DED CONVIDA: A RELAÇÃO ENTRE ESTUDAR A DOUTRÍNA ESPÍRITA E A VALORIZAÇÃO DA VIDA [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 06/12/2025 (há 5 meses) 1:56:06 819 visualizações

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Transcrição

Vibrando [música] luz, buscando a ti. >> Alô. >> Alô. Alô. Tá não, meninos. Alô. Tá. >> Boa noite. Ah, acho que ninguém lanchou. Boa noite. Beleza. Esse camaradinha aqui que tá do meu lado começou junto comigo nos seminários em 2006 até antes da pandemia. É a 17ª aula do ESM e do ESD. Antes era só. vai voltar a ser a 17ª aula de novo. A gente tá começando devagarinho pra gente chegar no que a gente já foi. Era praticamente a semana inteira. A gente tinha na segunda, na terça, na quarta e no sábado, que são os dias de aula. A mocidade recomeçou no primeiro semestre. Foi muito bonito o trabalho deles. Agora nós estamos recomeçando com os convidados que estão aqui para irem tirando dúvidas de vocês e vamos se preparando porque daqui a pouco quem é aluno vai est aqui no palco fazendo os nossos seminários. Eles são também os seminários quando foram quando a gente começou eh das obras básicas e complementares da doutrina. Por que a gente começou fazendo seminários com isso? Porque hoje em dia e mesmo na época lá atrás já tinha a turma que não gostava de ler. Hoje em dia menos ainda. Muita gente não sabe quem é Camilo Flamon. Leon Deni Bzano, Kardec ainda mais ou menos porque tem que estudar o Kardec. Então os nossos seminários, não sei como a gente vai retornar agora, que tem toda uma revisão, sempre foram a base das obras. Cada equipe ficava com uma uma um grupo de de obras de um determinado autor, estudava e apresentava aqui na frente. Era a maneira do aluno colocar a mão na massa daquilo que tava aprendendo em sala de aula. Nós vamos chegar lá de novo agora. A turma, o mais engraçado é que a turma que começava com ele e o Afonso não há. iam até a 2D juntos. E a maioria dos nossos trabalhadores hoje na casa saíram dos seminários. Muitos dos nossos trabalhadores. A gente escutou muita gente. Teve uma mãe que um dia sentou no final veio conversar comigo. Ela era muito católica e o filho tinha resolvido estudar doutrina. Aí falou do seminário para ela, ela veio para ver onde é que o filho tava indo,

mãe que um dia sentou no final veio conversar comigo. Ela era muito católica e o filho tinha resolvido estudar doutrina. Aí falou do seminário para ela, ela veio para ver onde é que o filho tava indo, né? Essa casa do diabo. No final ela chegou para mim, era as obras da Amélia Rodrigues. No final ela chegou e disse assim: "Se nesta casa se fala tão bem de Cristo, não vou ficar mais preocupada que o meu filho venha para cá". Nós tivemos de um aluno, só tô contando umas duas porque eu sei que tem horário para começar. Nós tivemos um aluno da um ar e quando a gente foi fazer a nossa prece final lá atrás, ele olhou e disse assim: "Eu tinha 20 anos frequentando a comunhão, sentando naquele banco, assistindo palestras, só isso, tomando passe, mais nada. até o dia que eu assistia um seminário. E essa menina bem aí tinha um cabelo grande, mas ela cortou o cabelo bem curtinho para fazer o papel de Estevão. A gente não tinha nenhum menino, né, nenhum homem no grupo e ela cortou para fazer o papel de Estevão que era Paulo Estevo. Nesse dia eu mudei a minha vida e fiz a inscrição no Éde. Estou participando do seminário da 1A e vou continuar até a 2D. Então, são muitas e muitas histórias dos nossos seminários. Sejam bem-vindos. Gente que vai tá aqui, muito obrigada de coração. Eu vou pedir desculpas, não vou poder ficar e participar porque nós estamos tendo a última reunião do conselho diretor. Eu corri para cá enquanto a Dilá, mas sejam bem-vindos. Gratidão por estarem aqui nesse dia de muita chuva, mas com certeza vocês vão sair daqui muito, mas muito bem, com muita leveza no coração, com dúvidas respondidas e com muita paz. Muito obrigada. Obrigada a Ded, obrigada a Lip, obrigada a Lu por a gente estar reiniciando esse seminário, porque eu sou suspeita de falar. Eu fui a primeira coordenadora até 2014, quando eu saí pra vice-presidência da casa, que eu não pude continuar. Muito obrigada, gente. Um beijo em todos. Oi. Botaram para fazer a prece. Quem sentir confortável, por favor,

rdenadora até 2014, quando eu saí pra vice-presidência da casa, que eu não pude continuar. Muito obrigada, gente. Um beijo em todos. Oi. Botaram para fazer a prece. Quem sentir confortável, por favor, feche os olhos. Como a gente falou em Amélia Rodrigues e ela nos traz muito bem a vivência do Cristo há 2000 anos. Vamos imaginar que a gente está na praia do Lago de Genazaré. Muita luz a nos envolver nessa praia. Essa luz vem dele, do nosso mestre, do nosso guia. do nosso governador. E ao chegarmos juntos a ele, o seu olhar é manso e doce, o seu sorriso eterno, seus braços estão abertos para nos dar um abraço e nos dizer: "Sempre te esperei, estarei contigo até o final dos tempos. Nunca estiveste só, porque o meu amor junto a ti foi colocado junto àqueles que contigo estão na jornada evolutiva do teu espírito imortal. E te convido a ser pescador de homens como os apóstolos o foram, porque hoje são os apóstolos da boa nova. pela doutrina espírita que conforta corações, que ampara e que esclarece numa fé raciocinada, dizendo que o amor é e será sempre a maior religião a unir a humanidade. agradecendo ao pai, agradecendo ao mestre amado, recebendo toda essa luz que vem do mais alto e que a gente leve para onde a gente for, pras nossas famílias, pro nosso Brasil, pro nosso planeta. Vamos dizer: "Graças a Deus, graças a Jesus". Que assim seja. >> Oi. Oi. Tão me ouvindo? Eu não tô. tá saindo aí, tá? Então tá bom. Então, a gente falou bastante do estudo do seminário. Estamos aqui porque todos estamos envolvidos num estudo sistematizado. Então, eu vou voltar um pouquinho, eu vou falar rápido, tá? Não precisa se assustar não. Eu vou voltar um pouquinho a 1850 e alguma coisa, né? quando a gente tinha alguns fenômenos explodindo na Europa, em outros lugares, para chamar atenção de pessoas que iriam estudar esses fenômenos, Kardec foi um deles, professor, professor Rivélio, que que foi inicialmente no sentido de desacreditar aquilo, né, mas conforme ia se aprofundando, foi estudando,

as que iriam estudar esses fenômenos, Kardec foi um deles, professor, professor Rivélio, que que foi inicialmente no sentido de desacreditar aquilo, né, mas conforme ia se aprofundando, foi estudando, recebeu uma missão, foi executando a sua missão. foi fazendo perguntas, enviando, né, pro mundo inteiro, né, pessoas do mundo inteiro responderem. E essa universalidade e a concordância dos ensinos que vinham passados pelo crio da razão, dava a ele subsídios para entender o que é confiável e o que não é. E a partir daí começou a codificar a doutrina que temos aqui hoje, né? Ela foi saindo devagar entre 1857, 1868. E então a gente tem esse conjunto, essa grande filosofia de vida com seu aspecto religioso, científico. Também a Kardec dizia que precisava-se fazer um estudo sistêmico das obras, né, do conteúdo daquilo ali de uma forma contínua, de uma forma organizada. não detalhou, mas com o passar do tempo isso foi a necessidade foi pedindo isso, né? Mas Kardec também dizia que a doutrina espírita é eminentemente progressiva e conforme a ciência vai descobrindo coisas, evoluindo, melhorando, ela vai acrescentando, absorvendo e abarcando isso aí, porque as coisas vão mudando. Faz sentido em 1857 eu falar o que aconteceria, por exemplo, com relação a uma clonagem. O espírito não tem uma fecundação em vitro, não faz sentido. Mas as coisas, a ciência evoluiu, as coisas andam e aí começa a surgir informações para auxiliar nisso. Então, vieram obras complementares que detalham aquilo que ao longo das das, digamos, décadas de de Kardec para cá, mais de um século, vem acrescentando nesse bojo de conhecimento aí para que a gente possa ter resposta sempre, sempre. Então esse estudo de uma forma sistemática, de uma forma metódica, né, que que foca principalmente a gente trabalhar o raciocínio até então, praticamente todas as casas espíritas faziam o estudo da doutrina, mesmo que de uma forma sistêmica, mas por obras. Vamos estudar o livro dos espíritos, vamos estudar o livro dos médiuns, vamos

então, praticamente todas as casas espíritas faziam o estudo da doutrina, mesmo que de uma forma sistêmica, mas por obras. Vamos estudar o livro dos espíritos, vamos estudar o livro dos médiuns, vamos estudar o céu e o inferno e assim por diante, né? O que é válido, ainda tem muitas casas hoje em dia que fazem assim. Mas quando você começa a ter um monte de outras informações além da codificação que precisam ser abarcadas naquilo ali, eu tenho que ter uma maneira mais sistemática de fazer isso, né? Então, houve desde a década de 60, principalmente a de 70, até psicografias informando da necessidade de se fazer com plano de aula e tudo que nem a gente faz aí fora, né? Uma estrutura por temas. E aí eu vou pegar o que tá na codificação, o que tá em André Luiz ou o que tá em Emanuel, né? E a gente vai botando ali para pro raciocínio pra gente poder desenvolver, né? Porque a gente estudando de uma forma sistêmica, a gente tem mais condições de abraçar essa essa essa informação que chega, né? Porque se é ruim eu ler alguma coisa e não entender, muito pior é eu achar que entendi e começar a vivenciar aquilo ali como se fosse correto. Porque quando eu não entendo, eu acabo perguntando para alguém. Então é mais fácil. Agora, quando eu acho que eu entendi e se eu entendi da maneira errada, eu começo a notear os meus atos daquela maneira, a coisa fica perigosa, né? Então foi eh eh essa a espiritualidade auxiliando aí as coisas, né, foram evoluindo, né, com com iniciativa de de uma casa lá lá em São Leopoldo, no Rio Grande do Sul. Depois a Federação do Rio Grande do Sul veio com uma proposta, apresentou na reunião do Conselho Federativo Nacional da FEB e e aí foi aprovada na década de 80, 1980, não é verdade? Em 83 ficou pronto um trabalho, a FEB publicou eh a estrutura guia para que as casas associadas pudessem tocar o seu estudo sistematizado, né? Então vocês, por isso a gente está aqui hoje. Mas como eu disse no começo, a doutrina é eminentemente progressiva. Se ela eminentemente progressiva, sempre vem

em tocar o seu estudo sistematizado, né? Então vocês, por isso a gente está aqui hoje. Mas como eu disse no começo, a doutrina é eminentemente progressiva. Se ela eminentemente progressiva, sempre vem coisas novas e a visão de cada um também pode gerar um ângulo novo, um entendimento diferente. Então a gente precisa ter alguns complementos para facilitar esse entendimento. É a ideia que a gente tá aqui hoje. Pedimos aos nossos alunos todos que fizessem perguntas, nos mandaram nessas últimas três semanas aí suas perguntas. A gente fez uma triagem porque no começo eu achei que eram poucas, então eu tava ali dando a coisa, mas começaram a chegar perguntas e eu falei: "Gente, não, eu eu vou até pedir desculpa tercebadamente que não haverá tempo pra gente responder todas, tá? Mas as que não puderem ser respondidas aqui, eu envio as respostas pro pessoal que mandou, OK? Então, nós vamos fazer que tivemos essa ideia de fazer um um grande quiz com convidados externos e convidados da casa que vão trazer toda a sua experiência aí para responder esses questionamentos que que a gente tem que que vão surgindo conforme a gente vai assistindo as aulas e gerador às vezes a dúvida não veio na hora da aula, veio depois em casa, né? E a gente escreve anota e assim a gente vai. Então, primeiro eu vou chamar aqui à frente o nosso mediador Mário Augusto, dirigente da casa, palestrante também, muita gente já deve conhecer. Aqueles que assistem palestra normalmente vão estar com a gente, né, nosso mediador. Vamos chamar os os dois palestrantes da casa, a Daniela Migliar e o o Leandro Carraro, que vão também nos prestigiar. são palestrantes da casa também participam do estudo, dão aula, gente que tá com a gente. E agora os nossos convidados externos aqui oriundos da Federação Espírita Brasileira, nós temos o André Siqueira e o Marcos Bragato que estão aqui com a gente. O André, o André ele tá voltado, eles dois são, são da diretoria da FEB, né? O André tá mais voltado paraa de comunicação

ira, nós temos o André Siqueira e o Marcos Bragato que estão aqui com a gente. O André, o André ele tá voltado, eles dois são, são da diretoria da FEB, né? O André tá mais voltado paraa de comunicação social, aliás, é o coordenador nacional dessa área. E o Marcos no nos estudos, a parte do campo experimental da FEB, né? e no Conselho Federativo Nacional é secretário do Conselho. Ambos palestrantes, pesquisadores, estudiosos, na que fazem palestra munda aí vão hoje colaborar, compartilhar com a gente a experiência adquirida ao longo desse desse tempo de encarnação produtiva, né? Não, a plateia de vocês, fique à vontade. Obrigado por tudo, gente. Vamos lá. Só vai ter um pessoal, só vai ter um delay enquanto a luz a verde ali acende. A luz verde que fica ali no momento video show que é da teletransmissão. Então a gente tá paradinho aqui, quietinho, esperando o comando do colega Flávio. Bem, boa noite a todos nós aqui presentes nas duas dimensões da vida. A ideia desse encontro é fazermos uma transversalidade com todo o estudo sistematizado da doutrina espírita e também com estudo educação da mediunidade e a transversalidade é como o estudo espírita pode nos ajudar a valorizar a vida. Eu quero dar boa noite aqui para quem nos assiste no canal do YouTube. Patrícia de Barbacena, Marcela da Argentina, Simone Rosana aqui de Brasília, Lorena de Porto Alegre, Juaci, nossa, tem muita gente hoje. Andreia Ieda lá de Canoas, Manuel, Lorena, Marcos, que concluiu o ESD 1A aqui da casa. E vamos às atividades. Enquanto mediador, eu vou falar bem pouquinho para prestigiar os nossos convidados, né? Eu quero destacar dois textos em relação ao tema de hoje. Um texto às vezes esquecido, que fica entre a introdução de O livro dos Espíritos e a questão um. É um texto intitulado Prolegômenos, que a equipe do do espírito de verdade vem nos falar do processo de maturação, do conhecimento cristão, da abertura, da ampliação que nós podemos ter com estudo espírita a respeito da imortalidade da alma. E o

ipe do do espírito de verdade vem nos falar do processo de maturação, do conhecimento cristão, da abertura, da ampliação que nós podemos ter com estudo espírita a respeito da imortalidade da alma. E o outro texto é o último capítulo do livro A Gênese, intitulado São Chegados os tempos, que fala muito em esperança, que fala muito em consolação e que também tem um tema um recorte temático com a noite de hoje. Por falar, são chegados os tempos, são chegados os tempos de eu passar a palavra pros nossos convidados. Eu quero passar primeiro aqui para Daniela. A pergunta vem do ES de 2B e questiona o seguinte, Daniela: como a visão espírita sobre a imortalidade da alma pode ajudar na prevenção do suicídio? >> Uhum. Bom, boa noite. Agradecer a todos os presentes aqui. Para mim, como aluna do ESD, né, dessa casa aqui, desde 2010, às vezes é impensável, né, quando a gente chega, começa a estudar, até que a gente se coloca a caminho e vai encontrando essa alegria do serviço também, que é o vício do nosso ser, a gente poder estar aqui servindo. Então, agradeço aí a casa, aos colegas que estão aqui presentes. É, já tem desde 2016 que eu trabalho num grupo de, é, a gente faz o atendimento mediúnico a espíritos suicidas, né? Então, esse grupo que é o grupo João de Cleóofas, que funciona aqui toda segunda noite, já são eh quase 9 anos que a gente tá fazendo esse trabalho. Então, o que a gente percebe é o quanto a doutrina espírita pode promover essa complementação de eh conhecimentos para nós que também estamos aqui encarnados, mas que a gente tá lidando também com as famílias enlutadas e fazer isso de uma forma compassiva, fazer isso de uma forma humana para que não se torne algo que vá agredir as consciências, agredir as famílias aqueles que ficaram. Então, a gente poder compreender que essa vida imortal é um caminho de aprendizado, é algo que vai trazer pra gente toda essa base, toda essa estrutura para poder viver a consciência da importância de preservar a vida, de cuidar da vida e

ssa vida imortal é um caminho de aprendizado, é algo que vai trazer pra gente toda essa base, toda essa estrutura para poder viver a consciência da importância de preservar a vida, de cuidar da vida e ao mesmo tempo compreender e acolher as famílias que passaram por esse tipo de experiência. Então, em consonância aí com que a gente faz o atendimento aos espíritos suicidas, a gente também tem um outro grupo nas quartas-feiras que atende as famílias enlutadas, que atende as famílias que passaram por esse tipo de trauma, né? Então, é claro, as as orientações todas são nítidas, não só na codificação, mas também em todas as outras obras que vieram posteriormente, que há um sofrimento quando esse espírito se depara no momento seguinte a ao cometimento, né, do suicídio. E muitos deles, quando a gente presta o atendimento, o socorro a eles, eles estão presos em imagens de dor, inclusive do momento, do ato, né? E toda prestação ali do socorro, ela tem por base essa esse carinho, esse cuidado, esse acolhimento para poder chamá-los a continuar, chamá-los a essa essa consciência de que há sim vida a continuidade e a doutrina espírita, ela é um ponto fora do gráfico diante do que a gente vê em muitas outras eh interpretações. que muitas vezes não conseguiram atravessar os véus dessa dor e desse sofrimento. E eu acredito que esse é um dos grandes diferenciais da nossa das nossas possibilidades aqui de entendimento, de compreensão e fazer disso mais um degrau para que a gente possa viver o que Jesus veio nos ensinar, que é o seu amor, é o seu carinho. >> Obrigada. Para quem porventura esteja passando por um processo de dificuldade, por um luto repentino, a casa oferece, tem uma atividade chamada Grupo Acolher, que fica na sala 13. Só chega lá quinta-feira à noite, a partir das 19 horas, vai até às 20. Uma atividade bem legal, não precisa necessariamente ser espírita. A gente conversa um pouco sobre o evangelho, sobre a consolação que Jesus nos oferece. Eu vou fazer a pergunta agora pra Andreia aqui na

atividade bem legal, não precisa necessariamente ser espírita. A gente conversa um pouco sobre o evangelho, sobre a consolação que Jesus nos oferece. Eu vou fazer a pergunta agora pra Andreia aqui na sequência. vem do estudo da mediunidade no módulo um, como podemos compreender a luz das questões 27, 28 do capítulo 5 do Evangelho Segundo o Espiritismo, a relação entre a missão de aliviar o sofrimento humano e os princípios dos cuidados paliativos, especialmente no que diz respeito à ortonásia e ao respeito ao curso natural da vida, sobre evitar a distanásia ou prolongamento do processo de morte. morte como forma de valorizar a vida biográfica da pessoa e não apenas biológica, entre as entreênteses material. Se o Evangelho nos orienta a aliviar o máximo sofrimento sem abreviar a vida, como devemos interpretar no contexto espírita atual decisões médicas que evitam tratamentos fúteis e permitem a morte natural? Estaríamos falhando no dever de amparo ou ao contrário, praticando a forma mais profunda da caridade? Podia ter uma pergunta mais fácil para mim, né, menino? Eu sou convidado da casa, chego assim, né, e já coloco uma questão dessa natureza. Queridos, antes de qualquer coisa, nosso agradecimento pelo carinho da casa. nosso muito boa noite às irmãs e irmãos que estão presentes. Devemos reconhecer que na jornada de aprendizado na qual todos nós estamos inscritos, há momentos de alegria e há momentos de sofrimento que deveremos considerar como duas vozes do verbo da vida. ativa quando nós tomamos a iniciativa das coisas, em geral pelo exercício do livre arbítrio, mas nós temos na vida a voz passiva, que é quando as coisas saem do nosso controle e é a vida que nos conduz, um estado que normalmente nós atribuímos como sendo um estado de sofrimento que não é necessário. O sentido de dor é aquela mudança de nós sermos agentes aqueles que agem para sermos pacientes aqueles que padecem ou aqueles que sofrem. Olhando a questão sobre esse ponto de vista, compreenderemos que no fenômeno da

é aquela mudança de nós sermos agentes aqueles que agem para sermos pacientes aqueles que padecem ou aqueles que sofrem. Olhando a questão sobre esse ponto de vista, compreenderemos que no fenômeno da morte, que é um fenômeno decorrente do desgaste natural do corpo físico, a morte só acontece quando o corpo não oferece mais condições para que o espírito permaneça. E é aí que os espíritos, no capítulo 5, eles vão destacar o cuidado que nós devemos ter para não abreviar o processo da vida na medida em que o corpo ainda tem condições de oferecer experiências que são às vezes muito preciosas para o espírito em processo de libertação. Siguremos a morte a semelhança daquela lagarta que parada num cantinho, ela começa a criar a sua crisálida, na qual existem fenômenos para que dali saia uma borboleta pronta para a sequência. Se nós antecipamos a saída da borboleta de dentro do casulo, ela não tá pronta para o processo. Esta é a situação de uma antecipação do momento da morte. Mas quando nós falamos sobre a antecipação, nós estamos nos referindo a aquele estado em que o corpo, oferecendo condições de vida ao espírito, o retém. Daí vem a preocupação que o espiritismo coloca em relação à eutanásia, aquele ato de abreviar a morte do corpo para que a pessoa se livre da dor. E o que normalmente acontece é que não estando pronto para o processo de libertação no mundo espiritual, o espírito tem um impacto maior. ele está, digamos assim, imaturo para o seu processo de libertação. A mesma coisa não acontece no caso da ortonasia, que se caracteriza como o permitir que o corpo siga o seu curso natural de desenlace, o que significa que o momento chegou e que o espírito se libertará com naturalidade. A distanásia, que é a referência que foi feita como aquela situação aonde, não tendo o corpo mais uma condição natural de sobrevivência, nós o sustentamos com mecanismos artificiais e isso em geral também pode aprofundar a dor de quem padece por esse processo, porque é como se a gente adiasse.

ais uma condição natural de sobrevivência, nós o sustentamos com mecanismos artificiais e isso em geral também pode aprofundar a dor de quem padece por esse processo, porque é como se a gente adiasse. o dia de libertação do indivíduo. Haverá um tempo em que a humanidade compreenderá que quando nós encarnamos, nós vestimos a farda do corpo físico com o propósito de frequentarmos a escola da Terra. E da mesma maneira que o aluno não sente nenhum constrangimento em formar-se e seguir para a vida, encararemos o final da existência como a completude do nosso ciclo de aulas naquela determinada turma. Por esse motivo, deveremos ter atenção para não abreviar o momento da morte, mas também para não prolongá-lo de maneira desnecessária. >> Muito obrigado, André. Allan Kardec faz um registro na questão 257 de O Livro dos Espíritos, que o corpo é um instrumento de trabalho do espírito, né? Eh, fazer uma pergunta aqui pro nosso outro convidado externo, Marcos Bragato. Vamos ver como é que tá a pergunta, Marcos. Quando alguém comete o suicídio, como isso impacta os membros da família em termos de planejamento reencarnatório? Se a morte da pessoa não estava planejada e o impacto no destino nas vidas dos demais que ficam é grande, como isso é explicado em termos de concretização do planejamento reencarnatório dos que ficam, já que o suicídio muda todo o ambiente, podendo inclusive gerar processos de obsessão na família em questão. >> Bom, na mesma linha, né, da do André, mais uma pergunta simples, né, André? Gente, boa noite. Eu queria também antes de passar a resposta algum comentário, agradecer também ao convite, ao Alípio, né, a todos vocês. É muito bom estarmos, né, num ambiente de estudo, estarmos na casa espírita e agradecer também a comunhão espírita. Foi a casa que me acolheu quando eu vim do interior de São Paulo há 23 anos. foi para cá, eu trabalhei um ano aqui na comunhão e depois, como o meu trabalho profissional é cerca, aí ficou difícil a concorrência e eu acabei eh indo paraa FEB, mas tem um

de São Paulo há 23 anos. foi para cá, eu trabalhei um ano aqui na comunhão e depois, como o meu trabalho profissional é cerca, aí ficou difícil a concorrência e eu acabei eh indo paraa FEB, mas tem um carinho muito grande aqui pela comunhão. Eh, vamos lá. Com relação ao suicídio, ninguém planeja uma ação dessa antes de reencarnar, né? Nós sabemos que eh a nossa condição é no mundo espiritual depende das nossas aquisições, não é, espirituais. E também temos a assistência também dos espíritos que nos auxiliam nesse processo de retorno. E ninguém vem nem programado para um ato dessa magnitude. Ninguém vem programado para fazer o mal. Nós retornamos aqui a essa escola chamada terra, a esse hospital, a esse local de reclusão, muitas vezes a depender da nossa rebeldia, por pelas nossas necessidades, né, de reeducarmos a nós mesmos, reeducarmos os nossos sentimentos, educarmos as nossas faculdades, as nossas os recursos que Deus nos coloca, nos disponibiliza a todos, não é? cada qual dentro da sua necessidade. Então, quando ocorre uma situação dessa, né, de um suicídio, que é uma desencarnação antecipada e que tem uma um contexto eh um agravante, porque é pela própria deliberação, né, da pessoa, do espírito que o faz, não é? Claro que nós precisamos lembrar que todos nós somos filhos do amor, né, do amor de Deus por todos nós. E assim nós precisamos lembrar que todos os nossos erros, que todos os nossos equívocos serão resolvidos, serão corrigidos, né, a partir dessa lei que rege todo o universo, né? Então, quando nós temos uma situação de alguém que comete e hoje nós estamos diante de uma epidemia, não é? Está entre as principais causas, existe todo um protocolo para que isso seja adequadamente tratado, inclusive na imprensa, né? Mas quem de nós nunca esteve próximo de uma situação dessa ou até muito próximo, né? Então, nós precisamos ter diante dessa situação um olhar compassivo, né? Um olhar de extrema consideração por aqueles que equivocadamente entenderam que esse era

tuação dessa ou até muito próximo, né? Então, nós precisamos ter diante dessa situação um olhar compassivo, né? Um olhar de extrema consideração por aqueles que equivocadamente entenderam que esse era o caminho e por todos aqueles que ali estão mais diretamente envolvidos, né? Então, é muito importante que nós tenhamos eh essa compreensão e nunca julgamento, né? Claro que a bala, aquele que comete, nós sabemos que vai sofrer as consequências do ato que cometeu, né? Isso gera sim um desequilíbrio no nosso próprio perespírito, que depois na recomposição, né, vai exigir, né, retornos refazedores daquela região danificada, não danificada fisicamente, danificada vibratoriamente, né? Então aquilo fica realmente registrado e precisa depois ser reequilibrado, né? Então, o maior dano realmente ocorre aqueles que por essa porta decidem sair desta existência, porque ninguém acaba com a vida, né? Nós somos espíritos imortais. Ninguém acaba com a vida. A vida quando Deus decidiu nos criar é para sempre, né? O que nós às vezes, né? O que ocorre é a interrupção de uma experiência terrena que pode sim depois desdobrar em casos depois sucessivos, a exemplo, né, da própria Ivone Pereira, né, que vem nos relatar que teve essas experiências ao longo de algumas encarnações, mas que depois é um processo de retorno, de recuperação e aqueles que estão envolvidos diretamente também manterem muito muita serenidade, não é? Porque muitas vezes fica o complexo, né? Como assim, né? Às vezes ocorre e nos pega de surpresa, né? Eu tive um colega de trabalho que eu nunca podia imaginar que ele tivesse qualquer ideia e que viesse a cometer esse ato. Então, talvez nós precisemos nos aproximar mais uns dos outros. Estamos precisando prestar mais atenção uns nos outros, deixar de lado essa vida que nos consome de interesses terrenos, do dia a dia, da correria, e olharmos mais nos olhos uns dos outros. Talvez assim nós consigamos tratar a tempo, nós consigamos envolver a tempo esses nossos irmãos. Isso, Marcos, se porventura nós

s, do dia a dia, da correria, e olharmos mais nos olhos uns dos outros. Talvez assim nós consigamos tratar a tempo, nós consigamos envolver a tempo esses nossos irmãos. Isso, Marcos, se porventura nós conhecermos ou até mesmo estivermos em uma família ilutada, procuremos a casa. Conforme Daniela já falou, a gente tem um trabalho específico para as famílias enlutadas. Se nós, porventura cogitamos, nem que seja de longe essa questão do autoestermínio, que tentemos dar um voto de confiança para Jesus como bom pastor, que ele mesmo se proclama no capítulo 10 do Evangelho de João, que é uma porta que quem passa pela porta tem uma nova vida em abundância. A nossa Compírita de Brasília tem um atendimento fraterno em que a gente vai, conversa com o colaborador da casa que é preparado, a gente é encaminhado por um tratamento espiritual para fortalecer as nossas dores. Para além disso, para quem porventura não saiba, aos domingos, às 18 horas a reunião pública é dedicada a essa temática aqui no nosso auditório. Pergunta agora vai para Leandro, vem lá do ESM 2, do estudo da mediunidade 2, já no finalzinho, o planeta Terra está evoluindo para tornar-se um planeta de regeneração. No entanto, vamos vemos em várias mídias pessoas afirmando que as coisas não estão melhores, só pioram. Você poderia apresentar a visão espírita para que essas pessoas conheçam o processo que vivemos atualmente de uma forma profunda e lúcida. Por favor, eu pediria pro favorzinho. >> Boa noite, família. É uma alegria estar com vocês. É uma alegria estar com esses grandes irmãos aqui, irmã. É, Deus sabe o quanto é bom tá perto de pessoas que a gente gosta, que a gente admira e que a gente tem carinho. Então, é uma alegria imensa. Bom, eu acho que tudo perpassa o nosso primeiro nosso ponto de vista até para com a nossa vida, sabe? Quando a gente começa a observar as coisas que nos acontecem, a gente tem uma tendência, é uma tendência muito natural. E eu falo por mim, eu não posso falar por todos, eu só posso dizer pela minha pessoa, é

a gente começa a observar as coisas que nos acontecem, a gente tem uma tendência, é uma tendência muito natural. E eu falo por mim, eu não posso falar por todos, eu só posso dizer pela minha pessoa, é uma tendência muito natural de eu primeiro ver o problema, de eu primeiro enxergar o que é ruim, né? Então eu olho pro meu planeta, eu olho pras coisas que estão acontecendo e é lógico que no primeiro ponto eu vou destacar o problema, eu vou destacar o que tá faltando, aquilo que tá atrapalhando e tudo mais. Isso é meio que até um tratamento do meu subinconsciente, agindo e deixando fluir essas coisas em mim. E quando eu começo a parar para pensar essa minha atitude de sempre observar o que é ruim e destacar o que é ruim, eu eu percebo que isso é muita imaturidade do meu espírito. É como se o meu espírito escolhesse o lado não agradável das coisas, porque tem acreditado, existe copo está meio cheio ou meio vazio. E tudo é uma questão de como você olha para esse copo. É o mesmo copo, mas estamos no mesmo planeta. E tem gente que tá super feliz com o planeta, super feliz com a vida, caminhando, desenvolvendo, tentando, alegre. E tem pessoas que estão super triste, super magoadas, super abaladas. É o mesmo planeta? Não, mas a encarnação é diferente. Tão passando por coisas diferentes. Pois bem, tem gente que tá passando por problemas igual o meu, igual o seu, problemas super difíceis, às vezes até muito mais complicados do que o que eu tô passando hoje. E eu tô ali triste, cabis baixo, sentindo a dor e essa pessoa tá sorridente, vivendo com leveza, sabendo que sim, tem um problema, mas não é o problema que vai definir como ela se sente. como ela se sente, é uma escolha dela. Então, quando a gente olha pro nosso planeta, e é lógico, as coisas estão acontecendo e precisam acontecer para que a gente observe elas, porque a gente só observa que tem alguma coisa errada quando ela acontece. Mas a grande questão é: aconteceu algo errado? Será que só tem algo de ruim naquilo que

ntecer para que a gente observe elas, porque a gente só observa que tem alguma coisa errada quando ela acontece. Mas a grande questão é: aconteceu algo errado? Será que só tem algo de ruim naquilo que aconteceu? Não tem algo de bom? E aí é a arte da gente começar a filosofar e a pensar sobre tudo, que é o que a doutrina mais pede, que a gente pense, que a gente saia da caixinha, né? Que a gente perpasse todas essas barreiras e comece a pensar fora do comum, fora do natural, que às vezes a gente tá inserido para pensar. Deus tá em tudo. Deus é onipotente, onipresente, tá em tudo. É amor, é justiça. Ele também tá nessa situação difícil, não tá? Ele tá em tudo. Ele tá ali, ele tá presente. E onde tem Deus tem amor. Então, até naquela situação complicada, até naquele detalhe difícil, existe a presença dele. Quem é que não tá vendo a presença dele? Sou eu. Ele tá lá. Tenha vibração, tenha força, porque tudo que acontece na minha vida, não importa o que esteja acontecendo, não é para me destruir. O planeta que eu tô, que eu tô inserido, eu não tô nele para que ele dificulte a minha existência, para que ele atrapalhe quem eu sou. Pelo contrário, ele tá para me ajudar a ser alguém melhor. A grande questão então que fica é: o que é um Leandro melhor? O que é um você melhor? Será que você tá vivendo a sua vida, pensando a sua vida, analisando isso, analisando que cada dia que passa, o dia tá te convidando não a viver problema, não a você se desesperar, não a você chorar, mas a você ser alguém melhor, sabe? E eu posso dizer por mim, eu hoje sou um cadinho melhor do que eu era antigamente, graças às dificuldades que eu vivi. Foram elas que me moldaram, que falaram: "Leandro, presta atenção, Leandro, não é assim, Leandro, toma atento, meu filho, que coisa horrorosa que ela tá fazendo." Lógico que ela não fala com essa doçura toda. Ela vem e coloca um vizinho difícil, ela vem e coloca um parente complicado. Ela vem e coloca um probleminha de saúde. Mas isso não é para atrapalhar minha vida, pelo

la não fala com essa doçura toda. Ela vem e coloca um vizinho difícil, ela vem e coloca um parente complicado. Ela vem e coloca um probleminha de saúde. Mas isso não é para atrapalhar minha vida, pelo contrário, para falar: "Leandro, toma cuidado, presta atenção. Talvez você esteja escolhendo, escolhendo algo que tá te atrapalhando e você ainda não tá enxergando. Deixa eu tentar fazer você enxergar." E como a gente tem aquele costume de enxergar o difícil, então deixa eu te fazer enxergar onde você enxerga, que é o difícil. Enxerga. Aí a gente toma tenta, a gente enxerga. Só que o problema que ainda nós carregamos é: "Eu enxergo, só que depois que eu enxergo, o que que eu faço com isso? Depois que eu enxergo o problema, qual é a minha atitude? É desesperar? É culpar o próximo? É reclamar? Ou é tentar entender o que o problema quer de mim? Aonde tá doendo em mim? E o que que eu preciso melhorar para que talvez eu viva uma situação igualzinha, mas se eu consiga sair dela com paz no coração sorridente. Pelo exemplo que a gente vê, tem muita gente que tá na mesma situação que eu tô, sorridente, em paz. Então, que um dia eu possa ser assim, o que que falta para eu ser assim? Eu acho que essa é a grande pegada de entender o que tá acontecendo com o mundo. >> Obrigado, Leandro, sobre a progressão, Kardec tem um registro no capítulo 3 do Evangelho Segundo Espiritismo sobre a pluralidade dos mundos habitados. E no finalzinho, no finalzinho do capítulo, tem um texto de Santo Agostinho que ele vem falar que o progresso é uma lei universal, é uma lei natural. O progresso é intrínseco ao espírito, mas cada um, conforme Leandro registra, tem a sua própria caminhada. E ainda sobre a providência, no livro a Gênesis, no capítulo 2, quando Kardec escreve sobre Deus, tem um texto bem lúcido no final do capítulo chamado A providência divina. Quem quiser aí complementar esses comentários do colega, fica aí essas dicas. Outra pergunta para Daniela lá do S de 1A, não sei se é da minha turma que eu sou do S de 1A, sobre

A providência divina. Quem quiser aí complementar esses comentários do colega, fica aí essas dicas. Outra pergunta para Daniela lá do S de 1A, não sei se é da minha turma que eu sou do S de 1A, sobre reencarnação e justiça divina, cenário hipotético. É tipo aquele caso do primo da vizinha que tem um amigo que conversou comigo ontem tomando café. Um espírito que foi um grande ditador num passado remoto, reencarna agora como um trabalhador simples, sem oportunidade oportunidades claras de poder ou de impacto coletivo. Questões: A reencarnação, em um contexto completamente diferente anula ou minimiza os erros do passado ou apenas os ressignifica. Como se concilia mérito e necessidade quando o espírito passa por experiências que parecem não refletir diariamente suas escolhas preexistentes? E a última nesse combo, a ausência de lembrança consciente do passado prejudica ou protege o espírito em seu processo de reparação moral. as perguntas. Força, [risadas] >> eu sou da comunhão, gente. Feb também. Bom, eh, graças a Deus, a gente não precisa responder essa essa pergunta com exatidão, porque Deus é o nosso juiz, Deus é quem sabe muito melhor. E de uma forma que essa justiça completamente minuciosa, ela é ao mesmo tempo misericordiosa, que olha para as nossas misérias com o cordes, o coração. Então, ainda bem que a gente não precisa responder isso com essa exatidão. E a nós que somos filhos, cabe a gente confiar que esse esse pai misericordioso, ele não tá aqui para nos punir pela punição, para simplesmente ticar olho por olho, dente por dente. Isso foi um estágio da nossa evolução e que foi assim, passou, aconteceu e agora quando o Cristo veio e trouxe pra gente essas informações, né? Um novo mandamento vos deixo, um novo mandamento vos dou. Amai-vos uns aos outros como eu vos amei. Ele passou ali uma série de outras orientações que a gente pode estar sempre pesquisando de novo e de novo e de novo, que foi sobre elas que Kardec construiu o Evangelho Segundo o Espiritismo, que sobre as

assou ali uma série de outras orientações que a gente pode estar sempre pesquisando de novo e de novo e de novo, que foi sobre elas que Kardec construiu o Evangelho Segundo o Espiritismo, que sobre as bem-aventuranças que estão ali em Mateus capítulo 5, 6 e 7. Então, quando a gente estiver perdido, querendo entender como é que funciona essa regra dessa justiça misericordiosa, é só a gente voltar lá que a gente vai perceber essa ampliação que o Cristo trouxe, que ele também não disse não pro que já era paraas leis anteriores, ele disse que não veio destruir a lei. Ele veio para ampliar essa compreensão desses 10 mandamentos. Ele inclusive disse que ele não ia desdizer nenhum profeta, que estávamos somente predizendo ele ali ao longo de todo o Antigo Testamento. Então, quando a gente se põe também como alunos, a gente vê inclusive no livro dos espíritos alguns chamamentos. Leiam os salmos. É pra gente poder também ampliar a nossa mente e perceber que aqueles lá somos nós. Então, que a gente se ocupe de amar mais e melhor e especialmente desse 11º mandamento que o Cristo nos trouxe, que é amarmos uns aos outros, né, como Deus, como eu vos amei, e que por isso reconheceriam quem são os seus discípulos. Nesse sentido, gente, é claro que a consciência de cada pessoa vai ditar também o tamanho do pecado, usando a expressão pecado, conforme ela era vista em hebreu mesmo, né, no hebraico, que era errar o alvo. Imagina que eu tô ali jogando o dardo uma vez após a outra e tô errando o alvo. É simplesmente algo da lei que eu ainda estou aprendendo. Eu estou vivendo os meus processos, dos meus aindas, da minha infância espiritual, que eu fui criada simples e ignorante. E eu tô aprendendo a conhecer um pouco melhor dessas regras desse jogo, né? Então, conforme eu vou ampliando a minha visão e eu vou amadurecendo essa minha infância espiritual, naturalmente a quem muito foi dado, muito será cobrado. Então, que a gente possa descansar. nessa justiça misericordiosa, porque todo o universo é

e eu vou amadurecendo essa minha infância espiritual, naturalmente a quem muito foi dado, muito será cobrado. Então, que a gente possa descansar. nessa justiça misericordiosa, porque todo o universo é colo. Muitas vezes as pessoas ficam pensando, mas o que que vai acontecer nesse período de transição e se eu não conseguir ficar aqui nesse planeta? Meu Deus, meu Deus, meu Deus? Aí a gente tem que lembrar que na casa do meu pai existem muitas moradas e todas elas são regidas por essa mesma justiça misericordiosa que vai nos receber com o mesmo amor, com a mesma amplitude, com o mesmo carinho. Então que hoje a gente possa se imbuir de fazer aquilo que o Leandro comentou aqui, né? sermos a melhor versão de nós mesmos, fluindo nessas regras que estão aí, não para nos cerciar, não para nos limitar, mas para nos proteger, como um guarda reio que tá ali na estrada, que não deixa a gente sair com carro, voar para fora da estrada ali, né, ribanceira abaixo. É para isso que a gente tá aqui, né? >> Obrigado. A vida é uma bênção, né? é uma oportunidade e registra a questão 171 de dos espíritos, quando Kardec em que dogma se baseia a reencarnação no reencontro que nós temos com a justiça divina. É um reencontro que nós temos com a nossa consciência. O livro Céu Inferno, ele fala muito sobre a questão do arrependimento e da reparação. E tem um capítulo na segunda parte intitulado Criminosos Arrependidos, que no finalzinho tem a história do espírito Jax Latu, que é um espírito que errou muito, muito e cai no seu processo de arrependimento. Só finalizando essa intervenção, porque a pessoa que perguntou fala muito sobre o ditador no passado, né? Muito cuidado às vezes também quando nós julgamos o outro. Certa vez, Emanuel, Chico Xvier perguntou para Emanuel qual era a diferença entre a gente e um criminoso. E Emonio respondeu que o criminoso foi descoberto. Agora pergunta para André. Apertemos os cintos que é a pergunta de André. Sobre livre arbítrio e influência espiritual. Cenário hipotético

criminoso. E Emonio respondeu que o criminoso foi descoberto. Agora pergunta para André. Apertemos os cintos que é a pergunta de André. Sobre livre arbítrio e influência espiritual. Cenário hipotético é do de 1 a. Um jovem começa a tomar decisões completamente diferentes de seu comportamento habitual. Posteriormente descobre-se que ela está intensamente sido sob influência de espíritos desencarnados, alguns benevolentes, outros não, que amplificam tendências internas. Questões. Primeira, até que ponto uma escolha influenciada permanece uma escolha livre? Segunda, se a pessoa é moralmente responsável, como medir essa responsabilidade quando fatores espirituais interferem? Terceira, deveriam existir limites para interferência espiritual e isso seria compatível com o livre arbítrio? >> Esse é o famoso três em um, né? Eu eu termino por refletir que a quantidade de respondedores no palco é para formar o circuito de vibração pra gente conseguir alcançar realmente essas respostas, né? é uma sustentação pra gente conseguir seguir adiante com isso. A pergunta que é hipotética, ela faz lembrar muito um caso real na história da psiquiatria, um caso de 1848, que é o caso de Fineas Kate. Pineias era um minerador, estava trabalhando nas minas, aconteceu uma explosão e um varão de ferro atravessou um lado do seu rosto e saiu do outro lado da cabeça, comprometendo em especial o o lobo pré-frontal, essa região do cérebro, que é uma região hoje conhecida como responsável por algumas atitudes de controle dos nossos impulsos. E a partir deste episódio, Pineas Keij sobreviveu e, apesar de ter sobrevivido, notou-se nele uma profunda mudança de comportamento. Ele, que era um homem muito gentil, tornou-se um homem extremamente áspero. Ele era um metodista que tinha muito cuidado com a fala e passou a comunicar-se de uma maneira extremamente grosseira para com as pessoas, a ter atitudes que eram extremamente agressivas, desleis, desonestas e uma série de outras coisas. E foi o caso de Fineas Cage que abriu a discussão que

ira extremamente grosseira para com as pessoas, a ter atitudes que eram extremamente agressivas, desleis, desonestas e uma série de outras coisas. E foi o caso de Fineas Cage que abriu a discussão que persiste até hoje quanto a esses limites de liberdade. Trago o caso apenas pra gente comparar, porque ao invés do varão que rasgou os lobbros pré-frontais deles, a pergunta em hipótese, né, ela sugere que o processo obsessivo agiria como um inibidor desse processo. É importante a gente salientar que no caso de Fineias Cage ficou comprovado que de fato nos lóbulos frontais nós temos instrumentos de retenção dos nossos naturais impulsos. E quando essa área ela está danificada do ponto de vista cerebral, ele não tem o controle, ele não consegue, se ele tem um impulso diferente de nós, que temos um impulso e a gente consegue segurar, porque a atividade cerebral ela funciona como um processo de consciência que identificando o processo age, dizendo assim: "Opa, não vou falar isso, não vou agir dessa maneira". No caso dele, essa dimensão estava perdida e daí a expressão com ele. Quando Allan Kardec vai analisar os episódios de obsessão, e é importante que a gente pense nisso, antes de analisarmos a questão do livre arbítrio em si, ele vai dizer que a obsessão ela se caracteriza em três estágios. Uma obsessão simples, que é o quê? É o momento em que os espíritos de ordinário nos dirigem por sugestão. Então, como é que o espírito age com relação a isso? Ele chega perto da gente, diz assim: "Daniela, tu não tá com sede não?" E Daniela diz: "Epa, pera aí, eu tô com sede. Eu tô com sede. Vou beber água. É uma decisão dela." Aí veio uma sugestão minha. Este é o caso que torna-se uma obsessão simples quando o espírito insistentemente faz esse tipo de sugestão. Esse caso evolui para o que Allan Kardec denominou de uma fascinação. de tanto Daniele acostumarse a beber a água quando eu sugiro, isso já vira um ato reflexo. Eu chego perto dela e digo assim: "Vamos beber água". Ela já pega o

Allan Kardec denominou de uma fascinação. de tanto Daniele acostumarse a beber a água quando eu sugiro, isso já vira um ato reflexo. Eu chego perto dela e digo assim: "Vamos beber água". Ela já pega o copo porque assimilou comigo o ato da impressão, ó, funcionando. Esse processo, ele começa acontecer em diferentes áreas, mas ainda sob os auspícios da liberdade do indivíduo que registra o convite e age para aquele processo. Quando isso evolui para o caso da subjgação, a subjulgação é um estado avançado da obsessão, aonde a vontade do espírito encarnado ou do desencarnado, porque também existe a obsessão do encarnado para o desencarnado, ela ficou tão próxima que já não há mais nenhum tipo de questão. questionamento, já não há um processo de decisão. É difícil discernir quem começou com a vontade e quem fez a sugestão disso. E suposto, voltamos ao caso hipotético, eu insisto, de que um jovem começou a tomar decisões, atitudes que lhe não são característicos. O que que pode ser isso? Pode ser um caso obsessivo, pode. Pode ser um problema de natureza neuronal, pode consultar um psiquiatra. É um bom mecanismo para ver se não estão acontecendo inibições nos lobos pré-frontrais, em especial se a atitude dele é de não conseguir segurar certos comportamentos agindo por pura impulsividade, porque isso pode ser um quadro de diagnóstico psiquiátrico. Ora, se é um caso de natureza obsessiva, recordemos que os espíritos não iniciam esse processo obsessivo imediatamente. Eles vêm em processos, às vezes de vinculações pretéritas, em que a liberdade do indivíduo é respeitada na medida em que ele reconhece a atitude em que está posta. se ele não tem a maturidade do reconhecimento, e isso é muito comum em indivíduos que não se dão ao trabalho de se perguntar por eu quero isso? Por que motivo eu gostaria de ter essa atitude? Porque isso é o papel do discernimento, que é prec livre arbítrio. O livre arbítrio é a deliberada escolha diante das alternativas. Acontece que muitas vezes nós abrimos

gostaria de ter essa atitude? Porque isso é o papel do discernimento, que é prec livre arbítrio. O livre arbítrio é a deliberada escolha diante das alternativas. Acontece que muitas vezes nós abrimos mão de ter alternativas quando simplesmente respondemos aos impulsos. quadro que os estudos psicológicos e psiquiátricos na atualidade identificam. Se nos habituamos a acionar os nossos mecanismos psíquicos por estímulo, perdemos a capacidade crítica de agir diante deles, porque nos viciamos na própria química de nossos cérebros. Então, os neurônios que são ativados juntos, se um ativou, o outro imediatamente é ativado por repercussão natural, que é uma decisão que nós fizemos. Daí a importância de Aurélios Agostinho, o famoso bispo de Ipona, quando Allan Kardec perguntou qual o meio prático mais eficaz que tem o homem de resistir às tentações e produzir a sua própria melhoria. Um sábio da antiguidade jáudice, conhece-te a ti mesmo. Reconhecemos a importância desta frase, mas o problema reside aí. Como é que a gente faz esse autoconhecimento? Santo Agostinho monta então uma série de questões para nós nos fazermos como instrumentos para o desenvolvimento da nossa liberdade como processos para o fortalecimento da nossa vontade. O exercício da vontade, caracterizado por Leon ser, do destino e da dor como uma das potências da alma. Ele é uma potência que precisa ser desenvolvida e exercitada. Impressiona, para concluir, o fato de que a humanidade é uma das poucas espécies em que o livre arbítrio se manifesta. por excelência e 90% da raça abre mão do exercício dele. Muito obrigado, André. Tem um registro no capítulo 23 do livro dos médiuns que a obsessão é ação inteligente e dirigida, né? Como o André falou, não é assim do nada a gente tropeça, virou assim, tá com processo de obsessão. Não. Temos alguns recursos terapêuticos, como por exemplo a vontade registrada na questão 90 do livro dos espíritos, a prece pro anjo da guarda na 495, Kardec tem um apresenta um texto no Evangelho Segundo Espiritismo intitulado

erapêuticos, como por exemplo a vontade registrada na questão 90 do livro dos espíritos, a prece pro anjo da guarda na 495, Kardec tem um apresenta um texto no Evangelho Segundo Espiritismo intitulado Preces Inteligíveis, em que ele vem dizer que Deus não vai resolver o nosso problema. Ele vai nos dar força, coragem, entusiasmo, bom ânimo, mas cabe à gente ter esse protagonismo. Então, nós temos esse recurso terapêutico da prece e nós temos também uma maneira de dissipar pensamentos, por exemplo, pelo corpo através do exercício. Tem um exercício chamado prancha, que é muito válido quando a gente desvia aí o pensamento. lá e faz ali um minuto de prancha, tem uma equ, mas volta católica estaria fazendo o terço a viu >> eh agora pergunta para Marcos lá do ESD 1A sobre mediunidade e verdade espiritual. Outro cenário hipotético. Vamos fazer uma novela espiritual aqui com as perguntas. Um médium recebe mensagens de espíritos que afirmam propor uma nova moral. espiritual mais flexível do que os princípios defendidos tradicionalmente pela doutrina espírita. Questões. Primeira, a verdade deve ser verificada pela moral, pela lógica ou pela autoridade doutrinária? Segundo, espíritos superiores podem adaptar seus ensinamentos ao contexto humano ou isso enfraqueceria sua universalidade? >> Bom, vamos lá, né? Eh, essa questão da mediunidade, ela já foi até colocada aqui da questão da influência que todos nós exercemos e todos nós sentimos, né? Por isso que Kardec vai dizer que todos nós eh somos médiuns. Eh, então a cada um de nós cabe observar, né, de que todos nós estamos inseridos nesse contexto do intercâmbio, seja entre nós encarnados ou entre os dois planos da vida, né? Todos nós sentimos em algum momento, em algum grau essa situação. Agora, é claro, há aqueles que estão dotados, mais dotados, né, organicamente e por isso apresentam uma maior facilidade para estabelecer essa esse intercâmbio, né? É o que a gente chama de médiuns ostensivos, né? Então, mas na realidade todos nós temos que observar que todos

e e por isso apresentam uma maior facilidade para estabelecer essa esse intercâmbio, né? É o que a gente chama de médiuns ostensivos, né? Então, mas na realidade todos nós temos que observar que todos nós estamos mergulhados, né, nesse campo de pensamentos, de vibrações, né, quando a gente vê uma questão como essa, eh, de um orientador, né, que vem trazer regras mais flexíveis em nome da verdade, e, eh, nós precisamos ter assim sempre como parâmetro, eh, ele pergunta se seria a moral, se seria a a lógica >> ou autoridade >> ou a autoridade doutrinária, né? Eu penso que a nossa referência maior, qual que é de vida? >> Jesus. OK? Então, se nós formos pensar pelo lado da moral, seria a moral de Jesus, a lógica de Jesus e a autoridade doutrinária de Jesus. Então, se nós lembrarmos que a nossa referência é o Cristo, OK, as três questões se encaixam, mas não podemos perder de vista que aquele que veio dizer ter a verdade foi Jesus, ninguém mais. Se alguém mais aparecer, né, seja na reunião mediúnica, seja na porta da nossa casa ou em onde quer que seja, dizendo-se a verdade, nós precisamos colocar sempre ao lado da verdade que é, né, o Cristo, ele que disse, eu sou a verdade, né, o caminho, a vida, não é? Ou seja, é a o reflexo mais sublime do pensamento de Deus para nós, né? Então isso sim é a verdade. Então eh não há que se pensar em flexibilizar, em trazer paraas nossas conveniências. O próprio Cristo disse, né? Seja o vosso dizer. Sim. Sim. Não, não. O Cristo acolheu a todos, né? o Cristo, a doutrina do Cristo e o Cristo é inclusiva. Hoje a gente tá vivendo esse momento, né, de muita discussão da inclusão, da exclusão, né, mas esses movimentos são feitos por nós ainda espíritos, né, imperfeitos que somos e às vezes nos temos dificuldade em aceitar o próximo como ele é, né, como ele está, não como ele é, porque nenhum de nós é, nós ainda estamos, né, a caminho, mas o Cristo já é. né? Ele já é. Então, nós precisamos lembrar sempre disso, de que precisamos sim acolher a todos, mas fazer como

como ele é, porque nenhum de nós é, nós ainda estamos, né, a caminho, mas o Cristo já é. né? Ele já é. Então, nós precisamos lembrar sempre disso, de que precisamos sim acolher a todos, mas fazer como Cristo, que acolheu a todos, mas nunca consentiu com os equívocos, com os erros, sempre buscou então trazer, né, aqueles que eram acolhidos paraa realidade, né? Então, o certo é o certo, o errado é o errado, né? Não tem como a gente pegar uma coisa errada e dizer que ela tá Isso só em prova, né? Que tem meio certo, não tem? O professor tem essa, né, possibilidade de dar um meio certo, considerar ali alguma coisa que foi dita, né, graças a Deus, né, quantos meios certos, né? Eu tive várias na caminhada escolar, mas eh mas na vida eh não é assim, né? Então o importante é a gente trazer sempre a referência do Cristo paraa nossa vida, né? Então eh e é isso que tá em o livro dos espíritos, né? Então, a nossa referência são os ensinos de Jesus que refletem com a maior pureza, com a maior clareza, com a maior autoridade as leis de Deus, né? E nós só infelizes quando delas nos afastamos. Então, nós precisamos sempre buscar, né, não aquilo que se amolda à nossa conveniência, né, ou as nossas justificativas. mas sim buscarmos nos, né, assim, aproximarmos a cada dia mais das leis de Deus. E é para isso a gente precisa ter muita humildade para aceitar as nossas aceitar a nossa condição de espíritos imperfeitos e sobretudo aceitar as leis de Deus. Porque muitos dos nossos equívocos são resultado da nossa não aceitação das leis divinas. Nós muitas vezes achamos que as nossas leis são mais perfeitas. Então a gente precisa caminhar mais atento olhando para esse farol, para essa referência, né, que é o Cristo. Muito obrigado, Marcos. E sobre o exercício da medida ostensiva, Allan Kardec, quando ele vem categorizar a natureza das comunicações mediúnicas no livro dos médiuns, ele nos traz um alerta que não nos preocupemos com a assinatura, mas sim com o conteúdo da mensagem, né? E como Cristo é o nosso

ategorizar a natureza das comunicações mediúnicas no livro dos médiuns, ele nos traz um alerta que não nos preocupemos com a assinatura, mas sim com o conteúdo da mensagem, né? E como Cristo é o nosso modelo e guia, vem aí a dica de Marcos. Pergunta agora vai para Leandro, também do de 1A, sobre evolução moral e sofrimento. Adivinhem? Cenário hipotético. Duas pessoas vivem sofrimentos semelhantes, mas uma progride moralmente enquanto a outra se revolta e se torna mais endurecida espiritualmente. Questões. Primeira, o sofrimento realmente possui valor instrutivo universal ou somente quando o espírito já está apto a compreendê-lo? Segunda, é justo atribuir ao espírito a responsabilidade por não aprender com sofrimento? mesmo sem consciência da causa espiritual dele. E terceira, o progresso moral seria inevitável ou depende de uma centelha interior que alguns desenvolvem mais rapidamente? Bom, família, a gente já conversou um pouquinho quando eu fui responder a pergunta anterior sobre a questão da dificuldade, do sofrimento, do problema, né? A palavra sofrimento para mim que eu tiro ela um pouquinho porque eu acho que a pergunta quis dizer dor, né? o problema, a dor, porque o sofrimento a gente já tá pegando a dor e colocando ela na nossa vida de maneira mais insistente, trazendo ela para uma escolha nossa e ampliando ela na nossa vida. Então vamos utilizar a palavra dor. Eu prefiro a dor até pra gente poder dar uma separada quando tentando sentir também isso na nossa vida. Então quando a dor bate na nossa porta, qual é o objetivo dela? que você melhore. A dor não vem para te destruir. Esse é o primeiro ponto que a gente tem que botar na nossa cabeça. Que a gente tava conversando anteriormente quando eu fui responder, é tudo que acontece com você, 100% do que acontece na tua vida, não acontece para que você seja infeliz. 100%. Não, não é possível, Leandro. Eu não acredito nisso. 100%. 100% do que tá acontecendo na tua vida tá tentando fazer com que você seja feliz. Não, não faz sentido. O que tá

que você seja infeliz. 100%. Não, não é possível, Leandro. Eu não acredito nisso. 100%. 100% do que tá acontecendo na tua vida tá tentando fazer com que você seja feliz. Não, não faz sentido. O que tá acontecendo comigo que é me levar para lá e eu quero ir para cá, porque aqui que tá a minha felicidade. Então você entende que talvez o conceito de felicidade que você tá carregando tá te levando para lugares que possam não ser o melhor para você? Quantas vezes você já desejou alguma coisa, já lutou muito por isso, brigou muito na sua vida, mas gastou dias, gastou noites, ficou longe de pessoas, enfrentou coisas absurdas por aquilo, achando que aquilo era o melhor para você. Quando você conseguiu, falou: "Uai, que aconteceu? Que que houve? Cadê aquela alegria toda, aquele aquele entusiasmo? Aquilo que eu achei que ia mudar minha vida para sempre?" Pois é. Aí você descobriu que tem outro dia, que o dia veio de novo e que você precisava continuar e que as coisas continuam e que talvez aquele lugar onde você colocou sua felicidade não é o fim da sua vida, era um objetivo, um detalhe que você tinha, que o que importa é para que isso? Então, quando a gente vai começar a conversar sobre felicidade, até para responder sobre dor, porque para eu entender a dor, eu tenho que entender o que é ser feliz, né? A pergunta que fica pra gente é: o que é ser feliz para você? Eu gosto sempre de conversar isso, porque às vezes a gente tá muito longe dessa resposta. Já pensou, você já conversou com você mesma, nem é com uma outra pessoa, com você. O que é ser feliz para você? O que é ser feliz pro Leandro? Que é felicidade para mim? Que que eu tô querendo na minha vida? Porque o objetivo da sua vida é que você seja feliz. Você encarnou, tá aqui para desenvolver o seu espírito para que você atinja a perfeição. Você chega a ser perfeito algum momento. A Terra não vai te dar essa perfeição absoluta, porque a Terra é um planeta de provas e expiação. A questão anterior até falou sobre planeta de regeneração.

o. Você chega a ser perfeito algum momento. A Terra não vai te dar essa perfeição absoluta, porque a Terra é um planeta de provas e expiação. A questão anterior até falou sobre planeta de regeneração. E não quer dizer que planeta de regeneração não tenha dor, não tenha problema em nenhum momento. Vai ter. A grande diferença é que os espíritos que estão habitando lá já enxergam a dor com questões diferentes, já enxergam a dor, interpretam a vida de maneira diferente. Então, quem tem que mudar é minha forma de interpretar. E uma base da minha interpretação da vida é o que é ser feliz. Porque todo mundo aqui tá acordando para ser feliz. Eu não acordo para ser infeliz. Nossa, eu tô com tanta vontade de sofrer hoje. Não, não, eu duvido que você acordou assim, não. Eu tô com a vontade de arrumar uma briga para chorar. Chorar. Também que tem umas músicas que dá uma vontade de chorar, né? Hoje eu tô com a vontade de estar uma música, mas é a nossa melancolia que ainda fica ali no nosso espírito querendo dar uma exagera. Porém, a gente acorda para ser feliz. Você levanta todo dia e enfrenta os problemas que você enfrenta, as questões que você enfrenta, as dores que você enfrenta para ser feliz. Então me diga o que é ser feliz. Me diga para que que você tá acordando. Fala para mim. Por que que você tá levantando todo dia? Por que que você tá enfrentando as dores que você tá enfrentando? Essa é uma questão que o Espiritismo vem trazer e vem conversar com a gente e vem tocar na gente para que a gente não se confunda. E é lógico que Kardec faz essa pergunta pros espíritos. É óbvio que ele vai fazer, né? Sobre felicidade. O que é ser feliz? Eu gosto sempre de lembrar disso por causa que é uma base do nosso entendimento de vida pro Espiritismo, o livro dos espíritos e no Evangelho Segundo Espiritismo vai trazer essas questões de felicidade. No Evangelho Segundo Espiritismo vai definir que felicidade que a gente pode ter na Terra em uma um resumo bem pequeno se chama paz no coração.

ndo Espiritismo vai trazer essas questões de felicidade. No Evangelho Segundo Espiritismo vai definir que felicidade que a gente pode ter na Terra em uma um resumo bem pequeno se chama paz no coração. Em resumo bem pequeno, a felicidade que você pode ter se chama paz no coração. Então você tem que acordar todo dia para procurar paz no coração, porque se você estiver em paz, você vai estar com a felicidade que a terra pode te dar. Existe a felicidade existe e é desse mundo. E e essa felicidade, essa paz que a gente tem que encontrar, é uma paz que a gente vai atingir na terra que significa que não importa o que vai acontecer com você, você vai entrar em pai, você vai estar tranquilo por dentro. Pode estar acontecendo um turbilhão de problema por fora, você por dentro mantenha a calma. E aí no livro dos espíritos vai definir o que que é essa paz no coração, o que que é essa felicidade. São três coisas. São três pilares que é o seu objetivo de vida. A gente encarna para conseguir esses três pilares. Quando eu conseguir esses três pilares, a terra já não me necessária. Prova, expiações, já foi. Regeneração também eu já vou est avançando ali. Quais são esses três pilares? Que é a felicidade segundo a doutrina espírita. Aprender a viver com o necessário, ter consciência tranquila e fé no futuro. Quando você atingir esses três pilares, essas três bases, não importa o que acontecer na tua vida, você vai ter paz no coração, você vai ser feliz. A felicidade que a terra não é a felicidade absoluta, não. Kardec pergunta, tem como a gente ser absolutamente feliz na terra? Não faltam instrumentos, faltam virtudes no teu espírito, entendimento, desenvolvimento, progresso, você não tem. Porém, tem uma que você pode ter. Qual? Paz no coração. Esses três pilares. Aí quando eu descobri isso, eu falei: "Caramba, minha felicidade não tava ali, né? Vou ter que abrir mão. Eu queria tanto ficar com a outra, mas não vai dar certo. Eu vou ter que tentar mudar para essa. Eu comecei a ver na minha vida que as dores que eu

felicidade não tava ali, né? Vou ter que abrir mão. Eu queria tanto ficar com a outra, mas não vai dar certo. Eu vou ter que tentar mudar para essa. Eu comecei a ver na minha vida que as dores que eu enfrento, os problemas que vêm, eles estão me provocando exatamente para que eu possa desenvolver esses três pilares. Exatamente para que eu aprenda a viver com o necessário material e emocional. Exatamente. Para que eu desenvolva consciência tranquila, que eu atenda a voz do meu coração para sempre fazer o melhor, para sempre produzir o que eu posso produzir de melhor, porque a vida me chama o tempo todo a ser útil. E será que eu sou útil da maneira certa? Todo dia você tem oportunidade de ser alguém melhor. Será que você tá tentando ser? Se você não tá, por quê? E depois para eu desenvolver no futuro, que não importa o que me aconteça, eu sei que amanhã vai ter um dia melhor. Eu sei que amanhã as coisas vão funcionar melhor, porque é o pai que tá no comando. Se tá acontecendo problema, sou eu que não entendi o problema ainda. Sou eu que não entendi a dor. E a dor vai me ajudar a entender as questões para que amanhã não ela não tenha mais na minha vida. Pode parar para pensar sobre sua vida. Quando você venceu um problema, não é que o problema deixou de existir, as coisas até aparecem de novo, porém você sabe solucionar as coisas e não chama mais de problema. Você já sabe desenvolver, você já sabe passar com aquilo com tranquilidade. E aí você não aponta mais, ó, um problema. Você fala: "Não, olha uma questão, vamos ali solucionar, vamos rapidinho aqui". Pá, solucionou, vamos embora. Enquanto o outro tá lá arrancando os cabelos. você fala: "Um dia eu tive assim, um dia eu ficava desse jeito, agora já tenho mais paz". E aí são esses detalhes que as dores vem nos provocando e vem tentando trabalhar com a gente para que a gente vá desenvolvendo. Então sim, tudo que tá acontecendo na minha vida é para eu me desenvolver moralmente, mas os dois lados, intelectual e moral, porque de

entando trabalhar com a gente para que a gente vá desenvolvendo. Então sim, tudo que tá acontecendo na minha vida é para eu me desenvolver moralmente, mas os dois lados, intelectual e moral, porque de acordo com o livro dos espíritos, primeiro progride o intelectual para que depois venha a moral. Porque moral, segundo o espiritismo, em resumo bem baixo, é fazer o bem a todos. Em resumo bem rápido, fazer o bem a todos. Então eu desenvolver minha moral, é desenvolver minha capacidade de fazer o bem. E a gente tem que começar a entender isso para tentar encaixar na nossa vida e ter uma vida mais feliz. >> Obrigado, Leandro. Só três destaques. O primeiro sobre a felicidade, que ela é relativa, conforme o colega Leandro trouxe, a questão 920, quando vai inaugurar a quarta parte do livro dos espíritos, Kardec isso, a equipe do espírito de verdade. Segundo destaque no Evangelho Segundo Espiritismo tem um texto incrível, salv me engano, o título é no capítulo 5, bem e mal sofrer, que o espírito vem dizer que nós temos os nossos processos, que o planeta Terra, enquanto um planeta de provas expiações, ele tem os seus desafios, mas que nós, independente do problema que tivermos, que possamos dar o nosso melhor. E lá no finalzinho o espírito conclui, abre aspas, porque lá na frente abre aspas. A gente vai olhar para trás e dizer: "Fiz o que eu pude". Fechar aspas. E um terceiro destaque sobre felicidade e infelicidade e as dinâmicas da vida. O tempo tava esgotando, eu tava bem triste, infeliz, mas Wagner deu a notícia que vai ter mais 15 minutos. Aí eu voltei a ficar feliz, né? O que é felicidade e o que é infelicidade. Então vamos adiantando aqui, passando a pergunta, vai inverter o último, esse último bloco é um pouco invertido. Pergunta vai paraa Daniela, lá do Esm 1, do estudo da mediunidade do módulo um. Os espíritos estão em constante evolução. Novos estão sempre surgindo, iniciando o seu ciclo da evolução, desde as fases iniciais até as mais avançadas. A minha pergunta é: qual o nosso final?

ulo um. Os espíritos estão em constante evolução. Novos estão sempre surgindo, iniciando o seu ciclo da evolução, desde as fases iniciais até as mais avançadas. A minha pergunta é: qual o nosso final? Existe um final? Por quê? Se sempre estão surgindo novos e não existe um final evolutivo, a quantidade de espíritos existentes no mundo espiritual e nos diversos planetas é infinita ou tende ao infinito. Hum. E não foi um caso hipotético. >> Bom, gente, graças a Deus. a doutrina espírita já deixa pra gente algumas pistas desse dessa expansão que ela é contínua nesse nessa evolução mesmo do universo. O próprio universo na física, como ela é como ele é avaliado, ele está em expansão. E obviamente a gente não tem aqui na nossa mente humana os recursos para poder pensar o que que é essa infinitude, né? O que os espíritos trazem pra gente ao longo aí da codificação de notícias disso é que é assim al números muito além do que a gente pode imaginar, tá? Então, dizer também que é infinito não é ã correto, não é apropriado. A gente só sabe que é um número muito grande, muito assim, além do que a gente pode imaginar, mas também dizer, chamá-lo de infinito, a palavra não se aplica, né? Então, nesse sentido, a gente tem aí essa essa possibilidade de estarmos seguindo adiante e a gente perceber que quanto mais a gente caminha, mais caminho tem para seguir. E essa gradação aí dos quatro mundos, que a gente já mencionou numa pergunta anterior, dos mundos primitivos, dos mundos de prova, expiação, de regeneração e mundos felizes, elas têm matizes 1000 entre essas quatro gradações. Gosto sempre de convidar a gente pra gente se conectar nesse espaço aí, eh, que a gente pode ser o nosso ser inteiro, fora fora do tempo espaço, na verdade, a gente poder ser o melhor que a gente puder ser aqui e agora. Lógico que eu tenho ainda aspectos aí do primitivismo, da Daniela primitiva, da Daniela em provas, expiações, da Daniela em regeneração e por que não da Daniela feliz, né? Em momentos em que eu me sinto totalmente

tenho ainda aspectos aí do primitivismo, da Daniela primitiva, da Daniela em provas, expiações, da Daniela em regeneração e por que não da Daniela feliz, né? Em momentos em que eu me sinto totalmente protegida e amada por Deus e e conectada com a natureza, conectada com os meus irmãos, eu sinto um perfume desses mundos felizes aqui. Isso é bom. a gente pode cultivar isso em nós. E quando eu começo a perceber a Daniela Primitiva dando um alô em casa, eu poder ensinar, apoiar e não julgá-la, olhar para todas essas minhas versões anteriores com muito respeito, com muito recolhimento, porque essas versões anteriores não sabiam o que eu sei hoje e eu só sei o que eu sei hoje graças a elas. Então eu também poder olhar pro meu passado com essa com esses olhos benignos, com essa com esse carinho e saber que diante da minha infância espiritual eu tô galgando ali o melhor que eu posso. Então já tem coisas em mim que estão em regeneração, por que não no momento em que eu escolho me calar, no momento que eu escolho me acalmar. Então eu gosto mais de pensar neste nesses termos de expansão, na expansão do meu ser. É isso que mais nos interessa, sabe? a gente vai vendo que essas grandes perguntas elas são interessantes. Claro, não tô, né, fazendo menos do eh fazendo pouco caso disso, mas o que realmente interessa, e a gente pode até tentar mudar de assunto, fazer pergunta difícil, mas é a gente realmente desenvolver essa autocompaixão, porque quanto mais eu consigo me olhar com esse respeito, com esse carinho, com esse recolhimento, mais eu consigo olhar pra infância espiritual da pessoa que tá do meu lado e aqueles, especialmente os próximos mais próximos, né, gente, que é onde a coisa realmente é é desafiadora, né? Então, eu gosto de pensar nesses termos aí no infinito. >> Muito obrigado, Daniele. E só complementando, na questão 132 de O Livro dos Espíritos, tem lá o registro que nós somos cocriadores, né? E Daniela falando aqui, me lembrou, às vezes a gente sofre um processo de frustração

ele. E só complementando, na questão 132 de O Livro dos Espíritos, tem lá o registro que nós somos cocriadores, né? E Daniela falando aqui, me lembrou, às vezes a gente sofre um processo de frustração que eventualmente gere uma mágoa do outro, né? Mas devemos nos observar como efetivamente uma única família, conforme o Cristo nos ensina no Evangelho de Marcos. Até porque é a partir dos nossos erros que a gente começa a se moldurar para se melhorar. E sobre isso escreve Pedro que o amor cobre uma multidão de pecados. Pergunta agora é para André lá do 2a. Jesus era médium. Pera aí que tem outra. As curas dele eram através de espíritos ou por ele mesmo? >> Pois é, né? Vejam, ah, a gente precisa entender que a mediunidade, ela quando estudada por Allan Kardec, ele teve o cuidado de distinguir fenômenos que eram de natureza mediúnica. Quais são eles? aqueles fenômenos em quais a causa deles é os espíritos, que utilizando-se de um intermediário um médium, dão caso a alguns efeitos. Esses são os fenômenos mediúnicos. Mas Allan Kardec também aproximou, quando dos seus estudos, os chamados fenômenos do magnetismo à época, uma referência aos estudos de Franz Mesmer, que não tem nada a ver com o eletromagnetismo de Maxwell, era uma comparação, referindo-se então ao magnetismo como o exercício de uma potência da alma, uma potência pela qual o próprio espírito age com os potenciais que lhe são próprios. Ao observarmos fenômenos produzidos por Jesus e considerando a natureza do Cristo como o modelo mais perfeito que Deus nos ofereceu para servir de guia e modelo. É Jesus esse exemplo. Nós deveremos entender que Jesus exercia o seu poder magnético, o seu poder fluídico. E o que que reforça esse nosso entendimento? Uma leitura dos primeiros capítulos da obra O Consolador chamará quanto à descrição que Emanuel faz na origem da Terra, quando aquela massa solar foi deslocada e Emmanuel Poeticamente escreveu e entregou em suas mãos os destinos do planeta. Mais adiante, ele vai dizer: "A ciência moderna ao

nuel faz na origem da Terra, quando aquela massa solar foi deslocada e Emmanuel Poeticamente escreveu e entregou em suas mãos os destinos do planeta. Mais adiante, ele vai dizer: "A ciência moderna ao deparar e não o reconhecendo, denominou as forças da natureza para descrever-lhe as ações nesse contexto." Pra gente imaginar o que é um espírito que pega alguém que tem uma mão mirrada. Vocês já viram uma mão mirrada? É aquele indivíduo que nasce com a mão encolhida. E Jesus olhou para ele e reconstituiu a mão do indivíduo. Reconstituiu a mão do indivíduo. A gente hoje olha assim: "Iso é um absurdo, isso é um mito, porque de fato nós desconhecemos as leis que ele moldou. Ele moldou isso. A esse respeito, eu queria fazer apenas uma referência. Conversamos hoje sobre o caminho, a verdade e a vida. E quando Jesus diz: "Eu sou o caminho", isso não é um exercício orgulho. Isso não é um exercício de prepotência. Olha, eu sou o único caminho para Deus. Porque quando a gente lê dessa forma, nós estamos confundindo a palavra caminho, porque para nós a ideia de caminho é um traçado geográfico. Nós herdamos o conceito de caminho grego odos, que diz que um caminho, o caminho que vem da sua casa até aqui, é um trajeto que você faz geográfico. em hebraico, alacaká, que é a palavra chamada caminho, não é o caminho, não é o traçado geográfico, é a forma como você anda, é o modo como você age naqueles contextos. Então, quando Jesus diz assim: "Eu sou o caminho", ele tá dizendo: "Eu sou o modo de viver essa integração com Deus". Por isso ele dizia, se vocês tivessem uma fé pequenininha, esse processo de confiança que no livro O Evangelho Segundo o Espiritismo, Allan Kardec vai falar sobre a fé humana, aquela que tem certeza que é capaz de fazer, e a fé divina, que é o recurso que nós recebemos de Deus para nos fortalecer a confiança. Jesus dirá: "Se a gente tivesse um pouquinho de fé, faríamos tudo aquilo que ele fez." Vejam que ele disse, não é os espíritos que fizeram para mim, tudo eu fiz. E esse é o

nos fortalecer a confiança. Jesus dirá: "Se a gente tivesse um pouquinho de fé, faríamos tudo aquilo que ele fez." Vejam que ele disse, não é os espíritos que fizeram para mim, tudo eu fiz. E esse é o sentido do processo. >> Obrigado, André. >> Pergunta agora para Leandro. Eu só vou pedir que nesse final a gente tente reduzir o tempo para 3 minutos pra gente não estourar mais do que já tá, né? E quando os médiuns curam, Leandro, é por intermédio de algum espírito ou é pela própria energia do médium? >> Essa vai ser rápida, já foi respondida praticamente aqui. >> Isso vai variar bastante. Se for magnetismo, pode ser o médium doando e ajudando, porque vai depender do que você chama de cura também, né? Cura. curou algo físico, pode ser algo magnético que você doou, mas também tem muita participação dos espíritos nisso, muita participação e também da pessoa que tá recebendo aquilo, né? Jesus falava quando ele curava, foi tua fé que te curou, foi o teu querer, a tua vontade, o teu desejo que permitiu que isso acontecesse. Porque tinha muita gente com problema e nem todo mundo Jesus curava porque não queria, não tinha esse desenvolvimento para que acontecesse. Então, primeiro passo é a pessoa que quer receber aquele fato, queira, queira de coração e com motivo real para que ajude a transformar a vida. Depois um médium ou alguém que tá ali praticando essa atividade de magnetismo, de passe, que doe essa energia e a espiritualidade trabalhando. >> Muito obrigado, Leandro. Pergunta agora para Marcos lá do 2B. Sobre os filhos que, apesar de terem recebido carinho, cuidado e amor, não demonstram afeto ou gratidão à mãe, a ignoram e são rudes nas respostas e atitudes. Como, como devemos entender e proceder? Não foi um caso hipotético. [risadas] >> Vamos lá, né? Tá perguntando pro pai, né? Não, paraa mãe, mas vamos lá, não. Eh, isso é realmente uma sempre uma questão, né, que a gente se coloca, mas eh a gente precisa eh entender, né, que todos nós somos eh espíritos a caminho, né? Todos nós somos

mãe, mas vamos lá, não. Eh, isso é realmente uma sempre uma questão, né, que a gente se coloca, mas eh a gente precisa eh entender, né, que todos nós somos eh espíritos a caminho, né? Todos nós somos aprendizes, todos nós estamos eh vivenciando as nossas experiências. pelas nossas profundas necessidades ainda. Então, muitas vezes nós eh vamos eh achar que ou não fizemos da melhor forma ou então que o filho é ingrato. Tem até a mensagem, né, no Evangelho Segundo o Espiritismo, a ingratidão dos filhos para com os pais, que é algo sim muito sério, né, muito grave, porque não que nós, que as pessoas devam fazer o bem esperando agradecimentos, né? O bem deve ser feito de forma desinteressada, por absoluto desinteressada. Mas o sentimento de gratidão, ele é importante que nós o tenhamos, né, em agradecimento por tudo aquilo que nós recebemos, né, primeiramente de Deus, a vida e todos os recursos que ele coloca em nossas mãos, mas também gratos aqueles que nos auxiliam na nossa jornada, né, Emmanuel vai dizer que Jesus eh disse que nós devemos amar até os nossos inimigos. E ele completa com que sentimento nós não devemos amar aqueles que nos auxiliam, que nos amparam, que nos ajudam. Então, sim, a ingratidão, né, é algo muito sério, né, é algo que nós não devemos eh alimentar. E aqueles que assim o fazem, né, estão semeando, né, eh algo que em algum momento, né, vão colher, porque é da lei, né, que nós colhemos aquilo que nós plantamos. Mas em relação à situação específica, nós temos que entender que cada qual de nós é um espírito livre, né? Ninguém pertence a ninguém. Então, nossos filhos não são nossos, não é? Nossos filhos são tais como nós, espíritos em evolução, que nós recebemos sim a missão, né, de bem conduzi-los enquanto sobre nossa responsabilidade, mas precisamos entender que em determinado momento, não é, eles caminharão por sua conta e muito importante aquilo que nós plantamos no coração deles. Agora, se eles depois de todo esse carinho, de todo esse devotamento

nder que em determinado momento, não é, eles caminharão por sua conta e muito importante aquilo que nós plantamos no coração deles. Agora, se eles depois de todo esse carinho, de todo esse devotamento seguirem por esses caminhos, né, aí então nós eh aí é com eles, né? Daí a importância de nós termos a nossa consciência tranquila, né? Eu tava lembrando aqui de Paulo, só para concluir, quando ele diz, né, que ele combateu o bom combate, venceu a carreira e guardou a fé, né? Então, que nós possamos nos lembrar de Paulo aqui, nós estamos durante a nossa existência terrena, né, lutarmos o bom combate, fazermos todo o bem que estiver ao nosso alcance, vencermos a carreira. Estamos numa carreira, vamos ter muitas outras ainda, muitas outras encarnações pela frente, que nós possamos vencermos o quê? A nós mesmos, né? superarmos as nossas imperfeições e guardarmos a fé, que é a confiança plena em Deus, não é? Que nos criou e que só quer o nosso bem. Então, que nós possamos, diante dessas dificuldades, né, lembrarmos de tudo isso e realmente eh continuarmos amando aos nossos filhos, ainda que eles estejam, né, numa outra eh perspectiva. >> É, muito obrigado. Esse texto que Marcos referenciou, Honrai vosso pai e vossa mãe no capítulo Honrai vosso pai, vossa, desculpa, ingratidão entre pais e filhos é no capítulo Honrai vosso pai e vossa mãe, no item nove. A última pergunta para Daniela, Marcela do S2B, mas poderia ser Mário essa pergunta. O que fazer quando, mesmo estudando a doutrina espírita agimos de forma desesperada, choramos e nos sentimos menores e impotentes diante de situações difíceis da vida? Olha, eh, nessas horas a gente tem que saber pedir ajuda a quem tem para dar, a procurar o auxílio, né? Claro que a gente pode, em alguns desses momentos respirar fundo. A gente tem tantos recursos hoje em dia, né, gente? A oração, colocar uma boa música, colocar uma palestra, fazer uma meditação. Só que tem horas que o cansaço tá grande demais. E é nessas horas que acontecem as

tantos recursos hoje em dia, né, gente? A oração, colocar uma boa música, colocar uma palestra, fazer uma meditação. Só que tem horas que o cansaço tá grande demais. E é nessas horas que acontecem as grandes mudanças nas nossas vidas. Então, claro que a prece vai auxiliar, mas muitas vezes a gente precisa sim pedir auxílio. Então, essa casa aqui, por exemplo, a própria FEB também tá aberta em muitos horários. Quantas outras possibilidades a gente tem de buscar auxílio terapêutico, auxílio médico? Então, é isso, né? Na medida que for possível você realmente buscar a Deus, orar e conseguir ficar bem, ok, mas se tá difícil demais, saibam pedir ajuda. Isso não é fraqueza, pelo contrário, isso é uma postura de força, porque lá na frente você vai ser a pessoa que vai poder estender as mãos para quem precisar. Eu me lembro que eu cheguei aqui nessa casa de joelhos e quando eu paro e penso nesses 15 anos e tudo que aconteceu, a quantidade de auxílio, de apoio que eu recebi em todos os aspectos da minha vida aqui dentro, né? Hoje para mim é uma grande alegria poder partilhar e poder transmitir um milésimo daquilo que eu recebi. E eu quero te dizer, não sei quem foi que fez essa pergunta, mas acredite, você é essa pessoa também e você em breve estará estendendo as mãos. Apenas saiba de ir também, ok? Isso. >> Muito obrigado, Daniela. Vamos agora às considerações finais. Passar a palavra para André, se possível, em um minuto, se possível. fazem pergunta difícil pra gente responder rápido, né? Obrigado. >> Muito obrigado, André. Pouco de neuroplasticidade, Marcos. 1 minuto e 30 segundos que sobrou. Eu vou dizer grato, né, para ser mais curto ainda. [risadas] Não, gente, agradecer. Realmente é uma uma alegria, né, esse encontro e dizer que nós nunca vamos parar de estudar, né? Então continuemos, né? Nós nós às vezes terminamos um estudo, um ciclo de estudos e achamos que já sabemos, não sabemos, nós ainda vamos revisitar muitas vezes porque vamos mudando ao longo dessa trajetória, né? Então que

? Nós nós às vezes terminamos um estudo, um ciclo de estudos e achamos que já sabemos, não sabemos, nós ainda vamos revisitar muitas vezes porque vamos mudando ao longo dessa trajetória, né? Então que continuemos estudando, até porque precisamos nos preparar e nos capacitar cada vez mais. As casas espíritas vão receber toda essa essa multidão de dores que está lá fora, não é? Essa multidão de espíritos que estão renascendo com problemas que nós ainda temos muitas dificuldades em lidar. Então que nos estudemos, que nos preparemos cada vez mais para poder servir sempre, né, com alegria e servir sempre melhor. É isso. >> Muito obrigado, Leandro. Um minuto. >> Não, família, só gratidão. Gratidão por cada um de vocês. Gratidão pelo carinho, pelo amor. Gratidão a Ded, gratidão a todos aqui presentes. Foi uma alegria estar esses minutos com vocês e que a gente possa se encontrar cada vez mais tentando ser feliz. >> Muito obrigado, Daniela. Um minuto >> para agradecer a sua mediação também, a gente lembrar de Kardec, quando Kardec diz: "Amai-vos e instrui-vos". >> Muito obrigado. Quero chamar a Lípio aqui para fazer o encerramento. Wagner, que também participou desses momentos de bastidores, momentos videohow. Não sei se Marcos tá aí, Marcos Vinícius para vir aqui à frente, por gentileza. Tem um microfone aqui. >> Tão me ouvindo? >> Sim. >> Nossa. Eu achei que tava sem microfone e gritei para ver na embaixo. Gente, eu vou primeiro agradecer a essa equipe maravilhosa que me ajudou aqui, além do do Mário Augusto, o Wagner, que a gente deu um gás aí para tentar montar isso para vocês. O Marcos, cadê o Marcos Viníes? Tá, ele tá com neném recém-nascido, pai fresco, tá com problemas em casa, né? que eu sei que então deram muito do seu tempo livre, do da sua hora de descanso de lazer paraa gente conseguir montar essa estrutura. Os nossos convidados maravilhosos aqui que eu tava falando pro Wagner agora, eu tô muito feliz, gente, porque nossa, que que riqueza de coisas, [risadas] tá?

raa gente conseguir montar essa estrutura. Os nossos convidados maravilhosos aqui que eu tava falando pro Wagner agora, eu tô muito feliz, gente, porque nossa, que que riqueza de coisas, [risadas] tá? Ele é sentimental, né? Que riqueza de coisa que saiu aqui nesse papo. A gente gostaria, deu para sentir que se tivesse mais uma hora ia rolar, né? >> Tranquilamente. >> Alípio, quero só dar uns parabéns para os alunos que enviaram essas perguntas, porque olha, fiz o aqui em 2010 e e a gente não ia tão longe não. Então, parabéns a você. Verdade, é verdade. >> Parabéns então. Parabéns à equipe, parabéns a vocês de prestigiar o nosso esforço aí. É uma preparação para a partir do ano que vem a gente começar a voltar aos nossos seminários de verdade. Hoje, esse foi um dia, no semestre que vem, aula 17, serão dois dias, a segunda e a quarta, né, com algo um pouco maior. Segundo semestre, quatro dias, segunda, terça, quarta e sábado. Pra gente fechar isso aí. Então, a nossa alegria é grande. Eu vou eu vou eu vou pedir. Tem alguém com coração aflito, desesperado, palpitando de vontade de fazer uma prece. >> Wagner, >> pode ser daqui também. Pronto. >> Alô. Alô. >> Todo mundo >> podia deixar de falar, né? Primeiro agradecer a vocês terem aceitado o nosso convite. Sintam-se já convidados pro próximo seminário e é uma alegria muito imensa tá aqui, como diz na música que começa lá nas palestras da comunhão. Aqui eu aprendi, cheguei aqui só os frangalhos e hoje essa doutrina me colocou aqui com meu esforço contínuo, como conhece a ti mesmo. que possamos fechar os nossos olhos, nos colocar confortavelmente diante do nosso mestre Rabi da Galileia, que como Amélia Rodrigues narra, quando Pedro pediu para que ela ensinar, ele ensinasse a orar, porque as palavras dele era tão linda, era tão breve, tão acolhedora, consoladora e esclarecedora, que o seu magnetismo, como foi falado aqui, contagia o nosso coração como contagiou a todos que ele curou, não só o corpo físico, mas o seu espírito

breve, tão acolhedora, consoladora e esclarecedora, que o seu magnetismo, como foi falado aqui, contagia o nosso coração como contagiou a todos que ele curou, não só o corpo físico, mas o seu espírito também, a mulher que sangrava, aos cegos que enxergavam, a quem não ouvia, passou até o a ouvir, olhos de ver e ouvidos de ouvir. Amélia Rodriguez narra que ele olhou para o céu, a relva ficou diferente, tudo mudou e ele disse: "Eu convoco a todos agora em voz alta". Ele disse: "Olha para o céu e diga: Pai nosso que estais no céu, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje. Perdoa, Senhor, as nossas ofensas, assim como buscamos a perdoar quem nos tem ofendido. E não vos deixeis cair em tentação, mas livra-nos de todo o mal. Sim seja. Uma boa noite. Parabéns para vocês que estão nesse esforço e para aqueles que nos ouviram através dos nossos canais. Que a paz do Cristo esteja em vossos corações. >> Obrigado, gente. Aos nossos convidados. Eu fiquei muito feliz. A gente liga convidando já esperando o não, né? Aí de repente a pessoa responde dizendo: "É um prazer". Cara, que coisa maravilhosa pra gente, Marcos. Obrigado mesmo. Muito obrigado. >> Valeu. >> Vamos, >> sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos [música] deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais [música] e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música]

até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. [música] Entrando em sintonia com o nosso [música] mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa [música] casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido [música] do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar [música] os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia [música] e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos [música] se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso [música] passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no [música] céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas [música] dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa [música] as nossas ofensas, assim como

ade, assim na terra como no [música] céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas [música] dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa [música] as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz [música] e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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