia curtinha, bermudão. Quando a gente vai procura de emprego, quando a gente vai receber alguém

os teus sogros, que roupa você vai? A primeira que aparece de qualquer jeito, decote, chinelo de dedo, saia curtinha, bermudão. Quando a gente vai procura de emprego, quando a gente vai receber alguém importante ou vai na casa de alguém, e a opinião dessa pessoa conta muito. Isso diz muito, por exemplo, do que eu acho daquela casa, do que eu acho daquele estabelecimento, do que eu vou fazer ali. Se uma moça vai sair com o rapaz pela primeira vez, esse cara aparece para uma saída, um jantar de regata, bermuda e chinelo, ele tá dando um recado para essa moça. Ela casa se ela quiser, né? mas já tá sabendo com quem ela tá casando. Ele tá dando um recado da importância que ele dá aquele momento. Aí eu pergunto para vocês, uma pessoa que vem ao centro espírita, é uma casa e o objetivo da casa é nos conectarmos com a nossa espiritualidade. Faz sentido? Vende bermuda, chinelo de dedo, camisa, qualquer jeito, roupa de ginástica. Porque isso não é não é pouca coisa, isso é expressão da seriedade que você dá para o seu relacionamento com o propósito que você vem fazer. A gente não atenta para isso. A gente não atenta. É a importância que a gente dá. Eu estou indo para a casa espírita para cuidar da minha espiritualidade. Aí eu chego 10 minutos para faltar para terminar a palestra para receber o passe. Eu chego com a roupa que eu saí da academia, com a roupa que eu saí do clube. Qual é a mensagem que eu tô passando? Não para as pessoas, não para a casa, mas paraa forma que eu cuido da minha espiritualidade. Não adianta eu dizer que eu sou uma pessoa organizada e a minha casa é uma bagunça, porque a casa é expressão, a arrumação da casa é a expressão da organização que eu tenho, das minhas emoções, da minha mente. Como é que nós estamos tratando a nossa espiritualidade? E as pessoas, engraçado isso, né? Que eu não vejo esse comportamento na missa católica, eu não vejo esse comportamento no culto evangélico, eu não vejo esse comportamento em terreiro. E eu frequento tudo, tá? Porque eu dou

o isso, né? Que eu não vejo esse comportamento na missa católica, eu não vejo esse comportamento no culto evangélico, eu não vejo esse comportamento em terreiro. E eu frequento tudo, tá? Porque eu dou aula de eh história do cristianismo e espiritismo. Então eu tenho que ir a tudo para ver como é que tá. Eu não vejo isso, mas no centro espírita eu vejo. Aí as pessoas falam assim: "Pois é, frequentei o espírit eh o centro espírita um ano e não resolveu nada". É chegando 10 minutos da palestra para tomar passe, né? Aí realmente isso aqui é um milagre. Milagre. Até uma briga minha que eu tenho com a direção da casa é a placa que tem lá na frente dizendo assim: "Use roupas a essa é uma casa de oração. Use roupas apropriadas". Na boa, a roupa que todo mundo aqui tá usando é apropriada, porque senão vocês não tinham sair de casa, né? Vocês estão usando a roupa, porque vocês acham apropriada? Tem que ter uma plaquinha melhor. Ó, essa é uma casa de oração. Não venha de bermuda, não venha de roupa de ginástica, não venha, porque isso diz também a forma como nós organizamos a casa para receber as pessoas. Falei para vocês que em um minuto vai ficar muito antipático, mas reflitam, pensem exatamente nisso. Uma pessoa que vai no teu casamento, numa festa que você tá dando, chega lá vestida de qualquer jeito. Ela tá te dando uma mensagem, ela tá te ela tá te passando ali, é um manifesto. Que que ela tá querendo dizer com aquilo? A beleza de uma festa são os convidados. Seus convidados vão de qualquer jeito, eles estão passando o recado. A festa não tem muita importância não. Então eu vou cuidar da minha espiritualidade e eu venho para cá como eu vou paraa academia. Eu tô dando um recado, não pro Jeferson, não pro Ricardo, não pra Cláudia. Tô dando um recado para mim mesmo. >> Jeferson, muito obrigado pela sua participação, pela sua disponibilidade. Eu gostei. >> Eles pegaram a parte antipática agora. Gostaram? [risadas] >> Não, eles gostaram também. Muito obrigado, Jeferson. Cláudia, muito obrigado também. Muito

ipação, pela sua disponibilidade. Eu gostei. >> Eles pegaram a parte antipática agora. Gostaram? [risadas] >> Não, eles gostaram também. Muito obrigado, Jeferson. Cláudia, muito obrigado também. Muito obrigado aqueles que nos acompanham pela TV, pela Rádio Comunhão, aqueles que nos ouvirão posteriormente pelo nosso canal do YouTube. Deo, desejo desde já uma excelente semana para todos nós. E para finalizar, eu vou pedir a você, Jeferson, para fazer a prece de encerramento. Pode ser? Claro, claro. Por favor, >> meus amigos, minhas amigas, como nós somos espíritas, então nós acreditamos que somos espíritos e um corpo biológico, mas somos espíritos. E como espíritos estamos também em comunhão, daí o nome dessa casa, com aqueles que já não tm mais esse corpo. E agora, olhando para esse salão, nós temos gente que tem o corpo e gente que esse corpo já desceu pro cemitério, mas todos nós somos irmãos e irmãs no mesmo propósito de nos unirmos para um mundo melhor. Então, que essa nessa união, vamos fechar os nossos olhos. trazer a nossa a nossa concentração para este salão, para este momento, nos dirigindo a esse Deus que é pai, que é criador, que é a fonte de tudo que existe, que é dono de tudo sem ter seu nome escrito em nada, que pertence a tudo sem estar preso em nada, a esse Deus a quem Jesus chamava de aba, Papai, paizinho, Deus, muito obrigado, Senhor. Muito obrigado por essa doutrina que nos mostra a realidade da vida imortal e nos dá a certeza que, por maior que seja o problema, nós temos o tempo ao nosso lado para superar todas as dificuldades. Obrigado, Senhor, por essa doutrina que nos mostra que todos nós somos oriundos do teu amor. Tendo nós todos a mesma origem, todos nós somos irmãos e irmãs, partindo da do mesmo criador. Obrigado, Senhor, por essa doutrina que nos diz que o dia de amanhã trará o sol para as trevas do dia de hoje. Obrigado por essa doutrina que nos mostra que aqueles que já foram da parte carnal permanecem presentes não só nos nossos corações, nas nossas lembranças, mas nas

o sol para as trevas do dia de hoje. Obrigado por essa doutrina que nos mostra que aqueles que já foram da parte carnal permanecem presentes não só nos nossos corações, nas nossas lembranças, mas nas nossas vidas, porque são almas imortais. Obrigado, Senhor, por essa doutrina que nos ensina que o perdão é liberdade, que o amor é ação, que ter esperança é olhar para o futuro e que ter fé é voltar para os braços de Deus a cada minuto das nossas vidas. Em teu nome, Senhor, em nome dessa espiritualidade amiga que comunga conosco na noite de hoje, pedimos para que o Senhor cuide de nós, para que possamos voltar aos nossos lares ou aos nossos destinos na tua companhia e que possamos, Senhor, sempre lembrar que nunca estamos sozinho, sozinhos, por mais difíceis que sejam os nossos dias, em teu nome. em nome de Adolfo Bezerra de Menezes, patrono e dirigente dessa casa, em nome da espiritualidade amiga que está aqui conosco, em nome de Jesus, nosso irmão maior, nosso exemplo, nosso modelo, nosso guia, pedimos a tua permissão para encerrarmos mais um comunhão espírita, rendendo graças a Deus. >> Assim seja. >> Uma ótima noite a todos, pessoal. Boa noite, pessoal. Os nossos queridos irmãos vão chamar pro Paz. Tem um excelente final de semana. >> Sejam bem-vindos à nossa sala [música] de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar [música] a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo [música] melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma [música] confortável, fechando os olhos, respirando de

que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma [música] confortável, fechando os olhos, respirando de [música] maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus [música] de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários [música] ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos [música] de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os [música] nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus [música] em seus corações. E também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. [música] a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no [música] céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as [música] nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem.

sica] céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as [música] nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos [roncando] graças [música] a Deus, [roncando] graças a Jesus e assim seja.

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